Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03617


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Full Text
m
W
Anno XXVIII
Sabbado 10
a90 a snmoRipijlo.
PAOAMINTO ADIMfTADU.
fr trimestre............, 4/000
Por semestre .*," 8/000
Pul anno ........i ..... 15/000
PiaooiNTio outtmuTai.
For qu.rtel............. l/T'OO
toticiai do nrcnio.
P.r....'.' II de Marco .Minas... 4 de Marco
Maranhao 25de dito 'S. Paulo, i de dito
Cetra... 77 de dito. R. de J.. 25 de Jilo
Parahlb. 2 ir tbril llahia ... 3o de dito
das da iiKiHi. Auainroi tg.
5 Seg. S. Vicente.
6 Tere,'.iDlogines
7 Quart. do Trerat, S.
Epifaolo.
8 Qulnt. de Endoen-
cat-
9 Sext. da Paliao.
10 Sab. d Allelui.
11 Dojn. c l'asclioada
II- mu re, i i.
Julio di OrpM
i. e6.ii i0 borai.
I. vara do civel
I. e6. ao.meio-dla.,
Paunda.
. e 8. a le horas.
2 rara do elw.
. e sbados ao meio-d,
RtUcio.
Tercas e sabidos.
mnaiiu. .
Crescea te i 27, aa 5 borai e 41 miuutcs da t.
Chela a 4 aos & minutos da n.
Mlngoanteil, as hora e 41 minutos da I.
Nora i o, as 9 horas e 26 minutos da m.
riiuiBDi aOJlA
Prlmelra s 9 horas e 8 minutos da manbila.
Segunda s 9 horas e *2 minutos da tarde.
'" mu i

(leAI)ril de 1852.
N. 81.
DIARIO DE m PEMAMBICO.
vabtidai oa coaanos,
ia}na e Ptrahlba, is aegunda e seitas-
s.
RIofDrande-do^aorte, loda ai qulatas-felras
aenielo da.
Gamhuns e Bonito, 8 e 23.
BoifTiita, e Flores, 13 e 28.
Vicaria, s qolnlas-felras.
Ollajda, todos os diat.
OTIOIAl SaTHANOKIBAI.
Portugal II de Marco
Hespanha. 8 de dito
Franca ... 7 de dito
Blgica... 3 de dito
Italia...! 4 de dito
Alemania. 3de dito
Prussla ...3 de dito
Austria.. I de Marco
Sulsaa... 2dedito.
Suecla... HdeFevr
Inglaterra 9 de Muro
E.-Unldos 25 de Fevr
Mxico... 31 de Janr
California 21 de dito
2< de dito
Dinamarca 28 de Fevr Chili. -----.-----
Russla... >0 de dito IHuenos-A. 6 Be Marco
Turqua. i4 de dito [Montevideo >0 de dito
cavamos bb 8 db iBan.
SobreLondres, i 27 a 60 d.
Paria, 35
Lisboa, 90 por canto.
METAEl.
Ouro.Oncashesnanholas... ;T:7.T;
aloedas de 6/400 Tena.........
de 6*400 nov.........
de4/000...............
Prats.Patacoesbraslleiros.......
Petos ccHumnarios. ....
Ditos meiicanos.............
16/000
16/000
9/1 no
1/Ii20
1/920
1/800
PARTE OFFSCIAL.
icon.panhsrem a imagen, do Sr. dos
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 17 DE MARCO DE J
1852,
Ofncio Ao Eim. presidente do J>ar, re-
metiendo o requerlmenlo, em que Jos Pru-
dencio Pltancourt Impetra S. M. 'o I a gra-
, (a de Ihe perdoar a pena de degredo perpe-
tuo, que se acba cumprlndo no presidio le
Fernando, ou de Ihe couunutar esse degredo
pelo da nova provincia do Amazonas; alim
de que se digne de o lomar na consideraco
.que merecer, visto ter sido a senteoca que
Ibe linpoz semelhante pena proferida pela Jim -
, ta de Justica militar da provincia que S. Ei
administra*.
Dito Ao Exm. presidente das Alagoas, re-
coinmendando a expedien de suas ordens no
sentido de serem enviados para aqu, caso nao
srja.n mais necessarios naquclla provlucla, os
objectos coustantes da nota que remelle, as
quaes, segundo consta do officlo do director
das obras publicas, foram pelo engenbelroda
niesina provincia, Pedro Jos de Azevedo
Schrambick, recebidos pur empresliino ua
mencionada reparllcao.
Kola i as te n/ire o oficio cima.
Una bussola coin p, um nivel de agua.de
lalao coin p, una mira. Cowmunicou-se
ao mesmo director; e exegio-se uina nota dos
objectos por que lie respousavel Joaquim da
Fonseca Soares de Flguelredo, aAui de sollcl-
tar-se o pagamento.
Dito Ao cumulando das armas, inteirando-
o de bver o commandante do presidio de Fer-
nando felto regresaar para esta capital, no pa-
tacho Pirapama o anspecada da coinpanhia de
artfices, Joao Uualberto da Molla, por niio
serem mais necessarios os teus servlcos na-
Suelle presidio. Itespondeu-se ao tu......an-
ime do inesmo presidio. _
Dilo Ao 'mesmo, Iransmiillndo copia do
aviso do mioisteiio da guerra de 9 de feverel-
ro ultimo, pelo qual se determina, que o arse-
nal de guerra au Curneca plvora para fimal-
gumsem autorlsacao da presidencia e requi-
slcao do cominando das armas, ou de autori-
dades da guarda nacional, e para que asslin
se observe devolve o pedido que acoinpanliou
o oficio do mesmo commando de i3 do cor-
rente, que responde.
Dito Ao chefe de polica, communicando
que o inarecbal commandante das armas de-
clarou que o alteres Manoel Carneiro Maclia-
do Freir nao pude comparecer boje nessa
rrparlico, conforme S. S. requililou, em
consequencia de se achar actualmente desta-
cado na cldade deNazareth.
Dito Ao mesmo, aecusando recebldo o
officlo, coin o qual S. S remetiendo dous
que Ibe dirigi o carcereiro da cadeia desta
cldade em 14 do correte, solicita, que seja
ouvido pelos canaes competentes e official que
coinmandou a guarda daquella priso em o
referido dia, sobre os fados, de que he argi-
do pelo mesmo carcereiro, e declarando que
S. S. em ra.iio de seu cargo, pode informar-
se da maoeira porque he feito o servico da
referida cadeia, bem como requisliar, ou dar,
as providencias que julgar compativeis coin a
polica da prlso.
Dito -- Ao juii municipal da I", vara desta cl-
dade remeiendo o auto de visloria procedida no
cadver do sentenciado Hcuto Jos Alves, que
falleceu no presidio de Fernanda, no dfs l& de
fevrieiro ultimo. Bcspundeu-se ao com-
mandante do mesmo presidio.
Dito Aojuiz municipal c de orphaos do
termo do lloolto, aecusaudo rrcebido O oftlcio
em que, eipondo S. uic. as difnculd.des coin
que lula quaudo tem de oftici.r acerca dos
interesses dos orphaos, lembra ao mesmo
lempo a creaco dos lugares de curador geral
e de promotor de capelln e residuos naquelle
termo, e declarando em resposla, que para
remover tars uiBiculdades deve s. inc. obser-
var a ordenado que ibe serve de regiment e
mais lel> e iuiruc(des relativas aos orphaos;
seudo de esperar que estes inelhnrem de sor-
te, se S. me. empregando o seu zelo por elles,
nao cousenlinda, em que sej.in lesados, pro-
ceder coutra quein de direilo fur no caso de
omissao ou fraude; o que dever comee.r
pelos empregados do mesmojuizo, se nao pre-
encherem os aeus deveres, cumprlndo que
imprrgue tainbem as diligencias precisas pa-
ra recolherem-se thesouraria da f zenda os
dlnhelros pertenceoles aos orphaos, cojos de-
vedoresnao podem g.ramir-lhes as vantagens,
que llies ollerecer a mencionada tbesourarla.
Dito Ao inspector da thesouraria da fazen-
da provincial, duendo que, no sendo, suMin-
enles as Infurmacdes prestadas em sen oflicio
de !.') do crreme, acerca do pagamento da
porcentagein ao juii dos fetos da fazenda pela
divida do ex-inspector Joao Baplisla Pereira
Lobo, enni|Me que S me. lofonue qual a le-
Sisl.fi" provincial, que autorisou a percepfo
a porcentagem de que trata a certidoque
veio anoesa. ao dito officlo, e no caso de ser
essa autor isaco urna referencia ao que estiver
determinado pela Irgtslacu geral, qual a ra-
zio porque se rege a mesma thesouraria e os
empregados do julio encarregados da cobran-
ca judicial de suas rendas pelo decreta de 22
de Miembro de 1785 citado na dita certldao.
e nao pela leglslafo vigente, que regula a
distribuido da porct-ntagem, dandn-se o por
ceoto das quaotias elle envanente recolhldas
ao cofre da fazenda, divididos pelos empre-
Sados na proporco esiabelecia pelo art. 16
3 da le de 29 de noven,bru de iS4l, ficando
&. mena inteligencia dequeassim se devepra-
ticar, nao bavendo le provincial que deter-
mine o contrario, at por nao ser applicavel o
decreto de 1786 purcentagem que a fazenda
paga aos empregados do juizo, nem quando
o fosse serla axequlvel no sentido de se dedu-
jlr por lotelro a porcentagem, como se prati-
cou respello da divida de que se trau.
Dito Ao mesmo, para mandar fodemni-
sar a thesouraria da faienda da quanlia de
35/880 rt. em.que segundo a conta que remel-
le, importa a despea da s-lva de 21 uros que
teve lugar em o i do. crreme, por occaslao
da abertura da sesso da assembla legislativa
provincial. -- Comunlcou-se ao tuarecbal e a
thesouraria de fazenda.
Dito -- A cmara municipal desta cldade,
dlzendo que para poder resolver a duvida que
occorre sobre o Individuo quein compete o
exercicio do cargo de juii de paz do dislrlo-
to da freguezia de S. Aolonio, he necessarto,
que a mesma cmara, aieui do que consta de
seuullicio de 8 do correle, Informe se liouve
deliberacao, declarando dispensados u : e .(
juizes de pas, e mandando por liso juramen-
tar os Immcdalos em votos, epocaso affirma-
tlvo, em que dala lol tomada essa deliberar
cio.
Dito Acamara municipal do Pao da Albo,
dizendo que, visto nao se ter feio no lempo
marcado por le a reviso da lista dos votan-
tes da freguezia da Gloria, pertencente aquel-
le municipio, deve-se proceder quanto antes
'a referida revisto, providenciando a mesma
cmara cerca da subslilalco do Julx de pa
Caeteno Correa de Amurlm, que se ach im-
pedido, na conformldade do artigo da le
de 1 de agoslo 1846.
-JDEM DO DIA 18.
Offlcio- Abominando das armas, para man-
dar por em llberdade o recruta Joao tlapuiia
da Silva, visto ler sido Julgado, pela junta de
sanie, iucapai do servir" militar. i-ominu-
nlcou-seaochefa de pulida, para fazer cons-
tara auloridade que o caplurou.
Dliom A'theieuraria de falcada, traosmit-
tlndo o aviso de una lellra na iinportaqcia de nicou-ie so chefe de policii o 10 JuliJeleg- ] p<
800/000, sacada pela thesouraria de fazenda da du da meatna freguetil. |Pl
provincia do llio Grande do Norle sobre a desta Dito. Ao mmuio pira minilar postar ig
ea favor de Antonio Benlo da Cosa. Parll- umi guardi n0 theilro du S. Fnncisco as pat que toda a forrji, da que for compusta
clpuu-se ao Exm. presidente daquella pro- n0teS, emque lili houverem espeticuloa. plnda desie da acornpsnhe no immedia-
que tem de r trasladada pan a cai.Comaiunicou-se ao mesmo director,
matriz da Bm-Vista, mas tambem
' Inteirou-rje ao chefe de polica. llo,a procissJo do mesnoSr. ; Picando a-
lniii. A Utos luraria de fazenda dizendo/quvleconiaiada certo dequo tiesta dita ge
vincia.
Dito A' mesma, Intelrindo-a de haver o ,
luis municipal do termo de Santo Anlo, Gas- I
par de Meiieies\asc(.ncellosd.-Drumond, par-que, avala de sui informado pode min-, oflftiaio commsndanie superior da guarda
ticipado que se acha no exerelelo da vara de di- dar entregar ao priineiro lenle Joo Ein- nifljooal deste mutncmio pan mandar por
relio daquella comarca, em consequencia do gelists Nery di Fooceca, commandanto no- a|oa diopostclo a primeira e segunda li-
impedlmenlo do respectivoJulz. Cominuni- j metdn di colonia de Pimetil-iras, l quintil gitfcl da mesms guarda oacional. e bem as-
cou-se ao Exm. presideote da relaclo, e res- de700,000 rs que requiaitou pira as des- aim as pracas, que forem necesaarias para
pondeu-se ao un sino julz municipal
Dito A' mesma, counnunicando que ap-
provou o contrato que, srgixpdo partlclpou o
inarechal commandanle das armas, pretende
asar para continuar no servido do eaercilo por
uais.iuairo aonon, o prlmairo aunaailn do no-
no balalho de infamara, Joaquim Jos don-
calves e recominendando, que mande pagar
ao referido sargento, de conformidade coin as
ordens da presideuclt, o premio de I50/n00,
que Ihe fol arbitrado pelo mesmo marecbal.
Inteirou-se a este.
Dito Ao commandante superior da guarda
nacional do municipio do Recife, Inteiraodo-o
de baver, de conformidade coin a sua Informa-
cao, deferido o rrqueriinento, em que os nego-
ciantes James Crablrec ai Companliia pediain
dispensa do servico da guarda nacional pan
seus caixriros Francisco Vicente dos Santos,
Joao Felippe dos Santos e Manoel Vctor de Je-
ss da Molla
Dito Ao chefe de polica, dlzendo que, pa-
ra poder salisfazer o que exigi a assembla le-
gislativa provincial, laz-se necessario que S. S.
informe sobre o numero de escravos esporta-
pezss da mesma colonia, sendo esli quin- oservico di guarnir,
til deduzili tln crdito para esie fio cotice- mo mez. Olllciuu-se rn-sle sentido ao re-
uarnlcSo no da 26 do ines-
icinu-se ueste si
dida no corrente exeroicio. jferldo commin lante superior.
Hito A mesma trinsmlttindu por copia I Dito. Aa mesmo ipproviodo O contrac-
copia o avuo do -miaiiUrio di jutUaj* aW toque Brotende fizar o furriel do quartn
de fevereiro ultimo; no qual se communi- bitalhSo de arihilha ia ip, Francisco K-
ci, que o bacharel Manoel Jos da Silv Nei- duardo Benjimim Tele, para servir por
va fura noneido pin o lugir dejuiz de di- mais oito anuos ooeiercilo, e prevenin lo o
reilo da commarca do Brrjo, edeclanndo,: de htver olllciiJo thesouraria do fazenda
que nos termos do citado aviso expedio or- pin, de conformidide com is ordens da
detn ao referido bicbsrel pan enlar quinto presideocii, man Jar abonrao referido fur-
intes no exercicio do mesmo lugar indo- i riel i gritiucicSu de 280,000 r. que Ihe foi
pendente de carta, qual deveri ser ipre- proposta por aquello cominindo. Neste
seotada no praso de 3 ineies. Neste aenti- sentido ofllciou-se i mesma th souraria.
do lizenm-se convenientes communici- Dito. Ao mesmo pm fazer eonstir ios
edes. olllciaes njeocionadosna nota, que remelle,
Dito. A mesma communicando, litn que devem pagar ni recebedorii de div-'r-
de que far,i constar io inspeolor di alfande- sis rendas os direilos e emolumentos) da-
ga e ao administrador da mesa doconsula- clarsdos na referida Cota, e apresentsr ni
do, haver o cnsul de Frinca participado srcrelaria da presidencia os respectivos co-
que, durantes viagem que elle vai fazer a nheci metilos; para que possim gozar das
Europa, temo rospeclivo Chanceller, Cas- licencis que, pela leparttcSo da guerra, mes
gundo declara o director das obras publi-
doa para fon da provincia dejulho do auno !quet, de entrar ni exercicio das funeces foram concedidas em aviaos de 31 de janei-
passadu al o presente ; e bem a.iim (obre os
que lu a.n despachados em igual lempo no an-
no li n i ni ei i n prximo lido, coin declaraco do
saio, Idade e naluralidade de taes escravos
51 A^ ju r;.ator da urna deJusVica, cid..pela th .durar,, de fazenda da pro-
...nsniiitindo par. aeren, rel.t.dos em se.so vincia do Rio Gran Jo do Norte sobre a desti
da mesma junta os procesaos veibaes dos sol- e a favor de BirroClot l'inhetro.- PartlCI-
dados do prlmelro balalhu de infamar!. Joao pon-so Ex til. presidente 'aquclla proviu-
Alexandre Lopes e Joaquim Jos Leandro.
Communicou-se ao commando das armas.
Dito Au Inspector da thesouraria da fazen-
da provincial. Como Joaquim Jos Pinto Gui-
inares, foroccedor de medicamentos para a
ei le ni ii 11 da cadeia desta cidade tlvesse re-
querido (ni abril de 1819 o pagamento do seu
fornecimento desde 3 de deiembro de HM armas.
at 2dcdezembro de 1848 na importancia de I Dito. Ao chefe depolicia enviando por
7:529f<4'irii oude 3:888/318 ris por ter con- copias os decretos de 13,18 27 de feverei-
tralado com condico de um .batimento ro ultimo, pelos quaes foram amnistiados
d'aquelle consulado. ro b 48 de fevereiro deste ano, pars-conli-
D.to. A mesma transniiltindo o aviso de ttnuarem residir n'sti provincia. Com-
duas lelras na importancia de 5:162,665 rs., muoicou-sea thesouraria de f.zends.
Nula a que se refere o of/lcio a cima.
Capituo Sjbastiiio do Reg Barros.
Sello *.00.
Emolumentos 13.000.
16,000.
Tenante Manoel l'orrotra d'AImeidi.
Sello *,'>00.
Emolumentos 12,000.
16,000.
Dito. Ao mesmo remetiendo cpit do
viso do ministerio di guerra de 8 do ccr-
Dito.Ao juiz relator da justica retnelten-
do, para ser relatado em geailo da misma
jimia, o processo verbal feito ao soldado do
dcimo bal.lh3o de infantsria Jos Ferrei-
ri. Commuuicou-se ao commando das
Dito.Aojuiz munici.ial do termo de Car
'i.r inleiranilo-o de haver por despacho
desta dati mmdado pagar Pedro Ribeiro
da Silva a importancia do lluguel da casa
que tem servidode quartel o cideiad'aquel-
11 ni I la desde 8 de nuvembro de IH49 a ra-
zo de 6,0o1' mensaes, e ordenando-lhe
que logo que este recelrer, faca transferir
o presos n o qui'tel pan i casa que pira
esso lim fui cmprala em 1850 i Antonio
Leile, propondo as iltericOes e reparos ne-
cessarios, pan que ella possa tambem ser-
vir pan os trabalhos da cmara municipal
e do jury ; e mandando logo entregar ao re-
ferido Pedro Ribeiro da Silva a casi que
Ihe fon slugadi.--Commnnicou-se i res-
petiva cmara municipal.
Dito.Ao procurador liscil di fazenda
provincial dlzendo que para resolver cer-
ca do que Sroc. requisita em offlcio de 17
do correte, faz-se necessario que Sin, de-
clare quaes is despezas judiciaes que a Ihe
sumaria da fazenda provincial paga idian-
tadimente, e em quanto imporio metisal-
mente taes despezas, termo medio.
Dito.Ao director das obras publica dia
zendo que para poder salisfazer a exittenci-
da assembla legislativa provincial fiz-se
necessario, que Smc, informe se foi ou n3o
execulidno art. 39 do orcamenlo provin-
cial vigente, relativamente ao melboramen-
todo Rio deGoianna, remetiendo qualquir
pleno ou orciiinentu, que a tsl resaeito pul-
sa existir no archivo da reparticSo a seu
cirgo.
Dito.Ao comonndantesuperiorda;guar-
di nacional do municinio do llio Formoso
lulorisando-o vista de sua proposta, a eu-
cirregar ao tenenlec ironel Jos Antonio Lo-
pes do commando inteiiooda primeira le-
glo da guarda nacional sol seu comman-
do superior.
Dito.Ao commmdanle da colonia de
Pimenteiras.Cunviiido dar comeen quin-
to antes fundicSo da colonia militar de
Pimenteiras creada nesta provincia, ordeno
i Vm. que sniii demora siga para a meama
colonia, levando comsigo as pracas que se
lom engajado como colonos, e queja man-
de! por a sua disposicSo Logo que Vaic
all chegar me dan parte circunstanciada
do estado em que se achar a colonia, requisi-
tanlo as providencias, que necessarios fo-
que he preciso que ulguoin Ibe faca tita
tr>ba,lho.. .
O Sr. Mariiru Pereira.Como o nobre de-
puialo t.ivez ?....
O Sr. Florencio :--N8o duvido ; eu msmo
j oonfessei iqui, que no sou dos miis il-
lustrados j mu tambem declaro lo nobre
depulado, que n,1o emendo os meus discur-
sos, que elles siteos tal qual.os tenho pro-
ferido, e nSo sei se todos sssim pnticam....
Voto contraa emendi, quero toda pulili-
cidade mas quero tambem que Isso seja
feito com toda a li leltlade.
O Sr. Correa de Brillo: Sr. presidente,
aem que queira eu icompinhir i diieussSo
na direccSo, ao meu ver um pouco tortuosa
que ha tomado, levanto-me lmenle para
emittir o meu fraco juizo acerca da emenda
em ili-i'ti--.in ; eprocurarei faze-lo de modo
que justifique o meu procedimento quero
dizer, que justifique o voto que tenho de dar
contra mesma emenda.
Sr. presidente, em todos o piizes livr s,
e em que os parlamentos discutem e debi-
inm, essis discuisdes, esses debates sSo pu-
blicados nos jornaes, e de ordinario nos jur-
naes mais acreditado), mais I idus, para que
s ideias emittida nos debatea e discussoes
sejam cotilleadas, sejam apreciadas por to-
da a gente...
mSr Depulado : Mas essa publicacSo
uil i he paga...
Otiros Sri. duputadoi .'He paga...
Sr. Correa di Hrilt-j : --Toda a genle que
se da loitura do que se vai pasaando pelo
exterior, sabe, o quinto foi mal icolhid, e
mesmo censurada, i medida que acabo de
lomar Luiz Napolelo prohibilo i publi-
cacSo dos debites que liaj.m de ter lugar no
parlamento fraucez ; um ii la que foi cunsi-
dendi como denunciadora das dispoaicOes
e-n que est esse huniem (litis respeitsvel
por mullos ttulos) de, para asslm dizer,
arrostrar i opimilo publica, e levi-la do ven-
ida ... '
O Sr. Carneiro da Cunta : NSo ipoiido.
OSr. Corren di Brillo :--Sr. presidenta, o
oobredoputaloquoacab.de fallar, disie,
que quera contiouasse publicicSo dos
irahilhos, ou dos debites desta casa ; mas
que o quera de modo que a nenhum depu-
lado fosse permitirlo rever o seu discurso,
retoca-lo mesmo. 1'ermilta-me o nobre de-
pulado que eu Ihe observe que, para se con-
seguir islo, fora preciso revogar um artigo
Dito. Ao mesmo en van lo copia do avi-
irren-
Jos
no
excret de director do hospital regimeolal
. desta provincia, alientas as Vantagens que
resci.no de >r870/84 e 307/1*0, relativo o provincia, sahmdo da ue 10 000,000rs.de- u.ihi resu,um, especialmente nao luvendo
arneclinemodeadeSOHedeembiodeUlSat signa la para a referida barca, e conlmuacao aj||ja delegado do cirurgiSo-mOr do
i de agostode 1810, aprsente ocalculo do que do caes da ssgracSo n'aquella provincia.-- ef,rcj[u Ramelleo s i igual copia a tba-
lendo em vala a con- Igual copia remelteu-se a thesouraria de fa- tour|la je fazenda.
ra ae considerar nos termos de entrar em um* lempo que se requisitas ao Exm. Sr. mi- ministerio da guerra de 8 do Corr
relaciodecredoresdeexerciclosHi.dos,Jepen. njlf0 Uo fajeada a eipedicao das conve- ual so declara que o doulor Ji
dente lmente devolacao de fundos pela as- neniM ordeus para que ossa somma. bem SJani.ln Romea deve a-r conservado
'^^^^^'V^,^^^ -mo a que se dPBSpedeu com construc- *- ^SSL^SSJSTSSU
dr.'n.r......?,9|0...W.O. e o.c O mesir,a b.roa Wjam
i abonadas esta
PERNAMBUC9
cl.l.Uutro.im remen, copia Ju conir.to que. repsriicao da mal
i'/ c iih ti mi(licai.lt! e cun o aciual l>iruecc- ,. ,
^informando sea este ,e deve .Igu.n for- JelTO ultimo, em O qu.l na
necimeuio, e de qu.nto tempo, e tenda enf vis- mina qu soja levantada a vn
se deve ao supplicaute,
dlcao do .batimento de55 por cento p.ra ser zenda,
tudo presente ass-mbla legisUiivaproyiin-| U|.u._ Ao mesmo remetiendo por copia
marinha de 14 de
nao so so deter-
iuva Machado &
ta que nao cajhvin ao servico publico, nema Filhos'a flan'ca que prestaram a llm de po
parte inieressad. a demora da aprescnl.co deiein roceber mader. que Ibes havia si-
das cootas relativas a esse objeciu c do seu pa- doappreheiidtda, mas tambem si provine,
gameuto. que foi negada a licenca que a mesma viuva
Dito Ao mesmo, transmittlndo copia das 4 ||hospediram.para continuarem a cuitar
clausulas e orcamrnto. qui approvou para a y provnc, e dts A||,g0.S IS
construccandeu.uacudenav.il. de Caruaru, /...., >u est.hn-
aliiu de que ponha essa obra em .rre.n.l.cao. mauira,
Communicou-se ao director das obras pu- locimoiilo.
bllcas. Dito Ao mesmo dizendo ncar inteira-
Dito A' cunara municipal do llrejo, dlzen- do do contracto que S. me fez com o mestre
do que com o offlcio de li de fevereiro ulli- ,],, htale Espadarle par. a conduco de 57
n.o i-, echen com. documentad, d. receil. e .Mrri< ,, plvora remellidus pelo arsenal de
despei. daquella cmara, relativa ao auno fi- guerri d, COrle para a provincia da paralli-
nanceiro municipal de 180O-180I, bem como o reme,,euj0 um 0m,ci dirigido ao Exm.
orcamenlo penencent^ a^de^So 1-1852. pr,Jenle .,,,, pr0vinci., lim de
Offlcio- Ao E.in. presidente do Maranhlo, que o f.ca conduzr pelo referido mestre. e
aecusando recebidos os dous exemplares, que rocoiumeii Jando liiislinenle a remessa dos
S. Esc. remetieu, dos actos legislativos daquel- volumes destinados aa provincias das Ala-
la pr&vlncia, promulgados em o auno pas- g0as. Par* e Msranhao. Neste seulido olli-
aado. ciou-so ao mesmo presidente.
Dito Ao mcsmojairemclleudo dous ""-: Dito. Ao capilSo do porto traosmittin-
plares do relatorio com que o I. TOJN do r copU |iin u9 que ,enn publicida-
e^^poVr:rer,..?;:em.d^n.q.Uber.bed" }, um. n'ot. que ro.elleu o Kxin ire-i-
sess.oordin.ri.da.sseu.bl. legUlativa des- dente da provincia de S. Pedro do Sol, cun-
ta provincia no corrente anno, fez entrega no leu lo as dlmensOes e mais esclarecimentos
dia o deste niezdaadmiiiislraciio da mesma pro- relativos ao pharol de ferro collocado na
vincia. Ncate sentido offlciou-se a todos os barra do Rio Grande, o qual prmci piou-sn a
presidentes de provincia. aceender 1111 noito de 18 de Janeiro ul-
Dllo Ao Kxui. presidente do supremo trl- (1|no
bun.l de Justica. enviando as reipoatts que den Qreolot do ,r8eni, ,je guerrl
ti$&$^^?:&AnZ concdanlo, au.oris.cao que ped.o par.
Esc. Ihe dirigi por intermedio da presidencia, despender a quantia de 326.180 rs.com .
Dito Ao comm.odo da* armas, Ir.nsmil- com,ir. de baetllill, I Un de po ler, lulo SO
lido copia do .viso do ministerio d. guerra fornecer o pedido, que devolve, do com
de30 dedezembro ultimo, communicando ba-mandante da foil.lezada Bru O, como lam
Dilo. Ao mesmo para mandar postar
ASSEMBLA PROVINCIAL.
SCSSA BU 6 fu; All.II. ni, ift.ii.
Presidencia do Sr. Pedro Cavaicani,
{ConclusSo.)
O Sr. Paes Jarreto proau-iMa-se contri a
eipenJa, fizendo ver as vantagens que resulta
. ,. L'l|llllili| I .I' un s aa ,1 in
um. guarda de bonri em frente do theairo da liubncaej0 doJ discursos.
ver-se expedido as convenientes ordens, ahjii
de vir para esta provincia, a reunir-se o res-
peclivo corpo, o capito do quarto h u 1ll1.n1 de
.11 iilliaria a p, Aioaudre Gomes de Arglo
Ferto, que se .chava addido 10 primeiro de
inf.otaria.
Dilo A' tlie ourari. de fazenda, intelran-
do-a de haver prorogado por m.is qu.renta
di.s Iicen9ac0.il vencbAentos, que fui pela
presidencia coocedid. a8")uii de d.relio da co-
marca du Pao d'AIno, Joao Paulo de Miranda,
para tratar de sua s.de. f izer.m-se as con-
venientes conitiiuniocdes.
Dilo Ao julz rel.tor d. junta^de justica,
tiansmttindo, para ser relatado em sessao di
meama junia,-o processo verbal felo ao solda-
do do nono batalhau de Infamarla, Flix Lopes
Pelchior. Coin.nunicou-se ao coinuiaudo das
armas.
PortarlaGonsiderando vaga a cadeira de
pri.ueiras letlras da Fatenda (i-ande, visto ba-
ver o respeclivo professor, Antonio Florencio
de .arv 1II10 Ametista, abaudon.do a referida
cadeira ha mais de dous annos, segundo coos-
lou de inloin icao da cmara municipal d. vil-
la de r.c.r.i e do director geral da iostruc-
ciio publica. Nesie sentido lucrain-sc as con-
venientes couiinunlcacdes.
iih;m do da 22.
Ollicio Ao Ex. presidente do Rio Gran-
de do Sul secusando recebido dous exem-
plares, qiie S. Ex. remetteu, das lela pro-
mulgadas na segunda sessfio da quarta le-
gislatura da assembla d'aquella provincia.
Dito. Ao commando das armas dizendo
que visto, segundo a sua informacBo, po ler
ser augmentada com mais urna palrulha a
Torca destinada para o servico das rondas da
freguezia do Recife, haja de oxpedir neste
sentido as convenientes ordens.--Ccmmu-
hoiii os que furem occorreodo pertencen-
les Ss de mais fortalezas da provincia.
Dilo. Ao juiz de direito Alejandre Ber-
nardinodos Beise Silva Iransmilliudo urna
por11 na, que por intermedio ds presidencia,
Ihe foi enviad! pelo Exm. presidente do su-
premo tribunal de justica, devendo S me.
enviar a sua resposla a secretaria da mes-
ma presidencia Neste sentido ollicidu-se
aos juizes'de direito Custodio Manoel d. Sil-
va GuimarSes Joaquim Manoel* Vieira de
Mello Francisco Elias do Bego Dantas -
Manoel Teixeira l'eixolo Caetano Vicente
d'Ameida Jnior -- e Manoel Mondes da Cu-
nta Azevodo.
Dito. -- Ao juiz niuiucipil .da primeira
vara desta cidade remetiendo, por copia,
o decreto de 13 de fevereiro ultimo, pelo
qoal fui perdoado a Leandro Cesar l'aes Bar-
reto a peno de gales perpetuas, que Ihe fol
Imposta pelo jury de,t. cidade um 18*9 por
enmede lebeliiao uest. provincia.
DEM DU DIA 23.
Offlcio. Ao Exm. bispo Diocessoo in-
teiraudo-o de haver submetlidoa conside-
racSo da assetnula legislativa provincial,a-
flm de que esta resulv. o que lor conve-
niente, o ofJJco em que S. Exc. Rrm*. soli-
cita, q je sejam dispnsanos do pag.manto
do imposto ti' dcima os predios do p.Ui-
inonio do seminario episcopal d'linda.
Dilo. Ao commando das srmis recom-
mendando a expeJicio de suas ordeus, nSo
saPmdeque m.rebem para a frente da
igreja do Corpo Sanio no dia 25 do corrente
as 5 horas da larde um balalho de primei-
ra .linha e os ofliciies dos dermis corpos
de S. Francisco na noita do dia 25 do cr-
reme, aniiiv 'rsirm do juramento prestado
constitui(2o do imperio.
Dito. A thesouraria de fazenda autori-
sando-a, de conformidade com a su. infor-
macSo, e em vista do orcamenlo que remel-
le a mandar entregar ao director das obras
publicis, a quantta de 755,120 rs. para a
pintura da paite interior do p|l sidencia, devendo a mesma quanlia sor tira-
da da somma consignada para reparos de
edificios em o presente exercio. -- Commu-
nicou-se ao tefendo director.
Dio. A mesma inteirando-a de hiver
approvado o contrato, que segundo com-
municnu o marechil com mandante das ar-
mas pretende fazer o paisano Vicente Fer-
reira da Silva para servir 110 exerc tu por 8
aiinus, e recommendando que mando abo-
narao referido paisano, de cotiorinid.il-
com as O'dens da presidencia, a grattlica-
c3o de 180,000 rs. proposla pelo mesmo
marechar. -- Communicou-se a este.
Dito. -- A mesma communicando, Hm
de que faca constar ao inspector da alfan-
dega o ao administrador da mesa do con-
sulado, que S. M. I., segundo c.1 iistou de
aviso do ministerio dos nogocios ealrangei-
ros de 28 de fevereiro ultimo, bouve por
bem conceder o seu imperial beneplcito a
nomeacao, que o cnsul geral do Chile na
COrle, conferio ao subdito portuguez, Del-
fn dos Aojos Teixeira, para exorcer interi-
namente as funccOesde consol d'aquella re-
pblica nesta provincia. Inteirou-so ao
obefe do polica e ao c.pilSo do pono.
Dito. Ao director geral di instruc(Sn
publica int-irando-o de haver, de confor-
midade com a sua iiiforinaco, deferido 0
requerimenlo, em que os prufessorerdo
int'UceSo elementar Manoel Fortunato a'p-
liveira e Mello, e Francisco Jos da Silva Pe-
reira, aquella de Cruangi e este da Varzea
requereram permutar as respectivas cadei-
ras. -- Neste aentido fizeram-sasjvs necessa-
t'tas Commuiiicates.
Dito. Ao cummandinte superior da
guarda nacional do municipio do Becife in-
lelrindo-o de haver espedido as convenien-
tes ordens 10 director do arsenal de guerra,
para que, iios forneca. por empiestimo,
as 50 armas do adarme 17 pedidla pelo com-
mandanle interino do quarto batalnSo eob
sen c 111,tu nido superior para a parada do
dia 25 do correle, mas tambem o arma-
mento e corrame que que S S. bouverde
requisilar para as prac.sque tem de"fazer o
servico da guamico nesse da e no antece-
dente Ulllciou-se neste sentido ao men-
cionado director.
Dilo. Ao inspector do arsenal de ma-
rinha para nomear um guardio para servil
abordo do brigue etuiia Legalid.de. em
substituido de outro que foi remeltido para
Corle. Cummunicou-se ao comman-
dante do mesmo bogue escuna.
Dito.A Ihesoursria da fazenda provin-
cial auloris.ndo-a, de conformidade com .
sua ioformacao, a mandar pagar ao arre-
matante da obra do 23 lauco da estrada da
Victoiia, Jos Cavalcaiiie Ferraz d'Aievedo,
I quanlia de 2:139,000 r.s. em que importa
12* preslacao do sau cotUraclo vislo ter el-
le felto mais das duas tercas partes deila, se-
U Sr Ph'cncio :--Sr presidente, desejo mui
to a publc.c.io dos debates havidos nesta casa.
t se fosse pussivel quereris que fussem taes
quaes sem nenliuma correceo ; desejaria an-
da que os deputados nao livessein o direilo de
levar o discur.o para sua casa, emenda -lo, cor-
rlgi-lu, augmenta.lo dimiuui-lo, etc., etc. t
Vm Sr. Ocoulado : Porque?
O Sr. Florencio : Purque assim evitava-se
que se pubhcasseo que nao se disse. como al-
gumas veres succede.
O Sr. Helio llego : M.s os discursos" au se
tomam exactamente,
O Sr. Florencio ; To.nam-se exactamente :
eu j tiveoccaslao de observar Islo. respeilo
do que .qui tenho dito, eslava tsinbeinapa-
nhado, que eu liquei.di.lirado de que uchi-i
graplua podesse faier tantu ; liruu-se o que cu
dlsse lal qual, nao tive que emendar, a ponto
que eu disse, Sr. FalcoVuic. he um hroe,
est esacto o meu discurso. Nao he isto venia -
de, Sr. Falcao? [hilaridadi) cu nao einendel
nada.
Seuhores, urna das raides porque entendo
que convlnha que os depulades nao livessem
esse ducihi de correeto, he porque assim ca-
d uin ae coutria deulro da rbita de^seus de-
veres, nao se Uncariain propotiedes absurdas,
insustentaveis, nao se accrescenlarism argu-
mentos que aqui nao foram produiidus, fazeu-
do-se Uto no remanso do gabinete a saugue
fro : nao quero com istodizer que todos o fa-
ca.h, sei que inultos senhorea nao praticain lal,
...as tamba.n sel, que outros uo sendo to
leaes coslumain no seu gabinete, escrever o
que tal vez outros ihe derain para copiar, apre-
sentando-sedepoisco.no uns sabios. Nada, la-
to he oque eu pa- quero, venirle em ludo,
quero que se publique tudo quanto eu dfiser
aqu, par. nu ouiro dia quando lr. e reconhe-
cer que nao disse bein.ou que nio devia dizer,
retli.r >s expressdes que o.oforain bem pasa-
das, pedir ni-.ni 1 desculp. de meu proosder,
etc., etc. Este, repilo, he o nielo par. cad-
um se conter na oroila de seus deveres, do
contrario, suceeder o que j se notou, e he
que al-uns seuhores van par. e ua rscriver o
que nao disser.m, e mesino o que outros Ihe*
d.i'i" par. copiar ; porm entre lato, e a sup-
presso d. publicado, ha iinmens. daunc.a, e
por Isso eu opponbo-uie emenda do Br. I)r.
Manoel...
Vm Sr. Depulado : N3o o parece.
Sr. Florencia*.- Eu quero publicaQSo
mais qqeru-a lal qual a le a quer, nSo o
quero com abusos .
O Sr. finio de Cuinpoi.-V.om abusos, niio
se argumenta...
O Sr. Florencio :--Lu niio aritumeoto com
abusos, digo que convm evtalos, e que
elles existen! tinto assim que na quiilla
discussao aqu hivila entre mim, e o Sr.
Figueira, o seu discurso foi alterado n'uma
parte bastante essencial, isto aparece algu-
.11.s vezes, ecouvcm quo se remdele...
U Sr. Martini \ferelrra ille porque o Sr.
Figueira, no lem a precisa llustracSo para
orar....
OSr. Florencio :No Sr. o Sr. Figueira
tem a precisa tlluslracSo para orar, m.s no
seu gabinetereflecliu millior acercado que
aqui hav.a dilo....
O Sr. Marlini Vertir :Oseu discurso, foi
copis que Ihe deram....
OSr. Florencio :Nflo Sr., o Sr. Figueir.
no seu gabinete, tem a capacidade precisa
par. emendar, por mais bonito, corrigir
urna expresado, .presenti-la com maia tor-
ca ect., ele, mes- nao si pode negar que ou-
tros nao tem capacidade nem para isso, e
diputado quo he oste um
projecto que tem oceupa lo sempre a alin-
elo dos parlamentos, sen lo quo o congres-
so constituintede l.isuoilh'a pro-loo em
lam mil 1 escala, quo nomeou urna commis-
s.in de seus mais dislinctos membro para
rever todos os discursos, aflmilequa fos-
sem estos redigidos de manen a a revelaren!
a illustraeSo daquella assembla.
O nobre depulado sabe que nem lodos os
h'iiui'us 1 'em ,1 felicidade de fallar com a
mesma precisSo cum que escrevem...
O Sr. Florencio :M 0 Sr. Correa d Brillo :--Ha venia lo ; mas
o uniiie doputado sabe que, no correr da
discusso, so pode usar de phrases pouco
precsas, senSo detalinnavadat, e que, se as-
sim apareeessem, deporiam altamente con-
tra ns e.inli-i'i iieti'os dos i ii .11 vid n os, a que
deDas se servissem.
OSr. Florencio:Ha nos aqui fallamos
niio escrevemos...
O Sr. Correa de Brillo :-0 nobre depulado
sabe que he pelos discursos do um depufa-
do quo delle ajuiza quem, qur que o nSo
ouve.
O Sr Florencio --Tenho ouvido dizer ge-
ralmente, que i que se publica uo Diario
uo he o que se diz aqui ..
O Sr. Correa de Brillo :-"-0 nobre diputa-
do faz se echo de odia imputacSo que des-
honra esta assembla...
O Sr. Florencio :Tenho ouvido dizer que
alguns discursos publicados no Diario, no
s3o aquellos que aqu se proferem.
O Sr. Correa ile Brillo : Nio deve ser li-
cito a nenhum depulado corrijir o seu dis-
curso de minein a illenr-lne o pensa-
mento...
Osr. Florencio .Admittida a correccSo,
hado haver quem altere tu lo ..
O Sr. Carrea do Brillo :--Eot3o llca o di-
reilo de reclmacao ; direito- que j foi exer-
cldo aqui: e o nobre depulado ha de couvir
que, feilaa reclsmacau, licaa alteracBo iuu-
lilisada.
la ou dizendo, Sr. presidente, que a ne-
nhum depulado deve ser permittido corrigir
o seu discurso de maneira que Ibe altere o
pensamanto, que Ihe-encarne ideias novas ;
mas titear-sil ao depulado o direito de cor-
rigir phrasos lio um verdaie, urna tyran-
oia....
Un Sr. diputado :--E pan que serve o re~
il ictor dos debates ? Porque raaSo no esta
elle na casa ?
O Sr. Correa de Brillo:NSo aei a rasao,
porque elle senSo acna ua casa...
Vm Sr. Depulado: O nobre depulado,
sendo membro da mesa, deve sabe-lo... .
O Sr. Corra de Brillo :--Sei que elle aqu
tem oslado, eque ha poucos das, nao ap-
parece; o aparte, porm, do nobre deputa-
do serve pan advertir ao nobre presidente
da casa, que tambem o he da commiaalq
de polica, que Ihe compro fazer indagar do
proprielario do Diario* rasSo porque nSo
tem aqui um redactor, i obriga-lo mesmo a
cumpnr este dever.
Domis, se por ventura esse redictor de
debates no se ioteressar tanto pela corree-
gao quanto se deve interess.r, querorao os
nobres deputados quo lquemos a meic des-
se desinteresas ?
. Um Sr. Doputado :EotSo isto he compa-
dreaco !...
O Sr. Corno de Brltto : No, sei ; mas o
quo he incontestavel he que em todos os
parlamentos os deputados corrigen seus dis-
cursos, no obstante baver redactores de
debales.,
i.iiiiilo'-mo a estas consideracOes, e voti-
rel contra a em inda.
O Sr. Vertir do Carvalko;Sr. presi-
dente, sendo os governos livres, governos
do opiniSo, eu considero a pubiioidade
como uin elemento deviJa desses meamos

I


BE
govornos.
. Nos nso dereiros tratar sim-
plesmente de diaeolir as materias que le
trazeiu ti oasa; ontepdo qua Umoi
mais um dever. qua he dirigir a eselsreoei
a opinilo publica que pode ou nSo apiro-
var o noliu procedlmenlo, a fazermoa eo I municipal supplrnte da seg
que a provnola de qurm sonos mndala- rsorlvau na achava a o porlelro do Julio JoJo
nos aailii deque modo cumprimos o nu- J.aouarlo Serra Grande, a elle ordenoa o dito
J,t0 Ju'a q.irauaaaia a prrgfopara aar arremata
Sendo, pois, a forma do nono governo,
a forma Hrre; sendo o noss governo, o
governo da opinlBo, como podaremos dis-
pensar a publicidade?.....
vio se diga que inundo aqu fi
Jutodearremttacaii'A (guiar o pora elalto trra dapromesse; na.
Anno do naiclinentu da Nu.io Senker Jess l.uppllcas e as lagrimea de Eilh'r para llrr
Chrlito d 1851 aoa 18 deJantlro neila eldade loma afio o^prlmlda das crueldaitei do vali-
do liedle de Pernanibuco ein praea publica I do de ..suero na corageni arrojada d.Judiili
a que preildla na porta da caa de aua realilenoia j para Ilrrar eaie ineitno poro da rorai aaablc.no
Dr. Josa; Hay/mundo da Coila .Weoetes. Juil J de um conquistador; no praoto conCrkto de
lunlclpal aupplriite da egunda rara onde eu uina Magdalena, com que rehabilitada aas pea
de Chrl|n eonqulalou a segunda innoaencla
2
oxisle um publico que nos oure, porq.ie
sanemos que o circulo onde soam as nossas
paiavras he muito limitado, nem consWu-
a vefladeira publici lele que coovm luver
os gorernos representativos, a fosse
poseivel termos ainda mior {AiblicMade,
linio mala deviamos fazor nesle sentido;
porque lano mais iramos de accor lo com
a ndole e nalureza do no-so governo. Por
lano, Sr. (.residente, nao possu votar pe
emenda apresenlada nota casa tiara que se
suppriina a ve'ba destinada para o pasa-
mento dos techigraphou.
Concordo eu que tem apparecido alguns
abuaus ocasionados pelas correcsOes dus
discursos, mas entemlo que com abusos
dSo devemos argumentar, porquosejirgu-
mentassaiuoa cocn abusos, entau '"''a a ina-
tituicao por mmhor que fosa estando su-
jjeita i riles, deviamu* por flm ac.bar com
ludo. Nada mala cunvenient-i ao homem
nado mais dinno de aua naiureza, e nada
lhe hi mai nobre neceasano do que, por
exemplo, a libertado; eulretaoto lem-se
abusadu muitu da liberdade; e deviamos
por isso acbar mais verdadeiroi nada mais digno di vene-
ra (lo e mais necessano ao homem nesta
vida ilo que a rrligiSo; mas entretanto,
como tem infelizmente apparecnln nmitoa
abusos, devenios acabar com areligiao?
Enl n ii, pois, que sendo o abuso que as
veies ujpareca proveniente da f.culdade
queosSrs. diputados loem de rever seus
discursos; seria mais conveniente antes
que o uobre deputado autor da emonda apr-
senlas^ outra com o Uro de evitar rsse abu-
so, porque emfim evilando-o faria um ser-
vico in.poitantissinio, ontretanto que n3u
oI'miiI.'ii i urna disposifilo 13o conveniente,
qual a de dar-se puhlicidadeaos trabalhos
da cata. Limitando-me a estas breves relie-
xfl'd, vnlocmlra a emomli e a favor do ar-
tigo que se acha em discusso.
Encerrada a discussao be o artigo submet-
tido a volaejo e approvadoi aendo regeila-
da a eoien la.
Entra em discuaiSo o
Art. 3. Com a secretaria da presidencia
a saber:
1. Com osempregados, li-
candoein vigor a disposi(3o do
I do art. S da le n. 283 10^00,000
9. Com o expediente e as-
aeodacaaa 1:900,000
He approrado sem discussiio.
PSSa-S i o
Art. 4. Com a directora ge-
ral, profeasores e empregados
do lyceu 18:400,000
t. Com o expediente da di-
rectora 200,000
ti 2. Com o expeliente e aa-
seio da ciga do lyceu 400,000
V3o meu a silo approvados para entrar
em discussSo as seguirnos emendas:
Ao arl. 4.
Aerescento-seincluido o professor de ta-
chigraphia, cuto contrato llca prorogado
por mais um anno; e nestnsentido sugmen-
le-se a verba com mais 800,00019 -20u,(i00
8. II. Harlini l'ereira.
Ii-i os das palavrashirictoiia geral
diga-seDirector do lyceu, profesares
Jula que .
do por venda a qurm inaia desee um aillo de
trras prnprlaa ua fregueila do fugado no lu-
gar da Moa Vlagein, denominado aillo do Alto,
o qual acba-se todo em aberio aein predio al-
guio, leudo baalanlea oajuelroi, alguns coquei-
ros e outros arroredos de frucios, cujo sitio
demarca pela parte do nascente com o aillo daJ
Jlo Dinas e de outros, pelo nurter-com terraa
de Jos Rodrigues de Ollreira e os herdeiroa de
Manoel Halad; e pelo puente com Ierras do en-
genho Gararapes, pelo sul com larras do mes-
no engeuho araliado por quatro conloa de rola
Penflorado por exeauco de Miguel Archaojo
ostumo do Pfascirnemo contra os herdelros du
floado Afjfouso de Albuquerqne Mello: oque
sendo pelo mesmo portdro aallsfclto o depols
de varlm pregues deu fd de haver o esequenta
apresemado licenca deste julio para laucar, pa
r. jeu pagamento, e de ler laucado 10/ n. so-
bre a svallacao ede nao haver oulro Untador
e por nao i.aver quem mala desee, ser a ultima
praca e estar Anda a hora, inaodou ojuliaf-
l'roniar, ai rematar e entregar ao aobre dito eae-
queole arremalaote pela aominade 4..-OI0f rs.,
obrigado a pagar us ouus legaes para seu paga-
mento, oque sendo pelo dito porlelro aatlsfel-
to na forma do eilylo enlregou o ramo ao refe-
rido arrematante, dliendo-lhe inulto bom pro-
vello lhe faca, de que inandou o jula faaer este
auto queassignoucoin o arrematante, porlelro
e eu Manuel Joaquina Raplala, eacrlvjlo Inierl-
ses emprogados lx.400,000
VilMa.
O Sr. Manoc! Cavalcanli :He enm elTeltO
com bastante p s ir que eu vejo que nin-
guem se levanla para impugnar i se artigo :
persuado-me que com e.-te artigo (ica p-
provado (pelo menos por esto auno) o re-
gulainento que caprichosa e revoltantemcn-
le fm dado i do presidento para o lyceu.....
( Mn ai o fltlns)
Um Sr. diputado :N3o he caprichoso,
nem revoltaiite.
O Sr. Mantel Cavalcanli :-'-0 nobre depu-
' lado, pode pensar de outro modo a tal res-
pello; a minlia opiuifio lio esta, e lica por
ni i n ha clin la.
Eu creio que approvado este artigo, que
segundo julgo consigna quota paia a despe-
zii creada pela portara do governo. ,
Um Sr. Deputado : He um re^ulamenlo
dadoem viitude da aulorisafSo da assem-
bla,
Sr. Illanocl Cavalcanli:Essa disiiOSc>i
he que eu.desejavj ver : creio que a miulia
opini3o he etacta, por quanlo consignamos
essa despeza e m conforme o presiJenle julgoa em su sabe-
doriadever fazer.jiSo hoassim ? A despe-*|
zaqueo governo marcou pelo tal regula-
memo com empregadosesla aqui ncsle ar-
tigo
Um Sr. Depulado :-Eal.
OSr. Manuel Cavalcanli: Eu creio, que
nos nSo devemos fazer ist'i ; nSo devenios
consentir que pnsse tal cousa ; polo menos
addremoso artigo ; cn-io que esta maleiia
esta affeqta a urca commisso para dar o
seu parecer sobre isto ; esta cominissA'o lem
sido ti m ponco ommissa : o objertn com
effeito he importante e a ommissSo devia
antepor este a outro qualquer trabalho, por-
que quanto a'mim o presideute escarneceu
oa essembla..;
( NSo apoiados. )
O Sr. Mantel Cavalcanli:Escarneceu da
assembla : islo he que se cliau.a rebaixar a
dignidade da assembla,.,
Nflo apoiados.)
Um Sr. Deputado :S porque nSo sane-
cionou o i'icij'Tin da asscnibla ?
OSr. Manoel Cavalcant--XSi> he a falta
desancijfio, be o tur publicado o regula men-
t depois da lei promulgada pela assem-
Mca, quando ja n.lo eslava autorisado para
o fazer/ Kinlim eu desejo, que esta quest3o
continu na casa, que seja o negocio trata-
do por alguem mais apto do que eu.
(Continuar-se-ha,)
no o escrevl. Costa Mencies. Miguel Ar-
chaujo Ponumo do ^ascluicaio.Jallu Jauua-
vtooarraGrande. ..' ^ ~
Amo Salbam quintos este pdica Instrumenta de
uto de posse vlrem, que ao aoao do naiclmea*
todeNosso Senhor J.sui Cbrlito de 1851, aos
17 das do mea de malo, nesle lugar da noa Vla-
gein, no sitio chamado do Alio, onde eu tabel-
lio abalao declarado mu, abl achei presente
atlguel Arcbaojo Puatuino doNaiclinento, mo-
rador na cidade do Heclfe, de snlin e daa tes-
leinuobas aballo asslgnadaa recoobecido pelo
proprio deque dou f; epor elle em presea
daa mesinas testemuuhas me fol apresenlada
urna carta de n......inc passnda a favor delle
Miguel Archaojo, como esequente na eiecuclo
que pelojuii municipal suppleute da segunda
vara dcsta cidade, te. contra Alfonso Barbosa
de Albuquerque Maranho e outro) herdelros
de Alfonso Jos de Albuquerque Mello, em
consequencia do que arrematara o sitio no dia
18 de Janeiro de i Vil, pur a quanlia de 4:010/
la., cujo aitio deinirca pela parte do nasceote
com o aillo de Joo Ducas, e de outros; pelo norte
com ierras de Jos Rodrigues de Ohvelra Li-
ma e oa herdelros de Manoel Rafael, pelo poen-
le cun Ierras do engenho Guararapes, pelo sul
com Ierras do uiesnio eogenbo e Hraieres, re-
quereudo-me que em consequencia de sua ar-
remaiacao lhe desie posse judicial da referida
propriedade chamada do -\tto, e suas penen-
cas ; e logo como dito Miguel Archaojo e tes-
leiiiiinbas que estavam presentes nos dirigimos
a relerlda propriedade, e enlraodo nella inan-
del que fosse cavando Ierra, lancando-a ao ar,
corlaodo arvores e plantando nutras, e eierces-
se todos os actos possecorios que em dlreito
sao decretados, o que assim cuuipriodo o refe-
rido Miguel Archanjo, com lodas as solemni-
dades de dlreito, disae em roles altas ae havia
quem a esta posse se opoiesae viesae a nilm la-
belllao com suas allegacdes que eu as aceitarla
e escrevena, e como nao appareceu oponente
alguiu, passei a dar posse ao dilo Miguel Archan-
jo Postumo do Nasclmeuto da dita propriedade
do Alio com lodas suas perteuc** de mallos,
pastos, logradouros, agoas verlentes, entradas
e sabldas.arvores de Iructos, e o inals que nella
se acha, e com lo las os suas divisdes, e pora
posse amiga em que lem estado; e de como se
deu por empollado, a este auto que depois de
lido assignou com as lestemunhas aballo de-
81.ir ni i', e asiignada, e eu Guilherme Patricio
cierra cavalcanli labellnio o escrevl e aisiguel
em publico e ralo de que uao. tm leilemuuho
de verdade. Slgual publico. O tabllalo publico,
Guilherme Patricio ttevaarra Cavalcauti. ail-
guel Arcbaujo Poslbuuio do Nascimeoto, Jos
fgoacio Ribeiro___Amonio Pereira Reg
pelo arrepeodlinento ; DO santo e generoso le-
la oam que essa mesmi mulher, e ai nutras de
viva n.despresarainbrados de temor covarde,
para aislstirrm ao p da Croa ao reigate de to-
do o genera humano, e Junto do lepulchfo do
Homem-Oeos, para seremas prlmeias a fcem-
dizerem a ana gloria, como tlnham sido aa-ul-
timaa em o desampararen! no Glgnia atlnal-
uionie eisa valdade crlinluoaa.de nossa prlinei-
ra mil, plisando airares do oadiuho da se-
gunda vocaetoa do Chrlsto pela le nova
devla appirecer vlriude purlsslina, seto ne-
nhumas sombras da macula, na Mi do Mes-
sias. Vlrtude, que rehabilita a mulher, como a
fraquea da Eva manchou a sua descendencia ;
virtudo, que juntaao reigate operado pelo Ver-
bo de Jehorad, emancipar integramente o seso
frgil da escravldo legal das sociedades ami-
gas, quando os prejulios dos homens, as supers-
licdes do espirita humano, e os hbitos Invete-
rados e viciosos de outras eras, denarein de
actuar no. trabalho do Evangelho sobre as so-
dada les modernas. Atlentavain, pois. as tres
inulheres com oa olbos da f nas avenidas do
aepulohro ; quando um mancebo de valle can-
didas Ihei aonunelou oque essa f, por mais
viva que fura, Ihca nao podia fazer acreditar,
iaisando atrave da (boje lio gabada de Infal-
Ivel) raijo humana !
A pedraV monumento eslava arredada,
aepulchrBMsIo, oanjo aponlava para o lugar
qu bouvera oceupado o corpo do Filho do Ha-
inein no seu repouso de tres das; aa saoias
nulheres aia podiam acreditar o qae viam,
apeaar da evidencia e daAealidade das proines-
sas do Messias estar depeudcnle desle prodigio
para ser crida. Do inaravllboio desla proroessa
augusta, tornada verdade, la aer forjada uina
das melhores chaves dollvro clirislio. Da ad-
luliacau daa aantaa inulherc e das novas fell-
iss e alegres, qua desle aconteclmeuio levaram
aos Apostlos, naaceua primelra prova de na
ser mentida a f dos que se i-bracam Cruz.
Bata f la regenerar a lena. Passando, com
os Apostlos, da Juda a Roma, la reduzlr a
p o leltoda Measallo, despedacar oa rtulos
daprostitulfo publica e legal, lugares onde a
honra dos esposos era vendida por alguns ses-
terclos, o ondeaos gritos do pudor da virgem
captiva respondiain gargalhadas de devassos.
la trocar uina clvilisacdo corrompida por urna
civlliaaco pura e espiritual; la dar a vida i ar-
rope secular mas corroda pelos vermes de uina
sociedadeque morria ; la enlbroulsar o culta)
de Heos sobre as ruinas do cuito dos deoses.
la finalmente fazer pedacna a altar dos holo-
caustos, que nadava eut saoguedeloda a es-
pecie de victimas, para erguer uin novo altar,
onde com melbor Incens a Innocencia ou
o arrapendimento e ntreos perfumea da
inyrrba de suave odor ~* a charldade la> aer
olierecldo o sacrificio Incruento do Cordelro
sem macula t
De feito ludo isla quera diier a adinlracao
das santas mulberes, e a nova feliz que levavam
aos Apostlos.
O mundo eslava salvo-Chrlsto tinlia ressus-
citado I
( Da Semana.)
dauST
CARTA DO CORONEL WILLIAM SOaRIPMA
VIAOEM A' PERSIA.
( Traduzldo do ingles.)
Humillan, Pirita.
Dolamos Mohatnmeraa 3 de junho paseado
depols do por do sol, e partaiiio-uos multo do
caminho, que passava por um deserto nao 're-
quemado. Atravessando o lelto deaeccado de
alguna dos numerosos canaca que fertiliiavam
amiga buslana (o Kousistan ) ebegino'
dnus canos de l.oftui. Espero que ella Ibes po
der ser mil, poican duvldo,
A herva que nasca entra as errores he Uo
tonga e lio secca que acentecein frequenle
mente incendios destructores, os quaes se pro-
pagan! rpidamente so longe.
Ka provincia de Reirn um natural (com
intencio de fazer urna fojurlra de alegra em
honra do commlsiarlo lia Persia) quaal nos
faz inorrer. Agarramos o seivagem, e depols de
l-lo conservado preso por uina perna al o ou-
tro dia pela luaohda appliquei-lhe multas du-
elas de acoutes com uina crrela ; cortel-lhe
os cabellos de um sd lado, a o soltei como ga-
to chamuscado. Dablem diaote nunca mais fo-
uios atormentados de nenhuui modo.
Kaaemoa tenefiode partir depols d'amanhita,
c nos dlrlglriuos atravs das inootanbas para
Korreiuabad, Kennsnchah, llainadan ( a anil-
fa Ksj^^ua), Ispahan, Chyrs, Perapolla,
b^peafl^oltareuios por Bablkan, c pelas pla-
nicies de Rauahonnus para i.bouster, e logo
que a- temperatura for mais fresca commefare-
iiioin ossas escaracOea em Shuaba. Passando por
Bablkan, faremoa um rodejo para Innos a Shui-
ban, onde Rawllnaon penaa que acharemos an-
llguldadea. Chegaram-me novas delle, pnrin
Loftus recebeu urna carta mais recente ; Wor-
kali faz boa oplnlfio das nossas descrlpcdes,
voltaremos a iilsltounl onde procuraremos pa-
ra elle ludo o que pdennos descobrlr.
Hamadan conten bem poucas lnscrlpcdes e
eaculpturai para urna cidade to adamada como
o era amigamente a (rande Ecbalaua. Sua po-
pulacho sobe 50,000 almas; esla agredavel-
nienle situada sobre uina plauicie elevada e
estensa, onde se podem contar quarenta villas
conslderaveia rodeadas de pomares e de fi-
abas; aleni disto ha nina grande quanlldade de
chapos, que coutribuem inulto para a belleza
das paizagena da Persia. A partir de Kerman-
chan nossa vlagein fol deliciosa, a temperatu-
ra se tornara cada vez mais fresca, e nos mala
fortes para supporu-la. Uescancmos pela pri-
melra vea no celebre Takli-Hostan. As scenaa
de caca esculpidas sobre a malor arcada, que
he talluda oa rocha, sao notavds pela beltea
e perfelfio dos elephames, dos javalls e dos
gamos que abl eslao representados, c lambem
pelo modo grossrlro com que oa eaculplores in-
dios, egipcios, persas, ou aaayrlos co-tuinaiu
esculpir as liguras Humanas, Va se aqu um
eiemplo notayel de urna siugulaildade que se
observa em lodos estes dill'erentes palies: os
elephaotes e os javatis sao eztremainenie bem
desenbados e eieculados, einquanto que os ho-
meus que acompaubam o re sao eitos tao
grosselrainente comoGog, e Mague ein Guil.
dball ( hotel da cidade de Londres.
Gastarla multo lempo seprocuraaae explicar
a raiao desla singularidade; porcni a historia
natural dos inammiferos be cer lamente repre-
sentada de um modo mu notavel.
Na base a grande figura a cavallo c as Ires fi-
guras Igualmente colossaes que eslao euiciuia
sao lio grotescas ein suas pruporces, c rea-
tlvaineme ao mrito dos eaculplores, quanlo
sao curiosas pela finura oos detalbes c dos or-
namentos. Sobre a superficie ezterior da ro-
cha, eein tomo do semicrculo que forma a
abobada, badousaujos evidentemente mais
modernas da que as aceas da caca, as quaes
eaiendein as aaas e apreseniain coras, de.
seuho be ezlremamenle uio, e "'
InlUUldoS O consideran! como
grego. Creio todava que ae deve altnbulr es.
taa liguras ao periodo de decadencia do baiza
Imperio, o que ae deverla sempre dlzer, porque
esta eipressau : iridentsaiente ors|o da altas tt-
tneira rara criminal ds comsrc do Recife,
me tpi participado ter convocado para o di*
26 do correnta me( a segn la sesslo ordi-
naria deste termo cujo sortesmenlo tere lu-
gar hoje 6 de abril, e para a qual sshiram
soriesdos oa 4 juizas de relo que se Francisco de Salles Guimar9ese
siguem.
Jos Mendes Carneiro da Cun'ia.
THEATRO DE APOLLO.
RECITA EXTRAORDINARIA.
EM FAVOR DO ARTISTA DRAMTICO
*>v*
Cuoha.
QUARTA FE1RA, \f\ DE ABRIL DE l85a.
| Depoia de urna nova ouvertura eiecutaJa
pela orchestrs, sob a direccio do hbil pro-
l'ussor o Se. pedr Nolasco Baptista, subir
scena o excellente drama em 4 acatos
Joanna de Flandres.
i Seguir-ae-ha urna jocosa farrja, depoia da
Si n I a senhora D.Carolina e oSr.Guim.i-
ns ( em caricato) csnlarSo o multo applau-
dido duelo,
UMA LICAO DE MUZICA
OU
Bravas, meu bem, est de tremer.
No flm do drama o artista, em cojo pro-
veilo se da esta recita, ir pelos camarotes
receber aquillo, que lhe quizerem dar.
O actor GuimarSes, conta anda esta rez
encontrar a benevolencia e proteclo de quo
o publico lhe tem dado tantas proras.
I'tililicacoes Iliteraria.
A interessanlissima obra.
MEDICINA HUttEOPATHlGA.'
no
Dr. G. U, G. Jarh.
Tradutida em portugaez.
pelo I
Dr. Pedro de AttahrJe Lobo Hoscoso.
Acha-se nos prelos ds Typogralia Co>S-
mercisl do Krm. P. Meira Henriques. Cata
'obra he ndispensarel a lodas as pessosa.que
Suerem estudar, e pratipar a verda leira rae-
eeina a homeoptica : oenhum elogio por
mais pompozo, que seja, he sulliciente para
encarecer o mrito delta : o nome de seu au-
thor o Dr. Jarh he todo o seu elogio: tem si-
do ella.a fon te,mido tem beb Jo aua inslruc-
1 fio os melhores mdicos, eaulborea ho-
!meopslicos. O traductor podara fazer um
resumo maisou menos perfeKo desta obra,
msis nSo querendo apreseotar como seu o
trabalho dos outros, resolveu rertei-a para
o portuguez, procurando ser o mais fiel pos-
sivel na IraslailacJo do pensamento do ati-
tlior. NSo estaodo completamente ealula-
ju.s Rodrigues dos Santos.
Dr'Jos Bernardo Calv.lo Alconforado.
Jos Fraocisco de Bsrros Reg.
Francisco Carcia Chaves.
Jos Antonio ds Silva e Mello.
Antonio Nobre de Almeida.
Jos Correia Leal.
M iiiucl dos Santos Nones de Olivoira.
Csetano Pinto de Veras.
Luiz de Franca e Mello Jnior.
Juno Cancio Gomes da Silva.
Manoel da Silva Ferreira Jnior.
Manoel Joaquim Gomes.
Francisco Casado da Fonseea.
JoSo da Costs Dourado.
Antonio Leite Pitia Ortiguoira.
JoSo Luiz Vctor Lnuthier.
Jos Candido de Barros.
JoJo Coel"o da Silva.
Joaquim Mileto Mario.
Angelo Custodio dos Sanios.
Jos omingues Codeeeira.
Camino JoSo Ribeiro Peasoa de Lscerda-
JoSo Rodrigues da Silva.
Jo-qnim Joo de Souza.
Joso Mana de Albuquerqne Lacerda.
Joaquim Ignacio do Barros Lima.
Caetano Ciraco da Costa Moreira.
Antonio deMoifra Rohm.
Joaquim Jos Moreira,
Aoloniu Ignacio da Silva.
Manoel Antonio da Silva Santos.
Manoel.de Sampaio Rarros.
Antonio Marques de Auiorim.
Theodoro de Almeida Costa.
Luiz Pereira de. Mello.
Ignacio Jos Pinto.
Manoel Gonfalves Servina.
Joaquim Elias de Moura.
Francisco aotouio de Aguiar Montarroio.
Joflo Vicente Ferreira Barros.
Francisco Antonio Vieira da Silva. '
Manoel da Silva Menlon;a.
Manoel Ignacio deO.iveira.
Jos Mara Machado de Figueiredo.
Jos Lucio Monteiro da Franca.
Arceno Fortunato da Silva.
Os quaes iiSo de servir durante a referida
sessSo, para o que sSo pelo presente convi- -
dados, dovendo comparecer assim como os uu 1"18. """ do ,"*"m'T.lTd
luteresssdos, no dia e hora designados sob vem consignados em dita obra, o traduor
as penas da iei I "solreu appresentar os cem medicamentos
Epar. que chegue a noticia de todos, """. bem M""1d0- Kl^Hfi? "?
mandei pass.ro prlsente que ser publica! ;P".suecomporao c. 1-'oluoie.. A
do pela imprens. e .miado nos lugares obra sera eopo*t.com Mltooto typo.
is pblicos deste lermo. "i~. jK" f" 1
Illa
liado e p.ssdo nests cidade do Recie sos J".61- Dar I"8 T^l'taSfn
V.-Jo faymundo da Co.la Menezcs. "">*' d,rl*,ao Pel obl
-- O Illin. Sr. ollicml-muior serviodo de
inspector da freguezla da fazenua prorin-
LITTERATKA.
A PASCilOA.
Patiada o dia de tabbado. Hara \laq
da/ena, Uan niat de Jacob t Maiia Sa-
lom compraramperfumit pata irem embal-
samar j esas,
ti E tomando o caminho do moimenlo, ""*
te manhia, chegaram ao naicerdo 'O.
Einquanto caminhavam distara entre si.
quem nut levantar a loisa que fecha $ je-
pulchro ?
Mas atlentando, viram que a prdia,
posto que era mu grandc,Jra arredada do
moimemo.
A'ntrando, viram, sentado d deita do
scpulchro, um mancebo vestido de roupai
muiahai, Hcaram atemor sadas t
m epunde o medo, lites dis>c o mancebo |
tkmanitais Jess de Nasarcthl Uepois de
cruxi'icado, surgiu dos murtot : A aquindo
estd. Eis o tugar ondeo drpoiituram. a
Publicagoes a pedido.
Miguel Archanjo Poilhomo do naiciii.eto
precisa que o escrivo Molla, vista dos autos
de escrlvlo de aenteaca que o luppllcanle pro-
moveu contra os herdelros do fallecido A Tomo
Joi de Albuquerque Mello, Ibe d por certl-
do aquillo que pelo supplicanle for apon-
lado ein ditos autos: nestes termos P. ao Itlm,
Sr. Dr. JuU municipal da segunda rara cvel
assim o mande. E t. Me.
D. Reclfe, 29 de marco de 1852. Cosa Me-
nezes.
Manoel Jos da Molla, escrivo rllallclo do al-
ta! desta oldade do Reclfe de Pernambuco,
por S. M. Imperial e CoosUtucional o Senbor
D. Pedro II a quem Dos guarde, eto.
Certifico vista dos autos do que fat mencao
.i peiicao suppra, ser o ihtor do que por parle
do mesmo subpllcante me fol aponodo dos di-
tos autos da forma e manelra segulnie;
Sentenca.
Allende,ndo aos documentos de fol has ti, 13
c H, e mais proras consumes dos autoi, e nao
tendo os reos por si e nem o curador geral feiio
onpBtsico alguma ao pedido do Ubello a folhas
10, julgo procedente o mesmo para effeito de
aeremos reo* condemnados em lodo o seu pe-
dido e comas. Beclfe 5 de oulubro ce 1850,
Jvao' Floripcs Dios Brrelo.
Dobme Jerusilem, reclinada sobre as moula-
Ijp'ias que te cercam, e banhada pelas cristali-
nas aguas do teu Cedrn, que te maiam os ar-
dores do selo, oime nuirrspaliOes tie*rufnsl
Dorme sombra do ten seguudo templo, er-
guido eipensas de estranhus, e que uio de
estranbos lambem dei>tfuir I
Dorine somno Uo profundo, como he profun-
da hypocrisla dos que te mandam e dos que
te cegain, como he cerrada e densa a renda
que le cobre os ollios /
Dorme, que nem a mentira das .ynagogas,
nem a falsa virtude dos zeladores, nem os ouus
das faeces, nem toda a bailesa e degeneraco
da raca de Jacob, que beija as plantas do es-
trangalro dominador de Jud, e aUVonta o Ver-
bo de Dos e a liberdade d'lsrael, poderft eai-
mlr-se ao juizo do teu Josspriat!
Dorme Jerusalera, dorme aomno bem pesa-
do p.ie.i nao ouvires os gemido", que euchem o
deserto de Rama as soiiddes da noile '
Dorme, para nao ourlres o clamor agudo e
pungente de mi, oipha do Hlho querido ; da
seiiunda Rachel, que se fina de"dflr ede sauda-
de, porque uiode brbaro Ibe arrancou a vida
ao que inals amara I
lurrente caudal de lagtlmaa lhe oreatou as
fces.v nem um fragmento de sudarlo |he le-
va* le aos olbos, magoados de tanto prantol
Dorme, como o filho adoptivo de Augusto
naatorpezas de Capra !
Dorme o somno descuidado e torpe da Roma
pagaa, espera de que a mao do filbo de Agrip-
piiiaempuuhe ofacho do despota, para seccar
com o incendio de Moma, a arela dos ampbi-
iheatros toda ensopad* no aangue dos mar-
tyres !
Dorme, porque os olhos despeos pela t,
pela esperance e pelo o amorf relam Junto de
um sspulchro, para descortinan
mysierloa I
E de fcito, depois de consumado o mais pre-
cioso acto da uilsso augusu de Chrlsto, depais
de coucluldo o sacrificio, archetvpo de todo
sacrificios; depois do desenlace dogrande dra-
ma, que resume a vida do homem e da huma-
nidade, que encerra os destinos da sociedade
primitiva, eos da aociedade de lodos oa secu-
los: os discpulos da nova doutrina esperavam
anciosameuie a confirmacao das promesa
lemnes, que, pouens das antes, Ibes tlnbam si-
do fciias por Aquclle que s pode promeitcr
com a cerieaade nao f-ltar.
Us apostlos, debaUo do peso de um (error
espauloso pela condemuaco do Mesire, nao ou-
sarram ir asseguiar-se pora! meamos, se o Sup-
pllcado na sezta-feira sobreoGlgoiha, surgi-
r ao terceiro da depols do wariyrlo, para go-
sar, em proporco do iinmenao sacrificio, de
urna gloria tambein immcnsa.
Tres mulheres, porm venceram este terror,
e el-las caminho do santo sepulchro, divididas
entre o susto, a esperance e a f.
E assim devra acontecer : a mulher, que
obedecer a urna Inspiracao de valdade para
tornar sol aria com o prnnelro buuiem toda a
raca humana, a'ura crline deque s urna obla
co divina serla resgate bastante, dereria de
transformar essiraidade, depois da vocacao de
Abraham, no valor masculino de Debora para

em augustos
Asatem seis diss. All achamos as rumas do
celebre dique construido sobr o Karoua, e
que servia amigamente para conservar euas
agoas ao nivel doscanaes; abi, como em todos
os desertos do centro da Arabia apenas resta
urna simples liuha de arvores e de ai busto de-
finhadoa, que lodlcam o curso tortuoso (lorio.
Dttpois de uina marcha de quauodlas, chega-
moa ao ponto dejuncro doKiroun e do Dls.
/' thi em diante acampamo-nos cada nolte na
margem dlreiia, porque nao podamos obler
agoa de outra maqera ; a temperatura nao se
elevava a menos de l?t graos em nossas barra-
cas cobei tas de tres pannos. Nossas marchas
eram mu fatigantes, como o sao todas as mar-
chas nnite, e durante o dia o calor oppressl-
vo nos imped > de rrpousar. Atravessamos o
rio abaixo do ponto de Jncea o deque fllele
caiuiuiiainos dous dias pela lina formada pela
reuniodos dous ros, e de um canal que, ca-
vado desde Chousler, vinba lancar-se no Ka-
roun.
Cbegamos a Chouster pela nolte do segundo
da e acampamos fra de seus muros; porm
foinos recebidos pelos governadores, e altos
fuuccionarios que reramein proclssaoao nos-
so encontr atravs das ruinas desta oldade ou-
tr'ora tao florescente, e que presentemente nao
conlm mais de 15,000 habitantes.
\s prloclpaes familias sao Seyds ( descen-
dentes d Manumet) e de mu fanatismo eaces-
si vo ; as ouir.i sao Chyltas, e for mam todas
reunio dos mais descarados rclhacos,
Alojel-ine em casa dosulto Ali-Kan, o qual
poasue urna morada esplendida, abi quasi que
sou envenenado coto pifan ( arroz cazldo com
carne ou mauleiga J alimento que achei mu
desgostoso. Passamos urna semana em Chous-
ter, risto a inteusidade do calor. Miuha mora-
da era construida de modo que impeda a
almosuhera aidente de penetrar nella ; porm
lie impusslrel achar repouso em Chousier. De-
pola du atmoco os babiiautes se retiraram pa-
ra o t-foiirafr, quarto construido debalio da tr-
ra 50 pis de profuuddade, e esclarecido por
um poco, airares do qual lancel um olbar que
bastou para conrencer-me de que nunca dan-
tes tinha des< ido lo balso. O tbermometro ah
dsela a 72 graos, emquanto que sobre a ierra
se elerava durante odia a l graos as casas
coberias le urna abobuda, c no pateo uina
salamandra poderla observar o termmetro
poiacbegaa 150 graos.
Aqueduclos construidos cima da cidade e
tubos hidrulicos lalhados com arte, e passa-
do< atravs dos rnebedos elevados conduzem
agoi ao canal de que falle!.
No ponto de juicco do Dls e do Karoua ha-
via amigamente uina magnifica punte, que cs-
U agora dcst.uida, e as cuimuuuicaces entre
a cidade Despoul re fazem por meio de M
icki ou Jangadas formadas de pelles de caruei-
ros ou d bodes, chelas de ar, semelhantes s
}ue ae empreg-m no Tigre e no Kuphrales.
res poltes nos conduzlram a Despoul que aeo
ra Wt considerada como a capital. Sua popula-
cao he um poucoinais considerarel que a de
Chousier ; porm a cidade est igualuiente ein
ruinas, lie prorarel que a parte alta da Suzia-
na podei renascer medida que o commerclo
de Moiammera for tomando mais exienso.
Ooin eflelto a agricultura tem recebldo um
dcsenvotvlmento cooslderavel no pala clroum-
vlzlnbo, e alguns doa seus productos sao pre-
ciosos.
Encoutrapios cm Despoul Mr, Loftus c Ur.
Churchltl, que nao cooaegulram obler a per-
mlssio de fazer escavafdes ; porm nutro a es-
perau^a de ser melbor sucoedldu.
O principal iiiipediidto'to vem da parte dos
fierds. A historia da sua pedra negra sagrada,
que riles coosideraiii como seu palladlum, pre-
sentemente soterrada ou destruida be multo
looga e nao cabe ein uina carta. Porm espera
podei augmentar nossosconbeclinentos, quau-
do a temperatura nos permiltfr residir algum
Umpo era uui clima lio rdeme.
Paraciiegar aqu, foram-nos precisos ire
das de marcha a mais penlrel, e nio fazia tan-
to fiesco quanlo se podarla esperar. O lliermo
metro se elerava IW) eiiO graos durante i
da, e 80 graos durante a noite ; alm disto i
doenca que lu |o fatal ao pobre Wood nos
impedio de adiantar-aos mais.
Estamos todava a 5,000 ps cima do mar, e
ramus costeando moniaobas que se elevain a
2,000 ps cima de nossas cabreas; o declivio
dess inootanbas he plantado de carvalhos
aempre verdes, c os habitantes plantam em re*
dor daa fumes romeiraa e figuelras que nao
produzem fiuetus boos de ae comer, porm
que coutribuem ara tornar estes lugares mu
agradareis*
Os naturaea do paiz sao os inalorcs ladres
do muno, porm tem-nos dclxado tranquil-
los, excepto quando fuaran a espingarda de
perancas, e ha urna prova evidente do coatr*> c(a|y (irn cumprimento da ordom do Exm.
rio; pois que as antigs pinturas ein que os Sr< presidente da provincia, maada fazer
Persas representa cacadas dejavalls edega. b|j nos dias 20, 31 e 22 de abril
K:*^d^^ v.ndouro, ira a pra?a para ser ar-
SntSa^^ Pente'olhbunal admini.trati
Urna fi.iiied'agoa viva, que rebenta 4o nio vo ta mesilla thesourana, a quem por me;
das montauhaa peno da arcada lofeilor de nos fier a obra do aQude na villa de Caruaru
Habi-I-Boslon, lorna-se liniaadlalamente um
rio capas de banhar urna grande parle da pla-
uicie de Kenuancbab.
A dei mioutoa de caminho das esculpluras do
rochedo fleam oa reslos de uiu edificio de uina
neia inillia quadrada, que Indlc.iii a eiislen-
cla nesie lugar de uiu casiello, ou de um pala-
cio; he aliique chamam aJardim deCgro.
avahada em 4:080/098 ris.
A arriMiiatuflo sera (eita na forma dos ar-
tigos 2( e 87 da lei provincial n. 285 do 17
de maio de 1851, e sob as clausulas espe-
ciaos abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematacllo compare(am na sala dassessdes
Eu julgava pela altura do dique que aspare- do mesmo tribunal, nos das cima men-
ds devU.ni ler sido mu elevadas e de grande clonados pelo meiu-dis, competentemente
grossura, e h* fc!l de crer qu. fol o .oligo hsblliladas.
palacio, e o iardiro dos rila que mandaran) g nara constar so mandou afllxar o pre-
cooslrulr o Takl. O dia era mu propicio Dar seriiee publicar pelo Diario.
ver esle lugar aflamado. I Secretaria da thesouraria da fazond* pro-
^Zt^.7m7S?S!S^ Vinci" de ^""""uco, 23 de marco de
celebre nioiitanhaliis-l-'loun, onde Rawlinson
adquiri una grande crlebridade copiando e
iraduzindo inals de quatro mil llobas de ins-
cripcfies cuneiformes. Aa esculpluras que abi se
acbain represenlaiu o rei da Peral, recebendo
captiros presos com as unios para tris, e amar-
rados pelo pescoco Elle tem os ps sobre o
peacoco do primelro que est prostrado dianle
delle. He repr.seolado da mesina manelra que
em todos os baixo-ielevoi referidos de Kovou-
niike deNlnive.
No terceiro da caminbamos para Takl-I-
Chyrln, que he apartado perto de um jariaek
do Hts-I-Lun, onde o coronel Ravrllnson acbou
um enorme pedazo de marmore entre as rui-
nas de uin antlgo templo, .-egundo a sua opi- !
niao de que devla haver Inacrlpfes curiosas
no lado deitado, lomamos corda, e alavaucas
para temar levania-lo.
Achamos que a pedra tlnha 9 ps quadrados,
e que faliava-lhe uin peda;o no ngulo do ste,
e que tinha meio p de grossura.
Nossa alavanca e nossos i.rajm f o rain iiuuf-
flcientes para remover esta mana Atemos ein
consequencia disto urna excavaran, e como a
trra era aecca e rida ein pouco lempo cava-
mos em lodas as dlreccde, c potemos em claro
a superficie opposla lalvn pela primelra vei
depois dedoua mil aonos. Ella era spera, ci
se viam as marcas profundas dos picarelcs,
que tlnham servido para eitrahl-la, e tivemoa
a morli.-af:io de nio poder enviar ao coronel
Hawlinaoo una loscrfpcio sobre que elle po-
desse eaercer o seu espirito. De T.kl-I-C'.y
rin passamus a Kauaiva onde anda se podem
ver os reslos de uiua magnifica mesa de' mar-
more, cujas pilastra, e base sao gigantescas,
Paramos anda ein Essad-a-Had onde comeca i
passagein alr.va do Kourlavend, e esla nolte
nos conduzlo a Hamadaa. Poderel escrerer-
Ihe de l.pban que tica daqul a de; das de ca-
miuho.
Estou opprimido de visitas da parle dos
Persas.
W. 8. WlLUAHS.
( UoiUur J.
Movimento do porto.
/Vn mos entrad i i no dia 8.
llar Panifico lando sabido de New York ha
2anoo, barca americana Gtntleman, es-
ptalo F. Cartwreglit. Anda a pesca, veio
rofreacar e segu para o mesmo porto.
Nova Hollanda--97 das, barca inglrza H.m-
malay, de 477 toneladas, capt8o Lsng-
for.l, equipagem 15, carga la, sebo, cou-
ros e mais gneros; ao capilSo. Conduz
7 passageiros. Veio refrescar e segu
para Londres.
Baha 14 dias, brigue frsncez Paulino, ea-
pltfio Bajean em lastro; a Luiz Bru-
guiere.
dem-- II dias, hiale brasileiro Amelia, da
63 tooeladas, mostr Joaquim Jos da Sil-
veira, equipagem8, c rga varioi gene-
ros ; a Novaes & Compaonis. Passageiro,
Fraociaco Jos Martina Peona e sua fa-
milia.
Natioi ithidti no meimo ala.
Pbiladelphia patacho americano Glenroy,
capitSo J. Haiey, carga assucar. Passa-
geiro, Chavaonea e sua familia.
Rio de Jmeiro brigue escuna brasileiro
(Huida, capillo Manoel Marciano Ferrei-
ra, carga assucar. Passsgeiros, Uidorio
Jos Caparica e t filho menor, Mara do
Patrocino Monteiro e 14 escravos a en
tragar______________________^_^^
1852.
O secretario,
Antonio Ferreira d'Annunciai;So.
Clausulas eipeclaes da arrcmalacao.
1." As obras i acude ns villa de Caruar sero feitas de
conformi I mi o com o orcamenlo o planta a-
presentados nesta dala a approvacfio do
Exm. Sr. presidente da provincia, na impor-
taneja de 4:080,098 rs.
2. As obras deverSo princioiar no pra-
,zr, de 60 dias, e serSo concliiiins no de' 10
mezes a contar da data da arremata;llo.
3." O importe desta aVreaaltijiu ser
pago em tres preslafOes da maueira se-
guiote : a pi impira dos nona quintos do va-
lor total quando tiver concluido metade da
obra ; a segunda igual a primeira depois de
lavrado o termo de recebimento provisorio ;
a terceira finalmente de um quinto depoia
do recebimento definitivo.
*." O arrematante ser obrigado a com-
municar a repartic3o das obras publicas
com antecedencia de trinta dias, odia Dio
em que tem de principiar a ejecutar aa
obras, as-im como trabalhsra aegui lamen-
te a esse durante 15 dias afn de que possa
oengenheiro encarregaJo da obra, asslstir
aos primeiros trabalhos.
5. Para lu lo o mais que no estiver es-
pecificado nss presentea> clauzulas seguir-
sa-lia o que determina a lei provincial n.
286 de 17 de malo de 1851.--Conforme.
* .. O secretario,
A F. d'Annunciaco.
ns
custara 17/000 a aquelles que pagarem den-
tro de 50 das contados desta data, e 18/000
para os que excederem estepraso aleo da
30 de agosto, em que ser encerrada a assi-
gnatura. Pagaro 800O no I praso,e 9/000
no 2. aquelles quequizarem s o I. volunte
o qual aahira no principio de setembro.
Gspera-so que lodos os amigos da divinal
medicina homeopathica, ejudetn esta em-
preza o que muilo obngara o traductor.
Consultorio llomeopathico ra. do Cullo-
gion. 5 1. andar em 7 de abril de 1852.
Ur. Lobo Moscoso.
AOS "ACADMICOS.
0cdigo penal do Imperio do Brasil, com
observares sobra alguns de seus artigos
pelu Dr. M .no -I Mendes da Cunha Azevedo.
Esla-se acabando de imprimir a obra cima
annuiiciada, faltando nicamente notar tres
ou qualro arligos, os quaes logo quo o au-
tor se rcstaiiulfca serSo impreasos. Hece-
im- ii-> as assignaturas na livraria da es-
quina do coilegio a 5,000 rs. cada exemplar
pagos oa occasio da entrega.
Historia Universal
Resumida para uso das escolas communs
dos Estados-Unidos da America do nono
por Pedro Porley, Iraduzida para uso das
escolas do Brasil pelo desembargador Lou-
renc.0 Jos Ribeiro : subscreve-se na livra-
ria da prara da Independeocia ns. 6 e 8, a
cinco mil ris por cada exemplar encuader-
nado.
Avisos martimos.
Declarajes.
Da ordem do Illm. Sr. direc.or geral
da iftstrucSo publica faco saber,que S Exc.
o Sr. presidente da provincia, attendendo
raziV-s ullariores, houve por bem marcar o
dia 28 de maio prqximo para o concurso
cadeira de primeiras letras da FazendaCran-
de, flcaado de nenbum effeito o aviso ou
adilal de 23 ds marro prximo passado.
Pela subdelegada da freguezia de 8. Anto-
nio do Recite, fui aprehendido um cavallo.
de oor alazda, a um homem que andava of-
ferecendo-o i venda i quem se julgar Com
direito o mesmo cavallo.comparega na sub-
delegada com os signaes, e mais esclareci-
menlos necessarioa^ para ser-llie entre-
gue. _____________________
EDITA ES.
O Dr. Jos Riymundo da Costa Menezes.juiz
municipal supplenta ds segunda vara em
exercicio neste termo do "ecife, por S. M.
o Imperador que Dos guarde, eto.
Faeo saber que pelo Dr. Francisco Rodri-
gues Selle, juiz de direito Interino da pri-
THEATRO
DE
S. IZABEL.
DOMINGO, II DE ABItIL DK 1852, TERA*
LUGAR U Pl(IMEllU)
Grande baile de mascaras.
A's81|2horas precisas, a orcbeslra exe-
cular urna brilhante ouvertura, Onda a
qual o mostr sala dar signa) para o enmu-
ra do baile. As quadrilh.s sero intnrvsla-
das sement com dez minutos de descanso.
O baile terminara as 2 horas da madrugada.
I'rfo ja eilabileoido.
Primeira ordem com 4 aoiradas 8,000.
Seguodadita 10.000.
Terceira dita 8,000.
Quarta dita com 2 entradas 4,000.
Entrada geral 2,000.
-- A barca portugueza Mara Jos sabe pa-
ra Lisboa no iia 19 do corrente abril; para
i resto da carga ou pissagxiros, a fallar
com os seus consignatarios FrauciscoSeve-
.iii.i Rabello & Filho,ou com o capitSo los
Ferreira Lesss, na prar;a do comuiercio, ou
a bordo.
Para o Havre.
A barca franceza Comte Roger, pretende
sshir a o alia 20 a 25 do conenle mez ; ain-
da recebe alguma carga e passsgeiros, para
os quaes tem excedentes commodoa.
Para o Rio de Janeiro, segu com a
maior brevidade a galiota S. Trindade t re-
cebe carga, paasageiros e esrravos, lendo
para ludo bonscummodos: trata-se na ra
dar, ou com o capillo Msia.
Para Liaboa com toda a br.viJade.a bar-
ca portugueza Maria Josc.de qual be capillo
Jos Ferreira Lesss : tem a maior parle da
carga prosapia para o resto ou passageiros
fala-se com os seus consignstarios Francisco
Severiano Rabello Filho: ou com o espuao
na prafa do cummercio.
I'aia afiahia.
Segu com a maior brevidade possivel a vo-
leira e bem coohecideeaouna braalleira Ade-
laida : quem nella quizar carregar dirija-se
ra do Trapiche Nova o. 16, segundo an-
dar, ou na ra da Cadeia do Reclfe n. 83.
.- Para o Aracaty pretende seguir viagem
nestes 15 dias o hiale Capibaribe,mestre An-
tonio Jos Visnna por ja ter a maior parle
da carga ; para o resto qu passageiros trata-
se na ruado Vigario n. 5.
Para o Ceart sahe com multa brevida-
de portar paitada carga prompla a sumara
brasileira Flor do Angelito- forrada e prega-
da de cobre, uieolre Bernardo de Souza :
quem na mesma quizar carregar ou ir de
passsgem pode entendei-se com o mesmo
mestre ou com oconsignstario Luiz Jos de
Sa Aiaujo, na ra da Cruz n. 33.
A bureaga Flor do Dia recebe carga pa-
ra todos osportos do Noite,at o Assii;quem
quizur dirija-se a ra da Cadeia do Reclfe
toja n. 43, ou ao mestre nofoitedo Mallo.
l'ara o Rio d Janeiro sahe
no dia 11 do corrente o brigue
brasileiro S.igitaiio ; ainda recebe
cargi, passgf iros e escravos a Ire-
le; iraia-se na ra do Coilegio n.
17, segundo andar, ou com o ca-.
pit3o Jo5o de Ueos Pereira,
Vende-se o brigue braeileiro Audax da
lote de 201 toneladas, forrado e encavilhado
de cobre, de conslrucsSo americana, prem-
io de todo o aparelho, o mala afcessarios pa-
ra navegara quasquer desliooT tendo urna
e bote ; quem o pretender po-
Aaaairhorasquese apresentirem masca-, rfe m.nj.Vexamin-lb no aricoraHouro de
radas teio entrada gratis. 1 de,cirg de carne secca e para ajustar
"na ra da C/uz n. 3, com Amorim Ir-
mSoJ.'
Os biihetes desde j esto venda no lu-
gar do costume.
MUTILADO L
Mh


"*
-r
"
- Pr o Rio de Janeiro he Impreteri-
velmentena prxima lamen o bnguejbra-
sileiro Rio Ave. Par o resto da carga s es
cravos a freta, trata-e com os consignata-
rios Noaes & Compsnh a, naruedo Trapl-
oho o. 84, ou cooi o capitflo Ellas Jos Alve
na praca do commercio

Leiltlo.
H. H. Sevift, lendo-se retirado psra Eu-
rooa.rdenou previamente ao fjbrretor Oli-
vera o ieilBo da mobilia lia sua casa de
cimp'o, mor parte nova a com pouco uso,
tanto de jicirand, como de amarello, e
conaistindo em sofi, cadeiras usuaes. de ba-
linco o de bracos, dilts dajogo, dina ae
sor, eommotas, aparadores, m. sis de jan-
tar, guardi-louci. lavitonos, mesas pan
ongomm.r, cama., tenedores, espelhos
linternas, candieiroi de globo, apparelhos
de cha, dito de mesa, h;. .c"^'
teiras, ga-raris, copos, eateira d.e forro ,
"era de cozinha, urna c.rroQ. com arre os
para c.v.llo a omito oulro. artigo uieii :
ter pois lugar dito IeilBo na ^nJ,-r'
do crrante, as 10 horas da manhaa
principiando pelo trem de coznbe, na casa
dentro do sil.b do Sr Elias B.ptist. ii. J.
n. estrada do Arrsial, com entrada pela d.
CruideAloni, contiguo e mriMOM
sitio do Sr. viiconde de Loures Angelo Frao
cisco Carneiro.
Avisos diversos.
r>
-. Perdeu-ae na noito de quinta fe Ira san.
U g do crrante, na Ig-eja da Cooceicao dos
mil.tares urna carleira de cor parda, sobre
o grande : contendoalgum dinheiroem se-
dul.a; roga-sepoi. a pes.o. ^UMt -
chado, queira a levar a ra d Penha n. as.
que alem da quantia que continha dita Oar-
teira.se gratificara, levando-a com MMCl-
boque se achara dentro, passado pelo Sr
Vianna, em difirante parcellas e datas. A
meama carleira tem bllhelds de vizitas oom
o nome do dono quera pertence.
.- Benlo Jos Fernandas, remette para o
Hio de Janeiro as suas escrar.s, de nome
liabel, creoult. de 15 aonos; Cypnana, par-
da, de 15 annos.
-- Ofterepe-se urna ama, para lodo o ser-
rico : quem pretender/.dlrija-se a ra da
Ponte Velba n 8. .
Di-aa a a S contos de rs. a premio, son
escondites que se exigirem : N-
tender, dirija-se a ra do aterro da Itoa Vis-
ta n. 8, que se dir quem da.
Manoel Antonio da Silva Amorim, so-
mente por deferencia ao respeitavel publi-
co, e especialmente aos credores da firma,
que por sua infelicidade he gerente, anda
responde ao annuncio incerlo nesle Diario,
publicado no da 8do correnta, decl.rando
queseichi promplo amostrar a tolos os
credores o estado do estabelecimento que di-
rige, bemcomoo balenco a queseprocedeu
em 85 de marco do correle anno, com as-
sistencia do Sr. Francisco Antonio de jsrft-
Iho Siqueir, e por balanciador por elle (Si-
queira ) escolhido, quando o annunciante
n9o era obrigado a da-lo, senBo quando se
completisseomno de sua sociedade, que
he a a3 de sote obro do anno crrante. He
talvez por se ler o annuociante prestado a
quanta tosca exigencia se Ihe ten) Teilo,
que agora he apresenlado parante o publi-
co como ladrSo, porque nada menos se in-
fere dos annuntios d seus socios, sanBo
BMI conclusBo; talvez porque se persua-
den! estar em algum paiz sem leu que re-
gulo os meios de se compelire.n os socios ao
cumprinienlo de seus deveres o obrigaces
quasoassociar-sa contrahiram. Finalmen-
te o annunciante declara quo nenhuma res-
posta maisdar pelo prlo, a quaesquer an-
nuucios.ou inullos, quelhedirigirem seus
socios, masrscorrer aos meios competen-
tes, visio que seus socios tem anniquilado
o artuo 9." do contrato social.
-- Uesappireceu no dia 8 do correlo mez
de abril urna negra Mossambique, de roma
me Joaquina, com dada de 40 annos, pouco
mais ou menos j alta, serca do c jrpo, levou
vestido novo de riscadinno azul e branco, o
orna miada de missanga no pescoco.tem pe-
la cara e bocea pannos branco; no pello e
na lesta livores de bolhas (enfeite de sua
Ierra), andava vendendo orUliceem um la-
buleiro ja velbo com tala pregada nos can-
tos e eoa travessa no meio do fundo por
fra: pede-se a todas as autoridades poli-
ciaes e capitaes de campo que o virem,
aprndame conduzam ao largo ds Trempe,
sobrado n. 1, ou na ra da Cadeia do Keci-
f, defronte do boceo largo n 25, que *e pa-
gaii oseu trabalhocom generosidade. N.B.
esta escrava tem em urna das orelnis um
buraco grande de botar brincos pesados, e
veiu do Aracaty ha pouco lempo.
~ Sahindo oraoleque Antonio, africano,
a vender tapiocas como he costuma, no da
terrji-feira 6 do correte, nSo voltou miis ;
levou caoiisa de ganga azul de manga curta,
e calca de riscado rxo, e na cintura urna
crrela decouro branecrcom fivela. O tabo-
leiro he grande e com |s euvernisado de
encarnado, tambem levou urna bandeja
Bude preti, dentro do taboleiroti'evou um
dres cumpri.10 com caituxos de gomms
e beijs ba toda desconllanca que ease mo-
lequq he desencaminhado poralguemque
Ihe d abrigo, e por uso se faz eerto que se
confirmando aa suspeilas que ha aera essa
pesaos punida com a lei o pagarlos diasde
servico : porlanto pede-se as autoridades po-
liciaca u capitiles de campo o prndame o
levem a ra Augusta n. 33, isto sendo que
seja pegado no bairro de Santo Anionso;,
sendo na Boa-Vial, na Solodade, junio ao
Sr. Foriuoio, ao alteres Juaquim.l'ereira Xa-
vier deOliveira que serflo recompenstdos;
um dos signaes desse moleque lie ser co-
roado
0 absixo asslgoado, socio gerente da
firma Silva Aaorim oCompanhia estabe-
lecida na liberna da ra larga do Rozarlo
n. 9, por contrato particular celebrado em
23deeetembrode 1851 para vigorar por es-
paco de 3 anuos, scienlifica ao respeitavel
publico a com eipecialidade aos oradores
da referida firma, que n^nhiim caso devetn
fjzer do annuncio publicado no Diario de
Pernambuco de hontam 6 do crrante, as-
signado por Joaquim Duarte Pinto e Silva a
Francisco Antonio de Carvalho Siqueira;
porque a nfio esiarem ca ditos annunciantea
fia de suas facilidades intelectuals.lio ..-e
annuncio o paito da niais requintada ma fe,
e para os Srs. credores se convencerem da
verdade, podam dinglr-se a meama taber-
na examinar o conlralo social: assim co-
mo roga ao Sr. Jo Josquim da Silva Co-
mes que ae deixe de andar insullando-o,
uueraodo fechar aa portas do eslabeleci-
menlo por auloiidade piouria, smente por
se dizer procurador do socio Silva, aflm de
que se evitero pleitos a desgoslos, especial-
njeniepiraB. S "
Minoi'l Antonio da Silva Amorim.
Um escravo do coronel Cliaby,indo la-
var um cavallo achou no riacho que corre
por baixo da ponte da ra da Aurora.ums
colher de soups deprata: a quem ella fal-
tar aprsente oulra igual em casa do dito
coronal, que vista da que se a( hou se co-
nbecer a quem pertence, visto que tem sig-
naes que deem combinar com as mais.
hoga-seaosSrs. quo deveni na loja da
alfalafe narnaNova n. H, desde o anuo de
1848 af 1851 que hajim de vir pagar no pra -
so da lidias, do anuir rio Url Ua ver 01
satis nome por exteuao ueste Jornal.
Alags-sa orna grande casa torrea oom
oroporefles para qualquer eatabelecimento,
na ra Imperial o. 8: a tratar ni ra da 8.
Gonsllon.99.
Preciaa-se de dais mulheres para ser-
vlrem em urna caa estrangelra de pouea fa-
niilia,sendo que urna dallas seja boa engom-
madeira, e oulra cosinheira: quem esliver
neste caso dlriji-ae a ra do Trapiche Novo
n. 18, primeiro andar.
-- Na ra de Hortaa, na loja do obrado
n. 70, lava-se e.engomma-se com prompu-
dao easselo, maia barato do que em oulra
qualquer parte.
Attfr5o,
O Sr. Manoel Antonio di Sllvi Amorim.no
annuncio que loaba de fazer contra os seos
socios convida aos credores da firma de sil-
va Amorim & Cdmpanhli, aflm de se con-
vencerem da verdade.se dirijama dila venda
pira examinarem o tratado social; este con-
vite he urna esporteza alias de mulla sus-
peita e desconlianca; porque o convite de-
via e deve ser feito para os credores exami-
narem os fun los da casa, o eala lo do ne-
gocio e o resultado dos ioteresses que a
mesma tem produxidoj isto aim he oque
querem ver os socios, he o que o Sr Amo-
rim nao tem querido nem quer legalmente
mostrar, cujaa acco a repugnancia, nao
mustia multo boi f, que d lugar sus-
pendo pelo diario annunciada.
-- Jos Mandes de Olivein, embirca pira
q Rio de Janeiro.
Atten(So.
Desappareceu no dia 6 do cor-
rete, um cachorrinho rafeiro, de
raca inglea, "muito hoiro, d pelo
nome malambo, tendo os signaes
seguintes : cor prela peito
branco, ps e focinho cor de rape,
com urna marca branca no pesco-
co, urna das m5os um tanto^ tor-
ta : quem o levar a ra atrs da
Matriz da Boa Vista n. 16, ser
gratificado alm do que se ficir
muito obrigndo.
-- Napolen Gabriel Bez, embirca pira o
Rio de Janeiro o seu escravo, donme Al-
berto, creoulb.
- Na ra larga do llorarlo n. 27, deseja-
se Miar com o Sr. Aprigio Ferralra Gomes,
ou annnncia a sua residencia para ser pro-
curado, a negocio que Iho diz respeito.
Precisa se de urna ama, para casa de
familia: na ra di Cadeii de S. Antonio, sr-
inazem n. 15.
Aluga-sa urna preti, que faz todo ser-
vico de urna casa a compra na ra, por pre-
co oommodo por levar una rria : na ra do
uollegio ii. li), tarcairo andar.
-- O Sr. Dr. Fernando de S e Albuquor-
que, ou alguma pesaos pelo mesmo quei'a
apparreer na ra do Aragao, sobrado n. 26,
a negocio de seu IntereSse.
Ocautelista Souia Jnior faz
scienteao respeitavel publico que
vendeu em sua loja de ferragens,
na ruado Queimado n.37 A, alem
de, ootros premios o de 4soo">000
rs. que sabio em o n. 5779 em um
(piarlo e cinco vigsimos da 16 lo-
tera das matrizes da provincia;
avisa pois aos possuidores de ditas
cautelas qne venbam recebsr o
respectivo premio sem ganancia e
nem descont algum, bem como os
outros premios : o mesmo caute-
lla tem exposto venda os seus
bilhetes, meios, quarlos, oitavos e
vigsimos da a3. lotera do theatro
de S. Pedro, e da 3o. lotera do
Monte Fo, cujas listas devem che-
gar pelo primeiro vapor do Sul,
pelos baratos precos abaixo :
Bilhetes 33,000
Meios 11,000
Quarlos 5,5oo
Uitavos a>8oo
Vigsimos i,3oo
Quem precisar de um pao de baudeira
para algum consulado dirija se a ra do Vi-
gario n. 10, loja de pintor. Na mesma pre-
ciss-se de urna imagnm de N. S. das Naves,
urna dita de N. S. da ConceicBo.uma dila do
S.nta Luza ; todas que teoham um palmo
pouco mais ou menos ; o compra-sejim vio-
Iflo que tenha boas vozea e esteja em bom
estado: na ra do Vigario n. 10.
O abaixo assignado, nSo sabendo que ma-
neiras mais empreguo par obter daalguns
senhores as quanlias que Ihe devem, roga-
ntes novamente por meio deate, o favor de
Ibe pagarem al o lim do crrante mez, do
contrario ver-se-ha na precisBo do recorrer
a meios de que bem conlrsua vontade usa-
r para obter ser pago.
Antonio Jos Moreira Pontes.
Precisa-so de um ou dous escravos pa-
ra trabalharn'um sitio : na ra do CabugD
loja do Sr. Duarte se dir quem precisa.
A pesaoa que Ihe fallar urna charuleira
com um charuto deutro e mais peiteuces
di>ija-se a ra Direila u. 16.
Cuilherme Augusto Rodrigues Selle,
tendo urgente necessida le de ir a Fu'opa
em consequancia do recente fallecimenlo de
seu pi, declara que durante a sua ausencia
(que ser mu curia) deixa na alministracao
de aua casi, como seus procuradores, em
primeiro lugir 1 sua mulher D. Auna Joa-
quina de Mello Carioca, e em segundo aos
seus amigos e primos Miguel Jos Alves a
Custodio Jos de Carvalho GuimarBes. Osn-
nuucianle aurovrila a occaaiao para fazer
publico que nida dote absolutamente, nem
aqui, nemem piafa alguma ; quar por si s,
quer pelo seu casal; ou seja de contaa aoti-
gas ou modernas. Declara oais que TiBo
existe titulo algum valioso a que o annun-
ciante ou aeu casal si jam obrlgados.por for-
ma alguma. aconslderar-sealguem pr.juli-
cado com o exposto cima, deve declarar
por esta folha 00 pr8de8 das.
-- Precisa-se de urna ama para servico
1 ternq de urna casa : no aterro da Bou-Vista
> ... ,
precis-se de urna mulher forra ou cap-
tiva que saiba bem engemmar ecosinhar,
para urna casa de pouca familia : na ra do
Crespo n. 10, primeiro andr.
Precisa-se alugar urna casi que tenha
boa sala em alguma das ras seguintes 1 pa-
teo do Paraizo, ra da roda, dita Nova: nea-
ta lypographia ae dir quem precisa.
Eiward H. J. Fox subdito de 8. M. Bri-
tannica, -gue para Inglaterra coa sua mu-
lher e 3 lilhoi menores, e 1 criada, deixando
encarregado doa negocio da sua rme so-
cial deata praca Fox Brolhers ao 8r. P.
a ra das Agois-Verdes, sobrado de
um andar n. 14, dSo-se bolos de vendagem
80 rs. pataca bem como armam-so ban-
dejas com muito goalo, por preco maia em
eonta do que em oulra qualquer parla.
Precisa-ia da olllciaes da liloeiro : na
rui Nova n. 38.
Qnem tiver co'rentei parareloglo, a
quizar vender lem faitio, dirija-se rtia do
Hrum n. 36, que sendo de ouro de le paga-
so bem ; a tambem compra-sa orna burra de
ferro JJt usada : qnem tiver aununcie para
tratar-so do ajuste.
Domlniros Francisco da Silva, rlira-se
para Portugal afim de tratar de ana nuda
Previne-e a todas a pesaoia que de-
vem a extinta loja de Francisco Goncalvea
da Silva Pereira sita na ra da Cadaia do lie
Cife n. 40,ondoutr'ora foi a doSr. Joaquim
Goncalves Cselo, hajam de vlr orj mandar
psgir na nresmarua, loj de miudazn n. 7,
Isto no prsso de 8 das contados desti diti.
eosqua aasim nBo cumprirem, lindo este
praio.serBu chamados por este dlario.decla-
rando-se seu nomes, quantia, a moradas,
ludo por extenso, visto nBo ler podido re-
ceber particularmente.
Jlo Carroll faz constar que sua le-
nhora Eliiabeth Carroll, subdita inglera.re-
tira-se para fon do imperio, levando em sui
compinhii 4 Dlbos menores.
Precisa-so de urna ama, sendo [refe-
rida urna preta.forra, para todo o eervico de
urna caa de pouca familia: ni ra Direita
n. 100, tegundo andar.
Precisa-se de urna mulher
forra, que queira acompanhar urna
familia pequea urna das provincias do Norte, alfi-
ancando a sua conducta : a tratar
nesta lypographia, ou no Hospi-
cio, primeiro sobrado depois do
quartel, offerecem-se boas condi-
coc no ajuste.
Permulam-se 3 pequeas can terreaa
no Rio Formoao, por urna nosta cldade ou
em eus irrebaldes, recebando-se oupigan-
do-se o excedente que possa haver; e tam-
bem se vendara por preco acomodido: ni
rui da Cruz n. 34.
As pewoas que ainda devem
contas, na loja da ra Nova, que
foi do finado Jos Pinto da Fonse-
ca e Silva, sSo rogadas a satisfaze-
rem os seus dbitos, em casa de J.
Keller & Companhia, na ra da
Cruzn. 55, como liquidatarios da
dita loja-; isto at o fim do corren-
te mez, a nSo quererem passar pe-
lo desgosto de verem seus nomes
publicada nesle Diario. .
Roga-se aos Srs. Manoel
Caldas Brrelo, Francisco Xavier
Carneiro da Cunha Campello, e
Jos de Mello Cesar de Andrade,
o ob-equio de apparecerem na loja
n. 6 da ra da Cadeia do Recife,
que se Ihes deeja lallar,
Ocautelista Salustiano de A-
quino Ferreira, avisa ao respeita-
vel publico, que as suas cautelase
bilhetes da s3. lotera do theatro
de S. Fedro de Alcntara, e da 3o.
lotera do Monte Fio, estao expos-
tos nicamente a venda, na pra-
ca da Independencia, loja de cal-
cado n. i3 e i5, do Arantes, e na
na da Cadeia do Recife n. 46
loja de miudezasde Jos Fortuna-
to dos Sanios Porto es|ieram-se
as listas de ambas as loteras, no
dia 19 do correte mei, pelo va-
por da companhia brasileira, e no
dia 30 pelo vapor inglez Severn ;
as rodos da 33. lotera do theatro
andaram o dia 37 do passado, e
da o. do Monte Fio, ficavaui a
correr no dia 6 a 7 do presente.
Pan em continente sem descont
algum, todo e qualquer premio que
sabir no* bilhetes e meios, vendi-
dos as lojas cima mencionadas ,
logo que receber as listas.
Bilhetes inteiros 33,000
Meios 11,000
Quarlos 5,5oo
Oitavos a8oo
Vigsimos i,3oo
*
Baile .Masqu. '
No Apollo, sabbado de Aleluia, ha- t)
veresse agradavel divertimeolo pa- a>,
ra o qual vendem-se ricoi vestuarios tu
de perfeitoscoitumes, todo de finos 9
w vellidos pelo baratissimo prec.0 de 9
# 40,000 rs.: na loja pernambucana da %
tf rui do Crespo n. 11.
*; *,?!
A'vista do annuncio do diario n. 6.1 ue
20 do passado a respeito do eogenho Uua na
fregu-zia de Santo AnlSo, em que a propn-
ei.il 111 pretende vender, permurUr ou arren-
dar, % para qualquer pesaua nSo se chimar
ao engao, o abaixo assignado declara que
nesle eogenho tem urna hypolheca, e parte
j vencida. J0S0 Cavalcanli de Souza Leao.
Na ruado Hospicio n. 5, precisa se de
urna ama que engomuie com perfel^Bo: pa-
g-se bem.
u bacharel formido Jos Joaquim de
Miranda Hurta, residente na corte do Rio de
laneiro, offemee aos habitantes d>sta pro-
rinc de Ptrnamboco o seu prcslimo para
lialar de qualquer negocio, quar tendente
ao loro, quer a alguma das secretarias de
eslaoo, quer a outio qualquer negocio, me-
diante urna gratificarlo : as pessoas desla
provincia de Parnambuooque do seu presu-
mo se quizerem ulilisir podero dizerem-
1 lie em carta fachada o que querem, pro-
metiendo o annuuciante empregar lo'o o
zelo, aclividade e presteza no cuniprioienlo
de auas obrigacOe. O annunciante reside
no largo da Ajuda n. 5.
" consuLTOaiu cKia*i aoMceorTHico W
db paatHBucs.
Jl Derigia pelo Dr. Sabino Olegario Lud- 9
gero Pinho.
Roa do Trapiche Novo n. 15.
S Todos os das uleisse darlo consultas 9
o remedins de grafa aos pobres,desde
*t pela manliii, at aa dual horaa da tar-
j) de. Aa correspondencias e informa- V
aj fOes poderflo ser dirigidas verbal- 98
SJ mente, ou por eseripto, devendo o 9t>
98 doeote indicar primeiro: o nome, a 4t
%, idde, astado, profiasBo, e constitu- (
yf (So i icyundo : as molestia, que tem
2 tido, e os remedio tomados; lercci-
t ro : a poca do appareeimenlo da mo- _
O lestia actual, e decripc,ao minuciosa,
aj) dos signaesousymptouias quesoffier 9
Enaina-soa allnr o traduxir correcta-
mente a lingoa ingleza, por um metbodo fa-
mo de comprehender em pouco lempo :
ra da Gloria n. 83, daa 6 horas da ma-
lina alis 7, do contrario deixanlo o leu
deieco na meama ro n- 81, aflmdeser
cundo.
Paulo GalKiiniix, lenttsta
rrancez,offereee seu prestl-
ino no publico para todos os
mlstere de sua proflssao 1 m
pilo ser procurado a qual. #
quer hora e ui sua casa, na aj
mu lni'tradoRo*nrlo, n. 36, f*
_ segundo andar.
a> 4 4-a-99f*
Cnli^ratia
Na Ra do Aragao, n. i2, se-
gundo andar, copia-se com perfei-
980 qualquer papel em muito boa
eltra e por preco commodo.
No paleo daRibeira de S. Jos, sobra-
don. 15 na loja, lava-aa a omgonia-.se,
com toda perfaifo e aoeio, e por prero
commodo.
Arrenda-sa um engenho disla.n'e desta
praca 9 legois, com muito boas torras de
plantacOes, e cercados, moente e eorrente,
vende-so na meama occasiSo em que se lizer
o arrendamento, alguna esoravo, sifra ,
criada, boiada multo boa, carros, a todos os
mais utencilios Inherentes e oecessanos pa-
ra a continuarlo do mesmo eslahelecimuu-
10, e nBo ha duvida de se fazer lo lo e qual-
quer negocio 1 tratar no aterro da Boa-
Vista n. 43, primeiro andar.
Precisa-se de urna ama desempedida
para cala do ua-a familia-fra da cidade :
quem quuer appareca na ra da Guii n..S4.
-- Quem quizer negociar traa ricos ro-
quetes crespos de cambraia de linho, diii-
ja-ae ao pateo do Carmo, aobrado de um an-
dar, por c.ma da botica, das 6 as 8 da ma-
ohSa, od das 5 da tarde em diante.
Tinturara franeeza
No aterro di Roa-Vista n. 17, tingeove to-
da e qualquer fizanda, seda, la, algodBoe
linho, tanto em obra como era peca, e com
muilo aceio; assim como se limpam casa-
cas e oulra qualqaor roupa de panno que ti-
ver nodoas, pondo-se como novas e por pre-
cos muito c (iinmdos.
- Alnga-se um arinaiein, oucaaa errea nal
ma legitimes: travesa da Madre de lieos, A-
iiioriui, Mnd.i, Lappa.ou Coila; a fallar no lar-
go da aneinblaa o. 0.
t?fff*ff!fffffffff'!'2
m
rczidindo na ra Nova n. 19 primeiro an-
dar, sonde estar aempre prompto a qual-
quer chamado, dtfsde s 9 horas da manhBa
at ai 4 da tarde; o annunoianla encherla
de um 1 todos os' denlas, que por isso tem
um completo sortimenio de denles artlfl-
ciaes, incorrutiveis a de porceliua,mui de-
licados a do ultimo goito ; e todos os mais
ccessorioi tendente a ua prufic.lo, isie-
verando a lo Jai a peaaoi que ae quizerem
utilizar do seo preslimo que nSo exige pa-
ga alguma, 11O0 fleando 01 denle bem pos-
tos que pBose possa deferencar dos proprioa
oaturaes, a podendo-ae mastigar com os
meamos toda a qualquer comida tem sentir
s menor dor era ter receio da 01 quebrar,
tambem chumba os deules naturaes Tura-
dos da caria com ouro, prata e metal bran-
co, prevenfndo assim a conlinuafBuda ca-
ria, dores a mesmo evitando por 19*0 a for-
ma de passar a caria dos dantes Turados para
os outros mTus ; tambem tira padre ou ca-
ria dos den tes em geral, que tinto 01 dam-
nellca e coopera para omoaliloda bocea,
nSo sendo lirado: o annunciantea 10 an-
nos que exerce a sua profiscSo neila cida-
de, e o multo exompios que tem dado
nesse longo lempo, sera quanto basta para
ae garantir.
Altenc"o.
Na nova fbrica de chapeos de aol no
aterro di Roa-Vista n. 3.
Neite novo estabelecimento recebeu-se
um novo e lindo sortimenio de cbapeoa de
aol do ultimo goalo laoto da aeda como de
paoninho para bomemeaenhora,por menoa
preco do que em oulra qualquer parle;
grande lormeulo de panuiuho e aeda em
pecada indas us cores para cubrir armarles
servida, concerta-ie qualquer chapeo e por
menos que em outra parle.
Compras.
Precisa se de 3 ou 3 escra-
vos crioulo.s: quem quizer vender,
iliiiji-sc a ra do Trapiche n. 36,
segundo andar.
Compram-se pan fura da provincia 2
escravascrooulasou pardas, de 1 a ai annos
com boas figuras, pagam-se bem : na ra
Nova n. 16.
-- Compra-so um prelo que seja bom bar-
bairn, e sangra tur, pira fura da provincia,
sendo bom se pagara hem : na praca do
Commercm n. Hescnptoriode Manoel Igna-
cio deOliveira.
Compram-se escravos de ambos os se-
xos de idade de 6 a 25 annos, paga-se bem :
'Vafe"!!: 5 ^^Cr agravo iiioco ho.ieiro.
quecimento dos mesmoso fizara no,2 dir, na masui. casa alugase um andar de
vamente linoar mBo deste meio de
que nBo quizara osar, e portadlo ro-
ga a todos os davedores do finado
qum-

4
Antonio da Cunha Soares GulmarBes,
Jos Joaquim de FreilasGuimarBes,
eViuva Frailas GuimarBes, venlum
solver seus dbitos al o fim de ahri
prximo,|no lim do cujo prsso passa-
ra publicar eus nomes por exten- S
i>, e uzarde aus direrto; e nenia ^
occaaiSo nBo poder nenhum dos di- ^
tos doveres apresantir motivo da ^
> qunixa por aleg'CBo de ignorancia. <^
BAiNUO UE P10KNaMBUl,O.
A directora do banco de Per-
nambuco annuncia aos senhores
accionistas, quesuhsrreveram ac-
edes, que tem deliberado princi-
piar a receber a priineira presta-
980, conforme determina os arti-
gos 3 e 5 dos estatutos no dia i5
de abril prximo vindouro, efina-
lisar o recebimento no dia 3o do
mesmo mez. Os senhores subscrip-
tores de accoes, que as tem cedi-
do a outras pessoas, Ihes passaiSo
um titulo de transferencia, que a
pessoa dever apresentar na occa-
si3o em que vier fazer entrega do
dioheiro e o mesmo titulo deve
vir reconhecido por um tabelluo.
Km tempo se aonunciarVa casa
onde se devem dirigir. O secre-
tario da direcco, Manoel Ignacio
de.Oliveira.
Caridade sem limites,
Sciencia sem privilegio.
Francisco de Paula Cornsiro
Le3o, reside no aterro da Boa Vis-
ta n. 16, onde offerece-se psra
curar homeopticamente as se-
guintes enfermidades e nao cu-
rando nao tem direito a nenhum
pagamento sendo chamado lojo
no principio da molestia e nao
tomando o doente nenhum medi-
camento alopathico e mesmo ca-
seiro. Ferimentos de bala, ou de
quaesquer outros instrumentos ;
grandes quedas ou pancadas por
maiores que srjatn, respirando a-
inda o paciente; pleurizes, o mais
agudos e-violentos ; febre amarel-
la, desenteria sangunea, bexi";ns,
sarampo, e sarnas inda as mais in-
tensas e rebeldes, erisypellas, to-
da molestia venrea ousyphlytica;
bobas, seja de que carcter foreui;
1 betn itisinos agudos, e m geral
todas as mais enfermidades em
tempo que possau>8er curadas.
Ofllcina de encadernacSo na ra do
Collenio 20, primeiro andar. O padre
francisco Coeluo d Lemos e Silva raz scien-
la ao respeitavel publico que tem mudado
a sua residencia para a ra do Collegio n.
21), primeiro aodar, onde continua a enea-
lernfcr. e espera a mesma consideraQBo e
favor que sempre tem recabido. Ahi venda
livros lano de direito como da bellas lellras
elioguas, mxime a latina deque ten um
coaipletoso'limenlo.iroc e oompra lodoe
qualquer livro com lano que nBo Ine fallen
follias e tem para ven 1er tanto em por^Bo
oomoarataltiocarlasda A. rt. C, tiboadas,
carlilhas cathecismosde differenles eJicflas
e precos, verJado aos meninos, sinopses,
Fleury, deveres dos homens, apudaulis,
procuracOas bastantes, rotlos para garra-
fal de vmno, o livros, letras, conhecimen-
loi, fullinhas de lemttrancas, edicSo de Pa-
ria, traslados, livros em branoo te.
AOSDEmTBS.
J. A. 8. Jane dentista, lem a honra de
avisir ao respeitavel publico, que se aeba
Tuixm para enyenhos.
Na fundicSo de ferro de Bow-
msn &c Me. Galliim na ra do
firum, passando oehafaris, conti-
na a haver um completo sorti-
menio de taixas de ferro fundido e
batido, de 3 a 6 palmos de bocea ,
as qnaes acham-se "venda por
preco commodo e com prompti-
dao, enibarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com
prador.
Novos cobertores de tapete a
i,44|S-
Na ra do Crespo loja da esquina que
rolla para a cadeia, vendem-ae cobertores
de tapate, grandeae bonito, pelo diminuto
preco de 1,440 rs. ;emqualidadeaSo oime-
Iboresque tam viudo no mercado, por isso,
recommouda-se aos Srs. da engenbo que
quizerem comprar da pichincha, olo ae de-
moren), porque j ha pouco pela estrac,So
que tem tido.
Deposito de panno da algodao da
febrica Todos os Santos da Da-
ina.
Vende-se por preco commodo
o bem condecido panno de algo-
dio desta fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador: noescrip-
torio de iNovaes & Companhia, na
ra do Trapiche n. 34*
Grande fabrica de chapeos de sol,
de J. Falque la do Collgeio
n. 4.
Neste novo estabelecimento recebeu-se
um novo e lindo sortimenio de chapeos de
Sol dos ltimos gostos, tanto de seda como
de paninho pura homens e senboraa, de ar-
macSo de balis o de asso que so vendem
por menos preco quo am outra qualquer par-
le ; grande sortimenio de chanialole, sedas
e P* o i iiims em peca do todas as core e qua-
lidades para as pessoas que quizerem man-
dar cubrir armaciVs servidas. Completo sor-
liuieulo de hlelas para vestidos espartillios
para senhora, fazem-se umhellas de igreja e
conceitise qnalquer qualidade de chapeos
de sol: lodos osobjectosacuna mencionados
se vecdeni em puicilo o a retalho, por preco
que agradara aos freguezesa vista da quali-
dade.
Anda continua-e avenJer farinhado
reino, assuoar, tapioca, e gomma omito al-
va a 80 rs a libra, e tambem assucar refina-
do muito alvo 100 rs. a libra, bon> queijos
do remo, servej da melhor, garrafas entejas
ditas, vinho do melhor que exista nesle lo-
aruiazam da ra Nova o. 67.
sobrado em qualquer rui que lenh
tal, ou mesma casa terrea.
-- Couipraiii-tiu 2 prelos de niflo, robus
tos e possanles : na ra estrella do Rozario, I Cai, dito muscatel, on hyson. toucinho.ar-
travessa para o Queimado n. 39 A. [rozdo MarannBo, lats de g(axa, manteiga
Compram-so escravos de ambos os se-: jogleza, e outros muitos gneros do bom e
xo, de 15 a 30 annos de idado pira engo-, melhor por preco commodo : no piteo do
nho, dando-sa preferencii^os da Angola: no j Carmo, venda da quina do beco da bomba.
por baixo do sobrado de um andar n. 13 ;
tambem ha banha de porco muito non.
7* Uvas encllenles do Itamaraca.
Na ra estrena do llozario n. 43, haver
sempre uvas de Itamaraca para se vender por
(ni',1 commodo.
ptimos peliscos para a piscos.
Vendem-se vitellos muito gordos por pre-
co commodo : na estrada nova, adianto da
Magdalena, Ia. casa cSr de chumbo.
Vende-so um cab'iolet om muilo bnm
uso, com todos os seus apparelhoi: a fal-
lar coro Jos Pires de Sloraes, na rus da Ca-
Veiidas.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 30:000,000 de rs.
Na loja de miudezas da praca da
Independencia a. 4, ven icm-se lii-
Ihetes inteiros, meios, quartos, oi-
tavos e vigsimos, a beneficio da deia Valha, loja de ferragens.
33. lotera do theatro de 8. 'Pedro j a ""3">* u"nb"f
8apuvj| up uiiibsa np iu..z>i(UJu
osof tp
ou : B]SiA h iiJii pi |p 'oats apeo u OOS'8 P
'aSeftj op ei|uiii'| .1 ii.i.idd^
Vendem-se 2 escravos do servico de
campo ; 3 negras com algumls habilidades;
1 dita da servico daca npo; 1 cbia, e 1 es-
crava do ni' m idade : na ma Direita n. 3.
-- Vende-se urna molla de 16 a 18 anno,
robusta e sadia,.por 350,C00 rs com um
poqueno defeito nos olhos: na ra da Ci-
deia do S. Antonio, armazem n. 15.
Jarros para 11 ires.
Na ra da Cadeia do Recife n 61, ven lem-
se jarros para flores, pelo diminuto preco
de 2,000 rs. grandes, a 1,000 rs.os pequeos.
Superior cha nacional
em caixinliss de 2 libras, e da mal or qua-
lidade; vende-se por preco commodo, na
ra doCorpo-Sanlo n. 2, primeiro aodar.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. I7, ha
muito superior cal nova em pedra,
heeada ltimamente de Lisboa:
11 seos solios, prnprios pa- > .___j ii..
ar: na ra do Livramento, tambem se vende potassa da Itus-
sia, nova e de superior qualidade.
4,ooo
Vende-ae rap de Lisboa, chegsdo'lti-
mamente, vindo de encomroenda, cousa
superior, a respoosabilisa-se pela qualidade: *
na ra da Cadeia do lenle, loja de J0B0
da Cunha MagalhBes, n 51.
Queijos da manteiga.
Na ra do Quairhado luja n. 39, vendam-
seos bem conhecidos queijos de manteiga
docerlBo do Cnid.nfuKo frescaes.
AVISO AOPUBUCe.
e^ftolici da ra do Collegio n. 18, eonti-
nuam-se a vender as verdadeirts e bem
concailuada pilulas para bubas, cravo se-
cos, e dores veneris, por mais antigs que
sejam ; cuj is bons effeitos confesaam todos
que dellas lem feito uso. Com osicSo do
lihirmaceulico Selustilfo Jos de Uliveira
Macollo; a para conhecimenlo do mesmo
de Alcntara; ditos inteiros,meios,
quartos, oitavos c vigsimos do 3o
lotera do Monte Po, que vem as
duas listas no primeiro vapor do
Hio de Janeiro; njj> mesma loja re-
cebem-sc bilhetes premiados em
troca dos que tem a venda e mos-
trarse as listas.
Para Lile de mascaras.
Miscaras de setim cor de roza ,
muito finas .e bonitas, pelo dimi-
nuto preco de 3,5oo rs. ; na ra
do Queimado n. 37, armazem de
fazendas de Gouvei.i de Leite.
Vendem-se os verdideiros selins in-
glezes, piit 'iitc, de molla e sem ella : na
ra '11 S imilla Nova n. 42.
Vende-so papel piulado, pira muzica
I 40 rs.: na praca da Independencia, luja
de miudezas n. 3.
-- Veoie-sel parelha decarneiros gor-
dos e mansos, com seus solios, prnprios pa-
ra meninos passe
bolica n. 22.
Vende-se urna burra de Ierro, porpre-
Co commodo : no aterro da Boa Visls, so-
brado n. 17.
Kicas litas de veludo para pescoco
e cinteiro.
Vandem-sa, na rui larga do Rozario n.
40, loja da miudezas, muilo superiores fi-
tas de veludo de diversa cdies, tanto lizas,
como lavraJna, por preco muito commodo.
Gramil' porra o de fazendas baritas,
na ra do Crespo n. i4> loja de
Jos Francisco Dias, a 160 rs. o
covado !
Vende-se urna grande porc'o de chita
muilo lixas, da novo pa'drO-s, co.n um pe-
Sueno loque do mofo, a 160 rs. o covado ;
itas escuras corea da caf a de vinlio, e ou-l
tras oais cOres muito Oxas, a 200 rs. 0 c^-J publico'e principalmente de algumis pe-
aro- r ------ *--
vado ; ditas as maia linas quo tem app
cidono mrcalo, tanto em paunos, como
as tintas, azsnda do ultimo gosto, a 240
rs ; nscados francezes de quadros, fazenda
muilo fita, a 200 rs. 0 covado ; cortes de
chita rranceza, com barra, a 3,000 rs ; ma-
rinos pretos de superiores qualidades, e
1,800, 2,300, 2,800 o 3,200 rs.; linissioia al-
paca preti e da coras fazenda propria p-
ra palitos, a 640 rs. o covado; ligo 1,1o azul
muito largo, a!60rs. o covado; pepas de
hrelanha da rolo, com 10 varas, fazenda
muilo enenrpada, 11,806 rs. a peca ; assim
como exislera outraj muitai fuendas, por
piecoi mais baratos do que em outra qual-
quer parte: de tudo se uarSoamostras,
deixan lo seus competentes penhores
ABADOS AMERICANOS;
9 Vendem-se arados ame-
ricinos, chegados dos Ests-
ds Unidos, pelo barato pre-
90 de 40,000 rs. cada un: na
S faS do Trapiche 11. 8.
,*m*SSS *##***#
Veode-sa urna linda escrava reosla de
idade 92 annos com lodas as habilidades :
o ra da Pra-a o 43, primeiro andar.
Vendem-ae 100 espanadore muito bsm
feitos, proprloi para embarque : quemo
pretender annuucio para sor procurado.
soas que nSo estejam ao alcance, o conhe-
cimenlo das veriladeiras pilulas, se faz pu-
blico por asta aviso.
Arados da fabrica dos Srs. Ilanso-
me e May
Proprins pira plantar a airapar canni de
lilfarentes modellos a feitos na mus acre li-
da fabrica na Inglaterra sendo muito su-
periores a qualquer que tem vindo a este
mercado,o piopdo para plantaren qualquer
terreno e de qualquer la'gura, por tr" um
arranjo proprio para abrir fechar a aireca.
Obico, aivecao sola deitea arados pas.am
por um proenaso que da-lue a conaistoncla
de ac temperado da maneira que sSo do
mnitaduracSo, alm de que lem bico da
sobre-excellaote: na ra do Trapicha n. 14.
CLUA EU VLLA&.
Vende-se cera eru velas das
melhores fabricas de Lisboa do
Hio de Janeiro, sortimentos mui-
to variados e a precos commodos :
na ru* do Vigario n. 19, segundo
andar esenptorio de Machado &
Hinheiro.
Molduras douradas
d todas 01 lirgurai: vendem-san6* armi-
zem de Kallkmann IrmBos.ruidi Cruz n. 10.
1



Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 80:000,000, 10:000,000, 4:000,000 ,
8:000.000e 1 .'000,000d rs.
Na loj da Viuva Viein &Filhos, na ra
da Cadeia do Recife n. 24, ainda acliam-ae
a anda um reato de bilhetes e cautelaa da
33 loieria do theairo de S. Pedro de Alcn-
tara : como bom novoa bilhetes e cautelas
da SO. Inli ra do Monte Pi Geral, cujas lis-
tas eaperam-ae pelos vaporea, da carreira e
inglez: os precos sSo os soguintes :
Bilhetes 38,000
Meios 11,000
QuartOS 5.500
O i la vos 3,800
Vigsimos 1,300
Sements de ortalice.
Vendem-se sementes de ortalice, muito
novas, de todas aa qualidades, viodas de
Lisboa na galera Margar ida: na ra da Cruz
do ll;cife, atrs do Corpo Santo n. 62.
Casa de molas francezas de Bues-
aard Millocheau no aterro da
Boa-Vista n. i.
Pelo njvio franco?. Cont Roger, recen
teniente chegado do Havre, recebeu um va-
riado soilimenlo das ultimas modas escoltn-
dss por pessoa de gusto apurado e vin lo di-
rectamente, o que promette vender mais
om coala. ste sortimento compOe-se dos
objeclos seguintes que se farflo patente aos
com tiradores : chapeos de palda enlejiados e
de aeda para senhoraa'os mais liados e ricos
possivel, chapeos de meninos e meninas ri-
cos enfeitos para cabega, turbantes e capel-
las, romeiras de bico, cabegOes de bico e de
blondes verdadeiros, mangas da ultima mo-
da, capolinhos de redo de retro?, de seda de
cores os nicos no Recife, luvas de pelica
moda nova, capellas e llores de laraojeira
para noivas, corpinhos e visitas ue-bico
branco e preto, ricas capellas e flores irtnSes
daa ditas para enfeils'r vestidos, ricos cortes
de veslidus de bailo e de casamento, chales
de rede.de relroz de cores, tramas e franjas
de (odas as cores, plumas, um grande soili-
menlo de bicos de linho, rendas ebicosde
Lloode, manas de cabega para missa, pul-
ceiraa de Illa de peroles e de fita de veludo,
grvalas de veludo, cambraia de linho trans-
parente, lencos de dito bordados, camisas e
-colarinhos para homem, Rravatas de mola
para os tnesmos, espartilhos, filas, Mantelo-
tes e capolinhos, toucedos de 13a para se-
nhorase meninos, baleias etc. etc. Recbe-
se regularmente tu ios os figurinos de todos
os diarios de modas de Pars, e faz-so con-
forme as modas chapeos, vestidos,toucados,
e coi geral o que nece.-siu o gosto da mo-
dista.
Vendem-se 3 canoas, que pegam 1200
lijlos cada urna, um alambique de nove ca-
adas, pelo modello dnChaptal, com mais
melhoramentos,e que dislilla 34 caadas por
da, alguna barris para deposito de espiri-
tos, urna prensa para espremer qualquer
qualidade de frutas, por ter as proporgOee
necessarlas ; adiciona-se a quem comprar o
que pertence a oeslilacSo, um completo re-
ceituirio para licores eospiritos ; um ter-
reno com 130 palmos de frente e 300 da fun-
do, promplo para se edificar : na ra Impe-
rial n. 135.
-- Na ra da Cadeia do Recife n. 33, ha
para vender uina porfo de correntes linas
para laborar, como sejam escolas de gavia,
ole. ele, que tudo se vende por todo o pre-
(o para fexo de conta.
AltengSo.
Esto venda 3 escravos creoulos 1 cabra,
de 45 anuos, I negra de 30 annos, o'oulra de
36 ; todos robustos ede boas figuras : na ra
da Cruz n. 14, ou no patnn'do Pilar, casa da
esquina, se dir quem vende.
Papel pautado para msica.
Vendn-se papel paulado para msica de
10,12 e16 paulas a 40 rs.afolliana ruado Ro-
zarlo eslreit* travessa doQueimado loja de
miudezas n. 2,A, e na praga da independen-
cia loja n. 5.
~ Vendem-se peles de marroquins do to-
das as cores a 1,600 rs., bandejas Anas, fa-
cas egarfos, colheres de metal do principe,
machinas para caf, todo o trem preciso
para rotinin, e mullas lerragens e miude-
sas que se.vendecflo malo barato : na ra
Nova luja "de ferragensn. 16 de Jos Luiz
Pereira.
Barateiro do Recife.
Na rui da Cadeia do Recife loja n. 50, ven-
dem-se cortes de magnificas sedas pretas,
lavradas, recentemente chegadas, corles de
chitas achamaloladas, manteletes pretos
chales de seda de cores, grandes e pe-
queos, uiablas, de seda, sarjas pretas, lu-
vas pretas de torga I, e de seda de cores pa-
ra Sra., ditase seda, e pelica para homem,
* grayataa pretas, coletea de casemira, cam-
braias delinho muito fina, ludo moderno e
bom, assim como outrss umitas fazendas,
que alrco de dinheiro se ven lem por ba-
ralissimus precos, bem Como pannos azul,
verde e preto para casacs, palitos, e farda
de 4,000a 6,000 rs. o covado, ditos msela-
dos para palitos e para acabar a 1.80]ys. o
covado, e cortea decasemira de cores SjjmiO
e 5,000 ra. o corle.
Nendo.se una parda com bonita figura,
mofa, tem todas aa habelidades ; um pela
com habelidades, e tem um molalioho que
est criando; urna outra que cosinha e lava,;
e outra peileila cosiuheira, e eogomma-
deira de proflssSo : na ra larga do Rozarlo
n. 35, loja.
vende-se urna taberna com poucos fun-
dos, a dinheiro.ou prazo, com boa firma, si-
ta na ra ucfSr B. J. das Crioulas por baixo
do sobrado da dous andares : a fallar atraz
da fundicBo em S. Amaro com Manoel Fruc-
tuoso da silva.
Fitas de velludo lizas, e abortas de
todas as cores.
Na ra do. Cabug n. 6 loja de miudezas
vendem-se filas de velludos de todas as lar-
;uras,e cores com suas competentes flvel-
as por prego muito commodo.
Ao bom e barato.
Vendem-se na ra larga do Rozario u. 40,
luvas prelaa de torcal ede seda para bomem
e senhora, ditas de fio da Escocia, tanto de
corea como brincas, como umbeni na mes-
illa loja ha para ven ler grvalas pretas de
mola, pentes pretos de balis para alisare
para coco, escovis muilo finas e potes psra
denles, aboluaduras, muito finas para casa-
ca, ludo por mais barato prego do que em
outra qualquer parle.
NoPasseio Publico n. 15, vendem-se
saceos com alqueire de milho, pelo barato
preco de 1,700 rs. cada um.
Vende-se um relogio deouro, patente
inglez, do melhor autor, muito proprio pa-
ra algum martimo, por ser muilo forte e
bom regulauor, muilo em oonti, por aer ue
'gosto aanigu : na ra do Queimado, loja
n, 10.
Vendem-se saccas com fari-1
nha de Santa Gatbarina a a,2tJo
rs. : na ra da Praia de Santa Bi-
ta, venda defronte da ribeira do
peixe, n. i.
Vende-seoma rness de amarello,com
7,'palmos de compriment e 4 de largura
oa ra Bella n. 16.
As mais superiores velas de car-
nauba, que tem apparecido no
mercado.
Veudem-se velas do carnauba, vindas nl-
timamenie do Cear, de superior qualida -
de, em canas de 33 libras, a 9,000 e 10,000
rs. a caixa : na ra do Crespo, loja da es-
quina, que volta para a Cadeia.
Vinho de Champagne,
e superior qualidade : vende-so no arma-
em Kalkmanu Irmos Rus da Cruz, n. o
Deposito la lubrica lo Todos os
Santos na ISalila.
Vende-se, em casa deN. O. Bieber&C.,
na ra da Cruz n. 4, algodflo transado da-
quollafabrica, muito propno para saccosde
assucar e roupa de escravos, por precocom-
riiodo.
Para a quaresma.
Casemira preta infestada s 5,000 rs., o cor-
te de calca.
Na ra do Crespo lojs da esquina que vol
tt para a esdeia vendem-se casemira preta
enfestada a 5,000 rs. o corte de caifa, sarja
pela hespanhola a 2,600 rs. o covado ; co-
mo outrasfazendas que por sua boa quali-
dade se tur nao recomendaveis.
Facas e garfos.
Na ra do Cabug o. 6 loja nova de miu-
dezas vendem-se facas, e garfos decabo de
balanco a 1,600 rs a duzia, ditas de esbo
oitavado a 3,000 rs. a duzia, issim como uto
sortimento de colheresde soupa e cha.
Ricas fitas para sinteiros.
!>a ra do Cabug n, 6 loja nova de miu-
lezas, vendem-se ricaa fitas de saija de seda
para sinteiros de menino, assim como um
grande sortimento de ditas a setinadas pa-
ra chapeos de Sra. por precos muito com-
inillo-.
--Na ra do Cabug vendem-se charuleirss
a 320 rs dilas mais pequeas s 240 rs. cada
urna.
Luvas de fio da Escocia.
Na ra do Cabug n. 6 loja nova de miu-
dezss, vendem-se luvas de fio da Escocia a
380 rs. o par, sem mofo algum.
Na ra do Capuga n. 6, vende-se marro-
luinsa 1,500 rs. apelle.
Pentes de alizare de coco.
Na ra do Capuga n. 6 loja nova do miu-
dezas, vendem-se penleade bfalo para ali-
zar a 320 ra., cada um, ditos para cucabor-
tos a2S0rs. cadaum.
Ricas toucas de lia.
Na ra do Cabug n. 6 loja nova de miu-
Ic vendem-se ricas toucas de 13a chega-
das ltimamente de Lisboa para Sra. e me-
nina a 3,000* rs, cada urna.
^gulhas francezas.
Na ra do Capuga n. 6 loja nova de miu-
dezas,. vendem-se guillas Iraocezas ns 1, 2,
3, 4, 5, 6,7,8, 9,10, a 40 rs. o papel, ditos
muito finas ns. 11,13,13,14, a 80 rs. o papel.
Carlas dejognr.
Vende-se na ra do Capuga n.6, loja de
miudezas carias para vollarete a 560 rs. oba-
ralho.
O barateiro est em campo.
Na ra do Cabug n. 6 loja nova de miu-
dezas vendem-se bicos de largura do palmo
e meio a 720 rs. a vara, dito de palmo a 610
ra., e dUo pouco mais eslrilo 560 rs., as-
sim como um sortimento de bicus eslreilos
por precos muilo commodos.
Caivetes de 6 folhas.
Vendem-se na ra do Cabug o. 6 loja de
miudezas, caivetes com 6 folhas cabo de
ciifio deveadomuio finnos a 2,000 rs.,
'itos de 2 folhas a 720 rs., tambem muito
finos.
Riquissimas franjas, e trancas pa-
ra mantelete.
Na ruado Cabug n.6 loj nova de miu-
dezas, vendem-se franjas e Iranias pretis de
seda as mais ricas que tem apparecido, por
procos muilo commodos.
He barato que admira.
Vendem-se ricas franjas de bolotas pro-
r.nas para cortinados de cama e jaulillas
i.ooii rs. apega, dilss mais enferiores a 3,000;
rs., dilas estrellas proprias para toalhas a
100 rs. a vara ; na ra do Cabug n. 6 loja
nova de miudezas.
Linhas de carretel de aoo jardas
a 900 rs., a duzia.
Vendem-se oa ra do Cabug n. 6 loja o-l
va de miudezas, linhas em carreteis de 200
jardas a 900 ra. a duzia, dilas de 100 jardas
a ?20 rs. tendo tolas as grossuras desde n.
li n. 154.
Oh! que pchincha.
Na ra do Cabug loja nova de miudezas'
n. 6, vendem-se luvas de torzal a 640 rs. o
jar, dilas ditas a 800 rs., ditos ditos mu
suppenores com bolotas a 1280 rs.
Luvas de pelica.
Vendem-se na roa do Capuga n. 6 loja no-
va de miudezas luvas de pellica multo novas
nara Sra. a 800 rs. o par dilas muito finas
com palma e bolotas a 1,600 rs. o par, ditas
para homem a 1,000 rs. o par, ditos de pon-
loingleza 1,600 ss., ditss ditas pretas a
1,600 rs.
(juves de seda preta para seniora.
Na ra do Cabug n. 6 loja nova de miu-
'lezas,vendem-se as mais ncaa luvas de seda
preta que tem aparecido para Sra. propriaa
para a semana santa pelo diminuto preco de
1,600 rs. o par,a elleaqueseesiao acabando.
i
n
o
a
cr
<
2,
al
o
a
FT 2 Da
Mial
Grande sortimento de madagoloes
muito linos e largos com pe-
quena avaria.
Vendem-^se na ra do Crespo, loja da es-
quina que'vira para a Cadeia, madapoloes
muilo superiores e largos com podca ava-
ria a 3,500, 4,000, 4,200, 4,500, e por ser
pchincha se avisa aos freguezes que gosl mu
do borne barato.
Casses de quadros avarialas.
Vendem-se na ra du Crespo, loja da es-
quina que vira para a Cedis, cassas de qua-
droavariadascom 81|3 varas a 1,00o e 1,280
rs, a pe^a, chitas de cores fizas e bonitos
padrOes a 160 rs. o covado.
Vende-se muito superior fa-
rnilia de Santa Catliarina a 2,400
rs. a sacca, assim como tambem
barreduras da mesma a 1,000 rs. o
alqueire : na ra da Praia, armi-
zem de carne n. 10.
Esporas d'asso.
Na ruB do Cabug n. 6 loja de miudezas
vendem-se esporas d'asso muito finas a 1280
rs. o par.
Hicas fitas de veludo.
No ra doQueimado n. 16 loja de miude-
zas ha um completo sortimento de litas de
veludo, oqual ae veodem por menos preco
do que em outra qualquer parle.
A boa pitada
He chogado novamente'o muilo supe-
rior rap Pnnceza do Rio de Janeiro, em II-
bra e 1|3 dila : na ra do Uueimedo n. 35
' loja da miudezas.
i lo Cemento novo a 7,000 rs.a barrica.
Noarmazem de Antonio Annes, no caos
a Allanjdega.
Attenco.
Na tua do Queimado n. 25 loja de miode-
sas, vendem-se o seguidle muito; superior
linha de meada a mais fina que ha no mer-
cado, redes chegadas ltimamente da pro
vincia do Ceara, e bengalas de licorne por
encasloar, por precos commodos.
He tao barato,
Que I iz animar ;
Quem vir a pccbinclia
Nao deixar de comprar..
Na ra do Crespo loja da quina que v
Luvas de seda preta para homem' P"' Ci"lei, vende-se panno lino preio, a
f r 3,000, 3,500,4,000 4,500, 5,000 e 5,500 rs.
Vendem-se, por pre;o com-
modo, superior Vinho do Porto ,
em barris de quarto, quinto e oi-
tavo : no armazem de Jos Joa-
quim Pereira de Mell<>, no caes da
Alfandcga armazem n. 7 ou
com Novaes 81 Gompanhia, na ra
do Trapiche n. 34-
Atleneao.
Vendom-se ns rus estrella do Rozario n.
II, bolachinhas muilo finas de leiteem la-
tas de 8 libras ea retalho, vindas de Lisboa,
proprias para almoco de cha.figos em esla,
I passas muito grandes, ameixasde tres qua-
lidades muito ponina l, e Ra mesma se dir
quem vende 100 espanadores muito bem
lei tos.
I'otassa americana.
-- No antigo deposito da esdeia velba, n.
19 existe urna pequea porcSo de polassa
americana, chegada recentemente que por
superior rivalisa com adaltussia: vende-
se por preco razosvel.
lap Paulo Gordeiru.
recentemente cnegado do Rio de Janeiro:
vende-se na ra da Cadeia do Recife loja o.
50, de Cunta ckAniorim.
-- Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente inglez: na ra
da Senzalla Nova n. I\i.
Deposito de eal virgem.
Cunha & Amorim, na ra da Cadeia do
Recite, n. 50,' vende-se barris com supe-
rior cal em pedra, chegada pelo ultimo
navio de tlsbos, por menos prefo do que
em outra quslqner parle.
Arados de ferro.
Na fundic.no da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Moenilns superiores.
Na fumcSo de C. Starr & Companhla,
em S.-Amaro, acham-se venda moendas
de canna, todas de ferro, de um modelo e
conslruccSo muito superior
Gasa de commiss3o de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
0 que se offerece umitas garantas
a seus donos .- na ra da Gacimba
n. 11, primeiro andar.
Vendem-se superiores boli-
linlios em caixinbas e embrulhos,
proprios para cha e caf, chegados
uliimaiiieiii 1 lo Havre preco de
4oo rs- cada um : na ra da Cruz
do Recife, armazem n. 62.
Luvas de todas qualida des para bo-
nicos esenhoras.
Na iua da Cadeia loja de miudezas n. 17 ,
existe um completo sortimento d>ste gene-
ro que por algumas estarem yrincipiande a
mofar, sendo ongeila AiotieUO, assim como
ha entre ellas urnas prelaa de seda emitan-
do a torcal a 610 r>. cada par, que a vista da
' qualidade se conhecer que nada pode baver
.to barato.
1 Vendem-se luvas de pelica ponto Inglez
' pelo diminuto prec;o de 1,000 rs. o par, as-
sim como se vende ss excellentes peonas de
ac, proprias para escriptorio, fitas de velu-
do lavra las e lizas, proprias para pescoco e
sinto de seuhora o mais moderno que aqu
lem vindo, molas para grvalas, e outras
ijuio de iNantua a
800 rs.
Vendo-so a historia de SimSo de Nantua,
a 800 rs. : na hvraria da (iraca da InJopen
delicia n. 6 e 8,
Vende-se mais barato do que em ou- muitas cousas por preco muilo commodo:
tra qualquer parte, ricos manleletea pretos na ra da Cadeia do Recife, loja de miude-
e de cOres : na ra da Cadeia do Recife, lo- zas "> '! Amonio Lopes Pereira ti Mullo.
Nova fabrica de tamaa.
Na ruado Encantamento loja amarella, ha
om completo sortimento de lamaocoa dato-
dea aa qualida les para ambos os aexosjo do
no deate estabelecimento promette vender-
pelo menos que poder,fim de agradar aos
aeus freguezes; aasegurando em ptrte algu-
na encontrar melhor qualidade e neo mais
em conta os prebndenles poderlo dirigir-
se a mencionada fabrica, ou na ra da Ca-
deia n. 17,Joja de miudezas onde he p depo-
aito, .
Na ra da Gloria n. 60, vende-so mui-
lo superior doce secco deoaj, e tanfWsm
de caj e cidrSo de calda.
- Vende-se fumo da trra de auperior
qualidade e por prego commodo : na rus da
Cruz n. 34, taberna.
Vende-se franjas pretas para manteletes,
pelo barato prego de 480 rs. a vara : na rna
larga do Rozario n.26, loja do miudezas do
Joflo Francisco Mala.
Vende-se um cavado alasfio, passairoi
de salisfazerao cavalleiro,e .'orn urna muda:
por fazer, e com bonita figura, sem deleito,
na ra doColovello, casa n. 4.
No escriptorlo de Manoel Josqulm Ra-
mos a Silva, na ra da Cadeia do ftecife,
vonde-se por prego commodo cal virgem de
Lisboa chegada no ultimo navio, bezerro de
lustro, mercurio, linha de Roriz,retroz, fe-
cliaduras do Porto, pannos e casemlrss
do 18a.
ttencao, .
ISa roa do Rosario estreila travessa para o
Queimado, depoaito de J0B0 /os Mentira da
Silva n.39-A-, continua-ae a vender latas de
ararula multo supperior como he sabido;
vende-se em libraa a 400 rs., bolachinha, re
galla muito Una a 380rs fatiase biscouti-
nho de araruta a 330 ra., bolachinha ingiera
a200ra., dita quadrada a 340, fallas e bis-
coutos mais inferiores em libra a 300 rs; e
anda vende urna pequea porco de biscou-
lus'de reiins que para acabar vendem a 480
rs. um embrulho coutendo I duzia, vende
tambem castanhas eamendoaa por commo-
do prego, por tanto os fregueses devem pre-
ferir, a vista do prego e qualidade.
Agencia de Edwin Maw.
Na ra de Apollo n. 6, armazem de Ve. Cal-
inoutSL Companhla, acha-ae conaianlentenle
biuia sorllineoloa de ulaa de fe/ro coado e,
batido, tanto rasa como fundas, moendas ln-
eiaa todas de ferro para animaea, agoa, te,
dtias para armar em madelra de todna os ta-
niaDhos e madelloa o mala moderno, machina
iioriaoni.il para vapor, com forfa de 4 caril-
los, coucoa, passadalras de ferro cuantiado
para caa de pulgar, por menos preco que us
de cobre, eacoveaa para navios, ferro iogle
i.-u. in eco barras como em arcos folbaa, eludo
por barato prec.o.
Deposito de cal e potassa.'
No armazem da ra da Gadeia
do Recife n. za, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ltima-
mente, a precos mnito rasoaveis.
Tachas de ferro.
Na fundicilo da Aurora em Santo Amaro,
e tambem no deposito na ra do Brum logo
r.a entrada, e defronte do arsenal de man
nha ha sempre um grande sorlimeuto de
tachas tanto de fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, razas e fondas ; e em ambos os lu-
gares existem guindastes, pira carregar ca-
noas ou carros, livres dedespeza : os precos
sSo os mais commodos.
Vende-se nm terreno na ra da Aurora
rom 50 palmos de frente e 280 de extensfio,
tendo caes de lijlo a beira mar, Picando en-
tre as casss dos lllms. Srs. Cualavfto Jos do
llego e Francisco Antonio de Oliveira : os
pretendentesdirijam-se a ruadas Toires n.
8, primeiro andar.
|a n. 18.
Azeite de carrapato da fabrica de
Araujo & Filiio, no Penedo.
Acabadechegar maisdestej condecido
Aparelbos de metal.
Vendem-se aparelhos de metal para ch>
de bonitos e difi-irenles modellos : na ra
da Cadeia do Recife n. 64, loja de Antonio
Francisco Correia Csrdozo.
azeite, ornis propno o econmico, Psra' phitaa finas rlp aAmm ficaa rnmln-
uso decandieiros de sala, tanto pela suaKdu_,^""as nS ae coreo lixas, com 10
a 1,000 rs. o par.
Na roa do Cabug o. 6 loja nova de miu-
dezas vendem-se luvaa pretas muito supe-
riores a 1,000 rs, o par.
Acudam ao barateiro.
Na ra do Cabug n. 6 loja do miudezas,
vendem-sethezuuras muilo finas para Cos-
i ura a 330 rs., ditas dilas maiores a 400 rs.,
dilas para uohae a 560rs.
Pancha Pontana,
ehegada ltimamente: em casa de I. Tas-
so Jnior, na ra do Amorim n. 35.
Vende-se um carro de quatro rodas por
200*000 rs., com arreios e assento para qua-
tro peasoaa : na coxeira atraz do Cumio se
dir quem venue.
Cobertores de algodo.
Superiores cobertores de algtnlSo de di-
ferentes cores, tecidos a dous Sos, muito
grande, tem todaapplicacoem urna casa de
lamilia, por servir psra meta de engom-
mado e forrar camas e mesmo para eacra-
vos, pelo diminuto preco de 1,440 rt%: na
ra do Crespo n. 6.
No armazem da ra da Hodan. 15,
vende-se esl de Lisboa em pedra, a mais no-
va que ha no mercado, cnegada no crrente
mez, nobrigue Laya ; assim como mercurio
doce em caixinhas de libra cada urna, tudo
tor meaos preso do que em outra qualquer
parte.
o covado; dito fraocez omito superior,
B.i'OU rs. ; dito azul, a 2,600, 3,500, 4,000 e
5,0)0rs. ; dito verde, a 2,800, 3,000 e 6,000
rs.} dito cor de rap, a 2,600 rs. ; caaemi
ra preta, a 4,8006,000, 7,500 8,500e 10.000
rs. o corl; sarja preta de seda muito su-
tierior, a 2,500 rs. o.covado ; merino preto
muilo bom, a 2,800 e 3,200 rs. o covado cor.
les de casaa chila muilo bonitos, a 1,980
rs.; e outra'a muitas fazendss por prego
commodo.
Vendem-se ricos espelhos ,
com molduras douradas de 4 a 6
palmos de-altura; vinho cham-
pagne de excellente qualidade a
4o,ooors. o cesto: na rita da Cruz,
casa de Avrial lrmiios.
Fumo em iollia.
Vende-se na fabrica de charutos da ra
larga do Rozarlo n. 33, fumo de 1.', 8.' e
3.'surte, em poreflo ea retalho, conforme o
comprador quizer, e por prego que agradara
ao mesmo.
Baratissimo.
Vende-ae um terreno na ra da Aurora ji
aterrado, tendo fundo at a ra do Hospi-
cio, e frente 55 palmos : tambem se ver.de.
so a ra da Aurora : a tratar na praca da lo
dependencia n. 17.
ragSo, como limpeza, e continuar a haver
sempre um depozito para suprimentoregu
lardos freguezes : no armazem dej. J.Tas-
so Jnior: na ra do Amorim n. 35.
Loteria de-IN. S. do Livramento.
Aos 5:ooo,ooo de rs.
Na loja de miudezas da naca
da Independencia n. 4 i vnde-
se um resto de bilhetes inteiros ,
meios, qtiartos, decimos e vigsi-
mos a beneficio de N. S. do Li-
vramento.
Bilhetes inteiros ro.ooo
Meios 5,ooo
Quartos 2,600
Decimos 1,100
Vigsimos 600
CHA PRETO.
Vende-se superior cha prelo,
em caixas de 3o libras cada urna :
em casa de J. J. Tasso J unior, na
ra do A mor i n n. 35.
Pchincha.
Na loja do Passeio Publico n. 15 valde-
se superiores! virgem, chegada ltimamen-
te de Lisboa, por prego multo commodo pa-
ra acabar.
-Banana1 e goiaba.
Vende-se superior doce d'aquellas fructa
do mus lino que ha : na venda da ra
da Cadeia do Recife defronte do lleco Lar
go n. 85.
Aloinhos de vento
com bombas de ropuxo para regrar borlas
o baixas decaplm na fundieflo de Bnwmaux
& M. Calbem: na ra do IIruin ns. 6, 8 e 10.
Grande sortimento de fazendas
baratas
Panno fino preto a 3,000 rs ; ssrja preta
hespanhola, de superior qualidade a 3,500
rs. o covado: selim prelo tnacao, muito su-
perior a 4,000 rs. o covado; al .ni-.1. muito
lina a 640, 800 e 1,006 rs. o covado; cassas
de flores brancaa, proprias para cortinados
de cama, com 8 1|2 varas a 3,500 rs. a pega;
cassas finias a 3,000 rs. o corle; lencos de
cambraia de linho, para homem a 480, 560 e
640 rs.; riscadu assenla.loem metim, pio-
prios para rpa de meninos a 200 rs. o cova-
do, e outraa muitas fazeirdas em conla : na
loja da ra do Crespo n. 6.
Velas de esperniacete.
Vendem-se velas do espermaceti', em cai-
xinhas de 30 libras: na ra da Cadeia do
Recife n. 48.
- Vende-se lons americana de algodSo,
muito enoorpada, proprias para velas de n>
vio,rodas e denles perteucenles a holinles,
escovens egollas tudo de ferro coado: na
ra da Cadeia Velba o. 37.
Principios geraes de economia pu-
blica e industrial.
Vnnde-aeestecompendio.approvado para
as aulas de primeiraa letras, a 480rs.: ua
pic da Independencia, livraria n. 6 e 8.
que de avaria, a 4,5oo, 5,ooo e
5,5oo rs. a peca.
Vendem-se na ra do Crespo, loja da es-
quina que vira para a Cadeia, cuitas finas,
de cores lixis e bons padro>s, com pequenu
toque de avaria, a 4,500, 5,000 e 5,500 rs.a
pega.
Para o madaniismo..
Vende-se no aterro da Boa-Vista, loja de
miudezas so p da ponte, filas de veludo de
cores e pretas por muito moliro prego.
Vende-se um sobrado de um andar e so-
turno principio da ra do Hospicio, cons-
truido ha pouco tempo com tola solideze
perfeigti, com canlaria de Lisbos ; grande
quintal murado e plantado de arvoredo; es-
tribara e cacimba : na mesma ra cima,
taberna do leSo de ouro, junto ao quartel.
Vende-se urna escrava da costa, mog
com cria ou sem ella, que sabe bem engom-
rnar, lavar e cosinhar, sem vicios : quem a
pretender dirija-se a ra da Senzalla Velba,
armazem o.
Vende-ae um sitio beira do rio,dian-
te da ponle de Ucho, com casa magnifica,
tendo adianle grande sala, 2 gabinetes e 3
alcovas, sais igusl slraz, mais 3 quartos e
cosinha, terreno com mais de mil palmos
de comprimenlo, e grande baia de capim :
a fallar na ra de Sanio Amaro n. 16.
-- Vende-se um depozito de assucar, bem
afroguezado : a tratar na praga da Boa Vis-
ta n 7.
Vendom-se amarras de ferro:
da Senzalla Nova n. 42.
Vende-se por prego commodo 1 ptimo
jogo de pistolas de espoleta mni bem acaba-
das, novas, cuja bala cursa a distancia de 50
passos, empregada ao alvo, com o compe-
tente baleiro; 1 silbfio psra montaria de se-
nhora pouco usado, com os seus pertences,
obra forteo que nSo molesta cavallo.e por
isso proprio para viagem; 1 rama do vento
com muito puucn uso, propria para casal,
bancada toda de sola com tirantes e ferra-
gena proprias para intrzar a lona ; 3 correo-
tes paia relogio, aendo urna de ouro com
mais de duas oitavaii, e outra de prata bem
Jomada e nova : na ra Nova, armazem
n. 7. .
Vende-se rap.de Lisboa em frascos a
4,000 rs., chegado agura pela barca Ligeira;
oasrs. freguezes que estilo scoslumadosa
tomar a boa pitada nSo deixarSo de mandar
buscar no largo da assembla n. 4.
Uaclima liosa llardy modista bra
sileira : rm ra Nova n. 34,
acaba de receber de Franca pelo navio Con-
t Roger os objcclds seguintes : um grande
sorlimento de chapeos de seda da- ultima
moda para senhora e pira meninos da idade
de 9 annos a 13 dr todaa as cores, riqusi-
mos enfeitos de cabega para bailes e lliealro,
lindas pulceiras de veludo com livelas, ri-
quissimas capellas de flores de laranjas pa-
ra noivas. ricos capolinhos pretos de groz de
aples mullo enfeitados e de cores pars se-
nhora e meninis, rico groz de aples fur-
ia-cores, corles de vestido brsnocpira noi-
vas, transas de seda branca e de corea para
entallar vestidos, bicos de seda e de blonde,
ricos cabegOes para talbo de vestido,mntas|meitia, que aera gratificado,
de seda preti e cabegOes pretos.luvas pretas
e de pelica branca.
Escravos fgidos.
Ero4 de marco docorrente anuo, de-
sappareceu do engenbo Primavera da co-
marca de Nazareth, o escravo, preto, creou-
lo, de nome Severino,. de dado pouco mais
ou menos 22annos, bastante fulo, e quando
anda arquis as pernas para fra, estatura
regular, e reforcado do corpo: roga-se aa
autoridades policiaes e capitSea de campo
de o aprehender e levar no mesmo engenho
ou nesta praga a Manoel Igaacio de Oli-
veira.
Desappareceu hontem aa 4 horas da
tarde a preta creoula de nome Floriana por
appelido Mor,levando voslido de chita azul,
o.iirn de cambraia com palminha verde, e
panno fino preto com relo, tem os signaes
seguintes : magra, deestatu'a regular, ps
grandes e compridos, cor fula, olhoa aper-
lados, tem urnas nodoas de panno pela lea-.
la, hombros estreitos e dobra los para tras
quando anda, sintura fina, e abunda empi-
nad, foi comprada ha pouco aoSr. Joaquim
Jos Barboza Lobato.: quem a pegar leve-a
a ra du Vigariu n. 10, em casa de Cmlher-
me dos Sanios Sazes, que se recompensar
bem.
Dessvpareceu no da 4 do corrente ujii
moleque de nome Fernando, o qual he tim-
brado de um quarto, parece que anda.com
elle a banda: quem o pegar leve-o aoaler-
ro da Boa-Vista, venda n. 70, a Joflo Coelbo
de Almeida, depositario dos bens de seu so-
l ro Manoel la Costa Oliveira a quem o mes-
mo moleque perlenc, e como se ache no-
meado Jo tor do dito Oliveira, acontece porm que
tendo hojo o depositario de azer entrega ao
mesmo tutor, esleo pdzdeladrfloem virtu-
de do moleque de que o dito depositario lo-
mou testemunhas para que Ih'o prove.
No dia 28 de revereiro desappareceu do
engenho Cajabuasu' o escravo creoulo de
nome Mariano, bem preto, altura regular,
com falla de denles, tem ar alegre, ha noti-
cia certa de ter aeguido para a fregueaia da
Escada, e ter Ocado por ah mesmo: quem
o pegar.love ao aterro da Boa-Viata n. 43,
ou no mesmo engenho cima que recebera
100,000 rs. de gralificacilo.
Desappareceu no dia 10 de margo um
molecote de nome Cardoso, que representa
ter 20 annos de idade, bailo, cheio do cor-
po, cor um tanto fula, n3o lem nenhuma
barba, tem urna especie do arislins nos cal-
olibares, levuu camisa e ceroula de algoda-
znho, chapeo de palha : roga-se as autori-
dades policiaes, campaniles ou qualquer
pessoa, o prendara e levem ao seu aenhor
Sebasliflo Anlonio Paes Barieto, no engenho
Rodiro, ou neata praga na ra daa Cruzas n.
40, que serflo recompensados.
- Em principio do anno paassdo desap-
receu o muleque creoulo de nome Anto-
nio Ca- na, representa ter'16 a 18 annos,ps
e mflos grandes,bocea e dentesgrandes.lein
em cima de urna orelha a dobra corlada, ha
probablidade de andSr na freguezia da Es-
cada: quem o pegare levar ao aterro da Boa-
Vista n. 43, ter 100.000 rs. de gralincagSo.
Desappareceu segunda vez O escravo
Luiz, cabra, de idade 25 annos, pouco mais
ou menos, com os signaes seguintes : esta-
tura e corpo regular, com signaea de bexiga
no rosto, levou caiga e camisa branca, cha-
peo branco de castor porm nssdo; suppoe-
to andar pelas praias do Hio Doce al Mara
Fariuba : quem o pegar leve-o ao Calinga,
em casa de Luiz Antonio Rodrigues de Al-
stw
i.
ILEGIVELa-


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