Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03615


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Full Text
Anno XXV11I
N. 79.
vacqo *ubohif9o.
PaaxsrBrfTo Aduwtado.
te, (rlmcilre............
for semestre .........
Por nao ..... ...")
PaOODIKTSO DUT1IMIIT11.
Foi nuartel...........'
WOTIOIAl do IMftnio
p,ri.....i\ de Marco 'Minas... 4 de
di~da un. AUDIUfOlAf.
Maraobao 2f>de di lo
Cear... 77 de dilo.
Parahlbe. 3-l Abril
S. Paulo. 4 de
R.dr J.. 35 de
Babia.... 30 de
4/000
8/0(10
15/U-IO |
4/300'
Marco
iluo
dilo
lito
5Scg. S. Vicente.
6 Tere.8, Diogioe*
1 Ouart. de Trevat, S.
Kpifaoio.
8 Qulut. de F.ndocn-
faa- *.*
9 a>st. da Palxao.
10 Sab. de Alleluia.
11 Dom. i r Paschoada
Resurreicao.
Juisodr OriAila
2. e5. s lOborai.
1. tara o eivel.
3. c6. ao melo-dla.
Fair nda.
e B. .ii 10 hnr.ni.
2 cara do cirtl.
4. e sbados ao melo-d,
Arfar'*.
Tercas e sbados.
Cresceate 37, a t> (toras e 48 mlnuloa di t-
Chela a 4 aos 5 miputoi da m.
H ingoan te ii 1, as S hora e 41 minuto da t.
Nova i'J, as ijhoras e 36 minutos da ni,
rsiiaiam itOJ
Primcirai Ghorasf.'ii minutos da manhia.''
Segunda ni 7 horas e I minutos da tarde.
Oolanna e Parahlba as segundas e sextas-
felraa.
RIo-Crande-do-Horte.toda ai qulntft-feiras
ao mel da,
Garanhunse Bonito, i 8 e2S.
Boa-TIsta, e Flores, 13 e 38.
Victoria, s qulntas-felrai.
Ollnda, lodosos das.
Portugal "de.
Hespauha. 8 decollo
Franca ... 7 de dito
Blgica... 3de dito
llalla.... 4 dedlto
Alemania. 3de dilo
Prussia ... 3 dedlto
Dinamarca 28 de Fevr
Russla... 30 dedlto
Turqua, i de dilo
airo Austria.. 3 de Marco
Suasa.... 2 dedlto.
Suecla... jo de Fevr
Inglaterra o de Marfo
E.-Unidos 35 de Fevr
Mexioo... 31 de Janr
California 31 de dito
Chill. 2* de dilo
Huenos-A. 6 de Marco
Montevideo 10 de dilo
Sobre

CAMBIOS DI D* ABB.IL.
Londres, a 27 a 60 d.
Pars, 3,'ij
Lisboa,90 por canto.
mu.
Ouro.Oncas heipanholas... TiTTt: 39/O0O
Moedaa dr 6>400 velha.......... 16/000
de BM00 nova.......... 16/000
del/Ot'0................ 9/100
Prala.PalacSeabrasllelroa........... Ww
Pesos columnarlos............ 1/Bi?
Ditos metlcanos. ..'.......... 1/800

PAUTE OFFICIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA. 3 DE MAHIJO DE
I KM.
Officlo Ao commando das armas, accusin-
dt> rrcebidol dous ..Hielos sub ns.307 e 108, ein
o prlinelro dosquaes declvrouaquelle commau-
do que, no mea de Irvereiro ultimo, nao bou-
aerara balsas depiacaa de prel, no sentido do
arisocircular do I.* de abril de 18*8, e com o
segundo enviou o mappa das pracas e paisa-
nos, que em dito mex se conuataram para o
ser vico do ejercito ; e prrvenlndo-o de que
passa a dar eonbeclmcnto de ludo ao F.xin. Sr.
ministro da guerra.
Dilo Ao memo, remetiendo, com copla do
avisla reparllcao dagu rra de 73 tle rlnern-
i)p> ultimo, 30 eiem'plares das Inslruccdes de
mi!.miarla por Zagallo, fun de que, mandan-
do-os distribuir pelos ufflclaes, que o nao ilve-
rem, faca recolber iheeouraria de faxenda >
sus Importancia. Communicou-ae mesma
Ihrsourarla.
Dito Aojuli relator da junta de jume,
Iraosmllllndo, para serem relatados ein sesso
da mesma junta, os processos verbaes feltos ao
cabo AmericoSeverlaoo e ao soldado Francis-
co das Chagas Ferrelra, ambos perlencenles ao
nono batalhao de Infamarla. lnlelrou-se ao
coiiunaodo daa armas.
Dito Ao director d obras publicas, para
mandar examinar o estado da casa, que serve
ilequarlel ao dealacamento da cidade dp Ns-
arclh, iratendo ao conhecinieoto da presiden-
cia o orcamento dos concertos, deque neces-
silsr, nao s a rrferida casa, como lambein as
liiiuibasriiitentea nell*.
Dilo Ao mismo, inltTrando o de haver *p-
provado o orcamento, que coviou, dos concer-
t! de que necesslta a ponte pensil do Casan-
ga; e recommendaodo, que mande faxer essa
obra por adiniuisiracio, como S. me. propde.
Communlcou-se i tbesouraria da faxenda
provincial. |
Portarla Nomeando para o conselho cri-
minal, que lem de julgar aos segundos com-
mandanles de companbla do corpo de polica,
Minoel Pedro de Souxa e Antonio Francisco Xa-
vier da Costa.
Preiidmte O niajor Sebasliao Lopes Gul-
mares.
Auditor O promotor publico deste termo,
.Multo Joi Tavares.
Foja Capilao Joao Jos Gomes, lenles
Joaquina Cerdoso da Costa, Francisco de Paula
Mcir.il.imr, Manoel Claudino dcOlivelra Crux
e o segundo coinmandaute Joaquim Jos l'i-
nirntel.
DEM DO DA 4.
Oflicio Ao Eim. Sr. Joao Ilapllsla de Fi-
gueiredo Tenrelro Arauha, dizendo fcar Inlel-
rado de haver S. Esc. lomado coula da adml-
nislracao da provincia do Aniaion.ia no dial.
dr Janeiro ulllmo, ein o qual leve lugar a ins-
tallacloda mesma provincia, argundo consta
do suto, de que remeueu u-nexemplar; esig-
nificaodo-lbe, que srmpre estar diiposlo a
sailsfaxer as suas requi icee, qur aejam tan-
deles ao servico publico, quer relativas ao
liarliciil.ii de S I-Ai'. I _
Dilo- Ao coininaadirial armas, para man-
dar por em liberdade o i cerilla Harcelllno An-
tonio Goncalves, que pela inspeceo da junta
medica militar foijulgodo incapat doservico
do exercito. Communicoii se ao chele de po-
lica para faxer constar ao subdelegado da fre-
gucua de 8. Fr. Pedro Goncalves, que captu-
rou o referido recrula.
Dito Aomesmo, inteirandoo de haver de-
ferido, vistadeaualnformaco.o requrrlmen-
lo, em que Maximiana Mara dos Praxerea pe-
dia, que fosar rellradode eervlco ileaquarlela-
menlo seu filho Harcolino Jos Joaquim Correa,
guarda nacional destacado.
Dito Ao meamo, remrltendo copla do avi-
so do ministerio da guerra de 31 de dexembro
ullinvu, para que mande faxer ellectiva a licen-
ra concedida ao alferes da lerceira classe do
esercilo, Joaquim Joi Pereira Vlanna, vlsti
haver elle pago o sello e emolumentos que
drvia.
Dilo Ao inesnio, Inlelrando-o de haver ex-
pedido as convenientes ordens, nao s ao ins-
pector da ihesouraria de falcada para mandar
pasisr gula de soccorrlmenlo ao segundo te-
nenle Fumino llerculano de Moraes Ancora,
romo i mi Drin ao agente da companbla dos pa-
quete! de vapor, flin de dar pasiagem para a
corle esse oIBcial. Nesie sentido expedl-
i uii-se as convenientes ordens.
Dito A' theiouraria de faxenda. declaran-
do, em solucao ao aeu officio de 11 de feverelro
ultimo, que, em vista dos pareceres do conta-
dor e procurador scal daquelU Ihesouraria, o
amanuense da exmela pagadorla militar Igna-
cio Francisco Martina, e o porielro da mesma
Targiuo Silverio de Souxa Magalhaea, devein
i iniiiiu.ii, de confonuldade com o diiposto na
ordeiu do ibesuuro de 10 de dexembro do anno
passado, na percepcoda gralificaco, que ven-
ciam, at quesejain nomeados para oulros eni-
prrgos; convindo, porin, que aeja desde ja
despedido Jos do Oliveira barbosa, visto nao
ser einprrgvlo da sobredila exllncu pagadoria,
e simadmillldoi ella, por aviso de 2i de no-
vciubro do inesino anno, como coadjuvador
dos respectivos trabalhos, percebendo a grali-
licacSo de 2H/000 rs. meostes.
Olio A'mesma, para entregar ao lenle
cominandanle da colonia militar de Pimenlel-
ras 300/000 ra., para occorrer as despesas even-
luaeida referida colonia, licando o mrsmo l-
enle obrigado a prestar cintas opportuna-
inenie dessa quanlla. Communicou-ae ao di-
to lenle. ^^^^^^^^^^^^^^^^^^
FOLHETIJM.
aaoiST.sta>io s>v?Si32S33
ou 4
IEHIORIAS DE Uffl IHARIDO.n
;ron. Eugenio at.j
XXII.
. Albina A Ilernuncia(eontnuafio),
Eu llnha lolerrompido esta carta, chara Her-
manda, vou conllnua-la :
Eu le diase no principio que madama Rav-
mundo llnha uui Blho que adorava, e do qual
era adorada. n a
A prluielra ves que vi Mr. Joao Rayinundo.
elle anda e.tara multo doente, (oube depola
por sua mil que elle llnha sido grav.men e le-
rido en. duelo.) Anda quee.l. parilcularldade
me foise dcsconbecida, quando nos encontra-
mos pela pnmlra vex, a sua phjslouomla uin
tamo snlTrida tinha urna expressao ao meamo
lempo tao nobre, lio doce, que me comiuoveu;
m esperara adiar outra appareoda em Mr.
Joo e vou dizer-le porque :
leu marido annunclandu-me que eu verla o
filho da pretendida inirqtiexa de Berteull na
mesma larde, me llnha fallado delle com una
intiuencia e comradlcfdes singulares, raan-
do-u ora bem, ora mal, comecando por 01
me com mu ar de grande xoinbarla, que feu
amigo era bello como uin hroe de romance,
u que eert.s pessoas Ihe acfiavaru uin ar des-
abrido ecniuinuin; que elle era emnin uin
(JFiaV o Diario 1.72.
Dilo A'mesma, para que, vista do offi-
clo, que remelle, do commandante interino do
corpo de polica e do documento, que o acotn-
panha, mande entregar ao mesmo commandan-
te a quaulia de 80f000 rs., importancia da des-
pea fella com a conduccao de qualro mil oarlu-
xos embalados nena capital para Garanhuos e
vlce-versa. Csinmunlcou-se ao coiumau-
danta das armas.
Dito Aocapllao do porto, communicando
haver o Exm. presidente do Par participado,
que por circumalanclaa que occorreram, nao
comrcou a funeelonar no da 15 de feveieiro o
pharol da pona da Alalala daquella provincia,
i devendo porin o dilo pharol ser aceso pela
1 prlmelra ves no dia 8 do correnle.
Dito A' Ihesouraria da faxenda provincial,
inlelrando-a de haver o director daa obras pu-
blicas fpartlclpado, que no dia 2 domen pas-
I sado entregara ao respectivo senhorio as cha-
! ves da caa em que traballiava aquella repaitl-
c:lu, por ter-se etl'ectuado a sua inudanca para
as salas do palacio da presidencia destinadas
eise lim.
Dilo Ao Juix deorphios deate termo, di
zendn Scar acienle de baver S. me. passado o
exerclefo do seu emprego ao respectivo prl-
meiro subslilulo por ler de Ir tomar assenlo na
asscmbla legislativa provincial.
Dito Ao juli municipal do termo do Pao
d'Alho, dixendo ficr intelrado de se achar S.
me. substiluindu aojulx de dlreilo daquella
comarca por haver este entrado no gofo da II-
cenja que obleve da presidencia. Nesle sen-
tido lixeram-se as convenlenles communi-
caedes. .
Dilo A' cmara de Tacaratu, aceusando
recebidas as comas da recelta e deapeza da
mesma cmara relativas aos annos nnaoceiros
munlclpaes de 1819-50 e 1850 51, e bem as-
sim o orcamenlo do anno correnle, o qual vai
ser apresenlailo com as referidas contaa a ai-
sembla legislativa provincial.
Dilo Ao agente da companhla das barcas
de vapor, para mandar dar transporte por cun-
ta do governo no vapor Pararme as pracas de
prel que omarechal couunandanle das .armas
Ihe mandar apresenlar com destino acorte c
provincia das Alagdas. Gommunicouseao
inesuio marechal.
l'oii dendo ao ineieclmenlo e mala partes que con-
correm na pessoa do Jun de dlreilo bacbarel
Anselmo Francisco Perelli. o nomeia ioterina-
inente para o cargo de chefe de polica, visto
achai-se doente o desembargador Jeronyino
Martlnlano Flgueira de Mello, que oceupao re-
ferido cargo. Fixerain-ae nesle sentido as
convenientes comtnunicac.des.
TRIBUNAL D\ RELAC\0\
SESSaO DE2J DE MARgo DE 85S.
Presidccia do Exm Sr. canselheiro Azeoedo.
Aa 10 horas da mauhSa, estando presentes
s Srs. deserobargadores Villares Bastos,
Leio, Souza, Telles, Pereira Monteiro, Re-
bello, e Valle, faltando com cansa o Sr
desembargaiior Luna Freir : o Sr. presi-
dente declara aberla a sessSo.
J0LOAMEKTO3.
Aggravante, Jos llana Ramos CurjSo ; ag-
gravado, Joaquim Francisco Duarle. Ne-
garan! provimeotoao aggrovo.
Recorrente, o juio; recorr lo, llerculano
de Souia Hariim, curador da preta Maris
Luiza. Julgaram improcedente o re-
curso.
Appellante, Silvana Mara da uonceico ;
.ipcliaiin, bernardo Antonio de Miranda,
Cuiiliniiai ain a aentenca.
OILIOENC1AS.
Appellante, Jos Francisco da Trindadepor
ai e seus lilnoa; appellado, Paulino Ma-
noel Thom Caboa'tao.-Msndoram ouvir
u curador geral.
Appellant", Jos Francisco da Silva Amaral
appellaJo, Joo Baptisla Vianna.Man-
daram ouvir o'curador gral.
Apoellante, o juizo ; appellado, Joaquim
Francisco de Aicra.Mandaran) juramen-
tar d advocado do menor para dizir o que
for a bem dn mesmo.
Appellautes, Joao Baptsta Pereira Lobo e
oulios; appellados, a fazenda provincial
e a viti va Cunha.Mandaran) ouvir o Sr
desembargador procurador da coroa.
iu:sii;ni;.(ik-.
Appellanle,o cnsul francez interino; ap-
pellalo, Diogo Baptisla Fernmdea.
Appellanle, Manoel Filppe da Fonseca Can-
do a.ipelladu. Rodrigues do Paco.
Appellanle, Gabriel Antonio ; appllados,
^Francisco Antonio de Oliveira & Filho
Appellanle, Francisco Ignacio de Athayle;
appellado, Domingos Antonio Gumea Gui-
maraes.
nivisoBS.
Passaram do Sr. desembargador Villares
ao Sr. desembargador Bastos as seguintes
(ppellatjOtM em que sao :
Appellanle, o juno ; appellado, Antonio de
1 .i. 11 urando Cordeiro.
iMssuram do Sr. desembargador Bastos
ao Sr. desembargador LeSo as seguintes ap-
liel l.iei'ms em que s9o :
Appellante, loaquiui Antonio do Forno;
appellado, JoSo Lopes dos Santos.-
Passaram do Sr. desembargador Souza ao
Sr. desembargador Hebelloaa seguintes ap-
npellr;Cs em que sao : _______
saajjSaBJBB)iBBflBSSBVa)))sHBBBBlB^al^BB^aBVaS|BBSaHBB
homeinde inucaraciergenerosoe elevado, ado-
rava sui mil, mas degradava-so einpregando
.Appellanle, Lourenco Bezerra Croeirodi noticias, e outra, que otnmilto, carecem de
i Cunh; appellada, a justica. retiflcacSo.
| Appellante, Joaquim das Mocas Tembsubi; Consta que na cidade d'Ara esperam S.
appellada, ajuatlca. E*- com urna testa, que deve durar tres
Applante, Filppe Santiago Vieira da Cu- das, sendo o seguinte osumma/io do pro-
nha; a ipellado, Tnomaz Lins Caldas. Igramma. No primeiro da havnr um T-
Appellante, D. Anna Delphin Paes Brrelo; Deum em acco de gracas pela expuisSojIo
appellaJo, Fran"isco Jos da Costa.
Appellanle, Jo- Gomal ves Torres; appella-
dos. Mana da AssumpcSo da Silva Molla
eouiroa.
Api ellanlcs, o Exm barfio de Soassuns, e
sua mulher; appellados, os herdeiros de
Gervasio Pires Ferrelra.
Appellanle, Vicente Ferrcira da Costa ; ap-
pellado, Manoel de Souza Pereira).
Passaram do Sr. desembargador Telles ao
Sr. desembargador Pereira Monteiro aa se-
guintes appellacO Appellante, Marcelino Jos Lopes; appella-
do, Francisco JoSo Ga>neiro da Cunha.
Appellantes, Manoel Rodrigues da Silva e
sua inullier; appellados, Azevedo &lr-
mlos
Passaram do Sr. desembargsdor Valle ao
Sr. desembargador Villares as seguimos
appellar;0es em quo sSo:
Appellante, Antonio Cselano de Abre,]; sp-
pellado, o juizo.
Appellante, JoSo Balthasar de Souza; sp-
pellado, Andr Joaquim de Oliveira.
Nao lora ni julgados os de mais feitos com
dia assignado por haver fallado a sessJo os
Sr. desembargados cima mencionado.
Levantou-se a sessSo depois do meiodia.
INTERIOR.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
Parayba, 2 de abril de 1852.
S a minha tesigiiacfio, e pliegma pode-
ria proseguir no incetado empenhodeno-
ticiar-lhe, com impaicialidsdo, as oceur-
rencias d'esta provin, ia, alTrontanilo os iras
l'aq'ielles que amam as trevas, esplTrenlo
impassivel as injurias, apodos, insultos, e
ameafasde que vem pejado seu pasqun),
to las as vez 's que tem de nausear o publi-
co d'esta infeliz Ierra ; mas eu, forte em
minha consciencia e descansado em minha
vida, desprezo os emboscados detractores,
conheco-lhes ss proslibulares, e palibula-
res frontes, rio-me de suas sandices, com-
padeco-me de suas loucuras,
tyranote Rosas : No segundo um baile nffe-
recido a S. Ex: No lerceiro um theatro
Eis o com que os Areentu pretendem solen-
nisara visita de S. Ex. seus Isres; mos-
trando ao mesmo tempo, que, como bons
Brazileiros, souberam preciar a gloria pe-
lo Brasil conseguida na queda do Allilaa-
mericano.
Ilontem teve lugar o deposito do Sr. dos
5asaos do Carmo na Mizericordia, e o gran-
e acompanhamento de pessoas de todas as
c|asses, que com respeito o seguio, mostra
bem que o espirito religioso anda feliz-
mente vigora entre nos, e que nSo temos,
e j mais leremos, a lamentar o desrespeito
com que;segundo teoho hilo no seu Diario.
teem ah siJo tratados por alguns illumina-
dos os objeclos msis sagrados da ReligiSo
de nossos paes.
Esperamos ter hoje urna brilhante pro-
cissSo, eodia aprrsenta-sa soberho sem o
menor symploma de cnuva, que n'estes l-
timos das tem estado impertinente.
O ardor devoto, que deviso em lodosos
semblantes parece ser um protesto dos liis
contra a Ordem terceira de S. Francisco pe-
la falta da nossa favorita procissSo de cin-
za, e contra quem competente for pela fal-
ta dos actoa da semana santa n'esta capital.
Mil louvores sejam dados a irmandade dos
Passos por nflo nos ter privsdo tamben) da
doce consolarlo de veruios em triumpho o
nusso salvador com o eatandaitede nossa
redomptfio.
Nada mais occorre, eDeus nos livre que
tudo quanto levo dito se verifique ; porque
enlato muito mais leremos de ver.
Profundo silencio reins a respeilo do in-
dividuo, cijo cadver deu a cosa, como Ihe
reliri, de sorle que anda nao sei, se he ex-
acto a primeira noticia, que o allribuio a
um negociante d'essa pra^a.
Saude, o quanto apetecer Ihe desejo.
HIO 1)1:, .UNELUO.
ANDA A QESTA'O DO PRATA.
O Mercantil voltou hoje i carga com SS
, accossefles injustis e acrimnniusas que o
lastimo eu longo hab.to de deprimir llu excitan
suas infamias, que sSo tantas quaniosrn- laucar contra o governo: mas se por esse
belos lem litio toda a deseen lonCia deis- lado a sua misso esta, salisfoita, na grave
rael, e continuo em meu proposito, at que discussflo de urna lo. importante queslSo
Vmc. s* enfade de minhss msssadas, oueu cono he a do Prala, em que os cullegas
desespere de emendar os mus,,e desabifar mais insisten), compleainento naufra-
os bous, mostrando sos olhoa do publico os gnu.
feitos u'aquelles, e aolTrimentos d'estes. i \}m s argumento n3o apresentou de mais,
Dado este exordio, cujo genero desoonherjo, 'apenas procura apadrinhar a sua conducta
entro em maleria. 'ritmados jornaes da opposicSo de paizes
Oithuggsi primeira e segunda commar-|COnsiilucionaes na Europa, devendo notar
Cas estilo cim as armas em descanc.o ; e oin- o,ue convem muito distinguir a opposicSo
da n3o julgaram o lempo propicio para en- 'eircumspecta e razoavel que so faz s me-
trsr em csmpanlia os libsrrimos do censo, di las de qualquer governo, da que excede
os inimigos da eteraviddo; nao ssitn po- [iodos os Nuiles, que, pareceudo ters por
remos da terceira commarca d'ondu cor- jilvo o governo, vai ferir a patria no cora-
rem noticias de moscas por corda e mosqui- eflo, nsquillo que ella tem de mais caro
los por arames. jtfs seus lirios, que a imprensa da opposi-
Dizem,n3o assevero.que no Pianca fami- fSo, nos dias aziagos de 1850, ajudava com
lia Saturnino reuni a bastantes tltuggte com incrivel cytiismo a espasinhar com o es-
elles lora desabafar-se de outra. NJo sei jtrangeiro. Scjam quaes fo em os erros de
qual o resultado d'esse primeira movimen- um governo, nunca he prova de patri-
lo ; mas corre que lendo d'elle conheci- ilstjio ajudar o eslrangeiro para punil-o,
mentoo delegadoe juiz municipal marcha-
ram com uns tluzenlos paizmos, e 30 ho-
mens Jo desle menlo de polica a exami-
nar se era corlo a reuoiSo, que dziam ser
prxima a Pajc. Nada encontrando vol-
taratn; mas em caminho emeontraram us
dilo, thuggs ontrineneirados em inexpugna-
veis lagenos, d'otde fUeram sobre a forrja
porque nas relarjes internacionaeso gover-
no representa a pstiis, a principal victima
nesle caso.
Talvez o Mercantil esteja arrependido do
triste papel que fez em 1850, e procure fa-
zeresquecer o seu pssssdo procedimento, o
que nos parece louvavel; mas he siaipre
pessimo meio para sabir de um embarazo
vigoroso fogo sem poderem receber a mo- "como este, o procurar cohoneslal-ocom ex
or olfenss, tSO bem escolhido foi o local, emplos, que, ainda que sejara perl'eitamen-
Os malulos da forra do delegado, vendo te anlogos, o que duvidamos, em nada des-
qualro morios, eo juiz municipal ferilo culpamos cullegas, porque o denunciante
e n um lir.it.-o, dehandaram-se, pelo que te- e o traidor, pe, tenca muito embora a qual-
ve o tenento do corpo po'icial Ddllino Mo- quer outra afio, sempre ha de serum enle
reir Lima de, com as nula pracas, susten- dasoresirel e abominado,
lar o liroteioem retirada, visto que conhe- ] Mas potihamas de paite este incidente, e
cou ser intil sscridcir gente sem esperan- vejamos seo Merianlil a diantou um passo
cas iie ofTeoder aoinimigo por delraz dos ni thesequesi propoz a sustentar, deque
escudos de grossas lag'S. jogovernoimperial na pulilicsqueseguiu no
Cis a mais fresca noticia,, que corre do Rio da Prala commelteu um crime, conll-
hontem para ca, mas cuja veracidade nSo tuio-se reo de lesa dignidade nacional, e
posso asseverar, principalmente porque o conspurcou o throno Imperial ; e que o di-
Salui-mu i ROdriguns dos Santos cnefe d'a- rector dessi poltica foi inepto, e de infan-
quella familia quo si diz molora d desor- til superficialidade.
den), esteve n'esta capital a tres dias, ecer- Cara que se possa sustentar que houve
tsmente, a saber da cstnpanha, quereria a crime na poliuca encelada pelo gabinete,
ella assistir. lio certo que algutnas pe*- compre de antemao provar que havia outro
soas descobrnm n'esta occorrene.ia mais urna expediente menos dispendioso e mais digno
rasan de probabilidad!) em favor da realida- ] para sahirmos das diDlculcades em que nos
de da desordem. Seja como for o tempo chavamos para com Rosas e Oribe, sem
doscobrir o que ha. prejuizo dos bros nacionaes, dilllculdades
Tem tamhetn currido que S. Ex. snuhe'emquea opposiein, quanuo no governo,
do-acontecido no inga, onde se achava, e uve muilissi.ns parte com a sua impruden-
que d'ali mesma. de ra as provi leociaS fa- le e ingloria missSo branlas,
zendo marchar o major Deus e Costa com Qual foi o oxpediente lembraio pela op-
a I'iki-i a seu commando; mas todas estas'posicao, antes o de,iois da campanha do
aua alleicao ein crealuias indignas....
Como o aenlido desU ultima censura ine nao
parecesse mullo claro, ped a Mr. Duplessls
que m'o expllcasse melhor; elle recusou-se a
isso louvando-me pela mloba candida Igno-
rancia e accresceniou smenle que Mr. Joao
Rayinundo Iralava de mulheres com uin pro-
Inii .o despreso, e que linlia dellaa a peior opl-
niao. Eslas conlradifaes de meu marido, o seu
ar embaracedo oo fallar-me do amigo com um
loiii ineiogroiselro, meio benvolo me hicraui
pensar que elle linha ciumes de Mr. Joo.... a
que proposito? Eulgnorava.
J le falle! da minha eslupldei habitual na
presenca de Mr. Duplessls, e quao pouco eu
me seno i i -|. insiv.i com elle; aasim longe de
ousar tesieinunbar-lhea sorprexaque me cau-
sava o seu modo de fallar do auvgo, e a espe-
cie decurioaidade que eale me Insplrava, calei-
ine liinliaodome a responder por slm ou nao,
segundo o meu ouslume. Esquecla-ine dlxer-
leuue Mr. Duplessls me linha repetidas vetes
recoinmendado que fosie mui reservada para
coiu Mr. itayinuudo; alin disto, no da em
que eu devla ver este pela primeira vex, meu
marido tinha imaginado dar rae a respeilo dos
meus enfelteS" ceos conselhos pelos quaes eu
agourei que elle desejava nease dia ver-meo
mais posslvel venida com desvanlagem.
Para que lodos esses maneglobos, e essas fal-
aldadeiinhas? Eu Ignoiava. Mas ellas linbain
lido em resultado lUr-me um grahdlaslmo de-
sejo de ver Mr. Joo Raymuudo.
Bu o vi. sua visla me causou a admlracao
qae ja le disse. Nessa larde tonversou-ae min-
io Gracas presenta de meu ma/ldo, cujo
oliios nunca me deiiavam, e a Umides que seoa-
cl.ralsuma, palavra,, ma, ceulava, ooservava mais ou menos, resumido a sua oploiao nesus
e sobre ludo reflcclia mullo. I palavras que eu conserve! -.
Oacasolevou a cooversacao a um assumplo Sun, Dos dolou nossa alma de inslinctos,
ao .nomo tempo grave e locante. Mr. Joo, de preclsdes e de desejos alnds mais imperiosos
un mal e Mr. Chai peolier (este linha ao prln- que os do corpo, e desprexar ou lullocar eslas
ciplo passado pelo marquex de Berleull) sus- las|ilraec-ea divinas.... Ai um crina odioso, he um
lentavam que era deshumano, e odioso deixar crime infame !
urna muludo de Infelices tilo embrutecidos
como os irraclonaes, em vex de desenvolver
nelles a aplido para os gosos da arle e do pen-
sainenlo, de que Deoa dolou Indiatlnclainenle
todas aa creaiuras. Foi este, em poucas pala-
vras, o aisuuiplo da conversacu ; ser-me-hia
precisa urna eloquencia que nao tenbo para le
exprimir com que profundo sentlmeuto de liu-
mauidade Mr. Juo e aua mi susienlavam sua
opinio; eu escutava a ambos coiu arrebata-
ment, dina quasi com orgulbo; parecis-ine
que ellcs me revelavain us uieos pruprios pen-
aamenius, lano eu syrapaihisava com os delira
Nao, n ao mesmo lempo doloroso e Indignado ellepro-
nunciou estas ultimas palavras, he um crime
odise, he um crime infame. Al eolio recostado,
elle se nba mdireii.i i na cadeira, e com os
olhos bi Hilantes, as faces coradas e o rosio tr-
mulo pareca com uin gesto violento, e aocusa-
dor o pensamenio que reprovava como in-
digno....
Eu o observava parlllbando contra mlaha
vonlade da violencia da aua amoco, quando
repentinamente o vi empalidecer, recosa-se
com a expressao de uina viva dor, e leva viva-
mente aos labios o lenco, o qual'Acou logo tin-
Mr. Duplessls sustentava urna opinio con" lo desaogue; depois Mr. Joo desmalou.
trarla de seu amigo, atacando-o multas ve"
Madama llaymundo correu para seu lillio
es ooui espirito e" irona, mas quasi serapr" Coodiiiiram-nu ouira vex para o quarlo. Eu
com uin axeduine mal dissi nulado; einquaolo aoube depois, que aaconsequenclas de sua re-
que Mr. Joo nao deltou mtica de mostrar urna rida beque Unuain causado aquelle grave ac-
eocantadora cordlalidade ; alin de que va ae eldente.
que nem era a vontade de discutir, nema oe- Ficando soemquanto Iransporlavam Mr.
ceaiidade de impor as suas ideas, nem a val- Joao para o aeu quarlo, rellecli sobre ludo o
dade de parecer eloqueme que o animavam -que acabava de ouvir. Foi urna revelacio pa-
nesse colloqulo, nao, ludo o qua elle dala era ra mlui. A conduela de meu marido mo ap-
eo mesmo lempo lo simples, lio generoso, lio pareceu ein toda a clarexa, elle me linba en-
naluralmeote exprimido que aentta-se, se as- lorpecido no bem calar para me deixar na ig-
siin sepdedlxer, baler-lhe o coracao a oada norancla de mira mesma, e nao ler de cunar
uina das suas nobres e tocantes palavras... F. nunca com as oecessldades d alma, as quaes,
demala elle lem urna vox.... nunoa oofvl vox bem sabes, que multo antes de eu aercasada
igual.... anda que varonil e vibrante, ella tora se iraduxiam para inlm, bem ou mal, por este
as veies inlleaBes de ama docura, de uina ler- pcnsaraenioi -
nura Indlffiolvcl; ella contralla lantu mala Ver no.casamento a fesla da minha moci-
coinasuaphysl-noinla enrgica eaeu gesto s |dade.... com umcoinpanheiro da miaba Idade
i_____ __j___^la)i\a)XB)l\a)l\a)l\a)l\a)l\a)l\am_ ^LVaSa a> Ja aa lina mana clftalnal la
rSffi^ ounopodendo ^e"r.a.xio,ed.,.geur anda ,uai. a.g.tl-
Prala ? A neiitriilnl < dade com bases ss mais ampiase genero-
sas, conforme os usos das nacoes cultas
em idenliess ou anlogas circunstancias
Apoltica il 11 ciin-aliiliil-' tal como se-
Riiiu-a o Brasil, que parece-nos nSo se a-
fastuu nunca dos uzos das n'i-fies cultas,
nao produziu os oielhores resultados, a ex-
periencia nol-o demonstrou ; mas se no
he a que se refere o Mercantil, o que sig-
nifl-a essa entidada pelos collegas creada f
NSo acreditamos que seja a neutralidade
armada, porque seria em extremo dispen-
diosa e impotente, e com os dados entSo
existente traris, pelos conflictos que occa-
siunasae, por consequencia necesssria a
guerra po terreno e oocasRo que o inimigo
escolhesse. Ras a ntb ser eua.jio sabe-
mos qual seja essa oentralidade de bases
ampias e generosas que o Mercantil nem
mesmo anima-se a exnlicar-no* o que he ;
e sem isso he impossivel que possatnos fazer
um juizo desse enigma rspbingico. I'a-a
que todos apreciem a sua bondade, he mis-
ter que os collegas Uesenvolvam o seu sys-
tema, quaentrem em alguns detalhes, para
que, ni ii os dados que urna experiencia de
miis ,lo h annos nos ininistrou a respeito
de Ilusas o llu1, possamos recnnliecer que
houvo pouca dexteridade ou crime na pol-
tica imaginada pdo gabinete.
Osysteroa do Mercantil he summamente
com modo, aprsenla como contraste da po-
ltica ministerial um palavrSo oeo, e deixa-
nos lodosa banzar com a decifrarjlo da sua
charada, son distnbuir-.3o de s\ liabas.
Neulral Jade com bases ampias e genero-
sos, he um vago que admille milharrs de
conceptes, na classilicoc.,1o dessas bases e
mm iii.iihic .< lo, pois iiive nos supporque
laes bsses devem ler correlato com a segu-
ranza e digni lade do neutro, sob pena de
passar pelas lonjas candnas do menospreso
geral.
Neutralidade com bases ampias e genero-
sas, se no he o systema que seguamos an-
tes da nova poltica do gabinete, nao im-
porta outra cousa senflo unja savera censu-
ra propria opposic3o que hoje nos profli-
ga e condemna, a opposicSo, dizemos, por-
que foi ella quo mandou a ICuropt o viscon-
de de branles, que quando menos fez, ex-
cilou os governos da Inglaterra e da Francja
a intervir com imri armada nas quosidds
das repblicas do Prala. e que poslcior-
monie msiileve para cornos dous tyrsnnos
decahidos urna poltica por ellcs alcunhala
de pe 1 Ja. Por esta parte o gabinele actual
esta livre de lo la a pecha, c mlinuou com
lealdade a poltica que Iho legarlo as passa-
daa administraces, mas, recunbecondo lo-
goasua improlicuidade, e pericos para o
Brasil, mu-Ion de plano ; e os succe/sus
posteriores vieram confirmar suas pr80"i
sdes, vieram anda pateiilear urna verdaJe
pouco sabida, a fraqueza dos nossos aflv
sarios, logo que nos propuzeinos a coaiba-
lel-os com energa, e perseveranga
Acaharam-se as fanfarronadas, e os ter-
roiesqueos seus alugados agentes nos in-
cutiain, o mais d ressa aprendemos nos o
caminho de Buenos-Ayres e Mont'vi leo. do
que cites o do Rio-Grande, e de Corto Ale-
gre, e inda que se ufanea) de possur na
calhodral de Buenos- Ayres bsOdeiras nos-
sas apandadas, nSo 001 combate leal e hon-
roso, mas em urna caixa de bagagem, trans
vala do grosso do nosso exercito, maior
renome adqairimos, destapiando em suas
capiUeu) glorioso pendao aurl-verde, que
aballeMm lyranno que pareca nvencivel,
e de que um dos seus mais preciosos estn
artel cahiu em nosso poder, ou rendida
peleja, grabas ao valor de um dos nossos
mais bravos sol la los.
Neulralidadeco n bases ampias e genero-
sas seuflo he urna completa mystticacSo da
fulha cosnsljtunt i, he uina injuriosa cun-
demnaclo de toda a poltica brasileira para
comas repblicas do Prala ha mais de 12
anuos ; porque he dar rayan as queixas de
Rosas e Oribe contra nos, he apresentirn
peraute o mundocivilisaJo coma urna naiao
de f pnica, o que o nosso caiater e-prece-
denles reaellem- Consideramos esie procedi-
mento corno ii na iraic.io reVultanle contra
o paiz.
Condrmnsoios a mi-alo-Aoranlc-por ter
sido umerro, urna imprudencia bem quedic-
lada com s melhores intincOes do mundo,
mas nunc ousanamos ecusar gihineieal-
qum brasileno de rna l, de pe lidia na sua
poltica internacional, no s porqoe Dio
reconhecemosesse fado nas (radicefies da
nos-a diplomacia, romo porque urna tal
censura, partiudo do nosso lado, aulorsa-
ria as quenas e juizus do estrangero acer-
ca do carcter da nossa nafta, e poden) dar
origem a embarafos dilllceis sen.lo impos-
siveis de vencer em n.gociac/ei diplomti-
cas.
Mas se nSo era possivel lealissr-so essi
poltica imaginada p-lo Mercantil, o que de-
ven razer o gabinete na siluaoo_e'n que
m
corresponder a eises luslinoios do meu cora-
cao, procurou gela-los e cxllngul-los.
Confesso-le, Hermancia. que anda que o
rgoio e a aeceura de corceo de meu marido
srjam evidentes, nao simo odio nenhuin con-
traelle; bem longe disso, lastlino-o cuidando
nas continuas ancicdadea pelas quaes elle deve
ser torturado I Nao >e acba elle na extravagante
poslco de um hoirlem que liiease depender o
repouso e a felcid outra pessoa? c que cun os olhoa lixos sobre
ella espiasse com agona os menores raoviinen
toa de suas leictSes con, receio de vola acordar?
l-.st i piedade fui lo verdadelra que quando Mr.
Duplessls veio lercouilgo deixauao seu amigo,
e me iuterrogoucoin um ar quasi consternado
sobre a impresso, que me delxara a conver-
-. ico i da larde, eu o iranquilisei persuadiado-o
pelas ininhas resposlaa, que uada llnha com-
prebeodid em idciaa nlmiamen c elevadas pa-
ra mira, citan achel a explicado do einbara(o,
da especie de ajume que iransluzla a travez de
lodae aS'Contraajgdes de meu marido a respeilo
de Joio Rayinundo: elle condeca scni duvlda
as Idefas generosas dcsle, e quena por-ine em
descoofianca contra elle.
Alguna d.as depois da taide de que te Tallo,
Uve com madama Rayinundo o longo colloqulo
que te raferl no principio deala caria
l'u vistes queesla aiuavel e encantadora mu-
Iher me llnha materoalinenle reprehendido da
mlaha apalhla.... e ainda que eu comprehen-
desseenlio, com quelntencao Mr. Duplessls
me llnha levado a esse completo esqueclmento
de iiiiin mesma, lemel resistir aos couseliius
de madama Rayinundo que me tlnham a prin-
cipio enthusiasmadol Longe de lndignar-me,
a descoberia do aegredo inovd da couduct de
meu marido para couugo me tluha annlquda-
do e feilo aenlr mais imperiosamente alada a
aecesiidade de avilar a todo custo o pcasamen-
so schav a que'to d^ P'alasem 860, rom
todas as suas ramiflcacOes,Independencia
doPariguay o Uruguay, limites ereclama-
uV's de subditos brasifeiros? Deixar Rosas
completar o seu progfimma auxiliado pala
nossa neulralidaile ue bss irnpla| o gene-
rosas? O Mercantil parece querer zumbar
do bnm senso entre ros. *
Antes que Machiavelli vie?se ao mondo
ensimr-liic pnliiic, ja de ha nurto era
pratica la a msxima de em urna coa islo de-
ver-se emreter sent conciliar ns fjtt'Fwr
esmsgar oa tacos, para por ullimn fazer
convergir todas aa forras para rcabir com
os primejros. Era o systema de Roma, que
multas ocesaiflea teve de apcliea-lo. E aa
Rnaas conseguirse lograr o seu intento da
congregar em um frite iodos os membros
destacados da repuhl ca argentina c >m a
banda oriental n o Paraguay, podeiiamos
faciliuento ii'si-tir-lh", t ndo elle a seu fa
vor u o exercito victorioso, de grande fr-~
Ca e ancioso por devorar noasas provincias?
Po ranlo 0 systema adoptado pelo gabi-
neto era o nico possivel, e n que a inUlli-
g'ncia ainda a menos favorecidaslembraria ;
nao houve,- pnis, iiu'i tido e falta de dex
te idade em qum aconselpou e levou k ef-
feito poltica lo bem conceb la e reclama-
da de todos os ngulos do pnlz; todos os
corcfles que pslpitavam pela gloria e futu-
ro do Brasil ar liam por ve-la inaugurada,
at por s r um Inico salular para as nos-
fas (livisies inl -.-linas.
Mas a-sim como foi ella concebida, foi
bem e convenientemente executada? O
Mercantil assegura que nto; diz que o
idroim in penal foro c msporea lo, e que
o ni i ii i-1 i i o commelteu o crino de roubo
tirando dos cofres nacional 8 sommas Rumo-
rosas psra salisfazer n-c.Ssidadcs pelo ga-
binete creadas. Discutamos a exactidto
de-t-s captulos.
Nem o i iirniio foi onspurcado, nem o ga-
binete commelteu um enorme crime k que
so refere o Mercan!'/. O go*ern procedeu
na exernc.no do programma da sua poltica,
como o gnveno maisime ligentee bem in-
tencionado podrria faze-lo. Os inimigos da
llosas que rain em grande numero e pres-
trnosos desejavsm urna alliaufa com o Bra-
sil, o ministerio accJeo a ella ue condidt-
ne de reunirom-secom suas fress as nos-
sas, para aniqular-se o poJer do lyranno.
Um apoio lao valioso nos uto podamos des-
presar, salvo expondo-nos a maiores riscos
o menos probabilidades de iriumpho.
Fstes alitailos tiuliam bracos e genrraes,
mas filtava-lh'-s um dos ervos da guerra,
o dinhoiro. O Brasil encarregou-se de subsi-
dia los i devia faze-io, ae conliava na al-
ian.,- i, e quera aaroveita-la. Nis o n3o ha
o mnimo desdouro e menos ernne. A Fran-
ca, a Inglaterra, ludas as grandes n>c-3os
dos to unos pausados u modernos assim o
toe.ro pralicado. Os esf orcos dos II i a dos
f>ram poJerosamente ajudados pola nossa
esquadra e pelo exercito; cs-mu seu apoio
moral e plysco nem Oribe se leria rendido,
nem Rosas houvera sido derrotado como foi
em Smtos Lugares; as ordens fomm tto
bam dirig las e execuladss, quemethema-
ticameuta prezia-se o desfecho de cada
tentativa: nao houve mingua de dexterida-
de, pnis ninguem faltn aoseudever.
(anullo o Mercantil nSo se d por ven-
cido, e pergunta pelos resultados que obti-
vemos Com a execucKo de tal poltica. Por
ora uo so pode fazor semelhante pergunta;
estamos no lim do segundo acto do drama,
mas os tratados que celebrarnos com o Uru-
guay, nio grado a optiosicto, mSo urna
nleia vnl -jiisa dus resultados que po lere-
mos colher (indo o drama. He possivel que
os tratados nto sejam ratificados, mas nflo
de provavel; e quando uto sejam, menos
preiuizo.3C>usarfio nos do que aos impru-
deut-s que arricarem samelhante passo.
I-: qund sli.slres pode ti acarretar OS Tactos
subsequi ntes a un) projrctu bem concebido
oexrculado? Os factoi moraes nao teem
a precisfio matnemaiica dos physicos, e
muitas circunstanciaa podem realisar-se
que o calculo humano nunca po lena alcan-
i.-ar. Mas seja cono diz o Mercantil; oque
he indubuavel he que palo v Uor d"s no bravos, a quem o inuiislerio pioporcionou
um campo de gloria, esta desfeito o grande
perigo quetluiiomos, que a independencia
do ParatW e Uruguay silo fartos consum-
mdos,3mie tilo ceoo um segundo Rusas
nto noslsrjle incummo lar; ora isto s pa-
gara os elTorcos do ministerio, e firma o
no-so prestigio e influencia no Hio da Pra-
la, e demonstra a intedligencias menos -
perspicazes, que a actual siliacto do ira-
si I de sempre melhor do que a de 1850; s
os cegos da especie do Mercantil desconhe-
corto esta vonlade.
A chicana dos nossos adversarios he fer*
lilissima em recursos, reconhtcem estes
loe ns em consciencia, mas os lorluram
para hlien tar-so de applu li-los; e rom ar
de innocenca le ni liega o Mercantil que a
vaueme do que il'iiim. Cuidas ou presen
le, encarar o futuro em sua dolurosa realldade,
dixla eu comigo mesma, nao he enlouquecer
de pena, nu be erguer ein meu coracao mil
recemiinenlos odiosos e impotentes contra o
homeiii com quem o meu destino est eoea-
deadu? Gracas a Dos a persistencia e irre-
slstivel iiilliienci. de madama Rayinundo me
reanimarain,reelevarain-ine aos meus proprios
ilini-, e depois de alguns novos colloqulos
com ella o meu estpido e morao abailioeuito
deu lugar esperauca, e me Inapirou a rlinie
ie-niuc.in de procurar o esqueclmenlt de uina
desgraca Irreparavel oo cumprlmeoto de grau-
des dereres. Destinada a vlver sempre com
seu marido, mediase madama Hay mundo, voa-
s deve procurar iransl'orma-lo transformn-
dole si mesma.... (vi esperanva lalve) ou
pelo menos lomar mala supporlavel a aua con-
dlco ciiuiinilni.a
Tu sabes que este tinha sido o meu peoia-
iiieoto depois do meu casamento. Eu tinha
quasi atllugldo ease Hu para meu marido e
para luisa rlvendo couio vivia vou pola agora
procurarebegar.por ineios differentesa um re-
sultado to eleva 10 quanto o ouiro era despre-
si vci. pois que era vex de procurar a lellcidade
1,'iiin csienl e vergoohoso anoiqutlaineotq de
innn meaina, a procurare! de hoje em diaaie
em pensamenlos, era acedesgeoerosas....
^slujaine tens visto passar por multas raeta-
aiorpiiu.es, edara Hcimauciai oxal que esta
seja a ultima, oala sobre ludo que ella seja
fella/
Nao quero aluda fechsr esta caria, porque a
presen^ de nonos hospeder me lorn mala
difncil o nosso nico incio de correspondencia.
v
A D.
(Conlinimr-se-lia.)

--
I MUTILADO
k


~*m
d.do brasileiro hT.Ifl)U eomoodeque
aa'T nco briosa, sabemos qua til* po.it
idqulrir immenaa gloria fcwjo "J"
da b-talha: maa prepara-lo, disciplnalo,
eleva-toeessecampo importa ttutlo maior
gloiia, porque de um litio ha o e-torso da
intell'gencia muito mais nohre. edo out'O
simples manliesleciio da frge bruta; e
eia o que asegura o renome e tantos go-
vernos e generan illualrei.
Finalmeote acema o Mercantil ao noDre
ministro deestrang-iroe de pe-Odia, porque
imprensa governista Um sustentado, que
a mlaaSo--^4ro<--, p'lo dos tslidisna
teus correligionarios, toi um erro, e deu
causa i intervengao armada d Frang e ln
glierra no Bio da Prsta, quandoi o mesmo
ministro tlefndeu-*em nolaa auSr oumo,
mas se o Mercantil aUendeise qne nSo er.m
feridis as inteogoes do governo, quan lo
porvezes nosrelerimos i to 'mprudenle
pssm, verla que aua perspicacia falhou-lh-
quaniocenaurou oom tanti injustiga o Sr.
Paulino, por factoa de que no lem ene a
minims^ulpa. O Sr. Paulino explicou a
conducta do governo de enlSo, a inncuida-
dede-aa misiSo, cexpliooti-a mullo hern;
roa* nem por isso pode eaie faci deiiar ue
ser censurado, de imprudente e poucoi dig-
no, porque sem elle lalvez nem a Ing aior-
ra.e a Frange se lembrass-m.de Inl-rvlr
n'aquelles rs-ados, como Oieram om ge-
ral Mnlinvnto e ind'gnagSo de loda a Ame-
afMI
Se aa noticias que nos trouier o Priiice
no eorresp mderem as is. e-angu do *-
cantil. ve-lo-hemos mais mana, e Brul
af.rvorado em oentarCum tfle mao goal a
palinodia ao 'gabinete, eocomisjndo a sua
neotrilidide de bases largas ..generosa.
Esperemos. .
Comi ia Tarde.)_
dlaelevania a sessfio.
Erara < 1|S horas da tarde. .4aa^a>
HcparticSo de polica*
PARTE DO'DA 3.1 DE MARCO.
lllm, e Fxm. Sr.Por Intermedio do meu
antecessor chegou-me hoje as mSos um of-
llclodoiulz de paz da frTguaMia de Aguas-
Bellas, de 99 de fovereiu) prximo passado,
refe'indo-ae i copia de outro' olliciu, que
tainliem foi-me retnetiida, e em que se
participam doea mortes perpetradas n>8
pessoas de Aotunio Uarreto da Silva Leite
e de Jote de Araujo.
He de notar que tendo sido perpetradas
essaa mortes no mez prximo passado, o
delegado do termo da villa de Garanhuns
nSo s communicasse e-u reparligo; di-
icndo-me elle hoje que nao fliera tal com
municago t es era de colher exactas in-
formagoes a respeilo de ifio deplora vel acn
l-i'ini'-nio, acrescentando que sup.Oa te-
eom sua sisa de commerclo de grosao tra-
to l neiaa qualldade fol ednillll Ja a matri-
cula a 8 do marco deste anno, por despacho
dotrlbuanal da mesma data.
N. 100. A firma social franoexa do Sr. Ju8o
Keller & Companhia, dovilciliada neata pra
ea, com sua casa de commercio de grosso
trato: nessa qualldade toi admittida a ma-
tricula a SO de marco deste auno, por des-
pacho do tribunal de 18 do dito mez.
Secretaria do tribunal do commercio da
provincia de Pernambuco, prlmeiro de abril
de i 85;!.
Mixlmiano Francisco Duarlc
No impedi neotu-do ofllcial-maior.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
RECIFE 6 DE ABBIL DE 1853.
A alsemblae julgou objeclo de deliberado e
mandou Imprimir um projeclo do Sr. Helio
llego, marcando o aubsidto dos inainbroa da
aaembla na fulura leglalalura; approvuu
Igualmente arla pareceres da conuiiisaao de mi-
li uccao publica, cuja maleria he a aeguinte:
que ae requlalie do goveroo
iiin poaaraio, nlo eereseentaase na fim um P.
3., em que ae relralou emi aua furibunda ral-
ra, ouaplndo enaurradaa da apodoa, con
abri coape perdiglos qnando falla.
Ser pola aobre eaaa dugracedo P. S. que
(aremos algumas refleiSts a 8r. Dr. Sabino.
Blle niose llmliou aesiaa chaacoa de doudiee
e'de ido demnado, coin qua mlmnieou o aeu
contrario ; fol mais longc. e buscando no dic-
cionario das regaielraa aa rieicomp oaluraa daa
pracas dos mercados, acrescenlou osepIthetoB
de lro(Ican(, ufado, um virgonhtt, palife, ca-
lotero, enchyga pratoi, e quanloa nomesaeuaa,
como elle dli, no diccionario das prosiiiulaa.
Cenfciae o Sr. Dr. Sabino, agora que Ihe
lera passado o accesso, que aluda nenhum
hnmem deaceu lio abalso de al mesmo, como
elle neaaa deploravel occaailo.
Suponha agora por um momento que o Sr.
Paula, envolvendo m um papel easa nausea-
bunda dlalrlbe, palavra por palavra, aaerra-
brulho; diga-nos elle por aua honra, queui
irla mala enlaineado) Dir por ventura
o Sr Paula, e na dlremoa que elle,
Bomenie alie e ae julga que haia duas peaso-
ai, que acredllein no ataque, nos Ihe podemos
asteverarqua havlrlam quairu, que anda ma-
-actedltatseui na desforra.
Oque he cerlo he, que o Sr. Dr. Sabina elec-
to a si mesmo nessa desenvoltura da lin-
ein
I i.'.i
r|ii|.
PERNAMBUC9
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
8ESSA BU 5 DE ABRIL DE I8SJ.
Presidencia do S. Pedro CwateanH, cortil
nuada pelo Sr. Barao' de Oipiburibe
As onac e mela horas da inanhia, Telia s
chamada, acbam-se prsenlas 4 senhores depu-
tadoa.
O Sr. Presidente abra aseasao.
Or i.'Secretario le a acia da sessao anterior
que lieapprovada.
O Sr, 1.'Secretario menciona o seguiute
tXPEUlENlE.
Una offlelo do secretarlo da provincia, acom-
panhan i" a remeaaa dos inappaa demonatratl-
tos do escravna eiporladoa no anno financel-
ro de 18,'m a I85I.--A quero fea a requiaicao.
Oulro do meaino deolvedo os ppela rela-
llvoa i reclamajio do bacharel Leurenco Ave-
llno de a Ibuquerque e Mello que pala aaaem-
Jil.i foram remrttldoa par%aobre ellea respon-
der a cmara municipal, acompanhado da
resposta desta. A' commisso de eouslllui-
cio e poderes.
Outro do mesmo, remetiendo o titulo de doa-
lo prometllda para patrimonio da matriz de
Jmbrea, no oaso de aer tranaferlda para a vil-
la de Pciquetra, A' coinmlaaao de estalla-
tica.
Outro do mesmo, acoinpanhando a remessa
das contas da cmara municipal de Ponito, re-
lativas ao anuo Anancclro lindo, e orca-"eiilo
para o futuro, bem aaalin a copi do offlelo da
nieaina cmara em que di as Informales que
lhe foiatn eligidas.-A' coiiiiiih-Ij de ore a men-
t municipal.
Outro do mesmo, remetiendo aa copias do
offlelo do delegado do (abo, acerca daa despe-
zaa precisas com os reparos da cadeia da-
quella villa.A' coinmiaso de faieoda e orea-
melo.
Um requerimenlo de Jote Joaquim Bezerra
de Mello, juida lrmandade de Noaia Senhora
daConcrlco da inatris do Uonlto, pedindo a
approvaciio do compromiso daquella innan-
dade.A coinuiissio de negocioa ecclesias-
tlcoa.
Outro de Laura Thereza Anglica l.avalcanti
de Albuquerque, pedindo em repara(o da In-
I ualica que soffreu no concurso aubatitulco
das cadeiraa de instruccao primarla do seso
femenino desta cidade, procedido em outubro
de 1850, que esta ssembla a mande prorer lo-
dependeuteuiaule de novo concurso, em qual-
quer cadeira, que d'ora em diante haja de va-
gar, ou de ser creada neata cidade ou na de
Dunda. A' cuinmlsso de initi uccao pu-
blica.
Urna reprrsentscao da cmara municipal do
Llmoelrosobre o estado derulna einqucae acha
o asaougue publico de tal villa, e pedindo a
cooceaso do producto do. imposto de 500 rs.
por cabeca de gano para a aobre dita reedirica-
cao asslin como pede a creaciodeuma cadei-
ra de prlmeiaa leliras para o sexo femenino da
mesma villa.A' comoiisio de orcamenlo mu-
nicipal, e de irniriiec.io publica.
Outra dos habitantes da povoacan da Doa-
Vlagrm, pedindo lima resoluco pela qual se
faca eectlva a abeitura do canal da Camboa
da H arreta para a menciona da povoacio.A'
comantaso de obraa publieas.
lie lido e approvado o aeguinte
PlRrXEli.
aV' to ninlssao de posturas municipaes, a
quem foi presente o requerimenlo de alguna
negociantes da couros seceos salgados, pedindo
que ae modifique o art. 10 no til. 11 das postu-
ras inunlclpaea do Recife : he de parecer que o
dito requei ntenlo seja indeferido. ^
Sala das comuilssoes da siembl> provincial,
6 de abril de l65'i.-tarjo Ue Capikaribe.-Dr.
Sil Perelra.
He lido, julgado objrcto de deliberacao e
mandado linpuuiir o aeguinte
PRUJfcCTO.
A i ominisiao de fazenda e orcamenlo, reco-
nliecendo que contraciandn-se por um certo nu-
mero de anuos a illuiuinacfio de Olinda, ae p.ole-
ra conseguir meibor c mal, ecconomlcaiiienle
cale scrvicopublico, he de^arecer que cun a
adopeo do seguinte projeclo de lei seja dife-
rido o requerimenlo Ue Joao Francisco Antu-
nes, qne se olferece para faier este con-
tracto.
A assemblda legislativa provincial de Per-
nambuco decreta :
Artigo 1. Flca o presidente da provincia au-
torlaado a contratar a lllumlnacao de Ullnda,
?ue constar de elenta lampeOes, com Jlo
rauclacu Antunea, ou com quem inelhorcs
condicOrs oMerrcer.
Art. 2. Este coutracto durar o lempo que
for oeceasaiio para se o conseguir com a maiur
ecconomla da fazenda.
Art. 3. Klcaiu retogadas as disposIcSea em
coutrario.
Pa(o da aisrmhlca legislativa provincial de
Pernainbuou, 5 de abril de 1852.Joie Pedro da
Silva. Antonio Prancitco Percira de Can-alho,
Vaiuel Jo..quim Uarnelio da Cmiha.
UI1DKM DO DA.
Contlnuaco da segunda discusso do orea-
manto municipal.
Entra em dlacussao a artigoaddltivo da com-
inlssao adiado de aeaao anterior.
Depols i)e mullo susclutas reflesdee he o ar-
tigo subvenido a votaco e approvado leudo
previamente sido regeliarfo o seguiute
REgiTEKlMKM'O.
Rrquelro o adlameiilo dos arllgos aildili-
ves por aeis iliaa. Uanoel Catialcaali. a
a,m seguida, val mesa eba approvado o se-
guiole artigo addltivo.
A cmara municipal do Recite, fiea autor!-
sida a confeccionar o necesBarlo regulamenlo
para a inelbur arrecadafo do impoelo doa
carros,pondo-se ero eiecufio dapols que for
approvado pelo presidente da provincia.--S R.
Ajuior. .
Entra em dlscussao o projeclo n. lo que es-
tabeleee o premio de !4 oontoa de res para
rjucm apresenlar urna fazenda modelo.
O Sr. Corra Se Brillo fai algumas considera-
coes acerca do projecto ; recoobecendo a utlli-
dade da idea en si, emende que a provincia
nao est habilitada para dar o premio qua nelle
ae estabelece.
Nao havendo mais quem aceres do projecto
lome a palavra. Verifica-se nao haver numero.
8'iuielliaiitu alleiitado.
Desta cidade nao consta noviJade algu-
Foram presos: orlem do delgalo do
primelro dislricto deste lermo, Manuel Can-
do Xavier, pra ser interrogado a es oi-
to dealguns objectosfuitadoi; oidem do
subJelega.io d San Juse, Manuel Joao, po
ser encontrado dormiiido de baixo de urna
canda; e a ordem do sub lelegado da i're-
g.irzia da Boa-Vista, Mar.a, escrava de JuSo
Francisco, por fazer-se suspeila de andar
lugida.
decretarla da polica de Pernambuco, 31
de marco de 1852
IHEU O .i DA I DE ABRIL.
lllm. e Eim. Sr.Nada consla-me nem
do interior e nem do-ti cidade.
Acha se reciinido ao raleboucu de poli-
ca o crioulo Jerottiino Franciscu daa Cha-
gas, por alcunlioMauiva -o qusl fui presu
pelo s; iiniel-gidn da liettuezia de San Jos,
i requisigilii u da Boa-Vista, por ser esse
crioulo o iudigita lo pelo pardo Urbano co-
mo sendo o oCTensor da menor Mara.
Devo dizer a V. Exc. que esle parJo Urba-
no, de que trsts a mitiha parte do da 36,
he o individuo que prioeiramenle toi apon
lado como o autor u'aquelia olfensa, e que
o referido subdelogado da Boa-Vista me da
sea chamar-ser-Albaiio, motivo por queetn
ullicio n. 1*6 de a* do correte dei-Ihe tal
nome.
I) daniu-mo o sobreJilo subdelegado da
Boa-Vista que hoje pretende interrogar
crioulo Jernimo Francisco, e ir com esle
ao hospital onde se acha a menor Mana,
alim de ver se ella o conhece.
Alo ni desse ciioulo foram uiais presos : i
urd-m do delegado do primeiro dislricto
ilesto lermo, Alexandre Pereira dos Santos,
n eacravo menor l-'l ip 'guaci Jus6 da
Silva Sanios; ea ordem do subdelegado de
JaboalSo, Jos Themoteo dos Saulos, por
lentitiva de marte.
" Secretaria da policia de Pernambuco, 1
de abril de 1853.
DEM DO DU 2.
lllm. e Exm. Sr.-Do interior e desta ci-
liado nada consta.
Foram presos: t ordem do subdelegado
da frrgueiia de San Jos, Antonio Correa ds
Silva, para recruta ; e a do da frpgueiia da
Boa-Vista, os Allemes Adolfo Shreiber, e
o Seguarelt, por desorden.
Secretaria da polica de Pernambuco, S
de abril de 1852.
DEM DO DA 3.
lllm. o Exm. Sr.Nem do interior, e nem
desta cidade consla-me oceurreneis alguma
que dava ser levada ao conhecimenlo de V.
Kic. ft
Foram presos: 4 orlem dosubWegado
ia freguozi dos Afogidos, Honorio Jos da
Rocha, para averigua^rte-i; a ordem do sub
delegado da freguezia do Recie, o Ingle?.
Robert, ignorano-se o motivo da priso ;
ordem uo subdelegado da freguezia de S.
Jos, Haximiann do Esp-rito-Santo,. por in
sullos, e simun lo, escravo da Manoel Cer-
doso da Fonseca, por ser encontrado com
um ranivete; e liml nenl i a orlem do
subdelegado da (reguezia de Santo Antonio.
Rafael, eseravo d-Manoel Dias Feruandes,
a requisiefio do referido subdelegado de S
Jos.
Secretaria da policia de Pernambuco, 3
de abril de 18U.
pello i eiempco do pagamento de matricula
que o mesmo pede para us alumnos de sua au-
la quinto, adiando para ser alleudldo oppor-
tuuamenle o pedido da cmara municipal do
Llmoelro acerca da erracio de urna cadeira de
primeiras leltras para oaeio feminin i naqnel-
la villa; e o sesto filialmente, Indlfferlndo a
e louco P. S. chamando _.
i mi proletario. Serla Ignorancia da tlngoa-
gew verncula, ou apenas uina rajada de pe
dantarla escolaallca ? 0 que quer dlzer pro-
letario e proletario vil i .,
Na accepfio genulua do termo, quer dlzer
cid-ida pobre, que nao pode contribuir pa-
ra o aervico do catado senao com os h
Sr. Manoel Cavalcantl.ao arligo seguodo,
qual supprimia a quola destinada para a pu-
blicafiodosuabalbos porlachlgraphos adian-
do finalmente oa arllgos primelro para o flu
da dlscussao, e quarlo e aeilo por olio das.
A a ires horas da tarde u Sr. presidente levan-
ta a sessao. a qual bavla comecado as 11, e de-
signando para ordem do dia da seiso seguiute
a mcsinade hnje.
Communicadus.
Ulitis. Srs. depulsdosi assemhla provln-
vincial.Parecece-meSra. que no hi nada
mais justo, nem mais urgente do que des-
cobrirmos os meios de salrarmos o paiz,
animando a nosss agricultura, que nos tor-
nees a subsistencia, be o nico ramo de
industrie, que sustenta o nosso Impeilo?
Quslquer na rilo do mundo por maiscivlll-
sada e feliz que seja procura logo malhorar
a sua agricultura, pois que sem ella, n3o po-
de haver araioni* nos seus interesses; e
ao estado, que he _.
meira liuha, e um aeu fllho he actualmente
cadeie em um dua Corpus desla guarulcao
Agora pergunlaremos nsao Sr. Dr. sabino,
em que Mi alie ci.olrlbuldo para o serviso
do esudo, quanlos Blhos lem em seu servlfo,
que mulos lem ou apreaeoia para que se crea
capitalista ou proprlelarlo ? .
Vuno-lo cnegar ein 1818 esla Ierra de pro-
inissao cuiu una casca surrada, e uina car-
"telra hoinffiopaililos debalio do braco, ven-
' deudo o elulr da vida em vldrinhos de agoa
de chelro nao noB consta, que trouiesse as
costas, como os caraces, a sua casa de pedra
e cal, ou de taipa ou de madelra. i
as suas propnedades ?
Chamar vil proletario a um offlcial de pri-
mara lloba he JeBcooheccr o valor da palavra
queemprega, ou parlo de algum accesso de
loucura i enlremeutea que lauca baloradas
de amor proprlo nbre ai mioaAa as data aoi
siu, caei. Ue mullo bom para o Si. Ur Sabino
queja Mnha inlgalhas para oeltar fra, quando
hiquatro annoa as recolla para si em mia-
Iheiro de ferro. EsseSr. he na verdade mullo
Ingrato, e he ess< a sua primeira virlude
sn se lembrar de que deve uuiiio a Pernam-
buco, que o ilrou da miseria para lancar-lbe
em rosto a sua opulencia.
mesmo urna nttio por mais atrasada que
seja, recunli-'ce que agricultura he atonte
primaria das riquezas naciooaes, e por isso i v... *, ---------
mais digna de seus desvellos. Srs. a nossa Concluimos o nosso primelro coininunicauo,
agricultura jaz de todo sem recurso algum, ^^^rVii.'; .*..kwU-J." .*
e nSo lardara multo, que os gneros da pn- J* 'gRJtgZEEr,,uagora no se quei-
:t
responder aos fados, que se
seria em que nos echamos. E vos nenhuma I Ibe apontam, nos temos um que pde a desco-
medida atoda tomastes na vossa asiembla berlo em lodaa nudexa sua proveiblal ingra-
a favor da agricultura, e de bracos livres,' lidio, e nos reservamos para dar-lhe puuiici-
que subslituam os sorvis Esles esto quasi, dade em outro artigo, P"''iue estamos rtaoi-
siineinn nfn sel n.ffln aa liavaru naluna- vidos a chamar o Sr- Dr. SaOtnoaum terreno
eztiuctos, e nao sei Como se hsverau NI f decente sem us convicios de uina des-
sos agr.cullores, se por accaso no Uen.. d |e|r0i
derdes eos seus interesses. Ali! quSo triste Esperamos em Dos, que adivina sclencla
nSo ser ler-se as paginas da historia que ,|,. M ,,,,,.,,,,, ld, perder nessa decente dis-
ta,se carga por honra sua,
meira necessidadedo paiz, nao venham dos 'jJ^^pSu''".^ Ue reverter a
paizes estrengeiros.fcomo as mais merca- iua>II)esma audacia. Como o Sr. Dr. Sabino,
doiias,) a vista du estado lastimoso de mi-.,,;,,, costuma
medida anda tomastes na vossa assembla
Tribunal do commercio.
De ordem do tribual do commercio da
proviocia de Pernambuco, se faz publico a
relacdo abaixo transcripta das embarca(Oe>
brasileiras, qne se lem maliioulado no mea-
mo iribunal no prximo passado mez de
mano.
Jos leronymo Monlelro, m
Secretario.
[telacSo.
N. 57. O patacho nacional Condenes a
le 107 lonelladas, proprielade de Joaquim
Jos da Silvelra, ci-lad.lo brasileiro, domici-
liado nest cidade : nessa qualldade foi d
mitiidoa matricula em 2 de margo deste
aauo, por despacbo do tribunal do primeiro
do dito mez.
N. 58. A escuna nacional a Tentadora
de 116 toneladas, propiedad* de Antonio
Alves de Miranda Guimaraes, cidadio bra-
silero, domiciliado nesti cidade : neasa
qualldade toi admiltida a matricula em *
de marco desle anno, por despacho do tri-
bunal da mesma dala.'
N. 59. O brigue escuna nacional Recita,
dciiii lonelladas de que sao propietarios
M .rio Fluriuda de Castro Carreo, e seus 0-
Inos, menores, cidsdSos braaileiros, domici-
liados nesla cidade nessa qualidade toi ad-
miltida a matricula em 5 ue margo deste
anno, por despacho do tribunal de 4 do dito
mez.
N. 60. A lancha nacional a Nova Esperan-
za de 81 lonelladas, propriedade de Jos
Joaquim Fernandas, cidadao brasileiro, do-
nnoiliado em Macao do Assu', provincia do
Rio Grande du Norle : nessaMualidade toi
a Imillida a matricula em 18 de margo deste
anno, por despacbo do tribunal da mesma
data.
Secretaria do tribunal do commercio da
provincia da Peroambuco, primeiro de abril
d<>185a- en.
Maximiano Francisro Duarte.
No impedimento doofllcial-maior,
De ordem do tribunal do commercio da
provincia de Pernambuco, se faz publico a
relacSo abaixo transcripta das Armas dos
commercianles que sa tem matriculado no
mesmo tribunal no prximo passado mez
demarco. *
Jos Jeronymo Montetro,
Secretario.
N 99. A urina social ingleza do 8r. San-'erros technlcos dasciencta medica. A esper-
Bleh'urst Corlolt & Compsnhis, domiciliada1 lesa poram, terla melhor resollado do que te-
na cidade da Fortaleza, provincia do (Mr., ve, ae o .-r. Dr, Sabino, aceso em Ira como
o paiz he ameno, precioso e agricola por
sua oilureza, eque lhe falecem os meios
para a sua oppoleneia e prosperldade, e nos
vivarnos re iusi ios i miseria He doloro-
so Srs., pus isto nos succeda por nSo haver
quem promova os m^lhoramentos do pui/.,
que se acha no abandono? Nlo be uesta
sorte, Srs. que seremus toliies/ As artes do
paizaiuda esto nos seus primeiros enssios
e descorogoamealo, e assim se v o artista
nacional esbulba lo do seu direito, nSo ten-
do nenhuma representado nacional, seodo
alias urna classe ulil ao paiz Srs. legisla-
dores provinciaes segunda vez cheio de pla-
na satisfagSo vonlio por esta tolba pedir,
que altendais as miuliss suplicas sobre as
uecessidades mais urgentes do paiz, e der-
ramis a vida pela a nossa agricultura, i
pela as artes, estabelenduios seus compelen
les cursos nurmaes, do contrario veris des-
mo onar-se a (eliciJade do paiz. Cumpro
uossas lisougeiras esperaufss sobre o nosso
rgimen] sepresentauvo ; como lia do vosso
dever, (permtite-md como patricio vosso,
i no falo com uoia lingoagein Iranca ,, pro
Legai o mrito, e aniuiai a industria em-
bola empregueis algum capital, que nSn
perderois. juautos milhares de cotilos aSo
Jespendidos aun anmenle, so n ulili la lo al-
guma a provincia ? Melhor nSo seria se toa
sem applicados a nossa agricultura, e quan>
to nao lucraramos i' Sun, Srs. bem calcu-
lado, qualquor despendi, que se faga com
agricultura, a nagSo ganha, pois multipli-
cam se os seus i ulereases, pois que nao s
faz a felicidade do paiz, como augmenta a
rlquesa nacional, quemo maiaaperfeigoada
for a nossa cultora, pois vos be n sabis,
qual seja, a em que consiste a riqueza do
ilrazil. Espero Srs. que sejais benellcentes
aos vossos papicios, que vos tem collucado
nesse lugar com tanta cunllaiiga para ad-
vogardes n melhoramenlo do paiz.
Vosso patricio respeitador.
Joaquim Jos de Carvalno Siquelra Varejgo.
No Otario de Pernambueo do 1* do correte
mea de marco laalimamoa. que Sr. Dr. sabi-
no Olegario Ludgero Piura fossa o primeiro
deaaurediiar a homceopalhia. mostrandu-ae
contradictorio em suaa palarras, e em sua con-
duca, ao pasao que revelava uina especie de
avareza, que deslustra au homem, que tem a
caridade por. norle, e a sclencla por divisa.
U Sr. Dr. Sabino encelou, provoeou mesmo
uina lula entre elle o o Sr. Francisco de Paula
Larnelro Lelo, a quem eiclulo da sua lista
doctoral,. eucernaodo a sclaocla iSo smente
nos seus adeptos. O Sr. Dr. Sabino linha em
outras oocasioes endeosado ao 6r. Paula, ap.m-
to de dizer que em suas mdoi havia a Providencia
depoeitado ot theeouros homosopathicoe Por
tanto a contradice? doDr. Sabino he um pon-
to provado ala pelo aeu proprlo alinelo, por-
que aobre o nosso communlcado daquella da-
la no disae nem palavra.
Tiiimiu o Sr. Dr. Sabino dlrecclo diversa da
que lhe aconselhava sua proprla dlgnldade,
porque, chafurdando na lama dos coovlcioa,
no era porcerto o mala acertado mel de con-
vencer ao Sr. Paula da sua clasaifa ignorancia.
No somoa suspeitos a este .respello, porque
reproramos esla manelra de argumentar de
parte 4 asarle; mas dearjavamua que o Sr.
De. Sabino, ao menos por honra da
aclencia, que professa, respondesse ao me*
nos a algum dos Tactos, a que ae refere o Sr.
l'aula as auas correapondenclas, aobre que
tambem gnardou alinelo o Sr. Dr. Sabino.
O que fes porem o mesmo Sr. Dr. Sabino ?
No Diarto de Pernambuco de 0 do correle
llmltou-ae urna peqtMoa analjse dos inmun-
dos do Sr. Paula, em que aproveltou at os
erros typographicos; e esquecendo que taea
annunclos sio eacriptoa para o pov, qult In-
verter a llngoagem cuminun e ordinaria em
cussao, purque o Sr. Dr. Sabluonao he Uoiuo:-
opalha, ou euto ludo quaoto elle tem Uilo
uo asedien do poeo, e disss lambein o Sr. Joao
Vicente Maruos, no passou de arllmanhaj
paia embar o povo ; purem se a humeeopa-
Ihla he una verdade, cumo pamente acredi-
tamos, no he por cerlo hutnoeopata o boinem
que falla a ella.
( Con/iauaremoi.)
Navios sahiihs no mesmo di;
Mediterrneo pela Parahyb pataeho belga
Rosala, caplUo llauaaen, carga aasucar.
Trleatc brigue sustao Feliz, capillo N. Lof-
Bren, carga aasisfianar-
ld*m brlgpe suJk Brajelie, capillo F. F.
Wfufl-.oaizr<'"sW- g^
EDITAL.
O lllm. Sr. offlclat malor, servlndo de ins-
pector da thesourarla da fazenda provincial.
eincumprimeiiio da ordem do Enn. Sr. presi-
dente da provincia, manda faier publico que
nos das 5, 6e7 do presente mez de abril, Ir
a praca para ser arrematado perante o tribunal
administrativo da mesma thesourarla, a quem
por menos flier a obra da concluslo do aterro
estertor da casa de deleoco, avallada em ra.
5:855/709.
A arrematacaoser feila na formados arllgos
24 e 27 da lei provincial n. 288 da 17 de malo
de 1851.
As pessoas que se propoierem a esta arre-
mataco, camparecam na aala das sesadas do
mesmo trlbuual, nos das cima mencionados
pelo nielo da,competentemente habilitadas.
E para constar se mandou alisar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretarla da ihesouraria da fazenda provin-
cial de Peroambuco, 15 de marco de i85j.
O secretarlo,
Antonio Ferre.ro iiMununrij ao'.
Claululas espeeioee da ^arrematscao .
i|,s O arrematante ser obngadu a eaecu-
lar o aterro da casa de detencao conforme se
acha designado no orcamenlo, que neaU he
apreaeolado a approvacao do Eim. sr. presi-
deuteda prov.ncia.na Importancia de 5:857/709
rila.
2. Esta aterro ser principiado nopraio
de 30 dias. e coocluido no da nove meses a con-
tar da dala da arremataco.
s. Sero aterrados com preferencia aquel
les lugares qua o eogenheiro cncarregado da
obra deslgoar ao arrematante.
. 4." O Importe deaia arremataco ser pa-
go riiiaiiiairo prcslacdee iguaes, da inaoeira
aeguinte: a primeiraquaudo o arrematante li-
ver felloaquarla parle do aterro, a argunda
quando llver fello a melade, a tercelra quando
liver fello oa tres quarlos do aterro, e a quarla
quando llv/r lolelramenle concluido.
5.* Para ludo maia que no eallver decla-
rado as prsenles clausulas aeguir-se-ba o
que dispe a lei provincial n. 286 de 17 de maio
de 1851.-
Conforme. O secretarlo, A. F. d'Annun
ciacau'.________________^_^______^^^_
Dccl.'iniyocs.
De ordem do lllm. Sr. director geral
da instruegao publica fago saber,que S F.xc
o Sr. presi lente da pruvincia, allendeudo a
razOes ulteriores, houve por bem marcar o
dia 28 de maio prximo para o concurso i
cadeira de primeiras letras da Fazenda Gran-
de, (loando de nenhum elTeito o aviso ou
editsi de 22 de margo prximo passado.
-- De ordem do lllm. Sr. director geral da
instruegao publica fago saber, que achan-
do-se vaga por abandono do professor a ca-
deira de instru-gao elementar do primeiro
grao da Fazenda Grande do municipio de
Tscaratu, 8. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia a mandou por a concurso com o pre-
so marcado atodia Udojunho prximo,
em que se euTecluarSo osexsmes. Directo-
ra geral da instrucgSo publica, 22 de maigo
de 1852.Candido Eustaquio Cesar de Mul-
lo, amanuense archivista.
Pela subdelegada da freguezia deS. Anto
nio du Recife, toi aprehendido umcavallo,
de cor alazSa, a um homem que andava of-
ferecendo-o i venda i quem se julgar com
direito ao mesmo cavallo.comparega na sub-
delegada com os signaes, e mais esclarec -
memos necessarios, para ser-lbe entre-
gue.
COMMERCIO.
PRACA DO RECIFE, 6 DE ABRIL, AS
8 MOKAS DA TARDE.
coTagdas officises.
Disconto de letras: de 3 e 4 alezos 1 p. c.
ao mez.
ALFANDEGA.
Rendimento do dia 6.....17:009,954
Descarregam hoje 7 de abril.
Bsrca portugueza -- Ligeira merca-lorias.
Brigue porluguez CimceicaB de Marta
dem.
Rirgue inglez -- rlenle idem.
Brigue inglez Carolina bscalhao.
Barca ingleza --Linda mercaduras
Brigue americano Aeorn familia de
trigo.
IIIIllOl-t 111,110.
Brigue porluguez, Oriente, vindo de Lis-
bo, consignado a Tilomas de Aquino mani-
festouo aeguinte -.
5 gamelas cera branca : a Jos Pe reir da
Cunha.
139 pipas e 233 barris vinho, 30 ditos e 20
THEATRO
DE
S. IZABEL.
DOMINGO, II DE ABItlL DE 1852, TEM'
LUGAR U PKIMEIKO
Grande baile de mascaras.
A's81|2 horas precisas, a orcheslra exe-
cular urna brilhante ouvertura, linda a
qual o mestre sala dar sigual para o come-
go do baile. As quadrilhas serSo inlnrvala-
das smente com dez minlos de descenso.
O baile terminaii as 2 horas da madrugada.
Prefos j eslabeleoidos.
Primeira ordem com 4 eutradas
S'gunda dita
Teiceira dita
Quarla dita com 2 entradas
F.nlraJa geral
As senhoras que se spreseiiiarem masca-
radas lera enlradsgralis.
Os bilhet-s desde ja estSo venda no lu-
gar do coatume.________
Avisos maritimos.
Para o Rio de Janeiro salte
no dia n do corrent o brigue
brasileiro Stigitatio; anda recebe
carga, passageiros e escravos a Ire-
ie; irata-sa ni ra doCullegin.
<7 segundo anddr, ou com o c.
pililo .Joao de Dos Pereira.
Para a Bahia.
. O hiate braaileiro Sania Gru
recebe no correio a mala mTl a
Haiiia umanhSa 8, pelas io |10ras
do dia.
Freta-se para{ ns portoi do sul |U u,.
eeia barcaga 2.' Feliz Ventura de Iota
caixas : a tratar na ra da Praia n. ts ou
com o mestre da mesma Henrique Luiz'dos
Pasaos, no rses do Ramos
Venda-se o brigue brasileiro Audaz da
lote de 201 toneladas, forrado e uncarilhai0
de cobre, de cunslrucgSo americana, prora,
to de todo o aparelho, a mais neceastrios pi*
ra navegara qualquer destino, tendo uim
boa lancha, e bote; quem o pretender po-
de mandar examina-lo no ancora louro dj
doscarga de carne secca e para ajustir
na ra da Cruz n. 3, com Aaiorin Ir.
Coi.
s_l"-iaaitI3
Leilao.
-- H. H. So vi ft, tendo-se retirado para i
ropa,ordenou previamente ao correloroii-
veira, o leilao da mobilia da suscm^
campo, a mor parte nova e com pouco uio
tanto de Jacaranda, como de amaralio ,|
conslstirido em sof, cadeiraa usuaes,de bi-
lango e de bragos, ditas de jogo, ditas de
sof, commolss, aparadores, misssdejin-
tar, guarda-louga, lavatorios, mesas pin
ongominar,- camas, toucadores, espelhos
lanlernss, candieiros de globo, appareihos
.le cht, dito de mesa, galheteiros, caoipo-
teiras, garrafas, copos, esleir de forro,
trem de cozinha, urna carrogs com irn-ios
oara cavallo nimios outros arllgos uteis
lera pois lugar dilo leilSo na s.-pin l.-i-r-i-i,
12 do corrent, s 10 horas da manhSa,
. ruin nin.iii pelo trem de coiinhs, na ctu
lantro do sitio do Sr.Elias Uaptisla da Sdva,
na estrada do Arraial, com entrada pela di
Cruz de Almas, contiguo e inmediato ao
sitio do Sr. visconde de Loures Angelo Fran-
cisco Carneiro. 4
HP>
8,000.
10.000.
8,000.
4,000.
2,000.
para o Rio de Janeiro, segne com a
msior brevidade a galiota S. Trindade : re-
cebe carga, passageiros e esrravos, tendo
para tudo bonsenmmodos: trata-se na ra
do Vigario, escriptorio n 11, primeiro an-
dar, ou com o capilao Maia.
Para Lisboa enm Inda a brevidade.a bar-
ca portugueza Mara Jos.de qual hecapitSo
Jos Ferrelra Lessa tem a msior parte da
earea oroiipla para o reslo ou psssageiros
pipas vinagre, 30 barra azeite de Oliraira, 2 ( rga P l C0M,glliliri0i Francisco
*S2!&L &*&!l9i!m*l seven.no Rabello & F.lho: i
fardos albos, 50 ancorelas azeilonaa, 80 mo-
lhos sal : a U. I de Parias.
CONSULADO GERAL.
Rendimento do dia 1 a 5.
dem do dia 6.....
13:913,331
Severiano Rabeiio e runo: ou com o capitao
na prega do commercio.
Para o Havre.
A barca franceza Cont Roger, recebe car-
2.694,062 ga a frete e pa sageiros, para o que tem ex-
_____ | cellentes commodos. ou tambem freta-se a
1:07.39Si mesma para qualquer porloi os pretendon-
^..^___ tes, pdem dirlgir-se a casa dos constgna-
D1VERSAS PROVINCIAS. | tartos J. R. Lasserre Compaohia.
Rendimento do dia la 5. 589,850 l'aia a li.iliia.
Idemdodia*. ........ ,S8'a6*|seguecom a maior brevidade possivel a ve-
"VaMaT letra e bem conheclda escuna braalleira Ade-
' Ialde:quemnella quizer carregar dirija-se
------------- Trapiche Nova n. 16, segundo an-
Exportacao. 1 i n, r, d, cadeia do Recito n. 93.
Trieste, brigue sueco Emilia a'335 tone- J |>jrt 0 ^racaly pretende seguir viagm
ladas, conduzo o seguinte : 4150 saceos n.lel t dias o hiale Capibaribe.mestre An-
com 20750 arrobas de assucar brinco. tuiio Jos Vianna porj ter a maior parle
Rio de Janeiro brigue escuna brasileiro .. MrM para o resto ou passageiros trata-
Olin la, eonduxio o aeguinte : 2013 saceos rua do Vigario o. 8.
e 50 barricas oom 1055 lamillas da assucar I parl 0 oara sahe com muita brevida-
b- anco,6 pranchOea e 36 laboas de amar ello, I ter _ltie da carga prompta a sumaca
7 pipaa azeite de mi nona, 1 caixa rolletes, hrl|erl Flor do Ange
4ditas calca lo, raiiOes doce,3 barricas dor-
mideiras, 30 caixas o 9 farioi fazendaa, 1
barrica ferragens, 1 caixa urna corneta, 1 di-
ta retrox, 20 rolos de fumos, 1152 meios de
vaqueta,137 rolos de salga panilla.
HECEBEDOHIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 6..... 618,114
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 6.....2:339.988
Movimentodo porto.
Atavias entrados no da 6.
Rio de Janeiro 14 das, escuna prusslana
Keuoet Klngsford, ds 248 toneladas, capilao
lleinrlcii, equipagem 8, em lastro i a Amo-
,im A Irmus. a>
H.rselha 50 dlaa, barca francesa Cleopalra ,
de 197 toneladas, sapillo J. Flotta, equipa-
gem ll, carga vlak'o e mais generes i a Oo-
o m. U. Passagelre, Vedclnao Pecasao de Ga-
nes.
lim forrada e prega-
da (""cobre, mestre Bernardo de Souza :
quem na mesma quizer carregar ou ir ale
paasagem pode entender-ae com o mesmo
mestre ou com o consignatario Luiz Jos da
Sa Arauio, na rua da Cruz ti. 13.
| ara o Hio de Janeiro.
O brigue escuna nacional Olinda, capillo
Manoel Marciano Ferreira, arge para o Rio
de Janeiro no dia 7 do corrate, recebe es-
cravos a frete aos quses olferece o melhor
agasalho: trata-so com os consignatarios
Machado & Pinheiro, na rua do Vigario n.
|B2'andar, ou com o referido capitSo. As
pessoas que lem tracladooa passagem de es-
cravos no dito na vio, so rogados ue po-losa
bordo at as 6 horas da tarue do da antece-
dente. ".'"._.
.- A bareaga. Flor do Da recebe carga pa-
ra todos os portoj do Noite.st o Ass;quem
quitar dirijs-se a rua da Cadeia do Recito
loja n. 43, ou ao mestre no foi te do Mallo.
Avisos diversos.
cautelista Soma Jnior la
sciente ao respeilavel publico que
vendeu em sua loja de ferragens,
na ruado Queimado n.'i-] A, alctn
de outros premios o de q.000,000
rs. que sabio em o n. 5779 em um
quarlo e cinco vigsimos da 16 lo-
tera des matrizes da provincia;
avisa pois aos possuidores de ditas
cautelas qne venham receber o
respectivo premio sem ganancia c
nem descont algum, bem como os
outros premio i : o mesmo caute-
lista tem exposlo vend 01 seus
bilhetes, meios, quarlos, oitavos e
vigsimos da a3. lotera do thealro
de S. Pedro, e da 3o. lotera do
Monte Po, cujasJistasdevem dic-
tar pelo primeiro vapor do Sul,
pelos baratos precos abaixo :
Bilhetes 22,000
31eios 11,000
Quarlos 5,5oo
Ui'.avos 2,800
Vigsimos ij3oo
Semana Santa.
Os irmSos das irmandades de Nosss Se-
nhora da ConcaigSo e do Divino Espirito
Santo, sao convida los a assistir a loJos os
actos da semana Santa na respectiva izrejs,
e a acompanharem as procissfles, dos foga-
reos, enterro e ressurreigo, ten io as duas
' ultimas do percorrer as ras Nova, C.abaga,
Cruzes, Cadeia, Collegio, Queimado, Ltvri-
mento, Direita, Hurlas, Carmo, Camboi e
Flores, a cujos moradores se ro
darem limja-laa, pois do contrario ellaslo-
n.arSo adlregSnque se julgar conveniente
Oabaiio signado, socio gerenie ds
firma Silva An orim et Cumpanhii estibe-
lecid na taberna da rua larga do Rozaiio
n. 9, por contrato particular celbralorra
23 de selembro de 1S5I pra vigorar por es-
pago de 3 anuos, scientica ao respcitivel
publico e com esptcialIJade aos credores
da referida firma, que nmhum caso devern
fazer do annoncio publicado no a Diario de
Pernambuco de honlem 6 do correal-, as-
signado por Joaquim Duarte Pinto e Silva e
Francisco Antonio de Carvalno Siquein;
porque a nSo osiarem os ditos aonuuciantfS
f-a de suas faculdades intelecluars.lie t-sse
annuncio o parto da mais requintada tns le.
e para os Srs. credores se convencerem di
verdade, podem iliriglr-se a mesma taber-
na a examinar o contrato sociil: sssiro co-
mo roga so Sr. Jos Joiquim da Silva Co-
mes que se deise de andar insultsndo-o,
queraodo fechar as portas do rstabeleci-
ment por autoridade ptonria, smente por
se dizer procurador do socio Silva, slim ue
queseevitem pleitos e desgoslos, especial-
mente para S. S.
Manoel Antonio da Silva Amorim.
Preoisa se de urna ma que tenlia lene
para acabar de criar urna menina : na rua do
Palio Floriano n. 29. -
A mesa regedora da irmsnlade do pa
trisreha S.Jos da Agonia, erecta no con-
vento do Carmo, tendo de apresenlsr eot
procissjo o Senhor ressuscitado nodn lia
pelas 7 horas da manhSa, ti-m delcrminadu
passar pelas ras abaixo declaradas : Lan
bOa do Carmo, rua Nova, dita das Trincliei-
ras, dita estrella do Rozarlo, Pr*c,n'v
l.ivramento, pateo do mesmo. rua uirena,
pateo do Teigo al o chafariz, a jolwr pe"
rua Imperial, dita Augusta, oita de Morusa
recolher-se e para isso pedem aos murado
res dis mencionauas ras a limpc/a >
Hirsutas. .,.:,.
- Quem precisar de um pi de bandeira
para algum consulado ninjase a rua do1"
gario n. 10, loja de pintor. Na "*"
cisa-se de urna imagem de N S. das Seves,
urna dita de N 8. da Cooceigao, urna dita
S.Dla Luza ; todas que tenham um pilm
pouco mais ou menos ; e compra-se um vio
ISo que lenha boas voies e esleja em uom
estadu: na rua do Vigario n. 10.
- D. Umbelioa Wanderley l'eixnlo, pro
fessora de primeiras letras e bu,ri,.,acs',,a,
denle no segundo andar do edificio n. >
rua da Cadeia de Santo Antonio, continua
a receber alumnas internas e externa..
- Apromplam se todas as qualidades ae
coaturas, laheiinlos. bordados de sedo >
roatit.lengosde relroz, tapelinhos para 1
terna o caodleiro fraucaz, tudo por pre"
muilo commodo : na rua da Cadeia de sin'
Antonio, segando njar do sobraJo n. "
a
,J MUTILADO
^ma^aJI


- -

O ibaixo nilgmdo, no libando que ma-
ne>rs miii empregue pira obter deilguos
senhorra s quinllas que Ihe devem, rog-
HiM novamenl por meio deite, o f.vor de
lijo ragarem t o din do corrale mez, do
contrario ver la-hi di preciso de recorrer
i rnoiua de que hem eoolri aua vontide Ufa-
ra para oblar Antonio Joi Horeln Pontea.
Hecomendafo a polica, capi
les de campo, e mait pessoas
parliculare.
Desapparacen no di 5 do cor-
rente pelas 9 horas da msnliSa,em
occ isio que deaceo para a poi ta di
ni i do tereeiro andar da casa do
sobrado amarello defronte da ma-
triz da Boa-Vista, um molequinlio
de nome Estevilo,creoulo, de ida-
de 4 annos, meio fulo,- olhoi car-
nudos, nariz chato, cabeca loria
as pernaacomos joelhos mettidos
para dentro, e levou camisa de ris-
cadoaiuljha toda probabilidade
de ter .sillo seduzido e agasalhado
por.... para o mandar para fora da
cidade conduzido por alguem ; por
isso muito se recommenda a t das
as autoridades policiaes, copitSes
de campo, e inaia pessoas particu-
lares que delle tiverem noticia de
o aprehenderem e participar na
referida casa, que com generostda-
de ser recompensado.
Preciai-se de um ou dous escravos ps-
ra trabalhar n'um sitio : na ra do CabugS
loja do Sr. Duarte so Jira quem precisa.
-- A pessoa que he Miar urna charuleira
rom um cliaruio dentro e mais peilences
diriji-se a ra Direita u. 16
Guilherme Auguato Rodrigues Selle,
lenlo urgente necessida lo de ir a RurOM
cm conaequencia do recente fallocimenlode
seu pai, drolara que duraale a sua ausencia
(que ser mu curta) deixa na administraclo
Pergiioti-ieio Sr. fiscal di fregueili
le Santo Antonio le nSu he prohibido polas
posturas da cmara municipal deiti cidade
crltram-ie cabrai solas pajas runa, e sonilo
is noel, morador a Cambrjra-iio Carmo, con-
serve ni rui um lote de cabria, que alm de
outroi prejulzoa.qoe dVusitn lasmoridoros
da meama ra, ofTendem a decencia e Bo-
nestldade das familias?
Jos Bernardo GilvBo Alcoforido pele
si pesson a quem emprealoo at collersfles
das lela brasilolras de 1828 a I82 e 1833 a
I8*t, que tenbam a bondade da manda-las
entregar em seu escripto-io.
> Preciai-ie de um calxr-iro que lenhi
pralic de venla.de 1* 90 innos de Idade :
na ra do Pilar em Fon de Portas n. 1*8.
Atiendo Sraa. noivaa.
Constando ao ibiixo sssignado, que mui-
toa calamentos se liflo de elTecluar oa pr-
xima pascos, mandou vir da Franca um
completo sortimenlo de trancas brancas de
seda pin ornamento de vestidos, aa quaes
j eitfio expoitai i venda por preco commo-
dojna mui acreditada loja de miuleziini
ra larga do Horario n. 38, do CardesI.
-- Na ra daa Agoas-VerJes, sobrado de
umandir n. I, dao-se bolos devendagem
a80rs. a pataca; bem como armam-ae Dan-
dejsicom mullo gosto, por preco mus em
oonta do que em outn qualquer parle.
Atten'980.
Na nova fabrici de chapeos de 10I no
trro da Boa-Villa n. 29.
Neste novo estabelecimento recebeu-se
um novo e lindo lortimento de crspeos de
sol do ultimo gosto lano de sedi como de.
pinninho pan homem oaenhora.nor menos di conho
preso do que cm outrs qualquer parle;
grande sortimenlo de panninho e soda cm
peca de todas ss cores para cobrir rmacOes
servidas, concerti-se qualquer chapeo e por
menos que em outra psrle.
O bachnrel formado Jos Joiquim de
Mirandi Hurta, reiidente na corte do Rio de
Janeiro,offeroceos habitantes desta pro-
vincia de I'ernambuco o scu preslimo para
tratar de qualquer negocio, quer tendente
ao foro, quer a alguma das secretarias de
estilo, quer e out'0 qualquor negocio, me-
diante umagratldeacao: aa pessoas deali
provincia de Pernambuoo que do seu presli-
mo se quizerem ulilissr podero dizerem-
Ihe em caria fechada o que querem, pro-
metiendo o enunciante ompregar tolo o
___ a npiaona aue ainrla devem '* Eu ih"IXo asslgnado fco ver 10 reacei-
3B pessons que Binnn ucvcu. tiel publlqoquadea.le odia 31 demarco
contas, na loja da ra nova, que p. p. deixel deiercaixelrodo 8r. JosAn-
foi do (inado Jos Pinto di Fone- ionio da Costa eSi. Aprvlto a occisito
o", j lal.r... para gralecer ao mesmoSr. Si e iua fa-
ca e Oliva, sao rogadas a sausiazc- __,_, delicadeza com que me tratara du-
rem os seus dbitos, em casa de J. rante o tempo que estivo em sua cas.
K.ellerc Companhiu, na ruada
Jos Antonio dos Sanloi Andrade.
1 Precisa-ae lugar duaa prelas para ven-
Gruz n. 55, como liquidatariOS da der na rus, tambem ni meama esa e dir
AUm I :. 1 1/ f Jn pnrrpn- quem tem para vender 50 covados Je tapete
dita loja ; isto at o fim do corren- ^ ,uoeMrior e m,semcou[,00 qu ,,
te mez, a nSoquererem passar pe- outra qualquer parte:trivesisi deS. Joivln-
lodesgosto publicados HPSle Di HKl. excada de 20 anuos doidade, pira tratar do
Izidlo Joa Capaiici, retira-se pira o cavallose servir de pagem atratar na ra
Rio de Janeiro com s -u fllho Antonio me- de S. Francisco casa cinzenla n. 68,-A-.
or ea sua eaenva Antonia creoula. No paleoda Ribeira deS. Joae, lobra-
O abaixo aasignado profeiior particular do n. 15 ni loja, lava ao e enigoma-se,
de pritnei'ss letras, residente no 9 andar com toda perfeico e aceio, e por preso
di cuan. 48 da ra larga do Rosario, di commoto.
Iicoes tmbem degrammtica latinie ran- JosMartlnsdeAmoritn val 1 Parahyba
ceja, pira o que esti devidamente ulori- j do Nono a negocio,
zado Eco.no n instrucco de seui ilum-| Na0 se duvida pagar muito bem
1101 emprega toda isiduidadee zelo, aspe-, p ,,,1.. ni1, mnoa
raque os paes de familias se dignem con-1 for uml mulita, que sej a moca,
Har-lheseus Olhos para serum instruidos robusta e .sadia, anda que nao te-
nas sobro lilas facuidade. uli,i li iliiliil^ilpi a trillar 1111 ra
Jus Mara Machado de Figue.redo. nna iMbilidadea. traiar na ra
Precias-soalugir um moleque do 15 do 1 rapiclie n. Jo, segundo andar.
90 ennos para o servico de urna caaidepou^ Tinturara franceza
o. familia : ni rui Nova n. 86, loja do cu ^^^ dg Bo,.VJ4la ,7< llngaB.,e t0.
uaarum moleque. pino da e qualquer fazenda, seda, la, algodSoe
lad-i familia e vender na Imho, lano em obra como em peca, e com
iileiro.
Precin-seal
"Uo da urna cawu-. ......... -",1 muito ace.o ; assim como se limp.m cisi-
ru. : quem l.ver, dlrija-se ra do Hospicio ^^ ^^^ roupa de fgmo q||-1|_
V. biTerec- -' "> ,,m mu,her au Y8r B8*M' V00*0 oomo n0 e Por |,r9_
nu.cianto proveila a occasiflo para fazer yen(Jeu os blllietes uumeros 5o66
publicj que nada deve abaoluiamente, nem ___ nrim.irn
aqui.nemempr.ca.lguma; quer por sis, C 58o8 que lirou O primeiro
quer pelo leu cisil; ou sej de contuaoti- Aoo,ooo rs., e o segundo 300,000
gaaou modernas. Declara n.ais que nSo ^ Uaj- J,. matrizes. Coilti-
exisle titulo algum valioso a quo o nnun- rs., da lotera aas mairizcs. ^""."
cianteouaeu casal a.jamobrigados.porir- na a vender os bilhetes daaj. do
n,a alguma. acon.lde..r-se alguem prejudU ,heatr0.n0 pateJdo Colleg'.O, C.sa
' do livro azul, cuja lisia vem no pri-
meiro vapor, e o annunciante pa-
ga sem descont qualquer sorte ,
-- a p8su. iu...i.u.iu.uu quoic. wan- (qc na meiriia casa vender e
prarum cabriol inglez, preparado de novo, ^^ n |iillietes pel0i geguintes
oengomm
Therezan. 19.
eca-so pira am, urna mulher que <" ""doaa, pondo-aa o.
rento de sua conduca, coziuha eos mullo c.mmo.los.
filamente : na ru. de Sania I *hw. -.
aos
Srs.
mu, 011 cata terrea naa
. ruai i.guintea : traveasa da Madre de Deoa, A-
.' mor i ..i, Mu.'.., Lappa.ou Coala; fallar nolar-
Irlanoel goda eiubleao. "
,, u -"I_-;- V viri" Arrend-se um engenho distan'e desta
Laidas Brrelo, francisco Ajvier pr,a 9 ,eg0,s# com niuit0 bo,9 ternide
iJarneiro da Cunha Campello, e pianta(Aes, e cercados, moente e corrento,
ca.lo com o expolio cima
por esta f >lln no praso de8 das.
I'recisa-se de urna ima par servico in-
t ti.o de una casi: no aterro da Boa-Visti
n. 75.
-- A pessoa queannunciou querer com-
, ar um cabriol inglez, preparado de novo, <
com cavallo ou sem elle, pode procurara vende OS I
qualquer hora, na ra Tlrga-do Rz Ini. rfn Iaiim ana la Hirt nnila aili n flbrio- 1 .rt f t\n
Quartos 5,200
Oitavos a,6oo
Vigsimos l,aoo"
- Precisa-ae de ofilciaes do latoeiro
loja de louc.a,qoa se diri onde esti o cabrio
le o cavallo, asaim como o seu prefo.
Precisa-se de urna mulher foira ou cap-
tiva que suba li't'in engemmar e cosinhar,
para urna casa de pouca familia : na ra do
Crespo n. 10, primeiro andar.
- Precisa-se alugar urna casi que tenhi
boa sala em alguma das ras seguintes; pa-
teo .lo Pareiz, ra da roda, dita Nova : nes-
ta typographia se dirafqiMm precisa.
ElwardH J. Fox subdito deS. al. Bri-
Jos de Mello Cesar de Andrade,
o ob-equio de apparecerem n loja
n. 6 da ra da ideia do llecile,
que se Ihes deseja fallar.
Paulina Mara Hamos, exoorta pin o
RiodeJ.neiro, asui escfsvi Maria.daAn-
Ro'a-
Jos Francisco di Silva, retiri-se para
Poliigal, pira tratar de aua aaude.
--JoSo Comea Jar.iim, embaraa pira o Rio
deJaueiro a sua esersva Antonia creoula.
Ocautelista Salustiano de A-
quino Ferreira, avisa ao respeita-
vel publico, que as suas cautelase
bilhetes da a3. lotera do theatro
de 8. Pedro de Alcntara, t da 3o.
lotera do Monte Fio, estSo expos-
tos nicamente venda, na pra-
5a da independencia, loja de cil-
iado n. i3 e i5, do Arantes, e na
ra da Cadeia do Uecife n. 46 >
loja de miudezasde Jos Fortuna-
to] dos Sanios Porto esperam-se
as listas de ambas as loteras, no
dia 19 do corrente mez, pelo va-
por da companbia brasileira, eno
dia ao pelo v,ipor inglez Severn ;
as rodas da a3. lotera do theatro
e
a
vende-ae na meama occasiSo em que se fizar
o arrnndamenlo, alguna escravos, si a
criada, boiada muito bua, carros, e todos os
mls utencilios inherentes e oec-sssnos pi-
ra a continuac.lo do mesmo eitiheleciiDon-
to, e nSo ha du vida de se fazer todo e qual-
quer negocio : 1 tratar no aterro da Boa-
Vista n *3, primeiro andar.
-- Precisa-se alugar urna mulher forra ou
Captiva para cusinheira em urna casa estran-
geira : procure na casa n. *3 na ra da Cruz
das 10 lloras da maniiSa at 3 da tarde, ou
11 paasagam di M.gd.lena no sitio do Sr.
Guerra al as 9 huas da manhSa, e depon
das horas da tarde.
Pieciia-se do orna ama desempeJHa
para casa de una familia fra da cidade:
quemquuer appareca na ra da Guia n. 6*.
Quem quizer negociar trea ricos *o-
quetes crespos de cimbris de linho, diri-
ja -so aio paleo do Carmo, sobrado deum an-
dar, por cima da botica, das 6 as 8 da ma-
chia, ou das 5 da larde em diaule.
Precisa-ao de urna ama, pan casa Je
familia : na ra do Hospicio 11. 17
Compras.
andaram no dia 37 do passado,
da 3o. do Monte Wo, ficavatn
osr. Briirmino Jos da Cunha liego correr no da 687 do presente.
Barros lem urna carta, vinda de LUboa : na ^^ em conimente
ra da Cadeia do Rcife n. 48,
11,000
5,5oo
a,800
i,3oo
. ga em conunenit; sem tlescorilo
tannica, s-gue par Inglaterra coa aua mu- ind,r." algum.todo e qualquer premio que
Iher e 3 lilhus menores, el criada, deixando .. Ensim-se a fallaf e traduzr correcta- 8anr n0i bilhetes e meios, veud-
cncarregidodui negocba do sua firma 10- montea lingoi inglez, por um methodo fa- a mamnliinnltia
cial desta pr.ca Fox Brothers ao Sr. P. cjlimo de coinprehender em pouco tempo: dosnaslojas cima mencionadas ,
Furby. I n ra d Gloria n. 83, daa 6 ho'as da ma- |00 ,.e reccbcr as listas.
-- Desappareceu segunda vez oescrivo nhSaalas7, do contrario deixan lo oseu "mi}.--- i.UainU 10.00a
Lufz, cabra, de idade 25 annos, pouco maia endc e(. na rnesma ra o. 81, ifimdeaer'
ou menos, com os Biguaes seguintea: esta- pr0cundo. I
tura e corpn regular, com signaes de boziga | \ p.ssoa, que annonciou por este jor- ,
no rosto, levou cl$ae camisa branca, cha- nt|f querer com..rar um diccionario de pro-
peo branco de castor porm nsado; suppoe- nuncia por Walker: pJe-se dirigir a ra da
se andir pelas praias do Bio Doce al Mana ciorj n 81.
i'anuha: quem o pegar leve-oao Caxangi, | .. j, fioberte sua familia reliram-se para i
om casa de Luiz Antonio RoJrigues de Al- fura .1 provincia,
meioa, que seiigranlicado. --Jo3o Alves de Souza, subdito portu-!
-- Qne.n tiver erren tos para 1 eluvio,* nuez, va i a Europa,
quizei ven lor aero faino, diiija-aoa ru do .. FrlncisC0 Malhias Pereira da Costa ,
llrum n. 96, que sendo de ouro de le paga- emDarCa para o Rio do Janeiro, os sem es-
se bem ; e tau.bem compr-se urna burra de cr(VOs Ignacio, pardo ; Antonio, e Miguel,
Ierro ji usada : quem tiver anouncie para creoulos ; Joinu, de nicSo Angola, e Nar-
tralar-so do ajuste. cizo, pardo.
omingo,28 do prximo paisido aez de __|, ru, jov n. 60, loja de ilfaiate, pre-
maren, desapuareceu do engenho Jardim, c\.n .],. um ofilcial para concertos.
ilistaoie desla praca Slegoas, o prelo Julio,. o*aoaixo assignados, deiiarBo do vender
cum oa signara seguint-a : baixo, corpul.-n-[ espritus de produr.cfio brasileira, as suas
lo, rosto re lo .do, pernaa grussas, com urna t,hernas, Das ras da Coi ns. 9 e 36, Sen-
ferida em urna dolas 1180 se lembn so- /aU, yov .it seiill Vciha n *6, desde
Meios
Quartos
O t,i vos
Vigsimos
li.uii: Mdsqu

-#
he ni eaquerda ou na dire.ta nSo tem
barba, e parece lar 18 a 20 annos de idade :
quem o pegar fart o favor de levar ao men-
cionado engenho, ou nesta p.aca na ra de
Borlas n. 3*. que ser generosamente re-
compensado, e fica-se obligado.
~ Iluminaos Francisco da Silva, retin-se
pin Puilugal alim de tratar de sua saude
Previne-se a todas as pesauas que de-
vem a extinta loja de Francisco Goncl*es
da Silva Peieira sita na ra da Cadeia do lio-
c.fe n. *0,onde outr'on foiadoSr. Joaquim
Goacalves Caseto, bajam de vir ou maudir
pagar na oiesma ra, loja de miudozas n. 7,
islo no pnso de 8 oias contados desta data,
eos que assim nao cumpriretn, lindo este
praso,serfio chamados por este diario,decla-
rando-se seusnomeu, quanlias, e moradas,
ludo por eatenso, vislu nao ler podido re-
ceber particularmente.
julio i'ii'rull faz constar que sua se-
nliora Kli/iihelh Carroll, subdita inglesa,re-
lira so 1 a-a fra do imperio, levando em sua
companhia lilbos menoies.
Os abaixo assignados declarara pelo
presente que Manoel Antonio da Silva Amo-
1 mu, aocio da firm Silva, Amorim & Com-
I ,1,11111, nSo tem 11,ais gerencia olguma na
icu.la citan esquina do beco do Peile-F'i-
lu n. 9, em conaequencia de no ser compe-
tente para lou.ar cunta do estabelecimento
de que eslava encarregada; aasini como no
se responsabi.isant por irana.cSo alguma
feita pelo mesmo em uome.da firma de noj 1
om diaule. Joaquim fluarle Piulo e Su-
va. Francisco Antonio da Carvalbo A'i-
queira.
OSr. Fraocisco Corzeia Povoas tenha
a boadade do declarar la morada por esti
Mi,1 ou dirigir se a vratja da Boa-viiU n.
3a, primeiro andar, afim dereceber uro en-
cominenda.
- Ouen precisar de urna ama seca para
snvic,o de portas dentro, coeinhreen-
gommar, etc, procure no beco do Padre a.
36, sobrado.
Aluga-se a loja de alfaiate
da ra Nova n. 57, e vende-se a
armacao e seus pertences : quem
pretender dirija-se a meama loja.
- Precisa-se 'de urna ama, sendo 1 refe-
rida ama preta,forra, para todo o aervico de
urna casa de pouca familia 1 na ra Direili
B. 100, segundo indir.
Se houver quem queira urna amo para
cia honesta, dirija-se 1 ra da Aiumpcfl-
can n. 26.
No Apollo, sibbido de'Alelui, hs- C
veri esse agradavel divertimenlo pa- a>
ra o qual vondem-se rico vestuarios V
de perfeitoscostuuies, tolos de finos te
veludos, pelo barslissiino preco de f
*0,0l)U rs. : na luja pernambucana da tS
ra do Crespo n. II.
Uaa das Triucheiras n. ia.
Tiram-se passapones par dentro e fon
do imperio.aaaim comu tiram-se folnas cur-
ridas e i.inuin lilulos de resideucia, lulo
uaia barato do que em outra qualquer
j Botica homopatbica.
28 RA DAS CltZES 28, I
* Dirigida por um pharmaceulico ^
J appruvado. aag
0- Esteestabelecmenlo possue todos
os medicamentos t agora expen-


*
a>

o du 31 de marco prximo pssado.-Joa-
quim da Costa Vieir, Bernardino de Souza
Pinto, Franciaco Martins de Aguiar e Silva,
JoSo Francisco de 8ouz.
-- besappareceu no dia 3 do crrante um
cavallo, que sujpOe-se ter ido em algum
comboy, oqual lem os seguintes signaes:
caxilu, pequeo, novo, castrado, de boas
carnes, com cicatrizo oes costas, e com este
ferro AP; levou cingalha: roga-se a qual-
quer pessoa a quem forofferecidodepm.n-
drentregsrnollecire, na ra Nova n. 5U,
ou no engenho S. Severino em Munbeca,
aondesesatisfarSo tolas as despezaa.
Aviso.
Chegou ltimamente, da Europa o muito
superiur espirito extrahido do vinho, e pela
sua ptima qualidade se torna muito recom-
mendado tanto para concertar os meamos,
como tambem para marcineiros e botica-
rios. O preso no desagrada: na ra Direila
n.17. ,
Precisa-se de urna mulher
forra, que queira acompanharuma
familia pequea em servico, para
urna das provincias do Norte, ali-
anijaiido a sua conducta : a tratar
nesta typographia, ou no Hospi-
cio, primeiro sobrado depois do
quartel, offercem-se boas condi-
cej no ajuste.
Instrucco. publici.
Oestibelecimecito de iuslruccSo elemen-
tar do atierro da Boa-Vista 0. 5 dirigido por
Joa Xavier Fiustino Rimos continua regu-
lirmeuteemseui exercicios. e tendo sido
ugmentado com as cadeira de rr*oa e
llngoa nacional dirigidas pelo Sr. Jos Ber-
nardino de Souza Peixe devidamenle auclo-
risado pof 8. Ex. o Sr. preiidonle da pro-
vincia, continua tambem a receber alum-
nos para est adisciulinase para instrucco
elementar, no ensino uas quaes aerBo ain-
pregadoi lodo o zelo e esmero.
Permutam-se 3 pequeas casas terreas
no Rio Formoao, por urna nusta cidade ou
em leus irrebildes, tecebendo-se ou pagm-
"AC.r"w- "bfl". b<" uso'g Co"'0 30 ign0" ?-morali, d Sr -1"-
mentados, tanto na Europa C imo no *
Brasil, e preparados pelas machinas J
0a invenefio do l)r. Mure.
PRECOS.
das carltiru homopalhicat. >aj
Emcarleiras de 12 tubusgraudes 12/
2* 20/
a 2* pequeos 15/
Tubos escolhidos (cidi um) 1/ J
Tinturas de melicampntos em J
fraseos de l|2onca (cada um; 27 ^
Ha mais, alem dest.s, oulras multas ^
caixn com glbulos e tintura! por
procos variaveia, conforme o tama- asi
olio ea qualidade das caixas, e
quanlidade dos remedios e anuas m
OynamlsacOes, ele.
-- AVIAO SE GIIATUITAMEiNTE
W para oa pobras, todas s receiUs que J
S par ali man lr qualquer proessor. ^
jaA*li*i*Ali^ii****A**A*-
Avista do annuncio do diario n. 65 de
20 do paasado a reapeito do engenho Una n
fregu-zia de Santo AnIBo, em que propri-
etaria pretende vender, permurtar 00 arren-
dar, e para qualquer pessoa nSo ao chimar
ao engao, o baixo asignado declara que
nesta engenho lem urna hypotheca, e parte
ji vencida, J0A0 Cavalcanti de Souzi Leo.
--precisa-se de I im lecca,parda ou re-
la, para ae.vio do um ca de pouca fami-
lia, que d fiador i sua conducta e que nSo
lenha embanco algum, quem pretender di-
rija-ae ra Direila n. 76, ou na ra Velha,
oa Boa-Vial n. 55,na mesmas precisa-ae de
um padeiro que entend bem de maestra, e
forno, dando-ie roupa lavada e bom orde-
nado.
Lino Joa da Castro Anujo, mu lou sau
escriploiio para a ra da C'uz n. 8*.
Na ra du Hospicio n. b, precisa-ie de
Precisa se de a ou 3 escra-
vos crioulos: quem quizer vender,
diriji-se a ra do Trapiche n. 36,
segundo andar.
~Comprm-so pira-fura di provincias
escravas ero,lulas ou pardas, de 19s9*innos
com buaa figuras, pigam-se bem : na ra
Nova n. 16.
-- Cumpra-se um negro moco aem achi-
ques : ni rui di Cld-ia do Recife n. 7.
Compra-se um prelo que seja bou bar-
heirq,e sangrador, pan fora da provincia,
sendo bom ae pagara bem: na praca do
Commercio n. 6 escriptoriu de Mauuel Igoa-
C10 deOliveira.
Compram-sa escravos de ambos os se-
xos de idade de 6 a 25 annos, paga-se bem :
oa ai 1 das Lsrangeiras n. 14.
. Compra-se urna casa terrea que tenha
bons couimodos par familia no bairro da
Boa-Vista : quem liver pira vender annuii-
cie por esta fulh para se tratar.
-- Compra-se urna escrava, com habili-
dades, ou sem ellas, mais que seja mora : na
ra do Brum n. 28.
-Compra-se um escravo mojo bolieiro,
na ra da Cruz do Recifo n. 0, primeiro oa-
dar, na mesuia casaaluga se um andar de
sobrado em qualquer rus que lenha quin-
tal, ou iiiesiim Casa terrea.
Compra-ae urna bumba pan cacimba
em 1eguu.l1 mflo, porm que eneja em bom
estado: quem tiver aununcie oudiiija-aoa
Cucbeira da ra da Florentina.
-- Compra-se urna casa terrea, ou de so-
brado de 11,11 a andir, lendo 3 poitaa de
frente e bem construida, preferindo-se no
bairro da Boa Vista : quem tiver para ven
der, anouncie por esta folha para ler pro-
curado. .
-- Compram-se2 protoi de ni?3o, robus-
tos e posiantei: na ra cstreiu do (lozano,
travessa para o Queimado n. 39 A.
Compram-so escravos de ambos os la-
xos, de 15 a 30 anno de idade para enge-
nho, danlo-ie preferencii ios de Angola: no
armazem da ra Nova n. 67.
Vendas.
Lotera do liio de Janeiro.
Aos ao:ooo,ooode rs.
Na loja de miudezas da praca da
Independencia n. 4 ven )em-se bi-
lhetes inteiros, meios, quartos, oi
tavos e vigsimos, a beneficio da
a3. lotera do theatro de S. I'edro
de Alcntara;ditosinteros,meios,
quartos, oitavos e vigsimos da 3o
lotera do Monte Po, que vem a
duas listas no primeiro vapor do
liio de Janeiro; na rnesma loja re-
cebetn-se bilhetes premiados em
troca dos que tem a venda e mos-
tra-se as listas. 1
Nova fibrica de (amneos.
Ni ra do Encantamento loja amarella, ha
um completo sorlimento de tamancoa de to-
das as qualida les para ambos os sxos;o do
no deste estabelecimento prometi aender-
pelo menos que poder,allm de agradar os
seus fregueze; assegurando em parte algu-
ma encuutrar melhor qualidade e oem mais
em cuota os pretendenles poderfio dirigir-
se a mencionada fabrica, ou na ra da Ca-
deia n. 17, loja de miudezas onde he o depo-
sito.
Queijos de oanteiga. aat
Na roa do Queimado loja n. 39, vemlem-
aeos bem coubecidos que.jos de manteiga
do ceriSodo Cnld.muito frescaes.
Vende-ie franjas pretas para manteletes,
polo barato preco de 480 rs. a vara : na rna
larga do Rozano n. 26, loja demiudazas de
JoSo Francisco "
Alud .un liosa lardy modista bra-
sileira : na ra Nova n. 3 'j,
acaba de recober de Franca pelo navio Con-
t Rogor os objoclos aegiiinle: um erando
sortiiuenlo de chapeos de seda da ultima
moda par aenhora e para meninos da idade
de 9 annos a 43 de todas as cores, riq.iisai-
mos onfeit is de CabeQ para bailes fl theatro,
lin las pulceins de viudo cun iiv.-l.is, ri -
quissimas capailas de flores de laranjas pa-
ra noivas. rico* capolinhos prelos de groz d*
aples multo enfeitados e de cores par se-
ii.iura e meninas, rico groz de aples fur-
ia-cores, cortes de vestido branco para noi-
vas, transas de seda branca o decores para
enfeitar vestidos, bicos de seda e de blon le,
ricos cabecees para t.lho .levestdo,mantas
de seda preta e cabetes pretos.luvas pretas
e de petera branca.
Vendem-ie carrofas novas, fortes e
bem constru,las, tanto para boi como para
cavallo, canos do mi e diversas qualida-
des de pos de arvoredos, como sejam laran-
geiras, fruc;a-p3o, sapoli ele.; e um caval-
lo para carro-ou carroc, ludo] por prego
commodo : na ponte de UchOa, sitio de Jo3u
Carroll
Vndese dore de caj' seco muito bem
felto: na ra da Conceicloda Bol-Vista 11 17.
.- Vende-se por prefocoiumodo 1 ptimo
jogo do pistula s de espoleta msi bem acaba -
.las, novas, cuj 1 bala cursa a distancia de 50
pasaos, emprega la ao lvo, como compe-
tente bilairo > 1 silhSo par montari de ae-
nhora i'Ouco usado, con os seus pertences,
obra forte o que Dio molesta cavallo, e po.
isso proprio para viageo; t "ama do vento
com muito pouco uso, propria para casal,
han.luda toda de sola com tiranas e ferra-
gens proprias para intezar lOna; 2 corre-
les paia relogio, sendo urna de ouru cun
mais de duas ..iuva... e outra de prata bem
dourada e nova : na ra Nova, armazem
9.67.
Vende-se rap de Lisboa em frascos a
4,000 rs., cnegado agora pela barca Ligeira;
ossrs. rreguezes que eslo acostumadosa
lomar a boa pilad nSo deixarflo de mandar
buscar no largo da asaembia n 4.
--Vende-se um escravo deexcellento qua-
lidade, e pre?o couimo.lo : na ra da Coo-
ceicao.armazem do Sr._Rut.no ; 1 falltr com
Manuel GoncalvesMuni.
Vende-se um cavallo alasao, passiroa
de aatisfazer o cavalieiro.e jom urna muda:
por fazer, e com bonita figura, aem deleito,
na ra doCotovelIu, casa a. 4.
Fora o inudsnismo.
Vende-se no torro da Boa-Visla, loja de
miudezas ao | da ponte, fila de veludu de
cores e prcUs por multo molleo preso.
Vende-se um sobrado de um andar e so-
to no principio da ra do Hospicio, cons-
truido ha pouco lempo cum lo la aolidez e
perfeico, com cantiria deLisbo j grande
quimal murado e ..lanudo do rvoredo; ea-
Iribana e cacimba : na luesma ra cima,
laberna do leSo de ouro, junto ao quartel.
Ven le-se una e-crava da costa, mofa,
com cria ou sem ella, que sabe bem engom-
var e cosinhar, aem vicios :
Vendem-se superiores boli"
linhos em caixnhas e embrulhos,
propros para cha e caf\ chegados
ultimament} do Havre prego do
4oo rs. cada um : na ra da C'rtii
lio Uecife, armazem n. 6a.
Luvas de todasqualidadea para lio-
mens es:nhora9.
Na ra ,l Cadeia loja .10 miudezas n. 17 ,
existe um completo aortimento deste gene-
ro que por ligninas eit-ram principiando a
mofar, sen3o ongeiti dinheiro, assim como
lia entre ellas urnas pretas de seda emitin-
do a t .real a 610 ra. cada pa*, que a vista da
qualidade ae oonheceri que nada pode haver
tflo barato.
Vendem-se luvas do pelica ponto Ingles
pelo diminuto proco de 1,110o rs. o pir, s-
siui como se vendo as excedientes peonas de
CO, propriil para raenptorio, filas de velu-
,lo lavra as e luas, proprias para peecoco e
sinto desenhon o mais moderno que iqui
lem vindo, molas para grvalos, e oulras
muitas cousas por preco muo eommodo :
na ra da Cadei. do Recife, loja de miude-
zas o. 7, de Antonio Lopes Pereira de Mallo.
Apareliiosde metal.
Vendem-se anarelhos de metal para cha
le bon'los o d (I .rentes modellos 1 na roa
da Cadeia do Recife n. 64, loja d Antouio
Francisco Crrela Cardozo.
Ven le-se em carro dequatro rodil por
200^000 rs, com srreios e asaclo para qua-
tro pessoaa : oa coxeira atraz do Carmo se
dir quem vende.
Chitas fip>s de coreo ixas, com to-
que ds arfara, a 4>5oo, 5,ooo e
5,5oo* rs. a peca.
Vend 111 -su na rui do Crespo, loja di es-
quini'que vira para a Cad -i, cnitat finas,
de cores flxas e bom padrfl-s, com pequeo
toquedeavaria, 1 4,500, 5,000 eS,500ri.a
psa.
Quasi de grasa.
Vendem-se superiores chapeos francezes
n 5,000 rs. : na ru do Crespo n. 16, loja que
Volta para a ru das cruza.
fvvvftyfvffwvvfffft;
2 Deposito de tecidosda I abr- _
* ca de Todos os Santos, <
na Baha. j__
a> Vende-se em casa de Domingos Al-afl
9- ves Matheus, na ra da Cruz do Re- 4
* elfen. 52, primeiro andar, algodo "_
'* iraosadodaquellafabrica, moitopro- __!
* prio pira lceos e roupa de eacn- _S
2 vos, assim como lio proprio para re- 2
^ desdepescar e pavios paravellis, 2
t> por preso muito eommodo. -a*J
A****AAIitii>*M* AAAAAAA
Attencao
Na ra do Rosario eslreiti travessa para o
Quui-nadii, doaoaito de Joto Joa Mendei de
Silva 11. 39-A-, coutinua-sea vender latas de
aramia muilo supperior cotno he sabido;
mar. lavar e cosinhar, aem vicios : quema
pretender dir.ju-so a roa da Senz.lla Vet., vende-a. em libras .400 r. hol.chi.nia, re
:.-, ,* ,, a* jali* muito flu a 390 ra latase hlseouti-
ranazaui u. mr- ___.,, m -aft k~u.kt.i.. 1.-1__
Veade-se urfi sitio i beiri do rio.idian-
te da ponte de lidio, eom casa magnifica,
loodo adianie gramo sal, 2 gabinetes e 9
alcovas, Sala igual straz, mais 3qu-.rl.no
coiinha, terreno com mais de mil palmos
de comprimenio, e grande baila do capim :
a fallar na ru de Santo Amaro n. 16.
Vendem-se por muito bardo proco tai-
nbaa ciiogad soltimamente do Rio Grande a
100 ri. cada urna, em porsSo a 80 rs.; na ra
do Vigarion. 13. ...
__Vendem-se siccas de familia muito
.. ^"'"""""'""fc^ifrifcttorttaatta*, rog-se-lhequeapp.resi 01
par. xender com "fi."^^^ Han r n ^^ ( .
o.lpara nm civallo dirija-se a.eaia iji~- iode eu nl8re3S0. "''""'.........
' MUTILADO
Vende-e 1 laberai n. 27 di ra Direi- grandes e de sujierior qualidade, viudas de
ta : a traiar com J. J. Issso Jnior, na ra Cuianna.pelo preso nais eommodo possivel;
do Amorim n. 35. o lamliom saccas de millio muito novo com
Vende-se fumo da trra de superior mais do slquaire e meio, por biritissimo
qualidade e'por prego eommodo : na fui di preso: na ra do Amorim, armazem n. II,
Cruz n. 34, taborua. ^ junto ao porto de Noronba.
olio de araruta a 320 rs., bolachintia ingleza
a 2U0 rs dita quadra la a 940, fallas e bia-
co.itos mais interiores em libra a 900rs;*
anda vende urna pequea porfo de blacou-
tos de renna que para acabar ven lem a 480
rs. um embrulno contendo I duzi, vende
tambem caitanhai eimendoas por eommo-
do preso, 001 tinto os fre*uszes devem pre-
ferir, 1 vista do preso e quiiidide.
1'iANOS.
Vendem-se em casa de Kalk-
manu Irmiios, na ra da Gruc n.
10, ricos pianos de Jacaranda, com
excedentes vozes chegados ha
pouco tempo.


*r
si


a
f"Jj-"l"
mm
A
Lotera do Rio de Janeiro.
Aoa 90:000,000, 10:000,000, 4:000,000 ,
3:000.000e 1.000,000ds rs.
Na loja da Viuvt Vioira ot Fillios, .na ra
da Cadeia do Recite n. 2*, ainda acham-ae
a venda um reato de billieles e cautelaa da
93. loleria do thealro de S. Pedro de Alcn-
tara : como bom novoa bilhetes ecauel
da 30. loteria do Monte Po Geni, cujas lis-
tas esperam-se peloa vaporee, da carreira e
inglo/.: na presos sSo oa soguinles :
Bilhetes 93,000
lelos 11,000
QuartS 5.500
Oitavoa *" 3,800
Vigsimos 1,300
Vende-se um ciroeiro grande, muito
manso e proprlo para menino, por preco
commodo : na ra do Cotovelloda Boa'Vis-
ta d. 57.
Sementes de ortalige.
Vendem-se sementea de nrtalice, muito
novas, de todaa aa qualidades, vindas de
Lisboa na galera Margarida: na ra da Cruz
do Recite, atraa do Cprpo Santo n. 63.
Casa de moJas francezas de fiues
sard Millocheau noajaterro da
Boa-Vista n. t.
r-"Pelo navio francez Cont Roger, receo-
temente chegado do Havre, recebtu um va-
riado abitimento das ultimas modas eaeolhi-
dss por peaaoa de gusto apurado e vin lo di-
rectamente, o que promelte vender mais
em conta. Este aortimento compOe-ae doa
objectos aeguintes que se farSo patente aoa
comnradores: chapeos de palca enfeitadose
'le seda para senhoras os mais lindos e ricos
possivel, chapeos de meninos e meninas ri-
cos enfeitos para cabeca, turbantes e expel-
as, romeiras de bico, cabeciles de bico e de
bloailea verdadeiros, mangas da ultima mo-
da, capolinhos de rede de retro?, de seda de
cores os nicos no Recite, luvas de pelica
moda ora, capellas e Dores de laranjeira
para noivas, corpiahos o visitas de bico
hranco e preto, ricas capellas e flores irmfleg
das ditas para enfeitar vestidos, ricos cortes
de vestidos de baile e de casamento, chales
de rede.de retroz de cores, trances e franjas
de todas as cores, plumas, jm grande soili-
nienlo de bicos de linho, rendas e ljeos de
Monde, mantas de cabeca para missa, pul-
ceiras de lita de peroles e de flta de veludo,
grvalas de veludo, cambraia de linho trans-l
prente, lencos de dito bordados, camisas e
colarinhos para horneo], grvalas de mola
para os mesmos, espartilhos, fitas, Mantele-
tes ecapolinbos, toucados de 13a para se-
nhoras e meninos, baleias etc. etc. Recbe-
se regularmente toaos os figurinos de todos
os diarios de modas de Pars, e faz-se coo
forme as modas chapeos, vestidos,toucados,
e em geral o que necessita o gosto da mo-
dista.
Vendem-se 3 canoas, que pegam 1200
lijlos cada urna, um alambique de nove ca-
nallas, pelo oodello deChaptal, cun mais
Barateiro do Recife.
Na ra da Cadeia do Recito Inja n. 50, ven-
dem-ae cortea di) magnificas sodas prelas,
lavradaa. recenlainente chegadaa, corlea de
chitas acbamaloladaa, manteletes pretos
chales de seda de corea, grandea e pe-
queos, mantas, de seda, sarjas pretas, lu-
vas pretas de torca I, e de seda de crea p-
ra Sra., ditase seda, e pelica para homem,
grvalas pretas, coletea de casemira, cam-
liraias delinho muiloflna, ludo moderno e
bom, asaim como outras muitas fazendas,
que alroco de dinheiro se ven lem por ba-
ratissimos procos bera como pannos azul,
verde e preto para casaca, palitos, e farda
de 4,000 a 6,000 rs. o cpvado, ditos nivela-
dos para palitos e para acabar a 1,800 rs. o
covado, e cortea decasemira de cores a 4,000
e 5,000 rs. o corle,
Casses de quadros averiarlas.
Vendem-se na ra do Crespo, loja da es-
Madama Theard modista franceza
ni ra Nova n. 3i
Madama Theard boje acaba de'receber pe-
lo imvio Trance! Cont Roger a 8 dias che-
liado de Franca os seguintes objectn de moda
aliaixo deca ados multo ricos cabecOea de
linho bordado ile um so bico. bordado para
eseo flm, muito ricos enfeites do'cabeca p
ra bailes o thealros, chapeoa de se la e de
veludo de todas as corea, um grande aorli-
inciilo de florea.'ie chapeos d palha e de so-
la, ti amas brancas enm aljofarse aem riles
bicos de linho brancos e prolos muilo rieso,
fitas d veludo preta e encarnada oom sua
competente flvola para o peaeoc, e hracn,
corles de vestido de seda.groz de naples,bi-
co cor de roza.branco o cor de ourode mui-
to bom goslo, marabus pequeos muito fi-
nos proprlos para enleites de cabeca de se-
nhora, luvaa de pelica para aenllora, corles
de vestido de soda furtacorea, e muitas nn-
3u i na que vira para a Cadeia, caasaa de qua-' iras fazendas de gosto;tambem recebeo mui-
roavariadaacom 8 112 varas a 1,00o e 1,380.tos prenaros para enaltar chapeos de palha
ra. a peca.chitaa de cores nas e boniloaje de seda,e para qualquor enfeite. deaenho-
padiOes a 160 rs. o covado. ra.que encommendou para agradar aos sous
-- Vende se urna parda eom bonita figura, freguezes.
moga, tem todaa as habelidades ; urna pieta > Vende-se urna tenda de Unoeiro com
com habelidades, e tem um molatinho que todas aa tarramentas e mais pertenses : na
esti criando; urna outra quecosinha e lava ; ra do Apollo n. 13
Madama Roza Hardy, modista bra-.
aileira, na roa Nova n. 34 ,
oeste estabelecimento he chegado recente-1
ment, um grande o hrilhente aortimento del
modernas farendas, vindas de Pariz, consia-
tlndoalmdeoutraafazendas.em ricoaobe-
(Oes prelosde blonde; mantas de (il de seda
preta hordadaa a imitaban de blgjide; aa*im
como capotinhoa pretos e de cores, multo
proprios para os actos da semana Santa.
Velas de espermneete.
Vendem-se velas de espermacele, em cai-
xinhaa de 30 libras : na ruada Cadeia do
Recite n. 48
- Vende-se lona americana do algodSo,
muilo enenrpada, propnaa para volas de na-
vio,rudas e lientos pertencentea a bolintes,
dicovens e gollaa ludo de ferro coado: na
ra da Cadeia Velha n. 37.
Vende-se urna mesa deamarello, com
7 palmos de compriment e 4 de largura :
aa ra Bella n. 16.
AttencSo.
Vendem-se na ra estrella do Rozarlo n.
11, bolacbinhas muito linas de leileem la-'porches necessarias, para deaempenhar quaquer machina, ou obra coneernente
E MAIS OFFICIiNAS
NA
11 8 e 12o, e deposito na na Nova n. 33.
Rna Imperial n.
Respeilosamenteavisam ao publico, e particularmente aos Srs. de engeniVe den
iladores, etc., qne este estabelecimento se acha completamente montado, comaanr
pro.
ao maj.
e outra peifeita cosioheira, e engomma-j
Vende-se a armac5o e ben-
fs^ior""'05 n,ruaUrgad R0Z,n feitorias, da loja da ra Nova n.
Vende-se urna cadeirinha forrada de Q ; os pretendentes dirijun-sc a
damasco de sed. em muito bom estado; na fa[,ar com M
ra Velba n. 57. J
vende-se urna taberna com poucos (un- Hamos.
dos, a dinh"iro,uu prazo, com boa firma, ai- .. Vendem-se caixas de agulhis trnce-
la na ra do Sr B. J. dasCrioulaspor baixo zaa n. 6, 8, 10 el3,a pataca, linhaedecar-
dasobrado de dous andarea : a fallar atraz nlP| de 300 jardaa ca da fundicno em S. Amaro com Manoel Fruc- |no (yo, pelo precode 80 a 100 rs. ; peo-
tuose da Silva. les finos de marflm de tirar piolhos, a pata-
'Paraaifmanaianta. ca cada um; oceuloa de grao, a duaa pata-
Manual dos oflkios da aemana Santa, a- ca; sabonetas finos, a 210 rs. : na ruado
companhadosde meditarles para cada um Crespo n. 11, loja de miudezas.
dos diaa da meama Semana, da explicacSo Vende-se um piano de bom autor, por
daa trnvaa, lavaps, e adorecSo da Cruz; 1 prego commodo: na livraria da ra do Crea-
volume grosso ricamente encadernada por p( n. \\t ge dir quom vende.
3,000 rs., vende-se no pateo do Coliegio ca- Fumo em folha.
sadolivroazul. Vende-se na fabrica de charutos da ra
t itas de velludo lizas, e abenas ae lirga d0 Roz,r0 n. 32, fumo de i.\ 3." e
todas as cores. 3." son, em p*orefo a relalho, conforme o
Na ra do Cabug n. 6 loja de miudezas comprador quizar, e por preco que agradara
vendem- se filas de velludos de todas as lar- m"mo' ..,,,,,,, n ,, von,im ,
guras, e cores com su.s competentes flvel- No Passe.o Publico n 15, v^'lem-se
las por preco muito commodo. saceos com alque.re de niIho, pelo barato
v v preco de 1,700 rs cada um.
Ao liom e Darato. vende-seumpreio de 40annos, muilo no aterro da Boa-Vista,
Vendem-se na ra larga do Rozario u. 40, robusto, proprio para todu servico : a tratar
luvas prelas de torele de seda para homem na ra do Vinario n. 94.
esenhora, ditas de fio da Escocia, taolode |-^ 31|9 libras de mermelada por 1,000 rs.
cores como brancas, como tambem na mes- y rua estreita do Rozario n. 43, vendein-
ma loja ha para ven ler gravatts pretas de se j,tas com 3 ,|2 |Dr>s de mermelada por
mola, pentes pretos de bleia para alisar o 1jon ra_
para coco, escovaa muito finas e pozes para __ Vende-se um relogio de puro, patente
dentes, abotuaduras muito flnaa para casa- ng|Mi d0 melhor autor, muito proprio pa-
taade8 librase a relalho, vindas de Lisboa,'mo. o mesmos chamam a attenQSo para as seguintes obras, aaquaeaconstruidasem''!|B,"
propnas para almogu de ch.figoa em cal Ja, fibrica compelen! com aa fabricadas na Europa, na qualidade e mSo de obra e nnr
passas muilo grandes, amenas de tres qua-jDoa preco, a saber : ""*
lidadea muito peiloral, e na meama ae dir' MACHINAS continoaa de destilar, pelo methodo do autor francez uerosne as *._
quem vende 100 eapanadorea multo bem inores machinas, que para este flm at hoje tem pparecido.
eiloS.
Cortes de tapetes a ioors. o par ,
no aterro da Boa Vista n. i!\ ,
defronte da boneca,
ha chegado corlea de tapetes, para aapatos,
com um loque de avana, a 100 ra. o par, e
limpos, a 340 ra.; couro de lustre o melhor
que ha, a 3,400 ra. a pelle; sapatoea de la-1
tro, para homem, oa melhores que tem vin-!
do da Baha, a 3,000 rs.; dilos do Aracaty,
a 3,500 ra., e brancos, a 800 rs., de orelha, a
1,000 ra.; assim como, um novo e completo
sortimenlo decalsadoa trnceles de todas
as qualidades, tanto para homem, como!
parasenhore, menina e menina, ludo por'
preco muito commodo, a fim de ae apurar
dinheiro.
Attencao, ptima pechincha.
Vendem-se botina de bezerro
(rancez, obra muito boa, e
propria para o inve
ALAMBIQUES de cobre de todaa asdimenses.
TOROSOS COBRES necossarios para o fabrico de assucar.
TAIXOH DE COBRE para rofinacSo.
TAI XAS DITO para engenho.
DITAS DITO movis para dito.
BOMBAS DE COBRE de picote, de repucho, d roda e de penduiaa.
ESCRIVAMNIIAS de latfio dos melhores modelos.
DITAS DITO galvanisadas.
si nos de todos os tamenhoa.
OS APRECIA VEIS fogoes de ferro econmicos. '
BURRAS de ferro as mais bem construidas.
CARROS dito de mo.
POHTOES de ferro.
VARANO AS dito.
GRAD1AMENTOS dito.
TAI-XAS dito.
CAI.DEIRAS dito.
BANHEIHOS do zinco e do folha, para banho de choque.
O barateiro est em campo.
Na rua do Cabug n. 6 loja nova de miu-
muito icz is vendem-se bicos de largura de palmo
rno Dlo bara- e me' 70 '* v,rai d''o de palmo a ato
' rs.", 1 dito pouco mais estreito 560 rs., as-
tissimo prego de 4,000 rs. o par : Siui como um sortimentode bicus esireitos
venda Por pretos multo com modos.
n> .5^ Caivetes de G folbas.
- Vende-se um relogio sabonete, patente Ve,ndem"'e^' ^u do C'h"B 6 loj a de
inglez muito bom regl.dor, um. correnli- mi.del!l,.MnHl:e',.f0,,0 6 Tl,,i,2? de
nhg.comp.ss.dor.um;trance,lim douap.- T.E'J^.TS^^T. 2,00 *
res de casncaes de prata : na rua do Rangel
o. 86, primeiro andar.
muito
meltioru montos,c que dislilla 94 caadas por
da, alguna barris para deposito de espri-
tus, urna prensa para espremor quaquer
qualidade de frutas, por ler as propor^Oes
necessarias; adiciona-se a quem comprar o
que pertence a destilarlo, um completo re-
ceituario para licores eespiritos; um ter-
reno com 130 palmos de frente e 900 de fun-
do, promplo para se edificar : na rua Impe-
rial n. 135.
1,000 rs
Vendem-se voltas de veludo de todas as
cores.lizas elavrailas,par pesclo de senho-
ras 1,000 rs., luvas pretaa de torzal para
menina esenhora a 1.000 ra., peales de tar-
taruga para coco a 3,500: na rua largado
Rozario, loja de miudezas n. 38, junto a bo-
tica doSr. Barlholomeo.
Para baile de mascaras.
Vendem-ae luvas de pelica a 400 rs., ditas
de algodSo de cores a 400 ra., lencos de se-
da de cores para grvala a 640 rs.: na rua
larga do Rozario, loja de miudezas n. 38,
junto a botica do Sr. Barlholomeo.
Vendem-ae oa rua do Coliegio, loja de
cncadernacSo n. 8, por preco commodo os
I i vros seguintes : desengaos msticos para
as almas detidas ou engaadas no caminho
da perfei(3o I volume, pecador convertido
ao caminho da verdade 1 volume, sermOes
da quaresnia 1 volume, oracOes aacraa 1 vo-
Ui'i o.oecclesieslico instruido 1 volume, ca-
tecismo das verdades catholicas 1 volume,
tratado da religiSo 1 volume, relicario an-
glico de Jess Christo 1 volume.
Attencao.
Vende-sena loja da rua do Crespo/i. 10,
excellente mirino de cores jaftaroupa de
meninos, ricos manteletes da seda pretos e
do cores/por menos preco de que em ouiaa
qualquor parle, sedas furia-cores a 1,300
rs. o covado, chales de seda a 4, 5 e6,000
ra., chitas francezaa a 940 ra. o covado, ditas
com lislra ne frentes 300 rs. o covado, lin-
das cassaa francezaa a 800 rs. a vara, palito
de brim a 4,000 rs.; e outras muitas fazen-
das que se vendem por todo dinheiro avista.
Vndese a obrad e Watel em 3 volu-
ntes, sendo o terceiro daa notas de Silvestre
Pinbeiro, boa encadernacSo: na rua do Cres-
po, o. 11.
Vende-se urna parte de um sobrado de
dous andarea, no aterro da Boa-Vista,um so-
f o dus bancas de angico em bom uso, c
q 11 atorze quadros de muidums douradaa, lu-
do por commodo preco; na rua da Alegra
n. 11.
Na rua da Cadeia do Recito n. 33, ha
para vender urna porcSo de crrenles linas
para laborar, como eejam escotas de gavia,
ele. etc., que tudo se vende por todo o pre-
;o para feixo de conta.
Altenc3o.
EstSo venda 3 escravos creoulos; 1 cabra
de 45 annos, 1 negra de 30 annos, e outra de
36; todos robustos e de boas figuras: na rua
da Cruz o. 14, ou no pateo do Pilar, casa da
esquina, so dir quem vende.
Banha de porco.
Vende-se superior b.nha, recontimente
chegada : na rua da Cadeia do Recite n. 33.
-- Vendem-se a bordo do brigue Mafra,
fundiado defroute do paaseio publico, lai-
nhas do 'to Grande muilo boaa, e por preco
commodo.
Vende-se urna escrava de idade 20 an-
nos* na rua Velha n. 54.
Papel pautado para msica.
Veode-se inpel paulado para msica de
10,13 el6 paulaa a 40 rs.af.ilhana rua do Ro-
zarlo estreita iraveasa doQueimado loja de
mlu lozas n. j^a, e na praca da indepeuden-
OMloja-..
Rape de Liaboa.
-- Vende-so rape vindo do Rio de Janeiro,
leito por um mestre da fabrica de Lisboa ;
he o melhor rap que tem aparecido e ven-
de-se om libras e meias libras a 1,600 rs. a
libra : na rua do Queimad loja n. 19.
ca, ludo por mais barato preco do queem ra 8|gUm martimo, por ser muito forte e modo, superior
outra quaquer parte. bom regulador, muito em conta, por ser oe ,
Grande sortimento de madapoloes gosto amigo na rua do Queimado, loja em Darns de qu
ipolOdi
muito finos e largos com pe-
11.10.
Baratissimo.
quena avaria. Vende-so um terreno na rua da Aurora j
Vendem-se na rua do Crespo, loja da es- aterrado, lendo fundo at a rua do Hospi-
quina que vira para a Cadeia, madapolfles 010, e frente 55 palmos: tambem se verde
muilo superiores e largoa com pouca ava- g a rua da Aurora : a tratar na praca da ln
ria a 3,500, 4,000. 4,300, 4,500, e por ser dependencia n. 17.
pechincha ae avisa aos freguezes que gost im
do borne barato.
Vende-se muito superior fa-
rnha de Santa Cathurina a 2,400
rs. a sacca, assm como tambem
barreduras da mesma a 1,000 rs. o
alqueire : na rua da Praia, arma-
zem de carne n. 10.
Esporas d'asso.
Cab
1espor
^iino de 'Nantua a
800 rs.
Vende-se a historia de SlmSo de Nantua,
a 800 rs. : na livraria da prica da Indepen-
dencia n. 6 e8.
Couro de lustre a 2,56o rs.
No aterro da Boa Vista n. 73, vende-se su-
perior couro de lustre, que por sua quali-
dade he por commodo preco, e nSo deixa de
convidar a compra-lo em quannf he lempo
Na rna do Cabug n, 6 loja de miudezas s,zeite de carrapato da fabrica de
ToZ'r eSPr'"'d'"Si mUl "nM '28 Araujo & Filho, no Penedo.
Vendem-se um par de c'nsellas, com Acaba de chegar mais desteja condecido
5 It3 palmos cada urna, e por barato preco: azeite, o mais proprio e econmico, para
na rua da Cruz n. 34. uso decandieirosdesala, tanto pela auadu-
Kir-islila.de veludo. ra3o, como limpeza, econtinuar a haver
Hleas mas ae '"" selnpre um depozito para auprimento regu-
No rua do Queimado n. 16 leja do miuda- ^ freguezpea. no rmazem dej. J.Tas-
zas ha um completo sortimeuto de fitas de JQr D| rug do Amorial 35.
veludo, o qual se vendem por menos preco Vende-se urna canoa decarregar areia,
do que em outra quaquer parte. em b(jm egt, ,0 na ru, d, concordia, ven-
A boa pitada. ,ja de Jos oomingues.
Ho chogsdo novamenteo muiu aupe- ,0teria de N. S. do Livramento.
rior rap Princeza do Rio de Janeiro, em li- c. ._ j. _.
bra e 1,3 dita : na rua do Queimado n. 35, Aos 5:000,000 de rs.
loja de miudezas- A'a loja de miudezas da praca
Cemento novo a 7,000 rs.a barrica.]A independencia n. 4, vende-
Noarmazm de Antonio Annes, no caos ge um feslo de bi|nete8 nteiros ,
Olios de 2 folhasa 730 rs., tambem
finos.
ni, 1....... i.., i.iinni. r -
Vendem-se, por pre<;o Com- K,qu,8Simas wnjas, e trancas pa-
viuho do Porto J ra mantelete.
. 1 I Na rua do Cabug n.6lnji nova de miu-
uarto, quinto e O- tavo : no armazem de Jos Joa- seda asmis ricas que lem pparecido, por
quim Pereira de Mella, no caes da procos muilo commodos.
,, 1 lie barato que admira.
Alfdndcga armazem n. 7 OU vendem-se ricas franjas de boletas pro-
com Novaes si Companhia, na rua r-"ias para cortinados de cama e janellas a
li Trnur-lir- 11 "\f 4,000 rs. apec,a, dilas maisenferioresa 3,000
dO irapiene n. 34. !rs, ditaseslreitas propnas para toalhas a
Sedas, no aterro da Boa Vista, lo- 100 rs.a vara; na ruado Cabug n. 6 loja
ja decalsado n. i4r delronte dan"vde miudezas.
boneca,
SALSA PARRILM
AllanJdega.
Attencao.
Na rua do Queimado n. 25 loja de miude-
sas, vendem-ae o seguints muilo; superior' vrarnento
linha de meada a mais lina que ha no mer-
cado, redes ebegadas ltimamente da pro-
vincia do Ceara, e bengalas de licorne por
encaatoarK por presos commodos.
Carnauba a retalho a 6,000 rs. a
arroba.
Na rua do Rozario Estreita n. 43 vende-se
carnauba a relalho em grandea e pequeas
porcOes a 6,000 rs. a arroba, assevera-seeer
desupeiior qualidade.
Vendem-se peles de marroquins do to-
das as cores a 1,600 rs., bandejas linas, fa-
cas egarfos, colheres de metal do principe,
machinas para cat, todo o trem preciso
para coainha, e muitsa farragens e iniu.lo-
zaa que ae vendero muilo barato : na rua
,\ova luja de ferragensn. 16 de Jos l.uiz
Pereira.
Vende-se urna carroca nova e um boi
gordo muilo manao: em Frade Portas, pa-
jar ia do Sr. Pena.
--Vende-se superior farinba de S. Ca-
t.ianna a bordo do brigue paquete de Per-
iininliucu, fundiado defronte do caes do lia-
tos; a tratar abordo do mesmo, e em Ierra
ci m lanoel Maximiano Guedes, ua rua da
Seozala Nova n. 40.
He to barato,
Que laz animar ;
Quem vir a pechincha
Nao deixar de comprar.
Na rua do Crespo loja da quina que vira
para a cadeia, vende-se panno fino preto, a
3,000, 3,500, 4,000 4,500, 5,000 e 5,500 ra.
o covado; dito francez oiuilo superior, a
6,1*00 rs. ; dilo azul, a 3,600, 3,500, 4,000 e
dito verde, a 3,800, 3,000 e 6,000
meios, qtiartos, decimos e vigsi-
mos a beneficio de N. S. do Li-
Bilhetes inteiros 10,000
Meios 5,ooo
Quartos a,600
Decimos 1,100
Vigsimos 600
CHA PRETO.
Vende-se superior cha preto,
em caixas de 3o libras cada urna :
em casa de J. J. Tasso Jnior, na,
rua di> Amoriai n. 35.
ha os mais superiores cortes de vestidos de
seda pretos e de cores, de muito lindos cos-
tos e por presos, que muito animar ao com-
prador.
Vendem-se saccas com fari-
nha de Santa Catharina a 1,1^0
rs. : na rua da Praia de Santa Bi-
ta, venda defronte da ribeira do
peixe, n. 1.
_-- Vende-se um elegante carrinho ame-
ricano para um cavallo, chegado ha pouco
dos Estados-Unidos ; pde-se ver na cochei-
r da rua do AragJo : a tratar em casa de
Deano Youle& Cumpanhla, na rua da Ca-
deia do Recite
- Vendem-se tainnas da alagoa a 100 rs.
cada urna, e sendo porcOes dar-se-ha mais
em conta : na rua da Praia, armazem n. 18.
As mais superiores vela de car-
nauba que lem pparecido no
mercado.
Vendem-se velas do carnauba, vindas ul-
timamenle do Cear, de superior qualida-
de, em caixaa de 33 libras, a 9,000 e 10,000
rs. a caita: na rua do Crespo, loja da es-
quina, que volla para a Cadeia.
Vinlio de Champagne,
e superior qualidade : vende-so no arma-
em Kalkmaou IrmSos Rua da Cruz, n. 10
Deposito la fabrica (le Todos os
Santos na Bahia.
Vende-se, em casa de N. O. Bieber&C.,
na rua da Cruz n. 4, algodSo tranaado da-
quella fabrica, muito proprio parasaccosde
assucar e roupa de escravos, por precucom
modo.
Para a quaresma.
Casemira preta infestada a 5,000 rs., o cor-
le doslos.
Na rua do Crespo loja da esquina que vol-
, ta para a cadeia vendem-se casemiraa preta
entestada a 5,000 rs. o corte de caiga, sarja
Na rua do Apollo, no trapi-| pela heapanhola a 2,600 rs. ocovado; co-
-l. ,l,i Ki-rreir ven.le-se ral vir m0 outras fazendas que por sua boa quall-
che do r erreira, venae se ca vir- dad0 Je loroa0 recom9ndaVea.
. gem de Lisboa, em barris, chega-; j.acas e garfos.
da ltimamente no brigue Laia Na ruado Cabug n. 6 loja novrde miu-
pelo diminuto preco de 3,5oo rs.! J""8 wnd.e?-,a r,ct*' .&! jjvi u J. \ : balanco a ,600 rs a duza, ditas de cabo
1 edil licita. ] ortavado a 3,000 ra. a duzia, assimcomo um
Na loja do Passeio Publico n. 15 vende- sortimento de colheres de soupa e cha.
8e auperiorcal virgem, chegada ultimamen-i Draa firn<, narft inipirno
le de Lisboa, por preco muito commodo pa-
ra acabar.
Banana e goiaba.
Vende-se superior doce d'aquellas fructaa
do mais lino que ha : na venda da rua
da Cadeia do Recite defronte do Beco Lar-
go n. 85. ,
Vende-se mais barato do que em ou-
tra quaquer parte, ricoa manteletes pretos
e decres : na rua da Cadeia do Recite, lo-
ja 11. 18.
Moinhos de vento
com bombas de repuxo para regrar hortaa
5,0 10 rS. uiiu ume, m ,,awv, o,uuv w w,vw
re\; dito cor de rap\ a 3.600 rs. ; casmi- o baixaa decaplm na fundic.aodeBowmaux
a preta, a 4,8006,000, 7,500 8,500e 10 000 & M. Calbem: na rua do Brum na. 6, 8 e 10.
ra. o corle; aarja preta de seda muilo su- Grande sortimento de lazendas
oerior,a 3,500 ra. o covado; merino preto baratas
muilo bom, a 3,800 6 3,200 tt. o corado cor- mi ...u _. ..
lea de cass. cb.la muilo bonitos, a i, 920 Panno lino preto f;0"0"' '"J* P "J
n.; e ouiras mu,tas fazendaa por preco hespanhols, d".uPer'0Br.:', cjmmodo irs. o covado; aelim prelo maco, muito su-
\lA.m = .;... ...lu perior a.4,000 ra. o covado; alparca, muito
Vendem-se TICOS espelhos j fina ^ 800 e l.OOO rs. ocovado; casase
COm molduras douradas de 4 a G de nreTnrancaa, propnas para cortioadoa
de cama, com 8 l|2 varas a 3,500 rs. a peca;
cassaa chilaa a 3,000 ra. o corle; lencos de
cambraia de linho, para homem a 480, 560 e
640 ra.; riscado assentadoem mntim, pro-
prios para rOpa de meninoaa 200 rs. o cura-
do, e outras muitas fazendaa em conta : na
loja da rua do Creapo n. 6.
Deposito de cha.
Vende-se cha imperial e da India por pre-
co commodo em caixas grandes, e peguenas:
na loja de ferragens de Antonio Joaquina Vi-
dal, na rua da Cadeia do Recife n. 56 A.
palmos de altura ; vinho cham-
pagne de excellente qualidade a
40,000 rs. o cesto: na rua da Cruz,
casa de Avrial IrmSos.
Vende-se i caaa terrea com sotSo, e ou-
Iros muitos cmodos, e grande quintal com
arvoredus : na Solidada n. 42, logu adente
do chafariz, indo para o lado do manguinbo;
a chave.se acha na venda do Sr. Francis-
co, na esquina.
na rua do Cabug n. 6 loja nova de miu-
Jezas, vendem-se ricas fitas de sarja de seda
para sinteiros de menino, assim como um
grande aortimento de ditas a setinadaa pa-
ra chapeoa de Sra. por precos muito cotn-
modos.
Na rua do Capug vendem-se charuleiras
a 330 rs., ditaa mais pequeas a 340 rs. esda
urna.
Luvas de o da Escocia.
Na rua do Cabug n. 6 loja nova de miu-
dezas, vendem-ae luvas de o da Escocia a
320 rs. o par, aem mofo algum.
Na rua do Capuga n. 6, veode-se marro-
(uinsa 1,500 rs. apelle.
Pentes de atizare de coco.
Na rua do Capug n. 6 loja nova de miu-
dezas, vendem-se pentes de bufalo-para ali-
zar a 320 ra., cada um, ditus para cocoaber-
tos a 280 rs. cada um.
lucas toucas de la.
Na roa do Cabug n. 6 loja nova de min-
ie, as vendem-se ricas toucas de 18a chega-
das ltimamente de Liaboa para Sra. e me-
nina a 3,000 rs, cada urna.
Agulhas francezas.
Na rna uu Capug n. 6 loja nova de miu-
dezas, vendem-ae agulhaa francezas ns, 1, 2,
3, 4.6, 6, 7,8, 3, 10. a 40 rs. o papel, ditos
muito finas ns. 11,13,13,14, a 80,'ra.opapel.
Cartas dejogar.
Vende-se na rua do Capug 0.6, loja de
miudezas carias para voliarelea 560 rs. oba-
ralbo.
Linhas de carretel de aoo jardas
a 900 rs., a duna.
Vendem-se na rna do Cabug n. 6 loja no-
va d miudezas, linhas em carretela de 300
jardas a 900 rs. a duzia, ditas de 100 jardas
a ?20 rs. tendo todas as grossuras desde n.
Ifii, n. 154.
Uh! que pechincha.
Na rua do Cabug loja nova de miudezas
n. 6, vendem-se luvas de torcal a 640 rs. o
jar, ditas ditas a 800 supperiores com bolotss a 1380 rs.
Luvas de pelica.
Vendem-se na rua do Capug n. 6 loja no-
va de miudezaa luvas de pellica muito novas
nara Sra. a800rs. o par dilas muito finas
com palma ebolotasa 1,600 rs. O par, dilas
para homem a 1,000 rs. o par, ditos de pon-
to inglez a 1,600 ss., ditas ditas prelas a
i,600 rs.
'itivas desedaprela para senhara.
Na rua do Cabug n. 6 loja nova do miu-
dezas, vendem-ae as mais 1 icas luvas de seda
preta que lem aparecido para Sra. proprias
para a aemana santa pelo diminuto preco de
1,600 ra. o par.a elles que so eslo acabando.
Luvas de seda preta para homem
a 1,000 rs. o par.
Na rua do Cabug n. 6 loja nova de miu-
Jezas vendem-se luvas prelas muilo supe-
riores a 1,000 rs, o par.
Acudam ao barateiro.
Na rua do Cabug n. 6 loja de miudezas,
vendem-ae thezouraa muito finas para cos-
turas 330 rs, dilas ditas maiores a 400 ra.,
dita s para unhas a 560 rs.
t'arinha Pontana,
chegada ltimamente: em casa de J. J. Tas-
so Jnior, na rua do Amor ni n. 35.
Moemas superiores.
Na fundico de C. Sterr& Companhia,
om S.-Amaro, acham-sea venda moendaa
le canna, todas de ferro, de um modelo e
cunstrucqSn muito superior
No armazem da rua da Mola n. 15 ,
vende-se cal de Lisboa em pedra, a mais no-
va que ha no mercado, chegada no correte
mez, no brigue Laya ; assim como mercurio
doce em caixinhaa de libra cada urna, tudo
or menos prec,o do que em outra quaquer
parte.
Cobertores de algodo.
Superiores cobertores de algodSo de di-
ferentes cores, tecidos a dous fios, muito
grande, tem todaapplieacoemuina caaa de
lamilia, por servir para me/a de engom-
mado e forrar camas e mesmo para escra-
vos, pelo diminuto prequ de 1,440 rs.: na
rua do Crespo n. 6.
I'otassa americana.
--No antigo deposito da cadeia velha, n.
IS existo urna pequea porcSo de putaasa
mericana, efiegada receotemente que por
superior rivallisa com adaRussia: veode-
se por preco razoavel.
itap Paulo Cordeiru
receotemente Chegado do Rio de Janeiro:
vende-se ua rua da Cadeia do Recife loja n.
50, de Cunha &Amorim.
Vendem-se relogios de ou
ro eprata, potente inglez : ha rua
da Senzalla Nova n. 42.
Deposito de cal virgen^
Cunha & Amoriin, na rua da Cadeia do
Recite, n. 50, vende-se barris com supe-
rior cal em pedra, chegada aajo ultimo
navio de Lisboa, por menoa prer;o do que
em outra qualqner parte.
I'rinctpios-geracs de economa pu-
blica e industrial.
Vonde-seestocompendio, approvado para
aa aulas de prinioiras letras, a 480 rs.: na
Placa da Independencia, livraria n.6e8.
v- Arados de ferro.
Na fundido da Aurora, em S. Amaro,
ondem-searadosdeferrodediversos mo-
jlos.
DE
As numorosas experiencias feitas como
uso da salsa parrilba em todas as enfermi-
dades, originadas pela impureza dosanjue,
e o bom xito oblilo na corte pelolllm.
Sr. I)r. Sigaud, presidente da academia im-
perial de medicina, pelo mostrado Sr. Dr.
Antonio Jos Peixoto em sua clnica, eom
sua afamada casa de aaude na Gamboa, po-
lo lllm. Sr. Dr. Saturnino de Oliveira, me-
dico do exercito e por vanos oulros mdi-
cos, permiltem hoje de proclamar altamente
as virtudes clllca>os da
SALSA PARRILHA
DE
Nota. Cada garrafa conlem duas libras
de liquido, e a salsa parrilhade Bristolbe
garantida, puramente vegetal sem mercu-
rio, iodo, potaaslum.
Vende-se a 5/000ts. o vidro na bolici do
Sr. Jos Mara Goncalves Ramos : rua dos
Quarleis pegada ao quarlelde polica.
ljasa de commisso de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commisso, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
o que se olFerece muitas garantas
a seusdonos ; iitfrua da Cacimba
n. 11, primeiro andar.
Escravos fgidos.
Dnsapp-rereu no di* 5 docoirents pe-
las 9 horas da mnnh3a do terceiro nadar da
ca-a do sobrado nmarnllo defronte, da ma-
triz da Boa-Vista, um molequinho de nomo
EstevSo, creoulo de i Jado da t a nm, levuu
camisa de algodSo a zul, roga se a
quaquer pessoa que delle liver noticia de-
pirliciparna refer Ja casa, que geoeosa-
mente ser gratificado.
D*sappareceu no dia 4 do correle um
molequo de nome Kernando, o qual he que-
brado dn um quarlo, parece que anda coo
elle a bandi : quem o pegar leve-o ao ater-
ro da Boa-Vista, venda n. 70, a J0S0 Coeltio
de Almeida, depositario dos bens do seusa-
gro Manoel la Costa Oliveira a quem o mes-
mo moleque perlenc, e como se ache no-
meado Jotquim Ignacio Ribeiro Jnior tu-
tor do lino tilueira, acontece porm que
lendo hoje o depositario de faier entrega ao
mesmo tutor, este o pdz de ladrSo em virtu-
de do moleque de que o dito depositario lo-
mou teslemunhas para que Ih'o pruve.
- Desappsreceu do engenho Sabueiro di
Para 1 y ha do Norte, un preto de nome Pe-
dro Sigano, alto, seco, olhos grandes e es-
branqui;ados, beicudo, dentes compridos:
quem o levar a dito engenho ou nesta pri-
ca padaria doSr. Penna em Fra de Por-
taa, ser generosar-ente recompensado. Ht
mesma casa vende-se umi carroca.nova com
um boi gordo muito manso.
-- 0>sappareceu no da 21 do passado, de
bordo do patacho brasileiro Alegra, o preto
de nome Francisco; hecosiobelro, estaturi
baixa, magro, tem signaes as costas de
castigo, ps cambados, pouca barba ; levotl
misa o calca azul, chapeo de palha ;caar
fu que esl acoulado em urna casa no becco
largo : quem ojjegar pode leva-lo a casa da
Novars & Companhia na rua do Trapiche n.
34, que aera recompensado.
No dia 28 de fevereiro desappareceu do
engenho Cajabussu' o escravo creoulo da
nome Mariano, bem preto, altura regular,
com falta do dentes, temar alegre, ha noti-
cia certa de ler seguido para a treguezia di
Escada, e ler Dcadu por abi mesmo: quem
o pegar leve ao aterro da Boa-Vista |n. 43,
ou no niesiiio engenho cima que recebera
100,000 rs. de gralilicacSo.
Desappareceu no da 10 de marco um
molrcote de nome Cardoso, qne reprsenla
ler 20 annos de idade, baixo, chcio do cor-
po, corum tanto fula, uiu tem nenhuma
ama, tem unii especie de aristins nos cj-
canhares, levuu camisa e ceroula de algoda-
zinho, chapeo de palha: roga-se as autori-
dades policiaca, campanhas ou quaquer
pessoa, o prendam e levem ao seu seiihot
Sebastian Anlonio Paes Belo, do engenho
Rodico, ou nesla praca na rua das Cruzas n.
40, que gerSo recompensados.
-- Em principio do anno paassdo desip-
pareceu a muleque creoulo de nome Anto-
nio Caima, reprsenla ter 16 a Uannos.ps
e 111 Jos grandes,bucea e denles grandes,!!)"1
em cima de urna orelha a dobra corlada, hi
probabilidad de andar na treguezia da En-
cada: quem o pegare levar ao aterro da Boa-
Vista o. 43, (era 100,000 ra. do gralilicacJo-
-- Desappareceu no dia 2 do corrente Diez
um moleque creoulo de idade 18 a 20 sa-
nos, de uomjLLuu, achava-se vestido de
calva e camisa do brim braoco, tem ni cara
algumis'espiohas, roga-se 'as aullioridades
ponclaea. e' aptijlea de campos de pes-
quizir e levar a rua do Vigario n. 3 que se-
ra gratificado.
NaaM
*
tm
MUTILADO


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