Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03612


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Full Text
-*7
""' '
Ano XXVIII
Sabalo 3
de Abril de 1852.
N. 76.
rnrjgo ata gVBoai9o.
PiMkutttro Adisudo.
tt ttintttri............
,or,emesire.............
fa, anuo t a
PtooBlirrao outummi.
t* naartel ..
' 4 otioiai do KPinio.
_ i a de Marco Minas... 4 de Mareo
y.rVub'ao Bde dito !9.P.iito. 4 de dito
r.., H de dito. R. de J.. 16 dedito
Par.blba. 20 te Marco Baha... 2o de dito
4/000
8/0
Vuao
4/500
DIASDA IIM1R1,
29 Seg. 8. UertholJo
AUDIBTaCl*.
JuisorJ OrpM
as. Joas e Pastor. 1. c&. l 10 horas.
30 Terc.S. Mino.
31 Quart. S Ralblna.
I Quii. Macarlo S
Sulntinlano. .
'XI. S. Alinlano.
.1 Sab.S. l'.ucraoio.
4 lloin. f Itanioa, e 0
da Quaresma.
I. varado eivel.
3. e6. ao relo-da.
Panuda.
3. eS. a 10 hor.ii.
2 vara do civet.
4. esbado*ao rnrlo-d.
HesncSo.
Tercas e aih.dps.
itiomiiii,
resceate 27, aa 5 hora e 41 minutos da t.
Chela a 4 aoa 5 minutos da in.
viingomteill, as hora e 41 minutos da t.
Nova i >, as g horas e 26 minutoa da mi
rniiaiBDi eoji
Primelra 3horase 2 minutos da tarde.
Segunda s horas e 6minutos da in.nbaa.
risTiDii oi conmino..
fiol.an. e Parablba, as segundas a seitas-
felnt.
Rlo-Crande-do-Horte,todai ai qulntas-felraa
ao me Garanhnns e Bonllo, 8 e 23.
Roa-Vista, e Flores, 13 e 28.
Victoria, s qulntas-felras.
Ollnda, todoa oa das.
KOTiciai isiniaotiaii.
Portugal 13 de Marro
Hespanha. 8 de dito
Franca ... 7 de dito
Blgica... 3 de dito
Italia*.... 4 dedito
Alrmaoha. 3He dito
Prussia .1*. 3 de dito
Dlnaimhjta 28 de Fevr
Ruasla... 10 dedito
Turarla. a4 de dito
Austria .. 3 de Marco
Sulasa.... 2 dedito.
Suecla... ?6de Fes-r
Inglaterra 0 de Marco
E.-Unldoa 25 de Fevr
Mxico... 31 de Janr
California*?! de dito
Chlll. T2 de dito
Humos-A. II de Fevr,
Montevideo llj de dito
%*i*nio DE lilABUt.
Sobre Londres, a 27 a 60 d.
t Pars, 355
i Lisboa,90 por canto.
itr.TAEa.
Ouro. Onc.s hrspanhnlas... .'.'.'.'."i. So.
Bioedas de 6/400 velba......._ 16
"de 6*400 novaa.......tT16
> de 1/m'O...............,
Prata.PatacSeabraalleiroa..,.......'.
Pesos columnarloa.. ......i
Ditoa mexicanos....... <
PARTE OFFICIAL.
T-
MINISTERIO P i CUF.RIU.
R.|,cJo dos olllci... promov,OS por decre- Tbre ..pr.en?.^." do secretarlo infrio, da
provincia, inandou por deliberaco de 7 de
na aaslduidadr, com que se nppllcain sos tra- f qne |n-aaui sobre a presidenci.de umadaa mais
baluo da casa, na qual conta quasi dezessele' importantes provincias do imperio,
annas de servlco. I Daos guarde a V El. secretarla do gorerno
A Inri dessrs empregados eafccllvos, existe [ .le Pernainbuco "4 de feverelro de 1352.
lie o antecessor de V. tic, Illm. Esm. Sr. Vlclor de Ollvilra, preaiden-
lo de 3 Up correle.
12.* Inialha di infaltara.
Para major:
agosto de 1850 admiliir para coadjuvar oa tra-
balhos do archivo, percebendo uina gratiftea-
0 major graduado do terceiro bstalhlOdl (o meosal igual ao ordenado doa amanuenses,
C.uilberme Xavier de Soua, paga pela rerba de errntuaea. F.m seguida a
esta exposioau achara V. txc. aa coplas da re-
presenucao e deliberacau a que inc reliro. Ha
tambenv dous serventes com a grattftcacao
inensal de iii res pagos pela quantia coosi-
fnada para expediente. ass'.n esta quanlla
a mu diminuta e losuflicirnia para oc.-.ur-
rer aa neceasidadta do servica, he alada des-
ue parece deveria
mesis arma
porantinuidad. ,
. 13 o batalh"o de infantari:
Pira major:
0 major graduado do U. batalhlo da
m-sim arma JsCiotho Machado" Bitaocourl,
por aoliguidala.
tatalho dodtpoiito-
Pa ra major:
Ocspito graduado""do 11.' btalhSo da
magma a/ma l.uiz Anlooio Forraz, poranti-
guidada. '
Corpa da guarnido fiza dt Goyas.
Para major :
OcapilAo do 13' b.talhSo de iorantaria
(aleada par ata). nmtm, qu
aer felta sob ourrorntint **
Apraaento V. Pi. o qoadra o. 5 demons-
tiauvo do expediente feito por esta secretarla
do goyerno em todo o amo de 1*51. e a ta-
bella numero 3 comparativa do expediente de
quatro das prlncipaes provincias do imperio,
e das despexaa fritas cora o pessoal e materl-
de cada uina dellas, segundo as respectivas
llcrcaUooSanches da Silva Pedra, por me- lela do orc.mento com declaraco do numero
reclnenlo inda uma vez comprc-rado no de empregados de caua una. Pelo exame
1 t .... desses documentos ohserva-se I* que a pro-
caupodebalalll.. I vinel, do Rio de Janeiro despende com a se-
Carpo de tauie do exerello. | creltrU da presidencia 23-4001. red, sendo
Para pimeiroacirurgiOej : 115:600/ reis com o pessoal, e 780o/ res com
i"onents,os S'-gundosciru-ginjs alferes Ale- material; tem a secretaria 17 empregados e
xaudre de Aiaujo Ribeiro.
Francisco Antuniu de Azevedo.
Jos Antonio dus neis Montenegro.
Nanoel Adriano da Silva Puntes.
Agnello Xavier da Cosa.
Cynllo Jos Pereira de Albuquerque.
m'iii'i'l l.ourenQo Estrella.
J -' J ii i ni Machado.
Pedro Tilo Itfgis.
Prsxedes Comes de Souzs Pllanga.
'ferino Justino da Silva Meirelles.
Jo.io ili Cruz Santos.
Amonio Antones da Luz.
Jouatnas Abbott.
Repartl>;So eccltiiattlca.
expedio ein 1850, segundo o relaloalo do Sr.
couselheiro Padrelra no acto de passar a admi-
nistrado ao Sr. Vlce p-esidenle Faro 10:497
ppela: 2 que a provincia do Rio Grande do
Sul, aendo alias de categora Inferior de
Pernaiiibuco, despende com a secretarla
17:920/ res, sendo reis 14:720/ cora o ptssoal,
eris3:20"/com o material: tem a secretarla
te drsla provincia. O aecrrtarlo da provin-
cia, HonorioPtrcira dt Alfredo CouliaAo,
INTERIOR.
CUHRESI'UNDENClA DO DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
Parat)6a, 88 demarco de 1852.
Seguio hontem, como Ihe noticiei em m-
nha ultima, o presidente para correr a prt-
ni> ira e segunda cgmarca ; e anda subsis-
ten! minhas espprancas de que elle rollara
ronhnrendo o estado da provincia, suas oe-
cessidades, e o quilate das informacOes, que
aqu Ihe davam alfoni intitulados amigos
da patria. Algumas pessoaa de considera-
c8o acompanharam a Exc. at o engenho
Santo-Amaro, d'onde voltaram desejanJo-
Ihe boa viagxm, eque Dos Ine facilite os
meios de conhecer a verdade.
1.ii mu em compsnhia de S. Ele. dous de
s'us nian'is, que com elle aqui estavam, o
Dr. I.scerda, o segundo olllcisl da secretaria,
major Natmdade, o capitSo AiTons, exer-
cendo de ajudante de ordens, visto lerdea-
do na capital o alferes Athayde, ajudante
de ordeos e o secn-tario do governo, paia
nSo parar o expediente de maior necessi-
daoK
Com to billa companhia tem S. Exc.
de fazerilegre viagem, aenSo for contraria-
do pela chuva, que tem estado impertinente
iivitiana ,.
15 empregados c expedio segundo o relatorio i ne-t'S das. _.:j.j.
do sr. general Andreas aposentado em 1850 | Os thug>i n.lo teem apresentado novidade
assemola provincial 16:818 papis era pou- .nova ; mas nSo tarda.
comis de um anno, isio he, desde 10 de Creio que em Alagoa Nova fogiram uns
abril de 1348 al 3o de abril de 1843: 3* que prcos de alguma cunsi leracSo ; e, se he
a provincia da Bahia despende com o pessoal gxgci, a noticia, temos mais essas fras sol-
de sua secretaria 17:9721 reis e com o material (BS contra n6a.
J;50"/ total 30:47i/rels.
Nao achel- em neohuiii dos relatorios lti-
mos a declaracao do numero dos empregados.
Para c Oscspites-alferes padre Cuillierme Paulo Quanto ao expediente consta do relatorio de- si
Tjbirv I84e?t|ucde2l de seiembro de 1847 a l de n
P.dreJ-'ronymo Mximo Rodrigues Cardim.'marco de i848, Uto he, em ... espsfeo de tiro qje recebeu no domingo de entrudo na
i'alreMauojl da Vera Cruz.
Corre por aqui que o seleberrimo fscci-
nora Miguel Pereira est em Cruangy, ou
suas proximidades, sob a'proteccSo do Can-
vieira, com uma perna quebrada de um
quanto inaolente honver, para que as defe
saa que possa produzirao meuSosiaa--n8o
sirvaro de prora conveniente de que eu sou
lie, e elle eu, conslituindo-nos uma--bin-
ala.le, como quorem aquellos heregea da
rer.ladn, e .lo poder.
Tenlia paciencia com eatsg minhas conti-
nuadas digreasOes, s quaes bem desejtra
furtar-me; mas o dever, que me impua de
fazsjr lembrar minha provincia, noticiando
3U3S oceurrenrias, tem desafiado contra
miro as iras daquelles, cujoa fados no ao
milito puros, ou qun temem rer um dia pu-
blicados os que anda o nSo teem sido, e tal
descarga de maullos me teem dirigidos, que
nfc posso deixar de, n'uma ou si'outra oc-
casio, darlhea cabal resjosts.
lastimo d'alma que apparecsm homens
disposios a desacreditar a moral de meus
patricios ofTerecendo-seaos olhos do publi-
co recujadoa com o vergonhoso misier de
calumniadores e detractores; mas corre-me
a obrigaeflo de mostrar aos homens sensatos
que tal occuoacSo apenas he exercida por
urna meia duzia, que querem tomar o titu-
lo de-chefes da oppos'tSo, os qoaes nSo s3o
os menos cheios de melgueiras.
Estou prompto a entiar em uma discus-
so mais nobre com todos elles. Declare
cada um o s-iu nom, que eu farei o mes-
mo, o entilo argumentemos, mesmo ad
hominem, se quizerem. Assim o proponho,
porque nSo temo apresentar-mo com capo-
te, o que nenhum delles far, e porque ja
me lastimo de ver oulrem suffrer por mi m.
Senllo aceita rom, entSo calem-se ; porque
os corardes devem "recolher-se ao silencio
da miseria ajjue a natureza os votou,
divisSo imperial, que foi instada para que
nSo se reti'asse seni receber auuello publi-
co lestemonho do poro argentino.
Apenas chegou poita do edificio o iin-
rechal brasileiro e a sua ollie alidailc, agi-
tou-se toda a reuniSo e soaram rarios vivas
aos libeitadores, ao imperador do B-asil,
ao general e a divigo hrasileira i viva3 que
liiiiin enlhusiasiicamente appiaudidos. As
honras do baile couberam ao general braai-
leiro e seus offlciaa, sendo o genral U'-
quiza o primeiro a dar o exe.nplo deata dis-
tmceSo.
Eis o que refere o correapondenle.do Com-
mereio del fala em data de 6 sobre as de-
moiistra0ea feitas i diris*o imperial no
da da sua partida para Matee video:
O hrigideiro Marques de Sbuza embar-
cou liontem. Numerosa reuniSode pessoas
distinctas o acompanhou at o molhe, e al-
l apresentou-lhe um lbum assignado por
todos e com o seguinte cabecelho :
Os Argentinos agradecidos a seus liber-
tadores, oflorecm esta recordapSo ao Exm.
Sr. bngadeiro Marques de Souzs, chele da
divisSo brasileira, que concorreu coiu o
exeicilo alliado libeitador para desmoronar
a lyrannia da) Rosas.
Os Argentinos vivamente d'sejam que
o ralete bngadeiro Marques de Souza se
convenga de nossas sympalh.as pelo impe-
rio do Brasil, cujas iuslituicO'8 apreciamos
porque nellas vemos a garanta da liberda-
de, daurdem eda prosper laJe de que fe-
lizmeme gozam os Brasilbiros.
a Que nossi allisnta seja indissoluvel I
Que a felicidade do imperio ndo seja inler
[rompida! E que o Sr. brigadeiro Mtrques
GOVERNO DA PHOVNCIA.
Illm. Eim. Sr.
Em observancia da ordena pela qual exigi
Estamos elperancados de termos a procis-^de fcjouza censerre uma recO'dacSo agrada-
sSodos dsssos, e tambem do Iriumpho, mas. vel do nosso paiz Estes s3o os votus que
Semana Sincli-nitlis ; fazemos no momento, para nos t.isle, em
Kindaram-se os trabalhos do jury, tendo que o Sr. brigadeiro Marques, frente dos
harido seis ou sete julgamentos, nos qu>es seus valentes soldados, se alasta das praias
apenas trea individuos furam coodeinuados : argentinas a
um a gales perpetua,e dous a poucos mezes. desposta do Sr. brigadeiro Marques de
de prisosimples. Souza:
Crandes empeolios appareceram, segn- a Senhores.Eu cordialmente ros agr-
gunlo me informan), para a absolvilo do deco as nimias p.ovas de sympatlna e d-
coinlennail.i prisSo perpetua com traba- extrema benevolencia que vos haveis dim-
itios; mas emllm a justirja prevaleceu, sen- na lo dar-nos, por haver-nos cabido a Tor-
do bastante maltratado o seu orgllo pelo ad- tuna de poder concorrer pira a restaracSo
eu a da liberJsdn desia repblica e tanto mais
cas-l por sorem ollas a garanta segura de uma
por allianca duradou.a eolie a Couiedera(3o e o
o anuo'dVi'oSr segundo "o quadro n. poucos ias eslive com um individuo de l mais de uma vez o fez couler.- i Imperio do B a-il.
3, 23 558 papis 'p,8 me asseverou, que os rauesso anda Aquello moco parece ler perdido um pe-1 Possui ios da mais intima gratido,
Fica pois domonstrado que a provincia de ronservam as .armas ; e que apenas entre- queno resto d sonso que Ihe licou de suas sempre ra remos votos arde..t;8 .pela paz e
espediemeda secreta- garam ao llr. chefe de polica seis granadei- rapaseadas, senSo lembrar-lhe-hia, a bem prosperidad.) do heroico povo ar|ioiitino, o
quasi (1 metes expedirain-se 9.008 papis, o occasilo em qu9 commettia duas morles.
I :
1
1
t .
10 >
20
(0 a
400>W)0
-on/ooi]
pnenies, como agora acon-
que
e outros bam sido subineltidos ao exame de a oxped.. no da
V. Ri. Os registros do auno passado que, tece, i.m ceu aaHi um artigo'inserto no Diario Novo, faccBo.
S5f VSISFS&S 2 WJtJS^^TJSSSS^ o9uUoutro,0rrfaroV^,em quese af- Basta por hoje S.ude e qu.nlohe bom
c n'uid eceepta da correspondencia! tra. Secretaria, ina. refeiindo-rae a I. ...na- firma existir em P.|tll um 10dlviduo que lh desejo.________________
comas aulorld.des judiciarias. que esta aira-1 efles particulares, posso efflrmai que pelo ...e- ien,io Sido recrutado, fora solt depois de, JANEIRO 23 DE MARCO.
ado oito me.es, eJ da correspondencia cora no. o. da llahla .Rio de Janeiro rto JflAJS fl,rr,do com C. S., e que esse individuo as- paaJ,fJ0Zl.,Lx datas d" Montevi-
a ihesou.aiia provincial, que esl atrasado \ avullados que os desta. Segundo o calculo geverar, quo na me9m. oCCSSIO moitOS OU-1 MNN do hu irouxe da isa d''"'"'
ire.mexes e..,U eco... o oramandante das; apresentado pelo Sr. Conselhe.ro S" I ,ros t.nihem O for.m por um ollicial de pri- ^0 a o 10 do Crrente, e de Buenos-A J res
armas e mais nloridadea militares, que esl n.os, na Sessao do anno P""; P"'le";<"> meira linha. que II es appli cava um ferro em i,e .. ,___. .. _--.
atiasadoum inri emeio. Os Tlesic auno es- portar os emolumentos Jo Olhcial Malor em i I I O Sr. marechal de Campo barSo de Porto
lam lodos em dia, fallando nicamente a cor- 586,150 era um anno, os dos Omciaes ein """''. if h nnoosica Alegre chegou no dia 7 desle mezaMonle-
respondenci. com a. autoridades Judiciarias 493 810 r,., q^uoldo. arn. deuad.. mmOf,e^Uc0^at.?jh/an,:f j, ^P^^ video com o resto ti. divisSo imper.al expe-
c diversas. Sendo Imnerftia rlaa.itcacao nrefaiem o 1. l:58b,l&0-e os J.-i.iob.bio e convencesen
as autoridades Judiciarias 48 810 rs., qia> unidos .os sena ordena
Imperfeta a claa.ilicacao' prefaiem o l.T.586.1M)-e os 2.."-i:v68,
riwl estabelecida na aecre-, e assim por dianie Ora os Empregados
rtigo, que muito honra a opposicSo Alegre chegou to dia 7 desle mez a
ice--sem contra-de que ella nSo tem V'deo com o resto da dmsSo imperia
dicionaiia.
O 2.o regiment de cavallaria, comman.la-
de tjdo parle as mentiras com que se tem pro
a" \ curado mover o povo, vai produzindo o
rm.aden.aran. ncii. o podero aer, seno no do que a Reparlicao trabalha efletivainente ca e de IIi em Sua defesa. DirRo que eu SOU
, ... J- -I- .. A a----.. .1^ ...... I, ... lie iUmiiiII tin4____ ., I ;_..., ,,,l,i l,i n mau quaillA rail
orrenie anno, por Icrcm de rccolher- de.de as 9 horas da inanbaa al depola das um mentiroso, estpido, e mais quanto resa
ir os que penden, de solucao e de ioforinacdes 4, e mullas veles depois das a Wa^lJ JO- geu r,quissi(no vocabulario de insultos, e
de diveraas autoridadea-
Todavia, apelar da assiduidade e icio do
olhcial archivista, e doa bous desejos que
moslra no deseuipcobo dos sena deveies, no
da larde ; e ainda assim o servlco'nao
nqu
descomposturas, o com isso querem occul-
ras o. mm c .n.u......... ,, 7-------descomposturas, o rom isso querem uccui-
H fax cora a perfe.jao e latalW*M t e8lSo pre9enles om ,odas
SS \^fi&XXTiASS. .al.mbr.ne.;.. vRo-se p.ss.ndo aob todas
Ol baialhoes de infantari
ram n'um dos molhes da cidade, seguiram
ao som de suas msicas para os quarteis
que Iheseslavam destnalos, e que silo os
mesmos que oceuparam os francezes.
OSr. conde de Caxias mostrava-se empe-
ntado, com lodo o zeloquese Ihe conhece,
em que as tropas imperi.es se con luzissem
com disciplina e tivessem "
uma conducta
: qualqurr materia q
lenha conhecer desde sua origein, c e.tud.r
un tod. sua marcha, torna-se estreinamente
diQicil, e morosa por taita de ndices, e re-
achada
qualqurr objecto, a expedir depois as or- (rj~jjas p,,tou convencido de q
dos em cooformidade d".d'l^r,'.';'j';^* ho no numero de hontem nRo
presldeocl
O menle, e liinitar-sc
pe.turios que faciliten, a busca e achada aa d.menie. a lliaMMO n_"""J'"" "T rte n.cRo : pois o primeiro que tere a reliz nnsdomio
mediar seria preciso ura aturado trabalbo, e
habis empregados.
&ervicos ha oe Mnima Importancia que san.
irregularmenie fritos, como por exemplo, as
info.macoea que era virtude do artigo 37 do
regulaiueiito numero I JO de 31 de Janeiro de
1841 devem o. presidente, das provincias en-
viar de 6 ein 6 u.eies a secretaria de estado
dos uegocioa da jusiica acerca da maneira por-
que os junes muiilclpaes, de oefios, e promo-
lures qne forera hachareis formados servem
os seus lugares. Sendo a prallca ate" agora
srguida, pode mallas vexes acontecer que
> fiMM.il oa docuiuentna que lem de servir
di luse a casas ioformacoea, e assim a aecre-
taiia se ade privada de lornreer o. dados
precisos para u.na informacao circunstancia-
da como o exige o regulainento.
Oulro Irabalho que inulto convirla crear,
n i tnn legisiru ciriuinst.ini iado de lodosos
cuines gravea que ae commettera na provin-
cia, no qual ae conaigna.se, por assini dlier,
a historia de ludo, cases crlraes, e seus auto
res, at o momento de seren eases entregues
ao jiilganieni'i dos trihimaes competentes.
bulla.u-nic deaejia de nieilior regulari.aro
lervico desta repaiticfio, e elrvidarel para o
conseguir todo, os rsfor(os: maa com o nu-
mero de empregados que actualmente existe
ii.u, lie isio pussivci, salvo ae para adiaotar-se
mu serrlco, deixar-se en. atraso outros nao
ineno. lutport.ntes.
Pelo que loca ao pessoal, dera informar a
V, Kx. que achara se preenchldo. todo, os lu-
ga.e dcsla reparlicao, a saber: alera do se-
cretario que he noineacao, do governo impe-
rial, um official malor, la olliciaes, dous
riciipimaiios, quatro aaianiieu.es, um por-
lelro e tre. continuo., ao todo dese.cte erapre-
Sido
de
Disse-me mais, que ltimamente appare- do, mxime quando o advogado he de sua gil nos irestou, e da recep^So que em Bue-
noAyi-.-s tere a d vis,". brasileira, nin-
guem podera duvidar do quanto he fcil
estabelecnr relacOes eslreitas de amizade
entreaconfed rac e o imperio.
O general Urquiza saho de Palermo com
o Sr. ma.eclial narRo de Porto-Alegre paia
assistir ao embarque da divisao, e chegou
quasi atao caes, retirando se d'ahi a ins-
tancias do Sr. barRo. Dirigi a este Senhor
e a Sr. ron le de Canas os seguimos olli-
cios, nRo sais-fo.to com a proclamacRo que
ja havla diriguo ao exercito h asi I iro, e
em particular divislo expeJiciooaria :
0 SR. CONDE DE CAXIAS.
< Viwri a Confederando Argentina'.
a O goveruador eca^itao-geuoral da pro-
vincia de Eulre-ltios, general em chefe do
exerclo alliado.
a Quarlel-general em Palermo de Ssn Be-
nito, i' de marco do 1853.
< ao illm. e Exm. Sr. cond) de Cazias,
general ein cnef<) do exerclo de S. M. o Im-
perador do Brazil,
Ha-mi) sohremaneira grato annunciara
V. Ex. que terminada gloriosamente a cam-
.lanli. contra o tyranno D. Juan Manoal do
Rosas, pane j para pr-ge dub.ixo das or-
deuadeV. Ex. s virtuosa columua que se
lignou conliar-me.
Os valentes qu i a conipdem, liis i voz,
-a honra e aJigiu lala de sua patria, cor-
responderam com usura s lisongeiras espe-
i ancas dos governos alliados, egrangearam
as mais respeilosas sympalhias do Grande
Exercito, assim como a de lodos os povos
argentinos.
TRo sobrios e resignados a supportsra
intemperiee as didlculdades de uma cm-
panha rida, como disciplinados e valentes
ante os c.nhaada Caseros, no di. da lm-
morial b.t.lha contra o lyianno, souberam
galibar uma iejulai;3iibe>n merecida, e ac-
cresceot.r uma pagina bullanle a historia
militar do imperij.
> Seu illustre chefe, o Sr. brigadeiro D.
Manoel Marqjes de Souza, todos os benem-
ritos chafes e ofQciaes que livera n a honra
de levar ao combate soldados Uo aguerri-
dos e virtuosos, provaram que sRo dignos
dessa conli.iiQa, e ere lores a gralidRo de
seus compatriotas, a dos amigos da liber-
dade em ambas as margeos do Prata, i do
seu patritico e liberal governo,o especial
de V. Ex., a cuja sita considerado tenlio a
honra oe recommenda-los.
Digne-se V. Ex. aceitar as corJiaes e in-
timas felicitacRes que como general am Che-
to- as vistos,
tomou nRo aei que
assim como reco-
epislQlasa mimdi- exemplar, imitando assim o nobre compor-
ue a ques>-',"ne"tod" divisRo franceza sob o comm.n-
o mes- ''" ddistiucto coronel Duchateau.
"'"o .'bsofula'incni"!!- tato^*V sim'de ouTro," Aragqnez A. n
nos domingos a tarde na prarjs da Matriz, e
am grande concurso de um e ou-
Para obviar i este, enconvlentes julgo in- cedo nSo entrar em lica.
dispenaavel i. augmeiiiar i numero de, s jn como for brevemente darei ao Mr.
cmpregdos : dar-Ibes rencimentos que jrr, e0//aJ i,| respost, que elle querer an-
garantindo-lhea os nielo de decente suban- oftar as orolhas, du que, intromelter-se
fenela. o, convide a -PP'"'"- '- ov.men.e com.go.
^^l-^: r roe'cT,, ve5r. ;,",; W.T. dS:. um -** ** w.. .od0,n.ogo.
SE '^iS^W-^ S^rr^p^Tri. T^Zm; d.^r.,n.Ur4ldC:poisPdee"ur,n. camp.uba. c2u
l.. ... ._ .____a. ai....a ....- ..,,-. ____i
A chegada dos bitalhdes brasileiros, no
mesmo momento em que os francezes ac
bavamde.embarcar, fez que a f.lla desles
nRo se tornasse sensivel quanto aquella dia-
traccRo. As msicas brasileiras tocam todas
as noiles, as 8 horas, porla do general em
c.tabelecido o syueraa de dlvisao por .ec- m,s eu tenho uma receita para faze-lo co- sram furor em Buenos-Ayrea, e nRo meaos
ce, cujas vantageos ura sido reconhecldas rerdsde usarei della, porque es- rBo agradando em loiitevideo.
pela pr.tic. nuito conv.ri. que a ..se.,.- tou'rM(>lv,U0 a nR0 ler m.is melindre com Nor.s m.nifeslacOas de amiz.de e de re-
bl. legislativa provincial autorisaa.e a V. Ex. '"" ,""," aimocreves embo- cotihecimento nos deram os Ponenhos por
a adoptar cate sy.tema ne... reparlicao. e ""'^""'pTLi, JEJ per- occasiRo do embarque do marechal de cam-
dar-lhe um novo regula.i.enio I ra ae,Mrt.dos com um. espade perg. pwt(| A| 8Ua ,fMOm
Sob n. 4. levo a presenca de V. Ex. a ubel- minho. | f d adid, n3,. nodia ser mnis, locante
la da oreanisaco que me pa.ece a mala con- Ful calumnia lo pelo anteceisor do peJ.n- A ae,|!e J ". ... .nM hr.v.n de
veniente, cumpriudo declarar que a .-cco do ,9 mor Aragonez, desaliei-o formalmente nem mais honrosa para os nossos bravos de
archivo nao .e.deve considerar permauente, para qUe me |iiesje uma .ccusscfio em for- Monte-Caseros. .. ,.
,..i,i. provisoria at que se pooh.ra em di. pill jrapres,, d, ior,a que p^esse- I ^ O ^^^^^tt^^ [T-
-Iha a saudade que
da nos-a divisRo, e
isade e reconh'Cimen
os pelo im, e, io a sua
peileita classmca9au, c |iuu..iu*n,- no ow..? i.,iun,i,,(..-, oij Da,.'. u., ,.,-,.,...
loa doa papis, c estabelecida in.rch que sauilid.le legal, o que responder ? Entre- pama .,... frnntairas estavam
se dev. seguir, pode ser diminuido enumero r a0 de5preso n:lo convem, porque O go-, Tolo o caes e OlMi "*' "*!?"
de einprrgdos. porqueentio os tr.balho. po-, emhora nSo mord. enommoda ; por- coberlos de espect.dores que, ag.t.ndo len-
di-rao proaegulr reg..l..ii.eote. e sera os en- u pr.Inei cv, m0ilrl, COS e dando vivas, nRo 0Maraffl Iesle-
tr.ve. que al agora obstan, ao prompto lla ze.|0 iCremente, sem argalKllM ""'."" 3ymp.lh.sS e ^f ,""
conhecimento e so ucJo de lodo, os n.goci- pro pois felizmente su. vid. quistamos dus Argentina.. P' w6*:1'"'
o.qu. depende...de-eaame. m..Hi ha i.l e tRo ssbiiia nesla e nessa orovinci., Ieaid.de e geoerosidade do gorerno impe-
Tambem incluo na ineaina tabella um ped- bu tal, e laos.Diua n.,sia, encasa provine.., bravura d.s nossas tropas, pelo
do de 3-.000J reia por ma .6 vea, par. com- que por S. SO da m. en. sobe).. r i.l.peI. .""" "/ )0j4a 0ffl0ilidSe.
pra de movis, livros, utensilios e diversos, Sei bem que as injurias cuspidas por a- caracte_" 00 *" "' llll0 ,.
illa calumniador sRoaliradas sem direc-: O nomo do Biasil he I
fe do exeicitoailiido libertador, me com
prszoem ilirigir-lli e a alta estima pessoal
com que sou de V. Ex.
a Muito trectuoso .tiento servidor,
a Jhso Jos' de Urquia.
AO SP. B VRA'O DE lOltTO ALEGRE.
Viva a ConfederaciS Argentina I
Ogovernador e caoilio-gener.l d. pro-
vincia de Entre-Ros, general em chefe do
exercito all.do.
Qu.rU'l-gener.l em Palermo de S. Be-
nito, Io de iiiaii.0 de 1852.
'Migue
P'ali
slnu.il Domingos Jos Soares pelo
vaiciudiuaiio nao pode acompanhar o. outros
l.clllte
qu.dro da dicladura argentina, tributar o
merecido elogio aos libertadores desta tr-
ra, o nome de V' S. e de seus valentrs com-
panhi'iros d'armaa oceucarRo o honrozo lu-
iinr que Ihes compete como dignos alllados
ila civilisac'o e da liberdade.
Aceite V. S. os mais expresivos agr-
declmentosem nomeda repblica Argen-
tina a a particular comideracRo com que
pessoalmente.
Muito atTectunso atiento servidor,
a Justo ot di llrqyiia.*
O gener.I em ci.efc do exercito .Diado
deu anda oulra. demunstra;0es de estima
e considsraQRo ao Sr. marechal barilo de
Porto-Alegre. Fez-lha prtrienie de um co-
che, a do carallo em que re. onhecera no dia
d. b.talha a posicRo do exercito inimigo.
0 general Urquiza tinha mandado algu-
ma loica e material de arlilharia para En-
tre-liios e mostrava-se disposto a perma-
necer em Palermo at receber parteufllcial
do pronunciamenlo das ,.. ovincias e con-
vocar o congresso nacional.
O governo provisorio de lloenos.Ayres
cnntinuav.com vigore moder.cio na la-
refa de reconstruir o sen paiz. Cada decreto
de organis.cRo he um estigma a Rosas e uma
p.giu. da historia lutuosa do reinado desse
tyranno.
C.iiifirm.-se noticia de haver sido o ge-
neral Cezar Das, commandante da diviso
oriental expedicionaria, e ex commandante
da praca de Montevideo, nome.do ministro
d. guerra.
Ja iii.li.ni sabido para Buenos-Ayres tres
vapores frotados pelo governo oriental para
cni ni/u- o dito general e sua divisSo,
cojo recebimenlo preparav.m o governo e o
povo d. capital uma demonslr.cRo publica
de preco dos seus servico) na guerra con-
tra Rosas.
U presidente Gir e seus miuistros D. Flo-
rentino Castellanos, II Manoel Erra/q o i m
e general I). C i ir Daz iuspiravam conlian-
(a a ambos os part los, e promettiam uma
poltica de paz a conciliario.
Ranino da eztraeco don premios da 16" lote-
ra concedida a benecio da comtruciJo e
reparo das matries da provincia do Rio de
Janeiro, em 17 de marco de 1852.
1 N. 2741 ... .,......20:000*000
3679.....4fr a 10:00u/l)00
5779.....>... 4-OOP/llOO
5279......>.. 2:OO/000
1115-I236-3I4I-.3525-37801 l.00flM0
310- 405-24:11-544325171
2*7t40404540S26I 5986
103 484 66812712325,
2432-2872-3332- -3340 -4005 /
1122-413SW4I80 "4446-4628 j
4682485P-5.HB007 -58H8'
51-- luis 6126 0 .77v .
680- 785 945- 965 991 \
1I79-U39-I4.314801534 I
1700-1758-1781 I9l710la7J
202l-0i3-213S-2393-445f
2505-2879-29IO--3l53-335l! iaAMM,
3414-344934593786--34> "*'*<**>
3929-3931 39643fl78-4illl #
4i2U-4i80- 4235--444--45IM assk,
46i>3--46.0--4762--482l-438lllaar Jiks.
4918- 4944-4979509j--S290a*
. 53t0--5335--553l -5583-59357
100 de. ............. 40<000
1800 de.............. 20/000
2000 premios.
O pagamento dos premios desta lotera prin-
cipia no sabbado 20 do crreme niei. no es-
criplono do thesoureiro, Amonio Aires da
Silva Pinto Jnior, rua da Quitanda n. 142O
escrivo, ItoQat vnloni/ COrdeiro.
( Jornal do Commercio. ).
PERHAMBUCQ
ASSKMBLKA PHOVIiNClAL.
SESSA> KM 30 DE MAI.(,:0 DE 1852.
presidencia do Sr. Dr. Pedro Gavntcanti.
A'fl once c me ia horas da ininii.ii, i'.-m a cha*
un li, .ifh nii-sc prt-sentes 25Sn, deputadoi.
O Sr. Prtiiente abre a iejdo.
0 t*r. 2. Secretario le a iua da festao anle-
cedenty, que he approvadtw
OSr. l. Secretaria nipnrinnn o seguinte
EXPEOIENIE.
Um nflicio do 5r. depulado Kigueira de Mel-
lo, participando, que tendo reaolvldo seguir
para a cne por estei trea dlat, aflu de lomar
asento na repiesentacSo nacional, nao Ine tic
pussivrl comparecer inats de hoje em diante as
sessdea da assembla provincial. Intelrada.
Oulro do mesmo, remeneado urna repreiea-
taco da-cmara municipal do Hondo. A'
coiiimlssio de orcamento de cmaras.
1 in requerlinenlo do padre Demetrio Jaco-
me de Araujo, vigarlo da fregu la de >eri-
nhaem, pedlndo se marque na Ul do orcamen-
to quota para os reparos da sisa maHiz. A*
cominisso de orcauaento.
Oulro do padre Joo HapUsta Soares, vigarlo
de S. Miguel de Barrelros, no mesmo sentido.
A'commlssao de orcanieoto.
Outro do padre Simo de Atvedo Campos,
vigarlo da freguezla da Escada, faseodo igual
pedidu para a sua matriz. A* Commlssao de
nreamento.
Outru de Kranc seo de Paula Queiroz Fonse-
ca e outros, negociantes de coui o seceos, pe-
liitnln aiU)tiagio para seccar os conros viudos
de fra tiuinedecldis pelas churas, perto de
seus artulzens, cando assim modilicadaa dis-
poslfaodo artigo 10titulo 11 das posturas da c-
mara municipal. A' commlssao de posturas
inunlcipaes.
O Sr, Carneiro ds Cunaa manda mesa o se-
gulnie requerlmento, o qual tfCappruvado :
- Hequeiro que sejiouvido O'Eiro. hispo dio-
cesano acerca do projecto que cria um fregue-
zia em S. liento. Carneiro da Cunha.
Val igualmente i meza e he remettldo
commUs de constitutcao e poderes, por ser
julgadu tndlcaco, o seguinte:
Requeiro que seja chamado um lupplente
em lugar do Sr. Flguelra de Mello. martine
Pereira Ww
OR0EM DO Ol.
ContlnuacSoda segunda discussSo do projec-
to n, 13, que autorisa o governo a contratar com
uma companhia de nacionaes ou eslraogciroe a
factura de diversas estradas
Vai mesa e he apolado o seguinte requerl-
mento :
* Requeiro que o projecto em discissio v
comuiissAo de obras publicas, para que d o
aeu parecer sobre a obra que deve ser preferi-
da para faizer-se por empresa. S. R. Jore
Pedro.
O Sr. Barros Barrtto observa que qualquer
ad lamento t tem por fnn malar o projecto ;
que se o Sr. Jese Pedro emende, que ha oulras
obras de mais transcendencia do que as vlai de
cominunicacao, que as aprsente, visto que a
provincia est lao ignorante que o oto sabe, e
pede que o .Mustie deputado o esclareca a tal
respailo.
(i Sr. Sot Pedro d as razdes porque apresen-
lou o seu requerlmento.
O Sr. Manoel Cawicani; Sr. presidente,
M
: .


>.:
\

.


ru fallir a verdade. oo*ldel <* projeclo)
d.ari.v.r"' o. nobre. dpuuto. .ue esela-e-
^..ernar c.de.l.Uina. l"'1*' I" ?>">
R?n!.o eu nieen, preparado par. esta dls-
ouwiu :m.V..b.U m.lerlt tenho pen..-
do,lu...eoiii.. t.lvr..ual emUiu le-
o ""alado, e por ...ovlo P*'" adi.menlo e
"oni.oprojectei lito he. eilou prompto pi-
ra matar o projecto, ou coocorrer para a ua
norte, porm fundo-pie ein raan Intelramen-
te dltTcrriitea dat do nn|ire aulor documento.
Eu estou periuarildo que esle projeclo val rl-
cat depostalo nos rcbt.osda ciclarla, e nao
ter resultado alguni.
Senhore., eii nao deposito multa contlinca
na decliOes dell ca a experiencia,, melera
fello conhecer que nein toda lio acertadas-;
he uittauU que formo, no qual posio citar
", crraiin. emflin he opinlio inlnh. Eujul-
ao que a principal de.pea da provincia he a
factura de eilrada ( eata he a principal, e por
|l,o nao quero que o projeclo paase porque
o passo que elle rica depoiltado noi archivo.
da .ecretaria, recelo que aa pequeoai rendaa da
provincia deepend.m ein outral coma. Dao
to convenientes; recelo que, passando o pro-
jacto hola, na vol.cio do orc.mento dte,
mino oappllque a randa, que era desimana
par. ..estrada, u.objecto, que .sejam, teniu
deaneceaiarius, pelo menos nao lao u'1'"'-' 1
Vm. Sr Diputado Mil o projeclo nao evi-
ta que nos cnniiouemo. a votar a mcanii aom-
ma para aa eilrada, emquanto a cotnpaohla
ulo.eencarregardrllii.
OSr. ItanMlcmaieaiKi: Nio he mlnn von-
Ude que laiu aucceda ; nial he eite o meu re-
celo:ic Uto ae ftier aera contra o meu voto ;
mas tenho medo que se faca i recelo que pas-
sandio projeclo algumaa alinaa mal genero-
aaa ou benifellora. eibanjeui, nio digo bein,
dlstrlbuain 01 dinbelroa publicoa ,de outra ina-
nelra, Cundaudo-sc em que ti estrada esiao
Vm Sr. Dtpultdo : Meirao lein paliar o
projeclo iiio pude acontecer.
O Sr. vanoai Caualeanli : O meu mdo he
muito grande a este re.pello; temo que ledl-
. pasando o prujeolo, aiealrada eauo fel-
fa*, podemoi applicar oa dinhelroa pblicos
para i 10 ou parqulllo, c volar-ie nene len-
tldo ; nio eu, mas pode-ie faier contra o meu
voto. Concordo comonobie dcpulado que o
juro de 9 por ceuto he pequeo...
O Sr. Paes Brrelo: Kinende....
O Sr aVoneo--' Covalcanli: o emendo,
porque voto contra.. .
UmSr. ilplBdo:-Esiabelece-eeum mximo
do juro, alein do qual o goveroo nao posaa
'''sr. Uttuil Oavalcaali I Sel 'uUo b.rm
que a companhia emprehendedora, quauao o
negocio lor vantajosu, dar cumplimento ao
qu contratar; l.to. he, .e ella tirar um Juro
Je 15, ou 10 por cenlo, far a obra | mas quan-
do o aeu calculo fur errado, e houver de perder,
en lio recorrer aaaembla para Indeiiioisacao
do prejulso; eis-aqul outro medo que te-
sV.'nfToi Brrelo: E le eu for deputado,
ba de ter-me aqu para votar contra.
O Sr. Manoel Cavalcanli i Se a aisembla
losie eu id, nao linba mdo nio he por inlin
que recelo, be por ineui nobrea coinpanhelro.
mOin....
m Sr. Deputado; Sao tanloi, quantoi nao
chegam.
OSr Hlwtl Ctoaleexti: Creio que por ci-
tas raie., posio muilo em boa coniciencla vo-
lar contra o projeetu, e eolrelanlo pelo adla-
luento; por que cin din, aealel hade Bear ar-
chivad oa lecreUrl. dogoverno, tinue aqu na
caa, para ni peuiaruaos melhor, ate hiver uma
rrpaulco de obraa publicas em que leoha-
inos uiais conflanya; oue enleoJa mais daa u-
brai, do qu a que exilie, a qual iofellimenle
n-mo nao pode sef lubilltuida quanto a eu-
genhelree, pols os nao ha, e o que l eitao
nunca (orain engcnbelr.i....
m Sr. Diputado: Sao aprendiiei de enge-
ulielro*....
OSr. Mnnotl Cavalcarti: Nein iuo, porque
o aprendlj pode saber alguina cousamai os
que l estio nio saurn nada. Quando hou-
ver una leparlifio'jiioiiUdst fianca, eiuao lalve eu dio meu vlo ; Iruje vo-
to contra o projeclo, pelo adiaiuenlo.
OSr. #*ae.i Aainlo; Sr. preldeole, quando
tive a 11 i i .i, de acoordo com alguus do inrus
honrados coliegaa. de offerectr este projeclo
coniideracao da caaa, sempre esperel que el-
le loOretie Kr-nde diaouisao, e fosse aubinel-
tido a um tevero debate au ao porque sen-
do 1 sua inaieiia da grande Importancia, cit
aaM>inb(a iuo apodena votar ein aprol'unda-
efoeiiuie, mas aluda poique cuntendo um ijs-
teina uov% para a factura dai noaaaa obras,
era natural que oa nobrea drpuladaa, que cos-
tuinam oceupar a alinelo da cesa, procurai-
sem examiua-lo, comparando esle vteme com
o al boje adoptado, c inclino com oulroi, c
invcstlganlo ijual dentre elleibe o inals van-
lajoso, e por cousrguluie o preteiivel.
Mas, Sr. presdeme, o que observo com pe-
a
p
ineayias
estradas
e emitllda pelo honrado meinbro pols que he preciso q..
elle nao pode deeconhecer as grandes viola- ,, uislrim exilente!, W dloquen com
geni,e o Incremento que ai vlai de cofninunl- rave preiuiio deasao Industrias. Sr. pre-
cacio dao induitrli e lavoura, e por come- { questO-8 de economa poli-
menlo da venda publFta que ellaa
mu ii vuHiiuuaiiaiii < ...(----- w -
as, embora tlvesieraoi mals 20 legoas de OSr. Pnes Brrelo
as. Admira que uina til proposlclofoi- depulsilo ; para faerern-e essts ostra las
e emitllda pelo honndo meinbro; poli que he preciso que of cipitief empregldos as
fonle de renda que nio dever aer loiigiilflcan- ne|r0 pan erem empregados no bine >, cu-
te. Para que pols ib para combaier o projecto, i0 fundo ik sobe i mil rontos, e nSo consla
ha de o nobre deputado figurar uina hjpothe- houvesse estremec ment nenhutn as
seimpoiilvel, qualadeieinanteremairendaa induciras do paiz. Oque >ei beque na
da provincia no me.inc, p em que "" c* Eorop, esl, soo da lo o dinheiro a 9 por
SSSZt ScSr ",,m oquee,,i" cento, e que porconsequencia he poisivel
OlrZi IWio'i"- Eideilocaclo doa cap- e meamo provavel queessaa capiliea, re-
taei? ; Dhsm para entre nos applicar-sea utna era-
U S.'faet Ramio < Eu l Irel. O nobre de- preza que Iha d um juro muito maior ; e
pinado, dlne lainbem que cate projeclo era _or cerl0 a vinda desle capities bem lon-
Innexequlvel que na baver de cerlo nenhu- g, de offender a induslria do pait, lile aera
na companhia que queira contratar a factura Yan,aj0M A.CCreica que temos entre nos
da. eilradaa por falta de Incentivos que al- jlaJe8enlpreg,dos em induslria que do
iralamo
^'nrV.^n'aeheverdadequenaohave- um lucro metquinho, e he urna vaotagem
d companhia ne^nuina que queira oniractar p.raellea otoremernquo empregar-aa da
liradas pelo svstema projectido; ums maneira mala lucrativa,
potado tcm cerlesa disao, nio sel p.jr tanto Do posso cumprehender bm,
m em combaier o projeclo : se- alcance do argumento do nobre depute-
que ficar sein execucaocomo j0 g fes0 licanfa para diier que nSo dea-
tea ttcado ale boje; mal enea- cubr< n6||3 es pea que 0 lioora lo meol-
lo que o projeclo lia de eerexecu- -,.... dar-lhe
governo da provincia Inlere.s.do bro paracedar IM
------mpanhlanenriuina q,------- ---
a factura das eilrada pelo lyitema projectldo; umi maneira mala lucrativa
se o nobre deputado tcm cerlesa disao, nio sel Por tanto Do posso comprehender bm,
que inieresse tem ein_combaler o projjeclo^ae- p a|cal)Ce do argumento do nobre deputa
r mili uina le
mili las outrail
tou periuadido
cmo e^.^pp^no^eMie^To'de^nroV.lm-en: Ml ^ o.nobre deputado. que OS C.pi
me prn"re,oP da provincia que fol confiada ao. titea eslraogciroa, nao Tinhtm pira 0 tra-
seus cuidados, ha de procurar dar-lue execu- Zil, porque ellea nflo tem bastantes giran
caoeoconsigulr. tas, vijlto que ludo depende desta assem
Onobrc deputitjy) dlsse que o Juro de nove b|e, qU4 mullas vez'8 vot de umi manei.
porcento nioconvldava oscupllaes aserem em- M caprchusi 0 apaixonadi. Sr. prenden
ZX&^r&^23%& ?. *^l? nobre d6pul,0
oa'&sisA': b:n:. neoVd;0 asta ...m. .
co nena provincia, Imme.lirtainente apparece- ] porque eu nao me refer nem a aasem
ramapilalistas do Klo de Janeiro e de outraa
pracas que vierais comprar loda si acedes
desse estabeleciinenlo, o qual nio tem de per-
ceber um juro superior ao de nove por cento.
Este facto demonstra que semelbaote juro he
bast.ule para atlranlr us capltaes.
Nao duvldo que na provincia seja dilncil en-
contrar capliaei que se eiupreguem nesla ein-
prea; mas isto nio obsta a que ella se reallse
pudendo ellea vlr do Rio de Janeiro, e at da
Europa, lunde noeiicontnin um Juro lao avul-
tado e vantajoio. Ignora porvenlura o honra-
do meinbro que neaaea lugares da-se o dinhei-
ro tres c qualro por cenlo ao annor Alein
disso o nobre deputado deve atteoder que as
coinpaubias lein alm do juro de nove por cen-
to outra vaougein; e vein a ser a diflerenca
que uecessariaiiiente haver enlre o valor or-
eado e o cuno das estradas dlflerenfa toda ein
favor da companhia e que eem duvlda entrara
uos seus clculos, Portento nao be o Juro de
nove por cenlo o nico Incentivo que deve con-
correr para a formiciodi companhia; ha alm
disso o gaobo que deve resultar da diflerenca
enlre o valor oreado e o cuilodiobn; ono-
brc deputado uo Ignon que actualmente,
quindo os obras sao eitaa por adininlslracao
cuslam mullo mals do que quando ao felas
pelos particulares,
O nobre deputado anda apresentou como
motivo para a lnoexequlbilidade do projeclo
a falta que aentimos de bracos, e leinbrou que
para levar eflVilo as obraa projectadas com a
rapidez que se lein em vista, iramos desviar
os bracos que ae acliain empregados actual-
mente na agricultura com grave prrjulio des-
ea indutrla. He predio que o bonrado mein-
bro e-colha urna destas raides, ou as estradas
se fario com os brafos que ae desvlarem da la-
voura, e ento o projeetJ lera mullo embora o
inconveniente figurado pelo nobre deputado de
ferir a agricultura, inasem todo o caso deisar
de ser iunexequivel, ou enlao nao se executa-
rio por falta de bracos, e nene case nenhum
mal sollrer a lavoura. gkicararei a questan
pelo lado do desfalque de bracos que a factura
das estradas deve Iraser, segunda o nobre de-
putado, a lavoura.
r. presidente, reconh-co que temos muita
falta de bracoi litera, e que se empreguein no
trabalho, principalmente da agriculluia que,
como V, Exc. sabe, he mullo pesado e diltlcil;
mas nlngucm deisar lambein de recouliecer
commigo que emus inulta geule ociosa e sem
trabalho, que nio ae recula!i empregar era
o da discussao.
A idela de entregar a factura ^Wl rarjog pt|o ,,,,, ,,,
Iradas a emp rxas particulares
que nio vaha a pena de aer exam
cutido? Vendo osa Idela assim desapreciada,
nao poaao durar de invocar ein seu auxilio o
valioso concuiao do uieu nobre amigo, o Sr.
Maciel Monteiro, que inda ha pdeos dial dis-
se-nos aqu, que euuiuauto a f.ctura das nos-
sas estradas nio foWeui confiadas a emprexis
particulares, conlluuariamos a despender annu-
aluiente sominis imitadas com ellas quasl cm
para perd. Confesao que muito tue animou
para a aprasenucao desta projecto a oplolao
do honrado meinbro,
Sr. presidente, o nobre deputado que fallou
ero prliuelro lugar dlsse-nos, que convinba re-
inelter este projeclo coiamisso das obras pu-
blicas, porque elle nao sabia ao cerlo quaei as
obras UiaU utela e necessarias a provincia, e
por laso mals na caso de aerein preferidas, se
as estradas ou se outras que por ahi existem, r
.ipiiiiinu-iiiis as pontea do Recite, da Magdale-
na e do A fugado.
Para niiiu, Sr. presidente, nio ha duvlda oe-
nhuina que as obraa uiail linportanlea da pro-
viucia.as de que mals ella neeeulia sao as eslra-
das ;(apoioV) e me parece que laiubem he
este o voto da aasembla, porque ella tem vota-
do sempre una grande eomina para estradas, au
passo que nio fas o iiiesmo a respelto de ou-
tras obras, fio eutanto, como eu emenda que
essas obras sao tambero necessarias, por laso
he que deiejo que r.se projecti eja approva-
du ; porque se as estradas alaBfoviucln que al>-
aorveiH annualmenle uina grande soinma fo-
rera eoolladis a companhlas particulares, como
delrrmioa o projecto, seguir-se-ha que nos
priineiros annus, e mesino depuis de conotut
daa ellas a provincia poder di.por ele inaiore
iecuri03 para deipender cun oulroa melbora-
menlos. Hoja nos gallamos 120 a llOcontos
com as estradas, entretanto que se se contratar
a sua factura pelo modo indicado, lato he, pa-
gando-seo Juro do capital que ae fur empre-
ando e uina aimiriisacao ratuavel, poderemos
nos prlmelros annol dlspor de UO a 80 nonios
para al outral obraa que, supposto nao sejam
lio necessarias e de tanta vaulagem para a pro-
vincia, ncm por iaao deixam de ler sua uiili-
dade. .
Segundo um calculo que aqu tenho, sup-
pondu o Juro de 8 por cent* e uina amorilsa-
e.ao auuiial da vigsima parte do valor total da
emprea, e adiullllndo que ai obrai se cou-
ciuam no quinta anno, sdmenta neste ultimo
praxo, quando ji tiveimoa ealradaa no valor de
mil oonioa de lela ( vlnte legnas pelo menos)
he que teieraos de despender 127 conlos, islo
he, urna somma Igual a que actualmente des-
pendemos de un maneira lio pouco v ni tajo-
sa com este ramo do servlco publico. Noi prl-
melros aaaos da empresa, e depon dalla con-
cluida (porque a ainortlsacio val dlmloulndo
gradualmente o Juro ) poderemos dlspor de
mals dluhelro do que boje, para emprebender
asa* melhoramentos, qne o nobre deputado
qaer que sajsiii prrferidaa aa estradas, contra a
e deiiasie de faier ou prasse por falta de ope-
genero de servico os bracos aQuein ein grande
queaeeocarreguera d. ooiiclui-lai de "tro ein --"...i ,ae V-Voura soffr. por Is.o
pouco lempo, sera por ventura lao evidente- diflerenca. noraue nao sao o bracos
mente prejudicial, ou de lao p;uca .nonw ""J-J"** 0, que procur.ra5..
ubraa publicas. E anda quaudo a coosiruceao
das estradas trouxesse esse inconveniente a-
puntado pelo nobre deputado, elle serla lio pas
sageiro e lio auiplaineute compensado depoii
de concluidas as vias de coinmuntcacao que de
certo nio me levarla a votar contra o projecto.
Findas as estradas, o bracoi por um inomculo
destratados d'agncultura (quando o foisern)
voltariam para ella, eem maior numero, por-
que enlao podcr-ic-liia despreaar o aervipo
daquelles que se einpregaiu aciualmentc uo
irausporle a condcelo dos geoeroi, servico
que se poder fazer multo maiavaniajosamen-
te por meio dos carros logo que as viasde coin-
rnuuicaedes ae tornarein boas. Quanloao re-
celo que o nobre depntado parece nutrir de
que oa Individuos que ae crapregarein no Ira.
balho daa estradas adqulrirao hbitos de ocio.
sidade, eu nio o teobo. Pode aer que actual-
mente oa Individuos que se einpregarn as
obras publicas adquiraui cises hbitos perni-
ciosos, porque me parece que elles nio traba-
lliain lano quanto deviain trabalbar etlou po-
rein persuadido de que, se os trabalhos forem
administrados e designados por particulares
iuteressados no bom resultado da empresa, os
operarios bao de trabalbar lanto quanto for
oeeenino pava compensar o salario que per-
ccberein ; a corapaulila lera o cuidada de des-
pedir os vadlos e ociosos, nem consentir que
os trabalbadores se cuipreguem, como parece
que acontece actualmente em servlcos exlra-
ulios aquella para que forem pagoa. O nobre
deputa i" dlsse anda que as vantagens que re-
sultara tas estrada drpola de concluidas, nio
sio laesque compensein os sacrificios que lera
de faxcr oa cofres proviociaes. Os sacrificios
que tcm de fazer os cofres proviociaes, sao do
juro : que pelo que coufessa o nobre deputado,
nao he avultado, pols que aluda o quer maior.
OS. Jos P o- Nao dase isso; nio que-
ro Juro maior, disse que oio se podeudo con-
seguir a orgaulsacao da companhia pelo Incen-
tivo deste juro, era mais um isjulivu para fazer
Iunexequivel a lei.
OSr l'ut varnto: Sr. presidente, ae us
quiserraos eslradaa dentro ein pouco lempo ,
se recoobecemos que be essa urna neceasidade
urgente da provincia, a que devemos atlender
curnpre fazer alguin sacrificio ; mas esse sa-
crificio no he lu graAde como ae quer Incul-
oar pois que nio leremos de despender urna
somma muito avuliada; nem mesmo superior
a que actualmente dispendeinos Seuhoresns
baveinos sempre de gastar esta a anima ; a dif-
fereuca esl smenle em que aisim gasMino-la
com mals provello, seuao perguutaiei aoa no-
bres dcpulados, se sabcui a quaolos anuos se
fatein estradas na provincia pelo syiteraa ac-
luil. e quaniai legoaieiiitein concluldaa ?..-..
O Sr. taanoel Cavatoantc : B dolorosa lo-
lerrupcior1.-"
O Sr. aM* *'9 I A'"1 ",lm' .
O Sr Pa horret: Ha desasis anuos, e
leudo gasto vilore Iminensoj, apeoai poisui-
laWOa
mblea,
actual, nem a assembla alguma ...
0 Sr. Vais Barreta:-- Eulio Do-seij
iii] mu se refere !.-.
OSr. \ se modo. ..
OSr Vaet Barreta :--Eu acho, que di-
zar-se que uina assembli vola por cipri-
cho, e por paixSo ha um Bljuria que se
Ilu irrog muito mais quando o noftra de-
pulido nflo ae referiuao futuro j pois disse
qieosfaclosmostravam que nos aqu vo-
lamos caprichosamontu istolienSo tendo
em vista o interesae publico..,
O Sr. Manoel Cavalotnli: Quem disse
isso, fui eu.... .
0 Sr. os Pedro : Eu nflo fallei na *c-
tualidade, por bora nflo t-nho motivos pan
pensar assim. ..
O Sr. I'os Brrelo : N3o quero entrar
no exame desla opi niflo : mas o e certo nflo
acompatihsrei os nobea depulados nesaaa
accusa;uaa ; al porque acho que nSo con-
vem que nos aejamoaos primeiros a desa-
creditar o corpo a que perleucemos..,.
0 Sr. VtsVo Bego : Eu tomo uola desli
expressSo....
0 Sr. Vaes Brrelo : deixemos a outros
a larefa de denegrir no-sis actos
O sr. ilaaoe' Caaalcanlt: -Hepara ver sa
nos corrigimos
O Sr, Ps liarrefa : Nflo vamos nsaug-
mentir essas censuras ; eem t(Jo o caso
despresemos essa npiuiao deasnimadora
de nflo intentar melhurameoto a'gum por
tudodeuemier de urna aasembla lulura.
Sr. posiionle. nio ha poasivel aupuor-
se, que se p ir acaso esta companhia for
contractada, nrll coraecaros seus trabs-
llios em ouras tflo importantes edo lauta
vanlagim para a provincia co no esta, baja
urna as '/nSr. Deputado: --Tflo estpida
0 Sr. pan Uarreo : Que nflo vote oa
fundos que livor obngaciio de votar em vir-
tud de lei.,.
0 Sr. los Pedro : E nfip tomos um fac-
to na actualidide .'..,
O Sr. Pan arreto : Qual he o facto t.
0 Sr. ose Pedro :- Ha nflo se ler volado
fundos nara pagara divida Tontada ...
O Sr. Paei Uarrefo : -- Digo que a compa-
nhia hade lomar tolas aa medidas, ou g<-
rantiaa que julgsr necessirias para que o
seu contrato seja prehoiicbido, e no eiso de
ser rescindido, para que lenhi urna com-
pensarlo pelos prejuizos que liuuver de
soffrer. Lembrarei ao nobre deputado que
anda i pouco passou na aasembli giral
urna lei uulonsui lu o governo i formar
compsnhias para a conatruceflo daum ca-
minho de ferro, giranlindo-lhes umjuro de
5 por cento; e ainda uinguem diass, que,
porqua urna outra assenblea podia revegar
vasa lei, era isso um motivo para quenc-
tihuma companhia ae apresenlasaa ; e a ra-
.-tii que se d aqu he a meama quu l exis-
te....
Vm Sr. deputado : Nflo he.. ,
0 Sr. Paes Brrelo I l'ois os homens,
que vilo ao Rio de Janeiro, sflo dilTarootes
daquelles que se aenlnm aqu ? Oa princi-
pios de jusiica, ede rcctidflo, sflo l uns, e
aqui mil f.....
OSr. os Pedro 0 nobredeputalo jul-
ga, quo ossis queslOes se dissidem, pelos
principios da prubidade, e honra ? Nflo sa-
be que as detpezis publicas podnm ser llxa-
das por necessidales que nflo ae podern
prover ? .
O Sr. Paes harreto : Visto que so podem
resolver taes questAes por outros principios
que nflo snjam os de ractldSo e do honra, en-
tilo nflo fagamos nata....
Vm Sr. deputado : Kacamos pouco ...
nutro Sr. deputado : Nada, nada....
O Sr. Paes Brrelo : Nflo havera nin^uem
que possa contestar que urna assembla que
faz o que nflo deve, procade contra oa pnn-
cipioa de honra....
0 Sr. Aguitr: NSo farjamos, sendo aa leis
aonnaes, e mais nada...
O Sr. los Pedro : 0 governo nflo tem
lei deataa.flque certo V. Kx.,Sr. jrasidente,
que ella tora bastante foroa, e bstanla pres-
tigio para jehar com quem contratar, e ter
ere lito pira o fizar.
0 nobre deputado citou, como prova de
innexaquibiliJide dosta lai, urna oolra quo
aqu pasaou, mandando que aa estndaifus-
sem fallas por particulares, 08 quaes rocebe-
nam sotnenteuma pirte do valor da estrada,
flcsnlo a outra parte como divida, e disse
que esta le nflo foi executada.
O Sr. ioia' Padro : Nflo disse isso, nflo
disse Isso ; disse que nflo se smortisou a di-
vida que o governo contnhiu, faltou-se a
e-s-' ron iie.iu da le...,
O Sr. Poi Brrelo : Parece-me que nflo
ha hoja nenbum ere lor de fisenJa provin-
cial deata especie.
0 Sr. Joai Pedro : Todos tm obllio o
pagamento.com o abite deISpur cento,e um
quu fui renitente aindi nflo foi pago....
0 Sr. IHanoel i'avalcautl, 0 caao he dif-
farenle; o governo nflo linha obrigarjflo da
pagar....
O Sr. Pa* Brrelo : 0 aparte, que a
caba da dar o nobre deputado. dizemlo que
nflo havia obrigarjfl na lei de amortisir a
divida, reaponde peifaitamenle a objec?flo
do dorado raembro, 0 governo era Borne-
te obrigado a pagar o-juro por conaequen-
cia o eximplo citado nflo procede....
t/mSr. deputado: s a lei obriga a pa
gar a divida....
0 Sr. Pitea Barrefo:--Mas nflo d lempo cer-
to pin isso. .
OSr. Bii/Jii'ai-Da: hequindose teuham
estabelecidoas barreiraa, oque se nflo tem
feito, tendo-aa violado todas a condicOes
0 Sr." Pom Brrelo : -- 0 nobre depulado
apresenlou como um grande inconveniente
do projeclo, o torem aa ealradaa de aer rei-
na peles planos orginisados pela reparlt-
cao dis obns publioaa ; e por eass ocessiao,
disse o honrado membro que esla reparti-
Cflo nflu olTerecie garantas q ie os s.ms or-
amemos nunca foram bem leilos, queeflo
sempre incomplectos e refoimados dous e
tres vezes;que portauto ho Je auppOr que es-
sea planos que pelo projecto Ibe incumbe fi-
z r;o sejam incompletamente,* taes que nflo
offerecim a nocesiariaconflansa Sr. presiden-
te, ae esle argumento serve.be para que noa
ai ponteado Recife,Magdalena, e Affogados,
maa ainda a abertura do rie Goianna, melho-
ramento di Barra de Ipojuca, por onde pas-
sflo icliialmenieom grande risco aa barca-
ca quatreiim'o anucir para eita oidade,
e muilaa outras, lamben: de grande Itnpor-
laria. Alm dialo ha preciao que tenhamoa^
em vista as vantagens que devem raaultarliraobraa inulto Importantes sao cess.,.,..
- a esse que ponte do Reoife, por exemplo, efl J'
a construccio das estradas da provincia.
Traclando desle syilema, Sr. preildcrde cu
Ireiao meamo lampo responderlo am hcnral,,
memliroa que coiubsteraiu o projecto, na _,
le em que uio llveraan alada rcspusia. |. ,. '
nobre deputado,autor do.rqurrlinrnlo de adia"
ment e quepidlu que fosse o projecto rernct
tido camuilisflo de obras publicas, quc 0 "
a pruvluoit de ibrirmos as portas
novo syitema de fazer obras publicas
por meio de compsnhias. Na Europa hoja
as obfaa publicas sfln felas por companlnas
o he por esse asytema que na Ingtaterra, em
Kranfi, e na Relglca s (tem feito quaai aam
despeza do estado urna enfeoidade d'ea-
tradas o de ciminhos de ferro quo tanto
concorrem para a prnsporidade d'eaaea pai-
i'S. S nos hequequorenros continuar nea-
les syitema prejudicial, tiesta funesta roti ota
que no* tam feito despeqder tanto dinhei-
ro quaai sem provoito alg un ...
0 Sr Manoil.Cavaeco.nl' :- E por ora nflo
podemos sahlr d'elle. Km quinto nflo noa
refrmennos nflo he possivel Isso ; refor-
momos nos, depois veremos o quo se deve
faztr.
OSr. PnMBarrfo:-- Discutamos.4 mata-
rla, eatudemosoaystema adoptsdo palo pro
jeclo, faca ni o.-I Im todas as em"ii las o altera-
cOesquoilOTiila n a inillior i-lo, eslou promp
lo recabar essas emendas; mas nflo ma-
temos sem exame urna idaia que em lodo o
casse derige a realisacflo de um objecto
deinterease publico. Srs. ficamo alguma
cousa de til para a nossa agricultura tSo
pouco favorecida, eque no entanto he
lossa principal foola da riqueza 1
Voto pelo artiRO eni diacusaflo.
OSr. Maciel Monteiro: (Daremos, em
outro numero.)
Val mesa, e he apoiaJoo segulnte re-
querimrnl.
Requeiro que saja a Idi.t.ln por seirdias o
projecto que s> discuta. filela.
O Sr. Barros Brrelo : Sr. picsi Ionio,
apesar do meu mo estado de asude, nflo
pos-o deiiar da peJir a palavra para res-
pondos s objeccOes que foram felttlcontra
ti projeclo por dous honrados membros quo
o impugniram. Antes, porm, da o faier,
eu peen pennissflo a V. Exc. o a casa para
expen Jer succinlamenle os motivos que nos
leva: un, rium e sos meus honrados colle-
abaleuhamosde volar a menor loaitni paral gasque assignaiam o projeclo, apresenla-
s obras pin lie.s, visto que a adminislrarjflo o consideraeflo da cisa
V. Etc. e a casa aflo tnst^munlias de que
a moros! Jade com que aflo feltas aa estradas
da prpvincia tem cneguloaum ponto tal,
qua por toda a parto nflo se falla em outra
cousa sanflo uisio.......
Um Sr. Deputado-.Equem carrega com a
dolas esl entregue a engonneiros, qu ig-
noram a sua proflasflo e que nem um orca-
aientoaabsm faier....
OSr. los Pedro i --Nfltse se sibemj di-
go que os fados, sflo estes...,
O Sr. Pae* llorrffo : nobra deputado,
disse que nflo sabom fazer um orcainen- responsabilidad ho a aasembla..
i0<,., OSr. Barros Brrelo : lia verdade : he
OSr.Ion" Pedro: NSo dise que nflo sa- ella quem carregacom toda a responsabtli-
bem,disse que nflo se aprsenla urcamento, dado dessa morosiJade; mas, nflo devendo
a que nao aa facam depois, dous, e irea or- cu por circumstanciss particulares, e mes-
camenloa supplemeoiares.... mo pela profissao quo tenh>, etnmitlir jui-
0 Sr. Paes Brrelo: Sa o nobre deputado zo acerca da administritflo daa obraa pu-
diz que nao fazeui orcamenlo que preslem blicaa, peijo permissflo para deitar um i la-
eu devo concluir, que obrando esseaenga- cuna neati parle do meu discurso ; visto
iiheirosdeboil,aJim proceJempvir iguo- que, repito, motivos muito particulares
existom em altencflu aos quaes eu nflo de-
vo manifestar o que pens sobra o molo
rancia...
OSr. os Pedro i -- liso lia o nobr deru
tadu queo tlf.i
OSr. Paes Hnwito : Se ae quer tirar ou
Ira cauaequeticia ba enlflooffensivt a digni
dade e honra deasas empregados ...
O Sr. Ji Pedro : Sem Isso, h
rasflo..--
0 Sr. Meffo llego: -Qual ho ?....
O Sr. los Pedro :-He o des!eixo, o des-
cuido....
OSr. Paes Barreo :--Essa cxplicatjao he
porque sflo executadas aa obras publicaa da
p ovincia. Ilizia eu, Sr. presidente, quo V.
Exc, a casa e toda a provincia, meamo, sflo
lstemunhis da moroatdade com que aflo
oulra fritas as obras publicas da provincia, com
particularidade as esiradas; sflo te-te i u-
nhas de que um unisono clamor se tem ale-
vanlado cpnlr este eslado de cousas ; sflo
testemunhas deque a industria do paiz, a
gricullura a vea mais abundante da ri-
queza do paiz reclamam a consirucfflo de
estradas, que.ao passo que facilitem o Irans-
u or. rraea "u""" ~,"'""Zyl~~.''~~\.i\~ nueza do paiz reclamam a consiruccflo de
contra a honra desses, cc,un.r o. pul111- JJ P taoilltom o trns-
eos; oempregado desleixado nflo tem cons- poilB;,],,,,,,,,,, a passo qua deminuam
o pessoal dessa adm.nistraCao por empre- 9 da provincia, cu creio que
gados quo sa.bam cumpliros seus deveiras, Pj" ,nguem assegurar que n:
esobre tu lo quanjo elle t, ver de exaculir n"o p .^^, la,lo ^alnzo
esta le que he de tanta l"X* einque nos adiamos, eque as assemblas
docerlonnosedeixari *'"'"'"'""- roJinciaes conlinuem lemitar-se uni.a-
edes de empregados que o chafa da hesou- P .nnualmen-
lana prov.uciai diz que nflo s.bom f z^r o nw ^ v de estrada* na pro-
jfijTl-J ^'XZ.rfrZ tr mao -e." outroV S A
nflo ; nflo ae. os motivos os fados sflo -, VC|Z0 lanciirrno, nulo de oultas medidas
les
apresenta
se
loVtimbemcomoum grande ""- "\m, p7r*"tr7hi77mai5pritrm
ledo projecto a disposiSao que se conlem "^ i auiorj,armos lambem o goi
no art. >2 (lj.
deste
Concluio o nobra deputado a vist
arligoque as commissdes podim fazer
as estridis di minain que quizessem..,
O Sr. Josl Pedro :Nflo dir-sa isso. ..
0 Sr. Pa Brrelo : Tomei notla....
O Sr. Jos Pedro :-Que me importa com
a sua ootta; eu nao disse isso....
0 Sr. Paes Barreo : Oh Sn l.' Eu vou
raspn riera eata proposito....
0 Sr. otPedro :--Mas nflo he mioha ...
OSr. PoesBrrelo AlDrmo que o nobre
depulado disse-o....
OSr. JosrJPea>o:Maseu digo que nflo
disse Isso....
O Sr. i'oei Barrsfot-Vlsto que o nobre de-
salado, ae retrata nflo continti i n -si ponto.
O nobro deputado disse anda que a em-
presa de que.que tracta o projecto, be mui-
to superior es forcaa da provincia, o era
natural que urna vez comecada, nenhuma
autra se podesse executar. A eate argumen-
to j respond mostrando ao nobre deputa-
do que tiflo se gaata annualmenle em caso
nenhum, mais do que actualmente se gasta
om as estradas ; pelo contrario que em
muitos amos so hade gastar menos. O no-
bre dsputado que se assentn desle lado (o
Sr. Mauoel Cavalcanie) diaae que volava
corltra o projeclo polo receio de que os di-
nhairos pblicos sejam ipplicados a musas
menos uteis, so pela idea de naver o pro-
jeclo passado, embora nflo tenha execu{So,
Sr. presidente ae o projecto nflo fflr ejecu-
tado, lulo llca como est at hoja, conti-
nuar esse systema de administra^So, aya
crdito comtnercial, quan lo sentido que fallo.com 0 que nflo injurio a enormes, sem proveitoalgum.e que faz com
oinguem.... queasobraapubicasda provincia est-Jrm
O Sr. Pa Brrelo I Ah o governo nflo entregues a homens. que IK0 0 nobrede-
teu. crdito som-nla por su* voutide, mais put.do disse. nflo saoem ou "-"'
custin- cumpriroseu dever; mas em nenhutn caso
do com a opiuiflo que o nobre depulado faz
JUaanaal do com s uto""' H" -'---e"'-- --
OS?. Pae, Brrelo I Consint. o aobre d. assembli, mas eu entenJo que iou r.
depulado que ln. lembre um facto. Q^-.i^^^ZtZ^aT- a a'a mullos Uc-
do aarta provinciise icbouuo. presidenta vinc.i da MmM',_ que rac-
_.....ZJn ...i... ... -o,.. n,jii,..m.,,i..' tn< BXisiem qua mostram da manaira a mais
oplulo constantemente manifestada por asta lenas "\" "~7.
aisemble., que tem serap-e volado uma loin-; moa I? legoaa .de ""if"-. No '*P*}
l srsieim do projecto podemos ler 2 " estrada em claco innos, sera que a despe
2u legoaa de
xa an-
imo lo nuil a pe tu osseus melhoramenlo'tosexisiemquaniosl
rteri*e. ia.mediat.1 nenie se furm.r.u, 'cl.r. e ov. lente, o 'We^ que rtto ton
nflo urna companhia, porem mai* de uma, e pela Pr*'?cl* '"'rfS'V,^'^i ul?^,
obr.gigantaacis.quep*reciimuperiore*a parte nflo tenho o menor receio de que por
a. noT. frc..,o'qume,mo impo.si.eis.sa fl- ^l^^l?"l^^[^%
zer.m; gracaa aoa e.forWs e ao p.tiloti.mo^.ppl^o^
J' O Sr."'.,?u' ^Muf'dissa-se nesla o... I -"sV."^^!Cava,**,* i-Etfnflo o do
^:Pr^^!Z 5%,'sre;t,n*:*Sr. prudente se*.
nesse dii compinhia se or^nisar como eu esperd po
OSr. Po.iiiarr.ia:-Sjo presidente ic- deremo* n8o_a ter e,tradis deatrq em
mi muito mala avullada para ell
O Sr. Jou Pedro: O calculo nao mo parece estrada--------------
mulloexicto nualae lugraente, eante, dlinlnulndo aquola u ar. ro uu,, .. JJU ulc,luDlo ,t. ---------
o"r"pne.norrero^SdnoulUsno.nao.tsen-'queaciualmcni. ae vot pira este ramo do tp,, qttlMr, 0Omo .o espero qae hade que- pouco lempo, mis alndi ncaremos hibilll-
do a compinhia contratada debalxo daa condlc-, serv.. ___ .........1,1.-11.1. rer, dar impulso aos melhoramenlos mata- tados para nzer outras ooraaue quai pro-
tf-ATSW^ ri.es d.proPvinc,a, tent em seu poder um. vinel, t.mbem necessita. e citare, nflo soJ
ase-
gunda ne lUioniannoB lainusui o governo,
uebaixo de certas bszes, para emeorporar
comiiaiihiasqne seencarr.guem da execu-
(jo desses trabalhos pblicos.
Principiarei, Sr. presidente, mostrando
os inconvenientes que resultariam do ein-
preslimo, ae pur veniura fosse ella contra-
hilo Em primeiro lugar (a bu eate, quan-
to mim o argumento mais valioso que tem
o emorostimo contra si) o emprstito, son-
do de 800 cintos como disse o illuslre mem-
bro que impugnou o projecto em lerceiro
lugar, comecaria a vencer juros desde o
da em qua fusse couitihiJo : 1 provincii
saria onerada com um juro gravissimo antes
de colner os fruclos d'esse emproslimo,
sem ter linda gusa lo de um beneficio
OSr. Manoel Cavalcantt: Eu prellroo
etnprastimoa essas emprezsi.....
O Sr. Barros Brrelo : O outro incon-
veniente he o segutnle: bs vamos que
apesar dis aasemblas provinciaes, na vo-
lacaoannial da quola para as obras, de-
signaiem quaes as qua devem ser felas de
..referencia ; nos vamos, digo, qua algumaa
vezas s8odesvilssei"*sommas pan se-
rem applicada* oulra* obraa, como por
exemplo, casi de daleucSo, para qual,
se ido apenas votidos 18 ou iO conlos, al o
semestre passado 27 conloa j linham ido
8"i Sr. Deputado : NSo fol diatralda de ou-
,r" .Sr0'lJ.ro.d"r/o ; Nao fol dl.tr.ld.?
Enlao porque nio ae lein dido imprmenlo as
oulrs. verbas do urcamento vlgenU ? Porque
nn ha dinheiro.
OSr. ose. Pedro : dado cumprlinenlo'...
O Sr. Barroi Varrtto : Digo eu a estrada
da Escada porque nio tem continuado I Porque
nao tem conlluuadoa estrada de Po-d'Alho ? .
O Sr Joie Pedro : Todas tem continuado ;
nenhuma esl parada i houve pena, ein de-
serabro uma lulerrupcao...
O Sr. Barros Brrelo : Perduc-me o nobre
depulado, nao continuaren!; ma, se nao con
tlnuaram ein deiembro por falla de dinheiro, o
cobre depulado me ess ministrando armas
conira si, porque houve dinheiro par. a caa
de delencao...
O Sr. ose Pedro : Nao houve, tudo parou
O Sr'. Barro. B arreta: A cu. de delencao
tambera ? .
O Sr. loit Pedro : Tudo purou
O Sr. BrirtoJ nnrrero : Pola Inlorm.ram-me
o contrario. Oiila eu que anda b. contra o
cinpreillm > um argumeuio, e he q/ie podem 01
dinhelroa que forem tomados por meio desse
einprtstlino par. (S estradas, aerein diitrabldus
do aeu lira pelo preaidente, quando Ihe pare-
cer ; nao digo que par. esbaojar, nem par. Ir
rep.rll-lo com os empregados pblicos mas
eiiipregando-08 de outro mudo que nflo seja n.
factura da. e.tr.da. ; l.to he, em obras de pou-
co ou da menos momento do qae ellas ; e, ae
elle o fixer, uos uio eremos rtelos de chama-
maisnecessldade do que qualquer dessas elri
das de que falla o projeclo. Senhorts, eu n|
neg a nece.sldade de outras muilas obras- 0
que dl.ie apena., eoque be evidente, bequt',,
eslradaa sio, na escala doa melhoramenioi ln,
terl.es, aquellcs que de preferencia deveini,r
Hendido., aquelle. que devem mererer m,'
a allenciodesia casa. Quanto ponte do Btc
fe, eu dlrel ao nobre depulado que ella CII
meu humilde concelto, deve aer feiu i caiu
dos cofre genes, antes do que i cuita di nrQ
vlncla : porqua e.ia ponte au he mrramegi
provincial i be mala geral do que provinru.1
como J Uve occasiio de diier oesla cata.,, '
Um Sr. Deputado E neste Jogo de ein.
purra ha de ella oahlr,
O Sr. Barros Barreta : E, secahir, ai rtn-
das ger.es, bio di sofirer mais do que as pro-
vinciaes...
O Sr. Correa de Brillo : E enlao icadlr-ie-
Ihe-ha promplamente.
OSr. liamu Marre/o: He verd.dc. A11r.11-
ro, pulanlo, ao nobre depulado que, quando
appaieca (infeliimenta nao .ppareceri J.quao.
do apparec. quem qnelr. conlractar a fenun
das eslradaa da provincia no valordeilguado no
projeclo, islo be no valor de rail conlo, de rii-
qu.udo app.rece.se, repito, o que iiifeliiineoi
te nao espero, quem quiiesse eucarregar-io
disto, ainda haveria dinheiro suffieiente pira
cuiieert.ireiu.-se a. d na. pon les do. Afogirtrji ,
Magdalena ; e a prova disto he que no orcamtri-
lo do anno panado foram volados ItiOcootsi
par. obra, publica., .orara, que segundo 01
uii-iii calculo, be superior quesea predio
para ainortlsaco ou resgate do capital ,|(
companhia e juros do raesino ; porquaotu an-
da mesmo que, adoptado o sy.leina do projec-
to, ae nvesse de pagar a companhia 122 como,,
o que nao he exacto, porque, segundo crelo, o
juro no primeiro anuo nu exceder de 1S con-
los, que com os 50 do resgate faieinuo cuutoi;
ainda assim, digo, loriamos peno de IDO eoutos
par. acudir logo no primeiro anuo ena nt-
cessidade lao palpitante. Islo be real, o uulire
deputado nao o pode contestar. Alm disto, ie-
uhores, n>o se pode dedusir, <.e maneira algu-
ma, dos artigos do projecto, que o governo lie
obrigado a conlractar com urna ou msls com-
panhlas a leituia de tod.s aa estradas no valor
espec.'licado no projecto : podem appareccr
compautiiaa que quelum ineuuiblr-se dessa
construccio smente em uma extenso tal,cuj
iniportaucia uo exceda 100 ou Ah coulus: c
lilao n.oeucliergo incoovenleule algmn,uo ve-
jo desfalque na renda da provincia : eolio o caio
ser dlHereute : au resultar desfalque alguin,
porque a amurlisacrio ser d. vigsima parle
da valor da obra...
Vm Sr, Deputado : A argumenlae-ao be cm
rclaco .0 lado, e uo as parte....
O Sr. barros- Brrelo : Ileplto, e Infelii-
mente nao tivermo coinpaubias que queirain
encarregar-i d. execufu de e.tr.d. no va-
lor leuiitado no projecto, tcremo, alm do que
temos actualmente mals aquillo de que se in-
cumbir a companhia...
( Ha um apai ti. )
O Sr. hunos uimio : O nobre deputado
de cerlo nao qnerer que parle seja igual ao
lodo ; e por cousequeucla, leremus alein do
que titerera as companhlas, mas o que actual-
mente ae costura, faser; ginbamos portauto
alguma cousa com islo.
Disse o nobre deputado que cstabelecida .
euiprcia nenhuma outra obra poder ser frita.
O nobre depulado nao tem raso porque co-
mo acabo de demonstrar, o juro e resgate no
primeiro auno nao ceder de 68 cootoi, e
portanto, teremoi peno de 100 para applicar as
outras obras ; smenle no quinto anno, depois
da provloclagosar das vantagens qu; resulta-
rio lufallvclmenle da facilidadcdas coinuiuiii-
caces na estenfio de 30 40 leguas, be que a
despea dol cofres provine ei poder ser eleva-
da perlo do que actualmente se vola para ai
estradas da proviucia : so enlao hequ' o joro
e o resgate ha de ser elevado a lt conlos. ron
tamo, ainda aqu nao catnergo inconrenleute
algum ua adorno do projeclo.
U nobre deputado, oceupando-se ainda do
projeclo, dlsse que ns nao temos capitaes, mu
po,,ulaco para euiprehenderiuoi urna obra
destas. Senbores, eu lembrarei ao nobre depu-
lado o que se passa e se tem passado de ba 40
anuos nos Estados Unidos.
Quando Witt t.liiilon emprehendru a obra
do canal de Nesv- Vor k ao lago Ene, americanos
mullo lllustres aguuraram mal da oiecurao
dessa obra 1 Jeerson, o patriarcha veuersdo
da democracia, dizta que ames de aeenipreheo-
der um 1 obra llogigauteaca, era inlsler ler-se
pensado por espado de mais de um seculo ; o
illuslre Uadlsou dl/i em eus e.cripto. que er
um. loucur. do Estado de New-York einpre-
hender uma oh,.1 para a execuco na quil aao
basiarlam os Ibesouros de lodos os Estados da
Unlio ; i-nti ei.in tu, uo lendo enlio o estado d
^ew-York mals de um n.llhiode habitsniti,
dentro de 8 aunos vio concluid. obr. na el-
len.o de 1 iti leguas e niela.
Ora. porque nso hi de pe.ir obre nos uiu
lio evtraordinario mo fado, que, trnquanlo ou-
tros paliea ua. meara. circuin.Uncla. que o
no.so pddein executar obra, de um valor, por
exemplo, de 100 conloa, nio no. sej pouirel
realisa-la. na raio de cinco ?
Vm Sr. Deputado: A. circumstancUs nao
sao as inesmas.
O Sr. I'arros Brrelo Eram mrsinas.
New-York enlio pouco mais de um inllbao Uc
habitante linha.
t Sr. lose Pedio d um aparte.
O Sr. Barros Brrelo: He verdide ; concer-
do cora lito ; mu nao creio que enlio essa dil-
ferenga fosse tio grande.
Sr. presidente, se assim he ; se nos Esladoi-
Unidoa, naque 11 lempo, aa obras foram secu-
tada, como ac.bo de diier; ie a execuco aes-
... obra, foram, por aeaimdlzer, o incentivo para
a de tantas mili as que l exl.lein, ou que conti-
nuara a ser reallsadas, me parece que nao de-
vemos conslderar-no. tao lofelitel, que nao
possaraos contratar com um. companhia a ese-
cufio de obras no valor de rail contos.
O nobre deputado disse que esta provincia se
eseiiie.l- falta de populaco. Senhore.,o no-
bre depulado deve lembrar-sc que o Sr. ahllei.
executando dous I neo. da eatrada da jn-lori',
leve multas veles em servico mals de 300 ope-
rarlos... AnA
O Sr. Joc Pedro F. agora irat..-se de toeo.
O Sr. Banoi Brrelo : E porque nio liare-
mos de ler luOO ? ,
Vm Si. Depulado : Eram 300, c .0 n uro
lugar.
O Sr. Barros Brrelo : -- He verdado e, com
t.lveprecisemos de lOOO.dlr. o nobre depuia
do. que grande falla Carao ellea I.voura.
( Ha um aparte )
O Sr. Borro. Brrelo t-Senhore.,o que benfCi
o que eu nio querube que coiilinue a baver.iie
que.e pague gente que uo trabalha porque,
aeustumada ocio.ld.de, depois nao se que
ubjeilir .0 trabalho o que .ucceder beque
era de.pedldo, poique o particular nSo pas a
quem nio trabalba ; entretanto que uaquei
occaiiio, no lauco de eatrad. que lorain |n
tos em adiniuistracio, psgava se quem o
trabalhava. pag.v-c quera toc.v. corne,
a quem coriava caplui, ele. etc.
U ir. los.' Pedro : B o que lem lia* com
queito ?
O 1: Barros Brrelo: O que tem ? Tem mul-
la coma. Se tema facilidadede obiei braf
n.r. eaa.s obra, como obluemos para aeu
laucos de estrada, e am desfalque n *""''
ra, iem diminuir produccio do pal.. Pq<"
ra.io.eh.d.aupporque Isso auccedi agora
E, quando dimlnuis.e, o nohre deputado_po
nrovar que dlmlnulcio d. prodnecao nao "
rPla"grandemente compensad. Pel *"C" -
que "nfalllvelineme h.vla de re*ult.i <>'?
eem ra.lor numero, porque ae Ihe .di'10"'"'"
todo e.ae que lioje aao erapreg.dci na cm
duccio dol genero*. ,
Um Sr. Depulado! l.so tem .appllc.cjo
respelto da factura de qualquer estrada, e uo
o responsabilidad*. inea legua de estrada.. ,,,,,,.
Vejamos agora o .j-.tm. a doptado no projec- [ O 9r. Ba ros Itarrerr.: -- A mela leRtii
o o de coutinetier-.e empre... particulares| Irada, nio enenaio de 10 a 1U leguas,


por
el
cert ji cmara alum effelto na provln-
. .-ios a/jartf. T
oSr. nanoiBjBW'CBnll cobw n-
,,,.,r 30 Irguaa 8 e.Irada...
(I Sr. J"' frfro 1^ Deve a contar com 400
coiil". que he a duTereiija do que aa vola ao-"
pualmtaie.
O Sr. Ilurroi Barrete : O nobre depulado
ehcara o projeoa de uin modo, eu eocaro-o de
O Sr. lose Pedro ; lito he uma realidad;
ha de ver que apeoai ha o augmento de 400
conloa.... .
0 5r. Bur/o Barrero; Reapondrrel ao no-
bre depulado que lelme que ao 100 conloa ape-
la o aceaao que aera eaaa quanlla da renda
publica inelhor aproveltada do que he aclual-
"o Pr."oi Veitro: 85o 400 contal, que nao
iran'caio mala de urna legoa em cada una
da. eilradaa de que lilla o prujecto....
OSr Va iros Barrete: -Seee flzer a conta pelo
alie ae dli que ouaU una legoa de ealrada ac-
lualincole, pode aer; inaa ae calcular-ie a le-
.,oa pelo cuito de 40 a SO conloa, ver-ae-ha qur
badefaier-ae mullo maloreitnafio de ealrada
seporm orcar-ae ero 13 conloa, e ae ganar
20 oomo acabo de ouvlr agora...
O Sr. Jos Pedio: Quem dlaie lato I
OSr. Mello li(o: Dine-o o Sr. Joa Pe-
dro....
O Sr. lose Ptiro: Nao dlaie laao.....
O Sr. Pae Barrete Uiaac que ae cmena
qiii orcamento quairo e cinco vetea....
O Sr. Jos Pedro: O canal da ponte do Re-
clle leve cinco ouaeia orcamento!i auppiemeo-
tarea; inaa lato nio he orjar em l2 e gaatar 20,
OSr. Barros Uarrelo: Sr. preaidenle. o nn-
lirc deputad irouae como argumento contra o
projeclo, o nao ae ter eiecutado urna le que
lu promulgada relatWameoie ai arremitaeoea
daa eatradaa....
( Ha varios apaes)
O Sr. u-irro Uarrelo : Quanto o isto cu na-
da direi, porque ja fui reapondldo.
llm oulro notare depulado, quecombaleu em
segundo lugar o project >, em um aparte dase
que votava contra o prujecto, porque com a
caecucao del le ae comprometlla o luturo.
Seohorrf, eu no poaao de manelra alguma
coniparlilhar ai oplnlfiea daquelles que enlen-
deiu que um empreallmo coulrahldo hoje para
arr applado l'ellura de Tlaa de comiuuulca-
fjo, beuellcioi que utllliaiii ao fuluro i que
una paile deaae emprramo, quando enha a
ser pago peloa vlndouroa, com liao na Ihe le-
gamua umeucargo nao, aenhorea, porque ae
ellea pagam, lambem gozam, e enlo nio vejo
inconvenlrute algum, uo vejo nada de injus-
to em que quem goia de um beneficio pague a
importancia delle ; nao vrjo incoovenleote ne-
nhum. pilo contrario, eu quiiera que as i.n-
pnalcca rosaem eatabelecldaa de modo tal, que
apenas pagaaae Impoatoa aquelle que livcaae
de gozar o beneficio que dellea reaultaiiem : a
ju.iica disto he manireata.
Sr. preaidenle, eu voto contra oa adlamen-
los que teein sido propoaloa, e votando contra o
que ltimamente foi apreaentado, cu direi em
respo.laao nobre deputado, que impugnou o
projecto em lerceiro lugar que nio ha raaoal-
iiinaquc jualifique oadiaiutnto queelle de-
aeja; porque, aenhorea, o facto de nao ae ter
estudado um projeclo, nao me parece su Mu i-
enic para se volar contra elle. Kate projeclo
foi apreaentado ha I5dlaa, fui impreaio no Dia-
rio, ful dado para ordena do dia em prlmelrae
segunda discussao, anda leinoi lerceira, nao
sel pois para que adia-lo. Quero no o estudou
al aqu, uo o quix e&ludar, e pelo inenoa nao
nueirasujellaro eiludo que osoulroa flieram
a aua pouca vnntade de fairr o iiieamo.
Sr. presidente, a hura est bastante adan--
lada aao irea horaa e um quarlo eu no poa-
o uem devo continuar, porque a cata ja ae
aclis fatigada, e creio quede alguma manelra
leuho juaiificado o meu voto por laso voto
contra oa adiamentol c a favor do projecto.
O Sr. aptieta: Acreditem os meus honra-
dos o legas que fafo hoje um grande sa-
crilici > a miro mesmo, tomando parle nesta
itiscussio; p>>is, alul da hora es'ar adian-
tadae ser difllcil a mateiia, Dos sabe do
estado da u.inha alma e do meu coracSo.
^jBitiSrs. depulado: Pille sempre.
O Orador :Eu pieitei a mmha assigna-
tuia ao projecto; eivendo-o lio atajado
e lilo combatido, he/do meu dever defende-
lo. Prometi a cmara nao abusar de sua
benevolencia.
. Os iiiu-iii i- honrados membrns, que corn-
il I.t.hh o projecto, pinlaram com cores to
ii >as os males e prejwxos qu" a provincia
esta solTii n locom o actual systema do a-
zor estradas, que outra cousa nio nosresti
senio sabir i oa quanto antes epoler do
extorco*, desle mo estado do c -lusa. E
clao, para este llm, convm nflo esmore-
cr, mas avancar e vencer .lifllculdades
M'Si'ii vejo que, quando o pro;octo auto-
risa o governo a coiit'alar com urna com-
uanhia a obra das estradas, se imsginam
obj^ccOes sem peso para se recuar diante
dd phaniesmas.
0 Sr. Barroi Brrelo: Apoiado,
O Orador:Ora vejamoi que forrja tem
todos essrs argumentos apresentados con-
tra o projeclo.
Disse o honrado membro, o Sr. Jos Pe-
dro da Silva, que, devendo a ompanhia
cropregar nas obr-s das estradas mullos
labalhadoren, estes braco< ser.Ho arranca-
dos i agricultura e a outras industrias cum
irejulio dellas e da provincia.
Ivimiiu o honrado memb'O que haja
quem, tatnbem estudando a provincia, ve-
ja as cousas por umdillerenle moda, edi-
virja do seu pensamento.
Senhures, o que realmente existe no nos-
so paz silo hraQos dasoecupadoa, sem acha-
lem trabslho, e entre estes um crescido
numero de vadios c ociosos. No nosso pan
os trabalhos pesados da agricultura e de
oulr.s industrias esto ent>ages a bracos
oacravoi, e lio com est's bracos que caa
um conta ao cerlo para o manejo des-ius
capitae, e para a manufictura deseus pro
duelos (apoialos). Nlo Umamos, pon,
que a con.-truceflo das e.-tradas por compa-
tibles niciouaea ou estrangoiras vnnham
ir bracos a agricultura; po contrario
provera Dos que na no-sa provincia se fun-
das-cm arseuaes e outr.s ollicm.s de ta-
balho, que dess>m sabida aos brasus qua
eiisiem de>occupados,
I) pola disto he precis) no esquecer.
coa.o paiece se liaver esquecido, as grandes
vanUnena que da construB-io dess-s estra-
da-deven resultar a indualria da provin-
cia, facilitando o transporte dos productos
o lugar de seu de.-tino, e diminuindo as
despezas depioduccao
Vi Sr. diputado: Apoiilo.
0 Orador :- laso he uma das preparaQVs
triumphaes para o desenvolvimento e cres-
cimenlo das fOrcas productoras, benehcio
real, que ne eleva muito sobre essas consi-
ilorar,0'8 rje brc.oi tir.dos agricultura,
cum que o honndo membro tem impugna-
do o piolcio. .
Outro argumento do honrado memoro
foi : que oa capilaes aHo mui eseatsns ni
noisa provincia; que se a compaiihia fr
u.cional o da mesma provincia, devendo
oncaiitata saliirem dn lodualnas ordlna-
. as e ja exu-tentea, lltafiusarao grande
abalo e ruina; entretan que o Pjq"n<)
juro de nove por cenlo no he sunicienle
pira attrahir oa capltaee estrangeiros, on
de ouiras provincias.
Devo dizer ao honrado membro, que se
seiencia no dos deve sersuspeila, no II-
io concuro dos capitaea pfa eate ou
aquelle poni, e no eu livre emprego nio
" n.ul que sa posiaV deplorar. Cada m
procura g.nhar o mala que pOdo; e he eom
osfelize. rosultidos de emprezas e especu-
l'cfles bemcalcu.adas, que mus de pressa
i! vos cipliata se forraam.
Alem disto, nfio exageremos as cc-usas.
No temos, he verdade, abuudancia de ca-
l'ilaes; mas tenhamos tambera em conta
industrias j montadas, e que marelnm re-
gularmente cora seus lucros ordinarios para
emprezas novas o de curto lempo de vida
Has, Ssnhores, vejamos bem a situaco
de desanimo, ou aniel de desesperp, para
a qual nos querem atirar comessa argumen-
lacSo. Fafamos a ntida rezenha dlla.
Um outro honrado membro, que ae as-
seola desle lado (o Sr. Ilaciaj Honleiro)
larabei) combatteu o projeclo pela ib-d
de Ihe parecer que aa operaefles de crdito
cqm emissSode apolices he preferivela este
meio de compendia pelo modo por que est
consignado no projecto.
Ora, anda que quizessemos adoptar o
svstema lembrado pelo honrado membro,
a quem agora me redro, teriam sempre de
spparecer estes males com que nos quer
essuslar o honrado membro, a quem agora
conbito; porquanto qualquxr que saja o
meio adoptado para e;sa emisao deaaoli-
ces, dever aempre haver um fundo que as
represente. He verdade que neste caso os
capities podem concorrer de ililTerentes
pontos, e at roesmo em menores quanlida-
des para aglomerarem-se em um centro e
formaren! estes fundos; mas em tolo o
caso este fundo sera tatnbem de capitaes
3tirados da industria do pall, ltenla a
cassdx deplorada pelo honrado membro.
Ass m em ultimo resultado a proceder o seu
3
lo do gado, doaepo e repeso dos aeougues
dp mesma villa: quinto, a abalar a lerc
narto da impoi tancia da arrematado de af-
flricBo dos pesos e medidaa da mosme vil-
la, foita por Joaquim do Araujo Hunos..
S R.Oliveira Maciel. Carneiro da Cu-
nha.-A. il'Oliveira.
DIARIO DE PERNAHBLCO.
RCCIFE a DE ABRIL DE 1853.
Pelo vapor Imperador, que hoje entrou do
-suI, recebemos joruaes do Itio de Janei-
ro at 35 do passado, da Babia e do Maceio
t 30.
Eirtoutra parte ancontrarSo os leitores,
transcriptas do -- Jornal do Commercio ,
as noticias do Buenos-*yres e Montevideo,
que alcanfam, as primeiras a 6 do passailo,
e as segundase 10, cabenio-nos accrescen-
lar-lhes oseguinlo :
O) assumptos, que monopolisavam a at-
teucao publica na capital da repblica ar-
gentina eramo baile do dia l.\ eo loilo
dos moveii de D. Manuelita Rosal.
Tinha ohegado a Montevideo no dia do
passado, a bordo do vapor inglexPrinee--,
arenera I l.uciu Mancilla com seu secretario
i nio Terrero, tencionaudo ambos re-
Commuuicadu.
argumento e admirarem os seus terrores, RTrareiii -so pa'raV Europa."
qur deste, quer d'aquelle molo devenios N mPm(, v,tor chegoo Igualmente a
nosconfessar im.'ossibllitados dosbenefi-'
cos que dio aa frcas herculeas, quaes as
forrjas do principio dlsaociaffio dos capi-
taes. Portento confessemo-nos ta i miae-
ravais que de nenhum molo podemos re-
correr a empresas por associacOos: que
mesmo devemos fugir dellas, para que nun-
c< sed occaaio doincinlivos poderosos
retirarem o poucos ca 'ilaes que temos das
industrias em que vivem empregados. Nal
isto be insustentavel: contralla os princi-
pios da sciencia.
Se o juro de nove por cento nSo atlr-ihir
oscajuaes de tora, lambem no altchir
os de dentro da provincia, onde a sua falla
se faz mui sentida euu projeclo, como
disse o humado membro, tem delicarsem
execucu, econoiotra inoil', entilo no ha
rasiio,a a leme-lo, eabor.ece-lo. Neste ciso
me parece que aquelles quo o combatom
por iuexequivel, certos do neuhum mal que
elle p le fazir, sem csciupulos e recelos
poleui pprova-lo.
Agora direi alguma coosi om respos'.a ao
honrado membro que se asienta desti lulo
( o Sr. Maciel Monleiro), um dos fortes nii-
puguadoies do projecto.
fcslo honrado membio cntend>u que, *?-"n torio.
Montevideo o r. Diogenes Urquiza, que
por dce'reto de 8, foi rtfconhecido encane-
gado de negocios da provincia de Biienos-
Ayre junla ao go|erno da repblica ori-
ental. .
A' aahida do vapor Paquete do Sul -- do
Montevideo, oceupava a nossa esquadra as
posicoes adiante mencionadas :
Os vapores-AlTonso, Parense, Recifeo D.
Pedro,--as corv. tas-llabiana, D. Francisca
el). Januarla, o briguoPavuna-e otrans-
portePernambucanaem Montevideo.
A corvela--llernicfl--em Buenos-Ayres.
A corveti-Uuiao-no interior do rio.
-- A brigadi do commando do Sr. barao
de Jacuhy leve orden) do Sr. general co n-
inandanto em chafe do exerciti para reco-
lher-6e margem esiuerda do JaguarSo.
Do Rio deJamiro nSo ha maior uovl-
daJe. .
Por decreto de 13 do passalo fui promo-
v la ao poslo de callao-lente gradalo
o primeiro lenlo da armaJa Francisco
Cordciro Torres e Alvim.
Foi reformado no poslo de capito do mar
e guerra o capullo de fragata e lente da
acidamia do marinha, Jos Goucalves Vic-
AOS PORTUCUEZES
A tnanba he o dia natalicio da rainha de
Portugal. Nos palzea monerchicos, o sobe-
rano enllocada no pinculo de lodo o edi-
ficio social, representa uma naolonaladado
inteira, e o anniveraario natalicio dessa
entidadt identificada com um povo, he com
raalo para elle uma grande festividade na-
cional.
Se osolioi polticos que devidem nossa
13o gloriosa quanto hoje infeliz patria de-
voro do-a pirre r no seu solo, be miiler
queellesnam siqutr assommem na Ierra
estrangeira, onde a nossa actual soberana
he pur. esimplesmonle a representante do
nosso paiz.
Assim o festejo aos annos da rainhi do
Portugal he para o porluguezcs um sym-
bolo Ue uuio, e de naciunalidade, pira o
qual todos devemos concorrer.
Por lanto he do nosso brio, he para nos
u n dever dejpatriollsmo acharmo-nos todos
presentes ao espectculo que lera lugar no
theatrod'apollo a nianhai 4 do correte.
Assim o esperamos, porque o patriotimo
foi sempre dos mala distmotoi altnbulos
dos lilhoi de Lisia,
Vm portugus.
COMMERCIO.
PIIACA DO RECIPE, I." DE ABRIL, AS
3 IIOItAS DA TARDE.
COTACfJliS OKI1CIAKS '
Disconto de letras: de 6 metes 1 p. c. a
. ni /.
- > ALFANDEGA.
Rendimento do dia 2.....
CONSULADO CERAL.
Rendimento do dia 1.....
dem do dia 3........
5:310,055
3:536,316
3:913,631
5:440,007
ven lo na provincia um banco, cujas apoli-
ces uflerecem agrande vautagem desucm
ciculavtii, e de em um mo umto para ou-
lro poderem os seus ilonoi roalisar seus fun-
dos em muela, no he de esperar que ao-
panv n capitalistas que se queiiam reunir
em uma companuia para eiiiprohdiiderem
obras em que os seus capitaes i-mi de licar
presos por um certo numero do annos.
Com elTeitoa iacilidade de reassumir os
capilars he um bem, he uma vantagem, que
no podeesquecer ao capitalista. Mas, se-
nhores, esta vantagem no vive izolada,
mas acompanhada de outras multas. R neo
he por esle modo, isto ha, tratando sa izo-
ladamente deste ou da quelle systema, des-
taouda quella inslitnigil.i, que se pode
mostrar a prefereucia de u na sobre oulra.
He precizo, sim oulrar uoconhecimento do
que cada uma tem de especial, be precizo
mesmo confronta-los entre si.
Neste banco provincial o capitalista, con-
corre pela simples esperanca do juro do seu
capital. Mas nss emprezas de facturas de
obrai como ost determinado pelo projecto
No dia 20 do passado sustentou theso para
obler o grao de ()'. em malliematios, na
escola militar, em presenca de S. M. o Im-
perador, o primeiri lente da armada Joa-
quim-Alexandro Manso Sayilo,
No mesmo da teve lugar, em uma das sa-
las da referida escola, a segunda prora (oral;
dos coocurrnles ca leira raga de substi-
tuto da secco me lie i, lambem em prsen-
os de S. M. o Imperador. Oi candidatos so
os Srs. Drs. Manoel Muniz de Muraos e Valle,
Francisco Lopes de Oliveira Araujo, Fran-
cisco do lenezes Das da Cruz, e Jos Maria
de Noronha Fuital.
I.-se no Ji-rana do Cmmercto de t7 do
passado :
Regosijo publico.
Segunda-feira a tarde, lemlo-se reunido
no sali da sociedade Phll Harmnica di-
versas pessoas das convidadas pelos Srs.
Drs. Miranda, Azambuja e Rocha para asson-
tarem na demouslracio do publico re-
goiijn que se deve dar pelo Iriumpho das ar-
mas b-nsil iras em Morn, foi.'aob proposta
do Sr. Dr. Miranda, nomeida uma direclO'l
ExporlnQo.
PhllaJelphla barca americana Minesola,
de 39 toneladas ennduzio o seguinte :
4,800saceos com 24 mil arrobis, de ano-
Cork barca iogloza Norval, do 303 tonela-
d '8, conduzo o seguinto:4,600 saceos com
23000 arrobas de assucer.
Para briguo escuna hrasileiro Arceiina
conduzio o seguinte;; 400 saccas c'iumno
para cacir, 4 barricas cominhos, 5 saccas
alfazema, 3 caixai livros e objeclos, 40 gas-
raffles com^espirilo, 25 barriqumh.s com
92 arrobas o 16 libras de assucar refinado;
I caoo oleo de recino.l embrulno aparellio
para aelim. ..
Maranhobrigueescuna brasileiro Are"1-
na, conluzioo seguinte:--48 pipas J M
nenes dita vinbo, 5J b.rris dito, 300 har-
neas firinha de trigo, 100 barns mantoiga,
75 canas velas stearinas, 25 gigos garrafas
deviiihoChampanh., 12 caix.es ditas de a-
zeitedoce, 30 barricas garrafas de serveja
ajfardos alfazema, 30 barras de cumbo. 13
chapas do ferro para regio, 4S caitas amel-
las 10 frasqueiras genabra, 2 canas garra-
fa, de Absiulho,9d.t.s diverso, objecIOS,
3 bahus roupas e papeis.t embrulho bande-
jas, 15 oikas armamenlo,115 saccas cafe em
casca, 263 ca.tas charutos. ,6 d.l.s rap, 30
ba-nuiunas caf moi lo, 1 J't'';uc"' re-
nado. 20 garrafdes espirito, 20 ditos agoar-
3n;dec.nn.,40r.rdos folh.de fumo, 6
gaojellas de pau e 17 c6cos pora agoa.
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimento do dial.....IMW
Ljdemdodiai..........._...
309,783
alem do juro certo de 9 por cont, que o oon,p05ia j0 Knm. Sr. visoonde de Abrant-s,
" presidente ; dos Srs. Jos Ferrei'a Porto,the.
soureiro : Justiniano Jos da Roera, secre-
tario ; general Andrea, Jos demonio Pe-
reira, Lima e Silva (Sobrmho), Dr. Azambu-
ja, bario do Pilar, Dr Siqueira Qu-iroz e
Joo Carlos Paulares, adjuntos. Assenlou-
se quq sa desse uui baile por subscripco, o
que, apuradas as coates, fossa a directora
presenca de S. M. I., e entregase o producto
delle .-na lispo-ie.io para uuxilisr'as vis-
tas de sua alta benellcncia,
O Diario Mo do Janeiro do mesmo dia refe-
re o seguinte :
Sumos informados por pessoa fidedigna,
quo a noticia da victoria das armas impe-
naei e doi alliados contra o dictador de Bue
nos-Ayos foi raslejadi em Nona Fnburgo
com todo brilhanlis-no Alm de illumina-
rem-sa todas as casas da villa durante tres
nuil--, houve um explondilo baile, a que
concorreu grande numero de pessoas sem
dislincco de partidos, dado pelo diguis>imo
juiz de direito da comaicao Sr. Dr. Cansan-
cio do Sinimb ; princioianlo por um hym-
no diente a elliga de S M. o Imperador, de.
pois de inultos o enlhusiaslicos vivas ao
mesmo augustoSenhor, e ao Iriumpho al-
cauc lo pelos bravos do campo deMoroo.
Em S. Paulo oa condecido o resultado
de eleijo pira os dous s-nadores em 23
collegiot. Ei-lo:conselhiiroPmenia Bue-
no 599 votos; commoii lador Jos Mano al
da Foiisoca 589 conselh uro Carueiro de
Campos 588; cmselhei o Pires da Molla
567 ; mousonhorRimal.io562;commeiidj-
dor Jos. Manoel da Silva 554. Falta va 01 *
cullegios com 70 oleilores, e o mais vota lo
depois u'aquelles Srs. era o Dr. J. J. Pache-
co com 298 votos.
Nisgazelasda Baha nada encontramos
deinlereise. Gozan provincia de tranquil-
lidado, e apenas o Mercantil de 29 do passa-
do noticia o s-guute : .
Sibbado seguio para o polos do Norte
da provincia o Ex u. Sf. pres lenio Concal-
ves Mirtns, a bordo do vapor Pedro II.. por-
tencente i companhia Bonttm. S. Exc. sem-
pre desvelado no que rrspeita ao ongiande-
cimento desta nurcio do iaipe'io que com
lauto acert Ihe foi cinllada polo governo
imperial, vai pessoal nente examinar o as-
tado em que se acham os dilos p.ir tos, aflm
de nelles promover aqueles melh iramen-
t is que do prouplo possam ser lavados a
elTelio, sen lo o principal delles a navegacio
por vapor, da qual tantas vamag -na podem
em breve colh >r. Com S Exc. eraharcarain
alguns officiaas de miriuha eoulras pei-
sOaique o quizeram acompaiihar.
DeMacei lambem nio ha Cousa alguma
disuade menoionar-ss.
mes-no projeclo assegura, os emprozanos
ain i.i aeli.lo um novo terreno,onde podem
calcular novo* interesses, e contir com vau-
lajoza n'iii!iine"io do sha industria.
OSr. Jos Pedro :l'.olribuicio de indus-
tria ?
U O'ador : Sim, relnhnie i da indus-
tria, de que olios, sio empizanos. De-
pois de dado o orcamenlo, o menor pre-
(o, com que polem comprar os materiaes,
o menor preco dos salarios, diversas eco-
nomas que oslo, ou na quillo podem om-
pregar, e outras mullas ciuzas, queeslln
no dominio de suas especulacO^s, podem
lees dar um resultado lisongoiro-, que os
anime a tomarem soDre si a empreza da
obra, contando com grandes lucios.
O honrado membro, (0 Sr. Maciel Mont-u
ro) tocando de passagem oeste ponto, disse
que um presidente de provincia, patriota e
zelosodos ulereases damasina provincia,
no cuutraetar com a coinpauhia a obra, das
estradas nio dara occasiio, a que a em-
presa (Olesse ser vantajosa com prejuizo
da procincia.
Mas senhores, para que argumentar por
semellianle mudo.'
lelo nio he objeccSo formal contra o pro-
jecto ; mas he a quillo mesmo que esla na
ordem e mareba natural das cousas. Os em-
presarios de sua parle sem dunda hio de
querer lucrar o mais possivel, e o presiden-
te timbem de sua parte hade empenhar-se
em enriquecer a provincia com esias es-
tradas, do modomenos gravoso para ella.
Esta lucia de dezejos he inevitavol. Se o
accordo juito e esclarecido do presidenle
nio salisfazer o dezejo Iluminado de lu-
cros, se as bazea do projeclo nio agradar
om oresultado ser nio apparecarem com-
paubias, que se encarreguem da obra ; mas,
como quer que neste caso o projeclo, se-
gundo a expressio de seus impugnadores,
lldia lelra mrla; da hi nio nos podar vir
mal algum,
Vm Sr. ieputailo :'Appoiado.)
o Orad'Ai:Sr. presidente, eu nio posso
continuar. Direi por llm sobre ete pro-
jeclo, que no concebo, couio se ac-
cusando liofoilomenloo modo onerozo e
prejulicial, porqu sa fazem as est'adas,
se quer aindo com docilidade permanecer
uestes malos ja lao iusurpurtsveis, e para
aiu se permanecer se appresenlam argu-
mentos, queso vivom nas imaginacOes ar-
bitrarias. Sennores, nio sejamos engenho-
sosem atormenlarmo-nos. Desle eslado de
cousas nio podemoi sahir, senn comex-
fo coi grandes, e tm vez de flgurarmos
impossinilidades, que anda aenio viram, e
se nioexperimentarom, he necessarlo, que
com vonlade lirme entremos no terreno das
lenlalivas, he destas tentallvas.que pro^iza-
mos, e deque hade vir o bem a um p.u nova
como o nosso. Sem senlarmos, nada rere-
o.oi. Aisim pens que o artigo do projecto
deve ser approvado.
Julgada a materia discutida ; he o arllgo
aubmeltido a votar;!o, e approvado, lendo
siJu previameoie regeiladosos 2 addiamen-
lospiopoalos. a .,
O Sr. Presidente diaigna a ordem do la e
levanta a aeaio (era 3 doral o mel)
Artigo dditlvo. Fica a cmara munici-
pal da villa de Po d'Alo auloris
THEATRO DE APOLLO.
8ABB*r>0 S DE ABRIL DE I 85 3.
RECITA EXTRAORDINARIA.
A BEM FtCtO DE
EDUARDO CLAUDINO CORR\ CABRAL,
PINTOR SCEXOGRAPHO.
Ero grande orcheslra, sb a dirrccSo do
Sr. PEDRO NOLASCO PABTISTA, executar-
se-ha nana brillianto ouvertura, que prece-
da/a represeiitaaio do drama original por-
tuguez denominado
O CATIVO DE FEZ,
composicio doSr. Abraoclie, um dos mais
elevados genios poticos que a litteratura
moderna ha faitoconhecer emnossos das;
seiiilu ilenempeuliadas as principaes partes
do prsenle drama pelos Srs. Cuimiries c
Sum i, e pelaSra. D. Joanna Januarla.
O artista Pernambuca.no, o Sr. PEDRO
NOLASCO n vi'vista, em obseguio ao bene-
ficiado, le preslou a executar no
BAIX.0 DE HARMONA
Bollissiniai e ddiceis variicOes a seu ca-
pricho.
Terminar o espectculo com o engraca-
do terceto cm portuguez, composicio doSr.
Gianini; cantado pela Sra. D. Carolina e os
Srs. Costa e Telles.
Eipea o beneficiado agradar, com a etco-
Iha iio preseute espectculo, ao lljustrado
publico desta capital, cuja valiosa proiecc&o
eonlia recelier, visto sera primeira vez quo
ao mesmo se dirige: pedindo-lbe que se dig-
no de coadjuva-lo.
Comecara as g horas em ponto.
22- RECITA D.t ASSaCNATRA.
DOMINGO 4 DE ABRIL DE l85a.
Magnilico e pomposo expectaculo em fes-
tejo ao ai.nivorsario natalicio de S. M. F. a
rainha de Portugal.
Depols de uma nova e oscolhida ouverlu-
ra, cantal-se-ha ante as rfllgies do S. M. F.
a rainha de Porlugal, e de S, M. o Impera-
dor do Brasil os hymnos portuguez e bra-
zileiro.
Seguir-se-ha a ropresentacSo do nt-res-
saniissimo o muito applaudido VAUDE-
VII.LE.
OC\MOES DO HOCIO.
0 director einpiesario l'-'-l -jan lo por esta
maneira o anniversario natalicio de S. M.
F., Augusta IrmS do Imperador do Brazil,
espora para esle expectaculo adiar acolbi-
menlo e concurrencia de todo o publico.
> l'i meu l.lill a< 8 lloras.
Avisos martimos.
Para o Ro de Janeiro, segu com a
n,aior.brevidadeA galiota S. Trio lado : re-
cebe carita, passageiros e escravos, tendo
pa'a ludo bons rom-modos : trata-se na rus
do Vigario, escriptorio n. II, primeiro an-
da', ou com o c|Htio Miia.__________
Leilao.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do \*2_1^_:_;_jWm
Movimento do porto.
aeei entrado! no dia 2.
Rio de Janeiro e portes intermedios-8 das
a 2 horas, e do ultimo porto 16 horas, pa-
quete de vapor hrasileiro Imperador, con.-
mandante o primeiro leoenle Jos Leopol-
do do Noronha Torrezao. Traz a seu bor-
do, para cita provincia Dr. Francisco,de
Soza Cirnel.ima, Angelo da Malta e An-
drade e 1 eacravo, Francisco Jos dallo-
cha, com sua senbora e7 escravos, padre
Alvino de MagalhiesCerquei^U,^-
O correlor Miguel Carneiro, far leilio
nedia terca-feira 6 do corrente as 10 horas
da manliia.nn seu armaiom na ra do Tra-
piche n. 12, de varios traites novos, e usa-
dos um piano inglez, vidros louea, qua-
droa e mi estampas, relogios, correles de
dito, lm os lesineos,o nulros muitoi objeo-
tos : assim como ao meio dia em punto, ira
a leilio uma porcio de charutos da llivan
garrafdes com sevadinlia e azeite doce em
larra fas.
t________' ii .U L-!______
Avisos diversos.
tos nicamente a venda, na pra.-
ca da Inrtcpendencia, loja de cal-
fado n. 13 e 15, do Arantes, e na
ra da Gadeia do Hecifc a. 46 ,
loja de miudezts de Jos Fortuna-
to dos Sanios Porto esneram-se
as listas de ambas as loterias, no
dia 19 do corrente tnei, pelo va-
por dacompanliia brasileira, e no
dia ao pelo v^por inglez Severo j
as ro las ila a3. lotera do theatro
andaram no dia 27 do passado, e
do o. do Monte Pi, fcavam a
correr no dia 6 a 7 do presente.
Paga em continente sem descont
algum, tod 1 e qualquer premio que
sahir nos liilleles e meios, vendi-
dos nas tojas ncitna.mencionad is ,
logo que receber as listas.
Bilhetes inteiros as,000
Meios 11,000
Quartos 5,5oo
Oitavos a,800
Vigsimos i,3oo
' Hoje depols da audiencia dojuizodo
civel da segunda vara, na respectiva sala,
tem de se arrematar a renda de um siti na
estrada da Magdalena, avaliado annualmen-
te em 200,000 rs. por eieeucio de JoSo
Kellcr Ai t.oinpauliia, contra Justiniano An-
tonio da Fonseca e sua mullier, escrvio
Baptiita.
.- Mathiaa Lopes da Costa Mala, embarca
o sen eseravo Manoel, prelo, para olthtde
Janeiro.
?- J. B. da Fonseca jnior, remetle pira
o Rio do Janeiro o aeu eseravo, creoulo, de
nome Pvlix.
Torres e Brto, Simio Luiz e 2ei-pracas:
Seguem para o Norte, o Ezm. Bispo do
Maranhlo e suas 2 irmies.Or.gaieiro Jos
Teilo Pacheco, seu ajud.nte d o rdenie A
ordeoanc.s. capilio Pedroi A* JT
reir, e laymundo Nonalo Nunes B^lfoil
I lanoa 33 das, briguo portugus. Concei-
"So"ile Mana, de. 239 toneladas, c.p.tio
Francisco de Oliveira (.nambes, equipa.
nal", c"K '"h0 eanais gneros; a
f hl.z 'le Aquino Fonseca cV FiIhos., Pas-
s.geir.s. Jos Marcoi. ile Jesus Aodrade e
2 sobrinbas menores.
meiro,
. mandar p-g.r a Ju,n0.l)'',"i"-
ttues Carneiro melada das cusas que, como
acriviodojury, tem direito dos processos
decahidos; segundo, ao escrvio Antonio
los Nuoea do Valle metade da mpoririicla
das cosU lambem de proceisosioeahidos;
te
en
rceir "Vb.r; equ'.'ntii de lOD/OOO ris
om fatr do arrematante dos oUimos das
"amuras, Fortunato Jos de Anuda ; quar-
lo. a abalar a quinta parte dai qu.Pt.a de
fiRi/,100 risporque arrematou Joio Ci-
6:261/000 ris por que
qornlo haeom aaia grande nemaaqaa '* Balera dAlbuquerque o impul-
se imagina que se pode retirar espitaos de[ vaicamo "
A asiembla approvou o parecer da com-
missio de legislacBo addiado da sessio an-
tecedente por ler ped lo a palavra o Sr.
Brillo acerca da pretencio do profenor de
primeiras letra de Naz.relh;approvou igual-
mente e maudou imprimir o parecer da
commisiSo especial nomeada para dar o seu
parecer acercado projeclo sobre o calcamen-
to das ras desta cidade.
Entrando na ordem do dia, approvou o
projeclo que addila alguna aitigos ao regi-
ment da casa addiado na sessio anteceden-
te por empale na votacio, sando regeilado
o 3. dos meamos aitigos.
I'asssndoa discutir o orcamento munici-
pal, approvou o raataole dos seus arligol,
(cando addiado ate se imprimir umaitigo
addiiivo apraaentado pela comqissio de or-
camento municipal.
Dada a hora, o Sr. praJajante
ssil, leudo o trabamoiaoa
mei.
meia da larde.
ata, teodo os irabaRioseomeoadoas II e
ja horas da manhta o terminado s o

pinto de Lemoi
T-'/rVCa-SOdias, brigue inglez Caro-
lineSchenk, de 219 toneladas, c.p.tio J.
F. llugfoid, equipagemll, carga
lnao : a NO. Biabar OompanUla.
baca-
ED1IAL.
0 lllm Sr. Inspector da thesoursria de fa-
zen-ta desta provincia, em cimprimento da
decis'.i doEm. Sr. presid-nte da provin-
cia, que Ihe foi comrannicada emolllcio de
ladoproxiiio passado mez, manda fazer
publico que havnndo Jofio Paulo de Souza
requerido o aforamento do terreno de ma-
rinha, que com casa sua possue no aterro
dos Alogados. por cessJo, transferencia e
venda que Ihe (izeram os herdeiros de I).
Thereza de Jesus, que o haviam oblido por
foro dos herdeiros do Joio Cesar Bezerra (,a-
valcanli, os quaes se inculcivam senhores
directos desse mesmo terreno, tendo reco-
bnlo laude nio de lraiismisao para o reque-
rimeulo.e convindo reconhecer-se adminis-
trativamente a Ugitin.ida.le desse dominio
pelos ditos herdeiros de Bezerra arrogado
para se podar differir ao mesmu requertmen-
to.sessiigna pelo pre.ente aos eobre-dilos
herdeiros de Joio Cesar Bezerra Cavalcanti.
o termo de 60 diaa, que comecara a contar-
se da data deste, para comparecerem por si
ou por seu procurador com os seus ttulos
nesta secretaria, fleando o mencionado ter-
reno livre para aer aforado ao pretndeme,
q.ian lo ndo c imparecen).
Dcclaruyao
As malas que deve cooduzir o vapor
Imperador, para os porlos do Norte, prlnci-
piam-sea fecliar boje, 3, a I hora da tarde,
edepoia dessa hora al o m o anego de Te-
diar, recebe-so correspondenoiaa aom o por-
te duplo.
I MUTILADO
^1 O compositor, que hontem, foi ch
mado pelo Diario Novo, he o Sr. Joio Ferrei-
ra Chaves, a quem roga-se queira ir quanlo
antes pagar a quantia que polio para, pagar
o f.-iiio doumac.sac: no pateo do Terco
n. I, segundo andar.
PEOOISSA'O
DO
SR. BOU JESUS DAS CHUSAS.
A mosa rogelora da irman lade do Senhor
llom Jesus das Chagas, lendo dea res-ni. r
aos liis em procissio o mesmo Senhor, no
domingo de Ramos, pelas 2 oras da larde,
por este avisa aos moradores das seguinles
ras para que as teniiam decentemente lim-
pas, pois por ellas to n do transitar a men-
cionada procisifio, o que deiiar de fazer
por qualquer dellas, que nio eslt-jam iim-
pas : ao sabir segu pela ra dallla, 1ra-
V,ssa de S. Amaro, Nova, pi.ie.i da Indepen-
dencia, leo/e-, travessa de S. Francisco,
Cadea, ponte em seguimento a Lingoeta,
Vigario, Azeite de l'ei&e, Madre de Dos ,
em seguimento a ra do Collegio, I.mmen-
lo, Direita, travessa do Marisco, ra de Mu-
tis, eslreita do Itozario, Queima lo, reco-
Inen :o-se pela l'rac-i o ra dos Cjuaiteis.
Geralmeote convda-se aos Irmios da ir-
uianJa le do mesmo Senhor Bom Jesua das
Chagas, e aoslie>sque quizerem acompa-
niiar. de comparecerem a hora indicada. Oi
senhores sacerdotes que quizerem acompa-
uhar poderio comparecer de roquete.
Francisco Custodio deSampaio, em-
barca para o Rio de Janeiro, o seu eseravo,
de nomo Joio, afio Angola, de 36 annos
de dade.
Antonio Rodrigues Copeleiro, subdito
porlugiie/, retira-se para fura do imperio.
Joaqmm da Costa Mureira, embarca pa-
ra o Rio de Janeiro, o seu eseravo Francis-
co, de naci An-ola, de 36 a 40 annos.
Jos Antonio dos Santos Andrade, ci-
da i i porluguez, vai a Europa.
Juaquitn Hamos de Azevedo
L'ovoas, retira-se para o Hio de
Janeiro.
NapoleSo Gabriel Hez, embarca para o
Rio de Janeiro os seus escravos scguinles :
Nebelia creoula, Kuzebio creoulo, Luiz cre-
oulo, Claudina creoula, Joiepha creoula.
Candi la cieoula, C insunea creoula, Cezina
creoula, Julio creoulo, Joaquim pardo. '
No dia 3 de abril se deve arrematar em
hasta publica do Dr. juiz da aegonda vara
municipal, a parte drum sobrado de um
A i r ir 11 nd a le de S. Jos de liil... M < r de
commum accordo com a irmandade de San-
tiago do Pillar tencioua por avista dos fiis
a procissio de encontr no di) sabbado, S
do correla pelis 7 horas da tarde.tendo lu-
na da Calcad, Sumpcio, becco da Penha,
dilo deS. Pedro, pateo do Carmo, ostreila
lo itozario,tita larga,praca da Independen-
cia, em direilura ao arco da Concedi, on-
de ter lugar o religioso aolo do encontr, e
convida a todoi os irmioi e pessoaa que qui-
erem acompanbar compareca na dita Igre-
ja pelae 7 horas da larde; e roga-ae aos mo-
radores das mencionadas ras para que lim-
pem suas allesladaa.
Jos Harlins de Auiorim vai a Parabyba
do Norte a negocio.
O cautelisia Souza Jnior faz
sciente ao respeitavel publico que
vendeu em sua loja de ferragens,
na ruado Queimado n. 3"] A alur-
de outros premios o de 4:000,000
rs. que saino etn o n. 5779 em um
quarlo e cinco vigsimos da 16 lo-
tera das matrizes da provincia;
avisa paya aos possuidors de ditas
cautelas qnc venhain receber o
respectivo premio sem ganancia e
nem descont algum, bem como os
outros premio* : o mesmo caute-
lista tem exposto venda os seus
bilhetes, meios, quartos, oitavos e
vigsimos d, aSioteria do theatro
de S. Pedro, e da 3o lotera do
Monte Fio, cujas listas devem che-
gar pelo primeiro vapor do Sul,
pelos baratos precus abaixo:
Bilhetes
Meios
Quartos
Uitavos
Vigsimos
2a,000.
11,000.
5,5oo.
a,800.
I ,.'00.
Vendas.
Lotera do Hio de Janeiro.
Aos 50:000,000 de rs.
Na loja de mitidezas da praca da
Independencia n. 4, ven Jera-se bi-
lhetes inteiros, meios, quartos, oi-
tavos e vigsimos, a beneficio da
a3. lotera do theatro de S. I'edro
de Alcntara, que havia correr de
a8 a 3o de marco. Vem a lista no
primeiro vapor ; na mesma loja
recebem-se bilhetes premiados em
troca dos que tem a venda e moa*
tra-se as listas.
Lotera do lio de Janeiro.
AOS 20:000,000, 10:000,000, 4:000,000 ,
- 2:000,000e 1:000,000 de ra.
Na loja da Viuva Vieira ccFilhos, oa ra
da Cadeia do Recite 11 2t, ainda acbam-se
andar altana ra da Cadeia, lvala i praca eno* "m resto de bilhetes e cautelas da
por ezecucio de Frederico Robilllard. 25 lotera do theatro de S. Pedro de Alcan-
- No dia 3 da abril ae deve arrematar emll': Cmo bom novoi hilln-tes e cautelas
hasta publica deste juizo da segunda vara os ua 30- ,olMr' do MoDl" pio Ge^V CUJ*1lis"
movis, prata e ouro, esciavo e mais beus <* esperam-se pelos vapores, da carreira a
penhorados por ezecucio de Jos dos San.; iugle/, os precosajlo osaoguintes:
tos Souza Lins contra Jos alaria Goucalves
Ramos
- Jos Bernardo Galvio Alcanforado.cm-
barca para o Rio de Janeiro a sua escrava
Hita creoula.
--Manoel de Souza Guimaries, vai a por-
Bilhetes
lelos
Quartos
Oitavos
Vigsimos
32,000
11,000
5.500
a.aoo
1,360
O cautelista Fara Morbosa ,
tugal,ede*a por seus procuradores os'se-'tem um restinho de billietes das
nhores, em primeiro lugar, Jos Das da ,. .
Silva Guimaries; em segundo, Jos di| Silva matmes CUja lista deve Chegar
Campos; em lercairo. Joa Antonio da t:os- |,je no vapor do Sttl : vende no
ta e Sa, (cando o l. seu procurador oncar-1 *__i f~ll_; j ai
regado de lodoa os leus negocios, e por laso I Pleo a ^OlleglO, casa do vro
o poderlo procuiar, na ra do Livramanto.' azul, pelos segnintes precos
U cautelista Salustiano de A-
quino Ferrera, avisa ao respeita-
vel publico, que as suas cautelase
bilhetes da a3. lotera do theatro
de 8, Pedro de Alcntara, e da 3o.
lotera do Monte Pio, esto expos-
Mcios io,4oo
Quartos 5,aoo
vigsimos i,aoo
Ven leni-so oculos para todas as ida-
des, pelo barato preco de 800 rs. o par: na
ra larga do Rozario o. 86, loja de iniude-
z>s

!


*+
T^B^
Farinha fontana,
nhegada olli" em^*^'' K "
so Jnior, ni ru> do Amoro o. 35.
riofindw superiores.
Na fundicJJo de C. Starr & Companhl,
om s -Amero, acham-se vende, moendes
ile canm, todM de ferro, de ndf modelo e
ronstruceo muito superior
.. No ernmem de ra di Molan. 15,
vende-se cil deLifboe em pudra, t mais no-
va que ha no mercado, chegada no corrente
me, no brigue Liyi ; assim como mercurio
loco Ptn caixmhis delibra cada urna, ludo
tor menos prego do que emoutri qualquer
pirte.
Cobertores de algodae.
Superiores cobertores de algodto de di-
forenles cores, tecidos dous flos, muito
grande, tem todaapplicagao em urna casa de
I amilia, por servir para meza de engom-
mido e forrar camas e mesmo pira eecra-
vo, pelo diminuto prego de M0 rs.: ni
rui do Crespo n. 6.
i'otassa americana.
No enligo deposito di cideii velh, n.
13 existe uma pequea porcio de potasaa
americana, chegada recentemente que por
superior rival* om daRussia: vnde-
se por preco razoavel.
ttap l'auloCordeiro-
recentemente chegado do Rio de Janeiro :
vende-so na ra da Cadeia do ReciTe loja n.
50, de Cunha & Amorlm.
Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente inglez : na ra
da Senzalla Nova n. \-x.
Deposito de cal virgem.
Cunha & Amorim, na ra da Cadeii do
Recite, n. 50, vende-se barris con supe-
rior cal era pedri, chegadi pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos preco do que
em outra qualqner parte.
No escriplorio de Manoel Joaquim Ra-
mos a Silva, ni ra da Cadeia do Recife,
vende-se por preco commodo cal virgem de
Lisboa chegada no ultimo navio, blerro de
) ustro, mercurio, linha de Roriz.relroz, fe-
Hia-luras do Pollo, pannos e casemius
>to 18a.
I'ridcipios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vonde-seestecompendio, approvado pin
asaulisdeprimeiris letras, a 480 rs.: na
plaga da Independencia, livraria n. 6 e8.
___ a porta da Alfandega e no
;irinazem do baraleiro Joaquim da
Silva Lopes, vende-se farinha fon-
lona SSSF e de Philadelphia, l-
timamente chegada.
Vendom se amarras de ferro: na ra
di Senzalla Nova n. 4i.
AGENCIA
da fundico Low-Moor.
RA DA SENZALLA NOVA N. 48.
Neste eatabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
tnento de moendatfo meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
ruado, de todos os tamangos, pa-
ra dito.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedra,
hegada ltimamente de Lisboa:
Be tSo barato,
Que la a animar ;
Quem vir a pechincha
Nao deixar de comprar.
Na ro do Crespo loja da quki que vira
para a endeia, vende-se panno lino preto, a
9,000, 3,500, 4,000 4,500, 5,000 e 5,500 rs.
o covado dito francas muito superior, a
6,000 rs. ; dito azul, a,600, 8,500, 4,000 e
5,000 rs. ; dito verde, a 8,800, 3,0(10 e 6, 00
rs. dito cor de rap, 8,8,600 rs. ; casemi-
ra preta, a 4,800 6,000, 7500 8,500 el (TTOO
rs. o corte; sarja preta de seda muito su-
perior, a 8,500 rs. o covado; merino preto
muito bom, a 3,800 e 3,200 rs. o cotado cor-
tes de cassa chita- muito bonitos, a 1,920
rs.; e outras 'muilas fszendas por prego
commodo. '
Cemento novo a 7,000 rs.a barrica.
Noarmazem de Antonio Annes, no caos
da Allandega.
nr > 4
-*
ARADOS AMERICANOS. ^
Yendem-se arados ame- <
ricanos, chegados dos Esta- 8
dos Unidos, pelo barato pre- >
50 de 40,000rs. cada um: na
ra do Trapiche n. 8
tombem se vendepotassa da Rus-
pia, nova e de superior qualidade.
t;asa de commisso de escravos.
Ven.dem-se escravos-e recfebem-
c de commisso, tanto para a pro-
vincia como para lora della, para
o que se olferece muilas garantas
a seusdonos narua da Cacimba
11. ti, primeiro andar.
Vende-se ura terreno ns ra da Aurora
rom 50 p> linos de frente e 380 de extensSo,
t'-ndo caes de lijlo a beira mar, ficando en-
tre as casas dos iiims. Srs. GuslavSo Jos do
llego e Francisco Antonio de Uliveira : os
ireleodentesdirijam-se a ruadas Torres n.
8 primeiro indar.
4,000
Vende-se rape de Lisboa, chegado ulti-
mimeote, vindo de encommonda, cousa
superior, e respoosabilisa-sepela qualidade:
na ra da Cadeia do Recife, loja de Jo9o
da Cunha MagalhSes, 11 51.
Agencia de Edwin Maw.
Na ra de Apollo o. 6, armazein de Me. Cal-
montSt Couipanbla, acna-se constantemente
liona aorllinentoa de taia de ferro coado e
iMtido. lauto rasa como fundas, inoendas In-
dias todaa de ferro para animaes, agoa, ele,
ililaa para armar em madelra de todoa oa ta-
inanhoa e medellos o mala moderno, machina
horlaontal para vapor, com for,a de 4 caval-
liis, coucos, paisadelras de ferro estannado
pai a casa de pulgar, por menos prec'o que os
le cobre, escovena para navios, ferro inglez
tantoera barrascouioein ircoiColbas, eludo
por barato prego.
Deposito de cal e potassa.
No armazein da ra da Cadeia
do Recife n. 1a, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
Min como potassa chegada ltima-
mente, a precos muito rasoaveis.
Superior cha nacional
em caixinhasde 3 libras, e da tnelnor qua-
lidade; vende-se por prego commodo, na
ra do Corpo-Santo 11. 2, primeiro andar.
Arados de ferro.
Na fundigSo da Aurora, em S. Amaro,
vi'Odem-se arados de ferro do diversos mo-
delos.
Para a quaresma.
lasemira preta infestada a 5,000 rs., o cor-
te de cslgs.
Na ra do Crespo loja da esquina que vol-
ts para a eadeia vendom-se casemiras preta
entestada a 5,000 rs. o corlo de caiga, sarja
pteta nesuanhola a 3,600 a. o covado ; co-
mo oulrasfazendas que por sua boaquali-
da.c se turnaO recomendaveis.
Visillo de Champagne,
e superior qualidade : vende-se no arma-
mu Kalkmauu IrmSos Rui di Cruz, n. 10
inpsito da fabrica de Todos os
Santos na JJahla.
Vende-se, em casa deN. O. Bieber&C.,
na ra da Cruz n. 4, algodfio transado da-
qnelli fabrica, muito proprio para saceos de
assuear eroupt de escravos, porpregocom-
modu.
--Vende-se mais bsrito do que em ou-
tra qualquer parte, ricos manteletes prctos
ede cores : na ra da Cadeia do Recife, lo-
|i II. 18.
. -- Vendem-se velas deespermscete, em
caitas, de superior qualidade : em cass de
J i.elicr & Cuiiipinb.*.: na ra da Cruz ou-
. mero 55.
Deposito de panno da alumino da
febrica Todos os Santos da Ba-
nhia.
Yende-se por preco commodo
o bem conhecido panno de algo-
d3o desta fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador no escrip-
torio de Novaes & Companhia, na
ra do Trapiche n. 34.-
Azeite de carrapato da fabrica de
Arauio & Fillio, no Penedo.
Acaba de chegar insis desteja conhecido
azeite, omsis proprio e econmico, para
uso de csndieiros de ssla, tanto pela sua du-
rago, como limpeis, e continuara a haver
sempre um depozito para suprmanlo regu-
lardos freguezes : no srmazem dej. J.Tes-
so Jnior : 11 ra do Amorim n. 35.
Vende-se ou arrenda-se o Engenho S.
Rita tmente e corrente meia legoa distante
da villa de Iguarassu' com proporgOes para
safrejar-se, embarque junto ao engenho; ala-
gados, o oulras proporgOes : quem o preten-
der entenda-se com o proprietario no mesmo
emtenbo.
Novos cobertoresde tapete a
i,44rs-
Ns ra do Crespo Inja da esquina que
volta para a cadeia, vendem-se cobertores
de tapete, grandes e bonitos, pelo diminuto
prego de 1,440 rs.; em qualidade s5o os me-
lliores que lem vindo no mercado, por isso,
recommenda-se sos Srs. de engenho que
quizeretn comprar da pichincha, nSo se de-
moren), porque j ha poucos pela estragUo
que ten tido.
Taixas para engenho
Na fundigSo de ferro de Bovv-
msn & Me. Callum na ra do
Brum, pasjando ochafariz, conti-
na a haver um completo sorti-
mento de taixas de ferro fundido e
batido, de 3 a 8 palmos de bocea ,
as quaes achain-se a venda por
prego commodo e com prompti-
dao, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com-
prador.
Baratissimo.
Vende-se um terreio na ra da Aurora ji
aterrado, tendo fundo at a ra do Hospi-
cio, e frente 55 palmos: tamben) se vende
s a ra da Aurora: a tratar na praga da lo-
dependeucia n. 17.
f*iinao de ISaiitua a
Facas e garfos
Na ra do Cabuaa n. 6 loja aova de miu-
dezss vendem-se facas, e garfos de cabo de
balango a f ,600 rs a dutia, ditas de cabo
oltivado a 3,000 rs. a duzia, issim como um
soi tmenlo de colheresde soupa e cha.
, Ricas fitas para sinteiros.
na ra do Cabugs n. 6 loja nova de miu-
dezas, vendem-se ticas files de sarja de seda
para sintelros de menino, sssimcumo um
grande snrlimenlo de dit'S a setinadas pa-
ra chapeos de Sra. por' pregos muito com-
modos.
Attenclo.
Na ra doCahug n. 6 vendem-se babados
do Porlo de largura de 1 raimo a 180 rs ili-
tos de largura de 3 palmos'a 240 rs avara,
hoteles de madreperola a 560 rs ditos muito
finos a 730 rs., caixis de colzetes francezes
a 70 rs. a caixa.
Na ra do Capug vendem-se charolelrss
a 320 rs., ditas mais pequenss a 240 rs. cada
uma.
1.11 vas to fio da Escocia.
Na roa doCabuitn.6 loja nova de miu-
dezas, vendem-se luvas do fio da Escocia a
320 rs. o par, sem mofo algum.
Na ra do Capug n. 6, vende-se marro-
quina a 1,500 rs. apelle.
Pentes de alizar e de coco.
Na ra do Capug n. 6 loja nova di miu-
dezas, vendem-se pentes de bfalo para ali-
zar a 320 rs., cada um, ditos para cocaber-
tos a 380 rs cada um.
Ricas toucas de 13a.
Na ra do Cabug n. 6 loja nova do mo-
ile/iis vendem-se ricas toucas de 13a chega-
das ltimamente de Lisboa para Sra. e me-
nina a 3.000 rs, esda uma.
O baraleiro est em campo.
Na ra do Cabug n. 6 loja nova de miu-
dozas vendem-se bicos de largura do palmo
emeio a 720 rs. avara, dito de palmo a 610
rs., e dito pouco mais eslreito 560 rs., as-
sim-como um sortimento de bicos estreitos
por pregos muito commodos.
Carlas tle jopar.
, Vende-se na rus do Capug n.6, loja de
miudezis cartas para vollarele a 560 rs. oba-
ralho.
^gulhas francezas.
Na ra no Capug n. 6 loja nova de miu
Arados da fabricados Srs. Ranso-
mee Mav
Proprios para plantare ellmpar canna de
AttencOj .ptima pechincha.
Vendm-Je botina de bezerro
(rancezj obi mujto boa, e muito
%^^$^^- FT**P*1* r"0' Pel bara-. P'" de c?Jle"-'.qdade ,
periores a qualquer que tem vindo a este
mercado,!' proprio para plantaren) qualquer
terreno e de qualquer largara, por ttr um
arranjo proprio para abrir e fechar a aiveca.
0 bico, aiveca e sola desles ralos pastsm
por um processo que da-lhe a consistencia
de ac temperado da maneira que sao de
mnita duragto, alm de que lem bicos de
sobre-exceeote: na ra do Trapiche n. 14.
CLRA EM VELAS.
Vende-se cera em velas das
melhores fabricas de Lisboa e do
Rio de Janeiro, sortunentos mui-
to variados e a precos commodos :
na ra do Vigario n. 19, segundo
andar escriptorio de Machado &
Pinheiro.
Monillos de vento
com bombas de repuxo para regrar hortas
tissimf reco de 4)000 n- o par .
no lerro da Boa-Vista, venda
n. 75., *
Loja nova.
- Vende-se nesta loja, por pregos bsratissi-
ums o mais moderno sortimeoto de fazendss
finas a saber : cortes de vestJojf de seda
branca, mooteleles relos, ecapffiohos pa-
ra meninas; romelras delinho com enfeit.'s
de seda, los pretes, ricos cortes de chamalo-
te para veslido.bem como grs da imples da
furia-cores dos gostos mais modernos para
vestido, e. corles de 19a de camello com 14
covados pelo barato prego de 6,000 rs. o cor-
te, luvas de seda de cores, de torgal, pelica
e muitas outras fazendas ludo por barato
prego na nova loja da ra do Rangel n. 8.
Vendem-se 5 escravos, sendo I mulata
de idade 23 annos, engomis, coze e fsz do-
ce; I preta de idade 30 snnos, cosinha e en-
gonima ; 3 escravos novos de todo oservig'o
senil 1 um driles costntieiro: na ra DI re ti
VendemTsa ricos espelhos
com moldusa* juradas de 4
palmos de-#akuri ;vinho chirri-
obaixas decaplm na fundigSo de Bowmaux.n. 3.
& M. Calhem: na ra do Brum ns.6,8 ols.i -- Vende-se uma mesa de amarello,com
Grande labrica de chapeos de srfl7>11? < comprimento e 4 de largura :
, K ,, ,, narua Bella n. 16.
de J. talque ra do Collgeio Tachas de fem)
n. 4- I Na fundigSo da Aurora em Santo Amaro,
Nesta novo estabelecimento recebeu-se e tambero no deposito na ra do Brum logo
um novo e lindo sortimenlode chapeos de' r.a entrada, e defronte do arsenal de man-
Sol dos ltimos gostos, lano de seda como nha ha sempre um grande sorlimento de
de paimilio |mi a lioinens e genhoras, de ar- tachas tanto" de fabrica nacional como es-
magflode baleia e de asso que se venden),trengeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
por menos prego quoem outra qualquer par- quenas, razas e fundas ; e'em ambos os lu-
lo; grande sortimenlo de chamalole, sedas garas exislem guindastes, para carregarca-
e pan 1 olios om pega de todas as cores equa- iioas ou carros, livres de despeza : os pregos
hdades para as pessoas que quizerem man- sSo os mais commo los.
darcobrirarmagOes servidas. Completoso. Attenco
timento IiHWh van WMdOi M^oa yenigm_M n> rga v
par. ^S^SSSTSS'ifSSCl IwlaciiinhM muito finas de le.leem la-
c i_ j ) quem vende 100 espanadores muito bem
rarinha de mandioca. Jeitos.
- vndese sacos com superior fsrjnhai Vendem-se, por preco com-
de mandioca a pregos rasoaveis: a tratar
anilioca a pregos rasoaveis: a tratar r r
dei.s, vendem-se "agul.i.s iraocez.s ns. 1. 2, com J. J. T.sso Jnior ra do Amoiim modo, superior vinho do Porto,
3, 4. 5, 6,7,8, 9,10, a 40 rs. o papel, ditos n. 35. cm uiii'i'is de quarlo, quinto e O
muito fines ns. 11,12,1S, 14, a 80 rs.opapel. Grande sorlimento de (azendas !tavo no armazem de Jos Joa-
Can.vetes de 6 olhas. 1 baratas. ^uim Hereira de Mell no caesda
Vendem-se na ra do Cabug n. 6 loja do panno fino preto a 3,000 rs ; ssrja preta iir.i,. _.
miudezas, caninetscom 6 folhas cabo chifio de veado muito finnos a 2,000 rs., rj< 0 covado; setim preto maco, muito su- com INovaeS & Companhia, na ra
ditos de 2 folhas a 720 rs., tambem muito 1 periora 4,000 rs. o covado; alparca, muito Jrt Tranlefiai n V,
finnos. fina a 610,800 el,009 rs. o covado; cassas !
cortinados Vende-se uma muleca de bonita figur
Pbqh". na ra da l.uis n. 64.
cassas chilas a 2,000 rs. o corte; lencos d Mel liaratissimo.
cambraia de linho, para humem a 480, 560 e Vende-ie mel de assuear a 200rcsaca-
640 rs.; riscado ausentado em metim, pro- nada de 8 garrafas : na ra da Concordia o.
prios para ropa de meninos a 200 rs. o cova- 8, relinagao franceza.
do, e outras muitas fazenJas em conta : na Vende-se uma parda muito robusta ,
loja da ra do Crespo n, 6. propria para o servigo de uma caa : a tra-
Vende-se uma vacca, de riniito boa lar com J0S0 Jos de Carvallio Moraes, nu
qualidade, por o9o dar mais leite, a qual Recife, loja de ferragens.
cosiuma dar de 4 a 5 garrafas, e estar bas- jedas, no aterro da Boa Vista, lo-
tete gorda j assim como um garrote li i to
no Manguinho, sitio n. 57.
iiiiii"'.-- 1 111111 n uiV| !!'< o i www ; ii"n"wi vi
Riquissimas franjas, e trancas pa- de flores brancas, proprias para corlir
ra mantelete de cm, com 8 l|2 varasa 3,500 rs. a |
800 rs.
Vend-se a historia de SlmSo de Nantua,
a 800 rs. : na livraria da praga da Indepen-
dencia n.-68.
Cebo refinado.
Vende-se superior cebo refinado, em bar-
ricas, que por muito superior se recommen-
da para o fabricodas velas de carnauba: ns
ra da Cadoia Velha, armazem n. 12.
Vende-se uma preta cosinheira de pro-
QssSo, engomma e coze : na ra larga do
Hozorio n. 35, loja.
- Vende-se um methodo paraviolSo, por
Luigi Castelacci, em francez, e com ptimas
musirs, outio dito em portuguez, por Ma-
noel Nunes Aguedo, ambos com muito boas
liqOes para se aprender: na ra das Cruzes
no primeiro andar desta typograpbia.
Lotera de N. S. do Livramento.
Aos 5:ooo,ooo ders.
Na loja de miudezas da praca
da Independencia n. 4 y vnde-
se um resto de bilhetcs inteiros ,
meios, quartos, decimos e vigsi-
mos a beneficio de N. S. do Li-
vramento.
Bilhetes inteiros
Meios
Quartos ...... .
Decimos
Vicsimos
CHA PRETO.
Vende-se superior cha preto,
em caixas de 3o libras cada uma :
em casa de J. J. Tasso Jnior, ria
ra do Amorran. 35.
Na ra do Apollo, no trapi-
che do Ferreira, vende-se cal vir-
gem de Lisboa, em barris, chega-
da ltimamente no brigue Laia ,
pelo diminuto preco de 3,5oo rs.
Pechincha.
Ni loja do Passeio Publico n. 15 vnde-
se superior cal virgem, chegada ltimamen-
te de Lisboa, por prego muito commodo pa-
ra acabar.
Banana e goiaba.
Vende-se superior doced'aquellas frurtas
domis Uno que, ha : na venda da ra
da Cadeia do Recife defronte do Beco Lar-
B-^ Vende-se um cavallo com todos os an-
dares" eselado : no porto das canoas da Boa
Vista, cocheira do sr. Moura. .
Vndese a taberna da ra dos Pesca-
dores n. 43, com poucos fundos e bem atre-
guezada : i tritsr ni ra do Rangel n. 81.
Vendem-se 2 proprieJades, com sitio
na estrada da Capunga Nova, sendo uma ul-
tiniamcnle acabada, de multo bom gosio
Halar na ra do Livramento, bolina n. 22.
10,000
5,000
3,600
1,100
600
Na ra do Cabug n. 6 Inja nova de miu-
dezas, vendem-se franjas e irangas pretts de
seda as mais ricas que toin apparecido, por
pregos muito commodos. a
He barato que admira.
Vendem-se ricas franjas de holotas pro-
prias para cortinados de cania e janellas a
4,000 rs. apega, ditas mais enferiores a 3,000
rs, ditas estrellas proprias para toalhas a
100 rs. a vara ; na ra do Cabug n. I loja
nova de miudezas.
Linlias de carretel de 300 jardas
a 900 rs.', a dutia.
Vendem-se na roa do Cabug n. 6 loja no-
va de miudezas, lililes tm carreteis de 300
jarlas a 900 rs. a duzia, ditas do 100 jardasa]
a 320 rs. tendo todas asgrossuras desde n.
16 a n. 154.
Ol! que pechincha.
Na ra do Cabug loja nova de miudezas
n. 6, vendem-se luvas de torgal a 640 rs. o
par, ditas ditas a 800 rs., ditos ditos muito
supperiores com boletas a 1280 rs.
Luvas de pelica.
Vendem-se na ra do Capug n. 6 loja no-
va de miudezas luvas de pellica muito novas
para Sra a 800 rs. o par ditas muito finas
com palma e bonitas a 1,600 rs. o par, ditas
para homam a 1,000 rs. o par, ditos de pon-
da mesina
Madama Hoza llardy, modista bra-
silea, na ra .Nova n. 34 ,
neste estabelecimento he chegado recente-
mente, um grande o brilhante sortimenlo de
modernasfaiendas, vindas de Cariz, consis-
tnulo alm de outras fazendas.em ricos cabe-
gOes prelosde blonde; mantas de fil deseda
prela bordadas a imitagSo de blonde; assim
como capolinhos prelos e de cores, muito
proprios para os actos da semana Santa.
Velas de espermacete.
Vendem-se velas deespermscete, em cai-
xinhas de 20 libras : na ra da Cadeia do
Recife o. 48.
AttencSo.
Na ra do Rosario estreita travessa psra o
Queimadn, deposito de JoSo Jos Mendes da
Silva n. 39-A-, continua-se a vender latos de
araruta muito supporior como he sabido;
toineleza 1,600 as., ditaff ditas prelas a^ vende-se em libras a 400 rs., bolachinha, re-
, 600 rs 8,,la "IUI,I> Ana 320 rs latase hiscouli-
Luvas de seda prela para seniora. ^tm!^\i^J!:'^lVa,inHt}tt^*'
Na ra do Cabug n. 6 loja nova de miu-
dezas,vendem-se as mais i lea-1 iv.is de seda
a 200 rs., dita quadradaa 240, faiis o bis-
coutos oais inferiores em libra a 200 rs ; o
anda vende uma peqnena porgSn de biscou-
preta que lem aparecido para Sra. proprias tos de renns que para acabar venden) a 480
para a semana santa pelo diminuto prego de r4. uin embrulho contendo 1 duzia, vende
1,600 rs. o par.a ellesqueseeslSo acabando.; t,mbem castanhase amen Jobs por commo-
Luvas de seda preta para humem donrego, portento os freguezes devem pre-
a 1,00o rs. o par. ferir- Vl8t* d0 Pre.e qu'' Na ra do Cabug n. 6 loja nova de miu-) A melhor farinha de Mag,
dezas vendem-se luvas prelas muito su, pe- 12,500 rs.a sacca, dinheiro vista : no sr-
riores a l.ooors, opar. mazem da esquioa da AlfmJega.
Vende-se superior farinha da S Ca- .. Vende-se um prelo de nagao,muito bom
lli.tr m.i abordo do brigue paquete de Per- trahalhador, e mogo, com tanto quo seja pa-
nambuco, fundiado defronte do caes do Ra- ra o malo : tambem se troca por uma preto
oos; a tratar abordo do mesmo, e em Ierra
com Hanoel Maiimlano Guedes, ua ra da
Ssnzala Nova n. 10
Acudam ao barateiro.
Na ra do Cabug 6 loja do miudezas,
vendem-se thezouras muito linas para cos-
tura a 320 rs., ditas ditas maiores a 400 rs.,
ditas para unhas a 560rs.
Vendem-se travs, travetis, frexaes e
crenula
D" FAZENDAS
moesmba : na ra do Hospicio
BARATAS.
No aterro da Boa-Vista, loja de 4
portas n. 60
Vende-se alpaca preta muito boa a 640 e
720 rs. o eovdo,riscadinhos de chita finos,a
140 e 160 rs o covado, ditos de algudo
enchameis de lodos oscomprimentos, sac-l azula ibrs..ditos escocezes para todoservi-
cadas de pedra eum alambique meiilo. lu-
do por prego commodo: na rus de S. Fran-
cisco, casa apalagada prxima a inai.
Deposito de cha.
Vende-se cha imperial e da India por pre-
go commodo em caixas grandes, e peguenas:
na loja de ferrageos de Antonio Joaquim Vi-
dal, na ra da Cadeia do Recife n. 56 A.
go, rseuios e bonitos padrOrs a 140 rs., chi-
tas muito finas de lindos padrOes a 200 e 160
rs. o covado, madapolSo muito fioo a 3,5oO
e 4,000 rs. a pega, lil de linho 640 rs. a
vira, e oulras militas fazendas por prego
commodo.
- Vende-se lona americana de algodSo,
muilo encorpada, proprias para volas de na
40,000rs. -casto: na rus dalJriu
casa de Ayrial IrmSos. .'
Breviarios.
Vendem-se breviarios Romanos; na ora.
ga da Independencia, livraria n. 6 e 8.
-- Vende-se 1 casa terrea com sotJrj, ou
Iros mullos cmodos, o grande quintal com
arvoredos : na Solida le n. 42, logo aJiam,
do chafariz, indo para o lado do manginntio-
a chave se arria na venda do Sr. Francis-
co, oa esquina.
-- Na ra das cruzes n, 22, segundo indar
vende-se uma linda parda de 33 anno< com
habilidides e com'uma fllha molatmla ds
5 anuos, muita linda ; uma prnta muito mo-
ga.de bonia figura e con habilidades; un
dita de 30 annos que cos nha,lava elem boa
conducta, e um molecote de servigo de rita
he de campo.
m f 9 f f w w ? ? f ?f m
Deposito de tecidos da fabri- 4
- ca de Todos os Santos, *
na Baha. J
Vende-se em casa de Domingos Al- 2
W ves Hatheus, na ra da Cruz do Re-
cifen.53, primeiro andar, algod9o4
* transadodaqucllafabrica, muilopro. ?
P prio para saceos e roupa de escra- *
gj. vos, assim como fio proprio para rs- J
desdepescar e pavios para vallas, I
por prego muito commodo. 2
*44*iU**0**li* AAAsjtf
Molduras douradas
de todas os larguras : vendem-se no arm-
zem de Kallkmann IrmSog.ruada Cruz n 1 n
MUBILUS UE HS.IHO."
Vendem-se ricas mobilias de fer-
ro, como canaps, mesas, cadeiras
com braco e sem elle, e muitos ou
tros objectos de ferro : no arma-
zem de K tlkiiintiii Irmaos, na ra
da Cruz n. 10.
Em casa de L Keller & Com-
panhia, acha-se a venda vinagre
branco, superior de Nantes, em-
barra de 36 medidas.
I .ivros em branco.
Vende-se em casa deKalktnann IrmSos,
na ra da Cruz n. 10, livros em branco che-
gados pelo ultimo navio.
SALSA PARRILHA
DE
As oumorosas experiencias feitas como
uso da salsa parrilha em todas as enferrni-
dades,originadas pela impureza dosangue,
e o bom xito obtido na corte pelolllm.
Sr. I>r. Sigaud, presidente da acalemia im-
perial de medicina, pelo lllustrado Sr. Dr.
Antonio Jos Peixoto em sua clnica, oem
sua afamada casa de saude na Gamboa, pe-
lo IIIm. Sr. Dr. Saturnino de Oliveira, me-
dico do exercito e por varios outros mdi-
cos, permittem boje de proclamar altamenlo
as virtudes edicazes da
SALSA PARRILHA
DE
Nota. Cada garrate conlem duas libras
de liquido, e a salsa parrilha de Brlstol he
garanlida, puramente vegetal sem mercu-
rio, iodo, potassium.
Vende-se a 5/000 rs. o vidro na botica do
Sr. Jos Mara Gongalves Ramos : ra dos
Una neis cenada ao auarlel de polica.
Vende-se vinho de champa-
nlie legitimo e de superior quali-
dade : em casa de J. Keller &
CompBnl>;i na ra da Cruz n.
55.
NANO*.
Vendem-se em casa de Kalk-
mann Irmilos, na ra da Cruz n.
o, ricos pianos de Jacaranda, com
ja de calsado n. i4, delronte da
boneca,
ha os mais superiores cortes de vestidos de
se Ja prelos e de cOres, de muito lindos gos-
tos e por pregos, que muilo animar ao com-
prador.
-- Vende-se o sobrado de 3 andares da
praga da Roa Vista n. 8 : a fallar na ra do
Crespo, loja de Joaquim da Silva Castro.
Enl'eiles- prelos para vestidos.
Em pasa de madama Theard na ra Nova
n. 32, acaba de receber muito lindos enful-
les para vaslidos prelos, ludo que ha de
mais muderno e mais rico que vende por
prego commodo tambem recebeu ao mes-
mo lempo muito ricos cotes de vestidos
pretos de gorgurSo, e outras fazendas pro-
pnas para a semana santa.
Vendem-se saccas com fari-
nha de Santa Catbarina a 3,a4
rs. : na ra da Fraia de Santa Hi-
ta, venda defronte da ribeira do
peixe, n. 1.
Vende-se na ra do Apollo n. 18, mer-
curio chegado de Lisboa de superior quali-
dade, por prego commo lo.
-- Vende-se um reluci sabonete, patente V. .-j---. .-,
inglez muito bom regulador, uma correnli-exce,lentes vozes chegados lia
nha com passador, um trancellim, dous pa-| pouco (i'ilipo.
res de casticaes de prata : na ra do Raug '1, \/ .. j 1/IL
n. 36, primeiro andar. Vende-se, em casa de Kalk-
- Vende-se um elegante carrinho ame-'mann Irmaos, um lindo sortimen-
ricano para um cavallo, chegado ha pouco J- nkra rl imra cKeirul.s lia
dusEstidos-Unidos;pde-sovernacocliei.|10 ae 0Dras de ouro' fnegaaas> "a
radarua do AragSo : a tratar em casado poneos das, como sejam : ade-
Deane Youle & Companhia. na ra da Cs- recos, pulceiras, alfletes, voltas,
dea do Recife I l
- Vendem-se tainnas da alagoa a 100 rs. brincos, aunis, correles para re-
cada uma, e sendo porgOes dar-se-ha mais lojo, brinquinhos para criancas de
emeonta: na ra da Piaia, armazem n. 18. 1 1 ___
--Vende-se um ptimo cavallo. para car- coral > chaves para relojo e llu-
ro : na ra do Hospicio, venda do l.eio de dalbdes.
Ouro. i ^^^^^^^^^^^^^_^^^^^^_^^
As mais superiores vela* de car-
nouba, que tem apparecido no
mercado. l,esappareceu no da 31 do corrente da
Escravos fgidos.
-- Vende-se uma preta crenula de 35 a 36 vio.rodas e denles pertencentes a bollntes,
annos de idade, propria para o servigo de, escovens e golfas ludo de ferro coado: na
campo por nelle ter sido criada e ser muilo ra da Cadeia Velha n. 37.
reforgada.ou tampem se troca por outra pre- iJ- ,-n ,
taou prelo que entenda do servigo de casa : Hsparilllios nimio commodos.
em Santo Amaro, na taberna ao p do Sr. 1 Veudem-se em casado madama Theard na
Carduso, ou na ra da Cadeia do Recife,loja ra Nova n. 33, espartilhos de todas as qua-
n. 32.
A 1,600 rs. a socca.
Vendem-se na travesea da Madre de Dos
n. 1, as grandes saccas comsupeiior millio,
pelo diminuto prego de 1,600 rs. cada uma.
Attenco.
Vendem-so na ra da praia de Santa Rita
noarmazem n. 25 por todo dinheiro os se-
uiiitis livros: a collecgo completa do Pa-
norama em 8 volumrs, diccionario Moraes,
theologia por Besombes, arcebispo di Ba-
ha, iiiccionsvio inglez de pronuncia por
Walker, Cornelio, economa poltica por Dr.
Autran Guenlo direito eccleaiastico em
portuguez para o segundo anno jurdico,
cartas de Cicero, lgica por Cenueose, Arle
Latina por Vemey, Sjntaxe de D.otas. Arte
Latina do mesmo, novo methodo, Selecta,
K|eger, Direito Cannico, ethicede Job, me-
lapiiy.-ica de Genuense.
Cneguem freguezes ao vinho barato.
Vendo-sevinhoa I60rs. a garrafa, e sendo
em Canad a 1,120: na ra da Senzalla Ve-
lha que faz esquina para o llecco Laigo, ren-
da n. 104 de Bernardo Rodrigues Cramoso e
Costa.
Veu-le uma preta i losa, propria pi-
ar todo servigo, por prego muilo em conta :
na ra Imperial n. 31
S. FLIX.
Chegaram os superiores charutos de S.
Feliz, e se vendem ni ra do Uueimado n.9
SipaltV de lustre. largo: quem o pegar pode leva-lo a casa da
Vendem-se sapatOes de lustre francezrs No pelo baratissimo prego de 5,600 rs. o par; 34, que sera reco n pensado.
ditos do Aracaly a 3,500 rs. ; ditos brancos, -- No dia 28 de fe vereiro desapparuc ni do
para humem e menino a 800 rs. : no aterro engenho Cajabussu' o escravo creoulu de
do Boa Vista, ioja o. 58, junto ao f oleo o. nome Mariano, bi-m preto, llora regular,
a,4oo rs. a pele de lustre.
com falta do denles, temar alegre, ha noii-
li ladea, com coslura e sem ella, e com car-
retes os quaes sSo mui commodos para se.
nboras bastante gordas e secas, e queoSose
eocontram nesta cidade por seren bous de
mais.
Cortes de tapetes a 100 rs. o par ,
no aterro da Boa Vista n. 1 ,
delronte da boueca,
ba chegado cortes de tapetes, para espatos,
com um loque de avana, a 100 rs. o par, e
limpos, a 320 rs.; couro de lustro o melhor
que ha, a 8,500 ra. a pelle; sapaldes de lus-
tre, para homem, os melhores que tem viu-
do da Itaina, a 3,000 rs.; ditos do Aracaly,
a 3,500 rs., e brancos, a 800 rs., de orelha, a
1,000 rs.; assim como, um novo e completo
aoiti'iiento decalsados francezes de todas
s qualidades, tanto para homem, como
para scii'inra, menina e menino, ludo por
{reg muito commodo, a fim de se apurar
inheiro.
j Vende-se uma padaria emS. Amaro por
preg > conimodo.a qual se achi bastante a fre-
goezada de Po,bolacha e bolacinha de leite,
e seda a receila a quem eata comprar: a tra-
tar com SebaaliaD Jos de Uliveira travessa
do Vinario n. I.tenda do Cordeiro.
-- Vende-se um xcellenle cavallo, mui-
to maojleudoe grande, proprio para carro: I
a tratar oa cocliuira da travessa da ra Bel-Ide ljas francezas.queseb se podero veo"
la o. 3. I der por prego lo commodo. 11
da
Escada, e ter (icado por abi 010*010 : uu-'in
o pegar leve ao aterra da Boa-Vista n. 43,
ou no mesmo engenho cima que recebera
100,000 rs. de gralificacSo.
Desappareceu no dia 10 de margo um
Vende-se ptimo coura de lustre 3,400 SiE'V,*^JJ^l^. KIMS'!
rs. a pello: no aterro da Boa Vista, loja n.
58, junto aoaeleiro.
(diiro de lustre a a,56o rs.
No aterro da Boa Vista n. 73, vende-se su-
perior couro de lustre, que por sua quali- molecote de nome Cerdoso, que reprsentt
dade he por commodo prego, e iio deixa do ter 20 annos de idml, baixo, cheio docor-
couvidar a compra-lo em quanto he lempo, po, eorum tanto fula, niio tem nenhuma
Vende-se saccas com milho muito no- barba, tem uma especie de aristins nos cal-
vo a 1,92) rs cada uma : na ra da Cadeia canhares, levou camisa e ceroulade algoda-
Velha n. 19. zinho, chapeo d palha : roga-se as autori-
Vndese um negro padeiro: na ra do dades pohoiaes, campanms ou qualquer
Amorim n. 33. pessoa, o prenJam e levem ao seu senhor
m obomlbte'ro-, SebasiigoAelonioPaesBarreto, no engenho
Narua Nova n.H.Ioja que fui do Uado Rodiro, ou nesta praga' na ra das Cruzas 0.
Jos Pinto da Fonseca e Silva, pertencento 40, que serSo recompensados.
hoje a .Mcolau Gaijault, vendem-se ptimas Km prncipio-da anuo passido desap-
luvas de torgal prelas a 640 is. o par, dilas pareceu o muleque creoulo de nome Anto-
de seda cortas com bordado a matiza 800 nio Catana, representa ler 16 a 18 aonos.pu
rs., ditas romprldas a 1,120 o 1,280 rs di- e mSos grandes.bocca e denles grandes.tem
tas de algodflu compnd.s e curta, com de- era cima de uma orelha a dobra cortada, hi
los, a 200, 300, 400 e500 rs., ditas de !lo da probabilidade de andar na froguezia da Es-
escocia a 300 e 400 rs., meias de seda pretas cada: quem o pegare levar ao serro-d Boa-
para senhora a 1,600 e 2,000 rs. o per, ditas Vista n. 43, lera 1
- .00,000 rs. de gratiliCJC'0-
curtas para homem a I,So e 1,600 rs., cor- Desappareceram do engenho Tabocas,
los de seda preta por baratissimo prego cha- na provnola da Parahyns.a 86 de margo p P-
les do seda preta e de cores, veos de fil de os escavos JoSo. Ray.nundo.e Mana, pretos,
linho, pretos com bordado de seda, man- e Antonio Cabra : quom os aprehender e
las de seda de crese preta do 5,000 rs.a 14/, entregar eesta cidaje na ra das Cruzas n.
litas de soda laavaJa, bicos de blonde e de II, ou oa da Parahvba em casi de los di
seJa, brancos e pretos, papel pintado para Silva Coelbo.serl generosamente recom-
MUTILADO l
at,


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