Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03597


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Full Text
m-
Anno XXVI1
Sexta feira 14
deMa.ode.852
N. 108.
DIARIO DE
mujo soborifijo.
PiUlMIFlTO AOUUTDO.
Por trlntei.re............
Por le menre ......
Por uno ,')
PiOODIXTIO lUTIIMIiTIl.
Fot quirtel.............
OTIOI1I 90 1Muni.
Firi.....i7de Hirco Minia... i deAbril
BIAXBA MIMA. IOUs.
4/000
8/000
15/UOO
4/500
Judo Ja Or.AJ.
. e6. 10 horn.
I. varado civtl.
Manaba* de Ab.il
Ce.r... 7 dedil..
Parahlbi S >r il.iio.
S. Paulo. de dito
II. de J.. iS.de dllo
Sibil... I d Maio
10 Seg. S. Blinda.
11 Terc.S. Pablo.
II Quart. *' '"nna.
13 Quii. S- Pedro Re-B. e6. io meio-dla.
calado. fattnda.
14 aexl. 8. Ilonifaci. 3. eS.il 10 borii.
15 Sib. Isidro Larra- 2 tarado civil.
dor. 4. e sbados ao melo-d
16 Don. S depois da RrUc'no.
P. S. JoSo N. |rercaenbidoi.
inanniati.
Creice.te 28, l her e 2o minuto* da (.
Chela i a ii fl horas e 4 miautoi da Urde.
Ingointeiin, ai o hora e 1 minutos da t.
Nora i I, aoi n uiloutos da m,
rauwiisi MOJ
Prlmelra 0 e lo minuto* da Urde.
Segunda Oe H minuto! da manhaa.
riKTioii < ooamcioa.
dolama e Plrahlba, iegu.dii leitaa-
felrai.
Rio-Crande-do-HorU, todn ai qulmUs-felra
ao mel da.
Garinhuna t Bonito, i 8 e 23.
Boa-Tlila, e Flores, IS e W.
Victoria,ii qiiintaa-felraa.
O Inda, todoi o din.
TOTIOIA* hituaitoeibas.
Portugal II de Abril.
Itrapiuha I" de dllo
^Franca
Blgica...
llalli....
Alemanhi.
Prusiia ...
8 de dllo
i de dllo
3 de dllo
4de dllo
I dedito
Dinamarca 30 de Mareo
Rutila... 31 de dito
Turqua.. >'> de dllo
Auitrla.. & de Abril.
Sulasi.... I dedito,
Suecla... n5 de Marco
Inglaterra 7 de Abril.
E.-Unidoa 20 de Fevr
Mxico... 3' de Janr
California 2 de Marco
Chlll. 21 de Fevr.
Une mis-A 6 de Marco
Montevideo 31 de dito
CAMBIO! BE 13 DE MAIO.
Sobre Londrea. a 27 a 21 '/, d.
> Parla, 355
> Lisboa,'Ji. por cento.
META.
Ouro.Onc.s heapinholn... .TiT'.tC
Hoedaa de 6/40" v.lb.........
. de 6|40O non.........
de 1/000..............
Prala. Pataceshraailclroa..........
Peaos coliininarlos..........
Dltoa mexicanos.........
16/KiO
. 16/000
i),'i mi
1/U2"
1/920
1/XOO
EXTERIOR.
DA |.\SUFFI''IBNCIA DAS FOlIClS DEFEN-
SIVAS DA INGLATERRA NO CASO DE IN-
VASAO'
III.
(Conlinuacto.)
Htpotktsi da invatao'.
Cbegamoi i alluacao actual, rejamos logo
uaea lio oa ineloa morara e materiacs, que a
ranea e a Inglaterra leem neale inoiiieoto a
aui dlapoalco, utna para invadir, a outra pira
repelllr a 1nv.is.in.
Napolelo ivalia o moral de mu exercito re-
lativamente ao aeu phyaico, como doua para
uin, e durante as guerras da Penlnaula, osotli-
claea Ingleaea liiterceplaram mala de uini re
ein vala de urna guerra contra a Inglalerra, e
contri i Inglaterra aoinenie.
Nao preleudo diier com lato qua a Fraoc
eateja dlapoala i previlecer-ae injuatamcnir
daa vanlageoadeauaaposlcaea] mal nao-ae po-
de fechar oa olhoa sobre esic faci, que Cher-
burgo etl a acte ou oito boraa da Inglaterra,
e que uin i fruta-que ae apparelhiase de noite,
puderli cun uin vento favoravel inreientir-ie
no olido dia de manhaa diante de Portsmouth,
bombardear cata ou aquella cldade de noa-
la coat. ,
. Ji em 1840, o almirante Bowle le oprima
noa termos scgulmea :
t Sein aer novelleiro, creprovando meimo
geralmenie todo aenlimento hostil reapeito di
trinca, no polio deaaimular eate fado lin
moa contar com aanoaaaa obrai avancada aaol A franca perdeo, na evpedlcflo da Rusa
inimigo pode paaaar a vootade o foiioqiie noa Morios pe i ferro ou pelo fo-
II relaedaa jflfa~>. daa.aMaitiatHI' *"*,
adaaTnl^neaTnoralda guarnlcao era no-
tada com tanto cuidado, como aa variaedea
da veleU no Obiervatoiio de Greenvrich. Or,
ae auccedeaae uini guerra entre i tranca ea
Inglaterra, o moral do ciercilo aeria levado a
uin grao multo mal elevado do que un 1803
e annonegulntei, pela razio de que os Fran-
criei au tlnham enlao que viogar aenao
deaaatrea inarillmoi, entretanto que cllra te-
naiii alein disto boj-, que apagar lembranca
dos reveiei que aolfreram aun agaiaa deade
Vimiera al Waterloo. Ai cruzei meaaiio que
brllbam em leui pellos nao recurdim por ven-
tura a mal amarga de iuii queixaa o citi-
velro e a inorte diqualle, cujo nome nao lem
deliado de exercer aeu prestigio no soldado
I rai.eei f
A eatei estimulantes, cumpre ajuntar um ou-
tro de unu ordein menoi clevida, leape-
r.ni ja da pllhagrm, eaparanca tanto maia vi-
v quinto Londrea oH'erece boje una preza
mala rica alndi do que no corarco do a.culo.
Pelo contrario o moral mllllar do pavo in-
glez, que mili i siJo elevado ao mximum de
1803 a 18OS, deaceu boje ao ininimuin, e toda-
va jmala o perigo talvez nio teiiha aido
malor. Nio leinbiaremos aqui a famosa bro-
chun na qual o principe de Joinville fez lio
claramente ver as viotigeni que applicac. o
do vipor offereceria aoa Francczea para o alta-
que. a 0 vapor, diz Mr. Lmiaiche, em um
oulro eacripto menoa geralmenie conhecido.
lancoo cenas pon les atrave da Mancha: po-
de-ae preaenlcmenle paaaar a todo o momen-
to eem lodos oa lempoa, de Franca para a In-
glaterra. A duracao media da paasagem aeria,
Ean urna eipedicao deste genero ( um deaem-
arque / de cinco boraa. Noaaoa vaporea de
guerra nao marchini pcior que os doa ingle-
zea, e nada pode forcar-noa a aceitar mu com-
ba le ae nao quiaermoa aeno cltectiiar a pas-
agem. Esta piaaagem noa cuitar mala ou
menos Ciro, mal podemos aempre deaembar-
car no moineuto em que a isto noi reolver-
inoi.
O papel de utna frota de alto bordo cui igual
clao, fui trfido na ordem que deu ^Napoleiu
ao almirante Villenetive de tomar poaicao,
custasse o que custasse diante daa Duois, e
fazei-ae dealruir, ae foasc precizo, para pro-
teger a paiiigem da frotilha.,.. A marinha
frnceza conta neste momento 1, 432 ofliclaes e
200 deaclpuloi de prlmelra clasae. lulerro-
guc-oa quem quizer sobre a possibilidadc de
uin desembarque na Inglaterra, e dou como
certo que um s nao deixar de pronunciar-se
pela aflirmatlva.... Avahando em 85, 000 ho-
uena a torca total daa iropai que a Inglaterra
poderla pur em campo pan a defeaa de aeu
territorio, vamoi cerlatnente alein da rcaljda-
de. A tnassa do povo nao aeria de nenhumn
utilldade ao governo. Ella ignora completa-
mente o uao daa armaa......
Mas lia alguma couaa de miis coneludente
que islas allegarAei e estes raciocinioi. Sao
aa loforinacoea de um otlicul da inaiinha in-
glesa naoccaaio da vlaila dopreaidente a Ghrr-
burgo, ioforniaces que provam at a eviden-
cia que oa Fraucezes, apezar de suaa aglta-
cea polticas e de suaa diaaeusdea Intestinas,
nao teem cesiado no mel de todaa as provaa,
por que teem passado c debaixo quasl de to-
dos oa governoa, de continuar com giandca
cuatoa e com urna peraeveraoca heiu aigiii-
Rcaliva, oa preparativos da c>pcdl(an com a
qual noiameacatn, ha maia de meio aeculo-
um desembarque na Inglaterra, Aa iufurma-
cesein queatao furam publicadas no Times,
aeila pon intil reproilual-las.
liemos a citar algutnaa fraaea :
i O espelaculo a que assiatimoi hoje, foi tai-
ves o mala miguilico ueale genero, que aelcm
e i ,1 ii i i, u .i. .ii.--'. ................ ^_. .----- ----- .
portante, que o governo daquelle pala ,ae pie- s*0o* porata* m (oda a mflane..que re-
11 .. ?_ ____-. -^..l-.l ..n r ,11 I, iln 1PSI ui.nln Ha n nP ll (irillait*. '. lili).
.i. d a presieaa Jioaslvel,
iliinlo por nenhuma conalderacao -pecuniaria,
pin grindei opericOei navaei que todoi o
eusaraenaea.citabeleclmentos eeatalciroaina-
rltlinoa! prlncipalinente aquelleseinquc aeoc-
cupada couatruccio doa navios de vapor),estao
orgamaadoa na encalla a maia vaala e a uns
I ii.....I ni I. Nao ae pode com razio duvidar
que lodo eatea prepantlvoi nio ae couibinim
com o voioa c eaiieimcaa de um partido nu-
meroso e poderoso que aspira, em urna occa-
-i.iii favorivel. vingar com um golpe repenti-
no e terrivcl antfgaa derrotas.
a Va bem sabis, eacrevia em 1817 o duque
de Wtllington ao general Hourgoyne, que te-
iilin deade mullo lempo fello coniiecer aa mu-
daocaa que a ipplleacao do vapor a navega;ao
operava na guerra e Bal operaedea inarlliuiaa...
Estamos eipoitoi i aer atacados em lodoa oa
pontos de nossas coalaa, e, quando menoa, In-
aultadoa e poatoa em conlribulcao.... De balde
tenho ten lulo chamar a allcncaoiias diOeren-
ica adminiatraccJeiaobic cale estado de comal
que noaaoa vlzinboi conhecem lao bem como
r.a. >
Partee que o duque de VVellington, como
elle confcaaa, uao havia inleirameole conae-
guido com seua eaforcoa fazer ouvir aeua coo-
acllio, o que conltrina noasa propoilco, que o
moni ou o espirito defensivo do povo ingles
lem, pin mdi nula dizer, abaixado de urna
minen 1 multo S' llsivel.
Heaui queatao doa meioi miteriia dos doua
povoa.
Em lempos ordinarios, aa officinaa dos la-
briciutes de michinaa de vapor e oa eatilei-
roi particular de coualiucco, no Tamlea so-
mente, poderiain, em menos de um anno, dir
vinie navioade vapor de primein claaae, da
forcad: 400 cavalloa cada um, todoa armadoi
e promptoi a cahlr ao mar, e vinte outroa em
cidi periodo lucceaaivo de aeia mezca. Oa com-
iructorea e eugenbeiroa di Clyde poderlam
lepan, cumpre que augmenteinoi a guirol-
eo. em otilros termos, precisamos detam exer-
cito permaaenle. Mal ninguno pense tocar nei-
ta corda aeusivel, que John nuil bridar logo
que uin-exercllo perminente he nconilU*cional
(he i palavil consagrada) que elle nao quer
e que alm dalo be inuito pobre para permlt-
tir a ai um igual luao.
Quanlo trota, o dinbelro nao falla, porm
nio o silicio appllcar utilmente. A malor
parte de i.ossaa forca maritiinaa, escrev. um
de nosaos ilinlriolea, ae compe de ni*loa mu-
to defr i moma e que, .devendo achar-ie por to-
da a parle iuferiore aoa uavloa inimlgoa, aerao,
eguudo loda a probabllldade procuradoa e aia-
lulla lo aenlimento da auperloridade : lup-
pondo incamo que nio aejain capturadoa, ellea
ae ve/o rcduildoa humllbanlc necesaidade
de encerra-ac ein um ayaieini purimente de-
femivo. entreunto que nonoa navios .mercan-
lea ftro i aer a presa fcil doa coraarloa. Noa-
aaa fragatas de vi ule coito pe.ai c uusioa bri-
guei de dez peen aerao infallivelmenle deitrui-
doa pelos navios de guerra ( nomlnalmente di
iiiesnia claaae ) loa quaei lorem oppoiloi. De-
pois nr ter deapeodido aetenta mllhea ealerli-
no- 1,750,000,000 de francos ) para pe nona
narinha militar no que devia aer, em eiUdo
perlelto de aervi^o, eia-noa reduzidoa a demollr
a ni ii i ii parte de nossoa peqoenoa navloa e a
principiar fazendo novaa deapeaai.
Pelo que reipeita particularmente aos noiaoi
navios I mis de ferro, aa experiencias feiui no
mez de julho panado, a bordo do Bxccllenl pro-
varam que ai billai ciuiavam nellei ayirln
laea que ae nao podia seriamente expo-loa ai
probilidadei de uina iC(o naval. Come;ou-ae
deapendeudo-se peno de um inilhao eslerllno
em construir vaporea de ferro de 1,000 a 2,000
loneljail.is depoia quando foram acabados, e
acnenle cuto, despendeu-se 5 libras de mal
para provar pela maia simples daa experiencias,
que estes navios eram inlciraincnle improprios
para leu deilino.
Apelar doi auccesaoi martimos di Inglater-
ra i ircbilecluri navil tinha ebegado no fim
di ultima guerri i um tal grao de luperlorlda-
de noa eaiaieiroi francezei, que formal de
muitoi doi navios do palz bloqurido deverao
ervir do modelo ao paiz bloqueador, Como
lora ponivel nao aer assim eniquanto o lngle-
zei ie obilinirein ein eicolher para por afrente
de seu Almirintido, umpersouagem de ordem
elevada, distincto por leu talento oratorio e
elegancia de auaa formas, mas que prebenebe
a condico sine rfua non, de ser coiuialetaineiite
eairinho loa negoctoa deati reptalo 1 lito
be lio verdade que le apremm tin lubatllui-
go do Inimigo
MortoBpelo Irlo e pela fuma
Prealonelroi
115,000 liomeni.
132,000 .
193,000
Total 450,000 homen
l! (odivia til ha i elascidade de seus re-
curaoi, auo NapoleSo apena chegou a Ta-
ris, pnudo formar iratneiliatainente um ou-
tro exercito de 350.000 homen com o qual
ganhoa i batalhi de Lulzen. Nln ge vio
elle na aua volta da i I ra de Elba, p0r-se em
menos de tre mezes e com o soceorro de
leu prodigioso poder de organillero, etn
oslado de raaiatiraKurop eolligad ?
Fizemos ver no principio do nosin prece-
dente artigo a cifradla forcis militares da
Inglaterra. Ellas repreaentam, para a Gran
cito permanente e de urna marinha igual-
mente permanente, estabelecidos ambos so-
bro bazes correspondentes As necrasidados
da ilcl'i'sa do paiz, eis-iqui provaTelmente o
que auccederia.
ViT-s'-hia em qosaos dilTerenles portos,
todos os nossos navios cobrirem-ae de ope-
rarios ctivamenteoccupidos. tlastros, ver-
gis, macunes se elevariam e seriam pollos
em aeu lugares como por magia ; compa-
nhiis de irtliheirns navaei ha muito lempo
ejercitados, oiarrhiriim pin bordu, e em
muito ponen tempo, a frot destinada a de-
fender a Inglaterra estarla apparelhadi.
Tamben ao signal dado pelo thelagrapho,
todos os quinis di Grin-Bretinhk e da Ir-
landa seriam evacuados aimultaneamente
no tudo ou em parte; deixar-se-hiam as pe-
e as tropa
HrM.nhi. ilha do Mancha e Irlmila um to- |w*M bag.gens na reUrtuard
t.l de 61,8*8 homens com quareota bocas de amontoadas no ragons de toda
fugo tiradas por cavallos. i No estado actual de toda a especie mirchartam rpidamente
f.irnecer Joae no inclino eipico de lempo ; o lo lugo que julgam que lem Udo lempo de ip-
da neney provivelmeute leii, e o doi outroi prender os elementos da arte,
de mal-. Deste -
modo im um Porein deliemoi de parte estas consideri-
norlos ieis de mais. ueste mouo em um ..<;,.. ^.....,.,,. uu ,,..,,.. c.... ....------ serta pos-tvel reunir, ci
auoo.ienu ttVmoia noifaiie concedido, nosso {del, c limliemo-nos ao exame .daa forca rea- |, Ruarj, os 8,p,u,,rt
e.tabelecimeuloa privadoi actualmente exil- uval da Franca e da Inglaterra. |, j marinhl, S'
....... ,K.du..deiur -'"* J'JSS^SSlS^'^S^SJXt notSe... '
cincoenta vaporea de guerra, que custarlar
peno de lies millKei Herimos ( 75,000,000 d
de igualdade, quanlo ao leu commercio e l
luai colonial, e ae i Franca em caao de rom-
vioiav'apor que forneceriim sinentc o ella
leltos ilu Tamisa. Quaulo aoi outros eitabele-
, i lenlos que poderiam ler pollos em conlri-
buifio, cllea u.io repreaeotam a decima parle
do que eaiale na Inglaterra.
Reaulta de umjorual que fol sustentado ex-
preanuienlc pelo capilio do porto de Hiinsga-
e.quc houvenoannode 184. durante o qual,
o lempo foi o que le chama rnerfio au menoa de
cento e vinte e cinco diaa noi quaes, no lempo
de Napoleo, a invaaio teria aido materialmen-
te i ni [IU--I vrl, a aaber:
Calmaria ou muito pouco vento
Tcinpeitade
Veotoi contririol
Ncvoa expena
50 din.
SO a
50
125 din
mil. i-
jamis visto, eaem querer eipantar alguem,
cr.io poder exprimir a impreaaao produsldi' no eapiito de um inglez, por este desenvul- csp.lho unido, tao pouco tneusuiavel com
vimento de torca e de poder da parle, de uin espaco inflnilo. Em tempestado, cata mei
allado que foi outr'ora noaso mais implaca- 'superficie erguia-se em montanhas lo impra-
vel iuimigo, em um porto quaai luipeiielra- ticaveiacouio oa Andea no invern. Oa ventos
vel, .1 algumai horas dai coalas da Gran- | contrarios e ai nevoaa inlluiam igualmente am
sua largura : finalmente nio se poda inesmo
contar com a constancia das melgas brisas.
tr n-a- a eite concurio dos veulos, das vagas,
das marea c doa ncvoelros, a eel/in Inglaterra
era, no lempo de Nclion, quaal nupeoeiravel.
O meaino jinao he hoje, pelo e'ello do vapor,
c ai graudei cuiiibioacdei como a de Napuleao,
nao eatarim man) cxpoital a ler aniquiladas
por limpies accidentes atmospherlcos, hojo que
se pode calcular cum dlllcrenca de ilgumas bo-
las smente a ebegada de navios que Hravei-
araill o Atlntico.
Segue-u. por ventura dino que a Inglaterra
eneja a.nrfrcc de leui luimigoa ? uao: porque
Inglaterra be rica, e o diubeiro be aempre o
ervo da guerra; nao depende aenao dalla
crear meioa de defeii._Se. por acaio nio pode-
i.i ei inh.i uo en nada inrnoi que animador..
Collocado em frente de nossos principie! ir-
enies de marinba, proleuido por 1......cnsas
forlincacdei, que custaram inm.nai enormes
c que alud le augmentain todos os diaa, asces-
alvel de todoi o ponloa da agulha e em lodo
o calado de mu i unu frot imiga, podendu
csinagar debaixo de aeua fogoa oa armamento!
oa mala forintdavela. Cberburgo be ao ineamo
lempo o olbo que vi^ia e o braco que d. ve fe-
rir a antiga riral da Franea. NJo exiate ne-
ceisidade geograpbica que motive a formacao
de um Igual porto em presenca de noisa costa.
O commercio francez nao o exige.... I limo eui-
bora o que qulserem, porem he tora de du-
vida que cates gigantescos trabalhoa uao fu-
rain preparadoa e nao aao conllonadoa senao
FOLHTIiH.
UBIIQUEIVEOLASQUENET'
( pob GUSTAVO CHADEVIL.)
II.
Contnuatjao,
Durante eiU tempo, Honorio Magdeburgo
tinhi-ie reapenoaaiueiite chegado a carruageui.
Ouiea alo ordem de monaenhor? per-
guntou io boleeiro.
ranoVal "mas tm caso de uecessidade estei piraenlo, devesse panicipar-noi lela meiei an-
llennos eslibclecimenlol poderiain chamar le de cometar aa hoiulid.dei, nio be para
m aeu soceorro o recurso! de oulroi eiube- duvidir que i Inglaurn uo podeae, ueste lo-
iccimentos, nui nuaea le fabriciui diUercniei tcrvallo, reuulr forcaa aulBclenWa pan eamagar
especies de machinas, e, por esie mel, aug- ma rival no campo de baialba ..a anchi,
mentar, lalve duplicar iu. proUuc{io .1 Inrel.zmculc cao be aa.im. As forfal navaes
Os cstabclccimeulos destinadoa conslruc- da luglaterra nao pdui eslar ao mcamo lein-
Cea marilimaa em Franca po..eriam quando po deaal.uinadas em lodoa oa ponloa da auper-
iiiuito nroduzir a melaile da numero dol na-. - Wao pondo-ae o sol em noaao Imperio e o
coiuuaercio loglez preciaandQ em loda a parte
er protegido pelo pavilbao do Estado, resulla
pan cale i nece8atdade de eslar por loda a par.
te. Nao reala apeoaa para a defezi linmedlati
da Gran-llrctanba, leuio uina torca inedia de
tres naos de lioha em estado completo nio ha-
via senao uina ha pouco lempo.
No lempo de Nelaon, Napoleo tiuba julgado
necessario para alimpar a Mancha e por-se em
estado de etleiluaraua paasagem, reunir icore-
t iiiienie, a duaa mil leguaa da Europa, uina fro-
ta combinada que, a inerc dol veuloi, devia
galibar Bolonba, onde a eiperava a frotilha de
invaiio, subinellid i todoi o| caprichos da at-
moaphera. Hoje os fraocexei teem cavido eaca-
lla .Iu em trente ilc Porliuioulb o vallo porto de
Gherburgo, no qual pdein reunir um arma-
mento lao numerlo quaoto o qulzcreui, onde
pdein, ein urna palavra, fazer o que bem lbci
aprouver.
Quem o iinpidirla, poli, tomando por pre-
texto nualquerquelxa, una dettas quenas que
a poltica pode acbar todos os din, ue comtcar
as negociacoei para faaer ancorar immcdiaia-
mente aua eaquidn no More, e pedir aiiiafacao
iiiiiiiciii.ua, declarindo que todoa os preparati-
vo! inariiimos denoan parte lerio considera-
dos tomo negaciio de jualifa e como declaracio
de guerra Como cutio nao tenamoa por todi
dcfexiseuio nossas tres naos de linda, e serli
mis.er pelo meaos seis semanas par.i lazer che-
gar nona eaquadra do Mediterrneo, be cvi>
deole que a frota fraoceza lendo icnbora da
Mancha, o exercito fraoeez teria, gracas ao va-
por, lodo o lempo neceaaario para operar leu
desembarque na Inglalerra.
Uina vez tomadas aa nossas forlilicacdei ex*
ternai, qual leria a torca da cldadella i
A Fraucacoinieui luimenioi recursos mili-
tares, pude nao s, sein desguarnecer nenhuma
de mas pracaa tortea, lancar um exercito de 150
mil houiena na luglaUrra ; aenao .inda lup-
pondo que lodo ene exercito folie amagado ni
paaaagem, poderii em menoa de um mez re-
formar um oulro exercito expedicionario de
150,000 hoilirul.____________________________
Total
NSo se podia pcis naquella poca dlzer, tres
I.iiiiii.ii iu .- mexes mi S das aoles.qual serii em um momen-
to dado, a largura dcsie foiso que se ibamaa
Mincha. Quanlo o mar eslava bello, o venlo e
n inar favuraveis, a mais cuna distancia que
separava i Franjada Inglaterra era de viole e
lempa de calmarla era '
Quem vos falla dorci? veutre-Satui-gris
respondeu urna voz do lulerior dacarruageui.
- Senhor, diue Magdebuigo iancaudo-ie i
porliubola a qual abri com uin vigur todo ju-
venil, eu era medico antea de entrar como pro-
curador no sei vico do Sr. duque de La Vtillre,
e abencnarel o dil ean que ineua fracoi lervi-
[os llverein podido ler aceilos por vosia mayos-
tade.
Henrique de Navarra, que se tinhi deiemba-
ri^ uto de sua faxa, poz ligclraraente o p ein
terra.
Lembrai-vos bem senbor, dlssc elle em
vox balsa ao velbo, que o rci catava honlem em
Senlls.
Gompreliendo, icnhor, viajaei incgnito,
pan inelhor conbecer as dispoaicdei de vono
Momenbor! tornou elle, fingindo adml- exercito e evitar com mal seguranca tainbetn
r.iviimeiiic una sorpresa, aqbi nao ha mooie- aa cllada le vosso inlmlgoi.
nhor. Nao vedes senao um pobre diabo de um Com oi.ii.s seguranca, com mal leguran-.
poitilbio, cujos calcdea cilio roloi nos Joelhos, c insisti o rci que ae diriga para o bosque-
e o iiiaolo eiburacado deixa paliar atravez de zinbo, lie ino meimo. E elle contou i tula que
aun mallas i igoi do ceu, quando chove, c o leve de inauhia com o flgadorei.
fro di lem quando gela. I Sim, colcuc elle, nao leubo senao um ta-
Afnriniui, respoudeu Magdeburgo dobratt- llio ein meu gibo, aqui onde corre o aauguei
do auaa corlalas, que o coude Duplessls-Mor- \ Eu vejo, senhor, eu vejo! disse o Inten-
nay, poisue no Perlgord um canello e no l'Ar- dente.
magnacdouiienborioi, inn contar ieu! feudos Ora tornou o rci, como o meu gibo nao
do Perche c leu palalinado da Gaiconha. Ora cnbiia tima colazinha de inalhaa, e nio fone
go tiradas p
da cotilas, escreveoduquede Wellingtnn
nao lindo nossos arsenaes Je marinha nem
mesmo metade das guarnicOes que Ibes fra
preciso, aer-nos ina imposaivel por epi li-
nha para um servico extraordinario qual-
quer cinco mil homens de todis as armas,
sem deixirabandoradas asi mesnss, por
falta de tneios materiaes, as tropas empre-
gadas nos servicos regulares, nflo excep-
tuando mesmo as que guardamos palacios
e a pessoa di nossa soberana. Em outros
termos, todas as tropas estacionadas actu-
almente as diferentes pirtes da Gran-tiro
Unha e da Irlanda, nilo poderiam, em caso
de guerra, fornecor o numero de homens,
necessarios para a limpies occupacBo e de-
fesa das forlificacOes destinadas a protPger
nossos eataleiros e arsenaes do narinbi...
Nosso8 aimizense arsenaes militares alm
disto muito mal prvidos de cahOes, car-
retas e pronsO-s de toda a especie, aasim
cojno de munifScs... Se os esforcos de urna
frota nn baatirem para nosaa defeza, nio
respondo pela legwamii Ja Inglaterra duran-
te 8 eM depois que a guerra liver sido deca
rada a
Suppondo mesmoT|iie no caso da invaso,
se resolvesse abandonar a proteerjo de nos-
sa soberana,, de nossos arsemes e o servido
ioilespeonvel do interior ios nnssos velhoa
pensionistas, as brigadas dos dockyards, a
\eomanrtj ea polica, no deixando na Ir-
landa seno o terco das tropas reputadas ho-
je necessariis i seguranca e tranquilida-
de deste paiz, o mximum das forcas que
sera possivel reunir, comprehentlendo nel-
ures e niineirns, e as
ria ao mus 45,000
homens.
lio contra um tal estado de cousas qne os
homens os mais competontes, os homens
especialmente encarregados de velar na de-
feza do paiz, lem dehilde orguiJo a voz :
auas r .'in < -Mil u;ii \s n lo tem sido escutadas.
Em breve farei 77 anuos de dad*, scro
va o duque de Wellington ao general ilur-
atravez dos prados verdejante da Inglaterra
levados para a capital peloa cimtnhos de
fer o, e d'alli para o ponto do aUque.
(imti 150 mil homens tifio poderiam em
nenhutn caso desembarcar simultneamen-
te as costas de l.glaterra, e seriam prova-
velmeute trinsportadoa atravez da Mancha
por intervallos necesaivus de seis a oitu ho-
ras, he evidente que o momento mais favo-
ravel para ataca-lu.,seria aquello om que
elles seachaasem nar posicSo mais preca-
ria,um p na Inglateira e o outro em Fran
ga, ist-i be quando urna parte mente ti-
vesse desembarcado
Fura impossivel predizer o resultado de
urna luta nm enlia 11 em laes circumstan-
cias, purque nSo lem havidu al agora, oc-
casiSo de so experimentar do quanlo he ca-
paz o soldado inglez conilinleudo em defesa
Je sua lanilla e Je seus lares; puim hu de
presuotir, sein querer fazer vans bravatas
que o exercito e a mariuhi ln il .mea nio se
mosiranam a quem de seu dever, e sabe-
riam, com seus esfurcos ramudos, salvar o
imperio cuja salvaco tivessesilo conTiada
ao seu patriotismo.
Vejamos agora o que succederia no caso
om que as f .reas navaes e militar es da Gian-
Uretanha conliuuassem a aer, como s3o ago-
ra, completamente tosullicienles para a sua
defesa.
Nossos eftaleiros o arsenaes desenvolvi-
riam, nflo duvidamos, a oiema aclividade
e a Inglaterra, estimulada pela imminencia
do perigo, teria logo posto mus navios em
estado ile navegar ; ma logo ipporocia em
sua terrivel realniade este faci humilhn-
le, que esta custosi8 machinis, compostas
de cirvalho.de fero, de canil uno, de pez,
de canhOes, de plvora e de bailas, seriam
absulutameule tnuleis para repelllr os Fran-
cezDS, e islo por falta de artilliciros. I'01er-
se-hia muito bem, por meio da imprensa,
recrular homens ; mas estes recrutas, assim
como tennis demonstrado, nflu puderiam
resistir as equipa geus exercitadas no servico
o que eit. fello, esta feilo, e todas as vosaas r.-
adei de estado, tan justas como sio, nio impe-
dem que eu nio loara do braco.
ii que ii.in comprebeodo, senhor, be que
V. M. leuha Udo i foici de soilrcr por Uulo
lempo esta dor sem applicar-lbe promptos re-
medios.
Ah! ilm, reipondeu o re, era precito
obiar a tono c dtrello e chamar, nao be, o
medico em ebefe do meu exercito para que elle
fone depoil fazer abortar por uina lndlacrlp-
cio, o fim aecrelo i que me propunbi ?
Permilll'ine, lenbor, reapoudeu Magde-
burgo, que voa taca obaervar (aempre no lule-
rene de uina laude preeioaa) que nio leria aido
diicil obter i dlacripcio de Mr. Luaignan, o
qual, le roe naoengano,obleve uliiinaucute,pe-
los culdadoa que preatou i voaaa mageaiade,
depoia da batalba de Ivry, o diploma de medico
em chefe de lodoa oa rosaos e erciloa de terne
de; ni ii
He verdide, meu charo, die o re i quem
e-la nh.oi v o .ni embarif.ava, nao pemelse quer
nislo, tanta pressi liohade voliar a Saiot-Deuls,
oude ile ve ni os ter ella noite um consetbo.
Diabo, dlibol pensou o velbo, isto me
parece lorio. '
O rei que dliigia amareba, Unha chegado ao
pavilbao de verdura, sb cuj sombra appare-
eu pensav (Injustamente sem nuvida) que reu- fello nem de pedra, mas de bronze, resullou jeinn lleautreillea e Mara.
nindo lodaa aa auaa rendas, monaenhor, o cod- d'abi que depoia de ler feudo o gibio, capada Ah I ib. eaclaiuou elle moa.rando-ie ad-
de Pbillppe de Mornay podli comprar uin ci- fol fizer uin burico ni carne viva. .mirado, boa not.e senhor lenle.
pote novo que nao deixaaae paaaar nem o fri Ab! icnbor. que imprudencia Saint Rleul que acabara de reconhecer o
nem i cbun e lubullulr por um calenes suai i yh meu charo, diaac Henrique com eaailenvudo reii, fez umi corlezii qual aetena
calcas eslragadai. deicortezla franca a qual I he en familiar, nao ) tomado de muito bol vonlade, por urna despe-
Ande la aenbor Magdeburg, diaa. o conde ralbecomlgo, ou ventre-nlnl-grli: Julgarel dldi felino importuno que ovloba mcoinino-
-irrindo, j queou recouhecldo, nao me nega- que nao quer ler a gloria de curar-me. J^ar e,u eu* ainorei.
rei por man lempo. Vou dlzer-lbe, sem demo- IMo me penence, senhor, i iniiii, n iniii' Henrique de Navarra currou-se pin mada-
ra, o moUvo que me tras. Preolsava de um ho- humilde de vossaa vassailos nem censurar-vos i ineaella de La Vrlllre, lem que por nio leui
inem de talento para curar o braco do viajante ; nem louvir-voi. Smente em nome do povo Jolboi, resplmdeceuiei com um ardor merldlo-
queconduzo. iirevo-me ajulgar imprudente toda a accioloal. perdesiem um 10 initinte de visli.
ti rei est feidoP cxclimou Migdeburgo. que compromelle voni ngrada penoa. i Marii lenllo-se corar debaixo do fogo d.vo-
com espanto. Voaaa mageaiade penence a Franca, le- rime deale olhar. .
I nhor! Ventreraalnt-gril I peniou o rci, eaU
(*) ride o Diarlon. .OG. | -- Bem dito! meu charo Magdeburgo, miliBeautreillli nio he um blgorrllha, Depoia dii-
giiy ne, ein Janeiro de 1817, isto he, que toco i J artilhana.
ao termo de utna ca reir honrosamente pro- j Quinto as loicas militares, nflo ha tJoviv
hencnil. Ida de que se nflo dirigiriam enm menos
Esoero que o Omnipotente mu poupar ajpressa ao ponto Jo desembarque lo Jas ns
dr de ser testemunha da catastrophe que tropas e as poucas pecas ue que sn poJcsse
nSo tenho poJtJo persuaJir aos meus con-|dspor e que estas tropas, se por accaso vis-
temporaneos a procurar prevenir em quanlo sem as probabilidades de success-o, fanam
he tempo anda 'sem hesitar ludo o que JepenJessi deltas
Debal"de o rencleri,,,. a Franca agitada P repelliros Franeezes al o mar.
pelas tempesladea polticas, sujeita s pai-t Mas se cheganJo a estes lugares, so re-
xfles as mais violentis joga deaJe lgum conhecesse que a frota francezaletuporaria-
tempo umsystema de expedientes deses- oicnle senliura Jo Mancha prolego o desotn-
perados, cujo uliimo golpe dove ser, no barque de uor exercito do.150 mil homens
importa o que conlem as cartasa invaso dos quaes urna poreflo. cqusiJeravel tem ji
da Inglaterra. tomado posicSo e se temWlrincheirado por
Logo que nos roovimentos refreados de Jftrtz das obras nililare> o dos eJlflcioa
doas pequeas oru lia, nretas se liver podi- cheios de Jelle.ras, fra necessario ex.mi-
jo ler quisi simultneamente sobre os qua- nar com r.ieza qu> p.rt.Jo conven lomar,
drantes de lodos os tliolegnphos elet-icis Em nossa opiniflo, e as loicas que, o go-
da Cran-nreUoha, estas tres palavras so- verno podesse reunir se aohassem, segunJo
lemne : Mani, Thcet, Pkars,- em outros todos os principios Ja arte fc.liLr fra Je
termos os Francez,, desembarcan a que estado, em ras.o Je sua inretSa. ade .turne-
variedaJe deaensaC0es al entflo dosconhe- "< i insullicencia da suai'artilhari, de
cidas, a que connitn de pensamentostutn.il- lular com as Hopas desembocadas, o p.r-
tuososse.flo entregues rendeirus, fu.icciu- Udo o mais pruilct.te que se .podesse tomar,
oirios, negoci.nl J. proprietarios, prenles, ser., dirigir o excreto assu como a sol.e-
mulheres, meninos, e lodos aquellos que rana para .Iguns de nossos a.sonacs forliti-
collocando-se cima das vulgares conside- cados ou para outros pontosoine sejulgas-
raeds Jo nteresse pessoal, nflo olharem, se conveiuento, ahandont
neste momento supremo, s uo para a causa
da bumanidade, nn calcularem seuSo o
aangue derramado oa que vai ser derra-
mado !
Mas por mais diversos que possaoi ser es-
tes S'"ti ti ii enlos, estiirln |n"sti Julos que o
palacios, as cmaras do pirlametito, os edif-
tieins publicos, os docks, os navios ancoraJos
no Tamisa, o llauco, & em unu palavra
Lotulr. s, seus habitantes o seus Ihesouros.
Eisaqui nossas razties :
Se o exercito inglez que supporemns forto
oxercito e a marinha nflo estavam animados Je 45,000 homens, nflo lendo nem o habito
senflo de um s e mesmo pensamento das grandes o oeraces militaros, nem roser-
dejejodemarchiraoioimigo. va para sustenta-lo, e mas nicamente al-
Se os habita mes ,la, unas Britnicas ti- gumas pecas, fosse bat lo e destru Jo (a)
vessem tido durante os ocios da paz a pre- que succederia segundo todas as piobaluli-
caueflo de abandonar alguma cousa de ser dades ) por um exercito francez do 150,000
superfluo.aflm de aasugurir auas proprte- homens bem desciplinado e bom prvido de
dades e sua existencia contra a vlcissilu- artilhana, acahar-se-hii a Inglaterra; en-
des da guerra pela organiaacflo de um exer- tretanto que se a capital snmente cahi,e
aBBMBKaxaaaw.BP^BaBBBxaaBBaaMBaBBBBB^ BBBBBBVBBBBBBBBBBBaBBBBBlBBB9^BBBBBBBBBI
se alto: guando qulzerdes, senhor doutor, el- elle esperava. com o f .vor do seu lucogutlo, es-
tou prompto. O velbo Intendente despio logo ludir deperlo o unor de lleiutreillis e de Ma-
o braco real; nelleapenaa ae vil uina amana- ra e faaei-lhe depoia urna surpresa no diiem
dura. que, como elle nao duvidava, tlvesseadquerldo
Ora o rei psnav justamente por aoilVcdor. a prova de que esle amor era digno de aua alia
Elle Unha ji dado prova. dlaao em Moncontour, prote(io. Frnatradoa deale modo todoa os seus
em Arquea, em Logny, e mostndo principal- projeclos, gracas dcicoofianta desaladamente
menle o que valia neisn cacadas perigosas perspicaz do velho mordomo, o rei toinou o
ilnvez das altivas montanhas dol Pyreoeo on- seu carcter de lineen franquczi e ipalxoncoj-
dc os unos eram eolao Uo cominunicomo as sede Mara, a qual, sem o conbecer, ja Unha
cobras monteses, lato aorprendeu porunto despedacado, para fazer de auduraa o aeu len-
a Magdeburgo e deapertou outra vez todas as co de fioacambraii.
suaa deaconfincas. I Madamesella, disse elle, eu me lembrirel
Kvideuiemente, disse elle, i ferlda do re de su.solicltude emsoccorrer aos quesorem
erve de pretexto pin elle deinonr-ie ein Li e e.pero poder dar-lbc em breve um teiiemu-
Vrillre : por elle poda laiubeui faze-la curar ;nho de ininha profunda gnlidao.
em Saint-Diuis; por cooieguinle- como nao ve- Quaolo a Ueaiilrcllrt, todo conrunilldo da re-
jo nidi no castillo que pon lUrabir aini ma- vclafio queacabava de aer fcila, tlrou aua gor-
geatade, vou por-me ni defensiva ; porque lc-| ra de pluma e_diise ao/ei com urna voi alien,
nho de guardar uin diamante que vale mal! da pela einocao.
que o da coroa de Franca e de Navarra reuui-. Senbor, deverci eiperar que o re me per-
doi. Ue isto, vigiemos sobre Maria 1 Idear a lamlllaridadc de mullas expreases,
Mcate momelo, inadaiueiella de La Vrillrc quando, esta manhia, por cauaa-de um erro
deu um pano para rellrar-ie durante a opera- que ma inageitadc Unha meaino propagada,
caodocun. lousei (azcr-lhe confidencial que as di.tanciai
Flcii, madameiella, ficai I dlaae o mordo- que noi lepirim deviatn tornar naturalmente
ano, que oeita occaiiio toinou offensiva, i impossivel! ?
presenta de uin ni me parece una Uo grande I Nada lenbo que perdor, respondeu Hen-
honra pin i vossa casi que nio poderle!! f- rique, nao vejo ntsto ollens e leobn-me por
er bastante para recoubece-li. I mullo feliz todis if veaei que le me di occanao
Henrique mordeu o belfo. de concorrer para i lellcldide de oulrem con-
Julcav, meu ebiro, dine elle .o velho,'lai poli comlgo, aenbor lieautreillia. Quinto
ter-
se
villoido Sr. conde de Morniy queeaqueceu por, taola gnndeza, reapondeu com uin lom em
pareniheaia, de raspar o brasao de armas de que deali ve nsplrava uina grande rmeza.
'" -- Por inluha parle, senhor, nao me dcseul-
nas nulos do inimigo, a nacflo seria arruina-
da, he verdade, mas nflo aniquilada.
Vamos explicar nosso pensameoto.
Ao appellode sua soberana aparte mal
enrgica da pnpulacfio vera reunir-ae i esta
massa de 45,000 bravos anillados vidos de
vingancis e ainda que fosse preciso muito
tempo, miuto mais de um anno para orga-
nissr 40 a 50,000 r crulas, medida que ho-
mens dedicados se reuniriatn em derredor
do e-tanlirte da Inglaterra, a nacflo teria
conl'nne i e nSo desesperara de sua salva-
Cfli). O pruprio inimigo, ven lo a tempesta-
do formar-se e cress'.-r no orisonte, julgirii
sem duviJa prudente moderar sua* exigen-
cias.
Que, se pelo conlri.io, o pequeo exor-
dio inglez se fizesse uVslruir.tentaodo o im-
possivel, em que posiglo se acharia a Ingla-
terra ? A resposta he fcil. A Inglaterra
eslaria a merc Jo general francez. Quaea
quer que fussem is sitas pretendes, fra
mister submetter-se a ellas ; qualquer rea-
galo que elle exigiese, fra preciso pagar,-
quaes quer colonias que peJisse, importarla
ceJer-lhes ; se elle tivesie em phaulazia,
conduzr para a Franca todas os navios de
guerra que estilo em nossos portos, fra de
necessi ia Je entregar-lhes, e como seria ab-
solutamente impossivel recrut'r, organisir
o sustentar olTiciaes, em menos Je Jous ou
tres anuos um exercito capaz de medir-se
com elle, puderia continuar, durante lodo
este lempo, a oceupar Londres.
Mas seria por ventura smente isto ? Ah i
nflo. Logo que sevisse que as Icis li-
nliam pendido sua auloridade soberana,
que uo era mais possivel arrecadar o im-
posto ilu, pobres, que a maior parte da
classe operara eslava priva Ja dos meio da
existencia, nflo sna para temer que, do
fundo de nossas minas Jo carvflo do podra,
Jo seio Je nossas fabricas e de nossas vfllci-
na.s uo sahissom grupos e ajunlamenlos
numerosos, os qutrs impelli los pela neces-
silade e ousaJos pela itnpundade percor-
ressem as cidaJeseos campos, fazenJo-ss
dar pela Torca alimentos, e logo apode-
rando-so de tudo o que Iho fosse con-
veniente : No momento em que a plebe da
sociedado se tivesse assim levantado, etn
que a pill. .^eni fosse a ordem du da, cm
que nflo huuvos.se mais oulro direito senflo
o Ja fu- ea, a luglalerra, repetimos, seria nSo
s arruinada senflo aniquilada !
Supponhatnos pus que as tropas ioglezas
retrocedam diaut) do exercito fraoeez e
deixem este, logo que lodo o seu material
liver sido posto em Ierra, comecar com des-
canco a sua marcha sobre I.mi lies, atravez
Jos bellos campus Je Sussox ou de Kent,
onde ello encontrar em abundancia lulo o
que bo necessario existencia e ao bem es-
tar Jo soldado, e examinemos de passagem
a possibllidade do defender a.....it;i I.
Umi liuha de posigoes enlrincneiradas,
exigirla, c.n rasflo de sua exteusflo, com
mil homens pelo monos i ara a def. ga, e cus-
U'ia diiiis miltiiVs est' rliuos (50 mtlhOes de
f lilicices seria muito impopular ; mas, nao
eotiviiiilo senflo a um paiz essensialmente
militar, do qual he fcil leuini e armar em
puuco tempocentos Je militares de homens
ja meio desciplinados, ellas nflo formaran),
depois disto, senflo urna defeza mediocre, e
le. -se Iu i mais v.mt igom etn aplicar iu
urganisaeflo de urna torca militar ecaz, os
futidos que ellas absorvessem.
Tomando Londres lal como he, Taremos
observar, em termos geraes, que, nflo se de
fenlem as cidados abertis.
O exercito francez, proseguindo tran-
quilainenle a sua marcha, por Manlslone,
Tunbr Jge o Chatam, lendo a sua direila a-
poiada no Tamisa, viria acampar-se em
Ulackhealh e nos anab los e Woolwich,
-nosso princi.itl e quasi nusso nico arse-
nal,Woolwich, o granie deposito de arli-
Iharia, o de pro'ises >le guerra para a dos-
s marmita, onde se fut tem lodos os dos-
sos CatibOes do b onze, onJo so conservam
tolos os ca luios, bombas, fngose pecas de
ai t lie iu, cut 111 .i ni om seu poder.
Mullas vezes, uepois Ja iovencSo d nave-
;. co a vapor, se tem Insistido sobre a ne-
cessidade de tratispoitar para algum poni
do yitenor este arsenal la Inglaterra ; po-
rem o governo lem sempre respondido que
a e i umi a Jos communs so opporta as desbe-
zas desla tiii-la mii,
Dentorando-se ah alguns dias, al que
seu exercito, augmentado pelos reforcos
successivos da Franca, lenhi sido elevado
talvez a 200,000 homens, o goneral franez
podeti i fazer saber ao almirante seu compa-
triota que nflo precisava mais da sua f.ota e
que elle podia voliar para Cherburgo : He
ciato, coui elleito, que o exercito francez,
cnegado a Blackheatn, solfrasse um revez,
elle sotia destruido ou feito prisioDeiio,e
rjue. se pelo contrario, elle fosse viclorio-
: ____- i._ ._ *
Chegou a Mara a sua vei di dobrar um]oa-
Iho di .ule do re.
Km pe empe.' madameaella, die Hen-
rique, le eu aou ici pelo aangue, vos loli certa-
mente rainbi pela belleii; iritemo-noa, lenao
de igual para Igual, louienoi de potencia para
potencia. ,
Senbor, tilne Mara, expi.imlndo-ie oom
difnculdade, linio que o Sr. duque, meu pai.
nao teja iqul pin preitar aun hoiueoagens a
vossa mageaiade.
-- Aneguro-vos, inadaincselli, reipoudeu
cora desvello o rei, que o noui.de Ll Vrillre
he um <1 oiiclles que um uourbon nao esque-
ce. F.lle recorda uina de nossas mis v.lhas
glrias, e eu prefererfi mies, coufesso-o, coa-
lar ai estrella! docto do que 01 iltol feltol que
estao ligadoa a esle nooae, uiudoi nula brtttiau-
tei do icino.
Depois, vollindo-ie para Magdeburgo:
Meu charo doutor, ibeduse elle, Acabaei,
pela babllldad.de vosioi cuidado! de adquirir
tambera dlrettoa lo meu reconlieclmenlo por-
que hi um momento que nio aofiro mal.
Magdeburgo i quem umi loog experiencia
da vida divi um leguraoc que nao exclua
todava oa reipeiloe, reapondeu 10 re com um
destea accentoa de bom humor que ana friu-
auezi fez p.rdor:.
Senhor, eatecurillvo, anda que o me-
nos maravilboio de lodoa o que tenho Udo i
honra de fazer, lera lodivia o que me ba de
uai cortinal, o re eitAno cistello d. La Vrll-
lre, o qual loma dcide ji loda a lmporuncii
de um casiello histrico.
Apelar do cotnprlinenlo, Henrique nio pode
disslmular um ImpercepUvel movlmcnio de
conuirled.de r porque devemoi confenir que
parei cite erro, lenio quiodo me for dido me-
recer o meu perdi por umi celo brlihante
para qual Provldenell lempre generosa un
eui deiljnlv, me dir, eipeio qu. em breve,
a occailao.
va nocampo, iem leipreiiL..
lo de Djlou o afailava daquella que ella aurav a
com umi amia adora,io. O velbo mordomo,
dirigio-ae icui moilm pan aa cavlllarlces, ei-
colneu o cavallo queconvlnbi mala sua Idide,
e poz-se dlacreument. em -i.gulm.nto do In-
quine!, niedtndo oieu pino pelo pino deite.
{Continuar~s<-ha.)




ae retolverla em nm systema de permutas
cmaaptL^H
Milhrsde f.milia-, tur, vivem A srut
capitaes posloa oo f..ndps ver-as-Ham ar
il ruinadas pi
que? frota tiTaaae volladpara CherburgJ i*^_.f?SISLl.-2!&?*^2JSK!10'
2
so, nos nos julgritmo6 multo felina en)
fo necer-lhe eossot aalof paM que ella iota-
lase-, a Franje logo Q"e manifestaase esta
"'J0, -------,. ou meaos dapoli
yer-se-hla cnegar no Mancha, a toda a prc
aa a 'orea da velat e ae vapor, l roia Ic-
gleza do-Mediterrneo, cujo almirante seria
Informado por urna communlcajflo ditada
do Almiranteado deque lodaa aa represa-
lias que elle podesse exeroer naa coatase
na marinha de Franca, seriam levadas pe o
exercito francez de occupjSo, em debito
desua conta com a Gran-Bretanb.
Entretanto, o general francez, nao tendo
diente de ai nenbumt fo.ja capaz de resis-
tir-lhe, poderia das alturas de Blackheath,
ofTetecer a paz o povo inglez ou diclar-lne
candicOes pe tubmisso j porem elle prefe-
rira aem duvida, a exem.ilo.de. NepoleSo,
dictar estes condijfles na capital mesmo do
inimtgo e consegulntemenle, faria sua en-
trada triumphntein Londres, com bandei-
ras despragadas, ao som dos tambores o co-
mo murrio accesso.
Chegado ao seu Din, eisaqui provavelmen-
te quaes eeriam suaa disposijoes, confor-me
aleo disto com os principios geraea do urna
occupajio militar.
Aflm de tropas, o grosso do exercito seria acam-
pado nos pontos os mala abertos eos oais
vaolajosimente situados dos arrabal Jes Im-
mediatos, taea nomo Hackney, o estaleiro de
Deptford, Clapham, Chamberwell, Brioton
e Battensea*
(.'orno convel) alojar commodamemente o
maior numero poasivel de horneas, todos os
grandes adiflloios, armazens, &, mais con-
tiguos deatea difforentes scampamenios,
seriam convertidos, primeiremeoleem bos-
pllaes, depois em quarteis. Tralar-te-hie
lainbem de abrigar os cavallos, e em falta
de estribariaa, far-te-ha pouco escrpulo
em dar e*te destino as igrejas.
s iifllciaes so inatallariam sem ceremo-
nia as meltiorea casas da visinhanja. Se-
ria preciso a cada um delles dous ate cinco
quartos, segundo a sua patente, e teriam a
prrtenjSo de ser admiitidus na familia em
um pede mu.grande iulimidadr, particu-
larmente cum as damas.
O interior da cidade serla vigiado por pi-
quetes de numerosaa patrulnas sustentadas
por destacamentos postados ou as piscas
ou nos edificios susceptiveis de ser deffen-
didosnu que douiineO) pusjOes importan-
te.
Para este lim o penitenciario de Millbank,
as novas cmaras do Parlamento, as secre-
tarias da guerra (horu-guards), Whitehill;
o AlmiraoUdo, at a Galena Nacional e os
.quarteis continuos com as outras construc-
jfles que cercan) Trafalgar-Squsre, assim
como os clubs de Waterloo-I'lace o de rII-
Mll, seriam forlemente occupados.
Postus avanzados de distancia em distan-
cia no Regent-Street, assrgurariram ao
mesmo lempo as coromunicacOes entre es-
tes diversos ponlos e H gent's-Park ea pos-
ee de urna das grandes arterias da capital.
Finalmente a linha tilo importante do Tami-
sa serisidominada por tropas acampadas no
Hungerford-Msrk, no Somersel-House, na
Torre, as docks de Santa Catbarina e de
Londres, cujos edificios psrecem natural-
mente dlspostos pira servir de quarteis.
Passemosagora Is cousas mais serias. O
general em chefe do exeicilo francez, tendo
urna vez Londres em suas aillos, cometaria
a tomar medicas que Ihe parecessem mais
proprias a hum.lhar o orgullio nacional.
Deste modo elle publicarla talvez urna pro-
olamajflo na qual fizesse saber que elle ti-
nha viudo para derrubar a oligarchia e dar
ao povo ioglez a reforma parlamentar, com
o gozo de todos os ben's polticos pelos quaes
suspiran) os republicanos inglezes, e para
quebraros ferros da Irlanda.
Depois de se ter por este meio concllalo
com as baixaa classes, convidara as auto-
ridades municipaes para que se pozessem
em estado de cuidar na conservjSo e sus-
tento oe seu exercito, lim de poupar-lnea
dordeover servirse por si mesmo. Con-
tribuijOea militares (e os Francezes se in-
tendenta este espeito maravilhosamente)
seriam impostas a cada um dos chafes de
familia, e os recalcitrantes chamados or-
ilrm s pranchadas ou com o auxilio dos of-
Ociaes alojados que vivessom sua costa,
poriam as suas caaas a asco at que fossem
execu lados. .
Pela mais pequea obserrajSo que i im-
prensa se lembrasse fizer, iriam d. staca-
mentos aoa escriptonos dos jomaos, que-
braran as formas com as coronhas das ar-
mas, lanjaram o- caracteres e em caso de
necesaidade os compositores pelas janellas
abaixo, e trataran) os editores com cates
r- quintes de frivolidsde feroz que s os
Frene zea sabeni inventar.
Commissarlos spoderar-se-hiam iln ren-
dimentos dan alfandegas, das receilas do-
caminhog de fero.dss umprezas para a des-
IribuijBo d'agoa o do gaz.o dos grandes cm-
pregoa pblicos, encanegsndo-sede pagar
os salarlos dea empregauos e as despezas
correnles da exploracBo.
Tedas estaa pequeas particularidades
preliminares reguladas de urna maneira sa-
tisfactoria (ao menos por urna das duas par-
tes), chegar-se-hia ao ponto capital, islo he,
a cifra das indemnisajes pecuniaros e ou-
tras que a Franca haviade exigir da logia-
tetra.
Sobre este ponto evitaremos mesmo fa-
/cr conjeeluras. As condicOe.s impostas
Franja em 1815, pelos exercilos adiados de-
baixo docommando do duque de Welling-
ton, foram, se acaso nao nos engaamos :
primeiro o pagamento pela Franja de jma
somma de 700 milhoM de francos : segun-
do o abandono da maior parte dea conquis-
tas feitas depois de 1703 : tercelro a aosten-
tacflo, durante tres annoa de um exercito de
iccupsjSo de 150,000 liomeii"; quarto a res-
tituicSo de todos os tropheos ohlidos pela
victoria, laes como quadros, estatuas etc.
I'oreni esta tentenja de JuslijaVetribuitiv
nSo poderia dar urna idea das pretnicas,
neeeaaarles par o pagamento de rende.
yuauto ao dettrictot mtnuftclureiros, brocee tanbem alguei denotis colonias
no momento em que os pagamentos nSo po-
dessom mais faier-se em bilhetes de banco,
mas smenio em onro e em prata, fors mis-
ter despedi-los por nSo poder paga-loa. No
Lancaapire amenta 00 a 700,000 Indivi-
duos se achariam sem trabalbo e ira breve
em orna miseria absoluta. NSo'haveri tal-
vez um lugar na Inglaterra onde a paratlae-
t;3o do crdito nlo produzisse os mesmos
effeitos.
Parecer incrlvel, e em todos os casos
inexplicavel, que os perigos que acabamos
de in licar, perigos que ame* Jim ot thesou-
ros, aa proprieiaJes, a existencia dos In-
glezes e a honra de auas omitieres--que es-
tes perigos dizemos nos, tenham sido apon-
lados nlo s pelo duque de Wellington se-
ndo pelos olilciaei os rrais eminentes de
nnssas forjas de trra e de mar, sem que o
governo tenha jamis ousado pedir i cma-
ra dos communs os fundos necessarios para
cuidar na seguranza do pait, porque a c-
mara dos communs sustentada pelos clamo-
res do exterior, se embala em urna fatal ae -
guranja e dorme ao som dos bellos discur-
sos nos quaes a ventado, o bom aaso sBo
quasl sempre sacrificados aos faetos orato-
rios. Tanto he istoverdade que:
Quos vult perder Jpiter, prius damentat!
Ha alguna meres apenas, no momento em
que o embaixador francez pedia oa seus pas-
saportea, que, debalso de noaaos proprios
olhos, a Franca augmentiv o numero de
seua marinheiros, evidentemente tendo em
vista urna InvasSo, na ouvimos por ventu-
ra a um dos oradores dos mais loqueles
do psrtido liberal, exclamar : Ulhemns em
derredor de ns e vejamos qual he na Euro-
pa excepto a Inglaterra, a nacflo que estara
em estado de emprehender a guerra... ? O
lacio he que somos moderados, em rasfio
mesmo de nossa forja. NSo poderia nisto
haver a menor duvida.a
l)m dos priocipaes membros do gabinete
dizia, em um discurso fasnoso, pronunciado
por occaalSo da questSo grega : < A conaci-
encia da nossa forja, o seotimento do nosso
poder nacional iievem parlar deosapre-
iiensOeS que nSo teem nanhum fnodamen-
io. Podemos ser orgulhosos, e com justija,
iio paiz em que tiremos a lelieidade de as-1
cera ( O nub e lord senta-se no meio de ap-
plausos enthusiaslicos. )
Se a cmara dos communs persiste em
aoplaudir iguaes fanforrioes para animar,
pele menos.
i 5. Ql provimentos material daveriam
lar proporcionados com faeilidade 00 nSo
K> ser, em caso da naeeasidada, com-
i am milito punco lampe.
. O grandes irsenaeg fortamouth, pyrnouth, Slisernesse e Pom-
as mais importante, deveriam aer poatos
em estado de resistir oom poucas forjas a
um ataque repentino.
7. Dovvrasea entrada do Tamisa queen-
cerram propriedadas martimas de um va-
lor incalculavel devariam ser conveniente-
mente fortificadas.
Tolas aa ohraa de defeaa propoatia nos
nmeros ( e 7, nlo eostarlam mala do que
a construccSo de urna fortaleza de primira
clasae no continente como as qoe teem em
preljeodido a Franja, a Prussla, a Austria e
mesmo a Blgica em nm flm muito menos
importante.
Marinha. l. A populajflo maiilima da
Cran-Bretanba, comprehandldoa 33,000 ma-
rinheiros no aervljo do Estado, 33,000 no
servijo da marinha mercante e 40,*0 no
servijo estrangeiro, deveria ser obrlgada a
servir, por meto da conscripjSo, na marinha
real.
3. Dever-ae-hia organisarum corpo nu-
meroso e permanente de arlilheiros de ma-
rinha, acommodadamenta alojados, susten-
tados, ejercitados e uttlisadoa am nossoa ar-
senaes martimos e que estivessem promp-
tos, a todo o momento, para formar as equi-
pagens dos nossoa vasos de guerra desar-
mados.
3 Deveril haver pira inslrncjSo destes
arlilheiros da marinha um certo numero de
navios escolas, no modelo e sob a direcc.Su
do Excellent.
i. Toiaa as tropas actuaes de marinha de-
veriam ser igualmente transformadas em
um corpo de ruinara de marinha, bam
exercitado e bem desciplinado,
5. Fora indispensavel que o ministro da
marinha ou o primeiro lord da almiraotado,
foseo semjre umoQTcial de disliocjSo da ma-
rinha real
Aqu termina a nossa tarefa. Temos faito
ver o mal e mostrado o remedio.
O paiz que decida I
(0a Prssaa.)
pap-vii mmmtmk
PERNAMBUCO
Observa jo.
AUm da deinesa conatanu date balancn,
lm-a deapenJioo por adlaatamaoto aoa dlrer-
aua rearolea e com a obra do rn apila! Pedro II
a qeaotla de 3:80 alltlr o aaldn reprearntada De maimo batan-
eo, he elle de 1.V70O6, teada 35I/B3I am tnoe-
da, e V.07nfW> em lelliaa.
dnlabracSo eral dea eitabrltclinenloi de
caridad"-, 8 de malu de 1853. O thea,nurefro,
Jote Um Ftrrrir: eacrivo, AntvtUo Joti
Gonus do Carrcla. .______^^^^
CJl1PIP\ domovlntentoloseatat*
beleclmentoa de cari-
(l ade no mea de abril de
1852.
Grande hospital.
garanta de faim Isa ao valor de fessor de snatoi
doi cont da iis, sssslm frau- encarregado de
i mili., Mailm ,1* r.HIH> O -..'.. _P. .'_(._
DOENTES.
Existiam
Entraram
Sahiram.
Curados......
Melhorados. .
NSo curados.. .
as 34 h. d'entrada
Depois dessa poca
Morreram
Existen). .
Hospital doa lazaros,
s i
DOENTES.
Existiam
Entraram
Sahiram. i
Morreram,
Existen) .
Curados. .
Melhorados .
NSo curados.
19
0
o
- o
I
o
II
aaa doa expoatos.
EXPOSTS.
BALANCODARECEITA E DESPEZ, |1A C\-
JIAM MUNICIPAL DO IIECIFE NO MEZ
DE FEVEREIItO DE 185.
Reerf.
SU,io em 31 dejane Imposto de cordeajOes e licenjas
Existiam............
Entraram...........
Sahiram.............
.m.lN"M d'entrada
I Depois d'esta poca
Exi-ti'in...........
Sexos.
135
3
0
0
1
136
165
8
0
0
3
170
3u0
10
0
0
4
30
lis. 0 t 76
estas declsmajoes odipsas que nSo servem muu jmposUs peloflseal ds fre-
seeBo para engaar a nj8o, na de vir o mo- guezia do Hecife re|,iivas ao en-
monto em que algum destes oradores po- rmunlcipel de 1*50 a 1831
pulares.no meioueum discurso consagra- n 9T 80 000
do a gloriicajBo de nossa forja e de nosao uem aito dito de 1851 a
100,500
1852 lis. 16 a 19
dem da freguezia de Santo Anto-
nio relativas ao aono de 1851 a
1852 ns. 45 a 58
n. 154
dem dito dito 1851 a 1852
na. SI a 34
56,000
1851 a 1853
ns. 15 a 32
Imposto de 3.000 rs. por fogo arti-
llcial n. 38
poder, sera iminedialamente inlerrompido
por tres pancadas dadas na porta da sala, a
qual se abrir para dar paasagem a um ge-
neral francez, senhorde Londres, e a seu bri-
Inanie estado maior. U porteiro da vara pre-
la nsoirri mas que repetir no ouvidode |(1em di freguezia de S. Jos rea-
lord John Kusseilaa patarras do general.Me- tog <0 gnn0 de 185 ,88,
gret quando Carlos XII cabio, rendo por n )5, ,5 ^
urna baila, no sitio de Fredericn'sball.
Eat aoabada a comedia ..Vamos ceiar la
Vejamos um pouco nm que posijSo nos
eol.ocair.oi aos olhos do mundo. Nos temos |dem dg f|.eguerill a, Bo, ,
pela forjadas armase maior parte destas ,,, ,snno de ,
poasessoes colooiaes as quaes o Sol, uizem,
nSoae pOe. Teosos com um legitimo orgu-
Iho consignado noasos triumphos nos an-
naes da historia,ellos estSo escriplos naa
esquinas de nossas ruaa e de uoasas prajas,
estatuaa equeslresde bronz, Ihes teem
in.mortalisado a lembraoja ; e todava, ape-
nas temos oblido, pelos esforjos do nosso
exercito e da nossa marinha, tudo o que po-
demos desejr e inuitu mais do que nSo sa-
bemos govarnarquo logo principiamos a de-
clamar contra a guerra, que damos genero-
samente a aquelles que temos vencido um
penbor de nosso amor de paz, reiuziodoa
zero nosso exercito e nossa marinha, e que
depois de nos ter assim voluntariamente des-
pojado de todo o meio de protecjlo, fecha-
mus nossos olhos e nossos ouvidos ao hor-
rores de urna iuvasSo que lodo o mundo
prev, excepto oes.
Mas, iiii -se-ha, que cumpre-fazer por con-
aeguinte para Qcaj^jis ao abrigo desla in-
VSsSo .'
Oduquo de rVft^pWn encarregou-se de
responder a esta
NSo ha ii.cin'
se dirigen) da
diz o .Ilustro
ral Burgoyne
fr n ce i fosse
ppoca em que
nSo livessequl
estado maior
necessarias p
meus coala,
les porlos ira,.
da infanta, i
la da Ingleteri
nos po.tos
60,000
90,000
142,000
71,060
76,000
DtIJNI*.
Folha do pagamento dos endro-
gados relativos ao mez de Janei-
ro p. p. ns. 5 e 6
Tribunal dos jurados e eleijOes
na 9 a II
Luzes para a cadeia desla cidade
n.5
Limpeza de roas ns. 60 a 63
Caljamonto das mosmas n. 3
Evenlusos ns. 35 a68
Matadouro publico ns. 41 a 52
Balanjo em 39 de fevereiro p. p.
6606,664
961,483
43,400
35,600
73,440
25,000
4:096,005
408,780
5:633,707
973,937
6:606,664
Administrado gernl dos estabelecimen-
tos de oaridade, 8 de maio de 1853. 0
escrivSs. Antonio Jote Gomtt do Correio.
Correspondencia.
Sr. Redactor. Rogo-lhe publique em sua
folha, a antenja quede, sobre os autos de
quebra de Ped'0 Al ves Pires, que tanto es-
trondo tem prolusido no Penedo. O publi-
co sensato que me julgue. Igualmente pelo
otlicio do curador fiscal dessa casa fallida se
coubocera^o modo absurdo, porque se
tem procwldo i.uanto a arrecadaj3o dos
bans, leando tudo abandonado, porque diz
o curador que o balanjo a se pedo fazer
com a nreaenja dn fallido .'!!... SSoesses, e
uutros quo tses, que infamemente mo eg-
griiom.
Penedo, 22 de abril de 1852. Sou do Sr
redactor, etc.
Jos Vieira Rodrigues de Carvalho Silva.
Ihos, am,
mais de d
darem ao maior credor da asa fallida. E
tanto nSo hsvia tenjlfo da paite de Pedro
Alves P.'Si dasedir porquebr.do, que nlo
he posaivelqae estando pastar umi hypo-
theca ou letras, como tmba dito que i- fa-
zer 4 teslemuoha Tavartt, fotie chamado
por seu socio qoe 0 troux sem chapeo pa-
ra a loja, a logo, sem mais reflecjSo, as-
slgnssse a quebra, a nSo ser induzdo por
Jos Antonio I', reir GuimarBea e Manoel
Pe.xoto Villas-Boas, que o antmavam, e
diriam publicamente ser com isto salvo e
mutilitada a livpothrca; romo reliriram
Domingos Ferrelia d'Oliveira GuimsrSos,
os Bamoheiras; relirando-sa o mesmo Pe-
dro Alves Pires, depois que Ihe feixaram as
portas da loja, pira a casa de T. vares, como
que envergonha lo, o que referi Tavares
no seu Ju.amento a f, e Domingos Ferreira
que cousa alguma .1 zin o mesmo Piros.
Sondo mais provado que fra Jos Antonio
Pereira GuimarSes o factor de tudo lato,
tilo a a sua ennflssSo as ennte-taedes iile-
galmenli! a.liiiitli tas, de f 45 a f. 65 como
elo uepoimento da leste nuil a referida pe-
9 cunt-stantee quejuruu a f. 73 v., a qual
d.z ter sido elle Gu.msrSes que fez o reque-
rinienio oa aua loja; e disse a Ferradoza
que depol a f. 43 e f. 150 que era para que-
bra, mostrando assim sci- nria do colloio*:
purismo, avala do arl. 803 1 e 3, 89o
cumpMc s .le quebra fraudulenta Jos An-
tonio Pereira GuimarSes e seu socio Manoel
Peixoto Villas-Boas, credores da casa fall
da Antonio Vasco Cahral e JoSo JosEit os dous primeiros por se lerem mancomu-
nado com o fallido e aocio para fraudaren)
os croilore's o terciro por se provar do
exame 4 f. 103, e das lesiemunhaa de f. 86
i f 87 e f. 63 e mesmo do depoi ment i f
67 e f. 70 do propno JoSo Jos EsUc.o que
negociou com P. A. Pires endosses de le
tras; o qua'to porque confessa ter receb.do
de Antonio Vasco Cabral letras eniossadat.
pelo dll do, para, por conta de Cabral, fa-
zer cobranjas, o que executou, o adquerin-
do reformas do novas letras; mostrando as-
sim ter elle auxiliado i Pedro Alves Pires
com Cabial, a desviarem e occultarem bous
de qualquer especie, qur fosse Isto antes,
qur depois da quebra, .porque dos livrns
se v que foi no da 5 de novembro que
se lizram osenloises falsamente; qoando
Esiacio confessou as testemunhas de f. 63 a
f 89 e f. 130 r. I4S ter rocebido de Pedro
Alves Pirra depois da fallencia, jactando-so
do sua hila conveniencia em as .ornar ao
mesmo Pires: pelo que e pelo mais quo dos
autos conato, pronuncio os quatro cumpl-
ees Achia designados i prisSo e livramento,
como incusos no arl. 363 do coligo penal
com referencia so art. 35 do citado cdigo.
Outro snn, reformo a decisSo 4 f 109
na parle em que comprehendeo a Jos An-
tonio de Araujo como cmplice ; em rasSo
de falta de prova qoe toda he contra os los
3un s tiveram em vista fraudar a esse cre-
ur, o maior da casa fall la, nico que tem
pugnado contra a fraudulenta quebra, co-
mo tudo se v dos autos de f. 5 a f 33 de f.
18 f. 19 de f. 21 a f. 40 de f. 43 4 f. IOS
queixando-se e fornecendo documentos, o
cscnvSo haveodo esta por publicada e.n
mSo risque seu nome do rol dos culpados,
e i.ollo lance os dos reos e cmplices inicia-
dos; passe man ado de captura para os que'
se acham nest ctdado, e precatoiia para os
que se acham fora eem provincia estrauha;
e faja os autos com vista ao P. P. para vir
tomia na escola da Berln, foi
saber se este cavallo extra-
ominarlo linha eSeetlvamente nascido sem
faitea, e 0 sea reletorio prova que a epider-
me deate cavallo difteria esaencialmente da
dos ravallos ordinarios, e que na reil.dade
o indivldao de que a escola tinha feito ac-
SuisicSo pertencia asm duvida a ama vane-
ado inleiramente distincta. O principe de
llepnin, que vio este mesmo eavallo em
Berln, em 1798, conflrmo.i a opiniSo do
anatomista Walter. Elle disse ter visto, na
Crimea, urna eapecie de cavallos anlogos,
qoe comparava, quanto pello, aoa cau
turcos, Igualmente privados de pellos.
ABOLICAO DS~FGIJEIIUS DAS VIUVAS
NA INDIA.
Por mais de dous mil annoa ae observo..
na India como proteito* de rel.giSo, posto
que brbaro e absurdo, o costme de quei-
mar na mesma pyrt funrea o cadver do
marido com a mulher, mulheres ou concu-
binas que voluntariamente se votavam a rs.
te sacrificio. Por.maiores e inslaules que
tenham tico os esforjos e a diplomacia dos
Inglezes em desterrar 18o supersticiosa o
Inhumana pralica, nSo o tem podido con-
seguir aenSo as possessOes do sea domi-
nio, ou as a que Um estendido parte da
sua autoridkde. Nos estados livres tiutiam
at aqu floUado sempre a mais forte opposi-
jSo da parte dos principes, do clero oa das
pessoas influentes, todos maia ou menos
interessados na contervaj&o de sbmelhanln
auperttijSo. .
O tenente-coronel Ludlow, presidente do
comelho da regencia "do reino de Jaypour,
na minoridade do he'deiro da cora, reaul-
veu tirar partido da sua alta potijlo para
acabar de urna vez com to borrivei sacri-
fico.
A habilidade e perseveranja com que ette
philanlroplco impenho foi negociado com
os priucipaes d'aquelle paiz fazem a maior
honra a Lullovr.
0 cnnselbn da regencia da Jaypour decre-
lou li..tinento a 23 de agosto de 1846, que
teritm applicadas a touas as pessoas que
conlrbuisaem para ratea sacrificios, como
autores ou cnmplicei, as penas impostas
pela le ao homicidio.Os diversos estados
livres, que lio contumtzes se bavism mos-
trado, nSo resistirn) ao exemplo, e tem
succ ss.v.i.nente abolido este uso. conii.n-
nando-lhe iguaes penas
(Revista Popular. )
Cmara municipal do Bipife, 1.' de marco
doze estradas as quaes de i85>.
a de Brighton a Londres, O procurador,
i o em sua carta ao gene- lor'J' Ft'clor Firrrra Lopu.
fura m.ster que o exercito O Contador, .
idilTercitedoque era na: Josqaia Tavares Rodovalho.
hor o conheci, para
pon
ouj
BAL4NCO DA FECEITA EDESPEZA DOS ES-
I AIIFJ.Kt IMKNTO.s DE CARIDADE, VEK1-
FICiDO NO MEZ I)K ABRIL DE 1853.
Itecella.
Por saldo em caixa A saber:
Em lettras...................... !:07/8i3
Eui moeda......................10:853/098
IJ:928/043
Recebldo da ilieaourarla da fairnda
que
>, generaos OU cheles de
ts de dar todas as ordena
transporlede 40,000 ho-
embarque nos difieren-,
es; panto desembarque
utos designados da eos-!
cavallaria e da artilbaria i
foz dos ros; para a reu-
mSo das divekps'columnsa e de sua mar-,
ctn, deacaraisirtei
Londres.
Examino-so.nossas cartas itinerarias, e ve-
rifiquem-ae o que digo.
NSo conbejo outro meio de resistencia,
outra garanta contra este perigo, senSo um
exercito capaz de estar no campo e de lutar
co* um ni .migo tto formidavel, auxiliado
aln, disto por tolos os recursos da arle, cu-
ja experienciaonMler augcir-lb o" em-
prego.a
ilaa admetllndo como axioma nacional
que a cmara des communs recuae conati-
tucionalmente-uiante das despezas necessa-
rias pata por as forjas militares e navtes da
Inglaterra no p necesario para proteger a pc|a, d"p. de ouiubro a
najSo contra urna invasSo, o -tuque lembra a den
formajSo de um corpo de milicia de 150,00o
homeos.
Este corpo de milicia ajunta elle, com
uniugnicnto de forja regular, a qual nSo
plHenlO em acampamento, at | -BZ .u d. qu.7ZZ
daa lai n. 283.................
Do procurador 'd'adminiatraoio
por coma do rriidl.nenlu do predios.
Do Hical da freguezia de 3. Kr. Pe-
dro Goncalve, Importancia de cor-
rida de pteos.........,..,*.
)l25/000
900|000
*
71/iiO
-17o)7/63
Deaueza.
Pago oa eiuprrgadoa doa itabele-
cimenloa de carldade, t.nporuncia
dos seus ordenadoa vancldoa da ou-
tubro do anno pastado a inrco do
correnta.........,............
Ao rrgeule do ho'apllat doa lazaroi,
que poderia aegar a Muuita, deslumhrada eustarTa 400,000 libras esterlinas To mi-
peloauccesto e estimulada pelo deaejo de Ihoesdo francos), poria o paiz em urna po-
sijSo satisfactoria, e eu far-me-hia forto pa-
vinanja.
D gamos tmenle que.q .aesquer quo fos-
sem as exigencia* do vencedor e por mala ver
gonhoso quedeva aero aviltamento da Ingla-
terra, para servir-nos das expresados do du-
que de Wellinglon, nada serla ainda em
ajmparajo dos desastres inclculaveis que
r su liarim necesiariamenlo de urna situa-
jSo violenta. Definir as consequ-ncias da
tomada de Londres por um.exeroito francez,
f/a querer analysar as sensajoes e effrjtns
prodoiidoa por ums bala recebida atrsvez
docorojSo. Se os Francezes tivessem seu
quartal general no hotel do lord malre de
Londres, o prejuizo material causado ao
pa.z, nlo seria proporcional k sua riqueza,
porm iniinitameute mais contideravel, a
vista do Inmenso deaenvolvimento dat
transajoea oommereiaes quo repouaam jo.
teiramenle no crdito o na perfeloflode ntn
so syatema de circulajSo.
Deste modo, a pilngem do Banco nSo
permi lindo maia convertir aeus bilhetes
em especies, ellet deixariam de ler cursjo e
como ba poucas pesanas que conservan em
seu podar muit-s especies metallloas, oa
mais ricotse achiriam inmediatamente f-
ra de fiado de procurar o neoessario vi-
da. NSo se poderla fazer nenhum uso dos
bilhetes de theaouro nom dos oulros t-
tulos sobre o gdverao, e todo o commetcio
ra defrnde lo, sendo ISo voltio como sou .'
Entreunto, a tinta com a qual eatavam
escripias estas,palavraa, nlo eslava ainda se-
ca quin.lo a reflexSo mo liliciva singular-
mente esta proposta cavalloiresca :
Talvez aUuem diga,-prosigue o duque,
que sou bem temeraiio em obrigar-mea de-
fender o aolo da Inglaterra com um exerci-
to compoato em graode parte de milicias.
Talvez tenham raaSo. Prefereria imllnita-
mente um exercito inteiramente composto
de tropas regulares, as quaes terla plena
conflanja. Porm aei que nSo o obterei de
nenhum modo, entretanto que poaso obter
as milicias.
Estas eitajdes nlo precisa m de commen-
tarioa.
Nlo nos resta agora senfio resumir o que
julgamos necessario para proteger Ingla-
terra no caso de invasSo.
Ezereito.--\. 0 exercito deveria aer aug-
mentado para o servijo donosas* colouias,
como para o do interior, de 100,000 borneo
de infantaria.
9. A artilharia deveria ser reforjada de 100
pejas completamente apparelhadejjt *V
8. Dever-ae-hia formar urna reserva de
900,000eapingtrdas e accessorios,
4. Oa nossos arsenaes deveriam Conter mu
nijOes para o consumo de um atine de guer-
Aonieanio, Importancia deroupas.
Aua enfermeiroa c terventea do
inea.no hoapltal, aeua jomara venci-
dos em dito lempo.................
Ao regedle do grande hoapital, p-
laadeapezaa de marco ul.t.no......
Aoa enfermeiroa a aerveotea do
niea.no hospital, aeui jornaea venc-
ros e.n dito inei.................|
Ao regente da caaa doa expoatoa,'
despeiado.net cima........
A Theophilo Juac Ferreira da Sm-
palo, por 111 blrbat.............
A Vicenta Jos de llrlto, l.nportan-
cta de dcogaa que foroeceu para a bo-
tica doa, eatabeleoimentoa de oari-
dade.............................
A Louraoco Juatlolano da Rocba,
por il>0 blobaa............... .,
A Antonio Francisco de Albuqurr-
que Montelro, pe Jornal da en aeu
eacravo......... ... .....*.,
A Sebaallo Marque do Nci .nen-
io, por panchas de folha para a b-
lica.............................
Ao Exm. visconda de Loures, l.n-
porUucia da renda de doua annoa,
vencido ana 3 de abril ulllmo, da ca-
a doa expoatoa, diapensadoa ot Jurot
vencidos na forma do arrenda.uenlo,
na i.uportaocla da 581/625.........
A dlveroa, por dmpeaa falla com
a obra do botplial Pedro II........
Por Ido em cala A aben
Km lettra..............Ii074|94&
Kaamaeda............. tiattflJSt
2.000 Scnlenca.Vistos e examinados os pre-
sentes autos de natrucjSo de quebra, e exa-
mea a f. 2, inquirieses de f. 43 a f. 89 do-
cumentos de f 93 4 f. 108, e mais reprr-
guntaa, e deligenclas de f. 131 i f. 163 pro-
cedidas neste juizo; provs-se, que alm
dos dous livrns, diario e copiador, de con- J
tas, pertencontes casa fallida de Pedro
Alves Piras & Companhia, eslarem sem os
requisitos exigidos pelos arts 13 e 14 do
cod.go cum.nercial.por seachsra sua escrip-
turaclo irregular; nlo ss a Trsentaram os
fallidos eom o devido balanjo, e o mais
como quer o art. 805 do citado cdigo, o
qul balanjo at o presente se nSo t-m or-
ganisado ( documento 4 f. 157 ; occulian lo-
se, e ausenlando-se os membros da casa
o gerentePedro Alves Pires par a provin-
cia de Sergipe, em Villa-Nova, e o socio
Manoel Joaquim Pinheiro Simoes, retirado-
paaa o aeitSo, fados esles que, segundo
o arl. SOI i" 3 e 3, ot poe ocursos
em quebra com culpa, classifloada e pu-
nida no art. 831 do eodigo commercial:
accresce que das mesmas provas, ezamo
de f. 3, e outro exame sobre o livro
diario de f. 103 a f. 108 consta que occulta-
ram ttulos de crdito, entregando-os i
principio JoSo Jos Estacio, o que he cor-
roborado pelas testemunhas t f. 55 e f. 138
4 f. 148 4 f. 150 que ouviram rssa c .nflssSo
da bocea de Pedro Alves Pires, e de JoSo
Jos Estseio ; portanto Ivisti desla occulta-
jSo, torna-te a quebra igualmente fraudu-
lenta, segando o art. 802 2, e por isso re-
formando 4 decisSo do Dr. julz municipal
4 f. 109, pronuncios reos Pero Alves Pires
e seu socio Manoel Joaquim Pinheiro Si-
nies 4 prislo e livramento pelos crimes
clssiflc mercio, e 363 do cdigo criminal como fl
II los em quebra com culpa, o bancarrota
fraudulenta. Provando se mais doa mesmos
aulos, a mxime polo depoimento des t-sto-
munhas, Domingos Frrre.ra de Oltveira
GuimarSes, de f. 104 4 f. 121, Manoel Amo-
pro Tavarea, de f. 145 a 180. Domingos Jos
.la Silva Cravo, de f. 70 a f. 73 Confirmado
de f. 136 a 137, e alm das mais testemu-
nhas do summario que o socio SimOra. em-
quanto Pe tro Alves Pires eslava ollimando
um contrato de compra de f.zend-s e gne-
ros que tin >a feito 4 casa dos neg -Untes
Araujo ot Filhos, paseando letras ou hypo-
thecas, se mancomunara com Jos Ant-.nio
p-r. ira GuimarSes eManoel Peixoto Villas.
Bas.psra queseapresentasse caaa de Pedro
Alves Prea & Companhia por quebrada,
fazpndo isto com qde o soco Simoes o fots*-
buacar da caaa do dvogado Antonio Jos d
Silva Travasso.lraxen to-osem chapeo,c qu -
si a forja (comom-is p'ova o ducumenlo
de f. 21 a f 10 ) para aasignar o roquer.men-
10 que j* havia feito na loja de Romaris, Jos
Antonio Pereira GuimarSes, e que o leu em
altas vozea, e o foz asaign>r, dizenlo con
o credor aeu tocio, Manuel Peixoto Villas-
Boas, qne estigntsse, que queda era a ta-
boa de slvajJo. eque assim inutilisava p
contrato ajustado com Jos Antonio deArau-
10 & Filhos; afirmnd i mais aa te.sle.no-
nhs que foram estes os credores, e o soco
simOes, os quede seu arbitrio, e contra a*
tela mercanlis, feixaram as portas, levanto
as chavea 4 teatemunha Tavares, que se re-
cusou, como esta mesmo depOe 4 f.; sendo
depois entregues 4 Domingos Ferreira d'Oli-
e.ra GuimarSes, pelo credor Manuel Peixo-
to VilUs-BOas. o que fllrma a mes n tes
temunha f 134; o dlzendo mais a teate-
munha Doming s Jos da Silva Cravo, e ou-
rs que o mesmo fallido Ibe contar seram
Jos Antonio GuimarSes e Manoel Peixoto
Villas B.s, o Uierm sssigmr a quebra e
feixaram aa portas, confirmando isso maia
os documentoa d- f. 93 a f. 99, que alo car-
ias a requeiimentot do punho do Miido
queixsnio se de serem eaies o< causadores
Ja quebra; bem est, que tudo ful tramado
5 do registro n." 707 de 9 de oulubro d
1850.
Cidade do Pene lo, 30 do marco de 1852.
Jote1 Viiira Rodrigues de Carvalho e Sil1 a.
Illm. Sr. Em resposta ao ollicio que V.
S. me dirigi, no qual exige os esclareci-
menlos margados nos 1,9, 3, 4, 5, 6. 7, e
8, constamos do mesmo odian, porque de-
va eu ter na coufor.i.idade do art. 817 do
Cnd. Com. organisadn o balanjo da massa
fallida de Pedro Alvas Pires ; lenho a diter
a V. S. que nSo fui e nem he possivel poder-
se organisar o balanjo da massa do dito Pi-
res, som que este esleja presente, para dar
os esclarec montos necessarios para jsso,
visto agrande irregularidadeea trapalba-
c3o que existe na escriptursjSo dos llvros,
da massa fallida ; e por essa razSo deixode
cumprir exactamente o que me ordena.
Dos guarde a V. S. nimios annos. Cida-
de do Penedo, 30 do marco de 1853. Illm.
Sr. Dr. Jos Vieira Rodrigues de Carvalho
Silva, juiz de direito da Comarca.JoSo Ro-
drigues Covas curador fiscal da massa fal
lid*.
Fst conforme.OescrivSo,
JoSo Lourenjo Bsrroso.
COIIMERCIO,
AI.FANDEGA.
Itendimento do dia 13. 8>M,093
Deicarreoa hoje 14 de maio.
Ilrigue inglez -- Herald bacalDiO.
CONSULADO GEHAL.
Rendimentodo dial a 13.. 9:007,012
dem do da 13........1:060,366
10:067.408
Impoi'tncfto.
Escuna nacional Tentador, Viuda da Ba-.
hia, consignada a. Antonio Alves de Mello
GuimarSes, manifestou o seguinte :
4 volumea tecidos diversos, 1 dito loros, 2
liarr loas drogas d.versas, 16 lrot Jacarai.Ua,
87 ditos pao campeche, 48 caixas velas de es-
perncete, | cama, 1 bah, 355- ardts ta-
baco, 3:309 caixas charutos, 6 caixes ditos,
liarriquinha, 1 raixao
1 pacotinho dito, 1 barriquinht, 1
quaitinhas, 5 stccis ctfle, 300 qutrtinhas;
4 primcirafCom aeu libellu, conforme o art. a ordem.
VARIEDADES.
S.0t3/3ai
1:834/282
105/iOO
279/000
509/74
41/000
388/870
liso
371/150
85/MM
11*200
5J880
':>00#0O0
118/840
0:7181050
-h! la ratpeito da quebra psra burlio oontra-
U07663'tos aue linn* ult"n,r o*06* gerente
_J_____1 i Pedro Alves Pire com a cata de Araujo & Fi-
CA VALLO SEM PELLOS.
(Equua caballua piliscarens.)
Este solipede, que um celebre professor
da Prussia, M. Naumann, medico veterina-
rio militar, classlflca, no seu rmnual de
Zootechnia, entre a raja islandeza e a ze-
bra parece ser antes urna. nova vari-
dado do cavallo domestico transportada
nloa europeas para a frica, sob a zona
trrida. Este cavallo he de corpolennia me-
diocre, privado de crineira, assim como de
crinas na cauda A sua pello, perfe.tamente
liza e lustrosa, be de um pardo acnzonttdo
escuro.
A sua cabeja lembra a do cavallo rabe :
testa larga, olho grande e vivo, flor do
rosto, ganacba um puucu volumqu; diffe-
re delle porque a parte inferior lia cabeja
termina em ponta, o qne Ihe da ums conli-
guraj O cnica.
As orrlhas, ainda que Anas e pequeas,
alo defeiluosas, porque se acham poalaa
nuilo abaixo, aem todava seren penden-
tes. O peacojo, bastante comprido, bem
conforma lo, tem a degoladura, frequente
nos cavallos orientara. A uniSo da cabeja
com o pescojo Re menos elegante que no
cavallo rabe. O chimado bordo criiieiral
tem um numero eonstderavel de rugas. A
corneltia ha alta e bem conformada, porm
o dorso he multo enselltdo. Os rins sSo
baixos e alengulos, a ga'upa hedescahida,
a cauda presa muito abaixo. O peitoral be
bastante largo. As espaduas e ante-brajos
tem urna posijSo- admiravel e estSo bem
ii.spostos: seus msculos sSo robustos e
espessos; apelle destas regios he fina, e
as vetas soperlic.aei muito ppareotes. O
casco, mais redondo quo alungado, luzidio
nSo deixa nada a desejar. O cavallo sem pe/-
os aprsenla urna pa/ticulaiidade que vale
bem a pena de ser registada, por isto que
una se nSo observou em nenhum ou.ro
monodctilo:vem a ser que aa suas extre-
midades, a partir do joelho para baixo, no
mombro anterior, e uocurvilhSo no poste-
rior, eslo consta meo. ente fras.A escola
real veterinaria de Berln poaauio um des-
tes animaos raros, cuja existentenca ainda
he ignorada por muitos sabios, aem exc p-
tuar deste numero os naturalistas. M. o
conde de Undonan, primeiro picador de
Frederico Cuilherme III, re da Prusaia,
comprou um cavallo deatt variedad a M
Alpl, emiarado francez, antigo director do
mateo de Vertalles no lempo de Luis XVI,
o qual por detfavor da fortuna vlo-ae redu-
zUoa pe con er as prajas publicas de Alie-
manua com o seu museo. Segundo os es-
clarecimeotos dados por M. Alpl, o cavallo
em quealSo liana sido comprado por elle,
a um ofllcial do exercito austraco, que o
havia trazido de Belgrado. M. Walter, pro
1 ctixSo charutos; a Manoel Alves Guer-
ra Jnior.
2 eaixas curiros de algodto; a Jos Hon-
teiro de Cerqueira,
4 ditas tecidos diversos ; a II. Gurley.
1 caixote longos de seda ; a J. Keller &
Companhia. .
1 caixSo papel de cor; a Domingos Jos
Sua res.
75 barrs manteiga ; a J. Patn & Com-
panhia.
187 saejos vasios ; a Novaos di Compa-
nhia
2 ditos colla, 9 ditos cafe ; a Jos Vicente
de Lima.
1 fardo cobertores de algodSo; a Antonio
da Silva Gusmfio.
1 caixSo charutos; a Manoel do Amparo
Caj.
1 dito dito ; a Jos dos Santos coelho.
400quarlinhas;a Belarmino Bplista de
Souza.
3 barricas ditas; a Antonio Ignacio de
Azevedo.
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimentodo dia 1 a 19.. 869,920
dem do da 13. .,....,,.. 17,686
387,606
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento dodialS. .... 491,916
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimentodo dia 13...... 999.329
Movimento do porto.
Navios entrados no dia 13
Baha 4 dita, bsrc tngleza Dyson, de 967
toneladas, eapitOo John Johnson, cquips-
gem 14. em lastro; a Le Bretn Scl.ramm
di Companhia.
dem- 4 das,(-barca ingleza Diamond de
290 toneladas, cipitSo Tnomas Irvine, o-
quipagem 19, em laalro ; ao capillo.
Nuci sa/iido na mtsmo di.
Parehiba hiato braaileiro Flor do Brasil,
mestre Joaquim Antonio de Figueiredo ,
carga varioa gneros. Passtgeiros, Esle-
vSo Joaqdim do Carmo. e Antonio Goral-
do da Costa.
_
Declara fes.
>
0 arsenal de guerra precisa contratar a
promplilicajSo de um livro meatro Impies-
so, e encaden.alo com chapiamento, para
batalhSo, de doze ditos tambem imt restos,
e encadernados com chapiameoto.para com-
panliias, de urna banJeira imperial do seda,
de urna haste para a mesma, de um poste, e
de urna capa de oleado para a mesma, assim
como precisa comprar llvros em branco pau-
tados : quem taes ohjectns quner prompli-
flear e vender, podo dirigir-se a sala di di-
rectora do mesmo arsenal, no dia 14 do
Coi rento mez.ao meio dia.
Conaulado de Poilugal.
No dia 14 do con ente ( sexta-feira ) pelas
10 horas da manhSa no armaaam da casa n.
4, da ra do Codorniz ( forte do Mallos ) se
ha-de proceder por parte deste consulado,
com as formalidades devidas, 4 venda em
hasta publica do espolio deixado pelo sub-
dito portuguez Antonio Jos de Msttos, fal-
lecido abintestado, cujo espolio consta de
diversos ol-jeclos que lodos eslarSo paleles
aba licitantes e serSo vendidos a quem maia
der. Consulado de Portugal em Pernam-
buco aos II de malo de l853.-Joaquim Bap-
lista Moreira, Cnsul.
RE4L COMPANHIA DE PAQUETES INGLEZES
A VAPOR.
No dia 91 deate mez, capera-ae
doSul, o vapor Tevlot, coin-
mandante Oualovr, qual de-
pois da demora doeoatume ,
seguir para os portes da Europa: para paa-
ssgeiros, Irata-se em casa da agencia, oa
ra do Trapiche Novo a. 48.
AdMinislraco do patrimonio das orpMos.
Parante i tdmlnistrajfio do patrimonio
m\
\

.4,
.1
A


I

*-I
I*
. dos orphooi m bao dn irremilar quero
mis der, t por lempo de 3 annos, que ba de
ter principio do i.i de julho do corrente in-
no i jo de jiitiho de 84* rends doi pre-
dios uguintea: ,
Largo do CoH.g.o.
N. 1 o segundo rodar.
Ra do yueimado.
N. 33 loja grande.
N. 33 dilt pequea.
Rus do Collegio.
N. 93 casa de 8 indares.
Ra do Crespo.
N. 9 dita deSandarrs
Largo do Paraso.
N. 29 dita de 2 andares.
N. SS loja.
Ra das Larangeiras.
N. 17 cas lerrea.
Ruado Rangel.
N. 68 dita.
Placada Boa Vists.
N. 13 cali de 9 andares.
Rus Volha.
N. 32 ciss terrea.
Ra de S. Congalo.
N. 99 osa terrea.
N. 24 dita.
Rea do Sebo.
N. 3 casa terrea.
Hua dos Pires.
N 39 meigoi.
Rus do Rotarlo.
N. SO eass terree.
as pessoas que se propozerem s arremslar
ditas rendas, poderlo comparecer na casa
-i-reelii-iSjdenrflsiBOlher demeis ids-f Precin-se de uma ama sece,. para o
de edesempedida, para am de uina caa de |atr rico de ama catado pequea familia
3
*
pouca ramilla : na'ua'lo Crespo n. 10.
-- O Sr. Franciaco Bernardo da Multa ,
tem ulna carta rinda do Rio Grande do 8ul:
na ra da Cadeia do Recita, irmazcm n 19.
-- Pede-se encarecidamente sos senlmes
Ariujo&Olivein, quo hajam de descubrir
as msxellas da pessoa a que se referem em
seu annuncio de 13 do crrenle, e do con-
trario ficarSo ti los por impostores.
-- O coronel Francisco Jacintho Perelra ,
embarca para o Rio de Janeiro, seu escrito
creoulo, de nome Raphiel.
Tendo de continuar na typographie di
Viuvi Roma, publicado do Apostlo do
Norte, no formito do Diario Novo, no dia
30 do corrente, dia en quo i igreja celebra
a viuda do Eipirilo 9mto sobre o Apost-
los, o redsetor invoca a protec8o de todos
os amigos di liberdade, para as suas as-
signaturas.
O Dr. Vicente Jeronymo Wanderley ,
vai i Lisboi.
Drs'ja-se fallar rom o Sr. Custodio lo-
s Rodrigues de Oliveira, a negocio de seu
interesse: ni rui do Passeio, loja n. 17.
Araujo & Oliveira, rom loja va rui do
Oueimado n. 47, declaram que uto fonm
elles que lizersm o aonuncio publicado hon-
tem neste Diario sobre os annuncianles, e
nem o podiam fazer |or quanto j nos Dia-
ueaaiba oonnhar engommar : ni prisa
di Indei endancii n. 5.
Aluga-so um sobrado con grandes
oommodoi par urna grinde familia no la-
gar dos Coelhos: qoem o pretender dirja-
se a rui Augusta, Tallar coca Anacalo Jos
de Mendonr.1, no aobrado Junto ao profes-
aor de latim.
Perdeu-fe uns requtrmenlos, da pateo
do-Collegio al a ra daa Trincheiras, indo*,
se pela ra estuita do Rozario: quem osi
acbou pode deixar nejta trpogrephia, que
ser recompensado.
-- Oaabaixo issignados, lem amigavcl-
mente flnnadoa socledsde que gyrou nesti
cidadesob s Arma deMontelro di I-mlo,des-
do o primeiro de janoiro do corrente anno :
Meando a loja de initidi zas da rui do Qucl-
mado e a liqulds(Ao do activo e passito di
extincla lirma, cargo de Joiquim Montei-
ro da Cruz : loja da roa da Cadeia, perten-
cendoi Manuel Antonio Montelro dos San-
tos.cujos estabelecimentos gyraramsob seus
proprios nomes. Joaquim Mouteiro da
Cruz, Manoel Antonio Monteiro dos Ssntos.
O abaixo assignado, profes-
sor publico da cudeira de instruc-
co elementar do segundo grao,
Publicafflo commercial.
Publica-e todas is feguodas-feiras nesta
typngraphia um BOLETIM COMMERCIAL am
bom papel e ptimos lypoa; contando os
precus correntrs dos gneros de importacAo
e exportaban, em porluguez, france.z e n-
glez, conferido! por um corretor da prica ;
declaracao das daspozaa e direllos dos mes-
moa, do porto i entradas, sahidn e cerr-
fimrntoi dos nirios ; cambios; moedis;
fretes, compiracflo dos pesos e medidas, re-
laclo dos natos existentes no porto, e urna
revista semanal das ven las e mala movimen-
losdo mercado: aubsorete-se a 19/000 po>
anno na litraria o. 6 e 8, da praca da Inde
Tendencia.
los Concilvesda Sllti Raposo, subdito
porluguez rolin-se pana provinci dai Ali-
goas. .
OcaulelistaSalustiano de A-
quino Ferreira, avisa ao respeila-
vel publico, que oa seus bilheles
e cautelas da stima lotera a lie-
no (icio da Cultura de Amoreiras,
eda 55 lotera a beneficio da San-
ta Gasa da Misericordia, estao ex-
posto.s a venda na praca da inte
da costura, tanto de alfalite, como pan se-
nt ora, com perfuiQflo e gosto, ludo por pre-
go mrs commodo, "do que em onlri qoil-
quor parte. ______
fc ": :
Em casa de Novaes & Com-
Sanhia na rita do Trapiche n.
4 comp.am-se acedes do anco
de Pcrtifimliuco.
Cotnpnm-se 4 s 6 escritos at 20snnos
deidade.com habilidades ou sem ellas, Ji
despachados pan o Rio de Janeiro : ni ra
la Cruz o. 40, primeiro andar.
'.' 0 %' '
novamente criada no bairio de'pendencia ns. i3 e i5, loja de
Santo Antonio, avisa ao respeita- calcado do Arantes e na ra da
ctedeaPre-|ve| pUD|COj que icm aberto aula, Cadeia do Hecife n. 46, loja de
)pri0cado na ra do Sol n. n : as pessoas miudezas de Jos Fortunato dos
ractu a qual no abrangia o
por isso osannoncianles a essecnledespre-
sitel que faca por ciroprirseus Iralos.enBo
das sessOe, di e.m.admn.istr.cso nos dl.s se importar coma t,d..lheia, e pr.tic.ndo na ra do bol n. II .as pessoas
13,19o 27 do correlo mez, aa 4 horas da;d'outro modo teri dever au.s mazelaa ror'que qi,erm matricular seus fi- Santos Porto : a stima loleria da
tarde com seu. fiadores ..... est. folh. publicadas, e entso .a arrepon- comparecer naaobre- Cultura de Amoreiras correu no
Secretarla da adm nistracSn do patrimo- der*. > l i ce
o abaixo assignado fax ver ao respe- dita casa das 8 oras da manlia primeiro do corrente mez, ea
^!:u^.^6,^lnlt*lo meio dia o das a da tarde at da Sania Casa da misericordia fi-
'de nem condicOes com pessoa alguma. as 5.Miguel Arcbanjo Minadlo, cava a correr no da 11 do pre-
Francisco Antonio da SilvaCerqoeira.! j ^ de Almeida Brrelo sent mez: as lisias de ambas de-
Oabaixo assignsrio faz publico, que! Ti i l j1.____l- ...___
fez seu bastante procurador a Francisco Joa Bastos nao deve cousa alguma vem chegar no da ao pelo vapor
Correia (iuimuSesa quem dt poderes espe-nrj rua jo Qneimado n. 2o. da companhia brasileira ou no
C^AS^SXSSSn\ rn. do Vigario n. ,7 di. a. pelo vapor ingler Teviot.
nio dos orphSos 8 de malo de 1852.
A. J. deOliveira,
Secretario.
THEATRO
DE
S. IZ4BEL.
41- recita dn assgnatura.
8ABBAD0 l5 DE MAIO DB l85a.
Depoisda execuco de uma d.i< melhores
ouverturas, rea orcheslra, subir a sceni o
magnifico driaia em 5 actosos
JEZITAS.
O BASTARDO DE EL-REI.
A psrte de Edmundo de Castro, ser fei-
ta pelo artista Colnibra ; de conde de Cas- i Sr. Ferreirs tinha j* se cha liquidado. Re-
lello Melhor, pelo irtisti AmedOj e i do cifel3 de rr.iio de 1852.
rua do Vigario n
trinsaccOes decommercio que o iinixo as- precisa-sc de olliciaes de latoeiro e -Sao immediatamente pagos todos
signido h.jidefazer p.n o que lheconce-; f -, e quaegquer premios das referdas
de poderes necesaanos. luniieiiu. i / i
Antonio Das Mirtina Moreira.
-- OSr. Conri.io, que triballu no thea-
to de Apollo: queifa vir pagar o quodeve,
o luj da rua do Crespo n. 10.
(i abaixo assignado declara, que os an-
nuncios insertos nos Diarios do 12e 13 do
crrente mez, peiin Ferreirs resposia de umi carta que Ihe ti-
nha escrito em 2 do corrente, tem a diier
3ue o mesmo Sr. Ferreira nflo foi entregue
a dita carta, e o negocio que com o mesmo
Precisa-se de um feitor pa- loleiias as lojas cima mencio-
ra um sitio, na Passagem da Mag- nadas, logo que se receberem as
dalenn, dando-se-lbe uma casa de listas.
Bastardo de El Rei, pelo artisls Germsno,
que uniesmente para ssliafszer os desejos
do publico, della se encerregou, e nao por
julgsrquea desempenharl melhor. Ago-
ra, a i nata da nov dislnbuic.Ho das refe-
ridas parte, espera a empresa ter urna ili-
mitada coi correncia, pelo quo desde ja a-
gradece aoa seussmigose proteclores.
Taiminari o esptetseulo, com a multo
spplsadids comedia em I acto,
O GASTRNOMO
ov
O Aventureirodaa Tabernas.
Em consequencis do mo tompo, no foi
possirel haver hontem o espectculo annun-
ciido; esendo um facto extnnho a vonta-
de do empresario, espera que o respeitavel
publico desculpa essi fall.
ComecirA is 8 horss.
s bilheles schim-se i vend no lugar
do costume. ___^^^_^^__^^
Avisos martimos.
M>noei Jos de Moors e Silvs.
A pessoa forra ou esenva, que quizer
oncarregar-se de andar com urna carrosa
ganhando pela rua : dirija-se a rui Direita
venda n. 106.
Como o Sr. Jos de Almoida Brrelo
Disto declinase polo Diarlo de rlonlem que
nida llave 10 abaixo issignado, Ido somante
para iliu lir o publico, se Ihe perguma qual i
razSo porque, o no fez quando mandei re-
ceber a conta. por varias vezns, e me respon-
morada ; d-e preferencia a um
porluguez, ou ilheo, e he preciso
que tenba pratica de tratamento de
capim : na rua do Trapiche n. 3.
Precisa-se de um ciixeiro, que tenha
prilici de loja de ciloido : a tratar na roa
da Cadeia do llecife n. 7.
Bilhetes
Meios
Q ii artos
Oitav^s
Vigsimos
O abaixo assignspo pedo ao Sr. Joilo Al
ves Ferreira, ctixeiro dosSrs James Raider
33,000
I 1,000
6,5oo
a,8oo
i,3oo
dia que logo pagava, e
esclarecido Ihe transcrevo.
ese o Sr. Bsstos ss atre.er a negar o debito, passoa que o possa apprehender, que atise
que contrahio. recorrer-se-lu os meios que por este Diario, ou entregue na rua do Cres-
as leis facultara. P n- 17>.ou 1eu Vro"no dono em Ohnda,
DS-sedinheiroi premio, em pequeas Coropanhia.respoiidi cart que Ihe di.i-
porcOesi sobre penhores de ouro : ni rua g0 em a do corrente, reapeilo ao negocio
do Cahuga n. 3. que nSo ignora, e se assim o alo Ozer lera
-- Manoel Francisco da Silva, vai ao Rio de ver publicada sua copia por essa follu.
de Janeiro, levndo em sus companhia, os Manoel Jos de Moura e Silva,
scusescravos, JoSo, Mrnoel, Victorino, A- .. fj0 butequim da Covi-da-Oiica, pre-
driina, eJoanna, pardos, cAnna, creoula. cs,.,9 de um caixeiro de 12 a 14 annos,
* ...... r .at._ j que. d Oidora sua conducta: o de um
-. No dia 5 do correle furtltam de um t0 0 serT do dlto Ul)Uquiin.
quln>al de uma casa emOlimis, um estallo .4Precisa-se alugar um preto ou preta.es-
caxiloquasiprelo.semsigoalnenhumbrin- craTOi p>ra gervco diario de casa d ho-
para quo fique meis co, grande, inuito noy ewastrado : roga- mem ,0|ler0i e que enlenda alguma
vo a prsenlo cont,; se as autoridades pollciaes, ou quaiquer de-czinhar : no ilterrodi Boi-Visla
Pedro Cavalcanti >Vanderloy,quo ser gene
rosamente recompensado.
O caulelisli Souza Jnior continua a
pagar us premios sabidos em suas cautelas
bilheles vendidos em sua loja de erragens j^j- deu je gj ,,
ni rua do Qneimado n. 3i-A- e tem exposto .. prcis.-se de uma mu
Jos Joaquim dePinlio Mendomja.
Pernnambuco d 1819.
OSr. Jos de Almeid arreto U slos I)evo
a Joto da Cunha Magalhes Jnior
Importe de bilhetes da lotera do Rio 26/000
Pertence esla ennta ao Sr. Jos Joaquim
de Pinho Mendo
no interesse q
ihi tes.-JoSo da
aorr-dodePPdorr.Vd.r .%s,uTn.drru ^ no d,a ,9 ou ^X'em^-'" ^
d.S Flores um. ssbi* da praia muito manCa hrawleiro ou mglez, recebe em Ift
tes premiados.
Bilhetes 22,000
ma couaa
venda
n. 43
A pessoa que comprou uma porco de
saceos com milho aoSr. Xofio Aotonio Diis,
cujos saceos esto no largo do Livramenlo
na venda n. 20, haja de o? ir buscar al o
da 20 do corrente mez, do contrario se ven-
derSo; e a dita pessoa lera de perder o di-
a muito manca
e non ; e como se presuma, que tenha
entrado para alguma das casis (la mcsmi
rui, ou na deilgumi ootra visinhs, pede-se
a quem a pegou, que ( querendo ) a leve a
, mesma casa na rua das Flores, que ser re-
compensado.
No dia 11 para o dia 12 desippireceu um
Para a Bahii segu com muita brevidade
o piticho Smt Cruz por ter parte di crgi i
bordo: par o resto e passageiros.tnta-se ao
lado do Corpo Sinlo n. 25,loji de missimea.
Pin o Rio Crinde do Norte e Assu se-
gu com brovidade a lancha Nova Esperan
(i: pin cirg e pissageiros, tnta-se na rua
da Madre de Dos loja n 34.
A Bahia.
Propoem-se para este porto o veleiro hia-
to Ciprixoso,os senhores pretenden tes pode-
rlo dirigir-sa io meslre, abordo, em frente
do ces do Runos, ou i L. J. de Castro e A-
nujo na rua di Cruz n. 34.
l'ara o Bio de Janeiro sahe
at o dia ao do corrente o brigue
biaaileiro Becife, por ter a maior
narte do seu carreeamento prom-
_. norom nflo serte no mesmo relouio, portan-. .. .'
pto : paia o resto da carga, pas- ;,0 rog,.se aos Srs. a quem forem offe- qio da polica.
tem os
rente he floa.engrazad
contas pequeas temi
Iher, que seja de
prestar alguns
servir de coro-
smentepelo ne-
quem se achar em laes circums-
iss, dirija-se a esta lypograpbia, que
instruir-ae-ba a respeilo.
ll Sr. Manoel Vaz de Souza LeSo, fei-
tor, ou lavrador deengenho, mande pagar
uma letra da quanlia de 48,560 rs., Vencida
cm 18 denovembru de 1849: ua rua do Crea
po n. 12.
' Paulo tialg-noiix, ileutlstii w
# fi-nncr/., offerece sen pi-cati- f
9 nio no publico para todos os #
9 iiiisteres de -un proflsao : 9
pode ser procurado a qual- 9
qner iioi-u e ni ana en-n. na i
rualnrg;aioliozai-lo, n. 30,
segundo andar. >
defronte! ***!'**'*i*'*3
nru'. do convento, casa junto a repart-! RevltU heDj05mPa7atri|!p(u-bllcida em Lis-
boa, comproheudeiido: noticias da capital e
Meios H.OOO
Quartos 5,500
Oitavos 2.800
Vigsimos l>300
Manoel Ignacio de Oliveira compra ac-

Tem i tmida c /i Quor o fado qf a
'' ft-9 r ti t s
tcf Ltedu.z! r m .i i-a rat '
.5 i >*;..:,
Catlto s'iri ..r gost
Se gozar leu cor<;Su.'
Eslribilho.
Quanto |do Marcii bella,
Os leus olhos matadores,
Nellea mostras resumido
Os leus dons cncsDladores.-
Esla ultima mo linha tem mais tres qus-
dros ; i muzica he) composta pelo autor di
AlUnoite oh que a-incio. Rua Belli
n. 28, i:n; ii'ii-ii do muzici, prefo 500 rs ,
por cida um".
l'rrcisi-ae de uma ama deleite, lina,
forra : na na de S Francisco n. 42.
Vendas.

reiogi de ouro" deden.;;XTVS carTeira Oes o banco ,.e Pern.mbuco ,n. Pr.c. do
trancada ( como ignora-se) o deslino que Commercio n. 6 .,.
ter-, a assim j.,lg.-se ser fur.ado.o relogio ~ D se dinheiro premie.coa panjiowi
e crrante s9o ue ouro, 1 tranceln de cabel- de ouro e prata : quem pretender d.rlja-ia
lo com um pissidor encistuido, o relogio rua das Agoas-Verdes n. 44.
signaes segunles: pstente suisso, | O Dr. Sarment, medico ,
para a rua
semvidroomostridorsoltoemiquini.ica- ()ou gua resdencia, pa
xa de haixotemumesamassadelas ; a cor- c r
rente he fina.eniiraziili com ons SS e urnas da L aaea de o. \ n tomo,
\9
m
l_ i de to lo Reino, estrangeiras e diversas, irli-
encatilhado de cobie, tem metade do seu
carregament prompto, recebando o resto a
I rete, elambem pasaageiios, para o que lem
mu enrllenles cooimodos : trata-se com
Bailar & Oliveira, na sata da Cadeia do lleci-
fe, armazam n. 12. *
l'ara o Kio de Janeiro vai sa-
hircom a maior brevidade possivel
o brigue nacional Vencedor,para o
resto da carga, passageiros e escra-
vos a rele; trata-e com o capito
Cleto Marcellino Gomes da Silva
ou com os consignatarios Novaes &c
Companhia : na rua do Trapiche
n. 34.
Leiles.
0 c.rretor Miguel Carneiro far lellSo,
lio dil libbado lodo corrente, sll hor.s
da m Trapiche n. 19, de diversos trastes nuvos
e usados, pianos, cadeiri de irruai, ricos
cortinados para salla, ioufa, vidros, qui-
droi com estao paa, livros histricos, enr-
enles pin relogio, relogios. pistles in-
glezn eoutroi multo! objtctos quoserfio
entregues por quaiquer prreo.
Kalkaiaim Irmloa Iransferiram por
caula di ohuvi, o leu leilflo de 77 lardos
do fumo da superior qualidade, em lotea
vonlade dos compradurea, sondo 47 fardos
do piimei'a, e 30 Jilos de segunda sorlea 5
lea pois lugar dlto leilflo, por intervenido
do corretor Oliveira, na segundi feiri, 17
do crranle, isIOhoris di minhfli, no ar-
mazem dos seobore Gouvel & Das, de-
fronte da eicaoinha di Allaodega.
aaaa^afjajaaaa^aa^|aawaaaaialawawwwwwafaBa)aaaaaaaiiaa
Avisos diversos.
1 c
Praeisa-se de um leitor portugus,
lor cuido melhor, que entend do aerti{o
decampo, a de casiue caldcin, para um en-
leuhu distanto deati unc 10 logoas, o 9 de
S AntOa quem quizer nelle empregar-se ;
ciinja-sa 1 rui Direiti'n. 14, vend di
Jes* di Penbi.
mos, e por
nuncisnte como meeira dos bens do seu ca-
sal. Felicidade Perpetua Gomes Silva.
Joaquim Amonio de Santiago Lessa,
est MMdindo ni rm Augusis, casi terrea
n. 66, onde pode ser procursdo al as 9 da
manhSa, o das 3 di taide om diante.
ns ibnixo assignidos fazem sciente 10
respeitavel publico, e principalmente ao
cooimeccio desla praca, qoeom 30 de abril
prximo passado aissolteram amigavelmen-
le a sociedad! que linham ni loja de quin-
quflhariis da rua larga do Rozario n. 99.
que girava debaixo da Arma Victorino &
GuimarSesOrando a cargo do socio Victo-
rino a iic]iiicliic:io de todo o activo e paasi-
vo da exlinc'a firma. Rocife de Pernam-
buco, 8 de m.io de 1852.Victorino Jos
Ferreira. -- Jos Francisco de Araujo Gui-
marSes.
-Na rua do Livramenlo a. 10sobrsdo.se di-
r quem d dinheiro a premio, e quem rende
I adereco, 9 voltas, 2 medilhas, trancellns,
cordOrs, anelOes, alunles, 1 relogio pateo-
te, e corrente para o niesmji, 1 dito para se-
nhora, I paliteiro de prata, 2 colheres de ti-
rar sopa, livclas de suspensorios e outras
obras.
Furtanm de Apipucos 2meiosbilhi-tes
di loteiii do Livramenlo com o numero 1190
que est para correr no da 29 do crranle,
por isso pede-se ao' senhor thesoureiro que
o no pague, caso que saia premio, seno i
aeu proprio dono, que he o senhor Francis-
co Jo-c- Al ves.
Oescrivao actual da irman-
dade do Ditlno Espirito Santo, f-z sciento
lodos os irroflos que domingo, 16 do corren-
te mez, detem-se ichar no consistorio di
igrrji de Nossi Senhora di Conceiciiii dos
militares pelas 8 noras di manhSa, afim de
assislirem i misss molivs, depoia di qual
tem de se proceder a eleicfio da mesa que
lem de reger i irmindide no anno de 1852
1853.
DSo-ie 5 contoi do ris l premio, so-
bre penhores de ouro, priti, joias precio-
sis, (Irmas i comento, ou hypolheca em
beni de nix nesta praca : quem precisar ,
dirlja-se a rua ealreita do Rozario n. 43, se-
gando andar, daa 6 li 9 horas di manhfla ,
que se dir quem di.
Manoel Gomes Leilo, mbdito portu-
[hues, retin-sa para a Europa.
biribe, fiz publico,' que requerimenlo do
accionista, o Sr. Manoel Gonsjlltes da Silva,
vSo sersubstituidss ssspolices de nmeros
1339 1345, el 347 11352, desencimioha-
dil do poder do original io possuidor, o Sr.
Dr. Francisco JoSo Carneiro d> Cunha as
se dSo qusesquer exiilica(0es sobre este
noticioso jornal. Os Sra. que tintura feilo
i merc ue ssignsr pin o Boleiim com-
merciil, sSo comididosa tire cu transferir o
mais breve possirel as suas asslgnatucas pa-
r o Postilhlo, que o ubsliluio miis vanti-
qu.eDVsrflosm vigor todo e quclquer lusamente, ahm de se f.zer aviso par. L.s-
lempo. que sej.m .presentadas. E.cipto- boa. e os numeroi respectivos pels
rio da companhi. de Bebiribe, 12 de malo m' P'ompt. va.
de 1852. O director, JoSo Pinto de Lomos.
Novo estabelecimenlo de iunileiro
e latoeiro.
Ni rua do Vigario n. 17 fizem-se lodos ss
lions bocados.
Ni esquine di rui daa Cruzps, sobrado de
tres andares, defronte da praca da Indepen-
dencia, no piimeiro indar fazam-se com
pcrfeicflo oasseio, todi quilidade de doces,
obras tendentes estesdous ofUcios com bre-( de otos, bolos, puilms, e os bons bolos de S
vidade, peifeicSo, e por precos enmmodoa ; juflo, bem eufeitados ; assim como toda a
issim como h< um completo sorlimento de'nualididede assados. presuntos de fiambre,
todasas obras de 1'nlna de (landres rombos, e ivea cheiis, pistis de nata, tor-
-- Jos Jonquim Perelri de .Mendonf-i, tu, creme queiaisdo, eludo mais perten-
lendo no Diario de hontem um annuncio | cante a mesa de doces, ludo por preco com-
em que diz nflo compre a lola do aterro da rnodo.
Boa-Vista n. 10 de Manoel Jos de Haga-, No paleo da Ribeira dcS. Jos, sobra-
Infles Bastos, pelo prsenle declara eslar de ,| ,,. 15 na loja, la va-se e emgoma-se,
posse da mesma loja, em conformi lide de com todi perleicSo e accio, e por preco
-----escripturi publica quo o mesmo Ihe cuminuin.
passou ; em quantn ao mais do annuncio de
nada sabe, eanem he de sua competencia
saber, oor mesmo eslir no goso de seu di-
reito, ese contrario he, 00 ha motivo legaj
que o Inhiba, haja o annuncianle de decla-
rar.
A I ter cao.
SebasliSo Frsncisco Belm, oOerece-se
ao seu ivc'i, o Sr. Jos Francisco Belm,
para o acomp-nhar na viagem que o mei-
md pretendo fazer.
-- O Sr. 1. S. N., queira ler a bondade de
vir pagar o que deve, oa loja da rua do Cres-
po n. 10, do contrario ver o seu nome por
eslenso.
OSr. B. B. La queira dirigir-se a loja
da rua do Crespo n. 10, afim de pagar a sua
letrinha de 8,000 rs., do contrario veri o
seu nome por estenio. '
Aluga-se una esYsvi sem vicio, multo
fiel e dellgente, boa engomadeira enxaboa
ecosinha sofntel, proprls pin o servido de
umi casa elran(flieira : ni rui do Raoge)
n. 3, loja de Iunileiro ahi se dir quem 1-
luga.
-- Antonio Martina Cirtslbo, embirc pa-
ra o Rio de Jinelro, 1 sua escrita parda, de
nome Josepha.
- J. A Silva Jnior, rctira-*e para 1 Eu-
ropa.
Casa de commissSo de escravos.
fia rua Direita, sobrado de 3 an-
dares, defrnte do becco deS. I'e-
dro n. 3 recebein-se escravos de
ambos 09 sexos, para se venderem
de commisso, i.o se levando por
esse trabalbo mais do que a por
cenio, e sem se levar cousa alguma
dcconiedoria.s, oflferecendo-se pa-
ra isto toda a segurancu precisa
para os ditos escravos.
Passaporles.
Tiram-se passaporles pan dentro e (ora
do Imperio, despachim-se escritos, corren-
se folhas e tiram-so ttulos de residencia :
para eate lira procura-se na rui do Qneimado
o. 25, loja demiudezis do Sr. Joaquim Mon-
teiro da Cruz.
- Na rui das Agoas Verdes, sobndo de
Sobre todo o mundo gira
Todos doriDoni com descanto
S11 meu pello hn quom suspira.
Com mais Iresqusdras.
Posia de uma senhora: a modinha cima
a sencilita, valsa s pernambucana porka
tudo em um foUielo por 1,280 rs. : na im-
prensa de muzica, rua Bella n. 28.
O thesoureiro da lotera do
Livramenlo, faz scientcao respei-
tavel publico, qxie a lotera corre
impreterivelmente no dia ag do
corrente, ainda mesmo que fniuem
bilhetes por vender, o restante dos
bilhetes inteiros, meios, quartos,
decimos e vigsimos, est mi espon-
josa Venda, na loja de miudecaa
da i>rc.i da Independencia n. I\
Bilheles inteiros 10,000
Meios 5,ooo
Quartos 2,1100
Decimos r,ioo
Vigsimos t>oo
Attencao.
Toedo-sn por vezes rogado a aquellas pes
soasqueoslfln levendo cnulassntigasni ven-
da da rua da Cadeia do llecile n. 25,(lefroiite
do Becco I argo de virem pagrseos debilos,
o comopouos pessosso tenhi ni feilo; porig-
ae se roga novamonte.e pela ultima vezem ge-
ral a ln lo vlii virem pagar seus debilos at o
(imdo corrento mez de rnaio.na certeza do que
aquellas que o n3o lizerem lr8o de vor seus
nomes publicados por este Diario eso proce-
dnra noslermos da lei, por quinto gneros
comprados a praso do 2, 3 o 4 mezes.o mais,
nao he para so fiar por 3, 4 o mais annus.^
O abaixo assignado, fiz sci-
ente aos seus devedores, que at
o lim de maio, queirum -vir liqui-
dar o que Ihe ilevem, e findo este
praso, enl3o nao liarei queixa na
,.ublicacio dos r.eus nomes. An-
tonio da Cunha Soares GuimarSes.
Arranjam-sn calas com smcntes de
todosos vegelaes do pais, assim como cii-
111 con plaas vivas, conlendo estas, ar-
bustos e ai voces para serem espurtadas: na
rua do Collegiu n. 13 das II horas da ria-
nbfla as 3 ds tardo nos ilias uteis : tambern
se vendem plantas exticas de (rucios e flo-
res para o paiz._______________
Compras.
-- Em casa de Dsane Youle & Companlii*,
vende-se al^odo entransido di Bahia,
Na loja do livro azul, no pateo do Col-
egio n. 2, vende-se papel fino de peso, a
9,000 rs. a resma.
Armazem de vinhos.
Na rua da Sentada Velha n. 48,
vendem-sc vinhos de Lisboa e Fi-
gueira, dos mais superiores que ha
no mercado pelo diminnto preco
de 200 e q4 rs- a garrafa, e i,5oo
1,80o rs. a caada : para confir-
mar d-se a provar, e para ver da-
se a beber ; he baratinho, a elle
i'reguezes que he bom vinho.
Mercurio.
vendo-se mercurio de primeira sorle 1 am
casa de Augusto C. de Abreu, ni rui di Ca-
deia do Recife n. 48.
AlgodSo para ropa de escravos.
Vende-se slgodSo muilo encorpido, p'o-
prio pira riii de escravos, com pequeo lo-
que do avaria 1 Un rs a jarda; dito limpo
a 180 rs. : na rua do Crespo n. 5.
Panno mesclado.
Vende-se panno mesclado a 10,000 ri. o
corte de palils, com 2 l|2 covados : na rua
do Crespo n. 5.
Pannos filos.
Na rua do Crespo n. 5, loja do passo, ven-
dem-se pannos finos, provs de limlo, a
3,500, 4,000 e 5,000 rs., e moito fino limes-
la a 8,000 rs.; dito verde a 3,000 e 5,000rs.;
dito cor de caf muilo superior a 5,000 ts:
-- Vende-se um cavallo bom carregador:
na travessa do Veris n. 15.
Sapaldes para o invern-
No aterro da Boa Visla, loja de
calcado 11. 58, junto ao seleiro ,
veudem-se sapitoes de bizerro ,
obra muito boa f'eitos na Ameri-
ca, e muito bons para o invern.
oiins de bizerro.
Vendem-se superiores botins de
bizerro, fcitos na America; assim
como sapales <'c lustre : no at-
ierro da Boa Vista, loja decalca-
do n. 58, junto ao seleiro.
-- Na loja de miudezas, ni rua do Crespo
n. 11, vendem-se duzns de linhas de car-
retel n. IDO, de 120 jardas a 1,000 n.; ditas
de n. 120, a 1,200 rs.; ditas de n. 150, 11,400
rs ; pentes finos de marflm a 320 rs.; agn-
Ihas fins de n. II, a 30 rs.; lilas de o. 14 ,
i40rs.
Vendo-se, ou permuta-se uma das me-
Ihoros propriedades de Ierras, distante umi
legoa desla cldade, com casas devivenda,
eslnbaria, coxeira, casi pin pretos a o mais
ludo quo he necessario para um bom esla-
ielecimanto, teodo terreno sufllciento pan
ter msis do 150 caheess de gado; assim
como igualmente pan plantajes de ca-
pim, e outra quaiquer lavoura, podendo-so
montar um grande estibelecimento, ilm
do que j existe, o que rende para mais de
Iconlosde risannualmente ; deixando-sa
de so dar msis explicicOes. porque so com
a visla he que se p Jo moslnr 1 varacidado
do expendido, e quo eiti muito proprio pa-
ra qualquor senhor de cngenlm, que eslejl
aborrecido da vida dmalo, oqueirieslsr
perlo da prisa para descancar as fadigas do
campo, e ao mesmo lempo lucrar ese en-
trclcr : quom pretonder, pode dirigir-sea
rua Nova, loja de chapeos n. 52.
-- Vendc-se um terreno sterrsdo, com
caes feilo na nova rua, que Oca frente do
fundo di rui do Apollo : tnli-se ni rua Di-
reita n. 25.
Vende-se uma prela moca de natjSo,
que engomma, cosiohae lava do sibSo : na
rua de iiortis n. 138
Cha prelo, superior.
Em caixinhis do umi libra. Esto cha be
muito proprio para quem padece dos er-
vos, epode-se fjzer uzo delle mesmo toman-
do medicamentos homeopticos, vende-se
ni travessa da Madre de Daos 11. 4 o 6.
Extrait d'Absinthe.
Vien l'arriter superieur extrait d'atsmtho
de St111.se, en caisses d'uno dusaine que on
vend de'orix tres moderes : dans la traves-
sa da Madre de Dos ns. 4 e 6.
Na livraria da rua do Crespo n II. ten-,
dem-sa os segulnles livros, atlas de limen-
oourl direito mercantil 2 volumes por J. da
Silva Lisboa, cdigo commercial brasileiro a
ponuguez.rerolia praein, segredo di gen-
eflo, obras do direilo e medecini em Fran-
cez, ditas al ce ;Vs, Virgilios Tito Litio so-
lectas.lloracloa, iilustlos, SermOes de dilre-
reotes pregado'es : ludo por preco ommo-
do, continua-sea trocir eacompiir. p
Na rua Nova loja de Jos
Daptista Braga ha para vender
por .'1.00,000 rs. cada um, dous a-
lambiques de columna e carapul-
ca novoa e muito bem acabados ,
e em tudo semelhantes aos que se
- Compra-so 2 escritas, creoul.s ou par- vendem por 600,000 c 700,000 rs.,
das de idade de 8 a lOanuos, e 16 librssde isto porque Su deseja concluir essa
goma de malinos, nobairrodo Recife, ma trananpnr
da Cruz armizem o. 45. transaC5ao.
--Comprase 1 casi terrea, que seja boa, Lotera CO KlO dO Janeiro.
ivre e desembaracada, as ras seguintes : \oa 50:000.000 de rs.
Agoas Verdes, (I Us, paleo du Carino, 1; 1 ni- m ,
boa do mesmo, rua Direiti.pateo do Panizo, Wa loja de miudezas da praja da
ruadas cruzes, rm da Cadeia al S. Frao- Independencia n. vendem-se bi-
cisco: tratar na praca da laJ.peud.nci. ,hetinlerog> me08> qnarlo8, 0.
- Compra-se una escrava creoula, que tavos e vigsimos, a beneficio da
saiba bem engommar ecozinhar, de bonita |0..r:9 Ha Aannraina ditos in-
ligura, agradando piga-se bem : ni rui do 7'.,oter,a ** AmOrtiaa OllOS in-
Amorimn.25. teiros, meios, quartos, 01 tavos e
-- Ni rui di Senzalia Velha, defroote do vigsimos, a beneficio da 55. lote-
Sr. Slontciro uinlor,compra-se to las asqua- O ,-, .. M- ._
lidades do ferros vlhos e meties de todas na da Danta Uasa OB Uisencor-
as qualidades assim como ourelus de pannos dia, vem as a listas no primeiro
lioos.casemiras e todas as qualidadesde mu- dn Kio
lainho&'qut) servirem pa>a fazer papel : as- vapor ao nio.
sim coaio cabos velhos, lonas ole. Vendem-se em casa da He. Cilmont c
Compn-se uma ou mais pecas de umi Compinii, Corpo Sinlo n. II, o. ssgulutas
armaSodelojafianceza: no afierro da Boa arligos por precos baratissimos, illas do K-
Vista n. 14. quidar certas cotilas, a saber :
- Compra-se om sobndo de om indir ou Oleo da linhica, am litis da gal Ida.,
uma casi tortea ni rui do Hierro di Boa- Ac do mllaosoriido, mirc 0,0 OeOOO.
Visti : a tratar ni mesms ral o. 18, primeiro Brcu, em barricas muito grande.
anijir Uma quanlldade de botins.
-- Compn-se uma mesi de jintar elasli- Ferro inglezem barra, folha o arcos, sorl.
es: na ruido Vigario o. 33 'primeiro do, em porcOes grandes ou pequeas.
and'ar. Chumbo em lenfol.
fonda provincia 2 Saceos vazios, e barricas abatidas.
Compra m-se para
um andar n. 14, engomma-se i laya-se, to- i escravaa e"reoulas ou pardas, que sejam mo-| Vinho de atarselli em canas de tres ou 6 du-
di qualidado de ropa; bera comocosc-se lo- Jqiso tenhim boi figura iHl
1 rui Nov 0.16. zlis.


res un mal virgen, mqual aDuiiuam
principies madeira para aerrena e edlli-
roes; o disle do embarque um quarto de
la: os perlendentes dinjam-se so I lu.
Leis provinciaes
Vendern-ae colectes de leis provinclses
de 835, st o presento, s 640 r. ruda anno:
na praca d Independencia n. 6 e 8.
Engenho.
Vende-se um engonlio moente e crranle,
seo lo d'ago deslante da praca lego",
prvido de todas as obras, e ulcncilios, cooi
boas trras psra plantacSo de cana a rocas,
ptimo cercado, e lendo urna eitencfio ex-
traordinaria de trras, sendo mais das tres
partes ums mata vigam. naqual abundara
as pril
es(Oes.
legoa: os perlendentes
Sr. Jofio Pinto de Lemos Jnior, e o mesan
dir o mollvo porque se vende.
Atlticto.
Vende-se na ra estreila do Rozario n. II,
tmaras multo novas, sendo cada caixinhs a
600 rs. e maiores a 800 rs., estrelmhi a 320
rs a libra, bolachinlia de Lisboa a 360 rs. a
Vende-se luvss de pelics pretas e de co-
res a 800 rs. o par, essim como penas de ou-
roo melhor possivel : na ra da Cadeia do
Recife, loja n. 14, de Ferreira & Machado.
Bom e ha rato.
Vonde-sena ra Nova n. II, lojsquefoi
do lin.i id Jos Pinto da Fonseca o Silva, hoje
de N. Gadault,tuds qualidade de inslrumen-
tospara msicas militares, msis barato do
que em outra parte.
-- Vendem-se flautas 320, 640, 1,280,
2,000 e 3,000 rs., ditas que servem.de ben-
gala a 2,000 rs.: na ra Nova n. II.'
Vender-sn raliecas de 6,000 at 35,000
rs., arcos para rabocas a 1,00o, 2,000, e 3,000
rs,, estandartes, cavaletesecravelhas, ludo
para rebeca : na rui Nova n. 11.
Vendem-se met.hodos para piano, vio-
ISo, rabeca, e flauta, dos melhores autores
que tem vindo, e com rica encadernacSo ,
ua ra Nova n 11
- Vende-se papel pautado para msica,
palhelas para clarinete, cordas para violSo,
e caravelitas, tudo da melhor qualidade pos-
sivel: na ra Nova n. (I.
' .- Venderoscamisas de chita francezas
as mais bem (eitas posslveis e por barato
preco: na ra Nova n. II.
-, Vendem-se duas salas de paizagem,
sendo urna os tres mosqueloiros, e ouira o
propheta com as suas complanles guaroi-
C6es, o mais barato possivel i na ra .Nuva
n. II.
Vcnlom-se violn- muito bons desom,
e muito baratos, de 8,000 at 33,000 rs. : na
ra Nova n. II.
-- Vendem-se difiranles msicas pira
pianno, o mais barato possivel : na ra No-
va n. II.
Vonde-so talagarga. l,1i o seda frouxa
pira hordar, o jumamente as competontes
agulhas, sendo a 400 rs. o papel, e sonidos
a 500 rs.|: na ra Nova n. II.
--Vendem-se csixinhas com 120 duzias de
carrlteis de linha de 200 jardas muito supe-
rior em qualidades de ns. 40 a 150, por 800
rs. a duzia o de ns. 12 a 129 por 700 rs. : na
ra da Cadeia do Recife loja de ferragens
n. 53
Bom e barato.
Rus do Passeio luja n. 9, de Albino Jos
l.eite, vende-se chita para cubera a 140 rs.
o covado,a peca a 5300 rs., chales de chita a
500 rs. dito de 13a a 1O00 rs longos pintarlos
pequeo a 120 rs., dilos decassa para grava-
ta a 120 rs,meias cruas muito linas a 200 rs.
o par, em duria a 3,200 rs., lencos dn vapor
a -Jim rs.,cuales brancos com Franjas a l/000.
lencos de cambraia brinco com bico a 410
rs., ditos de cores com bico a 320 rs brins
de linlu azul e do cores a 300 rs. o covado,
rscados franceos a 220 rs. o covado, meias
gazetni.-as para caigas a 360 rs. o covado,
cassa da India bordada para cortinados a
400 rs. a vara, cortos de fustn do colele a
610 rs ditos de ISa e soda a 800 rs., cha-
peos de sol de p.niiiiho a 1280 rs., 100 varas
de bico e renda da Ierra a 120 rs. a vara e
cutas mullas fazendas qua se deixa de an-
nunciar por falla do lempo.
i*
r>
Deposito de lecidos da fabri-
ca de Todos os Santos,
na Baha.

Vonde-se em casa de Domingos Al- ^
ves Matheus, na ra da Cruz do Re- 4
cife n. 52, primeiro andar, algodSo *
__ transadodaquellafabrica.muilopro- 2
;* prio para saceos e roupa de escra- -j
'. vos, assim como lio proprio para re- 2
,:> desdepescar e pavios para veilas, -aj
por preco milito comino do. */.
SALSA FAILIIA
DK
%
As numerosas experiencias fcitas com o
uso da salsa parrilha em todas as enfermi-
dades, originadas pela impureza do sanano,
e o bom xito oblido na corte pelo iilm.
Sr. Dr.Sigaud, presidente da academia im-
perial de medicina, pelo lllustrado Sr. Dr.
Antonio Jos Peixoto em sua clnica, ecm
suaafamada casa de saudc na Gamboa, pe
lo lllm. Sr. Dr. Saturnino de Oliveira, me-
dico do exercito e po'r vanos oulros mdi-
cos, permiltem hoje de proclamar al tamenjn
as virtudes officazes da
SALSA PARRILHA
DE
Nota. Cada garrafa contem duas libras
de liquido, e a salsa parrilha de Bristol he
garantida, puramente vegetal sem mercu-
rio, iodo, potassium.
Vonde-se a 5#M0 rs. o vidro na botica do
Sr. Jos Mara GoiKjalvcs Ramos : ra dos
Quarleis pegada ao uu'HLpIdc policia.
Arados de ferro.
Na fundico da Aurora, em $. Amaro,
vondem-so arados de ferrode diversos mo-
lidos.
Cortes de brimde linlio, a 1,380,
, 3,a4o e 3,000 rs.'
Vendem-se cortes de brim pardo, de li-
ndo puro, a 1,280 rs. ; dilos de cores com
listras de bom gusto, a 2,240 is. ditos de
brins amarellos, a 2,000 rs.; cortes do calsa
-de rlscado de linho de listras, a 720 re.; cas-
sis escampinadaa para cortinados, com 8 f|2
varas, a 2,400 rs. a pega.
Novo sortimento de panos finos e
casimiras de todas as quali-
dades/
Na ra do Crespo, loja da esquina, que
vollu para a Cadeia, vendem-se panno pre-
to, a 2,800, 3,200,3,500, 4,000 e 5,000 rs. o
covado; dilo frajicez muito superior, a
6,000 rs.; dito verde, a 2,800 rs.; dito azul,
a 2.8*0, 3,500 e 4,000 rs.; dilo cor do rap,
a'tt,soore.; cortes de calsa de casimira pro-
ta iotfeslada, a 5.000 e 6,000 rs. ; diti lan-
ceta elstica, a 7,500,8,000, 9,OO0, 10,000 e
11,500rs.; sarja prea, a 2,40o rs. o covado;
ilita hespanhol*, 9,800 rs., e-ouiras mul-
tas fazendas por procos comir.odos.
Vende-se urna escrava creoula, ainda
mofa, perfeila cozinhelra, engommadeirae
lavidoira, sabe relinar assucar, faicr doce;
lie muito aceiada, e est icostumada a estar
dentro de casa : na ra doQnoimado 0. 8,
loja defronte da botica.
Moinhos de tent
com bombas de repuxo apara regrarhortas
Obaixas decaptm na fundicflodaBowmaux
& M, Calhem: na ra do Brum ns. 6,8 e 10.
Gesso.
Vende-se gesso em barricis, chegado Di-
urnamente : em ca,sa de I. leller & Comp-
uhia, na ruada Cruz n. 55.
Deposito de panno de algodSo da
febrica Todos os Santos da.Ba-
nhia.
Vende-se por preco commodo
o bein conhcido panno de algo
d3o des'a -fabrica ; em pessa,
vontade do comprador: no escrip-
toriode Povaes& Companhia, na
ra do Trapiche n. 3'i.
Vende-se um terreno na ra da Aurora
rom 50 palmos de Trente e 280 de extensBo,
tundo caes de lijlo a beira mar, fleando en-
tre as casas dos lllms. Srs. CustavO Jos do
llego e Francisco Antonio de Uliveira: os
pretendentesdirijam-se a ra das Torres n.
8, primeiro andar.
i Aos amantes das do-
i; liras da vida.
y OlTerece-se, na ra da ('a-
J|deia do Recife n, 33, um i-
J' no meio de satisfazerem seu J
apurado gosto dando-se- *
5 Ihesa troco do algumas mes- |
>. quinhas patacas, o exceden- 4
te e delicado doce debavur.
Chegou' rescentemenle do 4
i Maranhto he da melhor
qualidade que ha e tcm vin- >.jj
do em latas, mni proprias
para a sita conservacao, tor- ^
na-se tambem por isso objec- ?
J tb de grande consideraco, J|
t para as pessoas que desejam 4
mandar presentes deste ge-
fe. ero parn a Luropa.. 4
(11A l'KKTU.
Vende-se supcrio.r cha preto,
em caixas de 3o libras cada urna :
em casa de J. J. Tasto J unior, na
ra d .^morini n. 35.
-- Vendem-se no beceo do Connives, ir-
mazem de uoane Youle & Companhia, meias
barricas com superior f.irinha do trigo.
\ii.i Hila- superiores.
Na fundicSo de C. Starrt Companhia,
em S.-Amaro, acham-sc venda moendas
de canna, todas de ferro, de um modeloe
cooslruccKo limito superior
Hifiifto de iNanttia a
80 rs.
Vende-se a historia de Siman de Nantua,
MOO rs. : na livraria da pra;a da Indepen-
dencia n. 6 e8.
Tux-us para engenho
Na fundico de ferro de Bow-
man &c Me. Callum na ra do
Brum, pissando ochafariz, conti-
na a haver um completo sorti-
mento de taixas de ferro fundido c
batido, de 3 a 8 palmos de bocea
as quaes acham-sc a venda por
prc9o commodo e com prompti-
dao, embarcam-sc, ou cairegam-
se em carros, sem despezas ao com
prador.
Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente inglez: na ra
da hcnziilIn Nova n. 4a-
Vendem-se cslampas muito
finas, em fumo, proprias para qua-
dros, por preco muito commodo
na ra do Uabug, loja de miudc-
zas do Guimaraes.
l'otassa americana.
No anligo deposito da cadeia velha, n.
12 existo urna pequea porcSn depotassa
americana, chegada Teccntemente que por
superior rivalisa com adaRussia: vende-
se por preco razoavcl.
-- Vcnle-so urna prela com algumas ha-
bilidades : a tratar no segundo andar do
sobrado n. 18, por cima da venda, atrs Ua
matriz deS Antonio.
hebo purificado
Vnnde-se.sebo purificado do RioCrando,
0 melhor que squi tem vindo por preco
mais commodo do que em qualquor outra
parle, lauto em porcSo, como a letalho, e
velas de carnauba, o mais barato possivel :
ns ra do Apollo, no armazem de Antonio
II. Rodrigues.
-- Vendem-se dous jares de mangas de
vidro, lisas: na ra do Dorias, sihrado de
um andar com varanda de ferro, n. 70.
Multas fazendas por pouco dinhei-
ro na ra do Crespo n. 6.
"Cortos de brim escuro de puro linho a
1,H(i rs., ditos de h-ira i!.- linni gosto a2,00
rs., dito amarello a 1,800 rs. riscado de li-
ndo proprio para calcas e palitos a 200 rs. o
covado, panno fino preto a 3,000 4,000 rs. o
covado, pessas de chitas escuras cu n 38 co-
vados a 4,590, 5,000 e 5,500 rs., cambraia de
IIIS com 8 11-' varas a 2,400 e 3,500 rs. a pe-
sa, lencos du cambraia do linho a 400, 480,
e 560 rs. proprios para man, riscados assen-
lados em algodSo muito encornado proprios
para escravos a 160, 180 o 200 rs. o covado,
zuarte azul com 4 palmos a 200 rs. o cova-
do, e muitas mais fazendas por preco com-
modo da loja cima refoi i 11.
A HADOS AMKIUl ANOS.
% Vcndem-s abados ame-
1 ticanos, chegados dos Esta- *
dos Unidos, pelo barato pre- *
P 90 de 40,000 rs. cadaum: na ?
y ra do i'rapiche n, 8. ^
... Vende-se Kezina de angico de muito
superior qualidade em arrobas a 5,120 rs.,
em libras a 320 rs. : na roa da Cadeia do Re-
cife loja de ferraiuuij n. 53.
Vendem-se o* ra do Cabugi n. 6, ho-
teles de ninaroperol.i, muito linos a 560 rs. a
groza, assim como um sortimento de uiiu-
dezas, proprio para boce'leiras o mscales,
todo por precos baratos que admirim.
Vende-so um jogo de breviarios, em
dous tomos com o competente quaderno
dos Santos novos da ordem Carmolllana j na
esquina da Ra du Colegio na venda.
Voudem-so#marrs do ferro: na "11 da
Senzilla Nova n. 42.
Grand labrica de chapeos de sol,
de J. Falque tua do Coligen)
n.4.
Neste dovo estabelecimento recebeu-se
um novo e lindo sortimento da chapeos de
Sol dos ullimosgostos, tanto de seda como
de painho para homens e enhoraa.de ar-
macSo debaleia e de asso quo se vendem
por menos iireco queem oulra qualquer par-
te; grande sortimento de chamalnle, seda*
e paninhosem peca de todas as-corra e qua-
lidades para as pessoas que quizerem man-
dar cobrir armacOes servidas. Completo sor-
timento do btelas para vestidos espartilhos
para senlioras, fazem-se umbcllasdeigreja e
conce'rta-se qnalquor qualidade do chpeos
de sol:lodos sobjectosacima mencionados
se ver.dem ern porcilo e a retalbo, por preco
luc agradara aos freguezesa vista da quali-
dade. i_
l'arinlia de mandioca.
Vcndem-se sarcia com farinha nova, che-
gada ltimamente do Oir, a 2,000 rs. e
cm In'i's de 10 saccas para sima, a 1,800 rs.,
cada urna sicca : no armazem ao J. J. Tas-
so Jnior: na ra do Amorim n. 35.
Vende-so feijSo mulslinho, muilo no-
vo, em saccas de alqueire, medida velba, a
9,000 rs. a sacca : na rus da Cadeia do Re-
cife n. 49, segundo andar.
Deposito de cal virgem.
Cunha & Amorim, na ra da Cadeia do
Home, 11. 50, vende-se barris com supe
rior cal em pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menoa proco do que
em oulra qualqner parte,
tjasa de commissao de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto paro a pro-
vincia como para fra del|a, para
0 que se olFcrece muitas garantias
a seusdonos : na ra da Cacimba
n. ti, primeiro andar.
Deposito de cal e potnssa.
No armazem da ra da Cadeia
iloKecife n. 12, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedia, as-
sim como potass chegada ltima-
mente, a precos muilo rasoaveis.
Agencia de Edwin Maw.
Na ra fie Apollo n. 0, armazem de Me. Cal
iio.ni Companhia, acha-se conilanieineme
liona sorliuienios de talla de ferro coado e
halldo. tanto rasa con^p fundas, inoendaa hi-
edas todas de ferro para animaea, agoa, etc
ditas para armar em madeira de todoi 01 ta
nianhos e madclloa o mais moderno, macbim
iiorisoiii.it para vapor, com forja de 4 caval-
s, clicos, paasadeiraa de ferro estanhado
pata casa de pulgar, por menoa preco que 01
de cobre, cacoveni para navios, ferro iogle
1 na 1 01 barrascoino cm arcosfolbas, eludo
por barato preco.
Calcado mofado.
Vendem-sesapatos de couro de
lustre, para senhora a 1,600 rs. {
ditos de marroquim de cores e pre-
tosaSoors.; sapatinhos com col-
xetesdeverniz a 320 rs. : na pra-
ca da Independencia n. i3 e i5 ,
loja do Arantes:
1 1> **<*> aja *>'?*'>*# Or
Palitos leitos.
Na loja do.sobrado amarello na ra
*^ do Queimado n. 29. conlinii a ter pa-
* 11 vender um bom sortimento do pali-
* los do pino preto e de cor, os melho-
* res quo ha no mereado e pur prefn
J) muilo em conti.
Vende-se cortes decalca do casemira
padioesescuros o muito modrno,pelo bara
lissimo pn co de 5/000 cada corte : na ra
do Queimado loja do sobrado amarello
n. 29.
iirinquedos para meninos.
Vendem-se na ruado Cabug n, 6, brin-
quedos para meninus, baratos que admira
a 11 quo he para acabar.
AGLiNCIA
da liinilu'fio Low-Moor.
RA DA SKZAI.I.A NOVA .N. 42.
Neste estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa
rt dito.
Na ra da Cruz n. 33 armazem de
l.uiz Jos deSa Arujo, vende-se larinba du
mandioca de S Matheus, a prrr;o del,800 rs.
o alqueire, da medi la velha, isloparaca-
bar o fechar cuntas, e tambem vende-so em
sacca de alqueire a 2,200 rs.
Grande porcSo de iazendas baratas,
jia ra do Crespo n. 14, loja de
Jos Francisco Das, a 160 rs. o
covado !
Vende-se urna grande pnrnlo de chitas
muito lix is, de novos padroVs, com um pe-
queo toque de mofo, a 160 rs. o covado ;
ditas escuras cores de caf e de vinho, e ou-
tras mais cores muito flxas, a 200 rs. o cu-
vado ; ditas as mais finas quo tem appare-
cido no mercado, tinto em pannos, como
as tintas, fazenda do ultimo Rosto, a 210
rs.; riscidos frsncezes de quadrus, fazenda
muito fin, a 200 rs. o corado ; corles de
lula francezas, com barra, a 3,000 rs.; ma-
rinos pretos de superiores qualidades, e
1,800, 2,500, 2,800 e 3,200 rs.; linissima ll-
paku pret e de cores fazenda prupria pa-
ra palitos, a 640 rs. o covado; algodSo azul
muito largo, a160rs. ocovado; pecas de
bretanha de rolo, com 10 varas, fazenda
muilo encorpada, a 1,806 rs. peca; assim
como existem outras muitas fa/emias, por
precos mais baralos do que em outra qual-
quer parte: de tudo se tiarSo amostras,
deixando seus competentes ponhures.
Cartas finas para voltarcte.
Vendem-se baralhos de curias a 600 rs.
pioprias para voltarete : na ra do Cabug
n. 6.
Deposito da fabrica de Todos os
Santos na Ilaliia.
Vende-se,emeasa deN. O. llieber&C.,
na ra da Cruz n. 4, algodSo transado da-
lui'lla iiiln ira, muilo proprio para saceos de
assucar eroupa de escravos, porprecocom-
modo.
Vende-se a melhor farinha de S. Mi-
theos, e chegado ha pouco a bordo do pa-
tacho Araeaty, e em porcilo : a tratar com
Manuel Dias na ra do Vigario n. 14, tercei-
ro andar.
Livros em branco.
Vende-se em casa de Kalkmmri lrmSos ,
na ra da Cruz 11.10, livros em branco che-
gados pelo ultimo navio.
Ni ra da Cruz n. 33, vendem-se ate-
cas muito grandes, com feijfio mulatinho ,
chegado do Araeaty, 110 biate Duvidozo, a
9,000 rs. a sacca ; caixas com superiores ver
Isa de carnauba, compostas que parece es-
perncete, 10,000 rs. a arroba.
4
N. 3q A.
Vendem-se na ra estreila do Rozsrio.tra-
vessa para o Queimndo, deposito n. 39 A,
latas da muilo acreditad! bolacblnhi de
ararutt, pilo diminuto preco de 2,10(1; tam-
em eontinua-se a vender blscoitinhos, fa-
aseJjolichinbas de araruta.a retalho.ludo
muitn fino equesepdeaprosenlar em umi
mesa de cha sem escrpulo ; vendem-se
biscoitos docea e aguados da boa farinha e
de dHTerenles tamanhos; tambem as muito
boas bolachinhas americanasquidradadas
pequems e tambem maiores para 340 rs. a
libra, bolaehinhas de regala e de llte
na is diversas, tudo por commodo preco.
Transparentes para janella.
Na loja de Cuimarfies & llenriques, ra do
Crespo n. 5, vendem-se transparentes chega-
dos ltimamente de Franca ; esta fazenda
esta sendo preferida as Venesianas lano pe-
la sua boa qualidade como pelos lindos de-
senhos com vistas pitorescas. Vendem-se o
mais barato possivel, que a vista da fazenda
os proleodenles nao denarSo de comprar.
-- Vendem-se os verdadeiros selins lo-
glezes, patente, de molla e sem ella : na
iua daSinzalls Nova n. 42.
Na loja pernambucana da
ra do Crespo n. 11
Vendem-se optimss sodas furia-co-
res de bellissimos padrfles e difieren-
es larguras, pelo diminulissimo pro-
Cu de 1,000, 1,500, e 2,000 rs. o co-
vado.
Caixas para sabonetes. Arados da fabrica dos Srs. Rans-o
Vendem-se na roa do Cabogi a. 0, caixas" me 0 \tav
doursdas o praliadas com um jabonete mui-' ,__ __... .1.... ..... j.
lo fino, pel diminuto preco deSOO rs.c.d. \^!^^j}^VJ.'l'^"^\?
uma/ditasdepaoatOOrs differentMmodellosefeitos na m.isacredi-
-. Vende-se urna escrava muito sidia, e d ^nca na Inglaterra sando multo au-
ne cozioheirs : na loja nova da rus do Ran-' ZIZV *'u,"l?er ,'ueIteT Tind. ", '
' 1 mercado.e proprio para plantaren) qualq
este
uer
ra do Hospicio, segundo andar, porcina
que tem bicos de
da botica da Viv. Cunha, que faz esquina wirKcelknt.: na rus. do Trapiche n. 14
para a piaca da Boa vista.
Lindos bauzinhos.
Vcndem-se lindos bauzinhos, proprios pa
rs.; linhas de peso, a 60 rs. cada urna; car-
tas frincez-s para voltarete, a 500 rs., ea
duzia a 5,900 rs. : na ra do Cabug, lo-
ja n. 3.
Farinha a 2,000 rs. a sacca.
No armazem n. 7, do caes da
Al'qndega,dinheiro avista.
Vende-se um gran le e bonito gallo ,
chegido da ln lia, ptimo para quem he a-
paixunado ue divertir-se com a briga dos
mrsmos ; na ra da Peoha n. 23, segundo
andar.
Vende-se urna excellente casa de cam-
po, i margem do rio Capibarihe, pouco adi-
anto da ponte d'IJcha, com bastante terre-
no para qualquer planUeilo, grande baixi
de eapini, e por barato preco : a fallar com
Cheguem antes que se acabe.
Vendem-se capachos de todos os tama-
nhos a 560 rs. cada um : na ra do Cabug
n. 6.
- Vendem-se na ra do Cabug n. 6, te-
souras muito linas, proprlas pmu costura a o corretor_Miguel Carneiro.
320 rs. cada um, ditas maiores a 400 rs., e;
dita grandes para corlar costuras 480rs.'<>
cada urna.
Farinha de trigo
SSSF.
Fontana.
Galega.
Uaxal.
No armazem de J. J. Tasso J-
nior, na ra do Amorim n. 35.
Vende-se a lypogronhia do
Tachas de ferro.
Na fundieflo da Aurora em Santo Amaro,
e tambem no deposito na ra do Brum logo
ra senhora guardar jnias, a 800 rs. cada um;' ".""hl,Tm ,r*J!,?Ld' !"'!,''
grandes, pe-
mbosos lu-
rregarca-
de'speza : os precos
sSo os ni lis comino los.
Molduras rioiiradas
de todas os larguras : vendem-ao no arma-
zem de kal lk iiann Ir mos,ruada Cruz n. 10.
Escravos futidos.
No dia 10 do crrente- mez de maio de
sapparecru do lugir de Apipucoa o mulato
de nomo Antonio, mais contiendo por Anto-
nio Manoel, de altura regular,secco do cor-
po, de feices miuilas, olhos pequeos e
pouca barba, falta de denles na frente, falla
desembaracado, de mSos e ps pequeos,
representa ter 25 a 30 anuos de Idade; le
vou vestido ca nisa||'(le madapolSo e cal(i
branca ; eto escravo ja fui doaerlSo: quem
o pegar levo-o na praga da Boi-Vlsla 11 8,
ou em Apipucoa (o Sr. Jlo Francisco do
Reg Maia, que ser bem recompensado
Desappareceu da rus deSanta Rita No-
va, c isa n. 49, urna escrava de nomo Felicia,
que r pies ni., ter quarenta fnnos, estatu-
ra regular, rosto redondo, com vestido de
chits ordinaria, listas azues, cora flores en-
carnada!, assento ln anco com pintas mmdi
nbas: a pessoa que a pegar pode leva-la i di-
ta casa cima,que sera recompensada do s :u
Irabalho.
100,000 rs. de gratilicacao,
A quem apprehcoder a prela abaixo de-
clarada.
Contina a estar fgida a prela Falici la le,
desde o dia 17 de ma-co prximo passado ,
te&V-estatura regular,
f
Na loja pernambucana da
iti 1 do Crespo n. 11 4
Vendem-se toucas de ISa para se- a)
nhora e enfeiles para cabeca ornados 9
a> de retroz. ra)
Vcnde-so 10 caminos com vidros para
Iguma loja, ji promptos; quem quizer com-
prar procure ni ra do S Jos 11. 21 quo
achara com quem faca bcgocio.
- Vonde-se um terreno com 40 palmos de
frenle o 100 ue fundo, o qual he proino, no
lugar denominado biquinha dos (astro Can-
DiariO NOVO, propriedade di VlU-^osdeOlindalMiaruadeS. Josn 21, que a-
va Roma a qual esl monlada char* com quem tratar.
. ,* Ceneros baralos para se acabar na: vcn-l temos signaos seguint
tanto de UOnStypOS, como ue pre- I da nova n. 2, na quina di ruadisCruzespur tem falta de denles na frente, marcas de pan-
iof, e de todos os utencis necessa- delras da praclnha, venle-se vinho engarra- no no rosto,cor o3o muilo prela, muitoipro-
.' ... .. fado muito superior a 800 rs. a garrafa, dito!: xisla. levou veelido de cbita jt desbolado,
loo a urna boa lypograpnia na-, 320rs., dito a 280 rs dilo a 210 rs di-Pnno da Co8to usado, um laboleiro pequo-
ta-se tom a proprietana, na ra
da Praia n. 55.
Vende-so,
Urna canoa do carregar mil lijlos, ma-
deira de vmhatico em bom uso; na ra lar-
ga do Rozario, n. 24, primeiro andar.
PARA OS SENHORES DE ENGENHO..
lo a 200 rs., manteiga inpleza aC40 rs.,' fran-, no em Que "d"'1 vendando, leo por cos-
to a 1800 tume '''' r,''i'" '"''* mudar quandosai ,
ecza a 560 rs., cha a 2,000 rs., di
rs., slelria a 280 rs., macarrSo a 280 rs., ve- tetD 8lJo v,sU nuilas vezes, urnas no Mon-
las de esrermacete a '/20 rs., ditas de car- leiro' outras om Bebinbe. lavando ropa de
nauba a 280 rs., queijos muito novos a 1,500 g"no. duendo que por mandado de sua
rs., arroz do Mannhaoa90 is. a libra, dito seniora; tem sido encontrada junto com um
a 80 r.,cffc de caroco a 130 rs. a libra, as- 'snoeiro, que navega para Olinda. ella tem
sucar lino lefinado a I00rs.,dito a 8) rs fa- i sl n0 engenho S. Cosme : roga-ae, por-
Eucerafcs do loua mu bemleitos e gran- rjnha de araruta a 140 rs. a libra, dita do lano, as autoridades pollciaes o capitaes de
des, promplos.alcalroados, para cobrir car-j|,rin|,joa 120,0 oulros miritos gneros por icamP0' *8U, c4Plura. inda mesmo ella di-
gas de assucar, pelo barato pre?o de 4,000 |0 baratissimo preco; e isto soso vendo. 'zendo que nSo esla fgida, e alevem asua
'" Na ra Nova loja quo foi do finado Jos senhora, na ra da Cruz do Recife n.35
Pinto da Fonseca e Silva, hoje de N. Cadaull, s'm cumo se orotesta contra quem a liver
vende-so vidros para espclhos do difTerenles occullado eeobrar-sa os diasde servico.
tamanhos e de muito bom ac, assim cumo Desappareceu na noite de 13 para Urfo
castices de porcelana os mais ricos possi- passado um escravo por nome JuSo( criou-
veis, dilos da cisquiuha e linternss com lo) levando urna cica de brim branco com
mnagas lavradas por muito barato preco. Ils,t,ra l,do3 c,l" de casemira de cor, 2
\' 1 ... .. ,. mlt.... I collotos de seiim preto, a ditos de fustSo do
Vendem-se as melhores vel- Cr,chapeo prel050 ,,', e0.misa do m.
los de composicSo que existem nes- dapolJo; o escravo tem o signaos seguin'es:
te mercado de 5 e fi .... l;i,ia cor fulla.allura regular, reorcado docorpo,
te mercaao, ae |, o e O em num, uma ferida na perna direita do lado de Tora,
tanlo a retamo, como em poican : um pouco cima do torno/ello,representa
em casa de C. J. Astley &C, ra ter do idade 30 annos pouco mais ou menos:
do Trapiche n- 3.
Vende-se, no armazem da ra da T!a-
dea n 5, uma carroca e materiaes dolo-
das as qualidadss, por barato preco, para
acabar.
Vende-se ran de Lisboa as oilaras : na
ra da Cadeia do Recif n. 15.
cada um: na ra do Trapiche-Novo, n. 18
segundo sn iar, a fallar com Jos Saporllli
Franjas paia cortinados.
Vendem-se na fu do Cabng*. n. 6, franjas
de hellas a 4,000 rs. cada perja, .ditas sem
belotasa 3,000rs., dilas estrellas para toa-
Iha a 100 rs. a vara.
Cordas para violo.
Vendem-se na ra do Cabug n. 6, cordas
para violSo, muito novas, por preces com-
modos.
Bicos de largura de palmo-
Vendem-se na ruado Cabug n. 6, bicos
de largura de palmo e mais largos a 640 rs.
a vara, ditos pouco mais eslreilo a 500 rs-,
dilos de largura do meio palmo a 320, ditos
de 4 dedos a 240 a vara. -
I.11 vas fio da Escocia.
Vendem-se na ra do Cabug n. 6, loja
do barateiro, luvas fio da Escocia a 300 rs. ,
sem mofo slgum.
Linhas de carriteis de 200 jardas.
Vendem-se linhas de csrriteis de 200 jar-
das do todos os nmeros a 90 ) rs. a duzia,
ditos de 100 jardas a 320 rs.: na ra do Ca-
bug n. 6.
Ol que pechincha.
Vendem-se na ra do Cabug n. 6, luvas
de lineal 500 rs. o par, ditas dilas 1 720,
ditas ditas com bullas a 1,000 rs., ditas de
ponto inglez para homem a 1,60O,ditas ditas
de dito do cores proprias para montana a
1.2S.1, e com um toque de mofo a 1,000 rs.,
dilas ditas com requifes c lielytas para se-
nhora a 1,500 o par.
I'iicis titas de veludo.
Vendem-se na roa do Cabug n. 6, filas
de veludo lisas o abortas a 1,280 rs., assim
como um surtimeoto do (velas para as mes-
mas. -
~ Vende-se na loja de louca da ra larga
do Rozario tapetes de ISa para vasos e Isa-
tornis, chegados ltimamente do muito
bom gosto ; 11a mesma loja so compra pen-
das para enener Iraviceiros.
U barateiro d la do Cabug.
Vendem-se na ra do Cabug n. 6, loja de
miu'dezas, o* mais neos pentes de coco imi-
tando a tartiruga a 1,280 rs., dilos miis in-
feriores a 720 1 s.,dito ditosa 280, ditos para
alisar a 320, ditos de marfim a 3u0 rs.; a el-
los que se estSo acabando.
Micas franjas c trancas para
manteletes.
Vendem-se na ra do Cabug n. 6, loja
do barateiro, funjas e trancas pretas de to-
das as larguras por precos mais commodos
do que em outra qualquer parlo.
Kicas charuteiras.
Yendenvse na ra do Cabug n. 6, ricas
charuteiras a 2,000 rs. cada uma, dilas mais
ordinarias a 480 rs., dilas pequeas a 240.
Meias'cruas.
Vnulem-se na ra do Cabug n. 6, macos
de meias cruis a 3,000 rs. cada um, ditos de
listras a 3,200, ditos muito finos pua senho-
ra a 5,000 rs., assim como um sortimento de
ditas do meninos e meninas po'r pp-c.is mui-
to commodos.
Na loja. pernambucana da
ra do Crespo n. 11.
Vendem-se a 12,000 o 14,000 rs. cor- >
tes de riquissimas sedas furia-cores a)
a>: para vestidos de senhoras. 0
C hules de seda.
Loja nova, ra do Rangel n. 8,
ha para vender chales ue seda de muito boa
qualidade, bonsgostos e difTerenles tama-
nhos; um completo sortimento de mante-
letes para san hura, e capuln los para me-
ninas; um sor ti menlo de luvas para senho-
ra e para meninas; cortea de cambraia de
barra ; ditos de 1,0 e 3 ordens do babados;
um sortimento de fitas de seda lavradas, pa-
ra chapeos de senhora ; aieules de tartaru-
ga para senhora; trincas de seda de cores
para vestidos de senhora; um aortimenlo de
sedas decores e brancas; lencos de seda
de marca grande pelo barato preco de 2,600
rs., e outras muitas fazendas, que se vendem
nesta loja, por precos commodos.
Elixir tnico
\ nt i- llttinia tico.
Pelo Sr. fir. Cuillic, medico da faculdade
do Paris, memoro de varias sociedades
medicas, assim naciunaes como estran-
geirns, cavalneiro da real ordein da Le-
giSo de Honra &C.
(Dupont, pharmacoutico, em Par-,
ra Tioui tohne.n 14.)
O nico deposito verdadeiro deste elixir
lio .-ti heliti 10 pelo mesmo autor na botica
do Sr. Jos da Rocha Prannos, ra Direita
n. 88, cm Pernambuco.
O elixir anli-fleugmatico he cssencial-
menle tnico, reanima o principio vital e
da lrca as fibras, destaca os humores vis-
cosos, os precipita em bailo, aviva o ape-
lde e fortifica o estomago.
Pde-se a innnis'r-r na mais leiira infan-
cia como na velhico; nada he oais doce
quo o sou elTeito: funde, dissolvo os hu-
mores e Ihcs d sabida sem alguma agila-
CSo, sem suspender as occupacOes, nem
mudar os hbitos: se pode tomar deste cfti-
cazmente urna culher dcmanhSa em jejum,
particulai mente no invern e us lempos
hmidos.
Os astlimaticos, golosos, hydropicos,
aquellos cuja fibra he mulle, flcam satis-
feitos do seu uso; bem cumo.os que sof
Ilion defllirxSo catarral do prito, azedumea
do estomago, syncopes o pil.iiae-s do
coracSo, clica, empingens, catarro da b-
xi| Xns alvos, Jnicas de leite as senhoras,
indigestan, vermes inlestinies nis chineas,
outras muitas enfermidades que seria lun-
go enumerar.
Este medicamento saludar tem produzido
os mais favoraveis efteitos us casos, para
assim dizer, desesperados, esta sorte,
di sde seis annos foi proscripto por lodos os
mdicos Ilustres, e os successos qaotidia-
nos que obtem, tanlo em Franca como nos
Jpaizes estrangoiros, furmam o melhor elo-
gio que deste posta fazer-se, e a pruva d ., e
he a gran le saluda que este maravilhoso
remedio tem (ido as provincias do Brasil,
principalmente na llilua e Rio de Janeiro,
onde lia tantas illusiiacOes medicas.
AVISO ESiENCiAL
Deve-se smmle intein confianca s gar-
lafas que liroi urna marca que leva a firma
do autor, semelhantc aquella que se ve em
baixo. huilln, para evitar o perigu das fal-
siliouaiis, os accidentes que po lenam acon-
tecer, e ai rustir a cobica dos falsificadores,
o publico he pre.eii-iio que cada garrafa
deve ser acompatihada d'utna instruccSu im-
presst que indica a maneiri de emprogar
esle medicamento, compilado pelo Sr. Guil-
lie com a sua firma, e impreso om Paris por
o Sr. Guctschy ; caracteres cssonciaes para
evitar a frau le.
1 Jejo 11 lorias.
Kalkmann lrmSos ra da Cruz o. 18. rece-
baran) polo ultimo vapor inglez um novo
so'tmenlo de obras de ouro o mais bello,
que tem vindo aqu como sejam ; inleiros e
meios aderemos, brincos, aluneten, e brace-
letes com perolas, e sem ellas de todas aa
qualidadei, botOes para camisa, e cteles,
correnles para reloajio, anneis, canelas, com
lapls peonas d'ouro,deJaea, voltas e bnn-
quinhos de cores, vidro ouro proprio para
I meninas.
roga-so as autoridades policiaca e maisca-
pilSes de campo a captura de dito escravo,
o de o levar ao engenho das Mitlasj sou Sr.
Antonio de Paula Souza Lefio, ou a ra do
Vigario n. 9,armasemde Carneiro & Ramos,
que se gratificar generosamente.
Do engenho Veltio da freguezia de San-
to Amaro JaboatSo, desappareceu no dia
primeiro do crrante o escravo Jos, cabra
escuro, cabellos ralos e tifio muito torcidos,
pouco barbado, olhos nSo grandes.nars om
pouco comprido, o beifo superior um pouco
pontudo e mais saliente do que o inferior,
quando falla parece querer fechar os olhos,
estatura, c rorpo regular e bom parecido,
pomas e ps bem fallos, gosta muito de ba-
tucar e cantar, bebe igoirdente.he carreiro,
e entende do Irabalho dn cas/ de caldeira,
foi pelo Sr. do engenho cima dilo, compra-
do ao Sr. Joaquim Manoel Barragrande, por
anlhonomasia, levou vestido camisa deal-
godfio da Ierra com letra de marca de linha
encarnada com as iniciaos I II : roga-se pois
as autoridades policiaes a coadjuvaefio da
captura do referido escravo, e aoscepitSes
de campo pesquizem e prendara dito acra-
vo, que sendo entregue a seusenhor, o pro-
pietario do engenho cima dilo Jos Fran-
cisco Pereira da Silva, serSo por esle gene-
rosamente gratificados, etc. etc.
Nos lins de outuhro do anno passado,
desappai ec 'u do abaixo assignado o escravo
creoulu, de nomeMamede, com idade de 16
annos, bem parecido, beicos um lano gres-
sos, olnos graodes.e tem oa pse mo*gran-
des ; elle costuma gaguejar muilo pouco,
quando tem meo ou raiva ; roga-ae pois a
todas as authO' idades da provincia, visinhas
ea todos que dille souberem que o fa$am
prender e leva-lo ao abaixo assignad>p-.
ra lor na ra Imperial, que pagar ludir
despeza, Antonio da Silva usmlo.
- No dia 8 do crrante desappareceu da
ra da Moda n. 7, lorceiro andar, o pardo
Leonardo, de idade 18 a 90 anuos, pouco
mais ou menos, biixo, o peito um pouco
moiti'lo para dentro, este escravo foi com-
prado a UJoanna Mara dos Pasaos, mora-
dura no sitio do J0S0 de Mello no Mangui-
nho, ou na Boa-Viagcm, deste ultimo lugar
vnha o dito escravo ao Recife vender ieile
todos os dias; a pessoa que o apprebender e
levar a casa cima, ser recompensado ge-
nerosamente, bem como protestara desde
j contra quem o tiver acollado.
No dia 10 de maio, desappareceu a pre-
la Joaquina, de nacSo Caasange, representa
ter 35 a 40 annos, baixa, cheia docorpo,
sendo regular, cOr fula, olhos pequeos, e
com carne sobre elles, tem uma costura na
cara no lado esquerdo, porm muilo apaga-
da, que mal se percebe naf"u chalo, com
falta do alguna dentes, de ama outrolado,
he fe a, le n uma empinge no rosto, que
parece ser bexiga, jeitos muito pequeos e
mu'xos, tem algumas sicatnzes de telho
as costas, tem as.nadigas empinadas paia
tras, he bem fallante, representa ser creou-
la, ltimamente esleve oceupada no servifo
de cozinhi, lovou diversa ropa, que senfio
sibe di que usura, costumava andar auja e
embiiagar-se, quando fugo tem por costu-
ran andar pelos arrebaldesdesta praca, qui-
tan lando e lavando rOpa, intilulando-aede
foiri; Jescoufia-se que esleja servindo em
alguma casa como forra : aa pessoas que se
estam aerando dola na boa f, queiram
denunciar, do contrario so osar dos meios
que concede a lei : roga-so as autoridades
policiaes ecaplSes de cimpo, oua quilquer
pessoa, que a apprebenda, ou a faca appre-
hender e leva-la a seu seattor Domingos da
Silva Campos, na rui das Cruzes n. 40, que
serlo generosamente recompensados.
r


Full Text
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