Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03598


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Full Text
Anno XXVIII
Sabbadol5
de Maio de 1852.
N. 109.
DIARIO
#M90 A SVMOtLlWtflO.
PlOMIBIO ADUKTASO.
Mrtrlmettre............ 4/000
|>orsemeitre............. 8/000
Por Mamo........i..... l/dJ0
Ptaooiirrao unmmi.
Por quartel............. 4/500
OTIOIAA DO MI-EHIO.
Pac...~.a7de Marco Minas... 14 de Abril
Mumakle 1 de abril S.Pulo. o de dilo
Cetra... 7dedilo. R. de J.. 75 de dito
P da- i> BltMIMA. AUDIaTJtClAH.
10 Se*. S. (llanda. I Mo de Orpki
11 Tere.S. Pablo. i2. e6. i 10 horai.
U Ouart. S. Jo.otti. I I. cr do civil.
13 uloi. S Pedro Re- S. e 6. ao melo-dla.
galado.
M arjt. S. Bonifacij.
15 Sab. Iildro Lavra-
dor.
16 l)om. 5. depolt da
P. S. Joo N.
tosenia.
'i. e 8. il I o borai.
i tarrido civil.
4. etabadotao melo-d
Jtaiaplo.
Tercase aabados.
iranilBii.
CreseeaU !, a l hora e 2o minuto i da t.
Chela > 11 at 6 borai e 4 mlautoi da tard.
Mlngoaote i I n, ai 0 hora c minuten) da I.
Nova i 19, aot 47 mlnuiot da ni
' ra/iifiiii mOJ
Prlmelra i 1 hora e minutos 18 da (arde.
Srgunda I e hora 41 minutos da manbai.
rtafiBit oi comio.
n. c Parahlba, it tegumdas icxtat-
randc-Ao-Hott,toda ai qnlatas-felras
elo da.
hum e Bonito, i I e 13.
fstta, e Flores, l3e5.
'ia.ii qulntas-felraa.
t, testal oa dlat. .
aoTioiaa aanAsroEiBAa.
Portugal II de Abril. Austria ..
Heipanba 10 de dita
Frasca... 8 de dito
Blgica... de dito
Italia.... 3 dedUo
Alfm.nha. 4de dito
Prottia ...J de dito
Dinamarca SO de Marco
Rutila... 31 de liiu |
Turqua.. 16 de dito Montevideo J1 de dito
de Abril,
Saina.... I dedito.
Suecla... 35 de Narco
Inglaterra 7 de Abril.
E.-Unldoi Stide Fevr
Mxico. .. 31 de Janr
California 2 de Marco
Chlll. 2 de Fevr.
Kuenoi-A. 6 de Marco
CAMBIO! DE U > MAIO.
Sobre Londres, a 27 a 27 '/, d.
> Parla, 3
> Lisboa,95 por cento.
TETABS.
Ouro.Oncaahripanholaa....:.:;":. 2q/000
Hoeda de 6/400 velhaa......... lBjot.0
> de liMOO nova.......... 16/(100
> de4/000................ 9/n o o
Prata.PataeOeibrailleiroi........... 1/Ir20
Peaot columDarioi............ 1/920
Dilna mriicanos........... ... 1/800
PAUTE OFFICIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE 1)0 DA 7 DE MAIO
DE 1862.
Ollicio Ao Exm. presiente do supremo
tribunal da just ca, transmiilindo a rospos-
ta dada pelo Juix de direito cLvcorrurca do
Pn-d'Alho, JoJo Paulo da Mirsmlt, i por
taria, que S. Exc. Iha remetteo por nlor-
vidaudo-as a pagar, as quitas quo deverem abertura da sesso.so pasao qua cond jtindo
ob ocna do sequestro; e proceda as demtis ello tambero o aeu cliente pra ser IWr de
. .. .___. __..-_ I... .a 1 .. .*. h!.*.m in.m.ni<.i..l lanliail .1 I. B I 11 II -
medio da presidencia.
HitoAo eommsmlo dts arrases,-oacBUju- anieadai.du com V. S. proste todos os ecla
nicando que, por tmmediata e imperial rn-
solucao de 7 doabnl ultimo, segundo cons-
tou de sviso de 16 do mosmo mez, mandou-
S8 passir para a lerceira classo o capcHilo
da reparlico ecclesiastiea do exercito,
Cbristovlo de Hollan la Cavalcanle, por a-
char-sa comp'ehendido nis disposicO'S do
art 2 So.' 1 da le n.260 de I de do-
zembro de .1841.-Igual communicicjlo se
fez theiouriiris de fszenda.
Dilo-.Ao mosmo, para mandar por om
liberdada o recruta Jlo Antonio de Lima,
por ter sido julgsdo incipaz do snrvico mi-
litar. Communicou-'i 10 chefo de polica
para fazor constar auloridade que o re
crutoo.
DitoAo comman'ltnte superior da guar
da nacional do municipio do lecife, diien
do que, com a dtclaraco que Sei o direc-
tor do arsenal de guerra, to ollicio d > hon-
tom. dej se acliarem recomidas aquelle
arsenal as seis armas que fdllavim para o
completo ds que havia rec -biiio no mesmo
arsenal o major commsn lauto interino do
4.* batalhflo da referida gu.rda nacion Antonio Rodrigues da Almoida, e Je J tr
dadosciencia disto aoius.ftctur d tinsou-
raria d-faienda. lica satofeiio oqu; S. S
requisitou em o floal de seu ollicio do 1/
do correte, ao qal arompanhou oulro do
ebefe da respectiva segunda legiHo.
DitoAo mis eclor d< thnouraria de fa-
zotida, remetteodo com copia do ollicio do
cotnmandanie do corro le polica o reque
rmenlo e ptpeia da divida, de que pede pa-
gamento o pharmaculico Joflo Soun, dos
medicamentos que vendeu ao cirurgio-mor
do mesmo coroo para apromptar a ambu-
lancia, que fui enviada para a comarca do
Pao-d'Alho em Janeiro desle anno, aflm de
que mandes lisfazeraosupplicanle a quen-
tia de 95/200 ris, em que, segundo a con-
la que remelle em dupplicata, importam os
referidos medicamentos.
DitoAo mesmo, transmitlin lo o requo
rimento de Jos Ferreira Loies Res, para
que, avista de sua informarlo, Iba matute
pagar a quantia de 36g000 res do aluguel
ao eavallo em que foi em diligencia a po-
voaclo da Gloria do Goit, o alferes quartel
mestre do 9 bata hjo d infantaria, Manoel
IVnvira da Fons-c 1 Lira.
DitoAo mesmo, communicando que o
desembargador dirlacSo desla provincia,
Francisco Joaquim Comes RiIicto, partici-
cipou da ci aJe de Machio que, tendo de
seguir para a corte a tomar assento na c-
mara dos depulados, no poda rexrss para aqu al odia II de abril ultimo, en
que se ndarSo os dnus mezes de liceni;a
quelhnforam coiicednlos Comniuncou-
seao Exm. piesdeute da m 1 na relago.
DiioAo mesmo, enviando por copia a
infortnaclo que ministrou o marechal com-
niandante dat armas acerca do reqiie'imen-
t>, que remeti, do Cuslavo Jo- de Vas-
dilixenciisque Ihe par^cerom convenientes
ao bom resultad > da arrecadaeflo, na con-
1.11 mida de da inslruccOes do llicsouro na-
cional e mais ordens do govemo imperial
dadas para a recebedoria da corte, azendo
proceder contra os remissos na forma dos
avisos de 19 de outubro de 1849 e 25 de a-
gosto de, isji.qie inclusos se Ihe enviam
por rnpd ; e Picando nutro sim na Intellt
gencii de que nesta dala se oflicia ao dito
juiz nujniclpal da segn la vara, para que.
gueo tbesoureiro desja arrenadacSo a dar
coalas perante atbesouraiia.-- Olcou-se
ao mesmo jniz,
Dito. Ao juiz de direito da commarca
de Florea diiendo flear inteirado polo seu
ollicio de 23 de fevereiro ultimo das pro-
videncias por S. me. da las a bem dos indios
da aldeia do Brejo dos Padres, e da conser-
vafBo das trras da mestna aldeia, e de-
clarando q .auto ao pedido que 8. me. fez
deumcapello para a refe 1 1 aldeia, que,
nSo Imvendo autorisacao para es.a despeza,
vai solicilal-a do govcnio imperial.
D.to. Ao director do arsenal do guerra
concedendo a aulorisacSo que S. rnc. pedio
para despender a quantia de 120,000 rs. com
a compra de 12 tonel.das decarvSo de po-
dra para continuacao dos trabalnos das of-
licinas lerceira de el isse do mesmo ar-
senal. Inteirou-se a lliesouraria de fa-
zenda.
Dito A lliesouraria da (azenda pro-
vine al para que informe se- os collec-
tores lein feto sms entradas nos lem-
pos marcados pelos regulamentos, e quati-
.lo alguns estejam em falta, remeta urna
rrlacSo dell -s com designacSo da demora
avids da sua parte em recullicr o producto
da sua arrecad .cJo.e bem ssum se o solic -
fado' provincial recebo d^s part-sa impor-
tancia das dividas por quo sao accionadas
para recolher ao cofre d'aquella lliesoura-
ria, nesse caco, que aulorisacao leve para
isso, e se est e n da com as entradas des-
Ses dinheiros, ficando na uielli que s podem recober dinheiros, para rrco-
Iner ao cofre, os'empregadoj que. para isso,
forem destinados, estando devidamenlea-
liancadog.
Dito. Ao commante do corpo de polica
dizendo em resposta ao s--u o|Jco de hoje,
que o capito Manoel Anlo.iio Martina l'e-
reira enlrou nesia data no ejercicio de a-
judante de ordens da presidencia, que fora
interromnido pela sua estada naassembla
provincial, [icando exonerado do mesmo
exercicioo alferes SeDastiSo Antonio do Re-
g Barros.
Dilo-Ao engenhero director das obras
oublieas para fazer apromptar com urgen-
cia duas chaves e bica de que trata o olli-
cio, que remelle por copia do delegado do
termo de Olinla.Communicou-se ao ene-
fe de polica.
DiloAo delegado do nrimeiro dislricto
losle termo pira que, em onservancia das
leis, passe a examinar os assentos das pr-
sOs inclusive a do quarlel do corpo do po-
lica, emorlem a nao consentir, que ues-
tes existam presos sem cuija formada, di-
n-indo s as auiori ladesque liverem deter-
minado a ileiene in desses individuos, para
prestarem as precisas informa^es, cerca
dos que nesses assentos n3o esliverem com
a ola do processados; do son que se co-
um criis inafllancavrl, vollou ila casa on-
de sempre m arrancha, junio a cadeia, com
o seu rosinho I. Taire quo di outra
sess.io dos jurados, que m'e dissa o escrirlo
foi marcada para o da 7 de junhe, nSo se
desenvolva tanta prolecc&o aos criminosos.
Podemos tomar rasa medida extraordinaria
do Juiz de direito, como um appello ao bom
tenso dos juizes de facto.
Em o dia primeiro desle mez deu o nosso
devocBo do mez Mt-
coidjutor principio a
tiiniio na groja do Rosario, o qual foi asss
recjnrviitos que Ihe forem exigidos, OBtf-' apptaorltio jIb Teapora em toffitUo-dox^
de singue; 6 bem que tem ni Jo este mal
i-ui decresc ment, aparecom seus casos de
morte, e lalvez que sejam ellas devdis a
falta de facultativos.
A polica d'aqui pouco tem trabalhado ;
mais actividade lem havido .ni povoscao da
Gloria, onde no ha auloridade, esl p lu-
gar entregue aos cuidados do commandanlo
do destacamento, qu me consta tem orocu-
rado capturar os delinquenies, e anda a se-
mana pissada iHiviou uara aqu tres crimi-
nosos, que v3o ser proc saadot : nloobs-
tante pin om, so me no falta a menora, nu
dia 2 do corrente deramali um tiro n'um
individuo, que o deixaram por morto.
Esquecia-me de dizer a V.Mc. que tem da-
do que fazer por aqui a nossa correspon-
dencia, e mullas conjecturas se hSo feto
sobrequem seja o eogracado ou vadio, qje
se oceupa nessas niohariss que Ihe vou
contando, e V. Me. as julga dignas de sua
folha : alguem altribue a Pedro, outros a
Paulo, e Ja nouve quom suspeilasse que he
esle seu criado que se chama Marlinho no
entanto como nada sabeai de cen, e nem
he possivel sabe-lo, porque eu s e.icrevo
da meia nouio para o oi<,ho reles me observam, quero po-lo sobro aviso
para que porahi elles nDo descubram o 110-
ticiador do Pao d'Alho. Saiba que no mato
o i> .< im-iri's ne quem decide todas as con-
tenda, e eu nao quero comigo ofervet o-
pus.
Ainda aproveito a boa occasiSo pira con-
tar-lhe urna coisinha, quesera bom saber.
O juiz de direito quando aqui chegou,tomou
a casa do Dr. juiz municipal, e ah esleve
hospe lado, roas bontem quando menos se
esperava, pissou-se para a casa do reveren-
do vigario: euespautei-roe dessa mudan-
za e cneguei 1 altribui-la a alguma desavan-
ca ; tratei logo de endigar sobre o caso, e
soube enlSo que o verdaleiro molivo foi
uo se ter o Dr. J0S0 Paulo daJo li-m com
a frieza da casa, e receiar que com a couli-
nuicfio do invern nSo Ihe repetase urna
dor quo uo anno passadoo poz as poitas da
morte; sej porein qual fur o n.olivo da
mudanca, eu entendo que elle obroucom
accerto, porque nao con vom que dous jui-
zes moran n'uma mesma casa, mormeole
teudo o juiz de direito de liscalisur os acios
do juiz municipal. Adeus at outra vez se
V. Me. quizer aturar miuhas ioiporlenen-
cas.
a-
.do os Vai embarcar'to'ba a pagar ou-
6 por cont, como se elles fossemde
'ucefio d'ella. porque nflo ha.ou polo me-
ore nio tem admiltido, um meio de se
pair 01 gneros d'essi dos d'eata no aoto
mbarque, resultando d'ahi alem de ou-
vexames ao productor indispensavris
a boa liscalisaoUo dos direitos, umi du-
la d'ettes nos gneros d'esla. provincia.,
mra perda de nossos agricultores, que
alf encnnlram lies dilliculJades,eprejuizos,
eiqui um monopoliohorrivel.
fpr rezes tem a aasembla d'esta provin-
cia querido abrir mBosdoa direitos de seus
gr.f.'oios do proJuctflo para easa provincia
oxportados, o outras agencias que ah hou-
veram qoasi ques persuadlam a isso pela
exigua cifra que arracada 01; mis a actual
tem mostrado que um tal rendimento he
muito importante, visto que orea quasl 1
1:700,000 rs. mencaes como vi em um map-
pa do relatorio deS. Ex. para ser dispresa-
do por una provincia, cujos rendimeoios
sflotao exiguos, en proveit 1 de outra, a
qual no (alta riqueza e meios.
Ja v pois que pan esta provincia nao per-
der aquelle rendimento ve-se na dolorosa
necessidade de acerar a sua agricultura com
o imposlodemiis de vinte cornos de ris,
em lano o'ca a duplcala de direitos pro-
vinciaes, que ahi ella paga.
Que.- pois a assembla obCerde quero com-
peltentc for, um remedio que me nSo pirece
mui dillicil, a esse mal, que surrateiramen-
te nos vai prejudicando, e se tal conseguir
tem feito nflo pequeo benilicio provincia.
Afora esia ainda n3o incetou quesUo 1111-
K. com molla graca,
Buicou o prente,
Cavallo ingente,
Monaieur cachaca.
' Oliendo entSo :
Vai ineu cavallinbo,
Levar rec'a'dioho
Do Elitarnaco. a
vivas oCoracSo da Santsima Virgero Ma-
ra, e cnticos anlogos ao objecto etc. etc.
Tem havido grande coiicirroncia de devo-
tos, mormenle mulheres, que logo 4 meia
noite abaodonam suas casas, para irrm a
igreja rasar, emquanto pela madrugada che-
ga o nosso bom padre, que cniao Ihes ex-
plica as virtudes da Virgem Mara, e celebra
a Sania missa.
Oxala que todo esse povo, que concorre
diariamenle a igreja, fosse animado do es-
pirito religioso.e procurasse ali aprender os
preceitos divinos, e do caridadn. outra
cous porm ha succedido; muilos conhe-
e 1 eu que s ao ao mez Mariano para mur-
muraren! da casada, o da soltcira, e fallarem
da vida alheia.oulros pralicamaccOes e gas-
tos indecentes, e des'espeitosos do lugar
sagrado, onde Be acham, e que deveriam
antes venerar, e acatar; e muilos outros vao
nicamente por cunosidade : o caso he que
a concarrencia ao mez Mariano he extraor-
dinaria, anda as madrugadas de copiozas
churas, e o nosso devoto coadjutor ost com
grande accaiticSo para o povo. E por fal-
lar no coadjutor cabe aqui lamentara des-
la r moma que appareceu eotre elle e o vige-
rio da freguezia e que ha dias a esta parte
lem tomado grande incremento, a ponto de
j n8o ser chamado o coadjutor ios deveres
de sen oigo- .remos com a chegad* do cirreio se tem n no dtslricto de S.Joae e S. Pedro, .0
Naocessuuaindaaipedemiadasoumhra havido algum dcsfaminto d* pclle pelo in- delegado do termo de Pajeu\ tro vista de
,. i.m hi.tri m.i lerinr. l fes documentos o governo reinlegrou a
nigala de Antonio Padre, e Padre J0S0.
Confossolhe, que quando tal li obstupui
stelerunlquo comce.et vox faucjbus ho.it
Julguei estar lendo urna desss lulas a tolo
o trance de D. FloldSo com o taftan do almi-
rante BalalSo, na quil a escolta represen-
lava mouros e chriataos, que boqui-abertas
estavam em pasmaceira peioa trovejantes
golpes barateados pelos dous campeos.
Tem multa poesa o meu amigo t..
D-pois que os espirltos, alterados por
aquella leitura, se me reitabeleceram, pro-
curci saber, que historia era aquella, e eo-
lio um amigo muito entendido da poltica
me disse. No anno passado Jos Leandro,
que aqu para no*, nflo be muito lino, vnio
esta cidade o fe"z urna calilinaria ao'go- Wdn um ontre.quetnairdo qu tuv
verno co.itra Jos Quintilio, subdelegado do
dlstricto do Congo, termo de S. Jo3o, por-
que aquelle Ihe nSo deixava obrar tantas
e quanlas gonlilrzas queria; e fez inserir
no Argos a mesma calilinarii. O governo
propenso 1 aeveridade como he, mandou
que o chefo de polioia ouvisse as testemu-
nhas que, Jos Leandro dizia ter trazido para
provar os fados criminosos por elle alle-
gados.
NSo sei o que por l houve, s sim que
seespalhoo, que as testeminhas otTerecidas
por Jos Leandro como de vista, o algumas
como victimas do Qintilio, ne>(aram uns
os fac'.os-,e disseram que liuham ouvido ou-
tros. O goverpo baldo de provas contra,
mas urgido de orna grave accusac,ao man-
dou suspender Jos Qintilio. Este imme-
diatamente desee do sertao, munido de do-
cumentos de (amaras, de pessoas gradas,
certidOes, mil ira:'i Iludas, o com elles n3o
portante: Veremos para diante
Hoje tem do desculir-siaresposlada com-1 desmascirou Jos Leandro, como provou
misal ao Exm. presidente,^ crio qno pas- que elle e seu irmao Antonio Padre conser-
O burro aolta um rincho, enteaaorelhat,
Patife, Ihe dii, tabe a quem falla ?
Sue II..llanda, nao pen.es, he canalha,
un com ligo que eu corra parelkaa :
Tem fome? Abre a bocea, dou-le palhas,
Da mulla que aqui tenbo p'ra racao,
Mal nao falki no tal F.ncaruacao, ^ r
sari em perfeila calma.
Nada corra ainda da lerceira comarca, mas
hoje deve ebegar d'ali o correio, e trazar-
nos noticias.
vavam um grupo do assassinus com quo li-
nhim commettido varios crimes, e mata r-
cenle um pelo qual vinha urna precatona
do juiz municipal de Hian.' requisitandoa
la noticias. -, 1 -*#-----"---------r-; -.-------- ------------ .
Oilhmgi parecero estar em repouso ; ve- prisSo daquelles individuos," que se acha
" J ...... ., i ...1 .. I C I ., ., n U U.ilrn !<
A cmara municipal depois do parto la-'subdelegada a Antonio Quiulilio, quo fe
boriso de que Ine dei noticia, que ainda. impimir sua defesa nesia provincia, ale
naopou os sicristaes, nao disdentou osjhoje sem resposla, e recommendou-ine a
caes, nem milnorou os lencoes da carne, e captura, e dUamtudOI criminosos dodis-
nom nos livrou do risco de ingolir um fa-it'icto do Congo.
Ihadaalgomojso, macerado pelo machado O delegado de Pajeu manda a precatona
do croioeiro, e menos nos livron doscos-!odo dislricto de S. Jos e b. Pedro, mas
muearnis das font'S publicas, eotl em dis- e1. prolecior de Jos Leaodro o seu mano,
carteo, como galinha velha.com grave oOen-jdovolve Ih'a com urna catilinana conlra as
<;a de nosso olphato, e incommodo) de nos-1 uiondades do termo de S. Joflo, na qual
sos pez, que estam muito invrjosos do mi-cita saccusatfles do Argos contra o Anto-
Iboramento escripto as posturas, que tivo-jO'o Qintilio, que molitou o olTicio do go-
Parahiba, lOde malo de 1852.
Co ilinnou al aiu'lioiiie-n a nussa assem-
bla provincial sem a m -nr novitade. Oc-
coecellos, pe lindo o pagamento di aluguel :nhenca, si o fura m depois de presos, ouse
de daos cav.llos que foram empregados na'esiao detidos som processo com inraccao
conduefio de armamento da villa do Pao- das leis.
d'Alho para esla capital, fim deque man- Dito-Ao procuralor fiscal da lliesouraria
deS. 8. pagar 10 supplicnlo a quintia de da fazenda provincial dizendo. que, para
4/800 ris por que fui contratado o referid > dar soluc3o ao pedido, que Stic, fez, da au-
aluguel, sguudo consta do ollicio, que torisacao precisa para aquella thesourana
tambem rem-te, do commandante do des- despender a quantia de 784,500 rs. com o
tacaroenlo u'aqulla villa. pagamonto da cisa-correspondente ao preco
D toAo mesmo, int- irand i-o de haver, da adjudicafao dos bens de lolo Bapiisla
de conformidtde com a sui informado, Pcreira Lobo mesma lliesouraria, cumpre
appruvado ocontratoque prelende f-zer o que Smc. informe se ja foi feita a diligen-
B-ilJado do 9* bat.lhao de infaniaria, An- cia do serem postos em praca os bens de que
dr Cursino Pereira, para continuar no ser- se Irata. pelo valor da adjudicado
Vif;0 do exercito por mais oito IIIIIO, e re- ^ajajHWaaaa^Baaaa,.aaBaa^aBnpiaBi
commendando que iii'ii'e abonar ai mes- INTERIOR
mo soldado, na forma d o premio de 200/000 que lho foi propusto fc r
pelo marechal commandante das arn.s.- COHRESPUNDENCUS DO DIARIO DE PER-
Communicou-se ao referido marechal NAMBUCO.
Dito Ao mesmo, remitiendo copia do po d Albo 9 do maiode 1850.
aviso do ministerio di justics, do 6 de abril Na minha ultima q ue Ihe escrevi.promolu
ultimo, communicando haver-se solicitado infurma-lo do resultado dus trabplhos dos
do minislerio da fazenda o augmoulo da jura los, mas como salisf-zer a essa promes-
quanlia de 5 500000 risno croiilo aberto sa, se fui djssolvido o jury log.i no da da
a esla provincia no crrenle exercicio para sua abertura ? .' No me souberam bem d-
as despezas com juslicas de primeira ios- zero motivo desemelhinte deiiberacBo do _.
,ancjt Dr. Juiz de direito, oque me idirmam ho cupa-a urna q .est o b Stnie importanl
Dito Ao mesmo. A viati da relacao que o preaidenle do jury oQiciou a S. Exc. a o.1 nossos sennores deengenho, quo o j pe-
que veiojuolaaoseu orticio de 7 de novem- o b'. presidente da provincia, dando conta |llooalidada de seus praJios.ou convidado.
bro do anuo paisa lo, combinada
ora sa Ihe remelle, enviada pelo
deti'men'Vn ^ a'ir.^er.bsolvicao, ficram mamados, e Vine... Sabe Vmc. quoellfls tem de p.g.r
ilZ^Mpwtotd.. pessoas quo lem a- na cade... O mellior de toda esa. brea Toi DO acto da entrad, do taes geoeroi .0 agen
UU.^\Vr'iems^ voier.com declara->.r Jos Scveriuo el. Inealh.r, e galhofar de te fiscal d'esla pro,, oca os 6 por cento de
^a:^sg ^x^zz^z:=,i !:;tra;rgs
FOLIIETIHI. .
flENRlQlJEIV EO LASQLEiXET*
( pon GUSTAVO CHADEVIL.)
III.
O comedor ile aloyo, o mordtmo e opreluile.
O conde Franciaco Grammont de La Toar,
como todoi oa otficiaei superiores do eiercito
real, tloba-ie oloj-do fra dai n iocheirai, on-
de liiilia podido, Uto br, havia lan;ado l'ra,
proprielario
7 de novem- o v. presidente da provincia, dando conta la localidado de seus trenos, oa cooviuauu
a com a que do seu procedimento inesperado, e O que 'pela melnora do mre*du,ou|piraso diacap-
1 juiz muiii- lambem Ihe assevero he que os taes >cA-_ tivaren do monopolio d'esla cidade, vio
iver'ser-mo Ao, que se vioram entregar contando com*| procurar venda a aeu assucar n'essa pro-
. > 1 ..__ r. _________b J I ulna.a C ^ I..-. lf mk ,..11 I I n j lam An iba *> >
ram os outros trez sentidos corporaes: E os
senhores llscacs i' Oh I esses estam ero le-
thargo poscindo bacalho podre nosbaixos
do Varadouro com anzoea de manteiga rao-
fosa e isca de carne empestada.
Durm.i a cmara n fiscies,
Ditos 1 somno profundo,
Cera a ehelpa vir, o cofre,
1 e h, se quer, todo o mundo
A salubridada nao em mi, gracia 1 Dos,
qua nos deu to h un clima, e a murtal id 1 -
da tem diminu lo.
O numero 88 do meu amigo Argos sahio
lepi lo e brilhanle. A' muito qua o uo veju
tffn no trinque, bero mostra que estovo no
loilel'i quasi quinze das, e se uo mais, sem
nos dar um ar de sus graca.
Se me n3o obrigira a chronica, que ince-
tei esquecena aquello cavslleiro, puislem
cessado conmigo sua corraspoodencia fuao
sei que agulha farrugenla est entre nos).
mas cuno he sensivel perder assim do p
pan s mSo, urna boa amizade, e lambem,
como disse, pela necessidade chronica, le-
nho de incetar com elle, ou sobre elle, urna
verno desta provincia, que o Argos m ind
ler e admirar!!.'
Jos Leendro e seu mano regressam ao
Congo, sem dunda, para lomarem vingan-
ca de Qintilio; este aproveila a occasiao
de prende-los pelo crime, que motivou a
precatoria, Antonio Padre resiste apenas
sent a escolta, mala Padre Jo3o, cunhado
do Antonio Qintilio, o lamliem morre en
resistencia !! V.i. o cadareo, ou esqueleto do
romance trgico cmalo pelo Argos, sobo
titulo Antonio Padre o Paire Joao-oua
lula di dous padres som ordensque nao
lie mais do que a mesma noticia, que, mal
informado, Ihe dei cui urna das miuhas ul-
timas.
Contina o meu amigo con um artigo
sem nomo, em que diz, que um alio fnuc-
cionario da provincia tem mandado contra
Miguel Pereira urna escolla composta de
come brasas, rasga-mundo, co'la-venlo, estra-
gtalbardai. concerla-osso, estrompa nuvens,
c prega-denles, e diz elle, quo com tal gen-
la (lio pena Ij a policia se desacredita, assim
como o governo, a quem atlribuem xlguns,
mas o Argos uo er, 13o infeliz lembrancA
Sabe Vmc. porque lodos aquelles mlse-
raveis estao assim chrismados? He porque,
em obediencia s autoridades, foram pren-
Aqui Andou-ie a falla ao burro; mas Mr.
Tres voltai lauto o lanibeu, que nao l Ifvou
o Encarnaco nawlla ate o tbrono do Todo-
Poderoso, confio voltou com uro anjo naa ancaa,
c promriirii-llie ajuda-lo Das compilacdea. O
reauliado foi, continua o Mr. flcar a asiera-
bla accommodada, quando todos te prepara-
viin para a lucia, e o nono Locaa arin ler
ainarello e nem venuelhi) ; uolca verdade, que
m ludo diaie o Mr. puis com elfeito prete-
me, que aquelle senhor por querer aer ludo
nuaca ful nada.
Kis aqui, pouco maiiou menoi, como aquel-
le amigo conta com Unta graca a proclamacao
do preaidenle da aiiemblea, que to laalpida*.
mente Ihe redi i. Cada um para o que natceu.
Continua, ou perora o Aros com um artigo
conlra o tecretarlo do governo por ter fumado
um charuto no corredor da assembl'a.ciiiquan-
lo S. Exc. lia o relatorio. Tem malta raso o
Argot, e uao tei como le cuminette um aacrlle-
gio dcaie quilate impunemente. He mil vezea
peior do que malar um bomem,porque ai veiei
la le mata por carid-.de inaa fumar, nao me
consta, que j sr zene por caridade, a nao aer
um charuto filado, que oulroa chamam de meia
cara e aluda nesle caso he bem mo coa-
turne.
Encoinmendar asthn ai hnnrada ventas dot
bonradlssimos espides do Argos, qne te iniro-
ineilem ale nos grupos de amlgoi para ver
quem ruma um charuto, ou quem toma urna
pitada 1 He multo, inulto, e mullo, Sr. tecreta-
rlo c receba a licao.
Tenbo ildo boje nm pouco mac'nte : mas le-
1I1 1 pacloucia, que nem lodos oa dial sao
tantos.
Teve ante-hontem lugar um sarao ofierecldo
por alguna qeputadoi ao prndente, nao co-
mo preildente, mas lim como amigo. Nin
foi explendido, e nem era possivel se-lo,
nal eneve tofl'rivel. ()j convites no foram
geraes, porm coube-me um, que me fez
quebrar o meu propoaito, pelo que fui bem
punido, nao porque vollaaae apalxoaado, maa
porque aasisli ai dfapedida de dous jovent
com quem syiopatisava por Iiiformacdet, e que
00a deixaram. e ella me pos bastante macam-
huzio. J nao sirvo para acloa triaiei, poia ca-
lou com oa ervos muito fracos.
llera qulsera dar-lhe um abraco, 111:11 tlve
vergonha de arranha-loi com o meu coracao, e
se tiles lerein ealaa liohat, aaibain que aqui
lia um jareta, que muito Ihei quer, e que fi-
cou racnado de taiidadet.
Devo diier-lhe que o Lult do Reg Brrelo,
que em uutra llie diaae eatar sello pelo decre-
to de amninia, aiuda o nao foi por eitar inuilo
antes da revolta, proceaado por crime mi -
fiancavel.
I'aala, Saudc e gordura.
lam i.ii|iiL.iii u .aijjaaaaaaajai
-JeJ?
PERNAMBUCO
pequea discussSo.
Traz aquelle numero como frontispicio!der o Nevo, mano Je Sanios Leal, eum dos
soba epigraphe Leit-se e admire-se! -J ooodemuadoi pelo homicidio Jo infeliz Dr.
um ollicio do governo desta para essa pro-n'rajano, be porque n.oso constituinics, o
viocia, e eu por maisque li, nSo achei de I nem iraveisosdo senso. Eis o porque Ibes
quo me admirar, salvosea attencao he cha-jd3o ues noines de auliga c.vallara an-
iada para um tpico do' mesmo efTeito. Quo I danto.
contra Antonio Qintilio recebou apresi-j Traz mais um arligo de intriga, do qual
dencia no anno passado urna grave arcusa-1 nada dire, porque he materia em qne ornan
co pela qual lu immeJiatamenie suspeo-jamigo falla ex-professo.
__ |T| iervico7 Franca e Navarra rcipondeu locareui a Ierra, experimeniarei a meu priar, a
Ueaulreillla erguendo con) urna inao resoluta a irresi.nvel neceaaidadc de o etmag.r como a
' aldraha da pona. um animal venenoso que elle he.
O toldado conlinuou a pastear sem faier por Eulao Mabon para te ler em seu programma,
mal lempo obstculos aoi prujeclot do laaquc- pe^ou oa dous iniquelelet na altura dot rlnl,
net, o qual levara alm dlslo, elmo na cabeca e pelat corrcias de couro dos aeui calfdei, e er-
viaeira calada, toda ai inslgniai de sua grada- guenfe 01 da Ierra, lem o consultar, os leve
cao. A pona te abri e fecbou-ac sobre elle 1 unidos no ar a dei pei de altura,
1" O criado do conde que o linha iolroduxido, \ Vos nao locan inaia na ierra, lhet dille
chamava-ie Mabon. Era alio quan de tele pi elle, e voisas pernal nao voi 11:111 mal em p.
e cabelludo como um urto. Tiulia ai facet 01- Porlaoto lem terdea perjuros, pdela dar-vot
ludas, cabrllus cipeisos, temelbanlea t cerdas dame de mioi o sculo da reconciliacad.
de mu lco : bracoa que desclain al oa joellioi Os dous bandidos ie abra;arain. alahon 01
c pea Chalos. Debalso de aua nelle am.11 rilada, tornou a por docemenle em leu lugar retpecii-
viam.se abundantea veas enirela^ar-sc como vo, mostrando-lhet aeut trltna c dous deule
as malhas de nina rede. Sua furca era prodl- no inelode um rir ulymplco. 'Agora, o futuro
gion e para prova della baila cilardoui caein- nol dir ae elle le tervla bein ou nial de aua
r. collocar-ac -em iru lugar, o proprielario ploi: urna vez que eslava a cavallo, e o animal forca, e ie (o que acontece inultas veteara
Srha*ii.C.queconvinliamelaoraoseutervl- recusara aallar um fosso que ai agoaa da ebuva Iguoea casos) loda a aua lnlclllgencia eilava
eo. Por consrguiotc oceupava urna linda cali- linbam cavado no camloho, elle ape.u-ae aem e MMfctafM.
l\ iiha calada, construida enlre doui iardlni. Cor- te perturbar, carregou noi hombro! a aua ca- Mal volleinoi a eaureillli.
' ,me,"oobo.lodequeh.viadepojadodou. valgadur. e atravc.aou lem o menor e.fo.fo a Teu amo ? p.rguolou elle ao entrar a cale
.rlhoi cuia fillia pre.a por elle i forca, linha pequea valla. Oulra vea queilionando doui eslrauho personagein.
ido no outro da, lem que nlnguem te aire vase iniquelelet, lomados de violto, em sua presen- 1 Monienhor aahlo. rcipoodeu o gigante
adueroporque.pedl aoi-enaorepouioeler- ta, procurou primeirainente, por lodotoi inelot com urna certa healtacao.
o, lalvezmben o icgredo de an] deibonra. oratorios, rrconcllia-los. 1 PH bem I eu o esperan!, dille Salnt-
maieulinellaarmadadeuiaiaalabardaguar- Ob I dlateao que eaiavaa tua dirella, am- Bieul laucando-se decididamente lobre urna
dava nolie e da a eulrada principal da caiinhi, bol vi tendel rasa ; d a tua inao ao teu com- cadelra.
e a nrohlbl'"' ... O gigante deliou-o ao epa.sou-.e par. urna
.....m (omindo na noile d da asslgnado NSo! pelo dlabo! reipoodeu o Bohemio, .ala contigua a em que te achara o conde.
nr|..i .conieclsnentos nuc precdelo, nomo- quitera, antea que fazer lito, ter expolio nu ao Monaenhor, lue dille elle, o laaqueoet ao
nenio euwmc .a nti ulnas percorrlaiu o cam- sol, untado de mel para aer mordido pelas moa- qual eu diaae que cslavi-is ausente, aentou-te
po piraproleger o ion.no da. tropas, Saint- ca; porlanlo emquanto llver forfa para ter- do oulto l.do para vos eiperar. Que devo fa-
Rieul-lleautitiln anreientou-se no domicilio me em p, nada me impedir de o aborrecer, xer?
d conoe apreacu. u E lu, Necroman, rcpllcou Mabon, rollan- Del.a-q por Deoa I e sem dar urna pala-
do-aepara odaeiquerda, recuiai igualmente rradeinals, o conde deaplo peca por peca de
dar a tua inao? iua armadura para tomar um traje Igual ao de
Sim, reir iau! emquanto mus pl Bcautreillls. *
do conde.
Para onde vai, perguntou a sentintlla.
(*) ride o Diario n. 1.07.
so, mas elle 'uifiycou-ie victoriosamente, ea
presidencia convencen se de que a intriga fi-
zara leceraquella peca, intriga qne moli-
vou tambem as aecusaco-s do Anio>, a que
se refere o dito subdelegado de S. Jos S.
Podro; e S. Exe o ignora qual o crdito
que taes pecas merecen em um pais, cm que
a liberdade de imprenso tem degenerado em
licenra ; mas sinda assim, digo eu, urna
tal a'-sor co de S Exc. uo admira a quem,
como eu, team li Jo o Argos, e sentido quan-
to penelrsm seus agudos denles, e quanto
podem s.'us gonzos queixaes.
Sob o tituloArgos Parahybano conli
na elle com urna naturia mereocona, e
horrivel; horrivel mosmo para elle, que es-
ta acostumsdo a ser horrivel; a ver, plano-
jar, executar, inmente bom etitendido.cou-
sashorribilissimas. Nada menos importa o
episodio do que urna historia da Juta encar-
Seguc-39 um artigo Assembli Provin-
cialem pross e verso. Oh Aquillo he
verla lena pechincha. Mr. Ires voltas,
Afrouxa o talim
E com nio de marllm
Toca ti Huilln
Do aeubor Chrispim.
Nao pense, que a poesa he mlnha i he geul-
na, e ligllima lllha do tal Mr que ernpoeaia,
e instrumenloa de topro, sabe onde tem al
venial.
Naquelle artigo refere o Mr. com inulta gra-
ca quanto ae podera piinr,na assembla, se
lora composta de Tambiatatas e Silouiai, e at
o..al novo Milln, iuvocuu um anjo para acom*
modar o barulho, pois elle j nopodia cun ot
Jundil/ios crcpitoMtet de alguut vlsluho!.
K.iuu como elle, Mahou / perguulvu ao
gigante.
Exactamente, monaenbor; nicamente
elle traz cata noile uina citncira.
De que cor?
Branca.
O conde abri um babu.no qual eacolheu um
penacho branco, que-elle ineaino pot em aeu
capacete.
E agora ?
He para qualquer enganar-ae, monaenhor
Um sor riso deaalUfaco maligna dealisou-i
pelos labiol do oppde, o qual aahlo tem rumor,
depois de ter feiln em vox baixa, algumat rc-
coininendacdet a M ilion. Elle caminhou du-
rante una hora, evitando com cuidado lodo!
01 pullos e palmillas,al que chegou a um bm-
quetlnbo que ficava defrontc da porta de Santo
Antonio. Abi parou para laucar tuasviilatni
obteuridade.
liooi 1 murmurou elle, nfio vejo nada.
Deftou-ie debrucos no chao e applicou o ouvi-
do contra a trra:
Nem um rumor! dille elle. E levantan-
do-te, encainluhou-se para 01 fotsut da cidade
por um lugar onde te erguia uiua pidra, lobre
a qual eslava una cruz. Elle teotou-ie na pc-
dra, e encosiou at coalas no fuile da cruz.
Esta maoobra era sem duvlda um ilgoal, por
je ouvio-ae logo um andar de rojo no fuaio.
111 bomein eolao eicapan lo por entre a perva
como um reptil, approximou-sc do conde e Ihe
diaae:
Bearnl
Ao bosque/ reipondeu Grammont.
O bomein deiapparecea na malta de arvorca
de que j lemoi fallado. Depois deite appare-
ceu um oulro, penando com ai ineiinai pre-
Triliunal do commercio. .
ESTATUTOS DO BANCO DK PERNAMBUCO.
' '.'..iiMiii.e'.i. do n. 105 )
Art. 53. O gerente lera a aeu cargo a Ihe*
souraria do banco, e podei nomear, aob sua
rcapousabilidade, os liis de que necesailar.
O fundos, queno estiverem emgyro, terao
guardados cmuin cofre separado, fecnado com
tres cbavei. una dasquaet ser guardada pelo
gerente, e ai outrai por cada um dos dous di-
rectoral de sem am.
Art. ai. O gerente lera cm compeniaco
de aen trabalho e respoosabilidade, assim co-
mo, para retribuir o leu fiel, urna comisio de
cinco por cento, depoii de retirado o fundo de
reserva, sobre o produelo liquido.
O aervico doi membros da direccao he gra-
tuito.
Arl. 55. O gerente nao pode negociar pot
conta proprla, ou euaprrgar.ieeii qualquer ou-
Iro servico durante o lempo em que exercet
esse cargo.
TITULO 7.
Das opiracu'ci do banco.
cauedes, pronunciando as incamai palavras, oh-
tendoa mesma resposla c indo por sua vez rcu-
oir-ae ao primeiro. Deale modo, paiiaram vio-
le e dous. O conde seguio o ultimo. Todos o
esperavam, reunidos em una clarelra*
Entre eitei vinte e doui horneo!. I1.1vi.un tre
que pareciam ler tobre teus camaradas loda a
influencia que d o habito do comuiando. Kl les
dispoieram icus desenove ajudantrt como urna
cinta v|va ao ce ine., depois elles mesn.-, lendo lomado eatai
diiposict'S, 1 ol 11.1111 para a clarelia onde os
esperava o coude. Grammont lhet dille, com
urna voz 111-111 dei iil 1 pela viselra de ac que
abafava las palavraa.
-. Ainda que teja cata a primeira vea que me
aprsenlo a vos, para dar-vos um penhor de
luha le.il.l ule, vou logo dlzer-vos o meu nu-
me, poit que j sei otvosaoi; folgo de lornar-
not aailui solidarios; marcbareiiios enlo com
111:01 legurauca para o lim que a assoclaco le
propde. Chamo-me Joao *aalnt-Rieul Ueau-
ireillls, e como vedes tou legando tenenlc de
latquenett.
Multo bem! mutto'bein! ...
O conde Grammont conlinuou.
Sbela, porque nao be mrr uiysterlo para
nlnguem, que depon d'ainanha pela iiiaiihaa,
a quatro horas, o traidor Brlaaac dere, ae ine
norugano, na amencia de Miyenna, entregar
ao tlearnez al charri da cidade.
Sim alml
Pois beml coorem que d'aqui ale l o
Bearncz, elle reixlnb'o do acato, leuba deixado
por aua morle um aucecaaor ao Ihrono de Na-
varra que elle poiiuc, e urna vaga ao Ihrono
de Prauca que elle ambiciona.
Art. 56. As operaedes do banco serao as
seguimet:
I Descontar letras de cambio e da trra,
que tiverem pelo ineuos dual tirinas de reco-
nhecido crdito, dai quaet una, em Indo caso,
ser de peaioa residente nena cidade, c
condecida peloi directoral.
I. Descornar tullirles da AII" iinlii; i, e quas-
quer outros ttulos do governo, pagaveit em
prato lixo.
a. Empreilar dinhelro lobre penhore de
prala, ouro bullanles, medanle at came-
la, marcada! nol art, 60 e 63.
1. Emprestar ubre apollen da divida publi-
ca, da Couipanbla de Beblrlbc, de outra qual-
quer acreditada, c do proprlo banco valor que
nao exceda de 60 a 70 por cento do preco que
citas tiverem no mercado, pela forma que con
vier dlreccio.
5. Empreilar por mel de letras at Ircs
meiet mprorogavrls, lobre eneros nao coi -
ruplivefa depositados em armazeni allandega-
li.n alinelo euibaracado acollieu esta Btugu-
I ir declaraco.
'I'en.les por acaso medo? dlne o conde, a
quem este silencio locommodava.
Nao/ disseram tre voiei.
Sou eu, alm disto, prosegulo o coude. tou
eu JtiSo Salut Rleul Beautreillli que me cncar-
rego de abrir ena viga e esta tuccetio. Meu
lu.k." he bulante leguro parauma tal einpre-
i', e tenbo em alguma parte drbaixo de minha
cola de malhai uina lamina de Damasco, que
sabe seuiprc, mcaino enlre o tecido de urna cola
de malhas, acbar teguratnente o camluho do
iMiac.i... Eii-aqu a miaba larefa.
Um murmurio vago e Inexprimivcl le aica-
pou da garganta do auditorio.
<- Agora, conlinuou o conde, designemos a
rona.
Tu, Jaquel Lepc, juras atiaislnar, ama-
nhaa a noile nelaa nove horas, em qualquer
parle onde esllver, o principal chefe do exarcl-
lo? Tenbo deaignado Mr. de Turenne.
-- Juro-o! dltte'^cpe.
A li, Pedro Baieleur, proseguio o conde,
como la nio treme nene momento, abando-
no.te um velho que le nao defender) tu ahi-
teras no mesmo instante com um tiro do leu
arcahur, o orgulho do teu eapilao, Mr. de La
Vrillre.
EuoJufo! pronuncionPedro Batcleur.
-. Tu, Joao Mna^er, concluio o conde dcalg-
nando le ultimo com o dedo, lu enviaras,
leinpre a meima hora, uma fleta de la blta,
ao pelto de Ana cu'Aoglurc, conde de Givry.
Eu o Juro! disic por tua veiJoo Menager.
Quanto aot detanove homeni que not guar-
dain, terio lambem teu trabalho iccundario,
he verdade, porm ulli. Elles se derramaro
ILEGIVEL
| MUTILADO


^T~
N>
"^K^T
s
\\
dos, qu.ml.snlo .acdentela don. tareoa do
valor que ti r.ram do mercad*.
6. Receber gratuitamentedlnhelroade quaei
quer ptnuu para Inca abrir coalas correles, e
verificar ot respectivos pagamenloi e transfe-
rencias por nielo decautelas corladas dos (aldea,
3ue devem eilatlr no baooo com a asslgoatura
o proprlet.rio na tarja, com lauto que taes
cautelaa uiu sejain da quautla meoor deceiy
mil rli.
7, Iteculher em depoalto ouro, prata, jolas,
e mulos de valor, mediante a coiiirnUsao de
um por ceoto, a qual se repetir cada vea que
eicedera un anno o lempo do deposito. Escep-
tuain-se quasquer ttulos do banco, que ae
guardarao gratuitamente.
8. Cobrar, por coma de tercelros, quaiouer
valores, e faser dalles temis, em dlobelro ou
lelraa, mediante a coinmisso do ealylo.
9, Kmcariegar-se na praea, da cohranca de
(ras perlencentes a Individuos que J teobam
cunta correte aberta, mediante a commissao
de um quartopor cenlo.
10. ftaceber, ena quanlo convler, dlnhelro a
juro, que nao exceda a aeia por cenlo ao anno
apraiu flao nao menor de seis mezes, e poi
quaulia inalor de cem mil ris Inclusive.
11, Kmiliir letras c vales, co .. tanto que o
praso nao arja menor de cinco dias, em a
quantla menor de cen mil rila, ah podendo
jamis a soturna em circular.au exceder a ciuco-
enta por cenlo do fundo eflectlvo do banco.
Art. 57 O preyo do descooto das letras de
cambio da Ierra ser regulado semaoalmente
pela dtreccao, e alisado porta do uancu.
Ait. 68 riemhuina trausaccao poder ser
tina aeno por mel de letra a prato mi
inalor de aels metes, com a declaracao de ven-
cer o juro de desoll por cenlo ao anno por (o
do o (empo que exceder ao do veucltuento al
real embolso.
Ar(. 49 -- 8e era qualquer le(ra offerecida
a descomo vier afirma de alguin dos directores,
naoaeconlaiuu numero dasexigidaa para ga-
ranta e nembuma letra sei descontada ira-
sendo a fuma de alguin dos directores de servico.
Art. Bu. se qualquer letra proveniente de
emprestiuio sobre penbores ou for paga, ou
resgalada no vencluienlo, far-se-ha venda dal-
les mi leilo mercauil, precedeodo anounclo
de olio dias alixado na porta do esiabalecluieoto
publicado em jornaes; podendo cuiu ludo
seu dono resgau-los al o momelo de come-
car n leilio, pagando as despetas que tiveroc-
caslonado.
Avl. t!i. Fice ao prudente arbitrio da dl-
receo laxar os limites do quaotlialivo para a
responsabtlidade de cada firma, seja couio urt-
giuarlo devedur, seja como garante, nao se
comprehendendo nesle arbitrio os empreslimus
feltos sobre pluborea-
Art. 02 'As lelras e ttulos a cobrar por
coma delarceiros, que nao forem ponlualmen-
(e pagos, serio entregues a seus donos, depols
de feto o protesto a respeito dos que delle ca-
recerem. Em nembum caso o banco se rncar-
regai de queaioes Judlciaes estranhas, asslm
como nao responder por engao de veucimeo
tos, provenientes de colas erradas nos mesures
documentos.
Dos peuhores.
Ar(. 63. Os rmpresiiiuos sobre penbores
de ouro, prata e joias tero lugar quando os
que os ofierecerem apresentarem a avaliacao
dos contrastes approvados pela direceso, e
alera dlssonioslrareuique os penbores sao aeus.
e queealau llvres uc (udo e qualquer onus, ou
encargo; devendo assiguar termo de responca-
bilidade neata cldade, e de obrlgacao de se su-
jeilarein s disposlcdes dos estatutos, ordense
usos do baobo.
Art. b-l. O praso sobre penbores nao ex-
ceder a seis metes, mas podei ser reformado.
A qusnlia que se emprestar sobre penbores de
"ir ro ouprala nao exceder a dous tercos, eso-
bre Joias r nielo do valor dado pelo contrastes.
Art. 65. -- Quando se offereca em peubor
gneros arrnatrnados em depsitos alfandrga-
dos, o banco erigir da parle urna ordem para
que os administradores das casas de depsitos
o> poohatn ana desposicao, a qual se man-
dar logo verificar.
(Conliniuir-ss-n i. )
ual.nco da ilclita i: despeza, da ca-
mama MUNICIPAL DO HECIFr, NO MEZ
DE MARCO DE 1852.
Receila'
Publicaco a pedido.
Em re.poiU tuiloqu.nto tem dito o illa-
ser o Sr. Luix loa Maraju' contraLu. An-
tonio Mosquil. F.toao, N fu publieo o pre-
"nim. Sr.Dr. juli de dlfelto. r^DIz Luix
Amonio quila Jlelo,, qiie a bem de ae
2 '.I
Balance a favor da reccita em
9 do fevereiro p. p.
Imposto sobre cordeaces e licen-
Cs ns. 77 i 86
Multas pela freguezia do Recie
n. 20
Ditas dila dita de Santo Antonio ns.
59 a 61
Ditas dita dita deS. Jos ns. 35
a *7
Ditas dita dita da Boa Vista ns. 23
a 24
Ditas dita dita cdigo criminal
n. 1
Ditas dita dila regulamenlo n. 120
ns. 8 a II
Imposto de 500 rs. por caber; de
ga'lo vaceum n. 2
Dito sobra o capim de planta n. 2
Dito de2.000 rs. sobre fogo ailifi-
cial ns 38 a 41
Dito sobre lujas abertas
Dito sobre carros e mais vehculo
de conducho
973,957
38,440
8,000
40,600
96,000
16,000
100,800
10,000
2920,000
250,000
8.000
3:392,000
348,000
8:201,397
Detpesa.
Espediente e impres-es df>5
Folha dos empregados correspon-
dentes ao tire de fevereiro p. p.
n.7
Jury e eleicoes ns. 12 a 23
Ltea para a cadeia desla cidade
n.6
Limpeza de ras ns 64 a 74
CalcamentO das ditss ns. 4 a 5
Ilesa propri.tOos n. I
Matadouro publico ns. 53 a 65
26,760
965,546
133,180
25,200
308,480
55,40
500.000
2:100,810
4:115,816
Balando a favor da receita em 31
de marco de 1852 4:085,581
- 8:201.397
Cmara municipal do Recife, I." de abril
de |85J.
O procurador,
Jorge Piclor Ferrira Loptt.
O Contador,
Joaqujm Tavares Rodoyalho.
a
pelo campo semeando o alarma, a coofuaao e a
perturbarlo. Eolo succeder Isto, que a una
hora dada, o exercito privado de commandan-
le, ser completamente desmorallsado. O pro-
prioMr. de Brlssac ser mono, e os sitiados que
sotTrem, que se csloreem as terrlvels artonl.a
da lome, se levantar/lo terrlvels e virio em
llura sorlida triutnplranlc esmagar porsua ves
mus Indignos oppressores 1
-- Sini, sem dnvlda, aveuturou o mais medro-
no do bunio ; mas nos que estaremos do lado
desle oppressores, seremos esroagados como
USOUtrnt?
.Vio, absolutamente! pastaremos para o
lado dos sitiados. Mas anda urna palavra : an-
tes de dar a cada um de vos os tres marcos de
oiro promeitidos, devela assignar-iue este con-
tracto, que vos liga....
Primeiro que ludo, rnlerrompeu Pedro B a-
teleur, nao sel menear decentemente urna
penna.
Nemeul dlsse Joao Mrnager.
Hein eu 1 brabou Joo Lepe.
Uli.' ob! ineus senborea! esclamou o con-
de, a mentira be prima co-lnnaa da tralc.au.
Haclocinemos ura pouco,eu vos peco; ha entre*
vos um preboste, um mordorno e um saltim-
lunco; ora, ura mordonio deve esorerer lodos
os das suas memorias ; um sal(lmr>snco deve
notar tuasreceitas e um preboste deve estudar
primelre noslivros a esgrima, a qualquer cnsi-
nar o depols. Rero vedes que ments.
Pedro Raieleur, fra o primeiro que (oraou
a palavra.
Confesso, dlsseelle com arrependimento,
aaiuoiu irei .----..-, -
direiio precia, que V. 8- mande o kmfio
desie Juito pasaar-lhe por cerlldlo o tbeor
da entenc. proferida por V. S. no requer
ment de hsbeaa-oorpus reqoTido pelo
supplicante na quena cont' elle dada por
Luiz Jos Marques. K como seja de Justica
P. a V. S. Ihe delira como requerE. R. M -
Recife, 13 de ojaio de 1852.Luiz Anto-
nio Meaquiaia Falco.
Paase. Recife, 13 de maio de 1852. Ro-
drigues Selle.
Juaquirn Francisco de Paula F,levea Co-
mente, eacrivloprivelino do jury e exe-
cucOes criminaea niota ciJadedo Recife
de l'ernambuco por S. M. o Impeadoro
Senhnr D. Pedro II,que Dos guardo, etc.
Cerifico que revendo oa autos da auloa-
mento de jama petico de Luix Antonio
Meaquita PWeSo, oa qual pede urna ordem
de babeas corpua, delle a folhaa 18aeach<
a aentonca de que fas memjao a peticSo re-
tro, a qual senlen(a he do theor seguinta i
considerando que o fseto porque fui o pa-
ciente preso, nao est comprebendido em
ni'iiliiini dos t'a primeiroa parag'aphosdo
art. 264 do cdigo ciminal : que tatnbem
nSo esl comprebendido no quarlo, visto
como seria preciso provar-se que o pacien-
te liveaae obiido toda ou parte da forluna
do queisoso e qorf para lato empregnsse ar-
lilicio fraudulento : que o queiioso pres-
tou-se a er flsdor do paciente, na arre-
inatac.iu do imposto de 20 por cenlo sobre
a agoardeole de consumo voluntariamente,
sem que o paciente para isso empregasse
artificio elgum : que a aociedade que am-
bos Ozeram posteriormente a arrem-tajao
na qual se eslivularam condii0ea que n3o
eslo provadas, demonstra que o mssmo
queiioso prestou-so a sor fiador com o IIm
de obter lucros da arremaUi;3o que harta
frito o aeu afiancado, e nSo as exigencias
deste : que no se provou que o paciente
naquella sociedade fosse excluido de rece-
ber doi contribuintes a importancia de suas
contribuirles antes he evidente quo sendo
elle oa'remstante Ihe compela arrecadar o
que epa dovido pelos mesmos contribuintea:
attendendo atada que quando pruvado estl-
vesse que o paciente ndo poda em vista do
ruiilraio, que fez com o queixoso receber as
c intribuisOes e que apesar disto o houvesse
feitu, este pioreiimento quando rouito de-
munslrava que o paciente obrava de ma f,
mas nunca com artificio fraudulento para
obter toda ou parle da fortuna do mesmo
queixoso: e finalmente que anda no ae
ajustaran) as cuntas do que o paciente e o
quoixosoreceberam no segundo ajmestre
para bem se poder qualificar qual o proce-
d inimto iio mesmo paciente ; he claro que
precipitada foi a ordem de prisSo que de-
cretou o Sr. subdel'gtdo deS. Amonio, at-
teudendoai duvidas, em que rlevetia estsr
acerca da criminaii lade dos fados que ae
atiri'.-uctn ao paciente, pelo que coufor-
mando-mo com o parecer do Dr. promotor
publico e julg.iilo illegal a prisSo do pa-
ciente nos teruius do parsgrapho primeiro
do artigo 353 do cdigo penal, que mando
que seja ello posto immediatamente em II-
berdade salvo todavia.o direito do queixoso
para havero que Ihe for devido, usando dos
meios competentes : e em cumplimento nu
disposto do parag>apho primeiro do artigo
439 do reguWmento de 31 de Janeiro 1842,
recorro desla deciso para o tribunal da re-
la$ao. Recife 13 de maio do 1852. Fran-
cisco Ro-lngues Selle. Erntisseuio con-
tinua em dila aenlenca pioferida oin di la
autus, aos quaes me reporto ; e esla val na
vordadesem cousa que duvida fas, cunfe-
hila e concertada na forma do es' yin, nesla
-i. lu- 11 .i cidade Ju Recife, aos 13 de maio
de 1852.
I.ni IV do verdade. Joaquim Francisco
de Paula Esleves Clemente.
VARIEDADE7
O BANCO DA INGLATERRA.
As condicOes de existencia e de prosperi-
dade do Banco da Franca e do Banco da In-
glaterra sao differentes em ceilos casos,
mas ellas se parecem muito em oulros pon-
tos, e algumas vezes mesmo as circumstan-
cias polticas ou financeiras que afTectam a
um dos dous Bancos, n3o s8o sem influen-
cia sobre os negocios do outro estabeleci-
lucillo.
Por esta rasSo pensamos que se no dei-
xaria de ler sem interesse algumas particu-
laridades sobre a origem e as reformas suc-
esivas dos privilegios do Banco da Ingla-
terra.
A formaco do Bnco da Inglaterra re-
monla ao anno de 1694. Elle foi creado co-
mo sociedade no reinado do Guilherme 111
A carta quelhe concedia um pririlegio ex-
clusivo por um periodo de onza annos (at
o primeiro de agosto de 1705) estipulava co-
mo condiccao que a nova sociedade se o-
brigeria a avancar ao publico urna somma
de 1,200,000 libras osterlms, ou 30 milbOcs
de francs, pela qual elle devia receber urna
indemnisaco de 100,000 libr. esterl ou
96.000 1. esterl. de juros a 8 por 0|0 e alem
disto um accresclmo de 4,000 lib-. esterl.
para as desbezas da administrarlo. Desde
essa poca o Banco comecou a ser adminis-
trado por U'n director, um vice-director e
vinte e quatro administradores.
De 1696 a 1697. O Banco achou-s* grave-
mente embarazado as dilliculd ides lloan-
ceiras, e anda que elle tivesse com que pa-
gar,vm-sc na neceisidade de suspender mo-
mentneamente o pagamento da s us bhe-
les, que mili mi eludo em um descont
consideravel.
O goernn julr/oii qii devia vir em SC'i
de aniM. r sitjnur .afarellr; rnas Istu uao pro-
va que saiba por ineu norue leglvelmeme em-
balso de urn acto.
Eu, braduu Joo Meoager, nunca soube,
confeaso para minha vergnoha, Iracar a mais
pequea palavra. Dotado de uina memoria
prodigiosa, mlnhas notas ae gravavain ern ml-
nli i i alna; i com tanta clareza, que quando ineu
amo me pedia urna Infunnacao ou nina simples
verifrcacn.eu folheavano livro do meo cerebro,
sobre as membranas do qual as cifras estavarn
gravadas, e era bem raro que fechando osolhos,
a sobredlla cifra me nao apparecesse cm ca-
lecieres luminosos.
Mr. de La Tour, que tlnha ludo previsto com
a sagaeldade lostlncliva das naturezas perver-
sas, lirou de seu glbiio quatro cartas que
tlnha procurado cusa de dmhelro. Abri lo-
go a primelra.
bis aqui, dlsse elle, dlrigirrdo-se ao pre-
boste, alguma cousa que demonstra sem repli-
ca, que he por pura modestia que oceultas tita
erudico. Uoohects.estearrasoador'
Jaques Lepe, coofundldo. retlrou-se llgel-
ramenle para um lado.
O conde pos precisamente esta carta no la-
gar donde a tlnha lirado, e desdobrou a se-
gunda :
__ Esta, prosegulo elle voltando-se para o
subterrneo, heum contrato pelo qual le obrl-
gas a seguir por toda a parle a leu amo.e a mos-
trar-te uina vex por da ao publico para come-
res cada vex duaa libras de estopa : loma exa-
mina I examina!
Pedro Roteleur acenou com os olbos, e, com
juntar-se Incontinente ao
auxilia para s-lva-lo drej. erise. O sea pro
^^foi prolongadoate o primeiro de a-
KoaU de 1710, a o seu eapil,li foi elevado de
1,200,000 a 2,900,000 Hvf. ealerl. (de SO a
15 milhoea de franco*-,)
Eutl708asiluaiaodo Raoeo se tinha de
tal aorte mlh orado as su IrsnsacOes tl-
niiam se tornado lio vmtajosas que com-
paohias de capitalistas procuraran fundar
oulro ertsbelecimonto do mesmo genero. 0
parlamento querendo impelir a exccucJo
destaa projecloa e aasegurtr o monopolio ao
Banco, adoptou um cto pelo qusl ert pro-
hibido toda socio.lade contposti de mais
de seis peasoas nmlttir bllneles de banco em
um praso menor de asi* mezes. Este acto
impedio de urna nuneira diosiv a forma-
fio de Bslsbilecimontos em concurrencia
com o Banco, vlato que emisslo de bilhe-
tesera o que obrigara os capitalistas a f-
terem novas empiezas.
Estes previlegios ndo foram concedidos
2
de sela pesaoaa podtrlarn Dra o fulnro for-3 ditas enxofro, 1 dita Melaviaotei, 9 ditas
mar urna assoolaco de Banco com Unto que] lazannis, 16 arrobis d cabo, S laxos Ue
ellatenh sua ade n'utna dliUnci de 65 jferro, 4 temos ditos de cobre, 1 chapa do
milhas pelo manoa de Londres. togto, 5 ternos de pewa, 71 vergalbes da
O Banco decidio-se durante o mesmo an-
sio a estabMecer bancos flliael na* princi-
pae* cidades da Cran-Brelanha, no flm de
supprir s tieci-ssidadeaque ae fsziam se tir
depois do faMimnito ou da liquidacBo dos
Bancos provinciaes. Estes escriptorLos a-
enam-se presentemente ostab-lecidos em
onza cidades, em Mancheater, em Liverpool,
em Bristol, em llull, em Newcastleupoo
Tyne, em Nonvich, em Swansea, em Ports-
morilh, em Plymonth.
Antas do anno de 1759, o Binco nfta emet-
tianennuma nota de B'neode menos do 2o
libras eesterlloa* (500 francos). Elle princi-
piou.a partir de 1758,a emitd-as de 10 libas
esterlinas (250 francos). Ellas porem foram
abaixadaa em 1793, at 5 libras esterlinas
(195 francos} e em 4797 commocou-se a e-
tod.via sem compensacOes. O Banco oble- miltir na circulacSo btlhete* de 9 e de li-
sa um novo prolong.mento de seu mono-lbra esterl.n. ( Me99 r.ncos) Mas ern 1825
polio al o primeiro de agoslo.m.sobrigou- o parlamento prohibi tod. emissdo de mi-
se fazor a mesmo tempoum novo a.n- l" de banco dmenos de5 libras esterli-
co de 400,000 li.r. esterl. (10 militos de as. e este minimum nSo foi mudado de-
francos) semiuroa. Elle conaentio naan- poia desta epoc.
nulacl. dobtl dothesouroque elle tinha Temos debaixo dos olhos^a ""nula dos
na carteir. par. um. somma del,775,027 b,lV^! \7,,al.8ls o'b '
lihr a.trl la 10,1 n receben i'in lunar nnos de 1845 a 1849. As emmsoes dos bt-
deste8^I'.'urna r'end0. 'onu*^ro.5onb,Uge.. Ib.tes conserv.r.m-s, em ,8.5 a .846 entre
aaSTtis man, iurn de or Oin oua foi 600 a 700 roilhOea de. Trancos e aomim
HennlVri'h.ddo de 6 a 5 or OlO V" '> PosU em C"Xt T"'0U de 30 35 m-
^*5fiS^$ttn****- l"'esdePfr.ncos,i,to.he. qn. a circulado
los diveraos actos do governo que furim era sempre pouco mais ou whiM
. co i.meicio. A falta dos grUos obrigou aos
."d.'novo'ptou^rnto'VemU.empVe especuladores ing.eze, a 1...^...^
esp.cnc.do que o privilegio nao ser termi- enormeaaoeatrange.ro e a exportar aapl-
ZZmJ&SJ?^"""' S.'r.l-.ato. ameas.r.m o commercio
m0W%&h!l,9Un.i*M ioglezde urna ruin, total desde o mez de
feilosao Estado para obter urna renovacSo agoaloale "ovembro.
do privilegio. Assommas3.vid. aoBan- O banco do Ingl.le
co elevar.m-.eem .738. 9.100.000 l.br. es- elevar necessart.monte tax. do W
terl fias son ooftfr.ncosl Em 18.4 tem- eu descont 8 por cenlo desde 23 de ou-
oum{m'Maa\m do privilegio, tubro at 23 de novembro, e os b.lancos do
po^u.t.mo ^'X^^rU Banco ,e tem ressenlido desta crise tnquie-
(275,377,500 francos), e o juro
Estado fui diflnitiv.mente liaix.
ro pago pe' tld<-
do 3 OJO
O numerario do Bancodesceu at 196 mi-
c;pU..o" )" ruWdo .m fO IM-. par. um. circulado de b.lbetes de
jni.ua om lunar da Ihe? ser destribul- i- o* capil.es tornaram outrirvez a af-
nio lardou
a vollar-se s
Desde o mez
flxa
francos
um
accionistas em los., .
do. o capital achou-se elevado a l.,553,00 fluir o Banco,
libr. esterl. (363,825.000 francos.)M.sexls- ''' <'"f*!^,
te alem disto urna reaerv. de 3 milbOes es- de |.naira da 18.8 eireulaeSo JV*-
lerlinos,desortequeoc.pit.l excede em etev.d. a 644 mtlnOas par. 292 m.lliOes de
realid.de de 17 miihoe. de libiai esterlina, numeraito. n..,m ...ir.,r.n.
ou 425 milhOes de francos. Es,les lE2S&JB?!2?EFS
Ve-se pelo que precede que o B.nco se mente emj.netro de 18.9 para 705 e 355
tem .press-dJsenrpreem subscreter aos >>^*"%ffSSf'nfJSfS?
avancosde fundos que tem p-dido o esla- anno para 757 407 m.lhes. H. dous an-
do, e're por mefo desles servicos feitos ao nos, a .flluenc.. ^"^'""'^' iro p "
ihesouro que elle tem obiido renov.meoloa mente d.. mo., da ^^XZVm^'
s'erfu'ndo pubTco TSSXZEl l.ese dM ^M TZZ^ ceTl!!
elin he anda erednr de Eatadn or um. do Janeiro p-ss.do, o numerario exceda
somm8. d'e'ma'isTe M m'hOes 'e lfbr e f i***^"? P"a '"^
, rU lacflode547 inilhOM.
O B.ncod. Inglaterra temsofltido, b. e- WJ" *&<**&&
culo emeio, numeroso* terrore. poltico* e Banco nao tari.r. exceier a cifra dos bi-
I heles, assim como si vio no Bmco d. Fran-
ca no correr do auno de 1851.
Iiii.iiicmr.is, e as petifoes de pagsmento,
fetas em cerlos momelos difflceis para os
deve tomar
bi Ibeles
s transa-
rles do commercio e diminuindo de novo .
laxa do deaconlo. ,
(Alpb. Lauvr.y )
( Presit.)
ndoTeuSj* """ V""t" """""" mente das medidas que s:
VjmfSSm depoi., tendo .ido o- E22gr52E^"
brig.dS este principe retir.r-se par. a concedendo m.ioraa facilidades a
Franca, os capit.es no t.rd.r.m em asIIduir
de novo para este estaliclecimcnlo .de cr-
dito. Em 1780, as aglacoescontr. o papis-
mo flzeram nascer perigus Uo-serios que o
governo foi obrigado a eslabelocer, no in-
terior mesmo dos edificios do Bmco urna
Torca militar consideav I para empedir a
pilhagem, e desde esta poca, se tem sem-
pre continuado, por medida de precaucSo,
a fzer guardar o Banco pela tropa. Masa
poca mais importante n. historia deste
COMMERCIO.
ALFANDEGA.
Rendimento do dia 1*. 4:370,567
Descnrrega hoje 15 de maio.
eubelecimentorhra'qijeiia qoe'be'mare." Escun. bra.ilalra Tentadora merca-
que os estatuios de nossa corporaco me fatlam Ea cabeca baixa, foi
um dever do calculo; mas Isto nao prova que I preboste.
eu esteja em esudo de asslgnar. O conde inetteu esla mlsaiva .onde eslava a
Eu, diaae Jaquea Lepee, confesso ler con-1 primelra, e rasgando a capa da lercelra :
sultado sempre aa doulas obraa do ineu meitre I Eaia, disae elle o mordorno, be urna a-
d. pe. .dopcao do .co sobre .s restric-
ciles concedidas .0 Banco Ihe flirtea reitric-
lio aet.
Esl. le promulgad, em 1797 o atilorisava
. no pagar mais seus bilhetes em nurner*-
rio e estabeleci. o curto legal da* nolis do
banco, de surte que um devedornSo podia
intentar urna ecc,3o peraute os tribunae. de-
pois que se Ihe tivesse olf Tecido bilhele*
em p.g.menlo de sua divil.. Exisli. na-
quella epoc. cerca de 200 Bancos nos conda-
dos, mas a circulacSu do papel tornou logo
em tal riesen volv ment que o numero dos
Bancos provinciies foi levado 910 em 1831.
Em 1819 Mr. Peel propoz um billpeloqu.l
o Banco tornou f.zer os seus pagamenlos
em expecie.
Trez grandes terrores pnicos tiver.m lu-
gar antes e depois da volti dos pagamentos
em os.ierie, a saber: om 1815, em 1819.
1820, em 1825 1826. Estes terrores deram
lugar gr.ndes fall mantos de Bancos pro-
vinciaes e foram mesmo estes f.llimeotus
que maior parle do lempo cre.ram ai cri-
ses as quaes lizeram retirar do Bmco .
m.ior parto dos c.pitSi* que uelles es ti va m
depositados. Por eata razSo o governo jul-
gou necess iriri em 1826, propor ao parla-
mento novas medidas para impedir o des-
envolvimento do* Bneos do provincia.
HodiQcou se urna clausula da lei de 1708
qne prubibia toda a sociedade composta de
seis pessoas,com o llm de se direm aos nego-
cio. da llanco A nov. lei decidi que mais
dicao correcta eiubalxo da qual asta o leu--vis-
to ve e nega, se ousss.
Joo Menager, tornado mudo pela surpresa,
recurso, para approxlmar-se lainbem de seus
dignos cantaradas, nao sem ler todava apa-
nhado o quarlo bilhele que o conde tinha dcl-
xado cabir de proposito.
Pols bem que diteis a isso meus amigos ?
- Queremos consultar-nos, respouderaiu ao
inesmu lempo Joo Menager, Pedro baleleur, e
Jacques Lepe.
Faiei-o E o conde aflastou-se, danda al-
gnns passoi.
O comedor de estopa que liola parecido at
enlo to tmido, fallou em primeiro lugar.
Se assegurar-nos, dlsse elle, estamos per-
didos. Ho assignemoa.
Mullo bem! dlsse Jaques Lepe, mas
nesle caso perderemos os nove marcos de
ouro.
Ora I replicou Pedro, s anda pouco ex-
perto para um preboste l
Gomo f
Ob 1 sla, sana de baqfl p.r. conven-
cer-te, b.sl.-ine Ijztr-te um. simples per-
gunia.
Fase, faze.
Este Heautreillls que negocia com nosco,
nos pagar logo que teoharaos asslgnado o
contracto t
Devocrer quesim.
Logo, concluio o saliluobanco, elle tem
comslgo a somma promeltlda sem contar apar-
te dos outros que esto l embalso.
Cerlainente.
Pols bem I concluio Pedro Baleleur, somos
Ires e podemos arrancar forja o que nao nos
qur dar de-sua livre vonlade. Estamos Julios?
Bravo bravo I
O comedor de estopa a quetn all approva-
doriaa.
CONSULADO CERAL.
Rendimento do di. 1 13. .10:067,408
dem do di. 14........3 812,644
13:879,952
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimento do di. 1 13. .
dem do di. 14.
387,606
265,816
653,422
I. xporlurio
Cear., escuna br.siloir. Mari. Firmin,
conduzio o seguinte l
20 pipas viniio, 4 ditas agurdente, 22
barricas cerveja, |4 dit.s e 5 fr.squeiras
com 1,680 bo.ijas de genebra, 65 barricas
bolaxiuha* americanas, 105 aits farinha de
trigo, I dita panellas, 1 dita fechaduras e
Ch.letras, 1 dita progos, 1 dita lonco, 1
dila com 120 onxadas, 1 dita com 27 mas-
sos de podras de fogo, 2 dit- s com 26 du-
zi.s de gr.ixt, 4 dit.s, lOCaix.s el c.ixSo
miudezas, 2 ditas ferragens. 1 dil. e2cai-
x.s papel, 1 dita e 3 ditas l'.cOcs 4 c.ix com 8 anoli.is de canalla, 3 ditas com 300
latas de sardinhas, i dita eivilha, 103 ditas
12jcotes, 20 f.r-los e 4 CsxAjS diversas
razhlss, 3 dita* linhas, 300 ditas ssbS, 2
dil.a rap, 3 ditas cera, 3 ditas chapeos
f oncezes, I dila e I crixJo espingardas, I
dita com folha* de Fln ir, 2 ditas drogas,
a
cao exaltara, aproximou-se resolutamente do
conde.
_ Temos refleelido. Ibe dlsse.
Oh ob I estou minio saliste i lo, o que vos
auppllco be o resultado de vossas reUexoes.
He pedir-tc com toda poltica que nos
car.clerlsa, que derrames linmedlalamcuu em
inlnba aaccolao que ha ahi em tua algilnira,
do contrario, para obter, liraretnoa tambera a
pelle daquclle que o Iras.
Ah meua senhores, respondeu o coude
rlndo-se, crede enlao que ealc novo caso nao
eslava lambem previsto? F.ls-aqul a bolfa, lo-
maia-a, lotnala-a Crelo que alia contera sete
libras, irea dinhetros, e mala se me nio engao
um velbo liard de cobre Turado.
A pbyslonomla do comedor de estopa dilatou-
se, seus labios ae conlrablram e aeua olboa ar-
denta eniurvaratn-ae ao ouvlr as palavras
do conde como ura espclho leria feito ao seu
balito. j
A somma em queslao, replicou o conde,
est oceulta em alguma parle ein lugar cenhe-
cido por uro so, se consents no que ex.jo, um
de vos me acoinpanhar at ao meto do campo,
e l quando eu nao llver mais que temer algu-
ma sorprexa, inostrarci o lugar ondees! di-
nhelro se cha enterrado. Coovem-ros lslo T
__Sim, respondeu Pedro Baleleur.
O conde sempre com a viseira de.cld., b.teu
um. pedra e ferio fugo. Accendeu depois urna
pequea vela encerrada era uraa ealxa de eata-
niio, e appresenlou successivaineute aos Irea
soldados uina penna e uraa folha de papel que
estes leram e asslgnaram.
Agora, dlsse o conde, prevenlreis ot vos-
sos camareras que levem a confusSo .o exerci-
to, b ludo o que espero delles. .
Jsques Lepe se Jispoz para acompanb.r .
Mr. de La Tour.
ferro, 12 felxea d'srooa, 8 embrulbos ps
de ferro, 9 bigovnlsa, 74 g.rrafoe. v.aioa,
1 s.cc. err.-uoce, 5 barr breo, 8 ditos
m.nteiga, 1 cixao vellas, 9 ditos com 94
duzit. de bezerros, 1 dito com 19 chneos
de castor. 1 dito com 48 ditos de pallucia.
2 chapeo* p.r. homem, 7 ch.pelinhos, I
cunhate foucet, 1 dito machados.
M.rsmhBo, brigiio-escun br.sileiro Lau-
ra, Conduzio o 8'guinle;
32 pipas, 11 meias ditas e 14 barr* vinho,
1 caita el vinotes, 6 dita* espingardas, 9
dit. espadas, 6 dit* r.p, 60 dita, m.s-
s.s. 15 ditas viiros, toditas fscoe*, 9 dita.
bsyntliio, 9 ditas papel, 1 dita livrng, 10
ditas, 1 ba o 1 pacote fazendas, 6 folhas
de lineo, 96 gigos Champagne, 90 frasquei
r.s genebra, 6 arrobas e 9 rodas rame de
ferro, 1 boceada furnaln, 13chumaceir.s.
1 rod. de ferro, I embrulho chicotes, 6 la-
tas oleo de ricino, 1 cnxHn pessas de ferro,
9 ditos charutos, SOcaixiuhasdoce, 30s.c-
o caf, 170 g.rr.fes espirito, 440 barri-
Suinhas com 1,872 arroba* e 11 libras
o assuc.r, 12 barrios* sebo. 900 ditas fa-
rinha de trigo, 1 dita er, 25 barr* breo, 7
fardos alfazema.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 14..... 598,312
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 14.....2:208.98)

Movimento do porto.
Navios entrados no dia 14.
Rio Grande doSul e Baha 30 dias e do
ultimo pinto ., brigue brasileiro Social
de 228 toneladas, cspitSo M.noel Jos Ro
drigues, equip.gem 12, carg. carne sec-
ca ; a Amorim & Irmflos. I'ass.geiro o
contr. mostr Antonio Francisco de ie.ua.
Baha 3das brigue inglez Walter B.-
ne, de 257 toneladas, capitSo Archbald
Brown, equip.gem 15, em l.slro;. Johns-
ton l'ater & Comp.nha.
Navios sanidos no mesmo dia.
Ce.r pelo Ass sumaca brasileir. Flor do
Angelin, inc-t-i. Bernarlo de Souza, erg.
fazend.s e mais gneros P.ss.geiros, Jot-
quim Jos Barboz. e sua liina, Mauoel An-
tonio da Rocha Jnior, e Jos de Freit.s
Barbosa.
dem escuna brasileira Mara Firmina,
mestreJos Bernardo da Rozi, carga va-
rios genero*. Passageiros, Manoel Nunes
de Mello, Luiz Ribeiro la Cumia, Jos
Correia de Mello, Pedro Baplist. de Sant.
Roza, Manoel Domlngues de Santa Anna,
Bern.r.lino de Sena, SebasliSo de Arruta
Miranda, Trunos -o Marques de|FlgUeiredo,
C.et.no Marques de Fig ipiredo.Joo B.p-
tista Braga, Alexandre Harmeoegildo dos
Santos e 4 mulheies.
N. 1 dit de dou* dito* edita.
N. 28 dita de dous ditos e dita.
N. 24 dita de dou* ditos e dita.
N 29 casa terrea.
A pesaoas ojue e propozerem arroma-
lar dita, renda. polerJo comparecer na
ca*. da* aesades da meam. administraciio
nos di.. 19 e 97 do crrante mez, e 8 do
juiilio futuro, con) seus fiadora*.
Secretara d. .dmioi.tr.clo do p.trimo-
nlo dis orphos, 14 de maio de 1859.
A. J. tOUvira.
RE.L C0MPANH1A DE PAQUETES 1NGLEZES
A VAPOR.
No di. 91 deste mez, esper.-se
do Sul, o vapor Teflot, com-
mandante On.low, o qu.l de-
pois d. demora do coatume ,
seguir p.r. os portosd. Europa: parapaa-
s.geiros, trata-se em es. d. agencia, na
ra do Trapiche Novo n. 49.
QI',
EDITAL.
Pela inspectora d'alfandega se faz pu-
blico, que no da 21 do correitle depois do
meio da, porta d. mesm. rep.rlicSo, se
h. de arrematar em hasta publica 18 duzias
de hocetinhas de maduira para pzdentre-
ficio, v.lor pot" arbitramento duza 500 rs.
total 9,000 rs., 8 gros.s de ditas para ril-
las, v.lur por arbitramento groza 3,000 rs.
total 24,000 rs., 6 duzias de caixas de un-
letra enverntsada, contendo c.d. caixa 2
THEATR0
DE
S. IZA.BEL.
41 recita da assignatura.
II0.IF. l> DE MAIO de i85a.
llavera espectculo imprelerivcl
mente.
Depois d. execucSo de um. d.s melbores
ouverlur.s, pe. orchestra, sobiri scen. o
m.gnfico drama em 5 actosoa
JEZ1TAS.
ou
O BASTARDO DE EL-REI.
A parte de Edmundo de (.astro, ser* ret-
a pelo .i lista Cotmbr. ; de conde deCas-
telloMelhor, pelo artista AmrtoJo, e a do
B.st.rdo de El-Rei, pelo artista Germano,
que tnicamente par. s.lsf.zer O* desejos
do publico, delta ae encarregon, e nao por
julgar que a dfesempenhar* melbor. Ago-
ra, e Vista da nova distribuidlo da* refe-
ridas partes, espera a empresa ter urna fl-
ir. iin.ia coi'Correncia, pelo que desde j a-
gradece aaa aeua.minose protectores.
Terminar o esptct.culo, com muito
applaudid. comedia em 1 acto,
O GASTRNOMO
ou
O Avenlureirodas Tabernas.
Comec.ias 8 horas.
O* bilhele* acham-se venda no lugar
do cnstu>>.
mkmtmmHimkwmmikamwmmmkmWsmawm^
Avisos martimos.
Para Bahi. segu com muit. brevidade
o patacho Santa Cruz por ler psrte d. e.rg. a
bordo: p.r. o resto e p.ssageiros,tr lado do Curpo Suato n. 25,loja de massames.
A Baha.
Prop0em-se para este porto o veleiro bla-
ta Caprixoso.os senhores prelendenles pode-
tSo dirigtr-sa ao mestre, abordo, em frente
do caes do Ramos, ou a L. J. de Castro e A-
raujo : n. ru. da Cruz n. 34.
l'ara o ttio de Janeiro salte
at o dia ao do correte o brigue
biasileiro Recite, por ter a maior
Declaracoes.
frascos de vidro com rolh.,1 calis de madei- parte lio seu carregamento prom-
ra, e 1 colherde osso, no v.lor por rblr.-! '.___________. j. ,.... ^o^
mntoduzi. 10.000 rs. total 60,000 rs., ap-j P \ PaJ8 resto da ca/68> Pa&-
P'ehendidss pelo feilor confereote Manoel sageiros, ou escravos a (rete, tra-
Ephigcnio da Silva, no acto di despacho de _. A CiAos/ld O n. SC-
JooC. Uravo.ua forma do art. 203 do regu- se na r, Q0 uo,eg10 n' 7 c_
lamento, sendo a arrematafSo livre de di-' gundo andar OU com O capilao
reitos ao arremtame Manoel Jos Ribeiro.
Allandega do l'ernambueo 14 do mato de .11.4. .-..'- ,,j .
1852 iiinaniipinr interino beguira pera a cidade do Porto, ate o
B^ntoJos 'erames Barros' fim do Currente mel' brRUe Port0%u"
1 Bom Pastor, de primelra marcha, forrado e
encanillado de cobie, tem melada do aeu
ca 1 cga ment promptu, recebendo o resto a
frete, e lambem passageiios, par. o que tem
iiini excellenles commodos : trata-se com
Bailar & liveita, na ru. d. C.dei. do Reci-
fe, armazem n. 12.
Fara o Rio de Janeiro vai sa-
bir com a maior brevidide possivel
o brigue nacional Vencedor,para o
resto ta carga, passageiros eescra-
vos a rete; trata-pe com o capito
Gleto Marcellino Comea da Silva
ou com os consignatarios INovaes 6c
Companbia : na ra do Trapiche
n. 34.
Administracio do patrimonio dos orphSo:
Peraute a sdmiiiistr.cSo do patrimonio
do* orphos se hSo de arrematar a quem
mais der, e ror tempo de tres innos, que
hlo de ter principio do 1.* de junho do cur-
rente anno a 30 de junho de 1853, as ren-
das dos predios seguidles:
Lergo do Collegio.
N. 1 o segundo dan lar.
Ra do Queimado.
N. 33 loja grande
N. 33 dita pequea.
Ra do Collegio.
N. 23 Otta de dous andares e loja.
Ra do Crespo.
N 9 dit. de tres indares.
Largo do Par.izo.
N. 29 Os dous andares.
N. 29 a loja.
Ra das L.r.ngeiras
N. 1T casa ter et.
Ra do R.ngel.
N. 58 dila dita.
Pr-c. d. Ba-Vists.
N. 13 es*, de dous indares e loja.
Rui Velha.
N. 32 cisa ler'ea.
Ru. de S. Gon;allo.
N. 22 casa terrea
N, 24 dita dita
Ra do Sebo.
N. 3 casa terrea.
Ra do Pires.
P. 39 meia-.gua.
Ru. do Rozario.
II. 60 casa terrea.
Ilua d. Ca lea do ltccifo
-N. 61 casa de um andar e loja.
N. 59 dila de dous ditos o dita.
N. 57 dita de dous ditos edita.
N. 44 dila de dous ditos e dita.
Roa da Mu Ir de D OS-
V 9 casa da um andar e loj.
! diaac rile
Leiloes.
Nao .' nao disae elle desconfo de um
preboste.
l.iitan, disae o comedor de estopa com au.
vi./, mais doce, offereco-tnc para conduiir vos-
as cxcellencla.
Ainda menos, respondeu o conde, prcliro
un mordorno. Vein poia, Joo Menager, vein
coinigo, ae quizerca, al aua prlrneiroa posloa
do campo.
Pedro P alelenr e Jaquea Lepe lUeram a Joao
Menager um aignal acompanhado de uina pan-
tomima eapreasiva. Esta pantomima signifi-
car. :
Uina v.z de posse do segredo, mata ;....
mala!... sem compalsol
O signal poda ser Iraduaido fcilmente
aaalm :
Toma depola as nossas .asignaturas ; este
homem nao merece nenbuma piedade.
Mas por mal do bom resultado desla hbil
cotublnacao, o conde tlnha tudo examinado, tu-
do visto, tudo comprebendido.
Driza rlcar as las armas, disse elle ao
mnrdooo.
Joao Menager drpoi.ua longa capada.
Prompto, monsenbsr, dlsse elle com um
sorriao.
tiio, replicou o conde, porque ba ainda
um punbal, que seu cabo revela debaiso de lu.
camisola. Ol! meu pobre Menager, nao s as-
tuto par. um unidor mu.
Joo Menager nao sorrio desla vez ; lirou o
punbal e deisou-o com a espada
A c.tninbo disse o conde,
vs o.lros I
E nesle meio lempo, .Margando o passo, alas-
tou-ae rpidamente, seguido de peno pelo mor-
dorno que o nao perda de visl. como f.z o ga-
vlio cowaaua pre... Cbegado parlo do cam-A
coragem,
Luiz Bruguiere l.r. leilao, por ordem
doSr. cnsul da repblica franceza e em
presenta do seu delej.do, por com a e risco
de quem pertencer, e por intervencSo do cor-
relor Oliveira de 214 resmas de papel do
machina, variado d'.go. salgad, a bordo
d. oscuna brasileira Calante Mara, entrada
ueste porto aos 29 de abril prximo pasea-
do : lerca-feira, 18 do correnle, a. >0 horas
da m.niiaa. no seu armazem, ra da Cruz.
-- O c-rretor Miguel C.rneiro f.ra lello,
uodiasabbado l do correnle, as 11 bor.s
da mantisa, no seu arm.zem na ru. do
Trapiche n. 12, do diversos traste nuvos
e usados, pisnos, csdeia de trruar, rico,
cortm.uos p.ra sala, louca, vidro, qua-
dros com estampa, livro. histricos, cor-
rentes p.ra relogto, relogio, pistola iu-
giez. ooutr( minies objtctos que serBo
entregues por qu.lquer prejo.
Kalkmatin Irmsos ir.nsferiram por
cus. d. chuva, o seu leilSu de 77 fardos
de fumo de superior qualidade, ero lotea a
po, elle p.rou um pauco : u seu oonip.nbeiro o
iiuiluu.
O que queres f perguotou elle despre-
tlido-o.
O lugar onde esl o dlnhelro enterrado,
nansenhur.
Elle mi na pona da tiiioha espada. Ora
querca vlr ao lugar, ou querea que o lugar v
para li 7
Obrigado, monaenhor, nein um. nein ou-
Ira cousa.
Oepois, afaslando-se em distancia respciwaa,
da lamina nua que brilbava na sombra, Joao
Menager, grltou :
Esta na icio voa ser levad, em couta.
tnonscnbor Jean Saint-Bieul beaulrelllis An-
te, de-uma hora aerei preao, em des boraajul-
gado e em dosc euforcado. AU a vala monae-
iilin 1, al a vista no vosao auppllclo.
O conde linba uoa olboa um fulgor plido
alravcs do qual apercebla-se a alegra do trlum-
phu, elle vollou para a casa. Entrando no
quarlo onde oeaperav. M.bon, deseinbarafou-
ae de aeu veatuarlo emprestado, e tornou oulra
vez o traje do corpo ao qual perlencia.
O aegundo lente ainda e.Ui abl, monae-
nhor, dase o gigante.
Vou ve-lo, di>ae o conde.
E abrlndo utua port, caminnon aornndo
p.r. Ueautrei Ha, ao qual ealeodea ura. mi
disendo cun o acento o mala laguelro.
Oh .' buin da, meu cbaro.Jmala me per-
doarel, pola que me eape avels, o me lar ro-
Ibldo hoje lio larde,uiaa que quer, o ..raleo
do rci, lente, o aervljo do re ein primeiro
lugar.
(t'nn/inuar-.*.)
*
I MUTILADO L
a .__________ ----------- .
1 wmmmmm*******


(

voiita le dos compradores, sondo 47 fardos
do piimeira, e 30 ditos de segunda sortos,
te lipoii lugar dito leilflo, por Btmrenclu
do corretor oliw.re, egund. reir,17
do corrento, s 10 horas da mantilla, no ar-
mazem dos scnhores Couve.a & Din, de-
fronte da oscadinhi di Alfanu>gii_
Avisos diversos.
'
Km resposla ao annuncio dos Srs. No-
vaes Companhia, pergunta-so-lhoa quan-
(o querem dar de premio na compra do Apo-
lices do Banco d Pernambuco.
Hotel Kecife, ruado Trapiche
n.5.
Tem salas e quartos preparados com decen-
cia para receber hospedes.
Al mocos ejanlaresavul os a qualquer hora.
Vinho de todas as qoalidades, serveja, re-
frescos oto. etc.
Kornece com to lo o aceio o provimento dia-
rio para mesa de qualquer individuo ou
familia.
Knicumbc-se de fazer jantares pira fora,
dando louc.a, vidros, ole. ele,
Da cernida por sssignatura mensal, tanto
no estabelecimciilocomo foia delle.
TuJo pelo mais commolo preco possivel,
com llmpoza c piomplido.
-- Ero 13 do correte, vin lo o Sr. do cn-
genho Soccorro, p>ra esta ciJade, e voltando
as 8 horas da uoite, o ovalo em que veio
montado, par um seu escravo, osle foi ata-
cado ni) atierro dos Allegados chegando ao
p da ponte, e Ihe fuitaram o dito cvalo o
31 il tem os signaes seguiotes : russo, gran-
e, capado de pouco, tem um carrego irava-
do deduis o tem mais as huleas enenadas da
cipa(3o, quem do mesmo cvalo der noti-
cia ou apprehender, levo-o ao dito engenho
socorro, ou na ra Augusta veuda de Vitori-
no Jos Correa de Sa, que n cebera 20,000
rie.
OSr. B. B. L queira dirigirse a loja
da ra do Crespo n. 10, allm de pagara aoa
lelrinha de 8,000 rs., do contrario ver o
aeu nome por ealeao,
O abaixo assignado declara, que os an-
nuncios inserto* nos Dlarloa de le (3 do
crrente mez, pedindo ao Sr. folio Alv a
Ferreira resposta de urna carta que Ihe ti-
tilia eacrito em 3 do correte,, tem a diaer
que o mesmo Sr. Ferreira no foi entregue
da dita carta, o o negocio qoe com o mesmo
Sr. Ferreira tinha ji se acha liquidado. Re-
cife13 de ir.aio de 1858
Ma noel Jos de Moura e Silri
A i'r--n 1 forra ou escrava, que quier
encarregar-se de andar com uma carro;
ganhanoo pela ra : dirija-se a ra Direila
venda n. 106.
Dcsappareceu no dia 12 docorrontedo
sobrado de dous andares na esquina da ra
das Flores uma sabia da praia multo manca
e nova ; o como se presuma que tenha
entrado para alguma das casas da mesma
ra, ou na dealguma mitra visinha, pede-so
a quem a pegou, que ( querendo ) a leve a
mesma casa na ra das Flores, que ser re-
ooapuMdo.
- No dia I f para o dia 12 dcsappareceu um
relogio de ouro de dentro do uma eartrira
trancada ( como ignora-se) o destino que
Uvera, e assim jnlga-sc ser furlado.o relogio
o currento s3o lie ouro, 1 traneclin de cabel-
lo coro um passador cncastuado, o relogio
tem os signaos seguintes : patento suisso,
sem vidro o mostrador solt emaquina,a cai-
xa da haixo tem umasamsssadolas ; a co'-
rente be fiia.engraza la com uns SS o urnas
contas pequeas tendo I chave moiorua,
poicm mo servo no mesmo relogio, portan-
to roga-se aos Srs. a quem foretn ork-
recidus estes nbjeclos aprehende-los, e noli-
ciar ou levar no armazem n. 31. ra do Ro-
zario estrella, que sera bem recompensado.
-Na ra do l.ivrament n.10 sobrado,se di-
r quera d dinheiro a prooiio, e quem vendo
adereQo, 2 voltea, 2 medalhas, tranceln!,
bel Ignacio de Olireira compra ac- bustos o arvores para serem exportadas: na
Aluga-seum moleque, que servo pera 1 cord#je; a'neloes, allincles, 1 relogio pelen-
compras e mandados : na esquina da ra do i,,^ ocoim)|e para o inesmo, I dito para so-
l.ivremento sobrado n. 1. nhora, 1 palileiro de prala, 2 cedieres do li
Antonio Ferreira Lima vai a huropa : Mr nne. I
a tratar de seus negocios.
Bernardo Dommgues Silva Araujo, em-
birca para o Rio do Janeiro o seu eacravo
Andr.
- Prccisa-se alugar um negro- para traba -
Ii1.1i' em um sitio com tanto que nSo leja bc-
bado, Vende-se urna negra da osla, moca
sem vicios, boa quilandeira so por querer
pagar semana, e igualmente Ires vacas com
crias, boasleittiree; noattorroda Boa-Vista
sobrado n. 17.
--O brigue nacional Animo cipillo Do-
mingos Anlooio do Azevedo por inconve-
nientes dcixou desahir a 12 do crrenle o
que fa no da 15 do correnl 1 mez; para es-
lavo* trata-so coro consignatario Luis Jos
de St Araujo : na ra da Cruz n. 35.
Exporiaiu-se paia o llio do Janeiro os
escravos creoulos Benedicto de 15 anuos, e
Justina de 13 annos,pertencenles J080 An-
tonio Alvcs de linio.
'Boga-se aos genitores abaixo
declarados que mandaran) mar-
car papel, ou carines, com a sua
Firma na loja do livro azul, no
paleo do Collegio n 1, e que nao
tem procurado ( talvcz por esque-
rimenfo), inutilisando assim essa
fazenda. para ser vendida a ou-
trem ; o favor de dirigir se n mes-
ma loja 1 receber ditos objeclos ,
pelo que se Ibes (cara agradecido,
lar sopa, livclas do suspensorios o outras
obras.
Furtaram do Apipuco 2 meios lullietes
da lolcria do Livraiiienlo com 11 numero USO
que esta paia correr no da 29 do crrenle,
por isso pede-se ao senhor thesoureiro que
o mo pague, Caso que saia pronno, sen.lo a
seu pioprio dono, que he o senhor francis-
co Jos Alvcs.
cscrivao actual da irinan-
dade do Divino Espirito Santo, faz scieulo a
todos os irtnfloa que domingo, 1 do crren-
te mez, devem-so adiar no consistorio da
igreja de Nossa Senhore da CouceicSo dos
miniares pelas 8 horas da manhSa, alim de
assisiirema missa motiva, depois da qul
toin de so proceder a cIcicSo da mesa que
tem der'ger a irmandado no auno de 1852
a 1853.
l>3o-se 5 conlos do res a premio, so-
bre penhores de ouro, preta, joias precio-
sas, liru.as a cimiento, ou hypotbere em
bous de raiz nesla P'ata : quem precisar,
dirija-sca ra eslreita do Bozario n. 43,se-
gundo andar, uas 6 as 0 horas da manliaa ,
que se dir quem d.
Manoel Comes l.eile, sublito potlu-
liu -- Aluga-sn um sobiado com grandes
comino ios paia uma grande familia no tu-
ar dosCuelhos: quem o piden ler rtirija-
soa ra Augusta, a fallar com Adelo Jusn
de Mendonca, no sobrado junto ao proles-
sor de Ixtim.
-. os abaixo assigindos, lem amieavol-'
ment Hadado 11 soeiedade que gyrou nesta :
(Oes do banco de Pernambuco : na Praja'do
Commercio n. 6
A admi lislracfto da companhia do Be
limbo, fez publico, que a requorimenlo do
accionista, o Sr. Manoel Goncalvesda Silva,
vilo ser substituidas as apolices de nmeros
1332 1345, el3*7 1352, deaenciminha-
das do poder do originalio possuidor, o Sr.
Dr. Francisco J0S0 Carneiro da Cunha as
quaes ficarBo sem vigor a todo e qualquer
lempo, que sejam apresentadas. Escilpto-
rio da compannia de Bebiribe, 12demio
de 1833. -- O director, Jofio Pinto de tomos
Novo estabelecimento de funileiro
e latoeiro.
Na ra do Vigario n. 17 fazom-se todas as
obras tendentes estes dous ofllcios com bre-
vidade, peifeic3o, e porprec,os commodus;
assim como hi um completo sorlimenlo do
todasas ohrasde folha dafl.ndres
-- Jos Jniqum Pcreira de Mondonga,
lendo no Diario de hontem um annuncio
em que diz 1180 compre a loja do atorro da
Boa-Vista n. 10 de Manoel Jos de Maga-
ntes Bastos, pelo presente declara oslar de
posse da mesma loja, em conformi lado do
urna cscriplura publica quo o mesmo Ihe
uassnu ; em quinto ao mais do annuncio de
nada sabe, e nom lio do sua competencia
saber, por mesmo eslar no goso de seu di-
rcito, ese contrario he, ou ha motivo legal
que o inhiba, baja o annuncianle do decla-
rar.
Attencao.
Scbasliilo Francisco llelm, offircce-sc
ao seu av, o Sr. Jos Francisco Belrn,
para o acomp-nhar na viagem que o mes-
mo pretende taXer.
-- O Sr. J. S. N., qu'ira ler a bonda le de
vir pagar o que deve, na loja da ru do Cres-
po n. 10, do contrario vera o seu nome por
estenio.
O PoslilhSo.
Itevisla hebdomadaria publicada em Lis-
boa, comprchendendo: noticias na ca.utal e
de to lo Beino, cslrangeiras c diversas aili-
gos commcrciaes,presos de ganeros.cambios
C valorcsde metaos e papis do crdito; noti-
cias e artigos sobro nielhorumcntos de inie-
resse geral o local ; vari la le e etc. A sua
publicacilo lemsido regular e existem os 7
nomcros saludos at a partida do ultimo
vapor inglez, na casa n. 6, defronlo do Tra-
piche Novo, onde se recebem ssignaturas e
so ihlo qiiaesquer eXpliOC/leS sobre ule
nolicioso jornal. Os Sis. que tiiitiam feito
a morc de isslgnsr para o Boleilm com-
mcroial, sSo convidados a virem liansferir o
mais hrevo possivel as suas assignaluras pa-
ra o Postilho, que o subsliluio mais Vanta-
josamente, utico de se faier aviso para Lis-
boa, o virem os nmeros respectivos pela
mais prompta via.
No paleo dn Uibeira deS. Jos, sobra-
do n. 15 na loja, lavas, e omgoma-s,
com toda perlci(3o e accio, e por prefO
commolo.
Aluga-se um armasein, oucaaa lerrea ni.
ras acgiiinlrs : travesa da Madre de Deoa, A-
inoriin.Mnda, I.ippa.ou (Joalai afallar nular-
go da asscmblea d. .
O abaixo assignado faz sciente aosse-
nbores que Ihe dovem rontas a sua loja de
barbeiro da ra di Cruz n. 43, que a dila lo-
ja a venden no dia 15 de abril de 1852 aos
Srs. Joflo Amonio Pinh-no c Manoel IVreira
LopesHihrirn masque os ditos Srs n3o lican
habilitadca a reoober suas contas, o caso
ilguem loe pague, lieara depois obngado
paga-las aos Srs. Mendos & Braga na ra da
Cruz n. 36, que sflo os niesnosSrs. qu- as
di vem mandar cobrar. Juaquim Antonio
Carneiro de Souz a Azev lo.
--Juaquim Antonio Ca neiro di Sonza A-
.A.'F. V., Z. A.P., L. F., J.
E.G., B. J. R.G., A.J. B.
-- Carlos T. Aslley, retira-se para o llio
de Janeiro, levando'cm sua companhia sua
S"nhora e um criado.
Prccisa-se alugar uma escrava, para
servir 111 urna en a de pouca familiai na ra
da It-.ii sobrado n. I.
Prrcisa-se de uma ama de leite, sem li-
11 os: a fallar na ra do l'adro llonano nu-
mero 46,
- Francico Ribeiro Pires, exporta para
o Rio de Janeiro,os seos escravos Joso,creou-
lo, eJaciutho, do nafao, oom 30 aniado
idade.
cidade sob a >rma de Monl'-iro & li iniio.des- j Icveilo ,Pm |,r CS[C relo agradecer os be
de o prlmeiro do Janeiro do Crrenle auno : nOTolo favoros.qoo duranlo II anuos, rece-
ficando a loja do miudizas da ra doQuei-, |)eo (|c scus freguozos,amigos c mala sonho
mudo o ali-iuidaciiodoactivo e paSSivodal ros Cl ,.eri\l e como II0 uulesc neis loo-
rxtincta Tirina, a cargo do Joaquim Mont-i- vj ,aiJo ,. >ua viagem, dospedir se de lodos
ro da Cruz 1 loja da roa da Cadeia, porten-j pur IS,0 n,e u,.,|u desculpa de qualquer f.lta
cendo a Manoel Antonio Monteiro dos San- c sc 0||ert.ce |ara 0 que Ibes for prestavel
los,cojos estabelecimcnlos gyraram sob seus noCcara.quc pe onde vai lizarsua residen-
proprios nomos. Joaquim Monteiro da c_
Cruz, Manoil Antonio Monteiro dos Santos., lsji(BM
__ O abaixo assignado, nrofea-|t>
roa do Collegio n. 13 das II horas da m-
nbSa as 3 da tardo nos dias uteis : tamban)
se venden plantas exoticis de fructos e flo-
res para o paix.
thesoureiro da lotera do
Livramenlo, faz sciente ao respei-
tavel publico, que a lotera corre
impreterivelmente no dia 39 do
corrente, anda mesmo que iqem
bilheles por vender, o restante dos
bilbetes inteiros, meios, quartos,
decimos e vigsimos, est mi expos-
los 11 vi'ii'l.i, 111 loja de mitidezas
da praca da Independencia n. 4-
Bilbetes inteiros 10,000
Meios 5,ooo
Quartos 3,600
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Uiilnixn assignado, faz sci-
ente aos seus devcdori'.-, que at
0 liin de maio, queiram vir liqui-
dar o que Ibe ilcvem, e lindo este
I> 1 .t-ii, enlao nao liavei qtieixa na
pulilicdcao dos ttxtt nomes. An-
tonio 'Casa de commissao de escravos.
lNii 1 na Diii'il i, sobrado de 3 an-
dares, defronte 0 beceo deS. I e-
dro n. 3 recebem-se escravos de
ambos os sexos, para se vendercm
de commissSO) nao se levando por
esse traballio mais do que a por
cenlo, e sem se levar cousa alguma
decoinedorias, oll'erccendo-se pa-
ra isto toda a seguranca precisa
para os ditos escravos.
Na ra das Agoas Verdes, sobrado do
um indar n. 14, cngomimi-se e lava-50, lo-
da qualidadc do nipa; bem comoco-c-so to-
lla costura, tanto de allaiate, como para so-
nhora, cnni perfeicSo o gosto, tu lo por pro
co mais commodo, lo que em outra qual-
quer parlo.
1 Paul Gafnoux, dentista 19
m fraucezaofferccc sen prr-ii-
f- mono piiiiilco par* lodosos
m niiBtere ,lt' s"" i'-nssao: *
ilude ei- lirociiriido a qiial-4
19 qiicr hor* c 1 sl,a eaa, >
* ina laigndoBo/.iulo, 11. 80,
a segundo andr' ?
- Precisa-se de uma ama para o servico
de compras e eugommado, de uma casa do
duas pessoas de familia : na Ponte Velha
n. 14
ou por animaes, e prensas para a dita.
Chapas de fogSo e frnos de farinha.
Canos de ferro torneiras de ferro e
Je bronze.
Bombas para cacimba e de repuebo ,
movidas a mSo, poranimaesou vento.
Guindastes, guinchos e macacos.
Prensas hydraulicas e de parafuso.
Ferragens para navios, cerrse obras
publicss.
Columnas, verandas, gradea e portos
Prensas de copiar cartas e sellar.
Camas, carros do fhoe arados de fer-
ros, ele etc.
Alm da superior ida Je das suas obras, j
geralmenle reconhecida Bowman & Me.
Callum garantem a mais exacta conformi-
dade com os moldes e dezuuhos remetlidos
pelos senhores que se dignarem de fazer-
Ihes encommendas, aproveilando a occa-
m.'io para agradecerem aos seus numero-
sos amigos o freguezes a preferencia com
que loi'in sido por ellos honrados, e asso-
guram-lhtsque nSo pouparSo esforzse
diligencias para coutinuarom a merecer a
sua conlianca.
por 400,000 rs. cada um, dous a-
lambiques de columna e carapu-
" novos e muito bem acabados ,
e em tud^.se.melhantes aos que sc
venden) por 600,0001700,000 rs.,
isto porque se deseja concluir casa
transa celo.
Lotera do Bio de Janeiro.
Aos 30:000,000 de rs.
lia loja de mindezas da piara da
Independencia n. 4, vendein-se bi-
lbetes inteiros, meios, quartos, oi.
tavos e vigsimos, a beneficio da
7. lotera das Amoreias ; ditos in-
teiros, meios, quartos, oitavos c
vigsimos, a beneficio da 55. lote-
ra da Santa Casa da Misericor-
dia, vem as a listas no prmeiro
vapor do Hio.
Sapatoes para o invern.
No aterro da Boa Vista, loja de
calcado 11. 58, junto ao seleiro ,
veudem-se s'ipatea de bizerro ,
obra muito boa, feilos na Ata eri-
ca, c muito bous para o invern.
Boln? de bizerro.
(J. Starr & ".ompanlna, \ Vendem-se superiores botinsde
Rcspeiioamenteanniinciamquenoseu ex-bizerro, feitos na America ; assim
tonco estabelecimento em Santo Amaro,; como sapaldes de lustre : no at-
continua a fabricar, com a maior perfeicilo'. 1 n v 1 j 1
oprompliiao, todaqualidado dcmachinis-;terro da "O3 Vista, loja de cla-
mo para o uso da agricultura, navegaco e do n. 58, junio ao seleiro.
-- Na ra das Cruzes n. 2i, segundo an-
dar vndese um molalinhode 16 annos, j
1 dospachado para o Rio de Janeiro, um ca-
armazens do Sr Mesquita na ra do Brum, 1 hra j 3U anllus umcul (le carpna, um mo.
atraz do ars nal do marinha, um | |ccul6 para ll)do s,.rvic0i e urna escrava de
I Jeposito de machinas, j na?3o de 26 annos, que cosinha c lava,
construidas no dito seu estabelecimento. --Vendem-se 2 caixOes grandes com vi-
Alli acharilo os compradores um complc-i dros de venda, urna balaiifa com conxas da
to sorlimenlo de muendas do canna, com pau com um lerno de pesos da 8 libras a
d'aurora
manufaotura, e que para maior commolo
de seos numerosos freguezes o do publico
em goral, tem aberlo em um dos grandes
soi publico da cadena de instruc- ;
cio elementar do segundo w
nova mente criada no bairio de
,Santo Antonio, avisa ao respeita-
U Sr. J. O. C. M. M., queira ler a bonda-1 ti:-_ ., 1..... .1, ., 1., ,.| ,
do de mandar pagar oque deve, na ra es- >cl publico, que tem alicrto aula,
treita do Bozario, confe.ilaria n. 43, do con-, nn 1 lia do Sol II. II : as pessoas
trario se publcala em letra redonda o seu mutricular SCUS fi-
nme neste Diario. |'l"c I ,, I
-JosUuaric das Nevos, embarca para o llios, podem comparecer nasoure-
Riode Janeiro, a sua escrava parda, donme; jjta ca.a ^ jas g |i0ias da manliaa
Mara.
Na ra da Cruz do llrcifo D. 18, tereci-
ro andar, compra-se una escrava, que seja
do boa conducta, e cnlenda bem de costura,
cozinha e engr>mmd<>, pref-rc-se parda.
D Genoveva Perpetua Rodrigues Cam-
pello, o Cervazio Rodrigues Campello, vain
a buropa, clevam em sua companhia uma
criada.
0 abaixo assignado, responde ao Sr.
Jos Joaquim Pinho de Mendonca, o socios,
qt.e mentom, c quo sendo molo peliicm
alguns melianles nos Diarios quandasqoe,
ou nunca so llio deveram, ou ja se llio pnga-
ram, em juizo deve prnvar a quantia, quo
como divida Ihoquor extorquir, nem espan-
ta que ja soja calumniado. --Jos de Al-
enla Brrelo Bastos.
Precisa-se de um leitor portugus, se
for casado ruelhor, que entanda do servico
decampo, c do cusa iio caldi ira, para um en-
genho distante dosta \ r-i;n 10 logoas, c U de
S AnlSo : quem quizor nelle nmpregar-se ;
diiija-se a ra Dircita n. 14, venda de
Jos da Penda.
i'rocisa-se de uma mullicr .le meia i le
de c desempedida, para ama de uma casa de
pouca familia : na ra lo Crespn. 10.
-- 0 Sr. Francisco Bernaido da Molla ,
t-m urna carta viuda do Rio CrandcdoSul :
i.a rua.da Cadeia do Becife, armazem 11. 12
-- Tolido de continuar na lypogiaphia da
Viuva Roma, a publicacSo do Apostlo do
Noite, no ferina lo do Diario Novo, no da
30 do corrente, dia em que a igreja celebra
a vinda do Kspiilo Sanio sobro os Apest-
los, o redactor invoca a prologan do todos
os amigos da liherdade, para as suas as-
signaluias-
O Dr. Vicente Jeronymo Wanderley ,
vai a Lisboa.
Deseja-sc Tallar
t Bodrigues deOliv
interesse: na ra do
at o meio dia, e dis 1 d i tarde ali-
as 5.Miguel A rebanjo Mindello.
Jos de Almcida Brrelo
Bastos nao deve cousa alguma ,
na ra do Queiniado n. 2o.
Na ra do Vigario n. 17 ,
precisare de olliciaesde latoeiro c
funileiro.
I'recisa-se de um leitor pa- >
ra um sitio, na l'assagem da M*g
Srt|H|rVfff9 lolica bomopathici.
28 BA DAS CRUZES i,
* Dirigida pur um pharmctuteo
;fc approvah.
|V Este estibeleeimento possue todos ss
> os medicamentos al agora experi-
mentados, lauto na Lunipa c iroo no m
;* Brasil, c preparados polas machinas <;3
* da invencilo do Dr. Muro.
PRECOS.
'. ilus carleiros knmopulUcis.
& Emcarteiras de 12 tubos grandes M/
:> 21 =W
24 pequeos 15/
Dos alelos mais sanios a
Tem a t mua cii' da innocencia,
Tem o ralo prfume <5
- ,
Violao
Qucr o fado qT a
* Tubos oscolbidos (cada um)
i*
/H
Tintura s dome lioamentos em ^
frascos de li.2onc,a (cada um) 2? ^
Ma mais, alem destas, outras muitas caixas com glbulos e tinturas por ,
precos variaveis, conforme o tama- nho ea qualidado das caixas, 084-5
quanlidade dos remedios e as suas <*3
dvnamisr>s, ole. <_
' AVIAO-SE GRATUITAMENTE <8
para os pobr s, todas asreceilas quo *j
para aji man lar qualquer professor. j
' sor te, ltcdii-io m'a car eavi (lo
\\mTs T \T 'Zl
dalena, dando-sc-lbe uma casa de (1 -niitclista Salustiano de A-
mora
da 5 d-se preferencia a um qU,
a, avisa ao rrspeila-
portuguei, ou ilbco, e lie preciso vt,| publico, que os seus bilbetes pnrOjHamnj^
t|uc tenlia praticadelralamentode1
capim : na ma do Trapiche n. 3.
-- Precisa-so de nm caixeiro, que tenha
p'alica de loja de calcado : tratar na roa
da Cadell do Itorifo n. 7.
-- Da-so dinbeiro a premio, em pequeas
por COM, sobre penhores de ouro : na ra
do Calinga 11. 3
Cativo so el puf goslo,
Se gozar tou corado.
Estnbiiho
Quanto pdn Marcia bolla,
Os leus olhos matadores,
Nelles mo-tras lo-nini lo
(Is tous dons encantadores.
F.sla ultima 1110 linha lem mais Iros qua-
dros ; a muzica ho composta pelo autor da
Alia noite oh qoo silencio. Roa Bella
n. 28, imprensa do muzica, prego 500 rs ,
e cautelas da stima lotera a be-
neficio da Cultura de Amoreiins,
eda 55 lotera a beneficio da San-
ia Casa da MLscricordi >, estfio rx-
posios a venda na piaca da Inde-
pendencia ns. |3 e i5, loia de
xa:-
Publica-so todas as seginidas-fciras nesta! ,"" CC
typngra, h,a um ROLKTIM COMMERCIAL en pnmciro do conentc mez, e a j j
bom papel o ptimos i y pos; contendo os ,]a Sania Casa da misericordia 11-
precos crrenles dos gneros de importaco jj j rc.
c export ao, em porluguez, franc-z c 111- cava d coln nu uia .1 uu ,
'glez, conferidos por um corretor da praca ; sent mez ; as lisias lie amOBS UC-
__I- I ., ...i.-., 1 ;,, l> 11 1 ri 1 i I IK lilis II OS- 1 I! 1 1 1
011 no
glez, conferidos por umeormor ua prnr;a ; sent mez ; as usas uu ciuiu
comoSr. Custodio Jo ; declarado das dospo/as o diroltos dos mes- c]ieKar no da 20 pelo
eir, a negocio de seu mos, c do porlo entradas, saludase carro k..!!-.
Passeio, loia n 17. g.mentos dos nsvios ; cambios ; moedas ; da companbia brasilcira ,
acha completamente montado com appa-
rellios da priineira qualidado para a per-
foila coiifecQodas maiores pocas de ma-
chinismo.
Habilitados para emprehonder quaes-
quer obras da sua arto, Bowjnan & .Me.
Callum, dosejam mais particularmente
chamar a allencilo publica para as se-
guintes, por lerem dellas grando sorti-
O abaixo assignado faz ver ao respci-| frotes, comparac.10 dos pesos e medidas, re-' ^j pe|0 vapor inglez Tevot. ment j promptas, em deposito na .mesma
el publico, quo o bilhar que tem na ci- lucio dos navios existentes no porto, e uma ..i:i,,,mnlp nAos i0dos lun lic.io, as quaes construidas eui sua ra-
da de Olinda, he t seu, nao lem socicJa i,ovisla semanal das vendas o mais movimen-, *ao immeaiaiamcnie pagos lo"D hrica pdem competir com as fabricadas
nem condicOes com pessoa alguma. losdo morcado : subscreve-se a 12/000 por, c quaesquer premios das reler das cnl paiz cslrangeiro Unto em preco
Francisco Antonio da Silva Cerqueira. )anno na livraria n. 6 c 8, da praca da lude- |0|C|as as |0jas cima mcncio- como om qualidadeda materiaes primas e
abaixo assignado faz publico, que l pondencia. m3o d'obra, a saber :
- nados, logo que se receberem as Machinas ue apor
lavel
da
de nem
.- O cautelisla Souza Jnior continua a
fez seu bastante piocurador a Francisco Jos -----_________
Coi rea (uimaifles a quem da poderes espe- pagar us premios sabidos em suas cautelas
ciaespara pelo abaixo assignado, assignar' bilbetes vendidos oro sua loja do ferragens
quaesquer letras de cambio provenientes do na ra do Queimado n. 3T-A- e '
transactoes oecommercio que o abaixo as- a venda pelos procos abaixo as
signado haja de fazer para o que Ibe conce-
do poderes necessanos.
Antonio Das Martins M.....u.
tem ex posto
a venda pelos procos abaixo as suas cautel-
las e buhlos da 7". lotera do Rio de Janei-
ro a beneficio da empresa da cultura d'amo-
reiras bicho da seda cojas listas devem clir.-
OSr Conrado, que tiabalha no thea-' gar no da 19 ou 20 do corrento pelo vapor
HO de Apollo: queira vir pagar o que deve, brasileiro ou inglez, recebe em Iroca bilhe-
na loja da ra oo Crespo n. 10. tes premiados.
Perdeu-se uns requerimentos, dopateoj Bilheles 22,000
do Collegio ale a ra das Irincheiras. indo- Meios 11,000
-.pela ra eslreita do Hozarlo: quem os | Quartos 5,500
icbOU pdedeixar nesta typographia, qoej
ser recompensado.
Oitavos
Vigsimos
1,300
33,000
I 1,000
5,5oo
3,800
listas.
Bilheles
Meios
Quartos
Oitavos
Vigsimos i,3oo
Precisa-se do urna ama para casa de fa-
milia, quo nao beba agurdenle : na ra do
Hospicio cusa n. 17.
Arranjam-sn caixas com somentes do
todosos vegelaes do pais, assim como cai-
xas com plantas vivas, coiileudo estas, ar-
da molhor cons-
IruccSo
Moendas de caima para engenhos do
lodos os tamandoa movidas a vapor por
ugos, ou animaes.
Rodil d'agoa monillos de vento o
se.rrus
Manojos indopendcnles para cavados.
Bodas dentadas.
Aguillies, bronzes e chumacciras.
CavilhOcs oparafusos de lodosos ta-
maitos.
Taixas, paros, crivos e boceas de for-
nalha.
todos os mclhoramentos (alguns dcllos no-
vos e originaos) de quo a experiencia de
muitos anuos tem mostrado a necessidade
Machinas do vapor do luna o altapres'
silo, lachas do todo tamaito, tanto batidas
como fuodi las, carros de mo, e dilos par
couduzir formas de assucar, machinas para
moer mandioca, prensas para dito, lomos
do ferro balido para farinha, arados do fer-
ro da mais aoprovad.'i cnnslrucc/lo, fundos
para alambiques, crivos o portas para for-
nalbas, e urna infundada do obras de (eiro,
que ser infadonho enumerar.
No mesmo dopollo existo uma pessoa in-
Mligonlu o habilitada para recehor todasas
cncoTimendas, etc. etc., quo os annuncian-
tes, contindo com a caparidade do suas of-
liuas e maclnnismo, o pericia do seus olli-
ciaos, se compromelleiu a fazer execular,
com a maior presloza, pcrfeicHo, e exacta
oriii mu i.i lo com os mo lelos, ou ileso-
nhos, c inslruc^fs que Ihe forom fornc-
odas.
*^*|J?f59-^**f *o*J4} '*
.^ C-jaSLLTOBIO CHNTHAL HO.VJUOPATIIICO %l
^ ni: PEnwMBUcs. ^
lerigiao pelo Ur. Sabino Olegario l.uil- a>
Oi yero l'inhn. 4r
? Roa do Trapicho Novo n. 15. fr
?' Todos os dias utois se dur.lo consultas 4
o reme los do gra^a aos pobres.desde <%
^ pela maiihil, ato as duas horas da lar- ^
?j de. As correspondencias e mforma- ft1)
T Cdoi pudenlo sor dirigidas verbal- t
(fe mente, ou por eseripto, devendo o fe
?; doente indicar primeiro : o nomo, a 4
idade, estado, proflasflo, c constitu- a
4, (So ; segundo: as molestias, que tem
i tilo, o us remedios lomados; tercei- i
i i -i : :i poca do apparecimento Ja mo- ^
i lestia actual, o descripcflo minuciosa, ^
9 dos signaos ou symptuinas que sollVcr ,4
Caligratia
Na I na do Aiagan, 11. i2, se-
gundo andar, copia-se com perfei-
980 qualquer papel cni muito boa
el Ira e porprceo commodo.
Allenrao.
Tendo-se por vezes rogado a aquellas pos.
soasqueeslaodevendo coiitasanligasna ven-
da da ra da Cadeia do liedle n. 25,diTronte
do L'ecco I argo de viren] pagarse is dbitos,
o comupouess pessoas o tenha di feito; poi is-
se se ruga novamehle.e pola ultima vez o m ge-
ral a lo los.de. virem pagar seus dbitos atoo
huido curre ni*! mez do rna it>,na corlo/a deque
aquellas quo o uo lirciem lenio de ver seus
nomes publicados poreslo /Jiario eso proce-
der nos termos da le, por quanto gneros
Comprados a praso do 2, 3 o 4 mozos,o mais
lulo he para se liar por 3, V e mais omos.
^^ 1 a...... r.
Compras.
Compra-so 2 oscravus, crooulas ou par-
das de idade de 8 a 10 anuos, e 16 libres de
goma de malarana, no bairro do ReciTo, ra
da Cruz armazem n. 45.
Compra-ae 1 esa tonca, quo seja boa,
livro c (l- S'jmbaraQnda, as ras seguidlas :
Agoas Verdes, O l'S, paleo do Carmo, Cim-
bria ilo mesmo, ra Direila,pateo do l'araizo,
run das Cruzes, ra da Cadeia al S. Fran-
cisco : a tratar nu praca da Independencia
n. 14.
Comprarse una esefava crcoula, que
saiha bem engommar e cozinhar, de bonita
ligura,' agradando paga-se bem : na ra do
Amurim 11. 25.
-- Na ra da Srnzalla Velha, dofronte d
St, Monteiro ninlor,compra-sc lo las as qua-
lidados de ferros velhos o melaes de todas
as qualidados assim como ourelns do pannos
linos,casonnras e ludas as qualidades de mu
lambosqui servirem para fazer papel : as-
sim cuino cabos voltios, lonas etc.
Comprn-se uma 011 mais pecas do uma
a-111 o.- io do loja fianceza : no atierro da Boa
Visti n. 14.
-- Compra-fe um sobrado de um andar ou
uma casa terrea na ra do altorro da Boa-
Visla : a tratar na mesma ra n. 18, [rimen o
andar.
-- Compra-so o Diario n. 144 do 1. do Ju-
Ihodel850, com o seu suplemento, ou so-
meote o suplemento : na pi n,n da Indepen-
dencia hvniri 1 n. 6 c 8.
Em casa de Novaes & Com-
panhia na ra do Trapicbe n.
34 compram-sc accoes do-Manco
de l'ernambuco.
Compram-se a 6 escravos al 20 annos
ileidade.com habilidades ou sem ellas, j
despachados para o Rio de Janeiro : na roa
da Cruz n. 40, primeiro andar. ____
Vendas.
Na ra Nova loja de Jos
Moi'nlios de mandioca, movidos a mo; aptiata Braga, lia para vender
meia quarla, cinco tornos de medidas de fo-
lha e um dito do secos, ludo em muito bom
estado e muito barato : naiua do S. Rila
n. 97.
Vende-se una prota de 40 annos, cosi-
nha, cngomiiH, la va roupa, o taz doce, ludo
com perfoic-lo : na ra do Colegio n. 21,
primeiro andarse il ira quem vende.
Seda, no atierro da Boa Vista
loja de calcado defronte da bo-
neca n. 14.
Vendem-se as tr-ais superiores sedas fur-
tacores e de belissimos padrOes de dif-
erentes c.irosjpor preso que muito agradar
ao comprador, em razSo de se dezejar liqui-
dar; assim como um novo e cmplelo soiti-
mento d calcados de to las is qualidades.
Vendo-se um cavallo carrogador o os-
quipador.bcm nutrido : na ra do Queimado
loja n. 18.
Loja amarella de 4 portas, atierro
da Boa-Vista n. 60.
Vendcm-se co'tes do carniza do chila fian-
ceza lindos padrOes com 5I|2 covados a lnuo
leocinhoa de chita para monillos a 80 rs al-
paca de algod.lo a 20o I*- o envado, riscado
senro para todo seivico a 140 rs., dito do
chita a 160 e 200 rs., cuita nova padriei os-
curos a 200 o 210 rs o covado, cortes de ris-
cadinho francoz com toque de avaria de oleo
a 1,700 rs 1 cas de algo ISoiiOho muito en-
cordado nomiejardas a 2,640 e 2210 rs.eou-
tras inultas Tazcn daspoi menos de oou valor.
Vendem-se saccas com farinha de S. Ca
tirina a 2,000 ri.,de boa qua idado.dila com
iiilliu .1 2,000 rs arroz do casca a 2,400 rs.
0 alquoiro, azeilo de coco a 2,400 rs. a caa-
da, dito decarrapalo a 1,440 n. I relogio
deomo patente suisso bom regulador : no
caes du Hamos n. 4.
* Na loia l'ci'iinmbucana, ra
^ do t respo n. 11. 9
A Voinlem-so oasemiras francezas mo- 1*
itf dernas e de excedentes qualidades e (^
.ja pidros, pelo bsralissimo prerjo de *\
i^ i.ooo rs. o corle, para calca
(ffi**:*^* *55S
- Vondo-se dous escravos, um africano
I marinhe ro, c cosinheiro, outro croouio bem
possanie, ambos audaui na i lude de 33 an-
uos : no sobra lo encostado a igreja do l'arai-
zo da parte dos Quartois.
A dinbeiro a vista.
No engenho Caipi, na freguezii de Ipo-
juca, em urna casa junto a ponto, acha-sees-
label.'cida una rabiici do fzcr superiores
volas de carnauba, com toda a limpcia e
pprfmcSo ; avisa-sc portanto ios senhore!
ic engenho, ornis moradores circumvizi-
iiiio-, que Ihes ho mais commodo manda-
rom ali comprar, do que no Recifo, evitan-
do assim o quohramouto dellas, ea demora
da viagoiv, levando logo o portador soja elle
de quem for, o dinheiro avista, a razSo de
360 rs. por cada uma libra ; afiianca-se a
boa qualidnde dellas, e n3o so duvida dar a-
mo-lra gratuita a quem quizer experimen-
ta-las. .
Calcados a 75o, 1,000, s,5oo e
3,ooo rs., no aterro da Boa Vis-
ta n. 1 '|, ilrlnnil da lionera,
ha chegadoos bem condecidos sapaldes do
Aracaty a 750 rs., e de orelha a 1,000 rs de
lustro a 2,500 rs. o os tnelhoros quo tom
viudo da Baha a 3,000 rs., o o bem conlie-
cidos sapales de lustro e de bizerro do
Nantes, muito proprios pira a estacBo pre-
sento; assim como um novo o completo sor-
Umento decalcado. francezos o do Lisboa
do to las as qualidades, tanto para homom,
como para senhora, meninos e meninas, lu-
do por proco minio commodo. alim dse
apurar dinheiro.
- 'Vende-se urna casa do sobrado de um
s andar, em chaos proprios, em a ra do
1 neniiiamonio do bairro doRccife: quem
preten ler, annuncia para ser procurado.
Vende-se uma casa torrea em a ra da
Sonzalla Velludo Recife, em chaos rorei-
ros : quem pretender, annuocie para ser
procurado.
Sementes de hortalice.
Vendem-so sementes de fiortalice de to-
das as qualidades vindas ultimamento do
Porto, por preco commodo : na roa Direi-
la, venda n.76, na esquina do boceo dos
Poccados Mortaes.
Chapeos de .'til.
Vendo-se um bonito sorli ment de cha-
peos de sol deseda, com cabos de bom gog-
to: em casa de Eduardo H. Wyatt, na ra do
Trapicbe Novo u. 18.
Vendo-s gommi em :sacras dealquei-
re, por mdico preco, para liquidar-seuma
conta : na ra da Cadeia do Recife, loja
n.56.
Vendem-so caixas com superior doce
dfe goiaba: na ra das Cruzes n. 40.
Vende-se a melhor farinha de S. Ha-
Iheos, e chegado ha pouco a bordo do pa-
tacho Aracaly, eemporio: a t'atar com
Manoel Dias na ra do Vigario n. 14, tercei-
ro andar.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO 1 MUTILADO


"^F
4
\

Al te 5o.
Vende-se oa rui eitreite do Rozrio n. 11,
tanuras mullo noves, sendo cidi csixinha a
600 ra. e maiores a 800 rs., estrelmhte-JSO
rs. a libra, bolachiab* de Lisboa a 3t0 ri. a
libra.
-- Vende-se lnvs da pelica pretas e de co-
rea a 800 rs. o par, assim como penas de ou-
ro o roelhor possivel : na ra da Cadeia do
Recite, loja n. 14, de Ferrelra flt Hachado.
Engen.no.
Vende-as um engenho aioente e corrente,
enri d'agoa deslante da prace 4 legoas,
prvido de todas as obras, e ulencilios, cora
boas trras pera plantario de cana e rocas,
ptimo cercado, e lendo urna extencSo ex-
traordinaria de trras, sendo mais das tres
partea urna mata virgen, naqual abundan
ai principies madeira para serrara e edlfi-
cj<;es; e dista do embarque um quarlo de
legoa : os perlendentei dirijam-se ao lllm.
Sr. Joto Pinto de Lemos Jnior, e o mesmo
dir o motivo porque se vende,
liom e barato.
Vende-se na ra Nova n. 11, loja que ro
do finado Jos Pinto da Fonseca e Silva, tioje
de N. Gadault.lodaqualidadede instrumen-
tos para musicis militares, mais barato do
que em oulra parte.
Vendem-se uauti a 320, 640, 1,280,
9,000 e 3.000 rs., ditas que servem de ben-
gala a 2,000 rs. : na ra Nova n. II.
Vndem-ae rabecas de 6,000 al 35,000
rs., arcos psra rabecas a 1,000.2,000, e 3,000
rs., ealaodartes, cavaletesecravelhas, ludo
l>ara rabee : na ra Nova n. 11.
Vendem-ae methodos para piano, vio-
15o, rebeca, e nauta, dos melhores autores
que tem viodo, e com rica encadernac&o,
na ra Nova n ir
- Vende-se papel pautado para msica,
palhetaa para clarinete, cord.a para vIulSo,
o ceravelhas, tudo da melbor qualidide pos-
sivel: ni ra Nov n. II.
.- Vendem se camisas de chita rrancezis
as maia bem feitaa possiveis e por barato
preco: na ra Nova n. 11.
-- Vendem-se duas salas de paiz-gem,
sendo urna os tres mosqueteiros, e oulra o
prophetacom as suas competentes guarni-
eres, o mala barato possivel: na ra .\ova
n.ll. .
Vendem-se violos muito bonsdesom,
e muito baratos, de 8,000 at 3>,000 rs. : na
ra Nova n. II.
Vendem.se differentes msicas para
piaono, o miis barato possivel : na ra No-
va n. 11. ,
Vende-se talagarrja. lili seda rrouxa
para bordar, e juntamente ns competentes
agulhas, sendo a 400 rs. o papel, e sonidos
a 500 rs.|: na ra Nova n. II.
Vendem-se caixinhas com 120 duzas de
carrlteia de iinha de 2C0 jardas multo supe-
rior era qualidades de ns. 40 a 150, por 800
rs. a duzia e de na. 12 a 120 por 700 rs. : na
ra da Cadeia do Recite loja de ferngens
n. 53.
Bom e barato.
Rui do Passeio loja n. 9, de Albino Jos
Leite, vende-se chita pira coberta a 140 rs.
o covado,a peca a 5300 rs., chales de chita a
500 ra. dito de 10a a 1000 rs, lencos pintados
pequeo a 120 rs., ditos de casa pare grava-
la a 190 rs ,cni)in, cruis multo linas a 200 rs.
o par, em duzia a 2,200 rs., lencos de vapor
a 200 rs.,chales brancos com franjas a IfOOO.
lencos de canibraia branco com bicoa 410
rs., ditos de cores com bico a 320 rs., brins
de Imho azul e de cores a 300 rs. o covado,
riscados Trancazos a 220 rs. o covado, meias
gazemiras para caifas a 360 rs. o covado,
cassa da India bordada para cortinados
400 rs. a vara, corles de rusti de coleta a
610 rs ditos de la o seda a 800 rs., cha-
peos de sol de paniuho a 1280 rs., I un varas
de bico e renda da trra a 120 rs. a "vara e
outras muitas fazendas que se deixa de en-
nunciar por hita de tempo.
Alados de ferro.
Na fundicSo da Aurora, em S. Amaro,
vondem-ae arados de ferrode diversos mo-
delos. _
Cortes de brimde linho, a 1,300,
3,24 c 3,ooo rs.
Vendem-se corles de brim pardo, de li-
nho puro, a 1,280 rs.; ditos de cores com
listras de bom gosto, a 2,240 rs.; dilos de
brins amerellos, a 2,000 rs.; cortes do calsa
de riscado de linho de listras, a 720 rs.; cis-
Sisescimpinsdas para cortinados, com 8 1|2
varas, a 2,400 rs. a pc.
Novo sortimento de panos finos e
casimiras de todas as quali-
dades.
Na ra do Crespo, loja da esquina, quo
rolla para a Cadeia, vendem-se panno pre-
lo, a 9,800, 3,200,3,500, 4,000 e 5,000 rs. o
covado; dito francez, muito superior, a
6,000 rs.; dito verde, a 2,800 rs.; dito azul,
a 2,800, 3,500 e 4,000 rs.; dito cor de rap,
a 2,800 rs.; corles do calsa de casimira pre-
ta infestada, a 5,000 e 6,000 rs. ; dita fran-
ceza elstica, a 7,500,8,000, 9,000, 10,000 e
11,500 rs.; sarja prela, a 2,400 rs. o covado;
dita bespanhola, a 2,800 rs., e outras mul-
la fazendas por prego comrr.odos.
-- Vende-se um escravo creoulo, com 18
annos de idade, muito sidiu e sem vicio: na
ra do Collegio n. 19, primeiro andai.
Vende-se um mulato mofo, de bonita
figura ehecarreiro: oa ra das Cruzes nu-
mero 40. _
Na loja de miudezis, na ra do Crespo
n. 11, vendem-se duzas de iinhas de car-
ritel n. 100, de 120 jardas a 1,000 rs.; ditas
de n. 120, a l,200Ts.; ditas de n. 150, a 1,400
rs ; rentes Olios de ni irliin a 320 rs. ; agu-
lhas linas de o. 11, a 30 rs.; ditas de n. 14
a 40 rs.
Vende-so urna prela moca de nacSo,
que engomina, cosjnlin e leva Ue sibSo : n
ruede Mortal n. 138
Na loja do livro azul, no piteo do Col-
legio n.2, vende-se papel fino de peso,
2,000 rs. a resma.
Armazem de vinhos.
Na ruada Senzalla Yelha n. 'i,
vendem-se vinhos de Lisboa e Fi-
gueira, dos mais superiores qu ha
no mercado pelo diminuto preco
de 300 e 340 rs. a garrafa, e i,5oo
a 1,800 rs. a caada : para confir-
mar d-se a provar, e para ver da-
se a beber ; he baratinho, a elle
freguezes que he bom vinho.
Mercurio.
vendo-se mercurio de primeirs sorte : em
cisa de Augusto C. de Abreu, na ra da Ca-
deia do Recita n. 48.
AlgodSo para ropa de escravos.
Vende-se algodSo muito encorpado, p'o-
prio para ropa de escravos, com pequeo to-
qfie de avarla a 140 rs. a jarda; dito limpo
a 180 rs,: na ra do Crespo n. 5.
Panno mesclado.
Vende-se panno mesclado a 10,000 rs. o
corle de palitos, com 21|2 covidos : na ra
do Crespo n,5. \
Pannos finos.
Na ra do Crespo n, 5, loja do pisso, van-
dem-se pannos finos, prova de liman, a
:i,500, 4.000e 5,000 rs,, e muito lino Ilmes-
te a 8,000 rs.; dito verde 1 3,000 e 5,000 rs.;
dito cor de caf muito superior a 5,000 is:
Moinhos de vento'
com bombas de repuxo para regrar bortas
ooaixas decaplm nafundi.BodeBowmux
4 M. Cilhem: na ra do Brum ni. ,-8 e 10.
Deposito de panno de alRodao da
febrica Todos os Santos da Ba-
nhia.
Vende-se por preco commodo
o bem conhecido panno de algo-
dio desta fabrica ; era pessa,
vontade do comprador: no escrip-
torio de Novaes & Companhia, na
ra do Trapiche n. 34.
Vende-se um terreno na ra da Aurora
com 50 pilmos de frente e 280 de extensSo,
tendo ces de lijlo a beira mar, ficando en-
tre as cisaadoslllms. Srs. CustavSo Jos do
llego e Francisco Antonio de Olivelra : os
prelendentesdirijam-se a ra das Torrean,
8, primeiro andar. ^a
^'S
f Aos amantes das do- |
curas da vida. j
J Offerece-se, na ra da ("a- 8
dea do Recife n, 33, um fi-
no meio de satisfazerem seu m
S apurado gosto dando-se-
m lhes.a troco de algumas mes- g
quinbas patacas, o excellen-
? te e delicado doce debacur.
5 Ghegou rescentemente' do a
MaranhSo he da melhor
qualidade que ha e tem vin- ,
do em latas, mui proprias
8 para a sua conservaco, tor- fc
4 na-se tambem por isso objec-
to de grande considerado, jj
aj para as pessoas que desejam 4
> mandar presentes deste ge- J
ero para a Europa
C1A l'KBTO.
Vende-se superior cha preto,
em caixas de 3o libras caua urna :
em casa de J. J. Tasso Jnior, na
ra do Amorim n. 35.
-- Vendem-se no beceo do Concalves, ar-
mazem de ueaneYoulei Companhia, meias
birricis com superior farinha do trigo.
lineada- superiores.
Na fundicSo de C. Starri Companhii,
em S.-Amaro, acham-s> venda moendas
de canna, todas deferro, de um modeloe
cooslruccSo muito superior
Siiu&o de Nantua
800 rs.
Vende-se a historia de SlmSo do Nantua,
a800 rs. : na livraria da praca da Indepen-
dencia n. 6 e 8.
Taixas pava engenho
Na fundicSo de ferro de Bow-
man &c Me. Callum na ra do
Brum, p.issando ochafariz, conti-
na a haver um completo sorti-
mento de taixas de ferro fundido e
batido, de 3 a 8 palmos de bocea ,
as quaes acham-se a venda por
preco commodo e com prompti-
dSo, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com-
prador.
Vendcm-se relogios de ou-
ro eprata, patente inglez: na ra
da Senzalla Nova n. 43
Vendem-se eslampas muito
finas, em fumo, proprias para qua-
dros, por precj muito commodo :
na ra do Cabug, loja de mitide-
zas do Guinares.
I'otassa americana.
No antigo deposito da cadeii velhi, n.
12 existe urna pequea porc.ln de potissi
americina, chegada recontemente que por
superior rivalisa com adaRussia: vende-
se por preco razoavel.
Sebo purificado.
Vende-se sebo purificado do RioCrandc,
o melnor que aqui tem viudo por preco
maiscommolo do que em qualquer outra
parle, tanto em porcSo, como
velas de carnauba,
na ra do Apollo,
II. Rodrigues.
Multas fazendas por pouco dinhei-
ro na ra do Crespo n. 6.
Cortes de brim escuro do puro linho a
1,440 rs., ditos de lislra de bom gosto a 2,000
rs., dito amarello a 1,800 rs. riscado do li-
nho proprio para cilcas e palitos a 200 rs. o
covado, panno fino preto a 3,000 4,000 rs. o
covado, pessas de chitas escuras co n 38 co-
vados a 4,5'l0, 5,000 e 5,500 rs., cambraii de
filos com 8 1|2 varas a 2,400 e 3,50u rs. a pes-
sa, lencos de cambraia de liuno a 400, 480,
e 560 rs. proprios pira mSo, riscados assen-
lados em algodSo muito encorpado proprios
pira escravos a 160,180 e 200 rs. o covido,
zuarte azul com 4 palmos a 2O0rs. o cova-
do, e multas mais fizendas por preco com-
modo da loja cima refer la. .
Grande fabrica de chapeos de sol,
de J. Falque iu*^do C'ollgeio
n.4.
Nesto novo eatibelecimento. roe,
un novo o iindo ortimento de chipos'de
Sol dos ltimos gostos, lauto de seda como
depaninhopara hornese senboras, dt ar-
macodeblele de asso que se vendem
per menos preco quo em outra qualquer par-
te ; grande aortimento de chamelote, sedas
e paninhnsem peca de todeses cores oque-
lidedes para as pessoas que quizerem man-
dar conrlrarmacOes servidas. Co/npletosor-
timentn de beleles para vestidos rspartllhcs
para senhoras, faiem-se umbellas de greja n
concertase qnalquer qualidade de Chapeos
de sol:lodos os objectos cima tuencionidos
se vendem em porSoe a retalho, por preco
que agradirtioa freguezes vista da quali-
dade.
Familia de mandioca.
Vendem-se siccis com farinha nova, che-
gadi ullimimeote do C.ear, a 2,000 rs. e
em lotes de 10 siccis para sima, a 1,800 rs.,
cada umi sicca : no irmizem ao J. J. Tas-
io*Junior: na ra do Amorim n, 35.
Vende-se feijSo mulitinho, muito no-
vo, em saccas de alqueire, medida velhi, a
9,000 rs. asacca : na rui da Cadeia do Re-
cite n. 4*, segundo andar.
Deposito de cal virgem.
Conha & Amorim, na ra da Cadeia do
Recite, n. 50, .vende-se birria com supe-
rior cal em pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos preco do que
em outra qualquer pirte.
Gasa de commissao de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para lora della, para
o que se oiterece muitas garantas
a seusdonos .* narua da Cacimba
it. ti, primeirp andar.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
do Hecife n. 13, lia muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ltima-
mente, a precos muito rasoaveis.
Agencia de EJwin Maw.
fia ra de Apollo n. ti, armazem de Me. Cal-
iiuiiii .v Companhia, acha-ae conelantemeole
hiini lortimcntos de taiaa de ferro coado e
hado. tanto raaa como fundas, moendaa In-
aa todaa de ferro para animaea, agoa, etc
Jitas para armar eui madeira de lodne o ta-
annos e inadelloa o mala moderno, machina
iiriaonlal para vapor, com forfa de 1 caval-
l.is, coucos, paasadeirai de ferro eitanhado
Sata caaa de pulgar, por menos pref o que o
ecobre, eicovens para navioa, ferro inglez
lantocm barrascomo em ircoafolhas.e tudo
i'ur barato preco.
Calcado mofado.
Vendem-sesapatos de couro de
lustre, para senhora a i,6oo rs
ditos de inarroquim de cores e pre-
tosaHoors.; sapatinhos com col-
xclcs de veruiz a 3o rs. : na pra
ca da Independe cia n. i3 e i5
loja do Arantes:
if^tf
Palitos teitos.
Na loja do sobrado amarello ni ra
do Queimido n. 29. continn a ter pa-
""* ra vender um bom sor tmenlo de pali-
41 tos de pao preto e de cor, os rurllio-
res que ha no mercado e por preco
m mullo em conta.

a retalho, e
"o nais barato possivel:
no armazem de Antonio
ABADOS AMERICANOS.
Vendem-ae arados ame-
ricanos, chegados dos Esta- |
* dos Unidos, pelo barato pre- 9
' 90 de 40,000rs. cadaum: ni 4
ra do rapiche n. 8. ^
Vende-se llezini de angico de muito
superior qualidade em arrobas a 5.120 rs.,
em libras a 320 rs. : ni ra da Cadeia do Re-
cife loja de ferregeus n. 53.
Vendem-se na ra do Cabugi n. 6, bo-
lees de iadreperola, muito finos a 560 rs. a
grozi, issini como um sortimenlo de nnu-
dezas, proprio para boceleiras e mscales,
todo por precos baratos que admiram.
Vende-se um jogo de breviarios, em
~ vende-se cortes decalca de casemira
padies oscuros e muito moderno.pelo bara-
lissimo pn co de 5#ooo cada corte : na ra
do i.iin i na lo loja do sobrado amarello
n. 29.
lirinquedos para meninos.
Vendem-se na ra do CsbugaTn. 6, brin-
quedos para meninos, baratos que admira
a ol -s que he para acabar.
AGENCIA
da fundico Low-Moor.
RA DA M-;\/.,\i.i..\ NOVA 5. 4*9.
Neste estabeleeimento conti-
aa a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
Jas para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamaitos, pa-
ra dito.
Na ra da Cruz n. 33 armazem de
l.uiz Jos do St Arujo, vende-se lariuha de
mandioca deS. Malheus, a preco de 1,800 rs.
oalquoire, da medida velha, isto para aca-
bar e fechar contas, e tambem vende-se em
sscca de alqueire a 2,200 rs.
Grande porc3o de iazendas baratas,
na ra do Crespo n. i4, loja de
Jos Francisco Dias, a 160 rs. o
covado !
Vende-se ama grande porcSo de chitas
muito fixas, do novos pedres, com um pe-
queo toque de mofo, a 160 rs. o covado ;
ditas escuras cOres de caf e de vinho, e ou-
tras mais cores muito Oas, a 200 rs. o co-
leado ; ditas as mais Anas quo leorappare-
cido no mercado, tinto em pinnos, como
as tintas, fazenda do ultimo gosto, a 240
rs.; riscados francezes de qoadros, fazenda
muito Ota, a 200 rs. o covado ; cortes de
chita francezas, com barra, a 3,000 rs :'ma-
rino. pretos de superiores quiliJades, e
1,800, 2,500,-9,800 o 3,200 rs.; tinissioia al-
paka preta e de cores fazenda propria pa-
ra palitos, a 640 rs. o covado; algodSo azul
muito largo, 160 rs. ocovado; pecas de
bretanha de rolo, com 10 varas, fazenda
muito encorpada, a 1,808 rs. a peca ; assim
como existem outras muitas fazewias, por
precos mais baratos do que em oulra qual-
quer parte: de tudo se uarSoamostras,
deixando seus competentes penhores
Ueposito da fabrica de Todos os
Santos na Baha.
Vcnde-se.emcasa deN. O. Ilieber& C.,
na ra da Cruz n. 4, algodSo transado da-
qnollarabrica, muito proprio para saceos de
assucarp roupa de escravos, por precocom-
mou
Vendem-se em casa de Me. Celmont&
Compaa, Corpo Santo 11. II, os s"guinte*
artigos por precos baralissimos, alim de li
qui lar certas contas, a saber
Cartas finas para vbTt
Vendem-se birilhos de cartas a 500 rs.
proprias para voltereta : m ra do Cabug
n.6.
I .. Em cisa de Deane Youle & Cnmpinni*,
vende-se algodSo entraudo da Bihi.
Vende-se um cevillo bom carregador:
na travesa do Versa n. 15.
N. 3g \.
Vendcm-se na roa estrella do Rozirio,tra-
vessa para o Queimado, deposito n. 39 a,
lataa da muito icreditidi bolachinha de
araruli, pilo diminuto preco de 2,100; tam-
bem rontinua-ae a vender blscoitinhos, fi-
lil e bolachiobas de ararut,a retalho,tudo
muito fino e que se pdeaprosentar em urna
mesa de cha sem escrpulo ; vendem-se
biscoitos doces e aguados de boa farinha e
de differentea tamanboa; tambem as muito
boas bolacliinhis americanasquidndisdas
pequeas e tambem maioios para 240 ri. 1
libra, bolichinhia do regilii e da leite e
meis diversas, tudo por commodo preco.
Transparentes para janella.
Na loja de CulmarSes & Henriques, rui do
Crespo n. 5, vendem-se transparentes chegi-
dos ltimamente de Franca ; esta fazenda
est sendo preferidlas Venesimis tinto pe-
la sua boa qualidade como pelos lindos de-
senlio! com vistas pitorescas. Vendem-se o
mais barato possivel, que a vista da fatenda
os prolendenles nao deixarSo de comprar.
Vendem-se os verdideiros selins in-
gles**, patente, de molla e sem ella : na
ra da S nzalla Nov n. 42.
Na loja pernatnbucanada
ra do Crespo n. 11
Vendem-se ptimas sedis furta-co- 5
aj res de bellissimos padrrjes e difieren- a)
4), tes larguras, pelodimiftulissimu pre- 4
Co de 1,000, 1,500, e 2,000 rs. o co- 9
vado- {
e acabe. 1
dos o tama-1
Cheguem antes que se a\eabe. Prensas para farinha.
Vendem-se capachos de todos o tama-1 |\|a iuadicSo da Aurora em San -
nhos.5.0 r. cid. um : na ru. do C.bu. imar0) fl n0 depozito da roma
a^WillIWWWWI(illillWlW>4y< na entrada d* ra do Brum a-
Gantois Pailhet & Companhiaf cham-se venda machinas para
Conlinua-se a vender no deposito!
;eral da^ua'da Cruz n. 52,.oexcel-
intee bem conceitoeijo rap ireiil
preta da fibrica de l'.anfhis l'ailhct &f
Co, obras de direito e medecina eni Fran-
cez, ditas alero Sos, Virgilios Tito Livio se-
lectij,Horacios, salustios, SermOes de dille-
rentos pregadores : ludo por preco commo-
do, conlinua-se s trocar e a compiar.
Vende-se, 011 permuta-se urna das me-
lhores propriedades de trras, distante urna
legova desta cidade, com casas de vi venda ,
eslrnbana, ciixein, casa pare pretos e o miis
tudo que he necessirio pira um bom esls-
belecimento, temi terreno suflicienle para
ter mais de 150 olieras de gado; assim
como iguelmonle pira plantilles de ca-
pim, e outra qualquer lavoora, podendo-se
montar um grande estabeleeimento, alm
do que j existe,' e que rende para miis de
4 cootos de ris annualrnente ; deixindo-se
do so dar mais eiplicacdes. porque s com
avista hoque se p le mostrar a vericldide
do expendido, e que esta muito proprio pa-
ra qualquer senhor de engenh >, que estej
aborrecido da vida dmalo, equeira estar
' perlo da prao pin descancar as fadigas do
campo, e ao mesmo lempo lucrar ese en-
treter : quem pretonder, pode dirigir-sea
'ra Nova, loja de chapeos n. 52.
-- Vende-se um terreno aterrado com
[ caes feito na nova ra, que Oca a frente do
Em caixinhas do urna libra. Este cbi he fundo da rus do Apollo : trata-sn ca ra f>i-
muito proprio para quem padece dos ner- reita n. 25.
vos,epode-se fazeruzo delle mesmo toman-: Vende-se urna escrava muito sidia, e
do medicamentos homoepaticos, vende-se hecozinheira : na loja nova da ra do Ran-
na travessa da Madre do lios n. 4 e 6. gel n, 8.
- Vendem-se na ra do Cabug n. 6, te-, Vende-se urna creoula de boi figura ,
sourss muito linas, proprias psra costura a alta, robusta, sem vicio algum, do 23 a 24
:i-'0 rs. rula urna, ditas maiores a 400 rs., e annos, sibe coser, engommi bem ropa de
litad grandes pira corlar costura a 480 rs. homem, lava do brrela, cozinha, o faz lodo
Cha preto, superior.
imprensar larinha de mandioca, e
outras para espressSo do oleo de
m mamono, de urna invencSo intei-
Gompanhia da Baha, em grandes e) 1 ~ ,
paquetes porcOes pelo preco eatabe-g' ramente nova. Us annunctantes
leciao- __S! nao hesitam em publicar, aue es-
-- Ni livnria da rui do Crespo n II. ven-i machinas de sua invenco sao
dem-se os segulntes livros, illas de simen- superiores a tudo, rinanto ut aqui
court direito mercintil 2 volumes por J. da annara-pirtr nn> ono. --
Silva Lisboi. cdigo commerci.l bnsileiro e ,em apparecido neste genero, re-
poriuguez.revoita prieira, segredo di gen- unindo a grande forc de presso
a maior siinplicidade de construe-
93o, e facilidade na operario, o
que fez com que diTicilmente se
possam desarranjar.
CLRA EM VELAS.
Vende-se cera em velas das
melhores fabricas de Lisboa e do
Rio de Janeiro, sorti lientos mui-
to variados e a precos commodos :
na roa do \igario n. iq, segundo
andar, escriptorio de Machado &
Pinheiro.
Vende-se rap de Lisboa as oilavas : os
ra da Cidoia do Reclfa n. 15.
Bejouterias.
Kilkmmn IrmSos rui da Cruz n. 10. rece-
bnram pelo ultimo vapor ioglez um noo
sortimento de obras de onro o mais bello
que tem vindo aqui como aejam; inleiros e
meios aderecos, brincos, ilfinele, e brace-
letes com peroles, e sem ellas de todaa is
qualidsdas, botdes para camisa, eculetes,
correntes pan relogio, anneis, canelas, com
lipis e pennis d'ouro, rielaos, vollase brin-
quinhos de coros, vidro e ouro proprio para
cada urna.
Farinha de trigo
SSSF.
Fontana.
Galega.
Ilazal.
No armazem de J. J. Tasso J-
nior, na ra do Amorim n. 35.
o mais servico de urna casa de familia : na
rui do Hospicio, segundo andar, por cima
da botici da Viuva Cunha, quo faz esquina
pira a praca da Roa Vista.
Lindos bauzinhos.
Vendem-se lindos biuzinhos, proprios pi-
ra senhora guardar joias, 1800 rs. cada um;
lindos agulheiros de metal, com todo Sorli-
EsgravQS futidos.
No dii 10 do corrente mez de uiiio de-
sappareceu do lugar de Api pucos o mulato
de nome Antonio, mais conhecido por Anto-
nio Manoel, de altura regular.secco do cor-
po, de feicOcs miudas, olhos pequeos e
pouca Imi h 1, falla de dentes na frente, ralla
desembrcenlo, de mSos e ps pequeos,
representa ter 25 a 30 annos de idade: le-
vou vestido caniisad'do madapolSo e calc
branca ; este escravo j* foi doserlSo: quem
1. ro" "r11"' '-' iii"'>i vtr'1 wuv 1 t 1 i ,.
ment de agulh-s rrancezis, alto rs.; ditas o pegar leye-o na praca da Boa-V.sti n 8,
emciixinh.s.a 280 rs.;ditis mais finas; a 3U0 ?" em Ap.pucos ao Sr. loto Francisco do
. Irs. acaixinh'.; tocadores do Jacaranda, ,, Hogo Maia, que ser bem recompensado.
Vende-se a lypograptiia do 9,400rs. ditos de madoira urauca, a 1,200 100,000 rs. de gratiticaSo.
Diario Novo, propriedade di Viu- rs- liabas de peso,u60rs. cada uma;car- A quem apprehender a preta abaixo de-
K1 ', ,' i itas francezas para vollarete, a 500 rs o a clarada,
oma a qual esta montada duzia a 5,900 rs. na ra do Cabug, lo- Contina aestar fgida a
tanto de bonstypos, como de pre- ja n. 3.
ios, e de todos os utencis necessa- Farinha a 2,000 rs. a sacca.
No armazem n. 7, do caes da
Al'andega, dinheiro avista. *
-- Vende se um grande e bonito gallo P"no da Costo usado, um taboleiro peque-
egado da In lia, ptimo para quem he a- no em que andaa vendando, temporcos-
lixonado ne divertir-sa com a brisados Uime ter _rf)pe tora e mudar quandosai ;
dous tomos coro o competente quederno oleo de linhac, em latasde 6 galldes.
dos Sintos novos da ordem Carmel tana : na Aco do ml|ao gorluo, marca O, O O e O O O.
esquina da Ra do Colegio na venda. em DtrriC8S ttiallo grandes.
- Vendem-se amarras do ferro: na -la di ijmaquanlldadede bolina.
Senzilli Npva n.42 Ferro inglez em barra, folba e arcos, sorti-
Extrait d Absinthe. | do, em porcOes grandes ou pequeas.
Vjeu d'arriver superieur extrait d'ibsintlie Chumbo em lencol.
de Suisse, en caisses d'une dusaine que on Saceos vazios, e barricas abatidas,
vend de pnx tres moderes : dans la travs-! Vinho de MarseHa em caixis de tres ou 6 du-
aa da Madre de Dos ns. 4 e 6. zlas. ...
Caixas para sabonetes. 'Linhasde carritets de aoo jardas.
Vemleovse na ra do Cabug n. 6, caixas Vendem-se Iinhas de carriteis de 200 jir-
douradasepraliadascomumsabonete mui- desde todes os nmeros a 90 ) rs. duzu,
lo fino, palo diminuto preco de80O rs. cada ditos de 100 jardis a 320 rs.: ni ra do Ca-
uma,diU8depoa400rs. bug n. 6.
rios a urna boa typographia : tra-
ta-sc com a proprietaria, na ra
da Praia n. 55.
Vende-se.
I'nii candi de csrregar mil lijlos, ma-
deira de vinhalico em bom uso; ni ru Ur-
g do Rozario, n. 24, primeiro andar.
Franjas para cortinados.
Vendem-se ni ra do Cabng n. 6, franjas
de hellas 4,000 rs. cada pec;i, ditas sem
helobsa 3,0U0rs., ditas estrenas para toa-
Ilia a 100 is. a vara.
Gordas para violSo.
Vendem-se na ra do Cabug n. 6, cordas
01ra violSo, muito novas, por precos com-
modos.
Bicos de largura de palmo
Vendem-se na ra do Cabug n. 6, blcos
de largura de palmo e mais largos a 640 rs.
a vara, ditos pouco mais estrello a 500 rs.,
ditos de largura do meio palmo a 320, ditos
de 4 dedos a 240 a vara.
Luvas fio da Escocia.
Vendem-se na ra do Cabug n. 6, loja
do barateiro, luvas fio da Escocia a 300 rs.,
sem moro elgum.
l) que pe chincha.
Vendem-se na ra do Cabug n. 6, luvas
de troral a 500 rs. o par, ditas ditss a 720,
ditas ditas com belotas a 1,000 rs., ditas de
ponto inglez para homem a 1,600,ditas ditas
ile nito de cores proprias pira montarla a
1,28d, e com um toque de mofo a 1,000 rs.,
ditas d'tascom requifes e belotas pare se-
nhora a 1,500 o par.
Ricas fitas de*veltido.
Vendem-se na ra do Cabug n. 6, fitas
de veludo lisis oebertis a 1,280 rs., assim
como um sjitmenlo de Dvelas para as mes-
mas.
-- Vendo-se na loja de louc di ra larga
do Rozario peles de ISa pira vasos e leo-
ternas, ebegados ltimamente de muito
bomgoslo ; na mesma loja se compra pen-
nas para encher traviceiros. *
U barateiro da ma do Cabug.
Vendem-se na ra do Cabu-' '-'ja de
inludezas, os mais ricos peni -o nuco 1 un-
tando a tartaruga a 1,380 rs., dilos mais in-
feriores a 720 rs.,di(o ditor a 280, ditos para
alisar a 326, ditos de marlim a 300 rs.; a el-
los qiie se estSo acabando.
Ricas franjas c trancas para
manteletes.
Vendcm-se na ra do Cibug n. 6, loja
do barateiro, franjas e trancas pretas d to-
daa as largures por presos mais commo los
do queem outra qualquur parto.
Kicas charuteiras.
Vendem-se na ra do Cabug n. 6, ricas
chsruteiresa 2,000 rs. cada urna, ditas miis
ordinarias 480 rs., ditas pequeas 1 240.
Meias cruas.
Vendem-se na ru do C de meias cruis a 3,000 rs. cadi um, ditos de
listras a 3,200, ditos muito linos pata senho-
ra 5,000 rs., assim como um sortimeulo de
ditas de meninos e menines por precos mui-
to conimodns.
preta FeliciJade,
desde o dia 17 de mico protimo paseado ,
tem os signaos segu otes:estatura regular,
tem falta de dentes na frente, marcas de pan-
no no rosto, cor nSo muito prele, muito pro-
zista, levou vestido de cinta j desbolido,
iga
na ra da Penha n. 23, segundo
chga
pe
meemos
andar.
-- Vende-se urna expeliente casi de cam-
po, margem dorio Capibaribe, pouco adi-
anto da ponte d'UchOa, com bastante terre-
no para qualquer plantacSo, grande baixa
de capim, e por barato preco: a fallar com
o mi rotor Miguel Carneiro.
tem sido visU muitss vezes, urnas 00 llon-
teiro, e outras em Bebiribe, lavando ropa de
ganho, e dizendo que por mandado do sua
seniora; tem sido encontrada junto com um
canociru, que navega para Olinda, ella tem
a mSi no engenho S. Cosme : roga-se, por-
tento, es autoridades pollciaes e capies de
campo, a sua captura, inda mesmo ella di-
zendo que nSo est fgida, e a levem a sua
senhora, na rui di Cruz do Recife 0. 35 .
assim como se prtesis contri quem e tiver
nccultsdo eoobrar-se os das deaervipj.
Desappereceu ne noite de 13 para 141o
> nhora e enhiles para cabeca ornados m P"'9"10 llm escravo por nome Joto ( crioo-
t de retroz. i ,lo) levando urna calca de brim braceo com
<>."Y-.a.***>*,** 5 .V*** lislra ao lado, 2 ca^as de casomira de cor, 2
Vende-se lOcaixilhos com vnlros p,j!J, .colletes do setim preto, 2 ditos de fustto de
alguma loja, jepromptos: quem quizercom- cor.chapeo preto de maesa e camiaa de mi-
Na loja pernambucana da
ra do Crespo n. 11
Vendem-se touca de ISa pan se-
'?
prar procure na ra de S. Josen. 21 que
chara com quem faca negocio.
- Vende-se um terreno com 40 palmos de
frente e 100 de fundo, o qual he proino, no
lugar denominado biquinha dos y.iatro Can-
tos da 1111 mi aj: na ra de S. Jus n. 21, que a-
charcom quem tratar.
Gneros baratos pera se acabar na: ven-
da nova n. 2, na quina da ra das Cruzes por
detres de pracinha, vende-se vinho engarra-
dapolSn; o escravo tem oa signaos sogulo'es:
cor tulle,altura regular, reforcado do cerpo,
urna ferida na perna direita do lado de foro,
um pouco acuna do lornozello, representa
ter do idide 30 annos pouco mais ou menos:
roga-se is autoridades policia's e maisci-
pitSes de campo a captura de dito escravo,
e de o levar 10 engenho das Matas a seu Sr.
Antonio de Paula Souza Leflo, ou a roa do
Vigai 10 n. 9,armasen) de Carneiro & Remos,
fado muito superior a 800 rs. a garraa. dito 1ue 8e gt'1cr* generosamente.
320 rs., dito a 280 rs., dito a 210 rs di- i Do <1Be'.'ho Velno da freguezia de San-
oe200rs.,manteiga ingleze a040rs., fran- ,0 Amro JaboatSo, desappareceu no da
loza a 560 rs., cha a 2,000 rs., dito a 1800. Prime'r0 do corrente o escravo Jos, cabra
rs., ilelrii a 280 rs., micarrSo a 260 rs ve- escuro- cabellos ralos e nSo muito torfiidos,
las de espermacete a 720 rs., ditas de'car- !puco birba lo, olhos nSo grindes.nans um
nauba a 280 rs., queijos muito novos a I 500 pouco comPr'Jo belC superior um pouco
rs., arroz do Mr*nhao a 90 rs. a libra, dito Pon'udo m"" saliente do que o inferior,
a80rs.,can" de caroco a I30rs a libra as- 1undo r,lla perece querer fechar os olhos,
sucar fino refinado a 100 rs.,dito a 81 rs fa-es,,tu"> e corpo regular e bem parecido,
rinha do aramia a 140 rs. a libra, dita do Perns e Pcs bein r""105' 8*1* mull de b-
.MiranhSo I20,e outros muilos gneros por luc,r e canlar, bebo agoardente.he cirreiro,
lo beratissimo preco; e isto s se vendo. "'ende do trebelho de casa de caldeira,
Na loja pernambucana da
Sru-i do Crespo n. 11
Vende 111-se a 12,000 e 14,000 rs. 10* 'a)
H tes deriquissimis sedis furia-cores ;a)
I para vestidos do senhoras. 9
. Chales de seda.
Loja nova, ra do Rangel n. 8,
ha pare vender cheles ae sede de muito boa
qualidade, bons gostos e oill'erenles taina-
uhos; um completo sortimento de mante-
letes para senhora, e capotinhos pin me-
ninas; um soitmenlo de luvas para senho-
ra e para meninas; cortes de cambraia de
barra ; ditos del,Se Sordens de bsbados;
um sortimento de fitas de seda lavradas, pa-
ra chapeos de senhora ; penles de tartaru-
ga para senhora ; trances de seda de cores
pare vestidos de senhora; um sortimento de
sedas decores e brancas; lencos de seda
de marca grande pelo barato proco de 2,800
rs., e ouiras muitas fazendas, que se vendem
nesta loja, por precos com modos.
-- Na rui Nova loja que foi do finado Jos
Pinto da Fonseca e Silva, hoje de Cadaull,
vende- se vidros para espelhos de difieren tos
1 a manilos e de muito bom aco, assim como
caslionc' de porcelana os mais ricos possi-
veis ditos de casquinha e linternas com
mnsgas lavradas por muito barato preco.
Vendem-se as melhores vel-
las de composicSo que existem nes-
te mercado, de 4, 5 e 6 em libia,
tanto a retalho, como em porra.;:
em casa de C. J. Astley & C, ra
do Trapiche n- 3.
Venderse, no irmizem da rui da Ci-
deii n 5, urna carroca e maleriaes do to-
das as quilidsdss, por barato preco, pira
acibjr.
Vende-se Irverdadc-ira agoa
mineral chamada Selters \\ as-
ser e urna pequea porcao de
charutos da Buhiu r em casa de
Le Schuler & Coinpinhia, ni ra
da Cruz n. 49-
Vendem-se saccas com Cari
a,a4o
is. : na ra da Praia de Santa Hi-
ta, venda defronte da ribeira do
[icixe, n. I.
AVISO AO PUBLICO.
Na botica da rui do Collegio n. 18, conti-
nuam-se vender as verdadeirss e bem
coneniluadas pilulis para bobas, cravos se-
cos, e dores veneris, por mais antigs que
s-jam ; cujus bons effuitoi confossam lodos
que dolas tem feito USO. Com. osir.no do
pharmaceulico SebastiSo Jos de Oliveira
Macado; e pera coohecimento do mesmo
publico e principalmente de algumas pes-
soas que nSo estejam ao alcance, o coohe-
cimento das verdadeiras pilulas, se faz pu-
blico por aste aviso.
Km casa de J. Keller & Com-
panhia, acha-se a venda vinagre
branco, superior de Nantes, em
barris de 36 medidas.
foi pelo Sr. do engenho cima dito, compra-
do ao Sr. Joiquim Manoel Barragrande, por
anthonomesia, levou vestido camisa de al-
godSo da Ierra com letra de marca de Iinha
encimada com as iniciaos 1 B : roga-se pois
as autoridades policiaes a coadjuvaco da
captura do referido escravo, esoscapities
de campo pesquizem e prendan dito escra-
vo, que sendo entregue a seu senhor, o pro-
pietario do engenho cima dito Jos Fran-
cisco Pereirs da ilva, serSo por este gene-
rosamente gratificados, etc. etc.
Nos lius de outubro do annn passado,
rlesappii cc-iu do abaixo issigoido o escravo
creoulo, de nomo Mamede, com idade de 16
annos, bem parecido, beics um tinto grue-
sos, oluos grandes.e tem os ps e mSos gran-
des ; elle costuma gaguejar muito pouco,
quando tem molo ou raiva ; rogi-seaeniis a
todas as autliO'idides da provincia, vlsinhas
ea lodos que delle souberem que o faj prender e leva-lo ao abaixo assignado, mo-
ra lor ni rui Imperial, que pagan toda a
despezi. Antonio di Silva Cusmto.
No dia 10 de maio, desappareceu a pre-
ta Joaquina, de nacSo Cissinge, reprsenla
ter 35 a 40 innos, liana, chela do corpo,
senJo regular, cOr fula, olbos pequeos, e
com carne sobre ellos, tem urna costura ni
cirn no lado esquerdo, porm muito apaga -
di, que mil se percebe, nariz chato, com
falta dealguns denles, de un o oulro lado,
he feia, ten urna empinge no rosto, que
parece ser bexigs, pedos muito pequeos e
murxos, tem algumas sicalrnes de relho
as costas, tem as uadigas empinadas pera
tras, he bem fallante, representa ser creou-
la, ullimimenle estove occupidi no servico
decozinhi, levou diverse ip, que senSo
ssbe da que usura, costumava andar aujae
e iibriagar-se, quando ruge tem por cost-
me andar pelos arrebaldes delta price, qui-
tan lando o lavando ropa, inlitulaodo-se de
forra ; descoufia-se que eiteja servindo em
alguma cisa como forra : aa pessoas que e
estim servindo della na boa f, queiram
denunciar, do contrario se osar dusmeioi
que concede 1 lei: rogi-se is luloridades
policiaes e capitSes de cimpo, ou a qualquer
pesso, quo 1 apprebenda, ou a faea appre-
hender e leva-la a seu senhor Domingos di
Silva Campos, na ra das Cruzes n. 40, que
serio generosamente recompensados.
I MUTILADO L


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