Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03596


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Full Text
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*
A
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Anno XX\II1
DIARIO
VBK90 A *UBCIF(jlO
Poiir fr trimestre .......... VV>
roreemeitre............. #"
Por uno........i..... li/030
PxOODBTao DUTIIMUTII. lmM
Por murtal.............V5*
aroxiciaa oo mnnio.
Para ....i7de Marco Minai... 14 de Abril
w. .... i de Abril S. Paulo. 6 de do
Ce.r .. 7ddlto. a. deJ.. dedito
P.rahlba 3 ir Maio. |Bahla... I de Mato
DIA-^DA IIMIIT
iODIWOU.
io Seg. S. ni mili.
II Terc.S. Kablo.
11 Quarl. S. loanna.
13 QuIoi.Sl'edto Re-
galado.
II ..* S. llonificio.
16 Sab. Isidiu Lavra-
dor.
IG Dnm. 4. depoll da
P. S. JoSo N.
tiltit OrpUa
2. eS.il lO horai.
I. varada civil.
3. e. ao meio-dla.
araada.
3. e 6. a lo bor.ii.
3 vara io civil.
4. e jabado ao melo-d,
RiUea.
Tercas e sah.dos.
PARTE OFFICIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
LE N. 289.
Francisco Antonio Ribeiro, presidente da
provincia de l'eroarabuco. Paco bera lo-
do* osseushabitantes, que a assembla le-
gislalivap.oviiiciildecrelou e eu anecio-
nei a lei segunlc !
Art. 1 Fica o presidente da provmcn
aulorisedr a contratar a illuminacao d*
Olinda. que constar de 70 lampiOes. com
Jlo Francisco Antunes, ou com quem me-
IhorescondicOns ollerecer.
Art. 1.a Ete contrato durara por sea
Art.' 3 Ficam revogadas as disposices
cm contrario. .
Mindo por tanto a todas as autoridades, a
quecnoconhccimento e execuclo da refe-
rida le perlancer, que a cumpram e fa-
cam cumplir Uo ioleiramenle como nella
se contem. O secretario da provincia a fac
imprimir, publicar, e correr. Cidade do Ite-
cife de Pernambuco. aos dia oo mei de
maio de 1854, trigsimo pnmeiro da inde-
pendencia e do Imperio.
I S.
Francisco Antonio Hibtiro.
Carta di lei pila qual V. Ex. manda exe-
rular o decreto da aiumbla legislativa provin-
cial, que resolvi lanccionar, o qual autoriia
a presidencia a contratar com nao tranc:sc:
Antunes, ou con quem melhores cndilo es tif-
J'erteer, a illuminacao' de Olinda.
l'Hia V. El. er. r
francisco Ignacio de Torres lindara a re.
Publicada e sella nesla secretaria da pro-
vincia do Pernambuco aos 4 de maio de
1852
Honorio PcrtiradeAzercdo Continuo.
Regeit.ua a n. do livro 3. de leis provm
ciaes. Secretaria do guterno da provincia
da Pernambuco 6 de maio de 185*.
Jodo Uominijuei da silva.
EXTERIOR.
mcnlo nacional nao foue einpregado em
aervlco p.iblico. aeno por uina le. Por
esia abroga(fto, Luli Napolro dlspoia arbit-
rariamente de loda as habtlacoei ...clonar,
rico alimento para o cotte.au Da-se um
uniforme omclal a Indos oj funccionarloa.
Finalmente levanta-re o ealado de aillo em to-
da a Franca continental.
Nao terminare! esta prlineira nomenclatu-
ra aein fater observar a Vine, que o exercito,
o qual, alienta a urgente neceisidade, tinha
ido proclamado a J de eleuibro de 1851 a
flor da nacao, acabade ler, pela ora le rlel-
tural, incluido ncita vil inullido indigna de
todoa oa direitoi eleitoraes ; aaiim dex mil
oIBciaea f.ancexea- serio durante sua longa
existencia militar tratador como parla.
i. Para obter-e- a dedlcacao da mana,
..u .. anammimi milmu
ua-e a eecu;ao a einprehendedorea u
Crcente 2, a i hora 20 aalautol da t.
Chela a 3 aa 6 hora e 4 mnalos 4a tarde.
Mlngoante lo, aa 9 hora e 4 minuto da t..
Nova i 1*, aoa 47 minutos da mi
raintaei OJ
Prlmelra ai 11 hora e 4) mnalos da manota.
Segunda 0 e 6 minuto da-tarde.
Bonito, i8 e'23.
aa-Vtta, e Florea, 13 a II.
Ilctoria.a qulntaa-felraa
linda, todo oe dial.
evr
its.'Jwr
Califori5*,de Marco
ChlB. Jj* de Fevr. Prata.
HueSoi-AVI) de Marco
Montevideo >l de dito.
Oncas heapanhola...'.?.".
Meterlas de 6/400 vainas..*..
av de 61400 nova.....
de 4/000...........
Pataeoeabraalelroi......
Pesos cobnnarlo.......
Ditos mexlcanoi.........
20/000
lBjot'O
16/000
9/000
l/!r20
1/920
1/80
rio que nao empregam em su i oonfeccao a
miseria de todas a claaae i aisim ordena-iea
abertura de uina grande ra principiando do
Boutev.rd aalnt Denla e terminando no rai-
vray de Straibourg. Deile decreto que ti-
nba por fim um Intereate eleitoral, teve uin
effelto todo contrario. Ordena-e o alarga-
neiilo de toda as ra que terminam na no-
va ra de Rlvolie, entre o Louvre e hotel
Je ville; decrela-se o acabamenlo do Lou-
vre com construyo de palacio 'obre a
praca do (Jarroussel, a ciecu{o do palacio
para a expoiico e para a grande feata nacio-
nal nosCampos-Elyseos. Km lodos estes pro-
jecto nao se trata em nenbuma parle da ques-
i.iodc diiibi'iro : projectos de loucos; im lim
iar-M-ba a coma, e jamis se terminar algu-
ina destas comblnaccs.
Autoiisa-se como socorro do eitado caixai
de soccoro mutuos em todoa o municipios.
Previamente ordena-e a venda sem se indi-
car adata, de i,030 heclares dos bens da fa-
milia de Orlcaiis ate a concurrencia de 3S mi-
Ihdes, tendo-sc cuidado de annunciar que con-
forme aos decretos de 2J de Janeiro, lirar-ae-
lia do producto desla venda, a saber : 10 ml-
n.....s para a assoclaco do aocorro mutuo;
10 milhdca para nirlliorar as babilaedes ina-
lubrels do operario as cidadra manufaclu-
reirat 10 milhes para mcoiro dos eilabelecl-
inenios de crdito terrilonal, e 5 mllbde para
fundos de aoccorrer o ervos os mals pobres.
de suaa alta o liras a MMis. Saint-Arnand, magJ
nan e de Haupa. e para redactoret alguna ad-
vogados corruptos, semelbanles a aquella que
nao ousou asslgnar o seu nome na refulacao
cuinposia por elle com bastante habilidad* ^pa-]
ra responder ao protesto de Mr. Bucber eonua
oa decretos que despojam do leus bao a la-
milla d'Orlean. He lao verdade que este de-
creto aahem de uina tal offlclna, que qnando
e nSo encootra o mlnlilro a quem elle >ara-
cem dlier retpelto, tomi-sa o prlmelro que se
acha desocupado. Asiiin um decreto relativo a
retirada de cerloa magistrados era rererenda.
do por Mr. Fortoul, ministro da insirucySo pu^
bllca outro relativo as obra publicas tralla e
sello de Mr. Persigna/, ministro do interior.
Sobre a poltica strangelra ella se redor, a
i, i .ir nico laclo. A Europa, apelar da assegu-
*ca mlgaea e o-Jirotetto paciflcft de &K
Napoleo, eper em una policio de par fiirle-
meole armada a conequenela que podrra
traier Franca a proiiina proelamacSo do Im-
perio. Todava quero consagrar duas patarras
ASuIssa e ao Brasil. A Suissa, que depoia 4c
minios seculos tem servido de lugar de asylo*}
quati toda as victima polticas, linha abertal
o seu territorio a urna mullldo de refugiados
francotes. O principe crendo ser o arbitro da
Europa depols da sua eleico de setenibro da
1851 f slgnlflcar Imperlosamenteecomamea-
ca ^Ingrato!) que a Suii lan(asse fra do
aeu territorio um certo numero de cidadao
franceses, dosquaes se Ihe.envlava a lisia. O
governo recusou e o principe recuou.
Quanlo ao Brasil, a Europa esclarecida e pro-
gressiva deve uina inoncao honrosa ao gover-
no desse paii novo, que nos outros poros cl-
vilisados olhavamus aioda como quasl selva-
gens honra a esse governo que, apoiado no
soccorro da populaco oppreua, acaba de der-
ribar com uinas balalha o poder do iyranne-
te Rosa, poder contra o qual lioham sido nial
uccedidi, durante perto de i.'i anuos, os e-
forcos combinados por urna Iniufliciencia cal-
culada la Franja c da Inglaterra; vergonba
para ospavllheafranceses e Ingleses; vergo-
nlia para o eicriplore alarlados dos dou
paizr, para o lim de defendern o roubo e a
im ini.i i: Tresveirs honra ao Brasilil
Senado. Depol de ler ouvldo o discurso de
in,l illacuo do priiiripe Jeroaymo presidente nia-
oldavs por um dficit de 5*
laui
paee
conlralos anteriores : ole praio
, lolon- sabe, he composlo de quasl todos os inembros
.. ,i,',ii,ii- doaniieo governo, acaba pols de conceder no.
go, o quallgnoravain o enteodiUo ua panai- ..*. "
Iha tupoUon; parece coolrarlar mullo o Ely- -'
^.Mm-eme-d^c.ocodigocWiionome de &.*, -gft,
Nao ae encontra
Oepois de 30 de
FRAKCA.
ApreclacSo eral. Summario do arllgos do
mea de mareo. Abertura do s-nado e do
corpo legislallvo. Queslo orleaoista. Im-
preosa e oplnlio publica. Iludgat. Comincr-
clo, Induatrla e obra publicas. Rola.
Naoiilrn a Vine, como Mr. 1 hiera -- o im-
perio eali Icilo, mas posso declarar-lhe com
uin triste pensamenlo de cerlesa que o Impe-
rio se Su, mas s o Imperio, menos o genio,
agrandesae a gloria, dlcla Lamorlcire, as-
seguro-me apeiar da denegacao formal do
principe presidente em eii discurso de aber-
tura da aasembla representativa. Luii Napo-
leo no tem habituado ba tre anno a por sem-
pre em harmona as suas aeces com as suas
palavras. Parapassar a esta doininacao impe-
rial, trabalha-se com urna aclividade incen-
sante ebem in'"c,liv.a- )['". oio ""pertnle o. Iribunae. mlliiare ou correcionae. ; 7la"UUmnraTd"a". "reauiede. : que escrpulo de
^."eh'm?.^ ba .JK.*TW1S*JS conciencia pode.5, de.er um homem. que h,
cialdetodo orneado maico. Aflim de ine
faacr sobresar aa tendencia do Elysco
direiein tres classea eses decretos o n--- .
exigencias Napoleaio. mr"co"uico"ncldenle digno deallencao be a
}. O nico Hinque se lein cnl vista : aeavtar recuJa,0 e pre.tar juramento, fella por
tod"
nii'in.r iii'i umicuiuaura i vucmi|iu,w |
___.... -__._ ji..i,. fin. .i... .. i., -...i,.
de
otos obilaculu nao parece apresenjar a Smr, Xavniqnac torno! e Arnoic, rrcii.aro con-
..nor da dilliculdade? Que importa ? A au- ,|nal|a em ulnl caIla motivada dirigida ao
acia maiitfin-se dodirelto. Um decreto acaba re5|,jtn,e t aMembla. Eu sou do numero
dividir os cem mil preos polticos em qua- daue||r, quc n-,0 a|Mirovam esta demissao.
Viuc"hade Vulgar tro classes : M, a dos qu devein ser enviados Ee, Srl declarara que nao admitiera a theo-
num'eroios decre- peranle o tribuna
ur ofli- '.adotque bao............-------------------------
llle|llor(Cayenna ou para a Algcila; 3 >, a dos que e- chamado apra prestar Juramento a um perju-
0 ilivi- [ ,5 lantado fura ou nioroeulancainen e alai- ro p ija UIna CODt|deravao mal grave : no ca-
1 'nuac, lados de Franja; 4 a dos que devem ficarin- 50 e (Conleelineulo inesperado, porventura
vigilancia da alia polica. De- (.aBignac, ,>eronagem iinporlaote, teria mals
o parlido oilesnista que elle tem mais a t-
rra duvida que na organisaeo roer, porque he composto de cidad^os mu-
ix%Q ClrTUtl un.i t lis- aau. n" .. .,^ .. ._>* r----------. ." a, al I. l l
ao principe presidente; do conseibo superior do emlno publico, ti- lo poderosos, multo activos de uma habl-
, ... ".- _t_______a. ...... MU.. r,..,. r,n...,. i: ,.a..........i.,..i ..ni ilirion contra este
seu rigor.
ou mpossivcl; 3. remover todoo ob.l.culo conaemnacoas.
que podasae oppor-e a reallsa5o: i. p.ra ?
hegarao prlmelro f.oi, fai-sc conceder uina: Vine, sabe r
SJS'l^Wl.^^^ nLTpolodeparte- MMr. Cousin, fUtemain ,.de incoi.test.ve. ; dirioe c
fea da adiuiuislrato ; arceblspos, bispos, prc- e Tn( Cello
quan
criam-
beiu fi
se catlell
gentes
rara-se i i apianaavasav u. ,
restos do Imperio para dar-se diaiitamento 15 nieuiLroa ccolhido pelo governo, o inte. miniSUa lor deates bens, querendo protes-
as crealuraa do dous ramo dos Uourboni; ,esles religiosos, aJminislrativos e poltico lar conlra esses decietos verdadeiran enie
faiem-ae, sem nenbuma rellexao futura, con- dos dou cultos protestante. V-se com pesar espoliadores, foicnndemn.do em 500 francos
ceasoea ubre concesae das linha do canil- poder envolver-se injustamente nos negocios de mulla por ter derramado no publico os
o modo electivo pela escolha do governo, como de La Guillatire. La Lroix-cloue e Vaie a- "imprudencia de ppellsr da sentones ( para
se acaba de lser com aguarda nacioual, com 9|m como cluco outros municipios desligados escndalo sem duvida ) fot condemnado a
os ttibuuaea do commercio, e estabeleclmcn- j0 departamento de L'Isere, e tato sem ter-se roei de prisSo e a 200 frenes de multa,
tos de caridade, ele.; abandonam-se oa recur- dignado ouvlr anlececle.'.lemcnle o parecer do Em |0,|0S os lempos se encoiilram juizes
cntll a conoicao eque eaic gmnuii pinn- euao pororueni aua, iiiiw |,oucia iioiuu.1 re- yw, *^i~ '* w. ...-., -. ... -.--- ~r w.._,
gari c preitigio do banco que el a expirar, Dg0 (obre a inaleria proposta por elle ( prefel- a venda em proveito do estado de 1,030 nec-
eo autorisara a adlantar oa eu fundos sobre i0 j. Uma tal admintsiracao municipal he urna tares dos dominios lie Orleans. .'"m cum-
os titulode camlcho de ferro e obre lodoo dericao, he um Insulto; nui he uma pequea pre su prote^ar por palavras, importa lam-
bens pblicos ; por esla raio a bolsa esU ho- Vinganca governamenlal contra a eleico de DBm UBr,r. a grande maioria da nacilo que
je abandonadas rapacid.de cubicte do. agio- d,Ur. KeBOV, frpwffla s>tWgJ{g- appl.udio a queda do tei corrompido, t-m
tai para cedo a arrulnarem. Julgando lser |atlvo contra o candidato de Luis N.poleao. "tia .i,Bn,.n,n Mimiiirjn dn sua
calar aos itiimigos da centrall.a5o, jeaerva- Quem .pondera pela represalia futura f Ven- reprovado altamento 1
lepara o chefe de estado e seut ministros a do tantas medida lo diversa, lao arbiirarl
aeco governamenlal; abandona-ae revella quem poderia crer que tanto dccrelos lean gos so governo de l.uiz NapoleSo, pode-se
a decisao de quasl lodos os negocios adiniols- buM'ndo o exame, s.nao do conselho deeslado, mesmo allirmar que he depOIS desla pocha
iralivos. Para es c m ilraram a centrallaa- ao menos do conselho dos ministros? Nao, to- que a opiniSo publica comeca a alfa.-1 ir-so
seu desafio* sabendo que ia bater-sa
itn homens de out'a tempera que elle, re-
rou-so da arena. Por ventura cauta a el-
Atho perveitido da familia de Orleans,
ver quo se tinha riso de despojar seus
nfeitoraa? De um outro lado, o Ely-
o esliendo que os principes tem con
irvado es numerosas relscOes com os a>rin-
C'paes generaes francezes.. e principal-
atenta o principe dejoinvill la maritiba,
(mealgum desemb rest e Chorbuw, etem a mais rigorosi vi-
/ril.ncia males lugar.. Vine,jio faz idea
a que trto o indiriduo que quer passar das linas aa
)la>Cha psra.a Franca. Os cnsules napoleo
nios teem ordem de n3o deisar passar, se-
ja quem fr, som uma autorisacSo especial
assignada por elles mesmos. ExerC'j-e a
mesma vigilsncia as costas do lado da
Algeria, por causa iia presenta do principe
de MoJitpensier lia llespanbs, a da do prin-
cipe d'Aumale em Napol-s. 0 poder coma
com a dedicacao do general Han Ion, go-
bernador da Algeria para rustrar as tenta-
tivas. Os priocipes de Orleans se deixa'So
despojar? Eis-aqui a questao. NSo o creo.
Uo outro lado o circulo doElyseo nao t-tn
que temer represalias a aau resoeito. He
sem duvida a e-te espirito de partido que o
presidente fez alluso em sou discurso de
abertura, quando declara que ell* nao so-
licitara o titulo hereditario de im; o ador
se os partidos nSo procu-assem por suas
me,cninaces surdas arruinar a base do meu
goferao, esoiiega-sem a legltitniiade dos
ruaullajos da eletco (Oaular. Em minna
intima convicco, creio que, a menos qu-
seja algum alternado parlicular bastante
nrovavel, ha de srr um movimenio militar
que viri derribar o poJer pretoriano de
NapoleJo, furllsdo pela espsd e pelo ca-
rhairdiscrs'oTo antea' ver'dadelro Sal-/- nSa. Ter-me bel bastante engaado se o
gonii bem perdoavcl a um velno mals que oc paquete de maio n3o levar a VUiC. noticias
'- desla niiturc/11
Imprima e opinia publica. DepOIS da
novs lei sobre a imorensa, os jotnes os
mis imroi t. ir*, temendo o rigor arbitra-
rio, excepcional, indigno ds nacao es que
forai creados pe ultima legislatura, nao
ouaa aventurar-so ao exime e discus-
o dos actos polticos do govein., cont n-
tim-so em lamenta-ios sem nenhuma oppvaf
cao, edeiama cada um de seus letlores a
eiactidSoea moralidsde dos actos ou dos
decretos do poder dictatorial. Os jornaes
bonapartistas do-se largameute a discos-
ao em seus elogios e em seu contentam-n-
lo apologi-lico. Moatrarel a Vmc neste
genero o delirio seraphico de Mr. Cassag-
nacno Consillullonet, oe Mr. De'amerre no
la Patrie, o de Mr. Ilelagao'nuner no le
Pat/s Vm novo jornal, denominado le Pu-
blic, redigido por Mr. Amedee de Ccscna,
que no podo viver mais lempo co 11 Mr.
Delairatre, proprie'ario do la Patrie, ve
inda porloda ap rte soci-list.s, verrrie-
Ihos, barbaros, verdadeito padre Duchcne
napoltonino, esla sea.pie em um dcliiio tu-
noso, olle g il, elle smo?', ello lan.-a o
raio sobre ludo o quo nSo admira a conduc-
ta de seu dolo pre-ilegisdo; assim elle
ame-cou u'tin.aaentc a Cavaign-c com a
colora dosobrinbo do gande homem, s-
este general ousasse recusar o juramento
prescriuiooufazer-lhe a menor iMt'lccao.
LtsDebnts, shindo desna reserva interes-
sada. nSo temeu, por occasiao de convor-
sHoda renda, declaiarcmn descnvolvimen-
lo que esta medida era intempestiva, nica
eperigosa: vige sobre a sua penna esse
jornal, org'o dos olenisas; lembre-se
bem que he principalmente contra el'e que
foi posio em reserva o artigo da lei sobre a
imprens, que autorisa o governo a suspen-
der administrativamente todo o jornal por
medida de seguranca publica.
0 Citdi dando algum vo sua polmica
moderada, pronunciou-se contra o decrete
que fl iam o budget de 1852 sem o concur-
so do corpo legislativo cuj reuniSo esteva
tilo prxima, principalmente dopois da mo-
dilicicllo tao import'nto feila no dito bud-
jet pelo guverno. A fresse sempre critico,
fz ouvir de vez em quando alguma recn-
m i naca mais ou menos fundada ; a volti
inopinada de Emilio de Girardin o qual a-
cabs de darsignaes de vida nsste jornal, vai
dar-lhe una nova importancia, mas a perso-
nagem he perfeitimente couliecida do pu-
blico.
hudgtlie 1852. Em seu relitoriosobre a
ronvers3o da renda o ministro da fizenda,
( Mr. Bineiu ) tinha declarado ao principe
que o budjet de 1851 se regulara oculta-
mente. As gazetas do Elyseu tinham-se a-
vidamente apoderado desta reclamsco p ra
censurar aosgoternos precedentes a sua cu-
bica inhbil que nSo tinha jamis achsdo o
meio de equilibrar annualmonle a siluac;3o
franceza. fcstis almis cegas ficinm bem
desapontadas vendo no Honileur de 18 de
mirco, obudget de 1852 dicielado pela com-
missao da issembla legislativa e larganien-
t mo iificsdo pelo governo sem o concurso
dos novus representantes da nie<0 ; que"
anunciado que elle Iria, com a prova na NO'bodget
io, justificar a equidade dos Jacretos, I milboes. '
rece nao queror mais d.r curoW.me.Hoj ICutrotantoa-junlaram rfva.s ao budget pn-
familia; esta me i Ja tem feito mais ni mi-
FOLHETIM.
IIEXHI(tEIVEL\SJll\ET*
(ron GUSTAVO CHADEVIL.)
II.
Onde a nosta historia principia.
Unta etpecie de nevo, mais crepu.culo que
vapor, coinrcava a envolver Ierra. O aol,
posto a um momento tinha delxado de colorir
a* Ilesa aerial da velba Pars, cujos lectos de
ardoalas semelbanles aos mioaretos de uma ci-
dade oriental, lioham conservado esse reflexo
aiulado que fax meditar moli lempo os poeta.
A carruagem que levava a fortuna da franca.
11a peaaoa de Hcorlque de Navarra, corra e.u-
prc como um furaco. Purm por mais depre-
saque ella caiulnbaaar, f?l todava logo alcau-
rada por um cavallelro que, incllnudo obre o
-rcao do lellln, lulou ao principio em preitesa
camella, depoia paisoo-*, semelbanle a um
metfio. '
Ventre-Salnt-gri! murmurou o re, que
a esta apparlco, liaba chegado a cabeca a por-
liobola; eia-aqui, ae me nao engao, o noo
deaertor Ueautrelllla; elle nao vai mal para um
Laiquenet Itto he mea.no pata faier deieipe-
() VMe o Diario n. i 0.
rar nosso pumo de ulse, que pretume, cora Oh! ob.lgadn, mad.incsella Mara, obrl-
eisa lacluidide que o deitingue, cr o mclhor gado por ler vlndo hoje.
cavalleiro da chruiandade. I aira, dle Mana, vira anda boje, nao ob
Saint-Rieul-lleautrllli, levado pelo aeu ara- tantc a argulcdes enrgicas de inlnl.a consclen-
be eritava algumas vetes com sua vot mai l.n-' ca, a qual me dtx cada vex que uin sc.nclbante sorrl
ncriosa Mala deprea, l'Jinn, mal depres- procedimenlo de mloha parle he um dobrado pela!
la! ... Djinn, como digno csvallo de sanguc crime para com meuff 1;^1_e_P*M1_c.0."teo.,"J# \ ~
mitivo, priaeiru aisde 47 milliesem m-
Otwso,eem d'spezas Cerca de 67milh0es.
Assim deixandb de lado a nova tUsposiclo
este budget imaginado pelo ministro afim
de pracurar enoobrir i sitnaQlo real, direi a
Vmc. que todos os recursos reaes ou even-
Ioms se elevan a sommi to-
tal de t;*9:H3 600
e a despeza to'al a 1 503.400,000
DirTerenca 5i milhOes em dficit.
O ministro declara de uma maneira quasr
positiva que el'e fara desaparecer este dfi-
cit por doua matos priinoiro pela anula-
o dv)+^o de* ereeHtos rsjiayalalajpfjgadoe i stagar
pelo augmento das rendas indirectas,
experiencia an e-li infelizmente para repe-
It proiemptoriamente as assersOes um pou-
co arrisca 'as do ministro, o qual nao a des-
conhece, porque.se, termo medio, ha para
cada anno 50 milhes de annulacllo.ha lam-
nem as pelicOes dos crditos supplemenla-
riosque, le>mo medio, se elevam a cem mi-
IhO-'s, o que fai nascer cada anno depuis de
1830estes dficit parciaes que ciusaram os
maiores embaragos llnancetros do ultimo
reinado de Luiz Philipie, o que troxeram
o total da divida tluctuante actual cifra
enorme de cerca de 700 milhOes.
Este ministro se fosse um homem uo esta-
do serio, e verdaderamente responsavel, so
presasso um pouco os inleres.es do seu
paiz, soapressaria em rrtinr-se dianle dos
lecrolos do 29 de ma'O, entro oulros, os
quaes, duplicando os grandes ordenados de
lodosa principios funrionanns, vem pertur-
bar e destruir a preteulida economa deste
famozo budjet normal; breve sera prenso
augmentara cifra da lisia civil, a qual se-
gundo as indiscripcOes da Patria, nlo quer
j conlentar-se mais com seis miInOese pe-
da* 2 : creio mesmo quo as pret-nco>s se-
rio mais elevadas a menos quo se abandone
ao poder n rendimento da msior paite dos
dominios do estado, como no lempo de Luiz
Philippe.
Esqurcia-me dizer quo aspira-se a ser
imperador. Do outro lado, os novos recur-
sos com os quaes so conta para equilibrar o
budget sito, o meu ver, bem precarios.
Conta-se primeiro com a renda dos domi-
nios do estado 15 milhoes, 2 com o paga-
mento feito pela companhia da caminhos de
ferro do norte milbrtes, pela de LySo
38' milhOes, este ultimo pagamento ser
segundo a situicao actual da bol? hem diffi-
cil: terceiro com a mo lificcSo feita no im-
posto sobre o sal e sobre as bebidas 9 mi-
lhOes ; total 66 milhOs.
Commercio, Industria c Obras publicas. No
momento dos aciinleciinenlos de setambro
o governo sem duvida de accordo com al-
guna principies banquei'OKe negociantes,
seus partidarios, os tinha levado a fazer
grandes compras em grosso de materias pri-
mas para fate-las passar depois para as ma-
nufacturas, sem ter certeza de quo os oh-
jectos fabricados teriam urna ext'io nas
praxis Jo commereio, mas romo o trabalbo
tnnustrial nao pude marchar senSu tanto
quanto a venda nrogride ronttnuainente, su-
cedeu quo o vendedor 11.I0 fazenlo nenliu n
negocio, os fornecedores ficaram com todas
as manufrctu'as ; quem .la impulso ao com-
mercio a lelalho 1 he quo o rico proprteta-
rio quo compra qu-si sempre em grosso,
e que ao menor incidente, pira ou diiuinue
as sus tlespvzas, enlretanto que O opcraito,
o pequeo emp'egado que nao poder a-
montoar rendimentos o quo compe a
grande maiotia das massis, principalmenle
nas cidades, despende, consume diariamen-
te o sou salario, quando elles o lem seguro.
D'ahi resulla a alividdo do coainietcio a re-
lalho ; mas logo que o salario nu o Iraba-
Iho para, (floino no Oslado aclUil ) elles na-
da poden comprar ; r-ntao aparece paralisa-
cilo do commercio, a quil produz logo a da
industria.
Desalio a que se aohe uma outra ciusa
quo explique a extcuuaQo actual do com-
mercio. Tenho mil provas para uma. Os
tiabalhos quo o governo decrela com profU-
aao nao contribuem o nem cont'ibuinam
cm nada para diminuir penuria gerai, por-
que, em quanlo a idminislraco der e-tes
trabalhosa empresarios ricos, sao estes 001-
prezarios quo lem tolo o beneficio, prove-
lando-M da miseria actual o nilo oceupan-
do sen3o bracos que consentem otn traba-
Ihar por lodo preco.
Bolsa. (Janlo ables, he o nico lugar
onde o neaocio eal em urna verdadeira an-
iimacao frenelica. A conversao da rend, a
reduelo do juro do Huiro, a c.ncessao das
Imitas de c.minnos do ferro, lo las eslas 0-
peraedes, produsndo tliaramonti borras-
cas neste ocano financero, onde o encon-
tr violento de ulereases uiversos faz arre-
messir de lodos os lados vagas argnteos,
os quaes exploram os ousadoi e os nabeis.
Mas qnaitUs se nlo, vSo lancar nas praias
ns e despojados I! Depois de uma viria-
c5o nexplicsvel, tal he a situacSo dos vto-
res os mais importantes.
Os 5 por ceiito que estsvam a 7 de marco
a 105 francis.e 60, e ficam a 6 de abril a 101
flancos e 10 C _____,_________.

deaeurolava.n em un. futuro lodtUolto de pra-
xere ineRavel e de eterna mocldade; hora de
catase, cuja recordaco, depols de longos annos,
fax baler o cora(ao do velho e tras outra vex o
orrlso ao cus labio faado pela duvida e
pela decepcOe! .. ,
Querei, Saint-Mleul, perguolou .'la.
que passemos era resenha nosso passado ? fal-
Os 3 por cnto que estavim 7 d marco
4 8 francos e *5 c fleam a 6 de abril a 75
francos e 5.0 c.
Os 4 e 1|2 por cento (nova rrcu-toj a 7 de
marcos 89 franco e50c ficam a 6 de abril
a'101 franco ; 10 c.
AcctVs'do Banco ( sCQfljBt de 1.000 fr.)a T
de rtisrco a 2,750 francos, o 50 c ficam a 6 de
abril a 2,750 francos.
(Carfnj partculare )
DA INSUFFICIENCU DAS FORQAS DEFENSI-
VAS DA INtiLATERIU EM CASO DE 1N-
VASAO.
ConlinuacSt), do o. 106.
III
, l um mesKala fiios Iraneius.
sBirafasse de tabir como se havena
o im: orador da Rusaia, ou o imperador da
Duina para dar um drsemba'rque na logia-
'io 1,1, os drtalhrs do ataque como os da de-
fesa, abracaran) tantas quantldades in-
cgnitas que se poderi" apenas cliegir a
urna especie de solueno kaleidoi eopigue,-
to he quo cada um, segundo a man-ra pe-
la qual dispnsesse a questao em seu espirito
a vera debaixo de um aspecto diferentes
Mas quando se considera a probabilidade
deste mesmo desembarque operado pelos
francezes, o faeno da historia nos vem logo
presiarsua luz, nao so elle nos revela o que
oulr'ora foi um profundo segreJo,o pla-
no de ataque do inimigo o os preparativos
fetos para sua execueflo ; seno limbeni
pe iirh 11x0 de nossos olhos as medidas
que furim lomadas para ftustra-lo.
A esta experiencia do passado, cunvm
juntar nosso conliecimento actual dos re-
cursos pecuniarios, militares e navaes da
Franca, taes quies to provados pelos do-
cumentos orficat's, e se ludo isto tillo fur
uDeiente, basta atravessar a Mancha para
qualquer ver, com os proprios olhos, os ho-
oioits, as cspingarJas, as tiaionetas, os ca-
nhdesoas balas que seriam dirigidos con-
lra nos.
Digamos primoiramonte uma polavra do
passaJo:
m 1797 o Directorio fez construir con
o iim di tentar um desembarque na Ingla-
terra balis chatos, os quaes deviam trans-
portar um exercito do 150,000 homens de-
baixo do com mando do general Bonaparlo.
O general depois de ter inspeccionado lodos
os portos e colindo uestes mesmus lugares
tolas as informacOesque era possivel obler
voltotl a Paris, declarando quo a empreza
Ihe pareca mullo arriscada para jogar em
uma -o rlnai le apcao a fortuna d. Franca.
Todava anuos haviam apenas decorri-
do, quando eslo mesmo general, enUo feito
chefe do.estido faziu, do seu proprio' movi-
nientu e'nesle mesmo fim, ptepsralivus que
atlrahiram a atleucao seria do goveriM Iti-
glez. Desde O Escalda at ao Carolina todos
os promontorios, todasas paites sallicn les da
costa so cncram de fO'lificacOas e de ba-
leras destinados a protegeremos embarca-
res que se es'orgassem, aproximan lose
da torra lo perlo quanlo fotee possivel,
alcanear o ponlode reuniao gorai de Dun-
korque o de Rolonha.
Chalupas, canboneTas e baicacascstavam
reunidas em gran 10 nuinrro neste ultimo
porto onde os preparativos militares erorn
proseguidos com uma aclividade extraordi-
naria, e os jnrnaes francezes nao fallaratn
de outra cousa uiaissenao do prximo de-
sembarquen Inglaterra.
Os preparativos de defesa se organisavam
com igual vigor na Inglaterra, quan lo a Ga-
zeite officielle de 2 do outubro de 1801 an-
nunciou que uspreliuiinarej de um trata-
do de paz mili,un sido asstgnados na ves-
pera.
Mas esta paz r.lo devia ser do longa dura-
c3o. Desde a primavera de 1803 armava-se
de uma o de outra parle, com dobrada acli-
vidade. NapnleSo publicou ofllci.lmeiito a
ntenclo de collocar-se elle mesmo a fente
do exercito da inv.sSo quo devia anda com
uor-si de 150,000 homens. Uma numero-
sa fntilha de barcacase do barcos Chalos
reunidos em Bnlonha devia.dobaixo da pro-
(eccio de urna frua de navius de lio bor-
do, transportar para as costas da Inglaterra
este exercito consm material ; elal era a
organisago desta frotillia e a disciplina das
tro,as, que fot provado por experiencia que
cem mil Immens acotr.panhados de 300 pe-
cas de artillara Cora seus catxOes, podiam
ser desembarcados em meaos de meia hora.
No correr do anno de 1803 cnnlav.m-e ja
em Rolonha e nos-portos visinhos 1,300 hir-
cos que levavam 3,000 pecas de artUhaiu
de grosso calibre. Calculaa-se que os In-
glezes poderiam ou durante a passagemou
no desembarque metier ao fundo u.na cen-
tena destes baicos e quo se perdera talvez
de dez a quioze milnomona. Mas. dizia
NapoleSo com raso. perdem-se todos os
dias mais em urna s batalla, e que batalla
pronvlteu jamis lal resultados?
O elertivo do exereilo francez foi eleva-
do a 477,000 homens, dos quaes 150,000, a-
campados nas alturas viajlas de Rolonha
formavain o exercito da Inglaterra. Um nu-
mero constderavel de navius de transpor-
tes deviam embarcar os vveres e as muni-
ci'i-'S, n .a.pole'i ordena va a coostrucrilo.
.nava u.u tcrraiso sobre o caraioho.
Quanto mala elle se approxiraava, mais sua
...archa pareca tmida e clrcumspecta. Ter-
se-hla dito, ao ve-lo tao sobresaltado e to in-
quieto, que tema perturbar o so.nno de u.na
pessoa que lhe eracbara, ou talvex mesmo nao
acba-la no lugar onde esperava encontra-la.
Todava u.na forma biauca e vaporosa la esla-
va, aiaenuda na attiiude do reculbluienlo ou
da oracao. beaulrillli aproxlmou-te della e lhe
diste com um acento doce e vibrante:
dn dieno da vossa estima c oque deve moderar be'r; por essa ralo, cada noue, quaod
um oouco a argulcSo evera de vossa com- delxo, fajo bem longai .upplicas para procurar
ciencia i obter que Dol e.clareca finalmente innih sl-
_ He verdade, tornou Maria.vi poisuislo.-.tuicao... mamo da aegulnlc, mal a nolte tem
dasasilellcadeat da alma. Seatslm nao fora, r ehegado, j eu eatnlnbo pensativo para este
crede o bem meuannlgo.eu nao estarla agora ao'boaqueslnno que deve nos ver reunidos; sem
vossa lado: Ecom u... indixivel abandono, ella i poder fugir do enl ment Inexpllcavel que rae
loinou-lhe uma das raaos, a qual apertou doce, l.npelie. Sem duvida Isto provm de eu con-
inenle entre as suas. Beautreillis, abys.nado em J lundlr multo vosso nome em mlnh.i supplicas
uma doce dislracio, va enlre-abrlr-ae dianwje de vossa iembranca sempre presente era mi-
de seu pens.menio este mundo encantador dalnhamein.ria, que vem aempre perturbar meu
esperanca, onde luminosos horlionwi le lhe | recolhlmenlo,
"Heautnilli conceuirava era madamesella de
La Vrlll.e tuas faculdades as mais amantes.
Tamben., tornou Mara com uma conllan-
ca Infantil, nao he culpa ininha ter-vos assim
mostrado a mil cora o prestigio que se da ordi-
nariamente aos nicos sonho da maginacao.
Mara parou confusa como se cu. sua fran-
queta, tivesse sido levada al.n do lim.
__ Lembrai-vos por ventura, Sainl-Rieul,
prosegulo ella, de lodos os incidentes de no.sa
nriineira enlrcvlsla?
tli.l slm, respondeu oLasquinet cora uina
emocao tfto poderosa que sua vo parcela exa-
lar sua ultima palavra, inultos seculos que ine
t,i,.r dado viver, eu as rcfererla era toda as
mus menores particularidades. O seohor vos-
90 pal, no dia do seu natalicio, havia reunido os
oMciaes de seu corpo de exercito. Quando eu
vos vi, nao sei o que se passou era mlm ; expe-
rimente! sensates desconhecidas; enil-me
transformado. Tiuha sempre de lutar, antes
de ver-voi, conlra esta vaga tristeza de orpho,
que junis nao conheceu os prateres fortifican-
tes da familia.. Digo-vo, a fellcidade do ou-
lros uie era Iniupporlavel. Vullel cora o cora-
cao loternecido, com a cabeja en. lermenucao.
Tinha lede para o futuro de uma r.nanacno de
vossos olho como o homem do deserto tem le-
da de uma gotl. d'agoa; para mlm como para
elle era uma condlc indlapen.avel da vida.
No da segulnte, conclulo Hcanlrcllli. mudando
Soto de .na vos por g.ad.coe. de diBcrenc.t,
vim cora uma mentira ettud.d. faier u.na v -
Ilu a Mr. de 1> Vrlllre..,. e quando me ret-
re he que me foi dado laxer-voi um pequeo
te.vico, por una veie exagerado depois, mas
aoqual devoa Indixivel satisfa;ao de vos ver
assim algu.naa vexes ...
Calinda! inicrrompeu Hara, pondo com
uma v.vacl-Jade encanladora, um dedo sobre os
labios, antes de ir mal adiate, devo reparar
um e.ro. Vede que ja sao mullas as vexe, Saint
Itieiil, que cha.uae exagerada as expreaaoes
ardcnies que menrranca a lembianca de vos.a
bella aeco. Pols bem! como nao quero vlr-
vos ininguado, mesmo para vos, vou tambera
recordar uma ulll.na vex o pastado.
Ou! eu o couheco, dls.e tleaulrlllls.
*st era nosso progra.orna, dls.e Hara,
loso tenho dlrelto a elle.
TinI momento depols um homem pas.ava
con prec.ucde ineip.tmlvela at.ave da. alea
" oa do parque. Tendo ehegado perto do
.uin.!,. lr,i. de quadro as flgu-
P*V .nr-,.va. d.'n.da.nexellaqde La Vr.llrc
"Je S. nt it ""I. He redobrou de e.fo.co, pa-
ra que nada trabi..e .ua pre.enca e occuliou-
,e por detra. de um malo, em po.tcao de ludo
ver e de tudo ouvir.
Quero pols, tornou Ma.la, encher a lacti-
na de vo.sa narrafao. Quaodo vos reliravea,
ua nolte ae vo..a .egunda v.aita, eu montara
um cavallo novo que ineu pal acabava de rece-
ber para mlm do l.lmonaln Vos inaamo, |a
montado, ine ftie.ies uma cortexia prolumla,
.liante da qu.l, para responder-lne asquee! to-
da a prudencia. Meu cavallo naturalmente es-
panladico, vendo que eu lhe afrouxava a redea,
parllo logo, correndocomo o vento atravex das
arvorei.

ILEGIVEL





WStaffiSK ST } rVo..Monn. no rio" Cotiuguib.
w-^rssr.n^r con-,lewhor.. -. fesa-a
Ao mesmo lempo e pin dialnhir a it- por pira os -oleres S. Exc. e mus
ianArl"dr.I?.7...mb.rc.r Wmil h...... .oa. que linham de o "P/nb".
r levou ferro e fui lomar o rio se'gipo
inna passado a a que iciba da pialar n
usomblca tobra a oorai.
' Corrtjo Sirgipenst.
Cotpniunicudc.
uVo rpXprl';, loiadVpedeniem,n: .. orca.iBo, -ceb.u-o. Mli.r.clori.m;nle
te de un lea suplementaria de 50,000 eempenhou-s. por Ihea dar loos M.coro-
Lmeos por conscripto, decretada pelaca- modos como.tato con, IM -N
Shsi.doV/organisidos e armados om luda roim que apenas tfve conhecimenlo da cbe-
I eiUOcio So p.U. o que despeusou de re- g.d. do Eam. Sr. Concitas ;"-
co.rer-se conscripto forcada. prensou ,r compr.ment.-lo nii capital par.
Tu.lo hivn sido previsto vara o eso de o acompanhar. ma. leudo em c.m.nho no-
invasBo. Oreidevi. transportar sua pessoa Ueia que S. Exc. se resolver lMrpN
par. Chelmsford ou par. Uarlford ; a r.inlia Bar, dirig.o-se pira o ll.roi.ii, onde suppu-
Amariun. receb...o mesmo lempo um de- ra. O Exm. 8r. Cu.ic.lves '^IpraWa-
iciivolvinieoio proporcionado .a circoms- deo depois dealgum descansoufa. '22
tenci.s; 75 naos de liuii o 270 fragaias o oengeiiho-nha doG.to-.io txm. sr. m-
outrosil.vioseram pollos em cotninissio. rio do Maroim ; pnrin foi emb.racvo|peo
Pouco f.ltou para que a grande combina- ,01*0 temi. No da 30, pelas 5 NM
c3o naval de Napuleflu nao livesse resultado, .inanhia, foi saudade a estada de Ss. bies.
O almirante Cullengwood foi o nico que [na cidade com mullas girndolas de io^iib-
teveopresentimentodoqu-isopassava. Etn l-e. UepOU do almorjo sahiram W. mi
consequenciadisordensque ello deu, Sr. pira a Uoh. do Gato pela pessagera di P
Kuberl Calder oi mandado crusar ao oeslo dra Branca e Maroiin.ouue Se. Excs. MMV
do C.bodeFcoisterra, onde encontrando de ram para ver a obra da matrizque estai ia-
tupocUas! Bem ynphilisau de val
lietta, emanda dlm-aBil tanta
Aoaro me com os labial mat o seu cu-
raca nM affattailo de llt.a
Wo a'raoe fementidos do que o f'!"
ana, cuja desleildade exprobrava o l)iv no
M-slre, alo o notos Eaenbia com quem lu-
tamns esees que, innocentsimos Hube
em iu-s exterioridades engioidoria, sao
Bros Ca" nis intenees e as obrai !
Quindo por ilgumis veres, em phnse un
pnuco severa temos eincterisado bem ao vi-
voesse bandoTe gr.lh.a anarchislas, que
no bapliarao do perjurio torneras o nome
de conttiluinle, lera, t.tai. parecido a al-
goem, que somos por de mals acrrimos ni
justa apreciarlo que Invenios reno da n-
dole e systeme desses nossns incomiieraJot
patricios, que, arremetjidoa por seus pro-
prios delirios as ias da pnrdicflo, olo lu
meio, por mals ignobil, qoe nSo empre-
guem, pira levirem elTeito ai theoriii sel-
vagan*, os principios desorganisadores, qoe
ipresentim em pura perda do oalz, cojo an-
niquillamenlo promovem acodadamente,
inoculan lo no espirito di popular-So a de-
sobediencia como lei, a resistencia armida
como um dever, a dobrez como urna vlrlu-
de, o assassinio como um desifogo, a dis-
truicBo da ocie lado como um herosmo ; e
finalmente a mais espantosa reicgo como,
um meio nSo horrendo de tornar pratioa-
veis todos os sonhns de estragos, que cons-
lituem o bello ideal dessi f.ccBo importuna,
que, na intermittencla da Tebre revolucio-
nirla, a lapira abyamar em torrentes de
singue este por dedo de Dos nos a Anda bem 1 Os Tactos como que pululara
porfl" para demooslrarem o ace lo doa
Dorsos juizos cerca dessa nova raca de Pa-
riseus, que, leodo perdido pela desordem
as posl(0es que becupavam, e nao qoeren-
(lo adquirir pelo trab.llio as eondi<0es re-
gulares da existencia, se constituirn! em
estado de niva permanente contri ludo, que
nao avonao progresso de cus desmin-
dos, e planos subversivos.
O grito de hoslilidide que elles acabara
de levantar contra o digno administrador
da provincia, he a expressao mais Bloque-
te, he o io licio mais significativo desse es-
tado de verligem moral em que se el
acham '
ulndo impulso s mas eoovlcr;oes irregi-l
miniando as filas de qoe so elle oompoe,
que Bul fcil lero trioBphO iobrois in-
restidas, e ataques dilles conaei, que ihl
murmura o peloi cauto da cld.de
_______________ O 8a* f de CapUeJlo.
AGOA, EXEBCICIO. E DIETA.
0celebre mlicoDumolio, que vivia DO
lampo de Luiz XIV, oslan lo para raorrer. e
rodeado doa maii distinctos medico, de Pa-
ria, que Ihe teatemnhivam s n dor pelo
estado em queo viam :
MeuD sonho-es disse elle, nSo limen-
teis mlnhi morle, porque delxo em raen
lugar tres grandes meJicos.
Instado pon designar quies eram estes
mdicos, em cu|o numero cadi um dos is-
listenles pensivi aer incluido, elle respon-
deu inmediatamente e com grande des-
cootentamenlo de todos ;
Enes mdicos sao : agoa, o exerci-
cio e dieta.
SEXO DUVIDOSO.
Da Gaselle des fioipllaux oxtrihimos o se-
gulnte e curioso tacto.
Com o nome de Angillca Courtoh.fo\ bap-
tiaa lo um recem-nascido, sem se aiber io
certo qual eraoseu verdaJelrosexo. O ge-
nero do nome impoi Iciiinfi condii;ao
do traje feminino, com o qual andou, n8o
sem grinde desgosto e repugnincia, lie I
idade de dezoilo annos.
Nesti poca, persuadin lo-so de toiloane
tse vestidos lne eram mal cabidos, foi-
e i pedir i um medico celebre uuia verili-
cicBo.
Este, reconhecendo ni pessoa todos os ca-
racteres da virilldade, eque as duvidis of-
ferecidas sobres clas4(lcac,ao do seu sexo
procedlam de um vicio de conformado, co-
nhecido em medicina pelo nome da Aypoi-
padiai, piasou-lne um altestido em forma,
segundo o qual a promova de mulher ap-
parente homem real. A ambigua crea-
tura nlo quer sabor mais nada, a slscida-
de da aue melimorphoso quasi Ihe tolda .o
sizo, pira lof,o escorcha e arroja de si is
salas que a incommodavam, e enverga ufa-
na as Insignias de homem de faci. Este
homem, com sibor de mulher, falleceu ha
pouco com t- iota e oito annos de ida le, e
foi ontao que pel anatoma se apreciou per-
feitimente a extravagancia decunformecBo
com que a natureza quiz fazerdelleuma
especie de prau na ordem natural dos se-
xos.
MIUE DE I'RIESSNITZ.
Acab de morrer em Cosffenberg o cele-
bre Pnessniti, o apgatolo mais fervoroso da
diversaa mludezas, i oiiSo mi'so de ro-1
razei, 18 culos ciximbos de barro, lOIat s
es 8i ditas dita di ergmo a, It fardos raix
dn alteia, 4 ciixai boceliniiu de taoi ral,
13 tabois costado de imarello, II prin-1
xdes dito dito, 400 siceis irroz, MO oiuav
assucir, ISO mollios pollos de cabr<, 8u0
duzii cocos de beber agua, 3calx tai de doco secco, 200 meioa barris doce d
rec'bedoria de rendas internas ge-
raes DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 19..... 397,361
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 18.....1=408,026
mm^*mem'*mm^tm
repente aaesquadras combiuidas de Kram;.
o de llosp.nb. deu um combate de cujo ru-
sultado dependa a sorle da Inglaterra. Urna
nevoa espeala impedio que a victima dos In-
glezes fussecou pela, mas o fim principal
da balallia fui allingido, eemquanlo que
sir Robert Golder eotrava na Mancna, o al-
mirante Villeueuvo, nao julgaodo prudente
seguir marcha quu loe tiulu sido trabada,
dingi.-se para o Fenol.
Oualquer que seja a ad nirarjllo que deva
inspirar asagacidade dr|Colliogwood e a co
irii-ui do quo deu pruva sir lioberl Caldnr,
bu inipossivel nao reconhecer que foi prin-
cipalmente ao atcaso, a circunstancia pu-
ra u "Mito accidental da atmorpbera e dos ven-
tos que -influid lias despstele* dos dous al-
mirautes, quo o povo inglnz foi deveuor,
nesta occasi3o desua silvafao.
(Continuar-sc-ha.)
INTERIOR.
SERGIPE.
Realis-iu-se finalmente a visiti do Ex-n.
Sr. conselheiro Francisco Concnlves Mirlins
pres lente ds provincia da Baha, a csl-
provlncra on le hamuits dis era espera-
do. No di 28 do mez lindo pelas tO horas
da mannfio foi S. Exc. recebi lo no palacio
do governo pelo Exm. Sr. presidonte desl-
provincia. O Exm. Sr. Goncalves Martins
sahio da Baha 18 6 do tarde antecedeirto
em o vopor Pedro // da companhia Uom-
tim, e entrou barra drltl cilade s 8
horas da manhaa segunre.
Acompanharam S. Exc. ossecuites Srs.:
Lonrenco de Souza Marques, oflicial da se-
cretaria do governo da Ualiia, capit3o-te-
nente Jos Moreira Guerra, capitilo do im-
perial corpo deengenheiros, Innorencio Vel-
loso Pedemeiras, e os negociontes Ant-mio
Pedrozo oe Albuquerque, e Vencesiao Mi-
guel de Almeida. Vieram tambem do ps-
sigom nutras pessoas, entre ell-s o Sr. Dr.
Jos .Nuiles Barbosa Madureira, natural des-
ta provincia, e sua familia quu ba muitos
annos resi iem na da Babia.
A viagem do Exm. Sr. Marlins leve por
lim combinar com os Exms. Sri. presidente
tiesta provincia e d< de Maguas sobre os
melhores meios de effectuar-se i vantaJos
navegado por vapor para c>rga e passagei-
ros, e facilitar assim o comniercio destes
lugares segundo o pensan n3o so por acto do governo e assembli ge'
ral, como por legist Os Sra. Pedroso e Veocrsiio, de-cjandois
sociir-se I companhia nesta empreza, vie-
rnm examinar pessualm<*ule se Ihes seria
conveniente lo r.r parto nella.
He loquestionovel qOe a re.lisar-se esse
pensamento do Exm. Sr. Gonrjilves Marlins,
ter de lucrar eata provincia, pois que nao
a se turnar mais rpido e seguro eu des-
envolvimenlo commerciai, como prospera-
ra a sua ag'icultur. em quo consiste lo la a
sua riqueza. Ninguem boje desconhece as
va"tagens dos vapores; .crias sao tBo palpi-
tantes que dis - nionstrai;3o.
Agn qoe temos dado conhecioiento ao
publico du motivo da viagem do Exm. Sr.
Gonfalvea Martins, diremos em resumo so-
bre sua estada e ronrer-so quintse passou.
Voliel a cabeya para dirigir inav paloolbr
do ulllino adeoa: ru vol vi enlao airai de uiim
sfgulndo-tnr. com urna ripreasao de (error (o
pungente que coinprehendl, apezar do perlsu,
que o aenitmenlo que vos arraslavanfio pedia
ser un aenlfineuto vulgar. Depols dease mo-
mento, nao dealtngul mais nada ; paree la-
me que soohava e que arraatada por urna fure.
invialvel, corra atnita para um nmodo novo.
tem depreaaa o ar que me .(outava os olhos e
a fronte causou-me urna esperte de vmlgein.
A Ierra, leinclhante a urna torrente me pareca-
rjue llnha urna crrentela de lerrlvel rapl8ei
as sebes e paredes deaappareclam de dian e de
linio como fantasmas que nao leem nenhurna
forma preelaa. r'ecliel oe olhos dando um gri-
to de.peda9.d0r! M.a vos e.tavel. la, vigiando
sobre 01011; voaao cavallo acabava de juntar-
se ao meu, a frente do qual vos precipllaatea de
um pulo oom eata sublime energa que Deoa
despensa somante aoa hooiens de sua esculha
Eate novo peao em vea de fatigar o meu cj vallo,
Sareceu dar-lbe urna duplicldade de ardor.
Os Ihe embebeate opunhal- na garganta, de-
pols voi suapeodeste ao sru pesen;o >Hm de
esgotar-lhe drprtiaa as forc.a, .em rellecllr
que seriela segurameote esmagadn, ae por in-
felicidade elle vlesse a abater-ae. Mas o animal
exasperado pela dor, adlantou-se anda mala e
dsu tanta frenes i la marcha que eu suflbeava
pela Pirca do ar como se o ar me llvesse faltado.
Elle etiegou todo espumante diante do Sen
zendo coostruit o Sr. baro de Maroim, e
deooisseguiram passan lo pelo trapiche do
mesmo Sr. barao pora a Uuha do Cato acom-
panli-udo-os mais algumas pessoas, e rece-
bando em tua entrada e passigem por den-
tro da villa aigiiaes de sitisfarjo, tocindo-
Se mullos fogueles etc.
As II horas apeiava-se toda a comitiva n
prooriodade do Exm. Sr. birBo do Maroim.
Tememos offender a modeslii do Exm. Sr.
barBo rio Maroim d'SCrevendo ludo quinto
fez S. Exc. para obsequiar o Exm. Sr. Coo-
caives Martins, que com tanti anciedade e
atisfar;3o de cordial amisaue o eaper.vaj
s temos a dizer que lodos os que tomaram
ac-si doSr. bario icaram Sktisfeitos e re-
onlrci-i los. .....
Depois da chegada do S. Exc. i Unhi de
Cito, onde fo'am recebidos por alguos pa-
reutes do Sr. bario, loram concorrendo va-
rios outroi proprictarios inclusive o Sr.
i-ominan lai lu superior do municipio da
Capella, Jos da Trindadel'riio. No da 31
pel.s 7 horas da mantisa dcixou-seo enge-
niio do Sr. bario para o lugar Mo nbarja, 3
leguas do poito dis Redes, onde linha S
Exc. re embarcar para o vapor que ahi sa
chava prompto a dar movimouto maqui-
na. Com til" ito as 10 horas e meia emb ir-
ando todos para o Vapor abi leve lugar as
iesuedidas des rluas primarlas autoridades
lesla e da provincia da Baha e mais pes-
soas, e largou o vapor deixindo o Etm. Sr.
(encalves Martins penhorados de Htiat|i]l0
a todos os que o acompanharam n>8la pro-
vincia, por suas maneiras obsequiosas e tra-
to de apurado civismo c -m que gera|inent<
el-1 "ii i a as saudatues e felicitacOes que re-
cebra por sua visita a eata paovincia ; vi>i-
ta que foi considerada como de bom agou-
ro; peque S. Exc, amigo devotado do
paiz, enneorreria cum sua infiuencia para
oimar tambem qualquer beneficio a osla
provincia, assim como tem sido mcansavcl
a longnimo em dar a Babia, sua terri m-
tal, o lugar de admirarlo que hoje tem 1
respeito de sua IBo rpida pros.reridade.
Dos di animo e vigor a S. Exc. pin con-
tinuar prestir tantos e mais Valiosos ser-
vicos patria.
As 11 horis o Exm. Sr. presidente desti
rovincia e pessoas que da c pital o acom-
anluram seguio em destino a Lirangei-
rs para a capital; mas clieiiando all, em
casa do Sr. Dr. oltaira, foi-lhe preciso lo-
mar iljum descamo para seguir eutio no
dial, como succedeu piri o seu pil.cio,
on ie cnrgou s II hons do dia.
Consta-nos que o Exm. Sr. Concalves
Martina, na conferencia que tivera com o
Exm. Sr. presidente, que se ioteressa efil-
Cazmeote pela ru ilr-a^Vi da navegado por
apor para e^ta provincia, por cuja prospe-
idade t'o seriamente si empenha, decl-ra-
ra que iiJn convmlia a companhia estabe-
lecer a rebocigem, (Ofque isso era preju-
dicial I compaiihia e passageiros dos outros
lontosque 0B0 se sujeitariam aad-muras
qoetrSriaoi esse facto; mas que contando
a companhia com a CoaijuvacBo de O eoli-
tos do gnverno geral, e com a prottMlO di
assembla provincul da Baha, sem duvida
so orginisasse, e na marcha dos vapores
(iiesse-os talvez tocar em alguns dos porlos
desla provincia para tomar passageiros,
-lo que terio do ser inutilisadas as 1 is do
N'um longo apontuado de om earpidot nydrotherapii. Dolado de grande sagaci-
Jell do j.de finura de instincto, eaobre ludo de
que ae l 00 orglo demaggico d
crrente, ve-ie mui visivelmente 1'iti ra-
sio palmar, a insufilciencia absoluta de suas
allegar;Oes contri o Exm. Sr. Ribeiro, cjo
urna avareza insiciavel, resolveu pela me-
dicina, esta patria nata de toda a especie de
charlatn, adquirir urna fortuna indrpen-
receber nem felicllacrjes, nem agradecimentos.
voa o. rollaste .s nossas eiprcjioes de legiliina
gratidao.
Quandoae cumpre unidever, disie Beau-
treillis, os agradecimentos sao Inuteia eai fell
citacdei superfluas.
-- No dia seguiole, continuou Maria, meu
pai e Mr. de Magdeburgo foram ao campo para
voa lembrar que vos devlain, um urna filia, o
imiro urna amiga, e trazer-vos ao caatello onde
eu tenlel pagar por mlnha vea a inlnha divida,
dlzendo-voa ludo n que o coracao de urna mu-
lher pc em Igual caao dlzer-ltie. E depola,
concluto ella com um aorrlr brllhani%de can-
dura, nos no. temo, vista aqut todas ai aoitci.
Ela-aqul quinto ao passado I
Beaulrlllll. subjujado pela graca omnipoten-
te de Mara, tlnlia na alma esplendore de fell
cidade. Seus olhos acabaraui de encontrar um
desses olhares, de brllhoa avelludado. oa quaes
resplandecer cheloa de futuro.
,- Queris, agora repllcou Mara com um ar
alegremente distrabido, que voa diga porque,
apezar do grito de mlnha coosciencla, nao te-
nho urna s vez faltado entreviala ?
Disef, dlael, respondeu Saint Rieul.
Mara lancou com um movlmento gracioso
_eui cabellos para Irs, e sua voz vlbrou com
inodulajaes celestes. Porque dl.ie ella meu pal
linha J dado la patarra, porque eu nao poda
romper a promessa que elle tloha felto a Mr.
nico peccido, previsto noafeorBo conili- Ieu^m Depois de terexercido, sem habili-
tuinle, henoter S. Exc. prestado lOTMi |ac0eseiMmbaai sem grande fructo, a me-
enmptacente IssuggestOes perigosas dus en- jjcj. vetorinana, fez-se acreditar possui-
viidos cartliagineses, quo la foram solicitar jurde ma panacea universal, de um re-
um semlus-cunsallo contra o proced ment msjj0 jnMlivel para todoodoenleo mais
louvavel daa autoridades policiaes doR,io- desengaado dos mdicos; esto remello
Fqrmoso, qne, consejas dos deveres do seu era a agua frii. O padec ment he porla-
encarajo, prohibrram a fuiidivflo do um foc- dordaf; odoenleesli sempre prompto a
co sedecioso niquella cidade, a qual, fiel crer, que ha anda um remedio que o polo
como tem silo i iniUluijON do piiz, nio Slllv,r por isso este novo doulor Singn-
poJerii jamis testemunhar, bu consentir do, esta quinla essenciados barOes de Gata-
que em sau seio se eslabelecesse essi o//i- Dl() Vio-seem breve acodidoue umi multt-
cinn desubversBo, qnal consideramos aso- dg0| Jt cum p eiedade liberal Pernambucana, despeito mes- qUe j n0vi da appahcBo de um aojo s.lva-
1110 de haver nem, por ignorancia da hisio- jor iccorria de todas as partes a esmolar o
ra, ponha em duvida o perigo dessas as- balsamo consolador. Emito, seguro do
sociaijOes, que tBo funestas bao sido i di- tnumpho, a sua industria lomou as formas
versos paizes colossaes. que a cobicosa phantasia Ihe ha-
Bem Eis-aqui capitulado o grande mo- v;a tracado. Fundou um hospital, atiranio
livo de aggressio contra o Exm. presidente |ogi-ts, vendillies u indust iaes, de todo
da provincia 1 o genero, construirm-se edificios, aformo-
Malevolencia alenlada / seou sea ierra ; GccfTeiiberg, pvilo esque-
Ns desaliamos i essas roas carpideiras do cd0 deserto, experimeolou urna comple-
orgio agitador a que exibam um s faclq, ta transfonnagio. Estes melhorameiitos, e
bem dilucidado, que prove parcializado e a felicidade do povo, s3o na verdade um
ausencia de jusliea nos actos administran- g|orK,so monumento a memoria disto ho-
voadoSr. Ribeiro;--coojurmos que apre- mem| uao obstante a avidez srdida de ou-
sentem urna s violencia, que ficisseimpu- r0que os promoveu. PJe bem desculpar-
ne, contra os direilos polticos de qualquer e.|he a iotenSo, ltenlo o beneficio geral
membro da propaganda; que mostrem _ue c>usou. O que he porm questiona-
mesmo qual o aliido seu que viva separado veiabe se o numero dos despachados deste
de seus lares por vexarjes daa autoridades mjnd0, se daoda mosma maneira salisfei-
locaes : redusam, por consegointe, as suas los prjessnitz grangeou urna nomeada,
aecusaces A estes lermos, despeJidis de _UJg uiversal, e diz-se que chegara a a-
todoo actavio embusteiro, que hepossivel junllr quatro milh.-s de francos,
darem-lhe um corlo ar de verosimilhanrja. (Revista l'opu
Masem quinto o nBo fizerem ; em quanio
Popular.)
queimirem escrvas do reducto das decla-
miriles e da aleivosia hBo de ser averbadas
de imprudentes e de calumniadores.
Em cada lugarejo da provincia loo les nm,
ou maisencarregados, de vos transmitlir os
aconiecimentos e as cousas com as cores,
que vos convem. Nao ha facto que nBo des-
figuris, pintan lo-o medoohamente ; nio
ha tolicos e mentiras que nio inventis, pa-
ra transtomar as verdades mais pal aa veis ;
nBo ha ardil que nBo urdas, pira conser-
var a venda nos olhos da mullidao ; desor-
0 a im-
COMMERCIO.
PRACA DO RECIFE ii DE MAlO AS
3 HORAS DA TARDE.
cot cO as orrlcuis.
Cambio sobre Londres : 1 27 l)t d. 60 d|V.
Descont de lotras: de 6 mezes 3|4 p. c.
an mez.
ALFANDEGA.
Rendimento do dia 12. 8i9I8,695
te que se po le dizer. que a mentira e a im- Deiearregam hoje 13 *aM*.
postura nunca liveram tinto prestigio, co- Br.gue Ingle rBM:1jMjM*'______
mo nos vossos libios I B"8 hesainholi -- Dlscobterta merca-
Mas, engimi-vos .'Aruriiii ano mitii
Todas as vossas machini;0es 10 inuteis ; CONSULADO GERAL.
esse povo que julgus estupido, eque vos Rendimento do da 1 a 11., .
parece fcil de converler em instrumento dem do du 12........
dos vossos crimes, tem olhos pira ler a his-
toria dos vossos erros ; ouvidus para ouvir
s comentos que se Ihe fazem ejuizo pan ,,,.,., ppnviNriAS
descirnir; e anda q-je possais arrastrar diversa pitoviniaiAO.
aps o carro dos vossos delirios urna meia Rendimentodo Ola I a n.. .
duzia de fanticos, multidflo dos ciddSos IdemdodialS.........
honestos o pens lores I1B0 de delestar-vos;
amenos quo o governo nBo saibs i'laromi ^_
direccao conveniente aos esplnlos modera- Rxportaco.
Rio de Janeiro, brigue nicional Animo,
w tonelladas, Con luzioo s- guinte :
fardo ciapoa de palhi, a Caisas pia-
., 5 cofres de ferro b.lido. 2 c-i.os pe-
umi bimi di homens perdidos, que pouco deilaes de m.oeir., 7 fardos cordas e lo,
uBiirosos u principio, podem invadir al IM cixas chumbo de munlglo, e ball-s
um ponto perigoso o terreno da opiniBo, se Pl'l pi'to'* egranadeir.i, 40 ro os chum-
Dio forem abados os seos esforcos, antes bo em lencol, I ca.xa pecis do s.rj. e
que chegueni a maturid.de. sed.,. 795 ca.xas passas, 30 dits tn-s-as,
Colloiue-ie, pois, a .dministracSo" pu- 5 re.ries amenJoas, I caixio tttmil,t
blica no mota, d. p.rti IQ monarchista, fardos Ic.ssuz, 4 rod.s rame, 1 c.ixote
6:333.837
3:473,305
9:007,043
315,119
54,801
369,930
dos, que lne olTerecem o seu sincern aaolo,
5Sou- desvario, uao tere! forja de ir mals longe.
urnas de La Tour he um Infame !
Mr.
eu cui um arreiiaiamemo que nao poda se
rear, tlnha nece.aldade de ver-voi algu,.. "j:Ycibi7Vc.b.t diaie Be.utrellli. c
"'- 'h nbrlgado, obrlgado, disie Salnl-Rieul urna impaciencia chela de aniledade.
... laso he ludo! dlsaa Mara.
C- Tende. me perguntado rouitti vezei.meu So I nio he ludo, e.clauou por la ve.
ainlao. porque raiao Mr. de La Tour nao vem oLaaquenel. Man
*,a,sg.oc.lello. mil. em nome de
_ Slm, e
urna firmeza
em nome de vnsaa finada
vossaa mal. aantaa crcucas
lendea-me sempre recusado coto em nome do que o mundo tem de mala .agr-
contra a qual nao lenho podi- do, eu vo. conjuro ; acabal, acabai. euqu.ro a
,i..,,.ii- rlaramente os motivos verdade toda luteira :
,u,.r. aplicar-me claramente o. motivo. W^^i,^ lnl,rrog.m..
"-''Poli bem Siint-Rieul. delta vez serel PrToTr.'ee ch'egou par'a junto de v.
franco voXel, alod. qu. me custe, inlelra. ie.n re.erva.ou iOu.eoie i.udou-vo. ic.n rei-
conlldenclai. Mr. de La tour nio me inspira- pello
antea de eu vo conhecer, era amlsade,
rea .
Elle ao principio clngio-me com um dos
r.r0r.c,ulrr:e.e^e7mVTuViV.^\."cm^; "? E deoU^Uia .,d. Salnt.R7,u.,cuj. voz
m.d.mell., cootlnu.l, eu vo. peco. que He proounclou .^raj. cu nao
nelle se prcclpltou. Cinco minutos depols eu'Grammoot de La Tour, seu protegido i porque'
eslava alv. de um perigo lerrlvel, gracas vos-leu tlnha a certeza deque elle nio terla con- [
a corajosa dedieacaO, pela qual, afim de nio icntldo em nonii frequentei entrevlstai e que ,-
baizodas lilbai.
Mara cujoa acerolos perdan) insensivelmen-
te de sua flrineza, toma immedltainenU o tiri-
to de Salnt-Rleul.
_ Oh I ouvl I bradou ella com urna lorte de
luppriiuldo
beizando-inc, conclua Mirla, elle deixou
cahir :imi caria. Esta carta dirigida a Mr. de
Maj-enna, proinetta enlregar-lhe o ejercito
Movimento do porto,
Voi'iii mirado no di* 1-'.
RioCnndedoSul--4l din, brigue inglcz
Tamarde 133 toneladas, cipitSo Nickol-
son, equipigem 7. em lastro ; ao capitBo.
navios sahidos ao mesmo dia.
Panhyba hiato brasileiro Espadarte,mes-
tre Manoel Sophio da PenDa, carga varios
goneros.
Santos pelo Ass e Rio de Janeiro patacho
brasileiro Bella Amita, capitBo Manoel
Jos de Sena Martins, em lastro.
Loindi comesc-la por Benguela brigue
portuguez Oriente, capitn Domingos Jos
de Faiias, carga agoardente e mals g-
neros. Conduz a Jos e Catraio ambos
africanos livres.
Rio de Janeiro patacho brasileiro Ky-
theroy, capitBo Joaquim Jorge Goucal-
ves, carga aasucare mais gneros. I'as-
aageiios, Jos Guiiherme dos Reii, Flo-
rencio Manoel di Victoria, M.noel Co-
mea Conlarte e 17 escravos a entregar.
Hamburgo patacho hamburguez Johan-
iii, capUBo G. Heiotz, cirga couros e
pedia. Passageiro, Guiiherme Kopp.
EDITAES: '""
Pela inspectora da alfandcga se faz
publico, que no dia 17 do conent depois
do meio dia, port da me sua re arlirjio,
se ha de uromalar om hasta publica 3 cai-
xotes com 9arrobas de gomma a 3-20, total
lu ris; 3 di os visios 900 ris, total
600 ris; 1 barrica vasia por 3i0 ris; 3
barricas com 93 arrobas de linharja a 500
ris, total 11,300; apotos do barro vasos
a 1.000, total 9,000; 1 cesta do g.via por
4,000 ris; salvados da burea sarda Bolilla,
o abandonados aosdireitos pelo re-pectivo
c pililo, sendo a arrematarn livioile di-
re i IOS so arrematante.
Alfmdcga de Pernambuco, 19 de maiode
1859.
O inspec'or interino,
Bento Jos Fernanoes Bsrros.
(tillar. Sr.offlci.l-maior servindo de
inspector da thesouraria da fizenda provin-
cial ; em cumprimento da ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia de 93 do corren-
te, manda fizer publico, que nos din II,
19 e13 de maio prximo vindouro, ir 1
prac para ser arromando, per.nte o mes-
mo tribunal administrativo da mesma the-
souraria, a quem por menos fizer a obra dos
conferios dc'quo nccessiia a esa, que ser-
ve deprisBoe quartel na cidade de Naza-
reth, avaliada em 699,600 rs.
A arrem.lacio sera feita na forma dos ar-
ligos94 e 97 ca lei provincial n.986 de 17 de
maio dp!8S1,e sob as clausulas especiaos
ab.ixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematafio comparec,am na sala das sesses
do mesmo tribunal, nos dias cima men-
cionados pelo meio-dia, competentemente
habilitadas.
Secretaria da thesourarii di fizenda pro-
vincial de Pernambuco 96 de abril de
ISM.
O secretario,
Antonio Ferreira d'AnnunciafBo.
Clausulas empecines d'arremalafo.
1.' As obras constantes deste concert,
serio feilas dn conformidade com o orna-
mento a pprovado pelo Exm. Sr. presidonte
da provincia em data de 93 do correle mez
de abril, na iiLporlaocia de 099,600 rs.
9.a Estas obras serio principiadas no pra-
zo de trinta dias, e conclu las no de qua-
tro mezes, a contar da data da arroma-
lefjfio.
3.' A importancia total desta arremata-
cjSo ser paga em urna s prestadlo quaodo
esliverem concluidas todas as obras.
4.a Pan ludo mais que o3o est determi-
nado as presentes clausulas seguir-se-ha
inteiramente o que dispe a lei provincial
n. 286 de 17 de maio de 1851.-Conforme.
O secietario,
Antonio Ferreira d'AonunciacBo.
O tiln. Sr. inspector da thesouraria da
fizendi provincial,.em cumprimento di or-
dem do Exm. Sr. presidente da provincia,
manda fizer publico, que nos diis 95, 96 e
97 do corrente ir apriesa para ser arrema-
tado parante o tribunal administrativo da
mesma thesouraria, a quem por menoi fizer
a obra do 3' laen da estrada da Escada,
avaliada em 13:911,810 rs.
A arremetaclo sera feita na forma dos
arligos94e 97" da loi provincial n. 986 de
17 do maio de 1851, esob asclausulas es-
peciaesabaixn copiadas.
As pessois que se propozerem a esta ar-
reinatacio romparecam na sala das ssses
do mesmo tribunal, nos dias cima men-
cionados pelo meio-dia, competentemente
htbelitadas.
E pira constar se mandou afiliar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da fe/.endi provincial de Per-
nambuco Io iie maio de 1859.
O' secretario.
Antonio Ferreiri d'Annunciii;So.
Clausulas especiase da arrrmnlafio.
I Aa obras do 3* Unco da estrada da
Escada serio faltas de conformidade com
o orcitnento e planta aporovadns pela di-
rectora em conselho o'esta data, e aprsen-
la ios a appruvac;io do Kim. Sr. presidente
da provincia, ludo na importancia de
13:911,810 rs.
9." O arrematante comecar as obras no
sjQaaMHHBflBBBtBBBraBSMIBMBBlHBB
real eui dona mezes : riizia tambem, terminan-
do, que o algnaurio, Francisco Grainmont de
La Tour, era o chrfe de una conapiracio da
qual cada membro devia, sendo tirado pea sor*
te, para deaorgam.ar aa trepas, aiaaasinar Tu-
renne, Brln.ac, Gr vi j, ludo al ao ultimo ca-
pillo 1 lenos Mr. de La Vrillre ao qual
em honra ii iuii cana, proinetila-se fazer
graca.
Be.utreille. em sua .doiiacao pode ape-
nas .enborear um movlmento legitimo de
horror.
Comprehendei. agora, meu amigo, per-
guntou Maria com urna sorle de fraquesa na
voz, porque eslou tau triste, e porque trago em
nos... cooversacflea eale vaga inquietacao que
lne reprochis (ao ficqueutemente I
Eu nio vol deveria fallar ar nao dejoe-
Iho. I responden Saint-Rieul mas dizei-me
como be que vosso pal anima anda este tnl.e-
r.vel em aeus projeclo. de outr'ora ? ainda que
elli. nao venham juntos ao caatello, .el que
se a vi stam todo. o. dia.: este ei ro de Mr. de La
Vrillre me confunde.
lato vera, disae Maria, de que Mr. de La
Tour, vollaodo aobre seus psioa, no momento
de que vos tenbo fallado me arrancou das mos
sua cario com espanto, fazendo-me jurar que
gnardaria o aegredo de um projacto cuja eae-
cucao elle renunciara. Todava para me callar
ate ento, lenho soflrldo mil monea.
E quando, perguolou Salnt-Rienl, devia
espirar o pra.o primitivamente fixo 1
praso do om mez. concluir no de um in-
Do. cootidu da data da assigoatura do con'
tracto.
3. A Importancia desta arrematadlo se-
r paga pila fajrm determinada no irt. 39
di le provlndlll n. 186.
4. Pira ludo o mais que nBo estirar de-
terminado rus presentes clszulasseguir-se-
na o que dispfie a lei provincial n. 986 de
17 de maio de 1851 Conforme.
O secretario.
A. F. d'AnnunciacBo.
- O i Um. Sr. inspector da thesourari da
fazenda provincial, em cumprimenloda re-
solufBodo tribunal administrativo de 6 do
corrente, manda fazer publico, que nos das
25,96 e 97 do mesmo ao meio da, perante o
mesmo tribunal so hl de arrematar quem
mais offerecer, por lempo de S annos a con-
tar do l. de julhodo corrente anuo 30
de junlioe 1855, o impoito da laxa das
barreiras daseslradaie pontes abiixo de-
claradas.
Giqui, ivaliada innualminte por f:IOi,000
Magdalena dita dita dito 4:450,000
Motocolomb dita dila dito 9:721,000
Cachang dita dita dito 9:100,000
Taciruna dita dita dito 641,000
Bujary dita dila dito 641,000
Aa peison que le propozerem 1 eitn arre-
naiarors, coinparecam na aala daa sesses do
mesmo tribunal, nos da. cima indicado, com-
petentemente habilitad...
E para constar ae mandou afl.ar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da tbe.ourarla da fazenda provin-
cial de Pernambuco 7 de malo de 1852.
O aecret.rio,
Antonio Ferreira d'Annuncteeao'.
O lllm. Sr. ofllcial-maior serviudo de
inspector da thesouraria da fazenda provin-
cial, em cumprimento da ordem do Exm.
' Sr. presidente da provincia de 20 do corren-
1 te, manda fazer publico, que nos dias 11,
19 e 13 de maio prximo vindouro, ir
' praca pin ser irremitido, perante otribu-
| nal" idminislritivo di mesma tfiesouraria.
! quem por menos fizer setenta e du.s grades
I de ferro para m janellas da casa de dolencio,
pelo piei;o de 130 rs. libra.
A ai.emaUrio ser feita ni forma dos ar-
tigos 94 e 97 da lei provincial rt. 286 de 17
de maio do 1851, e sob is clausulas espe-
ciaos abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematif.lo compirefim na aala das sesses
do mesmo tribanal, nos dias cima men-
cionados pelo meio-di, competentemente
habilitadas.
E para constar se mandou afiliar o pro-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria di fazenda pro-
vincial de Pernambuco 9t de abril de
1859.
0 secretario,
Antonio Ferreira d'AnoiinciacBo.
Clausulas especlaes ala orriaalocdo.
I." Todas as grades serBo feitai de con-
formidade com o exposto no orrjamento e
i desenlio junto, pelo preso de 130 rs. por
llibr- v a
9." O mesmo arrematante sra obrigado
laapresentar dentro de cinco diis urna das
grades prompta, e no prazo de cinco mezes
csiario todas promplas e entregues, con-
tado o prazo da data da rreroatac.ao
I 3." O pagamento ser feilo ero tres pres-
tirles iguaes, e da maneira leguinte: a pri-
.meira quindo ealiverem proruptas yinte o
quatro grades, a segunda quando ealiverem
entregues quarenta e oito, e a terceira quan-
do estiverem todas concluidas e entregues.
I 4. O ferro empregado na construccBo
destas grades ser limpo de quslquer delei-
to, e do de melhorqualidade quesecostu-
ma empregar geralmente tiestas obras.
5." Para lu lo o maiaquenBo esliver de-
terminado nas presentes clausulas seguir-
s--lia o que dispem a lei provincial 11.
286.~Coufurme. O secretario,
A. F. d'Annunciacjio.
Declarasoes.
a-araaj
As malas pelo vapor de guer-
ra inglez Harpy, para S. Yicente,
Tenerife, Madeira, Lisbou, e In-
glaterra, fecham-ae hoje as 3 ho-
las da tarde neste consulado. Con-
sulado britannico, i3 de maiode
i85a. A. Augustoa Cowper ,
cnsul.
A sumaca Flor do Angelim recebe a
mala para o Ceara hoje as 9 e meia horas da
manhia.
Oarsenal de guerra precisa contratar a
promptificacijo de um livro meslre impres-
so, e encadernado com ch.pi.ment, p.ra
ion a I ii.ni, de doze ditos tambem impressos,
e enc.dern.dos com cii.piarjieotofoara com-
panlnas, de tuna bindeira imperial de seda,
de um. baste psra a mesma, do um poste, e
de urna capa de oleado pira a mesma, assim
como precisa comprar livros em brinco pau-
tados : quem taes ohjeclos quizar prvmpli-
fic.r e vender, podo dingir-se a sala di di-
rectora do mean.o arsenal, no da 14 do
coi reble mez,ao meio dia.
Consulado de Portugal.
No dia 14 do crtente ( sexta-fairl)' pelas
10 horas da manhSa no armasem da.oasa n.
4, da ra do Codorniz ( forte do Mallo. ) ta
ha-ijp proceder por parte deste consulado,
com aa formalidades devidis, yenda em
hasta publica do espolio deixado pelo sub-
dito portuguez Antonio Jos de Mallos, fal-
lecido abiulestado, cujo espolio consta de
diversos ohjeclos que lodos eslarfio patentes
sos licitantes e seiBo vendidos a quem mus
der. Consulado de Portugal em Pernam-
buco aos II de maio dl852.--Joaquim Bap-
(ista Moreira, Consol.
IIE4L COMPASHIA HE PAQUETES 1NGLEZES
A VAPOR.
Nodi 9t deste mez, espera-se
doSul, o vapor Tevlot, com-
mandante Onslow, o qual de-
pois da demora do coitume ,
seguir para os poitosda Europa: para pas-
sageiros, trata-s em casa da agencia, oa
ra do Trapiche Novo n. 42.
^;
A mauhaa.
Socrgal agora, dlsae Peautreillls que aca-
bava de lomar urna aubita delerraln'acto, fiuai
certa queae poracasn elle tornara voltar, sabe-
re impedir a realisicfoi deaeu. dislgnios.
Maria salino como urna gereda.
Nao, Saint-Rieul! disae ella, nao, v. nio
larris nada abcrtamenic contra elle, eu vos
prrn com as ni.es postas. Um tal homem deve
aer capas de ludo e va suecumbireis era urna
lula desproporcionada, na qual a. arma, leaea
nao bastara, lical era observafio, raa, nio vos
mostris. .. Elle vos malaria ou voa faria ma-
lar.... Nao be, meu amigo, nao haveis de obrar
assim 1 Va in'o juris, lu m'o juras, Salnt-
Riel!!l
Ueaulrelllis la responder quando urna carrna-
geni parou repentinamente oa grade. A vo.
do poslilbio grltou ;
Ol I
A esta chamada houve um ruido ditlinelo na
esp.ss. floresta e o peraouageo. que ah ae acha-
va occulto appareceu.
O Intendente I bradou Salnl-Rieul.
Seuhor Magdeburgo I disse por la ver
Maria. felizmente, dlaae ella endireitaudo-se
com uina nobreaa a qual deu alguma coma de
raagealosa a aua attllude, nio temos de que co-
rar diante delle ; nada ha no que tamos dito que
aeniopo.ia confessar. Demala, elle be bom,
ella nos ajudar junto de meu pai. Coavui
que n. ambo, o esperemos aqu.
fCoiifinaiar-w-Aa.;


"
T"*r
*
.3


<*
AimMitraf du do patrimonio dt orpMoi.
Parante a administracao do patrimonio
doa orphloaM hfio do .rrem.tir q*
maia der, por lempo de 8 innoa, qu. ba de
ter piinoipiodo l.d julho do jrrente an-
no 80 de junho de 1855 aa rendas doa pre-
dica seguiotea:
Lirgo do Collegio.
N. I o segundo rndar.
Ra do Queimado.
N. 33 loja grande.
N. 83 dila pequea.
Ra do Collegio.
N, 83 eaaa de 8 andarea.
Ra do Crispo.
N. 8 dita de 3 andorra.
Largo do Paralio.
N. 88 dita de 9 andarea.
N, 9 loja.
Ra daa Larangeiraa.
N. 17 casa terrea.
Roa do Rangel.
N. 38 dita.
Placa da Boa Viata.
N. 13 ciai desandaros.
Ra Velha.
N. 33 casa terrea.
Ra deS. Concito.
N. 88 casa terrea.
N. 8 dita.
Ruado Sebo.
N. 3 casa terrea.
Ra dos Pires.
N 39 meiagoa.
Ra do Roiario.
N. 60 caaa terrea.
as pesioa que se propozerem a arrematar
dilaa rendas, podero comparecer na caaa
dassesjOes da mesn admtnieiricfio nos da
13, io e 87 do crtenle mea, os horas da
tnlo con aeue fiadores.
Secretaria da *dn;intrrSo do pitnmo-
niu dos orphlos 8 de msio de 1853.
A. J. deOliveira,
Secretario.
E!iu tampaa, paraos curiosos em homcoop.tbl- |aappareceu do lugar de Apipuco o mulato
Roga-ae aoa seobores ailinantes o ob- |de nona Amonio, miis contiendo por Anlo-
aequio de mandar receber aeus exernpl
THEATRO
DE
S. IZAflEL.
41 recita da asignatura.
HABBADO l5 DE MAIO DE l85a.
Depolsda exeeundode urna das melhores
ouverturas, pela orchestra, subir a scena o
magnifico drama em 5 actosos
JEZUITAS.
ou
O BASTARDO DE EL-REI.
A parte de Edmundo de Castro, sera fei-
ta pelo ai lista Colmbra ; a de conde de Cas-
tallo Melhor, pelo artista AmeJo, e a do
Bastardo de El Re, pelo artista Germano,
que nicamente para silisfazer os desejos gue coro brevidade a lancha Nova Esperan
do publico, delta se encsrreguu, e nao por. c( : para carga e passageiros, trata-ae na ra
julgar que desempanhar* melbor. Ago- ja Madre do Dos loja n. 34.
rs, e 4 vuta da nova distribuido das r.fe-j ^ Baha.
ridas partes, eapera a empresa ter urna ili- Propoeol.a9 plr, e8le porto 0 veleiro hii-
mitada coi correncia, pelo quu desde j a- teCaprixoj0i0, seotiorespretendenles pode-
re no consultorio bomcopalhico da ra
das Cruxes n. 88.
16,000 pan os aasignantes.
A interessantissima obra
do
MEDICINA HOMEOPATHICA.
DO
Dr. Q. B. G. Jark.
traduxida em portugus
pelo
Dr. Pedro de Altabyde Lobo Moscoao.
Acha-se nos preloa da Typogrephle com-
mercia! do Rvm. 8r. Pairo Metra Henrique.
Esta obra he indispensavel a todas as pes-
soas, que querem estudar, o praticar a ver-
dadeira medicina a homeoptica : nen-
hiiiii elogio por miis pompozo, que seia. he
sufllciente para encarecer o mrito della i
onomedeseu suthoro Dr. Jarh he lodo o
seu elogio: tem sido ella a fonte, onde tem
bebido sua nslruccSoos melhores mdicos
e autores homeopticos. O traductor po-
deria fzer um resumo mais ou menos per-
f.-ito desta obra, mais nfio querendo apre-
sentar como seu o trabalho dos ootros, re-
aolveu veilo-ls para o porluguez, procuran-
do srtr o mais flel possivel mlrasladecdodo
pensamento do aullior. NBo estando com-
pletamente eatudado grande nume'O dos
medicamentos, que vem consignados em
dita obra, o tradotor reaolveu appiesentar
os cen medicamentos mas bem estudados,
e experimentado na pratica, os que com-
porto o I,0 volume. A obra ser composta
com excellente typo, e ntidamente impres-
sa em muilo bom papel, para o que nao te
pouiardo despeas. Aasigna-se para eata
obra o consultorio Homeopapthico da ra
do Collegio n. 95, primeiio andar dirigido
pelo traductor. Em consoquenoia de algu-
m diminuidlo, que conseguimos no preo
da impressdo, podemos reduzir a 16,000 rs.
o cuito para as pessoas que sedignarem as-
signtr ; devendo ser paga esta quant entrega do primeiro volume, que sabir o
mais brevo possivel, sendo annunclada 15
das antes, e enorrando-se a assignalu-
ra no dia di entrega. Espera-se que todos
os amigos da divinal medicina homeop-
thica, ajudem esta emprezioque muilo o-
brigar o traductor.
ConsullotioHomeJopiihico ra na do Col-
legio n. 85 primeiro andar em 7 deabril
de 1853. Dr. Lobo Muscoso.
Avisos martimos.
Para a Baha segu com muita brevidade
o palacho Sant truz por ter parte da carga a
bordo: para o resto e passageiros,trata-se ao
lado do Corpo Sanio n. 35,loja de mascamos.
Novo estbelecimento de lunileiro
Para o Rio Crande do Norte e Ass re-
gradece aos seus amigos e protectores
Terminar o esptctaculo, com a muito
applaudida comedia em I aclo,
O GAbTUONOMO
ou
O Avenlnmrodas Tabernas.
Em consequencia do mo lempo, ndo fot
18o drigir-so ao mestre, abordo, em frente
do caos do Ramos, ou a L. J. de Castro e A-
raujo : ni ra da Cruz n. 3t.
I'ara o hio de Janeiro sahe
at o dia ao do correte o brigue
biaaileiro Recite, por ter a maior
posMvel haver hontem o espectculo annun- parte do seu carregamento prom-
ciado! esendoum faci extranbovonla- paja o resto da carga, pas-
de do empresario, espera que o respettavel I"" i o i
publico desculpe essa falta. sagetros, ou escravos a trele, tra-
Comecii8 8hor8. ta_8e na rua do Colegio Q. 17, se-
O bilnetes acham-se a venda no lugar o ''. -
do costume.
TUEATKO DE APOLLO.
HOJE 18 DE MAIO l)K 1853.
Hecila extraordinaria em beneficio do actor
Joio Telle de Ueneies.
gundo andar, ou com o capilo
Manoel Jos Bibeiro.
-- Seguir ptrn a cidade do Porto, t o
lim do corrente mez, o brigue porluguez
Bom Pastor, de primeira marcha, forrado e
encavilhado de cobre, tem melada do aeu
joao ,e.. "-""" .. carregamento promplo, recebendoo resto a
Depots da eoaipelent.> Mtirtmiubir freie. e tambem passageiros, par. o que tem
scena o bello dramai da grande pompa ^ 'exce||enloSFCo,a.odos i trala-se com
LA KA VALiIjIu. I BailartOliveira, na rua da Cadeia do lleci-
0 beneficiado, que pela primeira vez so fe, armazem n. 12.
dirige ao publico, espera merecer do mes-I l'ara 0 tllO de Janeiro V8 sa-
mo -quelle onoio que sempre enconlraram _i
os artista que a elle se dirig m. hir com a maior brevidide possivel
Te minar o divrrtimento com o muito o brigue nacional Vencedor,para o
5*KtSV:naS2' CMl", 'o da carga, passageiros e escra-
j vos a fretej trata-pe com o capitao
Cleto Marcellino Gomes da Silva
! ou com os consignatarios Novaos &c
I Companbia : na rua do Trapiche
n. 34*
Para o Cear,
i segu com muit brevidade a escuna nacio-
' nal alaria Firmins, e sumaca Flor do Ange-
confeccon>r um repertorio de toda legis- I un, por terem os seus csrregamentos quasi
lacSo em vigor, pois que scerca deobieclos' promptos pdem inda receber alguma
relativo as reparticea de mannha e guerr carga a frete, para o que pode enlender-se
sinapen>s inUictdos oque podem Ser le-'com Luiz Jos deAriujo: na rua da Cruz
vados por qualqurr motivo ao oonhecimen- n. 33.
Principia' as 8 horas.
Os bilheles icliam-.se no theatro.
Publicares litterarias.
I'ublicacao jurdica.
Indico alfabtico da Legislado brileir
promulgad ale 1850, com a legislacSo an-
tiga a respeilo das lela promulgadas, pelo
desembargador JoSo Joaquim da Silva.
Nloteve o autor drsie ndice em vista
lo do poder judiciano e do governo provin-
cial ; foi seu intuito gmeme facilitar aos
juize, idvogados. em rrgados pblicos da
justica, faienda e polica, o aos neyocisn-
tes o meio de connecer ss leis i romuigadaa
e asdecisOes do governo at o lim do anno
de 1850, comprehendendo lambe n o I odie,
materia que interessSo so clero e aos
HdadSps em g'ral. Entendeu, porlinlo, o
autor que serta de tlgu
rentes cle da socio
seu Indica Alfabtico, 9**'g acom p'i'res"pto'dVATfsnder
tos do aponiamento do Exm. cunselheiro __ Q ( M c>rneir0 fir ,eliao,
deoat.do. oSr.Jose Antonio d Stv. Mal, no djll Mbb,do 15 do comnle, s II hor.s
e disposnoos anida en vigor de leis anti- da m>nh5a no geu ,rin,zeIn na rua do
gas, airaras e assenlos das exmelas crsi Trnche n. iim da diversos trastes nuvos
adei' de airuir, ricos
Leiloes.
Kalkman Irm.los farSo leilSo por ioter-
vemao o corretor Oliveir, de 77 far Jos de
fumo de superior qutlidade, em lotea voli-
tado dos compradores, sendo 47 fardos de
primeira, o 30ditas de segunda surtes, r.ne-
,. aa", w "";"." 1 ,d j.' B,hi pelo ultimo nvi : quint-
lguu,.utill.iades.d.fre. B^, (J(,oeorrnte siotioras da nanhas,
ctelade a publieaelo tio i, do rnl,2em do Sr. Antonio Aone
d lupplicaco.
Trapiche n. 13,
vZ^P^OOO rsnsprac. d. tnde- -^?+*?0uc., vioros, ....
droa com estn pas, livros histricos, cor-
rente para relogio, relogios pistolas in-
gle?as e outros inuims ubjtctos que serSo
entregues por qualquir prego.
pendencia, l>rana n.6e8.
TKATAMEINT HMEO-
PAT1CO.
DAS MOLESTIA VEMBIAS,
e cnnselhos aos doentes par se ennrem ,
si mesmo, sem precisirem de medico,
pelo profesgor horooeopilha
Goiset-llimonl.
Sahio luz acha-se a venda no consul-
torio bomceopithtco da roa das Cruzo n.
as, pelo preco de 1,000 r.
elementos"
DE
BoBiaopalhia.
Sihio a luz a segunda parte desta obra
composta pelo professor bomoeopathi Gos-
set Rimoni. Recebem-se assignaturaa para
a obra intera a 6,000 rs., no consultorio
i'omceopathico da rua daa Cruzea n. 28. Hc-
pois da publicacSo da terceira parle, o pre-
co ser* elevado a 8,000 rs. para aquelles
que nSo tiveram assignido. No mesmo con-
sultorio, acha-ae a venda ludo quanto he
nrcoasario para o esludo e a pratica da bo-
nioeopathia, como lejl : livros impressos
para bialoria de doentes, regimens apro-
priadoa para a provincia de Pernambuco, e
encarrega-ae da mandar furnecer qualquer
encommenda de medicamentos homceop.-
thieos, tanto avulaos como em caixa, em
glbulos como em tintura.
fio prelo : Vaihogenuia dos medie men-
t br.iileiro.
Avisos diversos.
a 1 n njo & Oliveira, com loja na rua do
tjueimado n. 47, declaram que nSo foram
elle que llzeram o onuncio publicado hon-
lom nesle Diario sobre os annunciinte, e
nem o podum fazer por quinto jt no Dia-
rios d semina passada llzeram urna deca-
racSo a qual n3o abrangia o lempo. Pedem
por isso osanounciaote sesaeentedepre-
sivel que faca por cumprirseus irlos,e nfio
se importar com vid alhoia, e pralicando
d'outro modo ter de ver su mazel por
esta follia publicadas, e enlfio se arrepen-
der*.
Oabaixo assignado faz ver ao respei-
tavel publico, que o bilnir que tem na ci-
dade de Olinda, be t seu, nSo tem socio la -
de nem condicoes com pesso* alguma.
Francisco Antonio da Silva Cerqueira.
Oabaixo assignado faz publico, que
fez leu bastante procurador a Francisco JoSo
Correia Guimaifies a qnem dt poderes espe-
ciaos para pelo abaixo assignado, aasignar
quaesquer letra de cambio proveniente de
IransacgOes dacommercio que o abaixo as-
signado haja de fazer para o que Ibe conce-
de poderes necessaiioa.
Autonio Das Marlins Moreira.
ntoMtnoel, de altura regular,secoo do cor-
po, de feir,Oe miudas, olhos pequeos e
pouca barba, falta de dente na frente, falla
deaembaracado, de mfio e p pequeo,
representa ter 95 a 80 anno de Idade ; le
vou vestido ctniiaajfde madapoIBo e calca
brinc ; este eicnvo j foi do ser lo: quem
opegarleve-o n pr*c di Boa-VlaU n. 8,
ou em Apipuco 10 Sr. Joto Francisco do
Reg Maia,que sera bem recompnsalo.
Iloga-so 10 Sr. Jos Joaquim Rimo
d Silva, ou peiio que Ih pertenca.decl-
rrumord. poi desej-. filiara nego-
cio de seu interesse.
-- Furlaram de Apipuco 9meiosblhetes
da loloria do Livranicnto com o numero 1190
que eati par correr no di 80 do corrente,
por isso pede-se ao senhor thesoureiro que
o nfio pague, caso que siia premio, sendo a
seu proprio dono, que he o senhor Francis-
co Jo.-c Alvos.
O escrivSo actual da irman-
dade do Divino Espiito Sanio, faz sciento a
lodos os nmaos que domingo, lado corren-
te mez, devem-se achar no consistorio da
igreja de Nosia Senhora da Conceicfio dos
militares pelas 8 horas ds mantilla, a lim de
assislirom a misa moliv, depoia di qual
tem de ae proceder a eleicfio da mes que
tem de reger a irmandade no anno de 1859
a 1853.
~ Fernando Jos da Rocha Pinto, remet-
i para o Rio de Janeiro as suas escravis :
nio* azia, parda* de 14 annosj Rita, creou-
la, de 90 annoa; Idalina, crcoula, de 10 an-
uos; eMarcolino, creoulo, de 10 anno.
Aluga-se um sobrado com grandes
commodo pira um grande famila no lu-
gar dos Coelhos: quem o pretender dirja-
se a ru Augusta, a fallar rom Anacilo Ji s
de Mendonc,, nu sobrado junto so profes-
sor de lu un.
Perdeu-se tins requerimento, do piteo
do Collegio it 1 rua di Trincheiras, indo-
se pe ru estreili do Rozrio: quem os
schou pdodeixar nesli lypographi, que
ser recompensado.
o.< abano assignado, tem amigavel-
mente lindado a sociedade que gyrou nesta
cidide sob 1 'irma de Mouteiro 611 rn.1o.dos-
lo o primeiro do Janeiro do correute anno :
ficando a loja de miudezis d ru do Quei-
madoe a liquidacdo do activo e passivo da
extincta firma, cargo de Joaquim Monte-
ro da Cruz : a loja da rua da Cadeia, perten-
cendo Mmnel Antonio Monteiro dos San
tos.cujos eatabelecimentos gyrsrsm sob seus
proprins nomes. Joaquim Moiileiro da
Cruz, Ma in .i I Antonio Monteiro dos Santos
~ O absixo assignado, lendo no Diario de
hontcm, 19 do correle, o innuncio em que
um inonymo aconselluva 1 Jos Josquim
Pereirade Mendonca, que nfiocomp'asse
loja do atorro daBoa-Vill 11. 10; respondo
o mesnio abaixo assignado que quem se jul-
gar prejudicadu por letras vencidas ou conta
delivro, de fazendas que tenham vrndido
para a mesma loja, apretentem suas coalas
para serem pagas : em sua casa na Soledad
n. 18.Manoel Jos de Mgihde Bastos.
O abaixo assignado, proles-
sor publico da cadeira de instruc-
cao elementar do segundo grao,
nova mente criada no bairro de
Santo Antonio, avisa ao respeita-
vel publico, que tem aberto aula,
na rua do Sol n. 11 : as pessoas
que quizerem matricular seus fi-
Ihoa, pdem comparecer na sobre-
dita casa das 8 horas da manha
at o meio dia, e das 2 da tarde at
as 5.Miguel Archanjo Mindello.
Jo de Almeiila Hat reto
Bastos nao deve cousa alguma ,
na rua do Queimado n. 2o.
Na rua do Vigario n. ij ,
precisa-se de ofliciaes de latoeiro e
lunileiro.
I'recisa-se de um feitor pa-
ra um sitio, na Passagem da Mag-
dalena, dando-se-lhe urna casa de
morada ; d-se preferencia a um
portugurz, ou ilheo, e he preciso
que tenba pratica de tratamento de
capim : na rua do Trapiche n. 3.
Precisa-ie de um caixeiro, que tenha
pratica de loja de clcalo : 1 tratar na ru
di (.ulna do Hecife n. 7.
A possoa, que annunciou um sitio na
Casa Furte, para arrendar, ou trocar, que-
rendo arrenda lo por maia de um anno: Di-
rija-so atrs do theatro velho, no segundo
andar do sobrado por cima do bilhar.
Da-so dinheiro a premio, em pequeas
poicOes, sobre peohores de ouro : n ru
do Cahugt n. 3.
Mnoel Francisco da Silv, vl o Rio
de Janeiro, levando em sua comoanhia, os
sousescravos, JoSo, M'noel, Victorino, A-
drians, o Jonna, pardos, o Auna, crcoula.
Lotera do Uio de Janeiro.
Ao 90-.00flf000. CaziFrliz.
O vendedor de biihelea da Ca Feliz dos
Ouatro Cantos d rua do Queimado n..20,ro-
ga as pessoas que possuirem os bilheles e
cautellas dos seguinle na. da 94'. lotera
do theatro do S. Hedro de Aleantn, que ve-
nhim receber os premios que tiraran), oa
quaea se 1 agam sem descont algum ; ns.
3029, 1:000/000; 1311, 900/UOO, 765, I00#
5523, 100/000 ; 3361,100/000. Na mesma ca-
sa se ni liam a venda os muito felizrs bilhe-
tiso cautellas da 7.'lotera da cultura d
amoreiras cuja liata cheg l o di20; a el-
los ae querem tirar bons premios.
to di 5 do corrente furtaram de um
qoin'il de um casa emOlind, um civallo
caxito quai prelo.sem signsl nenhiim bron-
co, grande, muilo novo e castrado : roga-
se as autoridades policiaca, ou qualquer
pesso que o possa apprebender, que aviso
por eate Diario, on entregue na rua do Cres-
po n. 17, nu a seu proprio dono em (Jlindt,
Pedro Cavalcanti iVanderley.quo ser gene-
rosamente r. compensado.
O cauteliat Souz Jnior continua
pagar os premios sabidos em suas cautelas
bilheles vendidos em sua loja de ferragens
o rua do Queimado n. 37-A- e tem exposlo
a venda pelos preco abaixo 1 suas cautel-
las e bilhelea d 7*. lotera do Rio de Janei-
ro a beneficio da empresa da cultura d'amo-
reiraa bicho d sed cujas lista devem che-
gar no da 19 ou 90 do correute pelo vapor
brasileiroou inglez, recebe em troca bilhe-
les premiados
Bilhetes 92,000
Meios 11,000
Quarlos 5,500
Oilavos 9.800
Vigsimos i,3uo
Quem precisar de nm ofllcial de bsrbci-
ro, procure o pn'c da Independencia
n. II.
Manoel Ignacio de Oliveira compra ac-
(Oes do banco ue Pernambuco: na Praca do
Commercio n. 6.
Da-ae dinheiro a premio coa penbore
de ouro e prata : quem pretender dirija-se
ru das Ago-Verdes n. **.
O Dr, Sarment, medico ,
mudou sua residencia, para a ru*
d. Cadeia de S. Antonio, defronte
do convento, can junto a repart-
fio da polica.
Os senhore que devem oontas j* anti-
gs, na loja da ru do Crespo, da Jos da
Silv Campo & Companbia, mandem pa-
ga-lis, esperando que sali o facam, para
110 pnupar o deagosto d* os mencionar poi
este Diario, aem excepclo de pesio, e in-
dependente disto serdo entregue pesio
par ss cubrir jodiciilmento.
-- A admi iairiclo di compinhi do Be-
biribe, fiz publico, .que I requerimento do-
accionista, o Sr. Manoel Concalves da Silva,
vilo ser ub.-tituilas as apolicos de numeres
1339 i 13*5, 1347 i 1359, deaenciminh
da do pttter do oiiginsiin possuidor, o Sr.
Dr. Francisco Jlo Caroeiro da Cunta as
quaes Acardo sem vigor aludo e qualquer
lempo, quu srjam presentadla. Escilpto-
rio da compinhi de Bebirihe, 19 de miio
do 1859. Odirector. Jlo Pinto de Lentos.
e latoeiro.
N ro do Vigario n. 17 fazem-ae toda
ohns tendentes estesdoasofllcioscombre-
vidide, peifeicfio, e por preco commodo ;
ssim como hi um completo soitmenlo de
lodists obril de foln de Dandre
-- Manoel Gome Leite, lubdito porlu-
liuea, retira-se par a Europa.
- Jos Joaquim Pereira de Mondones,
lendo no Diario de hontem um annunoio
em que diz nfio compre 1 loja do atorro di
lina-Vista n. 10 de Manoel Jos de Maga-
Ihles'Bistos, pelo prsenle declara oslarde
posse da mesma loja, em cooformi lade de
urna escriptur publica que o mesmo Ihe
.iissou ; em quanlo ao mais do annunrio de
nada sabe, e nem he de ua competencia
saber, por mesmo estir no goso de seu di-
reito, ese contrario he, ou ha motivo legal
que o inhiba, haja o annunciinte de decla-
rar.
Oabaixo assignado declara 10 publico
que desde o dia 90 de fevereiro p. p. ha dis-
solvido 1 socio lado que linh com Candi lo
Jos de Lima, ni taberna da Ligoa do Bar-
ro, em a cidade da Victoria, fleando desde
easa dala em diante gyrando sobre sua
Irma.Francisco de Aun um Lima.
Attenco.
Sebastido Frincisco Belm, oTorcce-se
10 seu svo, o Sr. Jos Franriscj Belm,
para o acoitip-ntiar na viagem quo o mes-
ato pretenda fazer.
Hilse 5 contos de ris s premio, so-
bre penhores de ouro, prata, joias precio-
sas, firmas a contento, ou hyputheca em
bons de raiz nesta praca : quem precisar ,
dtriji-se a rua estrella do Rozario n. 13, se-
gando andar, das 6 ss 9 horas da omitida ,
que se di> quem d.
Precisa-se de urna ama secci, pr o
servico de um casi do pequeni familia ,
quesaibi coztnhsr o engommir : n pric
1I1 lintel endoncia n. 5.
Lociom-se porluguez, pnilosopht e
geometra, pormenor gratificaedo do que
costuma-se: na rua rio Queimado, primeiro
andar do aobrado de 3 andares, quasi f teiro ao beco di Congregarlo n. 3.
Arrenda-se um sitio na estrsda do Ro-
zirinho. com boi casa devivenda e diversos
arvuredos de fructo: na rua Velni n. 63.
Joaquim Antonio de Santiago Lessa,
est esidindo na rua Augusia, casa te rea
n. 66, onde pode ser pr. curado at as 9 da
manhaa, o das 3 da tarde em dianle.
osaliaiio assignados f-zem sciente ao
respeitivcl publico, o pnncipalniente ao
couime co desta praca, queem 30 de abril
prximo passado uissolveram amigavelmen
le suciedade quo imli 111 na loja de quin-
quilharias di rua larga do Rozario n. 99,
que girava debaixo da firmaVictorino &
GuimarSeshcando a cargo do socio Victo-
rino a liquidacdo de todo o activo o passi-
vo da extinc'a firma. Recite de Pernam-
buco, 8 de m Forrrir.Jos Fnncsco de Araujo Gui-
msrfies.
-- 0 Sr. JoSo Frsncisco Lapas, com vend
nos suburbios desla cidade, tem um carta
daParahiba: na livraria da pra(a da Inde-
pendencia n 6 e 8.
OSr. Conraio, que trabsllta no the-
t'O de Apollo: queira vir pagar o que deve,
na loja da rus do Crespo n. 10.
OSr, Jos de Almeida Brrelo Basto,
queira vir pagara quantia do J6# rs., quede
he devedor, ha 3 annos, na rua do Queima-
do n. 20, isto proveniente de bilhetes da lo-
tera do Rio, em quanto o nao flzer ver o
eu nomo nest Diario.
OSr. J. S. N., quir* ter 1 bondadede
vir pagar o que deve, oa loja da rua do Cres-
po n. 10, do contrario ver o seu nome por
estenso.
- OSr. B. B. L queira dirigir-se t loja
di ru do Crespo n. 10, alim do pagar a sua
lelrinha de 8,000 rs., do contrario ver o
aeu nome por eslenso.
O Sr. Custodio Jos de Carvaiho Gui-
marSes, tem o'nu carta, vinda de Macelo :
na rua da Cruz n. 69.
.- Constando ao abaixo assignado que
Fulo de tal Malta, morador ni rua di Pnia,
tem procurado desacreditar onnuncinle,
dizendo, que este I lio nfio quer pagar a im-
portancia de urna letra, quo diz Ine haver
sido indosssda pelo fallecido Manoel Do-
mingues da Silva, acceita pelo annunciinte;
vem osle convidar aodito Milti, pin que
no praso do 3 das Ibeipresenle a tal letra
com o indosso do fallecido, sendo que a o
nfio tizar paisir por um desicredilador da
honra alhei ; e meamo lalvez se oossi ex-
plicar o desippirecimento de ilgumis cou-
s, que se dui perlencrrem io finado Do-
miugues. Recife, 11 de maiode 1859.
Antouio Francisco dosSiulosCinde.
Publicaij&o commercial.
Puhlica-se toda as legundas-feiras nesta
typngraphia um ROLETI.M COMMERCIAL em
bom papel e ptimo 1 y pos cooteodo os
procos correntrs dos gneros de importando
e exportando, em portugus, francez o in-
glez, conferidos por um corretor da praca ;
declarando das despezas e direltos dos mes-
mo, e do porto entradas, sabidas e carro-
amentos dos navios ; cambios ; moedas ;
fretes, comparando dos pesos e modula, re-
lanio dos navios existente no porto, e um
rovist semanal das ven las e mais moyimen-
loido mercado: subacreve-se 12/)00por
anno ni livraria n. e 8, da praca da Inde-
pendencia.
Jos Francisco de Araujo Guimarfies vi
fazer urna viagem a Portugal, e leva em sin
compannia su* ntulber Mara di Conceicfio
Araujo deixa por seus procuradores neata ci-
dade os Srs. Joaquim Moni iro da Cruz,-Albi-
no Jos di Silva e Manoel Antonio Monteiro
dos Sanios.
-- Antonio Francisco da Silva Gispir, em-
barca para o Ro de Janeiro, seu escravo
pardo, de nome Jos, tle'21 annos de idade.
Antonio Martina Carvalno, embarca pi-
ra o Rio de Janeiro, a sus escrava parda, de
nome Josepha.
Jos Gonctlves d Silva Raposo, subdito
porluguez relir-e pr provinci di Ali-
go s.
OcautelistaSalustiano de A-
quino Ferreira, avisa ap respetta-
vel publico, que os seus bilheles
e cautelas da stima lotera a be-
neficio da Culturado Amoreiras,
eda 55 lotera a beneficio da San-
ta Gasa da Misericordia, esto ex-
postos a venda na praca da Inde-
pendencia ns. i3 .5, loja de
clcdo do Arantes e na rua da
Cadeia do Hecife n. 46> )(,ja e
miudezas de Jos Fortunato dos
Sanios Porto : a stima lotera da
Cultura de Amoreiras correu no
primeiro do corrente mez, e a 55
da Santa Casa da misericordia fi-
cava a correr no dia 11 do pre-
sente mez;' as listas de ambas de-
vem chegar no dia ao pelo vapor
da companhia brasilera, ou no
dia at pelo vapor inglez Teviol.
S3o immediatamente pagos todos
e quaesquer premios das referdas
lote lias as lojas cima mencio-
nadas, logo que se r.ccberem as
listas.
Hilbetes 93,000
Meios 11,000
Quartos 5,5oo
Oitavos a, 800
Vigsimos i,3oo
-- J. A. Silva Jnior, retira-, para En-
ropi.
Casa de commissSo de escravos.
- Na rua Direita, sobrado de 3 an-
dares, defronte do becco deS. Ce-
dro ii. 3 recebem-se escravos de
ambos os sexos, para se venderem
de commissao, nSo se levando por
esse trabalbo mais do que a por
cenlo, e sem se levar cousa alguma
decomedorius, olTerecendo-se pa-
ra isto toda a seguranca precisa
para os ditos escravos.
Na noite de 93 do pulido, roubinm
do eicriptorio do ibiixo assignado, ni ru.
di Cruz do Racife o. 59, primeiro indir.com
chive falsa ou gazua o aeguinte:510 000
rs. em dinheiro, um relogio ssbonete de ou-
ro ptente sunao com os signaos segu mes:
mostrador de porcelana com pontriro do
segundos de ano, sendo 0 emblema di cilx
um homem tentando aasassinar com um ru-
nfia! que lem alnado na mdo direita a urna
rnulher que segura pelos cabellos com .
mdo esquerda eoutro homem que suspende
o golpe agarrando no braco, e n* cana de-
baixo he um lefio sentado; assim ml um
oulro relogio nbonele de prala. Roga,por-
tento, ios Srs. relojoeiro, e a qualquer ou-
tra pesso i quem fr offerecido o dito re-
logio deapprohende-lQique serdo bem re-
compensado; assim comorog as autorida-
dea policiae a captura do ladrfio ou ladrOss,
eaaaim que lancem su villas pan este
i'.iin o. Domingos Altes Mithros.
- N rua da Agoa Verdea, obrado de
um andar n. 1*, engommi-se e lava-so, to-
d qualidade de ropa; bem como cose-se to-
da costina, tanto dealfailte, como para se-
nhora, com perfeinfio e gosto, tudo por pro-
no mais commodo, do que cm ontra quil-
quer parte.
Bons bocados.
Ni esquina di rua dis Cruzos, sobndo de
Iros andares, defronte di prini d Indepen-
dencia, no piimeiro andar fazem-ae com
perfei(9o easseio, toda qualidade de doces,
de ovos, bolos, pudins, e os bons bolo de S.
Judo, bem onfeilados; assim como toda a
qualidade de aados, presuntos de Hambre,
lombos. o aves cheiis, pistis de nata, tor-
tas, eieme queimido, e ludo mais perlen-
cente mesa de doces, tudo por prono com-
modo.
Oabaixo assignado, faz sci-
ente aos seus devedores, que at
o lim de maio, queiram vir liqui-
dar o que Ihe devem, e (indo este
praso, enlao nao liaver queixa na
, ublicarao dos seus-nomes. Anr
tonio da ('unlia Soares GuimarSes.
- Aluga-ie um annaiem, ou caaa (erre oa
ras argulnlea: triveisi da Madre de Deot, A-
niorim.Muda, Lappa.ou Cuata; a fallar nolar-
go da aaaembla n. .
ptima casa de negocio,
Traspassa-se a chave de urna casa da rui
Direita em ptimo lugar para qualquor es-
labeleciinenlo de porta aberla.a qual tem ar-
manfio,3 portas de frente,3 quartos, cozinha
fora, suido, quintal, cacimba o porlSo para
outra rua: esta casa lem urna loja de couros,
porra cede se com elles, ou s a armaedo :
na rua Direita n. 55.
O abaixo aasignsdo faz sciento aosse-
nhores que Ihe dovem coutas i sui loja de
barbeiro da rua da Cruz n. 43, quo a dita lo-
- ja a vendeu no dia 15 de abril delH52aos
do imIiii, e mesmo par so habitar animal- Srs. Jofio Antonio Pinheiio e Manoel Pereira
monte, om rasdo da s-.iuiind.d-i recouhe- i LopesRibriro masque os ditos Srs nfio licarn
cida por todos os habitantes d'alli: a fallar habilitados a receber suas contas, r csso
m o aeu proprietano, na rua larga dulalguem Ihe pague, licara depois obrigado a
indar. paga-las ausSrs. Mondes & Braga na rua da
O abaixo assignapo pede ao Sr. Jofio Al-
ves Ferreira, ciixeiro dos Srs James Raider
& Compannia,responda a culi que Ihe diri-
gi em 9 do corrente, a respeilo ao negocio
que ndo iiinon, e se assim o nfio flzer ten
de ver publicada sua copia por essa follta.
Manoel Jos de Moura e Silv.
No butequini da 0.v-da-Onc, pre-
cisa- i de um caixeiro de 19 a 1* anno,
que d li dor u conducta; e de um
preto para oseivino do dito bot'quim.
-- Precisa-se alugar um pretu ou prets.es-
crgvos para o servico diario de casa de ho-
mem solteiro, e que eutend alguma cousa
decozinhar : no atierro da Boa-Visla venda
a. 41.
Aluga-Se um escrava sem vicio, muito
flel e deligente, boa engomadeira ensaboa
ecosinha sofrivel, propria par o servido de
urna casa eslraogueira : na rua do llangej
n. 3, loja de lunileiro ahi e dir quem -
iuga.
Arrenda-ae, ou troca-so um sitio na ca-
si forte, com suifrivel casa, diversas fructei-
rase baixa paracapim.
A pessua que comprou urna porfi de
saceos com milito ao Sr. JoSo Antonio Di,
cujos saccoauslfio no largo do Livramenlo
na venda n. 20, luja de os ir buscar al o
dia 20do corrente mez. do contrarise ven-
derfio, e a dita pessoa ter de perdeY o di-
nheiro que deu de signsl.
Prerisa-se de urna rnulher, que soja de
bo conduela que queir prestir ilguns
servinos, o so mesmo lempo servir de com-
panhta urna senhora, tfio somonte pelo ne-
cessario : quem se achar em taes circuns-
tancias, dirija-se a esta typographi, que
inslruir-so-h a respeito.
Grande fortuna.
Traspassam-sa 210 p-Irnos de terreno rn-
Xuto, por junto ou a ralalho, para quem qui-
zer rdilicar, com 200 palmos de fundo, em a
nova rua junto a ig'eja de Santo Amaro, con-
forme o novo plano da c.rrtira; pagndo-
se mndo 25 ris do loro; cujo lugar he
hoja preferido para se passareiu os mozos
Rozario, n. 24, primeiro an
-- Aluga-se um pret esersva, para o ser-
vino interno de casa de familia, a qual he
muilo zelosa, paia tratar criancaa: a tratar
na rua do Queimado, loja de ferragens de
Jos Rodiigues Ferreira.
-- li Si. M.inoel Vaz de Souza Ledo, fei-
tor, ou lavrador deengenho, mande pagar
urna letra da quanlia de 48t560 rs., vencida
em I8denovembro de 1849: o rua do Cres-
po n. 19.
i>**'fce**?'?)
S Paulo Galgnoiix* dentista y
> francez, oITerece aeu prest- #
4 mu ao publico para todos os J
niisleres de s* proflsso: -o
pode ser procurado a qual-
quer hora e m sua casa, na *>
rua largadnRozarlo, n. 36, 9
segundo andar. aj
*.*<-.* ite;ft46
O Poslilltfio.
Revista hebdomadaria publicida em Lis-
boa, comprehendendo: noticias oa capital e j
:
paga
Cruz n. 36, que sdo os mesmosSrs. qu> ss
devem mandar cobnr. Joiquim Autonio
Cninciro de Souza Azevdo.
Juaquim Anlunio Carneirods Souza A-
zevedo vem por este meio agradecer os be-
nvolos favores.que durante II annos, rece-
ben de seus froguezes,anngos e mais senho-
res em geral, e como nfio pudesse pela bro-
vidadadu sua viagem, deapedir-ie de todos
pur isso Ihe pede desculpa de qualquer falta
u se oercco par o que lites for prestavol
uo Ceara.quo he onde vsi (izar su reaiden-
^VVWfVsjWVWVtfVfVfV
Botica homopathica.
28 RUA DAS CRUZES 28,
#
Dirigida por um pharmaceuUco ^
approvado. -3
Esteestabeiecirnento posu. todos
os medicimentos st agor experl- -9
mentado, tanto n* Europa orno no
Rrasil, e proparados polas n
de lo lo Reino, estrangeiras e diversas, arti-j^
gos commercises,procos de gneros,cambios
a valoreado metaos e papis de crdito; noti-
cias e artigo sobro melhoramentos de inte-
resse geral e local ; variedade etc. A sua
publicando lem sido regular e oxistem os 7
torneros sahidos at i partida do ultimo
vapor inglez, na casa n. 6, defronte do Tra-
piche Novo, onde se recebem astignaturas e
se ddo quaesquer oxplicsces sobre este
noticioso jornal. Os Srs. que tinturo feito
a merco de assignar para o Boleiim com-
mercial, lio Comidadosa viren, transferir o
mais breve possivel as suas asslgoaturas pa-
ra o Postilhdo, que o aubstituio mi vanta-
josamente, ifim de se fazer aviso para Lis-
boa, e virem o numero respectivos pela
mata prompla via.
Precisa-se de um homem, que filie il-
gunsediomasestringeiros, 10 menos o in-
glez, pin um hotel: quem esliver nestas
circumstancias e quizer, dirija-so a ru di
Cruz n. 34
O Sr. Antonio Dra7ilino de llollandi
Civilcante, tenhi a bondide de ipparecer
ni loja da rua do Crespo o. 10, negucio de
seu interesse, '
Jos Pinto Ferreira, avia 10 respeita-
vel publico, que Lourenco Ferreira Airea ,
deixou de ser administrador de sua estri-
ba! sita na rua da Guia n. 13, desde odia
7 do correte, epara evitar duvidas fazo
presonte.
Quem precisar de umi .ma. de porta
dentro, para casa estrangeir : dirija-se a
rua do Padre Floriano n. 9.
Eu abaixo assigoaoo tenho vendido
minha loja no atterjo da Boa-Vista n. 10, ao
Sr. Jus Joaquim Pereira de Mendonca.
Manoel Jos do Migilhfies Bisto.
Os fregu; ias das bola lili tus doce ame-
ricana as poderfio procurar em urna vend
do beceu Lugo que volt pin a aenzilli
Nova,pois ah lie leu verdadeiro deposito,
Como algumas pessoas n3o
tenham entendido os meusannun-
cios, inseridos neste Diario de 10
e 11 do corrente, torno a declarar
em alto e bom rom, que nada devo
aos sunhores Mattos & JUagalhes,
visto que a quantia de i,87ors.,
que Ibes restava, j se acba paga,
como consta dos competentes reci-
bos. Francisco Pereira Bastos,
tenente.

invencdodoDr. Mure.
PREQOS.
das carltirai homopatMois.
Emcartcir do 12 tubos grandes 12/ -
24 20/ m
c 94 < pequeos 15/
Tubos escolhidos (cids um) 1/ 2
Tinturs s demelicamenlo em J
frascos de 1|2onn (cd um) 21 ,
Ha roi, alem deatas, outra multas ^
caixtscum lbulos e tintor por ^
preo vrivei, conformo o tm- ^
nho o a qualidade da ciixas, o m
quinlidide do remedio ssu %
ar dynamtsicde, etc. .
a> aviaO-SE GIIATUITAMENTE *
* para os pobr-s, todas as receltis que ^
S pin ali mandar qualquer professor. ^
Precist-se de umi m para ca de fa-
milia, quo nfio beba egoardenle : na rua do
Hospicio casa n-17.
NopaleodaRibeira deS. Joa, obra-
do n. t5 ns loja, lavi-se e emgoma-se,
com toda perletcfio e ceio, e por preco
cummodo.
Precisa-se de urna ama psra o serrino
de comprase engommado, do umi casa do
duis pessoas de fimilii : ni Ponte Velba
n. 14.
Arrinjm-e ciixis com sement da
lodosos vegeta do piia, asim como cai-
x com pima viva, cometido eslis, ar-
busto e arvores para serem exportad: 01
ru do Collegio n. 13 das 11 horas da mi-
nnda a 3 da tarda no riiis uteis: tawhnm
se vendem planta exoticis de fructo o flo-
re pira o paix.
No da 8 do correte deiappareceu do con-
vento de 8. F.octco, umsalv do prata
com meio palmo pouco maia ou menos ds
deametro ; rendada lendo por tnl um pi-
pelzinho com as seguintn letra J. M. M,
ni costa d* metra" ; roga-e 1 pesso a
quem for ofterecid que leve o dilo con-
vento, que Ihe Ni rua do Livnmento ..10sohrido.se di-
r quem dt dinheiro premio,. quem randa
I idi-reco, 9 volti, 9 medilhas, Irancelio,
cordOes, ineldes, alllnelos, 1 relogio paten-
ta, e correle para o meamo, I dito para se-
nhora, 1 paliteiro da prata, 2 colherea de ti-
rar op, Gvelas de suspensorios outra
obras.
Tiram-se pastporta par dentro e fora
do Imperio, depacuam-e escravo, corren-
la folha liram-e titulo do residencia :
ptra aiteflm procura-ae ni rui do Queimado
o. 95, loja de tniudazn do Sr, Joiquim Mon-
teiro di Cruz.


mamm
___ O ttaesoureiro da lotera do
Livramento, faz sciente ao respe-
tavel publico, que a lotera corre
impreterivelmente no da 39 do
frrente, anda tnesmoque fiquem
bilhetes por vender, o restante dos
bilhetes interos, meios, quartos,
decimos e vigsimos, estem expos-
tosavenda, na loja de miudezas
da praca da Independencia n. 4-
Bilhetes inteiro 10,000
Meos 5,ooo
Quartos 36oo
Decimos 1,100
Vigsimos _______ 600
Compras.
Compra-se 2 escravas, creoulas ou par
das de idade de 8 a 10 anuos, e 16 librasde
goma deraatanna, nobairrodo Recite, rua
di Crin armazem n. 45.
Compra-se 1 casa teriea, que seja b
livre e desembaracada, as ras seguintes :
Agoas Verdes, Ortis, pateo do Carmo, Gam-
boa do mesmo, ra Direita,pateo do Panizo,
ra das Cruies, ra da Cadeia al S. Frao-
cisco : a tratar na praca da InJepeudencia
' a roa da Senzalla Velha, defronto do
Sr. Mootoiro pinlor,compn-se todas as qua-
lidade* de ferros velhos e meUes de todas
as qualidades assim como ourelos de panno
finoa.caaemiras e todas as qualidades de mu-
lamnos que servirem para fazer papel : as-
sim como cabos velhos, lonas ote.
Compra-se uma ou mais pecas de urna
armecode loja franceza : no atierro da Boa
Vista n. II.
Compra-se um sobrado de um andar ou
uma casa terrea na ra do atierro da Boa-
Vista : a tratar na mesmi ra n. 18, primeiro
andar.
-- Compram-se 4 a 6 escravos at 90 annos
dnidade,com habilidades ou sein ellas, ja
despachados para o Rio de Janeiro : na ra
da Cruz n. 40, primeiro andar.
~ Compra-se um torno do medidas de
Pau, sendo de meio alqueire para baixo, em
bom estado : na ra Dtreita n. 69.
-- Compram-se duas veoesianas paraj-
nella do peitoral ou de sacada, som caiza :
na ma do Queimado n. 14.
Compram-se para Torada provincia 3
escravas creoulas ou pardas, quesejam mo-
fas e lenhain boa figura na ra Nova n. 16.
Em casa de Novaes & Com-
panhia na ra do Trapiche n.
34 1 compram-se accSes do Banco
de Pernbmbuco.
-- Comp'a-se ama mesa de jantar clsti-
ca ; Da ra do Vigario n. 33, primeiro
andar.
Compra-se uma cabra, bicho, parida a
pouco e que d bastante leite: na ra da San-
zalla .Novan. 30, ou annuncie.___________
Vendas.
Na ra Nova loja de Jos
Daptista Braga ha para vender
por 400,000 rs. cada um, dous a-
I ambiques de columna e carapu-
9a novos e muito bem acabados ,
c em tudo semelhantes aos que se
vendem por 600,000 c 700,000 rs.,
isto porque se deseja concluir essa
transaccao.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 30:000,000 de rs.
Na loja de miudezas da praca da
Independencia n. 4, vendein-se bi-
lhetes inteiros, meios, quartos, oi-
tavos e vigsimos, a beneficio da
7. lotera das Amoreias ; ditos in-
teiros, meios, quartos, oitavos e
vigsimos, a beneficio da 55. lote-
lia da Santa Casa da Misericor-
dia, vem as a listas no primeiro
vapor do Kio.
Leis provinciaes.
Ven lem-se coleccOes de leis provinciaes
de 1835, at o presente, a 640 rs. cada anoo:
na praca da Independencia n. 6e8.
Engenho.
Vende-s u 111 engenho rmente e corronte,
sendo d'agoa deslante da praca 4 legoas,
prvido de todas as obras, e ulencilios, coni
boas trras para plantario de cana e rocas,
ptimo cercado, e le. lo uma exlencilo ex-
traordinaria de trras, sendo mais da} tres
partes uma mata virgom, naqual abundam
as principios madeira para serrara e edlfi-
cac.0es; e dista do embarque um quarto de
legoa: os perlendentes dinjam-se ao lllm.
Sr. Joo Pinto de Lemos Jnior, e o mesmo
dir o motivo porque se vende.
A Henean.
Vcnde-se na ru estreita do Rozario n. 11,
tmaras muito novas, sendo cada caixinha a
600 rs. e ma lores a 800 rs., estreluiha a 320
rs. a libra, boiachinha de Lisboa a 360 rs. a
libra.
-- Vende-se luvas de pelica pretas e de co-
res a 800 rs. o par, assim como penas de 011-
roo melhor possivel : na roa da Cadeia do
Itecife, loja n: 14, de Ferreira de alachado.
Bom e barato.
Vende-se na ra Nova o. 11, loja que foi
do finado Jos Pinto da Fonseca e Silva, boje
de N. Gadault,tuda qualidade de instrumen-
tos para msicas militares, mais barato do
que em outra parte.
Vendem-se flautas a 320, 640, 1,280,
2,000 e 3,000 rs., ditas que servem de ben-
gala a 2,000 rs.: na ra Nova n. II.
-- Veodem-se rabecas de 6,000 al 35,000
rs., arcos para rabecas a 1,00o. 2,000, e 3,000
rs., estandartes, caolotes e cravellias, ludo
para rabee* : na ra Nova n. II.
Vendem-se me'hodos para piano, vio-
ISo, rabeca, e flauta, dos melbores autores
que tem vindo, e com rica encadernaefio ,
na ra Nova n. 11.
- Vende-se papel pautado para msica,
palhetas para cfarineta, cordss para violSo,
e caravelitas, tudo da melhor qualidsde pos-
sivel : na ra Nova n. II.
Vendem-se camisas de chita francezas
as mala bem feitas possiveis por barato
preco: na ra Nova n. II.
Vendem-se duas salas de paizigem,
sendo ama os tres mosqueleiros, e outra o
pioplieta com as auas competentes guarni-
eres, o mais barato possivel: na ra .Nova
n.lf.
-- VenJem-se violoes muito bous de som,
e muito baratos, de 8,000 at 33,000 rs.: na
roa Nova n.II.
Vendem-se differentes msicas para
pianuo, ojnais barato possivel : na ra No-
va n. 11.
Veoda-se tslagarca. lita e seda frouxa
para bordar, e juntamente as competentes
agulhas, aendo a 400 rs. o papel, e sonidos
a 500r s.: na roa Nova n. II.
irados de ferro.
NafoadicBo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-ae arados de farro de diversos mo-
delos.
Cortes de brimde linho, a 1,080,
3,?4o e a,ooo rs.
Veodem-se cortes de brim pardo, de li-
nho puro, a 1,280 rs.; ditoa de cores com
listras da bom gosto, a 2,240 rs. ; ditos de
brins amarellos, a 2.000 rs.; cortes de calsa
de riscailo de linho de listras, a 720t. cas-
sas osoampinadas para cortinados, com 81|2
varas, a 2,400 rs. a pnfa.
Novo sortimento de panos finos e
casimiras de todas as quali-
dades.
Na ra do Crespo, loja da esquina, que
rolla para a Cadeia, vendem-se panno pre-
lo, a 2,800, 3,200, 3,500, 4,000 e 5,000 rs. o
covado ; dito francez muito superior, a
6,000 rs.; dilo verde, a 2,800 rs.; dito azul,
a 2,800, 3,500 e 4,000 rs.; dilo cerdo rape,
a 2,800 rs.; cortes de calsa do casimira pre-
ta infestada, a 5.000 e 6,000 rs. ; dita frao-
ceza elstica, a 7,500,8,000, 9,000, 10,000 e
11,500 rs.; sarja preta.a 2,400 rs. o covado;
dita hespanhola, a 9,800 rs., e nutras mul-
tas fazendas por presos conirr.odos.
Sebo purificado.
Vande-se sebo purificado do Rio Grande,
o melhor que aqu tem viado por proco
maii commodo do que em qualquer outra
parle, tanto em porfo, como a retalho, e
velas de carnauba, o mais barato possivel
4
Grande fabrica de chapeos de so),
de J. Falque iua do Collgeio
n. 4-
Neste novo eatabeleeimento recebeu-se
um novo e lindo sortimento de chapeos de
as ue carnauua, o hibib uaraio possivel : > "> -........,wUU w.-k... .
ra do Apollo, no armazem de Antonio 8'dos ltimos gostoi, tanto de aeda como

( OS a na ules das llo-
rnas da vida.
OlTerece-se, naruadaCa- 9
deia do Recite n. a3, um fi- 8
2 no meio de satisfazerem seu ';$
apurado gosto dando-se-
aj Ibes a troco de algumas mes- ^
f> quinhas patacas, o excellen- ?
t Ice delicado doce de bacur. *
Chegou re.scentemente do 4
2 Maranhio*, be da melhor #
qualidade que ha e tem vin- ..4'
do em latas, mu proprias
^ paraasua conservacao, tor-
9 "ase tambem per isso objec- j
T to de grande consideraco, 5
para as pessoas que desejam
mandar presentes deste ge- 1
ero para a Europa. 4
#4>f >
Superior lurinha de S. Matheos e
muito nova,
Vende-se a bordo do hiate Caprichoso, fun-
diado em frente do caes do Ramos, e na ra
da Cruz n. 34.
Deposito de panno de algodao da
febrica Todos os Santos da Ba-
nhia.
Yende-se por preco commodo
o bem condecido panno de algo-
dSo desta fabrica ; em pessa,
vontade do comprador no escrip-
torio de Novaes & Companhia, na
ra do Trapiche n. 34.
Moinhos de vento
com bombas de repuxo para regrar hortas
e baixas decaplm na fundicSode Bowmaux
& H. Calhem: na ra do Brum ns. 6, 8 e 10.
' 11"IV JM i.',| uiinliiior
osof ap 'aSepusjis ap euinbsanp uiaznuiia
U : B)si.\ I OJiatiuip 'HOH pea ~SJ 005*3 P
';'oU[^t .)[> IM|UI.1I!J Jol.IJllll^
Vende-se um terreno na ra da Aurora
com 50 palmos de frente e 280 de extensSo,
tondocaes de lijlo a beira mar, ficando en-
tre as rasas ilus lllm:.. Srs. Guslavflo Jos do
llego Francisco Antonio de Oliveira: os
pretendentesdirijam-se a ruadas Torrean.
8, primeiro andar.
CHA l'RETO.
Vende-se superior cha prelo,
em caixas de.3o libras cada uma :
em casa de J. J. Tasso Jnior, na
ra di> Amorimn. 35.
-- Vendem-se no becco do Conijalvcs, ar-
mazem (le 1 >ea ir Youle & I) nnp 1 nina, muas
barricas com superior familia do trigo.
Miicinin superiores.
Na fund:i;3o de C. Slarri Companhia,
um S.-Amaro, acbam-se a venda moendas
de canna, todas de ferro, de um modeloe
consirucen muito superior
Mimfto de iNauttia a
800
rs.
Vende-se a historia de Sim3o de Nantua,
a 800 rs. : na hvruria da prsgada Indepen-
dencia n. 6 e 8.
II. Rodrigues.
Vendem-se dous psres de mangas de
vidro, lisas : na ra de Hortas, sobrado de
um andar com varanda de ferro, n. 70.
Multas fazendas por pouco dinhe-
ro na ra do Crespo n. 6.
Cortes de brim escuro ro puro linho a
1,440 rs., ditos de listn de bom gosto a 2,<100
rs., dito amarello a 1,800 rs. riscado de li-
nho propriopara calcas e palitos a 200 rs. o
covado, panno lino preto a 3,000 4,000 rs. o
covado, peesas de chitas escuras con 38 co-
vsdos a 4,500, 5,000 e 5,500 rs., ttJhbraia de
filos com 81|2 varas a 2,400 e 3,500rs. a pes-
sa, lencos de caorbraia de lioho a 400, 480,
o 560 rs. proprios para mSo, riscadoa assen-
lados em algodSo muitoencorpado proprios
para escravos a 160,180 e 200 rs. o covado,
zuarte azul com 4 palmos a 200 rs. o cova-
do, e muitas mais fazendas ,or preco com-
modo da loja cima referida.
Vende-se Resina de sngico de muito
superior qualidade em arrobas a 5,120 rs.,
em libras a 820 rs. : na ra da Cadeia do Un-
cir loja de ferrageus n. 53..
-- Vendem-se na ra do CabugA n. 6, bo-
leos de madieperola, muilo linos a 560 rs. a
groza, assim como um sortimento de miu-
dezas, proprio para boceleiras o mscalos,
ludo por presos baratos que admiram.
-- Vende-se um jogo de breviarios, em
dous tomos com o competente quadern
dos Sanios novos da ordem Carmelitana: na
esquina da Ra do Colegio na venda.
Vende-se feijfio mulatinho, muilo no-
vo, em saccas de alqueire, medida velha, a
9,000 is. a sirca : na ra da Cadeia do le-
nle o. 49, segundo andar.
Deposito de cal virgem.
Cunha & Amorim, na ruada Cadeia do
Recite,n. 50, veude-se barris com supe-
rior cal em podra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos preco do que
em outra qualquer parte,
(iasa de commissao de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para f'ra della, para
o que se oiferece muitas garantas
a scusdonos : narua da Cacimba
n. li, primeiro andar.
Deposito (le cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
.lo Ucce n. 13, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, empedra, as-
sim como potassa chegada ultima-
mente, a jireeos muilo rasoaveis.
Agencia de Edwin Maw.
Narua de Apollo n. 6, armazem de Uc.Cal-
nionlSc Companhia, acha-se constantemente
liona aortiinenioa de uia de ferro coado e
bando lano rasa como fundas, moendas in-
dias todaade ferro para animaes, agoa, ele,
lltaa para armar em madeira de lodoa os la-
ma iili"- e madelloa o mala moderno, machina
I101 isonial para vapor, com for(a de -I civ.il-
los, coucoa, paaaadeiraa de ferro estanhado
para casa de pulgar, por menos preco que os
decobre, escovena para navioa, ferro fogle
tatitoem barraacomo ein arcosfolhas,eludo
pur barato preco.
Calcado mofado.
Vendem-sesapalos de couro de
lustre, para senhora a i,6oo rs.
ditos de marroquim de cores epre-
tos a 800 rs.; su palmitos com col-
xelesde verniz a 320 rs. : na pra-
ca da Independencia n. i3 e i5 ,
loja do Arantes;
depaolnho para liomens e aenhoras, de ar-
mafSo debaleia e de asso que se vendem
por menos preco que em outra qualquer par
te; grande sortimento de chamelote, sedal
e paninhos em pega do todas as cores e qua-
lidades para aa pessoas que quizerem man-
dar cobrir armagOes servidas. Completo sor-
timento de hlelas para vestidos espartilhos
para senhoras, fazem-se umbellas de igrejs e
concerta-se qnalquer qualidade de chapeos
de sol: lodos osobjectoscima mencionados
ae vendem em porreo e a retalho, por preco
que agradar aos freguezesa vista da quali-
dade.
farinha de mandioca.
Vendem-se sircas rom farinha nova, che-
gada ltimamente do Cnar, a 2,000 rs. e
em lo'cs de 10 saccas para sima, a 1,800 rs.,
cada uma sacca : no armazem ao J. J. Tas-
so Junio/: narua do Amorim n. 35.
Na loja Pernambucana da ra do
0 Crespo o.II,vendem-se ptimos sapa- 0
0 tos e peraeiras de borrsxa, proprios
) para a presente estafSo invernosa. a)
*?)
i>cioiio da fabrica le Todos os
Santos na llalila.
Vende-se,em casa deN. O. Bieber& C.,
na ra da Cruz n. 4, algodSo transado da-
quolla fabrica, muito proprio para saceos de
assueareroupa de escravos, porprefocom-
moao.
Vendem-se amarras do ferro: na rus da
Senzalla Nova n. 42
-- Vendem-se os verdadeiros selins in-
glezes, patente, de molla e sem ella : na
ra da S -nzalla Nova n. 42.
Na ra da i'ruz n. 33, vendem-se sac-
cas muito grandes, com leijSo mulatinho ,
chegado do Aracaty, no hiate Duvidozo, a
9,000 rs. a sacra ; caixas com superiores ve-
las de carnauba, composlas que parece es-
perncete, a 10,000 rs. s arroba.
A 1,44 rs.
Venha comprar
Quem livor preciso,
Os muito acreditados
Cobertores de algodSo.
Na loja da ra do Crespo, que volta para a
Cadeia, vendem-se os bem conhecidos co-
bertores de tapete, para escravos, pelo m-
dico preco de 1,410 rs. cada um.
rs. 39,1.
_ Vendem-se na rus OstreiladoRozario.tra
Cheguem antea que se acabe.
Vendem-se capachos de todos 0$ lma-
nnos a 560 rs. cada un: na ra do Cabug
Na loja pernatnbucanada
t ra do Creapo n. 11
2 Venrlem-se optimsa sedas furia co-
res de bellissimoa padrOea e differen-
tes larguras, pelo diminutissimo pro- m
oo de 1,000, 1,500, e 2,000 rs. o co-
vado. 9
s
Venue-se na loja de louca da ra larga
do Rozarlo tapetes de 18a para vasos e lan-
lernas, chegados ltimamente de muito
bom goato ; na mesma loja se compra pea-
nas para encher traviceiros.
U barateiro da 111a do Cabug.
Vendem-se na ra do Cabug n. 6, loja de
miudezas, os mais ricos pentes de coco imi-
tando a tartaruga a 1,280 rs., dilos mais in-
feriores a 720 rs.,dito dilos a 280, ditos para
alisar a 326, ditos de marfim s 300 rs.; a el-
los que ae estilo acabando.
Micas franjas c trancas para
manteletes.
Vendem-se na ra do Cabug n. 6, toja
do barateiro, franjas o trancas prelas de to-
das aa larguras por procos mais com modos
do que em outra qualquer parto.
lticas charuteiras.
Vendem-se narua do Cabug n. 6, ricaa
charuleiras a 2,000 rs. cada uma, ditas mais
ordinarias a 180 rs., ditas pequeas a 340.
Meias cruaa.
Vcndem-se na ra do Cabug n 6, macos
de metas cruas a 3,000 rs. cada um, ditos de1
listras a 3,200, dilos muilo linos para senho-
ra a 5,000 rs., assim como um sortimento de
dilas de meninose meninas por precos mui-
to commodoa.
Caixas para sabonetes.
Vcndem-se na rus do Cabug n. 6, caixas
donn.das e praiiadas com um sabonete mui-
lo fino, pelo diminuto pre\o de80O rs. cada
uma,-)'ditas de pao a 400 rs.

i
4
Vendem-se as melhorea vel-
las de composicSo queexistem nes-
te mercado, de 4, 5 e 6 em libra,
tanto a retalho, como em porcSo:
em casa de C. J. Astley 8c C, ra
do Trapiche n 3.
Vende-se, no armazem da rus da Ca-
deia n 5, orna carroca e materiaea de to-
das as quilldadss, por barito preco, para
acabar.
Vendase rap de Lisboa as oitavaa : na
rua da Cadeia do Rec'f* n. 15.
Escravos fgidos.
Desappareceu da rua deSanta Rita No-
va, casa n. 49, uma escrava de noma Felicia,
que representa ter quarenta annos, estatu-
ra regular, rosto redondo, com vestido de
chita ordinaria, listas azues, com florea en-
carnadas, assento branco com pintas mindi-
nhas: a pessoa que a pegar pode leva-la di-
ta casa acima.que ser recompencada do seu
trsbalho.
100,000 rs. de gratificacSo.
A quem appreheoder a preta abaixo de-
clarada.
Contina a estsr fgida a preta Felicidade,
desde o dis 17 de ma'CO protimo passadn ,
tem os signaos seguintes:~estatura regular,
lem falta de aentes na frento, marcas de pa-
no no rosto, cor no muito preta, muito pro
zisla, levou veatido de chita j desbolado,
panno da Costo usado, um taboleiro peque-
no em que andan vendando, tem por cos-
til me ter ropa fura e mudar quaodoaai ;
tem sido vista muitas vezos, urnas no Mon-
Aajro, e nutras em Bebiribe, lavando ropa de
ganho, e dizemlo que por mandado do sua
seniora; lem sido encontrada junto com um
canooiru, que navega para linda, ella tem
a mili no engaito S. Cosme : roga-se, por-
tento, as autoridades pollciaes e capiUcs de
campo, a sua captura, inda mesmo ella di-
zendo que nlo est fgida, e alevem a sua
senhora, na roa da Cruz do Recite n. 35 ;
assim como se protesta contra quem a tiver
nceultado e onbrar*se os das de servteo.
Desappareceu na noite de 13 oara !4do
passadn um escravo por nome JeBo (criou-
o) levando uma eal;a de brim branco com
liatra ao lado, 2 caicas de casemira de cor, 8
Ma loja pernambucana da
roa do Crespo n. 11.
Vendem-se a 12,000 n 11,000 rs. cor- : rlleles de setim preto, 2 ditosde fustSu de
^ tes de riquissimas sedas furfa-coirs
m para vestidos d senhoras. a
VS99Md#$M9990t99M
(hules de seda.
1 oji nova, rua do Rangel n. 8,
ha para vender chales de seda demuito-boa
qualidade, bons gostos e differentes tama-
vessa para o Queimado, deposito n. 39 A, nhos; um completo sortimento de mante-
istas da muito acreditada bolachinhs de leles para senhora, e capotinhos para me-
araruta, pi lo diminuto preco de 2,100; tam- ninas; um sortimento de luvas para senbo-
bem contina-so a vender hiscoitinhos, fa- ra e para meninas; cortes de camhraia de
liase bolachiobas de araruta,a retalho,tudo
muito fino e que se pdeapresenlar em um
mesa de cha sem escrpulo ; vendem-se
barra ; dilos de 1,2 e 3 o'dens de babados;
um sortimento de filas de seda lavradas, pa-
ra chapeos de senhora ; pentes de tartaru-
biscoilos doces e aguados de boa farinha e ga para senhora ; trancas desella de cores
de difTerenles tamaitos; tambem as muito,pan vestidos de senhora; um sortimento de
* Palitos le i tos.
T Na loja do sobrado amarello na rua
*, do Queimado n. 29. conltnn a ter pa-
" 11 vender um bom sortimento de pali-
* ts de pao preto e de cor, os melho-
* res que ha no mercado e por preco
9 muilo em conta.
?
?
ARADOS AMERICANOS,
a Vcndem-se arados ame-
rinos, chegados dosEsta-
y dos Unidos, pelo barato pre-
: 90 de 40,000 rs. cada um: na '
y rua do Trapiche n. 8. 9
Tainas para engeiihos
Na fund9o de ferro de Bow-
man &c Me. Callum na rua do
Brum, pssando ochafariz, conti-
na a haver um completo sorti-
mento de taixas de ferro fundido e
batido, de 3 a 8 palmos de bocea ,
as quaes acham-se a venda por
preco commodo e com prompti-
do, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com-
prador.
Vendcm-se rlogios de un -
r j eprata, patente inglez : na rua
da Senzalla Nova n. !\i.
Vendem se esiampas muito
finas, em fumo, proprias para qua-
dros, por preco muito commodo :
na rua do Cabug, loja de miude-
zas do Guimares.
l'otassa americana.
--No antigo deposito da cadeia velha, n.
19 existe uma pequea porc3o de potassa
americana, chegada recentomente que por
superior rivallsa com a da Russia: vende-
se por preco razoavel.
- Vende-se uma preta com algumas ha-
bilidades : a tratar no segundo andar do
sobrado n. 18, por cima da venda, alrada
matriz deS. Antonio. .
Vende-se uma mobilia de amarello, no-
va, a qual coiipOe-se de una duzia de ca-
veude-se cortes de calca do casemira
padrOos oscuros e muito moderno.pelo bara-
tissimopnco de 5/000 cada corte : na rua
do Queimado luja do sobrado amarello
n. 29.
Vende-se uma escrava de nacSo por
preco commodo na rua da Cruz loja de bar-
beiro n. 53.
Vendem-se na rua do Cabug n. 6, te-
souras muito linas, proprias para costura a
320 rs. cida uma, ditas maiores a 400 rs., e
ditas grandes para cortar costura a 480 rs.
cada uma.
Ii miruello- para meninos.
Vendem-se na rua do Cabug n 6, hrin-
quedos para meninos, baratos que admira
a ellos que he para acabar.
AGENCIA
da l'unilieao Low-Mooi-.
RUA DA SENZALLA NOVA N. 49.
Neste eatabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
las para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, lie todos os tamanhos, pa-
ra dito.
Na rua da Cruz n. 33 ,-armazem de
Luiz Jos deS Arujo, vende-se larinha de
mandioca de S. Malheus, a proco dl,800 rs.
o alqueire, da medida velha, isto para aca-
bar e fechar contss. e tambem vende-se em
aacca de alqueire a-9,200 rs.
Grande porcao de fazendas baratas,
na rua do Crespo n. 1.4, loja de
Jos Francisco Das, a 160 rs. o
covado!
Vende-se uma grande porcSo de chitas
niuilc*fixas, de novos psdrOos, com um pe-
queo toque de mofo, a 160 rs. o covado ;
ditas escuras cores de caf e de vinho, e nu-
tras mais ceros muilo lii.is, a 200 rs. o co-
vado ; dilas as mais finas que temappare-
cido no morcado, tanto em pannos, como
as tintas, fazenda do ultimo gosto, a 240
rs ; ri.-cados francezes de quadros, fazenda
muito lisa, a 200 ra. o covado ; corles de
elnt a francezas, com barra, a 3,000 rs.; ma-
rinos pretos de superiores qualidades, e
1,800, 2,500, 2,800 o 3,200 rs.; linissima al-
paka preta e de cores fazenda propria pa-
ra palits, a 640 rs. o covado; aigodao azul
muito largo, a 160 rs. ocovado; pecas de
bretanha de rolo, com 10 varas, fazenda
muito encorpada, a 1,800 ra. a peca; assim
como exislem nutras muitas fazendas, por
precos mais baratos do-que em outra qual-
quer parte: de tudo se ujrilo amostras,
um jogo de banquinhas de columnas, urna. Liarlas linas para VOltarete.
carnada armacao, com colxoes, e ums me-| Veodem-se bsralhos de cartas a 500 rs.
za de eogommar, tudo por preco commodo
na rua das Flores, casa n. 21*.
boas bolachiuhss americanas quadradas das
pequeas e tambem maiores para 240 rs. a
libra, bolachinhas do regala e de leite e
mais diversas, tudo por commodo preco.
Transparentes para janella.
Na loja de CuimarBes & Henriques, rua do
Crespo n. 5, veodem-se transpsrentes chega-
dos ltimamente de Franca ; esla fazenda
est sendo preferida as Venesianas tanto pe-
la sua boa qualidade como pelos lindos de-
senlies com vistas pitorescas. Veodem-se o
mais barato possivel, que a vista da (anuda
os pretendemos nao deixarfio de comprar.
Farinha de trigo
SSSF.
Fontana.
Galega,
llaial.
No armazem de J. J. Tasso J-
nior, na rua do Amorim n. 35.
Vende-se a typographia do
Piario Novo, propriedade da Viu-
va Roma a qual est montada ,
tanto de bons typos, como de pre-
los, e de todos os utencis necesa-
rios a una boa typographia : ti ti-
tase com a propriet'aria, na rua
daPraia n. 55.
-- Vende-se urna preta de 40 annos; cosi-
i.lia, lava de sabSo e f. z brrela muilo lloro-
na ruado Collegio n. 21, piimeiro andar, se
dir quem vende.
Vende-se ndice alphabeti-
co de materias as quaes tem ap-
plicatSo a legislaco patria pro-
mulgada, at o fim do anno de
i85o coordenado pelo senhor
ilesembargador Joiio Joaquim da
Silva : no pateo do collegio, casa
do li vi o azul, a 5,ooo rs. cada
exemplar.
Vende-so.
Uma canda de carregar mil lijlos, ma-
deira de vinhatico em bom uso; na rua lar-
ga do Rozario, n. 24, primeiro andar.
PARA OS SI.MIOliKS DE ENGENHO.
Encerados de lona mu i bem fetos e gran-
des, promptos alcatroados, para cobrir car-
gas de assucar, pelo barato preco de 4,000
cada um : na rua do Trapiche-Novo, o. 18
segundo andar, a fallar com Jos Saporltti.
Franjas para cortinados.
Vendem-se na rua do Calinga n. 6, franjas
de hellas a 4,000 rs. cada pees, ditas sem
belotas a 3,000rs., dilas eslreilas para toa-
Iha a 100 is. a vara.
Cordas para violo.
Vendem-se na rua do Cabug n. 6, cordas
osra violSo, muito novas, por precos com-
modos.
Bicos de largura de palmo.
Vendem-se na ruado Cabug n. 6, bicos
de largura de palmo e mais largosa-640 rs.
a vara, ditos pouco mais estreno a 500 rs.,
ditosde largura de meio palmo a 320, ditos
de 4 dedos a 240 a vara.
Luvas fio da Escocia.
Vendem-se na rus do Cabug n. 6, loja
lo barateiro, luvas fio da Escocia a 300 rs. ,
sem mofu algum.
Linhasde carriteis de 200 jardas.
Vendem-se linhas de carriteis de 200 jar-
das de todos oa nmeros a 90 ) rs. a duzia,
ditos de 100 jardas a 320 ra.: na rua do Ca-
bug n. 6.
Oh que pecliinclia.
Vendem-ae na rua do Cabug n. 6, luvas
de trocal a 500 rs. o par, ditas ditas a 720,
dilas ditas com belotas a 1,000 rs ditas de
ponto inglez para homem a l,60O,ditas ditas
de oito de cores proprias para monlaria a
1.28J, e com um loque de mofo a 1,000 rs.,
ditas ditas com requifes e belotas para se-
nhora a 1,500 o par.
hicas fitas de veludo.
Vendem-ae na rua do Cabug n. 6, Otas
de veludo lisaa e abarlas a 1,20 ra., assim
sedas decores e brancas; lencos de seda
de marca grande pelo barato preco de 2,600
rs,, e outras muitas fazendas, que se vendem
nesta loja, por preces commudos.
Vende-se uma escrava muito sadia, e
he cozinheira : na loja nova da rua do Ran-
gel n. 8.
Vende-se uma creoula de boa figura ,
alta, robusta, sem vicio algum, de 23 a 21
annos, sabe cose', engomma bem ropa de
homem, lava de brrela, cozinha, e faz todo
o mais servico de uma casa de familia : na
ruado Hospicio, segundo andar, por cima
da botica da Viuva Cunha, que faz esquina
para a praca da Boa Vista.
Lindos bauzinhos.
em-,chapeo preto de massa e camisa de ma-
dapoln; o oscravo tem o> signaes seguin cor tulla,altura regular, refalado do corpo,
uma ferida na perna direita do lado de fora,
um pouco cima do lornozello, representa
ter de idade 30 annos pouco mais ou menos:
roga-se as autor i Jados policiaca e mais es-
pitaos de campo a captura de dito escravo,
e de o levar ao engenho das Maltas a seu Sr.
Antonio de Paula-Souza L'o, ou a ruado
Vigario n. 9,armasem de Carneirot Ramos,
que se gratificar generosamente.
Do engenho Velho da freguezia de San-
to Amaro Jaboato, desappareceu no dia
primeiro do crrante o escravo Jos, cabra
escuro, cabollos ralos e no muito torcidos,
pouco barba lo, olhos nSo grandes,nar>s um
pouco comprido, o beico superior um pouco
ponto lo e mais saliente do que o inferior,
quando falla parece querer fechar os olhos,
estatura, e corpo regular e bem parecido,
[lernas e ps bem folios, gosta muito de ba-
tucar e cantar, bebe agoardente,he carreiro,
e entende do trabaltio n casa de catdeira,
foi pelo Sr. do engenho cima dito, compra -
do ao Sr. Joaquim .Manuel Barragrande, por
anthonnmasia, levou vestido camisa de al-
godSo da trra com letra de marea de linha
encrnala com as iniciaos I B : roga-se pois
as autoridades policiaes a coadjuvclo da
captura do referido escravo, e aos capitSes
de campo pesquizem e prendara dito escra-
vo, que sendo entregue a seu senhor, o pro-
Vendem-se lindos bauzinhos, proprios pa- prielario do engenho cima dilo Jos Fran-
ra senhora guardar jolas, a 800 rs. cada um; cisco Pereira da .Silva, sero por este gene-
lindos agulheiros de metal, co-n todo sorti- rosamente gratificados, etc. etc.
ment de agulhas francezas, a 140 rs.; ditas j -- Nosfinsde oulubro do anno paasado,
emcaiiinhss,a 280 rs.ditas mais finas, a 300 dessppaieceu do abaixo aasignado o escravo
rs. acaixinhi; tocadores de Jacaranda, a creoulu, di nome Mamede, com idade de 16
2,400rs.; dilos de madoira oranca, a 1,200 annos, bem parecido, beicos um tanto groa-
ra.; lu has de peso, a 60 rs. cada ums; car- sos, olnosgrsndes.e tem oa pese mSosgrau-
tssfrancez's para voltarete, a 500 is e aldea; elle costuma gaguejar muito pouco,
duzia a 5,900 rs. : na rua do Cabug, lo- quando tem me 10 ou raiva ; roga-se pois a
todas as autho idades da provincia, visinhas
* n. 3.
Vende-se uma escrava creoula. ainda
moca, perfeita cozinheira, engomuiadejrae
lavadeira, sabe relinar assucar, fazer doce;
he muito acetada, e est acostumada a estar
dentro do casa : narua do Qncimado n. 8 ,
loja defronto da botica.
Farinha a 2,000 rs. a sacca.
No armazem n. 7, do caes da
Al antlega, tlinlicit o avista.
-- Vende-se um gran le e bonito gallo ,
chegado da liria, ptimo para quem he a-
paixonado ue divertir-ss com a briga dos
mesmos : narua da Penha n. 23,egundo
andar.
Vende-se uma excollonte casa de cam-
po, margem uo rio Capibaribe, pouco adi-
anto da ponte d'llcha, com bastante terre-
no para qualquer pla u-an, grande baix
de c.ipin, e por barato preco : a fallar com
o correter Miguel Carneiro.
f
<4
Na loja pernambucana da
rua do Crespo n. 11
+1 Vendem-se toucas de 13a para se-
y nhora e enfeiles para cabeca ornados
0 de retroz.
? ?'aVas^**Aa>c>^a a** +
Vende se 10 caixilhos com vidros psrs
alguma loja, ja promptos: quem quizer com-
prar procure na rua de S Jos n. 21 que
achara com quem faca negocio.
- Vende-se um l. rreno com 40 palmos de
frente o 100 ue fundo, o qual he proono, no
lugar denominado biqinha dos Qualro Can-
tos da OlindaJ: ns rua de S. Jos n. 21, quo a-
charcom quem tratar.
-- Gneros baratos para se acabar na: ven -
da nova n. 2, na quina rua das Crozes por
del as da pracinha, venJe-se vinho engarra-
fado muito superior a 800 ra. a garrafa, dito
a 320 rs., dito a 280 rs dito a 240 rs di-
to a 200 rs., manleiga ingleza a 610 rs., fran-
ceza a 560 rs., cha a 2,000 rs., dito a 1800, sabe ?* -ue u,ur,> coslumava andar auja e
rs., aletria a 280 rs., macsrrflo a 260 rs., ve- eeibnagar-se, quando rog lem por custu-
las deesiermacetea 720 rs., ditas de car- me ,n,r pelos arrebaldes desta praca, qui-
ea todos que dolle souberora que o facam
piender e leva-lo ao abaixo assignado, mo-
rador na rua Imperial, que pagar toda a
despeza. Antonio da Silva Guarni.
-- No dia 8 do corrente desappareceu da
rua da Moda n. 7, leiceiro andar, o pardo
Leonardo, de idade 18 a 90 anuos, pouco
mais ou menos, baixo, o peito um pouco
meltido para dentro, este escravo foi com-
prado a U. Joanna Maria dos Pasaos, mora-
dura no sitio do JoSii de Mello no Mangui-
nd, ou na Boa-Viagem, deste ultimo lugar
vinha o dito escravo ao Recife vender leite
todos os diaa; a pessoa que o approhender e
levar a casa cima, ser recompensado ge-
nerosamente, bem como protestan) desde
j contra quem o tiver cuitado.
-- Desappareceu no dia 9 do corrente ,
um escravo, de nome l.aureutino, creoulo,
vindo ha pouco do sor 1 o, levando vestido
camisa de riscado, calsa azul, chapeo de
couro; o escravo tem os signaes seguintes,
cor fula acaHralhado, altura regular, chelo
do corpo, peiios largos, representa ter 94
annos de idade, pouco mais ou menos : ro-
ga-se assutoiidsdes e espilles decampo a
captura do dito escravo, emanda-Io entre-
gar ao abaixo asstgnadn, na rua larga do Ro-
zario n. 50, aonde serUo recompensados.
Joaquim Das Fernandos,
No dia 10 de maio, desappareceu a pre-
ta Joaquina, de nacSo Casaange, represeuta
ter 35 a 40 annos, baixa, cheia do corpo,
sendo regular, cor fula, olhos pequeos, e
com carne sobre ellos, tem uma costura na
cara no lado esquerdo, porcm moito apaga-
da, que mal ae percebe, nariz chato, com
falla de alguna denles, de um e outro lado,
hereia, lem uma empinge no rosto, que
parece ser bexiga, peilos muilo pequeoos e
muraos, tem algumas sicatrizes de relho
nas costas, tem as nadigas empinadas pala
tras, he bem fallante, ropreaenla ser creou-
la, ltimamente esteve oceupada no servico
de cozinha, levou diversa ropa, que senSo
proprias para voltarete : na rua do Cabug I como um sortimento de fivelas para as mes-
n. 6. 1 mas.
nauda a 280 rs., uueijos muito novos a 1)500
rs., arroz do Mr-nh.1o a 90 rs. a libra, dito
a 80 ra., calle de enroco a 130 rs. a libra, as-
sucar fino refinado a 100 rs.,dito a 80 rs fa-
rinha do araruta a 140 rs. a libra, dita do
Maranhio a I20,u oulros muitos gneros por
lo liarstissimo preco ; e isto s ae vendo.
Vendem-se em casa de tic. Calmont&
Compaa, Corpo Santo n. II, os seguintes
artigos por procos diiatissirn -s, alim de li-
quidar certas cuntas, a saber :
Oleo de linliaca, em latas de 6 galOes.
\e.i doJMilSo, sorti lo, marca O O Oe 000.
lirn, em barricas muito grandes.
Urna quanlidadedo botins.
Ferro inglez em barra, folha, o arcos, soi ti-
llo, em porches grandes 011 pequeas.
Chumbo em luncol.
Saceos vazios, e barricas-abatidas.
Vinho de Marsella em caixas de tresou 6 du-
zlas.
tandando elavando ropa, intitulando-sede
forra ; ilisconfia-so que esteja servindo em
alguma casa como forra : aa pessoas que se
estsm servindo della oa boa f, queiram
denunciar, do contrario se usar dos meios
que concede a lei: roga-se as autoridades
policiaes e capilSos de campo, ou a qualquer
pessoa, que a apprehenda, ou a faca appre-
hender e leva-la a seu senhor Domingos da
Silva Campos, na rua das Cruzea n. 40, quo
sero generosamente recompensados.
Attencao !
Desapporeceu no dia iodo corrente, aa 2
horas da tarde um muleque creoulo peque-
no de 10 a 19 annos, de nome l.uiz, levou.
roupa azul, um chapeo pequeo de palba na
cabeca; tem bonita figura, muito eaperto, he
nido da villa de Garanbuna, julga-se que
foi seduzido por pessoa que ja morau na-
quella vila, por ter aido encontrado houteu
as 5 hona no caminno de Belem, junto rom
Na rua Nova loja que foi do finado Jos um preto alto; porunlo roga-se a todas as
\
.
Pinto da Fonaeea e Silva, boje de N. Cadault,
vende-se vidros para espelhos de differentes
tamanhos e do muito bom ago assim como
casticaet de porcelana os mais ricos pusat-
veis, ditos de casquinha e lanternas com
I muagas lavradas por muito barato preco.
aulborida lea, e capilSes de campo, e a todas
aa pessoas do povo, que o peguen e levein
na rua Direila n. 78, que sarSo generosa-
mente recompensados.
<*
*J'.;VAV.'.:,1
mmmmm


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