Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03604


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Full Text
*F
Anno MV1II
Segunda feira24
DE
deM.iodel852.
N. 115.
PERIXAMBI1G0.
vnr.90 a scatoairolo.
PlOtttaNTO ADIXHTiDO.
Ut trimestre............
for semestre -.....
Por tono........,.....
Pi.On.HI.O IUHKF.IIII.
foi auartel :*
oTiqAi do mrcmo.
Par i.....7d0 Marco Minia... 2 de
Maranhiu 1 de Abril S. Paulo. 1 de
Cetra .. "de Jilo. IR.deJ.. It de
pirahlbt 10 e <.iio liahia... Irl de
4/000
8/000
15/000
4/roo
Malo
lino
dita
.lili)
disba umm. AvsiuroiAs.
2 Sea;. S. Vicente. I J.iinrtr OrpAito
25 Tere. S. Gregorio.11, e5. a ID hora.
Sb'Quart S. rllippeN I 1. cara do civil.
27 Qulut Joao p. 111 S 3. e 6. ao raeio-di.
II inufulo. Faltada .
28Sext. S frlamo. i.en". al 10 bor.11.
JOSab. S M. xi ni 11 no 2. rara r/o eir*/.
b ; S. lU'iiiiuiu. 4. csbado.ao melad.
30 Dom .".sao. do fc,-( Milmf/lo.
piulo Santo. 11 creas e aitxdoa.
Cresceate 2, a 1 hora e 2o minutos da t.
Chela a 3 aa 6 borai e 1 minuto, da tarde.
Minfoantem, as o hora e 4 minuten da t.
nova i 10, ana 41 minuto da m.
riiiiiBiO.Ti
Prlraelra ai a horai e 18 minutos da manha.
Segunda '.' Iioras e l-j mlnutoa da tarde.
raiiDi Ol ooaamo,
Qolaana e Farahlba, Al aegunda a aext.a-
felrai.
Rlo-Grande-do-I'orte e VlctorU aa qul.tat
feirai
Bonito,C.ruaru, e Oaranhun no l'e l de cad*
ln'v. ,
Florea, Ourlcury, Exu e Boa-Vlata i 13 e28.
Ollnda, todos oa das.
Todos os Carretal partein ao melo-dia.
totioiai iiTaiKaiinai.
Portugal 13 de Abril Austria 4 de Abril.
Hespanha 1" de dito ISulna.... I dedito.
Franca ... 8 de dito Soecla... -jideNaica
Blgica... 2 de dte Inglaterra 7 de Abril.
Italia.... 3 dedito B.-Unidos 9(>de Fevr
Alemanlia. 4 de dito Mxico... 31 de Jaur
Pruaala ... dedito CaUforala 2 de Marco
Dinamarca 10 de Marco Cblll. 2 de Frvr.
Ruada... 3l de dito Haenoa-A. BdeMa.co
Turqua, si de dito JMonleTldeo Ji de dito
CAMBIO! DI 1JMM1IO.
Sobre Londres a 27 a 27 '/, d.
1 Parla, 35
1 Lisboa, 91. por canto.
ITAU,
Ouro.Oncat hetpanimias....:
Hoedaa de 6/400 Telhas..
. de 61400 oras..
de 4/1)00.........
Prata. Patacctbrasilriroi....
Peaoa columuarloa.....
Ditoa uiexiO'DOI.......,
. 2y/000
.. 16/0f0
.. 16/000
.. /00O
.. i fui"
.. 1/9S0
.. 1/B00
PARTE OPF1CIAL.
1 ae manifestaste aer esa tambeni aua ditpo-
1 aleo ; em aiuboa oa caaos apreaaar una ao-
-------------------------------------------------------" lucio, e coin eala serla tambein a tiiuacio
Seguida seccao'. Rio d Janeiro, ministerio maisclara, ae beuiqueno segundo caso .atu-
jo, negocios do imperio, em 10 dt malo de "'"' uiua reaponsabelldade que nao te acba
.ac 1 limito diaposto a tomar.
do roez lindo, de havfrV. S. nSos entrado.,-,.|a He |,notslvel marchar sem laao ?
outra vez no dia anterior no exercicio dedi-' He posalvel verlnca-lo acui arlaa perturba-
rector interino desse rurso juriclirn, por ler I eea ? O que abriga, taet htas parece que
nuvamenleadocciJoo vscoudedeCoianna, julgain piaticaTel a n.call.acio.
director elfrClivo ; maslambem de achar- Nao ha purera cabecabein leinperadaquan-
f e, desde odia I i do mesmo mez, exercen- 5uo u
do as (onceo s de decano em leis. como len-
te mais anligo, visto ler ido jubilado o Dr.
Manuel Mana do Aniaral, e jumamente as de
secretario que Ihe sBoannex.s em virtudo
dos estatutos : a.ssnn o communico a V. S.
,'ii seu conhecimento.
Dos guarde a V. S.
Viionde de Monl'alegre.
S>. .tu ''"l'ir interino do curso jurdico da ci-
zalle delinda.
erclrl para impedir um ruinplmrnto. O gene-
ral Urquixa eat na mala nrrleita
coin o
nal Intra-mutos. Com os 24 balalliOas extra
quita e.ii na mala perfella anilxade1 muros, j organisados, faiem um total de
. ttratll, e urna prova nao pequea do 5i batalnOes e quadro esquadres. Conta-
que acabamos de dlter que apenas soube promptos para a gran-
qiie o gabinete Imperial senta ter de eolen- J rf._.:
der-.e co.n o general Cuido, rellrou a este, ae '" <"> 0 de maio.___^_______
sua nomeacSo, subatituindo-o pelo >r. Dr. Pe-
na, que cuino te aasegura, Tai *o Rio de Ja-
l'nrrrip. ilti ExprtIS.)
(Jornal do Commercio.)
unios votos para qne aejain bein auccedidosna Iconsaara-la. Seu preludio foi a dt noite do
aua honroaa mi.sao. IdB 5 de abril.
Antes da noite, como cima dissomos
oelro, tendo por principal objecto- ajuatar o
ti .tado driiniivo de pe a que ae refere a
convenci de mis.
Sendo Itto aasiiu, e conUndo o general cora
a benevolencia Jo goveroo Oriental, auat pa*
Jn"
...,or proprio ae fax ounr mala alio dojlavraa parilicas hio de ter multo peto na
que razio fila nease cato no deveria ha-laolucio deate assumpto, por que elle tab'ta
ver einbaraco em repudiar tuggestdea que ll-j apreciar devldamente quaea terlam aaconte-
vetiein um fundamento tao detleal ; bavialquencias para iodos de urna deslntelliuencia
EXTERIOR.
Montevideo 5 de malo de 1852.
Pacifica he a alluacio do 1 .u/, e patente a
dispotlco do publico eui geral para asaiui a
ronservar, por isao que o povo lie o melhor
apreciador doa beneticloa que ha de para o fu-
turo colher da paz.
De certo que nao existe esta siluacao pacifi-
ca em todos os nimos, aobre ludo ( em appa-
riir 1a na capital. Aii eat o ceulro do 1110-
vinieulo daa Ideas e o thcatro oude agora se
principia a discutir cousas e principios que
tDiiiloi ja dao por julgadot detdc a pacificaeo
ile uulubro.
>i >io sentido he precito confessar que bou-
ve regresso ; porein no divisamos siguaes ex-
teriores que indiquen! que o pais mustra
grande fiileretae ein entrer ueste eaminho, c
se for airastado a deeviar-ae acra coni grande
repugnancia sua. Al agora o campo einque
se inaniletia este drarju he limito limitado, e
1 ::oiiili m-iii.i do paiz anda o lia de estrellar
mais.
1 .maulo a nos. insistimos em dizer aos noi-
sosleitorrt de fra que catea povot desrjam
ardeutemente o socego, c que o menor symp-
tua de que nio aeja elle duradouro Ihet cau-
ta horror: netlc cato bao de pois retislir enr-
gicamente. .
A solufilo dada queatao oriental em outu-
bro sena posta em problema te aiiim nio fos-
sr, c ittu arria um regretao fatal, cuja rea-
pousabclidade ninguein quererla tomar.
Pelo que rcspella i latitude que te teirt de
dar a esta liscaliaacio doa factos cousuiiiinados,
ua'o podemos dizer qual elle arja, por nio t. r
uluguein tbido do campo das tlieorias, aluda
ijttt baja iraoaluxldo quanto baste para a po-
pulacio tentlr-se justamente alarmada; po
reiu o que ate agora nao tem aido desiiieiindu
lie a exlilencla do dearj.i de por cin terreiro
aquella tiacalisafio. Aquellea que as cama
rasa julgam necesaaria para a marclia regular
da 11 ih ni reiiringeiu seu alcance, e aprcicn-
laui como fcil a empresa de julgar o patsado
cora a constituifio na mi ; e aquelles que ae
nppoein a eau pretencao negam assuiDIca ..
laculdade de traxer a juizo actos que sio con-
siderados 1 0111 1 aauccionadoa implcitamente
pelo desenlace da questio em outubio, e ae
inottiaru decdidoa a oppor-.se rcalitacio
dette dearjo.
Uireraoa agora que quera abriga este dse-
jo he a maloria, e queru ae inosti a adverso be a
nomina ; todos aabein ja que crtica poltica
profesta urna e outra, e eouio a fusao tao pre-
. nisada nio foi poata era pratica na astem-
bla, claro be que cada fraccio tem urna cor
poltica, comquaoto poiem se nio oucam jin-
da >uai denoinina(des.
He neccltario aqu contagrar algumas li-
i.Ims para dar a conhecer o papel que estei
! 11 lulos repretciitam, e aatliludequc coutei-
vam a respeilo do governo, e eate a respeito
dt ambos.
A asst inbla est, como dizi^mos, dividida
em duat fracedet suuilo marcadas ; produelo
po II1 das tlcicocs que se tizeram no dia te-
liuinte ao da repentina pacificado do pait,
he a rxpresiio mais completa da divergencia
de opiuiei que cuininoverain a repblica.
Ktlas fracedet lera a tua cor limito pronun-
ciada ; nio ha inatiiea nem nieiaa tiritas ; ha
inaioiia e ha minuria, e ninguein tem culpa
de que te duvide da futi seuau os proprias
legisladores, que nio liveiam o menor euiba
ra(0 em manlfeata-lo, ora coin a palana, ora
con. um vol mais rtoqueute muilat vezet do
que um diacurao. Logo, nao he a divis o que
cauta a iuquieta(io, porque ella he a expres-
10 di anligat pieoccupaces,
A attitude do governo, quanto aeasaa gran-
des fracedet da aseeraUa, lie singularmente
anmala. Nio tirou elle o aeu miuiaterio do
mo desla assembla : um dos ministros per-
trnceu maloria, os uniros dout forain clel-
tos fura da cmara.
i\o rgimen parlamentar deve o governo
contar as atsemblas cun uui apolo forte,
dtve estar de accordu e ter espreasio da
maloria, que te tuppoe ser a mais completa
do povo, e he utual qne do aeio da maiuria
'ii.n, oa mililitros, como be tambera que
quaudo una votacio Ibes be adversa que se
relireiu do seu posto por nao terein apolo
inuial, sera o qnal nio podem marchar. Era
geral a theoria be eita.
I iniiu nio-notao nosto cato: o governo bo-
je he a excepcao da rrgra, e acha-tc era uma
posicio ludefinlda. Ninguein pdde dlzer que
una daa fracedet da assembica opuie porque
exista entre ellea uniformidade de vlttat. lia
oulrd iiiinittro que pertence ao credo polti-
co da minora, te como deve ser, o nilnitte-
rl be solidario, not catot, queja te tem va-
lo, em que recorre aaieinbla para pedir o
seu apoto, ve-te a anomala de um ministro a
respunaabelidade de uru acto que repruvam
os seus corieligic-narioi.
Ja tera acontecido ialo mala de uma vez, e
em nada tem aectado a marcha governaliva.
A 111.01,1 ia da a teuilila tacltaiuente apoia o
toverno; mas era uma clrcuoatancia grave,
em que este ufanava-te de merecer sua coufi-
anca, a inaioria nrgou-a abrrtaiuente. A po-
ilcao, pols, do governo quanto a atsenibla
lie anmala, e lato uaste de nao ter elle urna
poltica determinada, ao menos ottentlva-
wenie; de maneira que aa faecee dat cama-1
ras nao poderio dlzer, mulus vetea, quando
sao adversas aoa inlnislros por quera lera pre-
li'rencla, tu quando os apoiara.
Tam pouco pode diaer-tc que o governo
drsdenha attociar aua politica a uma deatas
Iraccet, por nio ver uellat a expreaaio da
vontade e daa oeceaaidadrs do palt i nao pode
diccr-se, porque nio te eoubece o eeu peuaa-
iin-uio ; o palt applaudio a ebegada do rgi-
men constitucional, porque vio Della ura
grande patio dado para o curnprlraento de
ra vebemrnlea detrjoa de que linperasse a
lei era toda a repblica ; maa nio te pdde del-
sar de reconliecer que quando te lauca no teio
das (amaras a teniente de discordia, o gover-
oiim os bracos e deixa lomar incremento cata
dlvisiu, que he multo potslvel ae alargue a
ponto de chegar-lhe sua influencia e de per-
lurbar sua accio, Inutiiisando aeut patrloll-
ios (los.
De quio differente modo olbaria o palz a
quesiiu do julgaraenlo do paaaado te o gover-
no ditteite que nio erara estas mas ideas, ou
vetse
uuicainrnte palriuliiino, detintereste, pru-
dencia, qualidadea de que he neceasano que
uiis e uniros deern provas, porque emfiii o
que elles lem enue moi he a torle do palz.
Lompreendam-ae pois oa detejot de lodat ai
clattet, aa necessldades de todaa as coodicoes,
a exigencia do presente em summaquehe de-
iiiasiadamcntc melindros.1 einseguro, e prosi-
ga-se uoicaiiieule uo caminbo da reparacao
Agora tornaremos a repeli-lo: al hoje nao
se apresentarara fritos sobre os quaea te pot-
aa ajultar ; leinoa nicamente ditcorriuo to-
bre oa boatos que anticipando aftuellei tem
ltimamente circu-do. Nao queremos tor-
11.11 -nos echo fiel dettet boalot que dain como
cousa ja assentada e raesiuo ja formulada ade-
i lar ivau que ha de propor-ae aitcmbla pa-
ra que repudie actot coiuprebcndidot era um
periodo de teuipo mal ou inenot largo, ri-
caremot em expectativa, e cuoiervando Im-
parclalidade julgaremoa com calma e coin
Independencia, advocando 01 Imerestrt se-
rlos do palz. Estes ioteresses nao te conce-
bcra sera a paz, pela eatabelldade que ella
dar aa luitilulcet, pela protperidade que fa-
. ia solocvir depois das calamidades passadat,
e prlot habilot de inuralidade que cugendra-
r: nada dltto te guzara aem paz interior.
O mez, diremos agora, pattou eicatso de
auccesaos transcendentes. A sabida do pa-
quete anterior distemos que o que preoecupava
01 aniraot crain aa quetldes, uma interna,
outra exlerna. a questio de rendas e a doa
tratados com o Brasil. c enuraciiinoi a es-
perance de que nenhuraa dellas, por espfnho-
sas que ambaa tejara, produziria um conflicto.
Kis nos pois etereveudo a revi t. politica de
abril, c anda nao podemut traoimiitlr aos
I, iiorcs o desenlace de nenhuma detsas ques*
toes.
Fallemos da prlmcira. Sabido be que por
decreto de 3U de marco cbamuu a ai o gover-
no a admiiiittracio dat rendaa, niesmo daquel-
lat que por anierioret coulracloa celebrados
coin o goveroo que explrou era 15 de feve-
relro estavam alienadas urnas, c applicailaa
utras ao pagamento de creditoa contra o ci-
tado. O governo foi por dame com tua rcto-
lucio, iiiao grado ot proleatoa dos prejudiea-
dot, e dispui de todas aa rendas dando-lhea
uma applicacio diHerentcdaque tlnliaui
A imprensa uio cessuu de tratar da materia
detaprovando c condemnainlo cnrrgicamenie
u patio dado pelo governo, niat ene uio te
arredou, e prosegulo era teu proposito.
Era 5 de obril reunio-ie a cmara para oc-
cupar-ae do astomplo daa rendas, e por urna
maloria de dout voctoa em *rz voixntea decla-
louqueao preeidente da repblica competa
tratar da arrecedacodas rendaa, e conteguin-
ii no nie poda rcassiimir a posse de todat ellat.
A minora da cmara oppoz-ae forlenienle;
quera que os contratos fossem cumplidos. Es-
forcos vaot dous rolos dcrain razio ao gover-
INTERIOR.
de assustador.
(diminu de/ Vial:)
(JomaldoCommercio. J
fSSQZ.
Paria, 13 de abril de 185 Julgar com.lprcat tufflcientet na liluaeio pre-
Todos e.t.rao Icrabradot 4. *M nenhul J,cn% do p.l i.ra lomar a ai tal encargo. En
principe era Franca ful elevado a.llura e. que P P dlg..ou-.e encarre
te ocha Lu. N.p.lea.aeni JMMbtJW^ Jr_ ,iodrlgue; Torr Sr. P-ulino
tealguin dilochl.toto Aaii.n. u'"'1 0: 3a organiaco do novo ministerio, trela que
tervapo deCbArdeiItarJIer l>*'"" jjs. Er;,. ceii.r.m, e que cilio dando cum-
tauracao. de que nada e.t.va 1 luda Jo era Jalu c, ,
ve, cora igual ^^t^ ^<^^^^^'^mlatr .. ,... da retirad,
ur.e^0h.CqT.I3d^h,,trei.e^b^,r..u^ dogablnelede 2D de aeterabro, queja pude
O- novos mlnUlrof |A Torio preteDtar-&e
em S. 'it itiov'O. jiliu de bfljarem a mo
de S, M. pela dixiiacU honra que acaban, de
receber, e prestaren! juramento.
''essou portaoto a crlse inlolsterial. e ein
honra doa oiganltadorea devenios confessa-lo.
ella pouco durou; tal o prestigio e coosde-
racio de que gosain o novo piesldente do iuu-
selho e o ministro dos estraogelros.
O Sr. Manuel Feliiardo. que contina na
pasta da guerra, era uin dos membros du
transacto gabioete; e tanto bastarla ipara re-
coinuieuda-lo ao pas alen doa seusieminentes
servicos prestados na gesto doa negocio p-
blicos.
Entre os novos ministro en con (minos o no
me do Mr. Francisco Gonealves Martins, um
'los mais distinetns veteranos do partido domi-
nante, e cujo valioso servicos ao ji.ii/. esto
doaopaco para organisar um novo gabinete,I"* ine'ortf de ldos, com e.pecialidade os
mas S. K. decllnou de si esta honra por nao se ue acabtt Je Pr"*ar presideucia da Habla. I
PI DE ir.NKino 11 OF, MAID DR 1852.
'ji demitwO do mini$Urio.
Nao resta boje a ienor duvda de que o be-
nemrito gabinete de 2u de seleinbro. depois
entre o Brasil eo Estado Orieot-I.
Com esperaocas Uo bein fundadas em favor de tres annoa e meto de eminente e gloriosos
de iiiin aulucv pacifica, nada lem a questio servicos, obtuve filialmente de S. H. a sua de-
inlssao, que por vexe reiteradas havla solli
citado.
O Sr. consrIheiro Pimenta Rueoo foi chama-
que o gabinete retirando-se agor.
iniiiioei ae reaa.- ___ hiuna uma boa apportunidadc, porque delia ao seu
ASgSgss^^ Bs^a^-5EfM5fc
de principiar a. danca 4"*''""-"-ha "" a' dade publica, e era progres.ivo andamento a.
E
cot
guay d'Hllliert, Mag
le e Preval, ot prlucipes Mural e de Moscowa
ot teuhoret Ernetl de Girardin, coude de Alar-
de ter dilliculd "li s.
Por ura lado ou por mitro, o novo gabinete
Ktle nome symbolisaa ordem e a verdadeira
dedii-acao raoliarcliia cousltlucional DO
ratll.
O 8r. Joz Ildefonio de Souta Rninoe he
bein conhecido peloa titulot que adquiri -
estlma e cosideracio publica, nao s coin as-
suas presidencias no Piauhy, Minase Pernara-
buco, era que detenvolveo uio vulgar tlenlo
e lino adrainlitrativo; inaa tambera pela dedi-
cacio e patriotitmo de que deu tobejaa provas
combatiendo ao lado dessa celebre patrulba
que era 184a, ili e 47 vuigava o paiz das per-
seguiecies alroaes de que era victima. 9. Ex.
teudo ura dot mala prneminentee membros da
uaiorla, occupavacoiudeiilucio a cadelra da
presidencia da cmara dos depuladot.
O ministro ba Hiarinlia, o Sr. Zachariat
Je Goet e Vascoucellot, c uma daa nosaaa no-
tabilidades parlamentares de fresca data; cora
ludo j era conhecido pelas suat pietidenciat
do Piauhy e Sergipe: Um doa uossos talentos
mala bri'lhaolrs, cultivado na academia de
Olinda, onde S. Ex. oceupa urua cadelra, deve
o Si. Zacaras a sua actual posico s idat de
ordem que profetsa e aos servi(oa que^tera
prestado ao palz na cmara dos Srs. drputados.
como um dos seus oradores de mor nomeada,
A tribuna brazileira o conta como ura doa
icos mais bellos ornamentos,
MMflo esteva tempesluusa. Entre ag diver-
sas cnatoiias que estavam na ordem do dia
era a primeira o parecer da comrnistSo de
fazenda acoasrlhando a abolicRo I "tal do
impnstn de luzrg A commi-so assira se ex-
penda em vista de uma nota do poder eje-
cutivo que pedia i cmara reduzisse esse
imposto a qoarta parte.
A commi8>io aconselhava uma resolu-
(,'.ii mu justa : n imposto peaava smente
sobre a ciiltl, foi creado para atlender *
gastos originados do seu pslado anormal na
i' .( a em que foi eslahelecido : era justa a
sua lii'lir.in A cmara tambora opinla do
mesmo nio nessa nniti! abolida pelo honrado corpo.
Porm antes de rhegar-se a esse resul-
tado se inivia passado na cmara uttia scena
I muito agitida.
! a 0 poder executivo em seu projeclo de
lei diz ; fallando do imposto, que fii criado
por lei de 3 de agosto de 18(4. A commissao
em seu parecer dizia-erearfo por determina-
cao, ele 8 esta diversidad*, insignificante
au que parece, foi mateiia para uma discus-
-;1.i lio rpida como srdente.
a Um membroda minora ( o Sr. Muti-*'
D. Enrique ) estranhou a substituicSo do
uma palavra por nutra, e pedio que se ron
snrvtsse a que linda empiegado o poder
eieoutivo. Aooiaram a indicaco os Sra.
ir rii-nanii e Bustamsnta, e lamben) a mes-
illa enmmisSo confeccionadora do parecer
adherios ell.
a Pinem um des membros maia notaveis
da maioria, oSr. Dr. Azevedo, usando de pa-
lavra de que agora nos iiBo recordamos, po-
rm que sent entendemos mal erar teu-
dentes a demonstrar que a uinlo dos oriou-
taes re-i -mav.i .i modificaQjo que a com-
missBo tinha feito, pedio que se conserrasse
assim.
a a minora, entretanto, insista para que
soconservns-o a palavra (Vi, e o peala com
Calor. ICniBo outro membro da maioria, o
Ot credores inlenlaraiii una ac{3o judicial
contra o governo.
A questio verdadelramenle grave he a pen-
dente cora o llratil. Difllcilineutc se acredita-
r que nao deu um passo ein lodo o mez, e
que oada se fez que sirva para evitar o rom-
pimenlodas relacdes amlgavcis que eiltleui
eulre ot dous paizea
Pelo que vamoa obtervando parece que
a questio te encunira caraclerisada de uma
uaueira inteiraiiienie extrema. Para o Krazll
e, ..,;,. d, 8 Si. iai dou. dosiiilnU- val ach.r o terreno que tera de aer o tl.ealro "? a "'? a ? Sr. juamc. apoisndo a iodic
?,'^if^'.^M% AmSS^dtU do..eustr.ball,oi,llvre de e.pluho.c da. ...i. quera pre.la.noa toda a not.a adhesao e deae-, AJ sfrv,o-se da palavra
de 15 mil francot tocar td.nenie a dous tena- 9" "a"'* '" f""" ',,d.d. emboraa por ura tal succetso que colloca reclama.am a ordem ; e lambe!
itaior ero de nrosperldade|eil>uoras Por u,u *u
compatlvel cora os nossoa recur.sos pesenlet. frei"e "? de.iinoe tanto, Urazlleiros de ; que a mesma maloria observou ao br. Jua-
de'.a'f.ucoi "toarV dores.
^Ju^*^M^^^X^t^ pretendemos desconhecer que a respons.beli-
aolgraphaael-rI.oepoldo,pa,alheespriu.ir **W val pe.ar sobre o novo gabinete e
o dtelo de que a. In.li.uiect da II.Igica tejara ue Iranicendenle i.iaguilode, porque be o suc
p,l..Jeoi b.rinon a con, ,, de Frauc, e de que .sor de uraa adinlnlstracao que l.z poca no
aeponhi cobro abuso, da impren,, edo Imperio, por it.o que foi ella que melbor ten,
.e | o ii o cooro nml,ii, f. compre leoo do a, notsa, neceasldades, e sou-
a^^ff^T^^J^tSS^St^U^ be u'a.-lhes o. mal. acertado, remedio.. Foi
^Tr^^ctr^t^. as- "q- par. Br.a.1 esse brilbante ho
sercdetnio.eisneor^fundamento. Acor- ri.onte de protperidade e de alerto, que cura-
re pendencia de .rae fax menco a asM da pre aer conquistado cora todo o ditvello, e com
rcaiiunuciiLiaiit qui. ..<; y o patnoi tiuo o mais elevado. Eslain laucadas
PTo" to Iraunca que o Sr lanche foi "" *'"' l"""' ni d"f "'
norae.d.ecret.1 geral do ministerio de etta- uepidar um raoui.nl., ne parar ate que.ej.
Z4S XXfr^X^&Zffi* *i coraprehederao,,o-
dc q.!e o mmlatro do Inlenor palta para o mi- dot o grande .[cauce dc.ta re.ponsabelidade,
e lamhem nos parece
nisterio do ealado.
Hoje teve aetsio o corpo legislativo. O Sr.
ill.in ( ii-i-I i ron ler recebldo do ministro do
interior dout decretos do pretideote da rep-
blica relativoa comu.litio de alguut projec-
lot de lei. O prirneiro refere-te rebabililacio
Icaucc det
mal 11... I><-1 ti nao deiconhecemoa que por ei.a
inearua razan tem o novo gabinete mcioa de
poder conqui.tar o mesmo uome, c gloria tiio
irau.arceaaivel, como o seu predecesor. He
venceudo diiculdades que os hroes e os mais
euiineutea eaiadiatat lea conseguido fundara
los oe Ir \J nrimciro rcrere-sr a icnauiiuing '.i .
de pe.io.s condemn.d.t. Ser sustentado ,,e- sua repnutao, legando a.uapauae a historia
r.ne o corpo tegislaiivo pelo Sr. Rouher ^.Ki';
Por ora igooramos quaes ot nomes dos no-
rainlslro, ; mal temos lanta te nos organi-
recouhccldo e iiidisputavel iiierit-.. | nic que se afastava da queslflo. U Sr. pie-
( Concia Un Tarde) gidenle convidou o orador a eulrar aella.
dem 5 demalo. Graves fo>am as palavras o detrau.cen-
Entrou hontoin de Honievido o paquete !ciencia as opinions que emiltio oSr. Juani-
,le vapor l'urutnsc. Traz carias o tullas da- c, pois occasionaram a suspensSo da sis -
quella rulad- at 21 do pa-snio. ,j0 por ,|r-i,u, terjipo no meio d maior ag-
Anda nBo eslava decidida a questBo do I lelo.
reconhecimento por parle du goveroo ori- a as galeras, esquecendo que naquelle
enl.il dos tratados ci'l -lirados entre aquella augusto recinto Ibes he vedada qualqoer
repblica e o razil em 12 de outubru pro-1 manifeslt^o, interroniperam o Sr. Juanic,
ximo passado Augmentavam portn as es- obrigaram o Sr. presi lente a impor-llies
per atir; i de que se chegaria a um acord a- silenct, com to la a energa. A publica-
ai |i| i ,- f- "' -.-;.. ~- sato*>B mi..... as I --...-_..
co que a secrelaria dos representantes faz
hoje dos srligos do regulamonto que piobi-
bom cssas demonstraqOes, he conveniente,
, soas fidedignas.asseguram que o Sr. Dr. Pe-
. Ti. ii -K-ii 4. .sin ,\r..i..i sauorea, dous do. mais pi-oi-iniiieniea e man--'-----..-^-.^..,- 0 -
oproviaorlo da II da abril de iMt, cafj: diilmclos mtmbto do gr.biuele de i. de ae- na liona ordem para decljr.r ao governo
"^emrv^' mn? nena aEia'ou >e.bro, que nio duvid.rao. de que a au. cora- ori. nial quo no Ca,o do ...lo Cngara um
lie questao de honra, para a repblica 40"-, correccional, trea aunoa'drp
conservara
Iralidado
Ira o Sr. deRoyer, cootelbeire de ciado. Por
elle projeclo tao abolido! o, decreto, do gover- '
noprovl.orlo de IS d. abril de 1818. e o caoi- ""ee, donados mais pioerainenlea
ni
fore
reluci Pctr ao,de";,d7condera: C,U'PU "'"' fe Se^o 'Zenra "" *T" X*? "S T"'
naci;..que forera condemnada, aura, pena D'"f" "I' '""' Sf ""?" a ConfeoeracBo Argentina
correccional, Iret auno, depol. da aenienca. "pretentativo no he urna bu. la, se a naci he quBS,ao ,, perfella neut
lio de principios. O Braxll. leinos ouvido | A ordem du |, er, |etura do per da quein deve Bovcrnar-e a ai pruisrla, tac Jo par- j t g Dr pen, l0l|ciun,v, segu|r para es.
allegar, nio pode cou.eulir ,e,n deshonra colll,i.,io .obre o projeclo de lei para recunho ','u'n,,"?u1c,""" .'^'f* 'I S,V ri.rl t C0--le l0 vapor /'rirtc*, e ludo faz esperar
coran... governo qbUe .raba repre.entlfio na- f*t"tX,' e deico 1 co 1":", P"'d- Se" '** que questBo dos tratados.
don.., que l'e, Iralado. cora ou.r.t potencia,. ^SSm^mmySSSSml SSmSWmS '?''"" c,rcul "Z "d,iU.i' .E.itrot.nto ora grande a agitacBo dos es-
cora oqual se fue.io oulros comveniot forrases do coiuelho de eslaiio y 'rao como em urna cadea um mu ligudo o pintos em Muntevidei, e della be prova a
que produziram sem effello. con. applauso o prcsidenle p.rlicipou cmara que breve- presr.ueco.no fi.iuro, e lornaudo-o. o. gran- sessao ,|, cniara dos represenlnli s na uoi-
unlver.al, porque cootrlbuir.ra graudeiuen- m,ne Iheaeri. apre.intada u.na aerle de pro- ^^^S^^M^^^St 0^ i1* At t9' O Commercio del Vala de 21 d
a*i .'tiltil ni niifti h ivi-i lian tulirr i* :i i (11 I
roigaved e aelisfactorio para ambo, os pal-
ies
No dia 21 chegou oSr. ftr. Pena a Monte-
video. Como sabem us leitores, o Sr. Pena! 0 devem ellos se' levaJos a elTeito, poisna-
esl nomesdo enviado extraordinario e mi-1 quelle lugar ntnguem, alm dos legislado-
nislro plenipoleociarioda ronfederigo Ar- re3, se deve fazerouvtr.
getiliua nc.-t. corle, e tuve ordem de apre-, ,\ gessto fui logo abrts de novo, e o
sentar-so em Montevideo na sua passagem,gr, presidenta pz a votacBo o parecer da
no mesmo carcter diplomtico, com o liai i-,,,,,,,,,.^.i., nim a palavra le, o foi appru-
de oflerecer us seus bous odios para o ar-
ranjo das queslOes pendentes entre os go-
verno* imperial e oriental. Csrt.s du pes-
crlcbrou eisea tratado, nio tmii. par. isso
lculdadea, que aio oneroso., funesto.; que
o palz oa rrprova e que cumprc reprlli-los,
porque all, se sacrificara principios que nao
poden, sacrincar-ac acra desdouru; ...ai que
conforme quanto i neccaikdade de ettar era
perfella ainlrade cora o Imperio, entrar a
repblica era novoa ajustes aobre batet inait
equiiativaa e mala diguat de arabos os con-
ii.llames. Oa tratados como eito nio podem
ter aceitos pela repblica.
Nao podemos alHr.na-lo, mal parece-noi
terein ellas, ha algum lempo, aa respectiva.
aitiu.de. A distancia do punto de contacto
humenia, se a que.liu est assenlada ueste,
termo... A apparico, porera, de uma terceira
potencia veio crear uraa especlaliva de ajuste
itmiiu lieongelra,
U Sr. Di. Pena chegou a Montevideo era
luissio especial como ministro pleoipoleciarlo
da Jtepublca Argeutina junto deste governo e
do de S. M. o imperador do Hratil.
U gcuerai Urquiza, actualmente encarre
gado daa relacde. exteriores da quella rep-
blica, quera deu auaa in.liucco a ao minia-
tro argeullno que ae acha nena capital dude
o dia 21, eque apre.entou ua. credencia, no
da 34.
O general Urquita actor tio eminente not
ultimo aouutecl.ucuiot, que paciliicou a Re-
pblica Oiieoial, reconbecendo no governo
|ui exlsll. era Montevideo c governo d. n-
eio, te tlvesse de decidir, segundo sua cons-
tieucia, co as.uinpto. de.le paiz, por certo
que a prlmcira razao que te apre.enla para
Invalidar ot tratado, nio elidirla ein .uaopl-
niio, porquanlo, te elle a diuili.se lancava
por ierra or|ue tinh. fello ne.te estado era be-
nefchi. da lamilla oriental, e como patio pre-
vio para a paciliicacio dat duaa margeos do
Prata.
O general, porera, aatume urna poltica inait
elevada, e, lonje de querer ter Interventor,
loma o bello papel de mediador entre dous
paites aos quaet est ligado pela mais ealreita
tirnpathia.
P.eenciildoa estei omcioi pelo mlnitlro ar-
gcutiuo, .queatao perder a regidla doa ter-
mo! em que not coobeclda, e adquirir ura
carcter raenoa absoluto que perallilri chegar
a un. resultado sali.fatorlo.
At oude puder chegar a mediacao da Re-
pblica Argentina de eapar.r que ser es-
tar em Pars. Ilute di-se que esta asignado exemplo. Nao ha de ser hoje que os seus ser- [0 s,llCCi0nado por meio de uma votacBo
' viril. .'.:iii hffi.i r-.t.i.nrplirii.liilns : en. LCOIDO .._...._.
o decreto que aulorisa a sua coi strucciio
nos Campos tly-ios.
Em conrequencia do decreto de ceutrtli-
s leo foi sope un la a divisBo das munici-
palidades e hospitaes do ministerio do in-
terior.
Mencionarei como uma medida popular
que grangeai a alleicilo dos jovens do exer-. ,
cilo a perraissao dada s seis companhias P,do- "* lu.n.noao ponto na biatoria
vicos serio be.n compreheudidua ; era lempo tltJttvc|
ra'aia remoto avultario tanto, que n.aravilbar TompMtOOai O1 sessfio, como nilu-
..ber-ae-co,..o foi posalvel coin n.e.ot tao iqellas em que
es liujs ui'iainar-t: mu au do calado de aba- : "'t" w,,u "" .1 **
llufeuloera que se .chava en. 1848, par. era se lOMrOil. pontos de per esp.ubosos e
menos de tre anuo, regeoera-lo, e eutregalo transcendentes, e em que se tratar de esla-
pacicu, pro.peroe glorioso. U poderoso ira- beiecer antecedentes de vida ou mor le pa-
pul.odadopore.aegablneteaoprogre.au rao- r. os principios que nSo podem snr obj--clo
ral e material da oa(io, ae nao for luterrom- de duvida, que sao o credo poltico da mam
formadas do centro dos batalhoes compos-
tos dus soldados mais mudemos para usa-
rom de dragonas. Al agora era-lhe isso
prohibido, eessa dilTeren(a no unifurtneera
causa constante de rixas e de ciumra.
Os Iribunaes de appellajffio, consultados
sobre a nova lei penitenciaria, manifesta-
ran! o desejo de que os vagabundos de pru-
lissBo, que se fezem conde.i.nar deie viole
vezes i prisBo par. terem um abrigo no1-
verno, possam ser degradados aps cinco
COI.deillllaC.OfS.
A' admoeat*c9o ofllcial que fez o ministro
da polica ao Sr. Emite de Girardin, respon-
de u este nos termos segurles I
Sr. ministro.O e.iilor da Preste, o Sr.
Rony, roiiiinuiiicou-iiic a admorsl.cBo que
Ihe lu feila e fura provocado pur um artigo
que eu assignei. Como he pussivel evitar um
risco que nBo se pode prever ? Aquello ar-
tigo uo faz mais que reproduzr os receios
unnimemente manifestados pelo tnbunato
na gi-ssBo de 30 de abril de lnol, pelo cida-
dfiu Fouci em uma cummissto do senado
em maio do mesmo auno; pelo senado con-
servador na aua menssgem de 6 de malo de
1604 ; pelo projeclo da declarafflo para o es-
deate oaacenle imperio.
u gabiuete de 20 de aetembro aahe como en-
trou, applaudido c vfctorladu pelo pait com
uma dillereuca, que era 1848 era elle recebldo
euiiiu u.na eaperauca,o, applauso. podan, con-
ter aeua reaaiboa de duvida ou receioa de nio
rlcar aaliafella a eapectailva publica, boje o.
applausot tignitlcaui um agradeciiueuto, e
vara misturados e envolvido, cora ura dot mala
bellos aeniiiueutos, a saudade digna recoin-
pen.a do verdadeno patiiota.
Aiuda era aua rerada o gabinete de 29 de
aeteuibro lega ao palz ura beneficio ne.se
exemplo de detintereste, nena abnegacio pelo
poder, quaudo poda frui-lo por oais lempo, e
que ouirot procurara alcancar e cootervar cora
lodo o dltvello.
Por notsa parte, bein que reipeltcmo, o,
motivo, que levaran, o gabioele aollicltar
cora tanta lnataucia a aua ueraiitio, nio pode-
mos oceultar o nosso aenlirarnlu pela aua re-
tirada. A permanencia doa gabinetes be uraa
daa raaiorea garauliaa da eaubilldade dos go-
vernoa. Latamos convencidos, de que uraa
dat coma que in.lore. daiuno, tera fello
w.nutencio do principio da autoridade uo
Hrazil aio estea u.lultlerloa de curto praso,
que nunca podem fazer bein, Inda que queirara
deixaiu aerapre oa negocios i meio caralul.o.
Todavia etuuioa Ir.uqullloa pela tone do
p.lx, porquanlo ura ministerio organiaado pe-
labelecimenio do impe'io proposlo ao con- oaSr. Tos rea e Paulino nio pode uclxarde ser
seibo de estado pelos presidentes das secfOos i continuador da poltica uo gabinete actual.
pela muntcipalidade de Haiis. por cello Ueala aorte a poltica, quer Interna, quer ex-
quo aa inteiicoes deSses corpos tito podiam torna, nennura enfiaqueclraenlo pode joHrer;
ausar stispeitas. Falseando o pensamento e n* "uvidarao. de que i.lvex se robutteca
desto jornal podis acabar con, vrm. ... ^X^^^^t^^a"^
nto podis suppnmlr a historia. ,oug, ,dmlnl.lr5io era teinpre evlu.
t Emile i Girardin. Fellclt.moi por unto op.li pe. eacolha que
0 Monltour publica a nome.cJJo dos olli- fex o raoo.rch. dea dout dltilncioa eatadltua
ciaes doa trmtl balilhors da guarda naci- que ae aobam orgaalaando o gabinete ; e to-
na ou minora, e que como se vio antes da
mus;, sorfio francamente sustentados uo
campo da discussBo ptrlanienlar.
A scena da eleicBo presidencial, grave
em si mesma, em honra dos legisladores ori-
enlaes seja isto dilo, fez esquecer as exi-
gencias de partido: osvolosde uns e de
uniros eram d dos cuto solemni ladee osco-
racoes de lodos estavam possoidos de urna
coiiiinocuo tBo maufesia, que houve repre-
sentantes a quein as lagrimas assomsram
aos olhos, apezar da lerem as vicisitudes
porque passou o paiz dado a seus coraces
urna tempea furte. Tanta boa f, tanta une-
ci predominen! oeste acto solemnis-
simo!
Qual leve nuvem sBo poiem essas sen-
sat;ii-:s no coracBo humano, e desapparecem
1 usa 1.tu ni 11 un nif so chegar o tumo s pal-
tes, oobres e innatas, se sssim o querera,
ritas cegas e aidenles a miudo.
a A' medida que se furam agitando as
caniaras queslOes graves, gente os senttinenlo de seus membros, ia a
divisSo tomando uoi carcter mais pronun
ciado, ou untes toma va o que tem todos 00
curpos deliberantes do mundo, on le ha li-
berdado, e onde um ukase n.pellavel no
cerra a boca ao legislador. A m.iori, mos-
irou-se como tal, e a minuria fez o mesmo.
O vrrdad-iro signiDcado polilico de um.
e de outra nBo sor* materia que tratemos
por ora.
u que j est patente he a scisBo alerta,
franca, legitima que existe na assembla le-
gisl.tivt, e a sessao da cmara dos represen-
tantes Da noite de seguDda-.eira acabou do
vado por urna maioria de ou 5 votos entre
23 ou 24 votantes.
Claro be que alguns membros da maio-
ria aillie' iran ao pedido Ua minora no acto
da votacBo, e para n3o nos liarmos nica-
mente em nossa memoria 11S0 apresentaroos
aqu os nomes dos enhores que vuteram pro
e coolra. Cremos que a votacBo se dividi
como cima apuntamos depois de ratifi-
cada. .
........9t
a 0 resultado desla aeuao/em quo de en-
volla nosignilicado das palavrasse ia osta-
helecr um precelenle.que todos penetran!,
foiiconsagiacSo da um tocto vital desde
que, como parece, se quiz levar a juizo co-
mo illcgaes fados consummadose conside-
rados pela minoria debaixo do sello da le-
galidsde.
as oalavms do Sr. re. rosentanle Juani-
c e a scena que se seguio preuccupareai
visivelmenie todos os membros da cmara.
Todos sentiram aem auida oapparecirnen-
to de semelhantes scenas nm que o espirito
dohomemmais senhor do si se exalta e ae
extravia lambem, perdendo-se dfade logo
aquella medida essencialissima. i vista de
uma situacBu ISo melindrosa como a pre-
sente. _
Segundo cartas de pessoas bem inrorma-
dasaspalavnsdo Sr Juaoic, que Ihe va-
lran. tima grande pateada dos espectado-
res colorados. Iqrsm as seguintes : "Que
nBo se podiam roYonliecer como leis os .c-
tos de um goveroo dominado por estiangei-
,0'' .ii
O psidenlechamndo-o ordem quando
o orador pedia que ordem fossem chama-
dos os espectadores, disse que nao loria
o Sr. representante pronunciar t.es pala-
vras provocadoras contra o governo que ti-
nha salvado a prac.a da Montevideo o com
ella a nacjBo.
Depois que continuou a sesao, suspensa
por aquelle tempestuoso incidente, o Sr.
Juanic, apzr do presidente, qu* nflo Ule
permitlta fallar por ler dado a materia por
discutida, disse que quera explicr aquel-
las -na- palavras que nBo haviam sido bem
entendidas, nem por elle presidont-, nem
pelos espectadores. Que quando dissera
governo dominado por eslraugeiros refe-
ria-se ao governo de Oribe apoiadoem Ro-
sas! !..
t blanqwllt ajudados pelos colorados
deratn-lhe entio tremenda paleada.
Oseguinte artigo do Commercio del Plata
de 90 do p.ss.do u.r alguma loa da situa-
r;ao de Montevideo :
1 As palavras c os /actos.
. 0 incremento, que de alguns das a es-
ta parte tem lomado a nquieUcflo no espi-
rito publico, he devido particularmente
opposicuo diametral que so nota entre as
palavra* eos tocios.
< Adoptou-sedepois da paz do ootubro
uma sene de vozes suaves, cada uma daa
quaes ora um balsamo consolador para os
cor.cues e um ano lino para as cooscien-
eias. Respirava-se uma slhmospnera perfu-
mada de termos alT.ctuosos que mostrava
perfeilamente o espirito dominante em to-
dos, arrujando longo de si as armas e os dis-
tinctivosda guerra, para se abracaren! em
fraternsl amplexo sombra da lei.
. Os lemmis bellicos forara substituidos
por lemmas humanitarios; a linguagen as-
i
MUTILADO


-
sumi novia formal!. M rjaoeirii, emllm,
eram tambein ua> meio d*iprimlrei-
quecimentoeo amo que sa tflduzia pe
..ympalhicapalavra- m.
o paiz vlt com praier urna maUBior-
phoa t reoet.'ia, B eoilflndo d lince-
ridide, quo a ella presiaia.e que m gsiran-
tiita por tinto* pidacunenlo, lantai lagri-
mas, taas devaslacocs, enlrcgava-se pou-
co e pouao f e esperauca de urna refor-
ma elllcaz e completa.
O paiz toruava os homena Influentes
rosp'insavoia pela i elabilidade da pea toma-
va nota do* proleatoa, que se cruiavam em
lodoso* sentidos, e preparva-*e para go-
zaros benelicins aquello.
< o iigue da necio estiva exhausto, >s
instiluicOes linfiam sido menoscabada*, e
todas reconheciam a necessidade de resli-
tuir-lhe* o imperio. Os hoaieus que ippa-
teci mi activuraeniu os sceo* poltica levan-
ta rain urna bandei sumiram uaia altitud cun que uiostravam
terem comprehetidiJo a aua nolire uiissSo.
Por algum lempo se caminhou mais ou
menos estrictamente por eata vereda; ubi
uu outro aigoal improprio, demonstrando
quinto cusa ao homein o deapojar-ae de
s-us habitoa a flecto, quebrava de quin-
do mquando a uoifonnidade da marcha,
sen causar com ludo luquietacSo porque
riso pudra gerar auap Ita.
servia islo para dar a conhocar com
quinta vigilancia era mistar viver pira nao
se equivocar ao tornar elTectivas aa garan-
ta* e o exrcicio de direilos par largo lem-
po desconhecidos.
F*ca->e, porm, justici ao criterio que
acompaiihou oae* prunei'ot pasioa pela va
da reconnliao, e deduzir-se-hi dalil qu-
osbomensque primi-iramente a Irilharim
querlim evitir oa eicolhoa e aplanar o ter-
reno ae"meado de tropeco*.
Ha* poderse-!)* dizer hoje que easi
justa regn de conducta fosse patriciamen-
te observada.' Poder-se-h* .llir.nir que
mo houve desvio? uindo multo poden
allagar-se em deaculpa pue os que hoje se
cit'iviam nflo sao os meamos que empre-
handeram aquella tarifa henelica ; maa
aontimento i ublico he uniforme emjulgar
tolos solidariamente resionsaveis pela exa-
geracSo dos seus correligionarios; e eis-a-
qui repentinamente praoceupado os alu-
jos, excitada a desconance, e cobrnido-
se de nuven, quo ningui-m poder duer
joguete do vonlo, o horiaonle anda ha pou-
co tflo limpido.
Faldeadas pouco e pouco, vio as pala-
vraa adoptadas como symbolo da reconci-
liaclo fraternal por leudo o sau prestigio,
tornam-se vasi-s de sentido (words '. words !)
e reduodam em opposiciu com os ledos
qun sio maia eloquentea que lodos os pro-
testos.
as paluvraa dizem harmona de sonli-
uients; os fclos patenteam que ella nflo
existe, num ha tendencia de prosseguir to-
iii .mo m por norma.
As pilavras significim csquecimniiln
e ns Licios provam claramente que se evo-
cam recordacAe*, das quaes unas teem o
lugar de grates, oulras de reprehensivaie
e al criminosas : urnas s9o legara, patri-
ticas e dignas de esallacSo; outraa sao
extravos deploraveis das pandes humanas.
As palavras proclamam a paz, e os fao-
tos Cor num rom ellas n-8ia parlo o antago-
nismo ni ns evidente
a Tal he asitui-co; nflo convm, pois,
Ungir que a liSo aibe aprrcia-li. Revolan-
do-a a lo los os homens sensatos, que anda
poderiam illulir-se a respailo d'ella, l'az se
um semen ao paiz, que nao merece aerar-
i :[< lo a om principio de que acaba de ser
arrancado a cuelo.
Tal lio aaituaco; nSo ha, pois, bir-
roiiiii.i eulre as palavras e os fados.
. Mo queremos com islo levantar prema-,
turamen.e o grito de alarma maa somante ; X.Jua ..lecao
como amigos smce'os do paw o condoiios rjfw nuVM ieiu,|de"decobrlr e "de aalvar oa lu-
de suas de.gracas como proprias nossas, j irepidua exploradores,
aponamos o mal nasceute para que se afo- j n, |>>r|> ba dalas at i l.i nolle.
gua em lempo, Estamos persaadido* que. Agrande revista para a distribuico das agulas
tolo o paiz rei-pondera com um brado daeatava marcada para o dia 10 do crrenle. As-
ludiglucao a qualquer prelencflo impropria, tira luda a guarnlcao da capital c linmedia-
aqu.lquer peiiaamento que envolva deifica- fea, anata dePut.sao de cada regimeuto do
caopesso.lac.sl d-una tranqu.llidadej"" "; |0 g % do pa,do o.agenteado
Iheaouru tomaraui poste, em aoine do eatado,
das terral de Moogeauxe do palacio de Neulllj,
I ni' I-n mi.i ni parle d"^, benacoufiscadoj fami-
ba de oanaolldar-se de uai modo peruiaacn-
- te duradouro.
a B o que dliaa o Dr. Urqulta relaUvamente
a Bueuui ayrii, aoteuricuiaaque .leve altar em
li.-iriiu.iiia com O eiplrilo predominante daa Ina-
irucfn dadaa ao Dr. Pena, relativamente i
parle da iua mln junto ao governo oriental.
Convm aqu faaer notar que o facto de vlf ca-
le agente a eila eidade no eiracier de que le
ach rcvealldo nao he porque o general Urqul-
a queira fallar ao principio da alo inleven-
cao, proclamado ptloa governoi de hurnoi Av-
re, Entre Rloi e Corneutei por intermedio de
leu encarregado de negocloi. que ha de produ-
cir por lini aaudaveii reaulladoa para o doua
palsea, mas ahn porque accedeu a indlcacAea
reipcitaveis Iraaiiniltldaldaqul, naa quaoa ae
fiilainvalerallaiconveniencia! de actualidad^.
Se, como leinoa inotlTe para erar, eata he a
rallo que traa o diplomtico argentino a esta
cldade, repeliino-lo, o papel que poder des-
eiuprubar ein concordancia com a declararan
de nao inlerveoclo, aera puramente de auiUa-
dee orncloio. Mate caio laremus volea para
que a Influencia argentina aaiim nereida d
baa resultados para o ajuste pac neo das quea-
les diplomticas de tanta transcendencia boje
.-istenies eulre oigoveruoa oileulal e brasi-
lero.
Hlo dracohrlmoi I conveniencia nein o dl-
rtito que pona asslstir repblica argentina
par* sabir desiaatlllnde lio digna enecesiarla,
lauto repblica oriental como ao Imperio do
No da 10 dea-se sepultura em Montevidio
o cadver doarcundu cuminandaule da Corve-
ta brasllelra \toninna.
Urna coinpaahia de Imperiaea marlnhelros
Ihe frz ai honras fnebres, rodeaodo o fretro
ofticlaei das inariuba braalleira eealrangelra.
e indo i frente do cortejo o Sr. vice-alinlrante
renHel, coininaudanle em ebefe da eiquadra
Imperial no Rio da l'rata.
I ni corpo decavalUrlae um balalbao de ca-
radores daa turcaa huperiaea tluham vlndo de
Santa Lucia a Montevideo para escollaren os
petrecbus de guerra, remettidoa do Rio Grande
para aervico do eiercito brasllelro. IMtla-ae
que eaie linba feito alto entre o Santa Lutia e
lie lluenoi-Ayre alcancain al datas a 19 do
pasaado. Aeleiclo proviucial tere lugar no da
II,* trlumphou na eidade a chapa da oppoal-
co. yuaturte dos candidato! do governu H-
carameui minora. Na campanha venceu ogo-
verno em todos os diitrlctos inenoa um.
todas ai proviuclaa do interior adhcriraui I
novaordein de couias, e encarregaram o ge-
neral Urquita, at# reuullo do coogresso ge-
ral, de direcclo dos negocios ealeruos.
dem H
Pelo vapor ingiei ifcyoia, entrado hoolem de
Liverpool, recebemoi folhas de Londres at i.'i
do passailo.
Nenbum acontecimeoto poltico de linpor-
laucia linda oceurrido depois da aahida do
Teeiu/.
Nu da i J fechou-ae o palacio de cryslal. e
uo da 1' do correnle devla coiuecar aua de-
inollfio.
A eipedico t regISe rcticas ein busca de
slr Julin l-raoklin devia largar do Tainia ew
l8dopissado. Urna revelacao feila por acaso
em principio do inez veio chamar de novo a at-
teuco publica para aquelle desveolurado nau-
ta. O nusire do com uin omciai de inarinba sobre os monte
de gelu que discriclo dos rentos c das corren-
le vigiin no Al-ulico e eipuein a grandes pe-
rigoa os navios que da Inglaterra se dirigsm au
Canad, referi que em abril de ifl, em via-
gem paraQuebec, encontrara juulu ao bancoa
de trra nova una enorme mana de gel lobre
a qual bavia duus navios, appaienleinente
MU gente, que apenas tfuba os mastroa reaes
eiucuna, e lobre cuja tolda bavia un lecto de
rnadeira.
Cumo he neste estado que os exploradores
arenco! passain o Invern uaquellas regules
iuhospitaa, julgara-se possivel que fossem a-
quellei navio, os da expedlcudenr^ohn Frauk-
liu. Uluqueados pelo geio junto a costa, e senliu-
do deslacar-se a massa compacta que a borda-
va a porfo degelo a que eslavam presos, fu-
:ir un pioravelmentepara trra as guarnlces
aDaudonaudo oa navio! a um naufragio quasi
certo. Os ventos e as crrenles os teriaiu impel-
I lulo porcm para o Atiautlco.
A.mu se raciociuava em Inglaterra e tanto
esse puvo martimo dirigase
para este objecto e procu-
que apenas se principia a saborear a sombra
da paz.
Arivogimus, pois, a manutenido des-
ta, e nada mais ; islo ha, advogamos a ven-
tura do paiz, assim como querenaruos con-
tribuir para firmar urna o radicar a outr*.
Quam deia a do v6r lias nosaas pala-
vras ba-lque asdicti o a sincendade
com que sflo profer las? a
Sobra a missilo espacial do Sr. Dr Pena
di/, ot'ommercio del Vala oieguinte:
Sabe-se ja que o general r quiza, no
carcter de encarregado das relacO^s exte-
lia de Orleans. Blava pois em plena eiecuco
o decreto de 11 de Janeiro.
O principe de Canino linha voltado a Paris
sem ler paasado Civita-Veccba, Segundo refe-
riam lodos oajoruaea, sua viagein uao linba o
menor tim puliticu, Negucios puramente do-
msticos o levaram 1 alia.
Os Sri. Quiuet, Alichelel e Mickle>vier, pro-
fessoree da uuiversidade, e o Sr. Marliu, de
Strasburgo, cooselheiro do tribunal de cassa-
Va, foram deiuiilidos por terem recundo prei-
lar o juramente de Hdslidade exigido pela con
-. um lu.
ores da Ropublica Argentina, iiiimenu o ,,U1,v.,.
Sr. I)r. Ii. I.iii/ Jos do la Pena ministro d'a- \ y Campus Klysios ia levautar-ae a estatua
quella raparcJo, em missflo exl'iordina-jequestrcdu imperadur Napulelo e oa inages-
i i,i junto dos gov rnn* oriental e brasilero, i losa alea que curre desde a praca da Concordia
o Por essa nomeaco em a flcarrevoga-: ala narieua da Estrella *a estatua! oe ladea
da a que o governo provisorio de Bueuoa- grandeahuiueoa que temprudualdo a tranca
Ayres flze-a em 15 demarco da pes.oa do de.de o relnadu de c.ilu. Magno.
"'uer.tl Gilo. i:-sa revogaeflo he u tiO a
\i mi mal \i uo. ii'iin-iBi ivt sav i_> ajiaiiiv UC ganeral Gilo, l.-sa revogaeflo he u uiedi'ia de alia just'c,a easiaem harmona
com a opinUo puhlici d'aquelle paiz, quo,
comquanlo no admitase a autoridade com-
petente nesso governo psra ac e liiar < gan-
tes geraes da afio no eit'rlor, recebia o
fsclu pela urgencia que se apreseulava :
porm reprovava qunteiiilo de fazer-seajus-
tes na cOrte imp'.l, fosse o general Guido
o encarregado de exocuta los.
a Anomcacflo do general Urqulza desig-
nando oul'O i -ule para esta iiiieso he
urna revogaco oppoituna que livra o cam-
po diplomtico de dessuradaveis anlecu-
deules pesniaes e evita l ilviv. por i'--e lado
qualquar Iranstoriio que possim aolTrer as
negocnc.oes.
* Pois bem : ja he do dominio publico a
missflo do Sr. Dr. Peua, nflo o sflo, porm,
os motivos que a delern.inarau. Cien
q
em
acerlerar a *olur;8o dai questi-s existentes
entra a repblica oriental e o imperio do
Urasil.
Nao passa isto de urna coujeclura,' porm
dado o caso de aer naca, emendemos que a i u aoaram au urtimi mu u... sssvm .... |0i rioniem n uo c nnm, o quo no
parle que a repblica argentina lem de repre- lempo sobra a publica do governu. tila aba- cneg(ra uepoi* do TeVIut que llira a 15
questoes ser sOiiieote a de urna teucio uo agradasa a nenhuin p.rtidu i que- gS,s.||td quero dizerte alguma co
i.ini una qna se luoilrane favoravel a actual
U ni ni i ti o da polica fez ao Sr. Einilc
rardin arguinte coiuinunicaclo :
ii ministro da pulicia, em virtude do art.
32, 4* da lei orgauica da iinprtnaa, e do arli-
gu publicapo pela frene em 9 do crreme,com
a assignalura do Sr. Emile de Girardlu, nu qual
se II oseguinte '
O impenu seria a provocarlo directa a uin
alteutad,, porquanlo, se no partido republi-
k .-um uao ae acha um Allbaud, achar-se-bia
um Merino no partido realista, a
i. I-. atteudendo a que uao pude aer perinittt-
do, sem quebra da mural puulicae du oaracler
da nacao, que ae proclame cerno faci inevlta-
vil umatteiilado couira a pessoa do ebefe do
Eiiado, qualquer que aeja o pretexto ou as
supposlas clicumitaiiciai em que assente tao
criminoso mudu de argumenlsr ; e atlendendo
a que a Prene se esquecru assim de que a iiio-
deraclo e a prudencia alo aa primeiraa condi-
f>! daimprenia periocica, ordena :
1.a Une, uui leriuos da 32a dlsposicao do
decreto de 17 de Janeiro de 1833, se faca moa
~.",' piiiueira admoeslacao ao jornal La Pre$se ua
:,!, a presenca deste agente Delta capital, p M uo Sl, Ru* dlreJclri e du r. Bulla
imii seu alto carcter, pode contribuir para de Glrardlo, redactor.
a f. Que o prefelto de polica execute esta
ordein,
Paria, 9 de abril de 1852.
De 4fau/i,i. a
O Journal del Veais nada dula bavia mu lo
,i ni.i uestas .
potencia amiga daaduas que hoje esio em dis-
.i lene i.i sobre assuinplos mus uu menos vilaes
para ambas, e cremoa que alcm deste papel na-
da lem a facer aquella repblica, |,.ns tanto o
brasil como a repblica oriental sao calados ao-
lennos e indepeudenies, e esli uo pleno exer-
ciciu dos seus direiloa.
a Ein abono deata oplniao faremos urna cila-
cao minio a propolito.
Quando o Dr. Dlogenei Urquisa apre-
aealuu ao governo orieulal as credenclaet que
o acfedltavaui no carcter de epcarregado de
negocios da provincia de buenos Ayres, disse
estas significativas palavras :
a O governo de Buenos tyres, de accordo
w com o de Kuire-llios e Corriente!, convenci-
- do de que nm dos prlnoipaes moliroaque es-
a lu var.nu as relacoes amigaveis entre o go-
.. veroo argentino e o orieulal fui a oontiuua
luierveue.i i em aeui uegociui iuteruoi, lo-
mou hoja por bale fundamental de aua polill-
ca a neiihr/ina nterveiicao' tulles.
. Ao que o sr. Dr. Castellano!, ministro das
rflacoei exteriores, reapoudeu :
a O principio de nlo Interrenelo nos neg
.< clos Interiores da repblica oriental por parta
i do gorernoargentluo he prora inais eridrn-
- la da ana illusiracao a o ineio mala propno
a* jareara a demiuao da poltica, a
No tnlletin de Pa'ts limos o scgulnle :
0 Imperio paoinc >, lato lis, as insiliulcoes
meuarohlca liuperlaes ain al guerras que ai
disvliram de leus objeelos riles ; o Imperio
Com paa he o gurernu mais nobre, inais prove
loso qne a I rintl pode posiulr. A Franca i
abandonou euin pesar nu presenfa da Invaslo
eilrangelra ; he o guveno que desrja ter, que
irtali se adapla lolirUI gostoi.los sem IniliuC
ioi, as suii neci ssldades: eata na marcha lgi-
ca doa acoolecluientoi. He o governo de que Jl
lem melada c que seguramente tei uo seu to-
do dentro de um periodo que podemos calcular
sem aiilbindtlcatnenle o Rannos. Esperaiiiu-
lo desde 10 de deaeaibro de 1848 j viri.iej
qusl fur a causa de sua rinda,
() imperio paclAco, o Imperio tein ni seus
perigoi, completarla bo|e ui deiejoi da popula-
Cao. Correspondera aoa aeus In-tlnctos e s
suai necessidadas, e aseegurar-lhe-bia tran-
quil lidadee proaperidade, porque Ibe dara ei-
labilidade, a
(Jemal do Comintrciu
. "minas cebas.
liberaba, 8 da abril de 1852.
Em virtude dai diligencias empregadas
pelo nosao subdelegado em exercicio Jos
rom-ira da lloclla, ful capturado no dia a do
corante 0 Nunea, aaiassino de Cassiano Ro-
drigues da que Ihe faiiel na minha caria de
8 de fevereiro p.p.,0 se acha recolhido ea-
dea aperando que o Jury decida de sua sor-
le, o que breve tara d < iTectuir-ie, pois da
ve reuuir-ie em seno ordinaria no lia 19
do correte. A polica tem-se conservado
em aolivida le digna de louvor, alini de lam
bem ser capturado o assiuiao dt> eseravo da
Manuel Nulo de Cirvalli), porm linda ii.lo
p le ser apanliailo.
Dixil-lhe na minh* cima citula Aa ina
de um attno jue nejfe diilricto nio le vovimet-
tit/o um assasrnalo. Assim en ; porm cne-
gou o auno de 1852, e nflose se por ser bis
sexto, t* desorden* *e succedem urnas s
outras, puis alcm do que as minha* ante-
i lores Ihe leiiiiii uoticiado, occorreu antes
dehontemoulra.
Serum 6 hora* da Urde quando se ouvin
o echo de um tiro que pareca ter gido dado
na casi do capilo Manoel Neto de Carvalno,
que como jl Ihe disse, vive entrevado; co n
elTelto ness lugar linha occorriJo seguin
la scena : Antonio Heleno entrn ni casa e
parece que quiz faier violencia com a escr
va Eva, que por rucios judieiaes foi conce-
dida para tratar do pobre velho ; querendo a
escravl sahir; elle a impe lia mallratando-a
e para mnlhor conseguir seu Intento deu-
Iho 'luis grandes pancadas com urna m3o de
pililo, do que Ihe resultou tuna gran le con
tusflo na pa direita Innocoucio Alyes Fer-
reira de Azevdo, seu vlzi dio, ouvindo os
gritos do velho que pedia qu-i Ihe acudisaem
que o matavam, mandou um camirala da
nome Jeronyrao de tal ver o que era, este
palo seguro levou um claviuole carregsdo
de chumbo.
Antonio Heleno vendo dirigir-se para elle
um liomem armado, ci re o se rscondeu
siraz de uma muita deespinhos; foi nassa
ucoasiSoque Jeronymo Ihe diipirou o tiro
e o ferio ncara, porm nao o malou. Re
fugiando-se em casa do amo ah foi preso e
se acha ni cade i, assim como o mismo He-
leno, que he o ve.'dadeiro criminlo. I.i- o
que vai mostrando o 52, e permita Daos que
aqui pare.
Chegou honlem j tarde o positivo, en
viado a Ouro Preto, com a parte ollloial doa
aeuntecimentos da Bagegem no da 8 do
mez paasado, trazando noticia das providen-
cias da las pelo Ia'". pre-.nl -ni". Estas cons-
to na demissSo de delegido e juiz muni-
cipal, em mandar uma compaohia de 1' li-
nha de infantina e alguma cavallaria, em
vir o Dr Silveira da Molla como chefe de po-
lica para eonhecer deises negocios, e na
"i- lem I camera delo municipio para pres-
tar qualquer auxilio que Ihe leja requisita-
do para esse. lim,
Couita-oos que a forca salina de Ojro Pre-
to no dia 29 do mez pasaado, e que lora ex-
pedida ordem ao alfares Carrilbo de Castro
para voltarcom ella onde fosse encontrado.
Vem tambem oengenheiro para na Baga-
gem ae poremexecucaoa lei ion re terrenos
diamantinos.
Da bagagom poucoha de interessej s-
menle se tom aqu feito alguna interrogato-
rio* a diversos que consta lerem vindo de
l, ou que de alguma maueiri se desconfa
que foram entrado* ni desordem porm
ainda nadl se po Je eulxir que inieresae.
[Carla particular )
[lornal do Commerclo )
Resumo da txlraecto don premio' da 55* lott-
ria a beneficio a sanlu cala da misericor-
dia delta corte, extrahida em 13 u*e malo d<
1852.
1 N. 471o
I
1
I
2i
m.1
Rendeo a ilfandega tll536,2t8 rs.
CONSULADO GEBAL.
os Virellis, e do coronel Jsi ignicio
d'Albuquerque, que se nlo inorreu entilo Fallecern *0 pessosji! il no unni, 8 mu- Hendimeoto do dia 1 a 21.
quni morre assaiainido por uoi delegado Ihes e 11 parvulul livre; 5 liomam, S mu- dem do da 92.....
de polica da quella lempo.
Diirm quo tono 0 mrg da malo i i em no-
meaclo de commllsiiei, porque o digms-
simos s abrem sralio II miras, e quan-
do di meio dil, con.o hoje. ji no hi casa,
lendo-su Horneado apenas Juas co ninlssdes.
Pobres conegos, quo com mesquinhas con-
a, n.io Ihes valendo sol, nem cnuvs, no
Hieres 3 prvuloiesOf*Vos
m
DIARIO DE PUNAIBC.
P.ECICE, 33 DE MAIO DE 1852.
' IMiMiig
' l:l7l,--85
37 615,693
DIVEBSAS PROVINCIAS.
Reodimentodo dia i i SI..
Idemdo dii 2.'.....,.
fruas, na
,11.m urna hora sem perder uma parte cor-
respondente des*-* miseriveis v.rncimen-
loa Se os diguissimos livesiem pouto, ou
1-915,869
78,119
2:093,988
Enlrou ho|e do *ul o vapor inglez Teviot,
trazando-nos jomaos do Rio de Janeiro,
que aleneam a 15 do frrente e da Baha
tro g'lo nos cantara. Aclio o depul* lo Ha- a:..,. -.u si
ciel .onleno bem colloc.do na presidencia *" 5'da ''m J'l noticias .*. b fil(l|li'd 5g?tt
da cmara, ti I vez porque goslo delle ; mas vi oda pelo Paraeaie. Entreunto iqu. olTe- ,,* e I fardo fizendii, S -piai i bar i.
issonaotiraqoeavoze.tejarriquinhaque rec-mo 10 ldtores oque nos foi possivel Th0, a gigo, louc*. 7 barra alcatrj" ,
mslseouve, diz o Aprigio. C01!'_.J______________J:. ,,__________i. barric* mingis de vidro, 2 barris piXc,'
Exportaco.
Macei e Asau' lancha brasileira .\ovs
Esperanza de 39 toneladas, conduiio
asdieatnd* de ferro pira minas vende- bem assim outra resuIucSo di racima ci-
ram-e toda, e pedo-se mais. Cantoras niara, que autons o governo a Conceder
Canal Brigue inglez Emma Praham de 277
tonela lis, conduzio o seguinle : -1,200 *>.
caa'ar pu.oui (.nia o3 II.IC3UUI......a------------------- -z ----- ----------- com 2B.UO0 arroDis de issuc
.iud.emcim.f..m em lomir-nos o* con- -rado com ohabilo da -^a Ro^ BWffl C da-m tao.li.
ro A.anha. presidonle ,.i nova provincia do *" S%1 SttS 7. *,0 S*CC,S
Amazonas, foi -po*enli,lo noemprego de com 20 ooo arroba*.lea.suca',
inspector daalfandega do Par*, enomeado R' ^'a"d,! d," 8u,' ,br,gU8 "'ro Ale-
ara aub-tilui-lo oSr.Dr F.bio Alex.ndri- f**e J*f J?'?^" 'J**** f8'
no de C.rvalho Rei. f 7, *! h C,.o?h200 ?'rn1u"',lil
De Boenos-Ayres e Moulevido nid* hi *
de novo
Do Rio Graode do Sul alcancen) as datas
a 5 docorreule. Raini o aocego em toda a
vento* | olna seouvessemdousfridinrio* de
m.io fund, que quizessem vaitir-sa de
mulher, Irom por eses* ras um comum
roslejo Is cnslis, outro canta rolando cuusas
iniutelligiveis, tu venas que ricas asmlas
trai i Deas ianadjolorium meui* intiruliVadre Noi-
sos, e Miserere so cousss tnuilo velhia,
e mu sdicas, queapenaa causam Mnaae9o
de triste recqlhimento, dizem os rapazolas,
L se no Diario do Rio Grande :
O Sr. viscoude de Jeguiry suecumbio
Rio Grande do Sul patacho brasileira En-
lerpe de 163 toneladas, cnndu?io o seguin-
la : 3 gigOS louca, 1050 barricas afsue.i
e 100 latas com 7028 ariobaa e 37 libras de
assurar.
Canil barca inglezi Diamond, condozioo
rrohas
&\T^f!!!SBS+ 0a Cidaded8 llahi.Cp.i.cbo brasileira Conflincc
em peisoas, que o mundo j deixou. Mal de a"0!..*;'
nos, e deilei, le nlo foisem os fervorosos
Yadrcs Nosioi, e miiere desses, que ja o
mundo doixou.
O lrmio Jndr.
[Carla 'articular.
PEBMAHBUCO
RECIFE 92 DE Milu DE 1852
as 6 Hoaas u.i tiRoe.
BsraoavBOTO a\nUatU. i "'h'- V> Mo dia 16 do cor ente foi lingado, na por- "'" nhos canella. 6 birris manleiga, 2 caixis
t, da matriz do S.-Anlonio, o corpo de um .-'^ktut? ''."'*/'" dlpen"do aoi.rr.i.aditai cha, 2 b.rric.s breu.l
recemn.scido, vestido de camisa com ilgo- do comeando da brigada e fronte.ra, e do veUsdo'cer, p* 2 barricis viiirio i
mas litase rendas. O cadver do pobreainho co ornando superior .uterino da guarda na- *mt)Srulllo p.Vel, 6 c.ix.s fogo" baruca"
at.va lodo roxeado. Estes actos de deshu- c.on.l da corna.c.de Piratioy, por assim o ,, jgl ,,,; hs, b.sr ca\ bol.xi
Pelolis, onda era residente." .t>""" HS"" "7/^", Con,InC.':on.lu-
a oi preto escr.vo, que vinhide pissa- YO*euinto :~ laOO.Iqueiw* da.l, m.-
gen, na polaca Mannho entrada ullimamen- if n0V,, Wgjgoachimpanhe, 5 barricas
teda Babia, a enlreg.r aoSr. Fr.nciaco Jos """ ,riS'3.",,??i P'P8'.30 lode Ml
da Guita Anujo. lerantau-sa a bordo, um "^""k h'.' uSL^t52"i!, *, C"n'"''V-,
da antei de entrar o navio nesle porto, e ?*"" bi hUto Sfff <* ">'
mBR83&gg2&sm&
mar. a K ""'""*
.-i i ii > i u.v ii-iu. i..>i.t_. i aa\,t,ua uv UM.inii' ,
mamdade sempre appareaeram enlre nos; haver pduo.
e bem que diversos motivos so Ihes poss* -'
spensados do servico de dea-
gnar, um ha entre ellas, que nos parece fc>nenio os eaqua irOe* commiodados pe- m,nte
ir a preferencia, e vem a ser. os etnb.ricos u8 ?."; "'f^ Anic eto Teixeir* Porto o esr|v,
nhas t dita graxa, 30 rea oa* de papel, I cai-
xa sabio, 81111 arrobas de c* ne, -j barris
ga, 9 canas traques, 1 embruloo 2
vainas, 1 serra bragal, 9 caixss massas,
2 saccas caf, 30 canas sabo, 2 bancas
assucar, 4 rolos fumo, 16 caixas charutos, 7
si
lar a preierencia, e vem a ser, os embaracos
e dilliouldades, que encentra a pobreza no "rtiniano Teixeira Pinlo, daquella referi-
enterramento do* seus membros. Em nosso 1a* brigad.
numilde pensara morle do eariltlo devil Jj! J* ?^'M5^5lt!?.,V ditas cha. 2 s.coaa bolax.i, 16 dit*. ..ro ,
*erum facto inleir.mente Isenio de tribu- do "8um",' "opa* de gado, livres dedire- i2 c,la8 TeiIS de camauba, I cixa livros!
lo*, esobre oqual nao houves9e a meuor os: Uuanao^e saoe que o governo le Mon- recedeooRIA DE RENDAS INTERNAS GE-
eventualidade de ganho : a cariJade s de- lJev")e" ?e l*m recusad0 WMMir o* trata- RKES fE PERNAMBUC0.
veiiicircuradirotumulodohomem. idu celebrados com o imperio, nao sabemos Rendin,enl0 do dia 92..... 6U.002
A seguranca de propriedide lem soffrido |lu8 8ru ae veraculade lenham seuielhin- CONSULADO PROVINCIAL,
ultimamenle, nesta eidade, seus ataques di ^.gB no RioGrindenie Reodimentodo dia 22. 782.89J
PRACA 1)0 RECIFE 22 Di: HAIO DE
1852, AS 3 HORAS DA TARDE.
Revista lemunal.
Cambios- Ol saques negociados para o
vapor Teviot que deve partir
ainanbaa para Liverpool loraiu
eflectuadoa a 27 d. por 1/ rs ,
Eoreru depola da cuegada do
arrense do Kio de Janeiro, os
aacadurea nao quiseram inais
sacar aquelle preeo em cou-
leqnencia de ler bailado all o
.cambio.
Asiuer As vendas do branco regula-
rain : de segunda qualidade
de tiJi>'i .1 2|t50 ra. por arroba,
de lerceira superior a 2/200,
e de dita regular de l| a JfiUO,
de qusrla de I/05I" a 2/, e a de
quinta esexla de lfSOO a l|'JUi),
do 111 asea vado escol Indo a 1 j.'j' "
e do regular 1 1*100.
Algodao- Entraram 1,351 aaccas que fo-
ram vendidas aa de primeira
tone escolbida a /mo por ar-
roba, e o icgular de 5J1I0U a
lili.
parle dol ralonoiroi, que, dominados pelo Leae no mo Grandense :
systema da desapropio por utilioade ~* O vapor de guerra D. Pedro, seguio
-anicular, enlendem que o all.eio Ihes deve! nte-hontem 26 de abr I para JaguarSo a es-
nutrir a occionlade, aera ouin indemni-, Per,r ".'" 0dens 0 ) picaidente da
sacio mais do que uma rdileza ou um* le- Pr'fCi o Sr. general conde de Lanas;
meridade, acompanhadas de um pequeo' P0' *erm"h "alur41 que fosse esperar
risco de cadeia, atienta a insufliciencia j, j mesmo S. 1.1c.
nossi polica. Temo* al ouvido fallir em Seguirn, par* Pelotas ante honlem
quadrilnas desiproeriaduras, porm naui I 3de abril, a infanlana allemSa que aqu
nos consta de ceno a esse respeito. Entre-! ?e "n,/B' "a,m eomo am destacamento do
Unto, os fructo* deas* arvorea parazitai t'Mnao d> P"J-
vio apparecepdu de vez em quando
.\o ia 20 do corrento, pela madrugada,
foi roubalo los Francisco du Araujo C li-
marnos, em sua casi, na rui larg do Rosi-
rio, prxima 10 qun le de polica Os des-
apropriadores, approveilando a occasio,
em que o bom homem se achava com sua
familia na devocao do mez Mariano, allivia-
rain nu do farJo da 400,000 rs. pouco mais
ou menos, e da um reiugm de ouro do valor
de 200,000 1 s. ; e, feila a empreza, roiir.ua n-
se pacificamente a gozar do pro mclo do seu
1 No vapor Bibiana vieram 900:000,000
em ouro, que delern aeguir para Porto Ale-
gre a eulregar na Ihesouraria.
11 general Fructo Rivera embaicou
no vapor Ihetisnodia 19 a noile, e seguio
no dia 20 para Moulevido. Gonsta-nos
sor ei>s 1 a commissao do Thetis.
Faeceu em Pelotas o capitalista Anto-
nio Jos Rodiigues, e a mili do coronel Sil-
va Tavares. cun I0 anuos de idade.
-- llavia-se siii.-i.li.il) em Porto Alegre,
com um tiro de pistola, Manuel Joiquim da
talento, deixando, penal, de signal. alguna Silveira casado, e linna seta (Hilos linha
' r '. ** ....!.. ,..,! 1 .., .1.. non,.ib ia,l. munlu ,.m .... .
aqui e ali, pela es-
patacOes espalhailns
cada.
No mesmo dii, tambem pela madrugada,
levo lugar na Concci(ao dos militares o le
sido patrilo de canoas : igualmente com ou-
dade do Rio Grande.
As noticias da Europa conhecidas no Rio
vantamentoda bandera para a novena do chegivim a 15 do passado, e o que liavi.
Divino Espirito S.ulo, a qual comecou nei- ."el",nos traitacripio.
se mesmo da. Por esta uccanilu no po-
demos deixar de dar os devidos embona eos
mor* lores d* ra Nova, por terem de go-
zar, alem de outras mullas cousas, dos har-
20:000(000 moulosos repiques de sino, que, com a fre-
10:uo0/U00 quencia e durc3o COSUmadiS, hlo de de-
4'00t>/u00 leitar-lhes os ouvilos. Invrjanlo-lhes
D* Baha nada ha que se
Inar.
poss* mencio
COMMERCIO.

5127
3ii38 .
4813. .^ 2:000/000 no< yiiiubanca, n.io po le nos inv.-j .r llic-
' 1:000/000. todava o deleite auricular proveniente da*
400/VOO
51)32..........I
10 |770"9952-,H38-36i2"377..'
4131 -4331-4348-4761 -4u7 (
21) II 3/6 490 599-1081,
I29I--M7I-23S2-2513-2737 OOiyoo
338l3372357i-4l6i-4387 ZWVUW
44u5-4535-542u.-&6aT -5:
3o5- 614-625715Mld\
I2u3-l35i~l523-i007--l629 1
I68--I680--I7II--I758--I8J5 I
l2-.l875.-2u5i"2l9i"2l!K)/
2322-2354-24..4-26o5-2678f
2"li6-27l)3-2802890-2D601 lMml
3I40-3i62-3i-32;M-3!75(> IW'000
33118- 3-11U 33243463 3j7 7 i
37U-3873- 3H0-4O33-40341
427l-450l-i')60-i633-47ll 1
485H- 4P70-4975i2il2i6 I
&230-5379-54I4--5445-56881
100 d............... '0/000
1800 de.............. '-O/000
2000 premio-
O pigiinenlo doi premio! desla lotera prln.
oipianosabbado 15 do correnle, em casado
iheioureiro. Joo Pedro da Veiga, ra Quitan-
da n. 144. O escrivao, Francisco de Assis Ta-
vares.
(Jornal da Comaiercio.)
Rio IS de maio de 1852.
M -o bom l.iborio. A minha visgarc a Minas
me f*f perder o meu canhenlio de notn, e
memorias, por isso nao se ja quantas le to-
nhoescripto. A ultima foi pelo vapor.que sa-
bio honlem 12 da oorrente, e que acredito
ordem de cousas, oulrus que a censurarse, fio
seu nu.....1 o de 11 do passado dia esta folha :
Kuiic estas opiuides sabemos que escolba
hedirttcil; entretauo procuramos guardar o
mais possivel a alliiude que as circuuislanclaa
nos eie.iraui ; e o que inais nos anima he a
conviccau de que he casa a attltude da graude
111..1.H 1.1 do partido da ordein. Queui ba sbl
nesse partido que queira occuliar seua pexarea,
ou deseje perturbar o actual estado de cousas ?
Se este be o seutiiiieuto geral do uiaior numero,
porqne nlo diremos que he o nosso ?
a U principe-presidente dlaae no aeu discur-
10 da abertura que a agllacao dos partidos nao
poda dar ein reauliado aenao a aubstiluicao
da repblica pelo Imperio. Por nossa parle pa-
rece nos que o pala nao est tao namorado da
repnblica que aa assusie eom a Idela de ve-la
ubstilulda pelo liupeiio ; maa tememos a agl-
lacao dos partidos por causa dos males que ira-
ra a Franca. Oque o paii qulr aobreiudo be
irpouao, e o pove parece ler dado sem paaara
sua demlssao da poltica. Ksaa drmisaao lira eos
Jornaea muita da sua importancia po illca. Que*
rer-se-ha que o jumbanlo trate da poltica
quando oingueua coiu lia se oceupa ? Querer-
se.ba que continuemos a atacar ou defender o
para que a ordein le cimente, e ambos 01 pal-1 governo quando o governo ja nlo est na Dre-
ses oheguem proaperidade ; porqne com os leba onde nossai liisiiiulcoes, bem ou mal, tan-
recunoi proprloi de luai Insiltulcdes a paz Ul vezei o collocaram ? Nlo! o publico impoz
couza
do que /aw*n zia o linado Al -ares Macnado, que Dos te-
lina, tenho podilo mariscar do oslado da
couzs nesta corte. O I). Manoel e Monte-
siima sairim hoje 00 senado armados de
divinle* nu ultimo dente coriscando con
tn os ministros que uhiram, e os que flca-
rain. O Monteiuma he sempre o meamo
Monleauaaa ; o l>. Manuel lie o mesmo do
auno plisado. Dizem q je o Montesuma ti-
nm suas aapiracOes, e que o D. Manoel Ihe
ia peiianlona caula, Beta falto I Quem
mandou o Sr Torres n3o aaetel-o lo los
doua ainda que fosse em um s dos ceos
da secretaria i Pois onde cabiam os coco*
para oa meuiuoa do ministro Erneato, oto
podiam aecomodar-so bem os duus cojos .'
Dizem que o I). Manual acousara o ministe-
rio de mandar de presidente para as provin-
cias rapaiola*. Ora que Isso diasesae al-
gum desses harineas, que formigam por es-
sa ruaa, pasee ; mas o Manoel. qu
quando foi govoroar o Rio Grande do Norte,
dizem que era ainda do 8 ioraaoii
lana perder apaciaooia ao aeraOeo Padre S.
Franeisoo. Mas elle bar aan* porque a
diz : linda o perseguem as sombras dos ir-
torres, e pelo foi1lr.11 ni, lomos quasi ten-
dados S transe rever aqui o artigo 8 do til.
6. das posturas municipaes, deixando de
laze-lo nicamente pela prrsoasSo, m que
estamos, de que uo ha ihi quem o ignore
11 mxime os sachristSes, que Coma ninior
frescura esem serimouii o enfringem dis-
riimenle, liados na complaceucu do* que
ihns uo sabem fazer efTecliva a compeleu-
le mulla.
As torres, j o diisemos, silo un* focos de
vicio para giande n. de vadioa, e que i mul-
los lem silo funestos; converi*, poi*. em
nosso entender, acabar com elles. e livrar
pelo menos a um ou outro senhor do suato
de ver, a cada da, o seu eseravo perdido
po r slgumde**slre, como jl por vezes lem
acontecido.
O jury lem continuido aisuis sessOe*.
No da 17 foi levado ao tribunal o capillo
Jos Gonsalvea da Silva, aecuzado como au-
tor do alrcz assaasluato commetlido na pes-
soa do infeliz Vasconcellos, que tanlocom-
moveu o publico d'ests capital. O reo foi
absolvido, mas o juiz presidente ippellou
el offl. io da decizo do jury. No dis 21 foi
iulgado o oX-llisector da tbeaouraria pro-
vincial, Jlo Baptiatt Pareira Lobo, pelo
celeore negocio Jas letras f.l.is. Tambara
foi absolvido, mss o juiz ippellou igual
mente da dec zu do tribunal para o relacAo
No dia 19 foi condemnado a pena ultima
J0..0 Miguel Ferreira, e no dia 22 o foram a
niesiiH pena Marc-lmo dos Sanios do Olivai-
r* :ioi bu e 1 11 e Gregorio Fiancisco Pereira.
Tiesdesgrata.ini e.-tuo portento votados ao
upplicio da foica, de queso 01 pode sal-
var, ou um melnor jmzo sonre oneipeeu-
vos procesaos, ou i clemencia do poder mo-
derador. A sos.u do jury foi prorogada
pora mais tres dias.
Gbegou honlem dos portos do sul o vapor
Pnriienae, que poz mulla, gante de cara a
banda, pois que no ae esperando couaa al-
guma d'elle, leve a gloria de ser o poitador
da importante noticia da modificacSo, que
soffreo o gabinete de 99 de selembro de 48
Novas luiras, novo* calculo e novatconje
luraioccupam os-polticos Daos os fsde
bem. Para nos o que he importante he te-
rem fleadoeai paz tojas Is provincias do
sul do imperio, acouipsiiliando nos o pesar
de que a maldita robre amarella eslea en-
vendo o seu furor com ai vidas dos fluini-
aenses. O pirln ento bnsileiio enoetou no
di 3 d cot rao te 1 lu espiohoai trela. Na-
da ha de positivo verdadeiramenle satis-
faciorio aeare da pendencia dos tratados
com Montevideo.
Entraram durante 1 saman! 15 ernbirci-
cOesesohiram lti
troiiro Feliciano Antonio dos Reis, na ci- Couro,______Ofleridoi a i05n por libra.
Bacalbo Ficaram emaer 3,000 barricas,
e retalhou-ae de 8/ a 0/ rs, por
barrica,
Carne aecca Vendeu-iede I|8n0a2i400 por
arroba da do Rio Grande, e de
i|500 a i/ano a de huenoi Ay-
rr-s e Moulevido I a ealsieutc
nonti a 111.000 arrobas,
Far. de trigo dem a i5/40n por barrica de
Hiehmoiid, de l4/a 15/ a de
Philadelphla, a 14/ a de Paul-
ino re, e a 1 -f .no a de Trcale:
litaram em ser 7,ouO barricas.
Mantei)ja Venderam-ae 7s barikas da
inglesa a 54o ra. por libra
Frelea Frelou-se um navio eardo para
Genova tocando ein alai selle a
35 a. e cinco por cento.
Disconto- Rebaterain-se lelraa di sele s
dea metes a l|4, 7|8 at 1 por
cento ao inez.
Ficaram no porto 67 einbircacea: lenuo
.11 braaileirai, 2 dinamarquesas, franceza, 1
Hamburguesas, 2 beipanbolas, 16logleaaa, 5
portugueaa, 5 lardaa e I aueca.
AI.FAMil l.A.
Readimento do dia 99. 5:438,775
ttetcarreaa hoje 2* de maio.
Brige portuguez Tarujo /, mercadorlas.
lllipill-tHCllfl.
Brigue brssileiro Anmbal, vindo de Bue-
nos Ayres consignado a Aoorim IrmSos,
manifealou o seguinle:
2994quintaes (peso hrspanhol) de carne
de enarque 140 couros de cavillo ; ao
consignatarioa.
Vipor brasil, ro Parense, vlndo dos por-
tos do Sul, consignado a agencia, minifei-
lou o seguinle :
1 caisdo ; a Christiani Irmlos.
I par-uto ; a Joaqun) Jos de Amorim.
1 dito; a Manoel de Barros Brrelo.
1 dito ; a Manoel Ignacio deOliveiri.
I dito ; a Manoel Concalves da Silva'
I dito ; a Manoel Cafneiro de Souia La-
cerda.
I caiiote; Miguel Jos Roliigues Viein.
1 dito ; a J. P. Julinron.
I dito ; Bernardo Cardlo Avies.
I dito ; Jos Vieira de C.arvalho.
1 dito ; a Amorim IrmSos.
2 ditos e 9 embrulhos ; a Avrial IrmSos.
I embrulho ; s Leonardo Antunes Meira
Hennque.
1 dilo ; ao reverendo padre Miguel do Sa-
cramento Lopes Gama.
I dilo ; a William Southall.
I dito ; a II. Gibson.
1 Isla ; a Crocco & Compsnhia.
2 unas; a Antonio Jos Cornos do Crrelo.
1 pacoiinho; 1 Gaspar Antonio Viein Gui-
l.rcs.
3 jacases ; a N. 0. Biebrr & Gompinhu.
1 latiuha ; a Anlouio Carloa Francisco da
Silva.
t osiiinha ; a Lalouette.
Cunduz mais oas-guinles volumes salvado
do vapor naufragado em Alagoas.
2 embrulhos a Rodrigo Theodoro de
Freitaa.
1 dito; a Ignacio Francisco dos Ssntos &
Companhia.
I dito; a JoSoFrancisco Antunes.
9 ditos ; a Thomaz de Feria.
I dito ; a Bernardo Domingues da Silva
Araujo.
I dito e I lita; ao Dr. Manoel Joaqun)
Fernandas Eyns.
I calzlo ; 1 l.uiz Gomes Ferreira.
I bocela encapada ; a Antonio Jos Co-
mea do Crrelo.
I diti ; ao deiembirgidor Severa Amo-
rim do Valle.
1 embrulho; ao Dr. Custodio Manoel da
Silva GuimarSea
1 dito a Manoel lanicio de Olivelra.
I ditu; a Tliomiz de Aquino Fonseci J-
nior.
Pauta
ios pricos correales do assucar, alyodilo, c
mait gtneroi do patt, que n dttpackan na
mesa do consulado de Pernambuco, na te-
mana de 24 a 29 de Halo di 18 52.
Asiucar ein c. braico I. qual, Arioln
maic.....
a bar. e aac. braoeo.....
a a maac.....
refinado........
Algod'.o ein pluma de 1'qual.
Dilo :.......! I
Dilo...........3.
Ago'ardente caxaea 20 eraos.
Dita.............
Dita decanna.........
Diia..........
Dita lealilada ... .....
Dita............
Generar..........
Dila............
Licor..............
Dito......,......
Arroa plalo2 a.mbaa
Ararai..........
pai agaios........
bolado..........
biscoiloi .......
Cal. Imii.........
Dilo nslolbo ......
Dito com casca......
Cama secca.......
Cocos lino casca.....
Charutos liona ,
Ditos ordinarios .
Dilo lexalia e primor .
Cera de Carnauba .
Couros de lioi salgados .
Utoesplxadoa......
Ddo di oca.......
D. cea de calda.....
Dito da Guiaba '.....
Dito socco.......
F.stopa nacional.....
Fsrinha de mandioca .
FaiJao.....
Fuiihs boas........
Dilo le.loll.o .
Colunia.........
Cllll IMII'........
Leoha de acbas
taltal de toros......
Pi-anclias il amar, ele 2 cnusiio l'm
Ditas de louro ....
Pipa
Canad
.. Pipa
I aunda
. Pipa
, Canad
Canad
. Boiija
. Cluida
. Glnal'a
um Al.ii.err
. Uma
. Cm
, Arroba
Cento
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Arroba
Libra
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Libra
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toll.diuho d dito ....,,.
oilbndedil*.........
forro de di lo.........
Otado de louro.......
CMUdiohodedilo......
So-lho de diio.........
Forro de dlio.......
Olio* d c,llr0 .'.......
Jouroi de lalajuba.....
Vaiai de prreir.......
Un de iulihadM "
Qiu> de quina.........
Modas >' upl" pera carro .
EUoi de dita par. dito .
MI em pl| i
quarlolM.........
g barr*.....
Jldbo .........
ttie de molar.......
Uiuj d filtrar .. .
PoUla' de liol.....
Piassab.....t
Sol"...........
.'arca parnlha......
Tapioca. .....
I i,i..J Je lioi......
Couroa de cabra ....
Alalia dacair-palo
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IS.i'OO
l.lil'O
loo
it.non
000
Movimento do porto.
A'ni'toi entrados no da 32.
un da JarWro di"*, B,ler' '"81*""?"
nita, de 299 toneladas, capitao W Wel-
coX, equipagem 15, em laslro ; a Deane
Yuulle t Co np.ohia. Ficou do quarenle-
n por 6 diaa.
| ondres 5 di.s, escuna inglez TOieei,
d* 07 tonda tas, capilOo Uaoiel Le Cryl,
oiiuipgem 6, carga uolTora e mili gene-
ron ; a Eduardo H Wyet
Navios iahidos no mesmo ala.
Para e portoa Intermedio* vapor br.silei-
r0 Parense, commandanle o capnao de
fralala Costa l'ereira. Conduz a aeu bor-
do di-ala provincia, JoSo Ferreira Ville-
la Iferes Luir de Franca de Carvalno ,
cum sua familia, o segundo cadete Vicen-
te Ferreira Franca de Carvalho Pedro
Francisco Pereira, com aua senhora a 2
escravos e Hollina Hara.
II,.iu polaca heapanhola Carlota, cap
13o Jos Fonlanills, carga a mesma ni
troute. ...
Cinal- barca inglez Allison, capttao
mes Itobson, Carga assucar.
Uem -- biigue inglez Riga, capitso W.
trick, carga assucar.
Ass --linctia brasileira Nova Esperanca ,
Diestro Antonio Jos Eleulerio, carga va-
rios gneros. Passagei'os, Carlos Anto-
nio de Araujo, a Paulo Francisco Cardoso
do Uendonca.
fYneio entrado no da 23
Itio de Janeiro e Babia ~ 8 dia, vapor
. _! .,..n.l.nl, lll, tl\V
-- Pela Inspectora da alfandega se fax pu-
blico, que no da M do correte depoil do
mnio da se hade arrematar em hasla pu-
blica, k portada mesma repartilo 72 barii-
ms cum su arrobaa a 9 libras deeardinhae,
valor conforme a tarifi, aiiobaa 3,200 rs.,
total 1:001/700 ra. ; 4 caitas com 31 arro-
baa e 22 libras de figos pasta loa, valor con-
iorme a tarifa,* arroba a 2/400, iota180*850
ra.,- abandonadas p lo dire.tus pnr F.ancis-
co Severl.no Rabeiloeiulho, e Oliveira Ir-
maos; sendo a erremaUcao llvre de direito
ai) arrematante. Alfandega de Peroambu-
c i 22 do m.ni de 1812. O inapeclor intori-
o, Bento Jos Fernanda Barroa.
yosqoaeatem bou eommodos: trata-se na
rudo Cullegio n. 17, segundo andar, ou
com o capilfiu Uauoel Jos llibeiro.
Para o Porto segu com brevidadea
barca portuguezaOlimpia : quemua mesma
quizar carregar ou ir de pataigem, enleu-
da-se com oa aeus consignatario T. de A-
quino Funaeca & Filho, ouconi o espillo o
Sr. Jos Thomaz de Lima, na prac.
Para o ANCaty.
Sabe oom brevidade o blale Flor do Curu-
ripe : a tratar-se na ra da Cadeia do Recife
n. 49, segundo andar.
Declarafes.
i que
i Ja-
P-
in-
glez Teviot, commsndanle Onslow. iraz
a seu bordo para esla provincia J. II.
Newnsll.-Seguio prs os porlos da Euro-
pa, conluzudo oDr. Vicente Jeronymo
Wanderley, Francisco Comes de tarva-
llio, Luiz Jos de Ss Araujo. Joaqun
Francisco d Silva Canisso, Antonio r-er-
reira Lima, Joao Ribairo Pootes, e Fellis
Souvage.
/Vario ahidos no tnesmo ata.
pjrahiba hiato brasilciio Conc c3o Flor
ds Virtudes, meslio lienriques deSouza
aflra carga varios genero. Passagel-
ros. Jos Joaquim d*Sauta Aon, e Jos
Lucas Ferreira.
Km commissao brigue escuna de guerra
braslleiro Oinda commandanle o pn-
ineiro lente Bernardo Aulonio Lou-
reiro. _^___^^^_^.
flDITAES.
(llllm Sr. Inspector da thesouraria de
fazendi manda tazar publico, que, em cum
primelo de ordem do Etm. Sr. presidente
da provincia, hirAo a praca no da 25 do
correte perante a mesma thesouraria, para
serem arremaladoa a quem por menor preco
lizer os raparoa que lem de ser feiloa na eo-
lia grande da companhia de cavallaria ee-
uuiido as clausulas approvsdas pelo mesmo
Kim. Sr., que sardo francas nesta secretaria
i pesso.s que as quizerem examinar: os
pretendemos a esta arremalacfio eorupare-
ram as 12 horas da minhOa do referido dia
competentemente habilitados. Secretaria
da tliesouraria de fazemla de Pernambuco .9
deinaio de 1852.-0 ollicial maior interino,
ttnilio Xavier Sobreira de Helio.
III -n. Sr. inspector da thesouraria da
hienda provincial, em cumprimento da or-
dem do Exm. Sr. presidente da provincia,
inania fazer publico, que nos das 25, 26 e
1 do crrente ira apraca para ser arrema-
tado perante o tribunal administrativo da
mesma thesouraria, a quem por menos flzer
a ubra do 3* lauco da estrada da Eaods,
avallada em 13.911,810 rs.
A arrematarlo ser fe i la na forma dos
rtigos24 e 27 da le provincial n. 286 de
17 Je maio de 1851, e sob asclausulas es-
peciaes a ba ixn copiadaa.
As pi'aso is que se propozorom a esta ar-
remat>(lo ro'nparecam na sala das sessoes
do mesmo tribunal, nos diaa cima men-
cionados i olu meio-dia, competentemenle
I I -lumias.
i. pare constar ae tnandou afiliar o pre-
sente a publicar pelo Diario.
Secretaria da fazenda provincial de Per-
iiiuibuco Io ue maio de 1852.
O secretario.
Antonio Ferreira d'Annuncia(lo
Uausulanipeciaei da arremitafo.
I As obras do 3* lauco da estrada da
Lscada sello feilaa de conformidade com
o urcamento a plaa aporovadoa pela di-
rectora em conselho n'esta data, a apresen-
talos asppioveodo Exm. Sr. preaidenla
da provijici, ludo ua importancia de
I3:9||,8J0 ra.
2." O arrematante comesara as obrssno
prasode um miz e concluir no do un an-
uo, cootado da dala da assignatura do con-
tracto. '
3. A importancia desla arrematadlo se-
r paga pela forma determinada no arl. 39
da le provincial n. 286.
4. Para tudo o mais que nao estiver de-
terminado as presentes clazulasseguir-ae-
lia o que diapOe a le provincial n 286 de
17 de maio de 1851 Conforme.
O secretario
A. F. d'Aiiiiuiiciaciio.
0 lllm. Sr. inspoctor da thesouraria da
fazenda provincial, em cumprimento d re-
oluclodo tribunal adromislralivode6 do
crrente, manda fazer publico, que nos das
i. 26 e 27 do mesmo ao meio da, perante o
mesmo tribunal ae ha de arrematar a quem
mais ofierecer, por lempo de 3 annoa a con-
lar do l.o de julho do correle >noo a 30
da junhoue 1856, o impoato da taxa das
bsrreiraa dasesiradaae poulea abaixo de-
claradas.
Uiquia, avaliadaannualmenlepor 7:101,000
Magdalena dila dita dito 4:150,000
Hotocolumb dita dita dito 2:721,000
Cachangdiu dita dito 2:IO0,0On
Tacaruna diu dila dito 641,000
Hi'jiry .Illa dila uito 641,000
Aa peaioaa que ae propoierein a aalaaarre-
||.na..rs, coinparecam na ala da aeaaoe do
mean.0 iribuual, noa diaa ciiua Indicadoa com-
i'......-iinnir habllltadae.
E para constar e niandou afianr o preieulee
publicar pelo Uiario.
' n i ii i.i da iheaoorarla da fatenda provin-
lialdr l'rrnambaco 7 d* uiaio de iRfM.
O secretario,
Antn* t'trrtmd'Animmtmfo',
- De ordem doSr. Dr. juiz municipal sup-
plente da 2.' vara du corumercio Jos Hay-
UOdo da Costa Meuezrs, taco aciente sos
cedorea do fallido Nuno Hara de Seixas,
que a i aun i Jo designada para o dia 29 do
Crrente flea Iranaferida para o dia 26 ia II
horas da manhl na casa de sua residenoia
na ra da Hadre de Dos n. 1, em conssquen-
ca de ter o'curador fiscal paiticidado se a-
char incommodado.
Jlan.o de Pernambuco,
A dlrecrjflo do banco de Pernambuco lem
deliberado receber a segunda preslaclo de
25 por cento, de cooformidade rom o artigo
lerceiro doa estatutos, do dia 15 a 3o de ju-
nlio protimo
Administrlo do patrimonio dos orptios.
Perante a dminialrcflo do palrimonio
dos orphSos se ha de arrematar a quem
mais der, a por tempn de tres trinos, que
hlo de ler principio do I.* de Julho do cor-
rete anno a 30 do junho de 1853, as rau-
das dos predios seguiutes, e nos dias abal-
lo declarados.
Em 27 de maio corrente.
Ra do Queimado.
N. 33 loja grande
N. 33 dita pequea.
Ra do Collegio.
K. 23 cusa di dou andares e loja.
Largo do Parallo.
N. 4 Os il .os andares.
N. 4 a loja.
Ra das Larsngeiras
N. 17 caaa torrea.
Ra do Itangel.
N. 58 dita dila.
ITaca da Ba-Vista.
N. 13 cas de dous andares e loja.
Ra Velha.
N. 32 casa lerrea.
Ra de S. Goncallo.
N. 22 casa terrea
li. 24 dila dila
Ra doSeb).
N. 3 casa terrea.
Ra do Pires.
P. 39 meia-agua.
Ra do Rozario.
V. 60 casa terrea.
Em 3 de junho.
Ra da Cadeia do Recife
N. 61 casa de um andar a loja.
N 59 dita de dous ditos e dita.
N. 57 dita de dous ditos e dila.
N. 44 dita de dous ditos e dita.
Ra da Madre Je Dos.
N. 9 casa de um andar e loja.
N. I dila do dous ditos e dita.
N. 26 dila de dous ditos edita.
N. 24. dila dedous ditos edita.
N. 22 casa terrea.
Em 9 d9 junho.
Ruada HadredeDros.
N. 20 cana lerrea.
Y 18 dita dita.
N. 16 dita dita.
N. 14 dita dita.
N. 12 dita dita. !
N. 10 dita dita.
.v 8 dila dila.
Y ii dita dita.
N. 4 dita dita.
N. 2 dila dila.
Hua do Torres.
N. 14 casa de 2 andares.
IV. 16 dita dita.
N. 18 dila iin;i.
As pessoas que se propozerem a arrema-
tar ditas rendas podero comparecer na
casa da sessoes da meama admimslrsclo
nos dias cima indicados, as 4 horas da lar-
de, com seus fiadores.
Secretaria da administrad-fin do patrimo-
nio dos orphSos, 21 de maio de 1852.
A. J. iCUlifirt.
Faco saber a quem convir que achan-
do-se vaga a cadeiro da subaliluiclo de i lic-
in mu poelica, geograpliia e historia, do
collegio das artes Oesta academia jurdica,
est posta a concurso a dita cadeira, cujo,
prazo sera tres mezes contados da data dea-'
le. E para que cnegue aoconliecmento do
lodos msndt-i anisar este nos lugares do
cosiume, a publicar pela mprensa.
oliuda, 18 de maio de 1852
0 director interino.
Dr. Antonio Jos Coellio.
- Constando a asta directora que os
certificados impressos, deque se lem usa-
do at agora para fazer-se saber o resulta-
do de qualquer exime preparatorio dfio lu-
gar a felsilicaQucs. a que mullos teem sido
impressos a pedido de pessoa particular; e
nlu estando o uao detaes cenflcados au-
torisano por le, esolve a mesma directo- i
ria, prohibir, e com elTeito prohibe desde ja
o seu uso. Oque communico ao secretario
interino, oqual, depois de regiatrado este, I
o Tari publicar pela imprensa. i
O director interino,
Dr. Antonio iosi Coelho
Leiloen.
O Dr. Malet, lendo de se passar da sua
casa de campo para o Recife, fera leillo por
intervengo do eorrrtor Higuel Carneiro.no
dia seguoda-faira. 24 do crrenle, as 9 ho-
ras da mantisa em ponto, no aeu sino na
Pissagem da Magdalena, do aua mobili,
consistindo em ricos soles, cadeias, mesas
com pedra, dita para janlar quo admiti 20
pessoas.guarda-ioupa, piano de Broadword
etc. etc.; assm como mappas geograpni-
cos, llvros, instrumentos de music, espin-
garda para caca.um grande viveiroenm pas-
earos, deliciusos vinhos engarrafados, um
foglo americano, um cabriole! inglez com
- OITerece-se um boma, o qual di fia-
dor a aua conducta, para administrar algum
engenho perto desla cidade: quem o preten-
der, annuncie.
OSr. Manoal Harques da Coita Soares,
enhor do engenbo Sebir de Santa Crut,
lem urna carta vin la do Rio de Janeiro :
na ra do Crespo, luja n 6.
Com o fim de passear de-
appareceu da botica da ra da Ma-
dre de Dos, om negro de naco,
por nonic Joaquim estatura re-
ular, de s3 a 16 annoa de idade ,
evu chapeo preto calsi de ru-
cado, camisa e jicjueta branca, nSo
llie faltando a competente benga-
linli i, como emblema nsepiravel
do passeante ; foi comprado em
fevereiro do corrente andr, como
peca de grande recommendacao, e
obra prima de todas as virtud'8
.'oriai s, ao Sr. liamos assurarci-
ro, lia ra doVigario ; o tal ve-
Ibaco he um deatea bpedes bypo-
arreios, e cayallo excellenle trotador, e Lrtii 8 manho808, que fallam nou
bola com velas. I '
-- Ocorrelor Miauel Carnelro, lr* lol- llo. no da quana f.ira 26 do correrte, a descobrir, e o entregar
meiodaam ponto, noarmazemn 25 na ra i ... r_
do Sol, de urna poreo de le.h.s, lljolioa na Casa cima indicada, setia en-
de ladrilho. jarras, polea, P'"<-i|as l"d" COinminloseiao generosamente re-
deji.no: ...im como um. porclo de ca- ^ ^^ ^ J^^ Q ^vo
o ci rretor Miguel Carneiro, f.' le- Deaappareceu da casa da roa
lo, no dia quinta-ffira 97 do corrente, as if-.-i-tTI i na no.le ,l0 Mm
10 horas da manhfla, no ICO. armazem na Uo trapiche D. nn noiie no
rm doTrapicbe n. 12, de dilferenles tras- al 0 corrente, urna cadella da
tes aovo, e com poucouse, u marica c;m_ raca de Terra No,a, grande, cor
com cortinados, cortinados para salla, car- y > o
trlras para escritorio, louca, canlieiros, preta, com O pello e nina maouran-
quadros rom eslampas, nmiicoesiojo con- levando umi corda amarrada
tendoqualro pislollas com lodos os per- v'
tenres necessiios para as mesmas, relo- ao pesco?o : quem souuer, ou a li-
gios patentes ioglezes ealgumaa obras de Vf|^ poder leva-la, ni casa cima
a-0lsr'. j'a'mes Wraghl-Cordon, cnsul que ser bem gralificado.
mericano, ordenou previamente a sua re- -- aluga-se urna casa terrea on sobrado,
tira la para os Estados Unidos, O leilfio da com eommodos para pequea ramilla, que
sua mobili, cnnsisilndo em sofs, consolos, lenba quintal e cacimba, na ra das C. uzes,
cadeiras usuaes de jacarau.la, ditas de ba- l.ivrumenlo.piacinhe do dito, pateo do t.ar-
lanco e de encost, mesa redondas, como- mo, ra do Queimado, ra Direita. Cidea
das, guarJa-roupa.lainpeOes d.i biouie iara do Itecfe, o doSanto Antoiiio.ru dos (Juar-
cina de mes, cama de ferro lav-lorios, leis, na larga e estreila do Rozarlo.ou mes-
toucado'cs, urna espingarda de dona canos mo no b.irro de S. Jos, sendo em boa rus :
tronchados, um par de finas pistolas com quem tiver annuncie.
pertencese caixa, garrafa, mappas e varios .. fia praca da Indopeddencia, livrarla n.
objectos; tara pois lugar dito leillo, por 6e8, tem urna carta do Pao d Albo para o
iulerenr;ao do corretor Oliveira, quarla- Sr. Julo Chrlsoatomo Pereira dos Santos,
fe.ia, 26 do eo>rente, as 10 lloras da ma- -- OSr. Jos Mara Fernandes Ihomaz,
nliJa.nn |"inicuo andar da cas junto ao queira diriglr-se a esta typographia a ne-
beco de Pernambuco, com entrada pela gucio de seu interessa.
ra do Torres_______________^__ Q bom goslo di Kuropa.
AO madamismo das prncipaes cidadea da
VISOS UlVerSOB. Europa tm uesoido de si os incommodos
'. e dispendiosos adereces de ouro. p.ra se
Pelo Sr. Dr. juiz docivel da primeira ornirem e |,nd,g e ol gantes volls e pul-
vara, 86 ha de arrematar na sala das audleo- gejrl8 B \ntis\mlt (|Ult de velludo, lisas e
eias pelo meio dia 5 moradas de casas ter- |,vr,dali a9 variadas core Deslas lilas
reas, de laipa.com aa frentes de pedra acal, icib, de cnegar ra larga do Moz-iio n
citas noa afogados na ra do Bom Costn. 38 (oj, do (j.r.ie.i, algumas pecas que
19,21, 23, 25, 27; penhoradse al homar. vierim par, amo,tr, ,Companhad-sd-deli-
Cseteno da Luz Barabu e Francisco di Paula C|dl nve||,B t franjas de madrepe ola, la-
po r cxocuclo oe Pedro Das de assis. vradas, lisas a douradaa. as quaea bam coni-
Precisa-so de um lapaainlio para cal- binadas com as lindas cores da filas sobre-
xero de urna loja de calcado, prefenndo-ae itbftn j, rmt |g| que lorua-se urna se-
que s"ja natural do urna das provincias do I|||(Jra pncnu.iora .. franquea-se as amos-
Norte o que lenlia boa conducta : quem pre- (rM e pC|loa ,|0 Espirito Sanio he no
tender annuncie para aer procurado. d|i 30 dc| cor,eie.
Pelo presente avisa su os correspon- q .dininisirador| ernprczirio do thea-
dentos dos Srs. Jos Tbomaz do Aquioo Pe- |ro av Stult Isabel, tem a Honra de n-
reira.e Domingos Camillo tiendes de Azeve- nunciar ao pubtieo que lando mateado
do, que lendo vindouma cariado enguiho 0 d 26 0 COrrenla para o beneficio da
Bizerta remeltida pelo dito Sr. Domingos primelra actriz Mari* Leopoldina, a lia-
Cannil.i Mendos de Azevedo a entregar ao v,, e|la escolhido o g ande drama em
Sr. Evaristo Hend'S da Cunha e Azevedo, cnco ,ct,is ito quadros Catnarina
caso s-js apreseniada a dita carta ou algbm Howard e dependendo este drama da ex-
p.pel, ana mencionados Sr*. corresponden- naordinariq jogo de scena, decorai;es
les, hajam do nlo darem tor tal ordem por Testusrio, o que tuto d*v*r ser feto
isso que foi estraviada antes de sor entregue combinado a que nada deixe a desejsr, lan-
ao dito Sr. Evaristo. (l, pira que a artista beneficia la a.tisfafa
Hoja 24 pela urna hora da tarde se ha completamente as pessoas que lhe tizerem
de proceder a leillo da armaclo e muido- a |,unra je acc-ila o seu convite, como ao
zas da loja n. 44 da ra larga do Rozario, publico em goal, e mesmo para crdito da
perlencenla a matsa dos fallidos Hor.es Ai eirlp,el, concorda, un ambos em que, vis
Soares, em preaenca do Sr Dr.juiz do com- ,,, curto esjago de lempo nao permitiir
mercio da s-'gunila vara. iiue se faejarn osensaiis compelent s, nom
-Precisa-se um ama secc, que entenda mesmo a i.romptillcac,3o dos mais accasso
dacarregare tratar um crian^ de mama, ros qU6 roqUer o drama, de o transferir
ssim como de todo o aervifo de urna casa : p4ra u lia S do prximo futuro mez deju-
a tratar na ruada Cadeia de S Amonio casa n|10| h[ai do que seja este um dos espec-
n, 10, confronte o theatro de S. Francisco, taculos brilliantes que tenha dado o llieatro
-Urna pessa com 20aonos de dado a de. de Sania Isabel,
boa conducta conprovad por um llidori- .. Rrc-ibi do Sr. Francisco Jos Vianna,
doeo, se olfereco uara caixeiro de qualquer'par mo de Jos Alves da, Silva Cuimarfies,
rterj al-|a qUalltj4 de 393,317 rls, que o dito Sr.
estabelecim-nlo commercial, portar ja i-|a q
guma pralica de negucio : quem precisar. viaiina deve aoSr! JoSu M.ha'Ju
anuunciar su. morada.
U cautelista Salusliano de
Aquino Ferreira faz sciente ao
THEATRO
DE
S. IZABEL.
QUARTA FEIRA, i6 DE M*10 DE
185*.
44 recita da assignatura.
Subir ii scen. o pomposo magnificoe
muito applaudido drama em 5 actoa,
A Noite do Homicidio
0 AIBICIUSII POLTICO.
O mais diverlimenlo ser* circumstancia-
da--enle annnnci.lo. _________^
Avia
os martimos.
-- Espera-se por estes dias da Lisboa o
patacho portuguez Destino, o qual se pro-
pOo p.r. a ilha de S. Higuel: quem no mes-
mo quixer crregr ou ir do paaaagem, di-
rija-secom antecedencia aoasous consigna-
tarios T. de Aquino Fonseca si Filho, n. ru.
do Vig.rio n. 19. primeiro and.r.
Para o Rio Grande Jo Sul, sai domin-
go, 21 do corrente, o patacho nacional Eu-
terpe, capillo Jlo Goncalves liis, so pode
recebar algum (asaagi-iro, para oque tra-
ta-e na ra do Apollo, armasen*, n. 14,
ou com SS Araujo, na ru da Cruz n. 33.
-- Para o Hio dj Janeiro,sahe no di 25 do
corrente o hrigua Hecife.para o reatante de
carga, eacravos a fret.,ou passegeiros, para
respeitnvel publico, que pa^a em
continente oa premios vendidos
da stima lotera a beneficio da
cultura de A mordas, na praca da
Independencia n. i3 e i5, loj de
calcado do Arantes e na ra da
Cadeia do Hecife n. .'|( loja de
miudczaa de Jos Fortunato dos
Sant s Porto: lu lele inteiro ai4">
aoo,ooo ra.: ineiois billicles 47*Ji,
i :ooo,ooo de ra., 764, 100,000 rs,
48:9, 100,000 rs. : quartos 7i3,
aoo,ooo rs., 443* 300,000 ra. ,
3534* 100,000 rs., 3629, 100,000
rs. 3o.'i."> 100,003 rs. 3n6,
o Chaves,
da cidadn do Ass. Kecife, 2 de maio de
1852. Jos Coucalve Ferreira o Silva. Es-
t recinlieoldo.
Fui apprehendido pela subdelegacia do
Recie, e ae acha em deposito, um cavallo
ro.-sn rodado : quem dneito liver a elle,
aprosente-se, que juslificaudo os signaes,
farroe propiedaie, lhe -ra entregue.
-- Acba-se lecolhido a ca le, por ordem
do subdelega lo da fregueii de S. Fr. Pe-
dro Concalves, um preto africano, que diz
chamar-ae Antonio, e consta aer fgido de
um engenho perUncento a f'eguezia de Ma-
rangnaupe: quon direilo tivar ao mesmo,
apres^nle-se, que juslificaudo a pruprieda-
de, lhe ser onlregue.
Precias-ge de un a ama para cosinhur
na ra ds Cruz- n. 20, nrimeiro andar.
- Francisca Mara da Ito-a retira-ae para
Po tugal,levan lo em aua companhia os seus
filhos Francuro Anlonlo a llosa de maio-
dado, e Olimpio Hariano da A-sumpcfio
Bosa, menor.
Fiancisca Haria da llosa vai a Portugal,
deixando por seus procuradores, I Joa-
O tbesoureiro da lotera do
Livrsmento, fax sciente ao reapei-
tavel publico, que a lotera corre
imprelerivelmente no dia 39 do
corrente, anda mesmo que iquem
bilhetes por vender, o restante do
bilhetes.inteiros, ineios, quartos,
decimos e vigsimos, es ti ni ex pos-
losa venda, na loja de miudexai
tia praca da Independencia n. 4*
Bilhetes inteiro 10,000
Meios 5,ooo
Quartos 3,600
Decimos 1,100
Vigsimos 600
... .:io_Io o, ._ quim M.unco Concalve Hosa, 2 Jos Mar
100,000 rs.:oitavoa 3873, 300,000 ^^ ,,,_ s..j0aquim Celestr.uo Cou-
s534 100,000 rs. 3116
rs., awa ,
100,000 rs.,
simos.
e tambem em vge-
ealves.
Tendo o Sr. Claudlno d Silva Ferreira
comprado por ordem de Waller G'anaer 2
meios bilhetes de numero guaca 109 da
Precsa-se de um vendedor de pSo: oa |0i,r|, 45 da Sant Cas da Huericordia, do
ra larga do llozario, padarla n. 48. | |, de Janeiro, por acaso desencaminhou-se
Preeisa-se de um ama de leite, pre- um ,ju> meos: portento quem o achou quei-
fere-se em lilno, e \ aga-se bem: na ra da ra )or bondade reslitur a aeu dono mora-
Cacioba n. II. |dor na ra da Cadeia do Rerife n. 4. Os tai
--Preeisa-se de um pequeo, para ca- ihete foram comprados na lujado Jos For-
xeiro : n< ra ds Guia n. 9.
- Bernardino deSouza Pinto, comprou a
venda da ra da Guia n 36.
Francisco Anlonio da Roza, retira-se
para Portugal, deixando por seu procura-
dores, primeiro JoaMarcellino da Roza, te-
tunato dos Santos Poito.
I'i-i cisa-so de 1:500,000 rs. 1 premio so-
bre hypolheca em 2 o Ierre livres e
desempedidas; quem tiver para dar annun-
cie par ser procurado.
--A abaixo aiaignada faz ver a irmand.de
gundo Joaquim Mauricio Gun^alvea noza, e K g Benedicto erecta na igieja do Rozario
te ceiro Joa Jacome Tasso Jnior. I da Boa-Vista, que valo um mito dar o seu
-- Na praca da Independencia, loja n. 37, Jinheiro, he para ser acompanhedo pira a
precisa-se de um feitor p.r. engenho, perto sepultura, e alo lie avisar-se ao Sr. esc iv.li,
ara acompaa r a um irmSo
dasta praca.
Precisa-se alugar urna ama forra, ou
cap iva, de bu. conducta, par o sei vicu in-
terno de urna ras do pouca familia: a tra-
tar na ra do Queimado o. 4 aegundo
indar.
Bernardo Fernando Vi.una embarca
para o Rio d Janeiro, o seu eteravo, da na-
(So, de nomo Domingo, de 28 .nnoada
idade.
O bich.rel Sergio Diniz deMoaHat-
tos advog. nos auditorio .iota cidade; e a
ra d'Aurora n. 9, po lem dirigir-se aquel-
les qne se dignarem hooral-o com sua con-
fianza.
para acoupanv r um irmo junto, irman-
dade, elle fazer-se Ignei de Ho ta,he deleito
ter em orna irmanu.de um e-cr ivilo destes.
Um. irmia.
-- No dia 25 do cnrronle ae deve arrematar
em prarja publica do Dr. juix do civel da pr-
ajieira vare, um. oaa terrea no becco du Li-
ma, lea ala i praca por execuc.Su de D. Cona-
lanlina Jacintha da Molla, contra Hauoel de
Alni.-i la Lima.
OSr. Haooel Ferreira da Silva Hamos,
queira mandar buscar urna carta da Parahy-
ba na livraiia na. 6 e 8 d. praca da Inde-
pendencia.
lina afect mal sa .lus a f|..r
Tem a tmida cor da innocencia
Tam o ralo orfu->a e aninr.
Canto *<> -'.
J Q 1.1 rio tj T a
:. ;::
t 1
Cativo aeiei por g.sto
Se gozar teu coracSo'
Batiibllho
Quanlo podo Marca bella,
Os leus olhos matadores ,
Nelles mostras resumido
Os t. us dona encantadores.
F.sta ultima molinha tem mais tres qua-
dros ; a muzica he composta pelo autor d
Alia noite oh I que silenco. Ra Bella
n. 28, imprensa de muzica, preco 5U0 rs ,
por cada urna.
O Sr. Francisco Alvea Monteiro lem
urna encommenda vinda de Braga : na ra
do Cauuga toja n. 4, de Hanoel Jo.quim
Di. de Castro.
O Sr. J0S0 Clmaco Fernandes C.v.l-
cant.queir. ter bondade entender se com
o abaixo assignado, no praso de 15 dia so
mi quizer ter algum dissabor.
Jos de Oliveira Ramos e S'lva.
OSr. Antonio Jos Coelhoue Barros Van-
derley,queira mandar pa;ar ao h.ixu assig-
nado os s.ippriiin'..io que ha dous anuos
n ao ion pmii i,e at o prseme nSo lem nem
respouoi 10 as curtas que ae lhe tem esc ip-
to;em quaulonSo pasar toJas, ha do ver
aeu 1.0.ii." neaie Diario.
Jo>e de mi ..'ini Ramos e Silva.
Alug,-se um preto para lo lo servico de
casa e ue ra, e cosinha o diario i quem o
pielender dinja-se a ra do Seve, pnmeia
casa lerrea 10 -111..11
OSr. Hanoel Ferreira Costa, tem urna
carta na travessa do Trem, 11. II, iua da
Praia.
Na SolerJade, casa *,70, se aluga o
bom coubeci lo moleque Joas, acuslumado
a senir em casia esiiangeiraa cosinh, he
bum comprador, fiel, niuilo deligente, e nlo
lem vicios; oulio para qualquer servico,
mesmo de sitio, lie bom tiabalhador. Tam-
bem se vendem |s desapoli, de larauja tim-
bea, e o ir.-s plantas, asstm como l.aibom
semeir.o deervil.11.
A os senhores de eogenho-
0 red.clur do Almau.k da provincia, to-
sejando mencionar no mesmo Almanik, o
iioiiib dos propietarios e rend-iros du en-
genho, roga aos mesiilos senhorrs so dig-
11,111 maiiu.r sua loja de livrus na praca
da Independencia ns. 6 e 8 oa aeus nocues, o
nome do engeuiio, a Ireiiuezia, villa e co-
marca a que pertencer; e se fr rendeiro, o
seu nome o do propneiario.
Aluga-se a casa terrea, na
ra Augusta n. 64, com comrrmdos
para grande familia : a tratar na
ra do Queimado n. I\Q, primeiro
andar com Joao da Cunha Soa-
res lluimaraes.
Compras.
-- Compra so urna gramtica de Seveoe,
mesmo sala i na prarji da Boa-VIst; n.17.
-- tompra-se um escrava quo seja bem
moca, sern deleito algum e com Habilidades,
Com cria ou sem ell, ; ni ra da Couco-dt
"'--' Na ra da Cruz do llecife B. 18. tercei-
ro andar, compia-se urna ocraV, que Seja
da boa conduela, e entend bom de costura,
coznhaoeiigouiin'do, piafare-a parda.
Na roa da SaDI.Ua Velh, defronte de
Sr. Mo.toiro uiulor.compra-se lo lasas qua-
lidadosdu ferros vellios e melaes do lodaa
as qualidadrs assim como uun-los de pannos
llnos.casemiras o lodas as qualidades de mu-
lainhosqu servirera para fater papel : as-
aim cono caboa velhos, lonas ole
Cuinpra-se um sobrado do un andar
com liniis eommodos, que seja no bairro da
Hoa Vista : annuncie ou dinji-se a ra do
Hospiciu cas n. 17, que se dir que
compra. .
Compra-e dus eacravas crioula ou
pardas de 12 a 20 anuos, e que lenliam boas
figuras : na ru. Nova 11. 16.
Compra-se
casas terreas ou sobrados da um andar, em
bdas ras: quem aa livor dinja-e ra
das Aguas-V.res, taverna n.48
Compra-se um diccionario de rancez
para portuguez de Roquell, que esteja
meio uso : 110 oaes d alf.ndega, arniazd
grande, defronte da escadmha.
Compr.-ae um ooulo de alcance, no de-
posito d fundicSo da Aurora 1 11 ra do
Brum e dir quem.___^________
Vendas.
.-Na ru. Nora n. 26 tem p.r. tendar-.eum
completo sortimento de eoletes de fusilo
lino, pelo diminutj preeo de 9,30 r. cada
lino, pe
om.
Vende-ae urna toallu da laberinto bando
urna pequea parta de paonu no meio, e es-
tainpadeem linissimoesguiSo heomai bem
felto, de melhorgoto qn he poaslvel e poi
preco aommodo : no Baco Largo do Recife
segundo andar, n. t.
Vende-se urna caa de lijlo c cal, edi-
ficad, a moderna, cita na ra do Motocolom-
b, dos fogados, quem a pretender dirija-so
ru. Imperi.l n 31; n. meama cas vende-
ae um quarto de cingalha, ruso, em boaa
carne..
Atlenro, com diulieiro.
Na rna Nova n. li, loja de alfaide da Ha-
riano & Tinoco tem pira vender-ae um com-
pleto sortimento de palito de panno fino
preto, dito de paoiu verde meaelado, sen Jo
debruados de fita muito lina pelo preco
de 20.000 ra. cada um.
Na ru Nova n. 26, loja de (Ifaiala, tem
para venler-aeum cumullo, sortimento da
j.quetas de linho 2,660 c.d. urna, palitos
de brim de Imi-o 4,600, e outras mullas
obr. que precisaren, e lambem se proni-
n'a out a qualquei obra com oiuila pres-
teza.
Na luja dealfaiate de Hariano & I mo-
co, n ra Nov. 11. 26, tem par. vendar-te
um completo aortimeulo de obras feitas;
r.sacat de panno, muito superior fazanda,
anbrecasacas do panno, dila de merino,p
lili), do panno prelo, vorda e azul, ditos de
merino preto, e nutras mullas obras quo
procuriram ; ludu lato por preco, muito
cmalo lo.
Bom e*breto.
Vendem-.e pele diminuto preijo n ru do
Crespo n. 10, la*. rumprid.s de pelioa an-
felad 1 a 11 senhor 2,000 ra. O par,per;
da brelanha de puro linho com S varas a
1,800
Na loj jieriiiiuibu ana
ln 1 do Urespo n 11 4
VENDEH-oE a
im Oplirn.a sedas furia-cores de bellissi- 9
t> mos padras e dilTerenles larguras, a)
ty pelo diminutitsimo prefo de 1,000, A
i ff 1.600 0 2.000 r. o covauo. 0
#*******#**.##**)
Carnauba.
Vende-e a mais superior cera de caroau-
ba, que ha nesle mercado em porcSoea
saccas de 2 a 6 arrobas, no armazem de cou-
ros de D. R. Andrade t Companhia, roa da
Cruz n. 19, junto da casa amarola.confronie
o chaf.riz.
Vende se na ra do Livraiuenlo luja n.
II, aa palos de duraque preto para senhora a
900 rs. ao p.r, obra muito boa, assim oomo
estivas iiniiiu grande.
vende-se Illas encarnadas que serven)
par carias de luchare is.connnnn ladores da
ordem de christo, roza cruz, irmo doespi
rito Santo : na ra Nova loja 11. 2.
Peiloa de muroelina proprioa para ca-
rnizas, col.rinhos, gravita, brancas com
ponas bordadas lio de linho, propriot pe-
ra casamento, baptiaado, baile e vizita de
grande lom : na ra Nova loja o. 2.
Vende se um cabra de 14 annoa muito
lidio e eem deleito algum ; pode-se dar a*
eonlentojbe muiloliel e naoroge;propno pi-
ra oolllcto, nu paga 1 na roa da Sanzala No-
va n. 7, e dir quem vende
Farinha a 3,000 rs. a sacca,
no armazem n. 7, do caes da Al-
fdndega, dinheiro a vista.
Vende-se um negro de na-
c3o, de 3o annos de idade,sem de-
leito, por preco rasoavel : na ra
.la Cruz do Becild n. i3, armatem
.le assucar da Viuva l'ereira da
Cunha.
Deposito de cal virgem (cabecil de
carneiro.)
Na ra da Cruz n. 23, armazem
de assucar da Viuva Pereira da
Cunha : vende-se superior cal, a
maja propria do fabrico de assu-
car, e por preco rasoavel.
Pechlncha.
Vende-ie por 480,000 rs., um preto de 35
nnos: na ra do Trapiche n 30.
Vende-se urna toalha de Ubyriotbo ,
muito em conla : na ra da Guia n. 9.
-- Vende-se urna bonlla creoula,quena-
be cmer, fazer Ubyrintho a engommar: na
ru do Hospicio, sobrado n. l">.
f
> Na loja pernambucana
H11.1 do Crespo n. 11
VbNDEU-SE *
Cortes de riqultsimt tedas furta-co- 4)
_ re pira vestidos de senhora 112
> e il.iino ra. #
Vende-se um bom carro de dua roda
com cubarla a arreio cum farragosa brau-
cas, tu Jo em bom estado : na Boa-Vista em
cas do Sr. Higuel Songer se dir quem
vende.
Vende-ae vinbod Figuoiradeauperio
qualidade a 1.800 a caada, e garrafa a 340
r..manteiga ingiera a 680 rs. a libra, tapio-
ca a 80 r. a libra, cha braslleiro a 1,800 r.
a libra ; defroole do portan da matriz da
Boa-Vuta, casa terrea de S portas n. 84.
-- Vende-se um. p.relli. de cavalloa ru-
dados, novo, moito bons de carro, e um
cavallo de sela de boa andares : na traves-
sa do Veras, sobrado n. 15
Vende-se urna taberna com dimioutos
fundos ou sem ell s,en.|umdas c.sinn.ada
ribei-a da Boa-Visla, defronte do aeougue ;
a tratar com o arrematante d. mesma ri-
beir. Joaquim Fe nandes de Azevedo.
Vende-se por pouco dinheiro o terreno
que confronta com a ra do Carnario e com
0 becco do Ferreiro: u prelendenlea diri-
i.iiii se a ra do oilao da matriz da Boa-Vis-
ta, casa n. 26, primeiro andar.
MflftMttlMlM*NS
Na loj-i pernambucana
Hua do Crespo n. II. 4
j; VENDEm-SE ^a>
ta Toucdel3a para aenhuraa,e olegan- tt
a)j tes enleites para eabeca, oruado* de
! #
Vende-se urna rede da pilha abarla,
chegadi ltimamente de fri; tambem se
vende um relogio patente de praU dourada:
ouom quitar annuncie para aer prucuiado.
lili AI.I'AltClTAS
Assim andara a ciasse media desta cidade
a nao aer a apparicOo doa estimaveis tpa-
los do Aracaty, feitoa a capricho, quehuja
em duvida rivalitam depois de engratados
com o melhor calcado da Europa. Elle se
tornam recommendtve Ja pela aua long
duracSo, j pelo seu diminuto preco; emais
que tudo por aeram de indutrla nacional,
que deve ser animad : quem oa quitar v
1 ra larga do Rozario n. 35, onde se ven-
dem a 800 ra. o par.
S.'Flix.
Chegaram os verdadeiros charuto de S,
Flix, e se vende na ru. do Queimado.
loja n. 9.
I
MUTILADO J,


Pertences para escrip torio e repar-j
tienes publicas.
PidsI de dmo, dllo almaeo, iucluindo
urna pequone quantldade; d'uma marca
maior, p'oprla para despachos lipi. lacre
encarnado e preto, obreias de diversas c-
res em caixinha de paprlfio. pspel mala-
borrfio. machinas para copiar cartts, tinta
preta de escrever, papis oleados, liaros
com ndices e papel em resmas, propnos
para os meamos, balances para pesar carias,
tic, tic; ludo racebido ltimamente de
Inglaterra, de superior qualidade, e por
precos commodos : oo oscriptorio de EJuar-
doH. Wyatt, ra do Trapicne-Novo, n. 18.
Linhas de novello.
de rnuilo boa qualidade, e varios sortimen-
to*, por precos muito commodos, noescrip-
t.rio de Eduardo H. Wyatt, ra do Trapi-
che-Novo, n. 18.
fiicos e rendas.
Ricos aorlimentoa, em ciixa de pspelfio
enlejiadas, por presos muilo em coula : no
escriptorio de Eduardo H. Wyalt, ra do
Trapiche-Novo, n. 18.
Fio de vela.
Muito superior fio inglez, ltimamente
recebido, por preijo mdico: oo escripto-
rio de E. H. Wvatl, ra do Trapiche-Novo,
d. 18.
Em casadeltoth&Bidoulacnaruado
Trapiche Novo n. 14, vende-se um piano.
Vendo-ae, ou arreoda-se um engenho,
distante desla pra^a 3 legoas, moenle e cr-
rante, com boas t*rrw de plantac.Ho, loriab-
as obras e mais proporces: quem quizei
examinar, dinja-se a traveat do yut.ui.aJo
n. 1, pi inicuo andar.
Veiulcm-.se a a6o rs. o covarlo.
Chitsa linas francezas, do gosto moderno
o de cores (las, asmis linas que tem ap-
parecido oeste mercado : na ra do Cres-
po, luja amartlla o. 4, de Antonio Francisco
l'ereira.
Vendem-se a ao,ooo rs.,
palitos de panno e casimiras de cores, forra-
dos de setim de maco, os melhores que
lem apparecido no mercado: na ra do Crea-
po, loja amartlla o. 4, de Antonio Francis-
co Pe tira.
Vendc-se na ra da Senzalla Nova n. 4.
urna preta de nacJo, e ao comprador se dir
o motivo por que se vende.
Deposito geraJ do rape
Gassc do Ro de .la-
ma da Cruz
neiro, na
n. 25.
ACABA DE CHEGAR A ESTE DEPOSITO A
BOA PITADA 1)0 RAPE'
(rosso, meio grosso e lino
Pelos prpfos j sabidos de 1.280 as duaspri-
meiras qualldades, e 900 rs. a ultima, sendo
de 5 libras para cima. Escusado he enfadar o
publico com a .ic.-cr ipcfio da hondada do ra-
pe desle f.hricmte ; a sua antiguidade a
atiesta, etm verdade pela simples e sauda-
vei composifSo colloca os tomantes urna vez
habituados em no o poderom substituir
por ouiro. Compsrem pois os unanles da
boa pilada a qualidade deste rape com a dea-
m muiniSu de novos rapos, e o seu til'uto
os resolver a tomar desle ou daquelle.
- Vndese urna bonita paria, escora,de
18 annos, sadis, quo marca, coae, engom
mu, faz labyrinlu, corla camisas de homem,
as ii.ni-. modernas e fa-las, corta vestidos
desenlilas os mais diQiceis com molde e
fa-los, a qual so se vende para a praca pela
sua i xempiar conducta. Una oulra pard
do bonila lisura clara, habilidosa, e mota,
grvida de 8 mezes, para engenho ou lora
da provincia. E urna oulra parda, quocoze,
engomma, cosinha; todas tres em conta,
que s o, para saldar anltgos dbitos: na ra
larga do Rozario n. 35, luja,
-- Na nova leja de iniudozas, em frente
do Livramento, le.n de oulros novos sorli-
nionloj dequinquelharias, lem mtiascruas
para senhora a 100 rs. o par, fazenda de
muita iiiir vas de IgodSo, a 240 rs. o par ; ditas de
polica, a 1,000 rs.; ditas de seda preta e de
cores; papel perlina, de peso, meio1Wa-
da, paulado, dito de peso dito- de cores ;
abotoaduras douradas covadas, mostrando
a caber;* de diversos animaos da Europa, e
outrasmuitas fazendas mais baratas do que
em oulra qualqucr parle, islo para 11 n i -
dacfio de cuntas.
Devoco do mez Mariano.
Recabeu-se de Paris urna pequea porcSo
.le l'iios, engradados em rame Uno, cum
um crucifixo em relevo, mostrando os mar-
tyrios, que por nos padeceu Nosso Salvador,
por isio se loruam recommendaveis para oa
devotos, por serem (eitos com loda a delU
cadeza, digna de i fo pa dn>o;9o: vndeme
se na nova loja de miudezas en frente do
Livrameuto, a 1,200 rs. a duzia, o 120 rs.
um.
Grande abrtca de chapeos de sol,'
de J. Falque iub do Collgeio
n. 4-
Neste novo eatabelecimento recebeu-se
um novo e lindo softtmenlo de chapeos da
Soldoa ltimos goatoa, tanto de seda como
depaninho para homeoa e senboras, da ar-
macSo de baleia e de aaso que se veodem
por menos preto quo em oulra qualquer par-
te; grande aortimento dechamalole, sedas
e panlnhos em peca de todas as cores e qua-
lidades para aa peasoas que quizrem man-
dar cobrir armacOes servidas. Completo aor-
timento de balelas para vestidos espartilhos
para senhnras, fazem-se umbetlas de igreja e
conoarta-seqnalquer qualidade de chapos
Je gol: todos osobjectos cima mencionados
se veodem em porcSo e a retalho, por prego
que agradara aos freguezest vista da quali-
dade.
Vende-se um escrava muito sadio, do
idade de 22 annos, en.uito liom cosinliei-
ro : na ra do yutimado n. 32, loja.
tiasa de commiss9o de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de comniissao, tanto para a pro-
vincia como para fra delta, para
oque se offerece muitas garanties
a seus donos na ra da Cacimba
n. 11, primeiro andar.
Vo-idetn-se os verdadeiros selioa in-
rI"- patenta, de molla seni ella : na
miz al la Nova n. 43.
tii'in antes que fe acabe.
.j-se capachos de lodos os tama-
nhos a*560 rs. cada um : oa ra do Cabug
o. 6.
Transparentes para janella.
Na loja de CuimarSes & Hi-nriques, ra do
Crespo n. 5, vendem-se Iransparenleachega-
dos ltimamente de Franca ; esla fazenda
esta sendo preferida as Venesianss tanto pe-
la sua boa qualidade como pelos lindos de-
senhos com vistas pitorescas. Vendem-se o
o.ais barato possivel, que a vista da fazenda
os prolendenies nao deixarSo de comprar.
Linhas de carriteis de 200 jardas.
Vendem-se linhas de carrileis de 200 jar-
das de todos os nmeros a 90 I rs. a duzia,
ditos de 100 jardas a 320 rs. : na ra do Ca-
bug n. 6.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
doHecife n. 12, lia
m
IS?
Na loja l'erntimbucana, ra
do Crespo n. 11. *.
Veodem-se casemiras franezas mo- j dernas e de excellenles qualidades e ja,
ff padrOes, pelo baralissimo preco de aja
a 4,000 rs. o corte, para calca ?>?S** ??*^'ft;#**!*>flr|
Seda, no atierro da Boa Vista
loja de calcado defronte da bo-
neca n. i4.
Vendem-se as Riis superiores sedas fur-
tacoies e da belissimos padres de dif-
fe re o les cores.por preco que muiluagradar
80 comprador, um razio de se dezejar liqui-
dar; assim cumo um novo e completo sor l-
menlo de calcados de to las as qualidades.
Vende-se feijo mulatinho, muilo no-
vo, em saccas do alqueire, medida velha, a
9,000 rs. a sacca : ua ra da Cadeia do He-
cife n. 49, segundo aodar.
Calcados a 75o, 1,000, a,5oo e
3,ooo rs., no aterro da Boa Vis-
ta n. 1 1, defronte da boneca,
ha chegado os bem condecidos saputOes do
Aracaly a 750 rs., e de orelha a 1,000 rs de
lustro a 2,500 rs. e os melhores que tem
viudo da lialna a 3,000 rs., o os bem conde-
cidos sapates de lustro a de bizerro do
Naules, muilo proprios para a estacao pre-
sente; assim como um novo o completo sor-
timeiilo de cal?ailo francezi'S e de Lisboa
de tolas as qualidades, lauto para homem,
como para senhora, meninos e meninas, lu-
do por preco muito conimodo. alim dse
apurar dinheiro.
Deposito de oal virgem.
Cunha & Am'orim, na ruada Cadeia do
Recite, n. 50, vende-se barris com supe-
rior cal em pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos pre^o do que
em outra qualquer parle.
AtteocSo.
Vende-se na ra estreita do Rozario n. II,
tmaras muito novas,aendo cada caixinha a
600 rs. e maiorea a.*M) rs., estrelinha a 320
rs. a libra, bolachinha de Liiboa a 360 rs. a
libra.
irarinha de mandioca.
Vendem-se sarcas eom farinba nova, che-
gada ltimamente do rear, a 2,000 ra. e
em lotes de 10 saccas para sima, a 1,800 rs.,
muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ltima-
mente, a precos muilo rasoaveis.
Agencia de Edwin Alaw.
Na ra de Apollo n. 0, armazem de Mr. Cal -
uuDlti Coiupanhla, acha-ae couslanlemenle
lions aorlimcDloa de una de ferro coado e
balido, lauto raaa como fundas, moendaa in-
eliaalodaade ferro para animaes, agoa, ele,
dllaa para armar em inadeira de lodos oa ta-
mandoa e iiunlrllus o mala moderno, machina
buriaonlal para vapor, com forfa de 4 caval-
los, chucos, passadeiras de ferro eatanhado
.11a caaa de pulgar, por menoa preco que oa
ecobre, eacovens para navioa, ferro inglez
(aiiloem barraacomo ein arcos Toldas, eludo
por barato preco.
~ Vendem-se amarras do ferro: ns Senzalla Nova u.42
Brinquedos para meninos.
Veodem-se ns ra do Cabug n 6, hrin-
quedos para meninos, baratos que admira :
a elles que he para acabar.
AGENCIA
da fundicio Low-Moor.
RA DA SENZALLA NOVA N. 42.
Neste estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamaitos, pa-
ta dito.
Deposito da lah ira jle TotJOS O
saut 11a Huilla.
Vendc-se,asa deN. O.Biebor&C.
na ra da Cruz n. 4, algodfio transado da-
quolla rabrica, muilo propno para saccosde
assucar eroupa de escravos, porprefocom-
modo.
Moinhos de vento
com bombas de repuxo para regrar hurtas
e bsixas decaplm na fundicflode Bowmaux
& M. Calhem: na ra do Brum ns. 6, 8 e 10.
i* Vendc-se um terreno na ra da Aurora
rom 50 palmos de frente e 280 de extensUo,
tundo caes de lijlo a beira mar, litan Jo en-
tre as rasas iloslllins. Srs. GustavSo Jos do
llego e Francisco Antonio de Oliveira : 08
pretendentesdirijam-se a ruadas Torres n.
8, primeiro andar.
Deposito de punno de algodSo da
febricaTodos os Santos da lia-
nina.
Vende-se por prei;o commodo
o bem conhecido panno de algo-
do desia fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador.* no escrip-
torio de Novaesrk Companhia, na
ra do Trapiche n. 34.
Mercurio.
vendo-se mercurio de primeira sorle : em
casa de Augusto C. de Abren, na ra da Ca-
deia do Recife n. 48.
Cartas linas para voltarcte.
Vendem-se baralhos de cartas a 500 rs.
proprias para voltarele : na ra do Cabug
o. 6.
Vendem-se no becco do Gonrjalvea, ar-
mazem de nrauo Youle & Companhia, meias
barricas com superior familia de trigo.
Arados de Ierro.
Na (undieo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferrode diversos m-
telos.
Cortes de brimde lindo, a 1,280,
a,i4 e 2,000 rs.
Vendem-se cortes de brim pardo, deli-
nhu puro, a 1,280 is.; ditos de cores com
lisirns de bom gosto, a 2,240 rs.; ditos de
brins amarellos, a 2,000 rs.; cortes de calsa
de riscado de hnhode listras, a 720rs.; cas-
siis e-ranipinadas para cortinados, ruin 8 1|2
varas, a 2,400 rs. a peca.
Armazem de vinhos.
Na ra di Senzalla Velha n. 48)
vendem-se vinhos de Lisboa e Fi-
gueirj, dos mais superiores que ha
no mercado pelo diminuto pre$o
de 200 e 240 rs. a garrafa, e i,oo
a 1,800 rs. a caada : para confir-
mar d-se a provar, e para ver da-
se a beber ; he barutinho, a elle
freguezes que he bom vi 11 lio.
Cordas para violSo.
Vcndem-sena ra doCabugi n. 6, cordas
Novo aortimento de panos finos e
casimiras de todas as quali-
dade.*.
Na ra do Crespo, loja da esquina, que
rolla para a Cadeia, vendem-se panno pre-
lo, a 2,800, 3,200, 3,500, 4,000 e 5,000 rs. o
covado; dito franoez, multo superior, a
6,000 rs.; dito verde, a 2,800 rs.; dito azul,
a 2.800, 3,500 e 4,000 ra; dito cor de rape,
a 2,800rs.; cortos de calsa de casimira pre-
ta infestada, a 5,000 e 6,000 rs. ; dita frail-
ee/ elstica, a 7,500,8,000, 9,000, 10,000 e
11,500 rs.; sarja preta, a 2,400 rs. o covado;
dita hespanhola, a 2,800 rs., e outras mui-
tas fazendas por precio, commodos.
Vendem-se na ra do CsbugA n. 6, te-
aouras muito linas, proprias para costura a
320 ra. cada urna, ditas maturos a 400 rs., e
ditas grandes para cortar costura a 480 rs.
cada urna.
t'arinha de trigo
SSSF.
Fontana.
Galega.
Ilaxal.
No armazem de J. J. Tasso J-
nior, na ra do Amorim n. 35.
Vende-se a typographia do
Diario Novo, propriedade d< Viu-
va Roma a qual esl montada ,
tanto de bonstypos, como de |ire-
os, c de lodosos utencis necessa
rioo a una boa typographia : tta-
ta-se com a proprietaria, na ra
da Praia n. 55.
Franjas pata ro ltenlos.
Vrndem-se na ra do Calinga n. 6, franjas
do balotas a 4,600 rs. cada pera, dilas snm
belotas a 3,000rs., ditas estreilas para toa
Iha a 100 is. a vara.
Bicos de largura de palmo-
Vendem-se na ra do Cabug n. 6, bicos
de largura do palmo e mais largos a 640 rs.
a vara, ditos pouco maiseslreito a 500 rs.,
ditos de largura de mcio palmo a 320, ditos
de 4 dedos a 240 a vara.
Luvas lio dii Escoc 1.
Vendem-se na ra do Cabug n. 6, loj
do l'.-iiateiro, luvas (lo da Kscocia a 300 rs.
sem molo algum.
Oh que pechincha.
Vendem-se na rua do Cabug n. 6, luvas
de trocal a 500 rs. o par, ditas dilas a 720,
ditas ditas com belotas a 1,000 ra., ditas de
ponto inglez para humem a l,6U0.dit.s ditas
deailode corea proprias para montana
1,280, e com um loque de mufu a 1,000 rs.,
dilas ditas com requifes e belotas par se-
nhora a 1,500 o par.
. I.ic is fitas de vellido.
Veiulem s' na rua do Cabug n. 6, fitas
de veludo lisas o aberlas a 1,280 rs assim
como um aortimento do (velas para as mes-
mas.
U baraleiro da 1 ta do Cabug.
Vendem-se na rua do Cabug n. 6, luja de
miudezas, os mais ricos peotes de coco imi-
tando a tartaruga a 1,280 rs., ditos mais in-
teriores a 720 1 s.,dito ditos a 280, ditos para
alisar a 326, ditos de marlim a 300 rs.; a el-
les que se estilo acabando.
hicas franjas e trancas para .
manteletes.
Vendem-se na rua do Cabug n. 6, loja
do baraleiro, funjas e trancas pelas de tu-
das aa larguras por precos mais commodos
do queem outra qualquer parle.
Micas charuteiras.
Vendem-se na rua do Cabug n. 6, ricas
charuteiras a 2,000 rs. cada urna, dilas mais
ordinarias a 480 rs., ditas pequeas a 240.
Meias ci mis.
Vendem-se na rua do Cabug n. 6, nacos
de meias cruas a 3,000 rs. cada um, ditos de
lislras a 3,200, ditos muito linos para senho-
ra a 5,000rs., assim como um sortimenlode
ditas de meninos e meninas por procos mui-
to commodos.
Fanno mesclado.
Vende-se panno mesclado a 10,000 rs. o
corte de palitos, com 2 l|2 covadus : na rua
do Crespo n. 5.
^iuiio de A a 111 na a
4
800 18.
tm lolefl 06 10 aacceo "" !
cada urna sacca : no armazem ae J. J. Tai-1 para violSo, muito oovis, por precos com-
so Jnior: na rua do Amorim n. 35. 'modos.
Vende-se a historia do SimSo de Nantua,
a 800 rs. : na livraria da praca da Indepen-
dencia n. 6 8. #
~ Vendem-se na rua do Cabug n. 6, bo-
tes de madreperola, muito linos a 560 rs. a
groza, assim como um sorlimeuto de miu-
dezas, proprio para boceleiras o mscales,
tudo por preces baratos que admiram.
Em casa de Deane Yuole 1 Companhia,
vonde-sealgodSn enlransado da Babia.
Pannos finos.
Na rua do Crespo n. 5, loja do passo, ven-
dem-se pannos Anos, pruva .le limito, a
3,500, 4.000 e 5,000 rs., a muito fino limes-
te a 8,000 rs.; dito verde a 3,000 e 5,000 rs.;
dito cor de caf muilo superior a 5,000 is
Vende-se Rezina do angico de muilo
superior qualidade em arrobas a 5,120 rs.,
em libras a 320 rs. na rua da Cadeia do Re-
cife loja de ferrageus n. 53.
CHA l'KETO.
Vende-se superior cha preto,
em caixas de 3o libras cada urna :
em casa de J. J. Tasso Jnior, na
rua do Amorim n. 35.
Algodao para ropa de escravos.
Vende-se algodSo muilo encorpado, po-
prio para ropa de escravus, com pequeo to-
que de avaria a tlors. janla; di lo limpo
a 180 rs. : ua rua du Crespo n. 5.
.Mocada- superiores.
Na fundic5o de C. Slarr& Companhia,
em S.-Amaro, acbam-sea venda moendaa
de cumia, todas de ferro, de um modeloe
conslruccfio muilo superior
Tuinas para engenlios
Na fundicSo de ferro de Bow-
man &c 31c. Callum na rua do
linmi. p.ssandu ochafariz, conti-
na a haver um completo soi t-
menlo de taixas de ferro fundido e
batido, de 3 a 8 palmos de bocea ,
as quaes acham-se a venda por
preco commodo e cotn-prompti-
do, embarcara-se, ou tarregam-
se em carros, sem despezas ao com-
prador.
Caixas para sabonetes.
Vendem-SA na rua do Cabug n. 6, caixas
domadas e praiiadas com um aabonete mili-
to fino, pelo diminuto prec de800 rs. cada
urna,.) ditasde pao a 400 ra.
I'otassa americana.
No antigo deposito da cadeia velha, n.
12 existo urna pequea porfao deputassa
americana, chegada recentemente que por
superior rival isa com adaltussia: vende-,
se por prego razoavel. '
Ctrteirinhas para algibeira.
Na frente do Livramento, loja de miude-
zas, tem aa mais lindas carteirindas, que ae
tem visto de bfalo, machetado de ouro
francez e forradas de setim, eom dual mo-
las, muito proprias para as aenhoras guar-
daren modas deouro, ou prata.
Chapeos do chily pequeos re-
gulares.
Na fronte do Livramento, continua a ter
aortimento de chapeos do chily, pequeos e
regulares, a 4 e 6,000 is. um.
Fentes atarlartigados de gomos pa-
ra cc.
Na loja de miudezas, drfronto do Livra-
mento, j tem poucosdesles escassos pro-
les entrancados para cc, vendom-se por
1,000 rs cada um.
-- Vendem-se dous excellenlta terrenos
pro .01 s, na Roa-Vista, rua dos Pires, junto
a caixa d'agua, de um eoutro lado, leudo o
do lado do Norte um bom alicerce na frente,
com e~t", em estado de ruina mas be ca-
paz de sobre elle se levantar qualquer so-
brado da dous andares tem tito mo pal-
mos de lien te, e de fundo 125, o do lado do
Sul, da caixa d'agoa lem 66 palmos de Tren-
te, o 125 de fundo .- a tratar dentro do mes-
n, sitio com Minoel Joaquim Can.oiio
Leal.
Vendcm-se relogios de ou-
ro e prata, patente inglez: na rua
da Senzalla Nova n. 0,2.
Minias fazendas por pouco dinhei-
ro na rua do Crespo n. 6.
Cortes de brim escuro do puro lindo a
1,440 ra., ditos de listra de bom gosto a voo
rs., dito amarelloa 1,800 rs. liscado du li-
ndo proprio para calcas e palitos a 200 rs. o
covado, panno lino preto a 3,000 4,000 rs. o
covado, pessas de cimas escuras co n 38 co-
vadus a 4,500, 5,000 e 5,500 rs., camhraia de
filos com 8 1|2 varas a 2,400 e 3,500 rs. a pes-
sa, lencos do cambraia de linho a 400, 480,
e 560 rs. proprios para mOo, riscados assen-
tados em algodSo muito encorpado proprios
para escravos a 160,180 e 200 rs. o cuvado,
zuarte azul com 4 palmos a 200 is. o cova-
do, e muitas mais fazendas por preco coi-
niudu da loja cima referida.
Faia os senhores de engenho.
Encerados de lona muito bem feitos e
grandes, promplus, alcatruados, para co-
brir cargas de assucar, pelo barato piren de
4,000 rs. cada um : na rua do Trapicho No-
vo n. 18, segundo andar, a fallar com Jos
aporile.
Chaves de parafuso.
Vende-so chaves inglezas proprias para
tarrachar porcasde carros : na rua do Quei-
mado n. 14.
Aos senhores agentes dos bata-
Ihdes.
No stterr da Boa-Vista loja de miudezas
n. 48, vende-se urna grande po-r;aade botes
de osso brancose prelos para calca e j-queis
de soldados de 240 rs. a groza, preco que a-
grada ao comprador.
-- Vende-se um preJ,o de idade 35 annos,
sem vicio nem molestia, oroprio para o ser-
vico de campo : quem o quizer comprar,
procure na Soledade, casa n. 24, defronte do
quartel.
* ARADOS aMEIUCANOS.
Vendem-se arados ame-
ricanos, chegados dosEsta-
5' dos Unidos, pelo barato pre- *
D 90 de 40,000 rs. cada um: na ?
^ rua do Trapiche n, 8. ^
ACUDAM!
Acudam innocencia, gritava um pobre
miope, quo por alTerta^ao andava sem
oculos, de bracos abortos e olhos no co.
coi rendo pe-s ras para aparar um vesti-
do de menina que, engommado si linna
desnigalo de una alia varanda, e vinha
ea mo A disrricffo do vento nmicira de
maquina, julgando ser urna enanca que por
desmido se tinha precipitado de alguma
janella baixo, al que os muleques o
desengaaran) pelos assobios e ca;oada que
Iba fizeram. lis ao que se expOem tojos
aquellesquo, necessilando de oculos, an-
dain sem elles ; se l he perfeitamente
um diccionario vivo de asnriras, se com-
pnmenta h'e ordinariamente a quem n.io
conhece, se mi la na rua, acontece-lhe des-
tas e outras ratadas. He por isso que se
I lie avisa que quem osq-.izerv na rua lar-
ga do Rozario, n. 35, luja, que os achara
non' e baratos.
Alpaco para palitos.
Vende-se esla rica fazenda pelo mdico
pceo de 640 rs. o covado na rua do Crespo
n. 5.
Vende-se urna salva de prata para dose
copos, gosto molerno, esem leilio no atier-
ro da Bua-Vista loja de miudezas e calendo
n. 74.
Ol que lindos bauzinhos a
800 rs.
Vende-se lindos bauzinhos de vidro,
com e.pelln, proprio para senhoras guarda-
ren! jotas a 800 rs. cada um ; lindos aguldei-
ros de metal cum tono sortin.ento de agu-
Ihas a 140 rs., s o agulheiro vale o dinhei-
0, caxinhas de agulhas francezas com 4 pa-
pis 11. 6, 8, 10 e 12 a 280 rs. a caixinha, dl-
laa com 4 papis n. 9.10,11.12. todas mul-
to linas a 300 rs. a caxinha, locadores de
j .caranda a 2,400 tt., ditos do madei ra l.ran-
ca a 1,200 rs., espelhos para algibeira a 80
rs., 100 rs, a 120 rs., linhas de pazo xeiasa
60 rs. a miadinha, paules linos para alisar a
i ii rs.. e outras muitas cuuzas na rua do
Cabug loja n. 3.
Fechincha.
Na padaria da rua Imperial n.
37, defronte do chalariz, e na rua
do Rngel, deposito de bol cha n.
i3, na esquina do becco, que va
para o trem, vendem-se bolachdes
e brotes feitos de milho muito bem
feitos, a 1,180 rs. a arroba pro-
prios para embarcadico em por-
cao e a retalho, assim como se fa-
zem recommendaveis aos senhores
que quizrem dar substancia a seus
escravos.
Vondem-se uns poneos de
cavatina dsela : no armazem do
sal, na rua da ConceicSo da Boa
Vista.
Aoa Sra, compradores de escravos para fora
Vende-ae urna mui bonita e sadiaescrav.
que cose, tece, borda, l.vi, engomma
aosinha o diario de urna caaa, tudo muito
bem, tem 18 annos : trata-seem ulinda ,,,
caaa de 6 jmilas o porlSn no centro, noVi
sa, defronte da caaa dos Orfilos em 8. There"
za, nao se vende para a Babia, ou Pernim
buco. '
Vende s a verdadeira graxa american
de James Masn em latas. Esla graxa he
a mais prompta eeconmica para impar o
aleado, lorna-lo nvcio, de manelra a no
ene iiiuiodsr os calos ; assim como em
lempos chuvosos, impedo a humidade, ten-
do 1 virtude de lustrar o calcado moldado,
qualidade esla que nfio se encontr em ou-
tra qualquer graxa. He a nica usarla nos
Catados Unidos, Mxico e oulros estados do
Norl'America tendo ltimamente tido tal
aceilacSo na Europa que seu autor no
duvida ser logo quasi a nica usada. Nesle
palz aonde o servico he faito por escravos ,
quanto melhor por via do esperdicn : ven-
de-se no armazem de Vicente Ferreira da
Costa, na rua da Madre Dos, e de J. 1. Tas-
so Juniur, na rua do Amorim.
Novosortimeto de fazendas ba-
ratas
Na rua do Crespo loja da esquina que vol-
ta para a Cadeia vendom-se pecas de mada-
polSo largo muilo fino com pequeo loque
de ITirla a 4#5O0 a pera,ditas limpas a 2.400
rs., pecas de chita de cor fiza a 4,500, 5,000
5,500 c 6,000.riscido de lindo a 180 rs. o co-
vado, lencos brincos de cassa a 160 rs., ditos
de ran.braia de lindo fino a 400, 500, 600 rs.
camnalas de cor la padres modernos cum
7 varis a 2,500 rs., merino preto auperior a
2 800, 3.U00 o 3,800 rs dito selim a 3,600
rs. o covodo, e outras muitas fazendas por
preso commodo.
Alambiques mgicos
para em 5 minutos fzer caf; parece impos-
sivel que possa existir semebante inven.
{So : mas felizmente he tilo verdade que
quom tiver 4,000 rs. pode possuir um; com-
pr.ndu-o na rua larga do Rozarlo, loja de ,
miudezas, junto bSlica do Sr. Bardolu-: ue..1" .[?pa furf 6 mudar quando sai ;
seu tem sido vista muitas vezes, urnas 00 Hnn-
--' Na rua das Cruzes n. 22, vende-se um'le,r?' e ".lr"5 7" "eL'r'b'>. '"""lo rpi de
lindo mofequec.coulo.de 13 annos, e urna g""ho' edlzen:'0 1"e por mandado da su,
P'eta creoula, edegados prxima uenlc do ennora; tem sido encontrada junio com um
mato, e SAO proprios para lodo servico. I -n,eiro- nuo "avega para ulinda. ella lem
- Vende-so um carru pequeo de 4 rodas' f "V" n *enlo Cosme : roga-se, par-
para um e dous cvalos, todo pinta lo a for- ,,nl0 "s aut'"lu'le uollciaes e capitales de
radodo novo, vende-fe em conta : a tratar c,mP' su captura, inda mesmu ella di-
na rua doQueimado, lojan. 10. izenduque nSo esta fgida, ealevemasua
-- Vende-se umescr.vo, perito padeiro : ho"> na da Gru do llec.fe n.33
quem o pretender dinja-se a casa do Lima """ como se protesta contra quem a liver
Jnior & Compannia, na rua da Cruz 11. 28, occul'*d.""?'?r,r7VM d,,sde S6rT,C0'
segundo andar. L ** Nos fin de outubro do inno passado,
- Vendo-se um sillona estrada Ja Ca-1 i"^"?,^^!^0.^4'^0, ,esc.,,,l)
punga
ac
pra
da rua do Livramento n
Escravos fgidos.
~ No dia 4 do correnta desaiipareeeiTjl
rua da Sanzalla-Velha, n. 3,cas. te'rea.apte
ta Maria.de idade de 30 annua.pouco oais ni.
Denos, baixa, a cor n3o muito pr, ti, Cf,(l
do curpo, lem um carimbo em cima do p..|.
todireito, naru chato, bocea grande; L
urna marca na macan do rosto, da par i,. es.
querda, oa dedos das mos curtos, os pej
apalhetados, foi vestida com um vestido de
assento encarnado, panno da Costa de li.
tra azul e branca; levou um tabolciro p9.
queno em titulo de fazer negocio : quem ,
pegar leve-a sua senhora, Juliana Harii
da Conoeico, na casa cima declarada, ou
na rua do Crespo, n. 11, que Ser uem re-
Cnrn. ensodo.
Desappareceu no dia 7 do crrante urna
preta da Costa chamada Anna Rita, levando
vestido escuro.panno da Costa com listas en-
carnadas, e lem tres crneos as costas.s i\.
doum igual a urna guiada; corful.,0 os ta-
mos do rosto slo drsrarcados : roga-x
aa autoridades policiaes ou a quem iu-
teiessarde a prender elevar a rua da Senzal-
la Nova n, 4, que ser recompensado.
100,000 rs. de gratificarlo.
A quem appreheoder a preta abaixo de-
clarada.
Contina aestar fgida a preta Felici lade
desde o da 17 de marco prximo passulo'
lem os signaesseguintes:estatura regular'
tem falla de dentes na frente, marcas Je p,,,.'
no no rosto, cor nSo muito preta, muito pro-
zisla, levou vestido de chita j desbotado
panno da Costo usado, um taboleiru peque-
no em que andava vendando, tem porcos-
inga Nova com 2 css, 1 ltimamente! "1 i. nomM1m1ed. c,jm 'dade de 16
abada, e de muito bom osto.e I salva de' mm*t bea> P'8"; be.SOi um tanto gros-
ata: os pretendentes dirij.m-se botica *s'rffi*235 ^m os pcs e mSos gran-
22.
Aviso 1 ni tempo.
A illust'issima senhora pcrnamducana,
que se quizer aprescnlar no suspirado e
des ; elle cualuma gaguejar muito pouco,
quando tem meto ou raiva ; roga-se pois a
todas as autho' idades da provincia, visinhaj
ea todos que delle souberem que o fa<;im
prender e leva-lo ao abaixo assi^nado, m .-
memi.ravel dia dp seu casamento, comumlra.lor na rua Imperial, que pagar toda
vestido digno de to magnifico acto, queira despeza. Anloifio da Silva CusmJo.
mandar comprar na loja, abaixo designad, | --No dia 10 de maio, desappareceu a pre-
as mais neis franjas de seda branca e do to-; ta Joaquina, de nacSo Cassange, representa
das as cores, bem como lindissimas llores! ter 35 a 40 annos, baixa, cheia Jo coran,
franezas p que nunca se urrepenJero do ISo diminuta cum carne sobre elles, lem urna costura ni
despeza. lio se asamostras: na rua lar- cara no lado esquerdu, porm muito apaga-
ga do llozario, loja de n iudezas du Cardeal, da,que mal se percebe, nariz chato, corn
junto botica do Sr. Ilirtnolomou. falta dealgiiiisjlentcs, de ume nutro lado,
Dilci t.inlis ne feia, lem urna emplnge no rosto, que
comprai os soberhos harmnicos do 20 a 24 Parece ser. **?. P8il09 muil0 pequeos e
' sicalnzas de leilio
empinadas pas
representa ser creou-
1 oceupada no servico
eara Coco por 3,500, e novissimas ibotua- decozinda, levuu diversa ropa, que sanio
duras duuradas para casaca: na loja de sabe da que usura, cos umava aodar sujae
miudezis, junto botica do Sr. Barldolo- embriagar-se, quando fuge tem por costu-
comprai os soberhos harmnicos do 20 a 24 Parece **\ bwi8;> P8,l8 m1
cnaves, por 15 a 20,000 rs. : na loja de mi- mu'xos; lem "'a""1? '
deza, junto botica do Sr. Bartliolomou. .slas, lem as nadiga. e
' a, tas, he bem fallante, repre
1 entes de tartaruga |u, ltimamente esteva occu
mou.
Altendei e vede,
que o niaior ceg ho aquello qne nao
quer ver.
me andar pelos arrebaldesdesta praca, qui-
I.ni lando elavando ropa, intitulando-sede
forra ; ilesconfia-se quo osteja servindo em
alguma casa como forra : as pessoas que se
queiram
Miopes! mocos do vista caneada, velhos l,m servindodella na boa fe, .
que nSo enchergais um palmo diante do na- denunciar, do contrario se usara dus meios
nz; estudantes que erris a porta d'aula o que concede a le : roga-se as autoridades
i les esbarrar n'uma das esquinas da rua do PoliciaesecapitSes decampo, ouaqualquei
Fogo, gentes qua podis dinheiro empresta- pessoa, quo a apprehenda, ou a faca appre
do a um drsconhec do suppon lo ser seu pai, hender e leva-la seu senhor Domingos da
vinde, vinde ver que o remedio para tudo Sllv* Campo, na rua das Cruzes n. 40, que
l0 ||B serao generosamente recompensados.
ESCItAVOS Ft'CIDUS DO RIO
He do melhor o.sto. i>E aneiiio.
. ... ,, i Em 8 de abril do crranle anno, fugio do
Riquissimas pulseiras do fita do velludo R de Jane ro o escravo creoulo de nome
dsela com Ovlas e franjas de madrepero- Theodnsio, olficial de ferreiro, o qual hena-
la. voltas de Ola do velludo pa.a pescofo tura| U. provincia da Pernambuco; tem
com muilo bonitas flvelas de maire. erla e pilllC0 ou menos vinle annns hecheio
de metal dourado, d um modelo intei-amen- ()o co,po lem m3oj r,18aas com mar.
lo novo, anda nfio visto ursta provincia: cas deogo, rosto cdoi", nar s grosso e cha-
a senhora que se quUer,presentar no maior;to be^c)4 gr09a0s-. consta que este escra-
rigor da moda pela I-ata do I'.spir.lo -nto, V0'Teiu com o litulo de forro, c com o no-
nao deixrra, porcerto, deas comprar na loja
de miudeas da rua larga do Rozario, junto
botica do Sr. Dartholomeu. DSo-so
Caitas de jogar.
Vendem-se cartas linas francezas para
vollarete a 500 rs. o baralho, e a duzia a
5,8110 rs. : na rua do Cabug, loja n. 8.
--Vende-se urna cadeirlnha do arruar;
gosto moderno, ricamente duurada, cum 3
vidrose tambero grades, as correas de mar-
roquim, debruadas de amarello, librea par
os pretos; a cadeira tem o sea competente
calillo para a guardar : quem a pretender di-
rija-se ao atierro da Roa Vista n. 2, no pri-
meiro andar que ahi se dir quem vende.
-- Vende-se superior erva-male, chegada
ltimamente a 240 rs. a libra : na rua da
Moda n 25
Sebo purificado.
Na rua Direita n. 59, vende-so sebo pu-
rificado, pur preco muilo em conta.
as
amostras.
AVISO AO PUBLICO.
Na botica da rua do Collegio n. 18, conli-
nusm-se a vender as verdadeiras e bem
conceituadss pilulas para bobas, cravos se-
cos, e dores venreas, por mais antigs que
sejam ; cujos bons efTeitos confessam todos
que di los tem feito uso. Com, osiciiu do
pharmaceulico Sebastifio Jos de Oliveira
Macelo; e para conhecimento do mesmo
pollino e principalmente dealgumas pes-
soas que n.io cstejain 10 alcance, o conhe-
cimento das verdadeiras pilulas, ae faz pu-
blico por asta aviso.
i'echincha .
Vende-se na rua da Cruz n. 50, primeiro
andar, urna esciava, cnouli, 11105a e de si-
gua as habilidades.
Vende-se urna negra de meia idade,
muilo sadia, cosinha e lava muito perfeita-
mente : na rua do l.ivramenti, n. 38, venda.
Novo e bom
de Lisboa a 3o rs. a oilava :
me trocado, de iassgem nu vapor S. Se-
bastiuo, que naufragou ua altura de Macei:
o qual escravo pertence a Sra.D Ign'd'a Ma-
ra Valentina de Lomos, du Rio de Janeiro ;
e por isso roga-se todas as autoridades
dos diversos districtos, e capitSes de cam-
po ou 1 utus quaesquer pessoas que notlrii
tu 1 iem Jo mesmo escravo opreudam eo
nuil lem levar na rua da Cadeia do llerife,
a entregar a Jo3o Jos de Carvalho Nortes,
que s 1 espnn-abilis por todas as despezas.
[lesapparecerain do engenho do .......,
propriedade de Francisco de Carvalho Pac
de Andrajo, na madrugada do dia 12 de mar-
co, os seguintes esciavos: Mi noel pardo, de
darle 45 a 50 a unos, cor escura, barba prela.e
bem feixada.costuma usar somenle de meras
suissas e tem um pequeo signal pr-'lo qua-
si na macan do rosto ; Alexande tambem
pardo, pouco mais escuro que o sbrente,
idade 20 a 25 annos, eslatnra alta, espadau-
do e bem faito de corpo, ten lo panos pretos
pelo rosto e por lodo o corpo; Miguel, cren-
lo, estatura baixa, retorcido de corpo, rosto
qoasi redondo e ja descahido, i Jada 38 a 10
anuos. Os dous primeiros se dizem irm.los,
rape ae Lisboa a jo rs. a oilava : esao de p.j do Flores; masaqui manda-
ua ruada Cadeia do Recife, n. 15. ram forjar una caria, para Ihes ser-ir de pas-
Vende-se dous negro?, bonitas figuras, i aporlea, a qual foi dirigida para Inhamuns,
iladesde20 a 25 annos: quem prt tender e l,lwi Pr "' (04Se,n. ou para as vizt-
comprar dinja-se ao pateo do Carmo, ven-i" ?,,s' ,,
dan 1, a ualar com Antonio Joaquim Fer-1 l>ePPr'Ceu, ha quinze das, urna
n ira do Souia. | preta esrrava, de nomo Delhna, representa
-- No pssseio publico loja de fazendas n. Ur de id,d8 luarenla annos suppoe-si
I7,vendem-se cortes de cambraia com barras, M,,r "cculta em algum lugar; levou dous
o excellenles padrOes a 3.200 ra., ditas do vesl",0!' de cl"t. "rn de nacido e outro
cassa dula a 2.000 rs., clia para coberlas. Pl,lUll com marca preta, h 1 alia e magra
cores fixas, e bonitos padres a too rs. o co- lc,ou um Pe 'C0 de panno da Cosa, e an-
vado, una para vestido a 100, 120, 160 e 200 d* ,s vezes vaden lo agua e fruclas. Ro-
rs o covado, chales de Ifia e seda a 3,200 rs -se lod.s as autoridades e espilles de
ditos de 19a a 1,000 rs cortes de coleto de c,n,P. ou qualquer pessoa que liver noti-
Ifi. e seda a 6t0 rs., lenciuhos brancos com c'* Ue",* a P1-"'"1'" mandem levar na rua
bicoom volta a 360 rs., ditos pirtladindos a "o Apollo, em casa do Sr. Norberto Joaquim
300 rs. meias cruas americana muito finas.a 'os Cuedes, quo sera recompensado
2,200 para 200 rs algodao imeiicanu com ~ Desappareceu do engenho Novo do Cabo
algum toque de svaria a 190 ri. avara, e 8 da o escravo creoulo de nome Rento, of-
outras multas faModas de cujos pretos os Ocial de carpiua e mestre de assucar, e rom
pretendemos se agradarflo 0" aignir seguintes: alio, corpo regular, bo-
lloail.ia rnm armar-Sa Hp t.n litn.r mas fecOrs, boca pequea, suissas pouco
Uculos con armado de tartrruga, enibjlS( lem um signi| romo um, fill>
pelo preto de 2,000: na luja de miudezas que Ihe separa a teata ao meio, e pega da
da rua larga do Rosario, junto botica du r.iz do cabello direito ao naris, e tem urna
Sr. Bartnoioraeu. falw de denles na frente : quem o pegar le-
VeRge-se um mulato moto, e carre- veo ao dito engenho, que sera bem recom-
ro : na rua das Cruzes o. 40. pensado.
Vende-so 1 balefio por preto commo-
do : na rua do Livramento n. 21.
MUTILADO


Full Text
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