Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03599


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Full Text
I
Segunda feira 17
Mmhiiito Adubtado. .
jar trtmestr*............" 4/000
rcuEMineilK..........,., VOO0
I'or uno .. .j ..... i.....15/000
P.aoBKTo du rumii.
toi qtvartel............. 4/TiOO
oTtoiAs no nfimo.
Para ... 7de Marco Sainas... 14 de Abril
Maraobio 1 de Abril 'S.Paulo, e de dlio
Ce.r 7 de dito. R. de J.. 15 de dito
Parahlba 10 e Halo, dabia... I de Maio
Das O A IBM A ATA. AUBIBATOI A*.
l7Seg. S. Paichoil I Julio it Oraao
la Tere. S. Venancio 1, e5. t 10 horli.
iSQuart S. Pedro Ce-| I. arado ci'tstl.
letiinop. S, Ivo fi.3. e 6. ao melo-dla.
10 Qiiiui Aiien-I Fattnia.
ciodoSrnbor. I.r6. II II hor.ll.
2l Seil. S. Mancos 2. rara at> civil.
JSab. S Rita dcCa- i. cjabadoao melod
ala viu. Htlucit.
ti Dom.S RazlleoarciTercas e avh-doa.
VAlalBKlBBI.
de Maio de 1852.
N. 110.
PEMAMBH0
Cresceate 10, a l hora 2o minuto da ,t.
Chela a J, a 8 horai a i mluutos da larde.".
Mingaante i 10, a hora a 4 minuto; da L
[ova 119| ao 41 minutos da m.
ranainlil BOU
Prlmelra s hora e 5 I minuto da Urde.
Segundeas 3 lioras e I minuto da manhf
l i aaej i tu 01 OOKalBloa.
QaBaana e Paiahlba, a (nauta sestaa-
fcira.
Ri.j-0r.ne>-do-Hortt,ts>4eai aulatas-felras
a o mel da.
Garaathuaa a Bonito, i a 13.
Iloa-Yleta, e Florea, 13 e 18,
Victoria, s qulntaa-felraa.
Ollada, lodo o da.
afOTICIAA HTBABOIIBAI.
Portugal II de Abril. Auatrla ..
Hespanha 1" de dito
Franca ... 8 de dito
Blgica... 2 de dito
Italia, .r. 3 de dito
Alemanha. 4 de dito
Proiala ...I dedlto
Dinamarca 30 de Marcn
Rutila... .1i dedlto
Turqua, a4.de dito
.'. de Abril.
Sulaaa.... I dedilo,
Suecla... asde Marco
Inglaterra 7 de Abril.
E.-Unldo ?6 de Fevr
Meiico... 31 de Janr
California / fcde Marco
Chlll. 21 de Fdj/r.
Huenos-A. 6 de Mateo
Montevideo II de dito
CAMBIOS BB 15 BE MAIO.
Sobre Londres, a 27 a 27 '/, d.
Parla, 3.15
Lisboa,91 por cento.
ETAES.
Ouro.Oncas heapanholae....".:.'.'i. Sa/000
Hoeda de 6/400 Telhaa......... ltyti o
de 6>400pot......... 16/0(10
de 4/000................ i/non
Prata.PatacSeabraaileiroa........... l/ii2o
Peaoa columnarioa............ 1/H2H
Dito meaieaao............... 1/S0o
PARTE OFFICIAL.
proviu i i da Pemanbuco. Fa?o saber a to- l Arl. 9. A obra assim contratada ser
los os seus habitantes, que a assembla le-1 perdonada por parte do govemo, em o
gislaliva provincial decretou, e eu saoccio-
nei a resolucSo seguinte :
Artigo nico I. Fica rerogada a |lei n.
i i.i, que cre*u un coosellio de sslubridade
publica.
$. 2. Aprsente disposicSo t lera vigor,
quando se estabalecer nesta cidade a junta
de bygiene publica, de que trata a lei geral
iio l de setembro de 1850, e regulamento
de 28 do sute muro de 1851.
I.KI N. 291.
Francisco Antonio Kibeirn, presidente da
provincia de Pernambuco. Kaco saber a to-
dos os seus habitantes que a assembla le-
gislativa provincial decralou e eu sanccio-
nei a resolucio seguiote :
Artigo nico. Mana Tlieodora Vianna de
CarvalDO, professora jubilada da freguezia
de S. Pedro GonQlves do necife, teoj di-
reilo a gralificacSo garantida pela lei de 15
deoutubro de 1827, cuja, importancia dei-
xra de receber desde 18 de novembro de
1816 at S de Janeiro de 1849. Ficatn revo
gadaa asdisp iSicOe em contrario.
Marido portanto a todas as autoridades alracSo eumprir 13o mleiramenl, como nella
quem o conhecimetilo e exucucSo da refe-|a conlem. O secreiario da provincia a fa-
r i Ja resolucSo pertencer, que a cumpram ejg imprimir, publicar o correr. Cnlale do
facam cumplir tilo inici'atuenle como nellalitecifa de Pernambuco, 5 de maio de 1852,
se conlm. O secretario da provincia a faja trigsimo da l* independencia e do Imperio.
Ficam revogadasas leis o disposicOes em. tras imorevistas, com tanto que seu objc-
. I .. -> .. ...I., m i 1. contrario.
.Minuto por tanto a (odas as autoridades,
quem o conheei ment e execocSo da refo-
se __
imprimir, publicare correr. Cidade do Re
cife do Pernambuco, aos 5 dias du mez de
maio de I85, trigsimo primeiro da inde-
pendencia e de imperio.
L. S.
Francisco Antonio Ribtiro.
Carta de lei pela qual V. Etc. manda exe-
cutar a resolucSo da assembla legislativa
Sroviocial, que houve por bem sauccionar,
eclaraodo que Mara Theolora* Viannade
Cirralho, professora jubilada da freguezia
de 8. Pedro Goncalves do Itecife, lem direi-
to a gratiucacSo garantida pela lei de 15 de
outubrode 1827, cuja importancia deixtra
de receber desdo 18 dn novembro do 1816
at 3 de Janeiro da 1819.
Pa(a V. Exc. ver.
,. Nanotl ot Martint Ribeiro a fez.
Sellada e publicadi nesta tecreUria do
govorno da provincia de Pernambuco, aos 5
ois do raac de maio de l>52.
tmalo Pereira de Aztrcdo Coilinho.
Registrada I a fl uo livro ter.eiro de leis
provinfliaej. Secretaria do governo da pro-
vincia de Pernambuco, 8 de maio de 1852.
oao Dominguei da Silva. "
rida reaolucDo prtneer, que a coulpTm V "Mtndb-se por lauto a todas as sutorida-
' des-s quem oconbecimentoe execuclo da
referida rrsolucSo peitencerque a cumpram
e fn;m cumplir 10o ioteiramente como
nella se contem. O secretan o da provincia
a faca imprimir, publicar e correr. Cidade
do Recite de Pernambuco aoa 5 dias do mez
de maio de 1852, trigsimo I.' da indepen-
dencia e do imperio.
L.S.
Francisco Antonio Ribeiro.
Culi d lei pala qual V. Exc. manda eie-
cutar a resolucSo da assembla legislativa
provincial que resolveu sanecional, abriodo
ao governo da provincia um crdito de
ooo.ouo.ooo em moeda corrente.queseriiea
lisado dentro ou fura Ja prqvincis por meio
di venda de apohce.i, as quaes veneerfio o
juroannual de 8 por cento, cujo producto
ser mpregido exclusivamente ta cons-
trunfo das estradas da Escada, Pod'Aibo,
Sle Norte, e dando outras providencias a
respeito.tudo com oacima se declara.
Para V. Exc. ver.
Francisco de Lentos Duartei fez
Sellada e publicada nesta secretaria da
provincia de Pernambuco aos 5 de maio de
1852.
Honorio Pereira de Aseredo Coilinho.
i
L. S.
Francisco Antonio Ribeiro
Carta de lei, pela qual V. Ex. manda exe*
colar a rcsolu(So da assembli legislativa
provincial, que houve por bem sanecionar,
revoganilo a lei n. 1*3, que creou um conae-
Iho do salubridade publica, e determinando
queesla disposir;8o so lenlia vigor, quando
sa estabeelecer nestt cidade a junta de
hvgiene public, de que trata a lei geral de
ti de-setembro de 1850, e regullmento de
29 de setembro de 1851.
Para V Ex ver.
Jo3o i'olicarpo dos Sanios Campos a fez
Sellada e publicada tiesta Secretaria d
provincia de Pernambuco, em 5 do maio de
1852
Honorio Pereira de Asertdc Ctutinho.
Registrada a fl. do livro :i, de leis provin-
ciaes. Secretaria dn governo da provincia
de Pernambuco 10 de maio de 1852.
J'i.li Domingues da Silva
LEI N. 295.
Francisco Antonio Ribeiro, presidente da
provincia de pernambuco. Fao saber a to
dos os seus habitantes, quo a assembla le-
gislativa provincial decrelou. i eusanecio
nei a resoluto seguinte :
Artigo 1. Fica elevada cathegoria de
villa com a denominadlo de villa de Inga-
zeira a povoacao do mesmo nomo, pertao-
cente a comarca da Paje.
Art. 2. termo d'essa villa, comprehen-
dor a freguezia do mesmo nome, dividindo
pelo norte com o riacho Piancozinho e to-
das aa agoas pendentes, at o dislrieto de
Pianc, provincia da Parahiba ; o pelo sul,
corneta ndo na embocadura do leachoPra-
teado, e subindo al entrar as aguas de
Moxot, freguezia da. Alaga de Baixo.
Arl. 3. Ficam revogad alata a aiif i al
coas em comtrario.
Mando por tanto a todas as Autoridades, a
quem o conheei ment e exccucSo da refe-
r la resolucSo pertencer, que a cumpram
e faco cumplir tao inleiramente como nel-
la se ontem. O sec etario da provincia a
faca imprimir, publicar e correr. Cidade do
Itecife de Pernambuco, aos 5 dias do mez de
maio de 1852, trigsimo 1. da independen-
cia e do imperio.
L. S.
Francisco Antonio Ribeiro.
Carta do le pela qual V. Ex. manda exe-
regulados pela lei provincial n. 267 do i. de cutara resolucSo da a.-sembl legislativa
julhode 1850. ipovincial que houve por bem sanecionar,
Para V. Ex. ver. elevandoa cathegoria de villa com a deno-
lianoelios Uarlins Ribeiro tez. I minacSo de villa de Ingazera a povoacSo
Sella e publicada nesta secretaria do go^do mesmo na me, e designado o respectivo
verno da provincia de Pernambuco aos 5 (termo.
para V. Ex. ver.
Domingos los Sonre a fez.
Sellada e publicada nesta secretaria da
provincia de Pernambuco aos 5 de maio de
1812,
Honorio Pereira de Azeredo Coutinho.
Registsda a fl do livro 3. de leis provin-
ciaes. Secretaria do governo da provincia,
a ani rigoroso desempenho das obiigacoes m
tas aos contratadorea ; para eujo flm
iivoino autor isa do a impor-lhe, som
eveencSo do poder iudicario, as mu
que foroni estabetoomas nos respect'
contratos. i
Art. 10. As -despezis de dessproprialjio
dos terrinos'correrlo por conta do presap-
le crdito ; e assim tambera quaesquer cau-
to so retira a obra de que se trata.
Art. (I. Ficam revogadaa todas as dispo-
sicOes em contrario.
provincia de Pernambuco em 5 de maio de abril ultimo, no qual se enmmunics, que,
mi.
Honorio Pereira de Aseredo Coutinho.
Registrada a fl. do ifvro 3 de leis provin-
elaes^, Secretaria do governo de Pernam-
buco D IS de maio do 1852.
Jlo fjmingues da Silva.
LEI R. 208.
Francisco Antonio Ribeiro, presidente da
provincia de Pernambuco. Faco ber a to
doro acut habitante, que a eiubli'a le-
por decreto de 3 de marco desle ninor foi
promovidos effectividade do posto oro-
nl graduado Jos Ferreira de Azevedo, ruin-
mandante do nono balalhSo de in[an(ari.
Envioo-se iguil copla a thesdurana de fa-
SMda.
Dito. Ao mesmo, commun
por aviso do ministerio da guerra
-abril ultimo, se concedeu tres mezes de li-
cenc com sol lo simples so c-pitilo do quar-
to batalhSo de arlilharia a |, l'.asios de Mo-
raes CsiisBo, para ira corte Iratltdeseus
tiegociofl, e recommendando que ordene ao
dito capillo que pague na recebedoria de
7 H l'^'""'*' dC"lU '* ,,ucc""ie' Teirrhw tnternss dest. provincia a qd.ntla Maraelh. que m!XiTr,^" I Ma,"
LEI N. 292.
*" Francisco Antonio Riboiro, presidente da
provincia de Pernambuco. Fago saber to-
dos paseos habitantes, que a assembla le-
gislativa provincial decretis e eu sanecio-
nei a lei seguinte i
Art. nico. O subsidio esjuda de eusto
dosdeputadosprovinciaes para a legislatu-
ra de 185 1855, serio regulados pela lei
provincial n. 267 do 1 de julho de 1850. Fi-
cam revocadas as leis a diapoai^os em con-
trario.
Mando por tanto a todas as autoridades, a
quem o conheei ment e execucao da refe-
rida lei partencer, a cumpram e facam
eumprir tSo inteirameute como nella se
contem. O secretario ala provincia a faca
imprimir, publicar, e correr. Cidade do Re-
cito de Pernambuco, aos 5 dias do mez de
maio de 1852, trigosimo primeiro da inde-
pendencia e do imperio.
L. S.
Francisco Antonio Ribeiro.
Carta de lei pela qual V. Ex. mana exe-
cutar o decreto da assembla legislativa provin-
cial, fue eanccionou, determinando que o sub-
sidio e u juda de rusto dos deputadus provin-
ciaespara a legislatura de 1854 ri 1855, serio
diisdorr.oz de maio de'1852.
Honorio Pereira de Aseredo Coutinho.
RegUtade a II. do livro 3." do leis provin-
ciaes. Secretaria do guverno da provincia
de Pernambuco 8 de maio de IS52.
Jodo Domingues da Silva.
le irgulntr :
Art. 1. A forca pollcclal de toda a provin-
cia, para o anuo flnancelro de 1851 <853, se
compor de quatrocenta pracaa de Infama-
rla, podando (relevada aaeiicenta, se assim
o rsegfr o aervlco publico.
Arl. 2 O preildenle da provincia distribuir
a referida forca como Julgar mala conveniente
a economa e dksolplina do corpo, tendn em vis-
ta aa dlipoiicoe do it. 2. da lei u. 9,13 do anuo
pasudo.
Arl. 8. Flcao revogadas toda as leia dispo-
iede em contrario.
Mando por tanta a toda as autoridad, a
quem o conhccluiento e exeouclo da referida
le ptfflencer, que a ftiinpram e facamcuinprlr
| lia lotelraiaeute como nella se contem. O
i secretarlo da provincia a faca imprimir, publi-
car acorrer. Cidade do Recife de Pernambuco
, ao 8da do mea de maio de 1852 trigsimo
I. da Independenciae do Imperio.
L. 8.
Francisco Antonio Ribeiro.
Carta de (ajuicia r;nal V. Ex. mnnda txteatar
o detrito d* eusimblta legitlativa provincial que
hnuic /iuf rm saneionr, filando aforen policial
ile ttd't a provincia puta a auno financeiro de 1852
a 1853. .
Para Y. E. ver.
Uunotl loi Uartini Ribeiro. afez.
Sellada e publicada nesta iccrctarla da pro-
da 5,000 rs. dos direits e emolumentos d'a
dita licenca.--Communicou-sea thesourari
de fazenda.
Dito Ao mesmo, communicando, que,
segundo constou de aviso do ministerio da
guerra de 21 de abril ultimo, se concedeu
licenca ao lente do dcimo batalhSo de in-
fartarla Leopoldino da Silva e Azevedo para
estudarn escola miliia'.--Igual enmmuni-
ca'cflo se fez a thesourari* de fazenda.
luto.- -Ao mesmo, para mandar per em II
berdade o remita Antonio Correa da Silva,
por t'-r mostrado isenQSo legal. -- Commu-
mcou-se ao chefe de policia para fazer cons-
tar a autoriladeque o caplursu.
Dito. A thesourana de fazenda, trans-
miltindo, por couia, o aviso do ministerio
la contem a disposiedea rlritoraes seguinte a:
Aassembla de cldadaoa se compde de cen-
to e cincoenta membroa; 16 eleilo pelo sabios;
34 pelos membros da sociedad da in-iustrla e
do tribunal docommercto; 30por aquelletque
nSo perleocem a oeohbma desta Irraeatego-
ria, isto be, pelo cidadosque habltam a ci-
I-
por
er
e 10 pelo que ofio pagam imposto. Wegesack
(suburbio) nmear irisdeputado: Rreinerha-
l'en numearael; e o resto do pal 20.
- Os deputados aerao elelto por sel annoa .
a mrtade aera renovada lodoa oalrea abos.
O loiunal itcs Debat publica o srgulute
i rana ae la- ni*i ,slu |,ri pr|os cldadaoa que habltam a ci
aatdade, do quae 10 devero rrp escolar aquel
icsndo, quewes que tein urna renda de 500 thalera; 10 poi
ra de 17 de aquellea que temuin rendimeuto de 20 (balen
lBa4aaB*aSaa>
coi, no dirige a carta seguinte, a qual conten
urna narracao curiosa e completa dos ultimo
accontecitneotos de que Marrocoi foi theatro.
v Reg=;=do,^^,,po. --^rSde^r.^,^2-
vinciaes.
Secretaria do
governo da provincia de
Pernambuco 12 de maio de 1852.
JoSo Domingues da Silva.
LEI N. 297.
Francisco Antonia Ribeiro, presidente da
Reglstado a 0. do llvvo 3. de lei provinciaes.
Secretarla do goveroo de Pernambuco 13 de
maio de 1852.
Joao Dominijuei da Silva.
LE y. 2i)'j.
Francisco Antonio Rlbrlro preildente da
LEI N. 293.
Francisco Antonio Ribeiro, presidente da | |fj d8 maio de 1852.
provincia de Pernambuco. Faga saber to-1 JoSo Domingues da Silva.
dos os seus habitantes que a assembla le-I
gislaliva provincial decretou e eu sanecio- LEI N. 296.
nei a lei seguinte. I Francisco Antonio Riboiro, presidente da
Artigo. I.' Fica creada n'esla oypital urna provincia de Pcrnambucj. Fajo saber a lo
biblioteca publica aonexa so lyceu.
Art 2.a Para este lim flea o presidente
da provincia aulorisado a etr pregar a quan-
lia de 4:000,000 rs, na compra de livros e
asignatura das mais acreditadas revistas
eslrangeirss.
Art. 3.* Ser encorporada a biblioteca
livrsria exislento no lyceu.
.dos os seus habitantes que a assembla le-
gislativa provincial decretou o eu sanecio-
nci a resoluto seguinte:
Artigo l.o ii niieit i ao governo dn pro-
vincia um crdito ae 600:000,000 de lis em
uioeda crrenle, qu" sera realizado dentro
ou fra da provincia por mel da renda de
apolices de 500.000 res, e 1:000,000de reis
Arl. *. Todas as lypngraphias ficamobri-'cada uma.as quaes venecram o juro snnual
gadas a remellar para a biblioteca um exem
piar de qualquer impressSo, que n'ellas se
Oler.
Ait. 5.a 0 presidente da provincia desig-
nar dos empreg'dos do lyceu os que forem
necessarios para biblioteca, sem que por
isso lentiam de perceber estipendio ougra-
tifitacSoalguma.
Ait. 6. Hsver pnrem um guarda com o
ordenado de 600,000 rs. e cujos encargos
sarSo u.arcados no regulamento, que o pre-
sidenta da provincia dar para a boa oxe-
cuc,Io desta le.
Art. 7.a A biblioteca fica sujeita imme-
diatamente inspecfSo e (lscslisacjlo da di-
rectora do ly.'en.
Art. 8' Ficam revogadss todas as Itis e
disposicOos em contrario.
Mando por tanto todas as autoridades,
a quem o conhecimento e execucJJo da refe-
rida le pertencer, que a cumpram e fc.ain
eumprir tSo ioteiramente como ri'olla se
contem. O secretario da provincia a faca
imprimir publicar e correr. Cidade do Re-
cite de Pernambuco aos 5 de maio de 1852,
trigsimo primeiro da independencia e do
Imperio.
L S.
Francisco Antonio Ribeiro.
Carta de lei, pela qual V. tx manda exe-
cular o decreto da assembla legislativa pro-
vincial, que ssnccionou criando, nesta ca-
pital urna biblioteca publica, aonexa ao
lyceu.
Para v"Et. ver.
Francisco Ignacio de Torres Dindmra a fez.
Sellada e publicada n'esla secretaria do
governo de Pernambuco em 5 de maio de
1852.
Honorio Par eir de Aseredo Coilinho.
Registrada a fl. do livro3.de leis pro-
vinciaes em 10 de maio de 1852.
Joao Domingues da Silva.
LEI N. 39*.
Francisco Antonio Ribeiro, presidente da
de8 por cento.
Ait 2." A referida emissSo ser taita por
partes em periodos annuaes.do maneira que
em caso algum possa ella venlicar-so na
sua toialidadeem um praso menor de tres
nnoa.
Art. 3.a O capital de 600:000.000 de res,
assim realisado ser reconlucido como divi-
da provincial, e inscripto no gran Je livro ;
que rubricado e encerrado pelo .presidente
da provincia, ser guardado na casa forte da
lliesouraria.
Art. 4." A escripturacSo ds apolices.pro-
cessos da sua emisio, formalidades da sua
transferencia, assim como o pagamento dos
juros, serSo regulados na thesourawia pro-
vincial, segundo os principios estabeleci-
os Ha leda funda(3o da divida publica de
15 de novembro de 1827, e ulterior legisla-
cSo do imperio.
Ait. &. Para soIuqSo da presonte divida,
fica garantida urna annutdade de 40:000,000
de reis, elem do juro estipulado no aitigo
I.0, a qual sera applicada a compra da p-
lices, segundo o seu val ir correule ; poden-
do a referida anuuiade ser augmentada,
mas nunca reJuzida.
Art. 6.o O estado eflectivo do presente
crdito, assim como to 'as as operares re-
lativas so pagamento dos juros e ao resgste
doioswot habitantes, que assomble. |e- pro(ocl,,de.crl!toH eu ..accione. lei e-
gislativa provincial decietooeeusancclonei guite;
a resolucSo seguinte. | AH. I. Aa lele, rrrrul*m.s.. anteo, rea-
Artigo. 1. As ras desta cidade, becos, tira a arecadacio da fazenda nacional, heso
pracas, e mais lugares de transito publico em vigor para a da fazenda provincial, uaqulllo
serSo calcados conforme o systema que fol em que Ihe forem appllcavela. _____,.-,
adop.ado! e segundo as conSicOes contidas: ^JSfcfitUZ .33&S5%
nosparagraphosseguintes: aorlainente pelo presidente da provincia aujel-
S I. ,.jp..j,.rilil.. u caueiilo, Uoo_,, f'pni, i ipproacSo desta aembla.
construcgSo dos seus passetos, feituraeen-| Ar,_ a_ A Thezourarla remetiera asiembla
ca naiiien to das bicas ficam cargo dos pro,' pru,incial em cada aeaso ordinaria urna relacio
prieluios dos respectivos predios concor- eipecMscada das divldaa, que durante o auno
rendo para tal fim o governo c.im os enge- financeiro aoterlor, tlverein aido iluminadas
nheiros, mestre deobr,e otensis,que forem do respectivo quadro.
matei iaes Arl' ''',, e,u,ls pendentes, queja eitive-
Riialenln n is na. ,e,n ein 8rio de e,ecutso. PKa P"rcen-
Xistenles as ras. ugem, como actualmenle le pratlca. em con-
_ 2 Oreada a importancia da Obra, ssr miduc do decreto de 22 de aetcinbio de
a oespesa repartida proporcionalmente pe- i;^,-,.
los propietarios na rasaodo valor dos pre- Art. 5. Os devedore da fazenda provincial,
dios, filado o quantum por uma commis- que pretenderem obter moratoria ou reinissfies
sSo arbitra nomeada pelo governo com re- oedlvidaa.a pruentarao leusrequeriinentos
curso para o mesmo. Aquota marcada ser assembla provincial por Intermedio do presl-
paga dentro de 30 dias improrogaveis, de- denle da provincia, |o qual ouvlndn o tribunal
ofsdefei., a intimado :Pa convenci ^^^'^^^^t^S^i
desta regra sera punida com O dnplo da re- ic|eclmenlo., que Ibe parecerem couveni-
ferida quota. enleapara ajusta apreciajio do pedido: nao
3. Os proprietarios. Cujas casas por sua e comprehendendo nesta dlspoaicao o que,
pOSicSo tiverem mais de um lado, quedara sendo empregados provinciaes, ae acharem em
ser Oleado, s sSo obr gados ao calcameo- alcance para com os cofre da provincia por
to de umdelles, segundo o juizo da cob- niotlvo.de eu emprego. ____
missaode que'trat. o p.ragr.pho DTC.*-.^^^^^^^ft*
denle. ... ,. daa provlnciae, aproveilaro proporcional-
4. Os proprietarios de casas situadas em men,c ao5 compradores dos ramos deasa ines-
pracas publicas, alem do engastamento das ma renda, se provarem em julio, que seu
bicas o conslrucco dos passeios sSo obri- respelto milltam as mesmas causa e razde,
gados Calcar o espseo em frente de sua Ca- em que se fundaram oa mencionados arrema-
za, que for designado pela commissSo, ar- Muflas para oble-loa.
bitra, cando o restante da obra a cargo dos A"- Flc"> revogada a dlipojicdca ero
cofres pblicos. ,,.t,ln h-u,\ Hmti r* tanto a todas as autoridades a
5. He permiltido ao propr.elarlo fazer conhecllllen[0 e eI(,cucao da relerida
por si mesmo sobra mencionada nos pre- |ei perieocer, que a cumpram e facam cum-
ce lentes paragraphos, comtanto que seja pr|r o intelramenle como nella ae contem.
soba direcrjSo doengenheiro e juntamente O secretarlo da provincia a faca imprimir, pu-
com as mais obras, ou no prszo que Ihe for. blicar e correr. Cidade do Hecife de Peroain-
marcado. i buco 6 de malo de 1852, trigsimo I. da iu-
6. O governo da pt^vincia fornecer to-; dependencia do Imperio,
da a pedra necessaria iara o calcamenlo' ** pi
mediante o embolco do valor da mesma so-i
guiiio o seu custo eUeclivo.
Art 2. O proprietario de um s predio.
Francisco Antonio Ribeiro,
Carta de lei, pela qual V. A'x. milicia .recular
itrelo da aise.-ntWa Ugitlitiva provincial,
CUJO valor n8o exceda de um cont de res. que reselviuteneeionnr, mandando vigorar para a
lira iseolo das obrigar0os impostas na pre- arreearfacau'da fasmia provincial, naaullo em que
sent le. correndo em tal caso por conta dos Ihe f^nmappticavtis ai le; regulammlon ordene,
cofres pblicos as despexas do respectivo "'""V d'f"'nd* nacional, e dando outras in-
ca icatnenlo
Arl. 8. A arrecadacSo das quotas dos pro-
prietarios negligentes ser feta pela manei-
ra, porque se (sz a cabranca dos Impostos.
Art 4 Cuncluindo que saja o calijaman-
to ue qualquer ra, ba.c.0 ou prsrja, sua ma-
nutencSoe reparos ttrcarSo cargo da cma-
ra municipal, para cujo Daa nomeera con-
servadores e us estieeiiila- a sua casta.
Art. 5. Os proprietarios de torrnos nSo
edificados ficam sujeitos as obrigatOe es-
tatuidas nosarligos precedentes, e conclui-
do o calcamenlo respectivo, que provisoria-
mente suia feilo a custa dos cofres pblicos
indemnisarflo fazenda provincial do adi-
antamonto falto, logo que derem comeco
edificacSo dos referidos terrenos.
Art, 6. O governo dar os neaMsarios re-
gulamentos para boa execurjSo desta lei.
Art. 7. Ficim revogadss todas as leis e
disposic.es em contrario.
Mando por tanto to las as autoridades S
quem o conhecimenlo e execugSo da refe-
rida resolucSo perieucer, que a cumpram
e facam eumprir tilo inteiramenie como
nella se conlem. Os-crelario da provincia a
faca imprimir, publicar e correr. Cid.de do
da divida,' se* So publcalos todos os seis Recife de Pernambuco aos 5 dias do mez de
mezes uas fullias detla cidade para inteiro maio de 1859, trigsimo primeiro da inde-
coobecimento dos interesados. [pendencia e do Imperio.
Arl. O producto da presente operacSo L. S.
de crdito ser exclusivamente empreg.do Francisco Antonio Ribeiro.
na conslruccSo das estradas da Escada, Pao i
d'Albo, 8ul e Norte. Carta de lei pela qual V. Ex. manda execu-
Art. 8.o Para cffectuar a obra cima indi-1 tar a resolucSo da assembla legislativa
cada, he o governo aulorisado a contratar! provincial estabelecendo condicOes para o
sua feilura total on parcialmente com quaes i calcamenlo das ras desta cidade,becos, pra-
quer compaohlasou particulares, que mc-'caseman lugares de transito publico,
Inores condieces offererjam ; dando a as- dando outras providencias para manutenerlo
sembla provincial especificada conta das 'e reparos do mesmo calcamenlo.
bases doa sjustes feitos, estado da obra, seu i Para V. Ex. ver.
progreaso, e mais circumslancin que Iba j Hanoef io Martint Ribeiro a fez.
forem relativas. Sellada e publicada n'ssta secretaria da
libiracii a reiprlo.
ParaV. Ex. rer.
Fruncitco Lucio de Castro, a fez.
Sejlada e publicada nesta secretaria da pro-
vincia de Pernambuco .os (i de maio de 1851.
Honorio Pirelra de Attredo Coutinho.
Itrgistad a fl da livro 3. de le provinci-
aes.
Secretarla do governo ala Pernambuco 14 de
malo de I8H- .
io&o Domtufutt da Silva.
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 8 DE MAIO.
Oflicio. Em resposta ao commsndo das
armas, dizendo queo contrato feito com a
administracSo dos estabelecimentos de ca-
ndada, para o foroecimento de medicamen-
tos ao hospital regimoutal desta cidade, de-
ve continuar, a menos que nSo occotra al-
guma circumstancia, que determine o con-
trario, porque eotBo expor aquello enm-
elando o que julgar mais ventajoso, sendo
queem primero lugar est pruver-se sobre
o roelhor fornecimento dos medicamentos
destinados ao reslabelecimento da saude dos
doentes.
Dito Ao mesmo, communicando que se-
gundo constou do aviso que remette por co-
pia da reparlicSoda guerra de 16 de abril
ultimo, por imperial resolucSo de 7 do mes-
mo mez, maniou-se contar lempo de ser-
vico desde 17 de fevereiro de 1846 ao segun-
do lenle do quarto batalhSo de artubaria
a p, Ayres Antonio de Moraes Ancora, por
achar-se cumprehendido as disposicOes da
imperial resolucSo de 24 de .agosto de 1850.
Igual comtnunlcacSo sa fez a lliesouraria
de fazenda.
Dito.Ao mesmo, remetiendo por copia
o aviso do ministerio da guerra de 17 do
l'anger 8 de marco de 1852.
. Scnhor. Apresso-me em dar-voaas In-
formace. que me ped, .obre as disposlcdea
do Imperador e dos habitantes de Marrocos pa-
ra com o Franceies. Pouco tenho que rlizer-
Vos no ponto de vlta commarcial, a sltuacoo
pouco tein melhorado ; o paiz precisa de um
certo lempo para reaiabeleccr-se daa dolorosas
provasqueu fizerain aofl'rer e a mlerla de 1850
o estado de Inquietacao no qual o poseram
as no.sa. quesldes 'com l.uley-Abderrban. A
estar.odaslas he chrgada ; ellas.bundam no
mercado, de Rabal, de Maiagan e de Ca.ablan-
ca, e ae vendem'de vi a 16 ducados o quintal.
Os negociantes do paiz esperam avancos de di -
uheiro dus seus consignatarios de Marselba, a
quem a conducta enrgica do agentes do go-
verno fr.nccz lem reanimado. Ellea caiau cnu-
vencidos boje deque se seus Inleresses ratlves-
seui em pcrlgo, a sua reclaiiiacdes nao tcrlam
smenle por lim repastas evasivas. A na fe
coinmercial he uma cousa tao frequente nesie
islradorf pas, que o negociante francea tem necessidade
de urna protceco ethcaz. O futuro de nosaa.
relaedes commerclies com Marrocoa est todo
inteiro na seguranca desta prolrcco.
a A deseven^a do Imperador com a Franca
esl terminada e admlravflmenle terminada. A
carta do sultao em resposta do presidente,
acaba de cbegaraqul e eata noticia produz uma
grande sensa^ao. Que dillereoca com o nego-
cios de 1819.' Kinguem podera e.quecer quo
vrrgonho.o lim obtiveram as justas reclama -
edes felfas nsquella pocha Muley-Abderrba-
rnan. O pacha Duu-Selham vanglorlou-se em
Fez de ter tomado nina bella desforra da derro-
ta de 1844, porque se elle linha pedido a paz
para o seu monareba bumilhado ni I I>, em
Mogador e em Tnger, seu orgulbo musulma-
no con.egulo em 1848 a adquirir outra vez o
terreno perdido. (Juaea eraiu asdifliculdades
em 1149/ Um rabe aduida ao consulado ge-
ral nata sido preso o eotarrrgado doa nego-
lo ccuihoii iniiii.i esta lufiaccao uos trata-
dos; elle foi iusuliado pelo vice-governador de
Tnger na prara publica. Quasl ao mesmo
lempo um coi ralo portador de despehos en-
viado a Fez era preso, cairegado de ferros, e
um negociante francez era iusultado perto de
Larache. Quae eram as salislscdes pedidas?
A lim id.ule do corroo com a leatltuicu doa
despachos, algumas desculpas do vice-gover-
nador, umacorrccco aoaggressor de Mr. Fcr-
i i'-ii, e iinalmente uma salva de -'i tiros de ar-
lilharia ao icar o pavilho em 'I anger e nos por-
os do litoial. Se o livessem querido, era urna
i il-uh ili ica bem simples.
A correspondencia durou dez mezes e a ul-
tima carta de llun-Silbaui coucedia menos que
a prlmelra 1 Durante as negoclaces, a posi^ao
dos Francezes em Marrocos era indefcnsavcl;
um negociante notavel de Mar.elha, Mr. R. ..
er amcacado por um Cherlf, depola de ter sido
coberto de Injuria, c este faci se passava naa
ras de Tnger i um Algerlno lendo querido
revoltar-sc contra um pequeo Mouroque o li-
nda maltratado, Toi arrastado preaeoca de um
Cadi, o qual, aluda que sem autoridade aobre
elle, o fe atrozmente .er baatonado na cabeca,
nos pellos e uos pe. Oinfell. nao cessava de
gritar que era Francez, c os Taiigitains aunados
de basies Ihe respondan!:
Ue dest modo que nos trataino os Fran-
cezes.. i limpie accrescenlar que contra o uso,
a pessoas uotaveis da cidide liohaui tomado
parte, como amadores, nesta selvageua ezecu-
; cao, para merecer a gloria do propbel.
A Gande lu,,,,. Mr de Lhas>eau pealo a demissao do cadl e a
Hje' o senado publicou a proclamacao se- prisao doa chelea desle escandaloao tumulto,
culote relativamente aquestu da consliluiao. elle nada obteve. A posico oao era mal dlg-
. O leado eutendeu-se com o Sr. major ge- na de er conservada, nAo resuva ao repiesen-
neral Jacobi, cuviado aqu em qualidade de lame da Franca seoao del.ar Tnger, onde nao
mu mi.-ai ni l'e.li i al. c considerando que a re- havia para elle, aero repello, nem mesmo se-
pelio do que se tem pastado, he Indispensavel guraoc ; porque ae nene ainavel pas se rece-
ar uma nova assembla de cidadans; que be um plparole seinquese fac jusilca, teul-se
do imperio de 19 de abril ultimo, do qual
cunsta.que, por portarla da mesma data, to-
ra Horneado Ismael Amavel Gomes da Silva
para o lugar du pratiesnte da administracSq
do correio desta provincia, por o nSo ter
querido aceitar o catteiro da mesma admi-
nistrarlo, Ltnz deFranfa de Olivejra Lima.
--Remetteu-se i;iial copia ao adm
do mesmo correio.
Dito.A mesma, communieand que, se-
gundo constou de oflicio do juiz da orphos
e ausentes deste termo, no di 6 do corren-
te leve lugar a errem.t.eSo do patacho ller-
tnina pela quantia de 766,000 rs., e decla-
rando, que o liquido producto dessa arrema-
tacto deve ser levado a verba da consigna-
cSod policia, poisque esta despenden mul-
lo maior quantia com a conservacSo do mes-
mo patacho.--Igual oommuncac,3o se fez ao
chele de policia para fazer cessar a despeza
que cum o referido patacho se fazis, e de-
clarar aquanto lem ella chegado.
l)ito.--A' mesma, inlairando-a de haver,
de conformidade com asua ioformacio, de-
ferido o requerimeolo emqueo alferesdo
dcimo batalnSo de infanlaria, JoaquimFa-
bilciu do Mnitus, peuia para consignar uu
seu sold nesta provincia ao seu procurador
Antonio BaudSo da Rocha, a prestacSo
mens.lde 15,000 rs, fazendo-se as neces-
sarias declaraiOas na guia que se tiver de
p.ssar ao dito alfaroa. Communicou-se ao
commandn das armas.
Dito.Ao chefe do policia, transmitlindo
por copia o decreto de 16 de abril ultimo,
pelo qual foi amnistiado JoSo Flix dos San-
tos, que se achavii pronunciado polos acon-
tecim.intos polticos, aue tiveram ultima-
mente lugar nesta provmcta.
luto.--.\o direclor do arsenal do guerra,
dizendo que nSo s otUriou ao inspector do
arsenal da marmita para contratar com al-
go na barcada a conducen.) dos erligns mao-
dados preparar para a provincia das Alagoas
por aviso de 18 de oezembro do auno pr-
ximo passado, mas lambem lliesouraria
de fazenda para silisfazara Smc.a impor-
tancia dos mesmos artigos, consienta da
coma que remetteu.Neste sentido expedi-
ram-se as convenientes ordens.
EXTERIOR.
as clrcumslaucias acluaes he urgente estabe-
lacer o goveruo em base, solida; Iinalmente
que durante ee periodo de translrco. Impor-
ta lomar medidas neceasariaa para impediros
abusos da liberdade da inpreus* e do direito de
reuulo, decreta, de accordo com ocominissa-
rlo federal e em nome da dieta germnica, o ae-
gufnle :
. 1.a A. assembla de cidadaos esl dlasolvida;
o seus poderes terminaui hoje. Os membros
da assembla de cidadaos, que faiem parte de
deputa^dea del.ain de er membros della.
2.a O senado convocar para os negocioa
que nao podem ao'rer demora cidadaos que te-
oh.in a.ptido especial; eatea admlnistraro
provisoriamente os negocioa at o momento
em que a nova assembla de cidadaos for reu-
nida. O membros da asaembla dlttolvlda
que ioiii.ir.-im parte na resolucSo de za deste
mez, nao podero faser parte de nova commis-
loes,
3.a No que respelta a nova assembla de cl-
dadaoa que dever aer convocataa, segn -si-
tia as dlsposicea arbitrarias anneas ao presen-
te decreto, sob a reserva da reviso ulterior da
comtltulcao, que lera lugar o mais breve que
for possivel pela nova assembla.
Proceder-se-ha iminediatainenle a ele icio
dos cento e cincoenta meinbroi.os quaes deve-
ri o compor a nova assembla de cidadios.
Depol daa eleiedes, o senado convocar a
nova assembla e abrl-la-ha.
a Toda a. di.posicdes da constituicao e da
lela que nao estao em harmona com aa prea-
cripcoes cima, sao abrogad. al nova ordem.
Oa arilgos 10, 13 e II da conslilulco relati-
vos a imprcnia co direito de rcunlo sao abro-
gado.
a A lei provisoria obre o jury de 7 de feve-
reiro d: iS.ii, assim como as dispisl^des da let
penal que lem por objeclo o proceaio peante
o jury nos crlme contra a seguranca do estado
e da le provlaoria da linpreuaa do mesmo dia,
lo igualmente auspenaas. .
m Aa dlsposicdes da legislacao criminal ordi-
naria aero aeguldaa no que diz respetlo ao crl
mes e delicio contra o estado sem iutervcnco
de jurado.
Relativamente aos negocio pendente, se
a senienca do tribunal de aecuaacao tlver aldo
Intimadas urna das parte, egulr-se-baopro-
cesso comecaiin ein que as disposicOes cima
sejam applicaveis.
Ai aasemblas e reunlfles que proseguem
flns polticos sao provisoriamente problnldaa,
sob pena de multa ou de prisao.
a As outra asaeuiblu e reuglde poderao
tambera, segundo as clrcumstaocl, er di-
olvida ou Interdicta por conlderacoe de
P E?ie decreto he eguldo de dlpolc8e pro-
visoria relativa i auembla de cldadoi. El-
a ceileza de ser no outro dia bastouado. A mis-
lo rcfuglou-se em Glbraltar esperando uma
missiva do imperador, esta misslva fez-ae espi-
rar, mas Iinalmente ebegou. Indigna comedia .'
Cala carta era escripia de Tnger pelo pacha c
o imperador iguorava provavelmente a prlmel-
ra palavra do que se passava. O protegido
francesea voltaram entretanto a Tnger, a en-
trada foi deploravcl. Quaodo oa otnclaea da
omino sallaraui em Ierra, nao acharara senSo
alguna soldados inarroquidos que se tinhain
dirigido costa, aliui de ter direito aoa donati-
vo ; maa nem um ad habitante appareceu; as
ra estavaiu desertas e apenas ae viain alguna
ilouros que aa olhavam com um arde piedade
desprezo.
a O ae..Huiliento de Bau-Selhuin nao fol
mais bondadoso, a aua pbyslonomia era leve-
ra, aeu procedimento altivo; apena dlgnou-
se proferir abrumas palavras, e testemunbou
de uma maneira pouco equivoca, iua falta de
sympatbla para con os visitante. Tal foi a
cooOnuaco solemne daa lelacdes.
Que satlsfacbes e linba concedido ? O cr-
relo que tiutia.uL prouiettido por eiu liberdade,
era assasslnado em aua prlso em Marrocos. O
Cadi eslava simplesiuente com licenca, o indi-
viduo que havia ultrajado a Mr. Ferrleu pai-
seava llvreinenie ; deiau.bc verdade, maa com
precaufo algumaa^liaslonadas no primeiro
preso que veio para a prlso, e o pavilho fran-
cs Icado recebu urna aalva de vinte e um ti-
ros de peca, que o malicioso pacb fez esperar
depols que aa tres core foram arvoradas.
a O que eiperar depols de lae uinitbaces ?
Uma posico critica, difficil emextremo.
a >o vos drsse o mal curioso disto ; be que
e tem Ignorado e se Ignora ainda ae o impera-
dor aoube alguina cousa desle aconirciuien-
toa. lato vos parecer mais comprehensiva!
quando oaberde que o Imperador liaba de-
clarado que nao quera corresponder-se mais
com osagenteada christandadr. Tlnha-ae mes-
mo devolvido ao encarregado dos uegoclos da
Franca carua sem lerem sido abenas.
a legaca nao poda, pola, tratar mala com
o pacb de Tnger, porque cate, venal como
todo o DomMarroquIoo, nao obravajmala em
conielhar-se com o encarregado do negocio
da Inglaterra. Bem vde que bella poslcao la-
to no dava.
Pira que obtlveasemos um repara;ao qual
quer, a prlmelra condicao era que Mr. Hay con-
cordasse que no-la concede.sem. Cumpria a
todo o custo acabar com este escndalo ; mas
baviam persuadido ao Imperador, porque elle
desda de aua dlgnidade, a nao corniuuutcar-sc
ma directamente com o agente acreditado
pelas nasde da chrlstandade, sendo esta regra
contraria aoi caatumei delta meamaa naedes ;
e todoa oa e fructuoso.
( MUTILADO l
/


I
. A cau i mal fecunda da dl.cui.oa. para
a mlsso com o goreroo de S. M. cbrlsta. are
a frootelra. Al trlbm marroqulna. vl.lnh.
de Flameen f do cimpa dt Lalla-MaghmiaUr
tiam invasoes coollnual ein nono terrUerl.'T
ra auuear. O genera., do Hercio '"i
,i^ r...^.,r u i.iuere. na ltrrit'>rlo
Tan-
ruu-Selham
nSoquirenda per>gur ojJd* no ttrilt"rlo
do Imperador, enria*> O iu.i quel.a
ger ; cIIm r*a tr.u.mllllda. a
que'promeltla ju.tlca, c alguna dial depoli elle
cnvliva o relaloiiol do eaid deitei laqueado-
re!, o qual tinha tomado parle no taque, e de-
clrala que a aggreuio tlnha rindo da pane
dos fraoceici. _
. Eli-aqul o bllin poltico da minio de fran-
ca cm Marrocomoj prlinelroi dlaide 'oO. *
policio eilave completamente perdida. Nao ha-
ra mala reipeito, nem mal influencia, Im-
portara ludo reconqulitar. Mr. Moure. novo
encarregaria doi negocloi comprehendeu ludo
o que hara de dimcll no pollo que elle acaba-
ra de lomar, mai forle pela eipenencla que
Hie li.ivi.ini adquirido mulloa anuoi de rel.ccs
com 01 iiiuliaumanoi, comprehendeu tarunem
queein Marrocoicumpria ler multo avaro de
eiorlpturacoei : eapor urna reclamaran, de-
monilrar a Ju.llc. della, ero Interuilnarel cor-
reipondenclai, calar-ie, ferrlr e depoli nego-
ciar, faier fioalmenie ( como m o dula jle
inrainoo anno panado) ludo o que nio rol relio
e nada fuer do que fol felto.
A-prlmeira queilio luicllada f*l relativa *
fronteira. Fiel ao leu piiueipia, Mr. Houre> el-
orerla aoi geofaei da frica: ferl !...e de-
SdIi a uilin noe negwlaise A occailio se ol-
ireceu logo. O heni-Soanen forain persegul-
doi peloi fim* algerlnoi at na aeui campoi,
uai colhcliai foram deilrfelda, mal babita-
eflea laqueada!, e dieram' nellei urna enorme
mua. Hoo-Selham queliou-ie logo amarga-
mente, pedlndo que o general que tinha ousa-
da Invadir os estados de 8. M recebesie uin
caillgo eremplar (lein durlda a bastonada).
Mr. Uourre responden enviando-Ibe copla de
dei ou de doie cartas, cbelai de mil despulpas,
de motivos frivolos, peloa quaei, m calo Idn-
tico, Bou-Selhain tinha reipondldo al enlao ai
queina da inlssSo de Franca e dos generaes do
ejercito da frica. O ministro berbereaco com-
prehendeu, a desde culto as difliculdades da
liontelra foram fcilmente reolvidai.
Bou-Srlham morreu de uin accesso de co-
lera. El-Khanb Ihe luccedeu. El-Khatlbhe un
bomeiii civlliado, habituado aoi usos europeos,
mai de ama fraquea de carcter perigoia.
Et-Khattb lein querer velo a aer o instrumen-
to de urna pandilna que o fea leguir nm fallo
camlnbo elle tornou-ie mal dillicil que leu
predecestor, oppondo a todas ai recl.m.coef
utna penosa Inercia. Ai veisces de que eramos
vlcllroai continuaran! e deram lugar o dulcios
mal graves Os empregadoi do cumulado ge-
ral de Franca nio foram inail reipeitadoa, a
residencia consular fol violada, e roubos con,
violencia foram perpetrados na casa oc um in-
terprelre frucei logo depoii um subdito ro-
inauo fol anaiiinado, c finalmente o navio
francs o Currand-Hoit foi saqueado pelos >a-
lenlloos. As reclamaces foram feltas pela mis-
sao, mas uina reclamacao nao deu lugar senao
a urna carta, algumas vcies a duas e jamis a
Ires.
Eale noro modo de obrar mar.vllb.v
ao parta ; mas elle nSocna do perigo por-
que lite repetiam freauentemente que a
Franca nao poda obrar; elle eslava por la o
lo tranquillo.
Entretanto em novemhro ras- lo, os Ta-
poras franceies riuliatn mysieriosamenlr
ao porto de Tranger e desaparecan) algu-
ina. Imr.is depuis : o pacha Hulla mulo um
momento, mas os seus consellieiros dessi-
pavam os aeus recelos. Bepeutinauentii um
vapor inglez, viudo de Kabal, chega a Tn-
ger ; trazia a noticia de que ludo vitara aca-
bado ii-s pralas de Sal, que a cidade esta-
r completamente destruida e que a esqua-
drilha ia apparecer diente de Tangir. E
Minti o a.bla p-' ol J OO VOlt -( 001,1-
prelientleu poroi muito tarde, que o visto
e a energa tinham substituido a resigna-
co de tem o passido. M'S Sal he unn
cidadn salda, he um ultrage que os chris-
tflosac.b.m de fazer ao proplieta ;o temo,
urna febril agilneflo de riiva, inspirada pelo
tan lisinn dooiinam de diferentes maiieiras
os espirito*. A dirisSo, composla de urna
nao, do urna trgala a vapor, do um ti
fembaicaclol li esta debati das oidens de
um intrpido olllcial, o almirante liuiiiuz-
ii'ni. Mr. Boure, quesejulgava estarcom
lieenea em Pars, salla em Ierra e dirij.-se
Casbah, onde so echa m reunidas*o pachte
os notareis da cidade; nenhum agente es-
trangeiro he admitlido nesta reuniSo.
Mr. Uoure conla expelido de Sal e
formula as suas quenas contra o pacha He-
Hie dado completa satisfscSo sobie lodos
os pontos, e cuusa admirarel, no mesaio
instante o pacha paga de aua propria bolea a
somma roubada.
Oencarregado dos negocios esperou 8
diss a resposta do imperador t exposicao
que elle julgou a proposito eorisr-lhe sobre
os acnntecimentos.
en lea *. nancaataclo inqoiela Uhje.
Entre os ejupriados da m'sslo ao|ar>se-hi
Sefe4tfrtaa peifos que asslslirsm I entra
taTdo cnsul gerel em 1849; ellas poderlo
comparar a uu.a epoaei.
Recebemos de UibralU'ede Ganora no
lletas mal recentes salais nos annunciam
8 rolla da missto a Tranger, onde fui rece-
ida com transporte. O Hanoi que a tinha
lerado nSo pode tardar de volta a Toulon;
elle estar, segundo as ultima! noticias, no
porto de GibralUr.
PERNAMBUCO
IIECIFE 15 DE MAIO DE 1852.
1
A$ 6 110**3 DA TaHDE.
P
nrraoiPicTO k*nal
lano se falln, na chuva, Unto fallimos noi
laiisbein, al que ella assenlou de dar-nos, pa*
ra eic.arii.eDto domo, urna fremendlsslma roas-
(tdfl.oyioefl'ecllTamrnte fes, cal.lodo a can-
taros e quatl icra laterrupeo, durante os das
e as imiten, desde o iioinlngo, 9 do correle,
ale* boje, e seto que jamis podesseinos repetir,
durante lodo eise Ceinpo, urna s vez aquel.ei
bellos versos que diiein :
Oepols de porcellosa tempestarte,
Nocturna sombra e sibila te vento,
Trax a maobta aereo* clahdade,
os quaet os leltores toinaro suienle na parte
que fur appllcavel, nao sendo necessarlo que o
completeui, porque eiu bom porto nos acbava-
m ob iodos rccolbldos aos oossos quarlels de
invern. Nao falta por ah quena oa quelra
ji levantar os seus quelsumes. Uns fxllaii. na
inierrupcao Toreada de certas relaedee desocla-
billdade, oulros na estagnaco do coinmerclo ;
estes do assucar, que tlnbain a seccar, aqurllea
pas planiacdes notas, que pedein limpa ; aquel-
es uuiroi, einliin, no uaimturno que snnren.
na ida pontual para suas reparnces e empre-
gos. M s, cima de ludo Uto domina uin te-
mor e uina esperaoca a mesmo lempo: a
febres anda nao desappareceram, e as chuva
podrm occaslonar algum beui, concorrendo
pela mudaoca do lempo para afugeuta-las. De
aossa parte bem penuadldos da verdade, que
contera o celebie apilogo de Jpiter e o abe-
gao, peosauM que a Providencia fas aempre
ludo pelo melhur, e segundo as verdadeiras
uecessidades dos borneus aioda que mu
veses elles as descoiibecam.
* No da 9 do crreme, pelas 7 horas da nolie,
recolheu-se a esta capital o Sr. chefe de poli-
ca loterlno, de volta de Tfmbaba, para onde
tora em diligencia, motivada pelo assaislnatu
do subdelegado daquelle lugar, seguodo Ja no
Helamos, c resullou de sus pesquisas o ser Id-
diclado, como mandaote do delicio um ladlvl
do cbamado Joaqulin Francisco Das Mootei-
ro, e como mandatarios dous, de nonics Jos
Franclaoo do Naictmeoto e Jos Vlcenle, flean-
do os prliuelros reculbldos cadeia, e o ulti-
mo hvre detla, por ter sido eocootrado mono,
Atnda a srguraoca individual se acbava es-
tremecida por aquelle brbaro alientado, e eie
que outro, porvenlura mais horrlTel, acaba.de
ser perpetrado.
Mo da 14 do crreme foi atrozmente assas-
snado na estrada aova de Santo Antao, en-
entre os eogeabos Tapera e Morenos, na mata
do lado do sul, Joo Rodrigues de Houra, per-
teucenle a compauhla do contrato d*s carnes
verdes. Assassioos, que all se acbavam de em-
boscada, diaparan.-Irie alguna Uros, e como o
infeliz ni" cahiise logo morto. atirarara-se so-
bre elle, e acabaran, de mata-lo a faeadas, sen-
do o^adaver encontrado cora slgnaes, que i ai
dlcavain haver precedido a cale ultimo borro-
roso acto alguma r.sistencla da parte da vicu-
a. U r.ub. P.r... | Id- nnMlm H. a,|
ociarlo crirae. poisque levaodo o Infeliz Joo
Kodrigues l:50U/OOu ra. furam-Ihe estes lira-
dos pelos aisaisinos, que a Ibe deizaram uina
pequeoa inoeda deprata, pur descuido talvez.
e o relogio que elle coaduna, por aer oLJacio
usceptivel de ser reconhecido.
O jury cit-i cpital, caja primeira sessao le-
ve lugar no dia 4 do correte, tem coalinuado
os seus trabalb*, e al sezta-felra, H, foram
julgados 11 procesaos, sendo condeinnados 7
reos, e absolvidos8.
Fallecern, ae 9 a 15 do correte 42 pessoas,
sendo li homens, 1$ oiulberea e 10 prvulos
livres; e ? boraens, z mulheres e 4 prvulos es-
cravos.
Entiaram durante a semana 12 erabarcaedes
e sahiram l.'i.
Rendeu a alfandega 37:140/814 rs.

A
municados.
'
-
too.OMop.lt ft-**<* ** deaabrlda persagol,.. CMtra .a d
'al.l.tiKU.dM..d..ai4.d.. Dnrt*.-'- '"" ml-
Ularti. aponundo-o. comow.UJorlo. e .n.rchUU.^elo que for.privado, d. aecao.
porlougosmnoi. Em ..gu.d. coube ao. re.lgio. Uo-lrae, Igual .orle, soflrer.. a d.sa-
proprlsclo do. .eu. bem. for.m obrlgdo. acoarem o. u. Oonr.oto.. por ultimo exlln-
gui-.. algum.. da. ... o*o.. Ch.f ..emfl.n a occlio de ,er acl.M. do. b.ch.rel. for-
mado, o airo da meam. lojust. periegulc. i era o .eu euniero he xcu.lro, ora ,. Ibe attrl-
trlbue a origen, de toda. a. r.r.lue*., a de tolo. o. m.le. d. Bra.ll, a. aomma, nio capa
pacha oudefello, que U Ibe ni. Une. I Qa.Bo ce.s.r e..e delirio trlumph.r. r..5o, lo no-
bre cl...e reusomlr importancia que Ihe he devlda, e tem sido roubada por mao, gro.sel-
rai, como auccedeu aquella, outrai. qn.J^l do o.lr.ci.mo que ta.viam sidoeondem-
nad... O mappa e.Utl.tleo dos baebare*Ibrmadtj pelas duaa academia, demonstra com toda
evidencia, que o numero nlo pode c.n.ldV.r exc.lro, rl.to como lendo-.e apena, formado
1.5em0.ano.,dMd..ln.ugur.5Iod...cadl..ml3. .li 1861, deduzlodo-e 84 f.l-
leeldM,re.l.ml,t(ndo.qoa..76.l.eotipado. em dlrer... Po.i,6e., e.penu fio. 9t
para cada prorlnc.a, .. quae. d.re- repuUr .ppllcde. a adroc.cla. e a oulros m.slere.
por conseguini. e.se uumero be in.otDle par. a. nec.sld.de. do pala, B.quell. profl..ao, o
que all, nao .e lorn. m.U .en.lrel, porque elle arulu agglomer.do na. capilae., ao p.sso qu.
na touiid.de da. comarcas nio se enconlr. um 1 bach.rel par. fa.ero m.U .Iraple. requ-
mente, em r.tlo da falta de guranealndirldual, e ab.oluta prlra(ao da. commodid.dea da
rida que offerecem lugaraa to nho.pl.... t>u*Unlo o. peder, do e.Udo Um procurad,
preferir o.bacharel. formado, para dlrarsos empego., cmoda offlcl... m.lore. do. trlbo-
nae. do commerclo, pelo artigo 3 do decr.lo n 738 d. la de nor.mbro de 1850, de addldos,
secretario, delegacl. pelo.rUg. 3d,ll .. Q'< de St de .go.to de .881, le, sm du*ld. por
dep..llem nelle. mal.r eonfl.oea, rl.ao como pela r.rled.d. de conb.clmento. r.pm.num
,um.d..c...ie.d..oded..m.tailta.trad., e ao me.mo lempo dolada da preci.a morali-
dade e cirill.acio.
A dlriiio ludiei.rl. do Imperio ha a aegulDU it iitl a IIMk
Sopramo TrlbuU| de Juatlc. II Memro.. %
Rahclo do aio n.
da BahU 15.
de Pernambuco 18,
do Manaba* i5.
71. De.embargadorei.
Para. 9 /. it DirttU. i J. de OrplUe.. 12 i. afHn.rlpasi. 6 **<***
Mar.nhlo. li a i II 7 II 5 7 1 1 1 20 . a
Plauhy. Cear. 6 II ! . (5 1 1
Rio Grande do Norte. .1 w B . II a 1 11 t T II a
Parabyba. Pernambuco. Alogoat. Sergjpe. H.hla. 4 1. < 1 31 9 > t a M
E.plrilo Santo. i a 1 i:i
Rio de Janeiro. II w i . 1
Sao Paulo. ti " i 7
Mina. Geraes. II a H
Govat. Lito Groxo. 1 1 " , " ! a a 7 1 7 i a
Santa uatharlna. 1 - 3 a
Rio Grande do Sul. 1 li JI a

Total 117 J. de Dirfito. 8 j. de Orphtoi. Ufl J. Mmlcifti. l TI Fromaloni.
Toda e..a magl.lr.lura cuita ao. cofre, publico. R 1440:000/000,
As diBertnc.s que.e podein notar, are.pello do re.prcliro numero dese magistra-
dos, des.pparecem, attendendo-ae ao que di.poem o artigo lia da Le de S da Deiembro de
1841, o artigo. 31, e 211 do Hegul.mrnto de >l de Janeiro de IglS.
Oulro kini, dos Deseiubargadoies 7 sionaluraes de Pernambuco.
Julies de Direlto 41 sjo
Encarrrgados de Negocios lodos 3 ..o n.turae. de Pernambuco.
Chantre lie natural Pernambuco. a
Conunrml.doir. e Ufflciae. de diversa- orden. 8 .lo n.tur.e. de P.rnanibuco
i hidalgos C.rallclroa t .1. nalur.es de Peranambuco. .
Presidente.9 si. nalurae.de Pernambuco.
a Clirfr.de Polica 6
labelliiea. i
Lente, t
Profesores de bella, letra. 13 alo naturaea de Pernambuco.
Inspectores de Tbesourarla Prorioci.l I he natural de Pernambuco.
k Secretarlo, de Pre.ldeocias 6 sto nalurae. de Pernambuco.
Ofnci.c. anslores da Secretarla do Gorerno 1 be natural de Pernambuco.
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DIARIO DE PERNAMBUCO.
RECIFE U DE MAIO DE 1852.
CbaDiataos hoje a alinelo dos leitoro.
Esta rosposla cheguu, para o mappa estatisticj dos bacnareis for-
poim etadengida ao pacha. Itecuav.-se mados pels ac.demias jurdicas de Olinda
porlanlo, meemo depois deSl, a corres- e S. Paulo desde a sua inst.llac.lo, al o
pondenoia direote, e alem disto, o conleudo anno de 1831, o qual nos fui oiTVrecido pe-
da Carla pareca oceultar ms nteuces. lo destnelo advogado o Rr. b.ch.rel for-
a Mr. Boure ordemoou o embarque da mado Antonio do Menezes Vasconcelos de
missOo, aiendo de urna caria do imperador Drumoml, cujo obzequlo tnuito estimamos
ao presidente a coodiclo absoluta da rolla e agradecemos.
Este embarque prudente levou Abderrhaman T3o judicioz.s e .cenadas nos parecem as
ao aoge do furor, porm obrigou-o a anta- redexnes, que o Ilustre autor do nappa
bolsr negociacoes, porque a ausencia dos fez acotnpannar a sua curiosa obra, tfloin-
agentes francezes punh. em suatos todas as justas as qm isas, e descomed Jos OS ata-
cidades da costa e tinha Fez em urna per- ques, que ultimamentn tem partido d ig-
petua anxiedade. norancia, sempro audaz o presum la, con-
. O imperador anda que ferido no con- tra a nobre clesse, a que elle dignamente
l'Sii pelo bombardeamenlo de Sal, Unvorou pertenfe, que nlo pudemos fui lar-nos so
a sua dore reio com humildade pedir a vol- dever de prestir lo lo o nosso apoio a essa
ta da misslo ao presidente da Repblica. expressira defeza, quo elle Ihe faz, assim
Sem dorida j sabis da resposta ao como ao aezejo de, no intuito de ebrrobor.-
mesmo lempo digna e serera do principo; la de.lguma sorle, iranscrever aqui o tre-
elle exige cumo condiclo absoluta tiara a dio de um discurso de agradecimeuto que
continuadlo das relagesoda rolla dos .- ourimo proferir a um nosso amigo no'acto
gnntes, que a correspondencia directa entre do sen luulor.minto, na academia ne Olin-
oencarregadodoa negocios de Franca o do da, e que, tundo toda aplicarlo ao caso
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DeaeSlbargarlorcs
Jui.e. de Direlto.
'rocuradorr. Fiscaea da Faseoda.
Ajudante dol Procuradores Fi.caea da Faienda.
Procuradores PilcasdasThesoiirarlasProviiiciaes.
Auditor da Marinha
uditor de Guerra
Advogado doCon.cIho de Etlado.
Ministro, de Estado
ilini-iru Plenipotenciario.
se
Eucarregado. de* Isegocio..
Addido da Legacao.
Bl.po.
Pelo.
' li unn-.
(Japellao d. t.apella Imperial.
Senadores.
3
Deputados.
'.riid-C r ni.
Oignlarlos.
.oiiiineadadores mi OlIi> taes de dlveraas Ordena
Titulo do Donaelho alem dos ministros de Estado.
Fldalgus Cavallelros.
Mocos Fidalgos,
Presidentes
Cheff* de Polica.
Tabellles.
Lentes.
Hruffssores de Itellas Letras etc.
Inspectores d'Alf^ndegas.
Inspectores de Tfieaourarlas (ieraes.
Inapetores de Thesourarlas l'rovincaes.
secretarlos de Presidencias.
Secretarlo do Supremo Tribunal de Justica.
Orcial da Secretarla do Imperio.
Officlaes de Secretarla do ministerio da Justica.
Officiaesde Secretarla da Faseoda.
Ol.icisrs da Cmara dos Deputados.
Omclaes inaiores de Secretarias do (Invern.
Offlciaes inaiores dos Trlbunaes do Coinmerclo.
Secretario da Academia.
.lbliuihetfario.
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-OCJW- M M O <0 30 -- Cn W ___w
F'i.inlij
Ceari,
Parahjba.
Pernambuco.
Rabia.
Rio de Janeiro.
Sao Paulo.
Goyaz.
Rio Grande do Sul'
Portugal.
Angolla.
Cisplallna.
Observar^des.
bulilo seja roslabelecid. como no lempo .la procuramos obter, por nospiroera exprs'
monarchia. Era urna eiigencia forte o urna slo severa da verda.le. '
concesslo dolorosa para quem eonhoce o Sioto que me nlo sj. permitliJo ne.te
urgulh i m.rroquino e o despreso que os momento guenme dizer algumas p.Uvr.s
acontecimentos de 18* tinham inspirado sobre inpurtanci. e lubiimidade dasren-
p.ra comoaFrancezes, potm isto era ne- c., tquebei dedic.do o meu lempo os
cessario.' meos esforos, assim como erguer a minh.
Abderrbamam oui urna cria que ac- fracs vot no recinto augusto onde ella com
ba do sr expedida pelo Santo Antonio por t.nto proreilo para a misa, patria lo n sido
Cdiz, dirigida so principe presidente, con- cultivada, o f.zer a miaba defeza a esgs
ceda eata correspondencia semintermediario m3 desvelada, que to duroa alaques tem
o nio pede senlo a amis.do da Franja. sofrido, mesmo de alguna Nlhos ingratos
A posico est pois restabelecida. A Bem veles que quero f.ll.rdest. ac.de-
impotiuci.do imperador to temirel. est ma ; o co'u quanlo esleja eu fora doas-
p.leote,equemousaria*gala d-poi. da sumpto limitado, i que me circunscrereu a
justa alTroiit que Abderrhaman ac.ba de l>-i, nlo posso tod.ri. deixar de permiitir-
nolTrer e daquai ella pode o olvido Mo dio, rom o rosso asseniimenlo, urna brare
queo tem feridor Quinto a nos, estamos rell-xlo.
salisfeitoadoaue ac-ilia de suecolor. 0 ge* Oque oram aslelr.g, o que eram asscien-
yorno francez inaugurou dignamsilto aqui cas em o Aogio Br.zil, anles que se eslabe
sua poltica exlerna. lecessem nesla cidado e na de S. Paulo os
Tinns-me eaquecido de fallar do naufra- dous orn.mentoi de todas as noss-s pru-
glodaJn CAriif/n,, canillo Pinard, na rindas ? Negligenci.das o submersas im
coala de Itabal no megnio lugar em que ge obseuiil.de ellas ram quasi obj-cto de dea-
perilou, ha uro anoooX*twi-o(i-/o, o.usa prezo.no meio de urna deras.idloquasi ge-
do bombardeamento d.Sal. OCourrorid. ral.eappireciam apenas como o tnonopo-
flo. ttnb. sldoroubado api-zar da resisten- lio ui algjns lilaos afortunados de ricos
ca do rice-con.ul francez, e10 CtpiUo e a f.zendeiros, ou d abast.dba capil.list.a,
equipagomestirHrama punt de ser assassi- que avaramente ag iam demandar ao relho
n.dog. A /him Chriiliru, pelo eoutrario foi mundo, a famosa decrepita Coimbra. Mas
respeiiad, o salvamento foi completo ; nem. logo que o patriotismo eaclarecdo de al-
uroliode II ro roubado. O upitlo o a guns de no.-s eqiiipagem roram perfeitamenle tratados uoua estabelecimentog, como nlo m idou a
pulas .ulorid.de. que com o basti na 1080 (,C das cousas ? O goato pelas letr.s apea-
se tinham dirigido ao lugar do acontec- receu, as luzes seMerram.ram pp|j mpe o,
ment para protege-los. Elles louv.m igual- oiind. o dolou com bon. ministro*. S P.u-
mentuosgoccorro. que n. posiclo critica h, comdislinolos legisl.dores, e aterrado
em queo mao lempo us linh. laucado, ibea nosso Br.zil lomada frtil de rida que era.
for.m prestidos pelos pilotse peleic.ptio Tl desabroohar do seu aeio rerd,. e ospo-
nm^..V, J* .i .i,0deSel.B,n "nCosos loureiros. Eu posso ,ois dizervos
P .f.^.",. t. .,J. Tn. f"^ "a rosso. colleg.s ooo 0 poeta : aVom-oa
a fcsaetamos com urna rlva impaciencia a dat lilia olmli
rolla da Mr. Jager Sohmldt, elle ha de a.r '"* P' '
bem acolbido, respondo por slo. Prep.ram-
Iho urna brilh.nte fanlazia. A alegra osla
( a J Sendo fallecido um deiemlurgador, ape-
na, eil.temo. 24 que rio mencionado..
f b J De. bacbarel. formado, pela, duas aca-
demias, Itera sido Borneados 181 juirs de di-
relto, m-i s rio mencionados 147; porque
ease amurro he o filado pela dlrli.ajudlcl.rl.
do imperio, como ae obserra da tabella aballo
tran.cripta, aeudo que do re.unte algn, as-
suruirain a posicao de desembargado., tres
fallecerain, a ouiros acbain-se aein comarcas,
a manrira de bispos sem dloceses, ou m juri-
6m iufidelium. em raxio do logo daaremoedes.
0 decreto a. (87. de >6de julho da i S50 parece
asscgurarasortede.se. r.'dadeiro. mi.gi.Ira-
do., por serena os nico, in.tiluldos pala con.t.
do imperio art. 151.
fe) Pela lt d 3 dk da.embro da iMl art. |
academia., que menciona o mappa lerero Ido
noineados procuradores llicaes das tne.oura-
rlasprorlnolae., apena, agora euroea* aaac
emprego. _
(1) Sao dous os .drogado! doconseinode el-
udo, bichareis formado! pelai academia, d.
imperio, mal actualmente eierce uin, por
ter sido o oulro despachado ministro plenipo-
tenciario para os Esiado-Undo.
(k) Nio ae menciona ne.ta tabella odeao,
porque elle .ccumula o emprego de lente, em
cujo numero fol incluido.
(I) E.lao mencionado, tres encarregado. de
negocios, mas w)se contam don., porque um
nio segu mal. e.aacarreira.
( ra) Qnatro bacharei. formado! pela, aca-
117, foram creados 8 juies de orphlo. espe-
claei, como se v da dlriilo judlciarla.
d ) A ..IMeneta do emprego de curador ge-
ral de orpbio. ha bem pouco lempo era muito
contestada, e apenas o decreto n. 834 de ? de
julho de 1811 art 8, e scgulotes o menciona.
( e ) Sendo 10 as provincias, apenas 17 che-
fes de polica sao bach.rel. formado, pela, duas
academias do Imperio, e os que faltam para
completar o numero dos i\ cima indicados,
srrviro es.e emprego em outras occa.loes.
( f) Os odltore. de guerra e uiariniia espe-
ciae. eaistein na corte.
(g ) Ha 17 procuradora, nioae. da fazenda
as p oviociaa, I em Mctheroy, e 1 na curte,
sendo don. nflo formado.
(h 1 hlate csse emprende ajudante do pro-.
curador da hienda na corte, sendo creado pela I demias foiarn nomeados senadores do Impe-
le! da 19 de norerobro de 1841 art. 16 | I. Irlo, mas tendo fallecido um, i reslim tres.
) Do. 20 b.ch.rel. formado! pela. duaa| (n ) Dol lele bacbarel formados pelas aca-
Ai! que os apostlos da con.tiluiute gri-
taran, a aqui d el-rei contra o. nosso pri-
meiro arligo I
Que matinada que leem elleseilo !
E por c-Tiu I nflo ha nada (fio doloroso co-
mo carreg.r-ga com dedo inoxoravel sobre
urna cha (ja cancerosa !
Fomos por demais desapiadados n'.ppti-
caclo do esc. pe lo .' *
Mas o que aioda nlnguem nz em durida
he a nece-sidadjque nos corro de ir arre-
goando casa croe esponjosa em que parece
occultar-se o cancro da perrersidade!
Ha muilo que sabemos que a verdade he
rrthmo pouco agradare! ao ourido, ator-
mente J.quolios decujos labios maoa o ve-
neno corrosivo da mentira e da calum-
nia !
Nlo importa. Apostlos da ordem -ami-
gos sinceros da verdadeharemos de dize-
la sem rebuco, e com aquella Iranqueza que
caraceris. os rerdadeirosamigos tlop Trema m d'ouri-la os traidores que llie es-
vam ruina .'
0 Jornalismo he a tribuna univers.l. Do
alto della ole cesssrenios de chamar a ai-
telo e a vigilancia do govnruo sobre oa
pangos que auiea(am a situaclo, e quo prog-
nosticam um futuro de tempestles e de
azares i oossa querida patria 1
Nlo sustentamos nenhum grupo; alo ido
la tramos os prestigios da rotioa. Cerrados,
quaes as (Heiras Macedoni.s, mareliamos A
luz de um pensamenlo magnnimo e emi-
nentemente social Este pensamenlo tra-
du.-se na mais sincera deroclo e auTirro i
orlem publicaA liberdadaequilibrada--so
Ibrono constitucional -- e ao progresso das
aossaa instituicOas p-iliticas
Queremos a ordemporque a ordem be a
primeira condic3oda existencia ilis socie-
dales bem constituidas.
Queremoji a liberdade regrada porque
tememos os excess is do seu fanatismo.
A liberJade mal cumprehendida tem ser-
vido muilas rezes de combustirel i discor-
dia ; de ala vanea poderosa e terrirel para
de morrer abracados com estas crencas de
avs, nlo podaramos deixar de fulminar os
erros, o* disvanos, o os anhelos execran-
dos de urna lcelo que, no desiccordo de
suss paixOes febricitantes, parece qaerer
elevara agitarjlo dos nimos tan estado
de permanencia o de perpeluidide !
Seguem muito embora quaes sejam os
meios e os lins dessas sociedades auarcb-
cas, que se acham insultadas em diversos
municipios do interior.
Sanclifiqnem quanlo quizerem as inten-
derribar Ihrooos. destruirrepublicss, tyra-lO'S dospios caracieros, que as oompOem,
demla. do Imperio, .0 dou. eccapam e.i* htgat
actualmente.
( o ) 65derrotado, actualmente nhlem ba-
charei. formado, pela, academias do Imparto,
lendo .ido alias 140 nomeadsa em diversas
poca..
( p) Denlre 66 presidente., que team havla,
bacha.ei. pela, duas academia., eii.tem ac-
tualmente g.
( q ) Sendo il o. lente, formados p.las aca-
demia., s se mencion.m JO, po.quc do, oc-
cuparo emprego diverso.
(re.) Eslo mencionado, no mappa 4 offl-
ciaes-maiore. do. irlbuo.es do commercio,
sendo tmente Ir., aa.lm como tre. da pre.i-
dencla, xl-tlndo alias um, porque uan djul-
le numero, e dous de.M, foram deraluWai.
-----------------------------.. >-

m. do mundo 1
Nem se diga que he impossirel excade-lns
em jesuitismo ; impossirel he j Iguala-Ios /
Oa Itodins fieam a perder de risla; us La-
mellas nem para lcaminliam! Slo quin-
ta essenca de quanlo tem havido nesle ge-
nero !
Entretanto que quando nos, o homens
da ordem e do progresso regrado, rasgarnos
esse sudsrio de opprobips que invulre as mi-
serias polticas do grupo, eVlo arfan lo u'um
pel.go de des.liaos e de imprec.cOes contra
nos, cujo maior delicio be te-Ios confundi-
nrsar poros, e finalmente para plantar o
reinado da demagogia sbreos ssngrealos
dispojos de paizes i a te i ros I
Queremos s monarcliia constitucin.I ;
porque enlre todas aa formas de governo
oonneeidsa, mixta em que predomina o
elemento monarchico, ha a mais tranquilla,
que mais se conforma com os interesaos
dos povo, e a meaos sugml. aos abusos,
em que alo abundantes osgorer nos tyrani-
no ou republicanos.
que nlo conseguirlo, por maior quesej. o .do no campo da legalidade, quer com o em-
sforco, apagara memoria das deplorareis
calamidades, a que por duas rezas arrastra-
ran provincia, arremecando-a nos vrti-
ces da guerra civil, esse sumidouro de ho-
ra bus e de cousas I
Disf.rcem, com 0 srdil do que slo Cipa-
zes, a perfidia esanbosa coas que procuram
lilequeara boa fd'adminialrar-lo :
Convertam em generosidade ecavalleiris-
mo o odio que oa inflamla, e diiige contra
Queremos em auma o progresso regular o p.rtido constitucional:
das ooss.S iuslitoicOe. ; porque, partidistas
do amor philoaauhioo do progresso, jamis
poden.moa recusar os seu. legtimos resul-
tados. O que nos repeliiaaoa ha a precipita-
lelo em lugar de calma; impaciencia em
lug.r de moder.clo ; o tran.lorno esa lu-
3.r de reform.s uisis; es estrago, em lugar
* meltioramenlos ; e a paz em lugar de tu-
multos, e de perturbacOes oa ordem civil I
E pois, nos que nageemog, e que hayeinos
Vistam a ferocidade e o raacor das galas
da moderaflo o da tolerancia :
Oatentem-se ordeirog, monarebstss, e to-
do' quanto encontraren nos recursos da ra
buiiee, que, aioda assim, alo serio acredi-
tados, porque slo embusleiros de antigo
cunho, e serpea de silvsr mu ceobecidos.
Siml
Nunca um bando de hypocrltas mais refal-
sados e imprudentes se uni em parte algu-
prego dos meios a iolelllgencia, quer com
o emprego da foria repressi.a !
Das no meio qp ludo isto, urna s cousa
admiramos nesces geoios rarat, qu* be a
impudencia, ou rarissiroa babilidade com
queelles lancam cout. dossaus adversa-
rios as iiicriniin.cSos, os labos de torpe es-
pecie, que smenie pesam sobre as oa becas
de querajos invent.m 1
Assassinos, nos chamis vos
Calumniadores dormenies, vos chamare-
mos nos !
Na oossi ebronica poltica nlo erejam
oa c imes, que negrejam pos annaea da vos-
sa corrupclo.
Sempre nos esforcamos por moralisar o
mais possirel a actfio'dos oossos principios.
Nunca entrou nos uossos clculos a ideia de
aasatsioio, como con Jicclo de vistor, nos-
sa. Hu notarel he a oobreza do aoaso pro-
ceder, duraste esse quimquenlo de borro

MUTILADO !


1
/

res violenciasbrutees, porque passamos!
p meamo ie podar dlzer de ros ?
Nflo os factoa fallara mu lio, para que
os rcproilusamos.
Appellamos parea vosaa conscieoela, e
para lemoraoca do paiz i em ambas acha-
ris os quadroa rividoiros desses inmensos
criipes, rujo memorar nos faz cahir a penns.
da m3o I...
_______________OGanca do Cupitolio._
COMMERCIO.
ALFANDEGA.
Rendimento do di 15. 4:651,298
Descarrega hoje 17 di mato.
Escuna brasilaira Tentadora gneros
do paiz.
Importa cao
Brigue brasileiro Social, vindo do Rio
Grande do Sul, consignado i Amorim lr-
mSos, manifostou o seguinte :
1I7J0 arrobas csrne da charque, (O cou
ros seceos; sos consignadnos.
CONSULADO CERAL.
Rendimento do ditl al.. .13:879,952
Idea dodia 1S........3 890,865
17:770.817
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimento do dial 14..
Idemdodiais ......
653,422
173,546
826,968
Exportacao.
Rirahyba, hiale brasileiro Flor do Brasil,
conduzo o seguinto : 850 arrobas carne, 4
ditas barbante, 1 embrulho caixas de charu-
tos, l,barril manleiga, 50 pessas de algodJo,
4 caitas ferragena, 2 ditas velUs de carnau-
ba, 35 ditas fugo da China, a ditas cera, I di
ta panol, 1 dita drogas, 1 dita al ios, 4 sacras
pimenta, 9S ditas arroz, 4 ditas bolas is, 1
pacote fazendas.
Ceara, sumaca brasi'cira Flor do Ange-
l m, conduzo o seguinle: 13 pipas, 4
meiss ditas, 11 barris eScaixas vinho, 5
ditas estopa, 10 ditas agurdente, 4 ditas,
7 inei-s ditas e I quartola vinagre, 3 barris
e 5 barricas pregos, 10 ditos unte doce,
5 ditos presuntos, 2ditospaio, 3 ditos lio -
fulges, 3 ditos sardinhaa, 1 dito chouricas,
dito e 2 meios ditos manteiga, 7 caixas
linhaa e retroz, 1 dita lascas da assucar e
novollos de (lo, 3 ditas cera, 2 ditas raj ,
3 (litis arebotes, t dita c\mella, 28 ditas
mussas, 3 ditas amendoas, 3 ditas nozes, 46
ditas passas, 16 ditas cha, 21 ditas logo da
China, 9 ditas espermacete. 1 dita agua de
Coiogno, 3 ditas espingardas, 6 ditas man-
gas devidro e lamernos dito, 1 dita espe-
Ihos, 3 ditas copos, 3 ditas cnxnlrc, 1 (lita
phosphoros, 7 dil-s papel, vidros e minio-
zas, 21 ditas, 9 caixoes e 2 barricas miudezas
49 ditas, 10 fardos e 8 pacota fazendas, 13
ditas, 8 barricas e 8 cunhetes diversas ferra-
gens, 12 ditas, 9 fardos, 12 bailas, 8 res-
mas e I embrulho papel, 1 dita lazarinas,
1 dita clavinotes, 1 dita pannos. I dita vinho
muscatel, 8 canasiras alhos, 30 ancoretas
azeitonas, 2 saceos cominho, 1 dito minas,
2dilos e I saquinho erva-doc, 1 dito el
fardo cravo, 22 pedras de amolar, 24 rebo-
los, 9 gamellas, 6 rodas volantes, 1 arado
de leu <>, vergalhoes de dito, 2 srgolas de
dito, 6 chapas de fogilo, 10 taixas, 3 barri-
cas ditos. 9 ditas millo elpisl", 5 ditas e I
ennlieic enxadas, 7 ditas arinha de trigo.
1 dita f.iros de engommar, 8 ditaa bolaxi-
nha americana, 17 quintaos e 25 frixes ar-
cos de forro, 5 gigos ourinors, 1 dito Cham-
psngne, 6 garrafes dito bronco 30 di-
tos, I embrulho rame, 10 ditos ps de
ferro, 1 dito litas, 1 dito bracos de balanca,
I dito el pacote lona, 1 dito cobro, 2 cu-
nheles toncos 1 dito macnalos, 13 ditos
a?o, 4 volumes incoes, 1 lata cardas de vio-
la, 1 caisota livios, 1 dito chapeos de mas-
sa, 1 diioimpressos, 1 fardoe 1 c.ixln cha-
rutos, 4 ditos e2pacotes barbante, I dito
alf. zema, 1 csixio drogas.
Liverpool, pela Parahyba, brigue inel'z
Nonpareil, de 317 toneladas, conduzo 700
saceos com 3.500 anobaa de ss-ur-sr.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 15..... 911,184
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 15.....2:047,908
Cinto
Arroba
Libra
Usa

Libra
Arroba
Alqiielra

Arroba
paralos...........Dan
Bolacha,........... Arroba
Biacoiloa ........... a
Caf bsm............
(Jilo rasmillo.........
Dito com casca......... a
Cama secta .
Cocos coto caaca <
Charutos'bona
Diloa ordinarios ,
Olio regala e primor .
Cera de Carnauba .
Couroa do Hoi ealgades
Uto pilados.....
Dilodeonea '. .
I) coi de calda .
Uno do Guiaba .
Dilu aecco......
Estopa nacin.1 ....
Farnba de mandioca .
Feijao.....
Fumo bom.......
Dito rcstoll/O .... *
Gonima.,......
Gemitlbre ......
Lcnhl de acliai ....
Ditaa de toroa..........
Planchas tic amar, de 2 costado L'm
Ditas no louro..........
Cuslado de amarello de 3b a 40
p. dec.'/, Jdel......
Dito dito usuaes. .......
Coat aoalbodedito ,....... a
Fono de dilo ... i..... i
Costado de louro....... i
Costadiuho deduo...... i
Soalho de djio...........
Porro de dilo.......'
Diios de cedro........
Touroa de tatajuba .... *
Vaiaa de parreira.....,
Diias de aguldiadaa
Ditas de (julria .......
Rodas cesi uplra para carros
F.ixos de ditaa para ditos .
Mel cid pipaa
Alqu
ittfob
uere
iba
(.en I o
a,ooo
1,40(1
i.ooo
4,200
2,5*0
1,200
i.MO
3o0
1,400
70a
J,oo
5, i on
105
140
14,000
210
200
400
1,000
1,040
4,"mi
,000
3,500
2,000
2,100
i,1
0,000
11,000
7,000
dona existan..*, sob penaMe que o nBo fa-
p
sendo. nao Ibes ser permittida a venda de
taes objeclos. Secretarla da polica de Per
nambuco 15 de malo de|1853.-- Antonio Jos
de Freitas, 1 amanuense.
real companhia l'e paquetes 1nclezes
a vapor.
No dia 91 daste mez, espera -se
do Sul, o vapor Teviot, com
mandante Onalnw, o qual de-
pois da demora do costume ,
seguir para os portosda Europa: perapas-
sageiros, treta-se em casa da agencia, na
roa do Trapiche Novo n. 49.______^^^^
^g^\
Avisos martimos.
Quintal
Duiia
Par
quarloiaa .
a barra ....
Millo.......
Pedra de amolar .
Ditas de filtrar .
Ponas da iioi .
Piassaba......
Sola.......
Sarca parnlha .
Tapiuca......
Aludas de lioi
Couroa de cabra .
A.cite 4acarr*pa(o
Urna
Canad
i in
Alqutre
. Cen"
. Nlho
Mel
Arroba
Cenlo
Caada
20,000
10,000
?, ii iill
6,000
3 600
0,11011
6,200
S.100
2.00
2,000
1,000
1,180
I, 00
a ui,
40 000
8 OOO
26,000
110
a,0"0
1,040
1,000
0 OiiO
3,21111
2001
1,1' o
IS.I'OO
I,SCO
200
16,000
600
Movimento do porto.
a. ...... --
Navios entrados no dia 15.
lomeu Prev, oquipagm 10, em lastro; a Lompanhia : na ra do trapiche
- Para a Bahia segu com muita brevidade
o patacho Santa Cruz por ter puto da earga a
bordo: para o resto e pasageiros,trjta-se so
lado do Curpo Saato n. 9S,lo]a de massames.
A Baha.
PropSem-se para este porto o veleiro hia-
to Capriioso.os senhores preteodenles podc-
So dirigir-se ao mestre, abordo, em frente
do caes do Ramos, ou a 1.. J. de Castro e A-
raujo : na ra da Cruz n. S4.
I'ara o Mi de Janeiro sahe
al o dia 30 do corrente o brigue
litasileiro Recite, por ter a tnaior
parte do sea carregamento prom-
pto : pata o resto da carga, pas-
ssgeiros, ou escravos a frete, tra-
ta-se na ra do Colegio n. 17, se-
gundo andar, ou com 0 capilao
Alunoel Jos Ribeiro.
Seguir* pera a cidade do Porto, at o
litn do corrente mez, o brigue portuguez
Bom Pastor, de primeira mareba, forrado e
encavilhado de cobre, tem melado do seu
csrregamento prornplu, recebendoo resto a
frete, e tambera passsgeiros, para o que tem
mu excellenles cooiniodos : trata-secom
Bailar & Oliveira, na ra da Cadeia do Reci-
te, armazem n. 12.
Para o K10 de Janeiro vai sa-
hircom a maior brevidide possivel
o brigue nacional Vencedor,para o
resto da carga, passageiros e escra-
vos a iretej trata-fe com o capito
Cleto Marcellino Gomes da Silva
n.34.
--O brigue nacional Animo capilSo Do-
mingos Antonio de Azevedo por inconve-
nientes deison de sabir a 12 do corrente o
que (ara no dia 15 do corrent 1 mez; para es-
cravos trata-se com comignalaiio Luis Jos
de Sa Araujo : na ra da Cruz n. 35.
Leiloes.
JoSo Pinto de Lemns & Filho.
Buenos A\ res e Bahia -- -.9 das o do ulti-
mo porto 4, pstacho tnmhurguez Ernes-
tina, de203 toneladas, capitn J. Ii. .Mol-
lar, equipagem 10, carga carne secca ; a
Maooel Aires Guerra Jnior.
Para e Cena-- 32 das e do ultimo porto 17,
nscuna brasiloira Emilia, de 111 tonela-
das, capitSo Antonio Silveira Haciel J-
nior, equipagem 12. carga arroz, salsa e
borracha; a Joto Callos Augusto da Sil-
va. Passsgeiros, Jos Peroira da Silva Leal, I ..^un Bruguicre lart leilo, por ordem
Luiz Nemeiio dos Santos, Manoel Vieira 1 JoSr consu| ,] repblica Irancezaeem
da Costa Delgado Perdigan, Jos Luiada pre8eiica do seu delegado, por conia e risco
Silva, e 2 .-scrivos a entregar. e quem pertencer, e por nlerrencao do cor-
Namos lahidot nomesmodiu. I retor Oliveira de 214 resmas de papel do
Liverpool pela Parahiba -- brigue inglez mchica, ava-iado d'agoa salgada a bordo
iNompanel, capilSo A. Carmtcnael, earga da escuna brasileira Caanla Maria, entrada
assucar e lastro. neslc porto sos 29 de abril prximo passa-
MaranhSo briguo escuna braailetro Lau- j0 terca-feira, 18 do corrente, as ,0 horas
ra, capitoJoSo Jos Jnior, carga varios d, mailtlSa no seu armazem, ra da Cruz,
gneros. Paaaageiros, oa desembargado- .. Kalkmaim IrmSos transferiram por
rus M noel Jeronymo Giiodes Alcanr.ira- C1UJ, da Cbuva, o seu leilao de 77 fardos
ESCRAVOS Fl'CIDOS DO RIO
HE JANEIIIO.
Em 8 do abril do orrente anno, fugio do
Rio da J.noro o escavo creoulo de nome
Theodosio, ocial de ferreiro, o qual be na-
tural da provincia de Pernambuco; tem
pnuco oais ou menos vinte anoos, he chelo
do rorpo, tem as mAos grosaas e com mar-
cas de fogo, rosto chem, nans grosso e cha-
to, e beicos grossos -. consta que este escra-
vo veio com o titulo de fo>ro, e com o no-
mo trocado, da passagem no vapor S. Se-
hasiio, que naufragou na altura de tlacei:
o qual escravo pertince a Sra.D Ign-cia Ma-
ra Valentina do lomos, do Rio de Janeiro;
e por iaso roga-se todas as aotorid'dea
dos diversos disirictoi, e capitSes decam-
po ou nutras quaesquer pessoas que noticia
liverem do mesmo escravo o prendam e o
mindem levar na ra da Cadeia do Hecife,
a entregar a Jlo Jos de Camino Horaes,
que se reaponsabilisa por todaa as despezas
ATTENCAO. .
Fabrica da chapeos de sol, no atierro
da Ba-Vista, n. 99.
Neste novo estabelecmonto recebeu-se
um novo e lindo sorlimcnlo dech-pos de
sol do ultimo goalo, de seda e de panninho,
para bomem, de armac.no de baleia e de ac,
os quaea se ven lem por menos preco do
queemoulra qualquer parte; e um grande
soitiuioiilo de sedas e paoninho de tojas as
cores equalidades, para quem quizer man-
dar cobi ir asa'mecf) s servidas, tambem se
vendem baleas para vestidos de senburas, e
sa concerlsm chapeos velbos, estejam no es-
tado em que estiverem.
Hotel Hecife, ra do Trapiche
D.5.
Tem salas o quartos preparados com decen-
cia para receber hospedas.
Almocns e jantares avul^os a qualquer hora.
Vinho de todas aa qualidadas, serveja, re-
frescos etc. etc.
Fornece cora todo o scelo o rrovlment dia-
rio para mesa de qualquer individuo ou
familia.
Emcumbe-se de fazer jantares para fora,
dando louca, vidros, etc. etc,
Di cernida por essighatura mensal, tanto
no ettabeleciment como fora dello.
Tudo pelo mais commodo prego possivel,
com limprza e promptido.
Em 13 do corrente, vindo o Sr. do en-
genho Soccorro, para esta cidade, e voltando
as 8 horas da noile, o cvalo em que veio
montado, por um seu escravo, este foi ata-
cado no atierro dos Allegados chegando ao
p da ponte, e Ihe furtaram o dito cvalo o
qual lem os signaes seguiotes : russo, gran-
de, capado de pouco, tem nm carrego Irava-
nde ao Sr., O thesotireiro da lotera do
O abaixo as*ignado, respond
Jos Joaquim Pinho de Hendonca & 8oioa, I, ..."",""*" V-;-a- Ji. ,;
quementem e, que sendo moda pe^l.ea.^J4i;,'men.,0. '" entis so respei-
aiguns meliantea nos Diarios quantiaa que,Itavel publio.O) que a lotera corre
.eVe%i,r.^ > r>9 *
corrente, anda mesmoqne hquem
ou nunca se Ihe
ram, em iulso dove
como divida Ihe querexlorquir, nem espan
ta, que ji seja calumniador. Jos de Al-
raeida Brrelo Bastos.
Cfferece-se urna ama para casa do pou-
ca familia : na ra do Pilar n. 7, ao lado da
Igreja.
Arrenda-se um ailio na estrada do Ro-
zarlnho, cum boa casa de vivenda e diversos
arvnredoa de fructo, por prego muilocom-
aiodo : na ra Velha n. 63
A pesaos que annunciou, ler urna casa
terrea para vender, na ra da Serualla Ve-
lha : dinja-sa a ra da l'enlia n. 23, segun-
do andar, que sa dir quem compra.
as pessoss que tiverem penhores em
mo do abaixo assignado, queiram ir tra-
los no praso de 8 das da publicagJo deste,
pois aeo nBo (Jzerem, serlo vendidos para
pagamento do principal e juros, segundo o
trato por escripia ; o mesmo abaixo assig-
nado, esti residindo na ra da Suledade, em
a casa terrea n. 42.--Joaquim Pereira Xa-
vier de Oliveira.
O abaixo assignado saudososa dispede
do Sr. Jeito Tavares Cordeiro, e sua familia,
a quem muilq agradece as delicidas manei-
ras, com quesempre o tratou, o com espe-
p.iaiidada ja Ilimitada eonfianga, que nelle
sem.irn depnsitou, durante o cuito espago
de mais de 10 anuos, que teve a honra de
ser seu caixeiro, e espera da bondade do
masmo sr. Cordeiro, que desculpari su com
esta diminuta demonstraedo de amisadee
alTeigo, oironde a sua modestia ; e appro-
veita o ensejo de Ihe offertar o seu diminu-
to prestimo em qualquer parte, que a for-
tuna por ventura me possa lavar ; sSo estes
os sentimentos de quem cora veras, confes-
sa ser amigo muilo e muito obrigadissimo
criado JoSo Beptista Campiano.
-- O Sr. Jos de Almeida Barreto Bastos ,
queira vir pagar a quantia de 26/rs., de que
he devedor, lia 3 ennos : na ra do Queima
do n. 20, isto proveniente de bilbel.es da lo
terladoRio, em nanlo o no lizer ver o
seu nome neste Diario.
O abaixo assignado, responde pela ul
tima vez ao Sr. Jos de Almeida Barreto
Bastos, que nSo he com o dizer-se pelos
Diarios, ou nunca se comprou, ou j se Iho
psgou, que se paga os seus oradores, seo
Sr.Bastos, uo tem dinheiro para pagar, pe-
ca misericordia ; porm nunca negu a-
quillo que deve, po'rque i-so he s proprio
de caloleiros e miseraveis iguaes au Sr.
Bastos, se no recebo judicialmente he por
bilhetea por Tender, o restante dos
bilhetes inteiroi, meios, quartos,
decimos e vigsimos, estnni expos-
losavenda, na loja de miudezas
da praca da Independencia n. /i.
Bilhetes inteiros 10,000
Meios 5,ooo
Quartos 3,600
Decimos 1,100
Vigsimos 600
laHW
Co
IU)
ras.
do, e Antonio Joaquim do Albuquerquee
M dio, com auas familias, Jo.lo Baptista
Campianna, e Nicolao Brame.
/Vavtos enlradut no dia 16.
Bahia 2dias, galera ingleza Eclipse, de
de fumo de superior qualtdade, em lotes a
vontaie dos compradores, sendo 47 fardos
do piimcira, e 30 ditos de segunda sortes;
toi pois lugar dilo leilo, por iutervensSu
docorretur uliveira, na ae'gundi feira, 17
PHAf.A DORCCIFE, 15 DKMM'i DE
1852, AS 3 HORAS DA TAROE.
Revista iimanal.
lambos-------a saquea deata semana varia-
ra de 27-ST I|t.27 3|8e27
l|2, porm o uliluiofoi pouco
importante em coinparaco
dua oulros, de aorle que pde-
ae cotar a 17 I 4 dinbelro
vala abre Loondrrs, e aolire
Paria a 345 ra. por franco.
Algodaa-- Apenas entraran 1*8 aaccat
em consequencia daagrandea
ebuvaa. e aa vendaa regularan!
de 5/400 a 6/500 por arroba de
Eriicira aorle eacolhldo, e de
J50 a 6/300 o recular.
Aieitc-doce Vendeu-ae a 1J600 porgalao
do do Mediterrneo.
Bacalbo HeUlhou-ae de s/800 a 9/i00
por barrica, e licarain em acr
4.J00 bairicaa.
Carne aecca O deposito inonla a 92,0(10 ar-
robas, aendo 55.000 do II lo
Grande e 37,000 de Buenos Ar-
rea e Montevideo: veudeu-se
prlmelra de I/800 a 2#4o0 por
arroba, e a segunda de l/7u0 a
IfWO.
Manteca Fex-ae venda da Inglesa de
-r MOa iSOrj. por libra.
Far. de trio Oa precoa nao soreaaiu
lacio e o depoallo lico'
redusKo a K3XI barrica!
Velas -#\enderam*ae de 560 a 680 rs.
por libra das de composlcao.
Frelea Flzerain-ae alguna freaineo-
toa neata semana, a saber: do
asauear p-ra receber ordena
no Canal de 40 a 46 a. e cinco
for cento.
izeram-ac diacontoa de le-
tras a vencer de doua a aelt
meiea a 6pS, 3|4 e 7|8 por ceb>
to ao mes, e de olio a dei IB*-
zeade7|Ra I por cento.
Accdee do banco-Ha coinpradorea cora cinco
por cenlo de premio.
Ficarara no porto 68 einbarcaedes: aendo
I americana, IS brasileras, 2 dioamarquezae,
I francesa, i beapanbolaa, I hamburguesa, 17
ioglezaa, 4 portuguezaa, 2 sarda e I sueca.
393"toneladas, capitSo Heron Laing, equi-1 correlllCi ,sio horas da manhla, no ar
pagem 17. em laslro ; a James Crabtree maenl 00s senhores Couvea & Das, de-
o Compendia, fronte da escaiinha da Alfaodega.
Rio de Janeiro -- 12 das, barca ingleza sjaj
frailis V.tes, de 207 toneladas, CapitSo
Payntcr, equipagem 8, em lastro ; a E-
duardo II. Wyat & Companhia.--Ficoo 1 ~
Avisos diversos.
-a-
de quarentena por 6 das.
A'ni'iii eahido no mesmo dia,
Parahiba -- hiale brasileiro ExhslafUo ,
mestre Antonio Manuel Alfonso, carga va-
rios gneros. Passsgeiro Frsncisco E.
Xavier de Medeiros.
Obierva^es.
O patacho brasileiro Nictheroy, que linha
ATTENCA0.
O abaixo assignado, avisa ao Sr. Fran-
cisco Jos Vianna, minador na ra da San-
ta Hita, n. 7, que em continente entregue
ao Sr. Jo.- Guncalvea Ferreira e Silva a
quantia de 393.317 rs. de saldo de contase
do contrario fara patente ao respeiiavrl
publico o procedimoi.to do aaesmo Sr. Van-
sshido nodi. ,-2. entrou boje rribado po,"..^dS.-SPSS^SSSm
toJSS&ZBSPu*- -..- -----Julho Chave, As8,17defevereirode185i.
Joflo Mauricio Julio Chaves.
-- O abaixo assignado, declara ao publi-
co qno desde o dia 20 de fevereiro prximo
pass nha com Candido Jos de l.ima, na taberna
da Lagos do Ita- ro, em a cidade da Vicloiia,
AiIministrocSo do patrimonio dos orphoe. licando desde essa data em vante girando1
Peante a admiuiatrafSo do patrimonio sob sua firma. Vidorla, 11 de malo de
dos orphSos se hSo de arrematar a quem 11851-Francisco de Amo'in Lima.
mais 'ler, e por tempo de tres .nnos, que| >- Ha quntru mzes que fugio doengenho
hlo de ler principio do 1.a da junho do cor- Diamante, na comarca de Nazaretb, o es-
rente anno a 30 oo junho de 1853, aa rcn-'ciavo Jos, de Angola, muito moco, aem
do dedois e tem mais as boleas enenadas da qUe 0gr, Bastos nada tem em que eu pofa
capecio, quem do meamo cvalo der noli- 8egur,r a minha divida ; porm llque des-
oa ou apprehender, leve-o ao dilo enganho candado, qun eu esperarei occasiSo oppor-
sccorro, ouna roa Augusta venda deVitori- tun,i porqUe nem sempre ha de andar com
no Jos Corris da Sa, que receber20,000 trouxa debaiio do braco,devendo dizerao
ris. I Sr. Bastos, queesse molo de industria he
lloga-se aos senhores abaixo so proprio da .--..a pessoa, e para justificar
ilprlararlna nin> manilarini mar-'melhor a aua cipackMe eu Ihe lombro as
iieciaraaos que manaaram mar- d'^djuoaroSr^GuilbertmeAoguatoRodrl.
car papel, OU cartoes, com a sua gues Sette Ihe entragou para o Sr.Bastos
firma, na loja do livro azul, no receber e oue con a (leu dessas dividas ? o
' J i resultado foi recebe-las, e ao depois as-
pateo do LolleglO n 3, e que nao signar urna letra aoSr. Sette dessa quanlia,
tem procurado ( talvez por esque- qu' 'nJa e>ta Revendo, por cujo fim foi
*, ..>. r. cliamado, ha pouco por este Diario, a ra do
cimenlo), inulilisando assim essa Queimadon. 2l.se o Sr. Bastos, precisar de
falencia, para ser vendida a ou- provas, eu francamente IhaolTereco: oaseus
' f j j- precedentes sSo bem conbecidns nesta ci-
trem j o favor de dirigirse a mes- 5,c; por.,so,o publico que ajuize.-Jos
ma loja a receber ditos objeclos Joaquim de PmboMendonca.
Gabinete portugnez de leitura.
Por ordem do 111 m. Sr presidente ds as-
sembla^eral, se convocan! os accionistas
para reuntSo geral, no da 23 do corrente,
pelas 4 huras da tarde, para se proceder a
elrico do consellio deliberativo. O se-
pclo que se Ibes ficar agradecido,
A. A. F. V., Z. A.P., L. F., J.
.G., B. J K.G..A.J. R.
D-sappareceram doengenho do meio,
proprledade de Francisco de Carvalho Paes
de Andrade, na madrugada do dia 12 de mar- gudo secretario, M. J. da Rocha
?o, os seguinbs esciavos: Manoel pardo, da -; -ranciaco Hibeiro Pires, exnorta para
idade 15 a 50 annns.corcscura.hsrba preta.e O Rio de Jaoeiro.os seus esCavos Joso.creou
bem fexa.ia.cosurma usar somento de meios lo, e JaCinlha, de natjao, com 30 annos de
suissss e tem um pequeo signsl preto qua- idade.
si ns macan do roslo ; Alexaud pardo, pouco mais escuro que o sobre lito, Riode Janeiro, a sua oscrava parda, de nome
dade 20 a 25 annos, cintura sita, espadau- Maria.
do e bem feito ib.: corpo, ten lo panos pelos
pelo rosto e por todo o como; Miguel, creou-
lo, estatura baixa, reforjado de corpo, rosto
quasi redondo e ja desceido, idade 38 a 40
annos. Osdous primeiros se dizem ir nulos,
O vapor de guerra inglez Harpy, com-
mandanteo tenente Williams, seguio hon-
tem (15 do corrente) o sen destino.
*
Declaragdes.
loja.
Pauta
dos precos torrentes do assucar, algodo, e
mus genero do paiz, que se despacham na
mesa do consulado de Pernambuco, na se-
mana de 17 2i de Hato de 1852.
Asauear eia c. brai.co I. qual. Anoba 5,100
a. a a mase..... T l,6oi,
i.iii'
bar. aac branco..... . a. ".'>o
a a mase..... m 1,36*
' refinado......... a i, -i 'i
Algod.o cin pluma de 1'qual. a S.400
Dlio .:....-...:.. 5 Ouo
Olio...........1. a 4,000
Ago'ardeute casaca 20 fros. Pipa Un..............Canad ' ti.000 jan
Jila da canna .........Pipa 5..000
Dita .......Canad soo
Dita lealilada ... .....Pipa *,<">
Dita............daad. *,o
Genebra..........Canad 4(1(1
Dita............Botija isa
Licor..............Canad 400
Dita.............Garrafa ISO
Airo pilado2 a.robas um Alquere 4,1(10
Araras.............Uan ie,*o
das dos predios seguidles:
Largo do Collegio.
N. t o segundo dan lar.
flua do (ueimado.
N. 33 loja grande
N. 33 dita pequea.
Ra do Collegio.
N. 23 casa di dous andares e loja.
Ra do Crespo.
N. 9 dita de trea andares.
Largo do Paraiio.
N. 29 Os doua andares. ____
N. 29 a oja.
Ra das l.arsngsiras
N. 17 casa lerea.
Ra do Rangel.
N. 58 dila dita.
Pr.ca da Boa-Vista.
N. 13 casa de doua andares e
Ra Velha.
i\. 32 cisa terrea.
Ru de 8. Concillo.'
N. 22 casa terrea
N. 24 dila dita
Ra do Sebo.
N. 3 casa terrea.
Ra do Pires.
P. 39 meia-agua.
Ra do lio/ario
V. 60 casa terrea.
Ra da Cadeia do Recife
N. 61 casa de um andar e loja.
N 59 dita de dous ditos e dita.
N. 57 dita de dous ditos e dita.
N. 44 dita de dous ditos e dita.
Itua da Madre de D os. .
N. 9 casa de um andar e loja.
N. 1 oita de dous ditos e dita.
N. 26 dita de dous diloa e dita.
N. 24. dila de dous ditos e dita.
N 22 casa terrea.
ab pessoas que se propozerem a arroma-
lar ditaa rendaa podero comparecer na
casa das aesaOes da mesma adminielraco
noa diaa 19 e 27 do correnta mez, e 3 de
Junho futuro, com seus Dadores.
Secretaria da administracio do patrimo-
nio dos urpbSos, 14 de maio da 1852.
A. J. li'Uliviir.
-- 0 Sr. Doutor juiz de direitojchefe de po
Itcia interino da provincia manda convidar
a todos os senhores negocenles, logistas e
mais pessoas desta cidade, que vendem ar-
mas, plvora, chumbo e salitre a compare-
cerem nesta reparticSo ao praso de quioze
dias, contados da punlicacSo deste, um de
is,f>ojierera matriculados oa conformidadedasor-1
barba, fallante, estatura regular, magro,
pernas lieos e um ponen encambitadas, e
' sobra o peito direilo a marca de fogo A
'ser bem pago quem o pegar, devendo le-
va-lo ao referido engenlio a aeu senbor,
Jo.lo Fernn es Vieirs de Mello, que tam-
bem o vender.
Madama Houtier, modista france-
za, ra Nova n. 58,
acaba de receber de Franca, pelo navio
a Quila Roger oa objectos seguintes : um
grande sonimenlo de cnapeos de montana
da ultima muda de Paria, pulasaraa, cha-
peoainhos de se la e de palha redondos para
meninos e meninas de um a seis annns,
com abas l.rgas de lindos enfeit a e.de to-
das as cr. s, vesti los para baplisar, tur-
bantes e capellas, lieos chsposde reda de
todas aa cores, manguitas de bico, da ulti-
ma moda, rendas e bicoa de blon le, muito
ricos cufiles de caheca, para bailes e Ihea-
tros, grvalas de veludo, ricos cipotinbos
e manteletes muito eoeila los, toncados de
Illa i ara senhores e meninas, os jsrtilhos,
t nina- branc'.s com aljofares, lit'S de ve-
ludo da todas as cores cora sua competente
flvella, baleas, la fe ta de todas as cores para
chapeos e vestidos, camisinhas com aber-
tura o bordado, dilaa con gotiohas borda-
das e com bicos, casaquinhaa brancas bor-
dadas para meninos; na. mesma loja f.zem-
se vestidos de cas ca ce meninn e de senhofa, caputinhos de
todas as qualidades, com perfeicSo e preco
commndo; recebam-se todos os mezas li-
gurinos modernos, que empresta a seus fre-
guazo.
Aluga-se um moleque que serve para
compras e mandados : na esquina da ra do
l.ivranienlo sobrado n. 1.
Antonio Ferreira Lima vai a Europa :
a tratar de aeus negocios.
Precisa se, lugar um negro para treba-
I imi' em um aitio com tanto que nto aeja bo-
llado, Vende-se una negra da costa, moca
sera vicios, boa quilandeira s por querer^
pegar aemana, a igualmente tres vscas com
crias, boas leiteirss: no alterro da Boa-Vista
sobrado o. 17.
Carlos T. Astley, retira-ae para o Rio
de Janeiro, levando em sus companhia aua
geohora e um oriado.
Em resposta ao annuncio doa Sra No-
vaos & Companhia, pergunta-ae-lhequan-
toqueremdar de precario na compra de Apu-
lices do Baoco de Pernambuco.
efslo de P.j de Flores; mas aqui manda- vai a Lisboa.
D (.'iioveva Perpetua Rodrigues Cam-
pello, e Cervazio Rodrigues Camplo, vam
a Europa, e levam em sua companhia urna
criada.
O Dr. Vicente Jeronymo Wandorlcy ,
ram forjar uma caria, para Ibes servir de pas
saporles, a qual foi dirigida para Inhamuns,
a talvez para ahi fossem, ou para as vizi-
nhancas.
Precisa-so de 1 ama forra ou captiva pa-
reo uso de uma essa. quesaiba bem cozi-
nhar, e engommar, para uma caaa de pouca
familia, quem pretender dirija-sa a ra Nova
n. 71, venda junto da ponte qua achara com
quem Iralar.
Quem se julgar credor da
galera portugueza litachrense, te-
ii lia a bondade a presen lar sua con-
ta uestes 3 das, para ser paga :
na ra doQueimado, luja n. 39.
Desappareceu do armazem de assucar
de Silva llarroc
- (i cauelisia Souza Jnior continua a
pagar ns premios sahidos em suas cautelas
bilhetes vendidos em sua loja de ferragens
na ra do Queimado n. 37-A- e tem expostn
a venda pelus precos abaixo as suas calill-
las e bilhetes da 7a. lotera do Rio de Janei-
ro a licii' licin da empresa da cultura d'amo-
reiras bicho da seda cujaa listas devem che-
gamo da 19 ou 20 do orreute pelo vapor
brasileiro ou inglez, recebo em troca bilhe-
Na ra da Cruz do Recife n. 18, tercei-
ro andar, compra-se uma e-erava, que seja
de boa condeca, e enteoda bem de costura,
cozinha e engommado, prefere se parda.
-Compra-so 1 casa terrea, que aeja boa,
livre e desambaracade, naa ras seguintes :
Agoas Verdes, Orlas, pateo do Carmn, Cam-
boa do mesmo, ra liiroita,pateo do Paraizo,
ra das Cruzes, rus da Cadeia al S. Fran-
cisco : a tratar na praca da Independencia
n. 14.
-- Compra-se uma esefava craoula, que
saiba bom engommar e cozinhar, de bonita
figura, agradando paga-se bem : na ra do
Amorim n. 25.
Na ra da Sruzalla Velha, defronte r)
Sr. Montoiro pintor,compra-se todas as qoa-
'idades de ferros velbos a metaes de todas
is qualilades assim como ourelos de pannos
tinos,casemiras e todas as qualidades de mu-
lambosqua servirera para lazar papel : as-
sim con.o cabos velbos, lonas ote,
Compram-se 4 a 6 escravos at 20 annos
de idade, com habilidades 00 sem ellas, J
despachados para o Rio de Janeiro: na ra
da Cruz n. 40, primeiro andar.
Compra-se uma toalha com laberinto a
roda que seja nova ou csteja em bom esta-
du; quem tiver annuncis por esta folha.
Yendas.
. w
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos .10:0011,1)00 de rs.
Na loja de miudezas da praca da
Independencia n. 4, vendem-se bi-
lhetes inteiros, meios, quartos, oi-
tavos e vigsimos, a beneficio da
7. lotera das Amoreias ; ditos in-
teiros, meios, quartos, oitavos e
vigsimos, a beneficio da 55. (ota-
ria da Santa Casa da Misericor-
dia, vem as a listos no primeiro
vapor do Bio.
Vandem-se amarras de ferro: na "ia da
Senzella Nova n. 42
DevocSo do mez Mariano.
Recebou-se de Pars uma pequana porcSo
de tarcos, engredados em rame fino, com
um cruci'jn em relevo, mostrando os mar-
lyrios, que por nos padeeeu Nosso Salvador,
porisso s- torn 110 recomincn.lavis para os
devotos, por serem leitos com toda a deli-
cadeza, digna de tSo pia dovocSo: vandem-
se na nova loja de miudezas en .frente do
Livramcnto, a 1,200 rs. a duzia, o 120 ra.
um.
Chapeos do chly pequeos re-
gulares.
Na frente do Livramento, continua a ter
sortimunln de chapeos do chily, pequeos e
regulares, a 4 e 6.000 rs. uro.
Carterinhas para algibeira.
Na frente do Livramento. loja do miude-
zas, tem as mais lindas carterinhas, que se
lem visto de bfalo, machetado de uro
francez e forradas da setim, cora duas mo-
las, muito proprias para as senhoras guar-
daren! modas deouro, ou prata.
tes premiados
Bilhetes
Meios
Quartos
Oitavos
Vigsimos
22,000
11,000
5,500
2.800
1,300
OcautelistaSalustiano de A-
quino Ferreira, avisa ao respeita-
ca, na ra do Trapichen. 1,'ye| pu|,|co qe OS SfUS bilhetes
no da quinta feira, 13 do correla, um es- ? u
cravo prelo de naco Uss, por nome Libe- C can I el is da stima lotera a De-
ralo, com os signaes seguintes: alto, ma- neficio da Cultura de A moreiras,
sro, face retalhada, olhos avermelhados,, rr- 1 1 r 1 <
nsriz chato os dous denles de cima sahi- 6 da 55 lotera a beneficio da San-
os para fora raos compridas, canalla^ ta Gasa da Misericordia, estao ex-
na pea delgados chelos decravos, e cor1 ..., j lA0
hem preta; levou veslido eamisa de riscado posOS a venda na praca da Inde-
a oulra debaeta azul, e calcaade algodflol pendencia ns. 1.3 e i5, loja de
tambem azul: roga-sa a quem o poder ap.! 1 Arantpa e na ra da
prehender, queira leva-lo, ni armazem su- calVa? OO A ranees e na ra ua
pra-menciona.lo,ou na resideocia deaause- Cadeia do Hecife n. 4", loja de
nhor em itera ca, em frente do viveiro. | miu(jezas de Jos Fortunato dos
Aluga-se um grande armazem, n> ra ,, T1 ,
da Praia, proprio para qualquer estabeleci- oanlos forto : a stima lotera da
ment: a tratar com Jos llygiuo de MU Cultura de A moreiras correu no
f>-Precisa-so de um trabalhador do mas-' primeiro do corrente mez, ea55
selra : na ra Diceita dos Afogados, pada- da Santa Casa da misericordia li-
cava a correr n dia 11 do pre-
sente mez; as listas de ambas de-
vem chegar no dia ao pelo vapor
da companhia brasileira ou no
dia ai pelo vapor inglez Teviot.
Sao immetiiatamente pagos todos
e qu'aesquer premios dns referdas
loteras as lojas cima mencio-
nadas, logo que se receberem as
listas.
Bilhetes aa,ooo
Aleios 11,00o
Quartos 5,5oo
Oitavos a,800
Vigsimos i,3oo
Arranjam-se caixas com smenles de
todos os vegelaea do pas, assim como cai-
xas cora plantas vivaa, contendo estas, ar-
bustos e arrores para serem eiportadas: na
ra do Cullfgio n. 13 das 11 horas da ma-
nbSa as 3 da tarde nos diaa uteis: tambem
se vendem plantea exticas de fructos e flo-
rea para o paiz.
Precisa-as de uma ama para o ser?ico
de compraa e eogomanado, de urna casa de
duas pessoas de familia : na Ponte Velha
o. 14.
ria n. 66
Auga-se o primeiro andar da casa da
ra da Mu la n 7 : a tratar no segundo an-
dar da mesma.
Omeio bilhete n. 2005 da 55 loleria
da Santa Casa da Miserico da do Rio da Ja-
neiro, foi comprado por couta e ordem do
Sr. Joaquim Rorao Seabra de Mello, do
RIO tirando do \ni te.
A pessoa que annunciou a venda de
uraa casa da um andar, na ra do Encanta-
mento, e outra terrea na ra da Seozalla
Velha, annuhcie o numero das mesmas pa-
ra ver ae agredi, ou procure no largo da
praca do Commercio n. 6. primeiro andar.
-- Offerece-se um rapaz pira criado de
uma casa estrangeira, ou de outra qualquer
arrumacBo, o qual da fiador a sua conduc-
ta : dirija-se a ra larga do Rozario n. 26,
loja de miudezas,- que se dir quem he.
Na ra do Vigario, casa n. 7, primero
andar, deseja se fallar aos lllms. Sis. Da.
de (Huida Tneopbilo Olegario de Andrade
e Oliveira, e Joaquim Ten-ira de Oliveira
Jnior, para negocio quelites diziespeito.
-- Quem annunciou a venda da casa ter-
rea, na ra da Seozalla Velna do Recife : ap-
pareija na ra do Vigario n. 14 que 89 dir
quem plenle.
Quem annunciou a vonda da casa de
sobrado de um a andar, na ra do Encan-
tamento do bairro do Recife: dirija-se a ra
do Vigario n. 14 qua achara com quem
tratar.
Pentes ularlartigados degomos pa-
ra cc.
Na loja de miudezas, defronte do Livra-
mento, ja tem poucos destes escassos pen-
tes entraucados para cc, vendem-se por
1,000 rs cada um.
Na nova loja de miudezas, em frente
do l.i vrameiit'.i, alm da) oulros novo sorli-
mentos de quinquelbarias, tem meiaa croas
para senhora a 400 rs. o par, fa/enda de
muita durac.So ditas lisas e abortas ; lu-
vas de algod&o, a 240 rs. o par ; ditas de
pelica, a 1,000 rs.; ditas do seda preta e de
cores; papel perlina, de peso, malo hollan-
da, paulado, dilo de peso dilo de corea;
sbotoaduras douradas eovadas, moslrsndo
a cabera de diversos animaos da Europa, e
nutras umitas fazoiidas mais baratas do que
em outra qualquer parte, islo para liqui-
dscO de eonlas.
Vendem-se 2 escravos sendo 1 de idade
22 annos bom o(llcil de pelreiro, umdilo
da i lade 20 annos,3 escravas mocas de idade
18 a 23 annos de boa conducta, uma ptima
mulata de bunita ligura,na ra Direlta n. 3.
Vendem-se dous excellehlea terrenos
proprius, na Boa-Vista, ra dos Pires, junto
a caixad'agoa, deum eutrolado, tendo o
do lado do Norte um bom alicoree na frente,
cora esl", emestado de ruina mas De ca-
paz de sobre elle se levantar qualquer so-
brado da dous andares ; tem este l0 pal-
mos de frente, e de fundo 125, o do lado do
Sul, da caixa d'agoa lem 66 palmos (je fren-
te, o 125 de fundo : a tratar dentro do mea-
mo aitio com Manoel Joaquim Caraeiro
Leal.
Vende-se um moleque creoulo de idade
de 14 para 15 annos, sem vicios nem acha-
ques, proprio para aprender qualquer arte
ou ofilcto na ra Imperial n. 37.
Alte 11 rao.
Vendem-se por precos'eommuilos, ricsa
bandejas para todoservifo, formes para pu-
dina a tortas de todos os failios,eUm de ou-
tras multas cousas proprias para o servico da
cosinhs, tudo do melhor goslo que tem vio-
do a este mercado : na ra da Cadeia do Re-
cife, loja de ferragens de Antonio Joaquim
Vidal n. 56-A-.
Vapor inglez.
Ao papol paqueteantesquose sesbeeaso-
breias proprias para o meamo oa loja de fer-
ragena de Antonio Joaquim Vidal: ni ra da
Cadeia n. 56-A-.
A os senhores ourives.
Kerramentas muito finas proprias para ou-
rives na loja de Ferragens do Antonio Joa-
quim Vidal 1 oa ra da Cadeta n. 56-A-.
Venddui-so 9 escravos, mocos, casados,
proprios para engenho, ou sitio: na ra Va-
ina, casa n. 54.
Vendem-se duas parelbas de oaval-
los carnudos e bons para carro, e nmci-
vallo de sella da bona andares : na travessa
do Veras n. 15.
Vendemso duss escravaa creoulas ,
com haoili lades, sendo u e outra de 36: a tratar das 6 huras as 9 da
manhla, e das S ss 6 da tarie : na ra Nora
n. 50, segundo andar,
*
MUTILADO L


SapatSes para o invern.
No aterro da Boa Vista, lojajj
calcado n. 58, junto ao
vendem-se 9apt6e--fie>'biierro
obra muita^Otf, feitos na Ameri-
ca,... cruito bons para o invern.
Botina de bizerro.
Vendem-se superiores botina de
bizerro, feitos na America ; assim
como sapales de lustre : no at-
ierro da Boa Vista, loja de caira-
do n. 58, junto ao seleiro.
N ra das Cruzes n. 22, segundo an-
dar vendase um molatintiode 16 annos,ja
despachado para o Rio de Janeiro, um ca-
bra de 30 annua olcial de carpina, um mo-
lecote para todo servico, e urna escrava de
nacSo de 26 annos, que cosinha e lara.
Vendem se 2 caiUes grandes cum vi-
droa de venda, umaTAIanca com conxas de
pu com um terno de pesos de 8 libras a
meia quarla, cinco temos de medidas de tu-
ina e um dito de secos, tudo em muito bom
estado e muito barato : naiua de S.
n 97.
Vende-se urna preta de 40 annos, cosi-
nha, engomma, lava roupa, e faz doce, tudo
com perloic.) : na ra do Colegio
primeiro andarse dir quem vende.
Sedas, no atierro da Boa Vista
loja de calcado defronte da no-
neca n, 14.
Vendem-se as mais superiores sedas fur-
tacores e de belissioios padrOes de dif-
fereotes cores.por preco que muito agradar
ao comprador, em razio de se dozejar liqui-
dar; assim como um novo e completo surt
ment de calcados de todas as qualidades.
Vende-se um cavailo carregador e es-
quipador.bem nutrido : na ra do Queimado
loja o. 18. >
Loja amarella de 4 portas, al trro
da Boa-Vista n. 6o.
Vendem-se cortes de carniza de chita fran-
ceza lindos padrOes com S112 covados a 1/000
lencinbos de chita para meninos a 80 rs al-
paca dealgodSo a 20o is- o covado, riscado
escuro para todo servico a 140 rs., dito de
chita a 160 e 200 rs., cuita nova iiadrSes es-
curos a 200 e 240 rs. o covado, cortes de ris-
cadinho francez com loque de avaria de oleo
a 1,760 rs., pegas de algodSnzinho muito en-
corpado com 16jardas a 2,640 e 2210 rs. con-
tras umitas fazen daspor menos de seu valor.
Vendem-sesaccas com farinha : s. Ca
tarina a 2,000 rs.,de boa quaiidade.dita com
inilno a 2,0o0 rs., arroz do casca a 2,400 rs.
o alqueire, azulo de coco a 2.400 rs. a caa-
da, dito de carrapato a 1,440 rs. 1 relogio
deouro paterno suisso bom regulador: no
caes do Hamos o. 4.
m
a loja l'ernumbucana, ra
do Crespo n. n.
Vcndem-so casemiras francezas mo-
dernas e de excellentes qualidades e
padrOes, pelo baralissimo preco de
4,000 rs. o corle, para cali;a (
- Vende-se dous escravos, um africano,
Diarinheiro, e cosinheiro, outro creouio bem
possanie, ambos andam naidadede 30 an-
uos : no sbralo encostado a igreja do Parai-
zo da parte dos Quarteis.
A dinbeiro a vista.
No ungouho Caipi, na freguezij de |po-
juca, em urna caaa junto ponte, acha-se es-
tabelecida urna fabrica de fazer superiores
velas de carnauba, com toda a lirnpoza e
perfeicSo ; avisa-se portento aossenhores
de engenho, e mais moradores circumvizt-
nhos, que Ins he mais commodo manda-
rem ali comprar, do que no Recife, evitan-
do assim o quebramento dolas, e a demora
da viageot, levando logo o portador seja elle
dequemfor, o dinheiro avista, arazSode
360 rs., pur cada urna libra ; anianca-se a
boa qualidade dolas, e nSo se duvida dar a-
mostra gratuita a quem quizer experimen-
ta-las.
Calcados a 75o, 1,000, a,5oo e
3,ooo rs., no aterro da Boa Vis-
ta d. 14, defronte da boneca,
ha chegado os bem condecidos sapales do
Aracaty a 750 rs., edeorelha a 1,000 rs de
lustros 2,500 rs.,' e os melhores quetem
vindo da baha a 3,000 rs., o os bem conhe-
cidos sapales de lustro e de bizerro de
Nantes, muito proprios para a estac.lo pre-
sente; assim como utn novo o completo sor-
timeuto de calfados francezes o de Lisboa
de todas as qualidades, tanto para hornem,
como para senhora, meninos o meninas, tu-
do por preco muiio commodo. alim dse
apurar dinheiro.
Veode-se urna casa de sobrado de um
so andar, em chSos proprios, em a ruado
Encantamento do bairro do Recife: quem
pretender, annuncie para ser procurado.
Vende-se urna casa terrea em a ra da
Senzalla Velha do Recife. em chSos forel-
ros: quem pretender, annuncie para ser
procurado.
Sementes de hortalice.
Vendem-se sementes de bortalice de to-
das as qualidades, vindas ltimamente do
Porto, por preco commodo : na ra Uirei-
ts, venda n. 76, na esquina do becco dos
Peccados Hortaes.
Chapeos de.-ol.
Vende-se um bonito sorli nenio de cha-
peos de sol deseda, com cabos de bom gos-
to: em casa de Eduardo II. Wyatt, oa ra do
Trapiche Novo a. 18.
.-- Vonde-ss gomma em saccas de alquei-
re, por mdico preco, para liquidar-seuma
coota: na ra da Cadeia do Recife, loja
n. 56.
-- Vendem-se caixas com superior doce
de goiaba : oa ra das Cruzes n. 40.
Alinelo.
Vende-se na ra estreila do Rozario n. 11,
timaras muito novas, aendo cada caixinha a
600 rs. e maiorea a 800 rs., estrelmha a 320
rs. libra, bolachinha de Lisboa a 360 rs. a
libra.
~ Vende-se luvss de pelica pretase de co-
res a 800 rs. o par, assim como penas de ou-
roo melbor possivel : na ra da Cadeia do
Recife, toja n. 14, de Ferreira di Hachado.
Engenho.
Vende-se um engeolio moente e corronte,
sendo d'agoa deslante d praca 4 legoas,
Srovido de todas as obras, e uieocilios, com
oaa terraa para plantacSo de cana e rocas,
ptimo cercado, e londo urna eilencSo ex-
traordinaria de trras, sendo mais das tres
partes ama mata virgeui, naqual abundam
as principaes madeira para serrara e edlli-
caces; e dista do embarque um quarto de
legos : os pertendentes dirijam-st ao lllrn.
Sr. JoSo Pinto de Lemos Jnior, e o mesmo
dir o motivo porque se vende.
~Vendom-se caixinhaa com 120 duxias de
carrltcis de linha de 2C0 jardas multo supe-
rior em qualidades de ua. 40 a 150, por 800
ra. a duzia e de ns. 12 a 120 por 700 rs. na
ra da Cadeia do Recife loja de ferragens
Grande lubrica de chapeos de sol,
J. Falque tua do Collgeio
n. 4-
Reste novo estabeleclmento reeebeu-se
um novo e lindo ortimento de chapeos de
Sidos ltimos gostos, tamto de seda como
de paoinho para homens e senhbras, de ar-
macSo de baleia e de asso que se venden)
oor menos preco que em outra qualquer par-
te ; grande aortimento de chamelote, sedas
e paninhoa em peca de todas as cores e qus-
lidades para as pessoas que quizerem man-
dar cobrirarmacoes servidas. Completo sor-
limento de baleiaa para vestidos espartithos
para aeohoras, fatem-se umbellas de igreja e
concerta-se qnalquer qualidade de chapeos
de sol: todos os objectos cima mencionados
se veademem porcBoe a retalho, por preco
que agradar aos freguezes vista da quali-
dade. g .
Farinha de mandioca.
Vendem-se saccas com farinha nova, che-
gada ltimamente do Ceari, a 3,000 rs.
em toles de 10 saccas para sima, a 1,800 ra.,
cada urna sacca : no armazem ue J. J. Tas-
so Jnior: narua do Amorim n. 34.
Vende-se feijSo mulatiuho, muito no-
vo, em saccas de alqueire, medida velha, a
9,000 rs. a sacca : na ra da Cadeia do Re-
cife o. 49, segundo andar.
Deposito de cal virgem.
Cunha & Amoriin, na ra da Cadeia do
Recite, n. 50, vende-se barris com supe-
rior cal em pedra, ebegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos preco do que
em outra qualquer parle.
Gasa de commissao de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissSo, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
o que se olferece "ninfas garantas
a seusdonos .-narua da Cacimba
ti. 11, primeiro andar.
Deposito de cal e potassa
No armazem da ra da Cadeia
doHecife n. ia, lia muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa ebegada ltima-
mente, a precos muilo rasoaveis.
Agencia de Edwin Maw.
Narua de Apollo n. 6,armazem de Me. Cal-
mla -v Companhia, acha-se constantemente
bous aortimeotos de uixa de ferro coado e
batido, tanto rasa como fuudas, moendas in-
dias todas de ferro para animaes, agoa, etc
ditas para armar eui inadeira de todos os ta-
maitos e inadeltoa o mais moderno, machina
burisontal para vapor, com forja de 4 caval-
los, coucos, paaaadciraa de ferro ealannado
para caaa de pulgar, por menos preco que os
de cobre, escovena para oavioa, ferro ioglez
lauto em barrascomoem arcosfolhas, eludo
por barato preco.
vende-se cortes de jalea 'do casemira
padrOes cscuros o muilo moderno.pelo bara-
tissimo (>r en de 5/000 cada corte: na ra
do Queimado loja do sobrado marello
n. 29.
Brinquedo-i para meninos.
Vendem-se na ruado Cabug n. 6, brin-
quedos para meninos, baratos que admira
aelles que he para acabar.
AGENCIA
da fundicSo Low-Moor.
RA DA SENZALLA NOVA N. 49.
Neste estabeleeimento' conti-
Qiia a haver um compleft) soiti-
tnento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamauhos, pa-
ra dito.
n 53
-- Vende-se una preta moca de oscilo,
que engomma, cosinha e lava de sabio : na
ra de Moras n. 138

Palitos hitos.
Na toja do sobrado o marello na ra J]
Jjj do Queimado n. 29. continn a ter pa-
ra vender um bom sortimento de pali-
* tos de pao preto ede cor, os melho-
9 res que ha no mercado e por preco muito em conta. 4
9 r'#9 ?f99^wi^w^ ^
Na ra da Cruz n. 33 armazem de
Luiz Jos de S Arujo, vende-se lariuha do
mandioca de S. tlatheus, a preco del,800 rs.
o alqueire, da medida velha, islo para aca-
bar e fechar contas, e tatnbem vende-so em
sacca de alqueire a 2,200 rs.
Grande porcSo de lazendas baratas,
na ra do Crespo n. i.'i, loja de
Jos Francisco Dias, a 160 rs. o
covado !
Vende-se urna grande porfo de chitas
muito fixs, de novos padrOes, codi um pe-
queo toque do molo, a 160 rs. o covado ;
ditas escuras cOres de caf e de vinho, e ou-
trss mais cOres muito fixas, a 200 rs. o co-
vado ; ditas ss mais linas que tem appare-
cido no mercado, tanto em pannos, como
as tintas, fazenda do ultimo gosto, a 240
rs ; riacados francezes de quadros, fazenda
muito liza, a 200 rs. o covado ; corles de
chita francezas, com barra, a 3,000 rs ; ma-
rinos pretos de superiores qualiJades, e
1,800, 2,500, 2,800 e 3,200 rs.; linissima al-
paka preta e de cOres fazenda propria pa-
ra palitos, a 640 rs. o covado; algodSo azul
muito largo, a160rs. ocovado; pecas de
bretanna de rolo, com 10 varas, fazenda
muito encorpada, a 1,808 rs. a peca ; assim
Como exislem nutras multas lazemias, por
procos mais baratos do que em outra qual-
quer parte: de tudo se u'arSoamostras,
deixando seus competentes penhores.
Deposito ala fabi-lea de Todos os
sanios na Huilla.
Vende-se,em casa deN. O.Uieber&C.,
na ra da Cruz n. 4, algodlo transado da-
quollarabrica, muito proprtopara saccosde
assucare roupa de escravos, porprecocom-
tnodo.
Vendem-se em cssa de Me. Calmont&
Compaa, Corpo Santo n. II, oas9gulntes
arligos por precos baralissimos, afimde li-
quidar certas cuntas, a ssber :
Uleo de linliaca, em latas de 6 gal loes.
Ac de milSo sorlido, marca O, O O e O 0 O.
Breu, em barricas muito grandes.
Urna quanlidade de rotins.
Ferro ioglez em barra, folha e arcos, sorli-
do, em porcOes grandes ou pequeas.
Chombo em lencol.
Saceos vazios, e barricas abatidas.
Vinho de Marsella em caixas de tresou 6 ziss.
Linhasde carriteis de aoo jardas.
Vendem-se linhas de carriteis de 200 jar-
das de todos oa nmeros a 90) rs. a duzia,
ditos de 100 jardas a 320 rs.: na ra do Ca-
Deposito de panno de algodSo da
febriea Todos os Santos da Ba-
nhia.
Vende.-se por preco commodo
o bem conbecido panno de algo-
dSo desla fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador: no escrip-
torio de Novaes ck Companhia, na
ra do Trapiche n. 34.
Bom e barato.
Ra do Passeio loja n. 9, de Albino Jos
Leite, vede-se chita para cubera a 110 rs.
o covado,a rece a 5300 rs chales de chita a
500rs. dito de 19a a 1000 rs lencos pintados
pequeo a 120 rs., ditos decassa para grava-
ia 180 rs.,meiasrruas muito Roas a 200 rs.
opsr, em dU7a a 3,200 rs., lencos de vapor
a 200 rs.,chales brancoscom franja* a IfOOO.
lencos de cambala branro com bicoa 419
rs., ditos de cores com bico a 320 rs., brins
de linlio azul e do cores a 300 rs. o covado,
risoados francezes a 320 ra. o covado, meias
gazemirss para calesa a 360 rs. o covado,
cassa da India bordada para cortinados a
400 rs. a vara, corles de fustflo de colete a
610 rs., ditos de 10a e seda a 800 rs., cha-
peos deso de panlnho a 1280 rs., 100 varas
de bico e renda da trra a 120 rs. a vara e
outras muitss fazendas que se deixa de an-
nunciar por falta de tempo.
Arados de ferro.
Na (undicSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se aradosde ferrode diversos mo-
mios.
Cortes de brimde linho, ai,a8o,
i,i!\o e 2,000rs.
Vendem-se corles de brim pardo, de li-
nho puro, a 1,280 rs.; ditos de cores com
listrss de boiii Hii-lo, a 2,210 rs.; ditos de
bros amarellos, a 2,000 rs.; cortes de calsa
de riscado de linho de listras, a 720 rs.; cas-
sas escampinadas para cortinados, com 8 1|2
varas, a 2,400 rs. a peca.
Novo sortimento de panos finos e
casimiras de todas as quali-
dades.
Na ra do Crespo, loja da esquina, que
roltu para a Cadeia, vendem-se panno pre-
to, a 2,800, 3,200, 3,500, 4,000 e 5,000 rs. o
covado; dito francez, muilo superior, a
6,000 rs.; dito verde, a 2,800 rs.; dito azul,
a 2,800, 3,500 e 4,000 rs.; dito cOr de rap,
a 2,mo r-.; cortes de calsa de casimira pre-
ta infestada, a 5,000 e 6,000 rs. ; dita fran-
ceza elstica, a 7,500,8,000, 9,000, 10,000 e
11,500 rs.; sarja preta, a 2,400 rs. o covado;
dita hespanhola, a 2,800 rs., e oulras mu-
tas fazendas por precos comrr.odos.
-- Vende-se um escravo creoulo, com 18
annos de idade, muilo sadio e tem victo: na
ra do Collegio n. 19, primeiro andai.
Vende-se uro muUto moco, de bonita
Ggura e hecarreiro : na ra das Cruzes nu-
mero 40.
Na loja de miudazas, ta ra do Crespo
n. 11, vi ndem-se duzas de linhas de car-
ritel n. 100, de I20jardas a 1,000 rs ; ditas
de n. 120, a 1,200 rs.; ditas de n. 150, a 1,400
rs.; peules linos demarfm a 320 rs.; agu-
Ihas linas de n. 11, a 30 rs.; ditas de n. 14 ,
a40rs.
Na loja do livro azul, no pateo do Col-
legio n. 2, veode-se papel lino de peso, s
2,000 rs. a resma.
Armazem de vinhos.
Na ra da Senzalla Velha n. 48,
vendem-se vinhos de Lisboa e Fi-
gueirs, dosmaissuperiort-s que ha
no mercado pelo diminuto preco
de aoo e a4o rs. a garrafa, e i,5oo
a 1,800 rs. a caada : para confir-
mar d-se a provar^e para ver da-
se a beber ; he baratinho, a elle
freguezes que he bom vinho.
Mercurio.
vendo-se mercurio de pmeira sorte: em
cssa de Augusto C. de Abren, na ra da Ca-
deia do Recife n. 48.
Algodao para ropa de escravos
Vende-sn algodSo muito encorpado, p'o-
prio para rOpa de escravos, com pequeo to-
que de avaria a!40rs. a jarda; dilo limpo
a 180 rs. : na ra do Crespo n 5.
Panno mesclado.
Vende-se panno mesclado a 10,000 rs. o
corte de paliis, com 2 1|2 covados : na ra
do Crespo o. 5.
Pannos finos.
Na ra do Crespo n. 5, loja do passo, ve'n-
dem-so pannos liins, priva de liniSo, a
3,500, 4.000 e 5,000 rs., e muilo fino limes-
te a 8,000 rs.; dilo verde a 3,000 e 5,000 rs.;
dito cor de caf muito superior a 5,000 is:
" ARADOS AMERICANOS.
Vendem-se arados ame- a
ricanos, chegados dos Esta-
dos Unidos, pelo barato pre- .4
?:' 90 de 4<>,ooors. cada um: na <
t. ra do Trapiche n. 8.
Cartas finas para VHIfarete.
Vendem-se baralbos ele cartas a 500 rs.
proprlas para voltarele : na ra do Cabug
o..
N. 3c,*S.
Vendem-se na ra estreila do Rozario.tra-
vessa para o Queimado, deposito n. 39 A,
latas da moilo acreditada, bolachinha de
araruta, pelo diminuto preco de 2,100; tam-
bem continua-se a vender biscoitinhos, fa-
llas e bolschlnhas de araruta,a retalho,ludo
imito fino e que se pode apresentar em urna
mota de cha sem escrpulo ; vendem-se
biscoitos doces e aguados de boa farinha e
do di Aferentes lamanhus ; lamben aa muito
boas bolachinhas americanasquadradas das
pequeas e tambem maioros para 340 rs. a
libra, bolachinhas de regalia e de leite e
mais diversas, tudo por commodo preco.
Transparentes para janella.
Na loja de GulmarSes & Henriques, ra do
Crespo n. 5, vendem-se transparentes chega-
dos ltimamente de Franca ; esta fazenda
esl sendo preferida as Venesianas tanto pe-
la sus boa qualidade como pelos lindos de-
senhos com vistas pitorescaa. Veodem-se o
msia barato possivel, que a vista da fazenda
os pretendentes nao deixar3o de comprar.
Vendem-se os verdadeiros selins io-
glezes, patente, de molla e sem ella : oa
ra da Seozalla Nova o. 42.
9
Na loja pernambucana da
ra do Crespo n. 11
Vendem-se ptimas sedas furta-co- m
a)j res de bellissimos padrOes e difleren- 4
9 tes larguras, pelodiminuliestmo pre- j
S c do i,ooo,.i(5oo, e 2,000 rs. o co- aj)
9 Vado-
99999999999991999
Cha prclo, superior.
Em ciixinhas de urna libra. Este cha he
multo* prdprio para quetj" padece dos er-
vos, e pode-se fazer uzo delle mesmo toman-
do medicamentos homoe'paticos, veode-se
na travessa da Madre de Daos n. 4 e 6.
Vendem-se na ra do Cabug n. 6, te-
souras muilo linas, proprlas para costura a
:12o rs. cids umo, ditas maiores a 400 rs., e
ditas grandes para cortar costura a 480 rs.
cada urna.
Farinha de trigo
SSSF.
Fontana.
Galega.
Ilaxal.
No armazem de J. J. Tasso J-
nior, na ra do Amorim n. 35.
Vende-se a typographia do
Diario Novo, propriedade da Yin-
va Roma a qual est montada ,
tanto de bonstypos, como de pre-
los, e de todos os utencis necesa-
rios a urna boa typographia : tia-
ta-se com a proprietaria, na ra
da Praia n. 55.
Franjas para cortinados.
Vendem-se na ra do Cabng n. 6, franjas
de hellas a 4,000 rs. cada peca, ditas sem
hellas a 3,01)0 rs., ditas estrellas para toa-
Iha a 100 rs. a vara.
Cordas para violSo.
Vendem-se na ra do Cabug n. 6, cordas
otra violiio, muito novas, por precos com-
niodiis.
lucos de largura de palmo
Vendem-se ns ra do Cabug n. 6, bicos
de largura de palmo e majs largos a 640 rs.
a vara, ditos pouco mais estreilo a 500 rs.,
ditos de largura de meio palmo a 320, ditos
de 4 dedos a 240 a vara.
L ti vas fio da Escocia.
Vendem-se na ra do Cabug n. 6, loja
do barateiro, luvas fio da Escocia a 300 rs.,
sem mofo algum.
"Ol que pechincha.
Vendem-se na ra do Cabug n. 6, luvas
de trocal a 500 rs. o par, ditas ditas a 720,
ditas ditas com hellas a 1,000 rs., ditas de
ponto ioglez para hornem a l,600,ditas ditas
de dito de cores proprias para monlaria a
1,280, e com um toque de mofo a 1,000 rs.,
Cheguem antes qne se acabe.
Vendem-se capachos de lodos os lma-
nnos a 560 ra. cada um : na ra do Cabug
n. 6.
Ni livraria da rus do Crespo n II, ven
dern-se os segulntes livros, atlas de sinen-
oourt direito mercantil 2 volumes por J. da
Silva Lisboa, cdigo commercial brasileiro e
portugoez.revolia praeira, segredo da gera-
Cflo, obras de direito e mortecina em K.an-
eez, ditas alemfics, Virgilios Tito Livio se-
lectas.Horacios, salustios, SermOea de dife-
rentes pregadores : tudo por preco commo-
do, cominua-se a trocar ea compiar.
Vende-se, ou permuta-so urna das me-
lhoros propriedades de trras, (listante urna
legoa desla cidade, com casas de vivenda ,
estribara, coxeira, casa para pretos e o mais
tudo que he necessario para um bom esta-
beleeimento, teodo terreno sulcienle para
ter mais do 150 cabecas de gado; assim
comoiguansrante para plantafOes de ca-
lmil, e outra qualquer lavoura, podendo-se
montar um grande estabolecimento, alm
do que ja existe, e que rende para mais de
4 contos de ris animalmente ; deixando-se
de se dar mais explicares, porque s com
a vista be que se polo mostrar a veracidao
do expendido, e que esta muito proprio pa-
ra qualquer stnhor de engenho, que esleja
aborrecido da vida dmalo, oqueiraeslar
perto da praca para descancar as fadigas do
campo, e ao mesmo lempo lucrar e se en-
treter : quem pretonder, pode dtrigir-se a
ra Nova, loja de chapeos o. 52.
Farinha a a,ooo rs. a sacca.
No armazem n. 7, do caes da
Allandega, dinheiro-a vista.
Extrait d'Absinthe.
Vien d'arriver superieur extrait d'absinthe
de Suisse, en caisses d'uno dusaine que on
vend de prix tros moderes : dans la traves-
sa da Madre de Dos na. 4 e 6.
Caixas para sabonetes.
Vendem-se n ra do Cabug n. 6, caixas
douradas e pratiadas com um sabonete mui-
to lino, pelo diminuto preco de80O rs. cada
uma,'i ditas do pao a 400 rs.
I'otassa americana.
No antigo deposito da cadeia velha, n.
12 existe urna pequea porcJo de potassa
americana, chegada recenlemente que por
superior rivalisa com adaRussia: vende-
se por preco razoavel.
Vendetn se estampas muito
finas, em fumo, proprias para qua-
dros, por preco muito commodo :
na ra do. Cabug, loja de miude-
Z8S 1I0 (.t.ininiars.
9 99999)9 9999# * Na loja pernambucana da '*
ra do Crespo n. 11 4
Vendem-se toucas de 13a para se- 9
nhora eeofeiles para cabeca ornados f
de retro/. 4
SALSA PARRILHA
DE
As numerosas experiencias feitas com o
uso da salsa parrilha em todasas enfermi-
dades, originadas pela impureza dosangne,
e o bom xito obtido pa corta pelo lllm.
Sr. Pr. Sigaud, presidente da academia Im-
perial de medicina, pelo mostrado Sr. Dr.
Antonio Jos l'cixoto om sus clnica, em
sus afamada casadesaude na Gamboa, pe-
lo lllm. Sr. I)r. Saturnino de Oliveira, me-
dico do exercito e por vanos outros mdi-
cos, permillem boje de proclamar altamente
as virtudes olllcsies da
SALSA PARRILHA
DE
Nota. Cada garrafa conten duas libras
de liquido, e a salsa parrilba de Briatol be
garantida, puramonte vegetal sem mercu-
rio, iodo, potaasium.
Vende-se a 5/000 rs. o vidro na botiea do
Sr. Jos Maris Goncalves Ramos : roa dos
Quarleis pegada aoaoartel de noticia.
99?9999f999999f9?9f?
J Deposito de tecidos da fabn- *
# ca de Todos os Santos, <|
na Babia. %
> Vende-se eni casa de Domingos Al- <9
Sves tlatheus, na roa da Cruz do Re- cifen. 53, primeiro andar, algodSo * transado daquclla fabrica, muitopro-
3T priopara aaccos e roupa decaer- 2
J vos, assim como lio proprio para re- 2
^. deadepescar e pavios'para vellas, 2
s> por preco muito commodo. 4
Arados da fabrica dos Srs. lanos-
me e May
Proprios para plantare al impar calina de
lillere ntes ni ole! los e feitos na mais acre li-
tada fabrica na Inglaterra sendo muito su-
periores a qualquer que tem vindo a eate
mercado,e proprio para plantaren qualquer
terreno e de qualquer largura, por ter um
arranjo proprio para abrir e fechar a aiveca.
O bico, aivecae sola desles arados pas-atn
por um processo que da-lhe a consistencia
deseo temperado da maneira que aSo do
mnita duraco, alm de que tem bicos de
sobre-excellente: na ra do Trapiche n. 14.
Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente inglez: narua
da Senzalla Nova n. 4i.
Escravos fgidos.
ditas d^tas cqm requifes e belotas para se-
nhora a 1,500 o par
bug n. 6.
-- Vende-se om terreno na roa da Aurora
com 50 palmos de frente e 280 de extensfio,
teodo caes de lijlo a beira mar, (cando en-
tre as casasdoslllms. Srs. CuslvBo Jos do
llego e Francisco Antonio de Oliveira: os
Vende-se Rezioa de angico de muilo
superior qualidade em arrobas a 5,120 rs.,
em libras a_3 rs.': na ra da Cadeia do Re-
cite loja de ferrageus n. 53. '
CU A i'HE'to.
Vende-se superior cha preto,
em caixas de 3o libras cada urna :
em casa de J. J. Tasso Jnior, na
ra do Amorim n. 35.
Vendem-se no becco do Concalves, sr-
mazem de Ueane Youle& Companhia, meias
barricas com superior farinha de trigo.
Moendas superiores.
Na fuodicSo de C. Starr & Companhia,
em S.-Amaro, acbam-sea venda moendas
de canna, todas deferro, de um modeloe
oiinstrurco muilo superior
Sna o de iNantua a
800 rs.
Vende-se a historia de Simio iln lass.fl na.
a,800 rs. : na livraria da praca da ajalepeo-
dencia n. 6 e8.
Taixas para engenho*
Na fundrcao de ferro de Bow-
man &c Me. Callum na ra do
firum, passando ochafariz, conti-
na a haver um completo sorti-
mento de taixas de ferro fundido e
batido, de 3 a 8 palmos de bocea ,
as quaes acham-se a venda por
preco commodo e com prompti-
dSo, embarcam-se, ou ca regam-
fticas fitas de veludo.
Vendem-se na ra do Cabug n. 6, (las
de veludo lisas e abertas a 1,280 rs., assim
como um sortimento de (velas para as mes-
mas.
Vende-so oa loja de !ouc,a da ra larga
do Rozario tpeles de 13a para vasos e lan-
lemas, chegados ltimamente de muito
bom gosto ; na mesma loja se compra pen-
nas para encher traviceiros.
O barateiro da ra do Cabug.
Vendem-se ns ra do Cabug n. 6, loja de
rotudezts, os mais ricos peotes de coco imi-
tando a tartaruga a 1,280 rs., ditos mais in-
feriores a 730 rs. ,d i to ditos a 280, ditos para
alisar a 326, ditos de marlim a 300 rs.; a ci-
tes que se estilo acabando.
Ricas franjas e naneas para
manteletes.
Vendem-se na ra do Cabug n. 6, loja
do barateiro, franjas e trancas pretas de lo-
daa as larguras por precos mais commodos
dp que em outra qualquer parto.
Ricas charuteiras.
Vendem-se na ra do Cabug n. 6, ricas
charuteiras a 2,000 rs. cada urna, ditas mais
ordinarias a 480 rs., ditas pequeas a 340.
Meias cruas.
Vendem-se na ra do Cib/ig n. 6, macos
de meias cruas a 3,000 rs. cada um, ditos de
listras a 3,200, ditos muito finos para senho-
ra a 6,000 rs., assim como um sortimento de
ditas de meninuse meninas por precos mui-
to commodos.
eeo e rraociacu amonio uo unveira: osi .____j__
rreiendentesdirijam-se a ruadas Torrea O.JM m carros, sem despezas ao com
prador.
Em casa de Dsaoe Youle & Companlna,
8, primeiro audar.
Moinhos de vento
com bombas de repulo para regrar bortaa'veode-se algodSo eotransado da Baha,
e baixas decaplm na fundicSodeBowmaux Vende-se um cavailo boa carregador:
& M. Calhem: na ra do Brum ns. 6,8 10.: na travessa do Veras o. 15.
Na loja pernambucana da
ra do Crespo n. n.
Vendem-se a 12,000 e 14,000 rs. cr-
_ tes de riquissimas sedas furia-cores
aj ax vestidos de senhoras.
99.999#<1,
l hales de seda.
Loja nova,'roa do Rangel n. 8,
ha para vender chales ue seda de muito boa
qualidade, bons gostos e oilTerentes tama-
uhos; um con.plelo sortimento de mante-
letes para senhora, e capotinlios para me-
ninas; um sor ti ment de luvas para senho-
ra e para meninas; cortes de camhraia de
barra ; ditos de 1, 9 e 3 ordena de babados ;
um sortimento de fitas de seda lavradas, pa-
ra chapeos de senhora ; peules de tartaru-
ga para aenhora ; trancas da seda al* cores
para vestidos de senhora; um sorlianenlo de
aedaa de cores e brancas ; lenco- 'le seda
ale marca grande pelo barato preco de 2,600
r*:, e outras muitas fazendas, que se vendetn
neata loja, por precos commodos.
Vendum-so oa ra do Cabug n. 6, bo-
lees de madreperola, muito linos a 560 rs. a
groza, assim como um sortimento de miu-
dezas, proprio para boceleiras o mscales,
tudo por precos baratos que admiram.
"tesj p,
os mais commodos.
Sebo purificado.
Vonde-se sebo puriticado do Rio Grande,
o niel'.ni que aqu tem vindo por preco
mais comino lo do que em qualquer outra
parte, tanto em porreo, como a retalho, e
velas de carnauba, o mais barato possivel:
na ra do Apollo, no armazem de Antonio
II. Rodrigues.
Multas fazendas por pouco dinhei-
ro na rna do Crespa n. 6.
Cortes de brim escuro do puro linho a
i,44t)rs., ditos de listi-a de bom gosto a 3, rs., dito amarello a 1,800 rs. riscado do li-
nho proprio para c ilcas e palitos a 200 rs. o
covado, panno (no preto a 3,000 4,000 rs. o
covado, pessas de chitas escuras co n 38 co-
vados a 4,500, 5,000 e 5,500 rs., cambraia de
filos com H 11-' varas a 2,400 e 3,500rs. a pes-
sa, lencos de cambraia de linho a 400, 480,
e 560 rs; proprios para mSo. riscados asseo-
tados em algodSo muilo eocorpado proprios
para escravos a 160,180 e 200 rs. o covado,
zuarte azul com 4 palmos a 200 rs. ocova-
do, e muitas mais fazendas por preco com-
modo da loja cima referida.
Elixir tnico
Anti-ileumatico,
Pelo Sr. Dr. Guillie, medico da faculdade
de Paria, membro de varias sociedades
medicas, assim nacionses como e.-lian-
geiras, cavalheiro da real ordem da Le-
giSo de Honra &c.
(Impon!, pharmaceutico, em Par',
ra Tiquetonne n 14.) '
U nico deposito verdadeiro deste elixir
he estabelecido pelo mesmo autor na botica
do Sr. Jos da Rocha Haranhos, ra Direita
n. 88, em l'ern.mbuco.
O elixir anti-fleugmatico lie essrncial-
menle tnico, reanima o principio vital e
da forca as libras, destaca os humores vis-
cosos, os precipita em bsixo, aviva o ape-
tite e fortiGca o estomago.
Pdc-se administrar na maistenra infan-
cia como na velhice ; nada he a ais doce
que o seu cfleito: funde, dissolve os Hu-
mores e Ihcs d sabida sem alguma agita-
CSo, sem suspender as occupacOes, nem
mudar os hbitos: so pode lomsr deste effi-
cazmente urna colber domauhSa em jejum,
particularmente no invern e nos lempos
hmidos.
Us asthmaticos gotosos, hydropicos,
aauellee cuja fibra he molle, (leam satis-
feitos do seu uso; bem como os que sof
frem deOluxSo catarral do peito, azedumea
do estomsgo, syncopes e palptatela do
coracSo, clica, empingens, catarro da be-
xiga, apoptexia cirrosa, rheumatismo, II.i-
xos alvos, doencas de leite as senhoras,
itidigestSo, vermes intestinaes as enancas,
e outras muitas enfermidades que seria lon-
go enumerar.
Este medicamento salular tem produzido
os mais favoraveis eflVitos nos casos, para
assim dizer, desesperados. esta sorte,
desde seis annos foi prescripto por todos os
mdicos Ilustres, e os successos qaotidia-
nos que obtem, tanto em Franca como nos
paizrs eslrangeiros, formam o melbor elo-
gio que deste possa fazer-se, e a prova deste
lie a grande saluda que este maravilboso
remedio tem tido as provincias do Brasil,
principalmente na Baha e Rio de Janeiro,
onde lia tantas illustiacOes medicas.
AVISO ESsKNCiAL.
Deve-se smente inteira coulianca s gar-
laras que leem urna marca que leva a firma
lo ujor, semcltunli! aquella que se v em
bailo. Kmlitn, para evitar o perigo das fal-
slicac,o>3,os accidentes que poderiam acon-
tecer, e arrastar a coloca dos falsificadores,
o publico he prevenido que cada garrafa
deve ser acompanhada d'utna instruccSo im
pressa que iodica a maneira de emprogar
este medicamento, compilado peloSr. Guil-
lie com a sua Orma, e impreso om Pars por
o Sr. Goetschy; caracteres essenciaes para
evitar a Trame.
Tachas de ferro.
Na fundicio da Aurora em Santo Amaro,
e tambem no deposito oa ra do Brum logo
i.a entrada, e defronle do arsenal de mari-
oba ha sempre um grande sortimento de
tachas tanto de fabrica nacional como es-
tr.ogetra, batidas, fundidas, grandes, pe-
queas, razas e fundas ; o em ambos os lu-
he cozinheir. : o. leja .,. da ru. do t-l^^^
sel "' I afio os t HSCommodn.
MUTILADO L
100,000 rs. de gra tilica cao.
A quem apprehender a preta abaixb de-
clarada.'
Contina a estar fgida a preta Felici lado,
desde o dia 17 de ma'co prximo passado ,
tem os signaos seguintes:eatatura regular,
lem falta de denles na frente, marcas de pan-
no no rosto, cor nSo muito preta, muito pro
zisla, levou vestido de chita j desbolado,
panno da Costo usado, um taboleiro peque-
no em que anda lo me ter rOpa fra e mudar quandosai ,
tem sido vista muilas vezes, urnas oo Mon-
teiro, e outras em Bebiribe, lavando ropa de
ganho, edizendo que por mandado dosua
sennora; tem sido encontrada junto com um
canoeiro, que navega para Olinda, ella tem
a mSi no engenho S. Cosme : roga-se, por-
tanto, as autoridades policiaca e capitSes de
campo, a sua captura, inda mesmo ella dl-
zendo que nSo esl fgida, e alerem a sua
senhora, na ra da Cruz do Recite o. 33 ;
assim como se protesta contra quem a livor
occullado e cnbrar*se os dias de servico.
Desappareceu na noite de 13para 11 lo
passado nru escravo por nome Jlo ( criou-
lo) levando urna calca de brim braoco com
listra ao lado, 2 calcas de casemira de cor, 2
folletos de senm preto, 2 ditos de fustfio de
cor,chapeo preto de massa e camisa de ma-
dapulan; o escravo tem o< signaes seguioles:
cor fulla,altura regular, reforcado do corpo,
urna frula na perna direita do lado de fora,
um pouco cima do tornozello, representa
ter de idade 30 annos pouco mais ou menos:
rogs-se as autoridades policiaca e maiaca-
pilSes de campo a captura de dito escravo,
e de o levaran engenho das Hallas a seu Sr.
Antonio de Paula Souza LeSo, ou a ra do
Vigario n. .armasem de Carneiro & Ramos,
que se gratificar generosamente.
Do engenho Velho da freguezia de San-
to Amaro JaboalSo, desappareceu no dia
primeiro do correle o escravo Jos, cabra
escuro, cabellos ralos e nSo muito torcidos,
pouco barbado,olhosnSo grandes,nars um
pouco comprido, o beco superior um pouco
pontudo e mais saliente do que o inferior,
i] liando falla parece querer fechar os olhos,
estatura, e corpo regular e bem parecido,
pernas e ps bem feitos, gusta muito de ba-
tucar e cantar, bebe agoardente.ha carreiro,
v entende do trabalho de casa de caldeira
foi pelo Sr. do engenho cima dito, compra-
do ao Sr. Joaquim Manuel Barragrande, por
enthonomaaia, levou vestido camisa da al-
godSo da trra com letra de marca de linha
encarnada com as iniciaes I B : roga-se pois
as autoridades policiaes a coadjuvacSo da
captura do referido escravo, e aos capitSes
de campo pesquizem e prendam dito escra-
vo, que sondo entregue a seu senhor, o pro-
pietario do engeoho cima dito Jos Frao-
cisco Pereira da ailva, serlo por esle gene-
rosamente gratificados, etc. etc.
-- us (ios de outubro do anno passado,
desappareceu do abaixo assignado o escravo
creoulu, de nome Mamede, otuo idade de 16
aonos, bem parecido, beigos om tapio gros-
sos, olnos grandes.e lem os ps e mSos gran-
des ; elle coatuma gaguejar muito pouco
quando tem mel ou raiva ; roga-se pois
todas as autho-idades da provincia, visinhas
ea todos que delle souberem que o facam
prender e leva-to ao abaixo assignado, mo-
rador na ra Imperial, que pagar toda a
despeza. Antonio da Silva GusmSo.
-No dia 10 de maio, desappareceu a re-
ta Joaquina, de nacSo Cassange, reprsenla
ter 35 a 40 annos, baixa, cheia do corpo,
sendo regular, cor rula, olhos pequeos, e
com carne sobre elles, tem urna coatura na
caro no lado esquerdo, porm muito apaga-
da, que mal se percebe, nariz chato, com
falta de alguns dentes, de um e outro lado,
oe rea, lem urna empinge no rosto, que
parece ser bexiga, pellos muilo pequeos e
murxos, lem algunas sicalrlzes de relho
as costas, tem as nadigas empinadas psia
tras, he bem rallante, representa ser creou-
la, iiliimamapte esteve oceupada oo sorvico
de coztnha^evou diversa ropa, que senSo
sabe da que usura, coslumara aodar sujae
embrtagar-se, quaodo foge tem por costu- *
me andar pelos arrebaldes desta praca, qui-
landando e lavando ropa, iolitulando-se de
forra ; descooOa-se que esleja serviodo em
alguma,casa comu forra : aa pessoaa que se
estam aervindo della oa boa r, queiram
denunciar,'do contrario so usar dos meioi
que concede a lei: roga-se, as autoridades
policiaes ecapilSes de campo, oua qualquer
pessoa, que a apprehenda, ou a faca appre-
hender e leva-la a seu seohor Domingos da
Silva Campos, na ra das Cruzes o. 40, que
serSo generosamente recompensados.
r*>
i


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