Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03618


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Full Text
K ?WM"V
Anno XXVIII
"*-
TerQft fciral3
DIARIO
nago a Rtmoaipqlo.
Piomento Aduht.do.
For trimestre. ......... .
for semestre ..........
Poi anuo ........ i.....
P00 DINTUO OU TlinlTII.
foi quirtel.............
WOTIOIAI DO 1SSPIBIO.
Pari....V al de Marco Mnui... 'de
Maranhio 25de dito
Cear... 77 de dito.
Parablba. 2 ir Abril
Minas..
S.Paulo. 4 de
R. deJ.. 2& de
lia h i a... 30 de
4/000
8/000
ia/uoo
4/S00
Marco
dito
dito
dito
DIAHDA aMAlA. AWIHC1A.
12Seg. #* I.OHava,
Si. Vctor e Veasla.
13 Tere,. *2. Oilava.S.
Ilennrneglldo.
i; lluart. S Domniaa.
|S Quii. S. Euthiq'lio
16 SPIt. S. 1". 11 k r I? i.
]T Sab.8. Aniceto.
|8 liiini. I. depois d
Paschoa.
Ju i so re OrpMc,
2. e5. s 10 borai.
1. varado civil.
3. o (i. ao melo-dia.
Faicnda.
3. e6. s lo borai.
2 rara do ewl.
'4. e aabadoa ao melo-d,
Rr lorio.
|Tercai e iibadoi.
Cresceate i 27, u 6 hara 41 minutos di t.
(hel a4 aoi 6 minutoa da m.
Mlngoaotell, as 8 hora e 41 minuto di t.
Noti I, M 9 hora e 26 minutoa da mi
raiimn o hOJ
Prlmelra s 11 hora e ti minutoa di manha.
Segunda Or! minutos da tarde.
No dia 15 do correle termina o prazo do
pagamento do prsenle quartcl deate Diario
para oa Sra. lubacrlptore, que o qulterem fa-
zer a railo de ajOO" ra., e Ando elle a ae re-
eeber a de 4f50u n. Por esla occasllo con-
vldamoa aoa meamoa Sri. que a achain ein
atrazo.a que teoham a bondarie de saii.fazer
os aeua deb loi, poli que a dlflre,nca de 500
ra. no Implica odlrclto de demorar o paga-
mento alera do lim do trlineatre, deotro do
qual deve aer reallaado, e nem a emprea pode,
icm o maior sacrincio, continuar a desempe-
nnar seos dilllceia encargos, na falta das con-
dtedea, cora que contara. ________^^^^^^^
PARTE OFFICIAL.
GOVERNO DA FUOVINCiA.
EXPEDIENTE DO DIA 26 DE MAR0 DE
* l8M.
OIDeio."Ao eotnmando das armas inlei-
rindo-ode huero Eira, presidentedo Mi-
(inhopsrticipsdo.quBO 2 tente do *
batalhao de rillharia'a p, Jos Nunes Mar-
aune, que te ach n'a quelli provincia, nflo
poderegressara esta em consequencli de
molestia que pidere, s qual de peode de re
guiar tratameoto, segando s opinio ils jun-
ti de siude que ultimimenle o inspeccio-
nim.
Dito.ao mesino remetiendo o desertor
do 0* batilhlo de cacalores, Antonio Jos
Carduzo d'Oliveira, que foi preso oa fre
gail da Varzea, seguodo communicou o
chefe do polica no ofllcio, que lambem re-
mette por copia, slim do que lenhi eaj vis-
ta o quedeclar a quelle msgisiraJor cer-
ca do mesmo desertor.
Dtlo.Ac mosmo iransmtlindo por co-
pia a portara, com que foram. enviados pela
secretaria do conselho supremo militar os
papis que limbeai remelle, do capillo de
fragali Caetano Alvos de Souza Figueins,
aflm de que o mande inspeccionar de saude
pela junta medci, eiiviandu com o resulta-
do di inspecQl' os referido* papis.i".om-
municou-se ao mesmo Flgueiras
liiio.Ao mosmo recommen lando a ex-
pedidlo de suas ordens, para que sem pre-
juisodo serviQO.SPJa ponida no dia 28 do
corrate pelas 2 horas di tarde em frente
da igreja do S. Jlo em Olinda urna guarda
de honra par a co npmhar a procisslo do
Sr. Bom Jess dos Martyrius.
Dito.Ao mesmo inleirando-o de hivor o
chefe de polica parlicijado que os com-'
mandantes das palrulhas, que rondarsm no
burro do Kecifo, em is noites de 3, 4, 5, 7,
9, 12 e 13 desle mez, nlo deram parle por
scri po ao subdelega Jo d'a quelli fregu-i
zia das orcurrencias, que tiveram logaren
ditis noiie-, mormjnto acerca da illumi-1
naci publica, e recommendando a expedi-
dlo desussurdens nlo so pan que taes par-
tes sejim eotregues a aquella suhdelegsdo,
niiisismbem pan que alo so reproduzlo
ni.iis semclh mies faltas.
Dito.A ihssouraria de fazenda commu-
Dicaii'lo hiver ipprovado o contrato que
segundo parlicipou o marechal comnnn-
dante das armas, pretonde fazer o paisano
Antonio Pedro da Siva, para servir por oilo
annos no exercito, e recommendando que
mande abonar o referido paisano, Da for-
ma das ordens di presidencia, i grstificaclo
de 00,000 rs. pro posta pelo mesmo maro--
chil.Inteirou-se este.
Dito.-Aojuiz relator da junta dejuslici
ttansiniltindo para ser relatado em sosslo
da mesms junta, o proc 'Ssos verbal feito so
soldado do9 blUIhlo de infanlaria Anlo-
iiio Feliciano do Maitos.Oommuiiicou-se
no commindo das armas.
Dito.Ao director do collegio dos or hlos
declarando que vista d sua "formaclo,
de'erio o reiuenmnto em que Mara Fian-
cisca do Kego Leite pedia mais um mez de
licenca para o curativo do e lucando.seu fi-
Ihn, Antonio Adolfo do Reg l.ite.
Dito.Ao2" lenle Jos Ribeiro Gnina-
rSes dizendo que se dove apres^nlir ao
commiodanle do brigue escuna I egalida le
nlini de ser all empregado, como for con-
veniente, al que o governu imperiil, cujo
conhecimento vai levara sua aprsentelo
resolva o que for servidoCommunicou-so
o referido coromandanle.
Dito.Ao delegado do termo de S. AnUo
dizeudo, que as proposlas para escrivles dos
subdelega los podem ser d urna so pessoa,
pois que nem o art 9 da le de 3 de dezem-
bro de I8li. nem o a'l. 42 do regulamenlo
IOLIIETIM.
aa-ii.v*^>,i> ioiffj>a-j asas
OU
MEMORIAS DE Uffl MARIDO.O
(roa EGEiuto ave.)
XLIII.
ConlinuOf&o do diario.
Eala manhaadrpuia do ilraoco, madama Ray-
mundo rogou-me que llie desse o braco para
ir ver a vaccaria nova; era lato uin preleito
para ter uin longo colloqulo comigo. Elle col-
loquio ful o aeguinte :
Meu chaio Mr. Dupleasla. me disie mada-
ma Rajmundo logo que chegainua a alguna
paaaoa do oaalelio, julgurl do meu deverpr
ua mulher ein nosaa conlideocfa....
eoliora, lato be lalvrz uina imprudencia.
Nao recele tal.... l'ive aleen ditto luuliis
raaOea pa/a nao occultar por inaia lempo o meu
nome a madama Dupleaiia. Prlinelramenla,
contlnuouella aorrinilo. aluigia-me aobre mo-
do ver o meu pobre amigo Cnarpentler feito o
objecto de horror de sua mulher,... que o oon -
aiderava uin monsiro de ferocidade.... deinal*,
aqu para nda, eu nao me afiligia manos de pas-
sar por urna tola marqueta fantica dos belloa
tempoa da feudalidade.... Enin disse mada-
ma Raymuodo com um tom aerio e penetrado,
eu queiia ganhar a confianc de madama Du-
pleasla. e para Issojulguel dever dar-lbe uina
prova de franqueza, pundu termo a uina men-
tira de que eaaa chara moca era victima..
J Ihe dase, senbora, a rasao porque jul-
gava prndenle nada cootiir a mlnha mulher..,.
eaperuqueo futuro provar que me nao tinba
engaado em ininbaa previaes.
Acabo de dlzer-lhe, meu charo Mr. Du-
pleasla, que deaajava obter a conanca de aua
mulher.... aabe para que Qm?
Nao, aenuora.
Nao esta admirado da indolente inercia
em que Albina acacha engolfada '/ ... Digo Al-
(*)fid*oD(ari#ii.79.
n. fio de SI de Janeiro de 842, em virtude
los quaes alo foitas lars propostss, exgeos
que esiassejiloera lista iriplice, sendo do
esperir, que se nlo d o inconveniente que
Smc. recoia, por que nao deve o propnnen-
le a presentar maisem proposta a pessos que
n'uma vez for regeitads.Neste sentido of-
Ociou-se ao subdelegado do Io desmel de
S. Antlo.
Dito.A admnstrnio do pilrimonio dos
orphlos dizendo que para poder resolver
a cerca do que a quella administracSo soll-
ctousobreo cootralodearrendamonlo do
sobrado n. 9 da ra do Crespo faz-se pre-
ciso que ella declare qual fui precisamente
o pendo de Domingos Antonio Gomes Gui-
marles no libello.que propoz contra os or-
phlos.convindooutro sim que atja logo
constar ao dito Gulmarles que o contrato
por elle celebndo (lnla-se em junho desle
nnii, oque depois desse lempo csra livre
a mesma administncBo irrendir a casa co-
mo convier aos ioterosses dos orpnlos, e
bem issim que active o andimento da ipoi-
lac.io que intorpoz, pirticipsndo o resulti-
do presidencia. .
Portara.Ao agente da compsnliia das
bircasde vapor pin mindir transportar
para a corte por conU do ;govorno a Anto-
nio Joaqun da Paulo, que obteve escusa
do servido do exercito.
DEM DO DIA 27.
i Hli 'm Ao commindo dis armss, intei-
ran io-o de hiver o capitlo da tercoiri clas-
se do exercito, S^baslo Antonio do Reg
Barros, apresentado na sccrelaria da presi-
dencia o conhecimenlo de ter pago osdi-
reitose emolumentos poli lienta, que por
aviso do 28 de fevereiro ultimo, que remet-
to por copia, Ihe foi concedida para residir
nesta prorincii.
Dilo A thesouriria de fizonda, para
que informo se os empregados das reparti-
eres de fazenda, que so acham em sorvico
le destacamento na guarda nacional,aecu-
mulSo os voncimentos desle. com os ie seus
empregos, cert do que nlo he admissive!.
que os empiegidos deixom de estar presen-
tas em suas repartieses durante o lempo
marcado pelos regulamentos, salvo ocaso
.le he ni;i, ou outro que na conformdade
dos mesmos regulamentos os isente de
comparecer. Neste sent lo olllciou-se a
tliesouraria da fazo'idi provincial
Dilo A mesms, communiesndo, que se-
gundo epnstOU de participa(3n di secreta-
ra de estado dos negocios da juslica de 10
do crrante, concedeu-se 6 mezes de licen-
ca com ordena lo aojuiz de direito di co-
imr.M do Rio For noso, Lourenco Caetiao
Pinto, para tratar de sui sade. Fizeram-
se as necessarias commonicaedos.
Dito -- A mesma, transmilliodo por co-
pia o aviso circular do ministerio dos nego-
cios estrangei os do 21 de fevereiro ullmo,
determinando que os agentes consularea
austracos, sejim reconhecidos como pro-
curadores natos dos subditos toscanos, nlo
tendo esles quem os represente, por assim o
haver solicitado o grlo duque da Toscaoa
do.governo de S II, I. e R. Apostlica.--
Irfuaos copias fonm remeltidss io chele de
polica e ao capillo do porto.
Dito-Ao comoian lante superior da guar-
da nacional do municipio do liedle, para
que remeta com brevldade oslrabalhosda
ivor.-iiiii-Mcln di guarda nacional sibseu
commando'soperior, visto nlo tor S. S., a-
pesar dasor.lens que a simelhante respoito
Iho foram expedidas e'm 8 de jullio e 18 de
setembio do inno pissalo, envudo os re-
feridos trabalhos. -- Ofliciou-se neste senti-
do aos commanlanles superiores de S. A-
ilo, Booito, Garanliuns. Boa Vi-la, Goian-
ni, l.imoeiro e ao chele de legilo deNa-
zarPtli.
Dito-Ao inspector do arsenil de mari-
iiii.i aecusando recebidt copia, que ro-
maneo, do contrato para conducen.i da pol-
vora e mais ojijoctos destinados provincia
das Alagois, e enviando os ollicios que de-
vo:n ser ent'egues io Esm. presidente da-
quella provincia pelo meslre da barcaca Boa
Esperanca, que se cncarregou de conduzir
os Milenios objectos.Communicou-seao
mes no presidente.
Dito-Ao inspector da ilfandegl dizendo,
que, para po ler resolver acerca do que An-
tonio Jos de ostro e os negociantes Bran-
der a Brandis & Gompanliia pedeoo nos dous
requernuentos, que remolle, e que serlo
devolvidos, f-z-sii necessario, que Smc. in-
formo, se antes de haver prohibilo no des-
pacio de polvosa, era livre aos donos desse
bina, he urna faiuiliaridade que miaba Idade
autorisa.
Aqu para nos, aenhora, e no ponto de vis-
ta da vida retirada que paaao, prero uina mu-
lher entorpecida a uiua mulher multo acor-
dada.
Porque rasao?
Acho iii.sn. .. garantas de repouso e de
aeguranca para inlin, e tamben) felicidade para
ininba mulher.
OSr.criaso?
Estou ceno.
0 Sr. est certo de qne Albloa he felli?
Palla,.,, relativamente; assim comoeuo
sou.... relativamente lambn.... Quem be que
pude ser completamente felit segundo aeus
votoa?
O que he que Ihe (alta? Vine, tem urna
mulher moca, encantadora, chela de coracio e
de espirito, sim de espirito... de muilo espi-
rito; :..1,-uiii i com ar Incrdulo, nao, Ja va-
mos fallar disso....
Esperando as suas revelaedes a este res-
pello, confesso-lhe, senbora, que lenho vivido
mofo depressa e muilo....; ora moralinente....
tenbo o duplo da mlnha ldade, e Albina tem
apenas desanove annos....'
__ De son que adiando aua mulher muito
moca.... e nao podendo envelhece-la....
Procuro'adarmece-la at que a Idade te-
nha dado ao seu espirito uina inaturldade que
me tranquilllse.
fc er que he justo, que he bom, isso que
faz?
i )h!.... aim, senhora...,
Vine, nunca cMzcoia sigo mesmo queessa
moca que Vine, calca sobre si mesma, Dos a
predispoz para lodoa os seulimenlos temos,
para todos os gosos do coraco ? Pensa ter cum-
prldoo seu dever de hoinem honrado por ler
dado a sua mulher todo o bem catar materUl
que uina mulher pode desejar?.... por ter pa-
ra com ella todaa as atiene oes que deve i mu-
lher que tem o seu nome?
Que mais possoeu dar-lhe?
Apresso-iue a declarar que ella nao se
queisa; nao porque no longo colloqulo que ti-
ve esta maiiba con, ella, nem uina palavra de
recrlimnaco saino dos aeus labloa.
Vine, i ein v. aenhora?..,.
Nao s ella nao te queitou, como at jus-
liticou a Vine, de lela por tola.
Abl he laso mesuio, senbora, disse eu
de Abril de 1852.
N. 82.
>AKTiDAa oa oomMioa.
e Parahlbi, segundas e sextai-
randa-do-florte, todas as qulatas-felras
lo da.
e Bonito, i 8 e 33.
, e Flores, i 18 e 28.
. s qulntai-felris.
todoa o das.
STOTIOIAB MTBAK-oximaa.
f
Portugal II de Marco
Hespanbi. 8 de dito
Franca ... 7 de dito
Blgica... 3 de dito
Italia.... 4 de dito
Alemanba. 3de dito
Pruasia ...3 de dito
Dinamarca 28deFevr
Ruasla... 30 de dito
Turqua.. a4 de dito
Austria
de Marco
Suiasa...'. 2dedito.
Suecla... a6deFevr
Inglaterra 9 de Marco
C.-Unldoa 25 de Fevr
Mezlco... 31 de J.inr
California 21 de dito
ChlH. 2 de dilo
Puenos-A. 6 dp Marco
Mbotevldeo 10de dito
CAMBIO! DE lo Dal ABBXX,.
Sobre Lond-er. a 27 a 60 d.
i Pars, ':>'j
> Llsboi,90por canto.
ssHTAM.
Ouro.Onca beapanholas.. .StTTttS.
Moedaide 6/400 velhas.........
de fiMOii nova..........
de4/000................
Prata.Patardesbrasllelros... .......
Pesos columnar los.........<
'Ditos mlica nos..... <
IpJOOO
lii'lllll
IBiOOO
9/100
1/P20
1/1120
lf800
genero despacharen) qualquer porrjlo, ou se
havia limilaco em semelnanle despacho.
DitoAo mesmo inteirandoo de hiver
mandado pdr a sua disposiclo os dous,de-
sertores da escuns Llndoia, Minoel Nrzian-
zeno e Solero Candido, que se achivam com
prira no corpo de polica, e remettendo co-
pi di informadlo do comminJaole do bri-
gue escuna O.indi, pela quil ver Smc., que
nlo pbde ter lugsr a substituidlo, que pe-
de, destes e de outros dous dosertores, que
esto presos a bordo da dita escuns, por ou-
tros tantos mirinhelros de ilgum dos ci-
rios de guerra surtos neste porto.OQIciou-
se ao commandanlo das armas.
DitoAo juiz de orphlo* deste termo di-
zendo, que, para ser alsiado na companhia
de aprendizes menores do arsonal de guirrs
um dos dous filhos de Angela Rodriptres ta
Silva mencionados no roquerimento aue re-
melle, fn-se necessirio, que Smc, a res-
peito do que ella desigoar pin esse lim,
fici cumpriro disposto nos irtigos 4-*do
regulamenlo de 3 de Jineir de 18*2 e 2.
das instruccOes de II do mesmo mezesn-
no, devolvondo o dito requer melo para
ter decisSo fioil pretenr;|ii da supplicante
DitoAovigario di freguezii de S. Jos
de Carinhaoha remetiendo por cpii i nota,
que fui envildi poli reparliclo da juslica
em dous do correnle, dos emolumentos e
direilos queSinc lein de pigar pela licon-
ga de seis mezes com vencunento de con-
g'ui, que Ihe foi concedida pelo- governo
imperial, aum de que mande satislazor na
recebedorii de rends desla prorincii i Im-
portancia mencionidi em diti uta.Com-
municou-se a thesouraria de fazenda.
INTERIOR.
CllRESPUNDENCIA DO DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
P'irnyfta, 5 de abril de 1852.
Ouasl nada lenho a noilclar-lhe a nlo ser
verdade o que corre, de hontein psra oa, de
uin Uro que na c.ibeca receben o vigarlo da Ta-
Snir.i J...e Felit, do qual dlaem eatar a decidir,
s thuqgs nao cessam, e vai celfando ora n -una,
ora u'outra classe. Quando se reuuiro os ho-
rneas honestos em um a juramento para da-
remeabo de aemelhante raca de feras, mil ve-
les maia nocivas do que os esfaimadoa lobos da
Bohemia? Quando chegarao a comprehender
que aua vida e dos maia caros objectos de sua
all'eic;io acha-se collocada entre a pedra e fuiil
de um facinora, que a pode jogar, com malor
facllldade do que deapeja um copo, eterni-
dade ?
Nao ael, mas sel que einquanto ellesnao to-
maren! a pello a rsimccfu de caes montros,
elles esistirio audazes e promptos a prlmelra
paga, a deapeito de todasai providencias da po-
lica e exforcos da juslica.
Alguinas vaaes lenho censurado a policia e
juslica de mlnha trra, mas o teuho feito para
iustiga-la, e nao porque desconbeca que na
penuria de recursos em que jaaein e humoral.-
dade que os eiubaraca, e falla de autillos que
eoconiram da parle dos cldadaos, pouco mais
pude faier do que leus feito ; e por laso qulie-
ra que os cldadaos lomassein a si ajuda-la no
aanto inister de expurgar a aociedade dos ven-
didos bracos s negras vingancas dos perversos
mandantei. E isso pi-uco mais Ibes custaria de
un r.o .i mi.- e nablavel vootade. Sabemos
.i.l.o.i da opiniao publica, c o quanto abafa o
suam do seu estigma. Um despreso geral, uina
ignominia votada ao assassino de certa ardein,
I (i.- .eriatalves mais dolorosa do que urna aen-
tenca de gales; e elle despresado de todos,
por todos evitado com horror terla lempo,^re-
colhido coinsigo, de olhar para suaa maos man-
chadas de aangue, e rever-ae em sua conslen-
cla, que neste caso, nao poderla aer abafada no
eatrepito dos folgsres.
I o.i perseguicao oodescontlunada aos mal-
trapilhas do bacaiiiarte os entregarla a acfo
da juslica, ou os farla divagar quaea Judeus er-
ranlea de ponto ein ponto, sein uin momento
que nao fosse cheio de sustos, sem que jamis
podessem empregar-se uovainenie no deaem-
penho de comuiissOes desaogue; assim como
laria aoa que para tal vida seseulisseiu dispos-
tos. leme-la e horrorlsa-la.
Prevemeuie, tenbo conanca no ceo, cessa-
r o reinado dos assassinos, e enlao apparecer
segundo a ordtun das cousas, a reaeco da jus-
lica contra o crlme que aera volado pelo acuso
publico ao despreso at a quarta geracio. Dos
faca apparecer eaaa idade de ouro nos meus
dias, e eu morrei sallsfelto.
Aioda nlo posao asseverar, e nem desinenilr
a noticia que em mlnha ultima Ibe del dos suc-
cessos de Plane; seudo certo qae ella anda
continua a grassar.
s. Etc. chegou no dia 30 do passado as cinco
horas da tarde ao loga, e segulo no prluaeiro do
crreme as sete do da para Campioa ; be oita
a ulliuia noticia que tenho.
Knganei-me quando Ihe disse que o festejo
ata, q
nenio.
ou hontcm netle
porto o wpordosul, devia mostrar que avpresldente nao tlha es.a '
lia. Velo aaeu bordo auiorisaco, ou por ouir., que nao exlsua essa
| IIICs) cl^ldHHIiii! aai'iss ,..*.. < *------------------
gradara o librrimo governo do iacompanvil mpsmo regulamento? ......
JuaodaaBosaa; pena he qua elles niosi-. Eu cuido queseo nobre depilado ti
ver lem-
ontem vhno. a proels.So do Senhor Bom tl.uic.io un. tr.balho "X??I!m
Jefas d. Pobres, qui na'o estere m ; e eu as- qusndo Ihe roa urna auiorisaco, e ao mesmo
si.ti .o ser.nao do recolher na igreja do Rosa- lempo umile." a cun,r ir?,
rio, no qual o pregador mostrou ua habdidade. < O Sr. lonoel Cavalcanli. Isso lim, m
He tal a Influencia da cadeira da verdade, que sa nao tica queslao.
galmmle consliluidas. E nao asslstaiu a
mam !
Adeos. Saudee tranquillldade Ihedesrjo
PERNAMBUC9
assembla a tlnha promulgado, julgava-se ca-
cada a auiorisaco dada ao presidente.
O Sr. /'reir de Canalla : Eu nao compre-
liendl ll.-in .'lo nolire d pulado, dsejo que ae-
ja mais claro, desejo, emfim, que .no repita o
mu argumento.
O Sr. Pan Barrito: Digo que, umi vez
promulgada a Ici, a assembla demonstrnuque
tlnha cacado a auiorisaco dadaao preaidente
, O Sr. Pcnira "Carcomo: Bem Sr. presi-
dente, eu tenho lembraufa ( se a memoria m
'- de
ASSKMBLEA PROVINCIAL.
SESSAO EM 6nE ARRIL DE 1852.
Presidencia do Sr. Or Pedro Cavalcanli.
O nobre orador que ,ne P'.ecef"d" n5o I trabalho, ou pelo menos que eslava mullo id -
l&i^i7^7*tomfconl. antado ara, ab.lho sobre a in..ruc5ao publl-
sorrlud, eoule.se (ue eu nao careca Ua justt-
fleacu de mlnha mulher para ser absolvido.. .
Desde a sua estada aqu, Vine, deve te-la jul-
gado.
E s esta manha be que pude aprecla-la.
Aht ae Vmc. estivesse presente, Mr. Feru.ndo,
leria lie .do como eu, encantado e enternecido
por essa palavra ao mesmo lempo lo eloquen-
le, lao Ingenua e lo sensata! Vmc. terla lica-
do como eu admirado da delicadeza, alguiuas
vezes mesmo da elevaco de seu pensaineuto.
Sim, se Vine, eslivesie preseole leria cabido de
joelhos.' como cahir no dia em que tlver me-
recido que ella se Ibe revele.
Vmc. falla to seiiamenle, senhora, excla-
me! eu, que me he impossivel deitar decre-la...
e se eu Ihe crer dcverel a aecusar miuha mu-
lher de hu incrivel diaslmulaco?
Dissi.nulaco me disse vivamente mada-
ma 11 -ivmundo com um accento de censura, sao
eni'.o uissiiiiuladoa aquelles que permanece.n
silenciosos, e moros dame da frieta ou do
deadein? Sao ento dissin.ulados aquellea, cu-
Jos labios licam mudos ames do que mentirein
ao seu corafo ? Aecusar aua mulher de dissl-
mulaco com que direito, aenbor 7 Que tem
Vmc. le lo para merecer conlianca e abando-
no d. II i / yin-icoiou Vine, para que ella Ihe
abra os thesouros de sua alma? E essa alma
que eu attesio ser lio grande, lo bella e loo
pura i EuiHin Vine, disse com sigo como os bis-
pua de nao aci que concilio que lainbein nega-
vim que as mulberes tivesscu. alma : Oa !
com lano que ella coma, beba, durma, aej
aquecida e elegantemente vestida... estou quite
paracoi.s ella A alma.o coracao... Que vem a
aer? Oui.eras! Preconcellos! Os poetas eos
pensadorea he que pretender que Deoa creou,
e dotou cada mulher para coubecer um dia os
pr.ieres enbriai|idores, os celestes deveres do
amor parlilhadoa com o eaposo de sua escolba.
Erro! loucura! Quantas .nutrieres coubecem
esse amor Idelal t Uina aobre mil talvez E sao
as outras porveolura lufellies por inorrerein
se.n ler conlieci io css.i ielici ade.w .lim, eolior,
ellas inorrein ignorando a ai mes.nas; mas
umbe.n morrem com ellas tliesuuros ignora-
dos de aensibilldade, de abnegacao e de vlrtude
inultas vesea heroicas, as quaes o amor terla
revelado ao esposo que lvessem amado.... Abl
a esles anda mais, do que a ellas, devem lastl-
mir porqua nao sabem oque perdein/
Ciela-rae, lenbori.... lia outros homeni
cao da m
enca em vlrtude de urna le, claro esta que
esse regulamenlo lem forfa de le; ora, se es-
se regulamenlo tem forca de le, he Inquesuo-
navel que a commisso defasenda e ore men-
lo no respectivo projeclo de lei devia consig-
nar os fundos precisos para as despeas que es-
te regulamenlo creou.
Sr.>residenle,eu noposso de mancira al-
guina concordar coin a opiols do llluslie ora-
dor que acabou de fallar, de que uin dos pre-
sideutes desta provincia oegausando uin rc-
irulainento para a reforma oa insiruceo pu
i,i,r1, leve em vlsia rebaltar a dlgnidadc da
assembla: aupponho qie o nobre orador de-
duiio esse rebaisainenlo do faci de nao ter sl-
nesse lempo, sel os factos como se passarain ;
n,i, ,-i uno, se acaso se reeonhecc que esse re-
gulamenlo nao he o mais proprio, nao he o
mais conveniente, a casa pode nao approvar es-
se trabalho. pode confeccin ir oulro que me-
Ihor aalisfjcaaseilgenciai da provincia, aein
ser preciso phanlasiarem-se menoscabos da
pane do presidente de ento, ( apoMdo)por
ter feito uso de uin direito que Ihe fra con-
ferido, e por ter igualmente etercido um di-
reito, que Ihe era proprio, qual o de nao tanc-
clonar a lei por julga-la inconveuienle.
Portanto, eu enlendo que o nobre depulado
deverla talar da queslao por outra manelra ;
poderla mostrar que nao julgava o regulainen-
__- l.il.i.aBtt. n ... ,|^ illl'li.ll.
Um Sr. Deptfio : Em que o regu
foi publicado quando o presidente nao tlnha
mais auiorisaco para isso, porquauto ja exis-
ta urna lei neste sentido promulgada por est.
assembla.
OSr. JVeira d< CamaMo: Sr. presdeme,
nao posso coacordar cora o nobre depulado,
visto que nao prova a aua aasercao, e o dizer
slmplesinenle nao he provar. F.u vejo ale, que
no regulamenlo de 11 de malo existe um pre-
ainbulo. qup justiliea a sua existencia, dlzen-
qsie laoiliein iiierecem ser lastimados.... Sao
aquelles que vivendo quasl felizes ... al ao
momento em que una revelacao repentina....
nao quero dizer uina falal coinpaiaelo Ibes
mostra a vaidade da sua felicidade paasada....
reconhecem a i.nposslbilidade de sua felicida-
de futura... Assim acontece comigo.,.
Como Vine. senbor ?
Ah! porque em vez de casir-me com
urna moca a quem infundo respelto, que des-
confa de mlm. que se gela, nao me cnse cu
com uina dessas mulberes que reunem aos en-
cantos da mocidade, a razo a eolidaa de espi-
rito da idade madura!
Eu tlnha, sein querer, aceentuado to viva-
mente estas palavras, que esperel, ou antes re-
cele! ter aido co.nprehenlido por madaiasa llay-
oi,indo ; mas ella eatava lo longe desse speu-
samento que poz-se a rir, e dissc-ine rguendu
os hombros.
Uina mulher da mlnha idade, nlo he ?....
he isso o que Ihe allava?... He possivel, Mr.
remando, que Vmc. leve lo longe o deaprezo
da felicidade que lem Mas por favor fallemos
seriamente... e perdoe-me de ter escarnecido
um pouco da auainvocacio s mulberes de qu-
renlaa clncoeuii annos... Creia-me, da V,c
depi-n ie ser o mais l.-ln dos homens, e faser-se
adorar de sua mulher... Pensa que eu leria Ira-
lado coin o seuhorde u.nassumplo lo delica-
do. Co grave... aem saber o que fazia... ou a
que tenda... Meu Dos qne ouiro lim poda
eu ter... aeno procurar procurar provar-lhe o
meu reconheclmenlo... a Vmc. a Vmc. que
salva agora a vida de meu Gliio... disse madama
Bayuuudo coin oa olhos moldados de lagn-
maa, pola se nao fora a sua generosa hospua-
lidade, Jo.o le, la morrldo oa prizio dos resul-
tados da lenda .' Assim, eu dizia esta manha
a sua chara mulher. o meu milco desejo beque
a mlnha estada aqu, aluda quandosej, decur-
ia duraco, nao aeja intil a ambos os as-
adores.
Ele, continuou ella com sorriso encantador.
Ela, Mr. Fernando, leja ratoavel, assim como
eu Ibe dizia... ha dote annos... ein mlnha ca-
sa .. no sulmrdio de Santo Antonio... leinbra-
se ? guando o senhor era estudaoie, e eu o
uiorllizava. Deixe-me moraliza-lo linda um
pouco, a mesma diflerenca de idade me autori-
sa a continuar o meu papel de av. OU 1 meu
Dos I Eu s o censuro em parte ; Vmc. aegue o
erro geral. Aoi olhos do mundo a sua conducta
zenda e nreameiito, o dever de consignar no
projfcio, que se discute a quaulia precisa, pa-
ra occorrer s dispezas, que esse 'reaulamenlo
creou, sendo elle relio em virlude de urna lei,
e tendo por consegulnte orca de le, he cou-
ta, com que absolutamente nao pusso concor-
dar...
O Sr. Manoel CoDaieai.fi: He o que se nega.
O Sr. Perfiru ds Carvallio : Eu desejo que o
nobre depulado projreocootr^rio^lsliihe,
irre-
que o presidente nao eatava autorlaado a re-
formar i inalroccSo. Fsta he que he a ques-
to; liiniin-iiip por ora a eslaa conalderacfles
esperando onvir o nobre dppulado porque tal-
vez me en uve usa, do contrario do que eu ppnco.
O Sr. Manos/ Caeafin(j .Eu creio que a
proposiclo, queavancei era que, o presi-
dente nlo eslava mais utorisidoi reformar
a ins^rucclo publica di provindi, dspois
queasssembli legislou a esse respailo:
he a minhi proposiclo, a qusl rerei se pos-
so provar. A issembla compete leg's'nr
sobre instrucelo publiei ; mis por nlo po-
der ella, isto he, por nlo tor lempo,de com-
binar as idis dos differenles deputsdos i
esse resppito, pois qu iqui se trilou em ,
muitsssessOes de instruceSo publica, nimio
bem, e ven.lo-se embinrjida por esse moti-
vo delpgou lo^nresidente o pQjler de ijjW-
sorlamenle rrrrai.i "~" '"^
O Sr. Perelra de Carvalho :Provlsorii
mente nlo.
O Orador iEu creio que provisorismon-
te : s reformar a instrucelo st a assembla
tomar conhecimento do negocio ; e creio
mosmo que este regulsmento foi feito com
a obrigiflo de serapprovado pela assem-
bla. Disse o nobre depulado que o presi-
dente lina ji o Iribalho todo promplo; no
seu relalorio ello diz, que trata do negocio,
mas que o liona amajado nlo ; o presiden-
te nlo diz que promplava um trabalho a
tal respeito, diz que tem em vista ...
Um Sr. depulado : Pirece que dizia, que
eSlaVI n llamado.
O Sr. Persra de Carvalho: Di um ipirte.
0 Orador :Persuido-me que havia il-
gum trabalho ou ilguma vontade de o
razar, o nlo trabalho foito; concluido
nlo havia ; o presilenie diz o contrario.
A assembla apessr de ouvir essa pro-
messi do presidente tomirconhecimemo do
negocio e legislou esse respeito legislan-
do a esse respoito, caijou a autorisaclo do
presidente para o fazer. O presidente po-
da nlo s accionar lei feila, mas nunca fa-
zer urna cous para queja nlo estiva auto-
ii,i lo, indo assim de encontr a vontade
d'assemlila j aassembli nilo podefszero
quo qm /o-, maso presidente limbem o nlo
uode ; as leis rarecem da sancelo do presi-
dente, mas o presidente nlo pode fazer as
leis sem a concurrencia da assembla. O
presidente multo de proposito, publlcou o
regulamenlo j sabendo da nlenclo d'as-
sembla, pois que o publieou depois da lei
ir subid,, a sanelo ; e entlo foi multo de
proposito e pur isso he que eu digo que es-
se aclo foi caprichoso e revollanle, e isso
cabe aqu muilo bem.
A assembla linlia tomado conhecimento
de negocio e depois que a lei subi a sai.c-
Clo, elle ola po lia fazer o regulamonlo, e
por isso em todo o ciso foi caprichoso ;
nlo se pode negar. Eu nlo me lembre dss
prosices que o nobre depulado ipresentou.
nlo melembrode neiiltuinad'llis,mas|em
todo o cas \ cu creio que o lerreuo di ques-
tlo he este, coio que o presidente nlo po-
dii ipresentsr o regulamenlo depois d'sg-
sombla ter tomado conhecimento do ne-
gocio, e estou que os nobres deputados
concordavim comigo que o nlo poiil fi-
zar, e o fez caprichosamente.
O Sr Uaciel Monteiro : (Daremos em
outro numero.
O Sr. Guedes de Mello : Sr. presidente,
alo estando em disOulsfo sonlo o aitigo *
do projeclo eu por isso me devia lemilar s-
menle a votar por ello ou conlra elle con-
forme os rsses que liresse ; mis, como a
liscusslu tem versado sobro possivel um-
liiicae.ii'i do seu Contoudo, ltenla a exis-
tencia do regulamenlo da inslrucclo publi-
ca da provincia ; e lem dinjido o pensi-
nenlo dos honrados membros que issim
pensim, para urna precselo meu ver
meaos opportuna, tome i palavra na occa-
silo em queso punha em duvida a compe-
tencia do presidente pira expedir o regula-
menlo de 12 de mato do inno pissalo. para
a instrucelo publica. Grac/S ao bum sen-
so e a illus'nielo do honrado memhro que
caba de fallar, foi declarado por ello mes-
mo que nlo puuha em duvida competen-
cia da presideucis para oxpelir o regula-
menlo em questlo : o honrado membro nlo
disso, que a presidencia nlo fora compe-
tente, disse que deixava de entrar nessa a-
preciaclo erabora algumas rasoes em con-
trario se podesssm apresentar e alus min-
io boas, mis nlo as pro 1 o/.io, e cada coii-
lr inou : visti d'umi decliraclo lio luto-
risada, eu me julgo dispenssdo de demons-'
irar essa comp-teacia ; todava como o meu
para com sua inulUer lie rigoros.iiieuie
prehensivel. Vine, he polido para coin ella, e
nada Ihe falla. Que mais pode desejar ella ?
Mas Vmc. tem multa probidade, e mullo cora-
tao para nAo sentirxque sua mulher merece
mais do que Isso.
Meu Dos que quer a seohora que eu
faca ? O que me dis della me iraoslorna e me
confunde. .
Sua conducta he mu simples, seja bom e
lerno para com Albina; nlo se acasielle m.is
em sua fria dignldade ; nao Irale usis essa po-
bre menina lo liinida do alto da sua experien-
cia da vida, nao eja pira coin ella como um
grav tutor para coin sua pupilla ; pelo con-
irari-i, scla o mala possivel da idade de Albloa ;
Em vet de nfundir-lbe respeilo. Vine, deve
aliralil-la, encama-la, aquerer esse pobre co-
raco anda joven, e osenhgr vera derreter-ae
como por inllagre esse galo, que os separa uin
oooutrol Faca-t* amar emlim em vez de a-
ter-se supporlar. ou ineamo respeitar ; aluda
he lempo. Albina lem apen is detanove annos,,.
ludo o que ba nella de lensivel, de aBectuoso e
de apaixonado a procura dsabroxar ao ,eu
sopro... Al.n de que nao tema da parle della
a iiiiporluuidade aa ternura... Ja prorldenciel
subr isso... a-.
Oue diz, senhora I
A inauha Vine, aaber o meu Srgredo;
repito que nao lem que lemer a lodiscrlcao de
urna lenura ociosa. Smeote, Mr. rer.iaodo,
anime essa ainavelfcenina, sustente-a no bom
,-iini.iho que llie teuho tracado. ulllise ein pro-
veilo da felicidade de amboa essa nobre etalia-
co que o habito daa acedes e dol pensameotas
enerosos d.... Louve-a to ternamenle, que
ouvindo o,ella esieja aioda mais contente-do
(lueorgulhosa de suas doces virtudes ; que o
senlimenlo do bem, do justo e do bello se con-
funda para ella com o amor que llie tem que
ella conbeca einfim por Vine a embriagadora
felicidade de amar, e ser amada... Eiiiuma pa-
lavra nuca-use. de boje em diaole .. faca c4ne
a sua mulher... Vine, esta ein boa poslcao para
i, dls.c ...adama llay.nuudo ".odo c,
floura, Vmc. te.ntanta. I**"*"-:
de ciuu.es, deixe-se de rlvaes... Ah > elJ
ilve.se em seu lugar... quererla uro amante de
ZZ Zlher... i aniel de um mez f.ier-,ne
dH.,i.Pum<.acai.to 4io persuasivo ni. palavra.
de madama Rayuundo ella prestara ao dever,
ea razo una linguageui tau aiiracuva; sua
voz, seu rosio. seu accento e toda sua pessoa
emfimezerclain sobie mlm um lio inconcebl-
vel ascendente, que enll nao menos repemi-
ii ion me Jo que ba doze annos, quando fasci-
nado por eaaa mulher eslraoba, eu tomava a
resolucao de entrar com Joo na escola das
artes e dos cilicios, em vez de seguir o estado
mil 1 ir.
Por ventura minhi resolucio desta manha,
ser apezar da promeasa jurada, tao vis como
a de ba doze anuos filo sel, porm coin a vos
de madama ll.n mundo lornel a mlm, senil a
loucura do meu amor por ella, a juateza dos
seus conselhos, aos quaea o meu liisilnoto de
ciuine i" una Jo.i" dava nova aulorldade ; eoi-
liin tocado pelo que haria de. eogracado nesta
Ideia depois de um anuo de casamento de
lornnr-me o amante de minha mulher, e v-
la revelar-se a mlm com um aspecto novo,
resolv seguir oa conaelbos de madama Rav-
ni o mi o, e reapondl-lbe sinceramente, e do fuu-
do coraco :
Sim. sim, senbora, Vmc. tem rulo... te-
nho vergonha, e pesar da mlnha conduela pa-
racom Albina ; u va nessa conduela uin pe-
nhor de seguranc. para o futuro... eoganava-
me sem duvida... raciocloava com um cruel
egosmo... Sua voz me esclarece, sim Albina
conhecera felicidade de amar, ellagosara sem
temor e aem remoraos... Aconteca oque acon-
tecer, terei pelo menos obrado como Hornera
de coraco.. pola que Vine, senbora... me di-
r Eai bem!... estou contente ..
_ Edlao-lbe, Mr. Femando : esta bem, ea-.
ton comente, repllcou madama Raj.iiuodo com
emocao, e esieudeodo-ine a mao Sim, Vmc.
he um hoinem d bom, e digno de coraco. c
he seinpre a esse coraco que ae deve dirigir,
nunca o aeu primeiro uioviiuenio o euga-
E madama Raymundo aperlou-mo cordial-
mente a ino.
Oque eu senil respondendo ao aperlo dessa
mo.lnba lo macla e lo encantadora, be inex-
prlimvel. Semi usangueallluir-iue ao ooraco
e ao rosto apelar do que arabava de dizer a
madama Raymundo sobre inlnbas sabias re-
aoluces. Felltuieute encontramos Cbarpcu-
llir, o qual coniluuouo passelo com nosco.
(Conliautr-se-lia.)

MUTILADO 1
ILEGIVEL


.. -., Jispoaice, ............--------------------
maio doaano pinado quando ese regola- otrilhiod, podara dltar, e coro mus ra-
in en to fol expedido, subsisti iaitoris*flu sao, qu* caoricbo e descortesa nouv* di
a o presidente 4a protin- parte d'asaembls para com o presidente
I
I
confunda por ella ao p
ca para a reforma da instrocelo; e como
nflo ainccionando ella o proj'eto que por
esta assemblea Ihe fol oflerecifo, subsista
necossidade daquella retorna ; pirece-
mo que fez ella um uso bnm daquella au-
torisaoflo. O honra.lo memb'o que (alloii
em ultime lugar, reconhecaido a comoe-
tencia do governo ; encirouiquestSo pelo
lado d cortezia. Eu declaro a V. Exc. ea
t! is que o9o compartilhoa ofiniSodo h li-
rado membro : entonilo que a presidencia
n(uofrenden corlezia para com a asseui-
M*. He esta a mlnlia opmiflo : espeilo
nioito as opinioes elheias, mas tenhoa li-
berdade de pensar diversa mente dos nobreg
deputados ; porque nu$ gisque suosen
su hunde! N.ln tonho quo explicar O non-
smenlo do governo j nada tenho com as
suas intongo s; julgo pelos Tactos; e ho
del los que tiro a ininha opinio.
OSr. Periira le Carvalho:Sr. presiden-
te, principio por lamentar que nSo hOuves-
senests discuss.lo a precisa calma, e que
priloes, que eu suppunha acalmadas pelo
lampo, reappareceaaem com a intensidide
Je outr'ora. Amigo de alguna membros
desta casa, o amigo do Sr. Souza Samo*, a-
cho-rr.e en urna posicSo bastante drsagra-
davel : sen9o tosseoois o dover deexpor
casa as minhas conviccin, senSo Ib-so an-
da um dever para iniin sagrado de deflen-
der "*-;clo"ua"lir.e8eBcra"(lo entilo, ou
meimporiao sacrificio do abalar todos os
sentimentos, que alias abundam no meu
coracaoe deixana de pedir a palavra e to-
mar parle por mais lempo nesla discussSo.
Sr. presidente, o nubre orador que se sonta
di sin lado (a Sr. Uinoel Cavalcanti) quando
fallou pela segunda vez, tola a sua argu-
mentarlo consisti em que a prosidenuia
no eslava autorisada a f.zero rcgularoen-
to, depois que a assemblea tinha legislado a
respoito de tal materia ; quo lcgislando,li-
nha cagado a autorisacSo urna lei anterior
Ihe havia conferido e quo muito de propo-
sito caprichosi o revoltanterbento, tiuha
feito apparecer o regulamento de 11 de
maio...
O Sr. Manoel Cavalcanti: Cada voz me
convengo mais disso.
O Orador: Sr. presidenta, antos que o
nobre orador que se sonta deste lado e que
fallou em segundo lugar, (o Sr. Maeiel Mon-
teiro) tivosse emittido a opiniSo de que o
presidente era'competente para confeccio-
nar esss regulamento; eu tinha emittido a
mesma opinido, aoSr.Dr. llaptista, de que
eu eslava convencido de quo presidencia
se achava competentemente autorisada pa-
ra fazer esse regulamento : alem disso Sr.
presidente, se a ininha palavra pode ter al-
gum crdito nesta casa.,.
utios senhores diputados : Tom todo.
O Orador: Seos meus sentimentos po-
dem abunar as miuhas p alavras, eu declaro
a V. Exr, e casa, que antes que a assem-
blea tivesse confeccionado aquello projectu
que n3o fui sanccionado pela presidencia
de entao, j o presidente tinha feito o tra-
balho acerca da reforma da instrucc3o pu-
blica ; ja sesrhava feito e o Sr. Souza lla-
mos no seu relalorio disso, que ja havia al-
gum trabalho feito, e Molo disse quo esta-
va lodo p ompto, ha porque anda no es-
lava posio a hmpo, e talvez precizasse al-
gum retoque de redacto, porm jase a-
rhava atcescriplo lolo o Ira lialno na secre-
taria do governo : mas elle quiz ain la pas-
Sar pela vista esse trabalho e fazer algumas
r.....n la- de radiccSo, porque em um traba-
lho do tanta importancia n.lo se p le pres-
ciudir de urna redicho muito aecurada :
posso porm afliaocir, que quando se abri
a assemblea esse trabalhu estava feito, di-
go o OV bailo de palavra da honra.
( Alguns senhores depulados, ja eslava
feiio, sabemos disto.)
O Orador : = O nobre primeiro secretario,
O Sr. commandaote de polica que sin hia
algumas vesos eoutras mullas pessoas sa-
beiu dista assim como o Sr. depulado Vil-
lela & ..
LmSr. Depulado: Scgrcdos do gabi-
nete.
O Orador: Gabineto no, porque eu
fallo muito a verdade, nflo havia gabinete
porque essas pessoas uiio compuiihain gabi-
nete, nem a presidencia tiuha gabinete.
i'n um, como ia dizendo: disse o nobre
depulado que a presidencia de entilo n3o
estava autorisadaa apresenlar aquello regu-
lamento depois que a assemblea tinha legis-
lado a respailo ; a assemblea senhures, nao
tinha legislado havia nicamente o projec-
to, e oprojecto nao lio lei em quanto naobe
sanccionado.
Ora, se havia urna lei que aulorisava o
o presidente a reformar a inslruccao, em*
d'entilo, porque estando elle aulorisiJo
reformar a iristrucclo publica e leudo sfDr-
madoAuma peca ofllsial, que llnha um
trabalho respoito, deapreiou-ae ludo, e i
assemblea deu-se pressa em formular o seu
projeclo de lei, uiulilisaudo assira o queja
se achava feito.
Agora me esforzare! ver se respondo a
alguna tpicos do discurso do nobre depu-
ta lo, que fallou ni ultimo lugar : ( o Sr.
Maeiel Monteiro)o nobre depulado nlocom-
batendo a ouinp.-teocia da presidencia, to-
dava disse, que psrecla-lhe inquestionavel,
que a presidencia se tinha pona lo com fal-
ta di considerado, que a presidencia unhi
procedido de umamaneira aenfoni t propo-
sitan...
Sr, presidente, ninguem contesta, que a
inslruocSo publica ho urna neeessUade de
primeira ordem pra os piizoi que aspiram
os foros de civilisados, ninguem pode con-
testar, que a asamblea recooheoera, quo a
coufeoelo de um trabalho proveitoso a res-
poito, era de multa dilllculdade, mormenle
para um cor.m colloctiro, aonde sSo multo
cuitosos a mudado de pensamento, unifor-
midade de systema, e invariabilidide de
vistas, esem duvida foi esta a razio princi-
pal, porque conferio esse poder i presiden-
cia da provincia. Sea inslrucgao publica era
I
neohu'ma ; mas leudo a conslituico ado
prefereocia a religiSo cathnlie* ronM'na,
tendo-a admitido como religio do oslado,
seria llnteiramente opposto a esse prlnc-
pioo admjltir-se,| que os profossorMda
primeiras letras podossem n5o proleaoar a
religiSo do estado; e inoculissem no tapi -
rilo di mocidade os do.mas das religlOes,
que professsssem e neulralisava assim a pro-
teerjd) dada i religi3o preforiia, e coatra-
riassem por este modo u art. 5. di conttitui-
eflo, que embora admita o principio da to-
lerancia, no quar comlu (o, que as oniras
rehgiOesse propaguem, tanto qua prohibo
terem um culto publico, tanto quo nSo per-
miitom quetenhSo forma exterior de tem-
plo os edillc os, em que se celebra o mesnio
culto. Se pois repito, se sa admilissem ao
professorato homens que no seguissem
religiSocalholica, *-to hia-se em oppo-i-
co ao espirito de coqslitoico que prohi-
b ii, que na qtier que h|ja essa publici-
dad.., que hija asa djiTundiClo de ouiras
religiOes em offensa |da catholica romana.
Por tanto palo sirito da cSnstituiso,
pele disposto no art. 5 v-se que o artigo
do regulinionto no se ach em opposico
mesma consliloico. Mas Sr. presdeme
quandooartigo do regulamento infringis-
se nesta partea conslituico, eu o applau-
dirla, porque como chrislio que sou, como
acredito que a religio catholica romana,
he a unict verdadeirs, e a que condui a
objecto de primelra necessidade, e se isso felcidide no reparara nossa pequea in-
foicomr"lrenilido'Pilopiblicb,-pelocasaejraeo, porque aciia da censt;lui?iio esta
pela presidencia, ninguem poder* afllrmir,'i verdade, cima da conslituico esta a le-
quo no leudo a presidincia da provincia
sanecionado o projeclo de lei desta casa, e
estando aulorisado rcforma-la devesse
deixar de o fazer, quando eu eolendo que a
licidade dos homens.
O Sr. Motril Monteiro :-(Nodesenvolveo
o seu discurco.)
O Sr. Joae' Pedro:- Justlici o procedimen-
coitezia devia sera de sillsfazor is nuces- lo da commisso em ter consigoado a ver-
sidades da provincia, e obedecer a le.... ba para esta dospezi; e faz algumas consi-
0 Sr. Mbio Cavalcanti: Se no ofTen-
desse a couslituigo o iuteresse era oulro.
deracOes mais em geral.
O Sr. Baptiita responde
as obscrvacOes
O Orador : Eu desejarei, que o nobre de- do Sr. Jos i'oilro, e insiste nts suas primi-
"rasideias.
O Sr. Car-airo da Cunao :Tambem res-
ponde ao que o Sr. Jos Pedro tem dilo.
E tendo rolirguido o Sr. Jos Pedro,
pulido me convenc, que*fcxm. Sr. Souza tivas ideas.
Ramos ollendoo u cousiituicu, para queeu
e a casi nos convengamos disso.
Porm sendo a inslrucgo da provincia,
jMl-
como ia dizendo, objecto de primeira ne- cerra-se a discusso, e submetlido o re-
cessidade, no lando sido sanecionado oquerimeoto de adiamenlo a volaco t
projeclo de lei leito por esta casa (cujo pro- approvado.
jeclu no se podo contestar quo coolendo Entra em discusso o
algumas boas disposi'iOes, tambem cunti-| Art. 5. Com os professores
nha mulos defeitos), osla visto que o pre- do latim.
sidenle da provincia estava emo seu direi- S Unioo. Com o aluguel das
to, o por conseguinte no houve descorte- casas,
zia para com a assemblea e nem foi propo-
sita! a no sanego do projicto. Porttnlo,
Sr. presidente, limitada a queslo mera
cortezia, como aflirmou o nobre depulado .
quem me retiro, o achando-se prvida a ne- escolas elementares, e a despe-
cessidade da reforma da iostruegio publica, za com papel, penna, tinta, o o
me parece, que os nobres depulados deve- mais que for lodispensavel para
riam ser menos melindrosos, o al mismo usilumnos pobres.
Me approvado.
Entra em discusso o
Art. 6. Com os ordenados e
gratificagOesdosprofessores das
4:500,000
400,000
um pouco mais generosos...
O Sr. Manoel Cavalcanti: E anda mais,
ebristos ( apoiados. J
O orador :Pois sim rhristos....
O Sr. Manoel Cavalcanti :Para darmos a
outri face ....
O Orador :Mo Sr. christios nfio neste
sentido, porm chnslos, porque sendo a
generosidade uuyi virlude, que redunda em
beoelicio e proveito do alguem pde-se
muito bem dizer, quo he urna especie de
randa i.., que be a primeira virtude dos
christios.....
O Sr. Barros I'alcSo : Principalmente
agora quo estamos em semana santa.
O Orador :Porlanto me limito a eitas
simples reflexOes, com as quaes supponho
ter respondido aos oradores, que me pre-
cedern).
OSr. llaptista :N.lo dovolvoo o seu dis-
curso.
Ho Iido e apoiado o seguinle requeri-
menlo:
llequeiro o adiamento do art. 4. por 8
Oas.Manoel l'avalcinti.
O Sr. Manoel Cavalcanti :--Eu parece-me
que a questo foi sustentada, no por mim,
mais porque o poda fazer, porm aqu eu
em aparte, so me disse, quando eu assove-
rei que o presdeme no > liuha prestado
a devida altengo a issombla, mas nem i
propria cunstiluigo; que o demonslrasse:
Eu poia vou mostrar a mmha assergo. O
art. 79 10 da cunslituigo diz o seguint
(le).
Mas o regulamento do presi Ionio exprs-
sa-se assim no art. 49 (l)
Isto exige condigOes, que a constitfiigo
no eslabeleceu. E nao se diga que a cons-
111 u icao quiz que tal condigo se desse, por
qu quando ella o qur o expressa clara-
mente como se v neste artigo (l).
Diz o nobre depulado que o professor de-
ve ser calholico romano, no o exige a cons
tiluigo; ella diz qua para ser admiltido eos
cargos pblicos, no se carece mais do que
46:333,333
(Juico. Com o aluguel das
casas. 6:850,000
uepois do algumas reflsxSes, vai a masa,
o he approvado o seguinle requerimento
Requoiro que Oque adiado o art. 6 por 8
das.Mello Reg.
Entra em discusso o
Art. 7. Com os professores do
Suminario. 3 850,000
He approvado sem discusso.
Passa-se ao
Art. 8. Com a associagio dos
artistas. 700,000
Kalium sobreest artigo os Srs. Maeiel
.Monteiro, Martins Pereira, Barros Brrelo, o
Paos Barreto. Tendo dado a bora
O Sr. Vroidentc designa a ordem do da,
O levan la i aaIo(era 3 horas da tarde .)
bora se houvesse organisado um projeclo j talentos e virtudes, agora quantoa religio
no mesmo sentido, urna vez que esso proje-
clo no estava sanecionado, elle tinha dei-
xado de existir, no era lei, e por conse-
quencia subsista a lei anterior que autori-
sara presidencia, e por isso apreaidencia
ora muiro competente para reformar a ins-
Irucgo da provincia : por tanto no tendo
a assemblea legislado a respoito, porque o
projeclo, no sanecionado, no ho lei, no
estiva cagada a autorisigo dada a presi-
dencia. Se no estava cagada, o presidente
estiva no seu iiireilu dando o regulamento
que den. Disse mais o nobre depulado,
que muito do proposito, capritosi e rev>>l-
tintemente o presidente tinha feito isto :
Sr. presidente se cu no tivesse nutras
privas a apresentar, seoo podesse mos-
trar como ja mostrei que niuliouve capn-
.\ii, baslava ver o regulamento para con-
vencer-me que no tinha havido capiixo,
porque la exislem disposigdes, por exoniplo
a que diz respeilo aos ordenados dos profes-
sores, augeita a approvago d'Assenbla
provincial o por este modo sujeitando o seu
trabalho a approvagao desta assemblea, co-
mo acoimar-se de caprixoso, a quem pro-
cedo por este modo?
O Sr. Manoel Gavalcante: Nem podia
deixir de o fazer.
O Orador : Se a caso elle quizesse po-
dra ter augmentado os ordenados e no su-
jeitir isso approvago d'assembla...
O Sr. Paa Brrelo e outrot senhores : Es-
t engaado, muito engaado.
O Orador : Bem : eolio autorisar a pro-
sidencia a reformar a iostruegio sem res-
tricgflo alguma niohe conceder-Ihe a pleni-
tude de poderes i
Um Sr. Depulado : Dentro do cortos li-
mites.
O Orador i Tendo porom Sr. presiden-
te, aldo feita a reforma da instrucgSo por
forga de urna lei, como dizer-se quo o pre-
sidenta se houve desconemente ? Como
dizer-se que houve capricho I Senhores eu
entendo, que haveria capricho, se aesso a
presidoncia no lendo feito o seu regula-
mento, deixasse de sanecionar o projeclo
de le desla assemblea, so por no sanecio-
nar,sem que para isso concorresiem legiti
mnsmolivos, mas se com raso deixou-o de
sanecionar c se ja eslava feito o regulamen-
to de que tenho fallado, corno diser-aeque
foi proposittl esse proceder', que houve ca-
pricho r
Sr. presidente no quero acompanhar aos
uobres deputados no esmpo das invectivas
s exige que o individuo professe a do es-
tado para exercer certas funcgOes, e nem o
exige qnanto aos professores. Se pois o
quizesse faria essa exigencia to clara
nesle caso, como fez em uutros. Islo he lo
claro, que ninguem o pode contestar.
O Sr. Partir de Carvalho:-Sr. presidente,
quando ouvi o oobre depulado afllrmar na
casa que o regulamento uffeudia a consti-
tuigio, flquei muito surprebendido e esta-
ra disposto se isso fu-so provado a dar o
meu voto contra o regulamento que assim
feria aconslituiglose eltoestivesse em dis-
cusso, visto que a couslituigo he a Ia lei
do piiz qual doremos muito respeitar. O
nobre depulado para mostrar que o regu-
lamento liulij ofTendido a couslituigo; dis-
se que exigia para o professorato que o in-
dividuo professasse a religiu catholica ro-
mana ; entre tinto que pelo 10 do art. 179
da consliiuigo se dispunha o seguinle (lj.
Que por tanto, exigindo o regulamento a
condigo do ser o professor publico obnga-
doa seguir a religio catholica.romana,
exiga mais um requisito no exigido pela
cunstiluigo, equ por coosequencia ia col-
locar lora da possibilidade da ser professor
os individuos que embora habillitados, no
seguizessem a religio catholica.
Sr. presidunte, eu no entondo que seja
offensivo couslituigo o exigir-se essa
qualidade. Primen amonto porque entendo
que para haver offensa he necessario estar-
se am opposiggo, e exigir-se mais um re-
quesilo no be estar em opposigio; ms
quero conceder que seja o que quer o no-
bre depuCado que juina farido cate artigo
da conatituigio; porm aqbi esti o art. 5 da
constituigo que diz fi).
Daqui se cooclue que a religio protegi-
da pelo estado, boa religio catholica ro-
mana.
O Sr. Pinto de Campos .0u protectora...'
OSr. Pereira de Carvalho: protegida,
enlenda-se comoeu fallo, quero dizer que
a religio catholica romana he apreferid
pelo estado. Po'em como poderia ser levada
a e effeito esta prolecgo que o estado pres-
ta religio catholica roiqaua, admittin lo
o professorato, homens que no fussem
christios?
Srs. a constituigo tolera outras religles,
lio m loleraroulras religitVts, ni.i he per-
miltir 0 concorrer para a propagagio dallas
o que por certo se faria, sa ao professorato
se aimiltissoin Individuos, que no fossem
ciltiolicos romanos; para se proceder desta
RECIFE, 10 DE ABRIL DE 1852.
as 6 HOUS DA T1RDE.
HETBOSPF.CTO lalNAL.
Anda impresalooidos pelo romper eitrondo-
so da Alt* Una, que nos veio arrancar trate e
iiu-ii-nc.iri.i conicinplaco dos profundos mis-
terios, que na Grande semana celebra o catho-
leciamocoina mais augusta de suas pompas,
oiteniando a aua prlinazia entre aa outrai coin-
mnhei chrl-lais, vamos encelar hule a nossa
pobre carefa,que tambem ae resumirquaii co-
da na espoaico succiota doi actos nligiosoa
praelcados ooa oossoa templos.
Kizerain o odelos completos da Semana
Santa o conventos dos religiosos Franciacanot
e dos Carmelitas, a matriz do Corpo Santo e a
Conceico dos militare!. Neala tudo foi com
maior oatenta*)lo e riqueza, oaquellea (os con-
ventos) Cudo com a nula sublime e edificante
almpllcidade;ali algu a cou*a houve de mun-
dano, aqu tudo fol cbriito e evanglico.
No corpoSanto, onde nada presenciamos, li-
zeram-ie igualmeot todas as ceremonias, se-
gundo nos uiformam, com o esplendor e gran-
>!-'> costumados, concordado iluda mala para
. aln ilh unir a suiriuniJ.idc del la. pn-scuca do
prelado diocesano, que todas assiscio.
As nuiles dequinla-feira e seica de endoen-
cas oltereceriiii um espectculo verdadein-
mente imgestoio. A visita do Santo Sepulchro,
anuida em outris igrejas inaii ilin das men-
cionadas, e o desejo rdeme de ver aa procis-
soet de enterro, que ae crusivem pelas ras,
ailrahiram um to numeroso concurso de povo,
que ilbciluieotese podia andar por ellas nei-
sas duas nones, e anda mais penetrar o interior
de qual templo com sepulchro em a de quioca-
feira.
Fol ignalmmce sencida a falca de bons prega-
dores, e cantores appropriadoa aos diversos
accos di Semana Santa: dos primeiros com es-
peclalidade para os lerindes do deaeendimenCo,
e dos icgundos pira o lugar do CeiCo no domin-
go das palmas, e para as lainentacoes no cl-
cto das trevas.
Desnecessario eat occioso nos parece
enlrarmos em outras minuciosidades, assim
como proferirmos onossojuizo, e voto de
preferencia acerca dos actos desta uu da-
quella igreja ; co reriamos o grande risco
de offender susceptibilidades, alem de par-
dennos de vista o lim santo a que todos sa
cucimiiiliara n, o que s deve merecer a
no.ssaaltoug.il). Sem embargo faltaramos
a um dever, seno mencionsssemos aqu o
louvavel zelo e a constancia, com que os
religiosos das duas ordena referidas so om-
pentiam em commemorar todos os annos
om seus conventos, com a decencia e solero-
nidada devidas, os misterios da paixio e
morle do Rademotordo mun lo, recorrendo
para esse lim a devogio dos liis, cujas es-
molas jamis Ihes tem fallado : lie um sur-
vigo valioso prestado a religio, e que a so-
ciedado no deve descoohecer, nem olvi-
dar.
Na segunda, (ergs, o quarta-feira visitou
o Sanusslmo S. Viatico em procissio so-
lemne os enfermos das quslro freguezias
desla cidade, sahindo alternadamente de
cada urna das respectivas matrizes; e feliz-
mente desta vez no tivemosa lamentar ou-
tro desastra, como o que occationou-um fu-
gete doar uo aono passado, em a ra da
Aurora, matando u u pobre menino, duque
os leitores eatarlo bam lembrados.
Um tacto extraordinario, a digno di
maiorcommiserigo teve lugar em a ca-
des d'esla cidade, no da do correte cer-
to prezoqueali exista, aehando-se a meza
do jamar, o saliendo n'esss occasio que
lora dada a ordem para a sua soltura, pus-
suio-se de to grande alegra, que iome-
diatamenio calilo apopltico, e falleceo.
Triste condigo da misera humanidide!
Quando as dores e os perares opprimem e!
fszem deOohar o bumem, os prazeres e asi
alegras as mais puras loe roubio a existen-
i.cto, aasim como do individuo fallecido,
para d'ellss ialelrar-mos os noasos leitores.
Consta-nos que lando o governo conce-
dido seis mezes de licenc ao Dr Lourengo
Caetano Pinto, julz de direito da comarca
do Rio Formoso, vai elle goza-la no seio do
sua familia, existente na corte. Este ami-
go magistrado soube sompre cotnprehender
a soa Importante misso, administrando boa
Justiga a todos os seus comsreos, e cons-
tiiuindo-se sobranceiro is Intrigas e exi-
gencias dasf-cgOes, tornou-se um alemen-
de paz, e conseguio evitar o derramamento
do sangue Peroambucano na desgragadi
uceureocia, que.ah ltimamente teve lugar.
A teosperalura tem continuado a appre-
sentar um subido grao de calor.
A Chuva respeitou a semana sania, e estove
suspensa durante ella a pezir de algujis
arrufos, com que quiz anuviara alleluta.
Entraram durante a semana Itembarca-
ges e sahiram outras tamas.
Rendeo a alfindega 47:761,760 rs.
CAMA HA MUNICIPAL.
7. SFSA'O ORDINARIA. DE 11 DEFEVEBE1-
RO DE 1852.
Petidecia do Sr. OlivHru.
Presentes os Srs. Barros, Mimede, Car-
neiroMonteiro, Franca, e Figuoirola-, fil-
iando com causs o Sr. Moraes e sem ella os
mais Srs., abrio-se a sesso, e foi lida e
approvada a acta d'solecedente.
rol Iido o aeguinte
EXPEDIENTE
.Um officio do advogado da casa, infor-
mando em resposta aoollicio que acamara
Ibe dirigi, o occorrido a respailo da sen-
tenga, obtida pela fazenda contra a muni-
cipalidade, coudomnando-a a pagar, pelo
eu patrimonio, "importancia, das despo-
zas faltas com o festejo, que houve pela ar-
ela magn de S. M. o Imperador em48s2, e
dizendo que no tendo havido iotimagio
da senlenga, ia fazer diligencia, para verse-
era possivel juntar procuragio, o interpor
recurso de revista, mas que no podia asse-
verar bom resultado :Inteirada
Oulro do fiscal supplenle de S. Antonio,
informando a razio porque se tem repetido
o abuso de se fazeiem despejos pblicos,
e se embarcarem a desembarcaren! midel-
ras sobre a rampa do caes em conlinuagio
do do Rsmos, deque he arrematante Jos
Domingos Codeceira: que* no senlido da
informagio se informasse ao K-.ni. presiden-
te da prdvincia a petigio do dilo Codeceira.
Outro do mesnio salisfizendo a ordem
d'esla cmara, originada do requerimento
do venador Carneiro Monteiro,folio na sesso
de 13 de Janeiro ultimo, sobre a cass n. 53
da ra da Roda : deliberou-sa a requeri-
mento do mesmo veriador, que o (iscal Ma
diado, e o engenheiro cordeador, informas-
seui se a referida casa he a mesma, na qual
requereu meses passados, Jos Apolinario
da Cunha licenga para fazer cornija, o re-
bocara frente, e a causa porque se ihe de-
negou dita licenga.
Outro do mesmo informando sobre o re-
querimento de Jlo Antonio Carpinteiro, re-
lativo a uma obra no seu sobrado na ra do
Cibug; diferio-se ao peticionario no senti-
do de poder fazer dita obra sem offensa das
posturas.
Outro do fiscal de S. Jos, pedindo ap-
provago da resolugio que tomara de man-
dar abrir a valla da ra do Nogueira para
esgoto das aguas pluviaos ali eslagnadas,
em consequencia das reclamagOes que lli
furam folias pelos moradores da mesma :
approvou-se a medida, e mandou-sa res-
ponder ao fiscal connuasse assim obrar
em casos idnticos, nio consenlindo que se
accumulem lixos na extremidade da supra
mencionada ra, ao lado do mar.
Outro do mesmo, remetiendo q uitro ma p -
pis do gado morto para consumuio, desde
5 de Janeiro ate o primeiro do correte
fi 687 rezes): que se Ihe respondesse que re-
inellesse ditos mappas todas as semanas,
como d'ante sfazia, segundo as ordens que
para isso tom, e niocontinuasse aajunta-los
para depois remellar.
Outro do fiscal da Boa-Vista, indietndo g
melhoramentos de que precisa o assougue
d'aquelle bairro, para se tornar maisareja-
do: mandou-se espedir ordem ao corleador
para orgar a despesa da obra a fazer-se.
Oulro do mesmo dizendo ser preciso sbrir
as vallas da estrada do Manguinho, e ruis
do Arsgo, Coelhos, e Corredor do Bispo,
queseacham eatulbadas: que informasse
ae o arrematante do servigo da limpesa das
ras o tem feito satisfactoriamente.--Nesto
senlido mandou-se tambem expedir ordem
os domis fiscaes da cidade.
Oulro do fiscal dos AlTugados, remetien-
do sem informagio, a policio de Caetano
Pinto de Veras, por se achirdoeuts mais
de um mez, como provava cutn o silesia lo
que juntava do facultativo, e nio poder
sim lomar conhecimenlo da materia da di-
ta petigio: que se Ihe respondesse extra
ohandoseu procedimento pouco regular, de
s dar parle de donle, depois que receben
a peligu, ja o estando antes, e que fosse o
requerimento remellido. ao fiscal da lio i-
Viaia para com o engenheiro cordeador in-
formar sobre o seu contelo.
Outro do administrador do com lorio, pe-
dindoquea cmara providenciase sbrese
Ino foruecidos lijlos para lapaoento das
catacumbas, pois que tendo contractado es-
se servigo com o tuestre pedreiro enesrre-
gado por Andr Wiluier da eJificagio das
catacumbas das irmandades pela quantia
de 1,000 rs. porcada uma, tirando para es-
se lim lijlos, e mais materiaesdo deposito
ali existente pertencente ao dito Wilmer,
acconteceque estese oppooha i isto pelo
prejuizo que soffre : mandou-se responder
queao veriador encarregado dos negocios
do camiterio so tinha incumbido de provi-
denciar respeilo da melhor forma possi-
vel.
Outro do cldado Manoel do Nascimento
da Costa Monteiro, communicando a neces-
sidade de ser substituida por oulra uma tra-
vo da casa das sesses desta cmara, antes
quechegue o invern, alim de que seja a
cita franqueada ao carpira Francisco Joa-
quim da Costa Fialho : que se respondesse
que polia mandar fazer o concert.
Oulro dn regente do hospital de caridade,
de 23 de Janeiro ultimo, communicando, a-
(im de que a cmara providenciassa, o abu-
so pralicado pelo encarregado da conduc-
gio dos cadveres para o cemiterio, de ba-
ver demorado, por vaiias vezes.a conduc-
gio dos faluc los no referido osla bel eci-
meoto, por mais do 48 horas, dando lugar i
que os corpos se corrompam dentro do hos-
pital, apasar de ter ell*, regente, o cuida lo
da fazar os necessaiios avizos em lempo :
que se Ihe respondesse que no caso de con-
tinuar o abuso tomasse leslemuohas do fac-
extretnidade da rna Augusta, a lndicamln Exportaco.
certas providencias a tomar-se : tuandou- Parahlbi, hiate bnsileiro Sxalagfio, con-
si informir ao Kxm. presidente da provin- duzio oseguinte : 90 barricas farinha de
ca no mesmoisnlido do parecer, reverten- trigo, 1 dita genebra, 1 caisa Cha, Sbarris
dose-lheso mencionado rolitorio do con- manteiga, 5 barricas bacalho, 1 fardo fa-
selho. zondas, 2 canas vidros, 4 librss de rame do
08'. veriador Barros faz o seguinlo re* lati, I caixote drogas, 4 rolos de sslsa, 12
quenmnnto qua foi approvado : magos de rotim, 3 ditos pilha, 1 csixi e I
a Requeiro que seja determinado ao fls- embrulho miudezis, 9 barris banha, 1 dito
cal do Pgo da Paneila que faga reparar a toucinho, 2 capachos, I duzia detaboasde
estrada do boceo do Quiabo. Salla das ses- plnho, 2 barris azeite doce, I saco arroz,
sOas 11 de feverelro de 1852. Barros. I barrica assucar, 4 fardos fumo, 1 barril
Mandou-se remellar i commisso de edi- agnardente resillada, 4 gigos quarlinhis,
flcagoa petigio, vit.di da presidencia des- 50 canas sabio, 615 arrobas carne secca.
la provincia, dos proprietarios de sitios na RECEBEDOIUA DE RENDAS INTERNAS GE-
eslrada dos|Afnictos, queixando-se da ma RAES DE PERNAMBUCO.
Jirecgio dada pela planta daquella tugar Reodimento do dia 10..... 868,372
referida estrada, eoutra assignada por Jos
Virissimo de Azev ido, padro Joio Jos da
Costa Ribeiro, o Joaquim Cardoso Ayres,
tambem vlnda da presidencia, sobre terre-
nos de mariuht noi fundos do seu sitio na
povoagio dos Afogados.
Mandou-se remoller ao advegado a| peti-
gio, feita ao governo da provincia,pelo ha-
chare! Jos Flix de Brito Macdo, sobre
competir-1 he a jurisdiego dejuiz de paz,
do segundo destricloda fraguesia deS. An-
tonio no corrente anno, e a de Manoel Joa-
quim da Silva Ribeiro, feita tambem ao
mesmo governo, em aditamento a outra so-
bre a exoneragio do cargo de esenvio de
paz do primeiro deslricto da freguezia de
S. Fre Pedro Googalves.
Foi a informar ao veriador oncarregado
dos negocios do cemiterio, o requerimento
d i ir.uaiid ido do .Suilissiinn Sacramento da
matriz de S. Antonio, peJiudo Ihe seja a.l-
dlcionaJo para suas catacumbas, o terreno
destiosdo, no mesmo cemiterio, para s ds
irmaodade de Saola-Anna ; e os das irman-
dades dos Passos, e dos Martirios, erecta
esta na igreja do Rosario, tambem sobre
terrenos no cemiterio.
Resolvou a cmara que se psssasssm ti-
tulosaos oidadios propostos pelos juizes de
paz dos segundos deslucios das freguesias
da Boi-Vista, e Moiibeca para esenvios de
paz. Jos de Barros CorreoSeltee Herme-
negildo Eduardo Reg Monteiro.
Resotveu mais que se ofllciasse i cmara
municipal da cidade da Victoria, participan-
do que o respectivo societario, no havia
conferido i concertado, na forma da lei, a
copia da acta daeleigiu ds depulados pro-
viuciaes, que ltimamente teve lugar na-
quelle collegio, e multou no grao mnimo
os eleilores que no assignatain a acia da
eleigio de deputados provinciaes no collo-
gio desta cidade.
Assignou-se a acta da anpurago geral
dos vulus para deputados, aesignuu-se o
dia lt do crrante para haver Te-Deum, ni
malnzdeS. Antonio, as 10 horas da ma-
nilla, e mandou-se convidar aos eleilos para
assislirem ao acto.
Ii ..spaeliaram-se as petigOes de Antonio
Carpiuleiro da Suva, Domingos Barbosa Ro-
drgaos, irmandado do Saulissimo Sacra-
mento da matriz da Jaboalio, Joaquim la-
vires Rulovalho, Jos Joaquim DlaS I or-
inados, Jos Comes Leal, Marcelino Jos
Congalves Fonte, Manoel Poltcarpo Moreira
de Azevedo, e levaniou-se a -o-sn.
Eu Manoel Ferreira Accioli, secretario in-
lirino o escrevi.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 10.
fublicac/o a pedido.
1:430,8*9
PRA^A DO RECIFE, 10 DE ABRIL DE
1852, AS 3 HORAS DA TAR'JE.
Revista semanal.
Cambios--------Os dlaa einpedldos da aemam
sanca, paratiiiramjum|pouco o
eommercto, de aorce que inui
poucaa Cransacoaa ae efecta*
rain, cendo a baie de 37 l|4 d-
por llOOO ra. a praao ea di-
nbelro.
Anucir N.io houveram vendaa deste
genero, e os precoa tendem
abaiiar por falca de comprado-
res, a eicepcao da primeira
qualidade braaca, e do mas-
cavado, que ao procurados.
Algodao- Fizeram-se venda no comecoT
da semana de 5/500 a Satino n.
por .-irr.it. i, depois fui ullere
cldo a 6/400 ra., a cu|o preco
nao tem acbado comprador.
Couros Fes-aa urna venda a IOS rs. por
libra, prego pelo qual inda ha
compradores
Alfaiema Veodeu-ae a 2/400 por arroba.
Ateite-doce dem 1/600 ra. por galio do
do Medlterraueo.
Alpista Idean a 14/ rs. por barrica.
Bacalbo Hecalbou-ie a 11/500 rs. por
barrica,e licarain em ser 1,700
barricas.
Carne secoa A do Rio Grande fol vendida
de 2|.0iia -2o7O ra por irroba,
e a de buenos Ayres de 2/100 a
2/300 por arruha, liean.l.. em
er de 45.000 a -i-s.mil> irrobas.
Cominho Veodeu-ae a 5/rs. por arroba.
Far. de trigo A de Mirselha veodeu-ae a
|-.!.|..n rs. e a de Ricbeuiond a
14*500 rs. por barrica em par-
Cida; as outras nao tiveram
alceraco de prtco ; moneando
a cimente de 8,500 a 9,000
barricas.
Massas Venderain-se a 4fl00 rs. por
arroba.
Papel deerab. dem aSOO rs. a resma do pe-
queo, e a 1/050 ra. do regular.
Vinhos dem de 85 a 88|000 rs. por pi-
pa do de Cede dato, e a la-./
ra. do de Lisboa da marca Fal-
cao e Socio ; tambem se fez
venda de urna parcida do da
Figuelra a prego oceulco.
Fretci Sem allerac.io das ultimas es-
taces, bem que ettejaui inaia
firmes.
Disconlo- Rebaleram-se leltras a prazoa
de 3 a B mezes de 7,8 a 1 por
cenlo ao mea.
Ficaram no porco 62 embarcar/del: sendo
2americanai, 1 ausCriaca, 33 brasileiraa, I di-
namarquea, 5 francezaa, 1 hamburguesa, 3
hespanholas, 6,ingleias, 7 |porCuguezas, l rus-
liana, 1 luecie l urda,
I.' seso. Rio de Janeiro, ministerio dos ne-
gocios dejustifa em 18 de agosto de 1816
Respondendo ao oflicio por V. Eic. dirigi-
do a este ministerio na dacla de 18 de abril
passado, e que acompanhou o requerimen-
te de Domingos Jos Marques, em que pe le A '"""" "* '' "
a sorventia vitalicia do otncio desolicitidor
dos auditorios de primeira e segunda ins-
tancia dessa cidade d> Pernambuco, tenho
desegnilicar a V. Exc. quo pelo decreto n.
398 do 21 de dezembro de 1811. fonm e-sos
lugares da privativa nomaagio dos presi-
dentas das relagOes, e que assim nomeados
para as relsgOes sampre servirm nos dos-
Irictos deltas peranteas justigas da primei-
ra instancia, bastando-lhes para ssj apre-
sentarem seus provimenlos, que serio re-
gistedos nos competentes carinos psra so-
rem nuiles conhrcilos, depois do cumpra-
se dos respectivos juizes.
Deus guarde a V. Exc. Jos Joaquim
Fernandas Torres, Sr. presidente da provin-
cia da Pernambuco.
COMMERCIO.
ALFANDEGA.
Rendimento do di 10.....9:407,738
Descarregam hoje 13 de abril.
Barca portugueza Ligeira mercaduras.
Brigue portuguez ConceicaS de Mara
idem.
Birgue iiiilez Oriente -- idem.
Barca ingleza Linda idem.
Barca frauceza Cleopatra vinhos e szsite.
Hiate brasileiro Amelia fumo echa-
rulos.
Hiate brasileiro Novo Olinda -- idem.
1 ni porta i.-ao.
Hiate brasileiro Amella, vindo da Bahia,
consignado a Novaos & Compaahia, man-
festou o seguinte :
4 volumes diversas mercadorias, 1 fardo
saceos vasios, 160 ditos fumo eai folhi, 83
siccas Cif, 14 dusias la boas de Jacaranda,
22scaixinhas charutos ; a ordem.
8 lalhas loug ; ao mest'O.
16 pipis e 1 meias ditas fumo moido ; a
Meuron & Compannia.
1112 caixinhas charutos; a Domingos Al-
ves Malinas.
1 caixole pentes de niarlim, 2 caixas tilo ;
Jos M. A. da Cruz.
Hiate brasileiro Novo Olinda, vindo da Ba-
hia, consignado a Manoel Das, manifestou
o seguinte:
10 barris salitre, 6 ditos tintas ; a ordem.
52 fardos fumo em folln, 1 bahu e 1 caixa
ropa usada e livros; a Novaes & Compendia.
SOsaocas caf; a Joio da Silva Regadas.
22 fardos tabaco ; a Antonio Jos Soares.
2 ciiso -s charutos ; a Jos Antonio da
Cunha <\ Ir.no.
50 lalhas luuca ; a Manoel Alves Cuerra
Jnior.
2 calxdes charutos ; a A. C. Pereira Es-
trella.
60 fardos fumo em folha ; a J. Crabtree &
Co npanhia.
6 ditos dilo em dita, 2 caixOes caixinhas
vasias para charutos ; a Manoel Tavares
Cordeiro. .....4
1 caixote livros ; a Joio Pinto do Lomos
& Filbo,
Barca franceza Cleopatra, vlnda de Mar-
ditos grios ; a ordem,
CONSULADO CERAL.
seille, consignada a Crocco & Companbia ,
to.'com" todas as circumstancias que possamlmaiiif-siou o seguinte:
ervir de provaam juizo, alim dse proce- 40 birns azeile de Olivejra, 100 birneas
iinr contra o emprezino de carros fue- fariuha de Inga, 100 caixas massas, 46 ditas
KL azeite da aiveira, 50 ditas velas, 10 fardos
Foi sprovsdo um parecer ds commisso especiaras, 10 ditos altazema, 50 caixas sa-
je polica, dando por examinadas, e no ca- bo, *o de serem approvadas as contas da recol-
ta edespeza municipal dos mezes de dezem-
bro, a Janeiro ullin > : mandou-se dar qui-
tagio ao procurador, e commuoicar ao ooo-
taior.
Foi tambem approvado um parecer da
aommisso dos Srs. Franca, e Carneiro Mon-
teiro, aOlrmando ser exacto todo quanto
contem o relatorio da commisso do conse- Rendimento do dia 1 a 7.
Ilu de silubndade a respeilo do mi churo Idemdo dia 10. ,. .i j.i
uue exala do cano de esgoto de sangue da
1___Jl. ....i .'innn .Onnl .d A .1.1 I
Rendimento do dia 1 a 7.
dem do dia 10 ...,..
18:136,024
3.115,019
21:251,013
DIVERSAS PROVINCIAS.
794,175
51,324
cia repentinamente! Aguardamos nitor- malanga do gido, nss Cioco-Pontas, e da i
magOes mais circamslauciadu acerca do' psssima agua que apparece nochalariz da
815,499
Pauta
doj precos correntes do assuear, algodo, e
mais gneros do pas, que se despacham na
mesa do consulado de Pernambuco, na se-
mana de 10 a 17 de Abril de 1852.
qual. Arrolla 2,ion
l.'oo
l,4
a,2ou
1,500
3,180
&.M10
5,100
4.700
14,000
400
5J,oo
300
48.000
2o
400
180
400
180
4,4*0
10,000
3,000
(,600
8,000
4,100
3,010
3,20
,880
1.0(10
1,400
7OO
2, too
4,800
na
140
18,000
210
200
400
1,000
1,240
4.U00
1,000
3,000
2,000
2,100
i,00
9,000
14,000
8,800
20,000
li'.'.o 1
l.ooO
6,000
3,800
S,000
6,S(i0
,J"0
2.200
3,300
1,800
1,380
1,000
O.
40 000
18.000
24,000
,140
6 00
T280
1-000
8.000
200
20O
I,O
18,1'iMI
1.800
200
l,"en
580
mase.....
har. e ssc. braafio a * i *
ai o Ill-SC
refinado........
Algodio cin plum de qual a
Dito :.......i.l. a
Dito...........3. 1
Ato'irdente caxi(a 20 pros. Pipa
Dita............. Canad
Dita km: ni'M........ c
Una......... Canad
Dita icslilada ... ..,. . Pipa
Jila........... . Cunada

Dita............ Botija
Licor............. Canad
Dilo......',..... Gnala
Arroi pilado2 ajrnbaa um Alquert
Araras a ....... Urna
lalos.......... Um
bolacha >...... a , Arroba
Biscoitos .........
(Jafc bom..........
Uitorastolbo........ m
Dilo enlutasen........
(-'mu- secca .... *
Cocos com cjsca....... Cento
CltatulQSbODS ... .
Ditos ordinarios t .
Ditoiegaliae primor. .
(.<'!.i de CarnauDM ..... Arroba
Couros de Koi saldados . Libra
Diu pisados......... Um
Ditodeonca ........
Doces oe calda..... . Libra
Dito de Giaoa *....... 4H
Ditu aecco.........
Kstopa nacioual....... Arroba
i--rinda de inaudioca . Alqueira
Fejo.....'...:.
Arroba
Dito leitolLo ... .
lioimna ,.......... Alquere
i III MUi' ,......... Arroba
Leuha de acbag ....:.., Lento
Hitas de toros | ... .
Praocliaa da amar. daS costado Um
Ditas ue louro......... al
Custado de amaiello de S6 a 4c
p. dec.2 Vaa S del. .
Dito dito usures. ; . a
i
Cost-iiiiido de dito
doalbodedU .
Forro da dito .
Coatado de louro .
Costadioho de dito
So .lim de dilo .
Forro de dito .
Ditos de cedro .
Touros de tatajuba
Varna de parieira.
Ditas de atiabadas
Dual de quina.......,
Kodas^cesi upira para carros Par
Eixas de ditas para ditos
Mtl eiu pipas ,
quartolas......
a barris ... .
Milho..........
Pcdra de amolar ... .
Uilas de filtrar .
Ponusde bol .....
Piassaba.........
6olla...........
---I .1 Jila I lilil......
Tapioca....... ,
luiii.u .m boi......
Couros de c ihi .i ....
A.eile dacarrapato ,
QuintAl
Duiia
Uma
Canad
Um
Alquere
Cenlo .
Mlho '
Mel
Arroba
Cenlo
a
Cauada
Movimento do porto.
Navios entrados no da 9,
Bahia 9dns, hiate braaileiro Noto Olin-
da, de 85 toneladas, mostr Custodio Jos
Viintia.equipagemS, carga rarioa gene-
ros ; a Manuel Illas.
Nova Horlanda 90 das, barca inglesa Eli-
zihelli Tliompson, de 288 toneladas, ci-
pitao Tilomas Ueth, equipagem 13, carga
18a ; ao capillo. Veio r.frascir a teguio'
para Londres.
/Vrreio sahido no mesmo ilt.
Havre brigue Trancez Etoile de la ller ,
capillo Plessis, carga assucar e mais ge-
neroi.
.^
>>
MUTILADO
mm


-
Navioi entrado! nnii 10.
Aciric 16 dias, hiato brasileiro Aguia
Brasileira, de 53 toneladas, mestro Fran-
cisco Jos 4a Silva Ralis, equipagem 7 ,
carga varios gneros ; a Manuel Conni-
ves da Silva. I'assageiro, Gabriel Alcanjo
S e 7 escravos a entregar.
Rio de Janeiro --18 dias, barca inglcza lion
Muiek Dhui, de 944 toneladas, espita
Irobert Mathison, equipagem II, eni las-
tro ; au cap til.
Navio a/litio no mismo da.
Parahiba hule brasileiro ExhalacBo, mos-
tr Antonio Manoel AITooso, carga varios
gneros. Passagelro, Manoel Jos Rolrl-
gues Lima.
Navio entrado no di 1 I.
Parahiba 5 dias, hiato brasileiro S. JoRo ,
de 41 toneladas, mestre Jos Antonio Fer-
nandos, equipagem 6, carga sal ; ao mes-
tre. Passageiros. Manoel Antonio Fernan-
dos, JuliSo Carlos Vanderley, Jos Mir-
tina da Silva e 3 menorea.
Navio lahido no memo Ha.
Babia hiate brasileiro Santa Cruz, mestre
Vicente Ferreira Lopes, carga varios g-
neros. Passageiros, Francisco de Castro,
Narcizo Jos Francisco Paraohos o i escra-
va a entregar.
JVaei'o entrado no da 13.
Acarac 80 dias, escuna brasileira S. Jos,
de 45 toneladas, mestre Jos Manoel Ro-
drigues, equipaxem 4, carga sal ; a Ma-
noel de S Araujo. Passageiros, Fidelios
Jos Barrozo, llerculaoo Jos Rodrigues, e
Manoel Jos Rodrigues.
Obiervaco.
Recolheu-se da commissSo, no dia 10, o
hrigue escuna da guerra brasiloiro Olind
Consultorio Homeopathleo ra do Culle-
gio n. Sil, andar em 7 de abril de 1853.
Dr. Lobo Moscoso.
Historia Universal
Resumida para uso das escolas communs
dos Estados-Unidos da America do norte
por Pedro l'orley, traduzida para uso das
escolss do Brasil pelo deaembargador Lou-
renco Jos Ribeiro : subscreve-se ns livra-
ria da praca da Independencia ns. 6 e 8, a
cinco mil ris por cada exemplar encader-
nado.
Avisos martimos.
eclara^oes.
Ej^l
REAL COMPAMIIA DE PAQUETES 1NCLE-
ZES A VAPOR.
No dia 20 deste moz, espera-se
,dos porlos do Sul, o vapor Se-
vero, commandante Vincent,
o qual depois da demora do
costume, seguir para a Europ:para passa-
gero, dinja-se a casa da agencia, na ra do
Trapiche Novo n. 42.
De orden do Illm. Sr. director geral
da instruccSo publica faco saber'.que S Exc.
o Sr.-presi lente da provincia, altendendo
razOes ulteriores, houve por bem marcar o
dia 28 de maio prximo para o conourso
cadeira de priineiras letras da Fazenda Gran-
de, Picando de nenhum effeito o aviso ou
edital de 22 de marco prximo passsdo.
THEATRO
DE
S. IZABEL.
TERCA FE1RA, l3 DE ABRIL DE l 85a.
Ter lugar o segundo e ultimo
GRANDE BAILE DE MASCARAS.
As 8 113 horaa precisas, a nrchestra execu-
tar urna brilhante uv.-rlura, linda a qual
o mestre sala dar sign-l para o comeco do velmente na prxima semana o briguo bra
baile. As quadrilhas serSo intervaUdas so- sileiro Rio Ave. Para o resto da carga e es-
mente com 10 minutos de descanso. Para cravos a frete, trata-se com os consignata-
maior inlrelenimento do publico, a meta riosNovaesi Coinpanhia, na ruado Trapi-
noutecorreram as rodas de una pequea che n. 34, ou com o capilUo Elias Jos Alves
Para o Maranhao segu nestes oito diss
a escuna S. Jos, forrada e pregada de cobre-
para o resto da carga,trata-se na ra da Cruz
do Recite n. 24.
- A barca portugueza Mara Jos sabe pa-
ra Lisboa no dia 19 do correnle abril; para
o resto da carga ou passageiros, a fallar
com os seus consignatarios Francisco Seve-
riann Rabello & Filho-,ou com o capitflo Jos
Ferreira Lesas, na praca do commercio, ou
a bordo.
Para o Havre.
A barca franceza Cumie Rogor, pretende
sabir at o dia 20 a 35 do corrunCs mez; ain-
a recebe -argoma carga e passageiros, para
os quaes tem excedentes commodos.
Para o Rio de Janeiro, segu com s
maior brevidade a galiota S. Tnndade : re-
cebe carga, passageiros e escravos, tendo
para tudo bons commodos trala-se na ru
do Vigario, escriptorio n. 11, primeiro an-
dar, ou com o capillo Maia.
- Para Lisboa com toda a brevidade,a liar-
en portugueza Maria Josi'yle qual ha napiU
Jos Ferreira Lessa i tem a maior parle da
carga pronipla para o resto ou pasaageiros
fala-se com os seus consignatarios Francisco
Sevenano Rabello & Filho: ou com o cspitSo
na prafa do commercio.
Para a Baha.
Segu com a maior brevidade possivel a ve-
leira e bem conhecida escuna braaileira Ade-
laide : quem nelU quizar carregar dinja-se
a ra do Trapiche Nova n. 16, segundo an-
dar, ou na ra daCadeia do Recife n. 23.
Para o Ceara sahe com multa brevida-
de por ler parte da carga prompla a sumaca
brasileira Flor do Angelim forrada e prega-
da de cobre, meslre Bernardo de Souza :
quem na mesma quizer carregar ou ir de
passsgem pode entender-se com o mesnio
mestre ou com o consignatario Luiz Jos de
Sa Arauio, na ra da Cruz n. 33.
A barcaca Fiordo Dia recebe carga pa-
ra todos os portos do Noite,at o Ass;quem
quizer dinja-.-e a ra da Cadeia do lle.cife
loja n. 43, ou ao mestre no fui te do Matlo.
-- Vende-se o brigue brasileiro Audaz de
lole de 201 toneladas, forrado e encavilhado
de cobre, de conslrucrjSo americana, prom-
to de todo o aparelho, e mais necessarios pa-
navegara qualquer destino, lendo urna
boa lancha, e boto; quem o pretender po-
de mandar examina-lo no ancoradouro de
descarga de carne secca e para ajustar
na ra da Cruz n. 3, com Amorlm Ir-
mSos.
Para o Rio de Janeiro sahe impreleri-
gue qualquer premio que possa sahir no
meio bilhete do n. 180 da segunda quirta
parto da quinta lotera concedida a favor
das obras da igrrja da mesma Senhora, ru
bricado com as firmas Francoln Ferreira
Crespo e Jos Manoel da ConceicSo, seus le-
gtimos donos.
Na Trt-mpe, ao voltar para a Soledade,
lado do poentt, tercelra casa dpols loso
brado, se precisa de urna ama secca que sir-
va para comprar na ra.
-- Precisa-te arrendar por anno um sitio
que lenha arvoresque deem fructos, embg-
ra a casa de vivenda no seja muito boa;
para urna familia morar, e que pretendo no
s tratar doa arvoredos existentes, como
plantar novos: prefere-se do Maoguinbo a
seguir al o Monteiro.
Drecisa-se alugar um primeiro ou segun-
do andar de sobrado, que tenha commodos
para familia, e que seja as ras do Vigario,
das Boias, do Apollo, do llrum, da Guia pira
o arsenal, e largo da assembla : quem li-
vor annuncie.
-- Precisa-se de urna ama de leite forra
ou captiva para urna casa de muito pouca
familia : no ptteo do Terco n. 20, primeiro
andar.
ios'ooo rs. de achado.
Pordeu-se na noite de qulnta-feirs, na oc-
casiSode visitar-se as ig'ejas, urna pule-i-
ra de ouro, aberta buril, ecom um dia-
mante, a qusl lio mais larga para cima :
quem a acliou, queira levara ra d (juei-
mado, n. 7. que recebara esta gratilicicSo.
Perdeu-se na noite de quinta fera san-
ta 8 do correte, na igreja da Concerno dos
militares urna carteira de cor parda, sobre
o grande ; contendo algum dinheiro em se-
H"i"'! rogi-ao VuU a pesso que a liver a>
ctiado, que ira a levar a ra da Penba n. 25,
que alem da quautia que conlinha dita Cir-
tuira.se ratificara, levando-a com um reci-
bo quo se achava dentro, pa9sado pelo Sr.
Vianna, em differentes parcellss e datas. A
mesma carteira tem bilhelesde vizitas com
lime do dono quem pertenee.
Benlo Jos Fernandos, remelle para o
Rio do Janeiro as suas escravas, de nome
Izabel, ere.ma, de 15 annos; Cypriaoe, par-
da, de 15 annos.
3
Os socios do Sr. Manoel Antonio da Silva i Na ra das Agoas-Verdet, sobrado de
Amorim declaram era resiosta ao seu ulii- lum an lar n. 14, do-se bolos de vendagem
ui'i annuncio queno bode suss intengOesja 80 rs. a pataca; bem como armam-se bao-
macular o crdito e reputaclto do meara
senhor; smeole depois da liquidacSo que
v8o proceder he que os ditos socios podorflo
realmento avallar a boa ou mi adminialra-
c3o ; e s eolio Ihe dardo louvores seos
merecer, ou o tarto responsivel pelos abu-
sos que forem encontrados. Pelos balancoa
dados em 35 de marco p. p. como aflirma o
Sr. Amoro] em seu annuncio, (mas que na
verdad esta com data de 30 do ciado mez e
assignado smente pelo balanciadoroSr.
Joflo faulo Ramos e Cna ves; e pelo resulla-
'o aprsenla.lo nessa nota ou balando pelo
Sr. Amonrji a seus socios, he que entes o
suspenderam e lomaram a (Irme resolucSo
de acabar com semelhanle trato social. Fu)
pois o Sr. Amorim a nica causa desta de-
sintelligencia por ter saludo fra dos limi-
tes que ihe sao marcados no papel de trato
com prejuizo no interesse dos seus socios,
visto o desfalque do negocio; e avista do
artigo que limita a quautia doa liados que u
Sr. Amorim durante o tempo da aocieda le
devia liar. Este senhor no curto espac.o de
seis mezes alm de ter Hado a quautia mar-
cada para os tres simios excedeo a quautia
de 413,514 rs. e tirou maia 182,630 rs. que
ludo prefaz a loman de 596,144 'S. sen lo a
entrada do Sr. Amorim apenas 400,000 rs.
oa quaes avista daquelja somma parece que
foran tirados a ttulos de dividas lalvez ima-
ginarias e despeza particular; accrescen lo
a tudo isto o debito praca de rs. 3:131,416
importe de gneros para o ealabelecimento ;
[ e n.lo apre>entando a casa talvez gneros
correspondentes a semeibaole debito. Se
tu'lo 'alu lie. faino un vnlului o O >r. AilD-
rim fol quem aprsenlo O seu balaO(0 de-
pois de inulta repugnancia pela qual cou-
llrmou os receios de seus socios, os quaes
leem procurado todos os meios pacficos
para de urna vez aoabarem com semelnante
liquidaba, pois que ii trato de ficto e de di-
mito ja oSr. Amorim o quebrou e porisso
he loipossvel continuar.
dejas com m ito gusto, por proco mata em
eonts do que em oulra qualquer parte.
-- Prccist-se do ofllciaes da latoeiro : ns
rus Nova n. 38.
Previne-so a todas ss pessoas qu de-
vena extinta loja de Franciseo Concalves
cife o. 40,onde outr'ora foi a doSr. Joaquim
Goocalves Cascio, hajam de vir ou maodar
pagar na mesma ra, loja de miudezas n. 7,
isto no praso de 8 dias contados desta data,
e os que assim no cumprirem. Dudo este
preso,serio chamados por este diario,decla-
rando-se aeus nomeit, quantias, e moradas,
tudo por extenso, visto ndo ter podido re-
ceber particularmente.
- Precisa-se de urna ama, sendo prefe-
rida urna preta,forra, para todo o servico de
urna csaa do pouca familia i na ra Direita
o. 100, segundo andar.
Precisa-se de urna mulher
forra, que queira acompanhar urna
lamilia pequea em servico, para
urna das provincias do Norte, afi-
ancando a sua conducta : a tratar
nesta typographia, ou no Hospi-
cio, primeiro sobrado depois do
quartel, offerocem-se boas condi-
coes no ajuste.
As pessoas que anda devem
cotilas, n.i loja da ra Nova, .que
foi do tinado Jos Pinto cid Fonse-
ca e Silva, s3o rogadas a satisfaze-
rem os seus dbitos, em c.i.s.i de J.
Keller & C'ompanhiu, na ra da
Cruzn. 55, como liquiddtarios da
dita loja ; isto at o fim do corren-
Compra-seum pardo ou cibra de 12a
15 annos, tendo bonita gura que he para
pigem : na ra da Crnz n. 34.
Compra-se una mobilia para sala de
pao d'olio ou amarello em bom uso, e um
apparelho lino i ara cha : na ra Nova, ar-
mazem n. 67 se dir quem quer, ou annun-
cie para aer procurado.
Precisa se de a ou 3 osera-
os crioulos: quem quizer vender,
dirija-se a ra do Trapiche n. 36,
segundo andar.
Compram-se para Tora da provincia 3
escravas crenulasou pardas, de 12a ai annos
com boas figurss, pagam-se bem : na ra
Nova n. 16.
Compra-se um preto que sejs bom bar*
beiro, e sangrador, para lora da provincia,
sendo bom se psgar bem : na praca do
Commercio o. escriptorio de Manuel Igna-
cio de Oliveira.
Compram-se escravos de ambos os se-
xos de idade de 6 a 25 anuos, paga-se bem :
na ra das Larangeiras 14.
Compram-se 2 preto de naco, robus-
tos e possanles : na ra ostreita do Rozarlo,
travessa para o Queimado n. 39 A.
Compram-so escravos de ambos os se-
xos, de 15a 30 annos de idade para enge-
nho, daiHo-sa preferencia aos de Angola: no
armazem da ra Nova n. 67.
Veudas.
mente por deferencia ao respeilavel publi-
co, e especialmente aoscredores da firma,
- OlTerecc-seuma ama, par. todo o ser- uue Por,8U' nielicidsde he gerente, aii.da
responde ao annuncio incerlo ueste Diario,
publicado no da 8 do crrente, decl r.ui IJ
queseacha prompto amostrar a lodosos
credores gestado do estatielecimentoque di-
rige, bem como o bal me. a quesoprocedeu
em 25 de marco do crreme auno, com as-
sistdncia do Sr. Francisco Antonio de c uva -
Iho'Siqueiri, e por balanciador por elle (Si-
queira J escolhi lo, quando o annuiiciante
no er obrigado a dalo, senSo quaudose
completasse oanno de sua sociedad, que
vii;o : quem i pretender,dirija-se a ra da
Ponte Velha n. 8.
D-se 2 a 3 cintos de rs. a premio, sob
as condices que se exigirem : quem pre-
tender, dinja-se a ra do aterro da Roa Vis-
ta n. 8, que se dir quem d.
Um escravo do coronel Chaby,indo la-
var um cavallo achou no riacho que corre
por baixo da ponte da tua da Aurora,uma
colber do soupa de prala : a quem ella fal-
lar presente oulra igual em casa do dito,
coronel, que a vista da que se achou seco- he a 23 do setembro do anno crrente. He
nbecerA a quom pertenee, visto que tem sig-! I' P"- e *** annunciante prestado a
' quanla tosca exigencia se Ihe lem feto,
lotera, cujo plano he o spguinlo :
1 sorle de 10,000 rs. em ouro.
3 ditas de 5,000 rs. em prala cada urna.
3 ditas de 2 patacos cada urna.
4 ditas de 1 ditodila.
10 differentes premios esquisilos.
na praQ do commercio.
MI
Leiloes.
L. Bruguiare far leilSo, por interven-
' Co do corretor Oliveira, de grande sorti-
Tem lireito aos premios cima mencio- mento defazendaslodasproprias do merca-
nados todas as pessoas que comprarcm um do, oonaialindo em clialoa, mantas do >e.ls,
cartilo de entrada, por isso, o mesmo sera setjns merinos, cambraias corles de vestidos
scompanbado de oulro carlo com o com- de geda e t|gumis mjUdezas: quinta feira,
ptente numero, sera que todava hajam de 15 do correnle, as 10 horas da manhSa, no
despender mais cousa algumi. eu ar(nazem, ra da Cruz.
0 baile terminara as 2 horas da madruga- ,i H- Sc1ftf iendo-se retirsdo para Eu-
da. As senioras que se apresentarem mas- r0pi,.ordei)ou previamente ao corretor Oli-
aradaa ter3o entrada gratis. veira, o leilSo da n^ibilia da sua casa de
Osbilhetes achsm-se venda no lugar do Cimpo, a mor parte nova e com pouco uso,
taiito de Jacaranda, como de amarello, e
consistindo em sof, cadeiras usuaes, de ba-
lando e de bracos, ditas de jugo, ditas de
sol, commodas, aparadores, tmsasdejan-
tar, nai ila-louc, lavatorios, mesas para
engommar, camas, toucadores, espelhos,
a 1 i\.;,,.; lanternas, candieiros de globo, apparelhos
Francisco de halles Guimaraese de chi> dJlode megt| K,lne[eirus, compo-
Gunba. teiras, garrafas, copos, esleir de forro ,
. / n .,i ns iD'Ia tram decozinha, urna carroca com arreios
QUARrA FEIRA, ib DE ABRIL DE |eK>a. p,rac,Vallo e mullos outros arligos uteis :
Depois de urna nova ouvertura executada lera puja |ugar dit0 |eiau ua segunda-feira,
pela orchestra, sob a direcco do hbil pro- 12 do corrente, s 10 horas da manhSa ,
fessoroSr. Pedro Nolasco Baptista, subir a prmcipj,ud0 pelo trem de coiinha, oa casa
scuna o exccllenlo drama em 4 actos dentro do sitio do Sr.Glias Baptista da Silva,
Joanna de Flandres. na estrada do Arrai.l, com entrada pela d.
Seguir-sc-ha urna jocosa Tarca, depois da Cruz de Almis, cootiguo e immediato ao
qual asenhura U.Carolina eoSr. Guima- sitio do sr.visconde de Loures Angelo Fraa-
r.les'.em caricato) cintaro o mullo applau- cisco Carneiro._______________________
did duetO, eaaja|aSBI)BaBjaiaaiaaa|a^^^^^^^B|^
uma licaO de huzica Avisos diversos.
ou_______________.--------------------
-- Manoel Antonio da Silva Amorim, s- j te mez, a nao quererem passar pe-
lo desgpsto de verem seus nonios
publicada! neste Diario. ,
Roga-se aos Srs. Manoel
Caldas Barreto, Francisco Xavier
Carneiro da Cunda Campello, e
Jos de Mello Cesar de Andrade,
o ob equio de apparecercm na loja
n. 6 da ra da Cadeia do Recil'e,
que se Ihes de-eja fallar,
No paleo da Ribeira de S. Jos, sobra-
do n. 15 na loja, lava-so o euigoma-se,
com toda i'tTlnc 1 e aceio, e por preco
commodo.
-- Arrenda-se um engenho distan'e desla
praca 9 legoas, com muito boas trras de
plantar,!'-, e cercados, moente e corrente,
vende-so na mesma ocrasiSo em que se fizei
o arrendamenlo, alguna escravos, Safra ,
criada, boiada muito boa, carros, e todos os
mais utencilios inherentes e oecessanos pa-
ra a continuar,a i do iiii'sui estahelecimon
to, e n.lo ha lo vid 1 do se fazer lodo e qual-
quer negocio : a tratar no aterro da Boa-
Vista 11 43, piiineiro andar.
Quem quizer negociar tres ricos ro-
Loteria do no de iwr?rT'
Aos 30:000,000 de rs.
Na loja de miudezas da praca da
Independencia 11. 4, ven'Jem-se b-
llietes iiiteini.s, mcioa, quartos, oi-
tavos e vigsimos, a beneficio da
a3. lotera do theatro de 8. I'edro
de Alcntara; ditos inteiros, meios,
quartos, oitAVos c vigsimos da 3o
lotera do Monte l'io, que vem as
duas listas no primeiro vapor do
Rio de Janeiro; na mesma loja re-
cebein-se bilhetes premiados em
troca dos que tem a venda e mos-
ira-se as listas.
naes que devem combioar com ss mais.
M m.,,.1 ( '-il.l is Itirri'ln Hi_ qa agora he apresenlado pranle o publi-
manoel jaldas Brrelo, -: COcomoladro, porque nada menos so in-
clara ao mercador de pratos da ra fere dos annuncios dos seus socios, sonso
da Cadeia n. 6 que elle se acha' "M conclusflo; t.ivez porque se ann.
. ^ .. ... dem estar em algum palz sem lea que re-
assistindo no engenllO luacuje da guio os meios de se compelirein os socios ao
Ireeuezia de Amaro JaboatSo cumpnmenlo de seus deveres eobrigacOes
V queaoassociar-se contrahiram. Fiualmen-
Onde O podea procurar para O ne- teo annunci,nle declara que nenhuma res-
EOCio que o cbama nos Uiariosse- posta mais dar pelo prclo, a quaesqueran-
.,:-., a .i ...t. nuncios, ou insultos, que Ihe dirigirem seus
guintes a O do corrente. guCUSi miJ r3Correra as me[os competen-
uem tiver uma escrava pre- tes, visto que seus socios tem snniquilado que les crespos de cambraia de linho, diii-
1-1 arti-m !) 1 il contrato ta, que saiba COZ.nbar e engom- ft uT. grande cas. torre, com, dar, por c,m. da botica', das 6. s 8 d. ma-
mar alguma COUSa, mas que nao se propones para qualquer estabelecimento, I nhaa, oudas 5 da larde em dianto.
embriague, nem fuja ; querejido na ra imperial n. 68: a tratar na ra de 8. Ocautelista Salustiano de A-
aluga-la por dous ou mais mezes, ..SPreC?s.!se de du.s mulheres par. ser-! <\ain Ferreira, avisa ao respeita-
caradas lerSo entrada gratis.
Hieles acham-se vem
cosluute, pelos precos j estipulados.
TIlEATOlrriPOLLO.
IIECITA EXTKAORDINAIllA.
EM FAVO DO ARTISTA DRAMTICO
aluguel do que o do costume
n. 70, lavase e enaoinma-se com prompii- tos nicamente a venda, na pra-
dao easselo, mais barato do que em oulra !ca ,Ja Independencia, loja de cal-
qU-tqjo7Mendesde Oliveira,embarca paraj?a o Rio de Janeiro. |rua da Cadeia do Recife n. 46 ,
Attencao. 'Ja (,e "'"Jezas de Jos Fortuna-
Desappareceu o dia 6 do cor-|to ,dos Sa,n,0;' ^orto > esperam-se
_ .". m Ido i.I 11 ila 'iinl il na 1 sv___!___ __
rente, um cachorrinbo rafeiro, de
raca ingleza, muito novo, d pelo
nome malambo, tendo os signaos
as listas de ambas as lotras, no
dia 19 do cirrente mez, pelo va-
por dacompanbia brasileira, e no
Jkavas, meu bem, est de tremer. Madama Uoutier, modista Irance-
N fim do drama o artista, em cujo pro-
veilo se da esta lecila, ir pelos camarotes
roceber aquillo, que Ihe quizerem dar.
za, na ra Nova n. 58.
(J actur Guimaraes, conla ainda esta vez
encontrar a benevolencia e proleco de quo
o publico Ihe lem dado lanas provas.
Publicacdes Iliteraria.
A inleressanlissima obra.
DE
Pelo navio fr.ncez Cont Roger, recon-
tcmente chegado do Havre, recebeu um va-
riado sorlimento das ultimas modas de Pa-
riz, a saber ricos chapeos de seda de todas
as cores os mais 11 mos e ricos possivois.man-
gas da ultima moda, capellas de flrores de
larangeira para uoivas, espartilhos, muito
ricos enfeites de cabeca para bailes e thea-
Iros, trancas branc-s com aljovares, Otas de
MRI1IPINA Hl iMFOI'A TlIlCA. veludo de todas as cores com sua competen-
ltUlAiniUd. te Ovela para o pescoco, mor.bus pequeos
DO
Dr. G. M. G. larh.
Traduzida em porluguez.
pelo
Dr. Pedio de Allahyde Lobo Moscoso.
Sobre todo o munlo gira
Todos dormem com descanco
S meu peito he quem suspira.
Com mais tres quadras.
Posia de uma senhora: a modinha cima
a senciliva, valsa a pernambucana pork
tudo em um foiheto por 1,280 rs. : na '
prensa de muzica, rus Relia n. 28.
Continua a estar fgido a preta crioula
de nome felicidade desde o dia 17 de marco
p. passado tem os signaes seguintes : estatu-
ra regular, magra, tem falta de denles na
trente, algorras marcas de ipinns no rosto,
cor no muita prela ; lovou vestido de chita
um tanto desbotado panno da Costa azul
ja uzadoe um laboliMro pequeo em que an-
seguintes:- cor preta, peito dia 2o pelo vapor ingle: Severn ,
branco, pese focinho cor de rap, as ',BS da J loter'Ia do ll'ealro
andaram no da 37 do passado, e
da ,io. do Monte l'io, ficavain a
com urna marca branca no pesco-
co, uma das mSos um tanto tor-
tal quem o levar a ra at.s da!,rrer n0 d,a 6 a, 7 d presente.
Matriz da Boa Vista n. iG, ser! a6 emcont.nente sem descont
ST gratificado alm do que se ficaralSl,,n'tod,.eu(lualcIuer.Prem'0qjue
i- muito obrigado. i8,al"r n0* .,,,lheteS e me,0S' ve"d'"
- Na ra larga do Rozarlo n. 27, desoja- \ os na9 loJas aclma mencionadas ,
se fall.r com o Sr. Aprigio Ferreira Gomes,
ou annnncie" a sua residencia para ser pro-
curado, a negocio que Ihe diz respeito.
! Precisa-se de uma ama, para cass de
familia: na ra da Cadeia de S. Antonio, ar-
mazem n. 15.
i Aluga-se uma preta, que faz todo ser-
t vifo do uma casa e compra na ra, por pre-
: na ri.a do
da vendendo, mais lem porcostuma terrou- C0ummodo por levar urna cria
pa guardada fora e quando sahe costuma toneg n. 16, terceiro andar.
mudar, os seus passems s3o constantemente 1 .. 0 Sr. I)r. Fernando de.S o Albuquer-
pelo Quartel do Huspicio, Solidada ou pelo quei ou ,|guma pessoa pelo mesmO queira .
engenho S. Cosme onde lem a mSi : roga-se apparrcer na ra do Aragtlo, sobrado n. 26,1
perianto as aulhoiidides policiaes e cap- a Degocio deseu Interesso.
laes de cimpo que a prend e.levem na ra
da Cruz n. 35, que serflo recompensados,
assim como se protesta conlra quem a tiver
oceulta o pagamento dos dias.
-- O abaixo assignado faz sriente
muito finos proprios para enfeites de cabe-
Ca de senhora, ricoscapoiinhos e mantele-
tes pretos u groz de aples muito enfeita-
dos, hicos de seda e do blonde, peanas mui-
to ricas para chapeos e enfeites de cabeca.
Achi-se us prelos da Typografia Con- >a mesma loja fazem-se vestidos de ca-
mercial do llvin. P. Meira llenriques. Esta ment, de baplisado, toucas do menindle
obra he indispensavcl a todas as pessoas,que de seuhoras, capotinhos do todas as quali-
querem estudar, e pratirar a verdadeira me- dades com peneicSo e preco commodo, re-
decina a homeoptica : nenhum elogio por cehem-se todos os mezes liturinos moder-
mais pompozo, que seja, he sulliciente para nos, que empresta a seus Ireguezes.
encarecer o mrito della : o nome de seu au- Quem annunciou ter para vender 100
thpr o Dr. Jarh he todo o seu elogio: tem si- espanadores.os queira mandar; ra da Cruz
do ella a Imite,muir, lem bebido sua inslruc- n. 34.
C.lo os melhores mdicos, oaulhores ho- Arrenda-se o engonho Boa-5orte ao sul
meopaiicos. O traductor poderla fazer um Ja Victoria, de moer com animaes, porm ra: a
resumo mais ou munos porfcilo desta obra, edificado para moer rom agoa, o que se 1 ni).
mais nilo quorendo apresentar como seu o de conseguir, fazendo su o acuJe; com pro-I 1- OSr. V. R. V, venha ou mande pigar
Ira baldo dos outros, resol veu vrtela para porcOes para safrejar de 3 a 4 uiil p3es, por. o aluguel da casa da ra do Collegio, ejuu-
o portuguez.-procurandosero mais fiel pos- ter bstanles trras e estas muila fertili-la- tameule as chaves pois que S. S. bem sabe
sivil ua IrasladacSo do pensamento do au-'des : 1 fallar com o propriotano llego Dan- qual he a praltca de quem aluga urna casa
thor. N80 estando completamente estuda- tas ou com seu correspondente o Sr. Jusu
do grande numero dos moiicameutos, que' Antonio de Carvalho, defronle da igreja do
vem consignados em dita obra, o tradulor Curpn Santo.
resolveu appresentar os cen medicamentos S9C9StS9$S999$&999
mais bem estudados, c experimentados na fa, Precisa-se de uma ama para a cria- *
pratica, osquss comporOo o 1. volume. A ] (Sodeum menino.com tanto que seja a)
obia ser composta com escolenle typo, ejl muito sadia, e que tenha multo bom a>
e nilidameute impressa em muito bom fj| leite, e ao mesmo tempo bom modo; 4
logo que receber as listas.
Bilhetes inteiros 33,000
Aleios 11,000
Quartos 5,5oo
Uitavos a,800
Vigsimos i,3oo
9 Baile Masqu. *
% No Apollo, sabbado de Aleluia, ha- *
ver esse agradavel divertimenlo pa- *
ra o qual vendem-se ricos vestuarios *
U canlilista ion/.a .1 iininr laz scienteao respeilavel publico que| "'"i0- l1910 baraiiasimo preto de y
* 40,000 rs. : na loja pernambucana da 5.
sores- vendeu em sua ,0Ja de lefagens, :?| r(la ao
egociu na ruado Queimado n.3^ A, alm994
coma esa sita n Monteiro perleocenle ao e ()U(r09 premios O de 4OOO.OOo}oa"A!
Sr. Jos Comes Portella cuja casa se acha hy- .' .'___-iu uu p.
polacada ao abano assignado e p.ra nao que sabio em o n. 6779 tt um.freguz
peitarel publico que ninguem faca negociii na ruado Queimado n.37 A, alm'*999***Swi*99*9
A vista do annuncio do diario 11. 65 de
assado a respeito do engenho Una na
ia de Santo AnlSo, em quo a propri-
'miarlo e cinco vicsimos'da 16 lo- eU"a lirel,nle vender, permurtaaja arren-
.quario ecinco vigsimos ua iuip 1 jar, o para qualquer pessia n3o se chimar
tonadas matrizes da provincia ;!ao engao, o abaizo assignado declara que
avisa
cau
pilleen la ao abaixo assignado e p
haver duvida [ Antonio Rodrigues lirtelo.
Precisa-se de uma ama de leite, que se-
ja escrarva ; e lenha bastante leite, o bom
quem a liver dirija-so a ra do Hospicio n.
34, ir: se pag.ra 10/000 por mez.
~ Preciss-se de alugar uma negra para
todo o servio de 1i 1111 casa o que venda na
tratar no pstoo do Carmo vonJa
papel, para o que nSo se pouparDo despezas.
Assigna-se para esta obra no Consultorio
lluiiieupaihioo da ra do Callegio o. 25,1.
andar dirigido pelo traduclor. A obra toda
cusiera 17/000 a aquelles que pagarem den-
tro de 50 das contados desla dala, e 18/000
para os quo excederem esle praso .at o da
30 de agosto, em que ser encerrada a assi-
gnalura. PagarSo 7/000 no 1 praso, e 8/000
no 2. aquelles que quizerem s o I. volunte
o qual sihir no principio de setembro.
Espera-se que todos os amigos da divinal
medicina humeopathica, sjudem esta or
preza o que muito obrigara o traductor.
1^ paga-se bem : na ra do Vigario n. 9, f)
I se dir quem precisa. %
%^^,i%0%09999999
AO publico.
Um moco brasneiio, viuvo, sem fami-
lia, se oderece para administrar algum en-
genho por ler intoiro conbecimenlo dos ser-
vicos da agricultura, e oflerece-se entrar
rom 3 e cravus ou sem olles. Como COQjjMor
s partes : quem do sau prestimo se quizer
atilisar, annuncie ou dirija-se a ra Augus-
ta, casa do Pacheco.
Previne-so ao Sr. thesoureiro da lote-
ra de N. 8. do Livamento para que nSo pa- ra da Cruz n. 34.
que he pagar e exigiro recibo de paga o da
entrega das cjiaves.
Precisa-se do um trabalha lor de ma-
ceira e que se sujeito a entregar pSo na ra:
na ra larga do Roza rio n. 48.
Na ra do Vigario n. 19, primeiro an-
dar, ou no largo da assembla n. 5, arma-
zom de tanoeiro, junto a coclieira, ha para
vender a superior cal virgem de Lisboa,che-
gada agura 110 brigue Concedo da Maria.
Na ra do Vigario n. 19, primeiio an-
dar, ainda tem para vender-se cera-ero gru-
me em barricas assim como Flaneila, e uma
pequea porfo dos superiores violios en-
garrafados Porto, Carcavellos, Selubal e
doce para senhora em pu/cOos vonlade.
- Permutam-se 3 pequeas casas terreas
no Rio Forraos, pur uma nesta cidade ou
em seus arrebal les, recebendo-se oupsgao-
d-se o excedente que possa haver; tam-
bera se vendem por preco acomodado: ua
auas matrizes ua provincia ,: ao engao, o abaixo assignauo aeciara que
risa pois aos possuidores de ditas: neste engenh ton"*W*.pn
X r ) ja vencida. Joiio Cavalcanli deSou/a l.eao.
tutelas que venbajii receber o, ss. lledactores.Hesidindo eu nesia co-
respecttvo premio sem ganancia e; marca duLimoeiro, o sendo testemunha do
1 comportaaiento quo nelli live o honrado
nem descont algum, pem como os|capil3oC.|os ,ie Moraea Camisao, durante
outros premios : o mesmo catite-.'o tompooiiquecuinman louodeslecamento,
,. I nue Ihe cuiili ii'aiii os ExnS. presidente e
lista tem exposto a venda os aeus:J0(nIll,nilanUJ j,8 armaa d(ista proVinc.,
bilhetes, muios, quartos, oitavos elnome possodesponsar de lavar ao cunhe-
,.i(r,..;min ,1 1 ,'< nterin rln lKl.atroie'melltl, do respeilavel publico, sempre
vigsimos da a^. lotera 110 tucano aprecildor ^ vorda.ieiro ment, as boa,
deo. ledro, e da 3o. lotera do qUliiaa Monte Pi, cujas listas devem che-
gar pelo primeiro vapor do Sul,
pelos baratos precos abaixo :
Bilhetes aa,ooo
Meios 11,000
Quartos 5,5oo
Uitavos a,800
Vigsimos i,3oo
Aluga-se uro armaiem, oucasa terrea as
ruai aegulntes: traveaaa da Madre de Oeua, A-
inorlin.Moida, Lappa.ou Coila; afiliar nolar-
go da assembla n. S.
Huga-se aos Srs. que devem na loja do
aifaiafe na roa Nova n. 14, desdo anuo de
1848 ale 1851 que najam'de vir pagar no pra -
so da 15 das, do contrario terflo de ver os
I seus nomes por extenso ueste jornal.
soube
por tal forma man-ir a paz e tranquil.1
dade nesla comarca, alteradas ltimamen-
te em alguna pontus da provincia, que os
bons comarcos ta cesso de o louvar. O
procedimenlodo Sr. CamisSo. como militar
activo e prudente, cono excedente cidadSo,
a docilita le do seu carcter, e aa boas ma-
nen.-s com que semnre Iratava ao grande, e
11 pequeo, aeixarainos Limoei'euaesaau-
dosos pela sua retirada. Ellas fazem votus
ao Eterno pela conservac.to de seus dias, ru-
gando-lhe auxilie e forlaleca cada vez mais
o seu braco para defender a lei, a patria e
ao soberano.
Dignem-se, Srs. Redactores, inserir em
seu distincloe.conceitusdojornsl, estas tos-
cas lionas, r*m o que muito obngar, por
ceno, amaiWparte dos Limoeirenses, es-
u-cialmenteaoseu alTecluoso veneradora
criado Martioho da Silva Costa,
-- Vende-se ou hyoolheca.se pola quanlia
do 500,000 rs. uma encellante casa terrea,
toda envidracada, tem 7 quartos, cosinha
fra, corredor separado, porta ao lado do
011S, quintal todo muraao, tem eslnb.ria e
1p1.11 'o pura pretos : os pretendemos podem,
airigir-sn a ra Nuva n. 1. loja de nlluint ,
que ahise dii quem faz o negocio.
Veudnm-se 6 cadeiras e uma marque-
za e um jugo de bancas, tndo de oleo em
bom uso: na ra do Raugel, loja de maroi-
neiro 11. 22.
Vende-se uma caleirinha de armar for-
rada ae damasco de seda e dourada, obra
bem feta e nova 1 na ra Velha n. 57.
Vende-so uma casa terrea na ra do
Trempo n 13, falta a moderna, com quin-
tal o oado, cacimba etc. : a tratar no pa-
leo do Carmo o. 18, primeiro andar.
va Olera de Jos de Amorim Lima nos
Cnnlhns. vende-se tenas pelo mdico preco
de 20#0OO o milri'iro o tijollus de lalrilhns
por is/ooo; esses materiaes sflo do bom bar-
ro do Monteiro, a visla dos compradoros sa-
rSo melhor acreditados.
Deposito de doces.
Vende-se doce de todas asqualidades, se-
co o de calda em camuas de todos os ta-
maitos bem ente 1.1 tas a vniit 1 prador e de calla em barnllntios mais bom
felto to que em oulra qualquer parte na ra
da 1 1 r i_-.,.---1 n. 5.
-- Vende-se um relogio do ouro com ci-
deias pur preco commodo : na ra do Pires
o. 44, padaria.
Na ra das Trinxeiras n. 50, oflereco-
ae para vender um lindo molatiuho.
Na ra do Queimado n. 1.
Vende-so um cavallo, muti.. luan carre-
gador.
-- Vende-se Sal do Ass a bordo da escu-
ii los fundiada junto ao trapiche do al-
godRo [rau-ae > bordo da mesma ou na rus
da Cruz do Recife n. 24.
- Traspassa-se a chavo, vende-se a arraa-
C.lo, e maisobjectus de uma loja de couros ,
com muitos commodos para familia: na ra
Diroila 11. 55.
Vende-so um par de pratos para msi-
ca novos: quem os quizer dirija-so a ra Di-
reita n. 129, que ac tara com quem tratar.
Vende-se um aioinho de moer caf com
seu competente turrad ir n fogo ainda no-
vo : na ra larga do Itozario, padaria n. 48,
ou trocs-se por oulro qualquer objecto.
-- Vende-- um relogio patenta inglez,
muito bom regulador, por preco commodo:
na ra do Queimado n. 15.
Vende-se um terreno na ra da Aurora
com 50 palmos de frento e 280 de extehsSo,
londo caes de lijlo a boira mar, ficando en-
tre as casas dos lllms. Srs. Guslavo Jos do
llego e Francisco Antonio de Oliveira: os
pretendentesdirijam-so a ruadas Torres n.
S, primeiro andar.
Madama llosa Hardy modista bra-
sileira : na run Nova n. 34,
acaba do recobor do Franca pelo navio Con-
t Roger os objoctos seguin.tes : um grande
sorlimento de chapeos de soda da ultima
moda para senhora e para meninos da idada
de 9 annos a 13 de todas as cores, riquissi-
mosenfeilos de Cabeca para bailes n theatro,
lindas pulceiras de veludo com fivelas, ri-
qusimas capellas de dores de laranjas pa-.
ra uoivas. ricos capotinhos pretos de groz de
aples muito enfeitados e de cores para se-
nhora e meninas, lico grot de aples fur-
ta-cores, cortes do vestido branco para ni-
vas, transas de seda branca e decores para
entintar vestidos, linos de seda o de blondo,
ricos cabecees para talho de veslido.mantas
de seda prela e cabeces pretos.luvas prelas
o de pelica branca.
.- Vende-se por preco commodo 1 ptima
jogo de pistolas de espoleta mai bem acaba-
das, novas, cuj 1 hala cursa a distancia de 50
pasaos, emprega la ao alvo, com o compe-
tente baleiro; t silba para montara de se-
nhora pouco salo, com os seus pertences,
obra forte e que nao molesta cavallo, e por
isso proprio para viagem; t "ama do vento
com muito pouco uso, propria para casal,
bandada toda de sola com tirantes e ferra-
gens proprias para inlezar a lona ; 9 corre-
les pa a relogio, sendo uma de ouro com
mais de duas oilavaa, e oulra de prata bem
dourada e nova : na ra Nova, armazem
n. 67.
Chitas finas de coreo fixas, com to-
que de avaria, a 4,5oo, 5,ooo e
5,5oo rs. a pe?a.
Veodem-se na ra do Crespo, loja da es-
quina que vira para a Cadeia, cintas linas,
decores lixas e bons padres, com pequeo
toque desvara, a 4,500, 5,000 e5,500 rs. a
Lesea.
Aparelhos de metal.
Vendem-se aparelhos de metal pira cha
de bonitos e difiranles modellos : na ra
da Cadeia do Reeife n. 64, loja de Antonio
Francisco Correia Cirdozo.
MUTILADO i


Ricas fitas de veludo para pesclo
e cinteiro.
Vendem-se, na ra larga do Rozarlo n.
O, loja de miudezas, mullo superiores li-
tas de veludo de ditersas cores, tanto lizas,
como lavradas, por prego muito commodo.
Vondem-se os verdadeiros selios n-
glezes, patente, de molla e sem ella : na
ra da S -nzalla Nora n. 42.
Vende-se papel pautado, para muzca
40 rs.: na praca da Independencia, luja
da miudezas n. 3.'
Vende-se I parelha de carnoiros gor-
dos e mausos, com seus selins, proprios pa-
ra meninos passear : na ra do Livramento,
botica n. 23.
-- Vende-se una burra de Ierro, por pre-
go commodo : no aterro da Boa Vista, so-
brado o, 17.
Grande porro de fazendas baratas,
na ra do Crespo n. l4s ja de
Jos Francisco Das, 160 rs. o
covado !
Vende-se urna grande porgo de chitas
muito Illas, de novos padr'S, com um pe-
queo toque de mofo, 160 rs. o covado ;
.11 vi- escuras cores de cal* e de vinho, e ou-
tras maiscores multo 0xas, a 200 rs. o ca-
yado ; ditas as mais linas quo tetn appare-
cido no mercado, lauto em pannos, como
as tintas, fazenda do ultimo gosto, a 240
rs ; tacados francezes de quadros, razenda
muiltflxa, a 200 rs. o covado ; cortes de
chita Irancezaa, com barra, a 3,000 rs : ma-
rinos iri'loa de superiores qualidades, e
' 1,800, 2,500, 2.800 3 200 rs.;linissima al-
'- --ySi^a orna a it'c; propria pa-
ra palitos, a 6*0 ra. o covado; algodao azul
muito largo, a 160 rs. o covado; pecas de
bretanha de rolo, com 10 varas, fazenda
muito encorpada, a 1,806 rs. a pega ; assim
como i-xislem outras muitaa fazendas, por
pregos mais baratos do que em outra qual-
quer parte : de ludo ae arSo amostras,
deizando aeua competentes penbores
ARADOS AMERICANOS. ^
g Vendem-se arados ame- ai
ricinos, chegados dos Esta-
2 dos Unidos, pelo barato pre- j
9fl 50 de 40,000 rs. cada um: na jjj
S ra do Trapiche n. 8. L
Vende-se urna linda rscrava creoala de
idade 22 annos com todas as habilidades:
na ra da Pra'a n. 43, primeiro andar.-
Tuixas para engenhos.
Na fundicSo'de ferro de Bow-
man & Me. Gallum na ra do
Brum, passando ochafariz, conti-
na a haver um completo sorti-
mento de taixas de ferro fundido e
batido, de 3 a 8 palmos de bocea ,
as quaes acham-se a venda por
nrreo commodo e com prompti-
d5o, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com-
prador.
Novos cobertores de tapete a
i,44 rs-
Na ra do- Crespo loja da esquina que
volt para a cadea, vendem-se cobertores
de tapete, grandes e bonitos, pelo diminuto
ireco de 1,440 rs.; em qualidade sa"o os me-
bort'S que tem vindo no mercado, por isso.
recommonda-se aos Srs. de engenbo que
quizerem comprar da pichincha, nSo se de-
moren), porque ja ha poucos pela estrado
quo tem tido.
Deposito de panno da algodao da
febrica Todos os Santos da Ba-
nliia.
Vende-se por preco commodo
0 bem conhecido panno de algo-
dao des! flcti ; em pessa, a
vontade do comprador uo escrip-
torio de ftovaes & Companhia. n
ra do Trapichen. 34.
Grande iabrica de chapeos de sol,
de J. Falque ra do Collgeio
0,4.
Neste novo estabelecimento recebeu-se
um novo e lindo sorlimento de chapeos de
Sol dos ltimos gostos, tanto de seda como
de paninho para homens e. senhoras, de ar-
maglo de baleia e de asso que se vendem
por menos prego quo em outra quaiquer par-
te ; grande sorlimento dcchamalote, sedas
e paninhos em pega do todas as cores e qua-
lidades para as pessoas que quizerem man-
dar cobrir armages servidas. Completo sor-
timento de hlelas para vestidos espartilhos
para aeohoras, fazem-se umbellas de igreja e
concerta-se qnalquer qualidade de cliapoa
de sol: lodos osobjectoscima mencionados
89 vendem em porgSo e a retalho, por prego
que agradar aos freguezes vista da quali-
dade.
-- Anda continua-se a vender farinha do
reino, assucar, tapioca, e gomma muito al-
va a 80 rs. a libra, e tambem assucar refina-
do muito alvo a 100 rs. a libra, don; queijos
do reino, serveja da melhor, garrafas emeias
ditas, vinho do melhor que existe nesle lo-
cal, dito muscatel, en hyson. toucinho.ar-
rozdo MaiaritiSo, Utaa de graxa, manteiga
ingleze, eoutros muitos gneros do bom e
melhor por prego commodo : no pateo do
Carmo, vendada quina do beco da Bomba,
por baixo do sobrado de um andar n. 13 ;
tambem ha banba de porco muito nova.
g3^ Uvas excellentes do llamaraca.
Na ra estrella do Rozario n. 43, haver
sempre uvas de llamaraca para se vender por
prego commodo.
Vende-se um cab'iolrt em muilo bom
uso, com todos os seus apparelhoi: a fal-
lar com Jos Pires de Moraes, na ra da Ca-
deia Velba, loja de ferragens.
'Olan ap Bji.u.ij uiinbsof
usuran 'Sjputjl ap auinbsi ap uidZauus
ou : BJSMA OJiaqu|p aoaas apio |j oos'c p
'^eyi ap qoi-iej aouadng
Vendem-se 3 escravos de servigo d9
campo ; 3 negras com algumas habilidades;
1 dita de servigo de caTipo; 1 cabra, e 1 es-
pravo de mtia idade : na la Direita n. 3.
Jarros para flores.
Na ra da Cadeia do Recife n 64, vendem-
se jarros para flores, pelo diminuto prego
de 9,000 ra. g'randes, e 1,000 rs.os pequeos,
l.ivros em branco.
Vende-ae em casa de Kalkmann IrmBos ,
na ra da Cruz n. 10, livroa em branco che-
gados pelo ultimo navio.
Antigo deposito de cal
virgen.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedra,
liegada ltimamente de Lisboa:
tfimbem se vende potassa da ttus-
sia, nova e de superior qualidade.
4,ooo
Vende-se rap deLiaba. chegad
mmente, vindo de encommenda,
auparior, e respoosabilise-aepela qual.
na ru da Cadeia do Recife. loja de
da Cunta MagalMes, n 51.
Queijos de manteiga.
Na ra do Queinado loja n. 39, ..
se os bem conhecidos queijos de ma
do cerio do Ciriil.rouilo frescaea.
Vendem-se 100 espanadores muit
feitos, proprios para embarque : qu.
pretender aiinuncio para ser procurado
lo ulti-
cousa
dade:
J0S0
vendem-
teiga
bem
emos
to
Loteria do Rio de Janeiro.
AOS 20:000,000, 10:000,000, 4:000,000 ,
2:000.000 e I .-000,000 de ra.
Na loja da Viova Vieira di Ki I los, na ra
da Crdeia do Recife n. 24, ainda acham-se
a venda um resto debilteles cautelas da
23 loteria do theatro de 5. Pedro de Alcn-
tara : como bom novos bilhetes e cautelas
da 30. loteria do Monte Pi Geral, cujas lis-
tas esperam-se pelos vapores, da carrcir o
ingle*; oapresosao baseguintea:
Bilhetes M.00O
Meios H.0O0
QuartOS 5.500
OilaVos 2,80
Vigsimos 1,300
Sementes de ortalice.
Vendem-se gementes de ortalice, muito
novas, de todas aa qualidades, vindas de
Liaboa na galera Margarida: na ra da Cruz
do Recife, atrs do Corpo Santo 11. 62.
Casa de moJss francezas de Bues-
sard "Millocheau no aterro da
Boa-Vista n. 1.
Pelo navio francez Cont Roger, recen-
temente chegado do.Havre, recebeu um va-
riado sorlimento das ultimas modas escolla-
das por pessoa.de gusto apurado e vindo di-
rectamente, o que prometa vender mais
em conla. Ete sorlimento compe-se dos
ohjeclos seguinles que se faro palenle aos
comnradores : cliapeos de pall-a enfeitados e
ile seda para senhoras os mais lindos e ricos
i isMvi-l, chapeos de meninos e meninas ri-
cos enfeitos para cabega, turbantes e capel-
las, romeiras de bico, cabeges de bico e de
blondes verdaaeiros, mangas da ultima mo-
da, capolinhos de rede de retroz, de seda de
cores os nicos no Recife, luvas de pelica
moda nova, capellas e flores de laranjeira
para noivas, corpinhos o visitas ce bico
branco e preto, ricas capellas e llores ra lies
das ditas para enfeilar vestidos, ricos cortes
de veslidus de baile e de casamento, chales
de rede.de retroz de cores, Irangas e franjas
de todas as cores, plumas, um grande sorli-
mento de bicos de linho, rendas o bicos de
blonde, mantas de cabega para missa, pul-
ceiraa de lita de perolas e de fita de veludo,
gravataa de veludo, cambraia de linbo trans-
parente, leogos de dito bordados, camisas e
colarinhos para homem, grvalas de mola
para os mesmos, esparlilhos, Utas, Mantelo-
tes e capolinhos, toucados de 1.1a para se-
nhoras e meninos, baleasetc. etc. Recbe-
se regularmente loaos os Ogurinos de lodos
OS diario H molo. J- P.ri., f. MI
forme as modas chapeos, vestidos,toucado
e em geral o que uecessila o gosto da mo-
dista.
Vendem-se 2 esnoas, que pegam 1200
lijlos cada um, um alambique de nove ca-
adas, pelo tnodello dnChaptal, com mais
melboramentos,e que distilla 24caadas por
dia, alguns barris para deposito deespiri-
tos, urna prensa para eapremer quaiquer
qualidade de frutas, por ler as proporges
uecessarias; adiciona-sea quom comprar o
que pertence a destil?, um completo re-
ceiluario pr* licores eespiritos ; um ter-
reno ">" >30 palmos de frente e 200 de fun-
jo, promplo para se edificar : na ra Impe-
rial n. 125.
AtlengSo.
EHSo a venda 3 escravos creoulos; I cabra
de 45 annos, 1 negra de 30 annos, e outra de
26 ; todos robustos e de boas liguras : na ra
da Cruz n. 14, ou no pateo do Pilar, casa da
esquina, se dir quem vende.
Papel pautado para msica
Vende-so papel pautado para msica de
10,12 e16 paulas a 40 rs.afolhana ra do Ro-
zarlo eslreit 1 rsve-s 1 doQueimado loja de
miudezas n. 2 A, e na piaga da independen-
cia loja n. 5.
Vendem-se peles do marroquins do to-
das as cores a 1,600 rs., bandejas linas, fa-
cas e garios, coliieres do melal do principe,
machinas para caf, lodo o trem preciso
para cosinha, e muitas ferragens e miude-
zas que se venderSo muito barato : na ra
Nova loja de ferragens n. 16 de Jos Luiz
Peraira.
Barateirodo l'ecifi!.
Na ra da Cadeia do Recife loja n. 50, ven-
den-ge corles de magnificas sedas pretas,
lavradas, recentemente chegadas, corles de
chitas achamalotadas, manteletes pretos
chales de seda de cores, grandes e pe-
queos, mantas, de seda, sarjas pretas, lu-
vas pretas de torgal, e de seda de cores pa-
ra Sra., ditase seda, e pelica para homem,
grvalas pretas, coletea de casimira, rani-
braiaa delinho muito fina, ludo moderno e
bom, assim como outras muitas fazendas,
que alioco de dinheiro se veoiem por ba-
ralissimos pregos, beju como pannos azul,
verdee preto para casaca, palitos, e farda
de 4,000a|t,000 rs. o covado, dilos raescla-
dos para palitos e para acdbar a 1,800 rs. 6
covado, e cortes decasemira de cores a 4,000
e 5,000 rs. o corte.
Vende se urna parda com bonita figura,
moga, tem todas as habilidades ; urna- pieta
com habelidades, e lem um molatinlio que
esta criando; urna outra que cosinha e lava ;
e outra peifeita cosinheira, e eugomnia-
deira de prolissilo : na ra larga do lio', rio
n. 35, loja.
-- vende-se urna taberna com poucos fun-
dos, a dinheiro,ou prazo, com boa lirma, si-
ta na ra do Sr B. J das Crioulas por baixo
do sobrado de dous andares : a.fallar atraz
da fundiglo em S. Amaro com Manoei Fruc-
tuoso da Silva.
Fitas de velludo lizas, e abertas de
todas as cores.
Na ra do Cabugi n. 6 loja de miudezas
vendem-se filas de velludos de todas as lar-
guras, e corea com su'as compelenlea fivel-
las por prego muilo commodo.
. Vendem-se saccas com fari-
nha de Santa Catharina a 2,240
is. : na ra da l'raia da Santa Hi-
ta, venda defronte da ribeira do
peixe, n. 1.
Luvas de o da Escocia.
Na ra do Cabuga n. 6 loja vo de miu-
dezas, veirdem-se luvas de fio da Escocias
320ra. o par, sem mofo algum.
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NoPasseio Publiso n. 15, vendem-se
saceos com alqueire da iniltao, pelo barato
prego de 1,700 ra. cada um.
Vende-se um relogio de ouro, patente
inglez, do melhor autor, muito proprio pa-
ra algum martimo, por ser muilo forte e
bom regulador, muilo em conta, por ser de
goato antigo : na ra do Queimado, loja
n 10.
Vende-se urna mesa de amarello.com
7paltaoa de comprimento e 4de largura :
oa ra Relia n.16.
As mais superiores vela de car-
nauba, que tem apparecido no
mercado.
Vendem-se velaa do carnauba, vindas l-
timamente do Ceara, de superior qualida-
de. em c-lxaa de 33 libras, a 9,000e 10,000
rs. a caixa : na ra do Crespo, loja da es-
quina, que volla para a Cadeia.
Vinlio de Champagne,
e superior qualidade : vende-se no arma-
em Kalkmann Irmos Ra da Cruz, 11.10
l).'l>ii-llo Santos na llahla.
Vende-se,emcaaa deN. O.Rieber&C.,
1 ra da Cruz n. 4-lgod3o transado da-
quellarabrica, mult^Troprio para saceos de
assucar e roupa de escravos, por pregocom-
no ni.
Facas egarfos.
Na ra do Cabug n. 6 loja nova de miu-
dezas vendem-se faca, e garfea de cabo de
balango a f,600 rs a duzia, ditas de cabo
oit 1 vado a 3,000 rs. a duzia, tssim cumo um
sorlimento de coliieres de aoupa e che.
. Rifas fitaspara sinteirgs...___j.
na ra do Caliuga ... o I0| nova de mui-
lozas, vendem-ae ricaa filas de sarja de seda
para ainteiros de menino, assim como um
grande aorlimento de ditas a setinadas pa-
ra chapeos do Sra. por pregos muito com-
ino ios.
Na ra do Cabug vendem-se charuteiras
s 320 rs ditas mais pequeas a 240 rs. cada
urna.
Na ra do Capug* n. 6, vende-se marro-
)Uins a 1.500 rs. apelle.
Pentea de alizare de coco.
Na ru do Capuga n. 6 loja nova do miu-
dezas, vendem-se pentesde bfalo para ali-
zar a 3-20 rs., cada um, ditos para cocaber-
tos a 280 rs. cada um.
Ideas toucas de 13a.
Na ra do Cabugi n. 6 loja nova de miu-
lerss vendem-se ricaa toucas de Ifia chega-'
.las ullimamenlode Lisboa para Sra. e me-
nina a 2,000 rs, cada urna.
gullias francezas.
Na ra uo Capugi n. 6 loja nova de miu-
dezas, vendem-se agulhas raocezas ns. 1, 2,
3, 4, 5, 6,7,8, 9,10, a 40 rs. o papel, dltoa
muito fiues ns. 11,12,13,14, a 80 rs. o papel.
(Jarlas de jognr.
Vende-se na ra doCapug n.6, loja da
miudezas cartas para voliarelea 560 rs. oba-
ralbo.
O barateiro est em campo.
Na ra do Cabug n. 6 loja nova de miu-
dezas vendem-se bicos de largura de palmo
a meio a 720 rs. a vara, dito de palmo a 6t0
rs., editopouco mais estreilo 560 rs., as-
sim como um sorlimenlode bicos estreitos
por pregos muilo cooimodos.
Caivetes de 6 olhas.
Vendem-se na ra do Cabug o. 6 loja de
miudezas, caivetes com 6 folhas cabo de
cilio de veado muito finos a 2,000 rs.,
los de 2 folhas a 720 rs., lambem muilo
fin nos.
Riquissimas franjas, e trancas pa-
ta mantelete.
Na ra do Cabuga n. 6 loja nova de miu-
dezas, veodem-se franjas e Irangas pretas de
seda as mais ricas que tem apparecido, por
pregos muito commodos.
He barato que admira.
Vondem-se ricas franjas de bolotas pro-
r.nas para cortinados de cama e janellas a
4,000 rs. apega, ditas maisenferioresa 3,000
rs., dilaseslrajilas proprios para toalhas a
100 rs. a vara; na ra do Cabug n. 6 loja
nova de miudezas.
Linhas de carretel de aoo jardas
a 900 rs., a duzia.
Vendem-se na rus do Cabug n. 6 loja no-
va de miudezas, linhas em carreteis de 200
jardas a 900 ra. a duzia, ditas de 100 jardas
a ?20 rs. tendo todas as grossuras desde n.
161, n. 154.
Ol! que pechincha.
Na ra do Cabug loja nova de miudezas
n. 6, vendem-se luvas de torgal a 640 rs. o
.rar, ditas ditas a 800 rs.. ditos ditos muilo! Alian idega.
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Atten?5o.
Vendem-se na ra eatreila do Rozario D.
II, bolachiohas muito finas de leile em la-
tas do 8 libras a a retalho, vindas de Liaboa,
proprias para almogo de ch.flgoa em calda,
passas multo grandes, ameixaa de (res qua-
lidades muito peitoral, a na mesme se dir
quem vende 100 espanadores muito bem
feitos.
I'otassa americana.
--No antigo depoaito da cadea velha, n.
19 existe urna pequea porg.lo de potas|a
americana, chegada recentemente que por
superior rivaliaa com adaussia: vende-
se por prego razoavel.
liap l'ciulo Cordeiru-
recentemente chegado do Rio de Janeiro :
vende-ae ua ra da Cadeia do Recife loja n.
50, de Cunha AiAmorim.
Deposito de cal vra;em.
Conha & Aroorim, na ra da Cadeia do
Recite, n. 50, vende-se barra com aupe-
rior cal em pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos prego do que
em outra qualqner parte.
Arados de ferro.
Na fundigo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados do ferro de diversos mo-
delos.
Moendn superiores.
Na fundigo de C. Starre Companhia,
em S.-Amaro, acham-se venda moandaa
de canna, todaa de ferro, de um modelo a
conatruegao muito auperior
(Jasa de commiss3o de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de eommissao, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
o que se offerece muitas garantas
a seusdonos narua da Cacimba
ri. 11, primeiro andar.
Luvas de todas qualidades para ho-
mens e senhoras.
Na tua da Cadeia loja de mi udezas a. 17 ,
existe um completo sorlimento d.-ste gene-
ro que por ajgumas estarem principiande a
mofar, sondo engaita dinheiro, assim como
ha entre ellas urnas prela de seda emitan-
do a torgal a 640 r>\ cada par, que a vista da
qualidade se conhecer que nada pode baver
tSo barato.
Vnde-sn fumo da trra de superior
qualidade a por prego commodo : na ra da
Cruz n. 34, taberna.
Escravos fgidos.
5??
Grande sorlimento de madapol5es
muito linos e largos com pe-
quena avaria.
Vendem-ao na ni. do Ci.po, loj. ''-
quina que vira para a Cadea, madapolOes
muilo superiores o lardos com pouca ava-
ria a 3,500, 4,000, 4,200, 4,500, e por ser
pechincha se avisa aos fieguezes quo gostim
do boma barato.
(Ja-ses de quadros avariadas.
Vendem-se na ra do Crespo, loja da es-
quina que vira paraa Cadeia, cassas de qua-
dro avariadas com 81|2 varas n 1,00o e.1,280
ra. a peca.chitaa de cores lisas a bonitos
padrOes a 160 rs. o covado.
Esporas d'asso.
Na ra do Cabug n. 6 loja de miudezas
vendem-se esporas d'asso muito finas a 1280
rs. o par.
Micas fitas de veludo.
No ra do Queimado n. 16 loja de miude-
zas ha um completo sorlimento de fitas de
veludo, o qual ae vendem por menos prego
do que em outra quaiquer parte.
Cemento novo a 7,000 rs.a basrica.
Noarmazom de Antonio Aunes, no caos
supperiores com bolotis a 1280 rs.
Luvas de pelica.
Vendem-se na ra do Capug n. 6 loja 00-
vti de miudezas luvas de pellica muito novas
"ara Sra. a 800 rs. o par ditas muito finas
com palma a bololas a 1,600 rs. o par, ditas
para homam a 1,000 rs. o par, ditos de pon-
to inglez a 1,600 ss., ditas di las piolas a
1,600 ra.
juvas de.seda pela para senhora.
Na ra do Cabug o. 6 loja nova de miu-
lezas,vendem-se as mais ricas luvas de seda
He to barato,
Que faz animar ;
Quem vir a pechincha
Nao deixar de comprar
Na ra do Crespo loja da quina que vira
para a cadeia, vende-se panno fino preto,
3,0B, 3,500, 4,000 4,500, 5,000 e 5,500 rs.
o casado; dito francez muito superior, a
6,e0 rs. ; dito azul, a 2,600, 3,500, 4,000 e
5,0)0rs. ; dito verde, a 2,800, 3,000 e 6,000
rs.; dito cor de rap, a 2,600 rs
prea que tem aparecido para Sra. propriaSi It preta, a 4,800 6,000, 7,500 8,500a 10.000
uara a semana santa pelo diminuto prego de: ra, corle; sarja preta de seda muilo su-
1,600 ra. o par,a elles que se ealfio acabando. Dsrior, a 2,500 rs. o covado; merino preto
Luvas de seda preta para homem muilo bom, a 2,800a 3,200 rs. o covado cor-
1 les de
a 1,000 rs. o par.
Na ra do Cabug n. 6 loja nova de miu-
dezas vendem-se luvas prelas uiuilo-su,pe-
rioresa 1,000 rs. o par.
Acudam ao barateiro.
cassa chita muito bonitos, a 1,920
rs. ; e outraa muitas fazendas por prego
commodo.
Vendem-se ricos espelhos ,
com molduras douradas de 4 a 6
,iLiiuaiu wv uii.uiviiv. -
Na ruado Cabag o. 6 1oja de miudozas, ptlmos de altura; vinho cnam-
.
vendem-se thezouraa muito finas para coa-
1 ura 380rs., dilas ditas maiores a 400 rs.,
ditas Para unhas a 560 rs.
Farinha Fontana,
chegada ltimamente: em casa de J. J. Tas-
so Jnior, na ra do Amurim n. 35.
Cobertores de algodao.
Superiores cobertores de algndo de di-
ferentes cores, tecidos a dous fios, muito
grande, lem toda applicago em u ma casa d
lamilla., por si-rvir para meia de engom-
mado e forrar camas e mesmo para escra-
vos, pelo diminuto prego de 1,410 rs.: na
ra do Crespo n. 6.
No armazem da ra da Moda n. 15,
vende-se cal de Llfboa em pedra, a mais no-
va que ha no mercado, Chegada no correnta
mez, no bngue Laya ; assim como mercurio
loce em caixinhas de libra cada urna, tuda
ior menos prego do que em outra quaiquer
parte.
JNova fabrica de tamancos.
Na ra do Encantamento loja amarella, ha
um completo sorlimento de tamancos de to*.
das aa qualida les para ambos os sexos;o da
no doste estabelecimento promatte vender-
pelo menos que poder,alim de ag-jdar aos
seus freguezes; asseguraodo em parte algu-
ma encontrar melhor qualidade a nem mais
em conla os pretendeates pdenlo dirigir-
se a mencionada fabrica, ou na ra da Ca-
deia n. 17, loja de miudezas onde he o depo-
Yendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente ingles : na ra
da Senzalla Nova n. 4a.
MUTILADO
pagne de excellente qualidade a
40,000 rs. o cesto: na ra da Cruz,
casa de Avrial lrmSos.
Fumo em folha.
Vende-se na fabrica de charutos da ra
larga do Rozario n. 32, fumo de 1.", 2." e
3." aorte, em poredo ea retalho, conforme o
comprador quizar, e por mego que agradara
ao mesmo.
fiaratissiitio.
Vende-se um terreno na ra da Auroraj
aterrado, leudo fundo at a ra do Hospi
cio.efrente 55*palmos: tafhbem se vende
so a ra da Aurora : a tratar na praga da In
dependencia n. 17.
__Vendom-ae amarras de ferro: narua
da Senzalla Nova n. 41.
No escriplorio de Manoei Joaquina Ra
mos e Silva, na roa da Cadeia do Recife,
vonde-so por prego commodo cal virgem de
l.iaha ebegada no ultimo navio, bezerro de
lustro, mercurio, linha de Roriz.retroz, fe-
cliaduras do Porto, pannos a caseinlias
do Ua.
Vendem-se, por preco com-
modo, superior vinho do Porto ,
em barris de quarto, quinto e oi-
lavo : no armazem de Jos Joa-
qun. Pereira de Mell >, no caes da
Alfandcga armazem n. 7 ,' ou
com Novaes & Companhia, na ra
do Trapiche n. 34-
f-j nulo de Aaiitua a
800 rs.
Vende-se a historia de SimSo de Nantua,
a aoo ra. no livrari d pragada Indepen-
dencia n. 6e8. "
Vende-se mais barato do que em ou-
tra quaiquer parte, ricos manteletes pretos
o de odres: na ra da Cadeia do Recife,'-
ja D. 18.
Azeite de carrapato da fabrica de
Araujo & Fillit, no Penedo.
Acaba dechegar maisdestej conhecido
azeite, o mais proprio e econmico, para
uso lo candil-iros do sala, tanto pela sua du-
rag3o, como limpeza, e continuar a haver
sempre um depozito para suprimento regu-
lar dos freguezes: no armazem dej, J.Tas-
so Jnior : na ra do Amorim n. 35.
Lotera de V S. do Liv.ramento.
Aos 5:ooo,ooo de rs.
[N-i loja de miudezas da praca
da Independencia n. 4 y vende-
se um resto de bilhetes inteiros
meios, quartos, decimos e vigsi-
mos a beneficio de .\. S. do Li-
vramento.
Bilhetes inteiros 10,000
Meios 5,ooo
Quartos a,600
Decimos 1,100
Vigsimos i5oo
CHA PRETO.
Vende-se superior cha preto,
em caixas de 3o libras cada urna
em casa de J. J. Tasso Jnior, na
ra do Amoriiii n. 35.
Pechincha.
Na loja do Passeio Publico n. 15 vende-
se superiores! virgem, chegada ltimamen-
te de Liaboa, por prego muito commodo pa-
ra acabar.
Banana e goiaba.
Vende-se superior doce d'aquellas fru ras
do mais lino que ha : na venda da ra
da Cadeia do Recife defronte do Beco Lar
go n. 95.
.Moinhos de vento
com bombas de repuxo para regrar hortas
o bailas de capm na fundigo de Bowmaux
dr. M. Calhem: na ra do ltruin ns. 6, 8 e 10.
Grande sorlimento de fazendas
baratas
Panno fino preto a 3,000 rs ; sarja preta
despalillla, do superior qualidade a 2,500
rs. o covado; setim preto macao, muito su-
perior a 4,000 ra. o covado; al,iarca, muito
una a 610, 800 e 1,000 rs. o covado; cassas
de dores brancas, proprias- para corlioados
de cama, com 8 1|2 varas a 3,500 rs. a pega;
cassas dulas a 2,000 rs. ocorle; lengos de
cambraia de linho, para homem a 480, 560 e
640 rs.; riscado asaenfadoem metim, pro-
prios para ropa de meninos a 200 rs. o cova-
do, e outras muitas fazendas em conla : na
loja da ra do-Crespo o. 6.
Velas de espermacete.
Vendem-se velas de espermacete, em oai-
xinhas de 20 libras: na ra da Cadeia do
Recife 11. 48.
Vende-se lona americana de algodSo,
muilo encorpada, proprias para volas de na-
vio,rodas e denles pertencenles a bolinetes,
escovens e gollas ludo de ferro coado: na
ra da Cadea Velba n. 37.
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vnnde-seestecompendio, approvado pira
aa aulas de primeiraa letras, a 480rs.: na
pisca da Independencia, livraria n. 6 o 8.
-- Em 4 de margo do coTente anno, de-
sappareceu do engerido Primavera da co-
marca de Nazarelh, o escravo, preto, creou-
lo, de nome Severino, de idade pouco mais
ou menos 22 annos. bastante fulo, a quando
anda arqueia aa pernas para fra, estatura
regular, e reforgado do corpo: roga-se as
autoridades policiaes e capitBea de campo
de o aprehender e levar no mesmo eflgenho
ou nesta praca a Manoei Ignacio de Oli-
ve ira.
-- Desappareceu honlem aa 4 doras da
tarde a preta creoula de nome Floriana por
appelido i-'lor,levando vostido de chita azul,
ojtro de cambraia com palminha verde, e
panno Dno preto com relo, lem os signaes
seguinles : magra, de estatura regular, ps
grandes e compri ios, cor fula, olios aper-
lados, tem ninas nodoas de panno pela tea-
la, hombros estreitos e dobrados para tras
quando anda, sintura fina, e abunda empi-
nad,fui comprada da pouco ao Sr. Joaquim
Jos Barboza Lobato : quem a pogr leve-a
a ra do vlgario 11. 10, em casa deGuilher-
me dos Sanios Sazes, que ae recompensar
bem.
-- No dia 28 de fevereiro desappareceu do
engenho Cajabussu' o escravo ereoulo de
nome Mariano, bem prelo, altura regular,
com falla do denles, tem ar alegre, ha noti-
cia certa de ter seguido para a freguezia da
Escada, e ter ficado por ahi mesmo: quem
o pegar leve ao aterro da Boa-Vista n. 43,
ou no mesmo engenho cima que recebera
100,000 rs. de gratificagSo.
Desappareceu no dia 10 de margo um
molecote de nome Cardoso, que representa
ler 20 annos de idade, baixo, cheio do cor-
po, cor um tanto fula, n.io tem nenhuma
barba, tem urna especie de arislina nos cal-
canhares, levou camisa e ceroula da algoda-
zinho, chapeo de palha : roga-se aa autori-
dades policiaes, campanhag ou quaiquer
pessoa, oprendam e levem ao seu senhor
Sebastio Antonio Paes Belo, 00 engenho
Rodiro, ou nesta praga na ra das Cruzes n.
40, que sero recompensados.
Em principio do anuo passado desap-
pareceu o muleque ereoulo de nome Anto-
nio Caiana, representa ler 16 a 18 anuos,pos
e nulos gr mies,lincea e denles grandes,tem
em cima de urna orelha a dobra cortada, ha
prohabilidade de andar na freguezia da Es-
cada: quem o pegare levar ao aterro da Boa-
Vista n. 43, lera 100,000 rs. de gratirtcagEio.
Desappareceu segunda vez o ecravo
I.117, cabra, de idade 25 annos, pouco mais
ou menos, com os signaes seguinles: esta-
tura e corpo regular, com signaes de bexiga
no rosto, levou caiga e camisa branca, cha-
peo branco de castor porm nssdo ; suppoe-
se a 11 lar pelas praias do llio l)oc.o al Mana
Farinha : quem o pegar leve-o ao Caxaog,
em casa de Luiz Antonio Rodrigues de Al-
meida, que ser gratificado.
Sahindo o oaoleque Antonio, africano,
a vender tapiocas como ha costuma, no dia
terga-feira 6 do corrente, nSo voltou mais ;
levou camisa de ganga azul de manga curta,
e caiga de riscado rxo, a na cintura urna
correr decouro branco com Bvela. O tabo-
leiro he grande e com ps eoveroisado de
encarnado, tambem levou urna bandeja
grande preti, dentro do taboleiro levou um
llandres compri lo com caituxos de gomma
e beijs ; ha toda desconilanga que esse mo-
leque he deaencaminhado por alguemquo
Ine da abrigo, e por isso se faz ceitoquese
confirmando as suspeitas que ha aera essa
posso.i punida com a lei e pagar os diasde
servigo : portanlo pede-se aa autoridades po-
liciaes e capitSes de campo o prendara eo
levem a ra Augusta n. 33, lato sendo quo
seja pegado no bairro de Santo Anionso;
sendo n Boa-Visla, na Soledad*, junto ao
Sr l-'ori unso, ao alfares Joaquim Pereira Xa-
vier deOliveira que serio recompensados;
um dos signaes desse molequs he ser co-
roado
-- Desappireceu no dia 8 do corrente mez
de abril urna nagra Mossambique, de 1 o no
me Joaquina, com idade de 40 annos, pouco
mais ou menos alta, secca doorpo, levou
vestido novo de riscadindo azul e branco, e
urna miada de missanga no pescogo,tem pe-
la cara e bocea pannos branco*; nopeitoe
na lala lavorea de bolhaa (enfeite de aua
Ierra/1, andava vendendo ort.lice em um ta-
boleiro j velho com tala pregada nos can-
tos e urna Iravessa no meio do fundo por
fra : pede-se a todaa ss autoridades poli-
ciaes e capitSes de campo que o virom ,
aprendam e cooduzam ao largo da Trem pe,
sobrado u. I, ou na ra da Cadeia do Reci-
t, defronle do becco largo n M, que aa pa-
gar o seu trabadlo com geueroaldade. N.li.
esta eacrava lem em orna daa orelhas um
buraco grande de botar brincos pesados, e
veio do Aracaty ha pouco lempo.
f


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