Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03613


This item is only available as the following downloads:


Full Text
Anno XXVIII
Segunda leia 5
de Abril de 1852.
,,
N. 77.
_^_
xrticoo p* hObbip^iIo.
PlOKIStlI Aduhtado.
for trimestre............i 4/0'Kl
f or semestre .......... 8/000
Poranno........i.....1V Piooosimo ooTimiiTii,
foi qnwtel '.......... 4/500
wotioiai do mriRio.
Par...-- a de Marco Minas... i de Margo
Maraoho 8de dito S.Paulo. 4 de dito
Cear... lidedito. a. de J.. 25 de dito
Parahiba. "i le Marc;o Babia... 30 de dito
DI A.- DA IIH1.
5 Seg. 8. Vicente.
6 Tcrc.Sa-Ojogiues-
1 Ouart.ioPrreva, S.
EpiflDio.
8 Quint. de Endoeu-
cas-
9 Seit. di P.ilxo.
10 Sab. de Alieluia.
11 Dom. i e l'aschoada
Ht'sm r< :, i i.
a********
AVDinroiAg.'
i
Jni so de Ori>kl*
2. e>. s 10 hora.
1. carado ei'.
3. e6, ao melo-dia.
Faltada.
3. e6. i 10 hora*.
2 eorodoeiee. '
4. eaabadoa ao mclo-d.
MeUcia.
Tercas e ibado*.
iruMiBlon
Crea ce, te i 27, a 5 hora a e 4S minuto* da t.
Chela a 4, ao* ,r> minuto* da in.
Hingoanteiil, as 6 hora e 41 miuto* da (.
Nova l, a* 9 hora* e26 minuto* da mi
raiiMii os mOtM
Prlmeira a 5 borat e 18 minuto* da tnanha.
Segunda s horas e 42 minuto* da tarde.

MBTlPal
DO* COBB'IOI.
segundas e aextas-
Oolanna e Parahiba,
felra*.
Rto-Crande-do-Norte, toda* a* qulalas-felras
ao mel da,
Garanhua* e Bonito, 8 e 23.
Boa-VIeta, e Plore*, i 13 a 28.
Victoria,* quntaa-felraa.
Olinda, lodos o* dia*.
Si. *
HOTIUAS '
ITBAKOEIBAa.
"
Portugal 1J de Mrn
Heapanh78 de dW
Franca ... 7 de dito
Blgica... 3 de dito
Italia.... 4 dedilo
Alemania. 3de dito
Priisaia ... 3 de dito
Dinamarca, 28 de Fevr
Ruasla... 10 de dito
Turqua. a4 (le dito
Austria .. 1 dakJbrco
Snlssa. .. 2 dedilo,
Buecla... aH de Fevr
Inglaterra de Marco
K.-Unidos 2ade Ferr
Mxico. .. 31 de Janr
California 2l de dito
Chlll. 2 de dito
Bueno*-A. B de Mai(o
Montevideo 10 de dito
m gg
CAMBIO* DI 3DI ABBItV.
Sobre Londres, a 27 a 60 d.
Parla, 3
Lisboa,SO por canto.
inri.
Ouro.Oncas beapanholaa.. ;7.T^tT.
Uoedaa de 6/40O velha..........
de 64(Ki novaa.........
a de 4/000................
Prata.PatacSelbrasilelro*...........
Peso* columnario*.......... a
Ditos mciloano*..............
16/000
16/000
" [l00
\ff
PAITE OFF1CIAL.
(jomtnando das armas.
fli(or/jenru na cidade to Recife \. de abril
de 1852.
OADEst DO DIA V 83.
Manda o Sr. marechal da campo Antonio
Cona Saara enm nandanle ds armas, pu-
blicar para oa Una convenientes, o aviso
abaixo transcripto, o qual fora por copia
transmitlido o mesmo Sr. marechal com
olciodo Etm Sr. preaidente desla provin-
cia datado de 23 da marco lindo.
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios da
guerra em 8 de marco de 1852.
Illm. o Exm. Sr.-Foi presente a Sua Ma-
gastede o Imperador o seu officio n. 310 d
31 dn dezembro ultimo, e intuirn lo do seu
contedo, bem como das rasOes expeo.li-
das nos tres, que por copia o m.....iimiIh-
rmii, dirigidos a esta presidencia, polas
quaes o ex-commandante das armas o coro-
nel Jos Vicente de Amorim Bezerra, e seu
successor o marechal de campo Antonio
Correa Seara entendeu que nao deve cm-
timnr no exercicio de director do hospital
regimenlal o Dr. Jos Eustaquio Gomes, e o
curonel Jos de Brito Inglez, cbmo inspec-
tor da, lioje extincls, pagadoria militar opi-
na em sentido contrario, es.OranJo V Exc.
a opiniSo de-te : manda o mesmo augusto
Senhur declarar a V. Exc, em resposta, que
o referido Dr. devo ser conservado no exer-
cicio de que se trata, atientas as vantagens
reara que u'ahl resullam, especialmente nilu
havenoo ainda nessa provincia deleitado do
cuurgiSo mor do exerclo, que lu ouviJo
sobre semelbanle 8'Stimplu
lious guaide a V. ExcMaooel Felizar-
ii de Souza e Mello.--Sr. presidente da pro-
vincia de Pernambucn.
Candido leal Ferreira,
Ajudante de ordena encarregado do detalhe.
EXTERIOR.
JUSTigX DE ROSAS.
Buenos-Ayres, 13 de feveroiro de 1852.
O desejo e o dever de patenlear os crimes
do funesto tyranno que pesou sobre o paz
como urna capa de lava rlente, nos leva a
referir fados escandalosos de que se resin-
ti-ni is humanidade e a civilisacSo.
s dados que Iranscrevemo* foram-nos
rooimunicados por urna teslemunha ocular,
de quem anteriormente tinliamos recebi-
doI :umas informar. Oes, que boje vem com-
pilar.
Vamos oceupar-nos da maneira, de que
se servia o tyranno Rosas para prender, jul-
g.r, sentenciar eexecut.r.
Dizendo-se que as pessoas mais imraoraes
e enguiaras eram as encarregadas, ver-
aMtmente ou por eseViptn, de eJJectuer pri-
sfles, ja de determinadas pessoas, ja dos que
fos.-em desaffecliis ao dictador ; e accres-
senlaudo-se que por cada victima que Ihe
sprosenlavam oram gratifleados com profu-
s3o, comprehender-se-lia o cubicosoe cri-
iniuoso empenho que empregavam os assas-
. .___I______ lata..a r>a>i4 ana iiinn.
da msneira cima esiieciflcada, e que o nu-
mero subja pelo menos a 18.
As dei primeiras foram cortadas a igual
numero de victimas immoladas a 6 de Janei-
ro de 1851, e entre ellas achavam-se as de
P. Jos, Maria Sieria, Navarrelo, Juan Ro-
droguez, cunhado de Marios, e Jos Gutier.
rez Plata. As oito caberas restantes foram
cortadas pouco dejois a vanos dos que dia-
riamente sa fuzilavam.
Quando Rosas mandou que secortassem
as primeiras cabecas no citado dia 6 de Ja-
neiro de 1851, como se retardassa 6 cumpri-
mento da ordem, por estar chovendo, un
tou o coronel Bernaodoz por sua prompta
execu(So, aflrn de servir debidamente a seu
amo, e ent31 o rargento-mr Clavero diste :
Eu os entinare! corlar caberas ; e ira-
mediatamente'CBmpria o seu dito decapi-
tando os cadveres.
Tendo-so dito ao tyranno que algumas das
cabecas nSo eram das pessoas a quem man-
dara corta-las, ordenou se desenlerrassem
os cadveres, profauacSo que leve lugar duas
vezes, para certilicar se realmente perten-
ciam aos cadveres designadas. Um delles,
que tinha sido enterlo sem ser decapita-
do, o foi depois da exhumar/fio, e sua cabe-
ra enlroguo a Rosas para salga-la e conser-
va-la.
Por desgrana da humanidade este enmet
execraveis, que se assemelham aoscontos
dos ogres e vampiros, s3o verdadeiros, e,
como disiomos, foratn-noscommunicados
por urna teslemunha ocular.
Quem pojer duvidardesua veracilade,
quando todos tem>s conhecimento do um
facto somelhanle? Fallamos da seuten;a
proferida contra ocommandante Gespe le,
que.no anoo de 1839, se disse ler-se suble-
vado com o raajor ZHurryan contra llot-s.
r.-'e mandou que, apenas apprehndiJos,
se Inescortasscm as caberas e lne fosam en-
viadas.
Com effeito, cumprio-so a ordem quanto
ao desgranadoZelarrayan que primeiro ca-
lilo priidoneiro; n couio poucosdias depois
fosse preso Cspedes, tendo alguem interce-
dido porell', cjnceleu-lne Rosas a vi la,
sujeitanda-o ao mais atroz, impo e sacrile-
go castigo.
Consisti esle em enviar a cabeca de Ze-
l.irr.iyaii ao quartel da guarda a gentina,
ondoso achava preso Cspedes, dan lo or-
Na
enhor,
Son, poil, victima do meu dever, c por laso fenaiva, vista o seu estado, dlsae ao aeu nter- I O Sr. Piret-ra de Carvclho :
conaolc-me fac I senla, da* aggfessdes que l locutor que atlraase sobre ella, o que fatendo aqui esl por lettra delle o autograjsj do dia-
me dirigi o Comi da Tarde, e c ultlmameu- elle, l foi una
te a Aurora.
He o calo.
1 terrivel carga de chumbo feri- f curso puilicado, o rtoque o tachigrapfl tomou,
; la iquelina-roupa na coia e baixo-venlre. Ue elle o cogollo, quem quiser veja aSamlne.
- ---- -| J|
. Eslava eu hontem fechando a mi- mais um facto em deaabooo doa brinquedos e
nba ultima (de 4) quandu recebi o n. 25 da u- : facilidades com armas de fogo enferrujadas :
tora. A aituacao, aa recentea ocoorrencias ele!-1 e sio tantos os alla
torio, a vlvaoldade doa ataques que dois* das
antes diriglram ao governo a opposicio e 01
rvjractanot, induiis lodo o mundo a eaperar
que a priinelra Airo o que apparecesae, depol*
de tanta tormenta, viesse coruscante, ruiilaola,
llainiuejanle, deslumbrante e ludo quanto ac-
ba em ante, nao"* contra a opposifao. como
prloolpalineole oontra os laca rejraetaros que
publicaran! e flieram correr no dia 2 aquello
celebre manifest contra a irn/rosicio. e, para
contrapeso, urna philiopica liunoioaa contra o
prndenle e aeus latimos em um avulso que li-
nh.i por Ululo Ao carranca rnrtantorphorcado
em Aurora ptulislana, asstgnado pelo Vciho
Sai/uarema.
Faca ideia da soffreguidao com que me atirei
i Jurara, e do desapoiitauaento em que Aquel
quando vi que trasia dea columnas chelas com
actos ofclaes, Irra com artigo* do A. B. trans-
criptos do Durio do Rio, columna e meia com
urna correspondencia de Interesse particular e
precoscorrenles, sendo reservada a columna e
inela restante para oceupar-se, com quem?
om o pobre correspondente do Jornal do Cons-
menio, que nao tem culpa das langas de niu-
gueui, e que se atiende ao que se passa be por-
que lem obrigaco de refertr-Ine '
A corda sempre arrebeota peio mais fraco:
brig.am os grandes, os pequeos he que pagam.
Mas de que se hsvla legiUrara Kurora para lan-
car-me em rosto? Primeiro, que estou pago
por V. para coniar-lhe hiatorUs verdadeiras,
e que adultero os fados.
Mentira no primeiro: V. b-m sabe que no.
budjet annual do Jornaldo-Comrneocto nao ligo-
ra addiccao alguma de despea com a correa-
. ros que teoho visto ou ou-
viilo referir resultantes desia imprudencia, que
quasi chego a persuadir-ine que as armas ve-
Ihas e enferrujadas sao o instrumento do des-
tino manejado pela casualidade para comple-
mento da siua daquelles que devem morrer de
um Uro, e que, nao sendo guerreiros, nem brl-
fuentos, escapariain de tal genero de inorte.
O presidente parece que prepara-se para apre-
aentar aasembla provincial, em priineiru de
SMlo, um relaioro completo e inuilo detalha-
do: desde alguin ternpo que a secretarla expe-
de circulares eilglndo das cmaras munlcipaea,
juire. e mais autoridades civil, militares e ec-
cleafaaticas, o*mala ininucioaos eaclareclmen-
tos. 8e o relatorlo cootiver o extracto de to-
daeas ioformaede* aera uin documento precio-
so para dar ideta do ealadoda provincia; po-
rmduvldo inulto que posaa o presidente faser
mu Irabalho completo uas proporedes que prc-
jeela ; porque esiou convencido de que, por
mais diligencia que laca, as iofonaaedes ou nao
devir todaa, ou virao em grande pane lio
preparadas que ser iinpossivel fazer obra
sirva coin ellas. Nao quer o nosso goveruo
rencer-f de (|uc a esialistica he urna ne-
ce(sldade iodeclinavel para a administraco e
legislaran: gasia-ae tanto dinheiro com objec-
tosde luxo 011 de utilidade que, se nao be em
I incsina duvldoaa, he a aua realisafo, e pou-
pa-se com um servico que ha inultos anuos de-
via estar feilo, cuslasse o que cuslas.se.
Mandel ao crrelo saber quando se fechava a
ais, ca resposla foi que naosabem aluda! o
O Sr ttarrot Palean: Eu uno o quero defen-
der, mas arhava uielhor que ae esperasse que
elle eatlvesse presente.
O Sr. l'ereira de Carvalho : Sr. prealdenle,
a queslao ae pas ou por esta pbrma : tendo o
honrado autor do prnjecto, qua aria ma bl-
bliotheca nesla provincia, tratado de o susten-
tar, o nobre depulado. i qaaCui me redro, dlise
que vouva contra elle, porqua ra Intil e por
diveraas outraa rase* ; porean acorescenlou.
que se fosse para aocumodar algussi anlhado, el-
le votarla pelo prajecto ; ora, vendo eu que o
nobrat depulado. a quesn merefiro, nha Injus.
uinnle irrogado masa lujuria ao iiohrc aVrw-
tado autor do projeclo, meu parertte e amigo,
repule! du meu dever pedir o patarra para re
pelllr esta injuria: rio correr da discussaoru
disse ( W ) ento o nobre depotado quem me
retiro, disse apoiado : be para encher a bar-
riga dos alhadosdo autordo projecto ; eu i'a-
lAo retorqui-lhedizeudo, que rlese tinha cons-
tituido protector de quanta alhadageui po-
desse h 1 vi, de ludo quanto quizesse eocher
barriga, e que por consequencia era um barri-
gudo por escellencta, enliodlsae elle : que bar-
rigudo seria eu, ao que respond: que eu s-
lO'hia pliyskamente, mas que elle o era moral
mente, ao que elle nao respoodeu.
Eirt-aqui o que se passou, e assim termine!
o meu discurso, faseodo V. Exc. a advertencia,
deque eu me tinha excedido um pouco, mas
que elle primeiro se tinha excedido, e que es-
perara que a discusto nao conlinuasse pelo
ineamo modo....
tir.i, se o nobre depulado, quem me retiro,
tivesse ainda continuarlo no mesmo campo das
agente de Santos diz, no of&cio que acampa- Invectivas e insultos, V. Exc. te-lo-hia chama-
nhou a mala, que o vapor parti do Rio a 4, do a ord.in, e eu o repelllria; porni V. Exc.
chrgou ate volta a 3 he decididamente uin he testeiuunha de que tal cousa se nao passou
poudencU de San Paulo; inat lalve suppo- lapso de pena: lalves qulzeise cscrever que re-1 V. Exc. nao o chamou a oidein. porque elle s
'indoi celos, que V. os des- gressavaa 13; poaio que uao aeja provavel tau- ae levantou para responder ao Sr. MacielMr.11-
la demora. Aiirlam s empregidos do crrelo i teiro ; e como aprsenla um discorso em pu-
Inquerlndo dos negociantes se liverain algrim blico, cm o qual me irroga lujurias, em que
aviso sobre a partida do vapor, para regularein consigna aquillo que nao foi proferido, com la-
asahida da mala; por isso, por camela, vou ; maoha deslealdade?! De maneira, que quem
concluir esta com as noticias mais essenciaes, ler o discurso do Sr. Marlins Percira ticara
niiam que hxfun,
pende sem dar coutas; e por isso provavelinen-
le pensem que, posto .nao iigure esta deepesa
nos aeus balaii;os, coniludo ella se fas ha tan-
ta cousa e pessoa que vive dos fundos secretos,
em todas as partea do inundo, que he possivel
que a Aurora nao aeja Ignoraule a respeito do
modo por que se pode despender dinheiro um
cscriptorca debalxo da capa de verba* inulto nao leuhainos crrelo, ou que elle parta de re- elle lacado em baldas certas, nao Uve a
iunoerntcs. Isao porul pouco importa : o au- petteaein que ae aalba. gein para responder-lhe.
tor desse artigo assenlou l para ai que oo era Dou-lhrj, a nollcla da volaco dos collegios I Sr. presidente, toda a minha vida, pude quem
possivel que alguem trabalhasae aein lucro, e fina aeoadorea. A causa do l)r. Pacheco, que quizer examina-la, ful advogado algum trin-
que todo o escrliitor deve ser assalariado; jul-i tluha trlumpbado no collrgio da capital, val po. sempre ganhei diuneiro com mulla digui-
gou couformesuaa Ideias, nao o criiniun. em decadencia.- oa priocipaes collegios gover- dade, nunca lomei a defeaa de causas que rea-
Vamos a oattro tpico. Arge-ioe de Inlide- aisla* de que leinos noticias nao lhe deram ro- pirasseiu traticaucaa: eslive na secretaria do
lidade na relacao das forcas que inarcharain lacio que servisse para auslentar-se; em Jaca- goveruo em duas aduiiaislracdes, as dos bu.
na pontos da provincia naa ve.peras rehy, de 12 eleltores, a chapa aoverni.la ioi Honorio Heruilo Carueiro Leao e Jos Ilde-
tes que oregimonlo exige. F. comooAl
primeiro s se retira Is emendas, pode I
acontecer que no enrpo do projecto se
achem algumas disposicOe* pernianenlra,
i|Mescapamloanxame da ilisrussDo passen
lesapi-rcrbidamente, e que smeDte na oc-
cssi.lo da redaccSo se rrconlicca que ellas
n3o silo annuas : por isso quero que a com-
missSo de redac^Sn, no raso de reconhecer
que passaram disposi^Oes permanentes,
presente estas em separado, mo parase-
rem de novo discutidas, mas smente pare
nSo fazerem parle da Ici do urfamenlo.
Apreseniarii um exemplo para melhor ser
comprehnndldo. Ha dous anuos concedeu-
se aqui um~ favor a fab'ica de sabSo que
existe na provincia; esta drspeaicOo com
qua.ilo nii fosee permanente, tinba oom
(udo de vigorar por mais tempo do que a
lei do orcament 1 em que ella fora incluida;
pelo que julgou-se que era mais cotivonien-
te separa-la do corpo do projecto na occa-
i.lo da redac^Io, e nem por isso ella foi no-
va meutn submetlida a discussSo: appro-
vou-se somente a sua redacr;8o.
O que quero, pois, repito, he qae nSo fa-
cam p.rte de urna lei annua disposicOes per-
manentes, ou que lenham maior duracao do
queesstlei. NSojulgo que haja inconve-
niente algum em dar-se esse alvitre a com-
missSode redacfflo, urna Tez que ella deve
suhmelter o seu Irabalho ea sua opiniSo ao
conhecimenlo da casa. Isso mesmo se prati-
ca n cmara dus Sis. daputados, on leso
tem dado muitos dessesexemplos, sem que
di-so tenlia resultado mal algum
O Sr Presidente : Eu cuido que a duvida
por silln proposta, nao foi resolvida pelo no-
bre depulado. fcji pergunto, se paasaudo es-
te artigo, as dispojjlces permanentes que le-
lil 1 por ventura eacapado, devem ou uao aer
considerados como um novo projeclo de lei
ou cuino se deve considerar essa materia ..
O Sr Mello Reg : Eu n:io quero que aof-
IV 1 nova dlscussao ; propouho apenas que se
facain por ai
par. aproveltaV algum portador para Sanios crendo que elle me disse de cara a cara o qae JJP* JJ'jcto deparado' "da leTdo'o""ainento.
poi. que, o que tica expolio faz-me receiar que no mesmo se le, e que eu orrMajpot me ler ( Sf> pt Uarrt) rieci,,, que emende
u artigo de urna maneira diversa daquella por
que acaba de aer explicado; que assim inten-
dido o projecto nao se ublem o tim que leus
em vista a reforma projecladaf, por que be
iiidittercnte que as dlspoalc/lea extrauhas ao
ornamento se enxerlem uesaa lei, ou passein
para uulra, mna vez que*auhslitain, a przar
de h 11.rem sldp adoptado* s.ein ser pelos tra-
niilis ordenados no rcgiinentn, inultas vezes
ttlicam nossa opiniBo, de que o monslro
Rosas devera ler sido posto fora dodirerto
das gentes, como inimign geral da especie
humana ; e provaoi tambem a asser(3o mais
eloTeKa"rdeiis"quaii-deiima vez eslabeleci la e Sustentada por
minadas, e o boSO escan.li.loso que fazi.m cismo, deqoe era uma.ecflo lic.tae mes-
des e seu poder denunciando e.presentan- mo humanil.ru pr.v.r Bcwd.de. pof
docomodesafTectosao dictador lodos qu.n-|qu.lquer meio.de um. existencia tilo cri-
los llies eram contrarios, para salislaserom miosa.
ao mesmo lempo as paixOos ignobeis, a co-
bicae. vingan?a. ,,,.
O preso era conduzi lo a uruna ( ; for-
lemento amarrado barra de ferro que oc-
cup.va todo o comprmenlo della, e depois
je classilicado por um dos escieventes ao
servico dadivisS, era mandada a classiu-
caco a Rosas, que* dava a ler ao coronel
Hnrnandez Termnala leitura, pergun-
lava o tyranno .0 "eu cmplice Hernndez :
a (jue faremosdesie? ao que respondia o
interrogado: Seuhor, este esta pedintlo
que o fuzilem.k
Enlllo o monstro, tirando um lapis quo
(razia aempreemum dos boleos do colle-
le, escrevi. margoqi d. clssiQcai;!Io : /'-
zile-se s
Quando o assassino Hernndez tinba al-
gum interesse pela victima, ou havia con-
seguido, ou esperara ainda alguma cousa
delta, pergunlade : Que faretnos deste?s
respondia : Srnhor, esle pede que se lhe
dem tantos acaules ; ( nunca menos de 300
e intuas vezes excediam a 500j; e Rosas
do mesmo modo punba a senlenca mar-
gem da rla-silicagJii.
Urna vez dictada a senien;a era immedia-
tamente execulada, esema mnima demo-
ra. A's vezes chamava-se o capello para
ministrar victima os auxilios espintuaes,
e nesse caso marcava-se um curto rspafo de
lempo, tal como cinco ou quando muilo dez
minutos para preparar-se : porm se por
desgraca ndose achava o capellio imme-
diaiamente, era executada sem auxilio es-
piritual.
Cinco minuto antes de executar-seers-
llie sententja intimada nos seguiutes ter-
mos : Por ordem do governo vais ser fu-
zilado por leus crimes e delictos. Se o sa-
cerdote eslava prompto accrescentavam :
ah teas um sacerdote para.se quizares,
ice b, res os auxilios espiriluaes. Depois
I iinha-se-llie um. moldaba, para quu bit)
pudease fallar, e lvala ao lugar do suppli-
cio, era immediatamenle fuzilada. Desde o
dia 6 de Janeiro de 1851 al a inorte do des-
granado Ltcocq, em 8 de abiil do 185J, pe-
receram por este ayslema 189 victimas.
Os condeoinadoa a ser agout.dos na mes-
ma poca passam de 1,000 i msior parte dos
quses morreram desse aconlej. A snt'ii-
ca deajoulesexecutava-sedo modo seguid-
le. Conduzida a victima com grilnOes aos
pesera atada fbrlemente e bem estirada pe-
las quatro extremidades a igual numero de
eslacag bastantemente elevadas, cravadas
no terreno. O cabos da torca quo assisti. i
txecucSo aabiam a fenle armados de re-
benquoa, e ordenando i msica que tocas-
se, cuniefava o acoulamenlu, que er. presi-
dido purum ofllci.l de sabr em punho para
castigar os cabos que nao zurziatn com toda
for(|,
Occupar-nos-hemos agora dos boatos que
ciicularam relativos a lei-se oncontraloca-
l.er;as conservadas em 1 em vasilhas de
tairo vidrado. Sem assegerarque de feilo
fossem ochadas as cabec*, porque nflo pas
s de boato e necesita de conltfmaQo, af-
Inuiarenios Com.ido que O fado em si lie
cetto, e queexisliam esbecas conservadas
(*) N. quinta de Palermo.
Como, porm, os juizos da Providencia
sSo incomprohensiveis, he muilo possivel
111 < tenha querido reservar pira si o casti-
go de um lio nem manchado pela prostitui-
dlo, pelo assassinato, e por toda a clesse de
crimes espantosos.
(jente Comercial )
(Jornal do lornmtrcio.)
INTERIOR.
0I111,:ar.iin o presdeme a .'"*er,f_^*l^'"" ra al e.ta hora, refreacou a atmosphe'ra.
co" das" autoridades que pedan, forca par l^.g^.VaT'p'r'o'v'idVncr.'q'ue" 'o''ennitlloque l cu"%'^ ^V^lZtearVaZ^,-
nantcrein a ordem duraule a eleico. Ora, nao !'i15"*",__.,. i; .,. |j&llil,.nle ""do ser defelluoso, e precisar de alguma coi-
S. PAULO.
S. Paulo, 5 de marco de 1852.
Quero desabafar-me ; e como o meu uni-
c) amigo he V., piisque o incgnito en
que vivo veda-me a coinnunicar;ao com ou-
tia pessoa, tenha paciencia e disponha-se
par. ouvir a minha queixa. O que me pe lio
V. i]ti 1 n 1 n mo encarregou desla correspon-
dencia .' noticias muito exactas rio que por
aqu occorrese : nao he assim? O que te-
oho eu feito ? narrar-lhe os fados sem ac-
crescenlar refjaxo alguma. Ora. he muilo
natural que essis factos sej.oi bons, indif-
erentes ou mos : os autores dos primei-
rns uo mo agradecem ; os dos segundos
nada lm que agradecer-me; mas os dn
ltimos he natural que njlo goslem de ve-
los publicados.
Sompreouvi dizer que veritat odiumpa-
rit; e po'l.nto no mo ad nira que us mal-
fetores nSo levem a bem a revelac&o de
suas maldades : eu qnizera n3o desagradar
a quem quer quo fosse, porque sempre he
bum nSo ler desafeifoados, apezar do que
a obscuridadeem que me envolvo, o syno-
mmo que me encobre me acuberta da
maior parte ros males que me poderiam fa-
zer. Esta invulnerabilidado porem nSo he
13o completa que uo tenha um lugar em
que possa ser ferido : esse lado fraco he a
minha reputic.no de narrador veri Jico e es-
crupuloso.
i'niein dizer de mim o quo quizerem,
penssndo que sou este ou aquelle : nSo me
dou por adiado e quem se julgar offondi-
do pela injustica que lhe fizerem altribuin-
do-lhe osta correspondencia desforce-se
como Dos lhe ajudar, que nSo me julgo
pbriga.lo a vingar alneias injurias. Digam o
que quizetem dos Drs. Carrao, RuJngues
dos Sarttos, Falcao, Brotero, Pacheco, Ribas
e outros a quem se allribuem as iiiiuhas
cartas: mas nao digam que o correspon-
dente do lorna do Cotnmercio he iuflal no
que refere; porque eutao ho de ler pa-
ciencia de ouvir-me ; e mesaio me derSo
mais alguma libe-.ia.ie, qual a que o dtreito
e a moral conceden) a defeaa dusaecuaados
Eu bem sei que era possivel evitar slas
esl mo u desmentido: coofessa a realidade
do que dia aer falso ou exagerado, e accusa-uie
de adullcraco dos factos?
Queisa-se de que eu nao diiseaie que o te-
nente denla, que marebou para Taubal
coin JO pra;as nos ultimo! da* de Janeiro, e
.Mi estaciooou. foi para perseguir 111111 quadrl-
1111 de salteadores que infestavam os iuuoci-
pios de Taubal, Pindamunbangaba, San Jos
e Loreoa,
Primeiramen'e, nunca ouvi dizer lal cousa;
c depols ainda que ouvisse, havia neceasarla-
meme suppor que era falso; porque o lente
l'iuiciiia mi saino de Tmbate e seu municipio,
e nao foi nema Pludainoohaugaba, nemaGua-
ratinguet, nem a Loreoa, e voltou para e*la
capital, apenas conclulo-se a eleico em Tau-
bal, coma forca que levou ; e nao s nao foi
diligencia alguma em procura dos laes saltea-
dores, como nao prendeu a algum delles; ese
fosse para isso era provavel que nao vollasse
e prolougassc um calor que infallivelmeme
havia de ler produzido urna alieracao irisie no
estado aanitaiio da nossa cldade.
( lUvtru Commercial. )
(Jornal do Contmrecto.)
De.' brea depulado. corrlja.n os /Jlc:'.M;.P0.'; .nilo ligoroza a ob,ig.co de serem e.s.s dia-
posifderiuje.Las a Ire iliscufsde*
PERNAMBUC9
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
SESSA I EM3I DE MARCO 0E 1852.
Presidencia do Sr. Or. Pedro Oavalcantl.
A's onze e inela horasda.manha, feila a cha-
mada, acham-se presentes 23 Srs. depuiados.
O Sr. Presidente abre a esso.
O Sr. 2." Secretario l a acta da scasao ante-
cedente, que he approvada
OSr. 1.' Secretario menciona o aeguinte
EXPEOIF.N TE.
Uin rcqueriinento deJooode Ainnrim Lira
lo depressa. De inan, as oulras villas e el- arrematante do imposto de 2/000 sobre masca-
didca cima referidas, haviain e ha al agora tese boceieiras no municipio da cidade da Vic-
fortes desiacaoientos, coinmandados por olH- loria, pedindo uin abale no preco da arreuia-
ciaes robustos e sadios, proprius para laes em- lacio. A' coimnissio de orcainento.
presas, paraas quaes esl inhabilitado o leen- Oulro de Job Fiancisco Anluuea, pedindo
le Piuieula, cujo estado mrbido fez lodos ad- que a assembla autorise no governo a contra-
mirameni ter elle aceitado a coimnisso para tarcomo supplicante a illunnnacao publica da
Taubal. cldade de Olinda por espaco de nove anuos.
Ha nicamente uina noticia minha aobre A' commlssao de faaenda.e orfamroto.
marcha de militar para fra que uo se veri- Urna representacio da cmara municipal de
ficou he a ida do alfeies Sampaio para Ubalu- villa Helia, pedindo a erracao de urna freguezia
ba; nao me lembra ae asseverei se elle iluba, na povoacau de Baixa-Verde. A'coiniuissao
P ir 11.lo: parece-me que s disse que ia partir;' de eaialistica.
porm, aeja como for, sustento, e niuguem ae- Ue lido. c tica adiado por pedir a palavra o
capaz de contestar, que elle eslava iiouieadi Sr. Correia de llritlo, o segulnte parecer :
para essa coiiimisso, eslava prompto para se- A commlssao de leglslacao, examinando o
guir, quando .evc contra-ordem, por motivos requerimenlo do professor de primeiras lettras
que eu bemaei q.iaea foram, mas que di.penao- da pov <,.!'. de Nasareth, comarca do Cabo,
me de referir, conteutindo-me aiinpleainenie em que pede ae lhe conceda a gratificajao ac-
cum dizer que oo foi esle olncial parque no cordada pela lei de 15 de outubro de 1827 aos
era necessano, e linha c oulras cousas que fa- profesores, que teem servido com assidulda-
r. He lo ceno isio, que o Ypianga, o Ue- Ae < sem nota por mais de rannos, e ruten -
teoro, e al o innocente e incoloro Vreooeir-o. ao- dendo a commlssao que esla materia refere-*e
nunciarain a partida do referido alferes, lalrrz especialmente Inslrucco publica, he de pa-
porque elle delsou de aer vlato um ou dous recerque dita peilco e documentos aejam de-
dia*, e era consume que eslava a parle. volvidos respectiva commissu para serem de-
8 de nuevo. vida e legalinriile apreciados. Sala da* coinmi*-
t.hrgou hontem amala do vapor Paquete de ses, 3l de marco re 1852. J. J. Ferreirt de
{forte, e traz dalas al 4 do crreme ; nao sei lomar. Ignacio otquim de Souia Leo. .
ainda quando rrgressa ; por isso v.ume rvre- | OSr. Percira de Corool/io :Sr. presidente
renindo para nao estar em apuros quando o ped a palavra para fazer una reclaiiiaco acer-
correlo gritar fecha fecha. Nao faz Ideia do ca da publicaco 00 jornal da casa de um dis-
trauslorno que noa causa esta irregularidade curso de uin nobre depulado que ac senta da-
das barcia e partidas de crrelos ; sempre ao- quellelado, e que infelizmente nao se acha na
la.n aa correapondeoclas pressa, e os viajan- casa, o que de lodo o coraco lastimo,
tea sao obrlgados a antlciparem-se mimo para | Sr. presidente, eu rero-me ao discurso do
nao chegareui a Sanios e nem a fuinaca do va- depulado o Sr. Martius Pereira, que nao ae
por verem, como j lein acontecido. Agora he achou coin coragem de dizer na casa aquillo
lempo de termos barcas de dous em dous da, que se l no seu discurso hnje publicado, e que
o transpone dos esiudames que voliain de f- sem duvida copiou de alguem, e fallando assim
rias faz com que se accelrreiu e multipliquen! a verdade. nao s porlo.i-se coin aleivoaia e
aa viageus, porm sempre irregularmenie, falsidade, como...
porque cada rapor quer preceder os outros, e i /ns Sr. Depulado : He mullo...
accoulecequisi aempre aanirein doua no mes- Sr. Manoel Cavalcanti: Se he verdade,
no dia. INo aeria caso de algum regulamenlo nao he mullo.
do governo? Essa diaputa euire aa cou.pauhla* O Sr. Pereira de Carvalho : Eu lere a par-
so serve para prejuizo reciproco, e nada ganha te do disculpo da Sr. Martios Pezeira, que elle
o publica. nao pruferloaqui quando fillou, e para o que
No dia 4 do correte abrlo-se o jurjr des!, ca- invoco o leslemunno da casa, que bem pre-
pilal, e h rvrndu-lhe tldo aubineuldo um nni- seuciou o discurso do depulado iquein me re-
co processo que reoouheceu-sa nao estar pe- firo.
templo, ou cousa seinelbaiiic, oo foi julgado, I O Sr. Martn* Pereira, tendo sido interpella-
e por isso fecbou-se a aesso no ineamo da, do pelo Sr Maciel Uonteiro, por ineoo* jus-
coingrande couleiilamenlo e provelto dos |u- lo para coin o Sr. baro da Boa-Vista a rea-
rados, que, coin uin dia de servico Acaram li- peilo do gabioele de cbimlca e physka, pedio
rres de
r.rii.ie l j 111. uta mi' 11 tu e pro veno aos |ii- *w |,rs com o o. uti -- -.-. .--
que, coin um dia de servico flearam lia. peilo do gabioele de cbimica e physlca, pedi
le servn em lo oedo. lie mais um faci a palavra para se Ju.lillcar, o que fez nesle
-----------" ~T ~ (-------- Tica 14 *S *>sji vil *. 'r i_ uj aua usa
accusacOes se me deixasse conomper peloem aDOn0 t moralldade deste povo. termoa : ( U) e enio sd iraioude moiirar que
inedo, OU pelas derereucias que todos se I ua quair0 ou cinco das inorreu urna mulla**, niia preteudera fazer censuras a admlnlslrajao
Julgaili Com direito : bastava que eu nflO j na Iregueiiado n/aa, por causa de um tuo que do bario da Roa-Visla ... e nada disac cuuir.i
que V. nilo havia querer, porque o seu in-
teresse he que o maior nuoiero possivel se
occui.e com seu yorno, e por isso he que faz
sacrificios para obler ufurmacOes detalha-
das e exactas do que se passa no exterior e
no interior.
a nica heranca que easa inulhst Kve de sen coma.
marido,_que fallecer ha pouco,; fa.aoseioque Afoilor Seakorn Apoiado*, a
lhe deu na cabeca jiara da-la ao lapas, l'.iiece O 3r. l'ereira de Carvalho : O laclo passou-
que cale comecou a coolar hialoriaa deeapiu- se desla maneira....
gardas que o diabo corriga : o caso be que di- O Sr. /Jarre* Falcio : Nao pode ter sido er-
setn que a velha, certa de que a pistola era luof. ro da Ijuaograpbla ?
n. cao. quero aindamis conceder que se ns-
que al (Urna expressaa uin pouco mais seda
e sea modifique, purin substituir uin discur-
so por oulro, muda-lhe o peusamenlo. be r
que de maneira alguma posso tolerar.
or. presidente, se eu soubease que cite Jor
nal era lldo apena* neta cidade, e nao corrli
o centro e. mitras provincias, bem, porque esta
cidade j lem feilo o seu julio a meu respeilo ;
( apoiadoi) poriu vejo que o jornal lein de ser
lido al fura daqui, e por i*so iiz esla rtcla-
inaco.
O Sr. as-guiar : Sr presidente, pedi a pa-
lavra para lainbem fazer uma reclamacao...
O Sr. (.un 11.1 o" liriilo : Enlao hoje he o
dia das reclamafOea ?
O Sr. Durar : ... mas o que tenho a fazer
nao he naquclle sentido. Quando eu falle! so-
bre uin projeclo que aqu se apresculuu, cre-
ando urna cadelra de primeiras lelras para me
ninas na villa do Cano, disse que volava contra
elle porque entenda que o goveruo eslava au-
lorbava aerear eiaas cadenas, iudepcndenle
de acto especial deaia assembla ; o Sr. Eiruu-
no de Mello d.u-me um aparte, dizendo que
essa aulonsaco dada ao governo era smeme
para Inspeccionar as escolas, e eu eolio res
pundi au nobre depulado ponderaudo-lhe que
nao havia alten.Ido bem a dnposl(o da le de
'.ide juuiio de i8/7; crelo que Isio uao foi bem
lomado, ou houve engao ua coo,posicao, dun-
da reaullou que apparecem no jornal as seguin-
tes palavras: = lslu diz o nobre deputsdo por-
que nbentendeu bem a le de 0 de junno de
I8Z7, = de maneira que o verbo allrndrr senda
aubsiiluidu pelo verbo entender aprsenla ola
vel diil.-i en, r, pela qual parece que quiz eu
deprimir a imriligeucia doaneu nobre collega ;
e como nao quero que pareja ter bavido falla
de 111 au id ule da minha parle, eu declaro que
houve engao (lalvez de composifo ) nesla
parle do meu discurso.
ORDEM. DO OH.
Segunda discusso dos artigo* auditivos ao
regimeulo.
Entra em discusso o artigo primeiro, que he
osegulnte :
Artigo. as iacuiedea do orcamento pro-
vincial nao aero admiuida* emendas coin
dispusices, que nao sejaiu anilina, a excepeo
das que disserem reapeilo a arrecadajao e 11-
calisaco d.s rendas provloclaea, e das autori-
saedes concedidas ao governo para a rclrma
das rcparlicrles publicas e promulgacao de re-
guiauemos.
Val mesa, e he apolada a seguinle emenda :
a Acorescente-se ssa E tabella de emolumen-
tos. Mello Reg, a
Encerrada a discusso be o artigo approvado
e rrjeitada a emenda.
Em seguida he approvado sem discusso o
artigo que se segu :
Ari. As resolucdes que iorolverem dis-
posico permanente s pndero ser apresenta-
das segundo o di.poslo do capitulo 1 e artigos
97, 100, 101 e 102.
Passa-ae logo depois a discutir o artigo que ae
segu:
k Art. Depois de approvada em lerceira dis-
cusso a Ici do orcamemo, se se reconhecer
que ella contin disposices permanentes, se-
rn estas desligadas do projeclo na occaao da ^,."e' Montetro
he
ait e
redaeco, e apresenladas em resolu(o sepa-
rada. .
O Sr. Preijtfrnle : Eu julgo queesta dispo-
slcao nao eal clara, mas como aero conside-
rados ?sero para teremde novo descultoas I...
O Sr. Mello Reg: Um dus tiua que Uve
om vista, apreseutando os artigus queso
discuten!, fui evitar que na le do orcamen-
to, lei anuua que deve licar derogada com a
promulgacao da que se le segu no anno
seguiule. So Incuam disposiijoes qua le-
nham dervr%orar por mais lempo do que
ella, como mu acontecido ; por isso que ae
lem admiludo a pmlica de fazer com que u
urcauenlu conleniiH disposn;i)es |i un .11 li-
les, que deveriam ser objeclo de uma reso-
luto o*> projeclo que passasse pelos trami-
Juigaal a inaterla discutida,
eiiieiula appto"*idus. ,
O Sr. Mello Reg, requer disper-ca do inters-
ticio para ae dar para ordem do da de ama-
nba este projecto.
A casa auuuc a esle pedido.
Cootinaa a s'discusso do projeclo nume-
ro 13.
a Art. 2. Os trabrlbo* serao executados se-
gundo os planos apresentado* pela adminis-
traco das obras publicas, silvas as inodilica-
\..es que as companbia* proposerein, e fo-
r r-ni approvadas palo goveruo, aules ou de-
pols de cotnreados oa tiabalho*.
He approvado.
Entra em discusso o
a Arl. 3. O trabalhns cnniccarSo seis me-
zei de pois de assignado o contracto, sob pe-
na de um coulo de rea de inulta eiu cada mea
de demora. Se as obra* nao ae conclulrcm
no lempo estipulado, rolirero as compaoblaa
a mesma multa.
Vai a meza e he apoiada a seguinle emenda ."
Depois das palavras --oa trabalhos co-
inrcaro acressenlr-ae dentro de o
mais como no arl -- S. R, Barros Barreto, -
Par* brrelo.
Encerrada a discusso; aprova-se o artigo
com a emenda. ,
Segue-se entrar cm discusso o
a Arl. 4. As estradas sero divididas em
loles, cujo valor nao exceda a cem cootos de
rla caria um ; a somente coinecar o paga-
memo do juro do capital deapendldo em um
lule, depoia de sua coocluso. a
Julgada sattnateria discutida he o art. sub-
inrtiido volaco e approvado.
Passa-se a discusso do arl. seguinle
Art. Aleui do juro designado no art. 1.,
o governu garantir companhias inais trea
por cenlo a Ululo de amoilisaco do capital,
principiando a amoriisaso conjuntamente
com o pagamento do juro.
Vai a meza e he apoiada para entrar em
discusso a srguinte emenda.
Alem do Juru designado no art. I*, -o gover-
no garantir aa couipanbiaa titulo de res-
gsie do copilal, urna presiaco annual corres-
pondente a vigessima parle do valor total da
obra princli'laudp dilo resgaleconjunclainente
com o pagamento do juro. S. H. P. A.
Paee Brrelo Horros Barrero.
(I Sr. Jc.if Pedro ; observa que a emenda ap-
|.resent.la augmenta os inconvenientes, e
pede a seu autor haja de desenvolve-lapara
poder inllhor aer apreciada.
O Sr. Pace Harreto : Eu nao aei como po-
drrei epll.fazer ao nobre depulado. O nobre
depulado julga que esta emenda pode traser
grandes inconvenientes, mas nao diz qriaes
srjam elles, para eu lhe retponder; nao *ei
o que devo dlser, porque, repilo, o nobre de-
pulado quer que eu defeuda deade Js a emenda
que alias nao foi combatida.....
O Sr. Jos Prdro. Diga qual a razao porque
passou de 3 por cenlo A 5.,,.
OSr. Pare Brrelo : Eolendi que a auiorli-
saca da vigsima parle do valor lotal da obra
facilitarla mala o contrato; loi esla idea que
me levou a apresemar a emenda i idea que
me lu sugerida pelo que aqui dase uin honra-
do me.obro que se assenla deale lado ( o Sr.
o Sr. lei Pedro: Favoreca o contracto,
em favor da companhia ?
O Sr. Pase Brrelo \ Eu me cxulico. Dia-
se-se que dilcilinenle se orgauisaria uma
coinpanbla se accaso a ainorllaacao do capital
foise lo looge cuino quera o projecto ; t.tone,
sea amr-rliaaco fosse de 3 por cenlo. Esta Idea
foi apreseutada por alguna ineuibroa da casa,
e achando-a razoavel de combiiiaco -com oa
meu* nobres collegas que assignaram o pro-
jeclo, formulei esla emenda; u lim que Uve
em visla Col esle. Nao direl mal* nada por-
que o honrado memoro nao dase cousa algu-
ma de poiilivo contra a emendo, e uiesmo por
que estou desanimado visla da ameaca que
me fez o honrado meiubro de que nao paide-
re responder ao que elje lem de diser; feliz-
mente como outros nobres deputadus hontem

. I
I


I
i\


__P-W
O Sr. Aarttire da Cunha Ooobre depula-
* O Sr. 3oit f'dro combate a emenda, feteudo
Hnllr n ella augmenta o inconveolenle do
prolrcio: entra eui dlrersa| considerara ge-
rses, e conclue volaodo conlra o arce emeu-
"/Sr. Harro Brrelo i nirel multo pouco,
Sr. presidente. O nobre deputado nio leu
.meada que fol oOereolda elle rali argumen-
tauuo obre urna baae que nao he aquella que
esta consignada na euieuda A emenda diz
oueae amurillar ou reagatar. como querein
o, oobret epulado, animalmente SO como
capital empregado,o que nao he o iiicamoque
W ceoto, ha aua dillerenc. a nao peque-
a Sr pola eeeinprrga.eii. 200 conloe, aui.u-
almenteho-d. dar-ae 50 como para .Sbater-
ie deiia ao.nme; em fin o que a emenda quer
beque e abala m animalmente 60 cont no
capital atnpregado ns obra.
O Sr. loi Pedro : He ba.e da ininha
erKUinenlac.no.....
Or narro HntTflo: Ma nao da o incimo
calculo! porque fazendo-ae a obra, "-U";
lld.de. a amorlla.ndo-e annualmentT 50
ernio do capital empregado. no ai no lera
aprovlocli que dlspendar 122 contos. Aqu
cata o calculo: 200 conloa vence ein un an-
no 18 conloa, que ominado cmn o 50 de re-
galr prefairm 68 coatoa; no Jo anuo aao en
presado ontroe duemus. maa cunooii
nrlmel.o auno em vlrlude do re.gade est re-
duildo a 160, paita.-e-ha oju.o de 360 coo-
loa que o 3l:5t0/ rea e e,ddlclonandu-se
a esta quaiilla oa 60 c.nio de resgate no 2
anno, leremu que a provincia dupendea
81.6'/re no 3* aono..,:.
O ir. Jo P culo. ..
O Sr. Berro Brralo i He esecto.
ctliilmo ; eeguro
argti-
3> di.cuasu
em oulro
he ea-
~ ""'a deputado que
pel.i ui.ola arithmetlca he este o calculo, ae
a do nobre deputado nao be dillerenie da ini-
nha hade dar o meaiiin resultada, tanto mal.
quanlo a conta conta le .eduz a urna simple,
inulliphcacao e subtraco, que inlo nao pu-
drr f*ter aqu am vot alta para a cmara re-
coohrcrr que nao ha IueaclidSo no que digo..
Faca-se o calculo e ver ae ha quem tem r.
O ir. Joli Pedro aluda lualile na "
mrnuco, e empraa-e para i
O dearmvolver mal amplamenle.
O Sr BapliKe, ( Publicaremos
tiuii'Cru, ) .
O-r. Po Brralo : Sr. presidente, nao
pretenda demorar por mal lempo a discus.au
desie artigo, por que a ua ulilidade foi per-
felumeull deu.oaal.ada pelo, honrado Miem-
bro que ae aenta.n de.le lado, oa quare ae-
ran, c.bal re.po.ta s ol.jecoes contra elle oP-
ferecioee pelo nobre drputado qne o Impugna,
todava co.no o nobre diputadlo, deregmdo-r
mlm, cha.nou-me por dBNr.a veie para .
dujcuuao, nao lenho remeolo ae .nao tailelaze-
'" *
Eu dle em um a parle que o nobre depu-
t ni i mu) na boje o projecto, coin argumen-
toa Inlelramenle opp.aloa aquellea com que
bonteui procurou conleitar a aua ulilidade ;
o honrado meuibro deafiou-me para que pro.
vaite e minha assrrcao, que abas ja foi de-
monitrada pelo u.ru nobre collrga que aca-
ba de arntar-ae. Direl pola aluda, alguuiai
palavras a este respailo.
A cmara ae recordar aem duvlda, de que
oda, ou pelo ujenoi, a principal orguiuen-
tacu coin que o honrado m uilim combateu
bunlem o prrjeelo,, fundava-ae na aua inueae-
quibilldade: dira o honrado membro que as
condice comida* no prnj'Cto'erain lo dis-
vaotajota para aa compauhiai que de ceno
uiuguein e fpreientaTla para coulractar com
o gorrrno a factura do c.iradas ; que o juro
.le por cen lo nfloullr recle tflnenor a tactivo nos
capiae, o quera echando um' emprrgo mal
luc.ativo em oulraa emprrzas, nu ae dealo-
carlain para vir eiupregar-ae nena, que ne-
iiliiiin.i c iili.1115a inspiran por estar ineic
de urna volaciio da aafeinblea provincial, que lOfiorira.
dvT.aile diminu, i Porque----------
da Bmunlceco I1I0 de produnir catre DO
umOTcilo contrario do que pruduicu. em lo-
do o paite? Na verdade urna tal odjrcao
nao merece reipotl^Staa} ,-
0 Sr Jote Ptitro Va nMdlaae lito.
-O Sr. Pnei llorrlo : rPeWombater o pro-
jrup o nobre ilepulalft nio^fcdda negar o
qvre todos recenliecein-fl'' ,'
OS.. o Pedro Quein diae que o aug
mrnlo da renda nSo h.,vla de vlr ?...
O sr. Para nm : Se 8 augmento deve
vlr, como dlzer que nunca leremoa mala de
100 conloa para aplicar aos inelhoremenfos
materlaes da provincia t
Sr. preldenle, em todo os paites aonile se
faieui estradas, os governo do a iniio as em-
presa, e faieni alguu sacrificios; mas em
toda arte essea aacriScio tem sido ampla-
menle compensados pelaa limtenlas vaula-
gen que resullam daa vlaa de communc{ao:
su en. Perniu.bucn he que a factura das estra-
da nao trgr o menor provello I
>-iis o nobre deputado insta quealao mostra-
se lio apalxooado, eiagera tanto os eus ar-
gumento que,,..
O Sr. Jojc* Pedro: Nio me etnpreale pen-
sa.nenlosque nao lenho; ae argumenta assim
fas-ine arredar da aiscus-io,...
Sr.-fecs Barrro : Declaro que nao dee-
lo de modo alguiu molestar ao oubre deputa-
do, por quem uo nutro, seno sentimenios
benvolo, poi que o esllino e consMeio ; ma
em verdade o uonrado membro argumenta
coin tunta eaageraso, que 11,10 posio allribuir
issn enu a paUo.
Dase o nobre deputado que toda a vanlagem
do projecto redui-e a larmoa mal dua ou
trea leguas de estradas. Ora, Sr. presidente,
sendo .. terano medio do custo -la cada legua de
estrada 50 cunto de re, he evidente que tare-
mos, se realltar-se a empresa projectada.viiite
leguaaeui cinco annos, quando pelosysleuiaac-
tualiiieule .eguldo, apenas possuiuios 14 legoas,
apriar de ae iraballia neas. obra a 10 auuoa I
Vela a casa a gr.ude diUerenta que produura
a adopc-o do projecto, e ae ,,,-i, hIm raiao pa-
ra suppor que o uob.e deputado vola ao iue-
1110 projecto, uo dlrel odio, porm randa lnl-
inisadc.
Uisie lambein o nobre deputado que o aug-
mento da a.uorluacao, como quer a eineuda
iioje offerecida, Ira o grande lucuoveolente de
deixar um capital avultado aem empresto.
.->c a aiuoriisacao do capital empregado as
ralrada/se lUease l.uiuedaUnenlc, eu adia-
ra algum peso uestaobse vacio, bem que nao
s. ra dillcll transportar esses capitaes para 011-
.le podesaem elles er empregadus de una 111a-
uel a lucrativa e vaulajosa aos aeus pua.uldo-
res; inasaendoaamorii.aioapenaade 60 cau-
las por a uno, que Incunvenleiile podera ella
produnr? Kaoude, aeubuies ? tu. uui pala que
lauta necessldade laui de cnuiu- .'
Nao me record de mais nenhuin argumento
preseutaou pelu honrado uiembru, ou que del-
xasse de aer reapundldo.
Terminare pul aqu, faiendo utnl observa-
580, e vem a er ; que esta diacu 110 o graude resultado de mostrar que os auto-
eado projecto nao flieram um trabalbo vao e
irrealisavel : n nobre deputado j coufessaque
o projecto pode ser execulado, oque onieui
uegava.
Yulo pelo artigo subatltutivo.
Kncerra-se a discu ao, e submettldo o arti-
go a voiaj j be approvado com a emenda a elle
orecida.
Val mesa, e be apoiado para entrar em
cuasao o aegulnte :
trege pelo governo companhia e... apoli- por Imperador, quo nuu itOi troUie uov ,1,-
cea, caiu u.na da quaes nao lera valor malor d algutTld du importancia. O ejVCilO br 1-
quro de u< cunto de rl, e que guiando delsl|elr i_ln| fressalo Ja BUObOi-Ayios
tod.s as antagens Inherentes a da divida pu-, paril j|utlU'VlCO, loOdO receliiJo um -Ua
bbea geral.veiicera-oajuios e lefia) a amor- j de4pet| |a j0 general UrquiZa olosA'gai-
lia.i esupuladoa no contrato. S. n.-di tjll0t hg mals et;prealaffl domun-t -. 1.
slvado Invern, mas para e flm deixaramde H|portscall.
cahlr do inesnio moito. O rilado da temperatu*,
ratetn, por'ssc motivo, sido variado, porm Oarca francez Conle Rogar, viuda do
smenle quantoaograo do calor, o qual se tem ||arTtl consignada a i R. Lauerre & Com-
fello emir ora nial, ora tnenot Intenso, srm Bai,jtj, niaoifaSlOU O KUIIl8 t
e resolver anda a aelx.r-ooa, o que uo pode r 3 et\tts mudeza, 5 ditas bonel, 4 dial
.lelxar de er allrlbuido n lnlerrup(a e punca
constaocla da agoa celestes, asiiui cmno a
proilmldade du pal dos .asir, que por noaeo
amor se nao digne de accelerar a aua marcha
para o noite
liiloiinaiu-rui U.ne, 110 da 1 do passado,
de.eiiWbalara pelo atsjjrro da llua Vista .. ca-
vallu de inajolil-iio moniado, a que na malor
linpetuoslaVdedacarrelra ae prcnpitar.i .nu-
tra o parapeilo a pequeo muro, que termina
ponte do lado ila ra da Aurora, Meando o
toldado algum tanto maltratado com a queda
resultante uo choque, c vlndo o asjjmal a mor-
o dia'l chegmi da Europa o vapor Ingle
Seoera, trazeodo as mais saudavel noticias.
Lord J. Rus.el pagou com a retirada forfada
do i' n ministerio o procedimeuto. que leve pa-
ra com Palmeraton, eo.gabluelc de Man Jame
fol organizado com oa Tona, proteccionista
calculado, que ua eiplnracao do povo inglex
procuran! o aeu predominio. S por este ac-
ciiiitei'iiuei.t no fol pouco o terreno gsnno
pela causa do regreaio ; ma vols-eodo osolbos
para a Franc de Lula Napolco, vc-se que a
conquitla e iorna de da em dia mais conslde-
ravel. linprcnaa queoutorgara aoa Fiauce-
tea o papel priucipal ua inltsao civllisadura do '
nundq. recebeu u seu golpe de inorte. Os trl-
1.unir correccionaes foia.u substituido ao
jury, e nao contente com a docilidad que deve
encontrar em rus agentei, Lata Napo.ejo re-
servou para si o direito de suspender e up-
prl.mr juruaea ei daros-molifol EoiwIo.
lieubeo do deipoli.iuo, com u mrito de tran-
quera 1 (ue escarnen/ Ka elelcc do corpo
legiilatlvo iiiuinpii o. asoberautailo povopela
liberdade doaulliagio, deque o dictador, an-
da de.la ve, fol oliel rcpreientaole, f.endo
o aeu legidadore con. carta,e alBxalo pe-
las equina, da ra, yiubolo Irrefragaveis
no ,.!),. 1 no. sendo da violencia do p uler. O
consclhos de guerra leu irebalhado con.lein-
naudo a inorie tiiullu indiviluoa que todava
eperava-se nao.norrerlam pela luJulgeucia do
presideute. Nada mal animador / Teodo sup-
prlmldo as festa ou aniverssrloa polilicoi, L..
Napoleo couservou a de Ij de agosto par
honra du seu uome c vendo por outro VI
li-u.il.ni-.- o aaldc ua piopila arlstocrajMa,
meUlica,cncarregou-sc da uova larri. sover-
nativa de dar baile, faiciido-a partllliar igual-
mente ao seu iiiinistro. Ja nio he pequea
sobrecarga para u despotismo allanciro de um
priuCIpe n.iuillial.
Veio de passagnm no Severn o bim. sr.
Jos r'rancsco dj Paula caralcanli .le Ai-
buquerquo, us-iiiiuia.ru rtaiento do im-
pcrli euiMadid, quo, no^unio uos tnror-
m-m pass-ju ao estado d diaponiiiiiauo.
Pernamuucatio distincio e rccjuiaunlael
pelos dotes do espirito, assim cuno por bel-
las o excellentes qjaiiadcs do corcflo, o
Sr. <:aalca.nii merecu gd.upre a s m 1 o
1 .i 1-1.1. ri'.'.'ui do esttaiiguro, o muilo so
dove lisong-ar o rsSil Tu ter um 11,lio que,
por taes tilulos, igualmente so rocouitnoii la
a sua gralido e recbnhecinionto. Eia como
su ii(i uno a llevulw, o de Selembro do 0 do
(ass.do, acerca du n s o c improlnciDo;
a O Sr. Cavalcanii, ministro residehU
th) Brasil, sahio para asa patria em con-
sequ.-ncia de ter sido aposenta.10 na sua
cr.deira; deixava saudosas recordaces na
esolhida soci'dade d-i Madrid, e licava
ji, I substituido pelo S-. Barnagueii, que 110 di-
Izer dea guns j iinaps nao go/.i de Imitas
ocluido e re-symp.lhias Domo o sen antee ssor.
porcelana; a J. 1). Wolfhopp ei Companhia
II caixas diversos tcoi-^s, 7 ditas miuda-M
s, 1 dita giavatts de aTgodllo e sed. 9 eAV JO caix> vfdros, 1 fardo drogas ; a JoKo
la- flalos de diversas qualidades ; a Kilfc*
mannFrres.
14 caisas diversos tecidos, 9 ditas ditos de
ni 11 1:1 ', 3 fardos ditos de lila, I caixa cha-
proi de 1 all 1, 4 ditas conservas; a Scha-
feitlin t Tobler.
3 caitas miudezas, 44 dit dos I barrica queijos, 15 tlilns y-sso ; a J
Keller & Companhia.
10 c.ixas mitl lezas, o ditas diversos teci-
dos, 3 fardos ditos ditos, S caixas velas ; a
C. J. Astley Companbia.
1 caixa pellas preparadis, 1 dita miude-
zas, 3 dita divoisos teridos, 4 barricas tip-
ia para imprimir, 80 barris e 80 meios di-
tos mantei a N 0 Biober & Cuaipaahii.
3 caixas quinquelharlas,9ditaa pelles pro-
paradas, 3 ditas di verso tecidos e modas, I
barril ponas, 40 castos cnampagne ; a
ordem.
50 barris e 50 meios ditos manteiga; a Le
Bretn Schranvn.
80 barris e 40 oieios ditos dit, I csixa
porcelana, I dita utna burra de ferro; a J. J.
Monleiro.
i .na molas o beijoterit falsa, 1 bocel
uinrelogio; a M ne. Millochau.
lcaixa modas, nislrumentos olivros ; a
A. Poirson.
sciixas diversos tecidos; a I. II. Gounsly
& Companhia.
I dita vidros ; a J II. Denker.
I bottfl acido sulpburion, 1 barril o 8 cal-
as drogas diversas, 1 dita vidros ; a B. F.
de Miuia.
1 dit< chapeos para lenhortf) 11E Gallyot
& 1.0 11. anlii 1
25 hirncas farelo, I caixa tinta azul ; a
Meu 00 & Comoanliia.
2 barricas garrafas di vinlio 1 cesto
frascos vastos ; a F. Bellenot.
1 fardo chapeos de palha, 3 canas tecidos
de algodflo, 19 barris vinhn; a E. Bolli.
3calas lanos ; a 1. Vignes Ain.
2 ditas s,il)i)iict"<, caixas de papelJo e pios
io pomada ; a M J. Carneiro.
3 caixas calcado' e pelles preparadas; a
Poney Dmosse & Companhia.
I csixa modas; a Mooifort.
I dita nvros, t dita chapeos de fellro, I
dita t : 1'1,'is 'I- 11 n.a, I dita miulezas, I
.lu linii -is, 9 ditas diversas mercadorias, I
dita lecidos de se la, 1 dita quadros, 2 di-
las camisis,2 ditas objeclos de lypographia;
a i.'tif -o & luitiip .nina.
ciara ; a R
osas Braga & Com-
1 dita mere
panhi.
2 ditas mltidezis, 5 ditas porcelana, 3 di-
las pelles preparadas, 6 tillas diversos leci-
dos, I dita chapeos d 1 sol, 6 ditas ditos pa-
ra horneo), 3'ditas vi Iros, 2 ditas calcado,
1 dita insiriiHioiitns de monea, I dita mar-
ceara, I dita obras de futiileiro, 1 dita urna
bomba para cacimba, 1 dita qiiin lueiharias,
I dita sedas ecal$ado; a J. P. Adour & Com-
multas vcirs proerdia cap. liosamente ; que
a .10101 ti.aia.i projectada era un iuiignilican-
te e deixava por taotu lampo o capltaea pre-
zoa nesta espeiulacflo, quando oulraa pode
.1,1111 aparecer no futuro.mais vamajoaa, que
nioguein quererla aujeilar-se urna lalcou-
dl(eo.... .
0 Sr. ioi Pedro : Este argumento nao fol
un o .
U Sr. Pac i'arrelo : Em suinnia, tod ar-
gumenlafo do nobre depntarfe/contrae, pro
jecto tinba por priucipal fundamento a sua
juuexequlbilidade, provenlfple da falta ae
incentivos para a forniaco das companhia
que nenhuma vantageui .mlii 11 iim aua seu
capilar, empregiudo.o na Impresa prij.-c-
tada. Ilojep. rein u nobre deplado ab>udo-
11.1 esse terreno, e colluca-ae em outro dia-
111, iralmri.tr upposto, j o projectobe earqui
vel, ea empresa que elle crl- vira a locuple-
lar-ae a cusa d. cnl.es provinciaea! Oihe-
louro he que vem agora, i aoQ'rer grande
prejiiisos, pols que vamos mendigar as com-
panliias urna obra, que poderiauos faier por
un. preco inulto menor I ..
0 Sr- Jo. Pedro : A onde est a contra-
dicen ?
OSr. Par Barerlo : Pols nao se dissebon
teu. que a couipaulua deixarla de orgausar-se
porque a empresa projrctada nenhuma van-
tagein oflerecia, e nao e dlihoje que com ca-
aa ruipri-za a companb a vi. a locupletar-sc ?
Nao e allegou honlem contra o projecto o aer
elle iiiu.-x, .juno I, e nao se dli hojr, que nao
a he prancavel, ina que as cumpauhias ob-
teao um guaode lucro i
O Sr. Jos Pedio : Eu achava mullo a
amorliiacu de 3 por ernto, quanlo mai 5 ...
O :r. Pa ci.irrrlo: I-.n j.i .1,1 .-. raiio porque
entend drveraugmcnur a ainorllar.ao ; rrctel
villa du que ae dase que con. aamuriisafo
de 3 por ceutu nenhuma comp-nhla ae apre-
aruiasse para encarrega -se da empreza, re-
celo, para o qual muilo coocorreu o nobre de-
putado, talando o projecto de ioeiequivel
por falla de locentivoa para oa capnae.
Diae o uobre deputado que o p.ojelo tem
o gianih* Inconveniente de nao prrtnlllir que
para o fuiuio ae einprrbenda qual quer tul-
Ihuraineulo importante, por que 110 flm de -
anuos a quanna que tem de ser dispeudida be
lau artillada, que nada mu- ac puder loo.
Sr. presidente, este argumento ja lol aquiapre-
aentado e respoudidu...
O Sr. Jmi Iv./iii :-cada re o projecto ae
arna mala gravoso....
O Sr. Pac Barrrlo : Ja se diste que as van-
tagena esuliaiiles daa estradas sam tes, e de
lama liiipoi laucia, que compnsalo esse sacri -
ficto dos cofres pblicos.,,
O Sr Joic Pedro : Isiu be que eu quisera ver
demonstrado.,.,
O Sr. Par Hrrelo : Pois o nobre deplado
Dio admite que a factura das estradas coucorra
podeosa.nenta para o augmento da produccao
e por consequencia p.ra o augiueulo da rau-
da r* O uob.e drputado poder por ein du-
vlda que con. o audar doa annos as rendas da
novio. 1.1 vo crecendo, e por coasrguiule,
que trienios mai dlnn< iro para o futuro? A
acreditar oas palavraa do bunrado membro,
nuuca poderemos dispor de mais de 100 cou-
tos de ral, para appllcar conslru {ao das es-
t.adas, e.....a ob.as de ulilidade publica; em
20 annos ( que san os uecusa.los par a amor-
liaacae da divida J nao daremua um paaao para
diatiie, Acare.1.0 empre reduiido ao recur-
ao que aclualmente puaaulmoa Eu digo po-
reni que a randa hade necesaariamente aug-
neolar, nao pela ordem oalural daa couta.
mas anda por que para lo inulto devnn
concorrer as curada de que Irata o prujeclu.
Aluda obir.varei, que t depoia de coocluida
a obra projrctada, lito he, quando tiver.nu
eaiaadaa no valor de mil coolos, be que tare-
mos de dltpender a aoinma que actualmente
ae vota para este ramo duae tea, e infamo depoi, o aaorllicio do cofre
- eeraemp c menor do que presentemente
A ote aigumeiito que J fol apreienlado, o
nobre dapuiado uo le digouu re.pnnder,
Quer porem o nobre depurado que eu tuoa-
tre qual o augmento que aa nossas randas de-
vana lar com aa novaa eatradas. Oecerto uto
podere sallsfsaer eata exigencia, e creio que
nkoguem o podra, pola que nao he dado a
pesvda alguina duer com exactldo qual acra
a renda da provincia de Pernainbuco daqui i
t ou 10 anno. No entapio poseo crer e sus.
tentar, que assim como al aqu lam a renda
provincial augmentado thdo os annos, he na-
tural que o mesmo acontecer para o futuro.
lles-rva-ae para o fim do projecto.
iio grandeapreco qu 1 Iba iraugo.rain o d->
Em seguida"ao approvado. sen. deussio o. uout lo Valor o Mblii t-oiiiportam uto
srguin.c. artigo, : 1" ;PIre ost -nlou I lllro os al M.
. Art. 7. Se ocorpo Irgi.litivo votar malor I O mperalor t ouxe a i-e 1 boi lo o i.xai.
quantia para aiuortla(o do capital que I). M moel Jo.qom da Silveira, bis odo.Ma-
coiiipanhiasemprrgarein, do que o que hca es-, r, ||50i que embaiCnU liutil-nl para o s.'U
tabelecido uo artigo antecedente, ellaa aero. ,,aj ,0i tendo soumpanlltdo i.locus do
obrlgadaaa aceitar. ^_________ j,'C.llegio pelos Ex I s. prelado tiesta diocsj,
" p csidonle da provincia e c i.uHiaid ntn oes
Art 8. O terrenos que se houverem de
desapropriar no lugares em que passarem a
.-.iradas, aerao cedidos gratultaineute pelo go-
verno.
Art. 9. 0 governo Inspeccionar, por In-
termedio dos seu agentes, toda a obra eje-
cutada pela companhi, afiui de que nao eja
porqualquer modo illudido o contrato
armas, prestando igualinenta urna guirda
de honra, que all se aillava postada, as
honra di-vidas ao eminente cargo quo Jig-
uamente Ule 101 confer lo.
Tambe ni veio no Imperador e nellageguio
para o o destino o Sr. bngadairo Jos
- -J---- --SJ----------------------------------------------------- Udl.i u 11 n,
I un ando em discusslo o artigo addilivo he ] ej,e pac|,oco
approvado depoi da algumaa rtfieade do Sr. Elltraralll du"rale semana 20 embarct'-
A. d.Olivira.
Segunda diicusso do orfamento municipal.
Enirae.n oiscusao o .
Art 3. A cmara municipal de Ollnda be
autorisada a deaprnder com os objeclos desig-
nados oos aaguiutas paragrapbos a quantia de
4:i6i/B<>3.
Coin os empregados, sendo.o
ordenado do secretarlo 6'0/OuO, do
portelro SPOjuOt), do ajudaule do por-
lelro lid/OOO, do procurador 6 por
canto na furnia da lei, calculado ein
i7i(i03, ficando acamara obrigada
a dar mai ao mesmo procurador a
grniilicajao annu.il de 200/OO, c aos
nica, a das fregueilas a purcenlagem
de 2a por canto, percebendo a tjuan-
Ita de UlOfOii" cada um dos liscaea
das duas frrgueiias da cidade
a 2. Com o ordenado do advogado
g 3. Com o expedienta e despeas
nuil.las
j 4. Com o tribunal do jury e e-
leicOes
5 Com a cnias de processos
uioaes e contravenfes de pos-
tura
g 6. Com aieite e agoa para a ca-
lina
7. ''om o cilcaienlo de ras c
eoucertode pnnles
g 8. Para mubllla da cmara
g 0. Para pagamento da divida dos
I....I, 11.. de Manuel Luii da Velga
g 10. Para drsprzas eeeutuaas
cOrs e Miiir.iin 13. l(e;idco a 1 .1. v 1
51:170,015 ris.
' A 11.01 laida le di semana foi eitrodi-
narianiente crisetda. Fallece a 11 57 pes-
soas : 17 homens, 11 mulhores e 17 paivu-
lo-, livres; 8 liomans e4 prvulos, cscra-
vos.
IMHMIpERiNAIIBIJCO.
RECIFE 4 DE AHKII. DE 1852.
II mti'iii nio funecionou a.assemb'i le-
glalaliva provincial, por falta de numero
1:531/603 sufliciente de seos membros.
150/000 _....._____ _
COOOOl Kntrouhojedosporlps do norte ovporBri
-Jiiana, e por elle recebem os gazetas-du Pai
luOasiln' rom dala al 21 do paiaado, do Haranho at
ouujwu, Jb dnCera e do n, Grande do Norte, a't 27.
Todas as provincias i'n-ai un cm tranquilli-
dada.
Na Para fol enihini isii,-imenle feslejada a
noticia do felii xito da campanha do sul.
Nu Ma. ..olan oceupava-e a impreiisa quasi
exelualvameute com o Irn-atr.o nacional de S
OOiUOU L"i*' 1"e ,e ,br' no *"* '* pasaado, annT-
1 versarlo nsialiciu le S. M, a luiperatrii. Acoin*
400*000 panbiacont.actada em l.i.liua ,fol geralnicnic
2.11'iiOD 1 "lal accolhida eul sua primeira represen-
300/000
5e/000
700,000
Mo havrnd., quem acerca delle pee a pala- "J,"".' em u ,4 do pa,d0 d conta
vra, he subuiellldo a votV"o e approvado. dQ *hl(e .
Entra en. diicnsiso o
,i Art 4. K cmara ...unlclpal da cidade de
1,oan na he aiiio. isa.b. a despender como ub-
jctos drlgnado nos leguintr paragraphoa a
lantia.le I:7a0/000.
g I. Don. os empregados. sendo o
..un cmlo do s.-i-r.-l.inu iiilljIlOil, do
purieiri) lOn/nOO. do ajudaule do
porteiro (iilfuoi). do procurado 0 por
culo na 1.0 m,i da lei, calculados em
50,000, do fiscal da cidade 200ji>00,
e oa mais a porcentagnn de 20 por
cenlo calculada em 'iOaOOO
g 1. Com o ordeoado do advogado
g 3. Coin o expediente e desp.zas
muidas
4 Cornos forodos terrenosoc-
cunados pela cmara
S 5. Cam o tribunal do jury e e-
leicdea
Com as cuitas dos processos
crimlnaes e oonlravencei de pos-
turas
g 7, Com os raparos dos predios,
ponas, foutrs e liinpeza de ra
g S. Cota azelte a agoa para a ce-
dras
Com drapaias evantuaea
Uepois de alguma refleidea dos Srs.
Rrgo, Carneiro da Cunba e Brillo, val
asegulntr emenda;
Aug ''." do artigo 4." Em lugar de rla
on/ooO diga-e I 0*000. Altee da
Silva.
Apolada entra rm diicuiiao.
Anda f.llju aobre o artigo e a emenda oa
Sra. Paea Brrelo c Carneiru da cunba.
liada a hora a dlscuaaao fice adiada
O ar. Preiidrtite deslgua a ordem (lo dia e le-
vanta a sesso, ( Erain trea horas e ineia da
tarde.) __________
RECIFE 3 DE ABRIL DE 1859. .i
AS 6 liosas DA TARDE.
Bsrroaavaoro asa_ir_x
Prlncipiou a semana por forte e abundantes
ebuvas, que parecern Indicar entrada ded-
il mercado de algodn vai-se tornando
mais activo, e tem oblido melhore prreos nei-
lrs.ulti.uos das : o de erra j trm sido vendi-
do a -i^iiiil. a consla.no que urna partida do
bolli uitlilo Sllpeiior ohu-vir illi 10. Parece que o
mi.-...........11-11:1.1 inleirameute morto nos ul-
timo lempo, val revlvendo.
O bancj comiiHTcial annuneia ven-
da enr leilo, de5oa 100 accOas, em lotes
de.i a 10; e doclara lancar ni jo tiesto meio,
porque as cncotnme.idis eicedem moito as
930/000 arefies S venlor. Os cotnprado'es 6 rece-
3ojO00 beram metade do actual deviJondo, poros-
___)'l'rmos em meio somestre, o dovetn oagar
rs. 1,000 decorretagen por ca la accS'i
-- Exislem no nosso fiorlo 10 e nbarca-
co .<--* injletas, 1 |io t igu 'a. 1 frauceza
e 4 nacin 1 es. Sao 9 galeras, 3 barcas, 2
brigues, 1 brigue-escuna, I patacho o I
hiale. .
A alfaniAga rcnlau na qutnzcna p-s-
sada31:512 380, e a s.mc.Ih 'l.i Arniuada-
cHo proViocial-9.876,910. Ha prova'el quo
na t|tiiti/uiii: correte s j.un maiores os ren-
dimenlos a
No Cear ainda appareciam, na capital,
flguns casos de febre, acooipanhados ue
vmitos pretos, a que do prometo se segua
a oiorle.
Do Rio Grande do norte e Parabiba nada
ha digno de niencionar-se.
25>000
601000
i 10,000
lOOlOOO
8n#n00
lOi/WW
Helio
mesa
COMMERCIO.
ALFAINDEGA.
Ren.limaiUo do da 3.....11:771,191
OHcarreoam hoit 5 de abril.
Barca portugueza Ligeira merca lorias.
Bngoa porltiguet ConctieaS dt Hara
Mon.
Brigue inglez Carolina bacalho.
panhia.
3 cains selins, modas, impreso), drogas,
etc., II ditas O I silrr.ai) iliv-rsis drogis, 9
barris e I caia tintai e Otilias merca,lorias,
1 dita veruiz, 1 fardo ntalhos de pelica, 3
calas machinas, 22 barricas gesso, 3 canas
garrafas vasias, 2 barricas e 30 barris s.ll-
tre, I caita urna cama de ferro e um colxSo;
a J. .--iiiiii.
8 canas sardinhas, 50 litas velas, 1U bar-
ris e 97 meios dilos manteiga, 5o balas pa-
pel, 50 cestos, cerveja, 600 garrafOes, 500 gi-
lvos batatas, 60 caixas queijos, I dita mo-
das. I dita bisellos de Ithein, I dita aqna
.le flor delaranja, I dita ferramenta pa.a
relojoeiro e oU'ives ; aos consignatarios.
8 caisas mercearia, conservas e objeclos
para t-on Ion.', 2 caixas chapeos para li-
inoiis, 2 cestos champagne ; a Fe Je I Piulo
Companhia.
4 caixas muid zas, I dita cartas do jogar,
3 ditas chapeos par hoiliom, 1 dita perfn-
mi.na, I dita bonets, I dita cil;aJo, I dita
chapeos d.. sol, 115 barris e 70 meios dilos
manteiga ;a Cals IrttiSos.
I cixa li j.mieri 1; a I.. Antouio de Si-
queira.
I dita com um traste ; a I-:. B, da Silva.
I .lila selins ; a M. A. de r*iguoi'e I dita sulphalo de magnesia;! F. Coulon
I dita arreos, I dita sentantes* 3 ditas
mercearia, 6 ditas papel, 2 ditas livrus, 6 d
tas chapeos, I dita | e f 1 nana, i dita obras
I.' ll ni I..-, 1 iii. 1 loiie-i, 5 ditas vi Iros, I
dita agoa de Colonia, 1 dita pelles prepa-
radas, 1 dita obras da casquiuha, I dita can-
il o 1 o; a Avrial Freres & Companhia.
1 dila urna dila de muzica; a A. B rtrand.
1 dita Titas de seda ; a Schuler & Com-
panhia,
2 ditas diversos tecidos; a Henry Gounsly.
2 volumes vidros, 6 ditos verde mat, I
dito perfumiria, I dito jojuba, 1 dilo nter-
i'.'.i 1 1 ; a Cesar Kruger.
1 diio papel pintado ; a J. A. dos Santos
Andrade.
4 volumes crystes e vidros, 1 dito lam-
11 1'.....r.i-l ra.'s, 1 dito modase oulras mer
caloras, dilo chapeos de sol; a A. Itobert.
1 dito urna machina para escrever ; a A.
de Muir Itolim.
I dito f-rraijens, 1 dita f izendas dn Mi, 2
dilos perfuma: ia, I dito modas e bordados,
4 caixas q uii'iti -Iha'i is de ferro, I dia es-
pelhoa, 3 dilascrysaes o vidros, I dita ins-
trumentos de muzica o pertences, 1 dita
perfumara, ren las, luvas e bon"ts, 1 dila
dita, caixas e artigos do Parz, 1 dita beijou
loria, 4 ditas louzas, penn'as, lipis, ele i
dita modas, sedas eobjectos de costura; a
F. Sauvago.
Barca portugueza Ligeira, vlnda de Lis-
boa, consignada a Francisco Seveiiano II.1-
belio, manifestou o seguinte :
59 pi,is e 108 barris vin m, 93 ditos azel-
te doce, 72 barricas sardinhas, 60 muios sal,
2cails livros, 1 caiiolinho imagens, t dito
obras de praia, 7 pipas e 6 metas ditas vi-
nagra 1500 rnolhos ceblas ; aos con-
sgnala, ios.
28 pedias do cantara ; a irman la le do
San'is-itno Sacramento da Bol Vista.
I lata um cobertor de 18a ; a J0S0 Leite
Pita Urtigueira.
12 fardse I calile drogas, 1 dito objec-
los dusirgueiro e liaros, 2 nios ferragens,
2 barris oederneiras, 2 dilos vuilio ; a Anto-
nio Jos Fernn,les
1 h'irtl vtnho; a Francisco Jos de Maga-
Ih.l s Bastos
50csnistras batatas, I pacote, 2 laxos do
cobre e 2 peneirai da rame ; a Antonio Al-
vesVillel.
15 barris azeite doce, 60 caixas e 12 bar-
ricas fruas seccas e conservadas; a Ouvi-
dio Jos Antonio de Miren.
7 hanis azeite doce, 3t ditos touembo ;
a Mano 'I Nunea da Silva.
1 ciiote molnbos de cal ; BernardoJo-
s da Costa Velante.
I c.ix liaros, 2 barris vinho; a J080 Pin-
to Je Lanos & Vil lio
8 pipa a *> barris dilo, 20 ditos azeito
dnc 12 caixas cera em velas; t Machado &
Pmheiro- _j
I barril vinho ; i Jos Teixeira Bastos.
1 caixa livros ; a Jos dos Santos Naves
1 dita ditos ; ao Dr. Leonardo Aotuites
Meira Henrrqoe.
li barricas e gol pelhss frutas stcoas; a
Novaeso Companhia.
1 almofariz de podra ; a D. alaria dis No-
ves de Miranda e Oliveira.
()ce, 1 dito vinho ; sMa-
Lf0 ditos carne ensacada, 50
6 Visconde de Loores.
rris a
Cuipi
vinhj
ia_
... ultjo tecidos de linho; a Francisco
ilaiuiveira.
da C^teUjii rt'avo.
1 caixa drogas ; a Jos Maris Concalves
llamo.
1 dita dilas, 2 dilos vi Iros ; a Viuva Cu-
nta 4t Companhia. -Jr
20 pipas vinho, 5 caixas cerr em velas, 2
ciiioles chocolate, 20 barris carne ensac
cada ; ao capitao.
40 barra cal ; a ordem.
9 barris vinho, I caiiote mercurio, t ter
pentina de esUuho ; a Augusto Cesar de
Abreu.
12 pipas vinho; aManoel JotquimSeve
1 lat o 6 caixas diversas drogas, 5 bartis
oleo do linhaca ; a Moieira dt Fragoso.
9 caixaae 7 fardos diversas drogas, I ps-
coto peneiras, 1 calite papel e drogas; a J.
Soom.
5 bartis azeite ; a Jos Francisco da Silva
1 barrica drogas ; a JoSo Jos Rodrigues
Uendes.
1 dita ditas, I canudo do cslanho em fo-
Iha ; a Vicente Jos de Brilo.
I caixote papel ; a Joaquina: Ribsiro
Pontea.
1 dito livros ;a Jos Baptista Ribeiro de
Farias.
1 bairil azeite doce, 1 dito vinho ; a Feli-
ciano Jos Comes.
1 cna doce, 1 lata couros preparados e
livros ; a Antonio Francisco Lisboa.
Vapor braaileiro Imperador, vindo dos
porlos dn Sul, consignado a sgetici, n
festn o seguinte :
1 pseote; a Jn-e Joaquim de Aaiorim
2 candes encommendas ; a Jos dos San-
tos Coelho.
I dilo ditas ; a A ni orno Jos Alves Ri-
beiro.
1 dito ditas*; a Vinva Amorim & Flhos
1 caixa de fnlha ditis ; a Luiz Francisco
San,mi 1 e Silva.
1 eaibrulho ditas ; a Salusliano de Aqui-
110 Ferreira.
1 csixa ditas; a Jo9o Koller & Companhia.
1 paeole ditas; a Francisco dos Santos
Lima.
1 embrulho ditas ; a Avrial lrmSos.
I lata ditas ; a ordem.
Brigue potlugtiez Conccicflo de Mara,
viudo de Lisboa, consignado a 1 liorna/, de
Aquino Fonseci & Filho, manifestou o se-
guinte :
120 barris cal, 40 molos sal,2 candas cha-
peos, 165 pipas e,!5l barris vinho ; aos con
signatarios.
104 pedras para moinho ; a Manoel do
Reg Lima.
20 barris vinho : a Carlos Augusto Rudorl.
1 dito dito ; a Jos Antonio Bastos.
10 pipas dilo; a FranciscoSeveriano Ra-
bello&Filho.
10 ditas dito, 3 caixis rap; a Cliveira lr-
mSos o Companhia.
1 barril carne ensacada, 1 dito dita sal-
gada ; a JoSo Tavares Cordero.
1 c .ixole livros e jornaes ; a Miguel Jos
Alves.
6 pipas, 10 barris e 20 ancoretas; a Ma-
chado & Pitineiro.
1 Caixa cnapeos, 1 dita r.irhlhas; aMa-
noel Aulonio Honletro dos Santos.
1500 mollios ceblas; ao capilSo.
5 cestos champagne, 20 barris carne ensl-
enla, t caia objeclos de chapeleno, 1 dita
albos, 1 gaiola aves, 3 vasos plantas; a di-
versos.
CONSULADO GEBAL.
Rendimento do da 1 a 2. ...
dem do da 3........
5:440,1107
3 834,791
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimento do dia I a 2. .
Idemdo dia 3....., .
Pauta
doi precqf eofunU dt aituear, alr/oMo e
mal general do paif, que le despachan J11
meado conitltpdo rft l'ernambuco, m se-
mana de 5 a Hd" Abril de 18.2.
Aucar euf a, brtieo L qual. Arroba
. a- -fc
a mase..... c
liar, e sac,li.uii'o.....
inaac .....
refinado.........
Algodo ein pluma da I1 qual,
Dito :.......: J
UUO........... i. a
Ago'ardente caisca 20 pros,
Dit.
Pipa
Canuda
Dita decanna......
Mu.......
Dita icitilada ... .
Dita.........
Ginebra.......
Dita..........
1 cor...........
Dito......, ...
Arroa pilado2 a,roba
Araras ..........
|,., ..,ii.1,........
liolaclu..........
biscoitos '.......
Cafe 1 .'...........
Dilorastolbo......
Dito com caica......
L'alUS lecca .... ; .
Cocos com casca.....
Charutosbons ,
Ditos ordinarios .', ,
Dito 1 egalia e primor .
loo., de Carnauba .
Couros de K01 iilgadcs .
Hilo aipl lados......
D.iodeouca.......
Doce de calda.....
Hito de (iuiaoa '.....
Dito laceo.......
KstO|>a 1 a.o 11 I.....
F rinlia de maudioca ,
Fejuo....."
Foi.to limo........
Dito esloibo .... .
lioinma.........
(. ... loa:........
Le.iha .le aclis
Hita de luios ...,,,
l'i nidias ue Binar. dc2 cnatado Um
Dita* e loui'o......... ,
Cunado de aanaiello da tt a -lo
p. d c. 2 '/, S de I......
D.lo dito 11-1. -t- .,.;.., ,
Coat-.hi.ho da dito ....... 1
Soalbo de dilo......... ,
Forro de dito.........
Costado de lauro........
Costadiuho de dito...... 1
N I lio ll.- dilo..........
Forro de dito .....,,- 1
Uitos tic cedro
. Caad
. Pip,
. Canad
Camila
. Botija
. lanada
1 Garrafa
um A lanera
. r...,
. Um
.' Arroba
Cinto
Arroba
Libra
Um
Liln-a
Arroba
Alquelra
Arroba

Al.pete
Arroba
Cerno
uintAl
I uiiiii, de 1 ,i ijiil i ..... Quii
Vates de panera....., Duda
D M de 1 .111 liadas
D.i.,1 de quiris.....r
ItodS^ce 11,110 para carros Par
Elias de .lilis para ditos
MI ein pipas 1 ,
-. quarlulaa .
barris.....
Mili..........
Podra de amolar ,
Hilas de filtrar .
Pomas de bol .
Piassaua.....,
Sola........
Mar.a parnlha .
Tapioca......
Un. .s Je 1 01 .
1 noros de cubra .
A,cite Ha carapato
. Urna
, Canad
. Um
. Al.pifie
. Ceuto
. luiilii.
. Mel
. Arroba
, Cento
a
. Canad
2,100
'.'00
l.'Oj
3.00
1500 '
2,180
i.llH,
5,aoo
4.100
14,000
140
o.ooo
301
.o
2n
ti.ii
180
100
110
1,10
3,000
!..")
5,000
4,100
3,aso
3.2 !
5,810
1,1)110
1,101
701
i.w
I.Sua
UO
110
15,000
lio
200
I o
I.Oui
1,2*0
i U00
."O
3.101
2,1100
2,-UH
1,iiio
0,1100
11,110)1
1,500
20,000
|ii,ill
l.inO
5,0011
3.00(1
6,000
5,Ji0
3,7.10
2 2no
3,10(1
l,6i)l)
l,'8|l
1,01)0
One
10 000
18 000
2),uno
110
4,0 0
1.280
1.000
6,0n0
i.2l>0
2110
1,9 0
ll.nuo
1.610
200
16,1100
Mi
NOTICIVSCOMMEIICUES.
Havre 8 .i- Mai 1,0.
AlgodSo. Eucetamoi a semana na qutr-
t'-lera com boa p-oeura, anda que n3o U>
iihan.os ai- agora recebi lo as nussas caitas
pelo n ii 1,11 vapor V-agara, soubemos per-
fetamrnie pelo tel-graphoelectuco dos a-
nsos dos F.si a 1 1-. rni I 1, e as vendas com-
prehendrm 1,500 ...e. '.", ni I 1 n I 1 500 ,!-
cas do Urazil. Na quinta-feira pels mi-
nliVi, lo, a n nicamente nnunciailoi dous
9:274,798 imvi s mais, permanecemos giandanietile
na iih'-iiii |iiiii,i"i.i, e niss s tiantacces
nflo 1 ice lerJ-i de900 saccas;purm,iia suiii-
309,783 reir, 1,500 a 1,600 saccas acharam cotnpra-
190,l8nldores a preeos mu firiHesparaas descrip-
----------------KOes superiores lo mu ordinario inclusiva-
500,271
- Expoi'taC/o.
Lisboa galora portugueza Mirgarida, de
414 toneladas, conJuzto o seguinte ; 3515
saceos, 194 barricas, 13 caitas, e um caiiote
com 19 524 arrobas e 29 ib. de assucar; 5
fardos cravo giroflo; 24 laboas de amarello,
2000 cocos coin casca.
Canal a escuna ingleza Jileo; Cesar, de
166 taueladas, conduzo o saguinto : 2200
saceos 1101)11 arrobas de assuc.r.
Montevideo brigue romano Pedro Jos, de
145 lonellalis conduzo o Saguinlo; 500
barricas com 3803 arroD sucar, 40 pipas agurdente, 140 barris doce
10 calda, 48d l edeos com casca.
New-Vork barca americana Itouble, de435
toneladas, cooduzio o seguinte : 5000 sac-
cas com 2,500 arrobas de assucar.
Porto barca portugieza Santa Cruz,* de
300 toneladas, con luzo o S-gil i nte : 356
barricas, 31 cana, 2332 saccas, 5 caras, 3 pi-
pas, e 100 saccas, com 10J71 arrobas do as-
sucar; 30 com 176 arrobas 25 Ib. de algodSo,
8 barucas com 38 ariobaa de cobro velno,
213 quintaos detatajuba, 1 birril mel, 4 bar-
ucas vidros partidos, 2 ditas fannha de man-
dioca, 1 dita carnauba,7 dilas gomma, 2 sac-
eos arroz, 1 barrica c.f.
rlKCFBEDOIllA DE RE.NIlAS INTERNAS GE-
RAES DE PEItNAMUUCO.
ilendimenlo do dia 2..... 617.19a
jdetn do dia 3 ...... 780,277
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 3. 1:189,505
PRAQA DU Itt-XIFK, 3 lili ABRIL DE
1852, AS 3 MORAS DA TAR'JE.
Revltta semanal.
Cambio- Sobre Londres liii-rnil..... al-
guus s...|iifs a 27 d. por 1/ rs.
Assucar A venda da aeinaua fora.u
diminutas e os precos deltas
nada iulliiirain no mercado,
que se pode dizer paraljsado ;
suppendu-se que conlinna es-
ta apalhia.
AlgodSo--------- Entraram 1,300 saccas, e os
precos r.iriui mal animados,
tendo-se vendido de 5/300 a
5/1 ra. por arroba de quall-
dade superior.
Chifresdeboi Vcoderam-se a 3"800 ra. o
ceato.
Unhas de dito Mam a 2l0 rs.
1 ,if dem a 4/200 ra. por arroba.
Carne secca dem de 2,200 a 2a0d ra. por
rroba ; licando em aer 38,000
mente e para cima, em quauto que as sor-
tes mais bailas foram promptamulo obii-
das as cotacOe/*' nossos correctores cotn-
todo subiram as primeiras descripcOos de. (1
110 ultimo proco correle, cono estssdesig-
naeOes so loin limado diariamente Ca.la vez
mais taras. Mo sabbado, eo enconar-sa,
a procira estere um p meo animada, e 1,600
saccas chegaram a prefysbem sustentados,
posto que so abrir do mercado eiislio una
corla mni't vida le. No domingo, a circu-
lar semanal de Liverpool trooie transic-
cu;s miii activas, coin cffa subida de 1-16
iI. al|8d, ea quanti laJe eiistente extre-
mamenie re.luzida, quedeia nosso tnerct-
dn def1a2abaiio de Liternojl. Come-
famos comtudo na sagunda-feira com una
urocura regula as vendas comprebendeo
1,5i)0 saccas, e hontem, detmis do recebi-
nentodo expesso lelegraphco que annun-
eia a cnegada do vapor Europa, a Liverpool,
com n >l cas da ubi la de l|i c nos Csla-
los-Unidos, as vendas montam aqui em
3,50J saccas, metale das quaes para espe-
clelo com uu adiamntenlo de f 1. %o-
111 11 o. as venias da semana alcancam
12,294 saces coutra 4,181 saccas importa-
das, e o nosso deposito esl reduzdo a
48,000 saccas, das quaes 41 000 dos Esli-
doa-Uoidus. As nossas entregas duruiile o
m z passido sobre as vendas menciono s
foram ir.i a 6,000 saccas. quu f,ram direc-
tam.'tile paia o uegoeio. As nos-as ulti-
mas ila as dos F.sia lus-Uuidos Cbegam a II
ii'.i-iello pelo vapoi Nigara, de .Nova-
York, a 9, .'o .Nova 11, loan.-, e 7 de Hobili;
os 1 .'.]>- estao um p ni n frouxos, e baiia-
i.iiii- ijs em Nova York.einquanto quo n.)
Sul os ,1.1,'. esliveraui lirmw a c 7 l|2 pa-
ra o mediano de Nova rleans. e c 7 l|l de
M iln 1', poii'iii com om. I nuil nio procura e
111 rea do apalhico. Eslamos espera de
40 navios dos Estados-Unidos, 9 dos qua'S
- sul 1 desp.cll .dos com 23,009 SaCCaS, e pe-
dem rhegar por es o- qutuze diaS'
Caf. As ven i-s publicas conlinuam rc-
gu|rnenlea ter lugar, as qualidades sms
permanocem sem aiiun- rio, em quanlo que
as porsdes Variada eeh.ram 1111 lli ms pe-
cos m proporcio. As vendas : 1,841 sc-
,iis do Kio, de f 48. a 5,650, e 215 saccas da
llaiti a f 49 por 50 kilugraooinas, sob pro-
messa 736 sco-s de Java de f 106 a 112
50; 1,738 saccas afiliadas defl04a 117;
1,247 saeoas do Rio de Janeiro do f 90 a 113,
e538 8ccisde S. Domingos, lamben, avi-
nadas, de f 90a 100, por 50 kilogramnits,
Crea________dem' 4/200 rs. por dutia de pago*, 'os direilos. 80 hotive Ituporiace
' garrafaa. ^suear. O nosso torreado continua -
Chourica dem a 91 rs. por arroba. [cessi.menle apatluco, e os precos baiain
Colinabos dem a 2/ra. por arroba. cada vez mais iimit.roill-s i as vendos a 273
Bacalho ---U eiisleuie monta a 2.60o bar- DirM(.aa ti Indias occidenlaes fraucezas
rlcaa, retalhaudu-se al2/rs.
Far, de trigo Nao soll'.eu allera9o.
Manteiga- Vendeu-se a 50o rs. por libra
da franceta.
Paios -___-tem a IJU20 ra. por duila.
I'uuciuho 'dem a 7, r. por arroba do
de Lisboa.
Kapermacete- VanJeu-sea628 ra porllbra,
Fretea ----- Nada se fez, mas parcce.111
inalsfnues.
Olsconto- Fur.1111 [descontadas lettras a
vencer a 5 e6 meie a 7|B al
por cento ao mea.
de f 55 a 56; 4,500 saceos de BourliOii, de
f 45 a 61 50; 1,000 laceo de Pernambuco
branco, de ir 60 a 64 porSO kilogramma,
pagos os direilos; 5,165 sacco someno
para exporlaco de f 16 por 50 kllograra-
mas. sob pronesaa. luaorlacao : Sol cil-
las do Havana, por Nazis.
A.MSTEIIDAM.
No caf n1o temos alteragao alguma nos
procos que mencionar; alem disto algenus
comprar aos precoa ateriores, 1200 sccs
Fioarara no p'vto"Vl~e7nba".cacd> : aendo'de Laguayra vendidas de c. 27 119 a 28,800
3 americana, 1 aujtriaca. 1 belga, 33 bratllei- barricas de assucar de Surinam Veiniidus
ras, I dluainarqueta, 4 francezas, 3 heapanbo- dad. 18 lila 22 3)4. Ilouve ama prucura
las, 4 loglezas, pottuguezaa, 1 romana, 1 sar- mu pequea para o rellnado. A venda de
da e I aueca,_________________ 64,300 cestos de java regula pouco mais oa
- menos de 1 a 1114, abaixo dos precos do
__


---------
------------:
povembro. O nmeros mus blxosrealija-
raroem proporclo umaereco maissuoid ,i'u.< n lina. Tu la a.rftinlldaJe foi von ti i.
O uroz continua B>me, di>pozeram-se
de 5.00OMCM8 (!%
' ANTUElll
PA. -
O merca lo lo Caf asta ntaii firme, o os
precos estilo um pouco mais kilo. Deve-
nios mencionar as vendas ila 8000 saco do
Brazil dee. 19 112 a (21 a 750 acras de S.
Djmingosdec. 93l|2 25 por 1|2 kilogram-
mi. O deposito em 28 de fevereiro he da
81,500 saccis. O assucar est sen mima-
rlo! temos somante que mencionar vitola
da 600 caixasdellavannadefl. II 1|4 a 14,
sexuado a quihdade.
0 Igodao permanece favoravol. Espera m-
ge breve carca de 4,500 saccas do America, o
deposito presante he insignificante. As veo
i jcmiiii foram de 300tacnas. O er-
ro continua Brme, com spparettcia de su-
HAMBURGO.
O precos do caf eatfio Drmes, e tran-
sjceflasda semana orfavam em 4.00o s.ic-
c n do Brazil, de S. S S|8 a 4 I |, a 3,000 sac-
cas daS. Ii.i i na, da 1313-16 a 4I|8 O
me cadodo assucar esta mu pouco melhor.
Foram vendidos 700 saccas de llavinna de
ni. 1 f 7,8 a 16 l|t por 1(10 libras. 150 Cailas
do branco da Baha de m. 143i4 a 17 7|8
por 110 libras. O arroz est procurado.
O algo 18o permanece procurado e ani-
ni .i, 730 saccis da America foram ven-
didas a precos mu firmes.
ROTTERDAM.
Os nossos ltimos avisos nSo referen! al-
leracSo alguma nos precos do cafOrdi-
nario ao bum ordinario de Java esta cotado
da f.2l24l|2. O* procosohtidns na ven-
das publicas vanaram da c. 24 a 33 I |i para
ila Java; e o ordinario do bom Colorido
do Brasil, c. r.i a :!-' 11-' Apenas se fez al
gum negocio o:n assucar, e o refinado est
mu mr h- !>.
II '----------" lll"*3
como tambem para marclneiros e botica-
rios. 0 preco nSo desagrada: niruaDireila
n.|7.
Precisa-se de urna mulher
forra, que queira acompanharuma
familia pequea em servico, para
~-^ Mina das provincias lo Norte, ali-
)0.\ii.\co. ii DEABitiLiiE rfii^pV aneando a sua conducta : a tratar
S. IZ&BGL.
LIICAIKI l'itl.MEIaD.V
Grande baile de mascaras.
A's 8 li2 horas precisas, a orchestra ese-
cutara k brilhante onvertura, Inda a
qual o melrre sala dar signal para o come-
to do baila. ,\.s 11 j nli ilhas serSo Intarvala-
las ac-menta cun dez minutos da descanso.
O baile terminar as 2 horas da madrugada.
Vrecot j estabeleoidoi.
Prlmoira ordein coin 4 entrada 8,000
Seguid dita 10,000.
Terceira dita 8.000
Quarla dita com 2 entradas 4,000
Entrada geral 9.000.
A sennoras que se apresentirem masca
radas lerlo entrada gratis.
Os bilhet'S desde ja esto i venda no lu-
gar do costume.________.
Avisos martimos.
Movimento do porto.
Tatito* entrado no dia 3.
Itichmond 41 das, brigue americano
Ai'om de 198 tonelladas, capItSo II. C
(.., i:bs, equmagein 8, carga familia ; a
Le-Breton Schramsnn.
Buenos-Ayres-- 30 uias, brigue, dinamar-
quez Dorothea de 252 tonellndss, capitSo
II. N. Ii iwiiz, nqoipagem 10, carga car
ne; a Amorim & I minos.
.Vi,t-ius luhidat no mamo da.
Maranhiloe I'ar-- brigue escuna brasilairo
Areelina, capilo Jos Miguel Pereira,car-
ga vniho e mais gneros.
Cork -- barca ingleza Nurval, capitn James
Wullace, carga assucar.
I l i mi li escuna ingleza Julios Cesar,
capitn II ni y M lis, carga assucar.
Xew-Yoik--barca americana li nuble, ca-
pillo \V. W. Chasi, carga assucar.
Phila lelplna barca a......mu Menesota,
cipilo J.iinJ> Veicork, carga assucar.
I'ar o porto intermedios paquete de va-
por brasileiro Imperador, commandante
o primeiro tenante Jos Leopoldo do No-
ronha Torrezo. Passag-iros, SebasliSo
JosCiValcanli, Carlos Vaughum.
fiavio entrado nndial.
I'ar e partos intermedio! 14 diaa e 6 horaa ,
paquete de vapor braailriro bahianoa, coin-
maudaule o capitao tcnenle Segundino, e-
quipagein 98. I ra a s, ti bordo I para esta
provincia, D. alarla Roza Sampaio, com sua
iii,ii 3 lhos e 2 eacravoa Joaquini Jos
Barbota c I li ti i, Fernando Marnohense da
( mili e I escravo, Francisco Coelho da Fon-
aeca e I criado, Antonio Goellio ilaFonaeca,
Alfredo II. Garda, Manoel Cavalcautl de A I-
buquerque, Lu Rilieiro da unh a .'os An-
tonio Itoiigurs, Juu Crrela de Mello, Ma-
noel Nunca de Millo, Snnial Odorico de Mou-
ra, Trajano Canuto (, ilv.m de Carvalllo c I
escrav", Jos l.ui/ uX -ilv.i Moma, Joao da
Bocha .Moretra, padre Joa de Mattoa Silva ,
Joai|Ului Manoel llarnelru da Cunta e 1 ei-
cravo, Manuel Proliro Arauha, Ur. Anloolo
Jos Henrique e i escravo, Joa l'aulino Ho-
onhullc, Mauoel l'lorentlnoCarneiro o i u
liba o l.xin. aenadur Antonio da Ciinlia
Vaaconcellos e2e>cravos, F. F. Teinin, tlen-
jamin T'ucknin, Jos da Silva Corlhu, Anto-
nio da >sii herreira, D. Anua Joaquina de
S. Jos Heoiique e 1 eicrava, e 3 eicravoi a
eniregar: aeguem para o Sul, Dr. Antonio de Janeiro lio
David de Vasconcellus, Rayinundo Joaqiiim cravns a frute aos quae ollerecn o inelho,
de loraes Reg. Jo J.iaqulin Ferreira I.i-| uasalho : t'ala-se com OS Consignatarios
na, I primeiro cadete, 13 piafas para o caer- .Machado & Pinlieiro, na ra do Vigario n.
cito cSoeicravoa aeotregar. 119 2o fcndar, ou com O ref'rido capio. A
/Votiioi niAioau no resmo din. I p,.8Soa* que tem Iraetadooa pass-gem le ns-
Illo Grande d --'le -lancha brasileira Feliz J dll navl0i8So rogados do po-IOSB
Srp%2& bordo t as 5 horas da tarde dodiaantece-
M un vicien- brigue romano Pedro Joa, ca- dente.
l-n.io Audr Cravetto. carga aatucar e mais l'ar.'l O lili) (lp .laill'IIO SBIie
Lhboar.-''galera portuguea Margarida, cap- no (lia II do corente O brigue
i,osilvano Manoei doa Bel., carga as.ucar. brasileiro Sagitario ; ainda recebe
l'a.tagriros, li. l|ihinn ilm lien Xciieira, e o '
Miguel Joaquim da Cosa. carga, passageiros e escravos a Ire-
FMlo ...barca portugus. Santa Cruz, ^capitlo je ^ a_M rua do Collegio n.
Par o Rio de Janeiro, segu com
n.aior brovidado a galiot S. Trio lade : re-
cabe carga, passageiros e esi-ravos, londo
para tuilo biinscommodos : trata-se na ru
do Vigario, escriptorio n. II, primeiroao-
dar, nn com o capitBo Maia.
--Para Lisboa cm toda a brevidade, br-
ca porluguaza Mari Jos.de qual hecapllSo
Jos Ferreira Lessi : lom maior parte d
carga prompta pr o resto ou passageiros
fala-so com os aus consignatarios Funcisco
Sevenano Rabell >& Filho: ou com o ctpitflo
na pra(a do cnmtnercio.
I'ara o Havre.
A barca franeza Cont Roger, recebe car-
ga a freto a p.,sigeiro, para oque tem ex-
cellontes commoJos, ou tambem Ireta-so a
mosma para qualquer porto : os pretenden-
tes, pdem dirigir-se a casa dos consigna-
tarios J. R. Lasserre Companhia.
I'ara i IMiia.
Segu com a maior brevidade possivel a ve-
leira e bem conhecida escuna brasilefra Ade-
laida :quem uella quizer carregar dirija-e
' rua do Trapiche Nova n. 16, segundo an-
dar, ou na rua da Cadeia do Itecife n. 33.
Para o Aracaty pretende seguir viag'm
nestes 13 di .s o hisleCapibaribe,meslre An-
tonio Jos Vianna por j ter a maior parte
da carga ; para o resto ou passageiros trata-
se na rua do Vigario n. 5.
Para o Cear sabe com muita brevida-
de portar parte da carga prompt a sumara
brasileira Flor do Angehm forn Ja e prega-
da de cobre, mestre Bernardo de Souza :
quem na mnsmi quizer carregar ou jr dn
nassagem pode entendor-so com o mesTio
mestre ou com o consignatario Luiz Jos de
Sa Aiauo, na rua da Cruz n. 33.
Para o Rio de JaTteiro, sabe
com a maiiir brevidade postivel ,
por ter parte deseu carregimento
proniplo, o veleiro brigue nacio-
nal Kio Ave : para o resio da car-
ga e escravos a frete, trata-se com
os consignatarios INovaes 6c Com-
panhia, na rua do Trapiclie n. 34)
ou com o cipito Elias Jos Alves,
naprac do ('omine ci.
Frea-*a para'o Rio C'ande do Norte,
Tiiuroa pu Ass a bem conbeeiila a voleira
i .i i i-i.--;! flu, ii a Feliz, de lote de 40 caixas,
a qual tambem recebe voluntes a frea para
qualquer dos mencionado portos : a tratar
com o mesira Kcriiaulcsa burdo da nvsiua
no Forte do Mato, ou na rua do Rangei
n. 56.
I'ara o Kio di Janeiro.
O brigue s -n i nacional Olin la, capito
Man i Marciano F Trena, ii'gua p ira o Rio
li 7 do crreme, receba as-
nala typographia, ou no Hospi-
cio, piimeiro sobrado depois d<>
quartel, olFerocem se boas condi-
edeb no ajuste.
O cautelista Faria Barbosa ,
vendeu os bilbetes uumeros 5g66
e 58o8 que tirou o primeiro
inocuo es., e o segundo aoo.ooo
rs.,da lotera das malrizes. Conti-
na a vender os bilbetes da a3. do
tbeatro;no pal ido Collegio, casa
do livro azul, cuj lisia vem no pri-
meiro vapor, e o annuntiante pa-
ga sem descont qualquer sorte ,
que na menina casa vender.
As pessoss que aindadevem
contas, na loja da rua Nova, que
Manoel de Souza Guimsrar, vai a Por-
tugal, edelxa por seus i r icurailoras os e-
niioreg. a uimelro luear, Jos Di da
Silva GuimaiSe,' e u segundo, Jo> da Silvs
Campos; erg urceiro Jos Antonio da Cos-
ta e S, finando o Io seu procurador oncar-
regado de lodos os seus negocios, e por laso
O po lerBo procurar, na rua do Livrameoto.
O cautelista Salustiano de A-
quino Ferreira, avisa ao respeita-
vel publico, que as suACRUlelas e
bilbetes da a3. lotena^| theatro
le S. Pedro de Alcntara,'* da 3o.
lotera do Monte Fio, esli expos-
tos nicamente a venda, na pra-
9a da I 1 lependencia, loa de col-
eado n. i3 e i5, do Arantes, e na
rua da Cadeia do Kecfe n .\C>,
loja de miudezas de Jos Fortuna-
to dos Sanios Porto esneram-se
as listas de ambas as loteras, no
da 19 do c urente mez, pelo va-
por da companbia brasileira, e no
da 30 pelo vapor inglez Severn ;
as rolas da a3. lotera do tbeatro
andaram no da 27 do passado, e
1 da o. do Motile Pi, ficavatn a
fo. do Uado Jos l'into da tonse- rer no di> ^
ca e Silva, sao rogadas a satts aze- p cm con.inente' ^.Ascoo.o
re ni os seus dbitos1, em casa de J. a| ,od g quuI(.lier piernoque
Keller f Companh..., na ruada J.^ ^ b|h;iegme0 vei^di.
Mil taos da
Ciuzn. 55, como Itqi
. 1 ,,.,.. 11 -^ llf va ,|. Illlil UltlILl
Uta loj, 5 isto t o l.m do corren- Jecebw ^ ^
\a mi a ndn nniM-prem nRSSAr nft ....!
dos as lujas cima mencionadas
Uillietcs inteiros
Meios
Q tartos
itavos
Vigsimos
OSr. J0E0 Luiz Vianni
32,000
11,000
5,5oo
2,800
i,3oo
que levo loja
ir a ruada
te mez, a nio quererem pastar pe
lo desgo'ito de verem seus nomes
publicados nesle Diario.
I'recisa-se alugar duas pretas para ven-
der na rua, tambem na mesma cisa se dir
quem tem para vender 50 covados de tapete
inui 1 superior e maisem coota do que em
uod^tunT16^'18"" d8S",USn" !de "P"09 "->"' i*. 1"e'r"
-- nJ-se"de um. pesso. fo.ra.qae nflo C'"- "ife n 84, ultima.; o negocio que
. 20 anuos de id.de, par. tratar de > '"-^Vl^^TerTeira I^nb. .
bondade de dirigir-sn a loja du livros da pra-
C la Independencia, que e Ihe precisa
Tallar.
-'- Precisa-se alugar um copeiro e um co-
zinheiro, ou coziaineira, ambos livre e de
boi conducta : dirija-se a rua da Cadeia n.
60 primeirosndar.
Hathias Lopes da Costa Mala, embarca
o sau escravo Manoel, prelo, para o Rio de
exced
cavallose servir da pagem : almiar na rua
de S Francisco easa cinzenta n. 68.-A-.
Lino Jos de Castro Araujo, mudou ou
escritorio para a rua d Cruz.n. 31.
Permutam-se 3 pequeas casas tarreas
no Rio Formoso, por urna nusta cidade ou
em sousarrebaldas, receben lu-se oupigan-
do-so o excedente que possa hiver; e tam-
bem se vendom por prejo acomodado : na
rua da Cruz n. 34.
Desappareceu no dia 2 do caerente moz Janeiro,
um inolequo craoolo do id le 18 a 20 an- >|B;di Ponseca jun-or, remelte p.ra
noi.de lime Luiz, cbava-se vestido de ;o Rio do Janeiro o seu escravo, reoulo, de
calca e camisa de b 1111 braoco, te n na cara
Mu 11 I franclico Nogueira, carga
mala genero. Paaaageiros Amoni
cisco de Muraes, e Manoel da Silva Fer
EDITAL.
o Fran- ,- 8eKundo andar, ou com o ca-
erielia. / O '
pilao Joaode Ueos Pereira.
-- A barcada Flor do Dia recebe carga pa-
ra lo ios os nortos do Norte, t o A*s;quetn
quizar dinji-.-e a rua da Cadeia do R-cife
loja n 43, ou ao maslre nufoit" do Matto._
jLeillo.
O corrolor Miguel Carneim, fara leilao
ne dia le 1; i-i.nr.i 6 do crrante a 10 horas
da" n 1.1,110 seu rmaiem na na do Tra-
Our. Jos Raymuodo da Costa Menezes,
juiz municipal suplente da 2'vara, e 1I0
commercio, nesia cidade do RecifedePer-
nambuco |or S. M. I. e C. que Ueos guar-
de etc.
Fue saber aos que o presente edital vi-
rom queda data des e a 10 do commercio, le segunda vara, se hBo do -
arrem.Ur em, rae* publica a quem mais p.cbe n. 12, de vanos tras as novos, e u .-
den, servicos de un escravo de noma Ma- dos, um piano ingles, vid os, louc qu -
noel, da tiavaoCongodoidade.1.. 30 annos "'* Com estampa, relugios, corremos de
pouco m.isou menos, e rendido do um. dito, 1,-ros histoncus.anu os mullos objec-
venlhi. a vahado em 360 rs. por da, pe- ":" como' "f]'"h d ,!,?" f f, ,' n
.llorado, a Jos Antonio Ritancourt por '> '" P" rJ '"V "Jj1*'li'"1'
eieeucsode Joa Pues de Moraes. K para grr Oes com sevad.nba e azeite doce em
qu>'ciirguea noticia aosditof mandei pas- gnrr",'13' _.^^^^^^__,M, m
>ro lueaeule mais doi do mesmo tlieor, SMWHe,^"'<,vJa>>>j>ij>i>)H"a~'=^^""^^,"5^^
sei do um publicado e fltado ni prac< do AVISOS UlVerSOS.
commercio, oulro na cas dus audiencias,____________________-----------------;----------
e oulio publicado pela iuipronsi. Dada nes-
la cids abril de 1852. Eu Joaquim Jos Pereira dos
Sanios, escnvno o subsciovi.
Jo^ Raymundo da Cosa Meneze.
a
algumas esjiinhiis, roga-se s aulhoridades
pohelaes, e capilBus de campos de pes-
quizir e levar a rua do Vigario n. 3 que se-
r gratificado.
11 Sr. Jos da Cruz Santos haja de ter a
hondada de ir a loja de fazeuda da rua do
Passeic n. 21.
--(i Sr. Thoodorio Jos lavares luja de
ter ahondado de ir a loj 1 dn fazendas da rua
do Passeio n. 21.
-- Izulio Jos Capillo, retira-se para o
Rio de Janeiro con siu lilho Antonio me-
nor e a sua eserav Antonia creoula.
No paleo da Ribeira deS. Jos, sobra-
don. 15 na loja, lava-se e Oingoma-se,
com loda perfeicSo e accio, e por preco
comnioln.
-- (119 noma se de ve dar a um logista que
para vender um* fazt-nJa, desliz e desacre-
dita oulras fCF* por elle mesmo von,li-
llas <^>, a que pouco anles alianen." o J
U IIA it A ser a meliior, e de mais dura-
zno eic, etc. i'
O baixo assignado professor particular
de primeras letras, residente no 2o andar
la casa 11 48 da rua larga do Hozario, da
liCrtes tHinbain de gramnalica latina e fran-
ceza, ru a o que est devidamanle autori-
zado K ci.no na inslrucijlo de seus alum-
nos emprega lodi assi luidadc a zelo, eslie-
ra que os paes da fimil'as se dignem con-
n 1-1 i' seus fiibns para serem instruidos
as sobioditas faculdades.
Jos Mara Machado de Figueircdo.
Precisa-so alugar um moloquo da 15 a
20 annos p'sra o servicn de urna caja da pou-
ca familia : na rua Nova n. 36, loja do cu-
lilairo.
Paulina Mara llamos, ezoorta para o
nome Flix
Jos Martins de Amorim vai a Ptrahyba
do Norte a negocio.
--Quem tiver um sitio para arrendar, com
casa para familia e pasto para 12 vaccas:
dirija-se a rua do Collegio n. 15, primeiro
andar.
Oh*arece-se um rspaz brasilairo, casa-
do, com pouc 1 familia, halnlilado com evi-
ni de lingos nacional o principio de hnnu 1
latina, para eusiuar primeira letras fra
desta cidade, ou mesmo i>a 1 a qualquer eu-
ijenno : quem do siu pro-tono quizar
imii-ar, dirija-se a iua du Rangei 11. 46 ,
;.| niii'ii andar.
-- Daiiuvo se evadi o crooulinho livre,
Beoenicto, c >ni os signaes seguiutes : i-lade
da II para 12 atino, Cor fila, rosio clieio a
bastante marca lo de bengis, foi vellido
comcamisi nranca, leu.lo so evadid: non
tem n tar lo de urna das rus da freguezia de
Santo Autouio desta cidaia : quem o vetar
Ou o livor echado, leve-o a casa do abaiso
assignado na Kstancia n. 17, ou a secretaria
da policia, que s-i .1 recom ensado ; licando
certa a i>essua 1 u-' Untar re luzi-lo a escra-
vi ii' 1, que si ni denunciada perinle a auio-
ridade Campeante.
Antonio Jos F ellas.
Oabaixo assignado, agoardenle de prodcelo brasHeira na soa
taberna, sita no Hecco Lugo do Recife n. 6
Ji'ii 1 C mcalves da Silva Beniz.
>)*******? #* **>> *****->
i Baile Misqn. *
9 No Apollo, sabbado dn Aleluia, ha- 0>
sf vera esso agradavel divertlmento pa- (
rio qoal veodem-so rico vestuario ^
9 de eileit is co-tumes, tolos do linos j
4 vellidos, pelo baratissimo preco de s>.
Rio de Jineno, a sua escrava Maris, de An- \m 40,000 rs.: na loja pernatnbucina da
gola
Jos Francisco m Silva, retira-so para
Portugal, para tratar de sua saude.
Ama doleito.
Precisa-se de urna ma deleite, que leja
ladia elenha muito bom leite. para criar
um menino, nascido ha rouco: na Capun-
ga em urna das casas da senho-a Viuva Las-
ser, em que mora Antonio Ciaudino.
Urna pessoa, que tem bstanla prilic
rua iloC.esoo n. 11.
f URTARAM em noita de aabbado pa-
ra domingo f 27 28 ) p. p. e do quin-
tal do Portocar ci na rua da UnISo, urna ba-
ca do rame quazi nova de mediana gran-
deza,e com urna pequ na sida no fundo;
rogi-se as pessoas aquem fnrella olTerecid,
tenham a bondade do aprehende-la e man-
da-la li var a casiaobredita, por cujo favor
se Iba Rear Jure leradeoido e dar-se-ha
ines-iio algum gralillcacilo so a quizer o a-
pieiionsorieitar.
, liu das Trncbeiras n. 12.
Tiram-se'paiaaportes para dentro e fra
do imperio,assim como liram-se folhas cor-
ridas e tambem ttulos de residencia, tddo
mais barato do que em outra qualquer
parte.
Lisboa !.'
Acabam de chegar de Lisboa, um comple-
to sortimenlo de luvas pretas do lorcal, pa-
ra senhora e mama, dita pretas de sed
para humen),
Por Uo diminuto proco !
As boa luval de torzal;
Na rua larga do Rozarlo,
Loja do Cardeal.
Precisa se deumeaixeiro portuguez,
para venda, I nido alguma pratica e hbil
para o negocio : nos uatro Canias da Boa
Vista n. I, venda por baixo do sobrad.
Preciss-se de um bom reRnador : na
rua do Pire n. 28 Na mesma casa vende-se
um deposito de assucar bem afreguezado.
Precisa-se de urna ama, pa-
ra casa de homeui solteiro, que
s.iiba cozinbar, lavar c engommar,
dirigir urna casa de portas a den-
tro, que tem escravos para servir,
que si j 1 de boa conducta : na rua
da Aladre de Dos, armaxem n,
20, se dir quem precisa.
-- Na rua do Livramento, sobrado n. 10,"
se dir quem da dinbeiro 1 premio.
N rua do Hospicio n.52, precisa-se de
urna ama que engomme com perfeicSo : pa
ga-se bem.
Na rua das Aguas-Verdes, sobrado de
um andar n. 14, do-se bolos de vendagem
a 80 rs. a pataca; bem comoarmam-se ban-
dejas com mili. gusto, por preco mais cm
conta do que em outra qualquer parlo.
.Feilor.
Precisa-se de um portuguoz, que entenda
de plautacSo de sitio : quem esliver nestas
circunstancias, ent^nda-se com o poitairo
da Alfandega das 8 horas da manhSa bs 4
da tarde, na mesma Alfandega.'
- Aluga-se um armaiem, 011 caa terrea as
ruaa aegulntea : travessa da Madre de Deoa, A-
inoriin, Moda, Lappa, ou Costa; 11 fallar no lar-
go da aaseinbla o. 9.
Albert JAidoux, lithographo rua
Nova n. 69, primeiro andar.
Tem a honra de participar ao respeitavel
publico que acabuu agora de abrir urna ton-
da de lilhographia, aonde se achara da hora
em diante promplo para satisfazer a todas
as encommendas perteiiconlesa seu oRIcio,
8 ja como luirs, facturas, cartas circulares,
bnhi tes do casamento, baila, e visitas, eti-
quetas de todas as mo'las, quadros, msica
e .iriiin i is etc. ele. Eucarrega-se tambem
das impres-Oes deouro. pratae cor.
Aluga-sa u... moleque de bous costu-
mes e liol, proprio para qualquer servjco
tanto de casa como de rua : quem o preleu-
Na rua do Crespo o. I0comprm-s 3
sehns usados com aeus peiteuces : quem ti-
vir annuncie ou ipireca am dita casa.
Comprain-se 9 pretos de nac ni, robus-
tos e posaanles : na roa estreit do Hozario,
travessa para o Quelmado n. 89 A.
" Cnmpraoi-so escravos de ambos OS se-
xos, dalia 30 annos do dado pira enge-
nho, dando-ae preferencia aos de Angola: no
armazem da rua Nova n. 67.
Vendas.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs.
Na loja de miudezas da praca da
Independencia n. 4, ven lem-se bi-
lbetes inteiros, meios, quartos, oi
tavos e vigsimos, a beneficio da*
23. lotera do theatro de S. Pedro >
de Alcntara, que havia correr de
28 a 3o de marco. Vem a lista no
primeiro vapor ; na mesma loja
recebem-se bilbetes premiados em
troca dos que tem a venda e mos-
trarse as listas.
Barateiro do Recife.
Na rua da Cadeia do Recife loja n. 50, ven-
dem-se coites de magnificas sedas pretas,
lavradas, recentemente chegada, corles de
chitaa achamalutadas, manteletes pretos
cuales de aada de cores, grandes o pe-
queos, manta, da sed, sarjas pretas, lu-
vas pretas de torcal,e de seda de cores pa-
ia Sra., ditas ne so la, e pelic para liomem,
gravitas pretas, coletas de caaamir, cm-
bralas dalihho muito lina, ludo moderno e
bom, assim como outras militas fazenda,
que Siroco de dinheiro se ven lem por b-
ratisiimos presos, bbm como pannos azul,
verdee prelo parcssica, palitos, e farda
de 4,000 a 6,000 rs. o covado, ditos mescla-
dos para palitos e para acabar a 1,800 rs. o
covado, e corte decasemir de cores 4,000
a 5,000 rs. o corte.
Ricas fitas de veludo para pescoco
e sinlsiro.
Veodem-se na rua larga do Rozario n. 40,
loja de miudgzis, muito superiores fita de
veludo de drVersa.s core, tanto lizas como
lavradas, poY preco muito rom modo.
Cassos de-cuadros averiadas.
Vendem-sa n rua do Crespo, loj da es-
quina que vira para a Cadeia, caisas de qua-
ilr a variadas com 8 1|2 varas a 1,OOoe 1,280
rs. a poca, chita* de cores lisas e bonito
ini 11 lius a 160 rs. o covado.
Vende-se urna parda com bonita figura,
moca, tem toda as habelidldei; ums pela
com habelilaJea, a tem um molatinhn que
ests criando; urna outra que cosinha e lava ;
e outra peifaita cosiuheira, e eogomma-
deira de profissSo : na rua larg do Rozario
11. 35, loja.
Vende-se na ruido S. Bom J'susd
Crioulas casi n. 24, um rica medalh do
duzeiro qoin perleuder dinju-.su na mes-
ma CaSI.
Vende-so urna cadnirinha forrada de
damasco de seda em muito bom estado; na
rua Velo* n. 57.
vende-se uma'tiberna com pinicos fun-
dos, a dinhairo,ou p'raie, com boa firma, .si-
la na rua do Sr B. J as Crioulas por baixo
dosoliradode dous andares : a fallar atraz
der dirija-se a rua do Apollo 11. 16, uo pri
nr^,^rtXiftlrd.c,sd.l
rua do Oueimado D. 9, para pouca familia :
a tratar na loja.
Aluga-sa um moleque, de 20 annos,
muilo fiel, oplimo cozinneiro : na rua do
Rangei 11. 41.
O bacharel formado Jo.' Joaquim de
Miran la Hurta, residente na corte do Rio de
Janeiro, ollerace sos hahltanles d vincia de Pernambuco o seu preslimo para
liatar de qualquer negocio, quer lendenlo
ao loro, quer a alguma das secretarias do
esta 10, quer a out'0 qualquer negocio, me-
lian! -. una gralilicacao : as pessua desla
provincia da Pernambuco que do seu presu-
mo se quizerem ulilisar poderao dizerem-
Iho em caria fechada o que querem, pro-
nellendo o aiinuurianle empregar tolo o
zelo, artividade e presteza no compiiniento
do suas obrigacOe. O aonunciante resiJe
uo largo da Ajuda 11. 5.
Compras.
-- O abaixo assignado dei&a de vender
agoardeule de produccSo brasileira : na sua
venda sil na rua da Senzilla Nova n 39
. J0S0 Jos Feruaudes de Carvalho.
Precisa-se d? urna mulber
preta que seja capaz, e que tenba
de idade de 40 o 5o annos para fa-
do efrripiur. c.,iii commerciai, ofTerece se zer companbia e tratar de urna se-
nhora fura desta praca ; nao se du-
vida dar um bom salario send > pes
a>iue'iiA tiiweaaaeEs*
Declaragoes.
Oibaixo assignados, dejxarSo do vender
espritus de produrto brasileira, as suas
tabernas, as ras da Guia ns. 9 c 38, Sen-
zalla Nova n. 22, Senzalla Velha n 46, desdo
o da 31 de marcq prximo pausado.-Joa-
quim da Cosa Vieira, Rernardino de Souza
Pinlo, Francisco Martins de Aguiar e Silv,
JoSo Francisco de Souza.
U thesourciro das 'irmanda-
Sacramento da ir
Ai mala que devocanduzlr o vapor Be
llano para os portos do Sul, principiam-ae .
1 fechar hoja (5) a urna hora da tarde, e de- Ues <10 "
pois desta hora aleo momento de fechar,, gueza de S. Jos e da de N. O UO
recebe-se correspondenci.i com o porte | lonvida a todos OS seus ca-
QUplO. ..
- Da ordem do Illm. Sr. direoter geral rissmos rmos, para que SC Ulg-
diinstruccaopublica facosaber.quc s fixc acompinhar a procisso do
o Sr. piesiJente di provincia, attondendo r r ..
nzoes uliarlun s, houve por bem marcar o aenlior aos entermos, quaria-iei-
n S8 demaioprximo para o concurso ra fa, concille, pelas 7 horas
ca li ira de primeuas letras da Fazeuda Gran- .. r
'.ficaniio do nenhum efTeito o viso uu da manhaa em ponto.
dual de 22 de marco prximo passado. -- Desappareceu no dia 3 do corrento uro
- De ordem du Illm. Sr. director geral .1 cavallo, que sujpOe-se ter ido em algum
lu
di
dej
'faratu, S. Kxc. o Sr. p red de 11 le da pro- quer pessua quem Or offerecido de o miin-
"i'Ci a mandou por a concurso com o pra- dar entregar no Recife, na rua Nova n. su,
"meado atodia Udolunho prximo, ou no engenno S. Severlno em MuriDeca,
niquosee*ecluarao oiexames. Directo- aonde sesatisfarao loJ a despezts.
Aviso.
para f.zer qualquer escriptu-acSo, promel-
tendo toda a Innpez e aceio pi o quo
p le ser procurado : na rua do Qjueimaio,
h.jan 13. quesadnaquemhe. -ue agrade : na ruado Rozario
Precsa-se alugar um moleque, para o ; i _"_
servico da urna casa da familia e vender n
rua : quem livor, dirija-se rua do Hospicio
n. 17.
-- Toma-se cont de menino impedido ou
dosempedido para se criar da loite : na rua
do L.ilil' r 1.10 11. 3.
Offerec-se para am, uma'mulher
d conhecicento de sua conducta, cozi
o ongomm perfeitamenle : na rua do S
Thereza n.19.
Roga-se aos Srs. Manoel
Caldos Barreto, Francisco Xivier
tJarneiro la Cunba Campello, e
Jos de Mello Cesar de Andrade,
o ob equio de appareccrem na loja
n 6 da 1 ua da Cadeia do Recife,
que se Ibes ile-cj. tallar,
-- l'ede-se ao Sr. Gunn r.ios, director do
theatro de Apollo que Icnha a bondade levar
no dia 14 do corrente, am seu beneficio, o
magnifico drama I). Juo MaranS, e espera-
mos que 1 11 j nos falte a nosso pedido.
Um apologista.
Francisco Custodio deSampalo, em-
b oca para o Rio de Janeiro, o seu eacravo ,
do 1 0110 Joau, na^Ju Angola, do 36 annos
de idade.
Antonio Rodrigues Copeleiro, subdito
portuguez, relira-sn par fra do imperio.
Joaquim da Costa Moreira, embarca pa-
ra o Rio de Janeiro, o seu escravo Francis-
co, de inu-o Angola, de 36 40 annos.
Jos Antonio dos Santo Andrade, ci-
dadSo portuguez, vai a Europa.
Joaquim Hamos de Azevedo
l'ovoas, reta-ae para o IUp de
Janeiro.
JoSo Comas Jar iim, embarca pir o Rio
do Januiro a sua escrava Antonia creoula.
-- Qurm p'elonder umcavallo de estriba-
lirga n.35, 1 andar.
Arreuda-se um engaito distan'e desta
iuiir.i :i leguas, com. muito boas torras de
plaui 1,-iics, e cerpados, moer lo e corrente,
vende-se na mesma occasiSo em quosefizer
o 111 loiidaiiiento, alguus escravos-, sal' a ,
criad, boiada mullo boa, carro, e lodo o nh, um armario para so guardar livros e
Compram-se para Tora da provincia 2
escravas crooulas ou pardas, de 12a >I anuos
com boas figuras, pigam-so bem : na rua
Nova n. 16.
--Compra-se um negro moco sem acha-
ques : na roa da Cadeia do Recifo n. 7.
-- i lom pr.i s um relogio de ouro, ou dou-
ndo, com cadeias de ouro : na rua da Guia
n. 64.
-- Compra-se um preto que seja boro bar-
heiro, e sangrador, para fora da provincia,
sendo bom so pagar bem: na piafa do
Commercio n. 6 escriptorio de Manoel Igoa
co deOliveira.
(lumpain-sii escravos de ambos os !*
xos de i ia lo de 6 a 25 annus, paga-se bem :
na iu das Larangeiras 11. 14.
Compra-se una casa lerrea que tonha
bons cimiii los para familia no bairro da
Roa-Vista : quom tiver para vender anuun-
cie por esta lolha para se tratar.
Compra-se una cntaira pera una s pes-
so escrever e que esleja em bom usn, um
sof de jacirania, una marqueza de palhi-
' geral da inslruccSo publica, 22 de marco
de l85J._c.ndido Eustaquio Cesar de Mol- cheeou ultimmente da Europa o muito ra sofnvel 001 andares, mullo forte e n-
l..a,.nuense arcb.,ist.q K espirito trabido do vinho, e pela | teilo.proprio p.rajcairoo .chara, cvala-
supe
sua ptima quahdade se torna mono recom-
SluYrultowV^to*^ i Pr^o commodo.
rica do Sr. Pedro na rui di Senzslli, por
mais titencilios inherentes o nec- ssarios pa-
ra 1 continuado do mesmo estahelecimon-
to, e u3o h diivid.i da se fazar tolo e qual-
quer negocio : a tratar no aterro da Boa-
Vist n 43, primeiro andar.
-- Precisa-so lugar urna mulher forra ou
Captiva para cosiuheira em nina casa eslran-
geira : prucuie na casa n. 43 na rua da Cruz
das 10 horas da inanhfia at 3 da tarde, ou
na passagem da Magdalena 110 sitio do Sr.
Guerra ai as 9 boras da manhaa, e depois
da 4 horas da tarde.
Piecisa-se de urna ama desempedida
para casa do u ir a familia fra da cidade:
quem quizer appare^a na rua da Guia 11. 61.
Quem quizer negociar tres ricos 10-
quetes crespos de cambraia de linho, dili-
ja-so ao paleo do Carmo, obrado de um an-
dar, por cima da botica, das 6 a 8 da ma-
olan. ou daa S da larde em datelo.
Preeisa-sa de um am, para casa de
familia : na rua do Hospicio n. 17.
OfTerece-se urna ama de leite : na rua
de Mauoel Coco, defrome dos dous sobra-
dinnos.
O abaixo assignado, com taborna no
aterro da Rua Visla n. 88, deixou de vendar
agoiinli'iit" do produccSo brasileira, desde
o ultimo do mez passado, romo em tempo
prevenid a repartido competente. Jos
Mana Guncalvea Vieira GuimarSes.
-- llrace-se um rap** de 18 a 20 omos
de idade paia aaixeiro da luja, de quo tem
bastante pratica, e d fudor a sua conduc-
ta ; ka brasilairo, e trala-se na rua da Cruz
do Rucifo n. 14, primeiro auJar.
- Offerece-se para qualquor caa de com-
mercio, um moQo brasilairo, falundo iq-
Sloz, liancez o liospanliol, linguas eiludi-
em se js prnpriua panes: quem dalle pre-
cisar, anouiicio por eate iaiio.
nutro para louca : quem tiver snnuocia ou
procure na rua do Apullo n. 16, no primeiro
andar, junto ao theatro.
Compra-se um.adereco felto na trra,
sendo volt* pulcoira e alllneite, de bom
goslo, ludo sem feilio, paga-ae bem o ouro:
na im'das Larangeiras n. 14, nrimeiro
andar.
Compra-so tola a porcllo de lats quo
l"ii'io sido de ararula : na rua estreita do
Rozario tiavessa par o Queimado n. 39,-A-
depozito.
Compra-se um mulatinho ou molequos
que nao touba m.is de 12 anuos de idade.e
que aej de boa figura, sem vicios non a-
chaques, daudo-se por elle o pre(o por que
se convencionar: no escriptorio da viuva
Gaudiiio & Filho na rua da Cruz a. 66 das 9
a 4 huras da tarde todos os dias de traba-
Iho.
-Constando-nos que o Sr. GuimarSea tem
de lear um espectculo no seu beneficio no
dia 14 do corrente, pedimos ao mesmo Sr.
que leve o grande mysterio D. JoSo de Ma-
r mi, e alliaiicamus-hia quo lera urna gran-
de elidanle com este drama. A pedido de
muilas pessoas.
Compra-se mma escrava, com habili-
dades, ou sem ellas, mais que seja moca : o
ru do liruiii n. 28.
Compra-se urna casa terrea, ou de so-
bra lo do u 1 s andar, leudo 3 portas de
frente e bom construida, preferindo-sa no
bairro da lloa>Vista : quem tiver para ven-
de/., annuncie por osla folha para ser pro-
purado.
, Compra-se 9, ou 3 grammalicas por Se-
vee com algum uso ou mesmo novas; na
travessa da Concordia n. 5.
-- Compra-se um ebeo de pra la Dn com
algum uso: na rua da Cadeia Veloa n. 15. .
tuosoda .-i..a.
Para a semana lana.
Manual dos oOk'ios da semana Santa, a-
COmpaiiha.los de mu iilacO'S |iarn cada um
doa dia da mesma S 'in.na, da xpliosclo
daa trevas, lav.ps, e adoraefloda Cruz; 1
votumegroslo ricau.ente encaderna la por
3,000 rs., v o la-se no paleo do Collegio ca-
sa do hvroa/ul.
'it.sde velludo lizas, e aberlas de
todas u-i cores.
Na roa do Cabug n. 6 loja de miudezas
vimiiI-'iii- so fitas de velludos de todas as lar-
guras, eeores com auaa competentes flvel-
liis por prego muito comino lo.
Ao bom e barato.
Vendem-sena rua larga do Rozar!)u.40,
luvas prelis de lorcal e do seda par bomom
e senhora, ditas de li 1 d Escocia, linio de
cores como brancas, como tambem na mes-
ma loja ha para ven ler grvalas pretas de
mola, peritos pretos de b.lea para alisare
para coco, escovas muilo linas e pozqs para
dbntes, aboluaduras muito finas para cua-
ca, ludo pur mais barato preco do quoein
outra qualquer parte.
Grande sortimento d madapoldes
muito linos e largos com pe-
quena avaria.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da es-
quina que vira para a Cadeia, madapolOes
nimio superiores e largos com pouca avaria
a 3,200, 3,500, 4,000. 4,200, 4,500, e por sor
pecliincha se avisa aos freguezei quo gost 1111
do bom o barato.
Veode-se muito superior fa-
nulia de Santa Catharina a 3,400
rs. a sacca, assim como tambem
barreduras da mesma a 1,000 rs. o
alqueire : na rua da Fraia, arma-
zem de carne n. 10.
Esporas d'asso.
Na rua do Cabug n. 6 loja de mf udszis
vandem-se esporas d'asso muito Anas a 1280
rs. o par.
Vendem-se um par do cmsellas, com
5 l|2 palmos cada urna, e por batato preco:
n rua da Cruz n. 34.
lucas das de veludo.
No rua do Queimado n. 16 loja de miude-
zas ha um completo sortimento* de litas de
veludo, o qual se veodem por menos preco
do que em outra qualquer parte.
\ boa pitada. ?
Ho chogado novamente o muito supe-
rior rap Princeza do Rio de Janeiro, em li-
bra e 112 dita : na ru do Quelmado n. 25
loja de miudezas.
Altenco.
N rua do Queimado n. 25 loja de Ruido-
sas, vendem-sa o segulnte muito; superior
iinha de meada a man fin que ha no mer-
cado, redes obagadaa ltimamente da pro-
vincia do Ceara, e bengalas de licorne por
encasloar, por procos comm%dos.
Carnauba a retaliio a 6,000 rs. a
arroba.
Na rua do Rozario Estreitr n 43 vende-se
carnauba a retallio ern grande e pequeas
porcOe a 6,000 ra. a arroba, aasevera-seaer
de superior qualidade.
Vandem-se pelaa de marroquin de to-
das Scores a 1,600 rs., bandejas linas, fa-
cas egrfos, col liare de metal do prinoipe,
machina par caf, todo o Iram preciso
para cosinha, muita ferragens e miude-
zas que se vendarlo muilo barato : na rua
Nova, luja de ferragens n. 16 de Jos Luiz
Pereira.
Vende-se um bpi muito manc.o para
carroca por pre$o muito commodo: uo etler-
da Boa-Vista n. 70 taberna.
1
MUTILADO



m* *fw
I
Facas e garfos.
Na ru. do Cabug* n. 6 loja oova de miu-
dezas vendern-se facas, e pifo de rabo de
b-.Vco f,600 rs duzle, dit.s de cabo
ot.vsdo 3,000 ra. dl|. cobo um
sorlimento de colhere de soipa e coa.
Bicas fitas para sinteiros.
i>a ru do Cabug* o- loja nota de miu*.
'uza, tendem-e lic.e Atas de sai ja de seda
para sioteiroa de minino, asaimcomo im
grande sorlimento de dita a setinadaa pa-
ra chapeo de Sra. por preso amito com-
modos.
Attencao.
Na ra do Cabug* n. 6 tendern- baados
do Porto de largura de 1 palmo a 180 rs., di-
tos do largura deS palmota 840 rs. avara,
Lotoes de madreperola a 560 rs., ditos muito
ilnos a 780 r., caixaa de colxetea fr.ncezes
ji 70 r. a caita.
Na ra doC.pugitandem-se ch.ruteir.
a 380 rs., dilas mais pequeas a 2*0 rs. cada
ami.
Luvas de no da- hscocta.
Na ra do Cabuga n. oja nota de aaiu-
dezaa, vendem-se tuva de fio da Escocia a
320 rs. O par, ero mofo algum.
-- Na ra do Capug* d. 6, tende-e marro-
quina a 1,500 r. apelle.
Pentes de alizar e de coco.
Na ra do Capug n. 6 loja nota de raiu-
dezas, tendem-se pentes de bfalo para ali-
zar a 320 r., cada um, dito para cocoaber-
tos a 280 rs. cada um.
lficas toucas de 13a.
Na'rua do Cabug* n. 6 loja nota de mu-
Je:a vendem-e rica loucaade Ida chega-
dastillimamentede Lisboa para Sra. e me-
nina a 9,000 r, cada urna.
O baraleiro est em campo.
Na ra do Cabuc* n. 6 loja nova de miu-
dozas vendeoi-a bicos de largura de palmo
e meio a 720 rs. a vara, dito de palmo, a 610
rs., a ditopooco maia estrello 560 rs., -
sim como um sorlimento de bicus eatreilos
por presos multo commodos.
Cartas dejogar.
Vende-se na ra doCapugn.6, loja de
miudezat cartas para voltarete a 560 rs. oba-
ralbo.
Agulhas francezas.
Na ra uo Capug* n. 6 loja nova de miu-
dezas, vendem-se agulnas Irancezas ns. 1, 2,
3, *. 5, 6, 7,8, 9, 10. a *0 rs. fegapel, dito
muilo liosa ns. II, 12,13,1*. a"|0 r. opapel.
Caivetes de 6 follias.
Vendem-ae na ra do Ctroug* n. 6 loja de
miudezas, caivetes conv 6 folha cabo de
o fie de veado muilo finos a 2,000 rs.,
.iiiusde2follus 720 rs., lamben multo
finos.
Biquissimas franjas, e trancas pa-
ra mantelete.
Na ruado Cabug* n. 6lo]< nova de miu-
dezis, vendem-se franjas e trancas pretas de
.seda a mais ricas que lemapparecido, por
presos muilo commodos.
He barato que admira.
Vendem-se rioas franjas de holotas pro-
r ras para cortinados de cama a janellas a
4,000 rs. apega, dita mais anteriores a 3,000
is., dilas estrellas proprias para toalhas a
100 rs. a vara; na ra do Cabug* n. 6 loja
nova de miudezas.
l.iiihus de carretel de aoo jardas
a 900 rs., a duiia.
Vendem-se na ra do Cabug* n. 6 loja no-
ta de miudezas, linhe era carretel de 200
jarda aflOOrs. a duza, ditas de 100 jardas
?20 r. tendo todas as grossuras desde n.
loi. u. 154.
Oh! que pechincha.
Na ra do Cabug* loja nova de miudezas
n. 6, teodem-ie luvas de lorcal a 6*0 rs. o
.iar, ditas ditas a 800 rs., ditos ditos muilo
auppenores com bolotas a 1880 rs.
Luvas de pelica',
Vendem-se na ra do Capug* n. 6 loja no-
va de miudezas luvas de pellica muilo novas
oara Sra. a80Ors. o par dilas muito Anas
com palma e bolotas a 1,600 rs. o par, dita
para hornea) a 1,000 rs. o par, dito de pon-
to inglez a 1,600 ss., ditas dita pretas a
1,600 ra.
Luvas desedapreta para seniora.
Na ra do Cabug n. 6 loja nova de miu-
lezas,vendem-se as mais ricas luvas de seda
prea que lem aparecido para Sra. proprias
.para a semana santa pelo diminuto preso de
1,600 rs. o par,a elles que se estilo acabando.
Luyas de seda preta para homem
a 1,000 rs. o par.
Na ra do Cabug* n. 6 loja nova de miu-
dezas vendem-se luvas pretas muito su. pe-
n s a 1.000rs, o par.
Veode-se superior farinba de S. Ca-
Ihanna abordo do brigue p.queto de Per-
i.dinbuco, fuidiado defronte do caes do Ba-
rros; a tratar abordo do mesmo, e em Ierra
ciin lanoel Maximiano Guedes, ua ra da
Senzala Nova n. 40.
Acutlam ao baraleiro.
Na ra do Cabug* n. 6 loja de miudezas,
vendem-se tbezuuras muito Anas para cos-
t ura a 320 rs., dilas ditas maiores a 400 rs.,
ditas para unhas a MiOrs.
Vendem-se travs, travetas, frexaes e
enchameis de lodos os comprmanlos, sac-
edla de podra eum alambique meiSo, lu-
u por preso commodo : na ra de S. 1'run
Cco, casa ap.lda prxima a mar.
Deposito de ch*.
Veode-se cha imperial e da India por pre-
co commodo em caixas grandes, e peguenas:
na loja de ferrageos de Antonio Joaquim Vi-
'Jal, na rus da Cadeia do Recite n. 56 A.
Attencao.
Vendem-se na ra da praia de Santa Rita
no armazem n. 25 por lodo dinbeiro os e-
guintea Iivims: a collecc.3o completa doPa-
.inrama em 8 tolumrs, diccionario Moraes,
li eologia'pflr Besuoibes, arcebispo ds Ba-
ha, oiccionario inglez de pronuncia por
V.lker, Cornelio, economa poltica pnrDr.
Autr/n Gmenio direito ecclesiastico em
i'urluguez para o segundo aono jurdico,
''arla de Cicero, lgica por Geouense, Arle
.alia por Verney, Sintaxe de Dautas, Arte
1 alma do mesmo, novo melhodo, Selecta,
'i.eger, Uireito Cannico, etlica de Job, me-
tjpnyica de Genue 11 se.
11c to barato,
Que laz animar ;
Quem vir a pechincha
Nao deixar de comprar.
Na ra do Crespo loja da quina que vira
para a cadeia** vende-se- panno Ano preto, a
3,000, 3,500, 4,000 *,5O0, 5,000 0 5,500 rs.
o cotado ; dita francez muilo superior, a
li.i'OU r. ; dito azul, a 8,600, 3,500, 4,000 e
5,0 10 rs. ; dilo verde, a 8,800, 3,000 e 6,000
rg.; dilo cor de rap, a 2,600 rs. ; casemi-
is preta, a 4,800 6,000, 7,500 8,500e 10.000
rs. o corte; sarj preta de seda mullo su-
perior, a 2,500 ra. o covado; merino preto
ioUIO bom, a 2,800 e 3,800 ra. o covado cor-
tea de easaa chita mullo bonitos, a 1,920
n. ; e ouiras mullas Calendas por prego
c mi modo.
Omento novo a 7,000 rs.a barrica.
No armazem de Amonio Anne, no caos
i.'-j Allandega.
JNICO DEPOSITO PARA VENDER O PUBLICO.
DE

Vendem-.se ricos eapelhos,
com molduras 'juradas de 4 a
palmo* de altura ; vinho cham-
pagne de excellente qualidade a
40,000rs. o cesto: na ra da Cruz
casa de Avrial lrmSos.
Vende-se um relogio aabonete, patenta
inglez muito bom regulador, urna correnti-
nha com passador, um trancellim, dooi pi-
res de casiicaes de prala na ra do Ranee!
o. 36, primeiro andar. *
Vende-se I casa terrea com sotSo, e 09.
tro muilo cmodos, e grande quintal com
rtoredo : na Solidada n. *2, lugo adunia
do chafariz, indo para o lado do manguinbo'
a chave se acha na venda do Sr. Francis-
co, na esquina.
Na ra daa cruza n. 82, aegundo andar
vende-se urna linda parda de 23 anno>,com
ha lu id ules e com urna Alha molatinha de
5 anuos, muita linda ; urna prela multa oiq.
ca.de bonila Agora a com habilidades; urna
dita de 30 aonos que cosinha,lava etem boa
conducta, e um molecote de aervicoderui
be decampo.
Alinelo, ptima pechincha.
Vendem-se botina de bezerro
trancez, obra muito boa, e muito
propria para o invern, pelo bara-
tissimo 1 reno de 4,000 rs. o par:
no aterro da Boa-Vista, vend
n. 75.
Loja nova.
Vende-se nesta loja, por preeos baratissi-
mos o mais moderno surt ment de fazeudas
Anas a saber : cortes de vestidos de seda
branca, monteleles pretos, ecapolinhos pa-
ra meninas; romeiras de linho com enfeil's
de seda, los pretes, ricos cortes de chamalo-
te para vestido.bem como grs de naples ds
fula-cores dos goat'is mais moderos para
vestido, a corles de 13a de camello com lt
covados pelo barato prego de 6,000 rs. o cor-
mnarcValaverinu'cnod* porcerto. e pela applicaflo que tres nnus seguido tenho feitn do Xarope do Bosque em casos idnticos, o remedio nao ie, ivas de aeda de cores, de torcal, pelica
ros periodos. Eiso que, umiai n^"=e"c'i ut.so em todas as occaaiOaa que Uve de o empegar. Fundado no principio de que a uniSo de varisssuhstancias er necessaria para 6 BUiiii oulras tazeodas tudo por barato
Bartholomeu Francisco de Souza.
RA LARGA DO ROZARIO N. 36.
HE FALSO TODO O QUE NAO' FOR VENDIDO NESTA CASA.
Garrafas grandes a 5,500 rs., pequeas a 3,000 rs.
IMPORTANTE PARA O PUBLICO.
Em consecuencia da continua celebridade do Xarope do Bosque, o propietarios o submetteVam aoexame e experiencia do lllm. Sr. Dr. i. F. Sigaud, dlstlncto medico,
e m.lfctod[ ^^t,ta%^,t?utSCp V?S?ntf?lK%ffio?e. da. tirtudes medicin.e do Xarope do Bosque, tr.n.milto-lhe 6 resaludo de mi-
lllm Sr. -- l-i K w----------j~ _._h-----lm rSuu de v s com de|JiCisSo 0 ,llento venerador e criado
J. Sigaud. >
mu ur'....."". --- -o----- _;. h,.mn ruin Ha an lem tornado alavancs da industria e do commercio, engraodecendo o circulo de sua operac.0e
diaria, .^"I.'&W^^^^^^^ '^ ^ Je A*^ de a d,rig,r, e ter com el,.
< lllm Sr. -- t.m reapoau *! n> i--- "-- -r
nlias indaeacOes sobre o dito remedio no parecer .que vem annexo minha caria.
Rio de Janeiro, 28 de agosto de 1851.
-'ia obersmente, que ella ae ti
ma garntia, ssim como urna i
leito das revoluces que no p<
as cem boceas da fama, quer na capuai, quar n inuimu" .-!.., Uo,u. =-. ...,.-. v--.-^ .-.. ....-------......-|iesuuu,s i.m n:a .. i uo aum cumia
de"remedio peitoral be baseado sobra repet Jas e numerosas curas de bronenites, de afleccOe caUrrh.cs, de _aathmaa,_e mesmoi de__pntl^wa pulmonar^noa "M primei- covados pelo barato preco de 6,000 rs. o cor-
omp^la^u^^
EStiBX*: ." LXT^iK'W. xarope peitor.l .gentes miner.es, ou corpos activo., cuja .cello Ac. depois neuir.l.s.d. pe,. ^XSSSSSS."
I ..._____ 1. -.Una, u Ipnnlitn < ... .______.
angina do peito, e nas le
o seu autor no continu p
u. composicilo ph.rmaceutica e naturalmente pode se enllocar na lista dos xarope de reputando merecida que
uroux, de nesessirly, eos xaropes depurativos de Larrey, de Portal, de Ricord e deDevargie, remedios rni-
todavi'a serem inteirado de su. intima cnmposicSo. .....
do crdito do X.rope do llo-que, depois de li.ver eu feto uso em multiplic.dos esos de bronenites, coqueluche ,
Lam .eudas" e"chric.a"do"a"puTme"a pelo espago de tres ..mus consecutivo. Desejo que boje, que o crdito do X.rope do Bosque esta Armado, que
no? minio lempo de o de,x-r n.c.lhego-i. de remedios secretos, e que faS. .o povo, que ISobfl, .oaiUcio fas ao MU remedio, um beneAcio de
"" -'. ___.....I ..... .Iimiiii ilnc uirliu ul ni
Eisomeu voto sincero, eis a opiniSo que professo em bono das virtudes medicinaes do Xirope do Bosque.
,i.! ...ki.o.mt.k mu rereita tiiso meu voto sincero, eis a opiniao que huiiku om ouU., uo ........... _._.......- ......r------..
gratidlo, gMH yeXse onicamente na ru. do Hospicio ... 4, Rio de Janeiro, e pelos agentes autoris.dos nas prov.nci.s do ..nperio
J. Sigaud. a
Grande porso de fazendjs baratas,
na ra do* Crespo n. i4> loja de
Jos Francisco Dias, a 160 rs. o
covado !
Vende-se urna grande porreo de chit.s
muito fixs, de novo p.diO 'S. coin um pe-
queo toque de mofo, a 160 rs. o covado ;
dit.sescuias cores decaa e de vinlio, e ou-
lras mais cores muito fixas, a 200 rs. o cu-
vado ; ditas as mais Anas quo lom appare-
cido no mercado. Unto em pannos, como
nas lintas, fazenda do ultimo gosto. a 210
rs ; rucados raocezes de quadros, fazenda
muilo Da, 800 ra. o covado ; corles de
cbita irancezas, com barra, a 3,000 rs: ma-
rinos pretos de superiores qualidades, e
1,800, 2,500, 2,800 e 3,200 r.; liuissiuia al-
p.ika prela o de crn fazenda propria pe-
ra palito, a 610 rs. o covado; algo 13o azul
muilo largo, Bl60rs. o covado ; pecas de
breanh. de rolo, com 10 varas, fazenda
muilo encorpada, a 1,808 r. a pega ; assim
como exislem oulras mula fazeudas, por
presos mai baratos do queem outra qual-
quer parte: de tudo se uarSo amostras,
deixando seus competentes penhores
NoPasseio Publico n 15, vendem-se
saceos com alquere de milho, pelo Paralo
preco de 1,700 rs cada um.
Vende-se um prelo deiOannos, muilo
robusto, proprio para lodoservigo : tratar
na ruado Vigario n. 24.
e^ 3 l|2 libras de marmelada por 1,000 rs.
Na ra estreila do Roz.rio n. 43, vendem-
se latas com 3 112 libras de marmelada por
1,000 r. '
Vende-se um relogio deouro, patente
inglez, do melhor autor, muito proprio pa-
ra algum martimo, por ser muilo forte e
bom regulauor, muilo em cunta, por ser oe
gosto antigo : na ra do Queimado, loja
n. 10.
__Vende-se a armacao e ben-
feitorias, da loja da ra Nova n.
6: os pretendentes dirij^m-se a
mesma loja a fallar com Maya
amos.
Venclem-sa caixas de guias fr.nce-
za n. 6, 8, 10 e 12. a pataca, linhas de car-
rito! de 200 jardas cali um; azuladoden.
100 120. pelo pre^o de 80 a 100 rs. ; pen-
tes Anos de marAm de tirar piolhos,* pata-
ca cada irtti; oceulos de (r*o, duss ptU-
cs; sabonetea Anos, 240 rs. : na ruado
Crespo n. 11, loja de miudezas.
~ Vende-se um piano de bom autor, por
preso commodo: na livraria da ra do Crea-
po n. II, se dirt quem vende.
Fumo em folha.
Vende-se na fabrica de charutos da ra
larga do Rozarlo n. 32, fumo de 1.*, 2.' e
3.' aone, em porsBo e a retalho, conforme o
comprador quizer, e por preso que agradara
ao mesmo.
-- Vende-se um molalo de i lado 30 annos
bom para o serviQo do campo boa enchada ,
boa foice, lambem traballia bem do ma-
zado; tande-se mais urna escrava de n.ir;3o,
boa para o servido de casa, boa cosinheira,
lava de varrella : quem pretender dirija-se
no becco do Espinbeiro, sitio de D. Ua-
noela.
Veudem-se oculos para todas as ida-
de, pelo barato preso de 800 r. o par: na
ra larga do Roz.rio n. 26, loja de miude-
zas.
Vende-e urna tenda detanoeiro com
todaa a ferramentas e mais perleuses : na
ra do Apollo n. 13.
Sapalos de lustre.
Vendem-se sapatOes de lustro francezes ,
pelo baralissiuio preso de 5,600 rs. o par;
ditos oAracalv a 8,500 rs. ; ditos brancos,
para liomem e menino a 800 rs. : no aterro
do Boa Viste, ioja n. 58, JantO ao seleiro.
Deposito de panno d) algodo da
febrica Todos os Santos da Ba-
nhia.
Loteria de N. S. do Livramento.
Aos 5:ooo,ooo ders. ,
Na loja de miudezas da praca
Vende-se por preco commodo da Independencia n. 4 > vende-
o bem conhecido panno de algo- se um resto de bilhetes inteiros ,
d5o desia fabrica; em pessa, a meios, nuartos, decimos e vigesi-
vontade do comprador: no escrip-;mos a beneficio de N. S. do Li-
torio de Novaes & Companhia, na vramenlo
ra do Trapiche n. 34.
Azeite de carrapato da fabrica de
Araujo & Filho, no Fenedo.
Acaba de cheg.r maisdesie j conhecido
azeite, ornis proprio e econmico, para
uso decandieirnsdesala, tanlo pela sua du-
r.sSo, como timpeza, e continuar* abaver
sempre um depozito par. suprmanlo regu-
lardos freguezes : no armazem dej. J,T8-
so Jnior : na ra do Amorim n. 35.
Vende-se urna canoa de carregar area,
em bom esta lo: n. ru. d. Concordi, ven-
da de Jos llomingues.
Vende-so um cavallo mellado, bmnex-
quipador, estando um pouco deicarnado: na
Clneo Ponas, n. 81.
-- Vende-se urna arroba de penn.s de
ema : na rea larga do Roz.rio n 26, loja de
miudezas.
noel Nuues Aguedo, ambos com muilo boas
ligOes par. se aprender: na ra das Cruzes
no primeiro andar desta typngrapbia.
CHA i'KfcTO.

ARADOS AMERICANOS.
I Vendem-se arados ame- .
ricanos, ebegados dos Esta- J
JJ dos Unidos, pelo barato pre- m
* 50 de 40,000 rs. cada um: na J
2 ra do Trapiche n. 8. .- $j
iNovus cobertores de tapete a
i,44rs-
Na ra do Crespo loja da esquina que
volt. par. a cadeia, vendem-se cobertores
de tapete, grandes e bonitos, pelo diminuto
preso de 1,440 rs.;em qualidade sio os me-
mores que tem viudo no mercado, por isso,
roconiinend.-ae .os Sr. de engenbo que
quizerem comprar d. pichincha, no se de-
moren], porque j* ha poucos pela estras3o
que tem lido.
Taixas para engenhos
Na fundicSo de ferro de Bow-
man 6c Me. Callum na ra do
Brum, passando o chafariz^ conti-
na a haver um completo sorti-
menlo de taixas de ferro fundido e
batido, de 3 a 8 palmos de bocea ,
as quaes acham-se'a venda por
preco commodo e com prompti-
dao, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despzas ao com-
prador.
Baratissimo.
Vende-se um terreno n. ra da Aurora ja
terr.do, leudo fundo t a ra do Hospi-
cio, e frente 55 p.lmos: tambem se vende
s a ra d. Aurora: a tratar na pras da lo
dependencia n. 17.
i infio de jNantua a
JJOO 18.
Bilhetes int eiros 10,000
Meios 5,noo
Quartos a,600
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Vende-se um niel lio lo para violo, por
Grande sorlitncnlo de fazeudas
baratas.
Panno fino preto a 3,000 rs ; sarja preta
hesp.nhola, de suponor qualidade a 2,500
rs. o covado; selun prelo macao, muito su-
perior a 4,000 rs. o covado; alparca, muito
Ana 610, 800 e 1,000 rs. o covado; cassas
de flores brancas, proprias psra cortinados
de cima, com 8 1|2 varas a 3,500 rs. pesa;
cassas chitas 2,000 rs. o corte; lencos de
cambr.ia de linlio, para liomem a 480, 560 e
640 rs ; riscado assent.do em metiiiy pro-
pnoi par. ropa de meninos a 200 rs. o cota-
do, e oulras muilas fazenda em conla : na
loja d. ru. do Crespo o, 6.
-- Vendem-se telas de esperncete, em
caitas, de superior qualidade : em esa de
J leller & Companhi.: na ru. da Cruz nu-
mero 55.
Luigi caatelucci, em trancez, e com ptima Madama Roza Hardy, modista bra-
musiess, oulro dito em portuguez, por Ha- ... J, ., ,
stleira, na ra Nova n. 34 ,
ueste est.belecimenlo he cheg.do rcenle-
mente, um grande o brilh.nte sorlimento de
modernas faienda, viudas de I'.i n /, consis-
Veiulc-se a historia de Slmflo de Nantua,
a 800/s. : na livraria da presada Indepen-
dencia o. 6 e8.
Cebo refinado.
"'Vonde-se superior cebo retinado, em bar-
ricas, quepbr muilo superior se recominen-
dapaia o fabrico das velas de carnauba: na
ra da Cadoia Velha, armazem 11. 12.
Vende-se superior cha prelo,
em caixas de 3o libras cada urna :
em casa de J. J. Tasso Jnior, na
ra do Amorinn. 35.
Na ra do Apollo, no trapi-
che do Ferreira, vende-se cal vir-
gem de Lisboa, em barris, chega-
da ltimamente no brigue Laia ,
pelo diminuto preco de 3,5oo rs.
l'ccli india.
N. loja do P.sseio Publieo n. 15 vnde-
te superiorc.l virgem, chegada ltimamen-
te de Lisboa, por preso muito commodo pa-
ra acabar.
Banana e goiaba.
Veode-se superior doce d'aquellas frurtas
do mais .Ano quo, h. : n. venda da ra
d. C.deia do Itecifo defronte do Beco Lar
go 11. 85.
Vende-se mais barato do queem ou-
tra qualquer parte, ricos manteletes pretos
,1 de coros : na ra da Cadeia do Recife, lo-
ia 11. 18.
Vende-so um preto dn nas3o,muito bom
trab.lhador, e moco, com tanto que srja pa-
ra o mato : lambem se troca por um. prrto
creoula mocamba : na ra do Hospicio
o. 4.
Moinhos de vento
com bombas de repuxo par. regrar hortas
o b.ix.s de c.i,. 1111 n. fundisode Bowm.ux
& H. C.lhe.'ii: na ra do Brum ns. 6, 8 e 10
Grande labrica de chapeos de sol,
de J. Falque la do Collgeio
n. 4.
Nesle "novo estabelecimento recebeu-se
um novo e lindo sortimeptode chapeos de
Sidos ultimo gostos, tanlo de aeda como
de pa 111 libo par. borneo e genhora, de ar-
maQflo de balei. e de asso que se veodem
por menos preso quo om outr. qualquer par-
le; grande sorlimento de cha malote, sedas
e paiiinho em pos. de todas as cores equ.-
Iid.des par. as pesso.s que quizerem man-
dar cubrir armagOes servidas. Completo Sor-
limento de biloias para vestidos esparlilhos
pare, senboral, fazem-se umbellas de igrej. a
coucerta-se qnalquer qualidade de chapos
de sol: lodos os ohjectosacim. uiencion.dos
se vendem em porsAo e a retalho, por preso
que agradar* .os freguezes a vista da quali-
dade.
Farinha de mandioca.0
-- Vende-se sacos com superior farinha
de mandioca a presos rJsoaveis : a tratar
com J. 1. Tasso Jumo* ra do Amorim
n.35.
tindoalm deoutrasfazenlas.em licoscibe
SOes pretos de blonde; mantas de fil de seda
preta bordadas a imitaso de blonde; .ssim
como capolinhos pretos e de cores, muito
proprios para os actos da semana Santa.
Velas de espermacete.
Vendem-se velas de espermacete, em cal-
xinhas de 20 libras: na ru. da Cadeia do
Recife o. 48.
Alli'iu "ni.
Na ra do Rosario estreita travessa para o
Queim.do, dopotilo de J0S0 'os Mande da
Silva n. 39-A-, continua-se a vender I.las de
ararut muito supporior como he sabido;
vende-se em libras a 400 rs., bolachiuha, re-
gala muito Ana a 320 rs fati.se biscouli-
nlio de ararut. a 320 rs., bolachinh. ingleza
a 200 rs., dita quadra la a 240, f.li'S e bis-
coutos mais interiores em Mu a 200 rs ; o
anda vende um. pequea poign de biscou-
tos de renos que para acabar vendem a 480
rs. um embrulbo contando I duzia, vende
lambem estantas e amen loas por commo-
do preso, poitanto o frei ferir, a vista do preso e qualidade.
A melhor farinha de Mag,
a 2,500 ra. a sadea, dinheiro vista : no ai
m.zem d. esqurna' d. Alfindega.
Vende-se lona americana de algodSo,
muilo encorpada, proprias para tola de na-
vo,rodas e denles pertencentesa bolinfites,
escovens e gollas tudo de ferro cosdoina
ru. da C dem Velha n. 37.
fCspartilhos muito commodos.
Vendem-se em Cisa de mad.aia Theard 11
ra Nov. n. 32, eSpartilhos do todas as qua
li ladrs, com costura e sem ella, e com car-
retes os quaes So mu commodos para s-
nhor.s bastante gordas e secas, e que 080 se
eucontram nesta cidade por serem boos de
mais.
Cortes de tapetes a 100 rs. o par ,
no aterro da Boa Yista n. \!\ ,
defronte da boueca,
ha chegado corles de tapete, para sapatos,
com um loque da avana, a 100 rs. o par, e
limpos, a 3i0 rs.; couro de lustre o melnor
que ha, a 2,500 rs. a pello; sapatOes de lus-
tre, para nuim-m, os uielnores que tem viu-
do d. Baha, a 3,000 rs.; ditos do Arac.ty,
a 2.500 rs., e brancos, a 800 rs., de orelha, a
1,000 rs.; assim como, um noto e completo
sorlimento decalssdos franceze de todas
is qualidades, lano para liomem, como
nar. seniora, menina e menino, tudo por
preso multo commodo, a Ara de se apurar
dinheiro.
a,400 rs. a pele de lustre.
Vende-se ptimo coura de lustra a 2,400
rs apello: no aterro da Boa Vista, loja o.
58, junto ao seleiro.
modo, superior viobo do Portu,
em barris de quarto, quinto eoi-
tavo : no armazem de Jos Joa-
([iniii Hereira de Mell no caes di
Alfandcga armazem n. 7 ou
com Novaes & Companhia, na ra
do Trapiche n. 34
Vende-se umn malee, do bonita figura.
na ra da Cuia n. 64.
Mel baratissimo.
Vende-so mel de assucar a 200 res a ca-
ada de 8 garrafas : n. ra d. Concordia D.
8, refin.so francez..
Sedas, no aterro da Boa Vista, lo-
ja de calsado n. i4, defronte da
boneca,
ha o mais superiores corte de vestidos de
seda pretos e de cores, de muito lindos cos-
tos e por preso, que muito animara ao com-
prador.
Enfeites prelos para vestidos.
Em casa de madama Theard na ru. Nova
n. 32, acaba de receber muito lindos enfei-
tes para vastidos pretos, tudo que ha da
mais moderno e mais rico que vende por
preso commodo; tambem recebeu .o mes-
mo lempo muito ricos c tes de tesliJos
pretos de gorgrSo, e outra f.zendaa pro-
prias para a semana santa.
Vendem-se saccas com fari-
nha de Santa Catharina a i,i\o
rs. : na ra da Praia de Santa ni-
ta, venda defronte da ribeira do
peixe, n. 1.
Vende se na ra do Apollo o. 18, mer-
curio chegado de Lisboa do superior quali-
dade, por preso commodo.
-- Vende-se um negro padeiro: na ruado
Amorim n. 33.
Escravos fgidos.
Drs.pp.receu no da 21 do passado.de
bordo do patacho brasileiro Alegra, o prelo
de norme Francisco; hecosinheiro, estatura
baixa, magro, lem signaos nas costas de
castigo, ps cambados, pouca barba; ievou
camisa e caifa azul, chapeo de pal na; cons-
ta que esta acuulado em urna casa no becen
largo : quem o pegar pode leva-lo a casa da
.V> .ar* & Companhia na ra do Trapictie 11
34, que sera recompensado.
No dia 28 de fevereiro desappireceu Jo
engenho Cajabussu' o escrato creoulo ds
nome Mariano, bem preto, altura regular,
com falla do denles, temar alegre, h. nu'i-
ci. certa de ter s.-gui lo para a freguezia da
Cacada, e ler Acedo por abi mesmo: quem
o peg.r leve .o aterro da Koa-VUU n. 43,
ou no inesmo engenho cima que recebera
100,000rs. de gralilicagilo.
. fTesappareceu no dia 10 do miren ura
molecote do nume Cardoso, que representa
ler 20 nho de idade, baixo, cheio do cor-
po, cor um Unto fula, nSo tem nenliuma
Barba, tem urna especie do arisiuu nos ol-
ea nhares, Ievou camisa a ceroula do algoda.
ziiiliu, chapeo depalha: roga-se as autori-
dades policiaes, campeonas ou qualquer
pessoa, o prenjsm e levem ao eu senhor
Sebastian Antonio Paes Brrelo, no engenho
llodirn, ou nesta presa na ma das Cruzes n.
40, que serSo recompensados.
Em principio do annO passado desap-
pareceu o mulque creoulo de nome Anto-
nio Ca a na, representa ter 16 a 18 aiinosl11'
e iiiAos grandes,bocea e denles grandes,lem
em cima de urna orelha a uobra cortada, ha
prob.bilidade de andar na freguezia da Es-
cada: quem o pegare levar ao aterro da Boa-
Vista 11. 43, ler* 100,000 r. de gralil!cjc3"-
Desappareceram do engnuho Tabocas,
na provincia da I'arahyba,. 26 de marco P I'-
os escravos Joflo, It.yinundo.e alaria, prel"5
e Antonio Cabra : quem o aprenender e
entregar nesta cidade na ru. das Cruzes n.
II, ou na d. I'arahyba em casa de los da
Silva Coelho, ser* geuerosamenie recom-
pensado.
MUTILADO


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EDFDAFGAJ_19PTGL INGEST_TIME 2013-03-29T18:44:11Z PACKAGE AA00011611_03613
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES