Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03602


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Full Text
Anno XXVIII
Sextafera 21

deMaiodel852.
N. 113.
PERMMBMO.
nmtjo a iimoaivflo.
PaOtaUNTO ADUHT1DO.
Mrtrlmeiire............ 4/000
roriemoitre............. .?<,S?
Por ooo........o..... ItfVN
Piaoaiirrao Dutiiaiim.
Poi quartel............. V*0
KOTICIAI DO lxpcnio.
,,, ,..,i7de Mirfo Minas... 11 de Abril
Maranbao 1 de Abril
Ce.r 1de <"">
Psrahiba 10 litio.
S.Paulo S de dlio
B. deJ.. 15 de dito
Baha... I de Maio
DI As DA IIKU1. AODIBWOlAtl.
17 Seg. S. Paschoal I Julio i* OrpkS
11 Tere. S. Venancio ', e5. s 10 horaa.
10 Quarl.S. Pedro Ce-| 1. earooeir/.
leillno p. S, Iro f:3. e 6. ao meio-dia.
Jn Quii ** Assen-I Fatenda.
fiodoSenUor. I.erj. i 10 borai.
"2i Seit. Si. Mantos 2. vara de eivel.
32S.ib. S Hila di-Cas-I. c sbados ao melad.
ala viu. atalaja*.
33 Doia.S. Railleoarc|Terfas e sbados.
iHMfnliti.
Cretceate 4 -2, a i hora e 20 minute! da t.
Chela a 1, ai 0 boras e ( miamos da larde,
etlngoaute 410, ai 9 hora e 4 minutos da I.,
Nova 19, aoi 11 mininos da m.
AMAB D O
Primelra as 6 horai e 5 (minutos da manha.
Segunda s 7 linrai e 18 mlnuloi da tarde.
rasriDii oi ooianoi
Qoiaana e Parahlba, s segunda! lexlaa-
felras.
Rlo-Grande-do-Horle e Victoria ai quintal
felrai
Bonilo,Caruara,eOaaa*uni no le 15 de cada
mt.
Florea, Ouricury, Eu e Bcia-Vllta i 19 18.
Olinda, lodos oe dial.
Todos os Correios parlem ao melo-dla.
OTioiAa iiTiaaioiiaai,
Portugal 13 de Abril Austria.. de Abril.
Heipaoba lo de dito Suliaa. .. 1 dedlto.
Franca... 8 de dito
Blgica... de dito
lUlla.... 3 dedlto
Alemanha- 4 de dito
Prussia ... de dito
Diaam.roa deMaicn
Ruasla... 3l dedlto
Turqua. & de dito |
Suecla. o6de Marco
Inglaterra 7 de Abril.
E.-Uldoi 20 de Fevr
ileiloo... 31 de Jaor
Califorala 2 de Marco
Chili. 2i de Fevr.
Huenos-A 6 de Mar50
Montevideo II de dito
CAMBIOS Bal IlDI MAIO
Sobre Londres, a 27 a 27 '/, d.
Parli, 355
a Lisboa,91 por canto,
MatTABI.
Ouro.Onfas beipanholai... .T.7..?; .
Moedas de 6/400 reinal......... l6>000
. de6#400novai......... 16/000
* de 4/000................ 9/onO
Prata.PatacSeabraillelroi........... I/i2o
Peaoa columoarioa............ 1/920
Dlina meiic *nn|.............. I/H0,,
PAUTE OFFIC1AL
GOVERNO DA PROVINCIA.
LGI N. iOI.
1 ranclsco Autonlo llibeiro, presidente da
provincia de Pernambuco. Faco safcer a lo-
dosos aeui habitantes, que a auembla le-
gislativa prorlncial decretou e eu 1 le teguin-
CAPITULO I.
Viipetat mwnicipaet.
ArL I. A dispeaa dai cameral tnunici-
paeada provincia, para o anno linancelro mu
nicipal, que tem de correr do I. de outubro
de l8at a 1853, he BxaHa na quanlla de Os-
teal* a mu cont, quindenios sessenta e uin
ui I qliiBfeealaa a dea reis.
Ari. 2. A causara mu ic p.l da cidade do
fucile be auloriaada a dlapeuder cora os objec-
mi designado! nos legulntes paragraphoa, a
nuanllade 58:100 000
1. C0111 o aluguel do paco da c-
mara
1. Com o ordenado do aecreUrlo
J, Coin o do coutador
i. Com o do porteiro que exerce-
i. conjunctaineute ai liinccori de
ollicial de aecrelaria
a. Com 01 quatro ajudantes do
porteiro, eaerceudo conjunctainen-
le as ruuccdea da amanuenses, leu-
do o que serve no jury SS0,0 >0 reis,
c us oulros 400,000 rea ruda um
6. Cun a porcentagem do procu-
rador eiu todas as reudas da cmara,
regulada de maoelra que nao aeja
animalmente Interior a 1:500,000 reis
ucm superior 1:800,000 reu, fican-
dua cargo do niesuio toda a escrip-
luraio e mais trab.lhos relativos a
i[inj'l,ii-u da renda do cluilteriu,
pelo "lie lera uina gr.iilic.iyio de
tresentoi mil res
I. Com os quatro scael da cidade
sendo de ordenado It.'iU.uUO reis e
.lj".i" reis de gralilicacap cebero os aupplentei qtie esllve-
irni em eaercicio, leudo porein o da
Una vista mais ecui mil reis
Com o ordenado de quatro re-
pesadores, a 300,000 cada uin
?. Com os liscaes do Poco da Pa-
otllae Afosados, a 400,000reis cada
SOO.OOO
l:iHlo,ouo
700,000
8o0,000
J:04O,O0O
Icrlmlnaes, e coniravencOes da postu-
ras
6. Coin aielte e agoa para a ca-
oo.iiuu dla
7. Com obrai e liuipeai de run
0,000 I ---------
25,0011 j 107.00
50,000 I Art. 12. A cmara municipal da villa de
(Tacaralti, he autorisada a dispender com oa
700.000 ol'jectoi deilgnadoi nos leguintei paiagra
----------------' pboa aquautia de
fi85,00(i I 1. Com oa empregadoa, aendo o
Art. 0. A cmara municipal da villa do Pau ordenado do secretario JOO.OOOra., do
d'Albo, he auloriaada a dispender como! porteiro 12,000 ra. ,aela por cento na
objectos designados nos segulotei peragra- forma da Irl, calculado! em 40.000
pboa a quaniia de 956,310 rs., e aoi flscaea daa freguesas a
1. Com o espediente e diipesai
mluda
1. Com o tribunal do jury e elel-
4. Com ai cuitas doi procesaos cn-
luinaeae contraventora de posturas
5. Com aieite e agoa para a cadeia
6. Com diapesn eveuluaea
7. Dividas passivas dos cunos ante-
riores
50,000
20,000
50,000
t 18,000
ph
1. Com os einpregados, sendo o
ordenado do secretarlo 210.000 rea,
do porteiro 80.000 res, do ajudante
do porteiro 10,00o reta, do procura-
dor aela por oeatto na forma da le,
calculado! em 50,000 reii, e aoi fis-
caes dai freguezias a porceolagem
de vinte por cento, calculada em
20,000 reis
2. i.oin o expediente e dispesas
mludas
I. Com o cncarregado das batan-
eas do acouguc
4. Com furos dos terrenos occu-
padoi pela cmara
5 Como tribunal do Jury e elei-
fei
6 Com as custaa doa proccsso
crimiuaei e contravcntei de pos*
turai
7. Com aaelte e agoa para a cadeia
!. Com obrai, concert! e liinpesa
de ruaa
9. Com dispeas evetuaes
890,000
10,000
20,000
6,310
80,000
I porcentagem de vinte por ceoto, cal-
culada em ra. 20,000
a. Com o expediente e despeen
miudaa
3. Com o tribunal do jury a elel-
fes
4. Com ai cuslai doi proceiso crl-
minnei c contraveucdei de posturas
5. Com uina caa para acougue
6. Coin despezas eventuaes
j. Cun objectos de secretail
IV'J.OM
lo,o
RC ,000
80,000
100,100
30 000
.li.MIII
3:100,000
7:900,000
l :20o,0oo
800,000
:tl, Com o do engenbelro cordea-
dur 1:000,000
II Com o do adrogado da cmara 400,000
II. Como do lollcltador JOO.Ono
U. Com o docirurgiode partido 800,000
II. Com o expediente, inclusive as
impressdes 300,000
15. Com o tribunal do Jury c elci-
(e, J;0ll0,000
16. Com ai cusas dos pracessos
criuiinaes e infracto de posturas,
Inclusive alerctlrae uluma presta-
do daa dividas .ineue uuadjs no g 15
'i. .ni. I. da le municipal n. 7.0 3:000,000
i*. Guio tuses para a cadeia c*00,000
19. Com liinpesa e calcaiiienlo de
ru 4:000,000
1J Com o coveertode predios 2:000,000
la Coas negocios forences I50,0uo
21. Com dlipesas eventuaes l.00o,000
:>. Com o ordenado de huui aer-
venle que lervr de crrelo 710,000
73. Com o ordenado de qualro
eusrdas muujuipaes a 200,000 reis
cada um 800,000
ii/ictiu extraordinarias.
11. Para dc.apropria(dca 0:000,000
21. Coin acoiilinuaco da obra do
iiiaudouro 18:000,000
Cemiltrio publico.
Jfi. Ordenado do administrador 1:700,000
77. Pito do porteiro 500.000
28. Dito de dous guardas 500,000
cldaum 1:000.000
29. Dito do jardloeiro 3o,000
': Lito de osc trabalhadoiei ef-
feciivos 3:000.000
3l l.v, niu.ii. 300,000
Ji expediente 100,000
58:100,000
. Ait. 3. A cmara municipal da cidade de
Olinda, he autorisadu a despender com os
sbjrclos designados nos segulutei p.u.i:ia-
(boaaquautia de 4:151.603
i. Coin oa empregarlos. sendo o
ordenado do secretario 600,000 reis,
iloporteiro 300.00U rcil, do ajudante
|.. < iio 110,000 reii, do procura-
dor seis por cento na forma da le
calculadus em 171,603 rris, cando
cmara obrigada a dar mais ao
nieuiio procurador agralilcafo an-
imal de 70OHO0 rs, e aoa fiscaes dai
lirgueilas a poienlagem de vinte
por cento, percebeudo a quautia de
100.0110 rs, cada um doa Bacaes dai
duai [regueilai da cidade 1:591,603
-'. C ni o oideuado do advogado 150,000
a. Com o expediente c deapeaal
mmdas 60,000
1, Cuino tribunal do jurye elei-
[6ci 300,000
3. Coin aa cusas de processoicrl*
iiiiiuei e cuiucavemces de poilur.i 300,000
ti Com aseilee agua pata a cada 50.000
'. Cuino cale-amento de ras econ-
eeilo de pootei 1700,000
. Paratnobilia da cmara 400.000
>. I'ara pagaiuenlo da divida doi
nerdeirus de Mauoel Luix da Velga 400 0e0
I. Para deapesas eventuaes 200,000
048,310
Art. 7. A cmara municipal da cidade da
Victoria, lie autorlsada a dispender com os
objectos designados nos, seguliileiparagraphot
ii.....i i de
a qu
1. Coin oseinpregados, aendo o or-
denado do secretario 100,0' o reis, do
porteiro 80,000 reis do ajudante do
porteiro 70,00 i reis, do procurador
seis por cento na forma da lei calcula
dos em 2o0,i>00 reis, do fiscal da ci-
dade 100,000 reis, e dos outros flica-
es das freguezias a porcentsgein de
vinte por cento cr.lculada em vo.ooo
2. Com o ordenado do advogado
3. Coin o expediente e dlspesai
miudaa
4. Com o trlbuoal do jury e elei-
coei
5. Com o guarda doi pesos e ba-
lanca do acuugue
0. Com as usns dos processos crl-
ininaes e contraventor! de poiturai
7. i n o a divida doi ditos de l85u
a 1851
g. Com aseite e agoa para a oadela
'). Coin oa foros doi terrenoi do
curial e acougue
10. Com obraa, reparo!, calamen-
to e liinpesa de ras
11. Da assignatura do Ilion
12. Dispesaa eventuaes
i.'l. Alague! do pato da cmara
14. Divida do anuo Bndo
0I8.00O
Art. 13. A cmara municipal da villa do Bo-
nito, be auloriaada a dispender coin os 00-
jertoi designados nos irguintes paragraphos a
quantia de 122,000
1. i.oiu os einpregados, sendo o or-
1 deuado do secretarlo aOO.OOO rs., do
100,000 porteiro 5u,i.00 rs. do procurador
10,000 aeis por cento ua forma da lei, calcu-
lados em 25,000 rs e ao fiscal da
villa a porcentagem fle vinte por
cento calculada ein a,000 ra.
2. Com 11 expediente e despesas
mludas J
3. Com o tribunal do jury vjelel-
cea
4. Com aceite e agoa para a cadeia
5. Coin despeas eventuaes
200,000
100,1'Ou
l:J535,io
295,000
10,000
to.000
.11,111111
37,000
870,000
ioo,oo
30,000
170,000
./i,0011
350,000
723.150
70,000
422,000
Art. ll. Acamara municipal da villa do Ore-
jo, be auloriada a dispender com os objectos
designados noajscguinles paragraphos a quau-
tia de 395,880
I. Com os einpregados, secretarlo
da camaxa, porteiro, e porcentagem
do procurador e do bacal 184,000
1, Com o expediente e deipezas
raiuda 12,000
3 Com os loros dos terrenoi oceu-
padoi pe i cmara 3,880
4. Como tribunal do jury e el ci-
ees 40,000
5. Coin s cuitas dos processos cri-
ininaes econtraventor! de posturas 60,090
6. Com o Diario e despezas even-
tuaes 80,000
7. Com azeite e agoa para a cadeia 16,000
sulno Dumingiies Camello metade das CUStaS,
que como escrlvio do Jury tem direlto dos pro-
cessos decahidos; 2... ao escrivae Antonio Josa
Muaeido Valle, metade da Importancia daa cus-
tai tambera dos processos decahidos; 3.a, o
abate da quantia de cera mil res em favor do
arrematante doa diilinos das lavourai, Fortu-
nato Jos de Arroda: 4., a abalera quinta par-
le da quantia de 6:261,000 ra. por que arrema-
tou Joo Cavalcanll Bezerra de Albuquerque,
o imposto do gado, do cepo e repeso doa acou-
guei da ineiina villa; 5.., a abater a terca par-
te da importancia da arreinatncao de aferifo
dos pesos e medidas da mesina villa, feita por
Joaquim de Araojo Nunes.
Afi. 16. Picara ein vigor as dlsposlyfjes do ar-
tlgoae da le 111uoicip.1l n. til de |9 de maio
de 1M.5. do artigo >4 da le municipal n 251 de
21 daj-inho de iM9. cado ariiao 21 da lei
raaJavaHpal n. 270 de 5 de jambo ale MUaV
Art.' 'j7. Ficam revugadaa toda ai lela e dis-
paelfes em contrario.
Mando per tanto a toda ai autoridades, a
quero o couheciiuenlo e execucad da relerida
lei pertencer, que a cumpram e facam eum-
prlr tao Intelraineote coiau nella ae conten.
O tecretario da provincia a faca Imprimir, pu-
blicar e correr. Cidade do Hecife de Pernam-
tiuco aoa 8dial do soez de malo.le 1852, trige-
imo-priiueiru da independencia e do imperio.
L. S.
Franciseo Antonio Aitriro.
Carta de ln psla fual V. Ex. manda rxseunr
o tltcrelo da aisembUa Itgulativa provincial, que
/t*a a upexa d'ii cmaras municipati da provin-
cia, s nsarea a reeeifa para o anno municipal que
fia de correr de 1 de.miu'.r,, d 1852 a 1853.
ParaV. Ex. ver.
Manat Jote Mailim hibtiro, a fez
Sellada e publicada na secretaria da pro-
vincia de Pernambuco em 8 de malo de 1851.
Honorio l'crtira de Aiered Couinho.
Registada a ti. do livro 3.. de leia provln-
ciaes. Secretaria do governo da proviucla de
l'ei niiiiliuco.ii 11 .le maio de 1852
Joo Dominaute da Silva,
Dito dito das orphaaa
Diarla de una pendonista do dito
colleglo
Hepoiifdei e restilui(des
Supprimeoto feito pelo actual the-
sourclro.
Saldo em 30 de timbro de 1861
DESPEZA.
jldminMnctt.
Ordenados aos empregadoa
Diarias aosextincloi congregados
Despezas Judlclaes
Concertos de predio!
-^'"'"'"^flaoaodo.or^-
Ordenados aos einpregados
Jornaes aos serventes
Diarlas aos orpbaos e einpregados
Koupai
Utenili
0 oncerlo do orgio e do reloglo
1 un do collgio
Collegio das orphBat.
Ordenado as empregadas
Jornaes as serventes
Diarlas as orphaai c empregadas
Roupas
Utenils
86,300 de todos ns instrumentos da producr.*o, e es-
cravlsando de dia em da o mala bello e o mais
86.4C0 rico de iodos oa paizea do mundo.
100,000 Em tudas as uaceso comutercio a retalho he
exclusivo dos naloraes do pais, e apenas ao*
107,849 estraogeiroi lie periniiiiln rierc-ln em groa.
....... 10. Entretanto o contrario ae d no Hraail, on-
t:5o0,bi8 de o comiueroio a realho he industria exclusi-
1:338,800 va do csiraugeiro.
--------...( Dlieni os sustentadores do principio conlra-
7:919,508 r'0' 1ue a ionplldo relativa aoa Braiilelroi pa-
ra o coiumerclo he a causa principal, aanao
uuica do calado actual de cousaa; mas be isso
uina injuria Celta aos linios do pais, em os
quaes Kao falla intelligencia uem voolade. A
causa est as couaas, e nao nos hoiuens ; por-
quanto, aeudo o aprendiaado uina coodicio es-
lenclal de toda a iuduslrla, e porlaulo do com-
tuerciu, oa iilboa do palz nao aio admlttidoa a
elle: porque aaaea esiraogelroi mandam vlr de
aun terrar aeui patentes e amigos, a quem so-
ineiiteliberaiUaiii os beneficios, que se podeiu
tirar da iuduslrla commercial.
Este estado de cousas preduz na aclualIdade
3i2,.")o0
134,200
175,240
336,460
oMlaf8*0
6M.86J
507,480
1:694,640
528...20
;i:(i8(iii' 'bellos bem logratoa navao braillelra, e pro-
70^000 n""e"' no futuro reiuliadoi bem terriveii:
l:24l'94o! *euao P,,a notar, queja boje esies eslrangei-
, los, dl.pondo de iimuensos caplues, ae vio
300 002 l>oderaudodai Ierra!, e roubando nal o sollo,
136 640 "'"' '""' i>''l"',>. na, as legoas. a
1:380,000' "e ein verdade um qu.dro bem lamentavel
'J'j'yJ.' vereill"i inuuiueras familia! brasilelras,
2,700 Pu"u,,"1o mostos cbeioi de vida e Intrlllgen-
.....!,. *' e ornados de pollida educacao, e*nbara-
"IIO V)8 vadai em propoiciouai-lbca Hielos de substen-
i 1 cla' '' constemadaa por le verem ameatadas de
' un. 1 miseria iinminente. Buscam lodoa oa
7-9I'mi m"'" deeiuprega-los, e nio achain em que;
'_ P"la aa lettras e a poliiica uo podein oa'ere-
"". cer emprrgo a toda a populajao.
I E ao pasao que assiin se achara os Hratilei-
Tem por arrecadar dos reodiuientos do pa- ros privados dos beuelicios que teeiii irre-
trimonio al o Hu de dezembro a quantia da tusav l;652Jk3(irs.. cando tambera por pagar a de eilcg0J ,oclae, de lnodo qu. c0 eu.
724f'84 rs. sendo 66/ rs. dos ex-congregados peauu! heimlUo preferivel ser eslraneelro no
de suas diarias vencidas em iioveinbro ultimo, raijli a Jrr Iialur,| jend0eiw uma r,,0 ,.
Saldo em 31 de dezembro de 1851
"'. vacuo.
PERNAMBUCO
Art. 8. A cmara municipal da
villa de Vuueili, he autorisada a
dispender com os objectos designa-
dos nos leguintei paragraphos a
quantia de
1. Com os empreados, sendo o or-
denado do secretario 35o,0o0 res, do
porteiro 80,000 reii, do ajudanje do
porteiro 50,000 res, do advogado
150,000 reis, do procurador ael por
ceuto ua forma da lei calculados em
80 000 reis, eaos scaes das fregu-
zlss a porcentagem de vinte por cen-
to calculada em 50,000 res
2. C0111.0 expediente e dispesas
mluda
3. Com o aluguel da esa de suas
sesses
4. Com o tribunal do jury e eiei-
tes
5. Com as cusas dos processos ori-
minats e coulravencaJes de poiturai
6. Com obras, concert!, cala-
mento e liinpesa de ras
7. Com eventuaes
4:353,250
1:006,000
315,889
36,000 Art. 15. Acamara municipal de Caruaru, be
autorlsado a dispender com os objectos drtig-
>-no I 000' nadol noi laguintei paragraphos a quantia
'de 610,000
1. Com os empregadoa, sendo o
ordenado do aeeretar 10 100.000 n. ,
do porlelroM.oOo rs., do procura-
dor seii por cenio na forma da lei,
calculado! em 20,000 n. e ao fiscal
a porcentagem de viuie por cenlo,
calculada em 10,000 n. 290,000
2. Coin o espediente e despeas
raiuda aO.000
3. Com o tribunal do jury e eic-
cdei 80,0110
1. Com as cusas doi proceisos
criminaos e euntravencoes de pol-
turai 60,0oo
5. Com reparoi e limpeza de ruai ,0.00o
6- 00111 aseite e agoa para a cadeia 6O.000
7. Com despena eventuaes 50,000
6)0.000
Art. 16. Ai cmaras municlpari de Iguarai-
s, I.iiuoeiro, Serlubein, llio Formoso, Cim-
bres, Ouricury e Agoa Prela, ficam aulorlaa-
das a dispeuder a quantia de 5:852,467 rs.,
com 01 objectos designados nos paragraphos
dos artlgos 4,1), 11, 12, 15, 20 cal da lei nu-
mero 784 de 9 de uiaio de 1851 5:852,467
t'.Al'.lTI.O 2.
750,0*0
3o,ooo
vO.ooo
80,000
4o0,000
600.000
Sl',000
4l5i:eo3
alt. 4 A cmara municipal da cidade de goi-
inus, he autorisada a despender com 01 objectos
Pugnados ousseguintei paragraphol a quantia
' Coin 01 empregadoi, lendo o
"deuado do secretsrio 100,000 reis,
4 l'oriciro 100.000 rrii. do ajudante
'| Porteiro 60,000 res, do proenra-
or seis por cinto ua forma da le,
ih ul.ij.n cu, ijo,neo res, da fiscal
di cidade 200.000 reis, e 01 mais a
i'orcfiiisgem de viole por cento cal-
nlUiea 20,000 seta 030.0O0
.' Coin o ordenado do advogado 300,000
' Com ,, espediente e despeai
unuilaa 25,O0
c Com os foros dos terrenos oceu-
r1" pela csinara l.000
. Coin o tribunal do lury e elel-
Wn 50,000
- Coin as cusas dos processos crl-
>iaei e conlravrnfOei de pollurai 120,00'/
' Coin os rrparoi doi predio!,
!"", fontes e liinpesa de ruai 100,000
Com azelteeagoa para acdela 80,000
Com dispesas eventuaes lOO.WO
1:730,000
' i. A cmara municipal da villa do Ca-
' he autorisada a despender com os objec-
"" designados nol leguiniei paragraphos a
'luantia de 58o,000
'. Cun os einpregados, lenJo o
nado do lecretarp 120,000 reis,
"porteiro25,00o reis, do proonra-
1:006.000
Art. 9. A cmara municipal da villa de Ga-
raubuus, be autorisada a dispender cun os ob
reos designados nol seguimes paiagraphus.
i quantia de 652,000
1 Com os einpregados, sendo o or-
denado do aecrelarlo ;no,floii ri.,
do porteiro 40.001 n., do procura-
dor aen por cento na forma da lei,
calculadus em 50,000 n., e aoi fls-
caea daa freguezias a porcenlagein de
vinie por ceuto, calculada em 20,000
2. Coin o expediente e despezas
miudas ...
3. Coin o tribunal do jury c cin-
tiles
4. Com ai cusas dos processos
crlminaes e contravencoei de pos-
tura!
6. Com aaeite e agoa para a c-
dela
6. Com deipezai eventuaei, in-
clusive a assignatura do Diario
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3
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304|0ll aos empregadoi do collegio dos orpbaos eule ni|, ua_ ft vbacrv, M,urill.
rJ^'e.-'"" '"" Va .' r"...'.llie.'."Pd ""u- contrallo de vera ser
2,7/198 rs. as empregadas e srvenles do ,miliada\ r
sollegio das orphai. Idein. c IHj-aOO rs. a ad- Stnm)r, f,ia ht ,
iniulstrat.e do. e.ubeleciinentos de caridade dr0 d '
le u.n trimestre do a uguel da cas do do dito e|| h ,ulceutlve|
jollegio. vencido em 15 do referido mez | (l( ^ M d .
.., H* sitii, ti reirn do nalrliiinnio .w.upina,
collegio daa orphiaa, dem, c 137/500 rs. a ad-
miuistratae dos estabelecimenlos de caridade
de
co. .
Secretaria da adiniiiisiiacao do patrimonio
doi orpbaos, 3l de dezetnbro de 185i.
Blanoil iosc de'San'Aaria Araitjo,
Secretario interino.
Harfioiomsii Francisco dt Sovia,
Thesoureiro.
Seulforlfto he pouivel em tam pequeo
quadro dar materia todo o deienvolvlmeoto,
vel; mai a aabedoria
acrisolado amor
para coin os biasllelros, que tanto distingue i
V. Al. I. advlnhar lodos qnantos soti'riinentoi
slUigein o coratao de seus Albos.
Seubor A sociedade Liberal Pcrnambucana
grandcmriite confiada na paternal diligencia
, com que V. M I. se desvanece peUa felicidade
de seus subditos e na augusta sollicitude com
que V. II. i. se offana por elevar o imperio
da Santa Cruz ao inaior auge de gloria e proa-
----------------- r" perldade, vem depositar nos degros do excel-
Keprescilllliao. so trono de V M. I. os votos dos Peroambu-
Senhor'. K sociedade Liberal Pernambu- canos, que desdeja se cougratulam pelo bum
cana por si e como orgio dos aballo assigoa- xito de sua supplica puis eslao c*Wl, de
doa, certa dequanlo be imporianie o direito qae y. M. I. nao poupor diivlloi paraHviir
depelifao, consignado uo pacto fundamental a uredo ( confecco de uma lei, que deve
do Imperio, como meto de fazer chegar aos po- aDr,r ,, |ipPr|0 Ulnt n0va era de gloria, e
deres do estado o conbeclinenlo das palpitan- accreieitar i augusta corda de V M. 1. 11111
tes necessidades do povo, e de reclamar pro- |Ullnarcessivel fiorao esmaltado pelo llluuia-
videnclaiadaptadaa a sail.fat.odellas, resolveu do reconbecluienio de lodos os Brasllelroi.
vlr ante o Ihronn de V. M. 1., como ebefe do pt a y_ j|^ digne-aeita lomar
DIARIO M PERNAMBUCO.
era coucidcrac.o a presente supplica.
E R. Me.
BAUNCODARUCEITA E DESPEZ l)A C-
MARA MUNICIPAL IKI RECIPE NO MEZ
DE ABRIL DE 1852.
Receila.
310,000
10,000
150.000
80,000
40,000
ta,000
Receila municipal.
Art. 17. As camaraa municipaes da provin-
cia iieam auiorisadas a arrecadar nos seus mu- '.
oiclplos, durante o anno linancelro delta lei, 1 B'"> tlVOr di receiU em 31
uao id ai iend.1 designadas nos paragraphos ''" mirfO p. p.
um al tinte do artigo 23 da lei municipal n. Impoilo de mscales n. 13
370 de i de julho de 1850, nos paragraphos 1, D tes coriieaces o hcenijas lis.
7 e 4 do artigo 23 da le municipal 11. 284 da 9 8T a 91
de maio de 11S1, como a proveniente da impo- Ditos afericSes n 3
sicio sobre carros c mal vehculos de conduc- fhos medidaa ae'farinba 1. *
tao, rrgulando-se pela tabella aeguinte : I FAros a
1. Por carro particular de quatro rodas de ., ,. a ^,jo..
eixos fiaos i2,80oo rs. :Mulus impostas oe lo so.1 de Sin-
2. Por ditos de duas rodas ditos 8,000 rs | to Antonio ns. 62 7i
8. Por diioi de aluguel de quitro rodas res Ditas dita dita de S. Jos ns. 48
16,001. I a 49
4. Por dltodealuguel de duas rodil 10,000 rs. Ollas dita dita dita do Poco da Pa-
5. Por mnibus 20,000 ra. | oe||a ns. I a A
6. Por cada carro de carregar fazcodaa, qur )liis rJIU dita da Vine n. I *
puchado a mno.quer poraniuiaes 6,00 rs. I ,. 1 aubdalna-aela d S .Atl-
7. Por cada carrofa, exceptuados todos 0111"? UDlle,,58,cl' ae s An
vehculo! einpregados em lervko agrcola' ...
6,000 rs. Ditas pelo regulimento n. 120 ns.
BiipoeicSet eran 12 a 16
Art. 18. Fica desde Jauborlsada a cmara Riheira da freguegia di Boa Vista
poder executivo e paicouitnum doa Urasilelros,
representar acerca da urgente necessldade de
uma le, que assrgure ao cidado brasileiro o
exclusivo exercicio do coimnercio a retalho. E
comquanto seja este um assuinplo j muito
discutido no Imperio, e a respeito do qual loda Um. Sr, Quando se traa de uma medida
a populafo brasileira te lein inanifesiauenie aocial, que atcela a prosperldade do Braail
pronunciado, a Liberal Ptrnambucana loma a li- inleiro, calain-se os partidos e smente se
berdade de subincuer a'u sabedoria e acri- deve ouvir % voz da naclonalidade. Sejam quaes
solado amor de V. Al. I. paia com seus lilbos forem as nossas opinles polticas, ellas se
brasilciros as seguintes reflexdes: | acham suhoidinadas esse sentimento mu-
ll: um f.clo que o brasil, palz de bontem, versal do brasil que nos liga e que conslllue
(-ni um territorio lininenso, de uma fertilida- de nos urna n.ieim, um inesmo todo, cujas
de inaravllhosa,e ein cujo seio ac encerrara ii- partea se uo podein separar, sera que a nos-
quezas espantosas. | sa existencia social seja ferida no coiato. Que
lie oulro facto, que oestavastldo territorial, quer dlzer a divizo enlre eorutileiates, ar-
apenas algun millidei de babitautei consti- (illas, e sar/uaremaf, quar.do se trata de pro-
lueiu uma populato rara. porclonar ;iiu nielo de subsistencia aoa Bra-
He aluda oulro laclo, que essa populato silclros ? Por ventura o espirito de partido
poderosa e fcil iotelligencia, rdeme e creado- nos cegar ponto de olvidarraoa a lorte de
ra iiiiaglnaeo, evoiuade viKoroia capaz de por nosioi lilhoi ? Por ventura a diveraldade ou
ein execufao gran es c nobrea peusamentoa. j opposito de nossns oplnides pode quebrar
Era pois evidente que, segundo a marcha da esse lafo coiniuuin, que fas de nos lodos uma
natureza e conforme si leis do mala rigorolo so familia ? Por ventura antea de lermoi cons-
raciocinio, a populato brasileira devera nadar tiluinies ou saquaremas, uo lomos Brasilei-
ua abundancia, ou, pelo menos, gozar dos ros? A nacionallsatio do coimnercio arla-
melos ten lentes a inanter uina subsistencia fj- llio he urna deslas medidas que se nao podein
cil, que lbe propurciouasse o su crescimeulo dizer a propriedade desse ou d'aquelle parti-
gradual e o desenvolvlmenlo de todas as suas Jo: he uma idea comnium, pela qual todo o
laculdades naturas de modo a vanlajar-se e fa- brasileiro deve pugnar, seja qual fr a sua
. zer iuvrja l mala nacoca. opinlo no que rcaprita i poltica do pala. A
4:08o,ool Eutrctanlo em vez de ln brilbanle destino, sociedade Liberal Penanbucjna, sendo uma
100,000 a que tem.Irrecusavei direito a populado bra- reuuio de Biasileiros que ainain deveraa este
sileira, he anda oulro facto que esta populato bello palz, nao pode esquecer esta urgeute
22,'200 jaz na idiseii.i c lina na penuria, Semelhaule necessldade social, e aproveilaodo.se da con-
3:112,750 ao fabuloso Ta-'alo, o povo brasileiro, vive no vergencia dos osforfos dos diversos cidados
250,000
1,790
120,000
leii por cenlo na forma da le,
"icubdos em 25,000 reis, e aoi fi-
das fregueslas a porcentage.n
viole por cenlo calculada eiu
*>,N)tels
652,000
Art. 10. Acamara municipal da villa Bella,
comarca de Flores, he autorisada a despender
com os objectos designados noi leguiotei pa-
ragraphos, a quaulla de S22,oO(
1. Cornos einpregados, sendo o or-
denado do secretario 200,000 rs., do
poneiro 40,000 rs., do procurador
seis porcenlo na forma da le, cal-
culados em 50,000 ra., e aoa fiscaes
das fregueaiaa a porcentagem de 30
por cento, calculada em 20,000 n.
2. i om o expediente e despesas
miudaa
3. Com o tribunal do Jury e elel-
tdei
4. Comaiciistaidoiproceesoicr-
miuaei e contravencdei de posturas
i. Com azeile e agua para a ca-
deia
6. Com obraa concerloi e limpeza
de mis
7. Com deipesas eventuaes, Inclu-
sive a assignatura do Diario
822,000
Art. II. A cmara municipal da villa da lioa-
Vlsla, he autorisada a di pender com os objec-
tos de.lgoados nos leguintei paragraphos a
quanlla de
1. Com os einpregados, aendo o
ordenado do srcrelario 150,000 rs.,
do poileiro 40,000 rs., do ajudante
do porteiro So.eoo rs,, do procura-
dor sel por cento na forma da le,
calculado! em :in,noii re-.
3. Coro o expediente e deipezas
miuda
3. Com o tribunal do jury e eta|-
fdei
4. Com o aluguel da caa que *-
I re de archivo
190,000 ; 5, Com ai cuitai dos procenoi
municipal do Recite, a contrair um empreilimo
para cuuclusao da obra do matadouro publico,
hypoihccando os rendimentos domesmo mata-
douro prlo lempo, c sob al coudicoes que ella
julgar vaniajoiai e forera approvada pelo
presidente da provincia.
Art. 10 Aic.raarai munfcipaei fico auiori-
sadas a appllcar pa a liinpesa dai ruai, calca-
da!, desapropriatdes, concertos de seus predios,
coucluso de au.s obras e outros uielboraraen-
tos malerlaes, nao sci as sobras das soiiiinas
fixadas por diversos arligoi de mas despesas
como os de suas rendas,
9 nico, Esta disposlfo nao comprebende
a cmara do Hecife, queeuipregaruexcceden-
le de suas reodas e de suas despesas com a ca-
pella do ceinilerio publico.
Art. 30. Flca a cmara municipal do Recife
autorisada a appllcar o produelo liquido de
rdito do cemiierioabatidas aa deapesas lenas
com o ordenados dos respectivos empregadoa,
para coucluso da obra do inesmo ceinilerio.
Art. 21. A cmara municipal dn Recife fica
autorisada a confi'ecionar o uecessarlo regula-
meoto para a inclbor arrecadat&o do imposto
dos carros, pondo em eiecucao depois que for
approvado pelo presidente da provincia.
Art. 22. rica a camera municipal de Olinda
exonerada de pagar a divida provenleute do la-
paraento do arrombo no lugar denominado -
Arroinbado devendo receberqualquerquan-
lia, que p>r tal motivo tenba a Tbetourarla
3o7,ooo provloclal recebldo.
I Arl. 23. A cmara municipal de Tacarat
arrecadar os ditlmos de iniun(ai e legumes
na forma concedida cmara municipal de
florea,
Arl, 24. Fica a Cmara Municipal dn Recife
auloiiaada a pagar a Jos Camello Bcnicio de
Union, a quanlla de setenta e quatro mil nove -
centoi noventa e sete res, correspondente ao
ordenado de Fiscal dos Afogados que elle excr-
cera Interinamente de (6 de Abill aol.de Se-
de 1850.
Art. 25. Flca a cmara municipal do Pao
d'Alho autorisada : l., a mandar pagara Je-
310,000
10.000
100,000
100,009
40,000
200,000
67,000
240,000
10,000
25,000
12,000
n. 3
Praca do mercado deS.-Joi n. 3
Impogio de 2 009 re. sokra fogo ar-
lilicial ns 42 a55
Ca.sinhaa di nbeira de S -los.
n.4
Imposto de 2,000 e 4,000 rs. sobre
eslabelecimeolos
Hullas dos ostabeecimentos
i
Dsspea.
Expediente e impresses a. 6
l'olhs dos empregados o. 8
Jury e eleicOes os. 34 a 27
Luios ds. 7 e 8
Limpeza de ras ns. 75 a 90
Cunearlo de piedlos o. t
Extraordinarias ti. 4
Matadouro publico as. 66 a 34
centro das r* sein que possa gozar da que a compoem e as suas filiaos, deliberou
mal ioiigL 'arcella desses beneficios dirigir ao Honarcha como chefe do poder exe-
da natureza, 'vidos cslraogefros se cutivo uma supplica, solicilaodo a conl'ecto
apomiu. ile uma le ipie ii.ieuin.il i vi o coimnercio re-
E onde est a raio de tao doloroso quo ver-' t.lbo, sendo que o modo pralico de realisar
daileuo f.clo .' A rato estem que o brasileiro esta medida reclamada pelas uecessldadea so-
16,000 se acha privado de concorrer para o grande ciael fica aabedoria doa poderes cumpeteu-
phenomeno econmico da producto, aeudo les do estado. Antevendo porem que esta
22 000 roubados lodos os instrumentos esseuclacs a el- supplica, parlindo so desla provincia, nao te-
4*000 aa grande opero(o social. ria a necessarla torta que da a uoiversalidade
' i E de felio, sendo, conforme os principios eco- verificada do seuliuieuio, dirlgiu se aos seus
noinico-polilicoi, Ierra, capital e trabalbo, os amigos e correspondentes dss oulrai proviu-
6,000 in-inu,,-iiios da piuiluceao, lie evidente que o cias para que solicllasseui a inesina providen-
1 povo que se vlr privado de lodos estes meios, cia, e coin o niaior jubilo aoube que ellas ja
30,000 nao puder ter dlanle de ai oulro quadro aeuo estam tratando de a porem em execuco aen-
\ o da mala borrivel miseria. | do que a mullo lllusuc sociedade Defensora da
150,000 Pelo que respeita as Ierras, he sabido que a Italua ja ein sessu de l2do correle iiimrai
200 250 primitiva divisao do territorio brasileiro prc- tjMsa coiiiinlsso para rsAtJglr a represen tato,
' parou para as gerafdes lo lu as uma expolla-1 que seinelhaute respeito se deve enderessae
to dos mais perigosos icsultados. Apenas uin aos poderes geraes do estado.
2R,,000 |,,,,iujo ounero de familias, moriiienle culi A provincia do Para ja fez o inesmo por
cerlai provincial, nu ni pone desiai Ierras,' mel de sua paliiolica assembla provuicial.
213,250 cujas subdiiisdcs pela! luccessdes hereditaria! A Liberal Pcrnambucana lein vilto cora o
e pelos imposloii se poder reallsar coin mui- mais intenso praser que os Pernambucanos.
90,000 lamorosidade e em mu futuro muilo longm- | sein distinefo de patudo, leem assiguado a
2 520 quo : e, aluda assliu, da mesilla sorte que a pro- represeniatao : sendo que smenle se poder
_______priedade se Irausmille de pas a filnos, perpe- recusar to inagestoso acio, aquellca, que
8-741 111 tuaodo-se mala ou menos as familias, da mes- anlepondo a propria lclicid.de de seus til liras
' ma ole a miseria lein suas leis de Successo,' e irinus, slvem escravos do estrangeiro. ( a)
"* tem seus heidciros, pelos quael lende a per-I A Libtral l'cniamiucar-, despida de todo o
' petuar-ie. Qualquer inelhorauento neate pon- egoistno. nao querendo arrugar-ac a gloria de
22,020 (0 f0 yira mui tardo. Acontece, poil, que ao uina idea que nao perteoce cate non aquei-
1:311,970 pauo que meia duzia de homeni poiauem val- ]e partioo, mal ao Rraeil inteiro, vera solicitar
531,240 las exiensdes de lerritorio qua excedem aafa-jdeV. S. queira Iranacrever a preaenie naa
31,960 culdadea de culliva-laa, milbarea de Uraailei- columnas do aeu conceiiuado jornal, asaim
784 699 "" DB0 lee,n al8UDt palmos de Ierra para uma como a representato que a esta acumpanha e
16009 sepultura, e reproduzem at ceno ponto e mi-'qUC de a mesina para a qual se teem solicitado
aeravel figura doa escravoa da gleba, que nou- aislgnaluras. aaw
Saibao estrana4Jiro, salla o Brasil inteiro,
a in^'a^n "" "a* ,'li*'u vergooha da immauidade
2:205,420 q deteuvulvtineolo do trabalho e do capital,
-"--'que lo graude inllueuciataxerc4TO na produc-
5:903,309 to da riqueza, tenderla a eatabelcccr tem cqui-
Uilanfo a favor da receila em 30 librio mais ou uieaoe satataciorio.
de abril de 1852 2:841,032 Porm anda, destes luiiruuiruiui esta o po-
__..^..__vo brasileiro completamente espoliado.
8-744 341 Milharrs de escravos fjlu oulras taulas ma-
.s.1------------------o.... 0 concurso t
chinas, que repellen; o i
do Brasileiro
_ ...._,. """ livre para a produeco, inorineule na Industria
Cmara municipal do Recife, 1. de maio gg,.,,.;,, De modo _B, eul ,0 meos o Miarlo,
j represenlaudo o que be a-estriclaineme ueces*
' sario ao trabalhador, he dislriouldo ao pobre
I brasileiro, que morre de fume no mais rico dos
! solos couhecidos.
de 1851.
O procurador,
Joro Fietor Ferretea Lopes.
O Contador,
Josquim Tarares Rodoralho.
A induslrlsjjiomioercial, Seubor.' serla a un
ca capaz de tlr-r os Brasileiro do astado de
BALANCETE DO COFRE DA ADMINISTRA-I iin,nerilj que se achamreduzldoa, ecollo-
CAO' DO PATRIMONIO DOS ORPHXOS, I car as couiai do brasil numa va de progresso
VICHIFICADO DO l. DE OUTUBRO A 31 capar, de reitaheleoer o equilibrio, que deve
DE DEZEMBRO DE 1851. aaanler a prosperidad! nacional. Mas esta in-
RECEITA dunria ae acha possuida pelo estrangeiro, que
Rendiineato do patrimonio S.98i,667 aproveil.ndo le dai grande! vanugeni que ti-
Sobrai do collegio doi orpho. 138,502 l ra desia mina inexgotavcl, val-ie apoderando
que uuando ae trata da felicidade comiuuui,
desaparecem os udios polticos que devideui os
Pernambucanos, todos te uuem u' um patMoti-
co amplexo, e t'm'rlo, IHaiit e Imprinca oeao
mais do que o inesmo orgio doa scntiuaenlos
de uma so familia.
A Libtral Ptrnambucanacoalia que o destin-
lo redactor do U/arfo de Pinsamouco se prestara
de boaineule ao pedido que lbe ella faz.
Salla daa sessdes ds Liberal Pernambucaua,
23 de abril da 1852.
Dr. Jnfi/iio l'icealedo Kateimenlo Feiloe*
Vlce-Prealdente
Ico Stiqutlino da Cunta Soulo-Uaiot
i. Secretario.
( a ) Tanto nlo era de esperar do llberalla-
ino da sociedade Liberal Ptrnambucana, que de
cerlu deva esiender-se a Uberdade do pensa-
ment e ao respeito dai convic;ei albelai.
1 MUTILADO 1
mj


.i 'il'i rus nr VIAIfi nF. 1859. | nda aio podimni co.npreheoder eioenlricl-
80 DE SI4IU ut, ib. jdjd(_ d(_ umi op|n||o_ 'qu0 ,pollnd(M, B, .
ot a con.ldiratao, dos |elio-[hrdde natural du coimoerclo, quer destruir
cima offeteceinos
rea a renreseolasao que ao c
r"lo a soci.dede Liberal PerB.jlbuca.il d,,a
cidade, ollcli.ado oonfeccio de un. projeow
de le nue lome o onnuaerclo renio prive-
Uva do cldadloi brasileiros, e bein liiim i
ciru. que elleaoa f gando-noa publlcef.o de ainbaeaa pecas e-
a no, folh. ...
Annulndo a eaa. rogillv toda fllhi di urba-
nidade e corteiaula da ocledado Liberal, e que
consideramos aniei como u.n convite l.al e |ia-
triolico, nao llveuios eiu vistas oulra cou-a
mal do que dar u.n tesiemunho da nussa con-
ideracooe resuello para con. lodas ai convie-
nes sinceras, do lio aprejo que nos merece .
tirria das intencdei, quindo sd ella noi pare-
ce presidir u.n. deier.nliiafo, ou medida
qualqucr, e do lvo Inleiene. emlim, que nos
Insplram todas queatfles, que le retere... as
necessid.des reat do pala, cuja sallsfaf lo a-
mente pcliln crter u. projper.dade. rallara-
moa, porm, nona mista > de eicrlptor pu-
blico, se, fazendo rssa publicar^ importune,
nao emlltlssemoa aolire ella o nossojulio de
u.n. inaneira .o mes.no lempo l.np.rclal e le-
ven, e desseinos aaalm lugar que o nono al-
inelo tlvesse loda quintas InlerprelacOei po-
de suggerir malevolencia de tnos did.a co.n
o mala ceg e Intrativel eaplrllo de parlldo.
Aquelle que nfO se cha alialado lb algu-
u. da biudetras inliuigas, que dcagricidi-
mente ae co.nbatcm de continuo no mundo po-
ltico, eacrerla o celebre Ancillou, iquelle que
eataaempre promplo voltar aun armn con-
tra todas a opinlfles estreas, lem geral.nenle
todos os partidos conlra el, e corre o riso de
acr desconhecido e desacreditado por todoi.
Mas he Justamente deuma l-l desgracaque elle
se deve felicitar, porque ella he a pro. tnals
segura da verd.de de s.ias asseicdcs.
Sein Isrmos todava a preicnco de que nos-
ai opplolio sobre queatao oceurrente sej. se-
gundo aquelle Judlcloso pensar, mals rasoa-
vel ou a verdadelra, s porque fagindo dos es-
trenos dos partidos, ella procura u.n inri i trr-
n.o ; mss coinpreheodendobem, co.n o illstlnc-
to esorlptor, que, a verdade nio lem lalves
ualorea Inlinlgoa do que os Juitos excenlrlcos
c asoplnides eiireinis, e possuludo por oulro
lado a corageui precia, pan arrostrar a descon-
.1 I- iv i > dos partidos, nos ala hesitamos u.n
s momento ein ivrnlurar ao publico noatas
succlntas refleioas sobre urna questao J4 lau
debatida, e que al un. ceno poulo Involve,
anda que immereeldamenie, algu.na udiosida
de, bem persuadidos de que os liomeus serios
c retlrclldos, que porvenlura se possa.n cous-
tilulr uossos adversarlos, lerao a generosidade
de nio uos suppor caparra de i.cr.licar os
noasos lm.iied.alos Imeressrsos de uossos mi.os
ede noasi patria, concr.lendo-nos lambe.n u.n
r.oui o de atierro e rtr.llcacao a causa do B rasll,
.mi pouco de patriolis.no, e.n auiiii.H, mas nao
d'essc que foranidn do pello repousa unlca.iien-
le nos lahlos ad pimpam el oilenlationem
Felli.nenle pr nos, temos visto os dous
partidos polticos, que cin nosso pii se coni-
batam, dlspiilareiii-se alterna.lva.iiente a glo-
ria da iniciativa na queatao do commercio a re-
islho, querendo ambos, que elle srja elusivo
dosUrasileiros) e essa circunstancia, jue. a
iri.neira vlsu, parece devera desiearocoar-iios,
he justamente aquella, que mal nos a.ilinou a
publicarmus nosaa epinlao.
Nao teodo dame de nos urna base .asentada,
aol.re que possain reca.ir as nossa* considera-
rnos, como seria a medida iudicada para levar
a elfelto a uaciouallsacao docoiuu.ercio ..iludo,
poli que esta be delud aabedoria dos po-
deres competente! do estado, torca noshere-
tcrlr-uos urna ou oulra vea a representadlo d.
socled.de Liberal, lomando por ponto de .polo
o seu pedido, e os ruinis.iiei.ios, e.n que elle
loi bascado.
O commercio, consislindo essenci.linentr na
troca, lie pira lo du o ho.iiem un. complemento
uecrssaiio e ind.spensavel de aua liberdade,
un. dira.lo natural, que ein toda a parte deve
ser reco.ibeoidu e respeilado, a que importa
quasi o 'linun de vlver, porque sem elle dllli-
mmente poderia subsistir, e inda inati aper-
felcoar-ie. Mas essa liberdade human, eoge-
nbuia e loeshurivei e. seus deaeuvolvhnentus,
k leudeodo couslauteiiianle inelboric a con-
dicao do ser. que a possue, periniltio i|ue
aqulllo, que lio cornejo se falla directamente
e sem Intermediario, mas de uina inaneira pc-
hefe do estado ill-|um monopolio Hollclo sMbstliui.ido-lba ostro
real e verdadelro. Sem duvida o lado deve
ilguuia cousl mala aos seus membroi, doque
ooiestrangeiros, ruis naque be de justlea a
igualdade para todos ha le suprema, que I*
impoe sociedades a sos aeres lnlelligenies. e
nem o monopolio por Bear reservado los naci-
me! dei.ari. de fuer recal.lr menos pesada-
mente os leus fenos effelios lobre i grande
missa dos coniumidores. Temos, porm, ou-
vi.i" fallar e.n urna circmnstincli que a nona
Icaldade e o nosso leglllm i inlereiie nos nao per-
iniltem deis ir en. silencio. Dlt-ae que o gran-
de numero dispondo dos recursos, que Ihe lio
proprios, m.qulaa nal trevas e sordamente a
ruina do pequeo, cuja concurrencia, talvea
mesmo por mil entendido eipirlto de naciona-
lldade, se propde eicluir. Sem entrinnoi na
iveriguscio lie u.n tal laclo, cuja prava serla
d.mcil, mas cuja posslbilldade alo peda im-
bem ser coulesladi, porque lito nos lavarla de-
masiada.neme longe, envolvendo-nos eni odio-
sidades, que desrja.nos evitar, u.m s observa-
tao le.nos a faser sobre elle e de naturesapro-
prla a corlar todas as objecedes. Nal DacSe
mal Industriosas e civil.sidas, ni Crines, por
eiemnlo, pune a lei toda liga entre o empresa-
nos de Industria ledente a torear a baila dos
salarios, sendo seguida de uina tentativa ou
...co de eiecucio; e por oulra parte, toda a
liga dos operarios tendete a faser cessar o ira-
balho ein alguina olHcina, ou a encarece-lo, im-
pedir que a ella se va cenas borasr-etc, ele ,
uavendo igualmente leutalira ou meio de eie-
cucao. Por semelbaoca, pois, e com inaioria
de raso, o que nos pode.i. impedir de fulmi-
nar penal capaaes de cohibir urna liga humo-
ral, se com fileno ella chega a transpor o do-
minio do peoia.nenlo para iraJiuir-.se ein fic-
tos suscepliveis de prova, nico caso ein que
lambeta uus pude oll'ender f
AtdajHu leiajM julgado eaorbitante dajusilci
a medsda da nac.o.ialisaco do commercio a
retalho, no sentido de o tornar elusivo dos
".aslenos, e Intel.ament destituido, de ver-
dade o luuda.liento principal, sobre que aba-
",mi, agora por.n, temos de considera-la co-
mo insulicieule, ein respeito aos fundamentos
que foram aprcsenlados na representacao que
lioje publicamos e atlendam i,s leitorea
Casendo a p.utura colorida da fertiiidade e
riquesas naturaes do nosso bello pis, do pudrr
de uilclligcncia, ardor de imaginacio e energa
de vomade da sua rara populscao, indaga o dii-
||.o i., autor da representacao quila causa por-
que essa populac-o que segundo a marcha da
uaiuresa e conforme as lea do mals riguroso
raciocinio derea uadar ua abundancia, Jai na
miseria e lina ua penuria ; e sem o menor es-
f jrco ce raso elle a descobre no facto de adiar-
se u Braiileiro privado totalmente de coucor-
rer para o grande pbenomeno da prodcelo,
leudu-llie roubados lodos os iusirumenlos es-
senciaes a essa operaeno socfsl, Kntao, prreor-
rendo ligeira.nenie as causas espec.aes e aecun-
darias, porque fallan aos orasileiros esses los-
truinentos, elle encontra na premltiva dlvlso
do nosso territorio, que o adjudicou u.n pe-
queo numero de lamillas, a causa da privar ao
do tolo para a malorla ; na eilsiencia da escra
vatura a caus di privico do traball.o e do ca-
pital promiscuamente, e d'ahi conclue, anal,
que la Induiiria co.u.nerclal serla a nica capas
de lalvar os Braslle.roi delta e>poliacao uni-
veriil! Jamis doae algumi medical licou tamo
que.n da energa e iuiensidadc di molestia.
Pondo de parle indo ejuauto hi de hy per boll-
eo e Inexacto mquelias asseredes, cuja incon-
sistencia por liso iiicii.ui he inau.fesia, liinitar-
uoi-hemoi a ponderar que, nada uoi parece
..enoi lgico e lusufAcienu do que i conclusao
leum tal raciocinio em face dis pre.nlssas de
que ella fui deduslda. K co.n cttVito, la por
urna vicloia deilribuicio do lolo o Hraillehos
em sua inaioria le ch.un privados desse ins-
tru.nenlo de producca'n se pele concurrencie
da eicravatura l'altam-lhe o capilaes e o Ira-
tiaiho, o que seria evidentemente rasoavel e
elHcat, era, quinto a nos, pedir-se de um lado
a reforma dallis reguladoras da proprled.de
territorial, no sentido de tornar inobll e ac-
cessivrl au maior numero, s pequeas eco-
i mi. is do Imii.coi I.ilumino ; ede oulro, a es-
llnccio gradual do monstruoso flageilo da es-
cra*ldo, <|ue esmag. Industria do pas | po-
rm, abandonar esles dous grandes remedios,
e pedir multo limpies.nenie a nacionallaacio
os Braslleiroi faur-lhrs concurrencia ? Do que
levunda dito lerao vista ai laltores que a mo-
nopolio lie pira alguns a causa desse pheno-
mruo mai ni Julgaiuoi ter dcimiuslrado que
tal monopolio nio existe. Pan o illustre nitor
da represootajic, porm, a eaual isla ha falta
do iprandltado, ejua se di nol Brasileiros, pois
quiaa estrangesras luandaoda vlr de euai tor-
ras leus prenles e au.igni, l allei liberal.-
san o benrflelos, que l pdem tirar da Indus-
tria coiamcrcial, Admira-nos em verdade,que
o .Ilustre autor da representacao, drpols de ter
i v ni, nio que os Brisl eiros se ichim prlvadoi
de concorrer pan prodcelo da riqueza, aen-
do-lties roubados, i Ierra, o capital e o trabi-
Iho, dcpola de ter reconliecldo multo betn que
a cauta rita as cousa, t nao nos hoinens, re-
pellndo q parecer darjaelles.quc com Imperdoa-
vel inepcia e despejo atpioouram ni inaptloio
dos Brasileiros, no que o acompanhamos, admi-
rados, disemos nos, queisslin dtsc.irrendo che-
}sise elle i particularisar as suas idelas de urna
lanelra lao estraulia, dando a uina circunstan-
cia, que suppoito, lenha algu.ua influencia so-
breartlstenciado mal,todava,dlsflgurada pela
formula em que ful concebida, nao uoi mere-
ce Importancia, queelle Ihe ittribuln, unto
niais quinto podendo o incoo veniente lar fcil-
mente e com viutigem removido,a olnguem, de
ctrto, parecer aulorisar a cancluso ciiren.a,
a que chegou o autor da repreacntacio.
t^uanto nos is causas desse felo, que di-
plurnnoi, lio e.n pane hiitorieis, e ein parle
lili.ai da nossa ignarancla, diga.no-la franoa-
inenle : ellas lio o multado da nona condico
primitiva, manlldo pela iniohicleocii e imper-
jvieo Ual nosaaslels econmicas Pobres col*
nos, que anda Inuitein, por asslm duer, que-
bramos os ferros da escravidao, nos nao le mus
tido aiuda o lempo de fater 1 difcil conquista
do capital, e de reallsar a sua Juncco osn
2
- num.capit.lo Samtiol P. Wellaky, carga
uncir. Passigelro o cnsul dos Eiti los-
Unnlni. _________
EDITAES.
O Dr.Jos Quintino de Cutro l.rflo, Juiz mu-
Diclpil e de orpliOot, do termo deO-indi,
enmarc da el' le do Reclfe de Pernam-
huco por S. M. I. e ("., a quem Dos Rtiir-
il-, etc.
Caco albir, que no lia i do prximo vin-
douro meidejunho, tem o Sr. D-. juiz de
direilo interino da segundi vin do crime
desla comirra, Hanoel CI*menlino Carnei-
ro da Cuno*, de abrir a primeira sritllo pe-
ridica los Jurados do termo deata cidade,
pan o que se procedeu no sotteimeiitodo
estylo, n siliiram sorteidos os senhoresjul-
zes de fseto seg lintes :
Antonio nos Santos Lope*.
JoSo Mannel de Barros VandeMey.
Francisco Estevas de Abreu.
Carlos Marlms de Almeidi.
anhuno de Souzi lloltm.
Ilr. I'r. ii<- scu de Sales AI ves Maciel.
Colector Francisco dis Chsgss Salg'ieiro.
Joiquim Marques de Santiago.
Tenante JoBo di Cruz Fernandos de Souza.
Juo Uaplista Comes de Uicedo.
Mano el Vctor da Lima.
Hanoel Gomes Pereira.
Jos da Cusa Soarea de Brito
i .Manuel Dionisio Comes do Rogo.
Mmoel Csvalcinti de Albuquerque.
Jos Carmino Tavares
uo capuai, c us icmiisi a ua .un cau cus *lu ..,,,mtrt .. f ...
tr.li.lho. vendo de ...... .mis os no.so.e.for- noel Noberlo da C .st
(os coutrarladoi Inceisintrinenle pelas sais vi-
ciosas da luctropole, que idoplimos sem escu-
lla nem eorreceo. i
A trra aufeodadi em un pequeo 'numero
donaos leu. continuado a permanecer neisa ci-
tado de conccuiracito uriintliva com o auxilio'
Antonio SebistiSo da Silva.
Marcsl Bizarra de l'mli.
Francisco Pereira Pinto Civalcanti.
Jo-e Germano ale Lira
Jo.quim de S Cavalc'inti de Albuquerque.
Mi o I du JesUS di SliVI.
de un. sy.ta.ni de le., que torra constante- ,,0 Cor,.CJa je Uma.
menta o seu l.vre movnuenlo e i.cll transais- i. ..:,..- a ,, u ,
.o ; o tr.b.lho.viliado pe. e.cr.vldo, e wf. [f" "r Mello.
frendoa sua concurrencia omiulm.., nao lem |'P08 Antonio AlveS de Brito.
podida conquistar pelas economas a posse do M'jor JoSo ll.ipn-.hi da Silva llanguinho.
cipital .novel, icii.in ubre ludo contrariado Francisco Camello l'.issoa.
por u.n sj nema de impostes, que lend* a |ior- I! n nado de Souii Km ;e|.
uar o pobre mals pubre e o rico mals rico, dea- I All'-ri-s Jos Nuiles de Paula.
Jos Jscintho Tavares de Arm Is.
Capitao A. Joiquim de Almeila Guedes.
Jos Minias Lopes.
Bnz Mi chulo Pimenlel.
Dr.Nii'in Ayques de Al vellos Annes de Brito Buji.y dita dila dito
litando pelo reudimento deile, e e.magiiido
daqaellc, a ibre quem fas recibir nuil peildi-
meuie o duro firdo doi encargos lociaea a
iiiilrucco prohssiou.l abandouada nos nao
lem pe.miiiido alcaucar esse de.invol.l nenio
intclleciuil, si cipicidadc, que s nos p-
dem habilitar tirar da. faculdides do nosso
corpo e do nosso espirito o partido o mais van-
idoso a nos menuos e a lociedide, tomando o
nosso Irabalbo mais productivo ; e i pir delu-
do iss'.e.n su.nina, urna politica de nter.ti.na-
vel controversia e estrildeclaiafio, que do-
minando os nimos lira-lhes todo o tempo ne-
cesario p.ra rcllfcnreo. sobre as verdaderas
necc.sMadei do piit, e esiudarem os melos Capilao Manoel tsleres de Abreu.
convenientes de remedii-las. Miguel Joiquim Barbosa Puntees de Car-
ia pdem. poia, os Jeitores conhecerde algu- | Valho.
m.i s iricquacs aa uossas ideias no tocante si- illinbelino Ferreira de Oliveira.
luacaod.iiBr.alleiros relalivaiiicnte a ilquei. lAdlonio Augusto di Silva Ca edo.
ein geni, e ios suelos de a melhorar, e bem Antonio Minoel Coellio.
malo d
peclaesiBilm
As penosa
reunt.rjao c
do mesmo "
a obra do 3' lauco da Mirada da Esctda,
avslisdaetv 13:911,810 rs.
A irratniticlo ser frita na forma dol
anigoia e87 da loi provincial n. 986 dy
17 de maro do .15I, e sol. itclauaulis cs-
ladas.
is) propotorem a esla ar-
m ni sala das sessOes
nos das cima men-
cionados celo mcl-di, competentemente
hsbelltirtas.
E para constar se mandou adlxar o pre-
sente a publicar pelo'Disrio.
Secretaria da fazeinla provincial de l'er-
nambuco Io ae miiodel852.
O --i'i-ri tinn.
Antonio Ferreiri d'Annuncia(So
V.lauulai tspcciar.s do arremilactlo.
i As obras do 3* lanco da estrada di
Escada serao Feitas de conformidade com
o orcamento e planta aporovados pela di-
rectora em conseltlo o'esti dati, e apresen-
la los a appiuvacflo do Kxm. Sr. presidente
da provincia, ludo na importancia de
13:911,810 ra.
9.a O irrematsnle comecari as obria no
praso de um nn z e concluir no de um an-
no. contado da dala da sssignatura .lo con-
tracto.
Rus de 8. Concsilo.
N. 29 casa terrea
W. 94 di la dita
Riia do Sobo.
N. 3 casa terrea.
lina do Pires.
P. 39 meia-igua.
Ra do Rozario.
1. 80 casa terrea.
Ra da Cadeii do Itecife
N. 61 casa do um andar e Inja.
N 59 dita de dous ditos edita.
N. 57 dita de dous rlitoar dita.
N. II dila de dous dito) e dila.
lina da Madre Je li os.
N. 9 casa de um andar a loji.
N. I dita de dous ditos e dila.
N. 96 diu de dous dilos e dita.
N, 2 dila de dous ditos e dita.
N. 99 casa terrea.
As pessoss que se propozerem a arroma
lar ditas rendas polero comparecer nt
casa das sessoes da mema idminutise],,
nos diis 19 e 27 do corrento mei, e 3 ile
jiiIhi futuro, cim seus oidores.
Secretaria da administracAo do palrhno.
nio dos urplhios, 14 de maio le 1832.
A. J. tPUtivtirn.
O 8r. Uoutor juiz de direito chele de po.
3." A importancia desli arrematajJo se- licia interino di provincia mindi convidir
ri piga pela forma determioada no art. 39 a todos oa senhores negociantes, log.sds e
di le provincial n. 286. jmais pessoas desti cidade, que vendem r-
4." Para ludo o miis quo nSo eslirer de- mas, plvora, chumbo e salitre a cnmpire-
lerminado as presentes clazulasseguir-se- cerem nesta reparticao no praso de quinte
lia o que dispOe a lei provincial n. 286 de diis, contidos di puolica;9o dest-', ahm 17demaiode!85l Conforme. serem matriculados na conformidadedisor-
0 secretarlo. dens existentes, sol. pena que o n.iui,,.
A. F. d'AnnunciarjSo. sendo, nao Ibus ser* permitlldi a venda de
- O lllm. Sr. inspector da theaouraria da lies objeclos. Secretaria di polica de l'er.
fazendi provincial, em cumprimento da re- nsmbuco 15 de malo de 1852. Antonio Jos
solucodo tribunal idminislrilivo de 6 do de Freilis, 1 iminuense.
correnle, minda fazer publico, que nos das REAL COMPANHlA DE PAQUETES IHGLEZES
mgriTL No dia 2
gt r mandan
" Doii di
A VAPOR.
21 deste moz, espera -
o vi por Teviol, com-
nte nslow, o qu.l de-
pm- da demora do coslume
25,26 27 do mesmo ao meio da, persnte o
mesmo tribunsl se ha de arrematar a quem
mais'oflerecer, por lempo de 3 annos a con-
tar do I. de jullto do correnle anoo a 30
de junh>> iic 1855, o imposto di laxa das
b.rreiras daseslradsse pontea abaixo de- seguir para s portosda Europa: para pas
claradas. ssgeirns, trita-se em casi da agencia, na
Ciquia, avahada animalmente por 7:101,000 rus do Trapiche Noro n. 42.
Magdalena dila dila dito 4:450,000
Motocolorub dita dili dito 2:721,000
Cachang dila dita dito 2:100,000
Taciruns dita dila dito 611,000
Inglez.
JoSo de Carvalho SiqAeira Jnior.
Anlo >io Flix dos Santos.
CalulinoGonctlves Lessa.
Vicenlo I ii i\/. Pires de Figueirelo Ca-
mirgo.
Jos Ferreira Marinho.
641,000
As pestoai que se propozerem a estas arre-
mataces, comparecam na lili das sessoes do
nie.tiio tribuoal, no. diis cima indicados com
peteiiiei.no.i.- habilitadas.
E para constar se mandou alisar o prsenle
publicar pelo Diario.
THEATRO
DE
S. IZABEL.
cia
Secretaria da theaouraria da Cateada provin- % rOafilf. ilii >\ vwi i h-i t n ,
alderernainbuco?demaiodel85. 4' re< ,td UU H-m"*?"^11.11 fj.
aoia, vieat a eucontrar um iosuuuifum, que j d coinmerclo, he para u* uma aberra^ao, fa
l'dcllilasse a aua realisaft, e dest'ai te appare- nao diremos da aciencla, mas do bom aenso,
ceu uina claue do liouiens que em iiume da que s pude Invocar etn seu Livor a pureza daa
meiiua liberdade natural, invocaudo a fe e a lotencea. Tanto Importara a pretenco de
que os Hrasilelros se tircss claiites de retalho, e que o palz podeaae iubsls-
tlr uulcamente dessa induilria, abandonandit
todos as uutras, ou pasaando em desforra para
os ettrangeiroj 1
Quando na > fosse a jusilla o maior t mais
poderoso obstculo, que se uppde a realiaafo
de uina medida, que, ou peremptorla e suma-
riamente, ou com lentidao a rodeios, ae enca-
mliiha-sea privar os estrangelrus do commer-
cio a retalho ; quando, gracus as relacdra inti-
mn, que a intrlligencla deacobre as altas re-
i-ies do penaament'j entre o justo e o til, e
que a eiperlencia quotidlana se encarrega de
conHrmar. nao Toase uma tal medida mais
desastrosa ao paiz doque o actual estado de
couias deploravel, obstculos de uina nalure-
/a diversa e mu particular ae opporiam
que ella fosse levada a etteilo.
triubiadocalro lalvcz, 01 leitorea de duas
tentativas, que j entre ns ae ftzeram, deate
genero, e que ambas naufragaram. Duas lela
loiiiii promulgadas, uma ein20 de nutubro de
i838, e outra em > de set>:inbro de 1846, a prl
]irinr.-;...j das lela, ae propunha a servir til-
ineute aaociedade, encarregando-ae, emeon-
arquencla lueimo da diviso do traalhn, que
dera nascluicnto a troca da tarefa eicluaiva de a
facilitar, procurando tirar do aeu aervico, do
.scu talento e em virtude de conveueei iivn-s
oa meioa de aua aubalstencia. O commerciaiiie,
poia, como qualquer outro Industrioso, eierce
um direito natural, inherente a aua peraotiali-
dade, r, ouoaeu trabalho constata ein transpor-
tar a mercadoria, ou em dividi-la e aubdevidl-
la, paramelhaw pd-la ao alcince dos cunaumt-
dores, >i elle be Igualmente inviolavel, e em
tod >s oa homens e ciu toda a parle deve ser ac'-
inlttldoe deliado lutacto, a menns que ic qucl-
ra reconstruir eaae aystema mi jum de inaepa-
raveis barrelras, que se propunha a separar os
1 roa e arreda-los dos beneficios de urna fra-
ternldada universal, Utet revirer eaaev prejui-
zo* barbaros, que appresentavam os ealraogei-
ios liiiiii inlmlgoa de natureza diversa, e nao
deisavam aperceber que, quaodo elles fasem
servir hiiaa virtudes e aua Industria ao bem ge-
ral do pas, que procuraiu, deven, aer nelle a
reipeltidos como verdadelros patrlotaa, b.niei- melra das quaes impunha 60/ri. sobre as ca-
rate prrjultoa, que a civlllaaco tem ido lenta- p ah de commercio, que tlveasem mala de un
mente destrulodo.
entretanto um (acto doloroso e desaolmador
be otlerece de um modo Irrecusavel a vista dos
Uraailelroif um ramo da Industtia commerclal,
o mala Importante, talvei, o oomuiercloa reta-
lho, he eiercido ein seu palz quasi delusiva-
mente pelua estraiigeirm. e oa u que retidoa pela magia de um poder oceulto e
funesto, nao podem ter acceaao elle. Neata
circumataucia penosa, em que a actividade ua-
ciooal apparece ouinprlmtda gravemente, aeu-
tindo fechada eaia porta' que devcia estar Igual-
mente aberta a aua eipanso e deaenvolfiuieu-
to. tem-ae procurado Invcallgar i|ual o meto de
remediar o mal, e chamar oa Hrasilefroaao go-
zo de um direito, que lambein Ihea he natural,
i iujo tercilo, adrando urna bu- parte de
aua mooidade dos perlgos da lunacc*/, colioca-
na mmua familias uo centro da couimodidade
e da abaaianva, libertarla oulraa tantas das
durasprlvacdt?* da inizcia.
Tomando-ae o fotaj>Hul-idameote, c sem ac
tencao aa anas verdadeiras causas; te:n-se apre-
aeutado como medida de aalvac:io o tomar por
meio de uma lai direito privativo dos hrasilei-
roa o coinmerelar d'^uHle modo; c, ou aeja
que a eaalUya'o doa aentimenlos patiioilcus dos
l>,irtitlarioa de un la! eapedleule Ihes nao le
utos, deiaado aperceber bem oa seua inconve-
nientes ou aeja que o espirito de uma jual
preveucaio se leuha collocadude permeiu, para
per tur bor- Ihea o descernimenio ou liiialnicnte
que oa i uta resaca obscuros de urna poltica su-
balterna ttnha Tilo emir a sua matetlca in-
llueucla, o que mal |>oderlamos oouceder, o
cerlo he que elles parec*ut nAo ter compreheu-
dldoque, o mal jmala pode aulorisar a |Jus-
i <, .i e a violencia, e que apeaar da geaerosidade
das suas niteucoes, bao Incorridu oa desgrana
de propor a uma aocledade eoferma remedio
jirlu do que o mesmo mal.
yu.il he porm a rasan, qaj* fundamenta a-
quella medida eztreuiai> y crame, ci a re ta-
ino, dUein, sta moiiopolnado as inoa dos
es ir-nge. roa, e esse monopolio que veda sos
Hrasilelros a concurrencia, deve aereailocto,
dltiat de que apparec* para elles a liberdade
Mas, priinelramentei.be evidente que ha aqu
urna equivocaclo ou pelo menos um termo des-
tocado. O Monopolio he um privilegio de urna
uaiurecaqualquer felle pode ser ou natural ou
artificial) que assegura a aquelle que o passua
urna eaploracSo ao abrigo da concurreuola de
todos ou do maior ouinero. Ova, pergunlamos,
qul he Um prevllegio que escude o estrangei-
lo* ua espinelo do eminerclo mludo, e veda
aos Hrasilelros a concurrencia? ludubftavel-
mente n;io ha nenbuin, e nem a natureza, nem
a le podem ser aqu directamente aecusadas.
scasaa de nomuierclo de grosao trato estilo
abertaa para toioa Indestlnctamente; suienle
duas condicei nos parecein ser ah exUida
pffviiinente, capital ou crdito; quem quer
Sola que posaulr uina d'ellaa pode livrvuieuce
"miar o seu eatabelecluieuto de eommercia a
retalho, n*o tendo |ue roedor prehltileio da
lei, nem avaniai do poder. Cm segundo lugar.
j.ilzelro estrangeiro, e a segunda que Impu-
nha 120| ra. sobre as mesmas casas, que tlves-
seni mais de dous calselros estraugeiros'na cor-
te e mals de um na provincias. *mbaa f anuullsdas, sendo a primen isa. e a se-
gunda derogada, como t>~ a. Nada nos
importa aqu adiscrim1 [iiluicu, sob
cujas lullueucias furaai aquellas leis lenas, sus-
peu^aa ou derogadaa, ni nio nos oceupamos
de slmilhante cousa ; o que nos Importa sao
os motivos que determlnaram a sua anuulla-
cao; e quaes Ibiaiu elles ? Dlsse-se, e com ra-
.io, ijuci.it' lela, sobre seren Injustas e par-
ciacs, noli mi coutra si o grave Incoureoiente
de se opporem a tratados eilslenles com as na-
fea eslrangeiras, e d slguadamenie ao tratado
de 6 de Juuho de 1826 celebrado com a Kraoca,
cuja clausula relativa as conlribulcdes ordlua
rlai lie perpetua. Pois bem, ao aiuda os trata-
dos, que se oppoem a promulgaco de uina lei,
que torue o commercio a retalho privativo s-
mente dos llrasileiros : he torneadamente a
clausula perpetua do tratado de6deJnho de
ISi). relativa ao commercio, e ezarada no arti-
go umdcciiiio, que resiste esplicitamente ri-
el US lo dos Franceses do eierciclo de um direi-
to natural, que all Ihes foi garantido, s >b o
principio da reciprocidade, por parte do Brasil.
Serla porm prudente empenbar o governo do
palz. qualquer que elle aeja, oas gravea difli-
culdades, que pode suscitar uma tentativa para
remover almllhante bice ? Valeria a peua o
cmprebende-lo para retinar uina lujustlca?
a Aa lela, escrevia o sabio Portalis, nao sao
puros actoa de poder ; sao actos de sabedorla,
dejiisllfa, e de razo ; O legislador eierce me-
nos uma autorldade do que um sacerdocio, a
Mas, o que feria enire nos uma le, que tornas-
seo commercio a retalho privativo dos Brasi-
leros Nos n'i > nos cansaremos ein reproduitr
aqu todos esses argumentos, que victoriosa-
mente li.io sitio produzidos em favor de uina
bem entendldallberdade comincrdal, uem uo
pouco em enumerar o* contrarios oe suasvauta-
gens como outrot laalaai males, que proporcio-
nadamente viriam a r^oahir sobre nos com a
adupciio de uma tai |clf aerl#-4ranspor os limi-
te-, v ii fim, que no* pvapur.rmoH. |)ins conai-
derjfes purtanto, apenaa. A. multido do
povo.dit o Hvro do Ptotibios, he a gloria do
re e esta mxima, que a economa publica
das nacfles adopta plenamente, completa com
este oulro principio -que a Industria he limita-
da pelo capital dio a coihecer brtn clara-
mente ques sao os dous prloclpaes elementos
da l'orri.d prosperldade, e duracodoa esta-
dos, que os re* representan!. Pola beia, uina
le que excluase os estrangeiros 4o commercio
a retalho, tenderla poderosamente sjuanto a
na, diminuir a emlgraclo para o salas o pal/.
uascente e deapovoado, que della tanto aeees-
slta, e a aflugentar o caplta), pondo eatorroa
ao aeu livre emprego, e ao destino que mals Ihe
convern.
Agir, quaes sao ts cansas parque o com-
mercio a rruiho he exercido quasi eactttslva-
mente pelos estrangeiros.' Porque nao p.iein
poderiam couclulr dahi, quaes as causis, que
em nosso peusar, se oppoem iquceJIes possain
competir com os estrangeiros na Industria do
commercio a retalho.
Nao querendo porm delxar-lhea o menor
trabalho ou a menor duvida a til respeito, dire-
mos eui resumo, que, o que Ihes falta, quaoto
a ni, sao os capiues. e a instrucco profenlo
nal, e nao esse apjendizado das lujas c taber-
uas, que q tilezas iinmoraes da vara edo covado, do peso
e da medida, mas sinente aquelle que com
vantageiu poderla ser proporcionado em esco-
las de commercio hbilmente instituidas.
Se o incoureulente da falta de aprendisado
pode, fcilmente e com vautagem, seguudodis-
semos, ser removido pelo esiabelectineuto de
escolhas de commeicio, a de liceo ca dos capi-
ues pode Igualmente ser remediada pela re-
forma das lea reguladora* da propriedade, pe-
la subitituicio do actuul syaiciua de impostoe
o outro, que realisc o "preceilo de equidade
conaagiado no nosso pacto fundamental, e
principalmente pelas iiistitulcoVs de crdito-
pelo esiabeieciuiento de baocos. que se nao li-
mite m como o$ actuae a descornar somante
bilhetes, que couespoudem a valores creados,
de nos te'iUisemos ir mais longe, e desen-
volver aqu os meios que acabamos de indi-
car, como capases de habilitar os UrasilelraS a
coucorreretn com os estrangeiros na industria
cuimuercial, a critica abaudouaria o exau)e e
apprecUeio das males, que acarrelaria triam
piio ila upinio, que coinbalemos. para nao
ppreciar seno o nosso remedio, e a uaciona-
lisifo do commercio a relamo deixarla de ser
julgada.
O secretario,
Antonio Ferreira d'Annuncifao'.
F*o 'Tiente, aos credores do filudo
NunoMarit ii'i Agostinho de Barros, ilennque Jorge,
herJeims de Theresy Msria de Jess, Uanoel
Espectculo monstro lyrico-
dramatico.
SABHADO, 31 DE M VIO DE l85s-
Depois da execui;So de uma oscolhids
symphonia. subir a scena a bella comedit
Capiiao Boa Ventura de ftlello Cistello Fernande Guidis D. Mana Lumachy, Fran- 2acLo ornada decanio
Branco, s cisco Alves da Glinh*a Juaquim da Silva Cas-
Jos Joaquim le Lima. lf<>. Lima, Dr. Feiloza. Antonio Joiquim do
Claudico Jos Brinco. Rtfei.ro, Joso Fianc.sco Pereira da
Aos quaes senhor-s juizes de facto con- S'W;, herviros de Manuel Luu da Vlga,
nomeadamente e a todas a jueas p.-s- Norberto Joaquim Jos Cueies, Francisco
COMMERCIO,
4LFANDKUA.
Keodimento do dia 19. 7.051,970
Uescnrrega hoje II dtmaio
BrRo purtuguez 1'arujo meioaJorlau
U.NSULAOU EKAL.
Rendimentodo dia i a 18..
dem do dia 19......
29:622,607
4 272.4S0
33:895,057
iii" 11 111. 11 11 i. > <- si luuia a MlC.'il J UCil "i a a I
soaa, que om dita seasao interesae livcrem, Muol Tatarea, Jos Jaronymo Montei-o,
pin que compareQao no referido dis pelas IcsU pratja DoffliOtOliPiclieco l'ereira, do
10 noas da manilla, na s.la daa aeasOea dos Araac-ly ; M.noel Cielano de Gouva, do
jurados, onde dererflo comp.iecer it que Ce,, Castro & C, doPorlo; Mi noel A n-
se fin le a dila sessSo, sob peni da lei. '"i"5 l,os s"nl"f do Miranliaoj fczequiel
C0I1I0
rar_r
0 PRINCIPE (MADOR.
vara, escrivlo interino do jurioi
Jus Quintino de Cast
guarda rmii r.-ni du Irap
i :..ci i mi Aureli.no Je Csrvalho Co no, sendo
irremaligSj livre de direllot ao arrema-
tante. Mesa do consulado de Hernimbuco
19 de maio de 1152. O administra lo-,
JoSo Xavier Carnelro da Cmha
lustradores; flcand-i os meamos credores
advertidos que nflu s-if.n admiltidos por
pu cu-a ios- se esto nao tivcr poJercs esie-
ciaesp.ra o acto, e que a procuiaijao n.l.i
pode ser dada pasaoa que srja il ive lora ao
--Olllm S'. Inspector di thesouraria do f,lli,lo> "* pm mramo procurador repre-
sentar por doua diversos credores.
Itecife, II de maio de 1S52.
0 escriso,
S aritos t
Far;o scieote sos credores do fallido
l.i'opul -lo Jos da Costa Anujo, Viuva Amo-
rim & Kilho, Oliveira Irmaus & C., Antonio
Ignaelo deHeleiros, Join Taverea Cordeiro,
Amonm & iru.lo, Jouo Leile l'ili Orti| ra, ilanoelGoncalves da Silva, llussell Mel-
lorajt C Joa Kodrigues Pereira, eane
Voule & C, Antonio Francisco di Silva C.r-
fazenda mana faier publico, que, em cum
primelo de ordem doEim. Sr. president)
di i i'nvr ri ItirBo a prafa no. dia 35 dn
correle pemite a mesmi tliesouraria, para
serem arrematados a quem por menor prero
lizer os reparos que lem de ser fetos na eo-
lia grande da companhia de csvallaria se-
gundo as clausulas approvadas :-!- mesmo
Kxm, Sr., que serlo Trancas nesta secretaria
as pessoss que as quiz-rem examinar os
p t'iendcntes a esta airematiclu eumpire-
1,'Tii iis 12 horas da manilla do referido dia
edador.
urna snoil,
monstru! A
delienailo um
di veril inciilo que julga satisfar, tanto aos
ipiitomdos du dr.ii alico, como aos dilec-
lante : ella igualmenle previne aos amado-
res dos bailes misoarados, que se v5o pre-
parando para osdias29 o 31, diag da Pas-
choa do Espirito Santo, em que todos de-
vem eitenJer canella ms quidrilhas e gu-
sarem do innocente prazer dos mascaras e
suas distrsccOes.
Comefaras8 horas,
s bilnetes acbam-se a venda no lugar do
coslume.
ompelentement. h.biMl.dos. Sedotaii. '^MVXlU^m^l!^
IIIVEIISAS PROVINCIAS.
Kondimeutodo dia 1 a 18..
I.Jnmdo dia ID. ......
1:462,396
173,671
1:636,072
I-'. i'lFDi'laCiio.
Canal, baros inglezi Jame Stwarl, de
301 tunelidis, conduzo o seguintc: 3900
saceos assucar.
Liverpool, barca ingleza Empresa, de 448
tiincladss, condutio o seguinle : -- 25 cai-
Xis cha, 2198 saceos com 11.990 arrobas de
assuc.r, 1314 saccas com 7546 arrobas a 10
libras de algo lio, 26 birris e Icaixas doce.
l'hilaJelphia, ha.ca americana John F.r-
iiiiu, de 316 toneladas, conduiio o seguiu-
te 3694 saceos com 18470 anobas de
sanear.
KECEBEUORIA OE RENDAS'IMTEHMAS GE-
HAES HE J'ElllAlllll'Ci).
llcnilim.Miio dodial..... 522,858
CONSULADO PBOVINCIAL.
Renlimentodo dia 19.....1:749.627
Muris l.ias, Jscintho lisblo, Caetano d
Costa Morara, desla pra;a. Mire lino de
Soozs l'ereira Brillo, de Lisboa, Antonio
Ferreira da Silva Santos, do Maranhio, No-
r,r^Vr";V77r"",Vrii!.or,.Ir~ vaes&Passos.do Rio de Janeiro. Araujo
Se etc. LeCqu.eosguar- c,ry,|h0> d',,,,., ,i,noe| Ferreira do
Emilio Xavier Sobreira de Millo.
0 Dr. Jo. Ha y mundo da Losla II nezc?, juiz
municipal suplente da segn la vara, e do
commercio nesta cidade do llec fe de Per-
THEATRO DE APOLLO.
Sexta feira, 21 de maio de 1852.
ULTIMO KXPfiaTACULO.
l-'AViill DO ARTISTA ANTONIO JOA-
TB
ovimento do porto.
Navlot intradoi no dia 19.
Buenos Ay.-.s e Rio de Janeiro-- 39 diis o
du ultimo pono 19 brigue brasileiro Hi-
tiibal, de 196 loneladss. capillo M no I
Jos de Santa Anna, aquipage.n 12, car-
ge c.rne secca ; a Amoriin 4: Irmlos. Fi-
cou de quarenlena por 6 diss.
Baha -- 3 dias, brigue inglez Titania, de
220 lonol-das, espitao Richard l'utfray ,
equipagem 13, en lastro ; James Cnb-
tree ct i ompmhia.
Rio de Jim-iro 9 dias barc ingleza Red
Rose, de 275 toneladas, capillo James Mi
chibalp, equipagem II, emlistro;a or-
dem. Ficnu le quaienlens por 6 dias.
Navio eakido no mumo dia.
Rio de Janeiro -- patacho brasileiro Nicthe-
roy, capillo Jos Guilnormc dos Res, car-
ga assucsr e mus gneros. Passageiros ,
llelchior Jos dos Res Hanoel Gomes
Goularte Floriano Manoel aa Victoria e
15 eseravos a entregar.
Navio entrado no dia 20.
Gibriitir58 das, vapor inglez Conleas of
l.-insd ile, de 105 toneladas, espitao Jirars
Ainlmn, equipigem 15. em lastro; a M
Cslmonltt Cumpanhil. Segu pal a Monte-
Video.
Navios saludos no mesmo di:
Gibrltarescuna ingleza Laes diire l.sss,
capillo James Blacnlook, carga assucar.
Canalbngun inglez Heid, capillo John
Warreu, eirga aastioar.
Ptillaslelptiiabarca americana John Far-
5 SS XXI r iSfi-r^K g Costar ezea ju, mu,,! **mg>
credores iucertos do mesmo exceulado, para d
1
so
E P'" r"",".' IZ'.l'"n. .VZ'.'''! Je admiii.strido.es icaudo os mesmo
o nja.s dous uo mesmo teor WlWb sil- e advertidos que nio serlo admilti-
xados nos lugsresde.ermm.do no art. 538 of proeorld()r Mle ngo tjer pode-
do mesmu egul.menlo. e pul.|lMdo pe erji,es pir, ,c[o, que a procura-
Kmb'uco'e'm n^^.io'ue ,d8052n,CE'uejod,! V}? ?" d.d. .'pesso. qu/.ej. de-
quiui Jos Pereira dos Ssutos escrivli o
s.ilisc ci-Jos Raymundo da Coat Me-
nezea.
O lllm. Sr. inspector da thesouraris de
fazenda, manda fizer publico que ousdias
I, 8 e 15 de jumo, prximo viudouru, irlo
praca, pennlea mesmi Iheaounrii, pira
serem arremalaJos quem mais der, por
um trono que comecir i conlar-ie do 1."
de julho seguinte, a renda doa predios
ba.so declirados, perleucentes ios pro-
prios nacinnaes: as prsso-s que quizerem
|an{ir comparerjam nos referidos dua Is 12
horaa da manhli, cum seus lladoies compe
ten emente habilitados.
Secretaria da theaouraria de fazenda de
Peroambuco, 18 de maio da 1852.
O offlcicial-maior interino,
Emilio XavierSoireira de Mello.
Itelaca dos predios que te refert
edilal supra.
I casi de sobrado na ra Diieila, de dous
andares o luja.
I dita terrea na ra de Santa Tbereaa,
numero 31.
1 araazem no Forte do Mallos.
I e-si Ierre, na ra da Aguas-Verdea.
I dita din na ra de Stnta Thcreai.
O lllin. Sr. inspector da tbesouraria da
fazeola provincial, em cumprimento da or-
dem do Exm. Sr. presidente da provincia,
man la fazer publico, que nos dias 25, 26 e
97 do correnta Ir eprafa para aar arrema-
tado parante O tribunal idministrilivo da
mesms tbesouraria, a quem por menos fuer
vedur ao fallido, nem um mesmo procura-
dor representar por dous diversos credorea,
Recife 17 de maio da 1852.
Oescrivio interino.
Minoel Joaqnim Raptista,
*

"
Declarapocs.
Admiairlraflo d palrimoni dos orpkiot.
Parante a .dmiiuslriclo do patrimonio
dos orphlos se hlo da arrematar a quem
mais der, e por tempo de tres -tunos, que
hSo de ter principio do 1.* de junho do cor
rente uno a 30 do junho de 1853, as ren-
das dos predios seguiutes:
Lugo do Collegio.
N. I o segundo dandar.
Ra do Ojueimado.
N. 33 loj grinde
V 38 dita pequea.
Ra do Collegio.
N. 33 essa d < dous andares e lojl.
Ra do Ciespo.
N. 9 dita de tres andares.
Largo do Paralzo.
N. 29 Os doua andares.
N. 29 a luja.
Ra das Lerangeiraa
N. 17 ceas larfua.
Ra do Rangcl.
N. 58 dita dIU.
Pr ca da Boa-Viste-
,\. 13 casa de dous andares e luja.
tttft VeJha.
N. 33 casi terrea.
EM
iiri.M BARROZO DE MELLO.
DEDICADO AO ILI.M SR. ACADMICO AN
TOMO ALVBS DE SOUZA CARVALHO.
Ordem do expectaculo.
i." o iira u.n em 3 aclos Miguel Angelo Ca-
ravaggio.
2 Meu Amigo Cispar!!.' comedia em
I acto.
3.Um quirto comduis camas, comedia
em I acto.
He este odivertimonlo com que o bene-
ficiado se despede ta Scena Pernambucana
e de seus inumeros protectores a quem des-
de j tributa sua externa gralidlo.
Prineipirs horas do coslume. _____
. ir.
Avisos martimos.
Para o Rio Grande do Sul, sai domin-
go, 31 do correnle, o patacho nacin*! Eu-
lerpe, capitn Jlo Conc raceber algum lassagi-ho, para oque Ira-
ta-se ni iui do AmoIIo, armssem, n. 14.
ou com S Aojo, na rus di Cruz n. 33.
Para o Rio d Janeiro,sabe no da 25 de
correnle O b'igue Hecife.pari o restante da
c>rga, eseravos a frete.ou pasasgeiros, para
us quies lem bous commodos : tr.la-se ns
ruido Colleg'O n. 17, segn lo snJir, ou
com o cifitioMsnoel Jos Itibeiro.
Esperi-se por estes diis de Lisboa o
patacho portuguez Destino, o qual se pro-
pOo para a ilha de 8. Miguel : quem no mes-
mo quizer cirregar ou ir do passagem, di-
rija-sacomintcc'jdencii aos seus consigna-
tirios T. de .11,111 no Fonseca di Filho, ua ra
do Vigirio n. 19, primeiro id lir.
Para o Porto segu com brevididea
barc portuguaza Olimpia : quem na mesroi
quizer csrregar ou ir de pisssgem, enten-
da-si com os seus consignatarios T. de A-
quino Fonseci t Filho, ou com o cipitao o
Sr. Jos Thomaz de Lima, na pnci.
Para o Kio de Janeiro vai sa-
bir com a maior brevidide pmwivel
o brigue nacional Vencedor,para o
reato da carga, passageiros c esera-
vos a retej trata-pe com o capito
Cleto Mareellino Gomes da Silva
ou com os consignatarios Novaes &
Companbia : na ra do Trapiche
n. 34.
Para o Ar csly.
Sahe coro brevidade o Inste Flor do Cunj-
ripe : 1 tratar-se na ra di Cidela do Recite
n. *9, aegupdoindir.
v Seguir pera a cidade do Porto, lie u
lim do correte mez, o brigue portugue'
MUTILADO


Botn Pastor, da prlmrlra marcha, forrado o
ancsvilhado de cobra, tena motada do aeu
carregamenlo prompto, reoabendoo resto
(ra, e uiiiheni pasaageiros, para o que lem
,i,i excedentes comroodos : trata-secom
Billar \ liveia, na ra da Gadeia do Itcci-
fe, armazem n. 18.
Leiloes.
O 'ir. Malet, tendo de ae pssssr da sua
casa de campo para o Recita, far leillo por
intervencso do corrrt ir Miguel Crneiro,no
da segn la-feira. SI do correnta, as 9 ho-
ra, da manilla em ponto, no snu sitio na
l'assagem da Magdalena, d.i sua mobilia,
r insistin lo em ricos sofs, caileiras, mesas
,-ni pedra, dita para jamar queadmitte 30
pessoas.guarda-roupa, piano de Rroaiw >rd
te. ele ; assim como mappaa geographi-
i'os, livros, instrumentos de msica, espin-
garda para caca.um grande vireiro com pas-
(iros, deliciosos vlnhos engarrafados, um
fogloamericano, umcabriolet inglet con
arreios, ocavallo excellcole trotador, a um
hule com Trias.
MaHMalBiaaVa^aBVaHalHBMsaal
Avisos diversos.
XAWt BO BOSQUE
a lllm. Sr.--Em resposti sua carta, pe-, ve prepa-aco com boa por(8o de rege'aes.nicas do paito, mas o seu proprio autor
__ i > i _*. _aWa> .ilitlln k n i ata I > m d>* nliiilrp *->.> tina! 4 m wm **. I .i r'i um mili 11 f I *t 11 t naa aa* i n 111 n r nnmn lniina n A II am
Na Soledade, casa n. 70, se aluga
b-m conh'ci lo moleque Joas, aco a serair emoasasestraiweiras ; cosinha, h
liom comprador, Bel, muito dellgente, e ndo
lem vicios; oulro para qualquer servido,
mesmo de sitio, hebim trabilhador. Tam-
liom ae rendem ps deaapoti, de laranja lim-
tiua, e outraa plaas, assim comotambem
i' i. c 11 de erriluas.
DesappsrCfo, ha quinzo dias, urna
preta es'rava, de nomo Delfn, repiosenta
lar do idada qoarenta minos suppoe-se
rslar oceulta em algum lug-r; lovou dous
i sli lu de chita, um de liscado e oulro
pintado com marca prela, h alia e magra
levou um pe laco de panno da Costa, e an
da i vezes vndenlo agua e f netas. Ro-
ga-se todas as amurilla les o espilles de
campo, ou qualquer pessoa que liver niti-
ria della a prendam e mu lem levar na ra
.! i Apollo, em casa do Sr. Norb Tin Joaquim
li- Guedes, que ser* lecotnpensado
> 99
*' Companhia de fieberibe.
:, Nao se tenJo reunido nu-
la qual V.8 pelea minhi opinISo acerca das
virtudes medicinaos do Xarope do llosi|ue ,
iransmltto-lbe o resultado de roinhas m ia-
gacfles sobra o dito remidi no parecer que
vem annexo i minha carta. Snu de V. 8. ,
com dedicacBo, atiento venerador e criado ,
v J Slgaud.
Rio de Janeiro, S8 de agosto da 1831.
Hoja que a potencia do annunclo domi-
na soberanamente, que ella se tem tornado
alavanca da industria e do commercio, en-
grandecendo o circulo de suas operacOes
diarias, e que para'as relajeados povos al-
ia he urna garanlia, assim como uina neces-
sidade imperiosa, cumpio, em vea de pro-
curar anniqoila-la, diiig'-la, ter com ella o
comporlanfentoque observara os estadistas
respeto das icvolucOes quenSo piem
tlSr. ManoelFerroira Cosa, lem urna
cuta na trsvessi do Trem, n. II, rus da[soflboar, porm que sabem dingr.
rala.
de pinntii.s conducidas na malcres medica, I nflo o quer inculcar, como alguna o dizem,
ejuntououtra parte desgentes therap-utl-1 remedio universal.
eos, os quaes da ordinario se empregam se-1 Da crio o Xarope do Bosque no be
paradamente ; porm, que dcsta vei, pelaluma comnosicSo falla por curiosos ou cu-
suaruniSo, corresponden! ao lim a que sal rsnteiros; he o resultado de cnnli cftnentos
prn.i'i/. o sutor, que fui de preencher si-I praticoscm chimira e em materia medica,
mltanosme le as varias modiflcac s off-lSahendoaugregar com hbil escolha subi-
rccidasao Intamentodasmoleatiasdopeito.|tandas medicinaea, asquees nllo san Ineom-
f} mero stifliciente de accionis-
P tas da coni|) inhia de Beber-
be, pira poder haver sessao
da a.ssemblca do dia

m
'.7 d0 e|
* corrente, ficou Iransferida a 9
j reuniao para o dia 25, e ?5o I
r de novo convidados os mes- *
fe mos senbores accionistas, pa- I
j. ra que hajam de comparecer ^
nesse dia, no escriptorio da 4
> cumpanltia pelas 10 horas
I da tnanbaa.
Aluga-se a casa Ierre*, na
ra Augusta n (J4, com commodos
para grande familia : a traUr na
ra do Queimado n. fC). priroeiro
endar com J0S0 da Gunha Soa-
res (itiimares.
Jardim dos Damas.
Sahio luz o i{Unlonumcro des-
Ic peridico contendo, como todo.
us ouirus, materias de instruc^ao
e recreio ; he nrompanliudo de
urna modinha com acompanha-
mento de pian), pelo distincto ar-
tista pernambucano, o Sr. Pedro
Molauco aptista. Continua are
crbiT-sc assignaturas para este pe-
ridico a razo de 2,000 rs. por
serie de seis nmeros, na ra lar-
ga do llozario n. 35.
- I'rjspassa-se ou faz-so al-iima tran-
1 {."1", com urna hypotheca de debito, e
.:..i,'.io, que existe no engenho Sania Ua
na, lia puucu levantado, na comarca do Ca-
lo, a qual devide com os engenlios de Sibi-
lude Santa Cruz, Caxoeira, 'j-saia; he de boas lerraa, malas, e do
niuitaproducc.no; es maior parte das Ier-
ras comprdas pelo dito hypothecario, que
im-cu dinhciros para confeccSo, leranla-
meotodo engenho, para moaiida,taxas, ai i
mies, e fez supprimentos ao mesmo enge
ho o que ludo consta da hypollieea, ele-
Iras pagas, e da cunta coi rente, approvada
pelohjpiilhecante. Os juros que leem de-
corrido a um e meio porcento ao mez, com
"principal, at esta data prefazem a quan-
lia de is 23 909,580. Todo o engenho, feus
ptrtpncfs.e msis bens possuidos, e porha-
tereslo compretien lidos na esciiptursde
hypnihrca, lavrada no cartorio do labeliSo
i.uiheroie patricio, em tt do s'temhro de
USO, e regatada na comarca do Cabo : o
negocio faz-sc coso aciencia, e approvacSo
lo mesmo hypotmxa'nte, o qual nenhuma
bjeccSo op.'fle em tnder dito engenho,
Pare dcsoiicracSo dests hypotheca : oulro
ai, o mesmo abaixo asslgnado fara tam-
l*m qualquer tran que possup, aceitas pelo actual rendeiro do
'ngenho Barbalho, na comarca do Cabo,
Waiido seis vencidas desde 18*7 at ao cor-
'enteanno, e duss a vencer em 1853 e 1854,
i" talor principal, e juros, de um por cenlo
o mea, t esta data 15;007,000 : quem pre-
lender dirija se a ra do Hospicio, a fallar
c Jos Marques da Costa Soares.
- Aluga-se o primeiro andar do sobrado
11 mi do Apollo n. 16: trata-se na roa Hi-
"ila n. 25.
--Osahsixo asslgnados fazem scicnte a
fluem pussa interessar que no dia primeiro
Js mam uo correle anuo apartaran) amiga-
'"Imente a sociedade que linliam na renda
ra da Crol n. S7, llcando o socio Manocl
taiicalrrs de Azerertu Ksmos obrigado ao
''......|!i--ivn tendente ao mesmo estab,i-
fcimeiiio.-j.uiz Jos de S Arsujo, Manoel
encalves de Azevedo Ramos.
- Quem precisar de um pretn, escravo,
"om cosinheiro, piefermdo-se casa de ho-
""11 solti ro por aluguel,pde eniender-se
Cl|m Sa Araujo, na roa da croz n. S3.
- As pissuas herdeiras do tinado Anto
"'o Mauricio lluarle, que tiverem partero
lio i. un mina Jo t'.'andena estrada do
*"aial, dignem-se entender-ee com o abai-
'SMiimio, na ra do queimado, segundo
'Mar do sobrado n. 18.
J0B0 Jos do Reg.
Aos saibores de c.genho.
Predoctor do Almanak da provincia, de-
ajando mencionar no mesmo Almanak, o
"tome dos proprieta ros a rendelros dos en-
t'nlios, roga aoa meamos senhores se dig-
1 i" mandar sus loja de livros n praga
,: Independencia na. e 8 os aeu nomas, o
1,1 "> do engenho, a fraguezia, rilla e co-
"' a que perwncer e se fr reoieiro, o
" nooie e do proprlelsrio.
OXaropa do Boaquo oceupa entre nos
as cem boceas da fama, quer na capital ,
quer as provincias do imperio o sustenta
a -111 replselo des le orna serio da annos. O
creailo de remedio peitorsl he baseado so-
bre repet Iss e numeioass curas de bronchi-
tes, deelTeccOee catarrhaos, de sslhmas. e
mesmo de phthica pulmonar nos seus rri-
mairos periodos. Els o que urna imparcial
averiguacSo d por ceito, apela applicscflo
que por tres annos s"guidos tenho feto do
Xarope do Rosque cm casos idnticos, o re-
medio nao lem desmentido s sus valiosa e
bonefica reputac,9o cm tolas as occasid's
que Uve de o empr-gsr. Fundado no prin-
cipio deque a uniio de varias substanci'S
ors necessaria para compr um romediuef-
ficaz contra as nu'i erosas mol slias do pel-
lo, o autor do Xarope do Bosque, ajudado
pelo pharmaci-utico que legilmente dirige
a sua ofllcina, conaeguio Construir ut no-
Resulta i'a cirnposlcl'iriii Xarope do Bosque
urna acf^o que opera sobre a composifo do
saugiu-; ella loma-so assim nica, e vem a
ser depois sedativa. O elTeito expclorante
he puramente secundario ; todava hecer
to, e ndo deixs de valer muito para o cura-
tivo de catarrhos chronicus, do hrunchites
teimosas, de crias especies deaslhma
|i>ra modificabas loses tubcrculosss no
periodo de S"U desenvolvmenlo. Us elo-
gios que se fazem ao Xarope do Bosque para
curar a pluhisica pulmonar equivalom aos
giitus de enlhuslssmo quoemoutros lam-
pos se sollaram com igual (error em aliono
do cloro dos vspores de carvfio,dos xaropes
deCodaina, de phelland'ium, do melhodu
do r Latour, das mermeladas de Trun-
chin e de l.anetti, e al ''a gomma elstica)
silo os mesmos quehoje seprodigallsam
oleu de flgado de bacal nao. Todos estes re-
medios valem alguma cousf no principio e
no desenvolvimenlo da tubereulaeflo; po-
rm qoandn a iiiallr se purulenta est pa
tente, ninguem se atreve a proclamar in-
fallivel qualquer agente therapeutico ; o
mtllu nncr/is quain nullrm serve de disculpa
para todos. He misler p lano perdoar aos
seclnrioa do Xarope do lloiquo a gralidu
que os anima, sem todavia partilhnr coga-
mente a sua fantica llngosgem. O Xaiopp
do Busque he um po'eroso remedio para
curar varias enferrnidadcs agudas e chi
o-l I11
pativeis, o sutor nSo per leu de vista o prin
cipij salutar-que a minio faz a forca, e
entilo souhe unir plantas e tirar partido del-
las, nilo querendo introduzr na confecffio
des n xsrope peiloral agentes mineraesuu
corpos activos, cuja acijJo Dea depoia neu-
iralisada pela fermenta;llo ou pela mistura
de qualquer alcoolil".
A analyse do Xarope do Bosque de-
monstra que nada de nociro entra em sua
r inu n-iriii, e que o autor seguio as regias
do urna sinsata posologia para a disiribui-
c'i das substancias medicinaos, fugindo
imitar cerina curandoiros que carregamas
suas raceltascoindses exageradas,equenflo
sabem reconhecP1 viiluje de certas plan-
tas indgenas enenosas,n romo liles
1 me 11 pfel lito a saude publica.
Af'Slo'iVi o autor do Xarope do Bosque
do emprego de medicamentos allomles,nos
qusrs os alcalinos oceupam um lugar tflo
importinlecomo o do mercurio, do iodo,do
arsnico. Ot alcoliuos exercem sobro a eco-
noma 11-i 11 grande influencia, do mesmo
modo que os cidos o sangue he natural-
mente alcalino, porm ate ceito ponto, e
he jreciso terem vista a sua composic,3o
para nao int'oduiir em remedios peitoraes
agente ou substancia que o neutralisa, ou
altera as quali bdi-s rhimicis que do san-
gue reparte as varias secreces do corpo
10 ano. O li'n nu tencionnu seguir o au-
-- l'recisa-se e ou lellias veli.aa : queui, f.eci.-a-.se oeun relluadur
tiver para as vender, dirija se a rus do Ran- Codorniz n. 18.
gel II. 35, tratar. ## 90*$ !
-- ocaixeiro portuguez, que diz Icr inui- a> p;a (jamboa do armo, casa
la pratica de venda,appire;a na ra da Moe-
da n. 25. '0
-- Per leu-so qnarlt-feira, 19 do corrente, 0
da ra .viva al a ra larga do llozario, de- (ft
fonle do beccodo l'eixe Frito, um brinco a>
de o uro com um diamante: quemo tiver f>>
chado querendo restituir, levuo a ra do (
Rozario da Bua-Visla n. 46, que ser re- 0
compensado, e ruga-se bem pela falta ; e as- 0
sim espea-se de quem o acliou por bonda- l commodus.e se olloreco
de e conciencia o cit-egiie. prec sa. -------M
- OSr. Domingos Jos de Olivoira Hibei- ##tfVW 8 0#0000#
n 6 M
Cozem-sc vestidos de qualquer fa- y
zenda ou felioque suas donas pre- al
tendercm, c lambein palitos, capoli- a
nluis e nantelelcs,mesino COSlUra de a>
aif-iii', enfella-sechapeos depalhi- 4
nha oudesetim, ludocom perfeicao s)
e prompiid3o,por pre;os iuleiranien-
garanlia
ro tem urna caria a entiegar : no pateo do
Collo.-io, luja do livro azul.
-- i.uimai'iles .v Uliveira, commerciantes
na villa de- Porto Calvo, avisam ao publicj,
que devendo aosSrs Souza ii Mello, csta-
lielecidos no aterro da Boa-Vista a quantia
de 356,000 rs. em urna letra passada por pi-
les na data d- 4 de novembio de 1851, pr-
ximo passado, e que se venca em de mar-
co de i852; os mesmos Srs. Souza & Mello ment a
receboian o pagamento dests letra,remetlido "
em carta com o fexo de 8 do mesmo mez de
Jo.to Teixeira de Souza Lima exporta
para o Rio do Janeiro seu escravo. pardo,
de ilade 22 a 24 annos pouco oaisuu me-
nos.
ignore
Alenla Brrelo
vir dar cumpri-
'e assignado pof
Sr Jos de
Haslos queira
um va
reeeboiam o pagamento dests letra, remetlido Vine, desde iG de iunho de l85o;
._ ._..* Mea I .. ;. .1.. ft .1.. n.......ii iii.ii alai
nao se contanlo o lempo em que
Manuel Ignacio Je Oliven coupia ac-
1,-i'm's do banco de Pernambuco : na l'rne.i do
Commercio n. 6.
O thesoureiro da lotera do
Livramenio, faz sciente ao arespei-
tavel publico, que a lotera corre
impreterivclmente no dia ><> do
corrente, ainda mesmo qna fiquem
bilhetes por vender, o restante dos
bilhetes inteiros, meios, quartos,
decimos e vigsimos, est tu expos-
tosavemla, na loja de miudezas
da pr9* da Independencia n. t.
ilbetes inteiros 10,000
Meios 5,ooo
Qnarlos a,6oo
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Prccisa-se de urna ama para o servido
le compras e eogommado, de urna casa de
duas pessoas de familia: na Ponte Velha
tordo Xarope do Bosque foi de aggregar
suhsiancias queoperassem sobre o sangue
segundo o mesmo modo que operam as pre-
parara -s de ferros, e euUo a 30a e.-colha
foi eliz, pols os ingredientes satisfazem, a
meu ver, o fim prouoslo.
O Xarope do Bosque he ama composi-
CSo pbarmscull-a complexa ; nSo se ba-
se* sobre um agente nico, como certos re-
medios que se procuram Inculcar encerram
isuladamenle. Ella nfln perlenc classe
dos rabucados p-itoraes uu das pastilhas de
assucar qu imado, que lano ae gabam
sendo o seu valor cousa trivial, o Xarope
perlence oais rlerada e sciontilica cate-
gora pela sua composieflo pharmaceulica
e naturalmente 1 lo-se rollucar na lista dos
xarores de repuUcflo merecida que llguram
nos formularios, como os xsiopes peiloiaes
deLamou/oux, de Descssarly, e os xaropes
depu'Stivos de Urrey, de Portal, de Rlcord,
e ue Divergie, remedios mrgistracs que os
nossos facultativos receitam diariamente,
sem loilavji serem inteira los de sua intima
composieflo.
A minha experiencia dioica declara-se
em abono do crdito do Xarope do Bosque
depoia de haver eu feilo uso ni multiplica-
dos casoa de bronchiles, coqueluche, angi-
ua do peito, e as leso s agudas e chronicas
dos pulmOes pelo espaco de tres annos,
consecutivos Desejo que hoje, quo o cr-
dito do Xarope do Bosque est lirmadn, o
seu autor nllo continu ior muito lempo de
o llenar na categora de remedios secretos,
e que lar 1 ao povo, que lio boa aceitacao
faz ao snu remedio, um li indicio de graii-
ddo, publicando a sua receita. Eis o meu
voto sinc ro, eis a opiiiIo que professo em
abono das virlud s medicinaes do Xa'opo do
Bosque_________________J. Sigau I. >
Compro-je orna tualhs com laberinto
roda.que seja ora ou esteja em bom esta-
do : quem tiver annuncie por esta folha.
Cumpra-se um sobrado de um sndar
com bons commodos, que seja no bairro da
Boa Vista : annuncie ou dinjs-ae a ra do
Hospicio casa a, 17, que se dir quem
compra.
Compra-so urna abundante e rica baga-
geiD, que seja iguala quepossne Jos Joa-
quina. I'inho de Meu lonea : quem tiver an-
nuncie para ser procurado.
Compra-se duas escravas crioulas OU
pardas de 12 a 20 annos, que tenham boas
figuras : na rui Nova n. 16.
Compra-se
caas terreas ou sobrados da um sndar, em
boas ras: quem aa liver dinja-se ra
das Aguas-Verdes, traressa n. 48.
Compra-se um diccionario de francez
para portuguez de Roquell, que estejs em
meio uso : no caos da alfandega, armazem
grande, defronte da escadioba.
aaaaaaar am^mmmmmmmmmmmwam
Vendas.
ATTENCi.
Fabrica do cha,eos de sol, no atierro
da Bi-Vsta, n. 22.
Nesle novo estabelccimento recebeu-se
um novo e lindo sotijincnlo de ch pos de
sol do ullim > goalo de seda e de panoinho,
para hoinem, de armac3o de balis e de ac,
os quaea se ven iem por menos preco do
que. em nutra qu.lquer partas e um grande
aortimento de sedas e panninho de todas as! Testldo (ll8" "9 l m'g|"llc.o *cto, queira
cores e qualidades, para quem quiier man- mM"'*r comprar na loja, abiko detignada,
dar oobrtr as atnaco s servidas tamhem a as mais r cis franjas de seda branca o de to-
vendem baleas para vestidos de S"nboras e das as cores, bem como lindissimas flores
se concertara chapeos velhos. esteiam no s- franc-zas'fara onlYio dos ditos r-stidos,
t .4, ^_____...l___ J v'' fliinnniiAa da iitrnioin ',.r
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 10:000,000 de rs.
Na loja de miudezas da praca da
Independencia n. !\, venJem-se bi-
lhetes inteiros, meios, quartos, oi-
tavos e vigsimos, a beneficio da
7. lotera das Amoreias ; ditos in-
teiros, meios, quartos, oitavos e
vigsimos, a beneficio da 55. lote-
ra da Santa Casa da Misericor-
dia, vem as 3 listas no primeiro
vapor do l'io.
. He do melhor (rosto.
Riquissimss pulseiras de fita de velludo
de se la com flveWs e. franjas de raadrapero-
la, voltas do fita do velludo paa pcscico
cu 11 muito bonitas hvelas de mai re crol e
de metal dnurado, d'um modelo intai'amen-
te novo, anida uflo visto uesta provincia :
a sonhora que se qui'.er presentar no maior
rigor da mola pela i'-sta doKspirilo -S-nto,
mo deixrr, porcerto, de as comprar na loja
do miuderas da ra larga do Rozario, junto
botica do Sr. Rirtliolomeu. liao-se aa
amostras.
Aviso em tempo.
A illustrissima senhora pernambucans,
que se quizer apresenlar no suspirado c
memiravel dia do seu casamento, com um
marco oque aquellas senhores aecusar-m wwmjmvnjmm .c,P---------",'"'in,.!.*Aiu.M o nrimeiro andar da casa ,1a
em Ju. el. con o fexo de .6 do mencio- contrah.o tal divida, que ^^^^^^CfXS^J^A
alguns mezes at qne para se vendar da mesma.
nado mez terem recebido, nella deram qui-
ta;ao de paga a mesma let-a, de que tam-
iicui cousa alguma se devia.como declaram, ll
e que nllo remeitian a letra paga por des-
confianza do. portador, e que com avista
nos emregaria ; porlanto, pessoa alguma
receba dita letra por qualquer transac(flo,
ou negocio.porquo j est paga.e os annun-
ciantes non eslo obngedo<, malicia e mi
le daquelles senhores ; c o mesmo acoole-
ceia aquclle que a tiver, ,. apresenlar.
-. 11 absixo assignado ailirma multa po-
sitivamente aos i'liilo de perooar a minha
falla de malcroacdoj lllms. Srs. los Jos-
quim Pinlio de Mendonca e teslemunhas no
Idario, nao escorregar nem com dez ris
a Ss. Ss. em quanlo nSo se alrevorem a
provar em juizo o tal crdito Bem atolado
ando eu as tristes consequenc as para a
minha algib-ira da capacidado que julgava
em certos peraltas desla ci lade, mas falta-
va-me espromentar a lesma que era o lllm.
Sr. Mendoiiga. A quantos de iguaes maullas
que como aquello
exigencias passou
vre de tantas
o mesmo.
-- Bcseja-sefallar aos Srs.- Antonio F. Ro-
drigues Selle, Jos Felisberto Gama, Jos-
qnim Moreira da Coila a negocio de seu in-
leresse : na ru > Nova n. 26.
Uini inuili 'i ii" bous costumes se olTe-
rece para ama do iulerior da urna casa de
lunilla : na I ua da Calcada n. 12 loja.
-- Clipgando a noticia ao Dr. Pedro Bizc-
r l'ereira de Araujo HcllrSo, que seu escra-
vo pardo de hume Joiquini que se aeha pre-
so na ca leja da cidade de Cinanna, le par
tir um portadora lomar conhecimeulo s-
era verdade, e preaine as autoridades que
flzer a appaeliencflo que fea cnnduiir a es-
ia cidade do Itccfo o seu correspondente
os ra do Aragito o. I,
o lem precisar de um caiX'iro portu-
guez para venda o qual lem muila pralica.uu
para out-o negocio ; annuncie a su i inorada
A pessoa que annunciou a ven la de
um casa de um andar, na ra do Encanta-
mento, e uuira terroa na ra da Senzalla
Velha, inuuncin o numero das mesmas pa-
ra ver so agradSo, ou procuro no larxo da
prac,a do Commercio n. 6, primeiro andar.
lado em que estiverem.
-- Madama Bonoefond com um fllho me-
nor, renra-si pa ra o mu de Janeiro.
-- Aluga-so o lercelra andar e sntfo da
cass da ra do Vigaiio n. 25: a tratar no ar-
mazem da mesma.
- Francisco Msthias Pereira da Costa,ex-
|0-ta para o Rio de Janeiro os seus < sera vos
Joanna de nacSo Angola, de 30 annos; Ro-
mana, crooula.de ib anuos; Francisco, par-
do, de 40 anuos; Francisco, pardn, de 22
annos.
Precisa-so de urna ama, parda ou preta,
para todo stvco do urna casa de pequea
familia, que atiba nosinhar e engommar: na
ra do Rozaiio estrella venda o. I.
-- Precisa-so de urna n.ulher de meia ida-
du,e que s> j i desempedida.para ama de urna
casa de pouc familia, que salba engommar,
e cosinhar : na rus do Crespo n. 10.
Xisto Vieira Coclbo exporta pira o Rio
de Janeiro os sensescravos cn'oulis Domin-
gos menor o Francisco maior.
possam apparecer ( ainl. ...... v...- -,...., ra ser procura o
nAo andemsempre com a ^"Jebailodo Culrirflei ,ienriqlle, remcltem par.
br.co. P...s para conduz.r as suas ricas b.-, RJo de j3i)ejro ^ g,^, esc ,!
gag -
mel
rns, sSo imisponsaveis numerosos c>-i. _,hp, ,,.
los, lllm. Sr. Mendonca ) desde ja f..co Dr u*
..i .i_.i..-a U.A...I.. nt.a, r. pplmn.1'"aoe ID an
e 22 anos, e Joaquina creoulo do
igual declaracSo. Innocentes qqeri ceben-
do por encontr e por saldos, embaros e
crditos de leiceiros, ou objecioa, apresen-
tam-se agora a exigir coditos que nunca
existiram, por tal razDo s o juiz compe-
tente os p le convencer da sua errada pre-
sumpfo, ou mais requinta la ma l. Tes-
lemunhas em jui70 sSo um ponco mais va-.
llosas, que aquellas qoe* para favorecer
urna retirada, asslgnam cartas para o Dia-
rio. O publico teit visto urna arenga d'ia-
g'adare!, e a este, eu afflsnco nllo dar mais
resposta a taes chicanas.
Jos de Almeida Brrelo Bastos.
Napolen Gabriel Bez& Companhia en-
barcam para o Rio de Janeiro o seu escrsro
de nome Antonio ceouln.
Napoleo lialuiel Bez & Companhia em-
barc-mpara o Rio de Janeiro o seu e.-cravo
creoulo de nome Antonio, idade 35 annos.
Desapparcceu do engenho Noro do Cabo
a 8 Has o ascraro creoulo de nome liento, of-
flcial de ca pina e inestie de assucar, e com
os signaes seguintea: alio, corpo regular, bo
mas fei(es, boca pequea, suissaa pouco
embastldas, tem um signsl, como urna fita,
que I lie senara a testa ao meio, e pega da
raiz do cabello direitn ao naris, e tem lima
falta de denles na frente : quem o pegar le-
ven ao dito engenho, que sera bem recom
pensado.
O ebaixo assignado vem por este meio
agradecer oa benvolos favores que levo du-
rante o lempo que esieve em casa do Sr. Ta-
bo'da e o Sr. Mendonca e mais Srs. em ge-
ral e como nSo podease se despiJir pela
brevidsdo de sua viagem, pO' isso pedo dis-
culpa de qualquer falia, e se off-iroco para o
que Ihe for preslavel no Rio de Janeiro on-
de be sua residencia.--Antonio Jos Ri-
beiro Bastos. .
Arreoda-seum sitio na estrada do Re-
medin. S.cooliguoao do fallecido uei.oz
Fonseca, com ba caaa de vivenda, casa de
feilor, cocheia, eeslribaria separada, bem
plantado: para ver no mesmo sitio, e ara
tratar na ra da Moe la n. 25.
Quem iinnu em no Diarlo de terca
feira, 18 do corrente, qoerer comprar urna
loa Iba de labyrinlo roda, dirija-ae ao bee-
io largo do Recife, s-gundu andar do sobra
don. I, que achara uma loa I ha do melhor
gusto que be possivel encontrarse nesle
genero, tanticos bemfeteiie,comoo flnis-
amo esguiao em que est estampado.e por
commouo preco.
.. Aa pessoas que tiverem contas com o
Dr Malet, quairam aprtsenta-las em 8 dias,
contados da data dasta, alim de seiem ve-
rificadas, que depois de Ando oa 8 diaa ,
nenbuma eonta aera reeonhaaida : no ar-
mazem docorretor MiguaJ Carnriro, na ra
do Trapiche n. 19.
Oabaixo assignado, lai sc-' ""^s^"1* "' A""""""'Po
& para o Rio de Janeiro os seus escravos, Seve-
ente aos seus devedorts, que ate rio e Nicaelo ciioulus, Antonio de ns-
olimdemaio, queirum vir liqtti-'J,3" Costa, Kfanclaco eMaitiuhu de uac.io
i ii i r j Congo,
(I ii o que Ihe ilevem, c lindo este Aluga-se na iravesss do Mondego uma
|iii'imi, cnlao nao llavera quexa na
public nao dos .-eiis nomes. An-
tonio da C'unba Soares Guimarcs.
GABINETE PORTUGUEZ
DE
LEITRA.
nos.
-- Precisa-se de um rapaz para caixeiro
de venda,que entenda alnunia rouaa, brasi-
loiro, ou portuguez : em Fora de Portas, pa-
teo do Pillar ii, 21.
Mes ippaiec.io um cavallo no dia 13 pa-
ra 14 do corrente, com os signaen seguiutes :
castanho escuro, quazi prelo, bem carnudo,
calfado de um p e de uma mfio, sirella
na testa carrega lor haixu, fazendo segunda
muda, com uma ve ruga em um olbo; quem
dolle souber, ou o pegn queira dinjir-se o
sitio grande do Sr. Ilerculano ; ua bolidade
ser recompen.ado. .
Domingos Jos Alves da Silva, mora-'do contrario
dor na cidade de 0 inda, roga a todas as pes-
soas, que tem tenhores em seu poder, que
ns venliam resgatar no praso de 15 das, da
data deste, e passado este praso serSo ven
iii los para seu embolso, llcando obrigados
p"lo restante.
-- Precisa-se de uma ama, para lodo o
servifo de uma casa de pouca familia : no
ale io da Boa Vista n 78, loja de miudezas.
' -- Joanna Mara da Conceit.lo, faz acier-
te ao espeltav I publico, que ninguem fa-
Por ordem do lllm. Sr presidente da as-
sembla geral, se convocam os accionistas
para reuinio geral, no da 23 do corrente,
pelas 4 horas da larde, para se proceder
eleic>i do conselho deliberativo. 0 se-
gundo secretario, M. J. da Rocha.
- Precisa-se de um Caixeiro, com as qua-
liladesquo se Iheexigirem, e do procedi-
mento abonado : quem convier, dlrij i-se
ao caes da Alfanlega, arazom de Seraflm.
ATTKNCAO.
U abaixo assignado, avisa ao Sr. Fran-
cisco Jos Vianna, mina lor na ra dn San-
la Rila, n. 7, que em continente entregue
au Sr. Jos Concalves Ferreira e Silva
quantia de 393,317 rs. de saldo de contas
fara patente ao respeilav I
publico o prucedimei lo do mesmo Sr. Van
n, como um correspondente..............
Ass, 17 de foveroiro do 1852.-"Jlo Mara
Julio Chaves
[Uadanii Jtoutier, modista france-
za, ma Nova n. 58,
acaba de recebar da Franca, pelo n vio
Con te Roger a os objaelos seguintea : um
grande soriiuiento Ba ottaj)us da montana
ultima un id aje Paria, pulsekas, cha
casa terroa com commodos para familia,um
grande telbeiro no fuudo com um excelleule
orno de Padaria : quem a pretender, dirija-
l a mesma casa n. i, quo shi achara com
quem tratar.
-- Precisa-so alugar uma preta captiva pa-
ra vender ua rus : quem Ihe convior annun-
cie por esle Diario o paga-ae bem por mez
uu por semana c informe se ajusfar com seu
senbor.
I' ecisa-so para o vapor do guerra Cua-
piass de I bom cozinbeiro do fimo e mas-
sas; quera seachar nessa circunstancia,e qui-
zer .-e contratar, cumpa i oca a bordo do mes-
mo vapor.
Cun pessoa do ca.iaci lado, isenla de
familii, piopOe-se a administrar um csta-
i 'icun -niii de padaria, sendo cala no ceu-
tro da cidade, mediante urna sqciedsde, en-
trando para este flm com algoot fundos: a
quera este negocio convier, annuncie por I
esta folha para ser procurado,
Aluga-se um armazem no Forle do I
Mallo, na ra do Amorira n. 11: a tratar na
ra do Apollo, venia n. 19.
Precisa-se de um leilor portugus, se'
que nunca se srrependero do tflo diminuta
despeza. Hilse is amostras: na ra lar-
ga do Rozario, loja de iriudezas do Cardeal,
junio i botica do Sr. Bartnolomeu.
Attendei e vede,
que o maior ceg be aquelle que mo
quer ver.
Miopes! mocos de vista caucada, vclbus
que uflo rnchergais um palmo diaote do na-
riz ; estu Untes que erris aporta d'aula e
i les eshiirrar n'uina das esquinas da rus do
Fogo, gentes que peds dinheiro empresta-
do a un desconhecido supponloserseu pai,
vinde, vinde ver que u remedio para ludo
isso lie
Ucnlos com armario de tartrruga,
pelo prego de 2,000: na loja de miudezas
da ra la-da do Rozario, junto butica do
Sr. Barlholomeu.
Dilectantis !
comprai os soberbos hirmonicos do 20 a -'t
chaves, por 13 a 20.000 rs. : na loja de miu-
deza, junto botica do Sr. Barlhulooieu.
I'entes di: tartaruga
para coco por 3,600, e novissimas abotua-
duras douradas para casaca: na loja da
mu le/as, junto a botica do Sr. Barlholo-
mou.
_ Alambiqu-s mgicos
para em minutos fazer caf; parece impos-
sivel que possa existir sumelianto utoii
eiVi: mas felizmente he tflo verdade que
quem liver 4,000 rs. podo possuir um: com-
uiaiidii-o na ra larga do Rozarlo, foja do
miudezas, Junto bolics do Sr. Barlolo-
meu.
Na roa das Cruzas n. 22, rende-se um
lindo eio'eque ceoulo, de 13 anuos, e uma
P'eta creoula, chocados prximamente do
mato, e silo proprios para todo servico.
Sebo purificado.
Na ra Direita n 59, vende-so sebo pu-
nlic nlo, por pre(o muito em cunta.
-- Ve ide-se um carro pequeo de rodas
psra um e dous cvalos, lodo pinta lo e for-
rado de novo, vende-so em eonla : a tratar
na ra do Queimado, luja n. 10.
Vende-se um escravo, p-rito padeiro :
quem o pretender dirija-se a casa da Lima
Jnior & Companhia, na rus da Cruz n. 98,
segundo andar.'
-- Veode-ac um silio na estrada da Ca-
pulina Nova com 9 casas, I ltimamente
?a negocio algum com Joaqi.im Garca, roo- jpeosinhos de seda- e palha redon
rador em Taquara, sbreos bens do fallec- meninos e inemnas deum asou
do vigario de Taquara, Ju.-r Flix da Fonse-
ca, por haverem herleiros, e nSo terem a-
inda os ditos bens sido inventariados.
Sr. Antonio Maximiano.da
to ta, queira vir, ou mandar pa-
gar, a quantia de 76,000 rs., im-
portancia de fazendas e dinheiro*
|icil nlns n Joaquim deClliveira Maia
Jnior,qnando encarregado da mi
nlia loja o. 15, da ma do Crespo,
e que recebi por balanso e em
fnanlo n o o fuer ver o seu nome
nesle Diario.
U Sr. Jos de Almeida Brrelo Bastos ,
queira vir pagara quantia ue 2 he devedor, lia 3 anuos : na ra do Queima-
lo n. 20, isto proveniente de bilhel.es da lo
teriadollio, em quan'o o nflo lizer rere o
seu nome nesle Diario.
Novo estabelecimenlo de iunleiro
e latoeiro.
Na ra do Vigario o. 17 fazem-sa todas as
nbrsa tendentes estesdousoflicioicombre-
ridade, peifeigflo, e por presos commodus ;
assim como ha um completo aorlimenlo de
todasaa obras de folha de II mdres.
No pateo da Ribeirs de S. Jos, sobra-
do 0. 15 na loja, lava-sa eragoma-ae,
com toda perfeicflo e aceio, e por preco
roromolo.
da ultima muda> i Paria, puisairas, cna- fIIn:i.
los para I lu,,eiro.
s annos, A pesso forra ou escrava, que quizer
com abas Lrgas de llndrjs enfeites e doto- encarregar-se do andar com uma carnea
das as cftrs, vesti los para baptisar, tur-1 ganhan 10 ppla ra 1 dirija-se a ra Direita
bantes ncapellas, leos chapeos de seda da venia n. 106.
tolas ss cores, nianguiss de bico, da ulti- Dflo-se 5 contos do rois a premio, so-
ma moda, randas e bic.18 de blon le, muito Dr9 penhores de ouro, prata, joias precio-
ricos enfeites de caneca, paa bailes e thea- s,s, lirias a contento, ou hypotheca em
Iros, gravatas de veludo, ricos cipotinhos j >"* de raiz nesta piaca : quem precisar,
e mmtelel'S mullo eoleitados, toucados do dinja-sea ruaeslreita do Rozarlo n. 43, a--
. ,, "''-" ."iiii \ wiii vaga0| a uillilinuruoiu
for casado melhor, que entenda do servico!,cabala, e de muito bom gosto.e 1 selva de
decampo, e de casa le caldeira, para uro en- pr,t, -0, pretendentesdirijam-se a botica
genho distante desta praca 10 logoas, e9da j, rua duLivramento n 92.
S,.Anl3o:quem quizer nelleempregar-se ; { .. Vendem-se dous guarda-roupas, sen-
dinja-so a ra Direita o. 14, venda de um ,,ara senhora e outio para hornero;
Jos da Pe nha. ...... dous jogos de bancas, um sof, cinco duzias
Jos lie Almeida Brrelo decadeirasdepalhinha, qualro marquezas.
Bastos nao deve cousa alguma 'sendo .las guarnecidas em ruda ao gosto
8U "" moderno psra cama de meninos, u berjo
na rui do Queimado n. 2o. jmaneiru, lavaloins, uma boa cameafrenee-
__ Na ra do Vigario n n ,|m da bonita madeira setioa, osa cortinados
. ... de camliraia com puuco USO, o nutra ordina-
prccisa-se ' do ferraduras e outra ordinaria, mesinbas
ordinarias tres venizianas e uma mesa re-
donda, ludo isto se vende por junto ou em
separado por comroodo prego : os preten-
da 1 ara senhoras o meninas, esjarlilhos,
t-ancas hranc-s com aljufares, Ot-s de ve-
ludo de todas aa corea c m aua competente
liveila, balitas, lafela de todas as cOres para
chapis e ve.-tidos, camisinhas comalnr-
1 uu e bordado, ditas co a golinhas borda-
das e com lucos, casaquinhas brancas bnr-
dadas para meninos; na mesma loja fazem.
se vestidos de casa menlo, de ba tisulo, lou-
ca u un nio e de senhora, caputinhos de
un 10 andar, das 6 as 9 horas da manhfla ,
que se da quem d.
Compras.
-- Na ra da Cruz do lUcife n. 18, tercei-
ro andar, compra-se uma escrava, que seja
de boa conducta, e entenda bem de costura,
cuzinha e enguiinnado. ajtftUre se parda.
-- Na ra da SujizaNe Velha, defronte de
todas as qualidades, com perfcigilo e preco S'. Mo itoiro inlaf,coliaKravaa lo las as qua-
enmmodo ; recabero-so todos os mezes ti- lidadei de farros veltiMM meliea de todas
gurinos modernos, que empresta a seus f'e- as qualidades assim cgmo ourelos da pannos
guama
#aMin *
J> l'iiiiln l.iiisnoiiv, dentista aj)
af rmiiriv/., offei-ecc sen preatl-
mo uo pulilieo |ii\in torios os
mlsterea de ana proAsso :
pilrsir procuniilii a quiil-
qucr iior e m snu cusa, na
na largudoRozai-lo, 11, 36,
# seftiindo andar.
* *-***4*4*99
laetter balsnces.
A feiv on sale af E. II. Wyalts ofOee
do Trapiche Novo n. 18,
ma
linos,caseiinrase tudas Is qualidades de mu
lainhosque serviradi pa>s fazer papel 1 as-
sim coa o Cibos ajlhos, lonas ole,
Compra-se orna folhinha com almanak,
da llaim, ainda mes-no de 1850, ou 51 : na
ra da Cruz 11. 64.
--Compra-) pes de Tmara : quem tiver;
annuncie, t"*
- compra-se a gramtica franceza de Bur-
gain : na*rua do Crespo loja n. 4.
-- Compra-so uma casa terrea no bairro
da Santo Antonio, q e esteja em bom esta-
do, e quesej oas principaes ras : quem
tiver e quizer ven Icr, dirija-se a ra do Ll-
vrimento n. *.
MUTILADO I
deulesdinjam-se a ra do Livramento, se-
gundo andar do sbralo n. 38, que abi sa
dir quom vende,
-- Vende-se uma creoula de bonita figu-
ra, de ilade de 15 annos, com principio de
costura, e engommado, e de cosinha :
na rus Velha casa n. 34.
Novo sortiineto de fazendas ba-
ratas
Na ra do Crespo loja da esquina que rol-
la para a Cadria vendem-se pecas de mada-
polSo largo muita lino com pequeo to 1 ue
de ar-rla a 4|500 a peca,ditas limpas a 2 409
ra., pegas de chitado cor (Iza a 4,500, t,000
5,500 e S.OOO.risedo de I i mo a 180 ra. o co-
rado, lencos brincos de cissa a ISO rs., ditos
de rambraia de linbo uno a 400, 500, 600 rs.
caiiibralasde cor lita padtfles modernos Com
T raras a 2,500 rs., merino prelo superior a
2,800, 3,000 e 3,800 rs dito selim a 8,600
ra. o cuvudo, e outras multas fazendas por
prefo commodo.
Vende-se um quarto novo bem carnu-
do : na ra da Conceifloda Boa Vista a. 60,
outro bom de esrrofa na mesma.
-- Vende-se uma escrava Ma Costa com
30 annos de idade, e de bonita figura : na
ra do Collegio n.8
Vende-so superior errs-mate, chegads
ltimamente a 240 rs. a libra : na ra da
M"da n 85
Vende-ae ama ascrara, multo india e
cozinheira : a tratar na loja nova da ru do
Ranneln.8.


^F
J!" *
Vende a verdadeire grata americana
do James Masan om lata. Esta graxa he
a ma8 prompta eeconmica para Unparo
calcado, torna-lo mco, de maneira a o8o
eiiconiino lar oa calos ; assim como em
lempos chuvoaos, impido a humidade, ten-
do a Tirtude de lustrar o calcado molhado,
qualidade esta que nln se encontr em ou-
tra qualquer graxa. He a nica usada no
Estados Unido, Mxico e nutro estado do
Nort'America tendo ltimamente tido tal
ceitaclo na Europa que seu autor nlo
duvida ser logo quasi a nica usada. Nesle
psiz onde o servido he felto por escravos ,
quaoto melhor por va do esperdi;o : ven-
do-so no armaxem de Vicente Ferreira da
Costa, na rus da Madre Dos, e de J. J. Tu-
so Jnior, na ra do Amorim.
Pertences para eacrip torio e repar-
tieses publicas.
Papel de peso, dito almas", incluindo
una pequea quantidade; d'uma marca
maior, piopria para despachos lapia, lacre
encarnado e proto, obreias do diversas co-
res em ctixinbas de papelSo, papel mala-
brrfio, ni.dunas para copir cartas, Unta
preta do cscrever, papis oleados, livros
con ndices e papel em resmas, proprios
para os mesmos, halansas para pesar carias,
etc., te. ludo recobiio ltimamente de
Inglaleira, de superior qualidade, e por
presos commodos : no cscriptorio de Eduar-
du II. Wyatt, na do Trapiche-Novo, n. ts.
Linh.is de novillo.
de muito boa qualiuade, e varios sortimen-
tos, por presos muito commodo, no escrip-
t to de Eduardo II. Wyatt, ra do Trapi-
che-Novo, n. 18.
Jici s e rendas.
Ricos sortimentos, em csix* de papelo
enfeiladss, por presos muito em conta : no
escripturiu de Eduardo II. Wyatt, ra do
Trapiche-Nuvo, o. 18.
Fio de vela.
Muito superior lio inglez, ltimamente
recebido, por preso mdico : no oscriplo-
rio de E. II. Wvatt, ra do Trapiclie-Novo,
u. 18.
Em casa de Ruth & Bidoulac, na ra do
Trapiche Novo n. ti, vende-se un piano
Vende-se cera de carnauba por preco
de 5,500 s arroba : na ra di Cruz n 19,
confronte ao clulariz.
lioin e barato.
Na luja da rus do Crespo n. 10, vendem-
se palils e casacas de brim a 4,001 rs.; cha-
les de seda a 4,000, 5.000 e 6,000 r ; cassas
para hallados a 240 r. avara; ricos man-
teletes deseda prela e de corra, dmenos
prego- do que em oulra qunlquer rarte ,
marilinhas de seda, para menina a 640 rs.
cada urna, e unirs inuilas fazendas, que
si rendem por todo preco a dinheiru a
vista.
I'echincha.
Na luja da ra do Crespo n. 10, vende-se
chita cun um pequeo dcfeito,ruida do cu-
pn n 100 rs. u cuvado; ditas limpas a 120 e
160 rs. o covadu.
Admiracao.
Na loj-i da ra do Crespo n. 10, vende-se
pelo diminuto prego de 1,500rs.cida um ,
lindos chapeos teitados, para meninas, obra prima; a el les
antes que se acaben).
- Vende-se, ou arrenda-se um engenbo,
distinta desla praca 3legos, rcoenle e cr-
rente, com boas l i ras o> plan! c,fiu, todas
as obras e mais propurdies : quem q.nzer
examinar, dinja-se a travessa do Queimado
n. 1, primeiro andar.
~ Vende-sc Erva-milte, muito boa, che-
gada ha pouco do Rio Grande do Sul a 320rs
a libra : na rus do Caldeireiro.venda n. 94.
-- Vendr-iB. una negra e um oolequo ,
creoulus: ni ra da CunceicSo da Boa Vis-
la n. 14, todos o da at as 9 huras.
Vendem-se a a6o rs. o covado.
Chilas linas liancezas, de gosto moderno
n de cores filas, asmis finas que tem ap-
parecido nesle mercado : na ra do Cres-
po, luja amanlii n. 4, de Antonio Francisco
Pereira.
Vendem-se a ao,ooo rs ,
palitos de pinno e casimiras de cures, forra-
dos de setim de macao, os melliures que
'em appirecido no mercado: na ra do Cres-
po, luja amarella n. 4, de Antonio Francis-
co Pereira.
--Vende-so na ra da Senzalia Novan. 4.
una prela de nagSo, e au comprador se dir
o motivo por que se vende.
Vende se urna novilha torina muito
gorda e mansa, ja ciimatisada DO piiz, por
ler vindo 3 anuos de Lisboa": ni rui da
Cadea de Santo Antonio, serrara n. 19, se
dir quem vende.
Deposito geral do rap
Gasse do Rio de Ja-
neiio, na ra da Cruz
ti. 25.
ACABA DE CHECA A ESTE DEPOSITO A
1(0 A PITADA IHi lUI'E'
Grosso, meio grosso e fino
Pelos precos j saludos de t,'280 as duas pri-
meiras qualldtdes, e 900 r. a ultima, sendo
de 5 libras para cima. Escusado he enfadar u
publico cun a descripco da bondad do ra-
pe deslo fhlincinle ; a sua anliguidade a
atiesta, o i'in verdade pela simples e sauda-
vol composisSo colloca os tomante una vez
habituados em nSo o puderem substituir
por nuiru. Cuinparem puis os amaines da
boa pitada a qualidade deste rap cum a des -
sa multidSo de novus rapes, e o seu eIV oto
os resolver a tomar deste uu daquelle.
Vande-se urna booila par ie, escura.de
18 anuos, sadia, que marca, cose, eogom-
iiij, faz labyriuto, corla camisas de hoinem,
as man modernas e fa-las, corta vestidos
de senhoras os miis difllceis com molde e
fa-los, a qual s se vende para a praca pela
sua excmplar conducta. Urna uutra parda
de bonita figura clara, habilidosa, e moga,
grvida de s me/le-, para niigeuho ou fra
da provincia. E urna oulra parda, que cuze,
engumma, cosinha; todas tros em conta,
que sao para saldar anligos dbitos: na ru
larga do Rozario n. 35, luja.
Na nova luja de miudozas, em Trente
do Livramontu, lm de uulrus novus aorli-
meulos do qiiinquelharias, tem mciascruaa
pira senhora a 400 ra. o par, fa/.eudu de
muili dura^So ; (lilas lisas e abertal ; lu-
va de algodo, a 340 rs. o par ; ditas de
polica, a 1,000 rs.; ditas de seda preta e de
cures; papel perlina, do peso, meio bollan-f
da, pautado, dito de peso dilo de cores ; 1
abotoaduias douradas ovadas, mostrando
a cabera de diversos aoimies da Europa, e
uuins multas fizendis mais baratas do quej
em outra qualquer parte, iato pira liau-
dacBo de conlia. I
Na ra Nova, loja de Jos
liaptista Braga ha para vender
por 4oo,ooo rs. cada um, dous a-
lambiques de columna e carapu-
9a novos e muito bem acabados ,
c em tudo semelbantes aos que*se
vendem por 600,000 c 700,000 rs.,
isto porque ae deseja concluir essa
transaccao
DevocSo do mez Mariano.
Recebeu-se deparis urna pequnni porcSo
do tercos, engranados om aramo lino, com
um crudillo Na relevo, mostrando os mir-
lyrios, que PtlMs padecen Nosso Salvador,
por taso se toftiHi recommendaveis para os
devotos, porserem leitos com toda a deli-
cadeza, digna de IBo pia devoQo : vendem-
se na nova loja de miudezis em Trente do
Livramenlo, a 1,800 rs. a duzia, o 120 rs.
um.
SapatSes para o invern.
No aterro da Boa Visia, loja de
calcado n. 58, junto ao seleiro ,
vendem-se stpatdes de bizerro ,
obra muito boa, feitos ni Ameri-
ca, e muito bons para o invern.
Bottns de bizerro.
Vendem-se Superiores botina de
bizerro, feitos na America ; assim
como sapatoe.s de lustre : no at
trro da Boa Vista, loja decalca-
do n. 58, junio ao seleiro.
Sedas, no atierro da Boa Vista
loja de calcado defronte da bo-
neca n. i4.
Vendem-se as n ais superiores sedis fur-
tacures e de belissimus padros de dif-
Terenles cnres.por preso que muito agradar
ao comprador, em razo de se'dezejar liqui-
dar; assim cumo um novo e completo sor l-
menlo de calcados de todas as qualidade.
4
Galea
Na loja l'ernumbucana, ra
do Crespo n. 11. >
Vendem-se casemiras fraoczis mo- q
dernas e de excellenles qualidades e %
pidrOes, pelo bararlssimo preso de r
4,000 rs. 11 corle, para calsa ja
ados a 75o, 1,000, a,5oo e
3,ooo rs., no aterro da Boa Vis
ta n. t, defronte da pontea,
ha chegado os bem condecidos sipatOts do
Aracaty a 750 rs., e de orelha a 1,000 rs., de
lustro a 2,500 rs. e os inelhurvs que tem
vindo da Babia a 3,000 rs., o os bem conhe-
cidus sapaioes de lustro e de bizerro do
Nantes, uiuilo proprios pya estasao pre-
sente; assim cumo um novo o completo sor-
timento decalsado Trancezes e de Lisboa
de to las as qualidade, tanto para humem,
cumo para sanhora, iiioninos e meninas, tu-
du por preso multo cuuimodo, aln do se
apurar dinlieiro.
eposito de cal virgem.
Cunha & Amorim, na ruada Cadeiado
Recite, n. 50, vonde-se barris com supe-
rior cal em pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos preso do que
em outra qualquer parle.
Attenco.
Vcnde-se na ra estreita do Rozario n. II,
timaras muilu nuvas. seudo cada caixinha a
600 rs. e manir a 800 rs., estrelinha a 320
rs. a Jibre, bulacbinbi de Lisboa a 360 rs. a
libra.
Grande labrica de chapeos de sol,
de J. Falque ra do Collgeio
n.4-
Neste novo estabelecimento recebeu-se
um novo e lindo sorlimenlo de chapeos de
Suidos ltimos gostos, taulo de seda cumu
depaninho para hmense senhoras, de ar-
uiac.lo de halen e de asso que se vendem
por menos preso quoem uulra qualquer par-
le ; grande surliniento de chama lote, sedas
e ponimos mi pesa do todas as cores o qua-
lidades para as pessoas que quizerem man-
dar cubrir a 1 maees servidas. Completo sor-
limenlu de baleas para vestidos esparlilhos
para senhoras, Tazem-se umbellas de igreja e
cunceita-se qualquer qualidade de chapeos
de sol: lodos os objectos cima mencionados
se vendem em porsAu e a retalho, por preso
que agradara aos t'reguezes vista da quali-
dade.
('ai inlia de mandioca.
Vendem-se siccis com Tarinha nova, che-
gada ltimamente do C.ear, a 2,000 rs. e
em lotes de 10 saces pan sima, a 1,800 rs.,
cada urna saca : nu armazem de J. J. Tas-
so Jnior : na ra do Amorim n. 35.
Chapeos de .-ol.
Vende-so um bonito snrlimento de cha-
peos de sol deseda, cum cabos de bom gos-
to: em esa do Eduardo II. Wyatt, na ra do
Trapiche Novo o. 18.
__Vende-se Teijfio mulatinho, muito no-
vo, em saccis de atqueira, medida velha, a
9,000 rs. a sicca : na ra da Cideia do He-
r Te n. 49, segundo andar.
(jasa de commissSo de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commisso, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
o que se olfcrece muitas garantias
a seus donos .* na ra da Cacimba
n. 11, primeiro andar.
Vetidem-ae os verdideiros selins in-
glezes, patonte, de molla e sem ella : na
ra da Seozalla Nova n. 42.
Cheguem antes que se acabe.
Vendem-te capachos de lodos os lma-
nnos a 560 rs. cada um : na ra do Cabug
n. 6.
N. 39 \.
Vendem-se na rus cstreila do Rozario,tra-
vessa para o (jueimado, deposito n. 39 A,
latas da muito acreditada bolachinhi de
aramia, pelo diminuto preso de 2,100; lam-
tn-111 conlinua-se a vender hiscoitinhns, la-
tas e bolachinha de aramia,a retalho,tudo
amito lino e que se pode apresenlar em nina
mesa de cii sem escrpulo ; vendem-se
biscoitos doces e aajMdos de boa farinha e
t dill'oreiite lmannos ; tamhem as muito
boas bolachinha americ
pequeas
libra, bolact.inhis do reg, 1. ue iei rr inlBal>d, 5,000 e 6,000 rs. ; dita Tran-
m..s d.vers.., ludo por commodo preso. ^M^\ 7i500i 80oo> 9i00o, 10,000 e
i ransparentes parajanella. llt500 r,. rja preta, a 2,400 rs. o corado;
Na loja de GulmarSes & Ilenriques, rus do dita hespanhola(.a 2,800 rs., e uulra mui-
Crespo n. 5, vendem-se Iransparentea chega-: tis Tazendis por precos commodos.
dos ltimamente de Fransa ; esta Tazenda Cliprelo superior.
esta sendo ireTerida as Venesi.nas tanto pe-, Em c,ixinh,sKdo u, |ibr,. E,te cha be
la sua boa qualidade cumo pelo, lindo de- jt m dece dos ner.
aenhos com vista p.toresca. Veualem-se o vo. epude-se Tizeruu delle mesmo tom.n-
m.is barato pois.vel que av.sta da Tazenda ;,,(,.,, homcep.licos v.-nde-se'
os pretendemos au deizirSo de comprar. M ,, d, M,dre d ,' n. 4 e ,.
l.inhas de carritos de 200 jardas. vendem-se na iui do Cabug o. 6, le-
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Gadeia
doHecife n. 13, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedia, as-
sim como potassa chegada ltima-
mente, a precos muito rasoaveis.
Agencia de Edwin Maw.
Na ra de Apollo n. 6, armazem de Me. Cal-
iiioni Companhia, acha-ie cuniiaueineote
Duna lurtiiiiriiina de talla de Trro coado e
batido, (anta na como Tundas, moenda In-
eliai lodaade Trro para anlmaei, agoa, ato,
dllai para armar em madelra de lodm oa ta-
niauhpaiujdtlloa o mata moderno, machina
buriaaWal para vapor, com Turca de 4 caril-
lo!, coucoi, paiiadalrai de Trro eilanhado
Sata caa de pulgar, por inenoa preco que 01
e cobre, eicoreni para navioi. Trro iogle
latttoein barraicomo ein ircosTolhaa, eludo
pur baralo preco.
-- Vende-se um escravo pideiro : ni ra
na nutriz da Boa-Vis!a n. 22,
-- Vendem-se amarras do Trro: na ">ia da
Senzalia Nova 11. 42
Brinquedos para meninos.
Vendem-se na ra do Cabug n. 6, brin-
quedos pan meninos, baratos que admira
a ellss que he para acabar.
AGENCIA
da fundico Low-Moor.
RA DA si.v M.I.A NOVA .Y 43.
Neste estabeleeimento conti-
na a haver um ipleto sorti-
mento de moendh ias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e laixas de ferro batido e
coado, de todos oa tamanhos, pa-
ra dito.
po-ito da fabrica rte Todos os
Santos nu Unliia.
Vendo-se,em casa deN. O. Itieber & Ca ,
na ra di i.ruz n. 4, algud3u Iransado da-
quellarabrica, uno lo propno para saceos de
assucar eruupa do escravos, pin pi eeoeoin-
modu.
Moinhos de vento
com bombas de repulo para regrar bortas
o baixas decapim na TundisSode Bowmaux
& U. Calhem: na ra do Hiiiin ns. 6, 8 e 10.
Vende-se um terreno na ra da Aurora
com 50 palmos de frente e 280 de extensSo,
tendo caes de lijlo a boira mar, Ticando en-
tre as casas doslllms. Srs. UustavSo lose do
Mego e Francisco Antonio de Oliveira: os
prelendentesdirijam-se a ra das Torres n.
8, prnneir andar.
Vendm-se em casa de Me. Calmonti
Compaa, Corpo Sanio n. 11, 0SS9gulnles
artigo por piejos baratissimus, alimde li-
quidar certas cuntas, a saber:
Oleo de loiliaea, em latas de 6 galles.
Ac do 111 ilo surtido, marca O O O e O 0 O.
Il'eu, om barricas muilo grandes.
Urna quantidade de rotins.
Ferro inglrzem baira, Tolha e arcos, soni-
do, em pine.es grandes uu pequeas.
Chumbo em leiiQOl.
Saceos vazius, e barricas abatidas.
VinhodeMasedli em caixas de tres ou 6 du-
zias.
Deposito de panno de algodo da
febrica Todos os Santos da la
nina.
Vende-se por preco commodo
o bem conhecido panno de algo-
dao des a fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador; no escrip-
torio de Novaesrk Companhia, na
ra do Trapiche n. 34.
Meicurio.
vendo-se mercurio de primeira sorte : em
cisa de Augusto C. de Aloeu, na ra da Ca-
deii do Runle n. 48.
Carlas linas para voltarete.
Vendem-se bsrilhos de cartas a 500 rs.
proprias para voltarete : na ra do Cabug
n. 6.
Vendem-se no boceo do Consalves, ar-
mazem de oeane Vouie Cmiip mu a, meias
barricas com superior Tarinha de trigo.
Bom e Ij naio.
Ra do Passeio loja n. 9, de Albino los
I.eite, vende-so chita pira cubera a 140 rs.
o covadu,a pesa a 5300 rs chales de chita a
500 rs. dito de ISa a 1000 rs lensus pintados
pequeo a 120 rs., ditos decussa para grva-
la a 120 rs.,meiasrrui muitufinssa 200 rs.
opar, em duzia a 2,200 rs., leos ile vapor
a 200 rs.,cnales brancos cum fnnja a IfOOO,
lensus d cambraia brinco combicoa 440
rs., ditos decores com bico a 320 ra brins
de linlio azul e do cures a 300 rs. o covado,
riscadus Trancozcs a 220 ra. o covado, meias
gazem-as pan calcas a 360 rs. o covado,
cassa da India bordada para cortinados a
400 rs. a vara, corles de Tusiiio de culete a
610 rs., ditos de lila e seda a 800 rs., cha-
peos de sol de paninho a 1280 rs., 100 varis
de bico e renda da trra a 120 rs. a vara e
uutras muitas Tazendas que se deixa de au-
nunciar por falla de tempo.
Arados de ferro.
NafundisSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de Trro de diversos m-
jelos.
Corles de brim de linho, a 1,280,
2,?4 e 2,000 rs.
Vendem-se cortes de Hiin'pardo, de li-
nho puru, a 1,280 rs.; ditos de cures com
listras de bom gosto, a 2,240 rs.; ditos de
brins amarellos, a 2,000 rs.; cortes de cal -a
de riscado de linho de listras, a 720 rs.; cis-
sssoscampinadaspara cortinados, com 8 l|2
varas, a 2,400 rs. a pnfi.
Armazem de vinhos.
Na ra da Senzalia Velha n. 48,
vendem-se vinhos de Lisboa e Fi-
gueira, dos mais superiores que ha
mi mercado pelo diminuto preco
de 300 e 24 ".a garrafa, e i,5oo
a 1,800 rs. a caada : para confir-
mar d-se a provar, e para ver da-
se a beber ; he baratinho, a elle
freguezes que he bom vinho.
Farinha de trigo
SSSF.
Fontana.
Galega.
Haxal.
No armezemde j. J. Tasso J-
nior, na ra do Amorim n. 35.
Vende-se a lypographia do
Diario Novo, propriedade di Viu-
va Roma a qual esl montada ,
tanto de bonstypos, como de pre-
los, e de todos os utencis necessa-
rioo a urna boa lypographia : tta-
ta-se com a proprietaria, na ra
da Praia n. 55.
Franjas para cortinados.
Vendem-se na ra do Cabog n. 6, franjas
de belolas a 4,000 rs. cada pesa, ditas sem
balotas a 3,000 ra., ditas estrellas para los-
illa a 100 is. a ara.
Gordas para violSo.
Vendem-se na ra do Cabug n. 6, cordas
para violfio, muito novas, por presos com-
modos.
Bicos de largura de palmo-
Vendem-se na ruado Cabug n. 6, bicos
de largura de palmo e mais largos ti 10 rs.
a vara, dilos pouco mais estrello a 500 rs.,
ditos de largura de meio palmo a 320, ditus
de 4 dedus a 240 a vara.
Luvas fio da Escocia.
Vendem-se na rus do Cabug n. 6, luja
do har linio, luvas lio da Escocia a 300 rs. ,
sem mufo alguni.
Ol que pechincha.
Vendem-se na ra do Cabug n. 6, luvas
de, Irreal 1 500 rs. u par, ditas ditas a 720,
ditas ditas cum belolas a 1,000 rs ditas de
poni inglez para homem a 1,600,ditasititis
debito de cores proprias para montana a
1,280, e com um tuque de mofo a 1,000 rs.,
ditas dilas com requifes e belotas para se-
nhura a 1,500 o par.
Nicas titas de veludo.
Vendem-se na ra do Cabug n. 6, fitas
de veludo lisas o abertas a 1,280 rs, assim
como um soitimeDtodc livclas para asmes-
mas.
U baraten o da 111a do Cabug.
Vendem-se na ra do Cabug n. 6, loja de
miudezas, os miis ricos pentes de coco imi-
lindo a tartaruga a 1,280 rs., ditos mais in-
feriores a 720 rs.,dilo ditos a 80, dilos para
alisar a 320, ditos de marlim a 300 rs.; a el-
las que se estio acabando.
Bicas franjas c trancas para
manteletes.
Vendem-se oa ra do Cabug o. 6, loj
do barateiro, funjas e transas pretas d lu-
das as larguras por presos mais commodos
do que em outra qualquer parlo.
Micas cha nucirs.
Vendem-se na ra do Cibug n. 6, ricas
charuteirasa 2,000 rs. cada urna, dilas miis
ordinarias a 480 rs., ditis pequeas a 240.
Meias croas.
Vendem-se na ra do Cabug n. 8, misos
de meias cruas a 3,000 rs. cada um, ditos de
listras a 3,200,ditos muito linos para senho-
ra a 5,000 rs., assim como um sm tinento de
ditas de meninos e meninas por presos mui-
to commodos.
Panno mesclado.
Veode-se panno mesclado a 10,000 rs. o
corte de palitos, com 21|2 covadus : na ra
do Crespo n. 5.
Na loja pernambucanada
ra do Crespo n. 11
Vendem-se ptimas sedas furta-co- A
res de bellissimos padrOea e difieren- .:)
tes larguras, pelodiuiinutissimo pre-
so de 1,000, 1,500, e 2,000 rs. o co-
vado-
Novo sortimento de panos finos e
casimiras de todas as quali-
dade.
Na ra Crespo, loja da esquina, que
rolla para a Cadeia, vendem-ie panno pre-
to, a 2,800, 3,200, 3,500, 4,000 e 5,000 rs. o
covado; dilo Trancez, multo superior, a
6,000 rs.; dito verde, a 2,800 rs.; dito azul,
lN.h.s.nrie.B*qu.dr.^^
s .tinbiarwioiN par. 240 rs. .1 ^Ot*f^tut, cals de c.simir. pre-
lachinhis de regala o de leite e< f 7"7. ., c ru ,,,,. __
Na loja pernambucana da
ni 1 do Crespo n. 11.
1) Vendem-se a 12,000 e 14,000 rs. cor- 9
(- tes de riquissimas sedas Turla-corrs
- para veslidus de senhoras. *
Vendom-sena ra do Cibugan. 6, lili-
les de madreperols, muito linos a 56o r. a
grozi, assim como um sortimento de miu-
dezas, propiio para boceteiras e mscales,
tudo por presos baratos que admiran!.
Em Casa de Uaane Youle & Companhia,
vende-se algodio entransido da Rabia.
Pannos finos.
Na ra do Crespo n. 5, loja do pisso, ven-
dem-se pannos Anos, pruva de limfio? a
3,500, 4.000 e 5,000 rs., e muito fino limes-
te 1 8,000 rs.; dilo verde a 3,000 e 5,000 rs.;
dito cor de caf muito superior a 5,000 is:
Veode-se Kezina de angico de muilo
superior qualidade em arrobas a 5,120 rs.,
em libras a 320 rs. : na ra da Cadeia do lie-
dle loja de ferrigeus n. 53.
CHA PRISTO.
Vende-se superior cha prelo,
em caixas de 3o libras cada urna :
em casa de J. J. Tasso Jnior, na
ra dn Amorim n. 35.
Algoilao para ropa de escravos.
Vende-se algodo muito encorpado, p'O-
prio para 1 o.m de escravos, com pequeo to-
que de atarla a 140 rs. a jarda ; dito limpo
a 180 rs. : na ra du Crespo n. 5.
iloendas superiores
Na fundiso de C. Starrii Companhia,
um S.-Ainaro, acham-sea venda mnundas
de canna, todas de ferro, de um modeloe
ronstrucsSo muilo superior
Miinilo de .Vinhia a
800 rs.
Vende-se a historia de Similu do Nantua,
a 800 rs. : na livraria da presa da Indepen-
dencia n. 6 c8.
Taixus para engenhos
Na fundicao de ferro de Bovv-
111311 &c Me. Gallum na ra do
Brum, pssando ochafariz, conti-
na a haver um completo sorti-
mento de taizas de ferro fundido e
batido, de 3 a 8 palmos de bocea ,
as quaes acham-se a venda por
pre^o commodo e com prompti-
do, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com-
prador.
Fariuha a 2,000 rs. asacca.
o rosto; tem pouoa birba e he quebrado .
verilha direlta ; lavou calsa e camisa de i|.
godao da fabrica da Bihia e chapeo de srd
preto, porm J muilo velho: roga-sa i0
das as autoridades, tinto policiies corno
capilas de campo, o favor de o mandr
capturar, e entregar 111 ra larga do Kozi
rio, n. 18, que se gratifican generosamente,
fiespparrceu do aobrido n. 17, di ra'
da Roda no da 16 docorrente um mulata
que representa ter 16 lanns, de nome Tertu-
liano, o qual tem os segulntes signiei, cor
clara, rosto comprido.cabellos pretos.e mu.
toencarapinhado olhospequenus.e empipu.
sados, beisus grossos, boca grande, sem t,\'.
ta de denles, e os tem encimados pan i
frente; semblante carrancudo, corpo seca
altura regular, tam as juntas dos ps umaj
pintas pretas de sarna, e os dedos poirgarrs
dos ps um pouco arredada do natural nj,
se faz mensflo da roupa, por se suspeilirii
a ter mudado ; roga-tea todas as autorida-
des e capitfies de campo, ou a qualquer prs~
soa que tiver do dito mulato milicia o pren-
dante o mande levar no sobrado cima indi.
cado, onde ser generosamente gratifi-
cado.
100,000 rs. de gratificarlo.
A quem apprebeoder a preta abum de-
clarada.
Contina a estar fgida a preta Felicidide
desde o dia 17 de mano proiimo passido '
tem os signaesseguinles:estatura regular',
tem falta de denles na fronte, marcas de pan-
no no rosto, cor nto muilo prela, muito pro.
zisla, levou vestido de chita j deabolado
panno da Costo usado, um taboleiro peque-
no em que andava vendendo, tem por eos-
turne ter ropa fura e mudar quandosai ,
tem sido vista muitas vezes, umis no (Ion-
tetro, e nutras em ReLiribe, lavando ropa de
gento, e dizendo que por mandado de.,,,
se n n m a; tem sido encontrada junto com um
anoeiru, que navega para ohndi, ella tem
a mSi no engenho S. Cosme : roga-se, por-
tanto, as autoridades policiies e capites de
campo, a sua captura, inda mesmo ella di-
zendo que uo est fgida, e alevem a sui
senhora, na ra da Cruz do Recite n. 35 ;
assim cumo se protesta contra quem a livor
oceultado e onhrar-se os das de servio.
Do engenho Velbo da fregueziadesm-
lo Amaro Jiboat9o, desappareceu no ilii
primeiro do correle o escravo Jos, cabn
cum esl", em estado de ruina mis he ca-1 escuru, cabellos ralos e nSo muito torcidos
paz .le-ob u elle se levantar qualquer so-j pouco barba lo,olhosnSo grandes,naris un
brado de dous andares ; tero cUe l0 pal-1 pouco comprlo, o boiso superior um pouco
mos de frente, e de fuifdo 125, o do lado do pontudo e mais lenle dn que o inferior,
Sul, dacaixa d'agoa tem 66 palmos de fren- quando falla pareco querer fechar os oltius,
te,o 125 de fundo : a tratar dentro do mes- estatura, o corpo regular e bam parecido,
1110 sitio com Minoel Joaquim Csrueirn pernas e ps bem faltos, gosta muilo de lia-
Leal. tocar e cantar, bebe agoardeute.he carre.ru,
Vendem-se 2 escravos sendo t deidade e entende do trabalho de casa de cildoin,
22annos bomollicial de pelreiro, um dito foi pelo Sr. do engenho cima dito, compra-
da idade 20annos,3 esciavas mogas de i la le do ao Sr. Joaquim Manuel Barragrande, por
18 a 23 innos de boi conducta, urna ptima anlhonomaaia, levou vestido camisa deil-
mulita de bonita Hgura,na ra ireila n. 3. godSo da trra com letra demarca dehnhi
Vendem-se reloOS de ou-!e"c,rnaJacum aainiciaesl B: roga-se pois
I as autoridades policiaes a coadjuvaso di
captura do referido escravo, e aos capitSns
de campo pesquizem e prendam dito escra-
vo, que ond entregue a seu senhor, o pro-
pietario do engenho cima dilo los Fran-
cisco Pereira da Silva, serSo por este gene-
rosamente gratificados, etc. ele.
Nos (ios de oulubro do anno passado,
desappareceu do abaizo assignado o escravu
creoulu, de nomeilamede, coa idade de 16
anno, bem parecido, beisos um tanto gros-
sos, nios "i-andes,o liiin o pus e mos gran-
des ; elle costuma gaguejar muilo pouco,
quando tem meio ou raiva ; roga-se pois a
tudas as autlio1 na Jes da provincia, visinlias
Extrait d'Absinlhe.
Virn d'arvjver superieur extrait d'absintlie
de Suisse.'/n ciiases d*une duiaine que on
vend a de'prix tras moderes : daos la traves-
sa dalHidr* de Dos ns. 4 e 6.
CaixaTpara sabonetes.
Vendem-se oa rus do Cibuga n. 6, caixas
doondas e praliadas com um abnete mui-
to fino, pelo diminuto preso de 800 rs. cada
u ma,i ditas de pao a 400 rs.
l'otassa ameticana.
No antigo deposito da cadeia velha, n.
19 existe urna pequea porg.ln de potassa
americana, chegada recontemente que por
superior rlvalisa com adaRussis: vende-
se por preso razoavel
* Na loja pernambucana da
ra do Crespo n. 11 .
Vendem-se toucas de Ida para se-
nhora eenfeites para-obesa ornados 9
8 de retroz. (V
Garteirinhas para algibeira.
Na frente do Livramenlo, loja de miude-
zis, tem as mais lindas carteirinhas, que se
tem visto da bfalo, machetido do ouro
Trancez e forradas deselim, com duas Bo-
las, muito proprisa pira as senhoras guir-
dare.ui modiS de ouro, ou pista.
Chapeos do chily pequeos re-
gulares.
Ni frente do Livramenlo, continua a ter
sortimento de chpeos de chily, pequeos e
regulares, a 4 e 6,000 is. um.
-- Vende-se para lora da trra, ou para il-
gum engenho, urna escrava com habilida-
des, linda mosa, sem vicios, nem schaquea:
no Manguind, taberna junto ao Sr. Her-
culauo.
Cenes atarlarugados degomos pa-
ra I'C.
Na loja de miudezis, delronte do I.la-
mento, j tem poucosdestes escassos pen-
tes enlransados pira cc, vendem-se por
1,000 rs Cada um.
Vendem-se dous excellenles terrenos
proprios, na Roa-Vista, ra dos Pires, junto
ciixa d'agua, de um eoutrolado, tendo o
do lado do Norte um bom alicerce na frente,
ro eprata, patente inglez: na ra
la Senzalia Nova n. \i.
"titulas fazendas por pouco dinhei-
ro na ra do Crespo n. 6.
Cortes de brim escuro do puro linho a
l,U" r-.., di!. de! i-ira de bom gustu a 2,"00
rs., dito aniaiello a 1,800 rs. riscado du li-
nho proprio para Clisas e palitos a 200 rs. o
covado, panno fino preto a 3,000 4,000 rs. o
covido, pessas de chitas escuras cu n 38 co-
vados a 4,500, 5,000 e 5,500 rs., ca 111 lira la Je
filos com 81|2 varas a 2,400 e 3,500 rs. pos-
as, lencos de cambraia de linho a 400, 480,
e 560 rs. propios para mSo. riscados assen- e l"io> ,ue d,ellB souberem que o fas*m
tadus em algodo muilo encornado proprios P""der e leva-lo ao abaiso assignado, mo-
para escravo a 160,180 e 200 rs. o covado, r,Jor n* ruI Imperial, que pagara lodaa
zuarte szul com 4 palmos 200 rs. u cova-, dM". ,*n,on,. d,* SiIm fiu4n,ao-
do, e muitis mais fizen las por preso com-', -:No d!a ,0. modo da loja cima referida. J ,0"'u,n' de n,a Cassanga, representa
1 i_a i__ ter 35 a 4tl aniiDs, nauta, cheia do coroo,
Para os senhores de engenho. senj0 re(J0lirt cor'ro|ii lnos pequ6no^ ;
Encerados de lona muito bem feitos e cum carne sobro elles, tem urna costura ni
grandes, promptos, slcilroados, pin co- carn no lado esquerdo, porm muito apag-
brir cargas de assucar, pelo baralo preso de da, que mal se percebe, nariz chato, com
4,000 rs. cada um : na ra do Trapicho No- fa|u de alguna denles, de um e outro lado,
vo n. 18, segundo andar, a lallar com Jos ne feia, letn umu empinge no rosto, que
Saporile. j parece ser bexiga, peitos muito pequeos e.
-- Vende-se ou permuta-se por escravos, murxus, tem alguiras sicatriies de lelh
urna Icgoi de trra em quadro no termo da nas costas, tem as nadigas empinadas pan
vila de Serinhaem, junto ao rio Pirangi, ] tis, he bem fallante, representa ser creou-
com excellenles matis de mideiri de cons- (|a> ltimamente esleve occupadi no servico
triicsu, pronria pin lovantar engenho : de cozinha, levou diversa ropa, que senlo
quem quizar dirija-se a ra Auguala, esa SSUe da que usura, costumava andar sujae
o pda urna que se esls edillcindo, ou an-, embriagar-se, quandn fuga tem por costu-
nuncii). 'me andar pelos arrebaldesdesta prasa, qui-
Vcnde-se um ralogio de prata paten- [andando e lavando ropa, intituiando-se de
le inglez muito bom regulador; como tam-: forra ; desconfli-se que estej servindo em
bem um galo de campia bom cantador: na algumi cisa como forra : as pessoas que ao
ra du Haugel n. 38, segundo andar, so dir eslam servindo della oa boa f queiram
quem vende. denunciar, do contrario seusir dus meiu
mmam AtiAUUd AlULKUaAESUO. j ipessoa.que a apprehenda, ou a fasappre-
Vendem-se arados ame-
hender e leva-la a seu senhor Domingos da
,;,,, rlieon.los rloa Esta- I Silva Campos, na rui das Cruzes n. 40, que
ricanos, cnegauos nos esta lsera generosamente recompensados.
ESCRAVOS FUCIDOS DO RIO
DE JANEIRO.
Em 8 do abril docorrente anno, fugio do
Rio de Jane ro o encavo creuulo de nome
Theodosio, olciil de Terreiro, o qual he na-
tural da provincia de l'cruambuco; tem
pouco mus ou menos vinle anuos, he cheio
do co'po, tem a mos grussa e com mar-
cas de fogo, rostochom, nar s grosso cha-
lo, e beisos g'ossos -. coasta que este escra-
vo velo com o titulo de forro, e com u no-
me trocado, de passagem no vapor S. Su-
bastlo, que uaufragpu im altura de M ice o
o qual escravo perloiice a Sra.D.Ignacia Ma-
ra Valentina do Lomos, do Rio de Janeiro;
e por isso roga-se todas as autoridad*-
dos diversos dislrictos, e capitles decam-
po ou uutras quaesquer pessois que noticia
tiverem do mesmo escravo o prendam uo
mandem levar na ra da Cideia do Hecife,
a entregar a Jo.ln Jos de Oarvalho Morac.-,
que sn responsabilisa por tudas as fllpazaa,
Desappa recera m du engenho do meio,
propriedade de Francisco de Camino Paes
de Andrade, na madrugada do dia I2dmar-
S0, os seguintis esc a vos : M moel pardo, de
idade 45 a 50 anuos,cor escura,barba prela, e
bem fcixa.la,costuma usar sumonlo de mcus
suissas a tem um pequeo signsl preto qua-
Vendem-se lincas do carriteis de"200 jar-souras muilo linas, proprijh para costura a' .., ,. 7 c
")rs. duzia, 3*0 rs.cida urna, ditas mllores a 400 rs., e Allandega, dinhetro avista.
da de tudos os nmeros a 90 1
^ dos Unidos, pelo barato pre -
f> 90 de 40,000 rs. cada um: na ?
S ra do Trapiche n. 8. J
f **#* 9 iB*m99999
- Vende-se. por precisio, urna negrinia
mosa, sem vicios, nem achaques, e com al-
gumas habilidades : na ra da Cadeia, loj
n. 17, se dir quem vende.
- Vende-se um carillo, bom andador: no
Manguinho, casa junto a padarii nova.
-- Vcndem-se duas carrosas, sendo urna
de boi e outra para caviilo, assim comu urna
mesa gnnde de amarellu de p torneados,
ludo por presa commodo: no aterro da Roa
Vista n. 27. {
-- Vende-se)um negro de 25 annos de
idade, prupri para trabalho deengouho:
na ra do Queimado, loja n 10.
- Vende-se a taberna, sita na ra do Ca-
no o. 2, com poucos fundos e bem afregue
zada para a prisa : a tratar na mesmi.
Vente-se I tiverna com diminutos fun-
dos ou sem elle em urna das casinhas da ri-
beira da Roa-Vista defronte do assougue : a
tratar com o arrematante da mesma Ribeira.
Aos senliores agentes dos bata-
Ihdes.
No altorro da Boa-Visti loja de miudezas '*' n? mc,n 'lo rosto j Alexand e tarobcm
n. 48, vende-se urna grande po sSo de botOes Pfrd0- fa' m,,s ejcuro 1ue soDr8 ,lt"'
deossobrancosopretospara calsa eiujueis l,d'8, 20 a 25 annus, estatura alta, espadau-
de soldados de 24o rs. a grozs, 1 reso que a- d0,e beBI r-',lu dc corP>te" ,0 P,noi Prelos
grada so comprador. Pelu rosl e P"r lodo o corpo; Miguel, creou-
Vende-se um proto de idade 35 annos, lo' eft,lur naixi, reforsado de corpo, rosto
sem vicio nem molestia, atoprio para o ser- 1uasl redondo e ja descahido, idade 38 a 40
viso de campo: quem u quizer comprar, "ns Osduus primeiros so dizom irmao,
procure ni Solodade, cisa n. 24. defronledo oa'odeP.ju do Flores; mis aqui manda-
qoa 1 le. Ir'"" forjar uina caria, para I lio- ser ir de pas-
gm^^^gm^^m^tSBBBB^^BS^^^ 'sapnrlcs, a qual foi dirigida para Inhamuns,
Escravos futidos. h."oVc,.p,ri "" f0M<"n' u"'" "vizi'
~~ I Desappareceu do armazem de assucar
Desappareceu no dia 7 do corrente urna de Silva Barroca, na rui do Trapicho n. 19 ,
prela da Costa chamada Anna Rita, levando no da quinta Teira, 13 do correte, um es-
vestido escuro,pauno da Costa com listas en- Cravo preto do niflo Uss, por nome l.lbe-
carnadas, e tem tres carosos nas costas,. n- ralo, com os sigoaes segumles: -- alto, mi-
do um igual a urna goiaba ; cor fula.o os ta- gro, face retalhada, olhos avennelhados ,
Ihos do roito sSo desrabados : rugi-se mriz chato, os doua denles de cima libi-
as autoridades policiies ou a quem m- dos pira fra mSos comp'idas cinelli
teressar de a prender elevar a ra da Senzal- fina, psdelgados e cheios de cravo, e cAr
la Nova n. 4, que aera recompensado. bem pret; levou veslido camisa de riscado
-- Ausentou-sa, no dia 17 do crrante, e oulra dbanla azul, ecilsas de algodo
o preto Joaquim, canoeiro e padeiru, de timbem azul : roga-se aquesa o poder ip-
nasAo Cisinge, estatura regular, represen- prehender, queira leva-lo, n i armazem su-
dilos de 100 jardas a 320 rs,
bug n. 6.
na ra do Ca- ditas grandes pira cortar custura a 480 rs. Vendo-se rsp de Lisboa
ti ter de 25 a 30 annus, cara redonda o cr
um pouco fula, mriz chato mas todo arre-
panhado em circulo que paraca ter aido
I cada urna.
Uva : na ra da Cadeia do Recife
I,.,.....-.... ... i.wu.v juu |lll CLI| IUI aiuu
queimado, porm he defeilo de bexiga, das
quaes ainda tem bastiles signa es em lod<
pra-mencionado, ou na residencia de seu se
nhor em Rem-fica, em freote do viveiro,
ques MUTILADO


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