Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03601


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Full Text
Anno XXVIII
DIARIO
'
deMaiode 1852.
N. 112.
PEM4MBM0.
vacoo ibok91o.
PtOaMItlTO ADUHTADO.
a-irtrlineatre............
Por aetneitre
Por nao ........>..
PaOOHT0 IIHIMIIII,
Foi quirtel.........
otioiai do imrmio.
T*...;7de Marco iMInai... H de Abril
Maranhlo 1 deAbril S.Paulo, o de dito
Ce.r 7Uedito. ;R. deJ.. SS de dito
Pirahlba 10 lio. ,Bihli... I de Maio
4/000
8/IWO
1S/U30
4/500
DIAM DA MAMA. AIWC1A.
17 Se. S. Piechoal I inio Ora*
la Tere. S. Veoaocio r, c5. 4i 10 borai.
l9Qu.rt.S. Pedro C-| I. wraioeivl.
lestlno p. S, Ivo f;3. e 8. ao mcio-dia.
30 Qulul ** .Anco-
ran doSenttor.
21 Sext. Ss. Manco) ,
l2Sab. S Hit* dcCii
lia viu.
JJ Dciiii. S. I, azi leo are
Faltada.
1. eB. i lo borai.
3. tara i* elvtl.
i. esabadoiao melod,
JWAfS.
I eren e itb.doi.
irnulMi.
Creiceate i S, a i hora 2o mIimU da I.
Chela 13 a B horas e 4 minutoi da larde.
Mingoanle i in, at 9 hora e 4 minutos da l.
Nom a i1), aoi 7 minutos da ni.
mua oj
Primeira s 5 horaa e i s mloatoa da masha.
Segunda s 4 horai e 4i mlnutoi da tarda.
>i>Tiaii oa ookbbioi.
Qolanua i Parahlba, l legunda e leitaa-
felrai.
RIo-Crande-do-Horte e Villora II quillas
falrai
Bonlto.Ciruaru.eOaranhunia l'e lde cad
mei.
Florea, Ourlcury, Exu e Boa-Tlata 13 e M.
Olinda, lodos o dial.
Todos os Corrrioi parlera ao melo-dia.
arOTioiaa xiTriAHOEaAB.
Portugal II de Abril.
Hrspanha 10 de dito
Franca... 8 de dito
Blgica... 1 de dito
llalla.... 3 de dito
Alemanha. 4de dito
Proaaia ...1 dedlto
Dinamarca 3o de Marco
Ruasia... 3l de dito
Turqua.. ^5 de dito
Austria., a de Abril.
Sulaita----- I dedilo,
Suecla... iSe Marco
Inglaterra 7 de Abril.
E.-Unidoi 28 de Fevr
Mxico... 31 de Janr
California 2 de Marco
Chlll. 2* de Fevr.
Hurnos-A. 6 de Marco
Montevideo 31 dr dilo
CAMBIO! BE 18 BB MAIO,
Sobre Londres, a 27 a 27 '/, d.
Parla, 355
Lisboa,l por canto.
BTETACa.
Ouro.Onjas hMiianholas....:.T'.*.T.. 2g/000
Moedaidr'6/400 velhai.........16/000
de 6)400 noval.........16/000
de 4/000................ '.'/"""
Prata.Patacoeabrasilelros............ l/li20
Peiol culmn na ruis............ l/!'20
I)min mriicaniis............ 1/S00
RACTlblGf\C\'.
O artigoO/arta di Pernmbuco, linhas 7,
el) lugar de Antonio de Menezei Viscon-
oellos do Drumond, l'ia-se -Antonio ue
Vasconeellos Monezes de Drumond. No ar-
tlgo-0ommunicido--linlusl5, em lugirde
759. leia-i750. No nuppa que segu o
dito Communicado, oode diz, 750 bicha
res, UjitHe760 hachareis.
EXTERIOR.
r'TpoSta do conselho federal da
suissa a'nota do governo frafcez
de-24 de janeiro.
Enss 9 di ra'EaEan.
A S. /.re. o Sr. conde de Saltgnac-Fenilon, en-
viado extraordinario e minitro plenipotenciario
' da replica Janee-M junto da ConfeUncio
Suisa, em feme.
Eicellenllssiino Seohor.Em uina ola da-
tada de 24 de Janeiro passado, S. Ele. o Sr.
conde de Sallgnac-Fcneloo, enviado extraordi-
nario e ministro plenipotenciario da repblica
francessjuntoda Coi.federacao Sulssa, chama
a alinelo do consrlao federal sobre a queslio
dos refugiadoa polticos, e expe que, se agen-
tes de deaordens podpsseui na proximida de
das fronteiras de Franca, reitabeleccr concilla
bulos demaggicos e entregar-se a notas na-
chioacdei, o governo francei lerla o dever e a
vontade de por a islo un fin. A hospitalidad!-
concedida nos divcraoi camoes aos refugiados
i......r i.t para o futuro um oulro carcter, se
por ventura ella obrigasse conspirares diri-
gidas i-mili a o repouso iulcrno e contra a segu-
ranza de ii ni i poieocia vlsmha, e se fosse per-
mltiido a rstrangeirus constilulrem-se no terri-
torio helrecio. por parlIcIpacSo em actos ou em
escrlptus revolucionarios, em calado de rebcl-
Ii.ki cuntra as leis e governo do seu pila.
A I i un i, continua a nota, nao lein que rc-
pelllra iuipulacaode querer euvolver-se nos
negocios da Confederasio, porin o scu gover-
nuno poderla consentir mais em que o res-
.rllo que elle professa para coin una naciona-
dade csusiigeira, fosse desviido de seu objecto
a poni de aasegurar urna especie de impunida-
de aos i......i;< irreconciliaveis da suciedade.
Aluda menos poderia elle admittlr. a respeilo
de seus uacioifis, um oulro un que elle ines-
luo das oecessidades de sua poltica e dos fnelos
os ni.iis proprios para apresssr o successo da
obra qual elle se tem votado. A lrgaco foi
prtenlo encarregada re pedir que o conselno
federal promeita formalmente que lodos os ba-
niinentos que ella se achar no caso de provocar,
Ihe sero coiiccd*'!, a qualqucr calrgoria de
refugiados francriea que esta medida deva aer
applicada, cque as ordens do poder ceutrai se-
to executadas cin um praso convenclonado
antecedentemente, sein poder, como fyra f-
cil, citar eiemplos, ser ucn attenuadas nein il
ludidas debaiso de nenhiim preleslo pelas au-
toridades dos cantiles. A legaco de Franca, ac-
crescenla V. Exc. est luieote em posico
de conhecer quaes sao enlrc estes individuos,
aquedea cujos aolccedeules c ri-lsces toroam
a prolongaco de sua residencia iuipotsivel en.
loda a eilrncao da Confcdrra(o, e aquclles
que urna toleraocia, da qual a sua conduela ul-
terior determinara os limites, pude ahi conser-
var provisoriamente.
Os prliiielroa uevero partir mals simples
designacao que vossa legacao fuer de suas pes-
soas as ouiras sabero queseo ten I torio bel-
vecl i Ihes serve anda de refugio nao be seno
coiii acondicao de nao motivar nenhiiina quet-
xa da parle do ministro oe Franca. Trruiiiian-
do, a nota de 24 de Janeiro, lai saber que urna
recusacao de fazer jusiica a estas reclamares,
tena por iiin alterar gravemente as rclaces
que o presidente da Repblica deseja entreier
como governo federal; que una atutude dif-
luiente daquelia cuja expectativa o presidente
inanifesta, nao tardada em acariciar compli-
ca(Ciea dilhceis, e a impr principalmente ao
governo da Repblica o dever de lomar medi-
das que o seu maior desejo lora nao einprcgn-
las, mas s quaes elle recorrera, bcni a seu pc-
zar, se ai tentativas de V. Exc. uo conseguis-
lem o seu liin. 't
Como o conselho federal parlilha sem restric-
cao as inien^des expressas no cometo da nota,
a saber : que uciibuin Estado pilc tolerar que
eslrangeiros se prevalecam do asvlo que llies
he concedido para se entregar
a oulras empresas contra a tranq
que o exerciclo da hoadltalldade para cora
eslrangeiros fosse filio em harmona com as
obrlgaces Internaclonac as qlluei nao peosa-
inos conleslar. Ela aqu o que quer o direito In-
ternacional reconhecido ; he Isla e nao maia
que lato que em calos dadoi sempre se lein pe-
dido lano da Sulssa. como dos oulroi hitados,
e he lambeino que o conaelho federal jamis
nao recuiou, e o que elle conceder coosciefl-
closamenteein lodo o lempo.
Mas o que se pede na nota de 24 de Janeiro
he ludo novo. A aulorldade do pala nao deve
inais nad. ter a reipeito da residenci ulterior
o banlmeolo da eairangelroi queforara rece-
bidoino pilze nellc viveui debaixo da protec-
cao de uas lela e de suas lnstltuici.es ; para o
futuro depender aniel le um (imples slgnal
de uina legacio estraogeira decidir quac as
medidas que as autoridades deverao lomar no
dominio d. polica doi cstrangeiroi.
8a o cnmelho federal lulsio nio recusasse
obedecer a exigencia que Ibe he fetia, elle vlo-
laria rta inaneira a inail grsve a cooaiituicio fe-
deral, asalta como leus devores aagradoi para
com o pala que Ihe conliou o poder dlctadorlal
e cxecunvo superior, porque elle deve ver n'a-
ti exigencia uina Intervenco decidida nos ne-
gocios da Suissa, porque se o governo fr.ncez
nao reconheceue oulro jula. lenao elle menno,
lis necessidadei de la poltica e dos ureios os
uials necessarioa para chegar ao leu liin, elle
nao poderla todava, tem rtescoiihecer al uoci-s
as maii poiltlva do direito das gentes, querer
impor seu julzo aoi oulros Estados, ero con-
testar-lhei o direito de dicidlr ellei meiinoi o
que teem de faxer ou deixar d fazer ero leu
territorio. A Franca que em todoi o teinpos
tem concedido um asylo aos proscripto! po-
lticos nao se deixaria jinail contener ele di-
reito e nao renunciarla o seu livre arbitrio em
questdes desla natureza.
Mas se o conselho federal deve diclinar da
exigencia que Ihe he felia, nao segue-se dahl
denenhuiu modo que elle permittir aos re-
fugiados icrvirem-sc do territorio auisso para
empresas liostis aos oulros Estados; bem, pelo
contrario, elle deve expreisamente repellir
secusaco dbigida conlra a Sulssa, de querer
assrgurar una especie de Impunidade aus ir-
reconciliaveis inimigos da locicdade. O conse-
lho federal lembrou agora o facto de quedes-
de lgun< annos elle tem laocado fra inultos
refugiados francezei, e oulros coja presenca
pareca Incompalivel com ai relafei lulenia-
cionaes entre a Confedera;o e os oulros filia-
dos, ene tambem debaixo deste ponto de villa
que elle Julgar e decidir para o fuluro etn ca-
da ello especial.
O conselho federal suisso espera ler assiin
dado lodas as segurancaa compativels com
honra e independencia da Goufederaco e que
satisfarao plenaiuenle o que exige o direito In-
ternacional, l'or isli as anieacas que terminara
a nota, nao poderiain faze-lo sabir do caminbo
que Ihe he traeario oao s pelo seolimeolo pro-
fundo de aeu dever, seoo pelo ilirailo inter-
nacional e elle nao duvida disto einquaoto ao
voto do povo sutsio.
O cooselbo federal aprovelta anda esta oc-
casio, etc.
(Segnera-se as assignslurai.)
As uliimas cartas de Roma sao de 70 de
marco.
y consistorio e o movlmenlo que a nomracan
de quatro novoi cardeaei occasionou era Ro-
ma, sao pouco inais ou menos os nicos accou-
tecimenlos que merecen! altenco. O cardeal
Mathlen, rcebispo de llesaocon, o qual leudo
sido promovido era um consi>loioprecedente,
h.na ebegado nesles ulliinos -.i- para receber
o capello. lera fornecido um motivo inulto na-
tural colonia franceza de toiuar parle nesiai
olemuidades. Recebemos a este respeilo al-
gumas Informacdes preliminares as quaes nos
iiarccein ler pelo menos o mrito da occasio.
Sea diguidade de cardeal he antiga na igreja
calholica, pois que os autores ecclesiasicos la-
zem remontar a sua institui(ao ao papa Hygino,
o qual vlveu no segundo secuto, as insignia!
honorficas desie alto cargo aao de creaco inul-
to m.ls recente e nao furam augmentadas ie-
uccesslvamenle.
A. assembla da nolte be consagrada a todat
as pessoss constituidas em dlgnidade ouque sao
admlttldaihabiiuilmentenaalta sociedade. Os
homeni devein apresentar-se m uniforme ou
vestidos de casaca, e as mulaeres'eom toda a
pompa ; por lito be que eitai noliei lio cha-
mada! e nrtle in fio ukl.
Dlaole da principal entrada do palacio, onde
se fu o recebimento. dual orcheilai eieculara
at raeia nolli, bellas armonas. Se o cardeal
noraeado esta ausente e em pslx eitraogelro,
embaixador de la n.cao recebe ineinble
era seu lugar Mr. Milbleu e Mr. de Bayneval
rrerblaiii junlamcnle no palacio Colonna.
O fia da quinta-feira anda he litis chelo de
incidente!. Oa novoi cardeaea ato apreienls-
doi ao papa, durante o consistorio publico, on-
de pila prlmelr. va* elle recebem abraca fra-
ternal dos inerabrp do legrado colleglo. Oe-
pols riles vio em gala faser urna visita a basli-
ca de Sao-Pedro, depoli ao cardeal decano. Fi-
nalmente a asieroblea da nolte be una assem-
bla convidada durante a qual uro caraareiro
do papa Ibe tr e Iheentreg. definitivamente o
capello.
Este laro he por esla rasao aquelle que mal
deiejam aiiiitir oa viajantes e os curiosos. Os
convites do cardeal Mathleu foram numerosos.
O einbaixador nena nuite nao fazia senao fran-
quear o leu palacio, oque nao impedio a elle
ueni icohora condena de II.yneval de fazer ai
honrai de leus laldes com sua dislincco do eos
turne. Ilouverara inais tres oulros saraos ,
inclina hora, e por esla rallo hivia sempre
mullido de genlc no palacio Colonna. As olio
horaa e niela, inonienlior Slella; cainireiro
lecrelo do papa, ebegou rom o seu conejo. Mr.
M.thieu collocou-se em p diinle de urna ca-
deira de bracos sobrepujada de um docel. l>
capello l deposto sobre uina mesa ornada de
quatro lochas. 0 prelado romano proferto um
discurso em Italiano eminencia, que Ibe re.-
pondeu na uiesina lingoa cora uina facilidade
de elocueo e uina proprledadc de termos que
ferio a lodos os aslateme!. Os Italianos que
se achavara presente! ficaram marovilhadoi do
diicurso do novo cardeal e de sua excellenie
pronuncia. Os Fraucezes nao ficaraiu menos
coniesles do discurso de seu illuslre compalrio-
la. Os applauso partiram de lodo! os ladoi da
ala. Entao duai palavras latinas foram pro-
nunciadas : Extra omnes. As lenhorai coni-
prehenderam bailante mal que Ihes cumpria
momeiitaneaniente deixar a sos o cardeal eo
prelado romano Todava ao segundo extraom-
'i", os horaens e as inulbere reliraraiu-se pa-
ra os oulros laldes. A ceremonia esteva termi-
nada para o publico; c logo depols tambera o
eslava para o cardeal Mathieu, o qual loroou a
parecer nos laldei no simples traje de cidade e
rceebeu cora muita aSabllidade al felicitacdel
da i libante aocledade que se curapriraia nos
saldes da embalsada.
(Preiss.)________
INTERIOR.
COKHESPUNDENCiaS DO DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
Paod'Alho 18 dtUaioi 1851.
Bem me qulzera dispensar de Ihe escrever
por esta vez, porque na verdide pouco tem
occorrido, alem do ordimno, depois di mt-
nna ullim correspondencia : mas he tal i
sofrrfju iii, quesinlo quindo lenho porta-
dor seguro, que n3o posso deixar de Ihe di-
rigir, anda que a pressa, algumas linbas.
Passou por esti comarca em das da se-
mana passadi o nosso chefo de polica in-
lirino, nasua volta de Ttmbauba, e quan-
do pens^vsms que ao menos por curiosi-
dade elle tomaste a direcc.So dosta villa, s-
mente para v-la quindo no quizease pes-
suilmente informar-se do eslsdo do pessoal
de sua polica para fazer a reorgantsarjao de
que elle necessita, pernoitou em Cuisahy, e
daliseguio para Mussurepo lomar a estra-
da real para essa ci lado, (cando assnu os
liabilantet deste lugar privados da honra
MAieVi5J.' o, o7ra.se. nao raziara nenhu- de conhecer, e eua.priineal.ir o Jgondo
mi Insignia que os desilngulsse dos outros responsavel pela ordem, e trsnquillidade aa
meiiibrn" do clrigo. A primeira insignia que prorincia: he de notir que das antes delle
Ihes foi conferida, foi o capello vermeiho, de- passar annunciava-se a sua viada, e muitos
cretado por Innocencio IV pelo anno de l*i'0. o esperavim.
Honifacio IX Ihci deu a louina vermclha ou Escrevendo-lhe ests, chegi-me agora a
> asylo que Idea vilete, a qual elles irazein aluda hoje. Paulo n0ljci, de queanle hontem a noiie fra as-
a conspirs(deiou ||, sessenta e cinco annos depois, Ihes concedeu ln V. __. Moninla __ila-it ido
tranquilhdadeea barrete ver.uelho, as chlnellas ou spalos da sasstnado no lugar Mo. Jola a1"0
ordera dosoutros Estados; como o fim constan- !,,, cor, os eslribos de ouro e a mi Ir. dse- da Gloria um individuo do nooio Horencio,
le de seus esforcos lera sido faicr devidsmele | da branca para as ceremonias. Finalmente he cu|0 pal Uvera a mesma solt ao me. nis-
reipeiiar ene principio no territorio Suisio, (i- a Gregorio XIV que ellei devera em 1591 o loli- soram que providencias tomsra a polica
cou tanto mais surpchindo das consequen- do vermelho ou pelo menos foi este papa quera para a captura do assassino desse infeliz
cias, quanto as fazera decorrer dcsias unen- Iregularlsou o uso delle. Florencio, nem msalo se VOO daquelle des-
caes e dai exigencias que a ellas se referen!, i o solideo, o barrete e o capello ale pois desde lrC[0 participaco ofllcial, o que passa por
Antes deludo, deve-se pergunlar se existen, elUao as irea imigoiai dialtociiv.i do cardina- ceri0 ho que O infeliz ia nao existe,
facloi exlraordlnaiioi, manilesta(es que pos-'|ai0. Os recipiendarios recebem lodos tres das
sam justificar qneixas contra aSuissa ; se cous- niaoido papa. Para ol eleitoi auscntei, eora-
plracoes teem ndo realmente urdida era leu se-lhei o solideo e o barrete, mas ellei sao obri-
territorio centra a Franca ; se isto leve lugar 'gados a vira Roma receber era peisoa o capello.
din o i (ubi cliiiiiii'i e approvacao das atilori- I A entrega do capello he sempre acoinpmha-
dadess'issas, e se com ludo i>tii os criminosos 'da da concesi'o do Ululo caidinalem. Depois
gosam Impunemente e aera obstculos da pro-' da bulla de Sillo V que constituio o lagrado
leccio da boipitalidade. Mal lie em vao que o colleglo tal como he prescnlemenle, sabe-se
conselho federal procura fados dcila nalurc- 'que elle se coinpde de 70 cardeaei, dos quaes
za. O numero dos refugiados francezes tem si- seis sao bispos, 60 padrea e It diacuooi. Ol bia-
do lempre pouco consideravel, e os rumores'pos sao os lilulares efieclivos dos seiibispadoi
espalhadosa ene respeilo multo exagerados, i vizlnbos de Roma, o quaes tem o norae de iu-
assim como o conselho federal deiiioosliou pre-!6urfticorioj. Eis-aqui os seus oomes : O.lla,
cedenleiueule, fundado empane nos relato- [porto, Albano, Sabino, Paleilina e Fraicall. Os
rloi de seus coimnisarios, em parte e espe- padres e o dicono! recebem o Ululo de urna
IT-.-... 11.... .1. .*_ J- B.. M n,
cialmenle no exame das ditferemei liitai de
refugiado!.
Bem que se nao liveise deicoberto ocnbuin
vestigio de machinaces politicoi, e que
Franca se llveue limitado a pedir o Interina-
ment doi refugiado!, dezmis dcllei e um
italiano, nao deixaraui de ser laucados fura da
Suissa, no crreme do inez de marco, nao por
terem conspirado contra um Estado eslrangei-
ro, porque nada o provava, oais por lerera
zombadoabertainenie doi decretos do cooselbo
federal lobre o scu lulcrnamculo. A maior par-
le a lia mi o 11 .un ettrciivamente a Suissa, oulros
coniegulrain, relirando-ic occultamcnte, col-
loe, r al autoridades na impossibllidade de dar
a prova deque tiuham partido. Por cita raso
elles conlinuaram a ser recoinraendadosaa pes-
quisas da pollcia.'
Tal era o calado das cousas at deiembro de
kS.'il. A 5 do dito mei lele refugiadoi fraucezes
que ie achavam em Lousana lenigiram c fise-
raiii claudeslinainente Imprimir um appello de
insurreicAo convidando o |iovofrancez a pegar
em armas. Se bem que este appello ficasse por
consegulntc no estado de projeclo, o conselho
federal nao resolveu mcuoi expulsar esics re-
fugiados da Suisa no momento emque leve co-
nhecimenio do impresso, Lita decisb tam-
ben) fui exeeulada em grande parte e nenhum
lucio foi despresado para que ella o fosse com-
pletamente. Anda que os faclos que acabara
de ser ieinkradoi lejam bcra conhecidos da le-
gaco fraucea, o cooselbo federal enlendeu to-
dava que os derla recapitular, afim de inoitrar
com evidencia que a Sulsia nao lie o foco de
conjuracoei conlra a Franca e outroi Estados,
que loda a tentativa de uiachiuacocs polticas
que chega ao conheclmenlo da aulorldade,
provoca a la Ioieivenco [inmediata c espon-
tanea, e que vi decl.fles do conselho federal re-
cebem lempre a execucao que ella no dominio
do posslvel. Mai luppondo ineiino que eslitii-
bi-ni ptesentcmenie motivos rraes de queiaa o
que sem contradigo le ia direito de se exigir,
he queie pozeise'ura termo ao abuso de a.ylo,
que se lomassem medidas conlra ol individuos
ao quaei forneccui materia, i reclatnacdei, e
igreja de llora
he conveniente,
nome de familia
podeio inesino, se isto Ibes
lubililuir osen norae ao leu
hilas Igreja! teem sido des
As chuvas aqni tem si lo copiosas desde
o primeiro deste mez : era ella jet urna ne-
cessidade para os lavradores, que eslavam
bem tristes, o com recelas de que suas
plauta;es uSo acabassem de desecar no
campo, a contiuuar o sol, como no mez de
abril: agora parece que eslo desvanecidos
todos os rt'C'ios, e posto que algiimas la-
vouras se livessem perdido, ha boas espe-
ranzas de lermos abastec ment de vive-
res.
C me cliegou a UniJo n. 428. e di-
zem-aie que lia urna outra que me tunda
desapiadadamente, acoimam-me de irai-
coeiro, bajulador do poder, calumniador
etc. etc. Se eu quizesse fazer o papel de
como o asientos acadmicos uina iguaida.ie de so furgicado eoi dous das Ihe mostrara
honras c previleglos_ Os bispos, que nao sao os que elle eslava perfeilaiDente illudido, ou
seis suburblcarlos, aao todos cardeaes da ordem que enlSo tem interasse imme listo na data-
dos padres. O Sr. arctblipo de Besanfon o be za do juit.queellejulga iocipaide se pres-
presenleincnle a titulo de Sanoilveilre n ca-
pile.
A elcieo do cardlnalato he feiU era consis-
torio secreto. A entrega do capello, a ceremo-
nia do abrir e do fecbar a bocea, finalmente da
iraposlcao do Ululo lein lugar em consistorio
publico. Ahi termina o que se pode chamar
afuucco leliglosa. Relia agora fllennos da
funeco civil.
Na ordera hierarchica da curia romana, o car-
deal lera digoldade de principe de aangue; a
n ,ini ni de uina eminencia lera ponanlo para
a cidade e para o estado toda a importancia de
um accunteciuoentoque deve icr celebradocotu
demunairacoei de prazer e de respeilo. Feliz-
mente as despez s desias ceremonias sko feilas
pelo novo dignatario. Estas ceremonias durara
ire das; segunda, terca e quarta fclra do con-
sistorio. Ne.tei dias ol eleitol teem recepeo
tar a lies actos de immoralidide, mas nao,
a miaa misso buouua ; en apenas dou
conla dos f t .ni elles donde partrem, e diapresaudo al-
lusil.-s olTeiisivas, e anda oiesmo ataques
directos protesto nada responder a e*s*,ii -m
a qualquerout'a invectiva queso mo faca
sobre o objecto daquelia correspondencia,
appello mesmo para a consciencia do juiz
defendido .... e bou ser que isso Ihe sirva
de correctivo.
Adeus. Tenha iiude edinheiro.
Parahlba, l4 de malo de 1852.
Nada tem occoni io depois de oiinha ul- _
tima, que tnereca mcncSo. A IranquiliJade a tomar assenlo na cmara temporaria.lu-
de ui.iiiba i e assembla a noite.ein aeu palacio.l publica, e segurauca individual val bem, as- leira la
com receio d'aquello faccinora, nose es-
quececeai de seus deveres aponto de o dni-
xarem divagar nos lugares do suas jurisJic-
cOes, e sem o menoren com modo, ceno que
elle ha multo que esutna solTrendo a bem
merecida paga de seus cri mes; mas a con-
descendencia, a incuria, o patronato crimi-
noso, o receio d'aquelles que devism ajudar
o governo em tso nohre empentan, frus-
tram todos os se us esforcos, e an i mam aquel-
lo criminoso a continuar em sua negra vida.
A assembla que por causa da chova no
traballiuu nos dias 10 e II, contina sem
novidado, o est oceupada com a forca po-
licial, que pola noticia espaloada Ka do trop da corle, quer diminuir.
Nao sei se realisar-se-ha tal romessa, e se
na parlilha do exercito do sul nos cibera al-
unis forca de que tanto necessilamos para
alivio de noaios cofres pro'vinciaes, que
comportara urna despesa com o corpo poli-
cial superior is suas torcas; mas se o gover-
no goral se lembrar de nos n'aquella parli-
lha muito nos merecer.
A grande despesa feita com aquelle corpo
de duzentas pracas, que hoje tornos, e de
que sem maior (urca de liona nSo podnmos
prescindir, nos prohibe a aplicar quantia al-
guma no nuliiorametilo material da provin-
cia, que nosso estado tito altamente re-
clama.
Hontem toi a conmissio mandada pela
assembla manifestar ao Exm. presidente
seus votos > esliuia c consileracSo, e le-
licita-lo pela sus sabia, e illustrada admira-
'io NSo asslsti ao acto, e por isso nSo ou-
vi os leciprocos discursos ; mas asssvera-
me o poit.'irii da assembici, que esiiveram
eloquentes. Aguardo-me para dizer-lhe mais
alguma cousa quando poder l-los.
Nao houve novidadealguma na discussSo
l'aquelle discurso aprosentado pela commis-
sSo, como Mi.'im li un os que desejitn ver
ludo em conflagrafBo, e esse fseto bem de-
not, qiM aquella corporaQSo no osl Jis-
posta a scenasque a (acatn menos prezar.
Muito estimare! ter sempre iguaes noti-
cias a dar-lite, quando houver de tractar da-
quelia corporal;;!!).
No comer e cocar tudo est o comefir,
liziam os antigos, e etn verdad he este um
dos rifns mus juslicados, o tanto o he que
tero aplicado em muitas mais cousis, que
n3o sio comer e coca'. Entre nos, por exeoi-
ilo, dorou o permitido at que liouvn um
que abrase as portas de Juno, masapenasau-
pareceu o primei o bailanSodiscontinuaran)
.t iiuihi-o os soires, e assim livres esta-
mos do temor de rheumalisajosjeeu sernos
escrpulos, que j me hiam pungalo de
causar aquellas Iregos por ser linguarudo.
Se eu tivera vol na assembla opinara
para que a prxima futura sessSo fosse em
setemhro, ou outubro para quo as chuvas
no ouzsssem eocommodar as bellas, que
quiz'ssem assistir aos bailes, que de neces-
sidade devem havor durante aquella sessSo
Esqur-ceu-me dizer-lhe quando tractei da
as-unbli'ii, que a idnia que hoje mais oceu-
pi os deputados nos sallOes, pois ainda nio
appareceu o projecto, lio a crea^So do mais
luis comarcas n'esta provincia. Bistante
opposico snffre essa ideia, e assim ainda
nSo posso avaliar se passar, caso se apr-
senle.
So atlendormos smente necessidsde da
provincia nSo duvidaremos quo a i lea he
opiims, e muito proveitusa ; mas se em nus-
sa ciiiiciilerai,'.!i) pezar-se o estado do psiz,
o acessimo de despez is, e mais que tal
ideia he nicamente suggerida p.lo instme-
to de arranjar aflliado*,corlamente que nos
decidiremos por em quanto contra ella.
Basta por hoje. Ssdo, e quanto cubicam
os frades Ihe apeteco.
PERHAMBUCQ
CMARA MUNICIPAL.
SF.SSA'0 EXTRAORDINARIA, DE 30 DE ABRIL
DE 1852.
Presidencia doSr Barroi'.,
Presentes os Srs Mamede, Carneiro Mon-
teiro, Franca e Pires Feneira, filiando com
causa os Srs. presidente e Figueiredo, e sem
ella os mais senhores, abrio-sea sessilo, e
foi lida e approvada a acta da sessilo anle-
cedenle.
Foi lldooiegulnlc
EXPEDIENTE
Um olUcio do Exm. presidente da provin-
cia, concedendo de conformidade com a in-
foi mai.;!'i que, por copia remeltia da capi-
tania do porto desla cidade, aulonsacSo- pa-
ra poder a cmara mandar exlrahir dos Ar-
recifes a pedra precisa obra do matadou-
ro.--0.ue se oOlciasse a commissSo encarre-
gada da mesma obra, para se entender com
a referida capitania, alim de por esta Ibe ser
indicado o lugar d'onde deve ser feita a ex-
tracto
Oulro do mesmo, transmittindo copia do
ollieio que expedir ao barharel Jos Fdlix de
B'iuo Macedo, no qual declara os motivos
pelos quaes entende no competir ao mes-
mo nacharel oexercicio do cargo de juiz de
paz do segundo dtstricto da freguezia de S -
Antonio, no correte anno, e sim ao cid t-
dlo Joo Francisco Bastos, que nelle se acna.
luteirada.
Oulro do mesmo, communicindo ter pro-
ferido no requerimenlo da irmandade do
Sanlissimo Sacrameoto da freauezia de S.-
Aiituiiiii, a que se refere o oflicio desta c-
mara de 15 de marco ultimo, o seguale des-
pacho : convindo a irmandade supplicads,
coma requer.lnleirada.
Oulros das cmaras municipaes do Boni-
to, Caruar e Cimbres, aecusando a recep-
cSo dos desta, em qu i Ihes participou a pos-
se do actual Exm. presidente da provincia.
loteirada.
Outro do secretirio ellecllvo desta cma-
ra, participando contiouar o seu impedi-
mento, por ter de seguir ao Rio de Janeiro
lie inajilia lodos os corpos constituidos, rell- snn couio a salubndaile O nerno oontl- Oulro do fiscal supplenle, em exercicio de
gios ,s, elvia. .Hitares e Iliterarios veeiii faaer. n, com f0,., pa|oque nflo temos tido n'es- S.-Antonio. optando o referido lugar de as-
uma vlslia ofllcial a aristocracia a baldaqun &ui motivos de queixa. cal, visto Ihe ser Vedado o poder accumular
ab'.fa e repreieuiar P0""""''''"-'''" I '0 f.ecioora Miguel Pereira, aoimado pelos este com o de escriffio de paz do primeiro
nobreTque' Jem mu'.o'dt'pnf.ci';. .orao I seus protdCtor... q. Ihe dao homi,io,ou- distric.o d. freguezia de S. Frei Pedro Gua-
mais dous duques e dous marqueses quegozan> zou adijar nss proximidades d'esta capital; tim%, nem mesmo poder smente servir as
do menno previiegio. Ene previleglo consiste| mas S Ex. informado a lempo, o nSo dei- duas escrivaotas dos dous aistnctos da raes-
era ter urna especie de tbrono levantado na pri- xou discantar, e f-lo perseguir por escol- mi freguezia.Inteirada.
melra ami-camara de aeu palacio e em urna tis de polica, que nio conseguindo pren-, Outro do contador, requisitando, para os
de-lu, aos menos o lizeram procurar novo trabamos a seu cargo, dous livros para a
valliacoulo. receila e Jespeza do anno futuro, um cini-
Se todas as auctoridades policiaes segus- j veta e um estojo com lira linlus e compaco.
sem o exemplo do governo, e urnas por in- Mandou-so expedir ordem ao procurador,
dolencia, ou escandalosa protecclo, e outras I pira satisfazer a requisic&o. I
lorie de doraealicidade ofnclal da qual o chefe
he chamado gcntilliomcui c iraz a vene france-
za e a espada, lie este genlilbomein que vera
em gala, isto be. na carruajera de grande ce-
remonia do principe ou do duque comprimen-
lar o novo cardeal.
Outro do adminislrador do cemiterio, ro-
mllenlo 3,000 rs., quo recebrra para con-
sentir que se sepultasse em catacumba da
irman lade do l.ivamento o cadver da par
vula Ade'ina, a que ss refere a guia sol n.
2443, tirada para sepultura reservada, vislo
lera pirle encanegada do enterro se resol-
vido islo*. -- Que se ofllciasseao adminis-
tradur para iniurmar qual a ceiteza que leve
de estar o cadver no caso de ter sepultura
em catacumba, para nisto consorlir, um
vez que-se li'ou guia para outra sepultura,
e que se Ihe dissnss, que sempre que lives-
se de fazer paiticipices desta natureza, o
li/rsse mais circumslanoiadameute.
Ojlro do mesmo, remetiendo O mappa das
inhumaQes feilas no cemiterio no trimes-
tre fiado no ultimo de marco do correte
anno,--Que se transmittisse o mappa ao con-
seibo de salubridade, que o requisitou.
Oulro do mesmo, remetiendo a folha dos
vencimentos dos empregados respectivos do
mez fiado hoje.D^spachou-se, mandndo-
se pagar.
Outro de JoBo Prancisco do Reg Mala,
juiz de paz do segundo districio do Poco,
propunlo para escrivdo do.mesmo juizo, o
ci lad.io Amador de Araujo l'essua de Mello,
e dizendo ler para islo obli lo autonsacSo
do juiz do direito da seguoda vara do termo
desta cidade Que se Ine respondesse di-
zendo, que devendo ficar no archivo da c-
mara a referida aulorisacSo do juiz, era
uiisier que a transmittisse.
uulro du secrelariu da associacSo com-
m-rridl desta ci lade, pedioilo em nome da
mesma, houvesse a ornara de providenciar
do modo que os conductores do assucar para
o mercado, o tragan coberto com encera-
dos, pira acautela-lo das intemperies do lem-
po, alim da na i cnegar hmido, em estado
de ser difilcil a sua exporiacito -Que por in-
termedio da secretaria, se Ino raspn lesse,
quo nao perloncenloa provi lencia solici-
tada polica e economa municipal, e s
sen lo de mero inleresse particular, mo a
coosidera a cantara de suas attiibuicdes, pa-
ra poder prover respailo.
Foi approvado o parocerda commissode
polica, dando por conferidas e conformes
com us respectivos documentos, as contas
da receila fl despezl municipal, dos mez s de
fevereiro e mirto ltimos, inclusive as do
cemiterio, do trimestre de dezeaibro do an-
no lindo ao ultimo de fevereiro dito ; sendo
igualmente approvada a despeza de 200,000
rs., de que faz monean o mesmo parecer,
melade do valor do carro fnebre, comprado
a Miguel Segior. De ludo mandou-se scien-
lilic.r ao procuradora contador.
A cmara, depois de alguma discusso,
diferio, de conformidade com a informacilo
do advogado da casi, a pelicao do Manoel
Policarpo M .reir de Azevedo, relativa afe-
rico de balancas, votando conlra o Sr. Car-
neiro Monteiro, sendo inmediatamente ap-
provado o seguinte requerimentu que man-
dn a mesa o Sr. Franca.
Requeiro que esta cmara submetta o ac-
tual regiment das atontos a urna commis-
-.V> i-ara o rever o dar o seu parecer a res-
pailo da lacuna que S) observa no art. 4 ,
quanto a cobranca da laxa das balanzas,
cuja capacidad etcader de 64 libras; Inm
como do mais que julgar conveoieoie retor-
mar.--0 vereadur Franca.
Foram nomeados para a commissSo de
que trata o requorimento suppra, o seu au-
tor e Pires Ferreira.
Rsolveu-se, por unanimidade, que se
supplicasse S. M. o Imperador, alim de
que, a despeza de 2 088,000 rs. ( principal e
cusas) que a cmara fez cuai os fosiijos da
accIamacSo do Sr D. Peirol, no annu do
1821, e que agora est condemnada a pigar
a thesouraria da fazeoda geral, por quem
tora oaquelle tempb, tono o emprastimo de
-'.iiuu.iii'D rs. p.ra dilo fioi, reverlesse em
beii-lic.ii Heii i'i'i ou-.-e que se rearesenlasse ao Exm.
presdeme subre ser prejudicial salubii-
dado publica, principalmente) ua aciualula-
de, em quo si vai deseavolveodo o fligcllo
da ebre amarella, a con luc; "m, etn carros
de passeio, de cadaveies do pessoss que UC-
cii nbi'in a l.ln pernicioso mal, podindo-lhe
providenciasse de moao que cessassosome-
ih di'.e pratica.
Ficou addiado o requerimenlo da irman-
dade do Saittissimu Sscramenlo da matriz
de S.-Antonio, a cuja pretcn(9o se refere o
oOlcio cima mencionado do governo da pro-
vincia.
Mandou-se nova monto por em pra;a no da
II de maio segututeos concerlosa fazer-se
no acouguu da llaa-Visla.
Despacnaram-se as peiiees de Francisco
Man ol, Jos Masseno, de Francisco Severia-
no Hallullo & Filho, Jos Pinio Ferreira,
J i i| a un Francisco do Rozario, Jos dos San-
tos Souza Lins, Jo.io da Cunha MagalhUes,
Jo.io Caelano d A.reu, Mauoel Policarpo
Murena de Axevedo, e levanlou-se a sessao.
Eu Manuel Ferreira Accioli o escrevi no
impedimento do secretario.
Communicados.
No he j pira tecermos elogios io Sr.
F. de P- Cirneiro Leo: nSo he para en-
ueosarmoso gysteoia de cura, que Uo h-
bilmente lie applicido* por esse Sr. : nem
l.ln pouco para lornarmo-ooj csmpedes des-
se sv-luin i, alvo do tamas questes, victo-
ria ue Uo habis peonas, que hoje reco-ne-
mos a este Diario : mas na nicamente psra
mo deixarmos passar desape sabidas in-
exacli les couti lasnocommuuicsdo incerto
nests tolna n. 103 conlra o sysie na ho noa
ptico ; que so no queramos endeosar, se
ti.lo queremos mais acredita lo, tamben
n3o cunseutimos, que a guerra surda prin-
cipie a miliar a baso de seus to soli los ali-
corees.
0 s\si un homcepatico est entre nos
muito acreditsdo, nada inais precisa para
seu desenvolvtmenlo, mas nem por isso
deixaiemos queessa guerra se Ihe faga, e
envidando todos os nossos estoicos, tare-
mos por eonservar-lhe a existencia qmndo
menos noestaloquo.
He a nica tnissao de que nos encarrega-
mos, e na qual persistiremos, a pesar de
nossas debis torcas
Os fictos sobre que se tem baseaJo a ve-
raciade, preferencia e evidencia desse sys-
lema ao amigo sio imimeraveise dellesse
tem servido cumo prova todos os que lem
tomado por uiissao o seu deseuvolvimenlo
lificavel de papel, e ob'i|armo os typoa
das typograpniae a muito gemerem debaixo
desse pezo com tudo um te apresenta an-
te nossos olhos do qual n.li nos podamos
furter de tratar, no s por ser o objecto de
que quesliunamps, como porque pela sua
impoitancia mais te tem feito oceupar a at-
lencflo publica, e mesmo por ser aquelle em
que t .nio !: iniuTiMi o antigo systema seu
perito que*por ello principiou o seu t'aba-
Ibo do .le-t'imiin. snn fu para desiruir
o crdito desle novo systema de curi, que
os senhores assignatanos do communicado
do que tratamos, procuraram desfigurar os
fictos que nelle se deram : foi o nao
poda deixar de s-r essa a causa que levou
os cinco Srs. Drs. em medicina o assigna-
la : toi nicamente o zelo pelos seus prin-
cipios que a tanto os cegnu. NSo podemos
crer o cont-ario, e em suas conciencias os.
mesmos senhores o conhecrSo e veremos,
f) Facto da tura da Exma. Sra D. Anua
passou-se pela forma sj tinte :
Nos tiremos a felicidade de presenciar tu-
do e ( permita -so-nos a vanglnria ) de, pre-
sentes livrar a Exma. Sra. D. Anna da mor-
te, porque inluzmos aolllm. Sr. Dz. Luna
a jangar m,1o desse systema, tanto autoriss-
do por Tactos iguaes, como por termos
mais forte convierto de um benfico resul-
tado.
lie exacto quo essa senhora fra acomet-
lida no dia e hora que diz ocom-nan lo por
um ataque de cereb o segunlodisseramos
mdicos que a soccorreram : que esses se-
nhores esgolsrcm todos os recursos de sua
medicina, en mu bix*>, cataplasmas, crisleis
ila pimentas& &&, pan conseguir, ja nflo
diremos, o seu leslabelecimento, mas adu-
nia melhora, sendo tudo baldado : que os
mesmos senhores concoidstnio em sangrfr
a iln-'iii-, a .-i n o li i' -un ao inm') dia,do que
resulloii loe imediatameute perder iuloira-
ineaie a falla, e qu-si que do todo os senti-
dos : que apenas dava signel de vida quan-
do de 5 em 5 minutos pouco mais e quasi
seniprn menos, soffria um ataque de convul-
so tilo forte, to excessivo quo as vezes
eram insufilcieuteas torgas de todos os as-
sistenles para resistir a seus impelos que
este estado persisti al as 11 horas da noi-
te do mesmo .lia, quando lento sai lo todos
os facultativos como que desengamdos de
suas esperangas, oSr. desembargadur Luna
instado por nossos pedidos, e livre da res-
pnasabilulaile da amisade votada a s mes-
mos, e que nos apresentava como obstculo
sua permisso, decidio-se a cunsentir ua
ni'iil un; ida cora, lano mais loado um
bilheiite de um seu amino em que uizia ter
ouvido, na casa doSr Dr. Poge, diz'T o Sr.
Dr. Mivignier que a doente no polis esca-
par : he exacto e he exitissimo, como o he,
que a luz do meio dir he mais brilhante,
que essa seuhora se conservava nesse esta-
do, entre a vida e a morle, que o Sr. ilesein-
bargador se julga'a viuvo, suas fillias or-
phas, tudo eatregue a maior constero.go,
que tu* alguem de que falla o communicado
se apresenlou, e aproveitamlo se do as-
sentiment do Sr. desembarga lor, correr
a casa do Sr. Paula, exposera o estado da
doente, que o Sr. Paula receiou compromet-
ter o systema horneeaalico, e seu ce lito, a-
vista do estado di enferma, mas quo sendo
instado, dera urna porgo do seu remedio
para ser devidido em duas doses eapplica-
dii ; que semlo I m.a.li a pri neira dse a
meia noit--. desla a 1 hora soffrera apenas
a doente 2 ataques do convnlcOes ; que to-
mando nessa occasio segunda dso apre-
sentava linda mais vesiveis elTeitos: que re-
ceitanduoSr. Paula nut'O medicamento pa-
ra ser applicado de hora em hura n princi-
piando essa applicag.lo as 3 horas, ao tocar
da arvorada ja a Sra. D. Anua sentada, fal-
lava, abragava suas (Ih'S, e pergtinta va pe-
los seus cabellos corladas pelos alio-
patas ?'....
Eiso fado tal qual se passou, e tal qual
foi presenciado por lodos quo se achavam
na osa do Sr. desombargsdor. \' vista
delie, Srs de communiesdo, a quem se de-
ve o .-i sl-b'l (Mnenlo da I x na. Sra. D. Ali-
na, a vos que trabalhastois desde a manhaa
al s II horas da noi'e, empregando todos
os meios lembrados a cinco mdicos, a vos
queja baldos de esperangas linhiis desam-
parado a doente; ou ao systema homoao-
|i-lineo, e pur consequencia ao Sr. Paula,
quo usando dello apphcou o remedio ?
Um dilema, Srs. do communicido,ou
toi o remedio homoeopathro que restituio
a vida a Exma. Sra D. Anna, ou vos no
contasteis com os effeit is dos remedios ap-
plicados por vs.'e polo systema allopathi-
coporque, se o contasseis, vos nBo'des-
ampararieis a doente, a ponto de a desen-
gaares; e assim, um systema de cura tSo
pr cu io, 13o inconsequonte, que seus sec-
tarios mesmos desconfiara dos effeitos he,
permiltam-mo a expressao, burla.
Equaadomesmo assim nao fosse, bast- .
va a vantagem da efilcicia do systema ho-
mceopatoico por sua prefereocia, alm da
conveniencia da sua suavidade. Porra
para que argumentar, quan lo os Tactos mais
que ludo pat mean aossa rasilo, e sSo suf-
licieules para coovencer?
Fazendu justiga, n3o estamos inclinados
a crer que a rasSo falla mesmo aocoragSo
ilos S's, do communicado, e quo se o assig-
oaram, foi nicamente levados pelo exces-
sivo zelo de seus principios, e Uo excessi-
vo que fez os Srs. do communiodo dize-
remnos nao promovemos o abono; nos
flsperavaraos o resultado benfico; os ata-
qu -8 prolongavam-se ; a dooute em seu lel-
lo acciona va, ergua-se, dava alguna pas-
sos, e se mais no andava eia porque a con-
luziam para a cama ; beba, posto quo nflo
como no estado desaudo; ouvts eat ral-
Uva, bem que com certa prisSo na gargan-
ta, e nflo mui livretneute: acciouava como
quem pedia alguma cousa, mas que nSo era
entendida.Que as 10 huras j as memoras
tam appareceudo, eque, foi tiesta uccasiAo
que a Sra. t. Anna toinou a dose da hu- .
niiBopitina! I
t;om ludo, Srs. do communicado, he zelo
da mais I Quem o'enlre nos ignora que o
eslsdo da Sra D. Anna, quando tomou a
dose homceopathtct nflo era o que vos dizois
no vosso cocnmuuicado .* A sra. D. Anna
accionava, fallava, andava, aposar de que
tudo nao tanto, camo quanto,'oa eslava
som igual de vida, inteiramente prosuda,
a ponto de dar-nos immenso trabadlo para
babor a primeira dosn.
A Sra D. Anna gjfava desses sttributos,
ntranos: tratar delles agora seria umnun- como vos dizeis, e no entretanto confesia
1 ci acbar doesorever, sena um gasto inqui-. ainda hoje que uada se lembra dos marty-
-t MUTILADO h
.


1
3
>

lio por que flzaram plsssr pelo noy sy
luma baibarp ii- bitas, cilaplaMlia, 6 ate
do clysio s de pntenla?! ^
Vos nao promovais o nliprlo. e nsujlitie
tanto vos udiasc-tei pin muilftS velM que
o aborto era o imito rr^rSOpiia a tt* sal
vac.Ho. 0 alsquos prolongaran!-se, he axac
to; m depoT da do* | lito o jramos
o ejHgTr.e. NSo queremos com isso dr
"g'ori* oSr. C. Lefio, nBo i o Sr. Carneiro
LeSo tem ja balnl gjori ; e despres a
que Iho pi sss sugmenla. .-asi' facto. Masa
verdade no obr.gi a relsU-lo tl qual elle
sedou; ciba gloria a, quem colljar
Existe o Sr. desembsrgador l.uo, existe o
Sr. Dr- Luna, eu niho, isisle toda a mi..
familia; essesSenhorcs que d.gara a verda-
de nicamente a reapeito do quo houve,
e>lamo< satisf itos. II" crio que o Sr.
ilpieiubargador Luna a principio recusou
dar o te* 'io hoir.osooalnito ua eenlio-
r mas no ful por desconfiar de seus el
jeitos, comodizeis no vosso communirad;
nos I estafamos o Sr. dembe'gador etl-
lava, heverdade, ma anta tmenle a con-
descendencia demasiad ( perdoe-nos u Sr.
desembaigador) amizadii dos racultatitos,
o iticgrxu ao parentesco que exista com
algn). Tanto nSo duvidav de 9 us cffo.-
to que, a que recorreu primeramente (o
a lion OBOpalhia, como vos mesmos ronfes-
siis no vosso coinmunicado, c so a nSo dou
foi pnrqoe, stemoriss.lo com os rcp-lidos
ataques Ua (lente, recorreu aoSr. Dr. la
viguin e>, que mora no rrtesmti sobrado,
pelo incidente da demor do remedio. Te-
mos dito o que julgavamos s .luciente
Itrsta-nos darnios, como amigos da familia
do Sr. desembsrgailor L'.naF.eire, o nos-
sos alneeroa paraban pelo restibelt-cimen-
to da Etma. S.a I). Anua, a quom o co
prolongue o dias.
Continuaremos, so vos, Srs. do coinmu-
nicado, oquizerde.
Maio. 8 do 1852.
_________________ON.J. E.
Uin doi se rvlr-n. linporlnntcs, que a aua Ier-
ra devem os Brasileiro., he nao deiinr per-
der-ie toda na llllcrat .a aniig alame tal
qual be, como na mailma parle ja ae lein
perdido, dando eata ue'rda causa a suppor-se
que tila lie nenhuma Cuu.prc nao frouxar
no rir.pei.ho de recolher, e publicar cases
reatos precioso!, e dai-lhcs pprpctuldade, sal-
vando Igual.nenie do ,#lqiieciinenlo os non.es
de seus illustres autores. Kssa lllleralura nfo
lie tao lenue e baca, quo qu.nl e nao veja,
c lirnhuina luz relliula ; sobras publicadas nas
revistas do InaliUiluIlistoricu c UcugrapMco o
prurau. De que apret nSo sao ellas dig-
nas / De que Inuvores nao sao beneinerilus
aquelles hrarllelrn*, que ..... lempo .Bal re-
moto jaiiam riu falta absoluta de nirioa de iut-
truccao, que Ibes ofl'erecesse o estado, e cm
lempos oais prximos qua.i na mesma falla,
seui que livesspui sabido do Brazll, alguna
ni ni de suas provincias, quasi sein emola, .m,
absolutamente sen. fautoies, antes despreza-
ilii.. se nao perseguidos, neuhu.n rico, algum
en trale penuria, e todava coiniigo se Ins-
truirn., eicrcvcratu, e poiarain com lano
saber e gosio, que as suas obras alada sao,
e sero scu.pre lidas com Inslruccao, c de-
leite ? J i. li i vista un bataneo da receila,
i detpein da provincia de l'erna.nbuco no
anuo de 1749, e dellc se ve, que das rendas
do citado ae nao pagav.'i a ulna ao eadelra de
primeiras letras sequer un loda a eslen.o da
provlnclu. ( 1 j Limlto-iitc prcsenlemeute
poesa antiga Pcrnau.biicana, considerando
cuino 1*1 a anterior a 1808, poca mrmnravel
il i -i iln'le iiui'iiici da sdeda inonarchia no
brasil, c da abertura dos seus porlos, donde
se desalou, c luslo o seu n.ais rpido desen-
volviinenlo, e tupcrloridade, que alias pode-
rla temido i), ni i, e tnu.ii. mais ampio.
Quasi lodaa as Naces do inundo ( observa
Vultaire ) lein lido pucias aniel que tivessein
alguiua oulra sorte de escriplores. Uoinero
flureceo entre os Gregos mais de uin scula
aules que apparecesse un. historiador. Os cau-
licus de Moiss nao o mais amigo monou.eulo
dos Hebreos. Acbaram-se canedes entre os
Caraibas, que Ignoravao todas as artes. O
barba.os das cosla< do mar Maluco tinl.Au suas
faiuosaa rimas rnniem en. lempo eui que riles
nao sabia... ler ; o que prova lamben., que a
poesa be mais natural ao home.u do que se
nao pensa. Tamben a formosora c -ntv.nl.
do mimoso clima da Grecia, cuja historia Dio
he peiniellido Ignorar, se lein por una das
camas da sublimidade, e do;.ira dapusia dns
Grrgus, cijas i>ro(lucco>s sublimes em lodos
os gneros das bellas arles sao, e se.5o sein-
pre modelos para as Naces oivilisadas, c-
pales de goslo, e de sei.ii.neolo. Por que
poli nao lera lido o sobirbo, e delicioso
tlrazil spiis poetas desde a ant guidade, c nao
os cuntinuar ter, particularnu.iie Perna.n-
buco, cujus encantos, e belle/as nattiracs sao
juslameutp sentidas, e {-abadas? Teve sim o
Brasil, e leve Peruaii.buco, seus poetas ua
..ntlguldaile, c os continuaran! a ler, e lein.
Mas quaes ? (me d.ro ) Algui.s llonieros?
Virgilios ? Pli.daios ? Horacios ? Quem lle-
ra I A n iiin i' i he muiln avara em produzlr
esses verdadeiros, cases grandes genios i.o-
ticos. (io.nl. s picos, nao digo ja prrfenos,
mas qoe se pdiflo ler com deleite, eul.lidade,
aprsenla a aballsada Franca ? Qoaotos a pro-
iniila lnglaieira? A piimeia Vullairc, ea
segunda Milln. No Varaiio perdido u.aravi-
ll.ao cm elleiio una imagluBfo frtil coi ai-
sumplo alls supposto estril, originalidades,
quadroi luageilosos, e sublimes, descripecs
ninenissliua.., e grscas encantadoras, e inimi-
taveis ; mas taiiibemlhe deparamos com filvo-
lldades, absurdos, e esdavsgaocias, (|ue re-
voitam a razio hotando-se ouliosiut, que
Milln nao fol jamis feliz nos smiles, oucoin-
paracdPS, nas quaes he Caifies sempre ad-
iniravel, e depuis delle Que vedo no Jffunto
Africano. Quantn flrnriqmada, os francezes
mu parciaes de Voltalre convem, que ella he
u.ua epopa de segunda orden, eulre as antigs,
e modernas, e Imilavel a poucos respeilos, a
pesar de alguinas bellezas, c puesla de eslylo.
E avala desles rsemplos de Naces tao anti-
gua, consumadas em lodas as selencias, e le-
tras, o Brazll tao novo, e cojo alrazo acienll-
lico, e hljerarlo Ibes ca a perder de vista,
por que no se ti.ni a gloriar do acu Du.o, e
do seu Basilio da Gama, cujas epopas o C'a-
ramuiu. e o Uraguty, posto que nao sejain das
( ) 'todava pela provlso do conselho ul-
tramarino de 7 de novembro de I8I in iuil mi-
se dar ao convento do Carino de Guianua niiy
rs. cada anno, poi te upo de dez, para a factura
do convenio, em alteoco ao encino publico de
phllosophiae theologla quefaziain. Pela cana
regla de 10 de setembro de 1723 se mandn dar
ao convenio de 8 Francisco de Iguarassi. JOf
rs. para nui u.eslre de grain.nallca latina eu-
sinar auf ilhoi dos morador-s daquella villa.
Os jesutas a quem o governo (azia umitas tuer-
ces e gracas, dara.u aulas publicas de priuieira*
letlras, gratnu.altea latina, rhelorloa e pbilo-
sophla ; e destas tres ultimas ta.i.be.n o reli-
giosos de S mu Antonio eio seu convento, c o
manlgrppos. lodos aqni no Recife K por aviso
de VI oe novembro de 1750 se rccnmu.cmliU ao
governador de l'erna.nbuco os dous professo-
rrs de latiin, Manuel de Mello e Castro, c Ma-
ii iel da Silva Coelho, que viera.u de Lisboa
cMabelecer o novo inetliodo dos estudos, e co.n
elfeiln eusinatam como prufessores regios por
mullos anoos, al que no de 1771 estabelecldo
o subsidio Iliterario, se crear..... prufessores de
primeras Ipllrai, C se aoguirntoll O numero
dosoiit.os Ts.nbein he ceno que a renda da
provincia stesse anno de i749 fol apenas de
Si:J83s743 rs. c liavla o dficit de H 37/317
rs.; e que posto fosse a divida activa cobravel
cerca de oUiOQu/DOU rs., bavla a paislva de far-
ilamenlos de itiultoi aonoi, c de sidos de anuo
e mel no total ioleressc observar lau.bem aqu de | assage.n,
que no exerelelo de 1849 a 1850, uui seculu dc-
pols, deu-se ao ihesourciro da Ihesourarla ge
ral (|..iiaco do recebnnenlo desse ainii de rs.
7,088:SI8/il8, luclusive o saldo do Pieroiclo
aoleriord. 2H.DZ6/447 ri. saldo 4i8:72,*21m
rs.; e a receila provincial oo ...es.no cemelo
de i80 a .850 ful de 873:0e3J2(-9 rs. (.ald rs.
i it;J9il(TbUl. O palrlollsmo se alvorofa glorio-
so co.n a ideia da grandeza, e poder da provin-
cia no fita t nutro srculo, lato he, en ma,
ae se der a mesma proporcao de Incremento de
renda; se o brasil prcslatlr livre, se liver se-
guraoca e juizo i
deprli.ielr ortn, tem aiullo
e em natWafu dtiprezivi Is ? i '2
qulii-ara.n Piudaro, e ttsr.
Inda as u ereclmento,
co n|^9praze
uiiiUSMOIi posto
m PielHtes,
i'o rlur A su
iue algnns doulos liirs tVnbam Witeado as{
cardas, s nksnso dellas aaaado algiiM arreme.
dosfclizestos cantos, Dlrteo, e Ve*tliliio. Ht
uiua verdade l.islorlca, que urnhum pala isa
serta da mullos swuHN pusslssalo alein t
tres, ou quairo pessoas, que merecam ver-
l.nii o...nente o Ululo de genulnos, grandes
poetas e Guilherme Temple chega a dlier,
que, enlro lodos us lioineiis aue bsjatn de vlver
no espaco de mil aunoa, por un que uasca ca-
paz de se lser mu glande pola, naserra
mil capases de se formaren grandes genrraee,
ou ministros de estado, como os mala celebra-
dos na historia ; e na verdade ( acrescenla
Warion ) mais causas oevem concorrer para
a formacao dos prl.neiroi, que dos ultimes
o que necessarlanicnle fas a sua prodoeco
mais dlllicll. Donde vero, que o verdadelro
.-la niereeeo em lodos os lempos a in
lll;
me parece que hoja se nSo farlaru
basism para aaollatar o euro supe-
ua lyya. ...Pein Ulp4|l Insculplr no
cu tmulo esllWtso deTrMa:
01 om eant Hnruiie, m ssuplra .
-m nh nio J ENCOMIO DE REBjT\t;0.
B'mrlUa WJtW,
O'dnce Barbara,
O" virgein candira,
Marlyr forllssllila:
Desles louvores
Tu bes mu digna i
Ouve benigna
fiossos clamores,
f. a rico.
I
uamlo gravastes
o duro marnior
Do lenho sacro
O slgnal asfstico,
rI4af' irado
.......... i. ^. ... i..............., M, ,,m^
iiicao; or que o dom que receben do Ceo, Ku|-o con(>,fi
scieucla*, e as virtudes que deve possulr, yuea|l profe
sen. o que nSo ba, nem pode haver pou bou.
o consumero quasi uro imlag.e da nalureza.
como escreve Dias Gomes. Telera a esllma-
(i que os rabes taris... de um nom poeta,
que quando apparecia algum vario Inaigue na
poesia, lodas as tribus enviavam einbauado-
res a dar oa parabens tribu, onda elle uas-
cera, pela fellcldade da posauir um sujeilo
lao favorecio do Ceo, que lano a llluslrava
coro sen inerecimeolo. A Hall cofoou Pe-
trarca, e o mrsii.o eslava para fazer ao Tasso
no da em que morreo. Ao celebre Adlsson
liieram os Ingleses secrelario de estado por
un linei-aiii.a, e por ter. oinposto a bella tra-
gedla de Cali. I1.pe traduzo a Hilada, e to-
da Inglaterra, comprou bem a sua obra, cuin-
mulaudo-o de ilqueta; e asslm lambeui a
Ulkle, que^lraduziu a miada, e ousou oiuil-
tlr o veiso"
Vaht a sebirba inalexadoieu throno
Jalgandn que mu tal verso deslustrava a sua
Sisan, L o franceses levanlaram a voltalre
en sua vida uu.a estatua de maruiere, afcra
de Pigal, o maier estatuarlo da Europa ua-
quelle lempo, a qual fui collorada na sala da
Academia franerza, augusta corporacao de
aksWs. Mas Portugal, que uos amamcnlou 1
Slb bem sabidos os Irabalhos, e penuria ero
que viveo, e morreo Cambes. D. Francisco
Manoel de Mello psssou grande parle dos seus
das pieso na Torre de beiem, onde cscrevro
multas das suas obra*. Francisco Mauorl
morreo desterrado ero Franca, geineudo po-
brezas, e saudades da patria, para nao ser pas-
to daa logue.rs da luquisicau, e coofiscaram-
Ibe ni he ni, i ni i di 1.1... I. (3jGarcao morreo pre-
so no 1 i...... 11 u de Lisboa. (i,) baste, bem que
esta lista podera ser aluda multo acrescenla-
da. (i) o permita Dos, que algum Brasi-
leo pou eximio, capas de illuslrar a patria
com seus canlos, possa vir a queisar-ie como
Camoes;
O favor com que inais se acende o engenao
Nao o d a patria, nao. que est uiclllda
No goslo da cubica, c ua rudeza
De non auslera, apagada, e vil liisteza.
Ccr lo que nao sao Horneros, nem Horacios
os polascojo .uceemeo lo desejo que conbe-
ca.n os cunteinpoiaoeos, e se perpetu nos
vindouros, por honra da provincia, e nobre
estimulo sua mocidade luleulusa ; mas nem
por que o grande C anides occiipa uo Parnaso
I.usllauo a primera cadeira, deiiaro abi de (,gm pf
ler esplendidos assentos os esliniadissiiuos Ea(jeicsn..r
Ferreira, Garcao, Dims, Filinlo El.sio, otj- E,rliamll,e.
tros. Quem nao pode ser pico, pode latves
ser dramtico, buclico, ou elegiaco. Lobo
fol excelente buclico, e Infeliz pico; e Vol-(
taire oplimo trgico em todo mundo, a sua
popa he todava classilicada como ja dlsse.
E verao os leilores, que, sendo o carcter da
poesa lyrica a magnificencia, c a docura; a
n.aguiticeucia us assuu.plos heioicos, e a
docura nos alegres, e erticos ; os Lyricos
amigos Pernainbucanos sao dignos de linu.or-
tal meuioiia pelo bem que cautaraiu os as-
suiuptos a que se clnglram.
seguluit
asas
Do Dos chngado.
lll
Do pai lyranuo
Fugludo tmida,
Oue contra ll (*)
S tanca perHdo,
Para llvrar-le,
Com mais brandura,
A pe.!. a dura
Por si se parle.
V
As unios entregue
De ai.n/i s impos,
Crueis icoutes
Te oiT.1111 rgidos:
Mas ludo Isto
Mais te declara
Esposa chara
De Jess Chrlsto.
Vil
Cointigct, sendo
Ue gradas prodigo,
As las chagas
Cura benfico.
Mas o tjrraono,
Com sen prestigio,
Nega o prodigio
Do soberano.
IX
Do teu pudor
O casto lirio,
i,) n ;l i pureza
Rebelln florido,
Pretende a furia
De uii.ii-.inis duros
De olhos Impuros
Siota ainjorla.
XI
Da loa vida
Ja vais, 0 Barbara,
Dar por Jess
Os pasaos ltimos,
t) julz forte
Seto mais detenca
Dcu a senienca
Da tua morte.
XII!
llr bent l Vivo
O sangue lepido :. .
Da impiedade
Fenece a victima.
Voas cmeme
lar,
II
Ardrndo em Ira
O cigo idolatra
Do pello eshala,
Furor terrfico :
A su- .tsroz, o .
No seu delirio,
Do teu marlyrlo
Priinelro algos.
IV.
Aojuiz fero
Da le gentlica
Rival le aecusa,
Croel, Indmito.
Ja do tormento
A aguda dor
Obra o rigor
Sanguinolento.
Correndo o sangue
Das chagas hrridas,
Da prlsao triste
Nas trcvss lancam-tc
Para animar-te
Deospledosn,
Divino esposo,
Vero oonsolar-te.
VIH
Rasgar leus lados
Decreta rsbl.lo,
E que le airoquein
Os pellos candidos.
Vo prosrgiiindo
Nos teus fi gilloj,
Moitaes
Chagas
f lili Um
abrindo.
X
A Dos oraste
Con. fervor Intimo;
As lusa suppllcas
Allende prvido.
De claridade
A estola pura
Cobre a candura
Da virgiodade.
XII
Ten pal lyranno
Da Infernal colera
Se oflrece a dar-tc
Golpe mu iif.io :
Do monte cr.rga
Fera obstinada,
Levanta a espada,
Eo golpe emprega.
XIV.
la do Dos alto
Ao Ibrono fulgido,
Dirige as nossas
Suppllcas frvidas.
Pois de louvores
Tu hes .nui dlgua,
Ouve benigna
Nossos clamores.
. siii-o, -iiKil d
.sr io comman
dtrrfiu orden ao
pf, pifa que elle _
hu^ra fores quo dav
qila M cuoimandstle
todos o dias depol d?
cripta ao aubUelagad, da ludo yMWii
liouver occorrido durante a ronda mencio-
nado: na mesla parlo os Impi0er que en-
contraren) apagados ou mal accesos, pnis
sii asim podere cuinprir com a obngacjlo
que me he imposta pelo referido regula-
mento.
Daos guarde a V. S. Subdelegada ds
fregueiiada Boa-Vists, tt de fevereirOilo
I812illrtn Sr. desembsrgsiior Jermiyiro
Msrtiniano Figueira de Mello, chefe de po-
lica da piovincia.
0 subdelegado,
BuHnt mi Coma de lmeidn
film, Sr.Em resposts ao olllcio de V. S.
em dala de hontem, cumpre-me dizer a V.
S que o corpo do jne.u commando pouets
vezas tem dado pitrulhas, em raz.lu de
icb-ar-autoia a for^a em dcslscsmenios, e
diligencias fra da capital; e que as vezo
que lem frito e*se servico, sempre os com-
ma,Plantes da patruln s dSo parte de no-
nhum dessranjo encontrarem na lllumina-
c,Ho d cidade, e ae tivesse hsvido slgums
Iteisco, S. Cxc. o 8r. presidente da pro-
vincia e V. S litviam de receberem parte
miqha. Parece-me hawr satiafeiio o olllcio
que V. 6. te Jignou erulererjar-me aobre tal
sisumpto.
eo guarde a V. S. Quirtel do coniman-
do do corpo d6 polica, II do fevereiro de
1852.Ilion. Sr. detembsrgador Jeronymo
Maitmiano Figueira de Helio, chufe do po-
lica desti provincia.
oSo Comman lunle.
lll ni. Sr. feudo entrado no exercicio da
'siiliilelegscia desta fregn-zia no dis 7 do
corrente mei, nenhuma parte olllcial en-
contrei sobre a Iluminado publica desta
p iv laeiln, donde colligisse que houvesse
falla ua dita illuminacBo, claro esti que
tivesse silo bem administrad
Dcos guarda a V. S. Subdelegada dos
Afogsdoa, 17 de fevereiro de 1851. Illm.
Sr. desembargador Jeronymo Msrtiniano
Figueira de Mello, chele de polica desta
( ) Un monosyllsbe a la fin du vers' diz
lallel J lui dounede la forre :
lln-ri nes pede deususque vlr.
.-Knelda 10.
(.V. lo io correipondtnte.)
po vnola
Us Francisco do Reg Barros lunior.
1." M.pplento em exertyrn..
SURREXITS1CUTDIX1T.
El dominiu i/uidcnt Jeius
iaf aisumpui ett n calum, el
seilet lUxIrii Dii.
(S. Marcos cap. 16.
Publicatjoes a pedido.
Illm. Sr. Em resposts ao oflleio de V. S.
c...un i o. i pelo firmado em 9do corrente em quo me orde
ns de a V. S. as explicacOes a que s* refere
.loan Neporooceno da Silva Portilla nascco oartjo0 jo ,|n tegulamento provincial de
nesta eldadc do llecife, e foram seus p *. Jezcmbro no anno prximo HuJo;
Srt*SSrtl JffSSL& cu-npre-nie drrer V. S. que or mjjs c^
principio o dizer Condorcet, que da hislor.a Icnha ordenado aos rabos d'S patrulhas
moderuase v que lodos os boineus da prl- ron'tiles dests fregitoza que me deent psr-
nelra ordein, todos aquelles cujas obras se le todos us das do uccurriilo, bem como do
ten. ap.usiniado i perfeicio, nao llveram que estado da illuminucflo, nflo leolio conse-
r.par.r faltas da sua primeira educacao, he guj0 cutnprir-se com esta ordotll ; porque
'ceno que esia nao ful ao uosso amavel pola al |euns cabos de patrulhas, que prpiidei.
negligenciada por seus pal.. Asscutou Juno e con,|UZOrn au qualle| do polica a qualqi.er
|Nepomuccuo da silva Po.tell. praca volun a- ^jtU j.J mesm0 n3o me dflo parte;
I rio desoldado uo reKi.uenlo de Infamarla de iuuimuuu, "", ."T rrnu i,rio.,oj,> ri
ioiinda en. II de julbo de I78J, declarando ven.lo-uio por i-so na rurejosa obnga.o de
'cuiotcr de idade lezeseis anuos, l'assou a mandar investigar no quarlel, se PXlStem
cabo cm 2 de uoveinbro de i788, a furriel presos a tninha orden), para piovilenoiar
jeiu ID de uiaio de 1798, e a Ajudanlc do regi- como cumpre-me Fico Curto da rivoinin-'ii-
| hiciiio de milicias de bastos por despacho do daQilo quo me faz V. S. a respeilo; oem-
Igoveruo Inlerinode 10 dej.inhode 1711. com pre(.are os meioJ que e9liverem a meual-
o suido de tfOoo res n.en.aes. Tanta inslruc- anm de quo nesta fieguezia se con-
I lar o ubrigava desde a idade de oescselsanuos, lmenlo.
[que foi eupregado ui secretarla do goveino leos guarde a \. S. Su Iclrgacia do Re-
no cxpedienie das ordens, a delalhe militar, cifn. lido reveieirodel852.-lllm.Sr.de-
. Pin que permanecen al fallecer un 19 de sombargador Joronyinu Maninisno Figueia
...ou ile ISm. Casou em 1 de oulub.o de j,- Mol.-, chelo de p.i.iei.i 1802 co.n a Ara. D. Mara da Palsao de Jcmis, n ,, laI,0,an
' que a.uda vive, tilda dos fallecidos Francisco
i Jos Pcreira, e aua mulher Ignacia Viclo-
j riaua, lamben., cuino os pas delle pula,
! n.iiii a. s desla eidade ; e desle cuusorcio be
: um dos lllhos o Sr. majar Joao Nepomoceno
da Silva Porlclla, cuiu.uandanle do uil-vo
0 subdelegado,
Jos Joaqun di Otioeira.
Illm. Sr. Responden io a circular de V.
S. .hilada de 9 do crreme, relativamente
as perOelpactVS feitas pelas palrulhss sobre
a lllununar-Ho, compro-mi as.seversr a V.
Alegrai-vos crealuras,
Je-.u-Chrl-.in ressurgio,
Do glorioso sepulcb.o,
Para os cos elle subi.
'Se morte acerba sollreu,
E sobre a ci ua espirou,
Hoje j ressuscilado.
Os nossos ferros quebroo.
Ao romper da linda aurora,
Jesu til., isto appareceu,
O cruel terrivel mooslro
INo Inferno estremeceu.
A direila enllocado,
lie seu pai celestial
Nos abencoa benigno
Com ino lerna e paternal.
J nao ha mais fantasas
Tudo he realldade,
Jesu-Chrlsio j prpslde
No templo dieternidade.
Via te detenhas hornero,
Seus lio iao es glorifica,
No mundo em lodas as partes
A lei de Cbristo publica.
Que pile boje dislribue,
a s suas gracas sen par,
Para aquelles que coniriclo,
O procuran! e o vilo buscar.
iouqiiim Jos Raymundo de Mendoca.
Jos J-mi mu do Pinito Meit lonc., respon-
de ao usurpador Jos de Alun-ni i Brrelo
Basto, quo para provar tflii smente ao pu-
blico, que tem documontos suficientes para
provar em qualquer parte a quantia quo o
trampulineiro llaslos Ih quer negsr, lbe
ir.iii-cri-vu as presentes Carlas de pessoas
de toda probidsde, dizendo a osse mandui-
gueiro, que he com documentos que .leve
provar que nada dar ao ibiiso assipido,
em quauto as suas esprpc,6es, sflo bem dig-
nas do uui de-i,- r icaii. i como o Sr. Bastos.
J"< oaquim de Plaho Mcnionca,
Illm. Sr. Bernaruiiio Carriles Ferrelra
Soares.Tomo a lbenla.le de me dirigir
Vine, rogando-lhe o especial favor de me de-
clarar ao p dasta s> he ou nSo verdade o
Descont dj lotras: Se 7 atetes l( p.
o mez.

715,981
.9./einfo.
llr'a gneros W
Hendinienl
irre-ad h
Bscun lirailluir
pat.
IsjatportmcaiO
Brigue rtticional Flor do Rio, vinda do
Rio Grande o Sul, conaigutdo a viuva
f'.iudino & Filhn, msiiifrstou o seguidle :
11,336 anobas carne de charque, SI8di-
tas sebo em rama, 25 ditas dito em pies, 15
barricas dito coa do, 50 cornos seceos j os
consignatarios.
Fra do msnifesto.
1 mua.
CONSULADO GERAL.
Rendimentodo di 1 a 17, 2 070,847
dem dodia 18........6:551,760
29:623,607
DIVICHSAS PROVINCIAS.
Rendimentodo di I a 17,
Idemdo da ih. .
1:135.382
826,91*
1:461,396
Exportacao.
Gibriltar, eacuna ingleza Lsncashere
l as-, de 156 looclladas, Oondnzio 2,100
sacoas com 10,500 srrobss desssucar.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
KAES DE PEHNAMBUGO.
Rendimento dodia 18..... 391,533
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimentodo di 18.....3:334,765
IM
W" 'Si i .. U III-J -'.-J
Movimento do porto.
/vario entrado no dia 18.
Lisboa -- 33 dias, brigue porlugorz Tarojo,
de 233 toneladas, dapitao Msnoel deOli-
Velrs Fsneco, equipagem 14, csrg vioho
e mis genero ; Msnoel Josquim Ha-
mos eStlv. Passageiros, Caetano Tho-
maz-Cotreia,Jo8ode Azevedo, eJoSo Gre-
gorio Quaresms.
Navios sahidoi IM bijuio da.
Arscsly -- hiale brasileiro Duvidoso, mes
tie JoSo llenriques do Almeids, carga f-
zendss e mais gneros. Passageiros, Jos
Hay ni mulo de Carvalbo, e Jofio de Castro
Silva Menezes.
Rio de Janeiro-- brigue brasileiro Animo,
capitBo Domingos Antonio deAzevodo
carga assucar e mais gneros. Passagei
ros, Antonio Jos Ribeiro D
cravos a entregar.
Bastos e 33 es
tDITAES.
O Illm. Sr. inspector da tnosourari
da fazenda drsts provincia, em cumpri-
menlo deordom do Exm. Sr, presidente,
manda convidar a Manuel Ignacio Bezorra,
para, no prazo do 30 dias, que comecai&o
a contar-seda dala deste, vir exhibir, pe-
rante a mesma thesooraria, os litlos pelos
qusesse juiga com direito ao dominio di-
recto do terreno sito na roa Imperial dests
cidade, e do qual se acha de posse Itsymun-
do Nonato ds Silvolra Souto, querequer o
afurampnlo do mesmq terreno como de ma-
riniia. sendo que no dito prszo n3o com
pareen, se mandara p.ssar ao dilo Souto t
Ululo que requer, iepulando-se para isso
o terreno desembarazado.
Secretaria da tliesnuraria da fazenda do
Pernambuco, 18 de maio de 1852.
O ofilrial maior Interino,
Emilio Xaoier Sobrcira de Mello.
O Illm. Sr. inspector da thrsour>ria da
fazenda, manda fazer publico que nos dias
t, 8 e 15 de jonno, prximo vindooro, rilo
praca, pranle mesma Ihtuourari, pra
serem arrematados quem mais der, po
um tnonio que comees ni i conlar-so do I.'
de j ii ti o segointe, a renta dos prelins
habano declarados, perlenceiites io< pro-
I prios nacionars : ss prs-o>s quo quizerem
! lanfar comparecam nos referidos das s 12
horas da mantilla, com seus liadoies compe-
j ten emente habilitados.
Secretaria da tnesouraris de fazenda de
! Perrambuco. 18 de maio do 1852.
O ofllcicial-maior int- rio,
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
P.elacaS dos predios a que se refere o
edital supra.
I casi do sobrado na ra direila, de dous
andares e loja.
I dita terrea na ra de Santa Titerera,
numero 21.
1 armazem no Forlo do Mallos.
1- dito no dito.
I csi terre na ra das A (uar- Verdes.
1 (Ma ilna na rus de Santa Theresa.
1 dila e telheiro em Olinda.
I engenlio em Goianna.
1 armsem em Fra de Portas.
Fsco fcienle aos credores do fallido
Nuno Maris de Seixas, herdeiros do Gsudi-
nuiuerosas poesas, entre as quaes algunsdra- met deVer.
roas, e elogios encllenles, lodas se perderam. Doos guarde a V. S Sun lelegacia do Ssn-
pude iiiiber ha inultos aunos os seguiuies |o Anloino, 15 de fevereiro do 1832.Illm.
aa*mBa C .. i Un.t.-. ..,, a I I. O f.,r II., Il.i.li- I ... 1....... .. I Iliikiit. \ 1 ., I i i i i, i i
versos Sania barbara, que lbe foram ped
dos para serem cautados, como foram, cm
uina uovena ua Igrrja de S. Pedro. Mas estes
paucos versos, apesar de pedidos, o que
quasi sempre conslrange a esecucao, e apeaar
de feitos para seren cantados por senhoias,
pelo que he natural que o pula se nao esme-
rara como se os Uvera coroposlo para os sub-
melter posiiivameule crilica dos sabios ; es-
Sr. desembargador Jeronymo Msrtiniano
Figueira de Mello, chrfe do polica desta
provincia.
O subdelgalo,
Rodolpbo Joilo Barata de Almida.
Illm. Sr. V. o saiis'aij.lo ao que V. S. me
ordenou em seu oITlcio de 9 do crrente bo-
je recebido, cumpre me informar a V. 8.
siSo dinheiro dos meamos hiHieles e elle gilva, herdeiros ce Msnoel Luiz da Veiga,
me responder que logo pagava, pedindo-Ihe Norberlo Joaquim Jos Cuedes, Francisco
me conceda licenca para uzsr de sua res- Mulita Tarares, Jos Jeronymo Muntei-o,
posta quando me convier. Sou com estimt desta pr>;a; Domingos Pacheco Pereira, do
de Vmc. ltenlo venerador o nejado. Aracaty ; Msnoel Caetano do Gouva, do
los loaqu'tn de PiaTAo Mendunfa. Ceara; Castro V C, do Porto ; Msnoel An-
Recife 15 de msio d; 1852. Ionio dos Santos, do Maranhitoj Ezequiel
Illm. Sr. Jos Joaquim de Pinito Mendon- & Seixss, deLislii; Dmiel Ley, de F.nh
(a.Tendo de responder sua caita sou a JoSo Pereira de Andrade, do Rio de Janei-
dizer-lhcque he verdade ludo quauto nella ro Antonio Marlins de Csi-valho, econsu-
mencionoii podendo fazer uzi desta niinha lado f-ancez ; para que oo dia 22 do corren
Mora'sl.lma, Jscintho Elisbo, Caetano da
Costa Moreira, desla pues, Marcelino do
Souza Pereira Uritto, de Lisboa, Antonio
Ferreira da Silva Santos, do Maranho, No-
va es & Pssso, du Rio de Janeiro. Araujo o
Carvalbo. d bahik, Msnoel Ferreira dos
Santos Mginn, de Santa*Calharina, Antonio
Ferreira da Silva, de Santos, Jos de Souzs
Goma, Manoel Jos Rodrigue Valladares,
e Francisco Jote da Costa Araujo, do Rio
Grande do Sul, e Antonio Gomes, e Jos An-
tonio da Cnnha & IrmSoe, para que no da
21 do corrente mez pelaa io ora di minhl
conptrecim por liou por seus procuradores
em f si da,residencia do Dr. Jos Raimundo
da Costa Meurzes, juiz municipal supplente
da 3 vara e do eotnmercio, na ra da Ma-
dre de Dos 1* andar n. I, no bairro do Re-
cife, alim de se continuar na vi ilicacSo dos
crditos, se deliberar sobre a concordata
apresentads pelo fallido, oa formar-aa o
contrato de tinio, odeproceder a nomeacSo
do sdininistradores; (loando 08 mesntos
credorea advertido que nSo lerfio admilti-
do por procurador, te este nflo tiver pode-
res especises pr o acto, e que a procura-
ndo nSo pode ser dada a pesaos que aeja de-
vedorao fallido, nem um mesmo procura-
dor representar por dous diverso eredores,
Recife 17 de maiou! "?5a-
O esenv8o interino.
Manoel Joaquim Haptista.
Declttrafdesi
rm
N.
N.
R.
N.
Admlnlitrtcio do patrimonio dos orphiot.
Parante a sdminislrac,fio do patrimonio
dos orphos se hSo de arrematar a quem
mais der, e i or terhpo de tres -mnos, quo
hSo de ter principio do !. de junho do eor-
rente snno s 30 do junho de 18)3, as ret'
das dos predios seguintes;
Largo do Collegio.
N. 1 Q segundo dandar.
Ra do Queimado.
N. 33 loja grande
N. 33 dita pequea.
Ra do Collegio.
N. 23 osa de dous andares e loja.
Ra do despo.
N. 9 dit de tres andares.
Largo do Paraizo.
N. 29 Os dous andares.
N. 89 a loja. I
Itua das Lsrsngeirss
N. 17 casa lenes.
Ra do Rsngel.
N. 58 dila dita.
Praca da Bda'-Vista.
N. 13 Osa do dous andares c loja.
RuaVelia.
32 cas terrea.
Itua de S. Concillo.
22 casa terrea
24 dita dita
Ra do Sebo.
3 casa terree.
Ra do Pires.
P. 39 meia-agua.
Ra do Rozartf.
V. 60 casa terrea.
Itua da Cadeis do Recife
N. 61 casa de um andar e loja.
N. 59 dita de dous ditos edita.
N. 57 dita do dous ditos edita.
N. 44 dila de dous diloj e dita.
Iiuii da Madre de D os.
N. 9 casa de um andar e loja.
N. 1 dila do dous ditos edita.
N. 26 dila do dous ditos e dita.
N. 34. dila de dous ditos e dits.
N. 32 casa terrea.
as pessoas que se propozerem a arroms-
lar ditas rondas podero comparecer na
casa das sesses da mesma administrarlo
nos dias 19 e 37 do corrente mez, o 3 de
junho futuro, com seus fiadores.
Secretaria da administraco do patrimo-
nio dos urpltos, 14 de maio de 1852.
A. J. iCliviira.
OSr. Doulor juizde direito chufe do po-
lica interino da provincia manda convidar
a todos os sentiores negociantes, logistas e
mais pessoas desta cidade, que ven i.-iu ar-
mas, plvora, chumbo e salitre a compare-
cer.-n. nesta reparlicSo no preso de quiuze
dias, contados da puolica;9o deste, aii.n du
s.'i cin iii 111 ico lados na conformidade das or-
dena existentes, sob pena i sendo, n3o Ihesser permittida a venda Je
larsohjectos. Secretarle da polica de Per-
nambuco 15 de maio de|!852. Antonio Jos
do lleras, I amanuense.
REAL COMPANHlA DE PAQUETES INGLEZES
A VAPOR.
No dia 21 deste mez, espera-so
do Sul, o vapor Teviol, com-
mandante Otialow, o qual de-
puis da demora docostumo,
seguir para os pottosda Europa: para pas-
sageiros, trsta-se em casa da agencia, na
ra do Trapiche Novo n. 42.
s
niaoScena.iu.l6.rac, mullo bem pintadas, de l.m.i'O se.-tejs.n apagados,
i ni' e e bella execucao aescrlpilra, nlirase u,,,,w *> f ** '
pura .aero aUecl.co, verso. natSr.es sen. ser O nem Com ma luz, sendo que eu durante a
prosaicos, e quando cumpre sublimes, sen ser nuiles que tambem percorro a friguezia,
guindados, nao sao qual.dades coinuiuns. Que nSo lenho encontrado falla algnma na rfe-
os Urasileirns principalmente Ihe dcvein a roe- rida illiiiinn e; i. (.1 aillo a dispos(3o do
lhor co.a de sua poesa, que ..elle he verda- I artigo 3 do menciona io regulamcnto, te-
dcirau.eule nacional c legiii.na ainerlcaua. | |10 a pondorar a V. S. qne nBo .lando
[ 3j Onoaso Antonio de Moracsbilva, a quem ,,, as oceurreucia ahi determina-
Filnlo fe a belbssiuia odc
Como foge, Morare, o vtloz tempo,
o achou pobre em Par.s, viveodo de remessas
incertas de alguna amigos ero una eslalagein,
onde por vetes Moraes ful passar dias para o
conversar, e de fri amanbeceu Fililo uro
dis mullo mal no grande invern de 178a, qoe
,ii ilt.nl. Moraes de passar Italia para onde la.
, (4) ii o.. ni ih i. de l'on.ii.l o au olhava
bem por ser parcial dos padres congregados,
e eolros murmuradores do seu ministerio, l'rc-
lestou-se a pristo com a traduccao que o poe-
ta fex deescriplos de amores de moa fllha do
brlgadeiro loglez Elsden co.n u.n amigo do
poeta. Elsden era u.n sablador, ou inarc.neiro
em Londres; com algumas poueas luzes ele-
incol .res de inalhematica fe-se eogenheiro e
nrchiteclo em P..rlilgl, onde em 177 andou
diriglndo a conslrucco do laboratorio chlinl-
co, museo e sala de phy.lca cxpcr.ii.ei.nl pe-
gadas ao collegio dosjesuius. E dli Culrlc
f geogrsphical graminar ), que elle refonnou a
uuivrrsldade de Coiiubra, para oque di le nao
luiliacapacidade, mesmo nas sciencias exactas.
(5 ) Dula o cardeal Cunta a um que se afli-
ga de nu ser despachado: Duen que Veas,
he poeta. Ao que acudo o deprimido aguda,
mente ; Nio crea vossa eminencia as ms lln-
goss, qne tamben fallam em reapeito sagra-
da purpura da vossa eminencia. Pols qu
di/.cu. ? Tornou o cardeal. Que diaem 1
Que vossa eminencia nao be poeta.
de Almeida Brrelo Bastos, a presenta nio, e de proceder nomescao de admi-
do Vmc. e na loja do Sr. JoSu d QMia Ma- lustradores ; Resudo os mesmos credores
gallifles, cumpruu aofllho dosle Srpllllietes advertidos que nao serio admiltidos por
iadus da loleiii do Rio de Janeiro, dus precursdor se este nSo tiver po leres espe-
quaeseu ts sucio ; dando-me a facullsde cisespira o acto, e que a procutacSo nllo
de uzar de sua resposta sondo me convier, pode ser dsda a pessoa que seja dave lora ao
pelo quelite flear obrigsdo quem he do fallido, nem um mismo piocurador repre-
Vmc. atiento venerador e criado. sentar por dous diversos credores.
os oaquim de l'inho Sendonca, llecifo, 18 de maio de 1852.
Recife 15 do maio de 1852. 0 escr8o,
Illm.Sr. Jos Joaquim do l'inho Mendon- ,, .s"fofc.1
ca.-Cum>rndo-itje responder sua pre- Olllm. Sr. Inspector interino da tlte-
.. sent caris, SOU a dizer-lneque certineo ser souraris de faicnda d sta provine., man-
rvir;.., e q ;e se podesso I a obsotva- v,iruaje que 0 Sr ,Uf do Alme.da Bnelo d declarar todos os arrematantus de Afn-
das, ocioso me pareen essa commuiiiracjlo a
V. S., tanto mais nSo ba>eudo di parlo dis
I almillas, c n-'n. d-.s in-pcc ores, nenhuma
p.-i lici;iae ... iii'.'.'ca ecs-e uto de publico
Francisco Baptistade Almelda.
Illm. SrEm rcaposla ao olTicio de V. S.
de 9 do cerrante, no qual ate ordena Ihe d
eiplicacOes s que se sotare o aitigoS'do
regulaniento de 12 de dezembio do anno
passido sobre a iiluntinacflo, lenho a dier
a V. S. que a illuminaco iteooia do dito re-
gulamoulo, pelo que lenho observado, nSo
lem ido mal, ms nilo posso informar como
devo sobre o que determina o irligo 1 do
regullinenl, por nio rocebar das patrulhas
pule slgums, apesar das recommondicijes
que fsco, e por-isso rogo V. S. ilim do
poder cumprir as nbrigsfoes que me im-
pOe o artigo 8." leve ao cotiliecimento do
Exm. Sr. presidente da provincia esti falta
THEATRO
DE
IZAJBEL.
A% recita da assignaturu.
QUINTA FSIRA, 30 DE MAIO DE
i85a.
Depois ds execusSo de ums sgrsdavel ou-
vertura, subir a scena o bello e mignilico
drama em 5 actos, e de grande espectculo,
AiNoiiedo Homicidio
tes de lotera, e em resposts, fui dito pelo lentes.
Sr. B.sto-que breve pigarii-; e estou Secretiria di thesourarii do fszends de
ptompto aconfirum erojuizo ae necease- Pornsmbuco, 18 de msio do 1852.
riofor, epoda Vmc. fazer o uso que Ihe O ofllcial-maiur Interino,
convier desta miuhs resposti, e sou de Vmc ; Emilio Xivier Sobroira ae Mello.
tiento venerador e criado. .-Fajo scieote sos credores do fallido
Antonio os dt Furia Machado. Leopoldo Jos da Costi A'bujo, Viuvi Amo-
S. C. 15 de msio de 1852.
COMMERCIO.
"j'IIACA UO RECIFE 18 DE MAlO, AS
3 IIOIIAS UA TARDE.
coTi;0s orricuas.
Cambio sobr Londres : a 87 l|t d. di- Novae & C., Mtnoel Jo.quitn Ramo
ntteiro.
. rim & Fillio, Oliveir Irmflos &C, Amonio
Ignselo de Me lei ros, Jolu Tiveres Cordeiro,
I Amoriffl cViritifio, Joflo Leite Pita Ortiguei-
ra, Msnoel Goncalves da Silva, Russell Mel-
lo rsoc C, Jos Mdrigues Perei'ri, Deane
Youle & C, Antonlb Francisco da Silva C.r-
\ t\ca, AnVooio Joaquim de Souza Ribeiro,
MUTILADO r
, va, Manoel Jos Ribeiro, Jos Cypriino de
I
0 AMBICIOSO POLTICO.
He esto um dos melhores dramas do re-
pertorio frai.cez. Traduzido cm Lisbos,me-
receu sempre innumerosos aplausos, todss
ss vezes que foi representado, e ltima-
mente no RiodoJineiro, foi acolhido e pro-
clamado corro um dos principaes dramas
do repertorio do iheslro de S. Pedro de Al-
cntara.
PERSONAGENS.
lion-ua'ilo, medico -- Bizarra.
Launay, rico [iroprialario Germano.
De Saiut-Vilry, dem pai de Cabral.
Arthur Amo lo.
Jeronymo, mordomo de Launay t'oitnbra.
Malhurim, joven enmponez -- Montelro.
Pedro, pedreiro --Pinto.
Huberto, livndor Jos Alves.
Jscques, dem Riymundo.
Uniollieial -- Rosendo.
Um sargeolo -- Riymundo.
Um esaio -- Pereira.
Maris, (Un de Lsumy D. Leopoldina.
Thereza, aldeRi D Amalia Monteiro.
Empregados civisda polica, ofllciaes e sol-
dadas, eleilorcs, lavra lores e povo.
A sccSo comee em 1789, e (Inda em 1794.
Denominscflo dos idos.
Primriro --0 Homicidio.
Segundo A MlncAo.
Terceiro Sucumbe a for^a o amor p-
tenlo.
Ouirto A Revolu^So.
Quinto 0 perverso a al mesmo fez jus-
ticia
0 vestuario be todo segundo s poca, e a
empresa apezir do tris.), nada se tem
e Sil- poupado para que o drama suba a scena
como requer o seu tutor.


^
Cometiris8horis.
Os hilnetos icham-se
cuslume.
vend no lugar do
THEATRO DE APOLLO.
Stxln fiira, 81 <* maio di 185.
ULTIlttUBXPETCOLO.
EM FAVOR DO ARTISTA" ANTONIO JOA-
QUIM BARROZO DE MELLO.
DEDICADO AO ILLM SR. kCADKHICO AN-
TONIO A.LVR9 l)E SOUZA CARVAI.HO.
Ordem 'dotxpectaculo.
l.oo drama em 8 actosHiguel Angelo Ca
ravaigio. ,. _
2 O Meu Amigo Caapr!! / comedia em
1 acto. ...
3.0-Uinquartocomduaf oamas, comean
em 1 aclo. .
Haestoodlvertimento com que o Bene-
ficiado ae despeJe da Seena Peruambucana
e de seus inumeros protectores a quem des-
de j tribua sua exlerna gr.lidao.
Principiar a horaa do costume1^__
Avisos. martimos.
-- Espera-se por Pite di do Lisboa o
patacho portuguez Deslino, o qaal se pro-
pOe para a lina de 8, Miguel: quem no mes-
mo quizer c.rregar ou ir de p.ss.gem, dl-
rija-secom antecedencia aossou consigna-
tario T. de quino Fonseca & Eilho, na ra
do Vigarion. 19, pnmelro andar.
-- Para'-o I'orio segu com breTididea
barca portugueza Olimpia: quem na mesma
quizer carregarou ir de passagem, enten-
d-s<- com osseu consignatarios T. de A-
quino Kona>ca & Filho, ou com o cspitao o
Sr. Jos Thomaz de Lima, na praca.
A Baha.
Propem-se para este porto o veleiro bla-
ta Caorixoso.os senhores pretendenle podc-
130 dirigir-s ao mestre, abordo, em frente
do caes do Ramos, ou a L. J. de Castro e A-
3t.
orejan
Le, Jm^
os 8rs. Antonio F.lto-
'sberto ?odio de aou tn-
Deseja-se
drigues Sella,
quiro.UasHira ala
tereise^L -u"
- Urna a sepile
rece par ama **
(aaiha i na ra
Irmandade di
A Irmandada
erecta na inrej"
tende festejar
novenas, veapi..
o orador da vespeu
Leonardo JoSo Gre ge, aia
Joto Capristano de Mendonca,
vrinripiar osla festividado prlp
Pror
tfdwdej
me ni i
ao *
capaila
drvendo
Inania
,11111 IIM'II w^. aw>.. -----i ,
ment da ban Jaira na madrugada dequin-
ta-reira, 20 co frrenle: roga-se, portan-
ro, aos irmSos hajam da comparecer ato
dos estes actos, a aquelles que o nflo pude-
rem fazer, e liverem c.pas em seo pudor
esertirao mandar entrega-las ao respec-
tivo andador.
O Sr. Carlos Martn de Almeida tem
urna carta na livraria n. 6 e 8, di prs da
Independencia.
Chegando a noticia ao Dr. Pedro Bizcr-
ra Pare ira deAraujo Bellrfio, que seu cscra-
vo pardo de lime Joaquim que se echa pre-
so na cadeia da cidade do Coianna, es par
tir um portadora tomar conhecimento se
era verade, e prefine as autoridades que
flzer a apprehensSo que faca conduxir a es-
la cidade do Itocife o scu correspondente,
na ra do Aragflo b. 1,
Quem precisar da um caixiro portu-
goez para vtnda o qual lerrf muita praiica.ou
para outro negocio ; annuncle a sua morada
para ser procura .o.
ParguDla-ae o autor do annuncio do
diario de Itontem com as ledras iniciaes K.
A. F. se se entenJe com Firmo Antonio de
Figueiredo.
Altcnc-o
Jos Francisco Dias, com Inja na ra Jo
Crespn. 14, roga a todos osSrs. que tm
raujo : na ruada Cruz n. ... |conls antigs o letras vencidas na sua loja
~ Paras. Baha segu con. mu a breyi lade *> salisfazor, os d. Praga at 15
o patacho Santt Cruz por tcr parto da c.rga a i
bordo: para o resto e pessageirps.trata-seao
lado do Coreo Santo n. 25,luja de massames.
Seguir pera a cidade do Porto, ate o
lim do correte moz, o brigue portuguez
Uom Pastor, de primeira marcha, forrado o
oncavilhado de cobre, tem metade do seu
carregamento prompto, recebando o resto a
frete, e tamboni passageiros, para o que lem
mili encllenlos cou.uiodos : Irala-aeconi
Hallar & liveira, na ra da Cadeia do Itcci-
fe, armazem n. la.
Fara o Hio de Janeiro vat sa-
hircom amaior hrevidide pussivel
o brigue nacional Vencedor,para o
reslo da carga, passageiros c escra-
vo8 a frete; trata-pe com ocapito
Cleto Marcellino Gomes da Silva
ou com os consignatarios Novaes &
Companhia : na ra do Trapiche
n.34.
para o Aracaty.
Sahe com brevidade o Inale Flor do Curu-
ripe : a tratar-se ua ra da Cadeia do Kecife
11. 49, segundo andar.
Leudes.
-- O Dr. Malet, lendo do se passar da sua
casa de campo para o Kecife, Tar leilSu por
iutervenr;3o do corr. tur Miguel Crneiro,no
dia segn 1a-feira. 24 do crrente, as 9 no-
ras da manilla em ponto, no seu sitio na
Passagem da Magdalena, do sua mobilia,
consistinJo em ricos solas, caderas, mesas
cooi pedra, dita para jamar queadmitto 20
pessoas.guarda-roupa, piano de Broadword
el"", ele. ; assim como mappas g>'0^raphi-
cos, livros, instrumentos de msica, espin-
garda pra c n,'ii, 11 ni grande viveiro com pas-
siros, deliciosos vinlios engarrafados, um
fogSo americano, umcatiriolet inglez com
arreios, ecavallo encllente trotador, o um
bolo com velas.
Jos liodrigues l'ereira far
leilao hoje, 19 do corrente, as 10
horas do dia, no caes da Alfande-
ga, de 5o queijos de prato che-
gados de llolanda pelo ultimo
navio.
-- Leilao que faz Jo3o Tavars Cordeiro
do 603 restias de alhos, ltimamente chega-
dasde Barcelona no briguo hespanliol Dis-
roliinlo, por cunta o risco do quem perten-
cer, uuarla-feira !9demaio, uo seu arma-
zem da travessa da Madre dd Dos 11 9, as
II hora da manliSa.
Avisos diversos.
C'ompanhia de Beberibe.
Nao e tendo reunido numero sufliciente
de ucrionisla da companhia do Uuberibe
p>ra p'J r haver essAo da assombla do
dia 17 do correlo, licou transferida a reu-
n .1' 1 para o dia 25, e sao de novo convida-
dos os mesmos senhores accionistas para
que hajam de comparecer nesse dia no es-
criptono da companbia pelas 10 horai da
a.anha.
Arrendase um sitio na estrada do Re-
medin. 3,continuo a do fallecido Quei.'oz
Fonseca, com 1> 1 cata de vivenda, casa ile
feitnr, cocheia, e estriban separada, bem
1 l.-n.l i:iii : para ver no mesmo sitio, e 1 ai a
tialar na rta < Quem aiinu i'iou no Diaiio de lor;
fcira, 18 do corrente, querer comprar um
toalha de laliyrinto i rola, dirija-se ao boc-
eo largo do ReciFe, segundo andar do sobra-
do n. 1, quo achara urna toalha do melhor
gusto que lie possivel encontrarse neste
genero, iaui-> em bemfeitoria, como o linis-
simo esguiSo em que est estampado,e por
commodo prer;o.
Na Gamboa do (auno, casa
5
de junho do oorrento anuo o as do maito
al 30, alim o se nao ver na dura necessi-
dade de as chamar com os seus nomes por
extenso por esta folln,> que fa^ aem excep-
to ue pessoa e entregar suas cuntas ao
procurador para recebar pelos meios que Ihe
facuam as leis do paiz.
t^ Alteniio.
O Sr. aulo- i-a tu pelo Sr. Jo.1o Mara Julio
Chaves de receber di Francisco Jos Viannna
a quanlia do 393|347 poder dirigir-se a ra
doCabug n. i 1>. receber dita qiunti", ad-
vortindo que estes n3o s5o os meios que a
I. i lem facultado para recebei-sa qualquer
contagie se "leve, e do quem lem alguris
bens de fortuna livres e desembarceos, po-
rem s pm, rio de quem nunca levo princi-
pio de educacao, e que assim obra, porque
nflo he a falta de um pagamento que depdo
da conducta ou capacidadu de um individuo,
islo acontesae multas vezesa pessoxs que es-
ta mui>o cima om lortuna do Sr. Vianna
^ (OSr. Jos (onQalvfls Ferreir que o
diga .' I I}
-- lluje, (inda audiencia do Sr. Dr. juiz
municipal da segunda vara com exorcicio
na do civel, se hade arrematar por ser a ul-
tima praca ja com o abatedalei, casa ter-
rea n. 40, cita na ra da piaia deS. Hita por
execueflo de Francisco Jo da Silva Araujo
conira Francisco Antonio do Miranda a sua
mulhor.csciivao Motla.
-Mino rjr-.\ llenrique, remotlem para
o Rio do Janeiro as suas duas escrjvaa, Paua
la, cabra de 22 anos, e Joaquina creoulo de
idade 16 anuos.
Antonio Leal de Barros, previne ao res-
._ ..uUisiia .
a Nova n. 58,
acaba oe recebar de Franfla, pelo n
a Cont Roger o objectoa saguiole?
grande aoriimento de'chpo de rr .-..u
.la ultima moda da Pars, pulseiras, cha-
peosinhosdeseda e dcpalfu redondo para
meninos e meninas de um a Sois annos,
com abas lurgas de lindos enfeites o de to-
das is crs, vest los para baptisar, tur-
bantes c capell, Heos chapeos de reda de
tods ss coras, manguitas de bico, da ulti-
ma moda, rendas e bico de blonde, muito
ricos enfeite de catiCQa, para bailes e thea-
tros, grvala de vellido, ricos capotinhos
e manlolole muitoeufeittdos, touoailo de
13a rara anhora o menina, esjartiltios,
1-inc.a branca com alifaras, lits do va-
ludo de todas as cores com sua competente
Avalla, b.las, tufla do lodaa as cores par
chapeo a ve>tdos, camisinhas com aber-
tura o bordado, UiUS co* golidha borda-
das e com bicos, casaquinHas brancas bor-
dadas para meninos; na mesma loja fazam-
se vestidos de casamento, de baptisado, tou-
ca de menino e todas as qualldade, com perfeicfio o preco
commudo recebam-se todos os mezes li-
gui inos modernos, que empresta a seus Fre-
gueses.
ATTENCaO.
Fabrica de chai eos da sol, no atierro
da B6<-Visla, n. 22.
Neste novo esta balee melo recebeu-se
um novo o lindo sorlimcnto dech-pos de
sol do ultimo goslo, de seda e do p.nninho,
para homem, de armaeflo de baleia o do ac,
os quncs so ven lem por menos preco do
que em nutra qulquer paite; e um grando
sorlimei.to de sedas e pannluho de tolas as
cores e qualidades, para quem quizor mtn-
darcobrlr a'ma?0s servidas, tambem se
vendem balis para vestidos de senhoras, e
so coocertam chapeos volhos, eslejam no es-
tado om quo esliverem.
Aluga-seum molequo que serve para
compras emendados : na esquina da ra do
l.ivramento aobrado n. 1.
Madama Bonnefond com um ilho me-
nor, re ira-se pt ra o Rio de Janeiro.
-- Aluga-so o lerceiro andar e ol8o da
casada ra do Vigaiio n. 25: a tratar no ar
in.i/i ni da mesma.
Francisco Malillas Pereira da Costa.ex-
oto estabelecimento de funjlero *,* tonei n.4a..-Joquim Pefelr.
. viar d oliveira. .
it- e Wtoeiro. R0ga_S8 os senhoresabiuo
y do Vigario n. 17 fazem-se todat as m.J-.m mar
ifndenteetaadouoniciocombre- declarados que mandaram mar-
, peifiMcSo, e por precos enmmodos; car*nape!, ou carines, com a sua
...Tb?.de7o,rdrrodr,meDlo<18 r; ^ .a ivroui,.
opateodaRibelra deSk Jos, sobra- pateo do Collegio n. a, e que nao
'.VeAo'r.Veio4 rUST em P'curad01^ porpesque-
lo. cimento), inutilisando assim essa
. abaixo .slgn.do, professorjubllado faienda para 8er vendida a ou-
delradeCeographiaehistorladoLycu .
ei ia.ie. tem esia,b,-ieci 10 um collegio trem ; o favor de dirmir-se a mes-
inado Sanio Afonso na ra da Cadeia ma l0ja a rcce|,er ditOS objeClOS ,
rrodeS Antonio aobrado n. 13, onde ,. ,. _. ,_
menta ensina latim, f.ance, rhetori- polo que se Ibes hcara agradecido.
iieographia, para o que blete duEim. ,\m \. J7. y., Z. A. P., L. F., J.
Victor de Olivelra, quando pretideute p#-i 11 1 u C \ I I!
dosla provineiiL licenc.a de que tr.cta o t'' J- <*.J. .
rtigo 3H do rafolamcnto de 12 de maio do Gabinete potiugticz de leitnia.
nno p oximu misado. O mesmo ahaixo aa- Por orjaro ,] ma,, gr preaidenla da ai-
signido recebe pensionistas 20/000 men- gembla geral, ge convocam o accionista
saes pagos adiantadoi, nlo dando roupa la- r,r, reumBo gerl, no da 23 do corronte,
vada o engommada e dando-a, i 25/000 pe|s hora d urde, para se proceder a
maio pentionistis 1SI00O, e alumnos ex- e|elcSo do eooaelho deliberativo. -- O se-
ternos de latim a 4/000 o de qualquer outro gUniio secreiario, M. J. da Rocha,
peptratorio a 5/000. Os pees de familia,
que quiserem matricular seua.lilhos, podem GomDr&S.
dirigir-Mi ao mesmo collegio a qualquer ho- "
ra do da, cerlo de que o mesmo abaixo *- .. Na rlI, d, Crll 0 nfc|fe |8, tercei-
aigoadn so extorcara quanto em si couber ro ,nj,ri compra- urna ecrva, que seja
por bem dosempenhar ardua Djisaao, de ae hUa conducta, e entenda bem de costura,
que ae enctrrega. AITonso Jos de OH- cozinhae engomm>du, prefere-se parda,
veira. Compra-sao Diario n. 144 do I. de Ju-
Manoel Ignacio de Oliveira compra c- mo <1e I8S0, com o aeu suplemento, ou o-
qOos .do banco de Pernambuco : naPraja do mBIiB o suplemento : na prc,a da Indepen-
Commercio n. 8. dencia livraria n, 6 e8.
thesoureiro da lotera do Km'casa de Novaes & t'om-
Livramento, faz sciente ao respei- panhia na ra do Trapiche n.
lave! publico, que a lotera corre 3^ i compram-se accSes do Banco
imprelerivelmente no dia 39 do je Pernumbuco.
corrente, anda mesmo que* iquem -- Na ra da senzalla Valhi, dofronte de
Kilhatos nnr vamler n restante dos ">" Moitoiro oinlor,compra-ae lodasaaqu-
bilnetes por yenaer, o rcsianie aos |j(lidej d(j farros te|hug e melieg de t0(lt8
bilhetes intuiros, meios, quartOS> as qualidades assim como ourelos de pannos
decimos e vigenlmos, estim Cxpos- liuos.casemiras o toda as qualidades de mu
,0 1 j lambo que scrvirem para fazer papel : as-
ios a Venda, na loja de miudezas sm como cboa elho-, lonas etc
da praca da Independencia n. /,. --<:oai.ram-se4a6escravosat20anuos
'..*.. r do idade, com habilidades ou sem ellas, ja
iSlltlUtes inteiros IO,000 despachados para o Rio de Janeiro: na ra
da Cruz n. 40, primeiro andar.
I Compra-se ma toalha com laberinto ;
roda que seja nova ou estoja em boni esla
do; quem livor annuncio por esla folha.
I -- Compra's uina folhinha com almanak,
da llalH, ainda mesmo do 1850, ou 51
ra da Cruz n. 34.
I Compra-se duas venesianas para janel-
la de peitnrel ou do sacada, sem caixa : na
rundo Oueiuadon. 14.
Compra se um tualha com laberinto
a roda,que seja nova ou esteja em bom esta-
do : qoeui livor annuiicie por esla l'olln.
Compra-se um sobrado de um andar
porta para u Rio do Janeiro os seus escravos j 1
loanna de naci Angola, de 30 annos; Ro- poslOS a venda na praca da Inte-
rnan.!, creoula, de is annos; Fr.ncisco, par. pendencia ns. i3 e 15, loia de
do.de 40 .nno.; Francisco, pardo, de X^, do ApalM > ri,a da
- Precisase de um.tma. parda oupret, Cadeia do Hecife n. 46, loja de
para todo aervico do urna casa de pequea mu(|ez88 de Jos Fortunato dos
familia, que s>ib cosinhar eengommar: na .. ,
ra do Roza,io estrena venda n. i. Sanios Porto : a stima lotera da
--Precisa-sede urna mulher de inei ida- Cultura de Ainoreir.iS corren no
dc.e nue s-ia desempodida,para ma de urna _______. __ -.ce
casadepouc.f,1.,iia.ques.ib.engomm.r1 primeiro do corrente mez, e a 55
ocosinhir: na ma du Crespo 11.10. da Santa Caso da misericordia 11-
Xislo Vioira Coelho exporta para o Rio
de Janeiro os seus escravos crioulos Domin-
gos monor e Francisco maior.
-SalustiannodeAqumuFerreiraexpoita cheear no .lia ao pelo vapor
ara o llio de Janeiro os seus escravos, Sove- .. .' '
Piicacio crioulos, Antonio do na- da compannia Drasiieira ou no
le najao ja ai pelo'vapor inglez Teviot.
Meios 5,ooo
Quartos a,600
Decimos 1,100
- Vicsimos fioo
Ucautclista Salustiano de A-
quino Ferreira, avisa ao respeita-
vcl publico, qtieosspus bilhetes
e cautelas da stima lotera a be-
neficio da Cultura de Amoreiras,
eda 55 lotera a beneficio da San-
Ia r.aaa da "tlisericordi estn ex- cocn bons commodo9. qoe aeja no bairro da
la tjasa ua .uisencorau, es id o ex Bo) V|lU ..nnunc^ ou dirija-so a ra do
Hospicio casa n. 17, que se dir quevn
cava a correr no dia n do pre-
sente mez; as listas de ambas de-
P
rio
peitavel corpo do commercio, quo se aclu'.g,, Costa, Francisco o Marlinho
morundo na ra do Vigario n. 17, segn lo (;0IW0
andar. .- Aluga-se na travessa do Mondcgo urna sao imtncdiatanicnte pagos todos
- l'recisi-se de um rapaz para caixeiro casa iorre, Com commodos para familia,um e quaesquer premios das referidas
do venda,que cntenda aluma cousa, brasi- grarije telhciro no fundo com um excellenle i.:._ :,a mannn
leiro, ou portugoez : em For. do Portas, pa- ^BJ*{ ^'m a" taL'" dinj loteras MI lojas OC.ma muC0-
teo do Pillar o, di. i se a mesma casa n. 4, quo ahi achara com nadas, loeo que se rccebercn as
liesapparecju um cavallo no dia 13 pa- quen tratar. 1' tn
r Udocomnte, comossignae.seguinles: 1 elter balances aS"
eastanho escuro, quazi prelo, bem carnudo, WvatU olilce ra
calado do um p o de una mSo, esirell r' ol
na testa carregaior baixo
u, razando segunda d8 Trapicho Novo n. 18.
em um olho; quem I Tccin-ie alug.r urna pret. capt.va pa-
1 queira d,r.j,r-se o ra 'e"der n fu'.: t"*"1 lhB Cl|"vl9r """ln"
' -I-. ..^- ... l.i hiarin .. i.i,m,i liAfll IflC lili 7
Ihlhetcs
Meios
Quartos
Oitav.s
Vigsimos
1,300
.- O caulelista Souz Jnior continua a
hidos em suas cuolelas
e ferragens
om expoKlo
a venda pefos precos abaixo as suas cautel-
--'"li'ma pessoa de capacidade, isenla de l billieles da 7'. lotera do Rio do Janci-
6.
?
0 n.
.y; Cozem-se vestidos de qualquer U- 4
f zenda oufeilioque suas donas pre- ^
{. tenderrm, e tambem palitos, capoti- '4
(.. ntios e rrunti leies/mesmo costura de (
gf .IfaUte, enfeita se chapeos de palbi- 9
(. nha ou deselim, ludo com perfeic,3o *|
oprompiidSo.por prefoa ioteiramen- 19
a> te.commodos,e se olferoce a garanta 4
A proc s.. 4
JoSo Teixeira de Souza Lima exporta
para o Rio do Janeiro scu escravo. pardo,
de idade 22 a 24 annos pouco maisou mo-
nos.
Nao ignore
Sr. Jos de ^lmeida Brrelo
liastos queira vir dar cumpri-
mento a um vale assgnado por
Y me. desde iG de junho de i85o;
nao se contando o lempo etu que
contraho tal divida, que espassou
alguns mezes at qne para se ver
livre de tantas exigencias possou
o mesmo.
muda, com urna verruga em
sillo gmXdoVr.^cTo-I ul^dVde i do por esto Diario e P,ga-se. bem por mez
seracompaado. | H^w.
U annunciante da ra do peca,.SB para o vapor de guerra Cua-
Vi(/ario rasa n 1 satifazendo plass de I bom cozinbeiro do furnoe mas- pagar <" premios sabidos em su
Vigario, casa n. 7 t^^^\^[^m,^1ltmSStnitimmjtv. bil-.oles v.md.dos om su. loja de
aos desejos do lllm. Sr. Lr. Joa-; J0Cnlr,ta r.com paiec. abordo domos- oarua do Queimado n. 3,-A-c t
quim leixeira de liveira Jnior, mo vapor.
declara que o chamou por este
Diario para Ihe entregar pes
almente urna cart, viuda da li
, ,, 1 trando para .------------------- .
inri, do 5r. l'edro Alves Bar boza. qui.m eaie negocio convier, anouncio por tes premiados.
Desappareceu do ats.ro da,osla folha para ser procurado,
,. f 0 ., Aluga-se um armazem no Forte do
Uoa Vista, da casa do ar. darlos Malto. na ra doAmoiim n. It : a tratar na
M.11 lins de Almeid, no dia IT de roa do Apollo, vendan. 19.
. ., Acnam-se no deposiio geral as chaves
maio de 1852, um cavilo, grande, jdMC1 l'USSO CardSo pedrez, he capado, ponhorados pur execui;Oes d. lazenda pro.
111 m 1:1 vuicial coulra seus devedores. Travessa do
e bom andador largo, tem as di- ^'jfdo p,rajl0 n, rua de Hort.s n.
as pequeas, por serem rpadas j 28, travessa do Marisco n. ifi, rua das Ago.s
| .,,. tls ln |pii,lirani-i 1 i Verdes n. 54, dius casas sao arrendadas pa-
lia pouco, nao ha lemranca 1 aei|o confl,oc. idnea, para pagameua
tem, ou n5o Ierro ; quem o achar,da fazenda.
ou delle der noticia, di-
al, o 00
11,000
5,5oo
3,800
Bilhetes 22,000
Meios 11,000
Quartos 5,500
Oitavos 2.800
Vigsimos 1,300
- Precisa-se de urna ama para o servico
de compras e engoinmailo, de urna casa deH
duas pessoas de familia : na Ponte Velba
n. 14.
or- roce-so um rapaz pira criado de
urna cas* eatrangeira, ou daoutra qualquer
arrumacSo, o qual da fiador a ua conduc-
ta : dirja-se a rua larga doRozario n
compra
-- Compra-so urna casa terrea no bairro
de Sanio Antonio, q o esteja em bom esta-
do, e quo seja as principaes rua : quem
liver e quizer vender, dinja-se a rua do Li-
vramento n. 4.
Compra-se urna abundante e rica baga-
gem, que seja igual a que possue Jos Joa
quim Pinho de Mendonca: quem tiveran-
nuncie p>r* ser procurado.
Compra-se duas esersvas crioulas ou
pardas de 12 a 20 annos, e que tenbam boas
Uguraa : na rua Nova 11. 16.
Compra-se ps do'l'amara : quem liver;
annuncio.
Compra-se a gramtica franceza de Uur
g.iin : iih rua du Crespo loja 11. 4.________
Vendas.
pegar
rija-se ao palacio da Soledade a f.i I -
28
Prrcisa-se de urna ama de leite, sem li- loja de miudezas, que se dir quom he.
lbos : a fallar na rua do Padre Flonanu nu- A'ug-se o primeiro andar da casa da
mero 48. rua da Moda n. 7 : a tratar no segundo n-
la'r com o maior Joaquim Elias de' -- Precisa-se de um feitor portugus se dar da mesma.
,. for casado melhor, que entenda do servico Aluga-se um grande armazem, na rua
.Moni a, quesera recompensaao. [decampo, edecasajecalorire, pera um en- da Praia, proprio para qualquer eslabeleci-
Don ingos Jos Aires da Silva, mora- genbo distante desla i.rarja 10 logoas, e 2 de ment: a tratar com Jote Hygino de Mi-
dor na cidade de O inda, roga a todas as pes- j. AntSo : quem quizer oelleempregar-se ; randa.
soas, que tem lenhores em seu poder, quefdjijj.>.M a rua ireila n. 14, vendado Precisa-se de um Irabalhador do mas-
os venham resgutar no praso de 15 das, da oS0 da penha.
data deste, a passado este praso serio ven- _Jos de Almeda Brrelo
didos para seu embolso, Meando obngados .
pelo restante. Basto nao deve cousa alguma ,
Precisa-se de urna ama, para todo o. n(| rua do Queimudo n. 2o.
servico de urna casa de pouca familia : no, m j ir
.trro da Boa Vista n. 78, loja de miudezas. JNa rua do Vigario n, 17
Joanna Mara da ConceicSo, ft
te ao respeitav. 1 publico, que nlng
5a negocio algorn com Joaqi im Cure
slra : na rua Direil dos Afog.dos, pada-
ria n. 66
A pessoa quo annuncioo a venda de
urna casa de um andar, na ru. do Encanta-
mento, e mura Ierro, na roa da Senz Velha, annuncio o numero das mosm.s pa-
ra ver so agradSo, ou procure no largo da
rador em Taquar, sbreos bens do talleci-
do vigario de Taquera, |n>6 Flix da Fonse-
ca, por haverem her leiros, e ofio terom a-
inda os ditos bens sido inventariados.
U Sr. Antonio Maximiano da
l.'oila, queira vir, ou mandar pa-
gar, a quantia de'76,000 rs., im-
portancia de fazendas e dinheiros
pedidosa Joaquim deOliveira Maa
Jnior,quando encarregado dam-
nha loja o. 15, da rua do Crespo,
e que recebi por balanso e em
quanto nao o lizer ver o seu nome
neste Diario.
As pesioas que liverem contaa com o
Dr Malel, queiram apreaenta-las em 8 di,
coudos da dita deste, alim do serem ve-
rificadas, que depois de-Ando os 8 dias ,
nenbuma corita ser rewtnhsetda : no ar-
roizem do corretor Miguel Carneiro, na ru.
do Trapiche n. 12.
Precisa-se de um refinador : a. ru. do
Codorniz n. 18.
zsci'n-j nncisa-se de rjfliciaesde latoelO e prara do Commercio o. 6. orimeiro andar,
uom fa- } -i .- N. r a do Vigario, casa n. 7, pnn.iiro
cia.mo- iunileiro. andar, deseja se fallar aos lllms. Srs. Drs.
I~1I.~: I 1 ,~ ..A^ I. ni mi niriui ma nniar .-. 1U. 1 >_____d. a> aW4a>.I
s contento, ou hypuiheca em jm de ma0 queiram vir liqui-
aiz nesta praca : quem precisar, ., ',' c .,
rua esireita do Rozano n. 43, ae- dar o que Ihe devem, e lindo este
A pe.-soa forra ou escr.v, que quizer deOlind. Theophilo Olegario de Andrado
eucarregar-se de andar com urna carroca e oiiveirai, a Jo.quim Teix-ir. do Oliveir.
ganhanuo pel.ru.: dirij.-se. a ru. Direita junuri pr negocio quelhes diz espeito.
vendan, ios. O abaixo assignado, fai sci-
Iiau-se 5 conloa do res premio, so- ? 1'
bre penhores de ouro. prata, joias precio- ente aos seus devedores, que ale
sas, firuiaa
bous de ra
din ja-so a
gando andar, da. 6 as horas d. maniia., praso, entao nao llavera quena na
que se di' quem d. '
9) paulo <-i>i- iii.uv. itentlsta.aj
A fmiic.'/., oferecc seu pn-.ll- #
mo no publico pivrn todos os #
inisteres d su proflsso: 9
iiil. -1 -i- procurado a qual- aj
unc- iior' e ni ana casa, na aj)
rua larga doRozario, 11. 36, >
_ gcxuudo ninlai". 9
o Sr. Jos de Almei.ia Brrelo Uastos,
queir. tir pagar, quanlia de 26/rs., de que
he devedor, ha 3 annos : n. rua do Queima-
do n. 80, isto proveniente de bilhetes d. lo-
tera do Ilio, em quinto o nflo tlzer vera o
sau nome neste Diario.
:
:
pul>lcacao dos eeus nomes. An-
tonio da Cunha Soares GuimarSes.
-- Ou*er*cc-se ca familia : ni rua do Pilar n. 7, ao lado da
igreja.
-- Arrenda-se um sitio ni estrada do Ro-
zarinho, com boa casa de vivenda o diversos
arvoredos de fructo, por preco muito com-
modo : ni rua Ve ha n. 63.
-- ai pessoas que tiverem penhqfes em
m8o do abaixo assignado, queiram ir tra-
los no praso do 8 dias da publicado desle,
pois seo nio lizerem, serio vendidos par
pagamento do principal e uros, segundo o -
trato por escripia ; q mesmo abaixo aaaig- beir. da Hoa-Vfsta defronte do assouguo
nado, est residiado na roa da Suledade, em trat.r com o arrem.tmto da mesma Ribeira.
Lotera do lio de Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs.
Na loja de miudezas da praca da
Independencia n. I\, vendein-se bi-
lhetes nteros, meios, quaftos, oi-
tavos e vigsimos, a beneficio da
7. lotera das Amoreias ; ditos in-
teiros, meios, quartos, oitavos e
vigsimos, a beneficio da 55. lote-
ra da Santa Casa da Misericor-
dia, vetn as 1 listas no primeiro
vapor do Uio.
ACODA!!
Acudam innucenc;a, gritava um pobre
miope, quo por aff<'cta?ao andaya sem
oculus, do bracos aberlos o olhos no co.
coireodo pcl-s ruis para aparar um vesti-
do de menina que, engommado sa liona
desprega io do urna alta v.randa, e vlnha
caindo disr-ricao do venlo manoirs do
maquina, julgando ser urna crianza que por
do.nudo se tmha precipitado de alguma
janella baixo, al que os muloquet o
desenganaram pelos assobios e cafoada qm-
Ihe lizeram. tis ao, quo se expOem tolos
aquollesque, necessilando de oculos, an-
dam sem ellej se elle he perfeitamente
um diccionario vivo de ssnelr.s, se com-
primenta he ordinariamente quem nAo
conhece, ae an la na rua, acontece-lhe des-
tas e oi.tras ratadas. He por isso que se
Ihe avia que quem os quizer v na rua lar-
ga do llozario, n. 35, loja, que os achara
Don e baratos.
Vende-se um escravo muito sadio, de
idade de 2* annos, e muito bou cosinhei-
ro : n rua do Uueimado n. 32, loja.
Aos senhores agentes dos bata-
lbSes.
No atierro da Boa-Vista loja de miudezas
n. 48, vonde-se urna grande po'Cflo de botfles
de osso Ir a neos o prelos para calca u j.qucis
le soldadoa de 240 rs. a gioza, preco que a-
grada ao comprador.
Venlc-se urna cabra de primeira barri-
1 que est dando garrafa e mei de leite .-
o sitio do patricio, na estrada de Jo0o da
Barros, esquina do becco do espinheiro.
--Vende-so urna cadeirinha du arruar;
gosto .moderuo, ricamente dourada, com 3
vidroso tambem grades, as correa do mar-
oquim, dehruidas de amareilo, librea para
os pretos a cadoirs tem o seu competente
caixAo para a guardar : quem a pretender di-
rija-se ao atierro da Roa Vista n. 2, no pri-
meiro andar quo ah so dir quem veud--.
Chaves de parafuso.
Vende-se chaves Inglez.s propri.s p.r.
tarrachar porcasde carros : na ru. do Quei-
mado n. 14.
Alpicao para palitos.
Vende-ie esta rica fazenda pelo saodico
pierjo ,4a,a\i0,rs. o c'ov.do n. ruado Crespo
o. 5. .
-- Vena*- >m. il de prt par. dose
copos, gosto molerno, esem lellio no atier-
ro da Boa-Vista loja do miudezas e calcado
n. 74.
V>dt-e 1 casinba na paeeagem da ma|-
d.len. tor preco uiuito commodo : quom
quizJr"5frij- ru d RoJ' ,ob"do
n. 46. .
Venid-so I taverna com diminuios fina-
dos ou sem elle em um. das calinitas da ri-
indos bauzinhos a
800 rs. -
Venile-s^a.a_ bauzinhoa de vidro,
com ospelho, proJIWaf^ f enhorai goirda-
reo joln a 800 n. cada ^utodoi agulbei-
ros de metal com todosorli*>imio do agu-
Ihal a 440 rs., 16 o.agulheirn vale o Ainhei-
ro, raxinha de agultia. fr.ncezas com 4 p-
peis 11. 6,8, 10 e 12 a 380 r.. c.ixinh., di-
tas com 4 papis n. 8.10, II. 12, toda mul-
lo linas a 300 r.. caxinha, locadora de
Jacaranda a 2,400 rs., dito de mideira bran-
ca a 1,200 rs., eapolho para algibeira SO
rs.,100ri., o120rs., liulinde pezo xelisa
60 rs. a n 1 uliiili.i, penlas tino paia alisar a
320 r e o-"s muitas couzMO.ruado
Cabug loja n. .
I'ecbinciiu.
Na padaria da rua Imperial n.
37, deronte do chafara, e na rua
do Uangel, deposito de bolacha n.
3, na esquina do becco, que vai
para o trem, vendem-se bolach6es
e brotes feitos de milho muito bem
feitos, a 1,a80 rs.' a arroba pro-
prios para embarcad90 em por-
980 e a retalho, assim tomo se fa-
zem recommendaveis aos senhores
que quizerem dar substancia a seus
escravos.
Vende-se, por precisBo, omi oegrinhi
moga, aem vicios, nem acbaquei, o com al-
gumas habilidades : na rua da Cadeia, loja
n. 17, se dir quem vende.
Vende-so um cavallo, bom and.don no
Manguinho, caa junto a padaria nova.
Vendem-se duas carrosas, sendo uma
de boi o outra par cavallo,assim como urna
mesa grande de imarello de ps torneado!,
ludo por orejo commodo: no aterro da Boa
Vista 11 27.
Vende-so um negro de 25 annos do
idade, proprio para trabalho de engeoho :
na rua do Ooeimado, loja n 10.
Vemic-ae rap de Lisboa 30 rs. a 01-
tava : na rua da Cadeia do Rtcife n. 13.
Vende-se a taberna, sita'ni rua do Ca-
no n. 2, com poucos fundos e bem afregue
zada para a pinga : a tratar na mesma.
Cartas de jogar.
Veniem-so cartas linas Irancezis para
voliarete a 500 1. o baralho, e a dozi a
5,800 rs. : na rua do CabUg, loja n. 3.
Vende-10 um loalna de labyrinlo.ten-
do urna pequona parle de paii"ono molo o
estampado em linissimo esguiSo, a o roais
bem reito e melhor gosto que ho possivel, e
por prego commodo : oo bicco largo do Re-
cife, segundo andir o. 1.
Vende-so um relogio de prata plen-
te inglez muito bom regulador J como tam-
bem um galo de oumpina bom cantador: na
rua do Rangel n. 38, segundo andar, so dir
quem voude.
Fai 1 os senhores de engenho.
Encerados de lum muito bem feitos e
grandes, promplos, alcalroados, para co-
lir cargas de assucar, pelo barato precu de
4,000 rs. cada um : na rua do Trapicho No-
vo n. 18, segundo andar, a fallir com Josa
S.purite.
Vende-se um preto de idade 35 annos,
sem vicio nem molestia, proprio para o ser-
viso de campo : quem o quizer comprar,
procure na Soledade, cisa n. 24, defroutedo
qusrlel.
-- Vende-se ou permula-se por escravo,
urna legos do torra em quadro 110 termo da
vila do Sehnli.am, junto ao rio Pir.ngl,
com rxcelleiites niaUs do madeira do cons-
trucetto, pronria para levantar engenho:
quem quizer diiija-so a rua Augusta, o<8
ao p de um. que se esta edillc.ndo, ou an-
nuncie. .
Muitas fazendas por pouco dinhei-
ro na rua do Crespo n. 6.
Corte de brim escuro de furo linbo a
1,440 rs,, ditos de listr de bom gosto a p.noo
rs., dito amareilo a 1,800 rs. riscado do li-
ndo proprio para caigas o palitos a 200 rs. o
covado, panno fino preto a 3,000 4,000 rs. o
covado.pessas de chitas escuras cuj 38 co-
vado a 4,500, 5,000 e 5,500 r., cambma de
filos com 8 112 varas a 2,400 e 3,500 rs. a pes-
-a, lentos do cambraia de linho a 400, 480,
e 560 rs. proprios para mSo, riscados assen-
tados em algodflo muitu encornado proprios
para escravos a 160,180 o 200 rs. o covado,
zuarto azul com 4 palmos a 200 rs. o cova-
do, e muitas mais fazendas por preso com-
modo da loja cima referid.
' Vendcm-se relogios
ro e prata, patente inglez :
da Senzalla Nova n. 43
Vapor ingles.
de ou
na rua
AO papel paqueteantesque se .cabe ees 0-
breias proprias para o mesmo na loja de fer-
ragens de Antoniagoaquim Vidal : nirua da
Cadeia n. 56-A-.
& Vendem-se arados ame-
riennos, chegadoS dos Esta-
* dos Unidos, pelo barato pre--
P 90 de 40,000 rs. cada um: na <
rua do Trapiche n. 8.______^
l'entes atarlarugados degomos pa-
ra cc.
Na loja de miudezas, drlronle do via-
mento, j tom poucos deste escissos fen-
les entrancsdoi pira cc, vendem-se por
1.000 r cada um.
Vendem-se duas parelh de caval-
lo carnudos ebon para carro, e 11 m ca-
vallo de sella de bons andares : ni travessa
do Veras n. 15.
Vendom-se drius excollenles terrenos
proprios, na lloa-Visla, rua dos Pires, junto
a caixa d'agoa, do um e outro lado, tendo o
do lado do Norto um bom alicerce na frente,
im esl", em estado do ruina mas be ca-
paz de sodio elle se levantar qualquer so-
brado de dous andares ; tem e^e t0 pal-
mos da fronte, e de fundo 125, o do lado do
SUl, da caix d'agoa tem 66 palmos de Tren-
te, o 125 de fundo :'a tratar dentro do mes-
mo sitio com Manoel Joaquim Ciroeiro
Leal.-
Atte 11930.
Vendem-se por presosjeommodoa, rie.l
bandejas para lodo aerviso, fprm.a par. pu-
dnse lorias de lodos os felios.alem de nu-
tras muitas coua.s proprias para o servico de
coainha, tudo do melhor gosto que tem viu-
do a este mercado : na rua da Cadeia do Re-
oife, loja de ferragena de Antooio Joaquim
Vidal n. 6-A. ,, ,
Vendem-se 2 escravos aendo 1 da idade
22-ioooa bomofcial de pedreiro, uro dito
de i lade 20nnos,3 escr.vaa mofas de i lade
18. 23 nnos de boa conducta, orna ptima
mulata de bonita flgura.na rua Direita n. 3.
'"S
Na luja pernambucana da
rua do Crespp n. j 1 4
Vendem-se toueas de 'Ida para ae- S
nhora e enfeites para c.beo. ornados a)
de retroz. J________^

aaa>
1 MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO WJ MUTILADO
f


wai
^
Vende terdadein graxa americana
do Juntes Masn em litis. Esli gru he
a mais prnmpti eeconom'- para limparo
esledo, torni-lo ;,., e maneira a nSo
encamino Ur os cilos ; assim como em
lempos chutlos, impede i hmida le, tun-
do tirtude do lustrar o ciliado molhido,
qualidade esta que nSo se encontr em nu-
tra qualquer gnu. He nica usada nns
Estados Unidos, Mxico e outros estados do
Nort'America tendo ltimamente tido (al
aceitado na Europa que seu tutor nSu
duvida ser logo quasi a tnica usada. Neste
paiz sonde oservgo he feto por escravos ,
quanto melhor por va do esperdigo : ven-
de-se no irmizem de Vicente Kerreira da
Costa, na ra di Midre Dos, e de J. 1. Tu-
so Jnior, ni rui do Amorim.
l'ertences para escri|itorii) e repar-
ticoes publicas.
Papel de poso, dito ilmago, incluindo
urna pequea quantidade; d'uma marca
maior, p'opria para despachos lipis, lacre
encarnado a prelo, obreiaa de diversas co-
res om caixinhaa de papelSo, pap-l mata-
I) ti.Vi, m-climas para copiar cartis, tinta
preti te cscreter, pipis oleidos, livros
com ndices e pipol em resmas, proprios
pan os mesmos, balanzas para pesar carias,
etc., etc.; tudo recebido ultimamenie de
Inglate-re, de superior quilidide, e por
pregas commodos : no escriptono de Eduar-
do H. Wyatt, roa do Trapiche-Novo, n. 18.
Linhas de novello.
de minio boa qualidade, e varios sortimen-
to*, por pregos muito commodos, noescrp-
turio de Eduardo II. Wyatt, ra do Tnp-
clie-Novo, n. -18.
Bic< s e rendas.
Ricos sorlimentos, em ciixa de papelSo
eureitadas, por presos muito em ciuti : no
escriplorin de Eduaido II Wyatt, ra do
Trapiche-Novo, n. 18.
Fio de vela.
Muito superior fio ingle?, ltimamente
recebido. por prego mdico: no o>criplo-
rio do E. H. Wyatt, ra do Trapiche-Novo,
n. 18.
Em casi de Roltl & Bidoulie, na ruido
Trapiche Novo n. 14, ven-le-se um piano.
Vende-so cera de carnauba por preco
de 5,500 a arroba : na ra di Cruz n 19,
ron fronte ao chala riz.
lioiu e barato.
Na loja da rus do Crespo n. 10 vendem-
se palitos e casacas de brim a 4.00J rs.; cha-
les de seda a 4,000, 5,000 e 6,000 rl ; cassas
para bahados a 2*0 rs. avara; ricos man-
tuleles de seda prela e de cores, de menos
p 11; i do que em outra qualquer parle,
maiitiiihas de seda, para menina a 640 rs.
cada uns, e outras muilas fazendas, que
si veudem por todo prego a dinliciro a
vista.
l'ecliinclia.
Na loja da ra do Crespo n. 10, vende-se
chita com um pequeo defeiln.ruda do cu-
pim a 100 rs. o ovado; ditas limpas a 120 e
160 rs. o covado.
AdmiraeSo.
Na loja da ra do Crespo n. 10, tende-se
pelodiminuto prego de 1,500rs. cida um ,
lindos chapeos ilc sol do paniiinho bem en-
tallados para meninas, obra prima; a elles
antes que se acabem.
- Vende-se, ou srrenda-se um engenbo,
distante desta praga 3 logoas, n:oento e cor-
rete, com boas t Tras do planteo, todas
as obras e mais prbporgdes: quem qjizer
examinar, dinji-se a travessa doQueimado
n. 1, primeiro andar.
Vende-se Erva-matle, muito boa, che-
giida ha puuco do Rio Grande do Sul a 320rs
a libra : na ra do Caldeir.-iro,venda n. 91.
-- Vende-se urna negra e um inolequo ,
creouloi: na ra da GonceigSo da Boa Vis
ta n. 11, lodos os das al as 9 horas.
Vendem-se a 260 rs. o covado.
Chitas linas f'ancezas, de goslo moderno
e de cores fixas, asmis tinas que tem ap-
pirecido neste mercado : ni rui do Cres-
po, luja mandil n. 4, de Antonio Francisco
Porcira.
Vendem-se a 20,000 rs ,
palitos de panno o casimiras de cores, forra-
dos de .-i-t ni de maceo, os melhores quo
tem : 1; (1 ar 1 1 i.i n i mercado: na ra do Gres-
io, loja amarelli n. 4, de Antonio Francis-
co Peieira.
--Vende-so na ra da S^nzslla Nova n. 4.
urna prela de nagJo, o ao comprador ss dir
o motivo por que se vende.
Vendse urna novilha torina muito
gorda e mansa, j climatisada no psiz, por
ter vindoa 3annoi de Lisboa : na ra da
Cadeia de Santo Antonio, serrana n. 19, so
dii quem vende.
Deposito geral do rap
Gasse do Rio de .Ja-
neiio, na ra da Cruz
n. 25.
ACABA lih (.llkcu; A ESTE DF.POSITO A
HUA PITADA DO RAPE'
Grosao, meio grosso e fino
Pelos precos ja sabidos ie 1,280 as duas pri-
meiras qualidades, e900 rs. a ultima, sendo*
de 5 libras para cima. Escusado he enfadar o
publico com a desCiipgSo da bondade do ra-
p deste f.bricmte ; a sua antiguidade a
altala, e em verdade pela simples e seuda-
voi composigSo colluca os tomantes umi vez
babitoados em n3o o poderom subslituir
por outro. Comparem pois os amantes da
boa pitada i qualidide deite np com a des-
sa iiiuliidSo de novos rapes, e o seu eftaito
os resolverla tomar deste ou daquelle.
Vende se urna bonita paria, escura.de
18 anoos, sadia, que maica, coie, engom-
nia, faz labyrinlo, corla camisas de homem,
as mais modernas o fa-las, corta vestidos
d>< senhoras os mais diDIceis com molde e
fa-los, a quil so se vende para a prega pela
aua exemplar conducta. Una outra parda
de bonita figura clara, habilidosa, e moca,
grvida de 8 mezo', para engeoho ou Tora
da provincia. E urna outra parda, quecoze,
engomma, coaioha; tolas tros em eonts,
quo ato para saldar antigoi dbitos: na ra
.larga do Rozarlo n. 35, loja.
-- Na nova leja da miudezas, em frente
do Livrameoto, alai de outros novos sorli-
meulos dequioquelhinas, tem meiaacras
para aenhora a 400 rs. o par, fazenda de
muila duracSo ; ditas lisas e abertas ; lu-
vas de .IgodSo, a 240 rs. o par ; ditas de
pelica, a 1,000 rs.; ditas de seda prela e de
cores; papel perlina, de peso, mel hollan-
la, paulado, dilo de peto dilo de cores;
aboloaduras douradis aovadas, mostrando
a cabeg da diverso* animaos da Europa, e
transacco.
DevocSo do mez Mariano.
Recbeu-so de Paria urna pequeni porgSo
de lergos. engredados em rame fino, com
um crucifixo em relevo, mostrando os mar-
tyrios, que por nos padeceu Nosso Salvador,
por isso se lornam recommendaveis para os
devotos, por serena leitoi com toda a deli-
cadeza, digna de to pa devogo : vendem-
se oa nova loja de miudezas em frente do
Livrameoto, a 1,200 rs. a duzia, o 120 rs.
ujs.
Vende-se um escravo padoiro : na ra
oa nutriz da Boa-Vista n. 22.
Vendem-se amirras do ferro: na *'li ai
Senzalli Nov n. 42.
SapalSes para o invern.
No aterro da Boa Vista, loja de
calcado n. 58, junto ao seleiro ,
vendem-se stpitoes tle biierro ,
obra muito boa, feitos na Ameri-
ca, e muito bons para o invern.
Bolins de bizerro.
Vendem-se superiores botinsde
bizerro, feitos na America ; assim
como sapat5es de lustre : no at-
terro da Boa Vista, loja de calca-
do n. 58, junio no seleiro.
Vende-se urna preta de 40 anuos, cosi-
nha, engomma, lava roupi, e faz doce, ludo
com perfeicSo : na ra do Colegio n. 21,
primeiro andar se dir quem vende.
Seda, no atierro da Boa Vista
loja de calcado defronte da bo-
neca n. i4.
Vendem-se is mais superiores sedas fur
licores e do bellsimos padrOes de de-
ferentes corcs.por prego que muilo agradara
ao comprador, cm razSo de se dezejar liqui-
dar; assim como um novo e completo soit-
menlo de calgados de lo las s qualidades.
Na loja l'crnombucdna, ra &
S do Crespo n. II.
a Vendem-se casemiras franezas mo- -r
a dernas e de excelentes qualidades e rr
m pidroes, pelo baralissimo prego de *
4,000 rs. o corle, para caiga T
9J>9>*? ? }(?? **'*>?
A diuheiro a vista.
No engenbo Caipi, na freguezii de Ipo-
juca, em urna casa junto ponte, acba-so es-
labelecida u) fabrici de f.zer superiores
velas de'camauba, com lod a iiinicia e
perfeigSo ; avisa-se perianto ios seiih >re
de engenbo, e mais muradores circumvizi-
ntios, que Ices he mais commodo manda-
rem ali comprar, do que no Recifo, vitan-
do assim o quebramento dolas, ea demora
da vigec, levando logo o portador seja elle
de quem for, o diuheiro avista, a razSo de
360 rs. por cada urna libre ; alli nica-s.- a
boa qualidade dellas, e nSo se duvi la dar a-
mostia graluila a quem quizer experimen-
ta-las
Calcados a 75o, i,ooo, a,5oo e
3,ooo rs., no aterro da Boa Vis
ta n. i i, defronte da boneca,
ha chogado os bem conhecidos sapatOss do
Aracaty a 750 rs., edeorelha a 1,000 rs e
lustros 2,500 rs., e os inclhores quo toen
vindo da Bahii a 3,000 rs., o os bem conhe-
cidos sapalOcs de lustro e do bizerro do
Nanles, muito proprios para a estago pre-
sente; assim como um novo o completo lor-
timento de calgado? francezes o do Lisboa
de to las is qualidades, tanto para llouiem,
como para leobora, meninos e meninas, tu-
do por prego muilo commodo, alim dn se
apurar dinhoiro.
Deposito de cal virgem.
Cunha & Amoriin, na ruada Cadnia do
Recite, n. 50, veude-se barris com supe-
rior cal em pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos prego do que
em outra qualquer parte.
AtteiicSo.
Vcmle-se na ra estreila do Rozsrio n. II,
tamaa muilo novas, sendo cada caixinha a
600 rs. e maiores a 800 rs., eslrelmh a 320
rs. a libr/, bolachinha de Lisboa a 360 rs. a
libra.
~ Vende-se luvas de pelica pretas e de co-
res i 800 rs. o par, issim como penas de eu-
ro o melhor possivel : na iui da Cadeia do
Recife, loja n. 14, de Ferreira & Machado.
Vendem-se caixinhas com 120 duzias de
carrileis de linha de 2C0 jardas muilo supe-
rior em qualidades de ns. 40 a 150, por 800
rs. duzia e de ns. 12 a i -.'. > por 700 rs. : na
ra da Cadeia do Recife loja de furragens
n. 53.
f
^Na ra Nova loja de Jot- Cheguem antes que se acabe. ,
J, ,' J ~AaJ Vendem-fe capichos de lodos o Umi-
BaptlSta BMga, ha P" /^r nn,560 rs c.da om:i ru. da Cafcu*'
por 400,000 rs. cada u, dousa-^, 8,
lambiques de columna e caroou-i H. 3q '.
ca novos e muito bem .cribado. J-^rru^ir.'^posio8;.'
c em tudo semelhantes aos ^oe wjiitis di muito icredindi hoischinh
vendem por 600 000 c 7oo 00O rs., ru^^^d^lAr
isto porque se deseja concluir essa 11I9 e hoiachinhas de anruta.a letal
___:___. muito lino e que se pode aprosenlar e
mesa de cha sem escrpulo ; vend
biscoilos doces e aguados de boa far
ile differentes tamanhos; lainbam as
boas hollchiohas americims quadm
pequeas e lambem maiores para 21
libra, bolaehinhas do regala e de I
miis diversas, tudo por commodo prego
Transparentes para janella.
Na loja de GuimarSes & Henriques, ra do
Crespo n. 5, vendeoi-e transparentes chega-
doe ullimamenle de Franga ; esta fazondi
e-la sendo preferida 18 VeoeiiiniS lano pe-
la aua boa qualidade como pelos lindos de-
senlio! com vislas pitorescas. Veudem-se o
mais barato posaivel, que a visla da faienda
os protendentes nao deixardo de comprar.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
doKecife n. 12, lia muito supe-
rior cal de Lisboa, cm pedra, as-
sim como potassa chegada ultima-
mente, a precos muito rasoaveis.
Agencia de Edwin Maw.
Na ra de Apollo n. 6, armnem de Me. Cnl-
mont&t Companhia, acha-ae conaianleiiieule
liona aorliineoioa de taina de ferro coado e
balido, lauto raaa como fundaa, inoendaa in-
eias lodaadc ferro para aniuiaei, agoa, etc,
ditaa para armar em inadelra de todna 01 U-
manhoa e.msdclloa o mala moderno, machina
liurlionlal para vapor, com forca de 4 caval-
l.is, coocos, paaaadeiraa de ferro eatanhado
pan caa de pulgar, por menoa preco que os
de cobre, eacovena para navioa, ferro inglez
lauto em barraacomo em arcos Inlhaa, eludo
por barato 1 >.
Veude-se cortea de caiga de casimira
padies escuros e muito moderno.pelo bara-
lissimo pngo de 5/000 cada coi te : na ra
do Quelmado loja do sobrado amarcllo
n. 29.
liiiiKjuedo- para meninos
Vendem-se na ra do Cabug n. 6, brin-
qnedos para meninos, baratos que admira
a elles que lie para acabar.
AGENCIA
da fundicao Low-Moor.
RA DA SENZAI.LA NOVA N. 43
Seste estabeleeimento conli-
na a haver um completo soiti-
mento de moendas o meias moen
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro balido e
coado, de todos os tamanhos, pa
ra dito.
Palitos li iin-.
Na loja do sobrado amarello na ra ">
J do Quonnado n. 29. cintinn a ter pa- JJ
~ ra vi nler um bom sorlimenlo do pli- '
* los de pao preto e de cor, os melho-
> res que ha no mercado e por prego *
fl!*niiiilo em conta. (?
Grande porcSo de (azenda. baratas,
na ra do Crespo n. i4j loja de
Jos Francisco Dias, a 160 rs. o
covado !
Vende-se umi grande porgSo de chitas
muito lixas, do novos padrO-s, com um pe-
queo toque de mofo, a 160 rs. o covado ;
ditas escutas cores de caf e do vinho, e ou-
tras mais cores muito fixas, a 200 rs. o co-
vado ; ditas as mais linas que lem appare-
cido no mercado, lauto em pannos, como
as tintas, fazenda do ultimo goslo, a 2401
rs.; nscados francezes de quadros, fazenda
muito (xa, a 200 rs. o covado ; cortes de
cinta francezas, com barra, a 3,000 rs ; ma-
rinos pretos de superiores qualidades, e
1,800, 2,500, 2,800 o 3,200 rs.; linissima al-
paka prela e de cores fazendi propria pa-
ra palitos, a 640 rs. o covado; algodUo azul
muito largo, a 160 rs. o covado; pegas de
breiaulia do rolo, com to varas, fazenda
muito oncorpada, a 1,800 rs. a pega ; assim
como exjslem oulras muilas fazondas, por
pregos mais baratos do que em outra qual-
quer parto: de tudo se uarSo amostras,
deixando sous competentes penhores
Deposito la rubrien le Todos os
Santos na iialiia.
Vendo-se.emcisi deN. O.Bieber&C. ,
ni rui di Cruz n. 4, ilgodflo transido da-
qiifllla fabrica, muitoproprio para saccosde
assucar e roupa de escravos, por pregocom-
moju.
Linhas de carriteis de 300 jardas.
Vendem-se linhas de carrileis de 200 jar-
das de todos os nmeros a 90) rs. a duzia,
Ditos de 100 jardas 320 rs.: na ra do Ca-
huga n. 1;.
Moinhos de vento
com bombas de repuso para regrar borlas
o bailas decaplm na fondigSode Bowmaux
& M. Calhem: na ra do Brum ns. 6, 8 e 10.
Vende-se um terreno na ra da Aurora
rom 50 palmos de frente e 280 de extensSo,
tondo caes de lijlo a beira mar, Ocaodo en-
tre as caiasdoslllms. Srs. GustavoJos do
llego e Francisco Antonio de Oliveiri: oa
pretendentesdirijam-se a ruadasTorre n.
8, primeiro andar. '
Vendem-se em casa de Me. CaImont&
Compania, Corpo Santo n. II, os s'guiles
arligos por piecos baralissimos, allm de li-
quidar certas conlas, a saber;
Oleo de linhage, em litas de 6 galloes.
Ac do milo sorlido, marca'O, O Oe 0 0 0.
n ou, em harneas muilo grandes.
Urna quanlidade de rolins.
Forro inglrz em barra, folha e arcos, sorli-
do, em porgOes grandes uu pequeas.
Chumbo em lengol.
Saceos vazios, e barricas abatidas.
Vinlio de Mais-lla em ciixaa de tres ou 6 du-
ziis.
Deposito de panno de aigodo da
fe lrica Todos os Santos da Ba-
nlua.
Vende-se por preco commodo
o bem conhecido panno de aigo-
do desia fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador .* no escrip-
tono de Novaes & Companhia, na
ra do Trapiche n. '.i\.
Mercurio.
vende-se merruiio de primeira sorte : em
casa de Augusto C. de Abreu, na ra da Ca-
deia do Recife n. 48.
Cartas linas para voltarete.
Vendmn-se baralhos de cartas a 500 rs.
proprias para voltaiele : na ra do Cabug
P
*-
'no los \t rs. 'a "os Lnja non ha para vender qualidade, nho; ii'
.va- !-
w
Chales de-^n- dim.e o mande levar no sobrado cima nd|-
v^angel n. 8. c*do' oaie ,er* generosamenle gratifi-
''iff,. .es taina- --Deaappareceu no da 9 do corrente o
le minie- "cravo Joaquim, Indo vestido de caiga e
.nos para me- Cln>ll> *-ul. e bonet ou birrete de ISi.pro-
.Vii para senhn- Prio de maro jo, representando ter 20 an nos,
.es de eambraii de Pcomiiiou menos; altura mais um pou-
-rdens do halados ; co 1ue reu'r. P quando falla mesmo no
seda levridas, pe- ,eu ""<" gaguej algum Unto, he bem
Miles de Urtiru- P'r*cido, e sem defelto nem alunaos tisl-
seda de cores Te'*> D0 d'* do correnle foi visto no
sorlimenlo de Porl d,s cano,,i n' ra Nova, e antes dor-
mio na ra do Apollo : roga-ae portento a
todas as autoridades, 00 a quem delta aou-
, ditos de ... jin.
le sol de pinlnho 12- vina
ico e rende da trra a 120 rs. 1 vara e
- muilas fazendas que se deixa de an-
por filia ile lempo.
Arados de ferro.
Na fundigSo de Aurora, em S. Amaro,
vendem-se aradosde ferrode diversos mo-
mios.
Cortes de brim de linho, a 1,280,
2,iqo e 3,000 rs.
Vendem-se cortes de brim perdo, de li-
nho puro, a 1,280 rs ; ditos de cores com
listras de bom goslo, a 2,240 rs.; ditos de
brins amarellos, a 2,000 rs.; cortes de calsa
de riscado de linho de listras, a 720 rs.; cis-
sas osoampinidia para cortinados, com 8 1|2
varis, a 2,400 ra. a pega.
Na loja pernambucana da
ra do Crespo n. 11
) Vendem-se ptimas sedas furta-co-
1. res de hellissimos radroea e differen-
$/ tes larguras, pelodiminulissimo pre-
>i) go de 1,000, 1,500, e 2,000 rs. o co-
vido-
Grande fabrica de chapeos de sol.
de J.
n.4-
Falque la do C'ollgeio
Neste novo estabeleeimento recebeu-se
um novo e lindo sorlimenlo de chapeos do
Sidos ltimos goslos, tanto de seda como
de paninho para homena e senhoraa, de ar-
magio de baleia e de aaso que se vendem
por menos prego quo em outra qualquer par-
te ; grande sorlimenlo de chamalole, sedas
e paninbosem pega de todis as cores equa-
lidides para as pessoas que quizerem man-
darcobrirarmagOes servidas. Completo sor-
limenlo de halcias para veatidos espartiinos
para senhoras, fazem-se umbellas de igreja e
concerta-se qnalquer qualidade de chpeos
de sol: todos os objectos cima mencionados
se vendem em porgSo e a relalho, por prego
que agradara ios freguezesa vista da quali-
dide.
I'aiinlin de mandioca.
Vendem-se sarcas rom farinha nova, che-
gada ltimamente do Cear, 1 2,000 rs. e
em lo'es de 10 sacess para sima, a 1,800 rs.,
cada urna aacca : no armazem 00 J. J. Tas-
so Jnior : narua do Amorim n. 35."
Chapeos de -ol.
Vende-se um bonito sorlimenlo de cha-
peos de sol deseda, com cabos de bom gos-
lo: em cisa de Eduardo ll.Wyatl, naiua do
Trapiche Novo u. 18,
__Vende-se leij-lo mulatinho, muilo no-
vo, em saccas de alqoeire, medid velhi, 1
9 000 rs. esacci: na ra da Cadeia do Re-
cife n. 49, segundo andar.
laasa de commissao de aflfirivos.
Vendem-se escravos aitaebem-
te de commissao, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
oque seolerece muilas gafi.nl tas
a seus do'nos na ra da C|iitba
r, primeiro andar.
outraimuitai fizendas mais baratas do que -* Vendem-se os verdadeiros selins in-
em outra qualquer parto, isto pira liqui- glezes, patente, de molla e sem ella : na
daciio de contaa. f ra da Seozlla Nova n. 41.
Novo sorlimenlo de panos tinos e
casimiras de todas as quali-
dades.
Na ra do Crespo, loja da esquina, que
roltu para a Cadeia, vendem-se panno pre-
to, a 2,800, 3,200, 3,500, 4,000 e 5,000 rs. O
covado; dito francez, muilo superior, a
6,000 rs.; dito verde, a 2,800 rs.; dito azul,
a 2.800, 3,500 e 4,000 rs.; dito curdo rap,
a 2,800 rs.; cortes de calsa de casimira pre-
ta inrstada, a 5,000 e 6,000 rs. ; dita fran-
ceza elstica, a 7,500,8,000, 9,000, 10,000 e
11,500 rs.; sarja prela, a 2,400 rs. o covado;
din hespinbola, 1 2,800 rs., e outns mui-
las fazendas por pregos com n.odos.
Armazem de violtos.
Na ra da Senzalla Velha n. 48,
vendem-se vinhos de Lisboa e I'i-
gueir8, dos mais superiores que ha
no mercado pelo diminuto preco
de aoo e 240 rs. a garrafa, e i,5oo
a 1,800 rs. a caada : para confir-
mar d-se a provar, c para ver da-
se a beber ; he baratinho, a elle
freguezes que he bom vinho.
Cha puto, superior.
Em caixinhas do urna libr. Esta cha he
muito proprio pera quem padece dos er-
vos, eporie-se fazeruzo delle mesmo loman-
do medicamentos bomoepaticos, v.mde-se
na travessa di Madre de Dos n. 4 e 6.
Vendem-se ns rus do CabugA n. 6, tft-
souras muito linas, proprias para costura a
320 rs. cida urna, ditas maiores a 400 rs., e
ditas grandes para cortar costura a 41
cadi umi.
Farinha de trigo
SSSF.
Fontana.
Galega.
Ilsxal.
No armazem de J. J. Tasso Ju-
na ra do Amorim n. 35.
Vende-se a typographia d>>
Diario Novo, propriedade di Viu-
va Roma a qual est montada ,
tanto de bonstypos, como de pre-
los, e de todos os utencis necessa-
tioo a urna boa typographia : tta-
la-se com a proprietaria, na ra
da Praia n. 55.
r-'ranj is para cortinados.
Vendem-se ni rui do Cabog n. 6, franjas
de belolas a 4,000 rs. cada pega, ditas sem
hellas a 3,000 rs., ditas estrellas para loa-
Iha a 100 is. a vira.
Cordas para violan.
Vendem-se ni ra do Cabug n. 6, cordas
oin violSo, muito novas, por pregos com-
modos.
lucos de largura de palmo-
Vondem-so na ra do Cabug n. 6, bicos
de largura de palmo o mais largse 6(0 rs
a vara, dilos pouco mais estrello a 500 rs.,
ditos de largura de meio palmo a 320, ditos
de 4 dedos a 240 a vara.
Luvas fio da Escocia:
Vendem-se na ra do Cabug n. 6. loja
do barateiro, luvas fio da Escocia a 300 rs. ,
sem mofo algum.
Uh que pechincha.
Vendem-se na ra do Cabug n. 6, luvas
de Irocil SOQrs. o pir, ditas ditas a 720,
ditaa ditas com balotas a 1,000 rs., ditas de
ponto inglez para homem a 1,6U0,ditas dits
de dito do corea proprias pan montana a
1.28J, e com um loque de mofo a 1,000 ra.,
ditas ditas com requifes e belolas para ae-
nhora a 1,500 o par.
lies litas de vcludo.
Vendem-se ni rui do Cabug n. 6, filas
de veludo lisas o iberias 1 1,280 rs., issim
como um sottimonto de fivelasptr is mes -
, e
neiti 1,
, ieogo". 'le sedi
.uirniu prego de 2,600
ziHidis, que se vendem
., (or pregos commodos.
Na loja pernamoucana da
rus do Crespn. 11. 9
Vendem-se a 12,000 e 14,000 ra. cor- m
+ les de nquissimas sedas furia-cores
a pira vestidos de sanhoras. A
??O
-- Vendem-ae ni rui do Cabug n. 6, bo-
les de midieperoli, muito linoa a 560 re. a
groza, assim como um sorlimenlo de miu-
dezas, propiio para boceteiras o maacales,
todo por pregos baratoa que admiram.
Aossenhores ourives.
Ferramentia muito finas propriaa pan ou-
rives na loja de Ferragensdo Antonio Joa-
qun) Vidal : na ra da Cideii n 56-A-.
Em cisi de Dame Youle & Companhia,
vende-se algodSn entnnsido di Bihia.
I'annos finos.
Na ra do Crespo n. 5, loja do pisso, ven-
dem-se pannos'finos, provs de limfio, a
3,500, 4.000 e 5,000 rs., e inulto fino huos-
le a 8,000 rs.; dilo verde a 3,000 e 5,000ra.;
dito cor de caf muito superior a 5,000 is:
Vende-se Hezina do angico de muilo
superior qualidade em arrobas a 5,120 rs.,
em libras a 320 ra. : ni ra da Cadeia do II -
cita loja de ferrageus n. 53.
cha i*tro.
Venrlc-'se superior cha preto,
em caixas de 3o libras cadt urna :
em casa de J. J. Tasso J unior, na
ra dn Amori.11 n. 35.
Algodao para ropa de escravos.
Vende-so algodSo muilo encorpido, pro-
prio pira ropa de escravos, com pequeo to-
qoe desvara a!40rs. a jarda; dilo limpo
a 1 mi rs. : na ra do Crespo n. 5.
.Mnema- superiores.
Na fu lidie .'mi de C. Mari c\ Companbl
ber,queoconduzama ra do Vigario n, II,
primeiro indar, que ser recompensado.
100,000 rs. de gratificacSo.
A quem ipprehender 1 preti ibiixo de-
clarada.
Contina a estar fgida preta Felicidade,
desde o dia 17 de margo prximo passado ,
tem os signiesseguintes:estatura regular,
tem falta de denles na frente, marcasita pan-
no no rosto, cor nSo muilo preta, muito pro-
zista, levou vestido de cinta j destallado,
panno da Costo usado, um taboleiro peque-
no em que andiva vendendo, tem por eos-
turne ter ropa fra e mudar quaodosai ,
tem sido tilla multas vezes, urnas 00 Mon-
tano, e outras em Itabiribe, lavando ropa de
ganho, edizendo que por mandado desua
aennora; lem sido encontrada junto com um
canoeiro, que nafega para Olinda, ella tem
a mSi no engenho S. Cosme : roga-se, por-
tento, as autoridades policiaes e capitSes de
campo, a aua captura, inda mesmo ella di-
zendo que 11 So est fgida, e eletem a sua
seuhori, ni rui di Cruz do Recite n. 35 i
assim como se orotesla contra quem a tiver
occullado e onbrir-ie os das de servico.
Do engenho Vidho da fregezii de San-
io Amaro JaboatSo, deaippireceu no dia
primeiro do corrente o escravo Jos, cabra
escuro, cabellos ralos e 11S0 muito torcidos,
pouco barbado, ollins nSo grandes,naris um
pouco compr lo, o beigo superior um pouco
ponludo e mais latiente do que o inferior,
quando falla parece querer fechar os olhos,
estaluri, e corpo regular e bem parecido,
perms e ps bem tallos, gosti muilo do ba-
tucar e cantar, bebe agoardenta.he carreiro,
e entende do-trabalho dn casa de caldoira,
foi pelo Sr. do engenho cima dilo, compra-
do ao Sr. Joaquim Manoel Barragranle, por
anlhonnmasii, levou vestido camisa deil-
godSo di ierra com letra de marca do linha
encarnada com as iniciaos 1 B : roga-so pois
as autoridades policiaes a coadjuvagSo da
captura do referido escravo, e aos capilSns
de campo pesquizem e prendam dito escra-
vo, quo sondo entregue a seu senhor, o pro -
um S.-Amaro, acbam-sea venda moendas; pneisriodo engenho cima dito Jos Frau-
de canoa, todas de ferro, de um modeloe; c,co Perera da Silva, lero poreslegene-
conslrucgSo muito superior
Cintilo (le iVuitiia
800 rs.
rossmento gratificados, etc. ele.
-- Nos lins de outubro do un passado,
desappareceu do abaiio assignado o escravo
creoulu, do nomeMamede, com idade de 16
Vendc-ie a historia de Simio de Nantua, """"i bem Pr*l. beicosum tinto gros-
sos, olnos grandes,e tem 01 pes e mSos gran-
des ; elle costums gaguejar muito po*uco,
quando tem me :o ou raiva ; roga-se pois a
todas as authoridades da provincia, visinhas
ea todos que delle souberera que o fagam
prender e leva-lo ao abaixo assignado, mo-
rador na ra Imporial, que pagar toda a
despeza. Antonio da Silva GusmSo.
No dia 10 de maio, desappareceu a pre-
la Joaquina, de nagSo Cassange, representa
mor.
a.Hoo 1 s.: na hvraria da pragada Indepen
dencia n. 6 o 8.
Taino para engenho
Na fundicao de ferro de Bow-
m3n & \lc. Callum na ra do
Brum, p.issando ochafariz, conti-
na a haver um completo sorti-
menlo de taixas de ferro fundido el tor 35'a 4J annos, baixa, crieia docorpo,
l j j 1 o _.i j i_ sendo regular, cor fula, olhos pequeos, e
batido, de 3 a 8 palmos de bocea c,)m cir"c soro ee| \em am;?osl,jri'n,
as quaes acham-se a venda por cara no lado esquerdo, porin muito apaga-
nrpen commodo e rom nrnmnti. da.que mal se percobe, nariz chito, com
preco cnmmouo e com prompil- ifa|u deil((ul1f denles, de umo outro lado,
do, embarcam-se, ou carregam-be feia, leu urna empinge no rosto, que
se em carros, sem despezas ao com-'P"tcc ser bexi8'. Peiu's inuil0 pequeos e
prador.
Farinha a 2,000 rs. a sacca.
No armazem n. 7, do caes da
Allandega, dinheiro a vista.
Extrait d'Absinthe.
Vien l'iu river su; erieui exlrait d'absinlhe
de Suisse, en cai*ses d'uno dusaine que on
vend a de pril tres moderes : dans la traves-
sa da Madre de Dos ns. 4 e 6.
Caixas para s .bonetes.
Vendem-sn oa ra do Cabug n. 6, caixas
douridas o praliadas com um sabonete mui-
to fino, pelo diminuto prego de800 rs. cada
urna,-! ditaa de pao a 400 rs.
l'otassa americana.
No antigo deposito da cadeia velha, n.
12 existe urna pequea porgSo de potassa
americana, chegada recontemente que por
superior rivalisa com adallussia: vende-
se por prego razoavel.
Carteirinhas para algibeira,
Na frente do Livramenlo, loja de miude-
zas, tem as mais lindas carteirinhas, que se
lem visto de bufilo, machetado de ouro
francez e forradas de setim, com duas mo-
las, muito proprias para as senhoras guar-
daren modas de ouro, ou prala.
Chapeos do chily pequeos re-
gulares.
Na fronte do Livramenlo, continua a ter
sorlimenlo de cnapeos do chily, pequeos e
regulares, a 4 e 6,000 rs. um.
Vende-so urna eacrava muito sadia, e
he c .zinheira : na loja uova da ra do Kan-
gel n. 8
- Veude-se para fra da Ierra, ou para al-
gum engenho, urna eserava com habilida-
des, anda moga, sem vicios, nem achaques:
no Manguinho, taberna junio ao Sr. II 1 -
eulano.________________
i
U baraleiro da ra do Cabug.
Vendem-se na ra do Cabug n. 6, loja de
miudezas, os mais ricos pentes de coco imi-
tando a tartaruga a 1,280rs., diios man in-
feriores a 720 1 s.,dito dilos a 280, dilos para
alisar a 320, dilos de inarlim a 300 rs.; a el-
lea que se eslAo acabando.
Kicas franjas e trancas para
manteletes.
Vendcm-so na ra do Cabug n. 6, loja
do barateiro, f.anjas o Irangas prelas de l-
dalas larguras por pngos mais commodos
do que em outra qualqut. parlo.
Ideas charuteirus.
Vendem-se ni ra do Cabug n. 6, ricas
charuteiras a 2,000 rs. cada urna, ditas mais
ordinarias a 480 ra., ditas pequeas a 240.
Meias cruas.
Vendem-se na ruado Cabug n. 6, mago
de meias cruas a 3,000 ra. cada um, ditos de
liilraa 3,200, ditos muilo finos pira senho-
n e 5,000 rs., assim como um sorlimenlo de
ditas de meninos e meninas por pregos mui-
to commodos.
I Panno mesclado.
' Vendem-ieno becco do Gongalves, ar-j Vende-se panno mesclado a 10,000 rs. o
mazem de oeane Youle & Compannii, meias corle de palitos, com 2 l|2 covados : na ra
barricas com superior farinha de trigo. 1 do Crespo n, 5,
Escravos fgidos.
-- Desappareceu no dia 7 do corr.-nte urna
preta da Cosa chamada Anna Rita, levando
vestido escuio.panno da Costa com listas en-
carnadas, e tem tros ca rogos as cosas,s 11-
do um igual a umi goiaba; cor fula,o os ta-
Ihos do rosto sSo destarrados : roga-se
as autoridades policiaes ou a quem in-
te, essar de a prender elevar 1 ruada Senzal-
la Nova n. 4, que ser re imp.Mi.-ado.
-% Au-cnlou-se, no dia 17 do corrente,
o preto Joaquim, canoeiro e padeiro, de
nagS Cagange. esatura ivgular, represen
la ter de 25 a 30 anuos, cara redonda o cor
um pouco fula, mriz chalo mis todo irre
panbido em circulo que par re ter sido
queimado, porem he detallo de bexigas, das
quaes unida tem bastantes signaos eni lodo
o rost; lem pouca b.rba e he quebrado da
venilla direita ; levou caiga e camisa de al-
godSo da tabrica da baha e ctiapo de seda
preto, porem ja muiiQ,velho: roga-se a to-
das aa autoridades, (anto policiaes como
capilSes de campo, o favor de o mandar
o plorar, e entregar narua larga do Hoza-
rlo, n. 18, quesegratilicari g-nerosamonte.
Desappareceu do sobrado n. 17, da ra
da Kola na din 16 do correte um mtalo,
que representa ter 16 ioiios, de nome Tertu-
liano, o qual tem os seguintes signaes, cor
ciara, rusto coinpndo,cabellos pretos,e mui-
to oocarapiobado.olbos pequenos.e empapu-
gados, beigos grossos, boca grande, sem fal-
ta de denlos, e os tem encunados para a
frenle; semblante carrancudo, corpo seco,
altura regular, lem as juntas dos pos umis
piulas pretas de sarna, e os dedos polegares
dos ps um pouco arreda la do natural ; nSo
se faz mensSo da roupa, por se luspeitarja
a ter mudado; roga-ae a todil as autorida-
des e capilSes decampo, ou qualquer pes-
soi que tiver do dito mualo noticia o pren-
inu'xus, tem algumas sicalriios de iu.no
as costas, lem as nadigas coi. na las pata
Irs, he bom fallante, represeola ser creou-
la, ulliuiamei.il' e-leve oceupada no servigo
docozinha, levou diversa ropa, que senSo
sabe da que usuri, costumava andar suj e
embrigar-se, quando foge tem por costu-
mo andar pelos arrebaldes desta praga, qui-
tandando clavando ropa, intitulando-sede
forra ; ilesconfla-se que esleja servindo em
alfiiiiii. casa como forra : as pessoas que se
eslam servindo della na boa f, queiram
denunciar, .lo contrario se usar dos meios
que concede a le : roga-se as lutoriiades
policiaes e capilSes de campo, oua qualquer
pesso, que a apprehcnda, ou a faga appre-
bender e leva-la a seu senhor Domingos da
Silva Campos, na ra das Cruzas n. 40, quo
serSo generosamente recompensados.
' ESCRAVOS FGIDOS DO RIO
DE JANEIRO.
Em 8 de abril do corrente anno, fugio do
Ro de J ni- rn o escravo creoulo de nome
Theodosio, ollleial de ferreiro, o qual he na-
tural da provincia do l'ernambuco; tem
pouco mais ou menos vinte annos, he cheio
do ro-po, tem as mSos grossas e com mar-
cas de logo, roslo cho.o, mr s grosso e cha-
to, e beigos grossos: consta que este escra-
vo veio com o titulo de forro, e com o no-
me trocado, de passagem no vapor S. Se-
baslifio, que naufragou na altura de Macei:
o qual escravo perteuce a Sra.D.Igncia Ma-
ra V11 ntma de Lemos, do Rio de Janeiro;
e por isso roga-se todas as auloridides
dus diversos disirintos, e capilSes decam-
po ou outras quaesquer pessoas que m.liria
liverem do mesmo escravo oprenlam eo
111-n lem levar na ra da Cadeia do lenle,
a entregar JoSo Jos de firvalbo Morios,
qu Se respoil-abihsa por todas al despezas
Desappareceram do engenho do moio,
propriedade de Francisco de Carvilbo Pies
le Andrsde, ni midrugidi do dia 12 do mar-
go, os seguinlrs esciavos : Manoel pardo, do
idade 45 a o annos.cor escura,baiba pela,o
bem fexidi.coslumi usar smenlo de meias
suissas a lem um pequeo signal pralo qua-
si na macan do rosto ; Alexandre tambem
pardo, pouco mais escuro que o sobrehilo,
idade 20 a 26 annos, estatura alta, espadau-
doe bem filo de corpo, ten lo panos pretos
pelo roslo e por todo o corpo; Miguel, creou-
lo, estatura baixa, reforgado de corpo, rosto
quasi redondo e ja descahido, idade 38 a 40
annos Osdous primeiros se dizem iimSos,
e sSo de i'.j de Flores; mas aqu manda-
ran) forjar urna caria, para Ihet serir depas-
saporles, a quil foi dirigida pan Inbamuns,
e talvez pin ah fosiem, ou pin is vizi-
ohangis.
Desappareceu do armazem de assucar
de Silva liarroca, na ra do Trapiche n. 19,
no da quinta feira, 13 do correle, um es-
cravo prelo de nagSo Uss, por nome Lib-
ralo, com os signaes seguintes: -- alio, ma-
gro, face retalhada, olhos avermeihados ,
nariz chato os doui denlos de cima sabi-
dos para fura, mos cumplidas, c.nrlli
fin, ps delgados e chelos de eravos, e cor*
bem pre'i; levou vestido camisa de riscado
e outra de biela azul, e caigas dealgodSo
tambem azul : roga-so aqun* o poder ap-
prebender, queira leva-lo, n> armazem su-
or-mencionado, ou na residencia do sau se-
nhor em liem-lica, em frente do tiveiro,
que s >r recompensado.
- Ha quatro niezes que fugio do engenho
Diamant, m comarca de Nazarelh, o es-
ciavo Jos, de Angola, muito mogj, sem
barba, fallante, estatura regular, magro,
perms linas e um pouco encaiubitadis, e
sobre o peito dircito a marca de fogo A:
sera bem pago quem o pegar, detendo le-
va-lo ao 1 eterno engenbo a aeu sanbor,
J0S0 Fernandos Viera de Mello, que tam-
bem o vender.
MFI HOR EXEMPLAR ENCONTRADO
MUTILADO


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