Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03595


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Full Text
Anuo XXVIII
Qnart.1 feira 12
DIARIO
VKEpo a snoHinjlo.
PUMT0 ADUHTIDO.
Mr trimestre............4/0OO
Por semestre............. J* ""
Poi uno ............ IV
POODEMSO DurSIHXSTSI.
Poi quutei.............V'OO
OTICIAt DO 1MFC IO.
Pari.....7 ile Marco Minas... 14 de Abril
Mareaban de Abril 's. Paulo, o de dito
i-e.r .. ? de dito. R. de J.. de dito
f'.rahlba 3 e'Haio. -labia... I de Mam
DA D* IIM1. AUIaCl*S.
OSeg. S. Wanda.
11 Terc.S. Fabio.
12 Quart. A'. Jnanna.
13 QuInt.S Pedro Re-
galado.
II ,srst. S. Ilonifai'i).
15 Sab. Isidro Libra-
dor.
113 Dom. ... depois da
P. S. 11 .'..i N.
iHitodt Orpka
2. e5. s lOboraa.
I. tarad" ct-al.
3. c6, lo meio-dia.
Paitnd*.
3. et.it 10 boras.
2 vara do eivel.
4. e sbados ao melo-d.
Bollicio.
Tercas e iibxloi.
mssalDSf.
[Creaceate i a l hora e 20 mluutoa da t.
I Chele a 3 ai ahora e t minuto! da urde.
Mlngoantei 10, ai n hora e 4 minutos da I.
[nots 10, sos 17 minutos da m.
ISIAK1I D IIO3
Primelra s i o horas e 6t minute da mantilla.
Segunda as H ho'ase II minutos da tarde.
PARTE OFFICIAL.
MlNISTEIIlO DA fA/ENDA.
tXl'Klill'.irK o nu IS BE AUBlL.
A' Ihcsiiuraria da provincia de Sergipe,
' declarendo-1'ie quo pola ordem d 2 do ju
nho a avuo do 18 do agosto do 1852, ja lo
resolvida a duviJa proposta em son ullicio
do 28 do fevereiro sob o sollo dos atistalos
do freqUencis que tem do apresenlar os om-
pregalos pblicos q u:r geraas quer provin-
ciaes, para oobrarcm os seus vencimenlos,
dizendo-ae eslarem comprchendidos as dis
posiedes .lo migo 52 7." do rogulmenlo
de lOdeiulhodi 1850.
IIIRM Dt DA 17.
A' do Rio Gruido do Norte, sob'o n an-
nullifSo de vencimenlos dos enp'cgosde
promolor publico e de procurador iscal in-
terino que oxeiceu o promolor da comarca
da capital Francisco Gomos di Silva, do quo
(rataemoflicio 13 dentare), sedochra.qoe
amia prevalece a rogra do quo irm s pes-
soa nlo deve reunir o ejercicio o voncimen-
lus dedousempregados ni mes na r pirli-
r-no, o ser essin incluido em fulna ; mal s'
os'einpregoi forero do rspirticOes diversas,
e podere <> ser oxercilos conjunctamenle
por urna pesssua, n3o ha obstculo legal
que o vede, como enrmenlo so do loz do
decreto de 18 do julbo do 1822, eso tem ob-
servado al agora ; devendo por lano o pro-
motor publico referido eccimular os orde-
nidos correspondemos, om quanio poder
rvir coiijunciamenlo o lugar do procuri-
dor flseal interino. '
. A' do Para, om r aposta so ollicio do >
da margo, so declara quo o pagamento das
congrua* dos ministros c mais Oinprcgados
dacalliedral,deves'r foilo pela theaourorla,
c uno o do todos os maisempregadog da pro-
vincia, adoplando-se o meio pioposio de
prucader-se no ac-io do pigamonlu no des-
cont por multas, puntos o por las em b-.-nc-
fldo da fabrica,a vista da urna rolarlo no-
minal enviada pelo cabido, eutiegahilo o
llirsoureiro a sua importancia ao prioste ge-
rl, do que cobrara lecibo puasuades-
__*,' mosmsiresponde-.se so olUcio do 19
de novembro, quanto ao !. quisilu, quo as
arremtelo 'S, na forma do artigo 27 do ro-
gulanicntu do 21 de fevereiro de 1832, do-
vea ser reguladas pela legislica, regula-
montos e ordena do minisleiio da guerra,
por quanlo asdispositO'S do artigo 81 d,
decreto de 20 de novemb'O de 1850, o as do
Itoo artigo l. e 4 do artigo 33 do Je
22 do novembro do INil, silo nicamente
applicaveis as airdnalai;;s que so elT-c-
toam peranloas Ihos.iurarias, como aa de-
prebende da dispusic.au do ^ 4 do citado
artigo 33 ;.e quanto ao .' quisilo. que lica
resulvid pela disposicilu du artigo 21 do
citado decreto de 22 do novembro du anno
passado ; deve.ido por lano observar-se as
disposi(0.'S e pratiras Ostab decidas as 1 is,
regulamonlos e ordeus em vigor, do minis-
terio da guerra, cumpriudo iopinseulr a lal
respeito o que parecer conveniente ao set-
vico como Ibe incumbas disponerle* dos
artigos 8," e til das iislrurco -s do lu de do-
genibrode 1851. Hiveuiu as referi las ins-
trucc,des determinado quo o pigamento das
dsapons co n os voncimoolos Jos euiprog-
dus do rson 1 de guena, dos ollloiaos e
pracaS de prel rofonnados, losscm eitos por
meio de folnas piocessadas em livro pro-
prio em que asignemos niesmos uidivi-
duosquinio rccelierem seus v ucinintos,
lie claro que nlo iide nuis ter lugar a- re-
inessa dos recibos quo si passavan om du-
pln" la.
I.F.I N. 287.
Franeisco Antonio itilieiro, prcsideulo da
provir.cia de PernambuC). "a{0 saber a lo-
dos os seus habitante quo a ussombla le-
gislativa provincial decrolou o eu sanccio-
uei a m-Dliie.ii seguiote :
Arl. I. Fica creada una cideira de gram-
matica lalina ni villa de Iguarass com o
ordenado do quinhentos mil rAis aununes ;
a qusl como s quo existem sor provida
por meio de concurso.
Art. 2.' Ficnm revogadas as leisedispo-
Mi.nei em i.-nnl ario.
Mando poitantoa todas as autoridades a
quem o cunhrcimento e execucilo da refe-
rida resolucSo pertencer i|0 a cunipralll
FOLHETIitf.
IIENKIQUEIV E 0 LASQl)E\ET *
( por GUSTAVO CHADEV1L.)
e ncam cu-nprlr to intoirameole como
nella sicontom. O secretarlo da provincia
a fac imprimir, publicar e cur>er. Cidade
do Recite do J'ernambuco de maio de
1852, trigsimo primeiro di independencia
e do imperio.
L. Si
Francisco Antonio Ribtiro.
Carla de /'' pe/a qual V. Exc. manda exe-
calar a resolvcio da mstmbUa legitlativa pro-
vincial, que ri ib-eu sanecionar, crtamhi urna
cadeira de grammalica latina na villa de Igua-
rast com o ordenado annual de 500,000 rt.
Para V. Eic ver.
Jlcnotl ioi Martint Ribeiro a fez.
Sellada e Rublicadi nena secretaria da
provincia de Pernambuco, aos 4 de maio de
i'52. ,
Honorio Pereirade seredo Coilinho
R^gista la a II. do livro 3 de lels provin-
ciaes.Secretaria do Roverno de Pernam-
buco, 6 do maio do 1852.
JoSo Domngues di Silva.
Llil N. 288.
Francisco Antonio Ribeiro, presidente da
provincia di"Pernambuco. Faco saber to-
dos os seus habitantes, que a assamblea le-
gislativa provincial decrolou e ou saurcio-
nei a resnlufilo soguinle !
Arl. I. Do f de julh > de 1852 em dian-
te, so abonar annualmenle ao lliesou'eiro
la hienda provincial a quinlia de 20'J,000
is. para '| i-lira-,
Art. 2 Fioam revogada quaesquer dis-
; :i;im> em contrario.
.Mando por tanto a lo las as autorid ules, a
quom o cinluciinenlo e execucKo di refo-
ridl rosolujlo perloncur, \-ir a cumpram c
facam cumplir tilo ioleirainento como nella
se coulein. O secretario da provincia a fa?<
Imprimir, publicar, o correr. Gidade do Itu-
cie de l'oriiambiico. aos 4 dhs do met de
maio de 1852, irigc-iinu primeiro da inde-
pendencia e do Imperio.
L S,
Francisco Antonio Ribeiro.
Carta de le pela qual V Ex. wiWa xe-
'cufiir a retotucio da auanbln legislativa pro-
vincial, que s'aiiaionou, determinando que do
I.0 de iulho de 1852 em diante. se abonar an-
nualmenle no thesoureiro dafnzenda provincial
a qitanlia de 200,000 para quebras.
Para V. tx. ver.
Franriscj Ignacio de Torres Rindeira a tal.
Sellada o publicada nesla secretaria da
provincia do Pernambuco aos 4 de maio de
1852.
Honorio Per eir de lenlo Cou tinao.
llegistada aj, do I ivro 3 do left provin-
ciac.--Socrftiria do novernn >ia provilicis
do Pernambuco 6 da maio de 1852.
iodo U'fiiiiiguc da Silva.
nic.lii do disposto no aviso, que se segu |
transcripto.
Rio do Janeiro. Ministerio dos negocios da
guerra em 19 de abril de 185S.
i lu. o Etm "Sr.llavendo por bom s. M.
o Imperador mandar declarar, por sua im-
mediata o impiv lal rcsnlucilo do 7 do cor-
rele mi"., lomadi sob consulla do supre-
mo conselho militar resneitodos esclsre-
cimenlos, que pedio em olllclo de 31 de.de-
zembro do anno findo.o commandanle das
armas desla provincia, que aos sccetarins
desle, e dos mala commandos de armas oSo
he licito cobrar- m emolumento algum, quer
seja pelas certidOes, que nuham do passar,
ou por outros trabaluos de escripia, que so
a presenta rom as secretarias, por d3o ser
pniiua em nealium corpo Jo exercit, ou,
quartel general, e n3o haver loi, que auto-
rise lies emolumentos as repatlicOes e Cor-
pus militares i elinslinante que a despeza
lo exped de, que lizeien os ajudsnles de
ordens, ou oliciaes empregados nos quar-
teis goneraes, seja por contadas gralitlca-
(Oesque seacham eslabellecidas, e so man-
da n abonar aos sec alarios, e n9o por a-
quelles odlciaes; dovendo a quo fizerern os
ju da otes do ordenados presidentes serem
abonadas pela secrelana do governo da pro-
vincia em que elles servirem, assimocom-
muuico a V. F.xc. pura sau governo, e para
que faca constar oo relorido conimaudanlo
das armas.
Do n guarde h V. ICxcManocl Felizar-
d i de Souza e Mullo.-Sr. presidenta da pro-
vincia de Pernambuco.
\nlonio Correa Sera.
Quartel general na cidade do Recife, \ I de
inttin de 1852
ORDKU 00 DA R. 93.
Ituvcndn-se npresenlado neste quartel^e-
neral o senbor segundo cirurgio alfer.sTIo
corpo de s ni iu do exercito l)r. Miguel Jua-
quim de ilustro Mascarenhaa, que em virtu-
de do aviso do ministerio da gueira Ue 27
de le.e ..leu ultimo veio da corle para ser
convenientemente euipregado nesta guar-
uicilo, determina o marechal de CJTipo com-"
ii..n ninte das armas que passe a fazer o ser-
vico no biiialha.) n. 10 do infantina, cou-
jiinet nneiilo u do hospital regimental
sim, qui u senhor se-
(jODinianio das armas.
Quartel general na cidade do Recife 10 de maio
de 1852.
ORDBM DO DU 92.
0 marechal de campo cominandanlo das
armas cu presenta do cinnuiunicacos olll-
eiaos, quo em dala do 8 do correle, reco-
beu do l.xm. Sr. presidentedesti provincia,
publica para coniieciotento da guaruipiio e
dovido efreilo, as seguimos imperiae* dispo-
sigoes:
1 .* Quo por decreto do 3 do n.arcn ultimo
(ora iromovilo cITeclividado do posto, o
Sr. coronel gradeado Jos Ferrcira do Aze-
vvlo, cjmmndaote do baialnlo n. 9 de in-
fantarla.
2.* Uuo pela imperial resoluc.3o de 7 de
abril prximo lindo tomada sol) consulta do
cnnselliu supremo militar, se mandar con-
tar o lempo de servico desde 17 de fevereiro
de 1816 ao senbor sogundo t'eh.'nla.do quar-
lo bataibfiO de arlilharia a p Ayres Antonio
do Morsas Ancora, por adiarse cu nprehen.-
didonas dispnsii;Oos da imicrlal resoluco
do 24 de agosto de 1850.
3." Uuc por aviso da repartidlo da guorra
do 21 do dilo moz de abiil se concedeu li-
cenca aosenKortcneule do dcimo bntalhilo
, .. i ..-.i ii.. i. Blla. lauuJ.
de Ma.o de 1852.
N. 106.
rinimu o oOBtxssioa.
Parahlba s aegundaa a sextaa-
rade-do-tlorU, todas ll qulataa-felra*
meloda.
nhuns e Bonito, 48 e 23.
lata, e Plores, a 13 e 28.
rla.a qnlntas-felraa.
a, todos os dlat. ,
aroTioiaa aTBAWoiiBAa.
Portogil U da abril
Itespauha 10 de dito
Franca ... 8 de dito
Blgica... ^ de dito
Italia..:. 3 de dito
Alemanba. 4de dlya
Prussla ...' dedlfB
Dinamarca SO de Mareo
Russia... 3i de tllio
Austria.. 4 de Abril.
Suiaaa.... i dedllo.
Sueria. .. 1 5 de Mar;o
nglatrrra 7 di Abril.
E.-Unldos tide Fevr
Mxico... 31 de Jan
Cillfornla 2 de Marco
Chill. 2 de Fevr.
I'uroos-A. 0 de Marco
Turqua, ni dedllo |Moutevldeo 31 de dito
VAMIMOa ot in n> MAZO.
Sobre Londres, i 27 a 27 '/> d.
Parle, 3W
Lisboa, 91 por canto.
METAEf,
Ouro.Oiifasbeanaubol......:...;'.'.. 2qfOO0
Hoedas de byiou velbaa......... ltUOtn
. de 0H0O novas.........1U/IHUI
> -de 4/m'il................ 9/000
Prata.PatacOesbraslIrlros..........*. l/l>'20
Peavs columnarios............ 1/!i2o
. Ditos mexicanos.............. \H '
isaaoaiwg.j-.ari, w aniaan nuawi
ue um almirante ngle tonha jmaia | tra1i do bandeira diante do urna frota fran-, phyaica ; e quando em 1812 os Americanos
rnnssoainarinhfllros eslSo meimo per- declararam nnrrediatamenta a guerra a In-
idos que um almirante inglez nSo tem glaterra, ahamos, com grande daino nos-.
fino o direi'to de o fazer. Ora assim co-! s, que elles linn.am sabido mu Hbilmente
ossabiosestariamaotorisados a consi-, tirar partido desla verdsde,
como perfeitamente concludente urna No glorioso systems di- Nelson a sciencia
deTosiiltados anlogos que se produ-, da ait.lharia. era completamente despre- Frsncezes levar.m sua attenijlo fol a substi-
en.iwrfenci.es.Torea forca rea- uda. lu.co do petas longas e pesadas^ antigs
mirantado nSodava nem ordens nem
com antecedencia que fui smento depois
de 1832 que nossu Almirauladn, por tanto
lempo inerte, principiad a fazer aorios es-
forejos para copeiar, e algun.as vezes exce-
der os melhoramenlos de que nossos rivses
souberam tomar a iruciotiva,
Um dos priineirns pontos aos qoaes os
em experiencias solini a forca
da resistencia deduaa especies ilinVren
madeira*. de cordas ou do mateiiaes,
esquer tamben parece que o povo in-
poderia coip alguma apparencia de ra-
, concluir do que precede que ten lo al
i balido os francezas no mar, os batera
>pre. E9la dedu;3o lodavia nlo seria
menos exacta, e nos exporia a gravea erros;
,irt|ne se a forca r lativa de dous matoriaea
quaesque
i i les "flxas, o poder do homem, na trra
como no mar, est nSos sujeilo a alterna-
tivas e a niii.liiiir.is repentina, senSo lie ra-
ro que elle exista muilo lempo sem estas
variaces. lino elTeito narurl do desonvol-
vimento das facullades inventoras do espi-
rito humana, desenvolvimenlo que desde os
Os.....
nslruor/ics a este reapeito, os oliciaes nSo
eram jmaisexaminalos r.este ramo essen-
Cial de.sua profasSo, e cada capillo obrava
a respelto como I lie aprazia, isto he, segun-
do 'sua experiencia pessoal e conformo a
manir ou menor importancia que dnva aos
eervicoi da arlilharia. llavia eutSo duas
ca-g pei;ss cu we ligeiras. Nilo se co'nlava on-
tr'ira menos de 27calibresdifferentede bo-
cas de fugo em uso ns marinha ingli za.
II Je ella nilo se serve nris senil.i de pe-
Cas do 32, e as hallas sld de uii celebre u-
uiforme. As naos e fragatas trazem alem
disto uma duzia de pecas de 56. Os barco*
de vapur sTo tau.bem prvidos do urna pe-
pa sobre rodillo, a qual langa ball-s de 84
rherepre.-enldpordoas,u.nli. loueuU ao chifo do urna pica cujo recuo libras, e do urna cutna peca de88 igiialmen.
" I,avia cbamiiilo sua aitencrlo.- montada aolaraLsaa^io,. 4o pslu en
i iin lluiuatlU uiivii""'aniv'iv j ---------------- ...
lempos primitivos at hojo, tem mu lado-da ceUu era sempre, codo ou tarje, Torear
muitas vezes a arte da guerra, e pr conse
guirite, as forjas relativas dos povos.
lia impossivel ficar estacionario no meio
do mov nenio goral, e um rovo nilo tni
maisrasSoem dize: llevemos .do balar
sempro nossos inimigos, por qui o temos
balido sempre; nSo temos por lano que
preocupar-nos das mudencas' na irlo da
guerra n os directores dos cimiuhos de fer-
ro nao podem dizeraos seus accionistas
quo sua* locomotivas vencero smnpro em
prest-za as outras, porqu > p-esenteiiienle
as venceo, e que por este motivo nSo lem
inteiic.o de inlroduzir nenhum melliora-
mento na construcefto de suas macinnrs.
Sem demorar-nos em fazer mais visivel o
No, Sr.', rrsjoiideu o bravo marinli-iro
enxugando com as cosas de sua larga mllo
a fi unte c Ii ot i .le plvora o do suor, ha-
viain Ires .' Minguen!, Analmente, era en-
earregado de voiiflcar guant-s llallis a tira-
Time quintas perdiam, porque o retultaoo
o inimigoa arrear sua bandiir
as taefiol navaes entro os Francez s o os
Ingluzes, e-ia ignorancia dos primeirus ele-
iiioulosdi scioncia de aitilliaria era levada
a ti ni grao que parecia iucrivel.
Por cxemplo, nao so levava em conside-
racSo a Oillm oni; da Rrossura da pega na
culatra o na bocea, donde se segu que fa-
zendo a puntara Segundo a liiecrjilo de li-
nIn exterior da peoa, alirava so uiuito alio :
as bailas dirigidas contra o cosco do navio
iiiiuilgo alravessavaui quasi Sempra suas
vellas,ecalcu|ava-s> quo urna halla eleava-
se sempro ao sahir.d i peca, o quo he falso
na | >mi ir i como na theoria.
iju.in lo linaUenite, muitos unos depois
bsurdodeum igual raciocinio, examine- da paz.air lluvvvard Dauglas inoslrou eslocr-
liel'-r mu oulro
- u-nlo c rurgilo de e nitrito l)r. Ignacio Fir- na organisa^Ko
no Xavier, exerrja suas funcgOes no bata-1 exercito de ierra, urna sorte do len
llio n. 4 de artilliaria a p, contluuandu no instincliva de obrar tanto qnanlo for
-.o .u;i> do mesmo hospila) em o qual se
ada empregado.
Antonio Correa Sera.
EXTERIOR.
mos rapidamcnte'qual fui, qual he, com ef-
foito, o estado relativo das mariuhas ingle-
zas e f.ancezas.
O Inglez conOando na superioridade de
suasforpas physicase dessa coragem calma
que Ibe li propria, parece desprezar as
lua* i mi i vi luaes tolo emprego de meios
arlillciaea. Nilo he para admirar que baja
da inarinlia comu na du
londencia
possi -
vei, com materia bruta. o lempo deiNa-
.noleSoquando a marinha mercante ingle
ro, remediaram-no a jupiando o'cos as pc-
C is ; mas lal eia entilo a especie do repug-
nancia quo so experiinentava em adoi tir-se
esta reforma necessiria, q le a m-tado so-
mante das pecas foiam prjvidas do a'fru,
de serlo quo nflo havia senSo a melade do
urna banda que atiraSS' com jusloza.
Por esta rasiJo nlu ora cousa extiaurdi-
naria ver navios cauliuiiearoui-se durante
horas inieira, a liro do pistola sem faze-
reui grundo mal.
Km quanto quo nossa artilnaria do arl-
nha o>tdVa assim abandonada, os Americi-
de cuidado ede
ha i\-l!l.vi(lFNrivDSF(>nr*SnEFFNSI- g'". q">osquer que fossem alem distos
v? n iv.- l-nn fa rl i i !,iciM e inconveniencias do modo do re-
V\b DA I.NGI.ATEHRA EM CAbU Dt IS-1 crultment afa,.iamse rpidamente ao ser-
zacohria'os mares, e nSo era sempre segu- us, a (orea deubs-rvacSo,
ro rara urna nao d liuha francez. sabir do uns pr.lic. inlelllg-nlc Ira isrormavam
porto, populacSu marilim ingleza exceda seus manulieiros em MbeU '"'"',..
muito, tanluern numero como em expe- .Substitu.ndo alem disto pecas rompr.da
nencia, a de Franca, e os marlnheiros lu- *
VASA.
ContinuacSo do n. 105.
II
Marinha.
lid um llover para nos fazer au- Francczes
nossos amigos adversarios esta justica que
nao iili-t.niie sua inexperiencia nutica, el-
les lem coiistanlemento desenvolvido no
Ocano a mesilla bravura que os len lii
emiiiculamonte dostinguido em sus grau-
iles guerras contiuenlaes. Algurqascifras
bastampara eslabeu*Cer a superioridade da
marinlii ingiza subrea marinha i'ran /.-., e
estas cifra* sSo lio simples que u Almiran-
ladu poderia faze-las nVTcar nos bracos dos
inai ii li o o inglezes oo forma do rn d 'loa
Navios tomadas e deslruiiis pela marinha in-
gteiude 17'JJ ,i 1815.
'00 naos de liuha fran-
cezas.
166 fragatas. Ule 1802smente.
224 corvetas, bngues, etc. i
950 corsarios. I
6,200 navios mercantes, ]
Sobre 13 batalhas geraes, 12 f ora ni om
vanlagem dos inglezes.
mi no 34 combales parciaes, de fragata a
fragata, leudo em resallado a captura ou a
destruido de um ou douutro combalenle 2
doinfanuria l.-opolJino da Silva o Azevedo smente n3o fuiaui em vanlagem dos iu-
para esludar na escola mililar o curso da gleies. -. ,_-,,
respectiva arms. Mas doas batalbas de Abokire deTrafal-
ii marechal decampo commandanlo das gar, os Fraucezes perdoram 36 uaos de li-
armas. declara que a primeira disposiclo nha e 30,000 homeus.
cunstou do aviso du mmislcrio da guerra do i Os iugleze* nSo perderam um so navio.
17 e asegunda do 16, ludo do lefendo mez Ajunlemos quo lie sem exomplo, em nos-
de'abril ; di conm cimento a mesm guar-1 sos innumerav. is combato* com os Fr.nce-
Os ligaiores e o exerrilo i^tf
A' vinte de margo de 1571 no momento em
que davain drz horas no rcloglo do priaiado
- de MunlliuireiM y, um i liei Ini'li |iu\.ol i por
dous andaluzes de rafa corra aprednmente
para Pars prlo caininhode Sant-Denis. As cor-
tinas e-i iv un cuidadosamente descldaa, e o bu-
leelro. cuja Dgura desapparecla debalso de um
ampio chapeo, Iraiia una especie de canelo,
sob ai vastas dobras do qual uiu."b iento polla ronhee : a forma' das anuas que
i-iiviin oceultas. Os cavalloa fatigados sem
iinvi,I' por nina louga carrclra, deisavun rui-
dus menle escapar seu balito que se esalava em
nureni de vapor, e se mlslurava nos furhilhdes
de porlra levantada pela rapidez da carruagem.
Alio! bradou logo uina vos do Interior;
dt'iieinos re.plrar um puueo estes pobres ani-
llases, O postllnao obedeeeu com urna ploinp-
lidau fesprltosa, e a carruagem proli diaitle da
erne de um parque dependente do caslcllo de
).. Vrillie.
Mate momento, duas pessoas appareceram
por detrs desta grade; um velho e una mo-
ca. O vi Hio euja cabera desculierla, de.pida
de cabellos, llnba essa apparencia de ascctlsiuo
que esige todos os respciios, cstava Com defe-
rencia Junto da inoci. a qual deve representar
um papel bailante linpoiunle no curso desla
narricao pelo que pedimos lo leitor permissao
* de tracar aBllcipadainenle o seu relralo. M.
idade quasi de dessete anuos, rila possuia essa
bellesa que fat nascer o enthuslasniojla ailinl-
racao. De pequea calaturs, loura, delicada
romo as Ocres do rlenle que um levesopro da
biisaarrebati, inis comadiaies griciosos, com
olhosde um preloespesso, cuj cornea lmpida
se irrodioa de mil rellesos, om labios cujd
tena auaiiar os oibos mals ousidos. depois, por urna o em d" persoiiageui mjsie-
F.ia Tacil de compreheuder a* ve-la ao ineaiiio rio.o a qutm penancia esseolbar, os dou.au-
leuu.o lio llm.da e lio determinada, lo casia e daluies toi iraram a parlir com Iucrivel i-aplaca
lia chna de lernas pronicsjas, que nella a alma llaviaiii decorrldo apeuas viole minutos que
absorvia o corpo, e que, assim como be preciso carruagem assim corra, quando tre boiueni
um ralo de sul llor, era-lhe mlslcr tainbe,m i sinipleiinenle vl.tldos como paisanos, se poze-
um raiode amor, este sol do coracaoque Ueos | rain cui quadraUo no meio do caiuluho. Ar-
redem-se, arredeui-se, ciclaiuou Murnaj. Por
tuda reaposta um dos tres bouieus fui buscar
sen arcabuz uu fosso. Pare disse elle ao cun-
de fasendo-lbe pomaria; pare ou inorre 1
O rosto de Mornay lomou-se lao branca co-
mo o puuho da camisa, o qual se escapava por
baixo do capole, das mangas de seu easaciiu
vico. Com laes materiaes i sua disposieao,
a lctica habitual deMelson, um dos inaio-
res liomens do mar de seu lempo, era moi-
to simples ; e consist* em correr direilo ao
inimi<-o.
O mannheiro Inglez eslava sempro n ate
a cintura.
Barricas do agoa o montes do arca eram
dispostos, as primeiras paia matar a sedo,
os soguudos para serem lancados no cunvez
aflm do que os ps nao escorregassem no
sangue ; urna breve orc8o liuha lugar, o o
ataque priucipiava.
a* nos-as pecas corlas, Uvera n a vanlagem
do poder caiihonear-nu* inipuiiemcnie
conservaudo-so elles mesmos fra do alcan-
ce de nossos canhe* grandes.
Suas tros principa s citases de navios no-
ininalmeiiloda mesilla rorg quo os nossos,
eram na reoli lado superiores do um terco
por sua dimensao, pelo calibre da sua ai ti-
tila ria e pela forca numrica de suas' 1 qui-
pagons. .
I'oim lio principalmente a superior! lade
do fogo da arlilharia amt-ric na que as au-
toridades as mals competentes siiribuem os
desastres soirridos pelos Ingveai naqu>lla
guerra. No ha nada du.espantar um que
iiossu navios Icnham sido Ciplur.ilos poi
11 11 ,1 1 1 1 o 01 111 ,11 1. w,---.----------....---------------------------- .
Este sv-tcma de com- navios moilu mais fortes ; mas u que lio pi-
- I__--.-.k- ..... .U. .ul U hiiCllllSinllll.-
bate bordo a bordo, baseado na forja phy-
sica o mural do marlnheiro, duvia ter bom
resultado para os inglezes, e quasi sempre o
ti ol 1 1 u.'a ria vel ni en le, as grandes balalhas
como u.isaei,Oes parciaes.
Poresia raifloNelsouquo linha por prin-.gligeiic .
cipio ir ao encontr de tola especie de po- vendaros ollios do Almiranla lo.e omquaiito
rios, procura-Ios mesmo, lie nlO.justili- nossa arlilharia de torra, exereiUdac apor-
cado do tereslabeliciioesta syslema como foitoada na escola do Wooiwick, connnua-
regra estratgica, seiio que coinprohende- va a ser a admiracSo da l"rop-, "'* e"
so anda qoe elle lenha sempre considerado quipageos eram tMM !T12!
urna raiaJa da vento ou urna noite escura posius om cumniissilo d 1 porto, e ninguem
como uina probabilldade em seu favor. ; so ocbupava mais delles. ......
Esla lctica era m.r.vilhosament, dop- O mesmo no succodou no conlinonlu
tad. as vantageus phisic do soldado li.-'Os experadossuccessus da a, nha aruo-
glez que Mu podem ser post.s e.n duv.da ; licana p.oduzram urna tal 'PrJ" "t
porque fui provado em Paria, em 1815. que ludas.s polencias niarlliina c aliaba on
umeerto numero do Escos* ..Ses, p.,sios om gilnieirolOgaP, nw\*X*?l*U*-
linba, esp.doa contra espadoa cobr.am um desto novo l*M*a* ""['* V'.. !".'
maiur espasu de terrono quo o mesmo nu- ca navaes quo Uobsm dado lau b
mero do iudividuos de qaailquor outra na- resultados. ___ .....,-i,.imi
jy I l^roiiiosconhecer mui succinlamenia ai
ra notar be, quo estes navijs assim ciptura-
dos oiam abysmados o levados ro fuilu
emquaniu seus adversarios cstavam compa-
lalivanienle 80B o Salvos.
Estes deploraveis risullados de nossa nc-
nilo forarn sulllcionlus para dos-
cnvla a uns como um inarlyrio, a ouiros como
um goto anllcipado das alegrias do co.
Fot o vellio quem primelffo fallou : Veja-
mos, disse elle a simples iosprcao dos caixlllios,
a que casa perteuce esta carruagem. 1. pondo
as ninas por cima dos olhs, dirigi toda a sua
aucncao para o brasao d'armas da porliuhola.
Ohl'Mr. Modgebourg.pcrguutou a moca, o que eu-sc pressa em obedecer a ordem que Ibe
vi Ii Sr. ? Ab! luadainrsclla Mara, uo vejo era lo Iniperlosuinenie dada, tiocm sao os se-
nada, porque meus .oluos se eiifraquccem ; obores? peiguniuu elle depois procutanJo oc-
ollic; a icuhuia inesma. Previoo-o. respun- culiaiiieutc o punho de sua espada embutido
.1,-n .i mu'1, de que nao sou muilo versada na de ouro. .
nobreanelHcraldlca; lodavia veu Iciilar fatei Quem somos? Ilgadores escapos por mila-
(allar eslas cifras, mai se acaso ine engaar, gre de Pars !
Vine, ser, como cipero, indulgente. Lela, > Bem I disse o conde affectaudo grande cal-
culhc pejo, in a.1.1 no -el i i, lela. Ha, disse ella ina, e uquequerem?
por lim, um escudo de ouro com duas lasas ver- uiscouaas!
me.li 1-, aeuinpauhadas de nove uierletias da Oigam-naa, tornou o conde, porque tenbo
mesma cor, quairo no tinabre, o i- em face e pressa.
ires em cima pollas em divisa de prata eiu as- Primeiro qne ludo, replicou osoldado.se
na de asul. Ool oh! disse o velho, lie o bra- aaliimoi da cidade apesar dos perigos que oos
lo dos Mornay. Nao po.lendu olliar para o In- cercavm, be porque bilbanos fume ; ora se
lerior da carruagem, elle levou seu cxainc so- por veulura, tu Irazes vveres aos slliaules. el-
bre aqurllc que a conduiia. De-repente anl- les ua veidade couviiiam melor a estomago
niando-se disse com cena esallacao: Saudc dos siliados. Teus viveresf Nao certaineote.
inadameiella de La \'nllie, saudea Mr. Ou- bulao, couiiuuou o limador, io uos resta
plessIs-Mornay, case houieui e brome ligado seuo assegursr-nos dalo vliilando a canua-
I11 vinte anuos fortuna de llenrique de Navar- geni, a qual, ceriaiucnte parece lar alguuaa cou-
ra ; veja, he elle, he elle mesmo que coudua..... sa de suspeilo.
recoiilicco-o apelar de leu distarte ; iraia-sc Ksla nova pretenco, do ligador nao pareceu
sem ilovi'l.i de um negocio que diz respeilo aos aeui duvida ardiiudura a 51ornay ; porque sua
intereses do re.... Ocondedc tlornav he aiem emo(aoameacou irahl-lo por um nioiuen o.
dalo um amigo do Sr. seu pal... Saude, sau- *- Ali! itiu, proseguloohomeiu doarcabui,
de em vos Paisa! E elle mesmo Inclinoc-se to fomol kiinplesuu-nle mandadua paraassegurar-
i.rnliiiid ine ni- sci ludavia nada compromel- nos se o leu maldito Uuurbon be 'pruva de
ler de sua dignldade, como se dina de um cor- uina boa lamina ; ora em falta de viverea, nSo
iciao coi quem as dein >nslra(0rs da civilldadc esl ani o Kourbon ?
sao a'perlcita medida do valor pessoal. O conde lancou em derredor de si Vistas In-
110.1 ni 1 M iri, que inuilas vezes bavia ador- quietas, como para procurar um apolo, um am
mecido uarracu das accdei cavalleiiosasdo aillo, um defensor. Nada vio, ludo era deier-
Harncz, ella seuua-se dispuila daf a Mjrnay lo na planicie.
una parle desla aUmiracau Ingenua que liaba tiesta! disse o ligador em luin de aicas-
votado ao seu Intrepiao soberano. Por lsao mo, ests muito lorprcbeurlldo, como se eu te
de 95 quintaes.
Empregu-se ordinariamente para as pern
de 32 e pa/a as do 68, ti Mus cheias ; mas
para as oulras, bailas nucas. A expeiien-
cia lem provado a respei>o deslas ultimas
quesea parte cvadn no so echar exc'.-i-
inento no centro- da rsphoroide, esta r.ir-
cunislaucia eierrera, segundo a pcsie.'m 11
baila na pee. urna cena iiillueucia na diro-
CIu e alcance do liro.
I'iiialiiii'nt' o n.esii!" succede com as bal-
las cheias, 11 s quaes exist sempre um va-
cuo pouco cunsideravel.
Ai antigs huxas de rslopas forarn sub-li-
I111 las ventajosamente por um bitoque,
fiiiuiado de um circulo do corda Ra por
rlnas taigas ataduras do eslopa onerosa les.
I'or esfe meio.o ar nilo he InultimeiiU coui-
pM'.iiulo, o a halla calcada toda 111 redor,
he o, .1- sol lamciiic cnnse vada do quo era
pela ani e 1 husa, a qual nao fazia sendo to-
car seu Ci i me.
Os Fraucezes tecm aporfeicoado esta in-
venefioenlilhandu a circumferaueiadolia-
toquo do mancira que facilita sua insereno
e iieiilralisa ao mesmo tampu o efToilo du
euchimento e da expansao da Corda por cau-
sa da humidado; elle- adoptaram de mais
um melhorameulo bem importune, o qual
consisto em cirrozar as pecas por meio de-
carluxos que conten tola a carga,ni q loquo nos iulroduziiios successivanieul" n
plvora el hall 1,0 que oxigi mais lo upo o
da n.ais trabalho aos arlilheiros.
Esle iiltm o melhnrameiito tulla sida a-
pontailo por.Sir lloward llouglas. om seu
tratado de arlilharia naval, publicado em
1819 0 IraduZldo depois mil multas hng'ias.
Foi smenle quando ella fui adopta la pji-
los Fraucezes, quo cliamuu a alien, ji do
nossu Almirautado.o qual ulliinamnnvi "leu
ordem para quo se li/.iissom expeiieucias a
respoilo desla inveiic.no franceza a. A mo-
ral que rosulla deste fado lio que so um
combato tivesse tido lugar cm 1840 ou Mil
entre as eaquadral frauceza e inzlez.i, os
Franc-'zes leriam feito uso contra ns.oa in-
vonaan do um rillicial inglez, invehi.au quo
soturnou publica lu mais d' trinta nnnos "
que nao liiihamus anda difiuilivaniciiton-
dopladu.
Acrcscenlemo quo a niarinha frauceza,
servc-*-'pa/a levantar ou abaixnr a eulatra
das pecas de.rarafusus do espequo, em
quanto que o.itro nos estas rluas o^eragos
eontinuam a ser fetasi or dous homeus quo
pnanobpam com o sorcmro doalavancas uina
caoba misica do mmh.
Indepeiidenl":: pule d-s hallas, faz-so an-
da usu, para o liro liurisoiilal, do oboses
proplalos de manera quo arrehentmi ou
pela explusilo da plvora quo cOitm, 011
por seu choque mesmo contra o objocto .so-
bre o qual silo dirigidos. Prefende-se qoe
110 syslema aclual, una banda do obusi'S,
ar'euressada a 400 metros do distancia se-
ria a medicina a mais drstica que se lemaXi-
nhoci lona pharmacdpoiada guerra. TaessSo
11 :.- 'i.1 1 os terriveiselT-'iios deslas ma-
chinas 'ledestruir-ao, que he para temer qu's
asciencia au lonba aqu uxcediduuseu llm
o que para o fui uro 0 resultado o mais cr-r-
t'i dos combates parciaes, qoe poderom ter
lugar 110 inimenso Ocano, nSoseja a des-
truido mutua dos dous combaleutes.
Su 111 irmos mais adianto nnslas pnlicula-
rida les lechuicat, os quaes nos aflastariam
do nosso assumptolprincieal, limilar-oos-
beinus a fazer ohsorvar quo nu servico fran-
cez, as equipagonssflo regular o assi lua-
iriente exeicita-las no niaiiejo das armas.
No l- mpo om q ic as marinhas iiiim'nas 1 lo
*'
(') Soldado de infanlari* alcmi.
dente inoitrou-ie por esta ealrciu abertura ;' na qual crO bem niilo, elle nao entrara Jaman,
carruagem lanc
espaUa em puuno. Couiefou culo um lerri-
vel combale, no qual o a{o chocava-se despe-
dlodo rumores multiplicados 10 ouvldo-, e re-
lmpagos brilhanics asolhoa, Estes cinco ho-
meus que ae badana comogoerrelro. nao solta-
v un um sgnlo. nuil exclamaco, um suspiro.
Seus bracos abaliavam-se ou erguiam-se, se
cuinpna aparar uiu golpe dirigido contra o
peilo descoberto, dar a si iiiesmu urna resposla
ou tentar uui engao, ou segundo as regras da
arte.
Fra dimctl prever, pelo vigor com que prlo-
clplaram, quabpoderia aer o resultado da lula.
Todava uina voz doloroia nao lardou eui do-
minar esle rumor surdo. Acudam-me I acu-
dam-me.' pedia so_ccorro um ligador atacado
de perlo, e cuju saugue espadaiiava como o vi-
nhode um odre, pur duas abeituras que Ibe
linha felo no nielo do corpo a espada do incg-
nito. Airavessado asslio de lado a lado, elle
velo cahir no declive do foiso. Uil dase elle
unida, e vida fugiolhe por enreosangue
que coiu esla uliiiui palavra, subio-lhe ate aos
lanos. ,
Mornay icabava de ferir um segundo ligador
eniro a quinta e a sexta oslella. tile nao da-
se nada e abateu-se lentamente aobre al mes-
mo, porque a espada Ibe linha peuelrado tres
quartos uo pelto. tile eatava mdrto. U ler-
celrojfcrldo no hombro, e vendo-se t, qiilz
procurara aalvacao na fuga; poriu apeuas den
alguus pasaos. Acabado de dor, abateu-se, pos
uma inao em terao, depois mu joclno, por mo-
mo o corpo inieh-o. Elle Moni ido reuulr-se
aos seus cantaradas na elcruidade.
Phllippe de Mornay, a quem a esallacao Ua
lula pareca ler remojado de Olola annoi, vol-
lou-se para o viajante mysterioso, ao qual aol-
lou um sorrlao chelo de alieicao mullo mais alu-
da que do orgulUo do trlumplio. Este In'o agra-
decen e aubio lilensioiauenle carruagem
canil .iiii-ns, os segundus "S repelllalll cun
grandes perdas e opoderaram-sc da lariuba da
qual fazlamiiin divertiinento cruel, laucan Ju-a
o pealo, Vuaulo aos relrcs se Ibe delxavam a
vida salva, nao era pelo menos icm Ibes fazer
lollrcr urna huiuilbacan a qual se iraduzia lu-
ya, iavelmenie para ellea em alguna piparoiea
no narii. Elles lecebiam 01 plp-roles prague-
jando c jurando: lodo seu protesto se llmilava
Tal era pouco mals nu menos a triste pbysi-
miiuia das cumas quaudo a carruagem que ic-
ios proli a oulabiulas toesas perlo da
palla de Salnl-Denis. O mcogiio desceu para
camiiihar s aai>e at 01 tramitaos do sitio,
principiados desde a maubaa dcbaixo da dlic-
,;iu de 1 ni 1 noe. ,
Niugueiu paisa 1 grilou-llie aicntinclla
cruzando sua alabarda.
Fraila c Navarra rcspoudeu o estran-
geiro.
A senlinella, fiel ao santo, tornou a por na
primeira posico a arma c coutiuuuu leu lervi-
90 com a lleuginallca uegpgcncla caraclerlsll-
ca do Boldadu. t,o..be/eniao a vez a Tureuue
de iuquiclar o recemchegado. do qual umulliu
eslava coberlo com uma larga lasa dr leda
prela, e cujo trage singular, nielado da corle,
elade da cidade, lana nascer vagas suspelias.
A' visla lisso, elle maodou a esse e.lranh per-
souagein, o sen mala Joven offlcUI.
Quem be o .-sr. ? pergunlou o ohlclal.
Un enviado do rei.
Tem uina ordem escripia?
_ Ei-la aqu, senhor, respondeu o viajante
ebtregaudo um papel no qual inoalrava-ae con-
ilesceudcntcuienie um sello com ai anuas de
. une, esle persoiianciu me parece bstanle
lorio com seu chapeo aem dlaiiianle non plu-
ma, com eeu tafel aobre o olhu, eiobre ludo
com a oballiiacrio que pe em dar-m as coilaa.
lie para Ibe provir sem duvida, Sr. vis-
conde, respondeu seu interlocutor, que ae tem
a vista ina, uo he ao menos nem torio nem
corcovado.
Tureuue lomou o passaporte e leu em voz
alia :
n Nos, por grea de Deo, ordenamol que sem-
111 e le responda ao porlador da prsenle como
se o fucsaema na mesmo. Alnl disto manda-
mol a todaa'os cheles ou soldarlos que Ihfe con-
ccdain, a leu pedido, coinpanhia, soccorro 011
proteceo. lista lie a nossa vuntade.
a (Asslgnadoj Htnrique de BorAan o
Tendel oiivl'l", sojibores'' esclamou loieo-
ne. A ordem be formal. Um de vds leve com
o chapeo na inao este escripio ao enviado de
sua iiiagriiade, e para que elle nao leja mais
me. 1111111,1 la.lu, dez ordenancas partam iuime-
dial enle a galope com a inliiao eiprcssa de
advenir a todos os nassos ehefei de corpos a
sua presenta.
O incgnito que se tluha al enlao conserva-
do modestamente i pane mellen negligente-
mente na algibiira o pie, i -o laliainau, ao qua
er#devcdor de lima recepcao Ido rcapeiloaa, c
avanfou s para o interior do campo. Euca-
uilnhou-se directamente a uu,javcn ofllcial,
cujo alelo era o de homem cvlllsado.maicujo
oluo pardo, quasi lempre abaiado linlia urna
eiprelso de hyiiooresla e de uillcia odioso
mullo mala que de nobiez e de lealdade.
. Vossos homens eslo linnei ? pergunlou el-
le depois de o ter laudado.-Sim, lei.bor, rei-
noudeii o commandanle ; admenle desde I1011-
ein. enea ^onieeam a dlzer.que o. direilo, de
II,n,iqueJe Navarra a corta de I-rauca oao tiles
parecen mala lao bem fuodadoa Oh oh.
disse o eovlado com urna grande alilve, eu
liuha peniado ale hoje que utu soldado ie bilis
e nao discuta. J
He verdide, icnhor, quando elle encon-
tra pellos eitrangclroi na boeca de icu moi-
lisia reiposla peremplorla pareceu acalmar
,1 inilladrasa suscepilbilidade do incgnito.
Nesie cito, faca vlr. le he de vosso gusio, ua
seus comp.olKlroa. ^ um gesto do. comonn-
Janlc um ctariiu locou a chamada. s peloies
uuvocadoi vlcraiii lugo grupar-sc em
abaui de dlacr-ine, disse
fraiDcai. asaim coavocaun iv
ulliclal lomou o aaTvo conduelo, o qual foi torno de ten chele. Ae
regara Franca. o Incgnito, que t nbcl. o re por mu usurpa-
Uiabo! diabo dliig neite momento Tu-1 dor._ lie ventado.'

ILEGIVEL


S3s>
-r
2



lintiarii recortlos scimcii, a forca physica
de nossos aiarinheirojlheadava quasi sem-
pre h viniatiem; pinn temos emfim re-
coiiliwi'lo, aln-la quo uo pouco tarde, que
a disciplina e o habito do manejo das ar'
masdefogo podiam supprir o numero, ai-ados sslarios.
blm como forra pliy-ics, e n equipigein da'' Etla cipe-ieucla da loglelarri, Dauoa m
nao .el. o Excellint esta eiercitad. con-seu elemento por seus proprio* rorlohi-
ros, desoacionalissdos pela foroe. pela im-
prevl lencii e pela imprenta, taris devido
seguintcmente
Kasarnos ainda obsnrtrar que os Frcete*
teni ltimamente eslsbeleeido a bordo de
seus navios um syslema de ordena por sig-
naesenja ellicacio aindi nao rala do < ons
tralla, mis quatlefla pelo mi-nos seu vi-
vo dselo de assegurar .por todos os molos
posslveis, as Taolagens nap/edarcls da des-
oipliua pura. "
Sem prelcnd.r pois dar supenondide a
urna ou a o-utra das duas msriuliis, eremos
poJer tirar do concurso de seus esforcos es-
ta conscqucncia, quena prxima quer o
resultado dos combates no mar no sera-
mala, como lio passado, subordinado sim-
ples superiondade da furca pbysica e da co-
ragi'in, massim superiuridade da aciencia
ni n' li.i 11 oao uso das m-in-s. imi oii-
tros termos, hojeque o vapor tem tornado
as fruas iiiilfiiendentes dos ventos e das
vellas, urna carga de biavos marinheiros de
outr'ora nSo estar maisem estado .1 ilu-
tar contra urna equipagem composta de bons
arlilheiros, bem eiercitados no manejo das
armas, quo un gordo inulet,. sentado em
uns pl.il iforiii, n.ici imdena resistir por
causa de spu peso smenlu accSo das fur-
ias mecnicas que um engenhelrn francei
de peguano talbe Uiesse jugar contra ello;
nra e lula prxima entre as frotas inglez i e
' francea, devendo sr ein grande parte
urna lula da intolligencia contra a materia,
uumpru vor como as duas naedes estilo res-
petivamente preparadas para isso.
Adiamos em nossos negocios priva los,
que o melhor meio do ter bons criados he
fazur-lhes a vida commo la, e que a diIV -
i ni..i entre os, buns ou moi sslarios.sendo
so niesmo tempo insignificante em relcelo
.ios maioros ou menores cuidados quo O
homens .-nti ~r> 11 s ou descontentes du sua
sorle, dflo urna proprjedade do preco, lie
una falsa economa retribuir mal a aquellos
quo nos -i'i vi'in.
Ogovcrno francs tem sabido ovtar esta
falta, e os verd mIi-irus principios serviram
de baso ao sysl-ma forlemenie organisadn,
ellicz e formilavel, com o mu-coi i ii do qual
si ri-cruta a inarinlia franceu. Muilos im-
liii' de homens sSo constantemente sus-
I. nimios e commodaineiilo alijados, a cus-
a do estado, nos quarleis, ou dcbaixo du
i, i ni d ii rbinpanhias permaiienles riles
sin instruidos rom cuidado na pratica da
ai tifiara o no uso das armas. Un diste mo-
do qiHelles nflo l.ird un om sdqniir o gosto
ile sua pruflssfiu ao inesino tempo que em
\igorde corpo que so procura conservar.
Un' resulla desla conducta judiciosa ?
beque, inesmo em tempo de pz, muitus
marinheiros validos abracan volunlaria-
nicute esta prollsso ; o como em caso de
; i-i i .i a maior parte da marinha mrcame
fl neeza seachaiia reduzi l.i ;i es: ido lun; I-
do du inaeflo, ho justo pensar que os mari-
nheiros desoecupados viriam em multldo
servir na mariuna militar.
Todava o governo fiancez, para nSo cor-
1-t.is probabilidades desta evenliialilade,
quiz que os habitantes de seus dr-partaini-n-
tOS martimos fossem sujeitos mos na obii
g-cjli) c servir,que as nutras classes da sua
I ", iilin.-aii: iliiu a inscriptjlo martima
usnu'mlniravol uiechanismo, indepen li-n-
t.mente da conscrii i; iu ordinaria, a qual
Mijeilu ao servido do mar uina cena porco
ilo contingente aniiU'l. I'or isio a l;......>
e.'l a lodo o momento om eslado de fazer
i .i i--i.ii ao loiiuo do tambor, de S6UI dille*
rentes quarteis para os navios respectivos
gusa conipauliias permanentes de ariilhei-
ros d marinha, e completar dcste modo,
inesmo om tempo oe paz, a equipagem de
dezasseis naos de linlia.
Efs-aqui agora como se recrutava, duran
eauioseeoi noyes e sem eiperienels, eontra que um passaro voaudo : nSo he pn
noasos proprlos mariohelroa, disciplinados re absurdo delx-r so socaso o cuidado
or os quadroa de notas artiliians do '
marinha f
Na ultima guerra considerava-so "ono
muitn satisfactoria, urna descarga
banda em i
dSo liojn seis
lie que, em
nossos prupuoa inaiii.
porros, mas que os americanos ni-
entendedores que. nos tioham attrabido
para o seu servjco co mfortea premios e efe
demonstrar a necesaid.de de renuoolar este
odioso systama. Nfio ha un} Inglez que nao
co'nprehenda e reconhenoa queo tnoio de
recrutamonlo pela imprenta he ao mesmo
lempo linpoliiioo e iiijustifloavel, a todava
temos j deixdo pasear t inta a clftro annos
de paz sem pensar emayforma-lo.
Desde enlSo grandes mu tancas tem tido
lugar nos costumes como na artilbarla.
Abolimos a escravidfio, e bem que nenhury
arlo do partamentn leuha anda abolido a
imprensa, todos sentem mais do que o con-
lessanl que a imprenta complelou seu tem-
po o quo fora de hoje em diente impossi-
vel, S face do mundo civilisado, continuar
a prsticar a esciervido pregando a liherda-
dn, como fazom oossos Olhos do outro lado
do Atlntico.
Mas, suppondo mesmo que, sob o imperio
da neoessdade consentissimos em recorrer
minia a este expediento vulgar, a imprenta
nlo podara improvisar marinheiros, e em
presenta de reformas introduzdas. depois da
ultima guerra na rducac.8o dos mu inlieiros
francezes, arriscaramos muito em acnar
que nosso crime trouxesse em si mesmo seu
cistigo.
Figure qualquer, diz o oapitSo Plenkett,
una frota inglea e urna frota fraoceza sa-
hindo ao mosno tempo de Spithead a de
Cnerburgo. por una bella mannUa de es-
lio, reboesdas ambas /or vapores e procu-
i andii-s-i mutuamente. Con. menos de sote
horss, suppondo urna presteza moderada de
seis milhes por Hora, estas duas frotes es-
1.1-.lo i-ni presen; ; e entre navios reboci-
llos i'ii- vapores e transTormados deste modo
em bateras flucluanles, a lula dever s-f
decidida iifiu pela sciencia niutica, seii.'u-
pela ai lilil ia.
Fora intil dizer que in-lividuos que nSo
leudo o habito do msnohrar pe(as de gros-
so calibro ( sejain marinheiros de cominer-
cios, carreiros ou alfaial-s, pouco mporta.J
que estes inlividuos nfio poderiam ser de
neuliuina utilidade em urna futa deste ge-
nero, so nSo fosso precisamente a osles in-
dividuos que a Inglaterra duvesse conliar
sene destinos em tats conjecluras.
B ala todava inu volver d'ulhos lanzado
as ."iilr.'|.untes il-'. mu v3o do lilllla par
Convencer qualquer que estas petadas po-
cas, almo idas em t'io bella ordem, nao s3o
brinquedos que so possain por as mflos de
i.ovicns. Mas he inister vef cen quepiump-
il.lu ellas silo d"s;ti ii I ul -s por nulos exerci-
tadas das numerosis talliasquoa detinham
cativas I Din um volver o'olhos, este labe
rintlio do cordas tem sido desembaracado,
as peijis esto livres ese movem rpida-
mente em todos os sentidos sob os esfo'cos
intelligenles de urna oquipagem bem disci-
plinada.
Que espectculo mais magestosoque o de
um navio de guerra, com ossens seie ou o
lo ceios homens iuimoveis em suas pecas,
esperando em silencio a voz ao ch-f ?
li'la soou : iinmediatameote i-st.iii curva -
tus, todos os msculos eslao estendidus, as
corlas i' i-1 ir ni uos ni mo -s, as aUvauca
rangem, as puntes geinein, o casco gigan
tesOO do navio l eiiiii d-l-aix i deste mov
ment simultaneusle duznutos quintaes de
iii-'ial e de quasi un milueiro de homens.
Um iiln-i nflo exercitado nflo apercehe du -
ran'ealguns insiantes senflo una mistura
cpnfusa, a qual succele Ja n..... um silen-
cio profundo. Cada peca oata apuntada so
bre o mesmo objacto, cada chefa do pac
est a:Ii, com seu cordio di gallillo na mflo
eqoanio toda esta banda atira ao mesmo
t npn.vilii pode luc, nos flancos da nao
mais solida, um rom, o pelo qual cntrari
INTERIOR.
Rio de Jxneiro
A TYPOGRJlPUIA.
Poucaconiiderados aan anda entra
iii os
poderiam relponder por qualro bandas a ca
da una das que a ejnipagen de Nrlson ti-
vesse atirado, em quanto que em grande al-
cance sua suponnrida le na sclencia da irll-
Iharia serla, sempre comparativamente fal-
numero de operarloa, quando montados em
grande eacala.
As/undlfdVa de ferro para os preloi llgeiroa
eaa inaclilnaide lodoa os uilaterra ; as fandlfdes
de lypo, que i3o eatraordluario consumo
do se considera quei se pode boje lanc,sr ho-1 ^ l|nu consulnilldo m'ato oleo e ,, i.
risontalmente bombas con as mesmus pe-, KaitnU,.. ..omcloai de Dcadarna5ao, gas-
cas e ron a mesma precalo como se fossnm ,and,i quantldadc prodigiosa da marroqulm,
bailas, o que urna so bomba bem diniii la ,], papeio, de om, i-ic.: turto lato d eitrac-
pudesnr sufllciente para meiter a pique um. rao um milhflodeoutros accessorioa e oceu-
navio, be de toda a evidencia que armas Uo i pa Indulto numero drpobrea aiilxai, vlndo o
ealadoa ter mala aubldas rendas quanto mais
desenvolvida for a lypogaaphia, primrlro ele-
ineiiio do desenvoltoiiieuto inlelleclual de um
povo, do que nos dao lobida provasa Allema-
uha, a l*raoca, os Eatadoa-iiidos, ele.
terriveis nSo devpm ser manejadas por unta
equipagem novica, sob pena de expor-se s
d-saslres incal ulaveis. A Inglaterra di-
ze.n-nol ineessantemente espers que cada
lioiiii'in fara seu dever. Multo bem ; oas
moiiii'iii iara seu oover. aiuuu uom ui- u iimet oa a Inglaleria, 10 fl selot a aimiof,
ufl.i lora iirisorio dirigir esta famosa ordam I a quasi fabulosa renda aonual d 4rO:000#Ouo
do da a orna equipagem que nflo tivesso ja-' da aosaauoedal
te a uluina guerra, asequipagnns do mari-i ul" nbeiro
liba kiglera. t) governo offerecia ao^apai- He aqui que se reconheceas vantagensdi
orgaiilsa^flo u os resultados la habililade
piaiica sem a qajal os mus bellos armameii-
\ nados um premio de 75 a 125 francos, o
e i sie ,-ntr M livu o a insuOlcieule, eoera
midentuiii nle, todo o individuo que per- tus tornam-se inuieis. como bons utencilios
lencia mais ou monos s industrias manti-
inas poda sor aginado, o por pouco quo
elle Si revollassit contra a brutalidade deste
pioceliuiento, ora ospanca lo, e depois le-
vado para bordo de um navio de guerra.
f>flo linvia uem serelo, uuin OonscripcSo.
tu m neto do parlamonto, nem appeilo pos-
sivcl pira as leis divinas e humanas.
Era assim que afinpren. do nossos porlus e srraucava do seio de suas
1'ansiliHS pobres ma'inlieiros ullimameute
i Ii'- .iiil's de. una viageni longiiiqua : a ap-
parico du pavilhflo inglez ora para lodos os
niSsos homens de mr um signsl para que
se occultassbm o fugissem do lodos os ladus.
A bordo a disciplina eslava em liarinoiiia
com a -. ma-niM desles meios e com os cas-
tigos corporaes om grande honra, oquenflu
impeda nossos bravos marinheirns de s
i.....Iii/.ireui heruicamente na m-c sui >. I'o
rom, logo que eipiraVa o termo pelo qual o
navio liiiha sido posto em coiiimissio.iquel-
li que llaVIalll eSCapll-lu SS ViCISSlUdl'S dOS
combateseram, por tola a recompensa de
mus servidos licenciados. Giac,as a este uso
continuo do procodimenlo brbaro la im-
prensa, acabamos por ler que luiar c.....
wmmmmmmammmmmmmna -| i >.
Aa friones e curvaiaiu peraue o irrcaiuivel
aac iidenle deata palavra que encobna mais In-
ici i ne iv-ui que niiii-ae i, i edil. m. sanis na
verdade queu ramo rloa Valoli eal exmelo ?
.'na 1 mo reaponderaiii iluienlas vozea. 3a-
le i* l.iiiilieiu i|Ui- ttul'i i Ii i unir lie l le iiiiiiiI.
he o Hltiiuo lllhode S. Lniz, o qual repreieuia
o dli ello do novo ramo Uos Rouibuna ? O audi-
torio pouco instruido, llsonacado de que se n. i
pozesie em duvlda a pr,.funder.a de leu saber
lo.un i.-ii, res|iondeu iiiiiuedlanie : llejiisto
este casn, seuborea, teriniuuii oeatrangeiro
ilescobibidn-ae para dar elle meamo o ngnal,
proclama!, pula, o herdeiro legiiimo do tlnono.
Viva llrnrlquc IV! respondru a inullidu
proiupla dall ein Oante a faier-ac matar por
nina causa queconfeasava Mr boa, em un uio-
Tiinenio de puro arrrbaiainento. O incgnito
profundamente coinmovido, poi o chapeo na
- ibei; i e. dloac ao coniutandante Ksperoago-
ra, aenhor, que me ha de coiuuiuuicar auas oo-
trva(Oe> particulares a rcapeilo da lid. lid.ule
de seus auboidinadoa
(1 e.iiiiiiiand.iiiie respondeu cun urna anima-
., .i i|iie um i irsiciiioiiha deaaperceblda terla
iuiii id viduniiii lam me |mr um zelo eiagera-
dodeaeui di veres. Ha perlo daqul um joveu
segundo lenle de lasquencta de queiu piTn-
cipaluiche, crelo que s deve deacouflar. To-
das aanoiiet eite drarria, e dlzeui, occultaineo-
te que tem Inlelligenciai com Mr. de Mayenne;
seua proprlos soldados eslao acometiiUoa pelo
contagio e r epetem por toda a parle que uua rei
que opprlme seu povo a fume lie um ino
re. '
Seu none, ventre-saint-gria! aeu uomc
1>erguniou o enviado real com petulancia, Chi
iin-.e slale Iliciil-Beanirelllls, e- ajuolarel
para leglilmar iniulia denuncia, ludo no Inte-
resse de Sua Ma-.esiade, quesou o coude Fran-
cisco Cr.minout de La loujr.
Ubnuario, iciihor de La Tour, disie o In-
cgnito, qire em seu ardor nao reparou no ar
Irluinphaote do conde.
Ul-rlgado, o re, como espero, tomar ein
oonsfderaco seus bons olnclos depols saudou
na li a vez ao conde Graminonl de I,* Tour e re-
tlrou-ae para Ir ler liiirnediaiarueoie com o se-
guudo teiienlc dos lasqueuels, contra o qual,
ilurauteocamlnho,se tiuha reunido toda a sua
colera.
o i isquenM, um dos prlncipaes persooageni
de ini*s i hlsiuria, linba nina deatas cabecaa de
i-iprrsaao e de sculiiiiento da quaea Van-Dyck
cojiiava o carcter para as suas figuras as mala
idealmente pocticas. Tudo em sua pesioa con-
as inflos de operarios inhabois, por mais
fonnidaveis que sejaui estas baleras, e
nunca exercilo em campanna nflo Iraz um
igual uiatrial,ellassario impolenles ein
io.ios inliaheis. E ontretaiilu aquem teria-
msis tido a occasiflo de apprender este mes-
ma dever 1
Psrace-nos pois exuberantemente de
monslrsdo que a velha rutina seguida para o
n ii ul i monto de nossa marinha, nflo so nao
esta ciis na altura dos idoias acluaes, le-
nto que, deixando mesmo esls cousidera-
;fio de parte, homens alistados repenlins-
mente pela imprensa, nflo sflo mais capases
da afrontar as bombas e as bailas da artilla-
ra de marinha dos Francezea do que o se-
rian, se os cobrissam .aimedlatamenloile
cuuracss a de elmos, de sustentar urna car-
ga de consideravel 'cavallaria franceza. A
imprensa nfio he mais que um crime sem
utilids le possivel.
yuaiito ao mo lo de alistamento volunta-
rio que se omprega en lempo ordinario, el-
le pratica-se ns Inglaterra da maneira a
maisdefeituosa, a mais inellcaz e da os re-
sultados os mais deploraveis.
Todos os homens de mar silo unnimes
neste pontu. Nossos navios, todos armados,
sflo multas vezes obrigados a esperar rne-
zes nuciros pelo complemento de soas equi-
pagens, a astasequipagane sfio licenciadas
le, os de sua c imi'.-nilia, no momonlo em
que principian) a saber alguma cousa.
lio de notonedado pubiic i, diz ainda o ca-
pil-lo l'hink'tt, que ein Islll nfio apodemos
reunir seiulo algumas centenas do mari-
nneiro para mostrar que raziamos prepara-
tivos, em qniulo que a Franc', por mciu
de suas i......loiiihi s permanentes, tinlia
mais do 3,000 homens todos promptos om
seus portes do Athantico e provavelmente
em Toulon. Nflo ne vergonhoso pensar que
a llussia poderia deilar ao mar trila naos
de linlia antes que a Inglaterra dudesse dei-
tar tres ;' IVflo ha quasi exageraffio en dizer
que poderiamos construir ums nao no tem-
po necessano para completai sua c-juipn-
gen.
V se en lodos os nossos arsenies, nm
certo u o ni tu de na -s de linha, especies de
leOes adoiinecidos quo parecen nflo ler se-
nflo de despiriar para prccipitar-S) sobre
sua preza e dcvura-la e esta preza sflo na-
turalmente os iniuigos de nosso i>aiz.
Mas. depuis de um exsne, se cliea a re-
conh'-cvi- que estes colossos do aspecto 1,11
i un' ii,-1 Un e dos quaes muilos nflo mostram
menos de cont e vinte guelas, nfio tem
nem pernas para correr, nem d'tiles para
morder, nem corac-s para combaler em
oulros trm is, que ellos e-:tflo sem mast os,
sem arultiari a, e sem equipagens
AJguns das bastam par collocar-se om
sous lugares os maslruse as pecas: mas
Iu nlu as equipagens, re 11 discutir e resol-
ver pelos tres ramos do parlamento, romo,
porque preco.e com quecondices, u Almi
rantailo prucurars este lerlium quid. Cousa
ostravugaute e que os aslrangeirus nflo po
dein comnreliander Tivemus tnnta e cin-
co anuos para cuidar nisto, possaimnsquin-
to ao numoro dus navios, a marinha a mais
consideravel do mundo, compasemo nos em
cantar que < as muralhis do maleira da
velha Inglaterra sflo impenetraveis, e so-
mos a nica ncflo civilisada que tem des-
ileiilia lo organisar sua populafflo marilima.
Km urna palavra, estamos fura do estado de
comulotar em um momento dado, as equi-
A empreaa do5a, nosEstadoa-Unldos, mon-
lou em 184 u 20,000 eiciuplares por bora!... A edicjao be de
00,0001....
A lypograpbla de M. Mame, em Franja, na
cidadede ToUrs, s prelos mecnicos de Im-
primir e a-setlnar tem Ib a So, como se l na
/(fui!recro' n. 33), e he montada em tal eacala
que oceupa I,2u0 operarlos, afora cerca de 1,000
entre homens. uiBiheres e meninos, que Ira-
balhos na ohVina de eucaderna[o !
AjurZc-se por Isio o que he um eslabeleci-
meulo typographlco, e de que recursos nao
preclsam os luipreasorespara coalca-lo.
No alrazo ein que eataiuos de ludo, compa-
rados com a Europa e com os Estadoa-tJoldos,
he assim mcsinn a lypograpbla a industria que
aprsenla Ja entre nos mu! louvaveia progres-
soa. Veja-se o Uiario de /'ernametieo, o Jornal do
Cvmmtrcio, o Diario do /lio de Janeiro, o Merc-in-
til, o aUeana, etc etc. e a verdade se mani-
festar sem rebufo.
Longe eslou de querer apresentar a inlnha
KMP,tl-.SA TYPOGKAPHICA DOUS DE DE-
ZEMUHO como cousa notavrl; porin oque
lenbo li-iin ja se pode ver, e o que espero fazer
o publico vera antes de um auno
Pessoai leem vlndo miuba casa que nao
-1 i ni della san se insrreverein acnonialas,
mi en crudo pirii ciliar meiifan a SocitdaOe auxi-
liadora dalndartria Nacional, o que aobej mien-
te me lliongeuu. Megociautes desta pra;a, co-
mo lejaui, entre oulros, o Sra. Antonio lllbciio
de l^uclroga c Auloulo Pcrclra ItibeiroGuima-
raes, nao su tomaraiu ac(0cs espontsncaueuic,
como vcudu j alguiuaa obras que Iculio i mi-
el unas, c ouviudo os un o-, piojelos, me oll'e-
reCcro a sua couperar^ao, logo que cu di lia pre-
ciaaaae, por coieudereui que o que leobo |f ilo
c .u que ni'- proponin> a faier he extraordinario
para lin.uiill/, capital das miiibas 150 ac(0cs.
IVIi/.iu, me ellas eslo quasi lomadas ; por laso,
as peaaoas que quizcreui arriscar ainda coinigo
o valor de alguma acf ao (400/000; pudein pro-
curnr-iue por estes das nu ineu escrlpleriu, a
qualquer hora. Apenas eativercm concluidas,
lniniii.it, i a rehiraj dos iiu-u. acciuoistas por
ou-Joma e iiiaud.in i a oda inu dciles um
exemplar da mesuia, iinpresso coin lodo o as-
ido, uo frontispicio do qual fgurarao, como
Erimi iius que ae inscrcvJrao SS, Mal. IM-
tKIAES,
Rio, I de abril de 1852.
F. de Paula rilo.
(Jornal do Commereio )
lllii.l lt ,. I. ,1 ,, i 1 .1 II i ,, ,.,IT|-NI |,-| .1 ,. f_ i.
mus nos do conliar estes instrumentos de '"S""8 .n-01M frul" Pr "' ba"s u
lestruicflo. se nos .ch.,3,,.ns na necessi-! "gfeU 'P ou P" l'Stamonto vo-
dada de por em couimissflo dez pu vinte
naos da liha 7 A riiarinheirosdecommer-1 Urna nao de linha mandada em eommis-
co arrancados pela i "prensa das navios silo por tres anuos, porde seis mnzes em es-
costeiros ou dos barcos do conduzir c-rvflo, parar sua equipagem : outrosseis mezes silo
a homens que nunca viram untl pecado ainda necessario para ensinar estes rrcrutas
ariilhana a homens que farfio levar os seus prineiros doveres : a nao nSo esls pois
lricos ou i|,ii-:h .nm a- pernas de seus ca- roalmorite em estado de servico senflo dous
maradus mauubrando suas perj>s, e que fa- annos sobre tres, donde s segu que sem
rfiu pontana, sebo quea fizessein, como es- ciato esta para sua utilidade na rnlacflo de
les ri o uinies que, pa,ra sua estrOa de oaesj 3 para i. ti quo se pensara dos directores
.-i i.inio em um coelho e matan o seu dos caminlios de ferro qua fosselft de tres
co. ein lo- annos tirar seus machiriistss do a-
S'- ns cinhocs de una nao de linha de prf- ralo* dos banqueiros ou negociantes que
meira ordem eslivrssem poslos en trra, fizessem o mesmo a respailo deseuscszei-
i.lo se adiara um homem sensato qoe pon- ros? E a Inglaterra, cujo verda leiro poder
-'s-ei-in coulial-os a oulras mflos que nflo militar reside em sua marinha nlo fiz ou'.ra
l 'i-s-m a- d.- .-uiiliiulius es.-e. i iii-ii i,i ios. nuusa senflo lrocar_ con Ora lie mais fcil manobrar urna pega en marinheiros exercildos por novicos que
Ierra do que no tpar, pela mesma rasflo que nflo teem neuhuma idpia do servido l
he mais fcil abater u n passaro pousado_______________{Continuar-so-ha.)
corra para graugear-lhe ayiupalbiai: elle era rcr lainbem, sera dbvida, lendes-inc feto inui-
delgado e nervoso, com maiielras urbaaas, de- to mal!
lien ao e mimoso, e se nao fora q fugo que hrl- Esta palasra cominnvida tluha um acento tao
Ihava de seus olhos, ter-se-bia lacilineute po- verdadelro de generosa dor c de legitimo 'or-
dido crcr que o.acaso smcnie tinba feilo dille gulho offendldo, que devia despertar urn echo
buiieui de guerra. Elle resuma ein una pa- em toda a alma sincera. O enviado real tlcou
lavra esie lypo de modestia, de lealdade, de enternec o, estendeu, em um Impulso espou-
hraviira que se via extrngulr-se no correr do tanco de sympalbia natural, sua mu a Uean-
scculo para nao tornar a apparecer serro na treillis.
corle do grande re, nessri aduiiraveis raides de i.'rcde-o bem, senllor, dase o lasquenet
Verstiles onde todos oa talentos, todas aa Isel- tocado deate algnal da pezar, se o ineu aegredo
leas, toilas as glorias, occultas um linimento, fosse daquellra que se padem confiar a una
pareciain ter assignado o ponto de rcunlo. A outra passoaque noau melhor amigo, vossas
colera do incgnito calilo diaurc desse olhar palavraa.4 vosao procedlinenfo inelo lerlain ar-
que parcela um vidro atravez do qul se podia raneado do coraefio por mais profundamente
chegii al alma. Todava, apezar desta iin- que elle ah esilvene oceulto.
preso lavoravel, elle Julgou o proposito levar Acautelal-yos 1 disse o Incgnito, na vos-
ao lun o Interrogatorio. Depols de dous segn- sa id i le, a gen dos de maduro eaame, dlsac ao segundo tciieo- das paixea multo inafs que pelas teotaedes do
le com um tiun seco, no qual se moslrava, a aeu crime. ,
pesar, muita iudulgeucla : U joven segundo tenente, penetrado desta de-
Scuhor, numerosas relaedea afflrmain vos- llcaila generosidade a ponto de derramar la-
sas frequentes ausencia uo campo. grimas, aprosimou-se vivamente daquelle que,
. lito he verdade, aenhor, respoudeu es- cinco minutos antes o linda buutilhado ein aeu
pun iiieaineiiii- o lasquenet. Eru uunhas com- orgulho :
panhias, gravas ininba ju.ti sererldade, cada Pois bem aenhor, disse elle com essa
um be rigurosamente escravo da disciplina, grar^a complcente puiicular s almas amantes,
cxreptuainJo-c todava eu que sel faicda rea- j que me traais como amigo, nao se dir que
peilar aoa uulroa. ful vencido neste combate de lealdad Este se-
Estas rclaces mostram mesmo, continuou gredoque nem a aineaca nem ofogo me teriain
o enviarlo real com alguoi esforc-i, que esaas arrancado do coraco, eu vou dl ausencias se relerem a um systeiua uo qual, pe- luinha livre vonlade, nao para desviar urna
la inlnha parle, quero ver muito mais levian- susjieila, mas para legitimar vossa coofiaucae
tdade do que verdadelro calculo... ,,. merecer vossa estima, a qual dou presentc-
ineiue um alto apreco.
Senbor, Interrompeu com calor o lasque- Oh he perleilainente InulU, disse o iu-
not, pet;o-lbe que formule sua accusapAo..,. cognlto com uin benvolo sorrlso no qual se
Oh / oh 1 disse o Incgnito, fallando apres- va una especie de maliciosa bonbouiia, sal
sado, coin recelo de que Ine nao faliassc co- agora que nao se trata mala de oonaplracflo.
ragein na tarefa que odever Ihe liupunha : mi- Ha ein ludo lato, auppnnho, menos potinca
uha aecusaciio nao he precisa. Dijem que en- que amor. Amis, nao lia Sr. Beaulrelllia?
Ireteudes inielligeucla coiu Mr. de Mayenne, o frati, aenhor, disse com eiplosio o l.isque-
iuiuugo pessoal do re. De uolte,.coau eeiio net, a quem um rubor ingenuo cobria a frooter
desa|ip*arecels inysterlosainenle para nao voliai slm,arno apaisonadamenie, com dillrlo, amo
aenau de inanha bastante cedo para que nin- com todas as forcas da uiluba alma, amo per-
essein vos veja, e bastante Isrrle para ler podl- dldo, loco, eiceaalvamente urna, moca, uin an-
do, durante Cale tempo, Irabir lalve os nteres* Jo, o qual mura perto de S, DHilt Mo ha uina
sel sagrados, palpitando de sen coraco que nao tenha eco
Jooo Saint-Bieul-lieantrelllll ficou sorpre- no meu quuera poder dar-lhe todos ot gosos
hendido! Elle tem na bucea urnaraclauafo, do sau apreco mesmo de mlnba proprla desgra-
nlo Ibos um relmpago e as mos un me- ca. Aqui minha vida he sem perfilles, triste,
pioi. aborrecida, junto della. pelo contrario, vivo,
Oh dille elle logo coin Ulna vot alterada reuasco, respiro, porque mas emanar-Oes cuns-
pela emo(o, e deisaudo cabir sobre o peito tituein a parte a mala vital de meu ai r, poique
seu roato chelo de uin lealimenlo de amarga sua voz fa* vibrar no lotarlsr da mlm inesmo
tristeza, nb ,' leuhor, aem o lber e sem o que- mil cordal barinoulolas, porque ella be cinfiui
COItRESI'LNDEes'CUS 110 DIARIO DE PER-
NA.MBUCO.
Parahiba, 7 de malo de 1852.
Dem Ihe di.-so que eslavam abertas as por-
tas de uno pernal, quoru dizer, que linha
cessado o icrnisl/ri i um a abertura oa as-
sembla piovincial; porquantu s oufo fal-
lir direita, esquenla, frenlu e retaguar-
da, em bailes, sones, aeraos c outrus di-
veitimonlos, quo malsm o lompo injoalivo
que co re das 7 meia noite, e enptliysicam
as boleas dus apaixoiia-los das bellas qus-
drilnas.
Como i coca t-nle pura os bailes irei
con ella, opor i-lies comecarei, a despeito
dos desmuncha-praseret, que com iutrigui-
nhas muilo galantes teem procurado ur -i,
e seus emiss ros, acabar con as rcuniOas
de familias e bailes, para os quaes tanto cun-
eo rerem'como Judas piya o credo.
Iluuve, como Ihe noliciei, o grande baile
oHVrccido por S. Exc aos senhores -lepota-
dos provinciaea, ao quil concorreram elles
em quasi tolslidalo, e vou delle oceupar-
me, anida que toe falla a habilidadc discrp-
tiva que seria para desejar um assumpto tflo
impoilante.
Piincipiou o dia chuvoso, e "ruceando
continuar com igual catadura pelo menos at
meia luiiie, aeu, e coo-igo muita gente, quo
nfio eslava para moldar minha casaca here-
ditaria, maldice mais der um cento do vezes
a lembrauca dsquella impertinente, que nflo
achou mulhur da para visitar-nos. Masella,
ou agestada pela ma recci cao, ou compa-
decida de nossa tristeza, ou obrigada pelas
terminantes it leus da} algum santo da de-
vncfli) de alguma justa ( pois entre as omitie-
res tambem ha justas) favoreceu-nos* tar-
de com sus ausencia, deixando-nos sua in-
sepamvel comp.nheiraa lama ,que, sob
JS aiispicuis da bella la, e oulras providen-
cias de cautella, poucu offendeu aus delica-
dos sapatinhos, que a bonraram com sua
prosensja.
A's oito'borss eslavam apostos mais do
s-ssenta bellas, e quasi du/entos homens ;
toda a minha rrligio, toda a minha f, lodo o
ineu fanatismo 1
Kataa palavras ardentes, pronunciadas com o
fogo do arrebalamenlo pareciain reanimar no
curaca. do incgnito uina chama de lyiupalhi-
coi Impulso!, -
Pois bem. lenhor, conclulo lasquenet, ch-
aqui o segredo do meu crime, ets-aqui a es-
ploso de uina conducta ezlraordioarla na ap-
parencia. Todas as noites, acabado o meu ser-
vico, abandono meu regiment para correr aos
mriis autores mullo castos, iruhor, eu Ihe as-
aeguro Mana me he tao aagrada como urna ir-
ruir; oh! le soubrssel corno lou fella de ter
podido entrevera sombra smente de sua fron-
te atraves das franjas deouro de suas cortinas 1
como o ar que ella tem respirado he doce ao
nu-ii-pcno : Eis-aqui, seubor, repito, a nica
causa desias ausencias que me tem tornado sus-
pello ao chue invejoso de al. uem. Sei que la-
to lie outra a disciplina, mas uo posse delen-
der-me desta a nacau inysteriosa que obra so-
bre miui como o iiiiain lobre o ferro. Se sou
criminlo, puni-me.
- O re, aenhor, reapondeu docemente o en-
viado, vns hade conceder, a pedido ineu, urna
|.ermi-i.au de ausencia, aflm de rcgulajlsar
vossa posicao eevilar, por isso, todo o pretexto
de aecusacoaos vossos inimigoi.
E dizcudo isio, elle cuidava na moca que li-
nha oessa mesma minhSa, vlslo alravea da jfra-
dedo caslellode La Vnllre, situado, como le
abe, a una curia dinaucia de Saint-Dinis. O
lasquenet agradeceu ao enviado real com ilu-
cerldade. Este, afim de ci-mir-ie as deimiustra-
edes de uin reconheclinento penoso, sem duvi-
da para a aua modestia, dase estai ultlinai'pa-
lavras a Beaulrelvill(s i
O lempo urge, nos nos vereinoi outra vea.
Pec.o-vos Smeme que facaii avao;ar o rosso
b.ialhao.
Silisfeilo esle pedido, o enviado real eolio.
cou-se de modo que nem uina de suat palanas
pudesie escapar aos lasquenetei ;
Pretendis, seohore, dlsae elle, que um
re que vea seu povo coin a foine he ino ral
Esta aecusacio be fundada, se elle o faz a aan-
gue fro par orgulbo, vlngauja ou ambicio ;
mal ie elle ulna, pelo contrario no Interesseso
do palaao qual ae er til .. ac lodoa oa sotlri-
im-ntosdos sitiados Ihe abrem urna chagapro-
funda no coraco ; le elle paasa aa al noltea sem
soiiiuo a chorar coin lagrimas de aaogue as
erueil necessidadel de sua puslco... oh enio
eu ro-lo supplico, confenal, qu,e elle nao be
Indigno da coroa ; replio, ae vol folie dado po-
tito he oitenta e tintos do servico activo, e
os mais de reserva, o aposentados no esqua
drflo dansanta. Enlra as bollas nfio havii
urna s oe reserya, embora algunas, pun-
cas, n3o loniBssetn paite na acedo daquelln
noite heroica, na qual dansaram-se quaior-
ze uu deseaseis quadrilhas, qua bem nflo sei,
porque linba mais que ver, e ndo' gozo do
prevllegio de ubiquidade.
Logo que cheguei, e vi a brilhanle illu-
mlnarjflo de palacio, sua asseada decoracSo,
osofluscantes voios de minlias bellas paln-
clss, a profusOo, ordem e asseio, que reina-
va em toda a parto, flquoi como ombasba-
cedo, a com cara do matulo que vai pola pri-
m-ira vez ao Santa Izbel; mas passado o
primeiro movimento de pismaceia, senli
certascocegas do.lansar,.. ollie, digo-o com
pejo, par o -u--i.il qun linha dospejado do
i'iu-iiiieo uns bons trila annos. Agora he
que cu sei o que soja furor dsnsinte, e o
quanto soflre a misera rapaseada, quando
io.a assim urna forquilha do bello par com
quem con a va dar o seu for de promenade.
Felizmente, gracas a moderna mola, nflo
at-jiilaiam no meu lodo, e nem em meu coi
turne, a eu pude, sem ser o alvo das ubser-
v-ci.'v enirar pata o interior do palacio,
d'u.nde a meu salvo, approveilands) o teirpu
por oulros melhor approveitado, pude tu
do ver, tudo observar sem desafiar as al-
taneces.
A sala do docel eslava ricamente prepara-
da, e em um bem illuiiiinado throno, recebia
o busto de S. M. I as visitas de suas bellas
subditis Antes do comeen do baile tocou a
msica de polica o hyomo, e todos os ho-
mens, e algunas senliuras concurreram es
pontanoamenle pira aquella sala, onde se
consorvaram formando um simicirculo Ble o
lim daquelte bymno verdaderamente Ura-
silelro. Urna coincidencia nolavel fez com
que s. Exc. tsmbem all se achasse no mo-
mento em que comecuu aquelle tuquo na-
conal.
A sala grando onde foi o baile eslava rica-
mente ornada, e mil admitlia, apezar de es-
pajosa, o concurso de homens, que psssea-
vam nos intervallos conversando, ouenlre-
tiuham as si-nhoras, que se schavam assen-
ladss ao derre lor da sala.
O gabinete eslava lanibem muito brilhan-
t<>, e era oceupado por muilas senliuras, qur
nflu icnc ou.iv.mi tflo codo lumar parte as
quadrilhas
, A s :1a immudiata ao gabinete eslava no
ohhnn apuro, o urna bella e esplendida mo
sa oUerecia diversos e variados refroscos e
massas. O toilete das senhoras solirep java
em osseio; riqueza e hom gusto o ludo o
mais o all s enconliavBn tu los ns Com*
o o u s i ala O bello S-XO.
Os curredures eslavam bem Iluminados,
bem cuino a galera do puente, cujo gabine-
te du sul eslava betn proparado, e linha bs-
tanles refrescos.
O toilete dos homens era menos profuso,
porm manifeslava bon gost, o. apurada
es o Ii i. Tanbem eslavam bellos, ainda que
simplices os dous quarlos do jqgo.
yuandn vi o ineu amigo cunvento 'io 1 -'
su 11 rs posto em laes funduras, nflo pude dei-
sar de bem dizer ao coronel Jos Vicento de
Auinrim llezerra, que principiou a nn-lliu
ra-lo, a alma do sempre sentido D\ Noves,
que cortou ongurlii da falta deqjot'i,
Hpresentuu um plano de mellioranicmo, que
morle nao cunseiil.n concluir, aos S s
cummendador Frederico, o coronel Francia
co Antonio, que nflu trepida rimen couti-
nua-lo, e o Exm. Sa, que liudoii Iflo bnlliau
en nte, vj auginentou o que seus dignos an-
tecessores coin r; irn.
J boje | ndo uos diz r quo lemos um bem
s ilTrivel palacio, onde outr'ora existia un
bem iinmuodu pardieiro.
Conlinu-imos cun o baile, queja me ia
esquecendo'cuin o zelo pelo melliuiamento
de minha pruvincia.
Fomos servdus com cha, caf e chocola-
te, om uceas i Oes iliiTeroutes o continuada-
monte coin as bellas massas, em que tflo de-
licadamente so trabilha nesti capital.
As Ires lloras da madrugada n tiramo-nos
saudusos, e eu anda mais do quo tolos, nflu
s pola Ii Ma companbia, na qual vi inultos
de meus condecidos do matto, com quem a
nimio-, annos un: nfluavislava, como por-
que Platnicamente liquei caplivu do una
belleza, que entro todas mereceu minha t-
teneflo.
Creio que esl Icsrjoso desiberqual ella
he ; pois liquecoma vonlade, que eu nflo
sou tao tolo, que Ih'o v dizer para Vine,
sem o menor segredo, ir culloc i la vista de
todos nu seu Diario.
Tennis -'uiningo um foi' dado pelos Sis.
I ; uta mis ; mas ou e-liui quasi resolv Jo a
nflu sssislir purque de cada vi z quo me acho
om lies assados siulo crescer as cuengas dan
sanies, e eslou vendo o da em que fs(0 mais
urna asneira.
A sentiuia da Paz entrn na assetnbla, e
os anuii'i- -Iflo calmus, pelu quo recebam
08 lUislrissimus os meus e nboras. Sabio
presidente o Exm. Francisco Antonio, vice
o Sr. Meira Snior, primeiro secrelaiio u Sr.
/ieniiques da Silva, e aogundu dito o Sr'. |)r.
Itabello, sonqueessa elci<;a i apreseniasse
o menur syinpluma de desavenfa.
Tevo lugar a installacilo no da aorazado,
e S. Exc. ii'uoi longo, minucioso e bem ela-
borado discurso, moslrou o estadu da pro-
vincia, o suas ma is palpitantes necessi Jadee.
Vni sel so Ihe poderej conseguir u-n exem-
^aa..p^Maaajaa ti..... |
piar diquelli talla quando appirccer im-
pressa, mas W o poder, far-lhe-bel prompta
remesas,
Foi nomtjada urna commisso para felici-
tar a S. Exc. pela pacificai-flo das desorden*
do senso, e nenlwa i opposicflo liouvu a es-
si indicai;flii, pelo quo enlenlo, que to la i-
quolla curporacSn esta em harmona com o
governo provincial. Veremos na discussii
da felicitado, que sempre be 0 debout dss
opposi;des.
Tambem a assembladeliberou-ses man-
dar urna cuin.iiis-.no f-licitar a 8.M- pelo
brilhaiile falo de nossas armas alen do Pra-
ls, assim como pelo acabamentn de noss's
com; iu-ac/ji's com aquellas repblicas Crain
quo ser.in nomoados pa a membrosdaquella
c-iuimis.-.i i us depulados, que se acnam na
curte.
Nada mais de inleressanle ss tem ainda
tratado na assetnbla, e o que for occorrenJo
Ibe noticiarei.
Ne-tus das nada tem corrido, que respei-
te a lian (mili lado publica a segurenca in-
dividual, que tenha chegado a meuconhe-
ci metilo.
As cbuvss, que j ism fszendo sensivd
falta, fura dus serlOes, reappareceram rom
luici, e tt-cm feto reanimaros desconfia-
dos, que estsvain duvidosos de sua cunt -
noaflo.
Hasta, quo j vai esta longa. Saude e
cobres.
mmmmmuiMmOBMM
PERNAMBUCO
Tribunal do Commercii).
De orderii do tribunal ducommercio da
provincia de Pernatnbuco se faz publico a
lelac.io abaixo transcripta, dos nomei dos
en nii.i'ii-1 mies da exilela junta do coin-
mercio do Riu de Janeiro, que foran ins-
criptos no lino da inainrula, por terem re-
querido e i'helilo do mes no tribunal o re-
gi.-iio de suas espectivas cartas.
.Nu i ni, e.i i meni o do Secretario.
Joo Ignacio de Uedeiro Reg.
RELAJAD
N. 102. OSr. Miooel Casiano de Covois,
cidadflo Brazileiro, conmerciante da extin-
ta junta do commeicio do Rio de Janeiro,
domiciliado na ci lauo do Cear, con sua
casa re commercio do grosso trato: nessa
qualidadu fot uiscrptoo seu nome no livro
da mstricuia a 26 de abnl do corrente
auno.
N. 10). OSr Jos Mara Eustaquio Vieirs,
cidadflo brazileiro, cummeiciante da extinc-
ta Junta do commerciu do Rio de Janeiro,
domiciliado na ci lade do Ciira coin sua ca-
sa de com noicio do grosso trato : nessa
tiUSlidade fui inscripto o seu nome no livro
da matricula a 5 docoironte mez.'
Secretaria 10 de mno de 1852,
Esta comerme.
Joo Silveira de Sonta.
Ollicial maiur.
III- -JILJ..JJILA
Correspondencia.
i ponte que os hroes tranfpdem seguros
x Tem i.ii -I bquelro, por onde absoito
ti Irsau vilipendio, irs ao nada
Sen/tares rtdactores.-O faceto Aprendiz di Bhe-
orca de una especie de jogral sem bro t mi-
lliadi^o, acostumado aoesc<*rneo, e as vaias do
publico, aquem as sva* que teili levado de
quantos espectadores o vjm Irabalhar, desde
as ii.ielli(**ucias d* mais apurado goslo ate o
ultimo C'luiro de Oliuda, nao tem feito arre-
dar do opprohri'i do curro!
IN.ioserei eu quem taiilia a vad^de de o tor-
nar circuuisprcto e digno uV.xr bomein |
He utu boi que e%td morto, como elle uiesmo
di na sua phrase polida, e que para intu nao
merece a peua de sf r afolado: esfgle-o quem
liver lempo c paciencia.
E os henboiis redactores ine permttiraos-
meute que duija ao buiu do jogral estas duas
regras, para Ihe fater saber que.c recebi com
muita gratidiio a licuiuha gratuita que me d
do bello c o caroave, e maiso conselho de pro-
curar meslre para me por em estado de fallar
bem, e dernteuder aquella panfila de frijoa-
il.i, mu' sr h.nin lit-o'is de Untjoi nacional, Cl-
iitil il\j-(. manto de rcialh s de vinte e quatro
autorrs diversos, e alguns oppostos ein doutri-
ni, slizldos a iiu\('-iiiu.\r, sfin coherencia, sem
ii.et >odo, sem razo d'ordem, sem uuidade c
sem amor, ao menos pela proprla reputs(ao!
JNaotst' se teiei tempo de o fazer antes das
eleicVs, mas para esse lempo, ou perlo delle,
como me ha de ser necessario fallar multo, se
Dos me der vida e sade, l irel piovftveltnen-
te bater a porta do jogral ( porque emflm nio
quero, nem devo procurar outro mestre); e
espero que aquella tenivel catana, do c>/n-
tai', que tanto o umedronta, nao Ihe sirva de
embaraco lingoa para as precioiis perolas,
que della hao de sahlr nessa coujuclura ; por-
que Ihe prometi desde j que bel de ser pa'-
cilico, e muito pacifico discpulo seu; baila o
iinxi estar morto e eifolodo, como dis, '
As delegacias, as comiiaandancfas e as cap-
lanas, queja Ibe apparecemeomo um spectro,
nao o hao de ferir ; a menos que o jogral, as-
si ni mesmo bombo, nao queira por-se afrente
das llleias aclic$ tos seus bons amigos, que
tanto trabalho deram espada do cap (ao' na*
escaramufas passadas, com grande pesar leu
e gloria das imlituicdes qur nos abiigam.
Isto posto, nao queio mais enfadar o velho
jogral, a quem desejo multa nomeada nos an-
n.M das tranquiberuias, e a mais tstripitosae
todas as ovaces, que se pdem dar no nielo de
uin.i praca puniica a uin iiomem de tal offlcio,
c de urna cabrea tal, cuja mpicncia tan tu Ihe
pesa, que a faz imiltar os moiuhos de veuto ;
acuinpanha<-a ierra em seu motu-cimUnuo
e a la emseus crescentes e minguantes.
der ler em sua alma, venei* uellatauta (fraude
ia, Unta geuerosidade, tanto amor que, cu vo-
l juro, ii cariis couunovidos!
r-ste pequcuo discurso, proferido com umi
cojiviccu arrebatadora, electrisou d tal sor(e
o auditorio que os mais Incrdulos mesmu bia-
daram por sua ves :
VivaUenriquelV! Vira o rei
Obrlgado, meusamlgos, obrigada I disse o
enviado cujos olhos se bumedcceraui Viva
Dos accresceutdu elle como se fallaste c>m-
slgo inesmo felismeute este uuldlio bluu.ueio
taca ao seu lim. K depols de se ter despedido
de Salutc-Bicu-Jieautrelllis, deu aluda urna
centena de pasaos e veto ter coin um um velho
capitao lodo cuhertode cicatrizes gloriosamen-
mcnle reesbidas, o qual commandava um cor-
pode beueiros. Sei, senhoies, disse elle com
urna deferencia misturada de boudade, que
v ubi us soldados comecaui a murmurar ; fa-
ci-os, pois, aproumar, eu vos peco, para que
por meio de al^uiuas palavras siuceras, reani-
me seuzelo, que se airelece.
Kste pedido eslava previsto. Ol soldados sa-
turan, detraz de uin mano:
De todos os desvos de alguus soldados do
exercilo. Ibes disse severamente o enviado,
aquelle que o rei perda meuus, certainente
he o voiso ; porque andis pur toda a parle
t>i .ul iti'io t|uc o atrasado de voso sold nao vo
sei .i jamis pago. A este respeito estou encar-
regado dedizer-voi : Em duus das entraremos
Parts, em nome de vosso suberanu vos dou
miuba palovra de gentllbomein que o dia se-
guidle ser para rrcouheccr dignamente os vos-
sos scrvlcos passados, o atrasado de vosso sol-
d ser dobrado-
Viva o re! Viva Uenrique IV I bradaram
os h-Sleirosde urna sovoz.
O enviado despedlo as tropas com um gesto
no qual se via o habito do coinm-indo, c voltan-
do-se para o velbo capito
Ten de a bondade de dlier vosso nome,
senhor, perguntouelle coin o seu lom de bene-
volencia.
Hamond, duque de L* Vrlre !
Henal Sr. de LaVrillre, (oroou o lacog-.. Cinco minutos depois, a carrusgem do conde
nlto, darel parte a Sua Mageslade de vossos de Mornsy, pu*ada arrebaladamenle, faiia
bous aervicos, e uao duvidu tjue .elle se uio t sciulillar uui relmpago de cada pedn.no ca-
presta le enviar-vps eiu truco do simples IiuIj inlubu do Paril a Saint-Uens.
de cavalle!ro,que leudes to dignaineute,o grao -
de ooinmenJador da ordem do Espirito Sanctu. (Continuar-ii-hu.
Accreiceutarels, eubur, inslsiio o caplUo.para "
dar mais peso aos meus fracus mritos, que
deixo, .nuil de dedicar-me mais exclusivamen-
te a ineu sobeano, urna tilba nica guarda
de um iiiodurmu a pequea distancia de Salot-
Uenls, queio dizer rxposla s surpresas ou pe-
lo menos aos perigos do abandono,
i O estraegeiro nao p e reprimir Hin sorrlso
que rocu-llie oa labios, porque acahava de lem-
brar-se do joven^asquencl, cuja coufi^ao coln-
ccdia macavilostmeiile comas ludicejes do
velbo capltio.
Depols de se ter despedido dos officiaes que
o cercavam, voltou sobre os seus pasos para
i cunir-e m carruagem. Mas j*ureone|que o
observava, achou-se como por acaso em seu
camfuho, Depois de ter eiauinado outra vea
com atlenco assuas teiedes, tumuu com duas
mos o seu chapeo c iiiclino-se profunda-
mente.
Caluda Tnrenne, caluda diste olncog-
uito pondo um dedo sobre a bocea. Ksorrlodo-
te accresceulou : Ora bem, como acbas que
me asieuta esta fasa ? Felizmrnle smente ho-
mens me viram nesta carruagem Deste modo
eslava bem desfajado, ndo he ? Meus bigodes,
habitualiuente levantado*, pendem como as
coidas de um inaaliot ou se achais mePioa, co-
mo he mais justo, como os cabellos destt po-
bre Uossy, o qual, liraram, outro dia, neden-
tro d'agiia dame de l.agny. So o meu naris, n
primeiro de minha raga, he que me poderla
irahlr mas nao tenho aluda acbado mel de o
supprnnir,
Eu, scuhor, respondeu Turenue, voi reco-
nhecena por toda a parte e sempre.
Mesmo cun o meu nariz na alglbeirs ?
Slin, senhor.
-- Acreditarias.Turcnne.que live ncorsgeni, ^
para que me nao advertlssem, de nao jurar,
senao urna vez t
- Ventre-Saiiil-ris be todava bom jurar,
mas viuconde, aeompauhal-me at a mlnba
carruagem, e absteude-vos, eu vol conjuro,
de qualquer demonstfaco que me pss lazer
conhecer cubri-vos, o cbamai-me tao smen-
le, senhor.
il



/
a-

Biihi mil vezetbiita; -visto como a pelle da
jogril, escamla qnat do Trillo, nio hnpa-
tou nunca com o aiurrague da penitencia, quan-
lo mili com os brandoa vlaicatorloa que hoje
lhe applliain t
llccife, 7 de mulo de 1852.
.Joaqun Pinto de Campo/.
5-
COMMERCIO.
PIUCA DO RECIFE II DE MAlO AS
3 IIOIIAS DA TARDE.
COT(,'(jS OFFICI AKS.
1'rele para o Canal :.40 f. e 5 p. c. '
Dito par o Continente : 46 f.
Dito para o Bltico.: 50 f.
Dito para o Mediterrneo : 55 f.
. ALKANDKGA.
Knndimnnto do dia II. 9:554,959
bmarregam hoje 13 di miio.
Hngua hespanhola Discobierta -- merca-
doria!.
Hrigue inglez --'Herald -- bacalho.
Barca americana John Ftrnum farinha
de trigo.
Brigue iuglez Nomparil bacalho.
lm|>oi im-ao.
Biigue escuna brasileiro S. JoSo Vence-
dor, vrftdo Jo Itio Grande do Sul, consigna-
do a Viuva Cruz, inanift'sluu.oscguinte :
6210 arrobas carne de charqui!, 13 ditas
sebo em rama, 12 colaros seceos; a con -
signataria. '
CONSULADO GERAL.
Ilendimentodo dia 1 a 10. 5:832,900
Idom do dia II ....... i 700,937
6:532,837
DIVERSAS PROVINCIAS
Rnndimentodo dia I-a 10. '. 315,119
ldeoido I'.xpill InCIIO.
Santos com escala pelo A8S c Rio de Ja-
neiro patacho brastlelr Bella Anita de 144
t|2 lobuladas conduzio o seguiule :-- 20 to-
neladas de lastio de arcia.
Parahyba hiate braaileiro Espadarte do 27
toneladas conduzio o grguintn: I cana
drogas, 4 msssus de junco, 2 ariohas do fer-
ro, I embrulho c I Caixi miudezas, I barri-
ci ferrgens, I calite pules do tinta, I cu-
ntieto arco, I baila de pap. I, I barrica po-
tes do grata, < inili i de Trro, I embrulho
miudezas, 4 caitas o I pacut"; blendas, 14
lunes de ferro, 5 c".ixas paisas, 2dilas ditas
d'Og-s, 100 barricas bacalho, 21 h us o 12
bicias du folha, G caixas ca a chapees, 150
ditas charutos, 3 ditas vclsdn carnauba,
113 duziasdo cocos para agoa, 18 raixrfVs de
llore, f ruina rap, I dita Uloncilios para se-
lejos, 25 amuigO-s par fallas, 7 .litas si-
liii "i, I lacea l.an, 5 pares do loras, 2 uioeii-
i!-, 7 laixas, 3 volumcs fz n ls.
Rio do Janeiro patacho brasileiro Niihiroy
do 151 toneladas con luzio o Bcguinle.---
1190 taceos, 110 briicas, 36 nieias barricas1
el caixole com 6033 arroba o 20 libras de
essucar, 4 pipas aguardeute caxaga,3300 c-
i'osc.nn casca, 50J meios ile Sul'.
RECEBEDORIA HE HUNDAS INTERNAS GE-
RAES DE l'EIINAMBUCO.
dezembro de 1851; i Viriato de Ereitis Ta-
rares.
10 fardos com a marea B vindos pela po-
laca Sarda Raftelino em M de dezembro de
18511 a ordem.
106 oaixotes cpm a marca B vindos pelo
brigue belga Plautem em Sdejulh de 1851;
a N. O. Bieler & Companhia.
3 ct'ixn com I marca J M vindas pelo bri-
gue portuguez ConoelcSo de Mana em 13
deselembio de 1851; a Jos Marquea da
Costa Soares.
1 barril sern mirc vlndo pela barca ame-
ricana W. II. D. E Wnghtem 25 de oulubro
do 1851 ; a Deane Voule & Companhia,
No armazem n. 7, 1 embrulho com a mar-
ca I, IravessSo, e I dito com a marca NOB
& C vindos pela escuna hamburgueze Co-
lumbus em 6 fle maio de 1850; esto a N. O.
Bieber & Cempanhia e aquelle a T. II.
L'itikens.
No armazem n.S. 21 caixaicoro a marca
triangulo vindas orla barca ingleza Bioa-
doalc oin.^13 e 14 de agosto do 1851 ; a Jo-
nes Patn & Companhia.
8 ditas com a maro L vindas pela galera
ingleza Bonita em 29 de abril de 1851; a
C. J. Aslley & Companhia.
1 dita com a marca G vinda pela barca
porlugueza Marganda em 2 de oulubro de
1851 ; a Jos Antones Guimsraes.
3 uitas com a marca J KCCviadas p la.
barca porlugueza Espirito Santo em 27 de
outubro do 1851 ;- a Ignacio Francisco Ca-
bral Cautanil.
5 ditas com a marca B, e 15 ditas com a
marca C vindaa'pela mesme barca ; a Fran-
cisco Alves da Cuuba, estas e aquellas a
Mino. I l.oiz Vielr.
2 canastros vasias vindas pela barca por-
lugueza Boa-Viagem em II de dezembro de
1851 a ordem.
Alfandega de Pernambuco, II do maio de
1852 -O inspector interino,
Rento Jos remandes Barros.
O lllm. Sr. inspector da Ihcsourarii da
fazenda provincial, em cumpri.....moda re
solug.lodo tribunal idmmislralivo de6 do
correte, manda fazer publico, que us dias
25, 90 e27do mesmo ao ateodia, perante o
mosmo tribunal se lia de arrematar a quem
mais ulferecer, por toinpu da 3 anuos a con-
tar do I. de julhodu corrente anuo a 30
de junbnuo 1855. o imposto da laxa d
^H-;
fumo de sirpar ior quilidide, em lotes i von
a comprado'es, sendo 47 f
^^Hy, e 30ditas de segunda serles* crie-
gailasda Duina pelo ultimo navio: quinls-
felia, 13 do corrente as 10 horss'da miuhSs,
purla rio armazem do Sr. Antonio Anues
lacomaPires, piolo dn Alian lena
Avisgs diversos.
Ra Velha.
N. 32 caa terrea.
Ra de S. Goneilo.
N. Sacan terrea.
N. 4 dita.
Rui do Sebo.
N. 1 casa terrea.
Rila dos Pires.
N 39 meiagoa.
Ra do Rozrio.
N. 60 casa terrea.
as pessoas que se propozerem a arrematar
ditas rendas, podero comparecer na casa
dsssssOes da mesma administracHo nos das
13,19 o 27 do crlente mez, as 4 horas da
tarde com seus fiadores.
Secretaria d> idministrac.80 do patrimo-
nio dos orpbSos 8 de maio de 1852.
A. J. de Ohveira,
Secretario. '
RE4L COMPANHIA DE PAQUETES IJiGLEZBS
A VAPOR.
No dia 21 deste mez, espera-se
do Sul, o vepor Toriol, com-
mandante Onslow, o qual de-
pois da demora do coslume ,
seguir para os pintos dn Europa: para pss-
ssgeiros, trata-sn em casa da agencia^ na.
ra do Trapiche Novo n. 42.
-- Teodora thesouraria de fnienda dsta
provincia de sacar sobre a dal'.rahyba pela ir 3} 40 annos, baila, ctieia do corpo,
importancia de 50:000/000, pe presento sSo sendo regular, cor fula, olhos pequeos, e
convidadas as pessois,que quizeremeomprar com carne sobre ellea, ten; urna costura na
esses saquea a coniiaiectrein neata repar- cara no la'do esquerdo, porm milito apaga-
ligSo uto n dia unzo do crranle. Secreta- da, que mal se percebe nariz chato, com
ra da tnesouraiia dn fazenda de Pernambu- falta do alguna denles, de um n nutro lado,
co 8 de Majo de 1852--0 olTiclal-maior inte- he feia, leu urna emplnge no roato, que
Gomo algumas pessoas n3o
lenham entendido os ipeus annun-
cios, inseridos nste Diario de 10
e ii do corrente, torno a declarar
em alio e boni om, que nada devo
aos senlioies Mallos & Magalhaes,
visto que a quanlia de i ,87o rs. ,
que lhcs restava, j se aclia paga,
como consta dos competentes reci-
bos. Francisco l'ereira Bastos,
lenle.
J. A. Silva Jnior, relira-e para a Eu-
ropa.
No dia 10 de maio, desappareceu a pre-
U Joaquina, de na^So Cassang-, representa
rio, Emilio Xavier Sobrelra de Mello
"THEATRO
DE-
S. IZABEL.
41. recita da assiarnatuia.
QCAr.TA FIIKA, I 1 DE MAIO DE
i85a.
Depoildl execueflo de urna das melhores p0|eiaesc capiles decampo, on a qualquer
ouverturas, pelaorcheslra, subir* a scena o pessoa, que a ao| rehenda, ou a fap appre-
pgneaser bexig(, peitos muito pequeos e
mu'xr-s, lem alguaias sicatrizes de relho
as costs, lem as nad'gas empiaadas para
tras, hebem fallante, representa ser creon-
la, ltimamente estevo oceupada no servido
deeo/inh, Invou diversa r6p, que s-no
sabe ra que usura, costunjava andar sujae
o i.briaiiar-se, quando fugo tem por Coslu-
me andar pelos ar ebaldesde-ta praQa, qui-
(;i ii tu, le clavando rua, inlilulando-so de
forra di'sconfla-se que esleja servindo em
alguma csb como forra : as pessoas que se
estam tervindo dclla na boa f queiram
denunciar, do contraria se usar ilus meios
que concede a lei : ruga-seas autori lades
Rendimento do dia II .
CONSULADO PROVINCIAL.
I!.'ii limiMilM I i rlia II. ... I.sms;
baraeiras das estradas o po
claradas.
Giquia. avaliada annuelmcnle por 7:101,0001
Magdalena dita dita dito t l.V'.iinn
Mntucolomb dita dita dito 2:721,000
Cachang dita dita dito 2:100,000
Taearona dita dia dito 611,000
llujary dita da lito 641,000,
As pesioas que se propozerean a ealaa arre-,
ni a ii .i. s, i'iiinp.iii'c.ini na aala das aessea doj
uiesinu iiibiin.il, nos dias cima indicados com-;
petenlcinenie habilitadas.
E.para constar se mandou afuar o presente e
publicar pelo Mario,
Secretaria da llicsourarla da fazenda provin-
cial de I ii n.i iiibiK 7 de maio de I85Z.
O secretarlo,
Antonio Ftrtcira n"Annuncitcao''.
O lllm. Sr. ollicial-maior servmdo de
642,732 Inspector da thesouraria da fazenua provin-
ulcsabalxo de- magoilico drama em 5 actos os
JESUTAS
0 URUMrH El-BEI.
Muvimento do porto.
rVnpio entrado no dia 11
Babia 4 dias, escuna brasilcira TealadO'
ra de 116 too-la las capililo IMmn de ferro para as janellas da casa de delenco,
Bapliala de Souz ', equipagem 9 carga pelo pre<;o de 130 '*. a liba.
cial, em cumprimenlo da ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia do 20 do crren-
te, man la \/-v publico, que nos dias II,
l:!ei:i de m iio prximo vindouro, ir a
praca para ser arrematado, perante o tribu-
nal administrativo da mesma Ihesou-oria,
quem por menos lizer setenta o dais grades
hender o leva-la a scu s-nhor Domingos d
Silva Campos, na ra das Cruzei n. 40, que
erlo gneros-mente recompensados.
Vosa de cununisso lie cscravos.
Wa ra Direita, sobrado de 3 an-
dares, dro n. 3 recebem-se esclavos de
A parle de Edemundo de Cstio, sera fei- ambos OS SCXOS, pira Se ven Icrem
ti Aali) artista Coimbra ; a de comle de Cas- i__.,,i._
telioMelhor, pelo artiga Amedo, e a do Wc commiMO, 1.80 e legando por
Bastardo de El-Rei, pelo art's'a Germano cs>C trabalbo mais do que a por
que tpicamente par satisfazor os desejps ._, ,m |pvar r(,.,sn i|..,i 111,1
no publico, della se enenregou e n8o por nlo, e sem se levar cousa aiguma
julgarqooa desempeuhar nielhor. Aro- de comcdoi las, oiieiccenno-.se pa-
ra, e vista da nova ^islrlhi.ic3a das refe- f a seRuranca precisa
ridasaparles, espera a emoresa ter urna ili- "" '""f B T a
mitada concorrencia, pelo que desde j* a- para 03 ditos escravos.
gradece aos seus amigos e protectores Attencao.
Terminar e espectculo com a muito Te.,do.|fl por Tot quella pes-
virios gneros ; a Antonio Alves de Mi-
randa i,iini'..ii'.s. Passageiro, Ap[igio
Jos da Silva
l\uvio taludo no mesmo dia.
Aracaty hiate brasileiro Capibaribe, mes-
Ire Antonio Jos Vianna, carga vario#ge-
neros. Pa-sagoiro, Eslevilo dos Anjosds
l'oiciiiiu'ol ,
EDITAES.
Pela inspeeloria da alfandega se faz pu-
blico,' que existem nos arnuzens da mesma
os lOlumes nbaixo descriptos, lem ,1o tem-1 1852.
po maleado no rrgul imcii'o ; e pelo pre-[
sent silo avisados os dones para dosiiacha-
los no praSO de 30 dias,contados desta dalo,
lindo o qual, serSo arrematados em hasta
publica na lumia du ait 271 do rcgulamcii-
lo, sem que em lempo algum se possa re-
clamar cunlra o elTeilo desta venda, a sabor:
Nu armazem n. 1, lsaccnseni marca vin-
do pelo brigue portuguez alaria Feliz em 25
deobtubru de 1850; a
Csslllli.s.
A arremata;8o sera leita na forma dos ar'
ligos 24e27dalei pruvinciil n. 283 de 17
do majo de 1851, e sab as clausulas ospe-
ciacsabaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
reaialicRocompiregao) na sala dassssOes
do mesmo tribunal, nos dias cima men-
cionados polo meio-dia, compotontcmente
habilitadas.
E para constar so manJou allixar o pre-
sente e publicar polo Diario.
Secretaria da lliesnuraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco 21 do abril de
O secretario,
Antonio Ferrcira d'AtinunciacSo.
Clausulas eipeciaes da arrematante.
I." Tudas as grades seiSo f.itas docon-
fnrmidnde romo exposto no ornamento n
desenlio junto, pelo preco de 130 rs. por
libra.
2." O mesmo arrematante s;robrigado
a apreseutar dentro de cinco dias una das
Joaquim Francisco grades prumpla, e no prazo do cinco mozes
. estarSo todas promplas e entregues, cin-
No armazem n. 5, 2 embrulho* vindos pe- lado o prazo da data da arremata^So
la bsrc-i Ingleza Esk em 19 desa-mbrode 3." O pagamento ser feito ein tres pres-
1819 ; a-James Crabtrro. I ta?0cs iguaes, e da inaneira seguinte : a pri-
I dito viudo pela barca ingleza Berazi em meira quando c.-tiverem promplas vintee
13 de marco de 1850 ; a Rechard Roy le
I cala com a marca diamante F. c P. por
liaixo viuda pela mesma barca; a Fox Rro-
lli s & Companhia.
1 i-inbriiili i vindo pela mesma barca; ao
cnsul inglez
I dito viudo pela mesma barca; a James
Grabtree o Companhia.
No armazem 0. 6 caixas com s marc i C
IrevessSo viud.s pelo brigue brasileiro Mi-
nerva em 18 de Janeiro iie 1850 a Francis-
co Severiano Rabello o Filio.
I Caixa n. 13 cum a marca FJ S B vinda
pelo mesmo brigue; a Mauoel Joaquim Ra-
mos e Silva.
1 barril com a marca B vindo pela escuna
brasileira alaria 'Firmiua em 23 de mar;o de
1850; a ordem.
5 harneas, sendo urna com a marca J C,
nutra com a marca J F, nutr com a marca
R C, e duascom a marca R viudas pelo bri-
gue f'aneez Cunte Roger em 5 do junlio de
1850 : a Baitbolomeu Francisco de Souza.
1 dia cum a marca P vin la pelo brigue
brasileiro Emilia em 18 de dezembro de
1850: aAntuninJos (ornes do Correio.
8 gig s sem marcas vindos pela escupa
lisnuuveriana Rornarl em 28 do janeiio de
1851; a Kalknnn & IrinSos.
10 bairis coui a marca P C vindos pela
barca porlugueza Espirito Santo em 10 rio
fevereiro de 1851; a Manuel Duartn Rodri-
gue.
87 suecos vm.is vindos pela e-cun i.Ol-
ilmiburgucza PhomlX em 7 da abril de 1851;
a C. J. Alley i Companhia.
5 c. ixulesroai a marca D &C vin los pola
eseiiu.i basibira Amelia ei> 24 de atril de
1851 : a J II. D-nker.
4 barricas o 4 embrulbos com a marca
R C vi iiies pelu b'igue franenz Cont Ruger
cm 15 di maio de 1851; a Jo3o Suumm.
3 saccjis com a marca J C61 C yindis pe-
lo brizne portuguez Conceijao de Mana em
16 de setimbro de 1851 ; a Virialo de Frei-
ds Tavires.
r f 47 cunhete
^T Iriangulo J,
4^ incica R trev
libeles o 15 barricas com a marca
3 cimbeles e 4 caixas com a
rea II treveasBo vindos pelo b igue por-
tuguez S M iiincl l: cm II e 16 de oulubro
de 1851; a Antonio Valeniiin da Silva Bar-
roca.
I embrulho com marca II vinJo pelo
mesmo biigue; a ordem.
14 barricas com a maj-ca Pe vindoa pelo
patacho brasileiro Clementino em 6 de no-
vembro de 1851; a Claudio Dubeux.
1 sarco com a marca C a 2 farros com a
marca A & C viudos pela baica .porlugueza
l.igeira em 7 o 10 de novembro de 1851, ca-
li.s a Avrial Frtrra c\Compjnha, e aquelle a
I, liciano Joi Comes.
1 sacco com a n arca J C t C vindos pelo
1 ni,e portuguez Novo Vencedor em 15 de4
quatro grades, a segunda quando estive'cn
entregues quaronta e oito, c a terecira quan-
do cstiverem todes cuncluidas e entregues.
4. O ferro empregado na eonstrucc,Io
destas gradesaerS limpo d qualquer defei.
lo, e do do melhorqualidale quusecostu-
applaudidi comedia em I acto,
II I, ...SiMUIIO
m9WLJ,
U Avenlureiro das Tabernas.
Comocaras 8 horas.
Os hilhetcii achain-so a venda no lugar
do cuslume.
Avisos martimos.
soasqueeslfludevendo colUasanlniasni ven-
da da ra da Cdela du Recita n. as.defroate
d i Recco I argo de yirom pagar eis dbitos,
e comopoucs pessoaso lenham feito; por te-
se se roga novamer.te.e pela ultima vezemgi-
r^l todos,d virem pagar seus dbitos ot o
limdncorrentenv'zde main,na certeza deque
aquellas qu o mo Ii.oreni tarSo de ver seus
nomes pub icarios porste Diario ese proce-
der no* termos da le, por quanlo gneros
cmpralos a praso de 2, 3 o 4 inezos.o mais,
nSo he para se liar por 3, 4 e nuis anuos.
-- Antoniu Pinto Fernandos Ta vares, ci-
lariao poitugue.7, retirase para Portugal ,
tratar de sua sande.
OSr. Joilo Francisco Lapas, com venda
nos suburbios desta cidado, t)in uuia carta
du Paralnba : na livraria da pra?a da Inde-
Para o Itio Gran le do Norte e As gu com brevidaile a lancha Nuva Esperan
ca : nara carga e paasagekos, Irats-se na ra
da Mu li.i de Dos loja n. 34.
Pora o Rio de Janeiro sahe
iiniircterivclmente, quarta feira peodenelaa 608
1 > ln rnrrente o brigue brasilei- *r' Co,,r"> 1 2 do crreme, o Drigue Drasnei [rQ (1( ApoMo. qu,.ra vir MK,r 0 quo dove,
ro Animo, capitao Dminos Anto- Da loja da ra uo Crespo n. 10.
nio de Azevedo, recebe lao smen- ~ O*. '* lle W"*i Brrelo Basto,
quena vir pagara quanlia do 2of ra., quede
te escravos a trete, para OS qtiaes ne jeve Ior, ha 3 annos, na ra do Queima-
tem bous commodos: trata-se com du n. 20, isto proveniente de bilhetes da lo-
tera do Rio, cm quantu O nao lizer vera o
seu nomenesle Diario.
- OSr. J. S. N., qu'ira ter a hon ln le do
vir pagar o quo .leve, ua loja da ra do Cres-
po 11.10, do contrario vera o seu nome por
Menlo.
- OSr. B. B. L., qnoira dirigirse, a luja
ionca, pode receber alguna carga
miuda e passageiros : trata-se com
ma omp(Ogar Beralnionto nests obras. .___. iu_..._ o, P-...
5.-. PaVatuioomaisquenfloestiverde-, QS consignatarios ovaes & Loin-
panbia, na rua#do Trapichen. 3q\
A "ahia.
PropOom-se para este porto o veleirohia
o capilao, ou com o consignatario
Luiz Jos de Sa Araujo, na ra
da Cruz n. 33. -|
Para o Cear, sabe at o fim da sema-
na, a barcassa Luz du Di, mestreslanoel Jo-
so o,' Moni 1, lambem recebe carga para o ja rua j0 crespo "ti. 10, allm de pagar a su
Aracaly, por precus muilo baratos: trata-se |alr|,iiia de 8,000 rs., do culltrario ver o
tranicne do algodao cum o mestra di Isu nom, por eSicnso.
im*. O Sr. Custodio Jos de Carvalho Cui-
Vai sabir em potlCOS dias.pa- rnarSes, lem uma carta, vinda de Macei :
ra a Baha.o patacho nacional Cop-oa ru d" Cmzn.62.
r__ __ _n.____i_____I ......._____I Jn
no
o.' -ni .
terminado as presentes clausulas seguir-
se-ha o que dispOem n le provincial n.
286.--Coiiforme. O secretario,
A. F. d'Aiinuneiai;iio.
ara
Declara$5es.
CO'IIIEIO.
Cartas seguras para Ju8> dc.Sa Cavalcan-
os pinto Fer oir, responde ao autor
doannuncio, inserido no Diario de II dn
corrent-, que nSo tejn satisfafo a dr-lhe;e
aquelle queso julgarcom diri ito a ella, p-
pare{ em campo, quo he aoinle se cuslu-
iiiji -ii a dar satisfaces.
-- eclara-seen Sr. Jos Jcquim Perclra
de Meo l .ne.i, que n3o faca negocio algum,
,cum a loja de fazendas no alerro da Boa Vis-
to Caprisoso.os senhores pretendenles pode-11, n. 10, do Sr. Uanoef Jos de HagalbSes
i3o uirigir-sB ao mestre, abordo, em frente nasto, sem que este Sr. nao se ache dusone-
do caes do liamos, ou a L. J. de Castro e A- rado pelos Seus credores ; isso para nSose
raujo ; na ra da Cruz ii. 34. chamar a igno acia.
Para O Hio de Janeiro sahe Constando aoabaix assigaario que
al odia ao ilo rorrente O hrieue Fuo de tal Mills, mora U> na ra da Praia.
lideAlbuquorque, Antonio Pedro Ferreira1 C ?.d.,a r! T5i r t,,m P'curlo desacred ar .oaununci.nle,
Monlei...i.U.rrug.Anto>|.oLe.ldeB.rro8e biasileiro Uccile, por ter a maior dizendo. que esle Pjenao quer pagar a,in-
da una letra, quo diz Inehaver
sa la pelo fallecido M a noel 1)0-
Ml va, acceita pelo annuiiciante;
Francisco l'ereira da silva 'Novaos, no Mira-
nbao.
Consulario de Poitugal. ~--v H--- v-------8--------/'.": ifi
No dia 14 do concille ( exU-feira ) pelas guildo andar OU com O Capilao nSo lizer passar por jin^desacrelitador da
10 horas da uianhSa no armaa-m da casa n. Milioel Jos HibeilO.
4, da ra do Codorniz ( furlo do Matlus ) so seiniiri nara a cidade do Porto li o
ha-de proceder por parte deste cunsulado, R beg """ ,raJ" cl al'. ,r'',;
dito portuguez Antonio Jos de Mallos f | Carre(Sornentu prompt, .ecel.endo o resto a
leCIdO abintestado, CUJO espolio Consta de, r,jln B J J.in. n.r.nnnnlem
UoiileKooel!rros, AnloTi-ol.eal del.rroae."- ..-...v, r-. .-----------<' Frederico Augusto iNeiva. Deixaram de ter o parte do seu cari egarncnto prom- porlancia rj
competente destino por falta de selos, as' a.., au-'"'10 ""'"i"6
cartils para Crios lloriquea da Rocha e> l,t0 Paj0 resl aa c<*rg8 P88", mingues d.
ou escravos a frete, tra-.vem este convidar aodiio Malta, para que
-Ja"' !-_:_ .... no praso de 3 dias lhe aprsenle a tal letra
ua do Colegio n. 17, se-1^ ill0M01i0rt||eci.lu, sendo que no
sageiros,
la-se na ra
i honra ulheia ; "e mesmo lalvez se nossa ex
I plicar odcsapparecimento de algumas mu-
sas, que se iluio perlenc rem ao 11(1 ido D j-
minguea. Recife, II de maio de 1832.
1 Antonio Francisco dos Santos Cande.
Publicado eonniiercial.
i^r^i'iaXX"*!*.*! i f'f te, e lambem passageiios, para o quo lem; Puhlica-se tudas ns sogundas-feiras nsta
diversos objeclosqua lo 'os eslarllo ..tenles | Jui excellentos'commodos : trata e com' lyPr.graphia un, BOLKTIM COMMKRCIAI. em
Rallar & livcia, na ra da Cadea dolteci- |,om papel e ptimos lypos ; co 11 tendo os
fe, armazem n. 12. prefus correnli s dos gneros de importacao
Para o Itio de Janeiro vai sa- e exportaeflo, em poituguez, francaz e in-
i_ 1 __ i lez. conferidos por um oorrrtor da praca ;
I,ir ,.om a maior brevid ,de puHivel |,cl;riC,0 d.s despezas e direttos d,.s mes:
aos licitantes e serSo vendidos a quem mus
der. Consulado de l'o'tugal em Pernam-
buco.aos II de maio de 1852.Joiquim Bap-
lista lloreira, Cnsul.
Admini'trtutl do patrimonio dos orphUos,
Peante a administrac/iu do patrimonio
dos orphSos se lio do arrematara quem
mais der, e por lempo de 3 anuos, que ua do
ler principio do 1. de julho do corrente ati-
no a 30 di j ii ii ii o de 1855 as rendas dos pre-
dios seguiutes:
Largo do Collegio.
N. 1 o segundo rodar.
Ra do Uueimado.
I. 33 loja grande.
N. 33 dita pequea.
Ra do Collegio.
N. 23 casa de 2 andares.
Ra do Crespo.
N. 9 dita de 3 andares
Laigo do Paraizo.
N. 29 dita dUiiid.iics.
N. 29 loja.
Roa daa Larangeiras.
N. 17 casa terrea.
RuadoRangel.
H, 58 dita.
Plata da boa Vista.
N. !3caSi de 2 andares.
Jjoteria-do Itio de'Janeivo.
Aos 20:000/000. CZi Feliz.'
O Vendedor de bilhete di Casa Feliz dos
Quatro Cantos da ra doQuelmado n. 20,ro
ga as pesioas que possuirem o bilhetes e
oeutellas dos seguintes ns. da 24a. loteri
do theatro de 8. Pedro de Alcantia, quo ve-
aham receber os premios que liraram, os
quaei se eagam sem descont algum ; ns.
3029, 1:000/1100; 1311, 20O?o00, 765, 100| ;
5523, 100/000 ; 3361,100/000'. Na mesma ca-
aa se arham a venda ns mullo felizes bilhe-
tes 0 cautellas ds 7.' lotera da cultura das
moreiras ruja lista chega al o dia 20; a el-
le Se querem tirar bons premios.
-- us lins de outubro 4o anno passido,
desappaieciu doaftlixo assignado o escnvo
creoulu, do nome Mameile, com ida.lo de 16
annos, beca parecido, beir;os um tanto gros-
sos, olnos graodes.e tem os ps e mfJus gran-
des ; elle cosluma gaguejar muito pouco,
quando tem me o ou rava ; roga-se pois a
lorias as autbo id ules da provincia, visinlias
a todos que drlle souberem que o rn; m
prender e leva-lo an abaijo assignado, mo-
rador na rui Imperial, que pagara toda
dcspezi. Antonio di Silva GusmSo.
A pessoa que comprou uma porcio de
saceos cum milho aoSr. J.io Antonio Das,
cojos saceos eslfio no largo do Livramento
na venda n. 20, baja neos ir buscar at o
dia 20 do corrente mez, do contrario se ven-
derSo, e a dita pessoa teri de perder o di-
nheiro que deu de signal.
-- Precisa-ae alugar um pelo ou p'reta,es-
cravos para'o servido diario de casa do bo-
rne m so I le ir o, e que entenda alguuia, cousa
decozinhar: no atierro da Boa-Vista venda
n 43
Araujo & Oliveira, com ostab- lecimen-
lii de fazendas, silo na ra do (Jueima.lu n
47 pela prsenle iloclaram ao corpo do
con mcrcio que principiarSo a funciona'
desdo I.' de junhoem vante, cujas oppera-
?0es seifiofeilas de baixo de cstylo mer-
cantil.
- Hoj he a ultima praei para arremata-
(,'n ,lus predios seguintes : um aimazem na
ra do Azeile de Peixe, no bairro do R< cife
n. 4, oulro dilo contiguo, n 6,um sitio cun
casa de ne Ira e cal, rom arvoredos de fruto,
ra estrada taue vai para Belom, ou JoSo de
It-irros : cujus heos v5u a praca pur ex cu-
en pi'iiiieni. no juizo do Civc! da segunda
vara.
Desappareceu da ra do Santa Rita No-
va, casa n. 19, u a escrava de nome F.-licia,
que r.-pies .|,l i ter quarenta auuiis, est.tu-
ra legulai, rosto redundo, com vest lo de
Chita ordinaria, listas zu-s, con n iris en
carnadas, asseulu bronco cun pinlis miuii-
nbas: a pegsoa que a pegar pode tan-la a di-
la casi cima,que sera recompensada do s:u
trabalbo.
-- Aluga-se urna escrava sem vicio, muilo
f I u ,.-:i ni--, boa .-II..I1 u.i,| ;i.i cusa boa
ecusinha solnvel, oroaria para o serv ;o d
uma casa estrangueira : na ra do Raugel
n. 3, luja do lumleiro ahi so uira queui a-
luga.
~ Arrendase, ou troc-se um sitio na ca-
si foile, com sull'rivel casi, diversas l'ruclei-
ras o baixa para capim.
O abaixo assiguapo pede an Sr. Juo Al-
ves Ferrei a, c.iieiro dosSrs James Raider
6i Companhia,responda* a carta que lhe di i
giu em 2 do con- ule, a es, ello ao negocio
que n i i.'uui.i, o se assiiu o uo lizer lira
de ver publicada sua ra n por essa folha
Mauoel Jos de Muura o Silva.
No I i I i].un da Cova-da-Uiii;a, pre-
cisa-si de um caixeiro do 12 a 14 aniius,
quo d li.dor a sua conoucta ; e do um
preto para o servido- do dit > bul- quim.
Antoniu FraiiclSCQ.da .Nilva Gaspar, oill-
barca para o Rio de Jaueiior seu oscravo
pardu, de nomo Jos, de 21 anuos do i ladu*
-- Antonio .Martilla Crvalno, embarca pa-
ra o Rio uo Janeiro, a sua esciavu parda, de
nomo Jusopha.
Jus Concilves da Silva Raposo, subdito
purluguez. rclira-se paraa pruviiici das Ala-
guas.
Jos Francisco Jo Araujo Cuimar3es vai
fazer una viagem a Portugal, e leva em sua
i'.iiii:mii..i,i Sua mullierMnii du Coliconjao
Aiaujo deixa pur seus prucuradores uesla ci-
dade os Srs. Joaquim Mout.iro da Cruz,.Hu-
no Jos d Silva o Mauoel Anliniu Mouleiro
dua Santos
-- Jos Fiaucisco lieli'in, rtlira-jo para
onde lhe convier.
Francisco Gomes de Carvalho, vai a
Gurupa, tiatarde suasaude, o deixa por seus
procuradores, a seu irmao, llernardiuo Go-
mes de Carvalho, Manuel Joaquiui Gomes, e
Jusliuo Ivii-iiii do Faiias.
-- Aluga-se urna casa terrea ou sobrado
quo leniia .quintal, raciiub', o commudos
para familia, nasruasdas Cruzes, Cadena de
Santo AulOuio, e Recife, l.ivra nenio, praci-
nha do d.lo, ra dos Quarleis ou larga do
Rosario : quem liver aununcio.
Pieciaa-se de uin loitor porluguos.se
for casado nielhor, que entenJa do servido
de campo, o do casa ae cableira, para um en-
geniii) diatante dsta i,raca 10 logoas, e2de
S. Anta.i: quem quizer ueileempregar-se ;
diiigir-se-ha na ra Direita n. 14, venda de
Juse da l'enhs.
OcautelistaSalustiano de '.-
quino Ferreira, avisa ao respeita-'j'ia
vel publico, que os seus bilhetes
e cautelas da stima lotera a be-'
ncicio da Cultura de Amoreiras,
decimos e vigsimos, estam eipos-
tosavenda, na loja de miudezas
do praca da Independencia n. 4-
Bilhetes intuiros
Meios
Qu artos
Decimos
10,000
5,000
a,6oo
1,100
600
Vigsimos
- O caulelista Souza Jnior- continua a
pagar os premios sabidos em suas Cautelas
bilhetes vendidos om sua loja de fer'ragens
oa ra do Queluiido n. 37-A- e tem expoato
a venda pelos i Teros abaixo as suas cautel-
las e blindes da 7a. lotera do Rio do Janei-
ro a bcn. licii) da empresa da cultura d'amo-
reins bicho da eedi cujas listas devem che-
g/r no da 19 ou 20 do.corrente pelo vapor
brasileiro ou inglez, recebe em troca bilhe-
tes prunna los.
Bilhetes 22,000
Meios 11,000
Quarloa 5,500
Oitaros 2,800
Vigsimos 1,300
--Precisa-so ue um mestre de barcada pa-
ra tomar coma de uma prompta f sair para
o Sul, quem que so achar as circu-nstii-
cias e tiver conhecimento da costa da Pa-
rabiba al llacei e der conhecimento da
sua pessoa, pode dirigir-se a ra Larga do
Rozario n. 18, que achara com quem tratar.
I>o dia 5 do crreme furjaram de um
quin'al de uma cala emOHnda*, um cavallo
dxilo quisi preto,sem signal nenhum bru-
en, grande, muito novo e castrado : roga-
se as autoridades policiaca, ou qualquer
pessoa que o possa apprebender, que avise
pur este Diario, ou entregue na rui do Cres-
po n. 17, ou a seu propriodonO em Olinria,
Pedro Cavalcanti iVanderley.que ser gene-
rosamente recompensado.
No pateo do Carmo n. 10, precisvase
de una ama forra, ou captiva, paraseri-ra
uma pessoa ; paga-se bem, com Unto que
e.imp ,-, cosinhe, eengomme.
-- Os senhores que devem contris j anti-
gs, na luja da rila do Crespo, de Jos dft
Silva Campos & Companhia, inandem pa-
ga-las, esperando que sssim.o fat;am, para
nos pnupir o desgoslo ds os mencionar por
esle Diario, sem exceptu de pessoa, o in-
.lepciirienlo .lisio lerSo entregues a pesso,!
para as cobrar judicialmente.
Na ra larga do Rozario, padaria n. 48,
preCM-16 de um bom forneiro.
- Pi ecisa-sc de olllciaes; do laloeiro : na
ra Nova n 38.
-- Aluga-s'o o segundo andar di ra Nov
n. 19: a tratar na loj du mosmo.
Compras.
r- Compra-s urna escrava mofa, robus-
ta, que n.Mi tenha vicio de fugir e beber,que
eiiiia habilidades.ou mesmo sem ellai.cum
ilhus e sem elles; paga-se bem : aa ra da
Concordia n. 4.
Cumpla-.-.o ii n terno de medidas de
Pau, sen ln du meio alqueire para baixo, em
bom o-iad i : ni ra Direita n. 69.
i.ouipi .mi-so duas venesianss para ja-
nella dn peitoral ou de sacada, soui caina :
na la do (uciinado n. 14.
--Cumpram-se para fora da provincia 2
escravas crcoulas ou pardas, que sejam mo-
cas e lenhaiii ba ligura na ra Nova D, 16'
liin casa de INovaes & C'om-
panhii na ra do Trapiche n.
34 compramrse accoes do lianco
du l'crnainbuco.
-- Cnir.p'a-so uni.i mesa do jantar clsti-
ca ; uu ra do Vignrio n. 33, primeiio
andar.
Cninpra-se urna eaba, bicho, parida a
pouco e que d bislanle leilo: na ra da San-
zalla NuVah. 30, ou ,1 .minen'.

Vendas.
s '
. Na ra Nova loja de Jos
l!.i|ili-i 1 Itraga ha para vender
por .'|0o,ooo rs. cada um, dous a-
lambiques de columna e caropu-
ca u 1 vii-; e muito bem acabidos ,
e em tudo semelhautes aos que se
vendem por 600,000 e 700,000 rs.,
islo porque se deseja concluir essa
transacfSo,
Lotera do Itio de Janeiro.
Aoa 10:000,000 de rs.
Na loja de miudezas da praca da
Independencian. 4 ven!em-sebi-
Hietesinteiros, meios, qtiartoa, o-
tavos e vigsimos, a beneficio da
lotera das Amoreias ; ditos in-
teiros, meios, quartos, oitavos e
vigsimos, a beriecio da 55. lote-
ra da Santa Casa da Miseiicot-
, vem as 3 listas no primeiro
vapor do Hio.
Leis provinciaes.
Ven lom-so rolecciVs de leis provinciaes
eda 55 lotera a beneficio da San-'de 1835, ateo presente,a 640rs. cadnono:
,. _... na praca da Independencia n. 6 e 8.
ta Casa da .Misericordia, estao ex-. v v Engcnho.
poslos a venda lia prafa da inlc-' Vende-se um engeiiiio moenteecnrronle,
neudencia ns. i3 e i5, loia de n.iod'igoi deiiante da praca ? legois,
|iLiuieiiLi.i 11. 1,1 c .sj, 1 uo prvido do lorias as oBras, o utencilios, com
\rantes e na ra da boas trras para plantado
Recife n. 46, loia de Ptim" "'.c e lendo u
. 1 1 traordinarn de torras, ser
Jos l'ortunato dos partes uia mata vi-gem,
Cacado do
Cadeia do
miudezas de
San'os Porto
o brigue nacional Vencedor,para o mos, do porto entradas, sabidas e carro-
rest.. itnn.r-.-a nuHiai/eiros e >8cra-l Kn>cnlo dos navios; cambios; moedas ;
resto ua carga, passageiros eescra-j ffeleg( compar 9o do, p,90, e medidas, re-
vos a frete j trata-ye com o capitao |ac,Sodos navios existentes no. porto, e uma
CletO Murcellino Gomes da Silva! revista semanal dis ven lase mais mnv'Oieu-
. ju a ilosdo mercado: subscreve-se lii/WOpor
ou com oe consignatarios Novaes ocj all0 nrlivraria n. 6 e 8, da praca da inde-
Companhia : na ra do Trapiche pendencia
n.34.
Para o Ceai,
segu com muita brevidade a escuna .naci*
nal Mafia Firmiua^ e sumaca FlordoAuge-
11 ni, poi lerem 01 seus cirregamenloaquasi
promptos pdem ain : receber alguula
carga a frete, para oqoe pode enlender-se
com Luiz Joso de Araujo: ni ra da Cruz
n. 33;____________________-.
JLeiloes.
Kalkman Irinfioi farao leilflo por inter-
vengo .0 corretor Oliveira, de 77 fardos de
Attencao !
Desappo'eceu bontem 10 do coirenje, as 9
horas da larde um muleque cruoulo peque-
no de 40 a 13 anuos, de mime Luiz, levou
ruiipa azul, um chap.o pequeo de paiha na
cabefa; te n bonita figura, muito esperto, he
bino, da villa de Garanliuns, julgi-se que
fui seduildo por pessea quo ja uiurou na-
quella vila, por ter sido encontrado hnutem
as 5 linas no caminbo de Belem, junto rom
um preto alto ; porianlu roga-se a loJas as
autborniajes, e capules de campo, e a todas
as pessoas do povo, que pegeme levein
na ra Direita n. 70, que serSo generosa-
mente recompensados.
1 da boas Ierras para planta(So de cana e rogas,
e tendo uma extendi ex-
sen lo mais das tres
_ n, naquil abundan
a stima lotera da principios madeira para serrara e edlli-
caces; e dista do embarque um quarto de
Cultura de Amoreirns correu no i.glla os perienrientes dinjam-ae alllin.
primeiro do corrente mez, e a 55 Sr.joo Pinto de LemosJuniur, e o mesmo
', ., ,, dir o aBotivo porque se vende.
da Santa Ca.su da misericordia Ii- ..Voude-se uma motdiia de amarclio, no-
cava a correr no dia 11 do pre-* va, a qual comps-so de orna duzii de ca-
,.(. mp7. Ra Usina (lp ambas de- doiras, um sof, urna meza de meio de sala,
sent mez, os lisias ue umuui ue .am |0g0lj6 uanquiiihas de columna, uma
vem chegar no dia ao pelo vapor cama de armado, com eoUes, e uma mo-
da companhia brusileira oh no zadeengommar.tuiopor preco commodo :
... i t na ra das Flores, casa n. l.
da 21 pelo vapor inglez Ieviot. Itom e barato.
.Sao inmediatamente pagos todos i do Pa,seio loja n. 9, de Albino Jos
e quaesquer premios d-iS refer dafl l.eite, vende-se chita para cubera a 140 rs.
.- ', o covad.i,a pega a 5300 rs chales de chita a
lote, las uag lojas cima mencio- 500 r. dito de Ida a Tooors, lencos pir.udoa
nados, loeo que se recebereui as pequeo a 120 rs., ditos de caasa pan gravi-
ta a 120 rs ,moias cruas muito linas a 200 rs.
o par, em duria 2,200 rs., lencos de vapor
200 rs,chales brancoacom franjas i IfOOO,
longos de cambala branco combicoa 440
rs., ditos de cores com bico i 320 rs brina
, de hubo azul e de cure a 300 rs. o covidu,
riscidus fnnoezes a 220ra. o covado, meias
gazemi-ai par caigas a 360 rs. o covado, '
cassa di ln Ua bordada para cortinados a
"thesoureiro da loteria'do *<>" v". cortes defusto do coletea
. 610 rs, ditos de lila e seda a 800 rt., cha-.
Livrnmento, faz sciente ao respe- peo8 eol Jb paoiDno.a jaso r.. uo varas
taVel publico, que .a lotera corre da bico e renda da Ierra i 120 rs. a vira e-
,__;|L7,. r J outras uiuitas fazendas que se deixa de an-
imprelenvelmente no da 29 do nuiicar porf,i d8 lempo.
corrente, anda mesinoque fiquem Vende-se um jogo de breviarios, om
listas.
Bilhetes
Aleios
(J nar tos
OitaT.s
Vigsimos
22,000
11,000
5,5oo
2,800
i,3oo
Kllh.iBa nnr vninlfi- o restante Ae\*- l)ou, tomos com o competente quaderoo
bilhetes por yenuer, o resianw aos dog s>n(0J D0T0S d4 ordem o,,,,,,,!,,,,,,. M
bilhetes iuteiros, meios, quartos, esquina dd Ra do Colegio na vend.
I MUTILADO !


Ma
....
S!
4
*k>;
\rados de ferro.
Ni'rundlclo da Aurora, em S. .Amaro,
vondem-searadoadeferrode diversos mo-
delo.
(orles de brinide linlio, a 1,280,
a, 34o e 2,000 rs.
Vendem-se co/les de brim Bardo, deli
nbo puro, a 1,280 rs. ; ditos de cores com
listraa -briol amarillos, a 2,000 rs.; corteada calse
lenscado de I111I10de listraa, a 720 rs.; cas-
saaescampinadas pira cortinados, com 8 i|2
vana, 2,400 rs. a pega.
Novo sortimeuto de panos finos e
casimiras de todas as qtiali-
dades.
Na ra do Crespo, loja da esquina, que
roltu para Cadeia, vendom-se panno lu-
to, a 9,800, 3,200, 3,500, 4,000 e 5,000 ra. o
curado; dito francez, multo superior, a
6,000 rs.; ditq verde, a 2,800 rs.; dito azul,
a 2,800, 3,500 e*,000rs.; dito c-r do rap,
a 2,800 rs.; curtes de cala de casimira pre-
- to infeatada, a 6,000 e 6,000 rs. ; dita fran-
ceza elstica, a 7,500,8,000, 9,000, 10,000 o
11,500 rs. sarja prela, a 2,400 rs. o covado;
dita hesptnhola, a 2,800 rs., e nutras mui-
tasfazendas por presoscouirr.odos.
DA
SALSA PJLMILHA DEBRISTOL
SlLSn'MwlElfsAlDS,
N. 3g A. Cartas finas para voltarete.
Veo.il"m-se na rua estrella do Rozario,tra- Vendem-se baralhaW.de carias a 00 rs
vessa rara o Queimado, di psito n. 39 a,jproprias para voltarete : na ra do Cabug
lalas da muilu acreditada Imlacliinlia de n. 6.
Aos urna lites das do- *
.911 rus da vida.
OlTerece-se, na ra da (-o- 4
dcia do Hecife n. a3, um li-
a>; no uni de satisfazerem seu 9
* apurado gosto dando-se-
pj Ibes 'troco de algumas mes- ^
i) quinhas patacas, o exceilen- #
) te e delicado doce debacur. "
* (,lu?gou resccnlemenle do 4
f Maranho he da niellior *
*< qualidade que ha e lem'vin- 9
** do cm latas, mui proprias tif para a sua conservarlo, lor- j
*< na-se tanibem por isso objec- jf
to de grande consideracao |
para as pessoas que dcsejam *
I mandar presentes dcste ge- *
I hero para a Europi. >
Superior l.nitihu de S. Matlieos c
inuito nova,
Vende-sea bordo do liiate Caprichoso, fun-
ii.ulo em frente do caes do llamos, ena ra
da Cruz n. 31.
Deposito de pinino de algodao da
f'ebrica Todos os Santos da Ba-
nbia.
Yende-se por preco commodo
o bem conbecido panno de algo-
do desa fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador .* no escripr
torio de iNovaes v l'ompanhia, na
ra do Trapiche n. 34.
Aloinhos de venlo
com bombas do rcpuxo para regrar borlas
1; m vis ilr i- 1, 1111 na rundi(Sodo Unwmaux
& M. ('. ilheu : na ra da lliumiis.fi, 8 o 10.
"i'll-'K '!' Jiirfd ui'.cibiior
.....| .l> 'H.i.i; III Jl'l i:|i > II 11, l'S.I I! I .../.: .11 I
oU : SJSjA a uJ|>M|u|p 'najas .:( i:.i -1 OS' op
piJe^ ap equijej juuadug
-- Vende-se um terreno na ra da Aurora
pota 50 primos do frente o 280 de extensflo
t judo caos do lijlo a boira mar, licando en-
tre ai casas dos Ulitis. Srs. Custav8o Jos do
llego n Francisco Antonio de Uliveira: os
pretendcnlusdrijam-so a ruadas-Torres n.
8, primeiro andar.
CHA PRETO.
Vende-se superior cha prelo,
em caixas de 3o libras cada una :
cin casa de J. J. Tasso Jnior, na
ra do A mor n n. 35.
-- Vendem-se no becco do Concalves, ar-
mazem de ueane Youle & Compona, me. .$
barricas com superior f,irinha de trigo.
piteadas superiores.
Ni fundicSo de C. St? cu Companhia,
oin S.-Amaro, acham-se a venda moundas
de caima, todas de Ierro, do uiu mudlo e
couslruccao muilu superior
$inio de iNanttra a
800 rs.
Vende-so a historia de SimSo de Nsntur,
a 800 rs. : na livraria da praca da ln 1 : t-11
leticia n. 6 08..
* ARADOS AMERICANOS. #
' \i 1 1
g Vendem-se (Irados ame- -a
'' liemos, chegndos dos Esta- 1
^ dos Unidos, pelo barato pre- '4
D 90 de 40,000 rs. cada um: na 9
* ra do Trapiche n. 8.
A salsa parrilh deBrlstol dala desde 1832, e tem constantemenle manliilo sua reputa-
ra sein necessidade de recorrer a pojnposus aiiniioeios do que as rreparacfles de m-
rito' podem deapeusar-se. O sucesso do Dr. Brislol tm provoca.lo minutas invejas, e
. podem despi
entre outras, aa dos Srs. A. II. D..Sands, de New-York, preparadores e proprietirios da
salsa oarnlha conbecid pelo nome de Sands. ...
Estessenhoressoliciliiaoeml8l2 a agencia de Salsa parrilha deBristol, e como nao
opudossem obler, fabrioarao urna imitacSode Brisiol. .....
Eis-aqui a caria que os Srs. A. R. I). Sands escreveram ao Dr. Brlstol, no da,80 de abril
de 1842, e que aeacba em nosso poder .'
Sr. Dr. C C Brislol.
Bfalo, etc.
Nosso apreciavel genhor.
Em todo o auno passado lomos vend lo quantidades coisidcraveu do extracto de
salsaparrilhadevm. o pelo quo ouvi'mo dizer de suas virtudes iquelles que a tem usa-
do, julgamos que a vendada dila medicinase augmentar multissimo. Se Vm.quizer
fazer um convenio comnosco eremos que nos resultara multa vanlugem, tantos nos
como a Vm. Temos muito prazer quo Vm. nos resuonda sobreest sssumpt,-* se Vm.
vier a esta cidade daqui a un mez, ou cousa semaltinnie, loriamos muito prezer em o
ver em nussa botica, ruado Kullon n. 79.
Ficflo as ordena de Vm. scus seguros servidores.
(Assignados) A. II. 0. Sands.
CONCLUSA'. ',
1.'Aahtiguidade da salsa parrilha de llristol, lio claramento provaJa, poig queella
data desdo 1832, e que a de Sands s appaieceu em 1842, poca na qual esto droguis-
ta nao polo ulitera agencia do Dr. llristol.
2." A suporioridade da salsa parrilha de Brislol he incontestavcl, poisque niiona-
(anle a concurrencia da de Sands, o de urna porijflbdo outraa preparados, ella-tem man-
lidn a sua reputacao em quasi tula a America.
As numerosas experiencias feitas com n uso da salsa parilha em todas as nfermiila-
des originadas pela impureza do sangue.e o bom oxilo oblido nrsta cuite pelo lllm. Sr.
Dr. Sigaud, presidenta da academia impciial do modicina, pelo lllustrado Sr. Ilr. An-
tonio Joso l'eixolo em sua clnica, u em sua afamada casa desande na Cninlin i.pcl lllui.
Sr. Dr. Saturnino de livoira, medico do exorcito, e por varios oulrns molicns, per-
miltcm boje do iroilamar altmcnlo as virtudes ellleazes da salsa parrilha de Brislol.
Veiilo-sii a 5/J00 o vidro ; na botica de Sr. Joso Mari tnnijalves llamos, ra do
Quarteis pegado ao tjuarlel d l'olicia. ________________^_^_^_
. aramia, p lo iliiniiiiiu precude 2,IDO; tam-
beni eonlinua-so a vender liiscoilinhiis, fa-
rjlachlnhas do ararbt>,a retallio.tudo
! muvlnflno o qua se pode apreaonlar em urna
inu-a 1I0 che sem escrpulo ; vendem-se
biscoitoa doces e aguados de boa farinhao
de diferentes tamauhos j tambem aa miiilo
boas holacliinhas americanas quadradas das
pequeas o tambem maiores para 240 ra. a
libra, bulacbinhas de rogalia e de leite e
111 hs diversas, tildo por commodo precu.
-- Veridem-se tres bonitas escravasde 22
anuos, com algumas habili.lades, um preto
serrador, um casal de escravo de meia ida-
de, sem vicio e de muito bna conduela, p-
timo* par* Irabalhar em algum. sitio: na
roa das l.arangeiius n. 14, segundo andar.
Transparentes para janella. .
Na loja de CuimarBes & Ileiiriqups, ra do
Crespo n. 5, vendem-se transparentes chega-
dos ltimamente de Franca ; esta fazenda
est sendo preferida as Venesianas tanto pe-
la sua boa qualidade como pglo* lindos de-
sertlos com vistas pitorescas.. Veodam-se o
mais barato posaivel, que a vista da fazenda
os prolendenles nao UeiiarSo de comprar.
r 11 inlia de trigo
SSSP.
, Fontana.
Galega.
Ilaxal:
No armnxemde J. J. Tasso J-
nior, na ra do Amorim n. 35.
Sebo purificado.
Vende-se sebo punlicado do Din Grande,
o niel cu que aqui tem vindo por precu
maiscommolo du que em qualquer outra
parle, tan tu cm pori,-ao, como u retal ln, o
velas do cama'ilia, u inais barato possivcl :
na ra iln Apollo, no armazem de Aulunio
II. Rudrigucs.
--Vendem-se dous pares do mangas do
vidro, lisas: na ra do Dorias, sobrado de
um andur cmii vnranda lo ferro, n. 70.
Aludas lazend.is por punco (liuliui-
ro na roa do Crespo n. 6.
Cortes de brim escuro do puro lindo a
1,440 rs,, ditos da liste do bom gusto a 2,r,00
rs., dito amarelloa 1,800 rs. Macado du li-
ndo proprio para cilcas e palilds a 200 rs. o
covadu, panno lino prelo a 3,000 4,000 rs. o
covado,pessas do rimas (CurasOo a 38 cu-
vados a 4,500, 5,000 ( 5,500 rs., cambraia de
lilscum 8 l|2 vuras a 2,400 < 3,500 rs. pes-
sa, lenr;os de cambraia do limo a 100, 480,
e 560 rs. proprioa para mao, liseadus assen-
tados em algndSo niuitiieiicoriiau'o proprios
para escravos a 160, 180 o 200 rs. o covado,
zuarle azul com 4 palmos a 200 is. o cova-
do, o muitas mais fa/endas i.ur pre?o com-
modo da loja cima referida.
Veude-so llezina de angico de muilo
superior qualidade em hrrobns a 5.120 rs.,
ero Iibrasa320 rs. : na la da-Cadeia do lie-
dle loja de errageO "V53.
Vendem-se csixTubas com 120 duzias de
|arrlles do linha uc 200 jardas muito supe-
rior cm qoalidades de na. 40 a 150, por 800
rs. a duziao do OS, 12 120 por 700 is. : DI
ra da Cadeia do Rocifo loja defoiragcns
O 53
Vcndo-so feijao niuUtinlio, muilo no-
vo, cm saccas de alqueire, medida velha, a
9,000 is. a sacca : na ra da Cadeia do lle-
cife n. 49, segundo andar.
Deposito de cal vii'gem.
Cunda & Amorim, na ruada Cadeia do
Recite, n. 50, veude-so barris com supe-
rior cal em pedra, cln-gada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos pie;o do que
otn outra quafqne'r parte.
liasa le couimis.sao de escravos.
Vendem-se cscravo.se recebem-
se de comtnissao, (auto para a pro-
vincia como para (ora della, pura
o que se o Acrece muilas garanlits
-, ....i. iI.hiik 11.1 ,-):< d;l ( ,;u' 1 ni li.
Taixus para engentios
Na fundicao de ferro de tow-
inaii &c Me. Calliiin na ra do
llruin, p.issando Ochafariz, conti-
na a lia ver um completo .soi t-
menlo de taixas de ferro fundido e
batido, fie.3 a 8 palmos de bocea ,
as quaes acham-sc a venda por
prec^ commodo e com prompti-
dao, embarcam-sc, ou carrejjam-
se em carros, sem despezas ao com
prador.
Vendem-se relogios de ou-
i\> eprata, patente inglez: na ra
da Senzalla Nova n. 4a.
Yeudcm se esampas muilo
finas, cm fumo, proprias para qua-
dros, por preco muilo comn ido :
na ra do Oabtig, loja de miude-
zas do Gumaraes.
I'otassa americana.
No antigo deposito d.a cadeia velha, n.
12 existe urna pequea porgan de putasss
americana, llegada recentemente que por
superior rivslisa eom daRussia: vende-
se por proco razoavel.
Vcndem-se na ra do Cabug n. 6, lio-
tees de madrepcrola, muito tinos a 560 rs. a
gfoza, assioi como um aoriimento de miu-
lezas, proprio para bocelciras o mscales,
ludo por precos baratos que admiram.
a seusdonos na ra da'Cacimba
n. 11, primeiro andar.
lieposto de cal e potassa.
No armazem da ra da (jadeia
doHecife n. 12, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedia, as-
s)im como potassa chegada ultimar
mente, a precos muilo rasnaveis.
Agencia de Edwin Maw.
Na ra de Apollo n. armazem de Me. Cal-
iii.nit v eoinpaiiliia, acha-ae consianit-iuenlc
t-.iiis aorliinenloa de laixa de ferro cuado e
riatldo. 1.1 ni., raaa como fundas, inoendaa in-
elias lodaade fefro para aniuiaca, agua, ele,
lillas para armar em madeira de lodos oa ta-
mandoa c niddelioa o mala moderno, machina
liurisoiii.il para vapor, com forca de 1 caval-
l.is, coucos, paaaadeiras de ferro esianbado
para casa de pulgar, por menos preco (fue os
de cobre, eacovena para navios. Ierro inglez
ln (.jrn barraacomo em arcoafoldaa, c ludo
por barato prec.o..
Vendom-se 2 escravos, um do :u n-
nos, e outro du 15 annos : na ra Vcllia nu-
mero 54.
Calcado mofado.
Vendem-se sapalos dcycouro de
lustre, para senhora a 1,600 rs. ;
ditos de inarroquim de cores e pre-
to a 800 rs.; sapatinhos com cul-
celes de verniz a 320 rs. : na pra-
ca da Independencia n. i3 e i5 ,
loja do Arantes:
J'ahts (eitos.
Na leja do sobrado amarello na ru.i
[ do Queimado 11 29 conlmn a ler pa- a
ra vender um hoinsorlimento de pali-
? tds do pao prelu e de cur, os mi llio-
(9 res quo ha no mercado p.n 1 i; v
muito em conta.
Vende-se curtes decalca du casemira
padioes escuros e muito mode/no.pelo bari-
lissimo pn ro do 5/000 cada corte : na na
do Queimado loja do sobrado amarcllu
n. 2.
Vende-se urna escrava da naci por
prerjo commoJo : na ra da Cruz loja de bar-
bairo n. 53.
' Vendem-se na ra do Cabug n. 6, In-
aouras fhuito linas, proprias para costura a
320 ra. c da urna, ditas maiores a 400 rs., e
LTB.VF..i...!dil'' Brandes para corlar custura a 480 rs.
bilidades : a tratar o segundo andar Uo
siibrsdo 11. 18, por cima da venda, atrs da
matriz deS. Antonio.
-- Vendem-se bocetas de doces seceos :
na ra do Hospicio o. 15.
AtifcWClA
da fundicao Low-.Moor.
HUA DA SKNZAI.LA NOVA.N. 42
Seste eslabelceimcnto conli-
ua a baver um completo sorti-
mento de moemlas o meias moen-
d'is para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro balido c
coado, de todos os tamaitos, pa,-
ra dito.
-- Na ra da Cruz 11. 33 armazem de
I,'iiz Jo-e lio Si Ai ujo, vende-se laiiuda de
mandioca do S. Mallious, a BFeOO de 1,800 rs
0 alqueire da medi.la velha, igl para aca-
bar o fcrliar cuntas, n lamben) vCnJe-ro em
SCOa de alqueire a 2,200 rs.
Na ra da Cruz 11. 33, vendem-so sac-
ras muilo gra*odes, oom (eijSo mulatinho
cli': do du Aracaty, no hiale Duvidoz,
9,000 rs. a sacra ; Cal xas com supi rioics ve-
las de camaub', compostas- que parece es-
peiim celo, 11 10,000 rs. a arroba.
Grande p'orco na ra do Crespo n. i4, loja de
Jos francisco Dias, a 160 rs. o
covado !
Veude-so urna grande porcSo do chitas
muito lixas, do novos padro>s, cuiiiiim pe-
qu. no liiquo do uiufu, a 160 is. o covado ;
dilas escuras cores de cafo e de vinbo, e ou-
Iras uaiscres muito (xas, a 200 rs. o co-
vado ; ditas as inais linas quo tem appare-
ci.lo no meicado, tanlu em pannos, como
as tintas, faznuda du ultimo gosl. a 210
rs ; nscados francezes de quadrus, fazenda
muilo lita, a 200 rs. o covadu ; curtes de
chita franeezas, com barra, a 3,000 ri ; ma-
rinos pn los do superiores qoalidades, e
1,800, 2,500, 2,800'c 3,200 rs.; liuissima al-
paka prela e de cores fazenda propria pa-
ra palitos, a 640 rs. o covado; algo 13o azul
muilu largo, a 160rs. ocovado; percas de
brelanha do rolo, com 10 varas, fazenda
muilu encorpada, a I .son rs. a pega ; assjm
como existen) nutras limitas fazendas, por
precos mais baratos do que em outra qual-
quer parlo: du tudo se uar.lo amostras,
deixaudo scus competentes penhores.
A 1,44 re-
venda comprar
Quem tiverprtcijao,
Os muito trcdiialos
Coberlnres de algodn.
Na loja da ra do Crespo, que volta para.a
Cadeia, vendem-se osbcm condecidos co-
bertores do tapete, para escravos, polo m-
dico prego do 1,410 rs. cada um.
Chumbo de municao.
Vende-se chumbo dewnunicAo muito bam
surtido, em lotes de 12 quintaos e meio, e
25 qumlaes, confumo a vonlade do com-
pradore por preco cimmodo: 110 eseripto-
rio de K luardo II. Wyall, ra do Trapiche-
Novo n. 18.
Venilem-sn amarras do ferro: na ra da
Seuzalla Vnva 11. 42
Vendem-se os verdadeiros selins in
glezes, patente, do molla e sem ella : na
ma II' Snzalla Nova n. 42.
Pe Ir Allaioj venlo a^sua coxeira
cavallos d'aluguel, da ra "da Senzala-Ve-
Itia n. 114.
Na ic.-i das Cruzs, n. 22, segunnn
andar, vsn e--c um molalinho de 16 anuos
e um o-cravo cabra de 3o tnnos, i lliei.il i!o
carpios um molecote para lodo o serrico.
Grande labrica de chapeos de soi,
de J. Falque tua (Jo Collgeio
n. 4.
Nesto novo ostabelecimento recobou-se
um novo e lindo surtimento de chapeos de
Sol dns ltimos gostos, ia oto do geda rumo
de paninho para hmeos e senhoras, do ar-
in.ieilu do balei.-i e de esso que ss vendero
per menos preco qaoem oulra.qualquer par-
le ; grande surtimento de chanialuie, sedas
e paninhos eui peea do todas as con-s o qua-
lidades-para as pessoas que quizerem man-
dar cubrir armacOes servidas. Completo sur-
limenlo de baleas para vestidos espartilhos
para senhoras, fazeinseiimhellns de igreja e
cunceita-sc qnabjuer qualidade do chapeos
do sol: lodos os ubjectoscima mencionados
so venden! em purc3u o a relalho, por preco
1 mi- agradara aos froguozesa vista da quali-
da.le. -
l'aiinba de mandioed.
Vondern-se saccag tom farinha nova, che-
gada 11I1 iiimocolo do Cear, a 2,008 rs. e
em lo'is de 10 saccas para sima, a 1,800 rs.,
cada urna sacca : no ..rinazein uo J. J. Tas-
so Junior: na ra do Amorim n. 35.
9) Na loja l'oiimiihucsna da ra du
? Crespo 0.11,vendem-so ptimos sapa- y
9 tos e perneiras do borraxa, proprios J
9; paras pns uto eslaclo invernosa.' <
?**** ^'i*<5 j
l>o|josllo rtn fulirlcu lo Todo* os
Snnlos na Ha lila. -
Vertde-Se,emcsa dN. Ilieberi C.,
na ra da Cruz 11. 4, algodflo tramado da-
! O elixir anli-flougmalico lie estfncla.1-
Vende-se a lypogrophia do menteton'eo, raanlafi o principio vtale
\:__ i. _j j ,1. VI., da fArca ls fibras, dostact os humores vis-
Diario Novo, propriedade di VlU-LJ^, pr,.rili('a em bt|l^ avVi, epe.
va liorna a qual esla monlada ,'tite o Tonifica o estomago.
I .uto >[( linnslvnns ruma de lire- 1'Je-se a Iminis r r na mais lonra infan-
tanto te iionstjpos, como uc pro ;a|| com) M ve|h|C!. nn u 0 .lis d0C(J
los, e de todos os tttencis necessa- q0 0 seu eliVito: funde, dissnlvo os 1 u-
rioi) a urna boa typographia
ta- mores o Ibes d sahiila sem'algums agita-
(3o, asm sus..en ler s occuiagOes, nan
la-se tom a proprteUria, na ra mu,]roj babiios: sa pode tomar desto elu-
da Piaia 11 55 cazmento urna colher domanbSa em jejum,
- Continu.'se a vender mantoiga ingleza partcula,mente no invern O us lempos
nova a 610 rs,, cd liysson a 1,920 e 2/240,
caf a 160 rs., sevada a 80 is., farinha do
M.iiaoli.i,, a 80 rs., toucinhu de Liaboa a 320
rs lingoica a 400 rs., paios a 240 rs., bola
chinda ingleza a 200 e 240 is po>sas a 160
o .'o rs., trai|ucsa 200 is. a ralla, carnauba
a 280 rs. de 6 e9, espermacele de 6 a 640 rs ,
queijns novos frescaes a 1,2li0tvrM venda
nova 11. 2 du pateullo carmu.
Venof-sn na loja de luu;a da 111a larga
CfcRA EM VELAS.
Vende-se cera em velas das
melhores fabricas de Liaboa e do
Rio de Janeiro, sortinientos mui-
to variados e a precos commodos :
na ra do Vigario n. 19, segundo
andar eacriptorio de Machado &
l'inhciro.
- Vcndem-se saccas com fari-
nha de Santa Catharina a ,a,a4o
rs. : na ra da Praia de Santa Hi-
ta, venda defronte da ribeira do
pcixe, n. 1.
Escravos fgidos.
100,000 rs. de grStiiicacSo-
Conlina a estar fgida a preta Felicilade,
desde o di 17 de ma>co prximo pasgado ,
tem os signaos seguintes:estatura regular,
lem falla de denles na frente, marca%de pan-
no no rusto, cor nao muito preta, muito pro-
zisla, levou vestido de chita j desbolido,
panno da Costo usado, ur tabuleiru peque-
no cm que andava vendendo, tem por cos-
tume ler r/a lora e mudar quandosai ,
tem sido vista muitas vezes, urnas no Mun-
leirn, e outras 0111 UeLiribe, lavando topa de
gando, e dizeudo que por mandado do sua
.en :11ra; tem si'lo onronlrada junto cmn urn
canooiro, que navega para uiimla, ella tem
a m.li no engeudo S. Cosme : roga-se, por-
lant, as aqtoridades policiaca o capiaes do
campo, a sua captura, inda mesmo ella di-
zeudo quo n.lo est fugla, e alevem a sua
seiiliora, na ra da Cruz do Itecife 11. 35 i
asaun como se protesta contra quem a tiver
nccultado e ootrar-se os dias de serven.
Dcsappareceu na noite de 13 para 14 lo
passado nm escravo por nome Jo9o( criou-
lo) levando uina calca de brim braceo com
lislra ao lado, 2 caifas de casemira de cur, 2
collotes do salina pret, 2 ditos-do fustSo de
c i'.cli.i, o preto de massa e camisa de 1111-
dapolilo; o escravo tern os signaos seguinles:
ctr tulla,alluia regular.-rerorcado docorpn,
hmidos. urna ferida na.peni direita do lado de tora,
(ls a-llnr licns golosos, dy Irupicns, um punco acuiu do torpozello, representa
aquclles cuja libia do mulle, (icini sals-;' lor do idade 3onnis poucu maisou menos:
feilos do seu uso; bem como os que sof-; rog-so as autori lades policiaca e m ns ci-
fre in deflloxfio catarral du p, it>, azeduineg; pitaos dccimpo a captura de dito esc.evo,
du estomago, syncnpes u pil,iiar,0s do: o de o levar ao engenho das Millas a seu Sr.
i'-r.i.i.i, clica, impingeos, calanodab- Antonio do Paula Suuza LeSo, ou a ra do
"Hicas cliaruleirns.
Vendom-se na ra do Cabug n. 8, ricas
cliarulriras a 2,000 rs. cada urna, dilag mais
ordinarias a 180 rs., ditas pequonas a 240.
Meias ras.
yen-lnm-se na ra do Cibug n 6,. mafos
de mniaa crina a 3,000 rs. cada um, ditos de
lislras a 3,200, ditos muito finns para senho-
ra a 5,000rs., assim como um sor.t'menlo de
ditas do meninos o meninas por precos mui-
to cm modos.
Caixas para sabonetes.
Venlcm-sena rus do Cabifg n. 6, caixas
domadas o praliadas com um saboneta mui-
lu lino, pelo diminuto preco de 800 rs. cada
(i 1 a ,0 ditas de pao a 400 i_v
(beguem antes que se ai:.lie
Vendem-se capachos de lodos es tama-
nhos b 560 rs. cada um : na ra do Cabug
n. 6.
Elixir tnico
Anli-llcumatico,
Pelo Sr. Dr. Cuillic, medico di facoldado
do l'aris, memhro de varias sociedades
medicas, assim nacuma, s como estr>n-
geiras, cavalheiio da real ordem da Le-
gislo do Honra &c.
( Uuponl, pharmacoutico, em Paris,
roa Tiquetonnn n.'14.)
O nico deposito verdadeiru desle elixir
de estahelrcido pelu mesmu autor na botica
do Sr. Jos da (tocha l'ranhos, ra Direita
n. 38, em Pernamhuco.
Xlgi, apoplexia ciirosa, rheuuutisnio, Bu-
las alvos, doenr.as de leilo as se nimias,
indine too, m 11,11 intestinaes lias eriangii",
do Uozario neles de 13a para vasos eJa.i- e ""l"s mulUs MfwmldS* que seiia Ion-
nn i-numerar.
lema, chegadns ulliman.ento do muito go ''"unier
bom gosto ,- na mesma loja so compra ten- fc''tn. mre''
lias para encher travceiros.
Vende-se una pela de 40 snnos; cosi-
uha, lava de sahao e I-/, brrela muito bem:
na ra do Collego n.2l, piimviio andar, so
dir quem vende.
Vende-so una preta moca de nac.au.que
engomma, cosinha e lava de sabSu : na ma
do lloitus n. 138.
Vende-se, pur barato pror,o, um preto
moto : na rus do Trapiche, n. 30
Vende-se ndice aiphabeti-
co de materias as quaes tem ap-
plicacSo a legislarlo patria pro-
mulgada, at o fim do anuo de
i5o coordenado pelo senhor
ilescinbargador Jo3o Joaquim da
Silva : no pateo do collego, casa
ilo livro azul, a 5,000 is. cada
exe-tnplar.
Chapeos da Chile.
Vendem-se ci apeos do Chile, superioies:
na ra do Trapiche u. 8.
Vende-se.
Urna canda do carregar mil lijlos, ma-
deira de vii,b.mico em I un uso; na ra lar-
ga lo Uozario, n. 24, luiinciro andar.
I'AIIA OS SKNHOHKS DE ENCENO.
Encerados deloua mui bem feilos 6 gran-
des, promplos alcalroados, para cobTir
gns de assucar, pelo lia ralo preco de 4,000
cubil ni: na ra do Trapiche-Novo, n 18
segundo andar, a fallar com Jos BtporitU
Ven I. -s para qualquer armacao, II
caixillios envidrarjadus, a 2,000 ris, 1 mesa
j (i n a lab ci do cima do amarello, por 6,000
ris), propria naia corlar qualquer obrado
.11.lale, na ra du Passeio Publ co, 11. 9.
Na mesma casa vende-se 100 VBras de renda
da trra, a 120 ris.
;.(. iiiiins l'.iillu 1 i\ Companhia^
w Coutinua-se a vender no deposito
iw geral da rua do Cruz n. 52, o oxcel-^
i linio o bem conceituado rap areiaS
S preta da Tahrica deCantois l'aiibci iv i
'S Companhia da liahia, om grandes ey
t pcqiiclas porgues pelo prego ostabe-jj
ij loado.
Franjas para c*oitinados.
Vrndem-so na rua do Cabug n. 6, fianjas
dobclolas a 4,000 rs. cada pega, dilas sem
hellas a 3,0u0rs., dilas estrellas para toa-
Iba a 100 is. a vara.
Cordas para violan.
Vendem-se na rus'do Cabug n. 6, cordas
uara violflo, muito nuvns, por presos com-
modos.
Bicos de largura de palmo.
Vendem-se na rua do Cabug 11. 6, bieog
de largura de palmo e mais largos a 640 rs.
a vara, tilos puucu mais estreno a, 500 rs.,
ditos de largura de meio palmo a 320, ditos
de 4 dedos a 240 a vara.
Luvas fio (11 Escoci.
Vendem-se na rua do Cabug n. 6, loja
do baraleiro, luvas fio da Escocia.a 300 rs. ,
sem mofo algum.
l'icus filas de veludo.
Vendem se na roa do Cabug n. 6, filas
do" veludo lisas o aberlus a 1,280 rs., assiu)
como um suilmenlo de (velas para as mes-
las.
Oh que pechincba.
Vendem-se na rua do Cabug n. 6, luvas
do Irocal a 500 rs. o par, dilas ditas a 720,
Vigario 11. 9,armasoni de Carueiro& llamos,
que se gratificar generosamente.
Doengenhn Velno da freguezia do San-
to Amaro Jaboatao, desappareceu no dia
primeiro du coi rente o escravo Jos, cabra
cancula aatular tem produzido' escuro, cabellos rolos e 1180 multo torcidos,
os mais l'avuraveis eff assim dizer, desespralos. Desta surte,' pouco comprido, o heico superior um pouco*
desde sell annos foi prescriilo por lodos os, pontudo o mais s di-nt do que o-inferior,
mdicos Ilustres, e os surc ssus qsotidia-, quandu falla parece querer fechar os odos,
nos qoe ulitcni, tanto em I-ranga cono nos estatura, o corpo regular o bem parecido,
psizi'g cslrngoirus, formam o mellior elo-l peritas e ps bem faltos, gusta muito do na-
gio que desie pOHS fazer-se, e a prova d-'S'e. tucar e cantar, bode agoardente.he carreiro,
he a gran lo sabida que este maravillioso
remedio lem lili as provincias du brasil,
principalmente na Itihia o Dio do Janeiro,
oode ha tantas illusira<;i1cs medicas.
AVISO ESM-.NCiAL
Deve-se tmente inteira conjitnga as gar-
lafas quo teem urna marca quo leva a finia
doaulur, simellunle aquella que se v em
cnlende do trabalho de casa do caldeita,
fui pelo Sr. do engenho cima dito, compra
ln ao Sr. Joaquim Manoel Barragranle, por
anlhunnmaaia, levou vestido camisa deal-
godBo da Ierra c 011 letra de marca do linda
encarnada com as iniciaqs I B : rog-se pois
as autoridades puliciaes a coadjuva;3u da
captura do referido escravo, ads espitaos
Na fundicao da Aurora em Santo Amaro, SI^m0]
o taiiibein no deposito na rua do llium logo .. "
r.a entrada, e de fronte do arsenal de mari- %.-";. I
balxo. Emlim, pan evitar o peiigt das fal- de campo pesquizem o prendam dito uscra-
silicagOes.osacridentes que no lerian acon-| vo, qmi sondo enlreguoa seu sendur, o p'o-
lecer, e arrsitar acobiga dos falsillcalorrs,, pne(ariodo engenho cima dilo Jos Fran-
0 publico do preicnidn que cada garrafal cisco Pereira da ilva, ser3o por oslo gene-
deve ser acompinhaila d'uina inslrucclo im- rosamente gratillcados, etc. etc.
pressi que indici 11 maiioira do em pregar I -- Saxta fairs, 7 do curente mez, polas
este moiiicamento, compilado pelo S-. Guil- II lyrasdu dia, fugio da casa do abajxo as-
ile com a sua tirma, e iu preso um l'aris por ligua.lo, na rua da Praia, urna escrava, de
o Sr. Coetschy ; caracteres essunciaes para nome Mara, du Gento, com idade de 40 a 11
evitar a frau ib. nos, pouco mais, ou menos, c.r prela, alta,
Tachas de ferro. 'corpo delgado, com a barriga um lano
' grande, rosto compridoedoscaroado, olhos
n 2 denles de menos na frente, e
ns cabellos bmneos, sal io* vest-
. ',' ilacoiusaia de panno dranco chales par-
nb hasempru i,m grande sornmento do: rsn.s.eus brancas; esta escrava
chas lauto do fabrica nacional como es- mQ um d(js
irangiira, batidas, undulas, grandes pe- hdo c>l(ea desl, ClJaH,i0> requisic5o
r. quenas, razas efundas; o 'ambos os lu- :J f de heranc de
garos existen, guindastes para c.nvgar ra- |..,alicifra Al,'toni. doC.rmo, falle-
nosa ou c-rros, liv.es de despezS : os precos. cjl|a iinll(, d )812 comarc, ,,,'_ ,.
sao os mus commodos. ,|lu> eesUva,r,em puder deseu Uo, Mainel
Bejouterias. 1 -,.n,.,,,, ja Cruz, morador no engenho Ca-
Kalkmann Irmaos rua da Cruz n. 10. ieee- leu le, da mesma comarca, que lendo sem
bnram pelo uliimo vapor inglez un) no>o autorisagSo vendido um dos Olhos da dita
.~o tinento de obras de ouro o mais bello escrava, poda o ahaixo assignado conseguir
que lum viudo aqui como sojam ; iuteiros e receber amigavelmente a escrava e o fillio,
meiosadengns, brincos, alfinetes, e braco-I que est na cadeia, o t nimio de accordo
leles cmn 1 cr.,1.1-, ( sem ellas de tolas 11 com os inais hcrdei'OS de amigavelinentc
qualidades, botes para camisa, c cilctes,' ( ai llbarom, fuga agora a escrava : oabai-
correiites para relogio, aunis, canelas, com j xu assignado suppOo ler sido seduzida por
lapis e peanas d'ouro, doJaes, voltas n brin-jalgueni, que mora na rua das Cinco Ponas,
quinhos de cores, vidro e ouro propriu para para talvez occultamente lemelte-ia para o
uicniuas. dilo engenho, isto he, outra vez para a casa
Irados da fabrica dos Srs. fAanso-|des.u lio; e por isso, protesta criminal-
mee May
Prnprios para plantar o alimpar cinna de
liffercntes modellos'i feilos na 111 isacu-li-
tada fabrica na Inglaterra ; sendo muito su-
periores a qualquer que tem vindo .a este
.....1 (-,i(lo,o pin. 1 10 para plantaren! qualquer
terreno c lo qualquer laigura, por lor ^fcj
arranju propriu para abrir e fechar a avMK
O bico, aiveca o sola desies arados pasism
por um proensso que da-lhea consistencia
.le : 1; 1 lemi-cado da miineira que silo de
ninila duragSo, alm do que lem bicos de
sobie-excellcnle : na rua do Trapicho n. 14.
I'ren'sas para farinha.
Na fundicao da Aurora em San-
to Amato, e no depozito di mesmo
na entrada d-t rua do Brum a-
cham-se venda machinas paro
imprentar larinha de mandioo, e
outras para espressSo. do olio de
inamonn, de urna invencao intei-
ramente nova. Os annunciantes
naohesilam em publicar, que es-
las machina! de sua invcncSo sao
superiores a tuiio,"quanto nl aqui
lem app.irecido neste-genero, re-
unindo grande frc de presso
ditas ditos com bullas a i.odo rs, lilas do 'a maior siinplicidade de conslrtic-
facilidade na operarao, o
cada urna.
Brinquedos para meninos.
Vendem-se na ruado Cabug n 6, brin- jquolla fabrica, muito proprio para ssuccosde
quedos para meninos, baratos que admira : I assucar eroupa de escravos, por precocom-
a olios que he para acabar. 'molo.
J MUTILADO L
punto in:;li/. para huiiiem a 1,6U0,ilil'S oil s
de nito de cm, s proprias para montara a
I.2S.1, e e ni um liKioo de mofo a 1,000 rs.,
dilas d tas Comrequifes hellas tara se-
nhora a 1,500 o par.
Linhasde enrriteis de 200 jardas.
Vendem-se lin-as do carrileis de 200 jar-
das de todos os nmeros a 90 ) rs. a duzia,
ditos de 100 jardas a 320 rs.: na rua do Ca-
bug n. 6.
U barateiro da rua do Cabug.
Vendem-so na rua do Cabug n. 6, luja de
miudczis, os mais ricos peutes de cuc imi-
tando a tartaruga a 1,2H0is., ditos mais in-
feriores a 720 rs.,dito ditos a 280, ditos para
alisar a 328, ditos de marlim a 800 rs.; a al-
ies que se estflo acabando.
Bicas franjas c trancas para
manteletes.
Vendeni-se na rua do Cabug n. 6, loja
do barateiro, franjas o (rangas pretas do to-
das aa larguras porpregos mala commodos
do que em outra qualquer parto.
930,
que faz com que dilfictliiieiitc se
possam desarraigar.
AVISO A PUBLICO.
Na botica da rua do Collego n. 18, conti-
nuam-se a vender as verdaderas e bom
conceiluadas pilulas para bobas, cravos se-
cos, e dores venreas, por mais antigs que
srJHm;cujus bnns efleitus confessam todus
que dellas tem fcilo uso. Cun osicao do
pliarmaceulico -cli.i-.ii.lo Jos de Uliveira
Macedu; e para cunhecimenlo do mesmo
publico e principalmente doalgumas |ies-
s lasque n.lo egtejam ao alcance, o conde-
(1.1)0(1(0 das verdaderas pilulas, so faz pu-
blico por este aviso
Vende-se vinbo de champ- ga-se asauloiidades a CapiSaa deci
nhe h-i'ilimo e Ap siiium ai- ,...-li j captura do dilo escravo, emanda-lo
nue legitimo e ue superior quali- i g,r,0,h,ixraasignido, na rua larga
dade : em casa de J. Keller
Companlr'i
55.
na rua da Cruz
n.
mcnlc proceder, contra qualquer pesso,
que a tenha seduzido, ou oceultado, e ro-
ga a ledas as autoridadese capil3es do cam-
po a appi chend.ni, e remnllam ao abaixu as-
signado com armazem na mesma rua da
I raa, quo ser.recompensado squelleque a
pprebender.
Jei'ui Cav.ilcinl de Albuquerque.
i.r: i:iii a .-o generosamente quem
drscobrir um mualo padeiro, por nome
Filippe, que talvez (eolia muda lo o nome,
fgido no dia 8 do corrente, com os signara
seguinles: altura e curpu regular, idade
de 40 annus, iouco mais mi nidios, olhos
pardos, roslo descarnado, boca enariz re-
gulares, cabello bom, o costuma trazo lo
apparado alraz, orelhas pequeas, muitu
regrist, mas de fallas mui mansas e seduc-
toras. He natural do As, mas lendo an
dado por oiversas partea do serillo tem
::iaiid- conde i 11.en tu 00 todos e; tes matos ;
levou urna rolo onde co-tumava dormir, e
os Irages ignora-so por costumar ler a rou-
pa l'o a de casa, lu aqu primeiramenlo
escravo do Chives, que lem fabrica de li-
cores, desle passuu a Joan Antonio Carpin-
tero da silva, com padaria iiu Manguinho
a quem ltimamente se cumprou.t Portan-
tu 1 eicse as auturidales e capitSes do
campo que o apprehenlnm o levom sua
senhora, na rua da Matriz da BOa-Visla,
11. 22. -
-- No da 8 do corrente desappareceu da
rua da Muda 11. 7,terceiro andar; o panto
Leonardo, do dado 18 a 20 anuos, pouco
mais ou monos, limo, o peito um pouco
mullido para dentro,, este escravo fui com-
prado a 0. Joauna Marii dos Pasaos, mora-
dora lio sido de Julio do Mello .110 italglli-
nlio, ou na Uoa-Viagem, dosto ultimo layar
vinha O dito escravo ao ReCifo vender le
todos os dias ; a ; essoa que o apprehen 1 er
levar a casa cima, ser recompensado ge-
nerosimeule, bem como protestam desdo
j contra quem o liver acuitado.
-- Desappareceu no da 9 do corrente ,
um escravo, do nome Laurenlino, creuulo,
Vindo ha punco do serillo, levando vestido
camisa de Tiscado, calsa azul, chapeo de
couru; o escravo t-m os signaos seguinles,
ciWula acibralliadft, altura regOlar, chcio
do curpu, peilps largos, representa ler 24
annus de idade, pouco mais ou menos : ro-
campo a
enire-
rga do Uo-
zario 11. 50, aonde sera o recompensados.
Joaquim Das Fernandes.
I
V
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