Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03594


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Full Text

Anuo XXVJII
Terca feira 11
de Maio Je 1852.
N. 105.
anaci suacniroio.
PlOM111IO AOUNTlDO,
Por trimestre. .
For lemeitre.
Poi anno ........ i
PlOODIKTIO UtIIMEITII.
Por quartel *...........
BTOTIOI Al DO INFIRI.
Par*.....i7.li- Marco Minas... I de Abril
Maranho 7 de Abril 'S. Paulo. 6 de dllo
Cear.-. 7dedlto. B. de J.. de dito
Parahlba. 3 tralo. Uahia... I de Maio
BTiBWTffi" W PEMAMBl C0.
.__--!,. f tilTIDil OI O0MIIN, MOTICIAI UTBiKOIIlll. CAMBIOS BB 10 B* MAIO.
soacBroiO. I M1HM IUUM. AUBIBJClAg. i ara. sobre Londrea.i 87 HV,d.
> Aduntiuu. lr......i. "J*
........4/000 io Seg.S. Blanda. I Jutod OrpM ICreiceate i W, a l bori e 20 mloutoa di U uoianna e raranio., Heipaaba. 8de diloHsula.a.... 2 dedlto. Liiboa,9. por caolo.
......... V000 l, Terc.S. Fablo. i. eb.i 10 horas. I Chela a 1. la Bhoras e 4 mlaatoa d Urde. felrai. .... tjJ.. .._,_,,,,.,, Franca ... 7 de dllo Snecla... 6de Ferr MBTAM.
4/0001 io Se. S. Blanda
R/000 11 Terc.S. Fablo.
15/odO
4/500
ranialaii.
Creaceate 26, a I hora e 20 minute! da L
Chela a l, aa (i horai e 4 minutoa da Urde.
Nlngoanle in, aa o hora e 4 minuto da Ir
Nora a I, aoa 47 minutoa da m.
/{leda OrpMe
8. e5. l 10 horas.
J tin.i'rt. S. Junan. | 1. v*ruioe(nl'
13 Ouiol. S Pedro Re-3. e6. aomelo-dla.
galado. taunia.
II flt, S. Ilonifaci). |3. eB.l 10 borla.
li Sib. laidro Larra-I 8 tara do cinl.
dor. 4. e nbadoa ao melo-d.
I(i Don. 5. depois da Ktlafio.
P. S. Joo N. Tercaa e nb.doi. ISegunda i 10 hoiai e 3o minutos da larde.
nuaiail Ol
Prlmelraaioboraae 6 minutoa di manhal.
atidai oi ooBBBioa.
Ooliam e Parahlba, l legundn aextai-
felraa.
Rlo-Ciande-de-llorte.todaa ai qulataa-felraa
aemelo da.
Oaranhunj e Bonito, i S e 83.
Boa-Vlata, e Florea, 13 e 83.
Victorii.ii qulntai-felras.
'Olinda, todoaoi dial.
OTICIAI XaTnAMOBIBAI.
Portugal l> de Marro Austria
Hespanba. 8 de dito Sulasa.
Franca ... 7 de dito |Suecl
Blgica... 3 de dllo
llalla.... 4 de dllo
A Ir man lia. 3 de dllo
Proaala ...3 de dito
Dinamarca 28 de Fesr
Roala... 30 de dllo
l de Marco
idedilo.
a6de Ferr
Inglaterra > de Marco
E.-Onidoi 85 de Fevr
Moilco... 31 de Janr
California 8" de dito
Chlli. 8* de dllo
Ruenoa-A. 6 de Marco
Turqua.. 34 de dito Montevideo 71 de dllo
CAMBIO* DB 10 DB MAIO.
Sobre Londrea. i 87 a 87 '/, d.
Parla, 355
Lisboa,91 por canto.
MXTAia.
Ouro.Oncas bespanholas.
alcelas de 6/400 relhil.....
a de 61400 norai.....
a de4/0C0............
Prata.Pataefleibraillelroi.......
Pelos columnarioa. ..
I)itns meiioinoi..........
lb/lliiO
9/nOO
1/1,20
1/B2
1/800
PAUTE OFFICIAL.
M1NISTEH1U DA FA2ENDA.
IIPtDIKSTE DI Di l P DK A BUL.
Ao 8r. iiilnialro di jusllca, sobre ma,c,i"
doolacio dopresldeiite de S. Paulo, e coniulla
do tribunal do ooiumerclo, que acoinpi
lili ni o
luir, do direilo di comarca, competente pa- r 15 das da 10 da aguato de 1814, pin se abrir
ra em correicao exercitar tu la a junsiieao o assentamento e pagar-se-lhe a gratis-
que Ihehe onfcriJa na f mi do artigo ll9[ctj!Io.
da le da3dedezeml)ro de 1811, artigo 3.
do regulammlode 15 de marco de 1818 enm
referencia a urd. 1. 1 iit 61 28 a 30,ten-
do de emenlar rro* e debito* que obser-
var na administracan dos bens dos orpti.los
u tonuda deconla*, proven lo pa a que os
V""' .?-, ,-ae iluctoda e tonuda de cuntas, provento pa que o*
digo do colmerclo, conaiil. na lnlelllgeocla|COnlra aquellcs que achar -m culpa, po le,
da. nalavrai- regalo e matricula da emoarca-1 e jevo por ,.ss;, 0crasi3o ordenar que os di-
ciode que que ae aerve o cdigo ; lato he, ae nneros je orphSos se deen. a juros, reco-
. Iliondo-os aos cofres pblicos na rorma da
le, o quo os meamos juros sejam cobrados
quan lo precisos forem para sustentacio dos
su
ao arooninoa, ou ae por terem objcctoi e flos
diveraoi eiprlmem acloa diuerenlea. Conlron-
lado o art. 45t do cdigo, que deNne o que seja
-reglalro--c.inci 107. a"'|"j'.'cJ,^'>-?".e ^"
nea'opTnlio'^p'oirq*'" M'" ac dlvlrglrem
Da declaracSc que eilgem para cada un ooi
don* acto, aniinctitneote inencionidoi no art.
466, enconir.m-.e noa art. 460, 463 de.lgnadaa
ai autoridadei con.neleotea para o regiilro, ao
paaaoque no art. 467 trataodo-ie da mal.lcula,
apena?ae determina, que iejafella.no porto do
armamento do navio donde ae aegue que o po-
de aer por autorldade dlveria da que fea o re-
glltro. Da meaina nalurea daideclaracdea el-
glda pelo cdigo para cada un deileacioi se
v que o reglalro con.Ule na Inscrlpcao civil da
nronrledade, culo Ululo lubllite em quinto
aeconurvamiemalleratio aacondlrSeaem que
ella alienta; e que a matricula nao paasa de uina
uiacripcao de conlr.lo entre o dono ou o arma-
dor do navio e a ir I polacao.docu ment eipcclal,
culavalidadeheliii.liadoao lempo que durara
viagem, eva lvela cada mudanca de desuno
da eiubercacao, aegundo os novoi lnlere.su
dos mrsinos, >endo todaa eatas eircumsianciai
eaieociatie caracterislicas da matricula. He
ceno que imboi eiiei icios chavain-.e can.
fundliloa em um s renulamenlo de 30 de malo
de 183, capitulo 8, aob a deslgnacao-matiicu-
|a daa embarcacea e da genle do mar-* car-
an daaiiieai do consulado ; mas ja no rrguu-
inento das capilanlai doa porlos de 19 de mar-
co de 1846. forain riles deacrlminadoa, como je
ledos aru. 59. 60. 70 e 71; e pelo cdigo do
comuierdo, iru. 461 e 467 Ja citados, parece
IncrueiUooavcl ter lldo con.igrada esia mei-
ma doutrina. Mi obslanle. porm, s disposi-
edes do regulainenia das cpiiaoiaa. que alte-
raran easlnotalinente o capliulo 8 de (J de
malo de 1836, h lambem ceno, que em algu-
mas provincias, coolinuaramasinesa. do con-
sulado a faser a malr cula daa embarcacOes, ou
porque nellas nao houvesse capitana, ou por-
que enlendessem os respectivos administrado-
res, compelir-lbei ainda esse encargo, visto
nao tenido expresiamente dispensad pelo re-
KulamMitodc I de malo de 1846 ; e dah pro-
cede a duvlda, que ae suscila na esecucao do art.
50l do cdigo. Daa obiervacOei expendiuas
conclue-se: 1*. uc cunvm que delae de ler
feila nelas meas dcconlulado, como entende o
tribunal do cominercio, a matricula das en.
barocaea, observando-s. que a respelto dellas
di.pe os art.. 59 e 60 do reglamelo de 19 de
naio del8, .omarealvadapane liual do
arl. 70, sobre a arqueacao, que deve continuar
acareo dos compleme, empregados scaes,
dando-.e oertfdio ei-omcio aos capitaes, para
seren apresentada nal capilanlai P, que uai
provincia., onde nao bouver capitana, aejam
incumbidas de l.ier a matricula das embarca-
cei. e por consegulole de rubricar os livros,
a. eltaeiei fi.ciei, qne liverem a aeu cargo o
despacho martimo, vilto que, a nao adoptar-
se tal providencia, nio pod*ro os capliacs dos
navios iaii.fa.er de maneira alguma aa obriga-
9dea qne llie. Im|ie os ai ti. 4bb, $ J c NI do
cdigo do coiumercio.
orphJos ; mas aiinelh.nte ati'ibui-
r;o n3o eslende a cumprir e exocut.r direc-
ta e mmellatamonte o que he da compe-
tencia dos juies de ornbSos.salvo o caso es-
pecial declarado no 39 do referid j titulo ;
devendo por tinto o juiz do direito deinr a
caigo daqi:elles juizes, ou de seus legitimo*
substitutos a execui;5o do suas orden* e
provimcntis ; cumprindo ao Inspector da
Ihesouraria impugnar a entrega da dinliei-
rosde orphos ricolhtlos ios cofres pbli-
cos tola a vez que n3o for oidunada pelo
juizu por ni iin ii ou ir.i ii-n;."i i de que se ti-
ver ils.iii i'nir -il.i aos n--siioa diuheiros.
DEM D DA 3.
Circulnr n. 7 ordenan lo as thesouririis
que conlinuem a pagar os sol lo* ao* ol!
caos refrmalos que nao tnnliam ipresen-
tado no praso que Ibes foi marcado, as pa-
tentes de refurma, em quanto o contrario
dSo f6r determinado, em embago da cir-
cular de 17 do narco do 1851, n. 10: de-
vendo porm pgir o sello edireitosdei por
cento que estiverem devndo de sua* refor-
mas, aquello por urna vez sraeuto, e 8tM
pela duolocima parte da importancia delle
em cada mez, sem o que se IhM nSo pagiri
DEM DO DA 13.
Aopicsidente da provincia de Amila-
nas, que as instructiva que em virtude da
sua ordem expedio o inspector da Ihesoura-
ria as colleclorias de Villa t\uva e limba,
mandando observara respailo das embarc>-
Jo. Rocha do Brasil. Igual copla reinetteu- donde velo o titulo de curador, a quem o con-
se ao commando das armas. cedou. e, niniinrnU, qual o de.lioo que le.n
Dllo \- me.ma. declarando que ai licen- lido a. rendll ou foroi recadados pelos in-
fas concedidas a einprcgadoi publicoi, pretu-
ine-ie que o sao, nos termos do decreta de 15
de noTembro de 18-42. e mals rdens em vigor.
Dito Ao inspector do arsenal de marinha.
remetiendo tupia do aviso do ministerio da
guerra de 3 de abril ultimo, no rjual. nSo s se
ordena, que as vlnte amostras de cda madel-
0-a que mvegam nos ros da provincia, tt > que !"" oavl.o de 16 de feverelro *-
uni, da 30 da mato! ?""(erde i mIm;imri man.
ili*pusi(0e* dos regulamentos
e83dejunho de 1836, e 16 de outubro
1850 ; e fazendo ex'ensirn a todas as meref
Ju'ias importadas e exportadas entre port|
da mesma provincia, o pagamento do el.
pudiente e mais deapezas creadas peinad.'
t
to regula-pienlos, nflo podem ser approvi-
dns; 1 o, porque taes disposicOes l s9o ap>
plicaveis aos portos onde ha alfandegas e
mezas de consulado, ou nivegacSo por ci
botigem, de mercidorias nicionaes e ost'in-
gairas, transportadas para portos de mar so-
bre a costa: a.0, porque o artigo 13 da lei
le 80 de outubro de 1838, abolindo nis mo-
zas de rendas a arrecadacSo do expediente o
mil* i mposlos sobre merca 'Orias navegadas
por cabotsen, limitou semelhantecobrin-
qi H alfandegas e mezas de consulido. Re-
leva t.mbem declarar, que o artigo 7. d'S
tnstrucfOes pira irrecada(3o e tiscilisifao
Jas rendas provinciae*, que em dala de 13
trella do Amazonas n. 3 de 31 desso moz, nao
poie continuar em vigor ; porquanlo sen-
do os direitos e mais imposto* de importa-
gao e exporta;lo somonte devidos nos por-
to onde existen, alfandegis b mezas de
consulado, esl om opposico o dito irtigo
7 ", com a doutrina do artiuo 393 do ragu-
Ilmenlo oe i!-' do junho de 1838, quandoad-
miti a entrada de genero* eslrangelro di
rectamente em porto* onde nao existen, taes
reuarlic,0)S ; alctri dJ quff, amjlia a dispo-
cni uan llli-. soill u uuu ao ,... r-D----- ,-----'I :,,,': _.ft ,,o,i...
o sold do mez vencido, como foi delero.1- aiflo do artigo 2. di la; n. 369 de 181 de se-
... .. ,. ,...!.>. .i lu- : ... i... ..I., i... -.i nrdf>m iu
nado pela ordem circular n. 210 do 30 de ju-
Ino do inna pistado.
DEM D DA 5.
Ao presidente da provincia do Rio de Ja-
neiro, ilerlran.l i que os hvros, que os car-
cereiros da* cadsias devem ter conforme o
regulamento de 31 de Janeiro de 1813, ne-
nhum sello devem pagar por nlo se acha-
rem incluidos as disposifOes do aitigo 37,
relativo ao sM'o do livros nem explcita e
oxprossamente, como allis sn determina a
respettodo* livros do* depositarios geraes,
de.tribuidores e contadores judicnei, n*m
simpltcitamonte por analoga ou i lentidade
da r.o.lo, por sor minifasta a diversilda
tembro de 1815, j explicada pela ordem de
18 de outubro desse anuo a Ihesouraria do
Par, que limitou a nacionatisico dos g-
neros i-iipnriados dos esta los limitropliai
aos que fossem de produc{3o dos mesmos
estados. Pira o futuro, quindo os interei-
ses locaes convenion'.emente animados li-
verem dado maor incremento ao commer-
cio e a navegacSo, e in licado qual a sua di-
VOelo mais pronunciada, po lera ser neces-
giriae me.mo til cstahelccer all ama al-
fandega; mis em quinto .sos^nao verifi-
car, coi quanto por meiode ajus(ea com os
estados vtainnos, sena i regulari-arem nos-
sas mutuas relacfles comoierciaes, bastar
converter em mezas de rondas na for mi do
entre aquellos destinado* ao rgimen e po- ,rtig0 g o j0 regulamento da 30 de maio de
liciadasprisO.s, dos quaes notem ellas de. |g36i recebedoria da capital e as collec-
haver emolumento*, e e*le* que perlencem
a empregados qne dallos tiram vantagam de
que nelias eserevem e das eartidA.a que
il I les ii.ii. E nem obsta a rasfto de oSo se-
rem excuptuados pelo artigo 53 do r>gula-
torias das povoc>s i margem dos ros,
dan Jo-so aa tnstruc^oes naoessarial eacom-
modales a circuinsuocias peculiaie ...
navegacSo lluvial, para quesejim por ellas
observadas is disposicOes concernentes aos
menlo de 10 de julhode 1850. visto cjmo ue|inS0C|unajoi ragU|tulentos. Cumbre pois
nenlium modo se podenJo considerar inclu' ley0gar ag referidas instiuccOos e o artigo
dos no artigo 37, sem suflicionie motivo so 7 osa je 13 de Janeiro, expedinJo novas
faria essa excenejio. ordens no sentido indicado, e dando conts
IDEH DO Dl.% 6. cornudas as inf.rmacOes que poierem ser-
A Ihesouraria do Espirito Santo, declaran- ftre baSe definitiva aporovacio
do i| i'i indeviaamenlu se exigiu do teneota
doestado mior Antonio Pedro Lecor o paga
'^i.'l.'lin'llv'i.o'd'e 20 de' m."7o ."Jp" xercicios om que aejam'ernpregados OS olH- oTto':." A'meima, di.endo que pode conci
*.,--------*--------iij.. .. i, jo eiorcito ; no podendj igual men- iiar-.e a requi.icao daquella ihesouraria como
Ltrosim o nroceditnento ulteiior do SJ-'poJia exigir nos tormos do arl. 20 das ins- Uo rele Ido quarlo balalho aoanou pelo.fuo-
hreditn iuiz de direito; sa decan que o,' lri.cc.Qea de 10 Je j.neiro d 1813 e FLHTIiiI.
nroclaiiiacdeacjornaes. Nao havia mais duvi- nado, esta nuliequa.i lenuu mi ataque de apo-
da Cirio. X eslava dealronado e o duque de pleaia. .. e por cumulo de desgraca. o meu
Orieins proclamado lugar-teoenle real do medico, o inclhor medico de Chaleiuroux eiu-
relno v* e,n c,* de V,n0" ,
Esauecl-me da grandei. deste accootecimen- Em minha casa! e-.clame! eu assuslado
to poltico para pensar s cm madama Hay- porque lioha-ine por U"''oiunle eaquecldode
HIE10RUS OE Uffl IHIB0.O^^J^SSSSiSS: ^Sj'SlS
ir ,,. ...., nUII, ge,., a iodos a. ^fgf^^ P^fS S aSBln-mg
A principio live a Idei. de voliar a Li,nge. ves acconlecimento, me f.zi.m es.quecer....
para chegr antes do crrelo e ser o primelro dessa pobre inada.niuple,i....
: Sue dessl .0. preso, esta Inesperada noticia Que quer Vmc dlaer a. ..a?
Lili.
Co/iliauaftlo.
mas a Innuielacio em que eu eatava .obre a aau-
de". Albo.a, e peu.Leolo deque he melbor toda a brida para procurar o meu medica?
dc'K^nr.irum^le^a.XoUd^ SZgAZXttS&'G g-
uoges pi mudar c.valloi, observe! cerla ag-(le projecto.
Nao enviou Vmc. esta nolte uin criado a
urar o m<
Nao venho agora de casa, chegode Llino-
ando-ine apressadamente de Mr. de al'nte-
mot&ynMto'MM^MMMWy'gV^ admirando nao a o he- Har.c. Apres.el aladar *. naililUa, e Chc-
\V&jtt*!fittAJS2' S5! e" a coragen. perseveiaut. de madama guei a Riba.liere a bocea da noli.
n.mless!e7,boalo.7~FalYa"v-'ae"d ^dado csai" pretendida narqueaa, aeu Hlboe o velho,
ri Carlos X, uns asseguravain que ae la pro- chefe de cnoamii.... Eu bein Ue.coohel, ma. e-
cnpta.
Uermancia, nunca
fui maia felii.,.. e.tou
iVietinh apVroaimado d velbo re, ... i.-te volcao, c moderav. o ,n
lninia eeu hesitara crer a revoluco impiedosas que recebia.
me enterneca, e eu """"" y _c Tll lcbar-se n'uma posicao aoberba;
^SSSSffXA^'^niSt So^.=?em
() yiHt o Diario n, i 0*.
bentou como un relmpago Kilou traoiior-
do que o natural.
Esse lempo ten ildo delicioso.... eu viva
sempre pelo peoaamento com ioo e sua mil,
lioba consclencia de cumprir meus devere pa-
ra com Mr. Dupleiili.
Apenas soube da prlso de Joio o da lorie
qne o aguardara, o Initincio me dina que cu
to a meio dito de esquadrla, mas tamben, dao-
le oulras determinacoes resuelto.
! Dito Ao director do arsenal de guerra, di-
lendo lic.ir acleole de haver entrado no exer-
clcio do lugar de ajudanie daquclle arana'
alfere Antonio Bernardlno doa Res, que
chiva com parle de doente, e bem aiifm de
ler sido dispensado do mesmo lugar o primei-
ro lenle di terceira lasse do eiercilo, Ma-
nuel de Mello e Albuquerque. Oommunicou-
e a ihesouraria de fasenda.
Dito ao mesmo, trausmlltindo por copia
o aviso da repartlco da guerra de 7 de abril
ultimo, declarando que pelo araenal deguer-
a da cortesero enviados para aqui du/.cntos
corles de madelra Acouta-cavalloa -. de que
d'ora em vaote devero aer feltaa is coronhas
de espingardaa, visto ter-se rtcunhecido, que
tal linden a he mellior que 1 de pao d'oleo.
Dllo A' Ihesouraria da faienda proriocial,
declarando que as llce^cas concedida a empre-
gados provinciaes sempre se devem entender,
nos termos das le. provinciaes, que dellas tra-
taren, especialmente, c na falta de disposlco
provincial positiva, segundo o que disposerem
ai lea geraei.
Dito A' mesma, remetiendo, em virlude
de mi requlilcao, umi copia do orncio, em
q-ie o reverendo prefeito da Penha pedio uut
auxilio pecunia.lo para andamento da obra da
inatrU da freguezla do Hom Jardim.
Dita Au juit de orphaoa e ausentes deste
termo, para que informe acerca do r-t.nl 1 cm
que ae achain as ililigenciaa mandadas faier,
por olticiode3o de marco ultimo, p.ra a arre-
matacio do patacho Hermina.
Dilo Ao coinmandanie m vapor buapias-
, accu.ando reebido o officlo. com que S.
me. remetleu uina cdpia do same a que pro-
cedern o. peritos uai caldeirai da barca sob
seu commando, e declarando, que dar a res-
peno a. necesaria! providencias.
Dllo Ao director dsi obras publica., accu-
.ando arecepclo do omcio, einque S. inc. com-
iiunlca, que hoje expira o contrato de engu-
jainento do engenheiro Floriano Desir Por-
Uir, e que con.rguinleinenle flearao vages Irea
lasares de engcnhelros, que cumpre sejam
preenchidos, alientos o* trabalhos cargo des-
a directora e declarando, que opporluna-
mente providenciar a respelto.
Portarla Ao director do arsenal de guer-
ra, para later recolner a uoi dos rmateos da-
quclle arsenal os arligos de armamento e equi-
pamtnio mencionados no mappa, que remelle
Iior apia, 01 quaea perlencem ao quinto bala-
bao de infamara, e aclualmente ae acliam
caigo do cominandante do dcimo da ine.im
arma. --Commnnicou-se ao commando das
anual.
DEM DO DA 6
OD'iclo Ao commando das armas, remet-
iendo copla da portarla do supremo consclho
militar de lo de abril ultimo, eiigindo com
urgencia a remessa doi ppela relativos 10
particular prlmeiro urgento Dionisio Jos de
Ollveira, osquaes forain enviado- quelle com-
mando com oll'u 10 de i de malo de I8a0.
Dllo A' ihe.omarla de faienda, declaran-
do, que, nao obstante a sua informacio, ueita
data deferlo favoravelmenle o requerlinento,
em que o juia municipal e de orphaus do ter-
mo do Cibo, bichare! Manoel Firmino de Mel-
lo, pedia uta mea de llcenca com ordenado
para tratar de sua laude, visto nao ter o dito
bacharcl goiado de toda a llcenca, que Ihe ha-
ra sido dada em i9 de de/.eu.bro do anno pro-
limo pa.sado. Fizeran.-se nesle sentido as
convenientes communlcacoei.
Dilo a' mesma, iran.miltlndo o avilo de
uina leltra na importancia de 800/00d n., la-
cada pila Iheiouraria de faienda da provincia
do P io Grande do Norlc aobr. a ilesla, e a favor
de Antonio Beoloda Costa. Parilclpou-se ao
Kxni. presidente daquella provincia.
Dito A' mesma, inteirando-a de haver con-
cedido dei dial de licenca com ordenado o
lula de direito da comarca de Naaarclh. Joa-
qun Manoel Vlelra de Mello, para balar de
sua saiide. Nene sentido lucrain-sc as con-
venientes coiumunicacdes.
Dilo Ao director geral dos ludios, remet-
iendo uin requerlineuio de Fraoclsco Anto-
nio de barros e Silva, e mais ppela rclallvoa
ao lerreoo, que dit elle ler aforado, na mar-
gem do rio Ipojuca, pertenceote a aldeia da
Escada. alio, de que S 8 no s informe su-
bre as ceisdes ou vendas de posses de terral
dos liiili-a. a titulo de terem sido aforadas pe-
los curadores, com manifest abmo; mas la
bem nao conslnla cm aforamenloa uu arren-
damenlos desia ordem, 01 quaes lodos l. ut-
ios e abusivo, informando especialmente so-
bre o aforainenlo concedido ao iupplicanle,_e
010 Ihe sobrcviverla, c que no valia apena por-
m a tasima'h.
Fia mal da minha parle, mas nao Uve um
momento o pens miento de lamenta-lu ; aua
morie be bella e s.nla, elle morrer como seu
pal, marivrda liberdade. Madama it.y mundo
he una mullicr da aoliguidade, .odrera ene
Sol pe como a mal dos bracos; ludo val a me-
lor; Dos llmente labe oque faz coque
. Nao me sinto boa, ludo val acabar, fui por
algum lempo a mal fellt das crealuras, nao
cause! desgostos a oinguem, e de nada tenho
que repreoeader-ine. Joo ignora o meu amor,
elle nao ter que chorar a aua victima, e eu II-
vro meu mando de un mu graude ciubaraco.
Nao obslanle a. luai boas reolucdes minha
preienva vlrla por lim a ler-lhe Insuporlavel,
lile temde.culpa .le nao ler-ine nuuca amado.
Nao posao eiplicar-me mais, chara Uermancia,
he aegredo delle e nao meu.
u erro de Mr Dupleisis e o meu foi casar-
mo-nos sem amor. Tu dlaes que guardaste as
lilallas carias, desejo minha amiga que Ibas
enves, depois de imuha morie. Elle anda he
moco, ha de tornar a caaar-ie, e tilvetque sa-
bendo o que foi para mlm o cnameulo, rellicu,
e nao leuha a coragem de tornar a casar-se em
iguaes circumatanciaa, e eipor urna pobre mo-
ca a aoll'rer o que eu aoU'n, ou mala alada.
a Afora de 11, bo. eterna amiga, nao lenho
laudades de uinguem no mundo.,..
Mai.inha me chorar trea ineiei pouco
maisou menos, c meu pal t.mbcin. Suaa la-
grimas correro e p.rard, leguodo a eiacta
duraco daa lagrimal de miulra mal. Pobre e
chara mi, nao oreia ella que haja a menor
amargura no meu ultimo peusaiuento coolra si.
Nio, uo, ella imou-iue quinto podia. Iul-
lltmeule eu nao era rnoratmente sua hltia, se a.-
aiiu nao fdra terla vivido e enveloecido como
ella, e como ella liria cando inluba lilha, cerla
de ler-lhe a.segurado a felicidade, ae houvesse
podido due-ihe cem mil escudos de dote, e o
que chamam uin ao/nam tU btrn por marido.
A l'e.ia da mluua mucidade nao lera dura-
do muito lempo, iniuba pobre Hermnela I ol-
la durou todo o lempo em que madama Rar-
mundo estove aqu, e mesmo depois que ella
abio Uve booi das.
Nao me lamentei, grifas madama Hay-
mundo e a seu lilho, viv mals durante esse.
meses do que terla vivido sem elle, cm toda a
minha vida.
Ululados curadores; e providenciando ao mei
no lempo para que se nao repllam asconces-
sei de poste, nem te toleri que ilslm sejam
usurpadas as Ierras dai Aldeia..
DilO-Ao juil miliinip.il su pllente da legun-
da vara dcsu cidade, declarando que por julgar
conveniente, que por aquelle |era sejam feiios
os eiames de idenlidade de pessoa dos Africa-
nos I vi es que perecerem, estando empregados
oas reparllcdes publica, desla cldadc, recom-
inendou aos chefes das repa llcdes, em cujo
serrico eai.lem dilo. Africano.; que acontecen
do tallecer algum o participen) nnmedlatamente
Sme., alim de proceder aoa referido, esames.
Nesle sentido ofbci.iu-se ao director do arse-
nal de guerra e administrado dos eslabele-
cimentoa de caridade.
DitoAo juia municipal do termo de Otiaa,
di/euilo lie ir scienle de haver Smc. reanumldo
no dia 1 do crreme, o eiercicio do seu cargo.
Cominunicou-se Iheiouraria de fazenda.
Dilo-Ao juiz iiiiniK-i, il da prlmeira vara
delta cidade, dlzendo flcir inleirado de ter
smc. entrado no 1 do correle no eiercicio da
egunda vara crlme.Communicou-sc tlie-
luuraria da fazenda.
DitoAo delegado do primeiro dislricto des-
te le ni 1, declarando que pode mandar reco-
Itier enfermarla da cadeia drila cidade, alim
de ler lili cundo, 8 preso J0J0 da Malta de
Oliveira.
Dito-A' iheiouraria da fas.nda provincial,
remetiendo a nota dos Instrumentos perten-
cenies reparticao das obras publicas, e pelo*
quaei be respousavel Joaquim da Fonseca boa-
res de Figueiredo, alim de que elija delle a
entrega de taea nutrimientos, e na falta desle
a Indemnisaco do respectivo valor.
DitoA' mesma, inteiaodo-a de haver con-
cedido, de couforinidade 00111 o dlspo.to no
4 do arl 2 da lei provincial n. 61 de 28 de ju-
nho de 1850, mandado vigorar pelo linal do
arl. 43 da lei 11 283 de 8 de maio do auno pas-
udo, uin mez e vinle e quatro dias de licenca
ao pralicante de tacbigraphla, c emprrgaUo
addido secretaria da aiseiubla legislativa
provincial, Joo Ferreira Villela, para Ir
provincia da Parabyna do Norte.
Uiio-A' mesma, remeltendn a conta cor-
reate e recibos ella aooeao*, da quanlla que
pela legaco imperial em Lisboa le tem abona-
do ao ildame Antonio Ferreira de Araujo
Jacobina Jnior, at o ttm do anno prximo
passado, e bem aa.im do saldo que passou para
as despezas do anno crreme.
DitoAo promotor publico da comarca de
Nazaretb, declarando, em reiposia ao oRicio
em que Sinc. pedia uin urden.m., 1 para occor-
rer s ne^es.ldadea do expediente, que, alim
de nao haver lei, ou nutra dlaposico, que au-
torise semelbanle requisico, como poudera
o presideute da relacu no parecer que remet-
te por copia, nao permute o ser vico, a que he
desliuado o de.tacaiueolo, que delle se dis-
traan! soldados, quaodo ata se pede augmen-
to de praca. para o mesmo aervico.
DiloAo Inspector interino da alfandega
desta cidade, remetiendo, para aua inlelllgeii-
ciae direcfo, copia do olncio, cm que o ins-
pector do arsenal de mariuba declara que das
vinle e nove vergonteas de pinbo, viudas no
bngue americano Jorgi-Atis para uso d'aquel-
le araenal, e das quacs lolicilou o despacho
lenlo dednoitos, apeois recebeo 25; poma
terem as out as preencbldo as condicdes da
ancommenda.
DiloAo commaudanle do Ciirpo de polica
dlzendo licar iciciile de haver ame rcassumido
o colmilludo q'aquullc corpo. Coinuiuuicou-
se Ihesouraria da faienda provincial.
EXTERIOR.
DA INSUFICIENCIA DAS F0RC\S DEFINSI-
VAS DA I.NCLATEItltVEM CASO DE IN-
VASAO.
Os prepantivos quo julgi dever fszer nes-
to nmmontu a Cran-Uielanba d. u .r im--
ressiPacircunisUiicii ao artigo seguiute,
publicado em 1850 pela Kviue Brilanique :
b'xercilo.
lie uin ficto averiKuado conheci lo de to-
das as paMOll que saoccupam de linancas
que a tranca supporli encargos enormes ie-
lativamenle da luglaierra. As despezas
annuaes pur exemplo, di administrado sSo
termo medio, pan a Cran-Utelanlia, com-
preiioniiJo seu iminenso imperio colonial,
de l'J shcllitig l J. (-'t flancos e lo f.. por
jabetja sobre uiua popultclo de Imita 1111-
iliois de h.iliiunli'-, eulielauto que em
PraOM cusli annualinanle 3u8 tnillitios de
francos repartido* entre 598,000 fuuoion*-
rtus dosquae*osquaira,quiutos perlencem
aos miuisti-Tiosdo interiore da fazenda, em
quanto q ie a Inglaterra 11J0 despende, cota
os n.esmvs servicos sean 2,780.000 liOra
a ()ue cou.a extravagante ne o dealiuu, dize
lili III INI 11 '
a yuem me diria ha quinze mezei que eu de.
va vil morrer neatc castello, do qual nuuca
linha ouvido fallar, morrer aqui so, separada
de li, e de miuha familia, e que mlnbas ultimas
vinas se lirmariain aobre esta lapessaria bran-
ca com seus Chlneses verinelhos qu. orna o
meuquailo, e que me causa noto momento
um e'eito singular....
n Onde estaa eu agora, que seria felo de
mim ae Mr. Uuple.sis u sa de caiar-se comigo, e se uo tivesse coube -
cido esse b un Mr. Barenliu nosso notario r"
1 A que lendem todava nossos Jes ti nos!
a Cuino litar.1 lorprezo meu miridu, quindo
voliar poli lenho o presseulimenlo deqne
nao o tornarei mals a ver.
A ultima impreiso que medeixou ful boa
e mave, eu Ib'a agradeco.... ie todava elle
houvesse querido voliar para mlm quando eu ia
para elle, uossa vida poda ser lo feliz.... Uso
cralinpossivel....
llein vs, Hermnela, qne ludo ral a me-
lbor.... aqu para n., creio que uo pas.irelo
dia.... Imagina, ae tsto ae pe dlier, que nao
unto mal o meucorpo. Ne.te momento vendo
meu. dedo, escrevei parcce-iuc que vejo a 01,10
de oulra pessoa, c depuis, ouira singularldade
em que reparo ue.se mesmo instante... vejo un
do como se iive.se sobre os olhos lunetas azues-
e algum lauto tur vas.., oh I lo tur vas que eu..,
(69:850.000 francos) aa quaes sSo repartidas
entre 235.000 individuos.
A Franca sustenta um exercito de mais de
400,000 liomens. Ora no mesmo lempo em
que ella seesgots, se suicida deste modo
sem motivo algum, sustentando intilmen-
te em campo enormes forcea militares, i
Cran-Bretanha seguindo urna linha de con-
ducta iliametralmenle opposti compromet-
a seus thasouros e sua existencia. Nlo se
pode com eCTuito conceber nada de mais es-
tranho do que o contriste entre o co-npri-
ment desmesurado di espada da Franca
em relelo io desui bolsa e esta bainha
vasia, nico meio de defesa que possue a
Inglaterra contra os horrores de urna in-
vaslti. porm comparemos primeiramente
o estado militar da Gran-Bretinha com o
das principias naedes do continente.
O exercito fnncoz se cnmpoem as.im co-
mo temos dilo de mais de 400,000 homens
indepen lentamente da cerca de 2,500,1 mi
guardas nacionaes, qua poleriam encaso
d': necessidade fornecer tresento* batalhdas
de soligos soldados, em oslado de entrar
em campanba como tropis regulares.
Cada anuo, no tempo da monarchia, reu-
n 101 -se. aos campos do exercicio, de 20 a 25
mil humen* de infantaria, civalaria e arti-
Iharia que se exarciainotn todas as grandes
operaces da guerra. Depois di revoluto
Je feveroiro, os corpos cousideraveis do
exercito foram concentrados em cerlos pon-
to* em ras3o das oocessidades polticas do
paiz, A guirnicSo de Pars, agora debaixo
iln fumn nido do geiHral Chingormir, lor-
111,1 por si s um exercito que pudorta ser
rufurcado, dentro du algumas lloras, por uina
missi de tropas aquarlelaJas em um certo
raio da capital.
Cada anno ulliciaes generaos procedem
laipeoalo das tropas : ellos entrara em to-
das as mitiuciusidades relativas! desciplina,
a instrucc,fln,ao armamento, i couiptabili-
da lo dos diferentes corpo* e preparain os
quadros de proinocao, quer por eacolba quor
por anliguidade.
O exercito austraco compdam-seem tem-
po de paz de 375,000 homeus e poda ser le-
va 10 am lempo da guena a 625,000. Antes
de 1818, muitas divis s deste exercito eram
reunidas de tres ou de quatro am quatro
anuos, e eso ella las quisj por ti TI tncz ni*
evoijeii ;s ,]e campanil!. A guainieSo de
Vienni que be actualmonlo da 18 a 20,000
lio neos pode ser, em algons dias lava-la o
quadruplo.
Na Prussia, todo o indivi luo varflo he su-
I'Uo ao servico militar duraolo trez annos:
dep iis no que loJos os homens do 25 a 32
unos perlencem ao primeiro corpo da Lan-
dwe.hr; de 3J a 39 ao segundo corpo. Toda
a populacho mascolina do quarenta anuos
para cima, em estado de pagar em armas,
lumia o lan Islurui ou rucrutamenlu em
massa que se d&o fiz senSo etn ciso* ex-
tremos.
A Prussia pole deste molo por em cam-
po em lempo de guerra 550.000 homens com
1,100 oaeas dearlilharia, independentcinen-
te de 100,000 do landsturn, que licariro
pira a guarJa daiprifas fortes. O exorcito
be bem instruido, e campos de manobras de
perto de 40,000 homens eram forma los to-
dos os annos, anles de 1846. A guarnc3o do
Berln he de cerca de 20,000 hutnens. a pode
ser levada a 36,000 ; a de Potsdam he qutsi
da mesma forca.
A Russia pode por em armas 500,000 ho-
mens divididos em inuitos exercitos que
sao igualmente eiercitidos comcuidido. A
guanicoo de S;lo l'olorsliuigo he ordinaria-
mente da 58.000 I10111 11 s.
Achimus um systema snilogo em vigor
nos Estados de segunda o terceira ordam,
na Belgics, na Biviera. uo Piemonte, ni Di-
iiamaica, ele systema baseado ni organi-
> n; ni e na couservacao de quidros que lor-
uam mullo fcil a passagem do estado da
paz para o esta iodo guerra. O exercito bel-
ga era, em 34 de fevereiro de 1848 de cerca
de 30,000 homens; em seis dias foi elevado
a 60,000 homens.
As forlilozas fonm pollas em estado de
dolos 1 e um bem pou?o temp, 160 pegas de
arlilhaiia tinbain sido reunidas com todo o
material de campanha necessario.
Vc-se pelo expolio que a* tropas ostrau-
geiras recebom urna ins'ru^ao militar mul-
to completa que abraca todas as ope'acea
da guerra al mesmo c reo regulare, e
que os olciaes generaos tem a occastSo de
auprander esta srianej. do manejo das gran-
conliei-me no meio da e.cada con. madama
Claudia, a qual exclamou eslendendo as inoi
para fazer-ine pirar.
Senhor... ah aeohor nao sub.'
S eolo be que observe! que madama Clau-
dia eslava horiivelmente paluda, eque ai la-
grimas Ihe llnbam Inflamado, e felto verme -
los os olhos.
Fiquei peiridcido, um suor fri inundou-
me o rosto, minba boca se serrou, e nao pude
articular una palavra.
Seahor, remello madama Claudia balbu-
clando com voz alterada, supplico-lbe que nao
sbala cinc-una, 1
E porque nao ?
Nesle momelo ouvl as marlellada loireiu
suidamente, dei uin grito to cruel, e Uo sig-
nificativo que madama Claudia me compreheu,
e re*pondeu-me solue 1 mi 1 :
Son, senbor ., Desde hontem a estas ho-
ras... tudo acabou.... As luzei que Vmc. v, sao
das velas"... ............................
Soube de madama Claudia que a agonia de
Albina tlnba ido suave, e que ella ie liaba ex-
tinguid 1 seta dor apparente. Sem duvida o
peu.ainenlo linha abandonado, quando Ihe
l'altaram as forcas para acabar a calla, que es-
lava escrevendo amiga.
Segundo o desejo de Albini madama Iier-
111 lucia do Widiers enviou-me as cartas que tl-
nba recebido a reipeilo do nono casameulo.
Eis como essi correspondencia cabira em
meu poder.
A familia d. Albina quls qu. eu corpo foa.e
levado para Paria, onde Ihe liaeram maguilicos
fuueraes..................................
Este primeiro episodio de minha vida de ma-
rido nao carece de coinineolaria. Fatigado e
enervado pelos excusos eu tlnba felto o que te
chaina um calamento de coavinienca,
UM 00 3' VOLUKB B 01 PIIUBII1 Pian.
Aqu a carta eatava lnlerrompida.., algn*ca-
cacleres Informes provavamque a inf Itz uie-
uiiia liuba aluda temado wcrever apezar do es-
curecimeoto de aua vina, e do desfaleciiuaulo
de suas forcaa. Cun elleilo Albina atacada lo-
go depois de uina especie de .uttocaco dei-
uiaiou uos brafos de madama Claudia.
Foi eolo que esta inuitj aiiuslida deipa-
cbou um dos neu. criados para Cbaicaurnux,
alim de traxer immedialainenie o melbor me-
dico da cidade.
No dia aeguiute ao em que Albina linhaei-
cripto sua ultima cuta a su. amiga, ebeguei a
Bioalliere galopando emcavallo de pona. Sem A segunda parle deste bello e Inleres.anie
duvida o ruido dos seus paasos advenamos romance ainda nao loi publicada em larls,
ineui criados de miulia ebegada pols vi delouge logo que o se|a, dar-nos-hemo. pressa era es-
madaiii Claudia correr para a escada. lampa-la em nossa folba para satlslizer a juna
Ainda que o sol se fusse pondo, o dia estara ourioiidade doa leltores
ainda mui claro, por laao e.lrauhel ver as duas'
janellas do aposento de Albina Interiormente
esclarecidas i dele! rpidamente do carro e en-!
Us RR.


,..., laatllom senlo pela d'agew, laajlaltlfa nSo esta meBoi ees ivsle-
msSaS, I lio*. ...a ,i._.,1 arte multo mala difflcll da Iranaparaar altes
,SaqUiqflhl>-g,nlSaodollWl4rc, ,nmos ponida, o. bagas** de un uerclio
a
pralica
En quiqi
to inglez i
Na Ingl.lTrt'e EW0S5I.
\,i Irlanda,
N. Eu'O" e do Mediterrneo.
Ni ass," nao oomprrhJndeno ae
as tropas d CompanMe das In-
dias O'ientaes
5*nirc.,nMAntilln8nM Co-
lonial.
Homens.
87 84J
9,005
1 7,913
30,467
3,703
19.835
Conta-se alem
donde ac p*J oooclulr que um nerollo Inglrt
obrlgado a eutrar iuinierlUUinent ein oam-
panha, aobar-aoilo. dabalio dota relacao fin
una trale luf.rlorldad.
4r|i inlnaraiii ein 1794 e em 1M4 a arltlharla Ingle
leve uuta upcrlorldad nolavel relativa-
mente aua organlaacao material, a rapidea
da auaa evolnvdei ajuste do tiro; por lato
ella aervio de modelo malor parle dea naceVa
da Kuropa. Mas apeDaa a paa fol concluida
julgarain neceaaarla, por medida de economa,
operar graodei reduccOet nene ramo do
aervico.
Oeaerclto runo lem, neate momento I'020
bocea! de fogo, o ejercito pruaalano 492, o
ejercito francez 1,760, daa quara 500 eslo pro-
vi laa de anliuaea de tiro, e o eaercllo belga
lein 84: o eirrclto Inglea nao poderla por em
liuli.i. para a dtfna do pala mala de 40 pecaa
com beatas, com seua caiidea completos; as-
sim mea i o mals de uin terco deste material
est na Irlanda. Be apenaa utna banda de um
navio de guerra. A Inglaterra tein pecas, be
verdade, maa faltam-lhe eavalloa. Dlr-se-ha
que ae podrria obter ludo em caso de neoeasl-
dade ; maa ver-er-Mio eolio mol provavelmen-
Ir, no primeiro fogo. estea cavados, come aa
tropea hespanholaa, mel deaciplinadea, de que
falla o duque de Welliogton, tomarem o frelo
nos dentea atterradoa com o eetroodo de suas
proprlas pecaa .
Estado muiur Cracas pililo emineote-
monle britannica dos exercioioa do sport,\x m
exercllo inglez alo tem jamis deizado de
ter iilllc a' s choios de ardor e dotados das
qualida los naturio! que exi^e o servido do
estado maior.
Has isso nlo basta pira fater um ohVia
de estado maior ser u n bom enllimem rider;
hemister sindi umi inatruc,8o especial que
nlo le imrnvi-a
Os corpos do estado maior que o duque de
Wnllington formara para seu exercito de
Portugal, ou antes a por?8o desle carpo
que sobreviveu a Waterloo.foi dissolvi la, e
he evidente pan lodos, que em easo de
gera o corpo de estado maior de um novo
exercitu so acharia composto de olllciacs
chelos de zelo sem duvida e do intelligen-
ca, m des r ivi los de exoerienuHi e dos
conhecimenlo theoricos e praticos indispen-
saveis para suas impotanies fonccijos ; em
q i intn que no mel dos grandes ajuntameti-
los lo tropas que tem semore lugar no con-j a
tinente, os otllci^es do Batido maior lio ti-
dos -^onsianlemenle em exercicio. Que van-
tngem nlo tena um general trancez ajuda-
do de bons tilllciies de estado maior e de
posse, por msio delles, de lodsa as informa
Total. ..?
dislo no Reino-Unido
ao''o do"pen7onistai ou invlidos irregi-
,eXdo. 8.000 arlinces dos "sen.es de
m.iinlia.osquaei s-o exorcnado de lem-
po, emtefflpoi ; 13,400 homens.de yemanru.
o as ilhas d. Mancha, 4.700 nomina de
milicia bem organl-a da. Un. cio passado
. ultima sessflu suapendeu por um anno os
lmenlos ... milicia do heiW
T8Ssao.sf..ree militares da Oran Bre-
tanha. Acroscentemo* quo de Wdos opo-
,M civilis.du. nlo h, um que tenb. mono,
idase conheciuienlus militaresqJe o 10-
glo't'tiados ni llrme trancad, que un.
exercito permanente he aconaf'/ucioaal. el-
les slo cioios do que ll.es aprsenla lmen-
lo .p.i.rencla disso. Este desvio, es .a-
verslo ludo o quo se refero a vida militar,
he m-is forte in K se he possivel, entre as
cl.ases oper.ri.a, aa qu.es cons.deram as
tardas vormelhas como oufos lanos ini-
migos natura-e de las libertades, e prefe-
lem geralmenle deixar-se prender como in-
digente* em um. Work-bouee(lldoquepr
sobre is costas farda o comer a relo du
t'OM.do. ,.
CumpreconfesaaraleiTi dislo que a vida
dequartel, nlo obstant" o relaxtrnento de
costumes que ahi se tolera, he mu.'.o ma.s
dura ni Inglaterra di que em Franca, leita-
do em um enxeigaocom urna simples co-
bertura no invern como no esto, o solda-
do inglez nlo lem o mol. sto con/ort de urna
estante na parede para nella por sua rou-
|i.()
O exercllo inglez he pois sefn meUphora,
o refugio dos que nlo teem outro, e so cum-
iioo da esesna da s icio la le, o que liual-
uieDte, nlo o t-m privado de dar provas de
urna admiruvel tlrmeza no fogo. Mastam-
houi nilo ho menos verdade que as ideas an
li-mililart-s 'orintenlo enrsistdas no carc
ter nacional, teom exercido no exercllo urna
ternvel influencia, que os verdadeiros o-
nhecimentos mil.tres e-ito pouco derra-
mados ne.le, puis a rotina do servico ordi-
uino r.flo oflereco, nm aos oldados nem
prinei. smemeaos offlciaea, os mcios do se '"f rusuu.rem na grande arto da guerra, a (al ; UW* "Hj** R22 .ulM '. -. "" > i"""1"0'; "
Uvelg InWirnwnle um momento de refle-
Ifio r asta,par* dissipar ollas iIIusOs : le
o lofoingle he como leoomoraz ero pro-
Olamar, iuimigl por priteipio de lud
P'oIsjocSo militar, he limbo* por sto rnel-
mii evldeatcmante incala* de Icvautar-se
em HMiscao priaeiro rebata do clarim, co-
mo > graode* incoes d,p ootinente enlre
as limos diversas causal eoncorrem para
enlreler o espirito militar etninter os ele-
mentos de tima organisacSo milit resiaiencia alm dislo poderiam tnansis mas
ou menos disciplinadas oppor a um ovre-
lo regular ? O oanano Inglez tem oouflan-
C em seus punira, e individualmente re-
sistir quero querque for j roa* q jando
for preciso fazerusode armas, cujo mane-
jo ignora completamente, quano tiser di-
ante de si tropas do linha e arttlhtri*, lera
oulr* couii
llaven. demencia em conllar em orai
Igual turba, e pira fuer um Joven soldado
o quil rataria linda longo de valor os vo-
Inus sida lus, he preciso so menos umao
no. Quanlo a estos ltimos, nu em outros
trmos, ao exercito regular, debildi repe-
leramos a nossos compatriotas que tropas
que nlo tem serriJo sen I o em guirnicOes
mi as colonias, que nlo tem con-egoinle-
menle nenhuma exjrienci* eslralegica, ei-
ir.nli.s I arle da fater mov ir grandes mas-
la*, nlo tendo jamis vivido na bsrrse*
a
dormido debaixo da tenda, estas trojas, di
remos nos, nlo podem estar em estado de
lutar. de um momento para utltro, cont'i
um exe-citocomposto do um numero igual
do sol la los veteranos, commandados por
uQicaes e generaes qui tem aprendido
primeiro em manobras executadas em gran-
de escalla, depois na guerra verdadeira, es
tes iiinumeriveis del.ih 'S que. he in lispen
savrl connecer par* dar om* granJe bata-
llia com todas as suas com jlicao/les de mo-
v memos.
(Continuar-ic-ha.)
1
Tribunal do commerco>
ESTATUTOS DO BANCO DE CERNAMBOCO.
( Conlinuifo do n. 101.)
Art. 26. -- Haveodo enipedlmenio do presi-
dente, e secrelario, aerau substituidos: o pre-
Idente pelo primeiro secretarlo, este pelo
seguudo, e este pelo limnedlaio e|n votos, at
a prlmeira reuniao de assembl. geral, ein
que lera lugar eleicao du que fallar.
Art. 27 Hertence o preaidenle abrir,
c feich.r *a sessdes, conceder a pal.vra, man
deacua-

, ter a boa ordem, e regularldade naa
(Oes oslratefllcasneceisariiS,sobre um gene- dea, e faier eiecutar aa resoluedes da aa-
ral inglez privado desles meamos recur-] sembl* geral. Anembum accionista per-
s IS i Hu-tiidii, mesino para esplicar-ae, fallar m
As iiuali I ules es-i de duaa veiea aobre o inclino aasuiupte-, ex-
.-------... (jireccao, e coininiasau de
leus mem
interpellacdee que Ibea lo-
do de branles a 7 de Junho do 1809, nlo
ba sorte de ultrages que nOo tenha sido
eommettido contra um novo que nos tem
recobido por toda a parte como amigos, e
isto por soldados que nlo tem expenmanla-
do um so instinto a menor nocessi lado, r
m H i_-.t a .m ivnijlii O numero dos pre
lin-l Toi elevado a 7 ou a 8, e o duque de
Wellinglon nlo cons"gnio, s.-nlo com o
auxilio desla infatigavel perseveanc,i que
he um dos traaos de leu carcter, introdu-
zir a disciplina em las tropas
linil neni a ausencia completa de ms-
truclo e de conhecimento do servico aelivo
in s diflerentes ramos do servii;o.
hitend'.ncia. sir Jahu Mtiore declar.vi
cmlH08eiu seus despachos ollici.es que
ura obrigado a supunr, a pezo do ouro, a iu-
.ufllcieni'la compit. dos corpos da inton-
ileuc*. Uual foiasi* consequenci 1 Fui
quo m retirad* da Coruuii fui uiist-r*-
liaudonar o ininngo um. grando parto dos-
lo ouro, por falla de meios de transporte,
independentemeole dos cavallos quo fui
precizo ro.lar por falla de ferros, o dos sol-
ujdos que Cea am alrz por fallado sapa-
los.
o duque de Wellingion, cm sua chegida
a Portugal, cliou o aervio, i du exorrito n.s
quer ronv-Deer-ae disto, peici'rer a curios,
correapon leticia do duque do Wellingion, o
slrecSo entregue Idesordom o du- que gm.vs.n oulros cegos.
a mu
slpacio.
Elle leve por tanto que crear um corpo
le .diininsti-.ig.lo, que eslabelecer por si
tnesmo os regulamenlos at as menores
p-rticular.il* les. Gratas esses regula
de crear seu
qual leve verJadeiramonte
exercito.
Muitas circunstancias puccem oppor-se
* qoo a Inglaterra, nal guerras que livor de
.lenlos, o i forc* do cuidados e do dinheiio, 'agtent.r,~po* cuntir com generea cao*-
ns coipos da itilondeiicia oo moldara ii pou-|7(,s Cllin 0|iiciaes experimentados e com a
co a pouco as necessidades do servico uiscjp|,a de suas troaas, tanto quanlo po
do campanha o urna derC.plina s vera per-
metllO em militas circutnstancas confiar a
.-imples tmenos, sem esculla transportes
i: nisi lernv. is do gneros.
Cincuenta e qualro milhuos estorlinos
(1,850 mull s Je flancos) passaram, no cs-
l-iieo do Cinco inii'i-, pelas niaos do inton-
dc con a coragem o sua lirmpza natural.
Primeiro. O soldado inglez pasa ordi-
nariamente perto dos dous tercos de sao
lempo de servico as colonias longiquis,
' ot.do is lopas excedendo poucas uv.esa
dousoutrez mil homens, as mais das vezes
doute g-r.l do exercito da l'eninsul. Ii.fe
li/in nte lo lim da guerra este corpo quo
n mu acabado por fazorimme.isos sovicos,
foi diss il-'i'l i II 's illi J'.hl que o exerci-
to iii,; / nlo possue actualmente intenden-
cia du campanha ; tu urna Intendencia do
campanha he a alma do todos os mov meti-
los de um exordio. Ootnpregodos viveros,
co., he dirigido actualmente por commis-
-II oj dependentes da Ihesou aria, ein es-
tado sem duvid* de ter urna coulabili la te
porfeitamenie em rrg a, mas cuja utilidade
.so poderla, com nl.uiu nslo, por em i n-
viJ, seelles fussem Igum dia, obrigiJus
h iiiuslr.iiein-se n i conlliclo e lazer face s
duras i.ecesiidades Uo servico activo.
Kiiticnhariu. He um laclo que Cuslar* a
crer que em ilgun dos priucipaes sitios da
guerra da II-spanba, e principalmiiute noi
ile Badajoz em 1811, e em 1811. de Ciudad
llodiigoede Burgos em 1811, o exorcito in-
glez nao linha um ssapador, nem um a
u.inoiro : o corpo lio importante dos tra-
liall.adoros d engenharia davem er subsli-
tUldOI por 100 ou 200 h Miiens es vlli i ti, ...
itifanlaria, os quaes nlo liuham jamis vis-
to i.ei.l.ui.ia fachina, nem un. giliilo e fo-
imi oncarregados do vigiar os trab'lhos
executados .or deslacamontos de t,OO0 a
il.OUO de seus camaradas ; eia-n ofllciies de
infautaria que fait*m*s funccO-sdo euge-
uheiroi.
O exercito de Portugal contava, em 1810,
dezeseis olViies de engenl.eiros, e vint-
novo operarios militares reaes.que nlo
tinliain nenhum idea do s-rviijo de cmipa-
i>l.a ealm disto desprovidos do loda a es-
pecio de utensilios.
O duque de Wellli.gtoQ foi obrigs lo a
improvisar com grandes despezas um co'po
do engenriaria, muitu incompleto sem du-
vid, o cuja insullicienci* concorreu muito
para a perda enorme de 4,885 homens, mor-
ios ou redaos que soffreu o exercito inglez
no segundo sitio de Badajoz em 1812.
Foi aumente em 1813, equando nlo ha-
via tnai* grandes sitios para facer, que o go-
verno inglez expedio para* llespanha urna
s oompeonia de sap.dores.
Deve-ae, porUolo, o duque de Wellingion
a lonnacao gradual de 1809 1810 de um cor-
po regular de engenharia qua em eso deguer
ra ftiease, debati d* rel.cao do pesao.l, lodos
oa aervicjb oa quaes se tein dlrello de esperar;
ui.a depola que o eiercito de observacio eva-
cuou o territurio francs deiiou-se desorgani-
sar todo o material deat* arma.
E.nquanlo os Francesea possuem e oonaer-
\ un um material completo e ttein de equipa-
gem peil'eianiente mutilado, nao eilste n* lu-
gl.terr^i nem ayttema de campanil regular,
nem cirros conatruidut segundo um modelo
adoptado, nem luetnodo para a collocaco doa
uunallo, nem eavalloa de tiro, nem conduc-
tor*, nem regulauentos pra este servico
couea esUS todas lodltpinsavels, o que noria
una general lagle ein urna posleao muio em-
bancada.
O irem de ponte-barcas fol Igualmente disaol-
t ido, e bem que se excrciietu alada em Cba-
thaiu oa officlae de engenbelroa em lanjar
um* ponte no rio com pontOea triaidos i borda
rao reapunder a
rem derlgldas.
Arl, 28 Pertence aos aecretarioi 1er e
repetir aa leituraa, qnando o presidente o de-
terminar, redigir aa actaa, apurar oa votos co-
mo escrutadores, e l'i/.er a correspondencia, e
eapodicnta, que deveri aer org*nla*do pelo
preaidenle. e primeiro secretario.
Arl, 2* Na primelra reunan da assem-
bltfa geral, e logo depola de eleiu amei, ae
proceder a nomeacao por escrutinio secreto,
ea maioria relativa de votor, de tres merubro
habilitados, na forma do art. .7 pa a formara
...........,iiii de i-xame, que devera arrvir at
argale reuniao ordinaria da aaaeuibleageral
cm que ser renovada. Occorrendo ao enter-
vallo empedlmento de alguin membro, ser su-
bstituido pelo (inmediato em votos
Art. *0 -- As reunloca ordinarlaa da aasem-
bla geral terio lugar em 31 de Janeiro, e3i
de julbo de cada anuo, naa quaea a dlreccao
apreaentar u balancos semeslraee do banco,
fechadna ein ai Ue deiembro e JO de Junho,
e a comrnlssao de eiame o relalorio do estado
do meamo bauco. Avistados ditos balaocos, e
relatorio, a assembla diiculiri, c pronunciar
o seo Juico sobre aa cunlaa, e adiministraco.
Ai S. fia assembla geral de 31 de ju-
Iho.depols de desculidu o relalorio da coin-
iniso deexaine, lera lugar por escrutinio se-
creto, ea malorlaabsoluta de votos, a elelco
de nnva dlrecclo pudendo aer reelcilot os mein-
bros auteriormenle nomeadoa, e ein caso
neinhuin deixaraode aer reelellos 3 dos mea-
mos directores. Para cale fnn se proceder pii-
ii,,-1, .mu- o te a reeleico doa ti es de enlre os te-
le cx.aleutes, e deuois seguir-se-ha a eleicao
doa qualro que fallain. Emseguada proceder-
ae-ha a elelco da mesa ecoinmisso decame
que lem de airvir ao anno seguinle pela forma
marcada ool arl.a 35e39.
Art. 32 -- l'ertcuce a assembla geral Tizar
oa ordenados a os em pregados, e nomear o ge-
rente aolire proposta da diiecco.
Arl. 33 Depois de approvadospela ssem-
ili-- iiiiuaiio- cm urna vasta exleocilo m
ror,o, ITo quasi nicamente o^as ^.tVr.t^^o m^ JTStf.* ^
emguird.ros fo-les rmazens, f* as re- ,; ,.ua,(.ue'r ino,.cio nunca lera lugar na
duccAes que o parlamento p'etende faze
nao fatlo senlo sggr.var esto estado do cou-
sas.
Segundo. O clima da India nlo permit-
i que as iropia se exercilem ahi mui ac-
tivamente, e lende alem disto, soccorrido
da intemperan^a, a destruir a constituidlo
do soldado europeu.
Torceiro. A oxcepcao da li. lia, na qual
todava as ullimss campanhas teem podido
lo umi' ofl1ci.es, nlo ha no mundo senlo
li i hli-i onlese possa ver reunido ao mosmo
lempo de qualro a cinco mil homens destro-
nas nglezas. -.Porjayj* I parte os ollieiaes
nlo leom litio, na t-inta e cinco anuos, ou-
Iraapratica do e nprgo sena > fazer mno-
mento temporario; auspendel-n, e msmo dc-
m'Ull-o do eierclcio de iuii funcedea,. o que
porin spoderaer decidido emreunlloda di-
rcelo, calando presrotea todoa os mambrus,
oonvoc*ndo-se suplentes, se alguin eatlver Im-
pedido.
' S. Escolber e demlltlr,aob propesta d*geren-
te, os empregtdos do banco.
4, Propor asaembli geral dos accionistas
as afleracftet, addlcAes, ou suppressOes que for
aetessartnfaier a o eslaiutoa, para qne obte-
nho approvacilo do governo.
b. Promover por todoa os modosa prosperi-
dad do eslabelecfmenlo, olliciundo inesiuo
do poderes do estado os melhorainentos que
houverein misicr a leis do pala para melhor
asaegurar as operaedea do banco, bein como
procurar obter privilegios e Iminunldades a
que o mesmo poasa aspirar.
6. Finalinanie velar na pontual eiecuco dns
estatutos,-e regiment interno do banco.
Arl. 41 oua directores en Iranio de se-
mana por seu turno para tomarem conheci-
mento doa negocios, e resolveren!, ouviado o
gerente, 4 cerca das operaede do da.
Art. 42 -- Os directores devem ser accionis-
tas pelo menos de viole e cinco acedes (art. .2),
esero eleitos annualineute pela assembla
geral ein 31 dejulbo; exceptuam-se osprimei*
roa sete comeados, que por motivo de terem
de organiaar o banco, e poloein r-gularanda-
mento, a serlo renovados na frm doart. 31,
aa va poca da primelra elrlcio ordinaria em
3 dejulho tiverein servido pelo menos n<>ve
meses., alias serio coacervado at seguinle
poca de eleicoea.
Art. 43. Oa directores aero olirigados a
conservar em deposito no banco viole e cinco
acedes, dequesejam propietarios, da quaes
nao poderlo dispor durante o lempo que aervi-
rein.
Arl. 44. Adireccao nomear annualmente
Venlre os seoa memhros um preaidenle e um
terciarlo, e este escrever clrcumsianclada-
iiienie o trabalhos edeclsdea da dlrecclo em
um livro de actas, que serlo aaslgnadas por to-
doa oamembroa presentes,
Art 45. llavera reuniao ordinaria da di-
reccio uina vez por aemana, e eitraordlnarla
quando ella julgar neceasario, nu quan-
do for convocada pelos directores de semana
Arl, 46 Pertence direcelo a Intelra ad-
mlnlslracio dos fundos do banao, que reger
cingludo-ae aos presentes estatutos, e ao regu
lamen lo que houver de organisar.
Art. 47 Em ludas as deliberacocs da. di
recciodccldir-se-haooa negocios a plur.ali lado
de voto. Se nao eaiiverem presentes todos os
Miembros, aerao neceasavios qualro d conformes para tornar valloza a dellberacio.
I Is memhros vencidos podero declarar seu vo-
to na acta.
Art. 48. As ordena, correspondencias, e
resolucdea Importaotcs aerao assigoadas, em
nome da direccao, pelo aeu presidente e secre-
tario: os olijfdos de espediente, e ludo quan-
lo ac expedir f.car. registrado,
Arl. 49 Os directores e mais emprrgadoa
do banco serio Indivioualmenle responsaveis
quando Infriuglrein oa estatutos e o regulau.en-
lo interno, ou commelterem quasquer abusos.
Arl. 60. Quandoalguin dus directores se
achar Impedido de sirvir por mais de bum iuez,
a direccio por tuelo de aeu presidente e secreta-
rio, chamar substituto para suvir durante o
impedimento, regulando-se pela ordem dos
mala votados, Einquautoperm exlstireinqua-
Irodirectoreseinexereiclo nao lera tugara su-
bstituicac, salvo occorrendo negucio urgente,
em que aejam preciaoa qualro votos comfurinea
( arl, 47 ), ein cujo caso serio cbamadoa oa
substituios
Art. 51. Adireccao logo qus eslejam con-
cluidos oa balancos aeineatraea de 30 de junbo
e 31 de deaembro (o que nao dever exceder
de 15 dejulho e lo de Janeiro), o participar
aoa trea uiembraa da coinmisaao de exanie pa-
ra virem verificar o calado do banco noa inter-
valo de 15 a lo" de julbo, e 15 a :6 de Janeiro
Art 52. Sao deverea do gerente:
1. Exrcutar as rdeos da direccao- relativas
eiacla observancia dos estatuios e do regi-
ment interno do banco.
2. Kcallsar, com ..asistencia e sanecio do
director que cstiver de servico as operaedes
uilioi is.adas pelo titulo Vil. dos Estatuios.
3. Representar direccio aobre quasquer
eatorvos ou iocunveuieules que posaaui occor-
rer n* marcha daa operaedes do banco, pro-
pondo oa meios de os remediar.
4. Propor direccio os empregados que fo-
reni precisos para opionpto audameulo do ex-
pediente do banco.
5. Coacervar rigorosamente era dia a escrip-
turaco do banco, bem como velar na conduc-
ta de todoa oa empregados do meamo, propon-
do a demiasio dos que delinquirein, ou forera
uienos aptos., bem como as graticacdes quo
ae devam dar aos que zeloaaineote deaempe-
nli i te i n us devetes deque I orem incumb dus.
6. Espedir correspondencia que exija o
expediente ordinariodo banco, que aera rubri-
cada ou aasiguada tambein pelos directores que
eaiiverera de semana.
(Continuar se-ha. J
vava do chao I maior altura do qua 10 pol- Montevideo, consignado Amorim irruios,
Publicago a pedido.
cesaaoeui que for propusla .
TITULO 4.
Da comasiiio de exima .
Ait, 34 Acommissio de exanie logo que
for convidada pela dlreccao (arl. 10) deveri
examinar excrupuloaameme o ealado da escri-
pturacio da cala, dacorrespondencla, e com-
portamento doa empregauoa, liscalisaodo.se os
presentes estatutos e as decises da assembla
geral teem aido restrictamente ricculados, pa-
ra o que lodo o eslabrlccimento Ine ser fran-
queado, e a direccao I lie dar todos os esciare-
cimentos que forem exigido. 0 came dtve
terminar tres dia ante da reuniao da assem-
bla geral.
Art. 35- Concluido o exanie, co.nn.is-
hi|r na parala algumas companllias, quan-l ,50 f4ra um relalorio circuiniianciado, no
do muito um batalhlo. lio par* dinirtr ,,,i emittlr aua oplno aobre o catado do
portanlo. vista disto, que a mais alta das banco, e tuaneira por que tlver sido adinlma-
uturid*des militares d Gran-Brelanh te irado. .... ...
nli. d.lo. palavas su.l: Irlo creio que f^/^^S^JfS^S\l
h.ja em todo o .xercilo,<... se W.c];'^^^>'ZnZti
se metlease setenta mil homens no Hyde- ".0P",K""'
P.rk, cinco ofllciaea generaes capazeide f-
ze-losshir? TITUIO 5,
0 iarto. A Cimparirflo das idadei res- Da eolacao'.
pedirs dos ofllciies ingleies efr.ncezesi-
presenta urna outra li^lo instructiva. No
exercito de Alger.a, onde, sej dllodspas-
sagem, a infautaria franceza tem marchado
muitas vezes com o alimento de nove dias
as costal 0 termo medio da idaiede 14
llloa. e Exin. 8'. comelheiro presidente da
relami.luz o comendador Joaquim Aure-
lio Perein de Clivalhn como administrador
de in* mulher, que* b'mdeioudireito pra-
ci saque o escrivIoFerreir* a vista dos utos
derevista civel entre p.rte3 roccorrente D.
M.ria Feltsmln* do Reg Gomeso recorridoldeu originariamente d Arabia; dahi
osipelicautelhe d por cerlidlo o llienr do! transaorlaJa I iiha de Franca ou lia unca ;
accordlo proferido pelo supremo tr.buniljdaqui veio um p, no principio do sculo
deVeviat* decliriudoo di* mez einno om passado, para ojardim das plantas de Psri
legadas.- Perrot eliegon putar atS3 pdI.
legadas. Urna asile, no bailado da Stella,
8t. Len saltou ,-15 pollegadaa, com gran-
de desesperaclo dos mines de Veiir.s qua
estrcmi-craai qa la mansilo funrea.
O director do p-incipal llieatro de NoTI-
York mandou buicar sai* pares de boleros,
qoo fez ensilir pelsg prlmeiras pirtes do
corpo de baile : oensaio leve o mais feliz
e> completo rosoli nlo; esgora deu ordem a
um bailo, denominado as cigirris quesera
* coila mais original do mundo.
Osipateiro inventor chimi-ie James Css-
son ; propoem-se vir i Londres e Paria p*-
a dar voga a uns sapatoa qu) intilulou t>c-
oclpeiu, feitos pulo mesmo prociso dos
boleros, e por meio dosquaas poda um ho-
rnero despejar de 10 at 50leguisde cami-
nho por dja e senoanoaoo,
O i'.ssd ordiii.iio do homem be 'le 14 pol-
legadas, o puso gymnastico do 18. Con os
Veloclpideo. Jamos Casson toro a pretcnQio
le fazer dar p miadas de toeza o mola sem
o,(alfar o caminhu.le, que nlo Tara mais do
queum ligeiro movimento de ascencSo para
afrente. Fezexperienciis d'ite genero pe-
rante o mais eru titos quakers de Pniladel
phia, e ostenlnu brivita de que era capaz
de ir de Pars S. Pelersburgo dentro em 5
dias. Comtudo, um inconveniente tem
este calillo: o vom ser, que nlo ple
sarvir bem de noite, porque certas difllcui-
dades do lorrono tornariam o seu uso mui
pengoso.
ORICEM DOS CAFEsTem FRANgA.
Ha perlo de 180 annos. um armenio por
nome Pascal, que veio a Franca na comitivs
de Solnymlo-pach. embaixidor d* Pon*
ao monarch* Luiz XIV, arvorou n* reir de
Saint-Germain urna barraca, dianle d* qual
a mullidlo le detinha embashacad*. Pa*
cal vend i por um prefo correspondente
pouco mais ou menos a 30 ris urna cliave-
na de infuslo de caf. Er* istoentlo novi-
dade tamanha que h os mais ousados se
teliberavam a saborear o liquido desconl.e-
cido, reaneito do qual se referirn) histo-
rias inc iveis, que c edulidade publica a-
colhia sem reparo. Quando se viu que o
caf nlo envenenava, nem razia perder o
uso da raslo, nem petturba.va qualquerdas
acuidades du espirito OU do Corpo, foi Se
resolvendoa gente a pouco e pouco, o nlo
Uriou concurrencia enchor a barraca do
armenio, cuj i nome em btove se tornou po-
pular.
Saiisfeitu com to bom xito, fechada
feira de Saut-Gern.ain, o mesmo homem
abriuem Pars o primeiro esf permanet.l-
nn caes de l'Ecule. Fiequenlal-o fol por
slgum lempo moda ; mas de prompto aca-
huu e Pascal deixou Pars pissando a Lon-
dres. Outro armonio, chamado tlaliban,
tratou enllo de reanimar o cnlhusi'smo pu-
blico favor do caf. Osgunlo eslabelc-
cimento, sto na ru* de Malario, leve com
pouc* differenca a sorte do primeiro ; po
rom, nlo lirdou a haver competencia : fun-
daram-se dois cafs simultneamente, um
na ponte deNoite-Daroe, out'o na ra de
Si. Anlr des Arts, e ao mesmo lempo um
coxo andava de cass em casa, de loja em
luja, vendenJo caf que elle mesmo prepa-
rara i vista dos consumidores, por prego de
um vintam chavena incluido o assucar.
Un siciliano, chamado Procopio, leve o
tlenlo que at all faltiaaos saus prede
cessores. Enlendeu que os francezes tilo
podiam consumir o dl como os orientaos,
solitarios, e coucebeu o pensamento de
crear primeiro que tudo um local do reu-
nino, elegante e conchegatlo, onle o prazer
de saborear o novo licor fosse to somenlf
um prazer accessorio. Depois do tentar pri-
meiro ensaio na feira de Saint Germ lia, co-
mo o seu ant-cessor Pascal, abriu na ru
les Fosaos Saint-Carmain defioite do Ihea-
1ro funcez o celebro estahelecimei-to que
anda hoje existe com o nomo de C*Te-Pro-
cope. Desde enllo enrsizou-se o uso de ca-
f om Franca no lempo de Luiz XVjlse
fu iv.i ni um Pars mais de 600 nolequins ;
e as provincias, imitando a capital, couside-
raram-se na necessidado de pdtsuir (ambem
estabecimentos do mesmo genero,
Nlo llevemos omittir que SI. Djsch't'ur foi
o primeiro quo levon Martinica ( Ant.lhas
francezas) um pzinho de cafezeiro; apa-
ra levar as colonias esla riqueza leve o va-
lor de fazer a bom da preciosa planta o mes-
mo que praticou M. de Jull.en com o cedro
do Lbano que boje coracom seus dilata-
dos ramos parto supo'ior do jard.indas
plantas de paras; isto he, que, tendo-se
prolongado a visgem, o viudo ser rara *
bordo* agua, privou-se da sua propna r-
elo para com el a regir o tenro arbusto,
que mais tarde constituid a opulencia da-
quellas colunias.
A arvore ou antes arbusto do caf proce-
foi
manifealou o (aguilita:
1709 qui.taas, peso hcsaanliol, carne de
Charque), 5100 aspa } ios conign*t*rtos.
Vapor braslleiro Parnambucana, vindo dos
portos do Sul, consignado a agencia, ma-
nifestou o seguinle I
acsiiis; Viuva Pereir* da Gunha.
i diti; a lulo Falque.
1 dit* ; L. Brugui'e.
Brigue brasileiro Amorim, vindo do Rio
Grtnde do Sul, consignado Bailar 6t0i.-
reir, nunifeslou o segiinle :
8510 arrobas carne de charque, (9a) ditas
sebo, 60 couros ; aos consignatarios.
RKGKHKIHilllA DG IIK.M.AS INTERNA GE-
RAES DE PEHNAMBUCO.
Rendimento dodialO..... 614,553
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 10.....187.537
Movimento do porto.
/Y/mo entrado na dVa 19
Rio Grande do Sul 23 din, brigue escuna
brasileiroS Jlo Vencedor, de!34tone-
i idas, capillo Jos da Silva Nevea, aqui-
p.gon. 12, carga carne; a V.uva de Jlo
Francisco d* Cruz. ___________
EDITAES.
-- o lllm Sr. inspector di thesouraria da
fazenda provincial, aai cumprimentod* re-
aoluflodo tribunal administrativo da 6 do
corrente, manda fuer publico, que noa dias
25,26 a 27 do mesmo so meto da, iterante o
mesmo tribunal se ha de arrematara quen.
mais offerecor, por lempo de S annos a con-
tar do Io do julhodo corrente anno a 30
de junho ae 1855, o imposlo da laxa, das
barre.ras das estradas o poules ibaixo de-
claradas.
Giquia, avallada annualmente por 7:101,000
Magdalena dita din dito 4:150,000
Mutocolomb dita dit dito 3:791,000
Cachangi dita dita dito 3:100,000
Tacaruna dita dita dito 641,000
Hujary dit dila dito 641,000
As peasoaa que ae propozeren. a eataa arre-
inaiaraies, comparecam ua aala daa leaoes do
me,mu tribunal, noa dias cima indicados com-
petentemente habilitadas.
E para constar a mandou afisar o preaente e
publicar prlu iario.
Secretaria da thesouraria da fazenda provin-
cial de i'ernambuco 7 de maio de 185.
O aromarlo,
Antonio t'trreira d'Annuneia^ao'.
-; 0 lllm. Sr. oflicial-maior aerviudo de
inspector da thesouraria da fazenda provin-
cial, em cumprimento da ordem duExm.
Sr. presidente da provincia de 20 do corren-
te, manda fazer publico, que nos dias ti,
I Jola de m io prximo v.ndouro, ir a
prac,a para ser arrematado, peranle o tribu-
nal administrativo da mesma thesouraria, a
qoem por menos Uzer setenta e duaa grades
de ferro para as janellasda casa de detencio,
pelo proco de 130 rs. libia.
A arrematado sera feita na forma dos a r-
ligos 24e37dalei provincial n. 386 de 17
de maio de 1851, o sob is clausulas espe-
cies bailo copiadas.
As pessoas que se propozerem a asta ar-
remataclojcompirefaoi ni sala das sessOes
du mesmo tribunal, nos das cima men-
cionados pelo mein-dia, competentemente
habilitadas.
E para constar ae mandou afllxar o pro-
sete e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial de I'ernambuco 21 de abril de
1852.
0 secretario,
Antonio Ferreira d'Annunciaclo.
Clausulas especlaes da arrcfiatacao.
I." Todas as grades serlo feitas decon-
formidade tom o exposto no orc.amei.to e
desenlio junto, pelo preco de 130 rs. por
libra.
3.a O mesmo arrematante ar obrigtdo
apresentar dentro de cinco dias una das
grades prumpta, e no prazo de c.nro mezes
estarlo todas promplas e entregues, con-
tado o prazo da dala d. arruma!,cao
3. O pagamento ser feito em tres pros-
layos iguai s, e da maneira s-guinte : pri-
men i quando estiverem pro npl.s vinto o
qualro grades, a segunda quando estiverem
entregues quaront. e oito, e a torce.ra quan-
do estiverem todas concluidas e entregues.
4." O ferro empregado na construcelo
deslas grades ser limpo de qualquer defei>
to, o do de melhor qualida.e quesecostu-
ma empregar geralmenle nestis obras.
5. Para tudo o mais que nlo ealiver de-
terminado as presentes clausulas seguir-
se-h. o que dispOem-a lei provincial u.
i.-Cniliiiine. O secretario,
A. F. d'Aununciaeau.
=------------ .-------------------------L^ I I
Declara9des.
que ihe foram entregu'8 os lutoi quindo
ol.egarima eite tribunal.
P. a V. Ex. deferimento-
E. R. M.
Passe. Recife 39 de margo de 1852.
Atetado.
Antonio Joiquim Ferreira de Cirvalho.
escrivlo daippallicoes do superior tribunal
da relaclo por 8. M. Imperial e Constitucio-
nal, que Dos guarde ote
Certifico qoe revendo os autos, de que tra-
ta a policio retro d'elles consta ser sen-
lenca o superior tribunal de juD^i do leor
seguinle Visto exuosloa e rol .lados os pre-
sentes autoa rio revisla civil entre partea re-
currente D. Mari Felismina do Reg Comes,
recorrido Joaquim Aurelio Perelro da Car-
vallio e sua mulher: negam a pedida revisla
por nlo haver mjusli{< notoria, nem nuilI-
e fui desse, transportado por M. Hesclieux
AdministracSo do patrimonio dos orpkBos.
Perante a administradlo do patrimonio
com tanta deJtcaglo e zelo, donde provie- dos orphlos so hlo do arrematan quem
ramio los os cafezeiroe que eniiquecem a mais der, e por lempo de 3 annos, que Hade
Martinica. ter principio do 1.a de julho do corrente au-
Diremos, por lim, que o cafezeiro porten-' no a 30 de junho de 1855 as rendas dos pre-
co a familia das rubiceas; as suas folhas dios seguimos:
sloopposiasadu.se duas, ovaes, pontea-! Largo do Collcgio.
ndas, on leadas o latidlas ; as flores as- N. 1 o segundo rnlar.
cem naa axillaa o deixam urna baga verme-!
Iba que cmtemdous gr.tos, osquaessloo'
ofllciaes generaes afrente dos principies nj0 podendo todava neinhum accionista ler
cargoso cumulan los lurritiiri.es era, nlo
im ii.....u lempo de qua renta e tres >n nos
o meio. Ora eis-iqui a .lado dos ofllciaes
generaes do exercito inglez :
t; iii.in ...-I inle en. ch;fo SI I |J uiiiios
Generaea de 88 a 68
Teueiile generaes de 75 a 62
Major geueraei de 70 a 61 ( 1 j
Desle mudo, ao contrario do quo l ru lu-
gar nos exorc.tos conlinentaos, o exercito
inglez, cuiiiminda.lo |o> v.-lnos o sen occa-
ailo de adquirir a verdadeira inatruclo mi-
litar, parece destinado pela fon; das cou-
sas voltar ao estado de dcsorgiaisafio em
que eslava em 1808.
Dominada por seus prjimos ante-mili-
tares, a Inglaterra para lervirmo-noa de
urna pal.vra de Nspolelo nlo lem nada
appreavltdo e tem ludo esqueci .o a. 0 po-
vo inglez omrasaudo sua posiflo insulir,
ha do tal molo estranho la operar;0es e
principalmente as calamidades da guerra,
que ignora do til aorta o que bo preoiso pa-
ra defendaavum p.iz contra as destruicOes
de um uxercito in.m.go, que nlo acha nada
de melhor a fazer senlo divenir-se em de-
clamar a, cantar mximas no goato destas.
O inglez nao ser jamis osera vo!- Ura
povo l.vre ae iovonsWel! a e como coral-
lirio destas principio* : Se amaobla'oi
Francezes poserem o pe em nono solo, a
narjlo intaira se levantarle, a oa lancaiia ao
mar la Slo saoiimantot muito patriotioos
sem dunda, e por este titulo muito respei-
dade manifnla Regressem por taulo os au-
Ari. 36. Oa votos em assembla geral aerlo tog ai) juz0, onde foram sentenciados pagos
contado da roanelra egulnte: pela recorrente as cusas.Rio de Janeiro 31
De cloc al cincuenta acedes, uinvolopara 3en0embro de 1851,-Duarle, presidente,
^oa^o^demalor numero de .etde. ^^^^^.."tt C?SK
Veiga, C. Fraaga, Castro Mascarenhas. -Nada
coutar-ae-h. mals um voto por cada clneornia.
mala de doe votos, qualquer que aeja nume-
ro de acede, que represente,
Art. 37 Oa accionistas ausentes, ou Impe-
didos poderlo aer representados em asaemblii
geral por um procurador tainbem accioulsti.
e eale, alem doa aros votos, nunca poder Ir
mala que doze. qualquer que for o numero de
acedes oa aocionistas por que repreaeole como
procurador., quandb osejade mal de um
aeclonlsia.engloaSaa-seblo oa volaade lodoaoa
consliiulnlea, segalndo-se na volaclo a regra
do arl. .....
Arl 38 Neinhum accionista teradlrello a
rolar em assembla geral por acedes que nao
lenhain aido divldinrnlereglt'dino livro do
banco, pelo inenoa dous metes ole da reu-
niao. Eseepluain-se a iraoafereuelaa por he-
'"*" TITULO 8.
Da firtcelto.
Art. 31 O banco ser dirigido por um con-
s.llio de sele ineinbros. e administrado por um
'a'i ajo. -- Slo tlrlbulcde da dlrecclo:
1. Organisar o regiment Interno do bauco,
que eslabelecer o modo pratlco de te elteitu-
irein as operaedes, e marcar o deyeres q.e
conpetem cda einp'egado, bem como o or-
denados que deverJo perceber, e a incas
que devem prestar. Este regiment entrar logo
ein eieeuclo, flcando todava dependente da
apprnvacao definitiva da assembla geral doa
accionistas na primelra reuniao.
3. Propor o gerenta deque trata o arl. 39, e
bem aaaim flicaliair a maneira por que 6 mes-
rao descinpentia o deveres que ihe slo Incum-
bidos; no.ncar-lhe substituto durante Impedi-
mais continha em dita sentenca do supremo
tribunal de justirja, pedida por ceitidlo na
policio rolro e copiada dos autos referidos
na mesms, a que me reporto cujos autos ma
foram entregue pelo secretario do Ir.bunal
,1a relaclo, v.ndosdo suuremo tribunal ja
mencionado onde foram julgtdos em o dia
47 de mrgo prximo passado. Esls "^r-
tenle cerlidlo sem cous* que duvida faga,
conferid e consonada a por m.m escrivlo
subscripta e assignuia n esla c.dade do Re-
are ao 1 de abril de 1852. Subacrev. e as-
aignei F-m f de verdade.
Antonio Joaquim Ferorir de Carvalho.
VARIEDADES.
caf. as cstuf-s som fogo do j ndim Bo-
tnico da Ajuda temos visto esta planta em
perfeita florescencia.
PRQPaGaCsoDE PEIXES.
A Franca possue como nennum psiz ros,
ribeiros, cauaes, lagos, lagoas, e oulras ag-'
gregacOes de crranles de aguas, que luas'
slo mal prvida! de peixe, comparativa-
mente s d'Alemanha, d'inglaterra, e mes-
n.o da Italia. Agora sciencia comecou a
tratar desu assumplo. No anno passado Mr.
Valoncionnes, do Instituto e du jardn, das
plantas, foi eommissionado pelo governo
para ir a Pruss.a comprar as melhores espe-
cies de peixes da agua doce, e conduzil-os
vivos a lim de se propagarem em Franca.
i:-t s peix-s foram deilados as aguas de
veraniles e de Marly, onde pateco darem-se
bem,
Furmou-so umi commisslo de piscicultu-
ra, adjunta ao antigo ministerio de agricul-
tura e decommercio. Finalmente, MM. Mil-
ne-Edw.rds, Duresu do l Millo e outroasi
bios oceupsm-se em propagar em ponto
gran te as trulas, salmOes etc. dos lagos <>a
Alomanlne da Suissa. As suas diligencias
tem logrado bom xito ; o assim ciearam pa
ra o paiz um producto novo.
(Da Revista Universal Lisbonense )
SAPATOS DECALCAR LEGUAS.
Um sapat-iro de Priilidelphi. acaba de
inventar um calcado que derriba completa-
mente da aummidade de sus aqtiga reputa-
dlo aa atas de posnbo de Vestris e os entre-
chais de Perrot. Poz-lhe o nome de los bo-
ttros, e be feito de gomma elstica. A aola
de duas pollegadaa da grosso he to leve co-
mo eorlice ; he bornldo de modo que ad-
quire urna elasticidadedo alcance de 4, 6 e
8 p i de llura, conforme o pazo da pessoa
que calca lio estupendos sapatos,
Vestris que d.zia que o aeu sculo s coo-
Uva tros homens celebres, ella, Vollaire a
Fredericoda Prussianlo obstante o seua
eiforcos e prodigios bailariaoi, nlo so ele-
COMMERCIO.
ALFANDEGA.
Rendimento do dia 10. 1:255,372
Desearregam hoje 11 de maio.
Polaca hespnbol -- lscoblerla merca-
dorias.
Barca americana Johon Farnum -- feriaba
di trigo.
Brigue inglez Hompariel becalbao.
Brigue brasileiro Meralde dem.
I.1IIK1I lueui).
Brigue inglez Herald, vinla.desJerra No-
va, consignado a Mc.Calmont & Companhla,
nianifestuu o seguate .-
2340 barricas bacalhio ; aos consigna-
tarioa.
Patacho urdo Benedicta Marii, vindo de
Rui do Queimado.
N. 33 loja grande.
N. 33 dila pequea.
Ra do Collagio.
N. 23 casa de 2 andares.
Ra do Crespo.
N. 9 dita de 3 andares.
Largo do P.raizo.
N. -.indita de 2 nula i es.
N. 29 loja.
Ra daa Ltringeiras.
N. 17 casa Ierres.
Ra do Rangel.
N. 58 dita.
fitfa da Boa Vista.
N. 13 casa de 2 andares.
Ra Velha.
N. 32 casa terrea.
Ra de S. Gonzalo.
N. 22 casa terrea.
N. 24 dita.
Ruado Sebo.
N. 3 casa terrea.
Ra dos Pirra.
N 39 meisgoa.
Rus doRoiario.
N. 60 casa terrea.
as pessoas que se propozerem a arrematar
ditas reml., podarlo comparreer na casa
dassessOes da mesma adminiairaclo nos dias
13,19 e 27 do coneote mez, aa 4 horas di
tardo com seus fiadores.
Secretaria da administri^lo do patrimo-
nio dos orphlos 8 de maio de 1852.
A. J. de Ol.veira,
Secrelario.
IIE4I. COMPAMI1A DE PAQUETES INLEZKS
A VAPOR.
No dia 21 deate mez, espera -se
do Sul, o vapor Tevlol, Com-
mandinte Oualow, o qual *.-
pois da demora do coslume ,
eguir para o poitoid Europa: para pn-
sageiros, trsla-aa em caaa da agencia, na
ra do Trapiche Novo n. 42,
Tendo a thesouraria da fazenda desla
provincia da aaear aobre a da Pirebvba pela
importancia de 50:000/000, palo prsenlo slo
convidadas as pessoa*,que qulzeremcomprsr
aaaes saques a compatecerem nesl repar-
tirlo li o dia onze do correte. Secreta-
^|;
i li i mi h



rii da thesouraria de hienda de Pernambu-
eo 8 de Halo la 1859.--0 offlelel-meior inte-
rino, Emilio Xavier Snbreira de Mello.
,
THEATRO
DE
S. IZABEL.
41. recita di assignntura.
QUABTa. FUIIA, II DE M III) DE
i85>.
Depois dt execuc.Ho de una das melhore
ouvertures, pela orchesin, subir a scena o
msgnillco drama em 5 aoloi 09
jaztriTA
O BASTARDODE el-kei.
A parte du fcdoiiiuiilo de Castro, sera lei-
li polo artista Coimbra ; a de conde de en-
tallo Melhor, pelo artista Amdedo, e a do
Bastardo de El-lei, pelo artisia Germano ,
que nicamente para salisfazor os desejos
do publico, dalla se encairegou e nSo por
julg.rquea desempenhar melhor. Ago
ia, e a V'Sla da nova ilislrilinic.no das refe-
ridas paites, eapera a empresa ter uma ili-
mitada concurrencia, pelo que desde ja a-
gtadeci) aos seunu>igos e protcctoref.
Terminar o espectculo con
applaudida comedia em I acto,
Avisos diversos.
O nbmoasrgnado, f'i cons-
tar aos senhores Mattos & Maga-
Ihles, que nada Ihes dcve, como
pretende provar com documentos
por elles firmados. t'. V. Basto.
- l)3n se 5 conloa de ron a premio, so-
bre ponhores de ouro. prata, Joias precio-
sas, firmas a contento, ou hypoilieci em
bens de raiz nesta pnce : quem proilsar,
dirija-sea ra estreita do Rozsrio n. 43,le-
gando andar, das 6 ai 9 horaa da manhSa ,
que sedi' quem d.
-Antonio Francisco da Silva Caspar, em-
barca para o Rio de Janeiro, aeu escrivo
pardo, da nome Jos, de 2 annos de i led.
O Sr. Francisco llibei-o Cinto Guia-
re, tem uma carta, vinda de Macei : na
f Jos Pinto Ferreira, avisa ao respeiti
re publico, que Lourenco Ferreira Alves ,
deixou de ser administrador de saa estri-
bara, sila na ra da Guia n. 13, desde o dia
7 do correte, e para evitar duvidas fas o
preaente.
-- Quem precisar de uma ama, de portas
a dentro, para cas estrangeira : dinja-se a
roa do Padre Floriano n. 9.
- l'/ecisa-sa de 1 bom coziohelro, nacio-
nal ou estrangeiro, livrn : na ra da Aurora
casa do Sr. Ellas Baplista, Junto ao collegio
das orphSts.
rrecisa-se de uma ama para o servico
de uma esa de pouca familia: na ra di
Cruz n. 53. loja do barbeiro.
3
a inuito
O ( STII(IM)III)
O Avenlureiro das Tabernas.
Comecaras 8 horas.
Os brinete* acham-se a venda no lugar
do costume.
TIIUVIIII DE APOLLO.
' IIOJK, II DE MMli DE 1852.
Recita extraordinaria em beneficio do actor
03o I cites de Mcnizes.
Depolsda competenteouverjura subirs
sceua o bello drama d grande pumpa
Caravaggio.
O beneficiado que pela primera vez so di-
rige ao publico, espera merecer do mesmo
aquello apoioquo sempre encontraram os
artistas que a elle s i dirigen).
Terminar o divertirnento com o muito
ppliulldo terceto cantado pelo Sr. Costa, a
Sra. D. Carolina e o beneficiado.
Principiara as 8 horas.
Os brinete* echan-a no tneatro.______
iiaaii i 11 wmmmmmwmummm
Avisos martimos.
i -...... '
Pura o RO de Janeiro sabe
imprtterivelmente, quarta (eir ,
12 do curente, o brigue Lrasilei-
ro Animo, capillo Dminos Anto-
nio de Azcvedo, recebelao Mmen-
te esciavos a frete, para os quaes
tem bons commodos: trata-se com
o capitao, ou com o consignatario
Luiz Jos de S Aran jo, na ra
da ( 'miz n. 33.
Cara o (loara, saho ate o fm da sema-
na, a harcassa Luz do Da, mestre Manoel Jo-
s de Moura, tambem recebe carga pora o
Aibo.iiy, por procos muito baratos : trata-se
praca da Independencia ns. 24,26 e 28.
Cameiro & Ramos, exportan) para o
llio de Janeiro, o seu escravo, do nomo Jo>-
qunn, ceoulo.
A pessna que annunciou no Diario de
6 lo o. ir ron lo. querer comprar uma carro i,
e como os abaixo assignados tenha uma no
va, pJesa dirigir ao seu sitio da Capunga,
ou no armazem do assucsr, no largo do Pe-
luurinho n. 5 e 7 de RomBo & Comaanhia.
-- Desappareccu hontem, 9 do corrente,
um escravo, do nome Lanrentino, creoulo,
vindo na pouco dosertSo, levando vestido
camisa de risoado, calaa azul, chapeo de
couro; o escravo I -m os signaos aeguintes,
ir fula acahralhad'i, altura regular, chelo
do oorpo, peitos largos, repreaenta ter 21
anuos de idade, pouco mais ou menos: ro-
ga-se as autoridades e capjifies de campo a
captura do dito escravo, emanda-lo enlro-
garao abaixo atsignado, na ra larga do Ito-
zario n. 50, aonde scr3n recompensados.
Joaquim Das Fernandes.
-- Precisa-se de uma ama aocc
sorvico de uma casi de p"quena
3u saiba cozmhar o cngo.nmar : na praca
a Independencia n. 5.
O Dr. Sarment, medico ,
mudou sua residencia, para a rita
da Cadeia de S. Antonio, defronte
do convento, casa junto a reparti-
cao da polica.
-- Antonio Marlins Carvalho, embarca p
ra o Rio de Janeiro, a sua esciava parda, de
nome Josepha.
Quem precisar de uoi oflicial de barbei-
ro procure na praca da Independencia
n. 32.
AltencSo.
Offerece se uma ama de leita parida de
poucos dias: na ra da Gloria n. 61.
Jos Concalves d.i S Raposo, subJito
portuguez retira-so paraa provinci das Ala-
goaa.
Jos Francisco de Araujo GuimarSes vai
fazer uma viagom a Portugal, a leva em su.
compannia sua mull o Maria da CnnceicSo
Araujo deix poraeus procuradores nesta ci-
dade os Srs. Joaquim Moni ro da Cruz,*lbi-
no Jos da Silva e .Manuel Antonio Monleiro
I S: II 05
* Precisa-se de ama ama deleite, que foreira.
[>a se dinheiro a premio coo: penhoies
de ouro o prata : quem pretender dirija-se a
ra das Agoas-Verdes n 44.
- No dia 8 do rorrelo desappireceu da
ra da Moda n. 7. terceiro andar, o pardo
Leonardo, de ida le 18 a 20 anuos, pouco
mais ou monos, baixo, o peilo uro pouco
meitidopara dentro, este escravo fui com-
prado D JoannaMarii dos Pasaos, mora-
dora no sitio do Juno de Mello no M.ngui-
nho, ou na Boa-VKcm, deste ultimo lugar
liaba o dito escravo ao llec.fe vender leile
lodos os dias; a tessoa que o aperchen ler e
levar a cbs cima, ser recompensado ge-
.. nerosamenle, bem como proteslam desde
tra-iicne do algodSo com o mestre da j contra quemo liver rcoilido.
- Manoel Ignacio de Ohveira compra ac-
COes do banco de Pernambuco : na Praca do
nao venlia com fllho, afflanca-se o bom tra-
ta monlo e lua casa : na ra do Collegio, so-
brado u. 21, segundo andar.
Na ra larga do Botarlo, pa Jarla n. 48.
precisa-se de um amasador.
- Aluga-se una prets, que sabe cozi-
nbar o commum, comprar, ensaboar e he
fiel : quem a quizar alugar, dirija-se a ra
da GadeiadeS. Antonio n. 15.
Eu abaiio assignado tenho vendido
minha loja no atterao da Boa-Viata n. 10, ao
Sr. Jos Joaquim Cernir da Mondonga.
Manoel Jos do HagilhSea Bast.
~0s frogueziasdas bolaxinhaa doce ame-
ricana as podero procurar em uma venda
do beceo Largo que volta para a son/alia
Nova.pois all h seu verdadeiro d psito,
No da 8 do correte deaappareceu do con-
vento de S. I'aasco, uma salva de prata
com meio palmo pouco mais ou menos de
deamet'O ; rendada tendo por sinal um pa-
pelzinho com as aeguintna leirai I M. M,
as costas da nioima ; roga-se a peasoa a
quem for offerecide que a leve ao dito cou-
venio, que se llie flear obrigado.
--Na ra do l.'v-amenlo o.lo sobrado,sadi
r i| un n d dinheiro a premio, e quem rende
I ii.ierooo, 9 volus, 2 medalhas, tran olius,
p"r* "cordOes, anelO.s, alfineles, I iclogio paten-
>'* lte, ecoirmte parao mesmo, t dito para se-
nhors, 1 pahteiro de prata, 2 colberes de ti-
rar sopa, ftvolas de suspensorios e outraa
obras.
Qudm livor um andar de casa pira alu-
gar, sendo do Livramento al a ra das Cru-
zes, e da Ponte do Recife a da Boa-Vista, ao-
nuncio para ser procurado.
Precisase de urna ama forra, que soja
idos paia o servico de uma caaa com duas
pesaos do familia, sendo lambe n para com-
prar na rus, uu do um moieque : a tratar em
Fora de Portas, ra do Pilar n. 12.
O CosliInSo.
Revista heblomadaiia publicada em Lis-
Iiih, comprehendendo: noticias oa capital o
de lo lo Reino, estrangeiras e diversas, aili-
gos oo o i!ieiei.'i>\-,preoiis Je gneros,cambios
e valoresde metaos e papis de crdito; noti-
cias e artigos sobre melhoramentos de inte-
resse geral elocal variedade o etc. A aua
publicado lean sido regular e oxistem os 7
nomeros saludos at a partidla do ultimo
vapor ingioz, na casa n- 6, defronte do Tra-
piche Novo, onde se recebam asignaturas e
se dSo quaesquer oxulicacOes sobre eete
noticioso jornal. Os Srs. que tinham feito
a merc de assignar para o Bolmim com-
mercial, s3o con-idadosa virero tiansferiro
mais breve possiv"! as suas asslgnaturas pa-
OompanbU da Beberibe.
Os Sra. accionistas da companhia de Be-
beribe silo convidados pra ae reunirem ern
aaiembla geral oo dia 17 do crreme as 10
horaa da mantisa, afn da aa Bornear nova
administracto e de se dar cumprimenlo ao
disposto no S -' do art. 28 dos esta tutos,
Luit.los de S Araujo, vai
fazer uma viagem a Europa, e dei-
xa encarregados deseus negocios,
durante sua ausencia seu mano,
Manoel Jos de S Araujo, Jos
Antonio de Araujo, e Jos A(Tonso
- Luiz Jos de Si Araujo, tendo de fazer
orna viagem a Europa, pede at pessoas a
quem posaa dever qualquer quaotia, de Ihe
tirar a competente cunta, e mandar rece-
bar, em aua oasa, na ra da fruzn. 33 ; o
mesmo roga as pessoas que Ihe silo llovedo-
res de comas antigs, de pagarom a seu cai-
xeiro. Justino Amonio Pinto.
- Precisa-se de olTIciaes' delatoeiro I na
ra Nova n. 38.
O thesoureiro da lotera do
Livramento, faz sciente ao respei-
tavel publico, que a lotera corre
inipr-,tcrivelmentc no dia 29 do
corrente, ainda mesmo que (iquem
bilhetes por vender, o restante do>
liilhetes inteiros, meiOs, ritiartos,
decimos e vigsimos, estam expos-
losavenda, na loja de miudezas
da |ir i; i da Independencia n. !.
HiUn'1 es inteiros 10,000
Aleios 5,ooo
Quartos a,600
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Arranjam-se caitas com sementes do
todosos vogetaes do pais, assim como cai-
xaa com plantas vivas, conlolo estas, ar-
bustos e a' unos para serem cportadas: ns
ra do Collegio 11 13 das II horas da nin-
nhSa as 3 da tardo nos dias uteis: tamben
so vendem plantas exticas do froctos e flo-
res pil'll O .'H 1/..
Aluga-se uma casa torrea ou sobrado
i|ii' icnlia quintal, cacimba, e commodos
para familia, as ras das Cruzes, Cadeia de
Santo Antonio, e Recife, Livra nenio, praci-
11 lia 'I" 'I 1", ra dos Quarleis ou larga du
Rosario : quem tiver anniincie.
-- Precisa-so de um leilor portoguos se
formsado melhor, que entonda do so vico
de campo*, e do casa genho distante desta oraga 10 logOas, ede
S. Ant9o : qjiem quizer nelle empregar-se ;
dir igir-s^'-ha 111 ra Dircua 11. 14, ven Ja de
Jos da l'enba.
Na noite de 33 do psssado, ro-ibaram
do escripioriodo abaixo assignado, na rus
da Cruz do Recife n. 52, primeiroandar,cum
Chave falsa ou gaxua o seguinte :510 000
rs. em dinheiro, um relogio sabonele de ou-
ro patente suisso cmn os sumos .seguimos
O abaixo aaalgnado faz sciente aosse-
nhorra quelhodovom cootaia aua loja de
barbeiro da ra da Cruz n. 43, que a dita lo-
ja a vendeu no dia 15 de abril de 1852 aos
Srs. Jnf.i Antonio Plnlii'0 e Manoel l'erelra
Lopes Ribo iro mas quo osdituaSri nlo flea <
habilitados areceuer suas cuntas, e caso
alguem Ihe pague, licara depoia obrigado a
paga-lis aos Sra Mendes & Braga na ra da
Cruz n. 36, que slo os mes'iios Srs. qu< as
devem mandar cobrar. Joaquim Antonio
Cameiro de Souza Azevdo.
-Joaquim Antonio (1.1 noirn il 1 Souza A-
tevedo vein por osle meio agradecer os he
nevlos favores,que durante II annos, rece-
beo de seus freguezea,amigos e mais senho
res em geral, e como 11.10 pQdeese eela bre-
vidada de sua viagem, despedirse de todos
por laso ihe pede desculpa dequalquer f.lta
oseolTerece para o que ibes for preslavel
oCeara.que be orne vai fizar aua residen-
cia.
Aluga-se o segundo andar da ra Nova
n. 19: a tratar na luja do mesmo.
>
Botica homopathca.
28 RA DAS CRUZES 28,
Dirifida por um pharmaciutico
approvado,
Esteeatabelecimento possue todos
os medicamentos at agora experi-
mentados, tanto na Europa cuno no- "*
Brasil, e preparados pelas machinas
da inveocJodo Dr. Mure.
Pitucos. ^
dna carttirat komopithicu. ^
Emcarteiras de 12 tubos grandes 12/ -as
. > 94 a ( 20#
c 34 pequeos 15/ -*J
Tubos escolhidos (cada um) 1/ 9
Tintura s demelicamentos em
frascos de'H^^pnca (cada umj al 2
lia mais, alem deslas, outras muitas ^
caixas com glbulos e tinturas por ^
precos variaveis, conforme o tama- 4g
nho ea qualidade das caixas, e a
quantidade dos remedios e as suas 41
dynamlsacOes, etc. * AVIAfliSE GRATUITAMENTE
para os pobr s, todas aa receitas que *
para ali man lar qualquer professor. J
Compra -ae um terno de medidas de
Pau, sendo de meio slqueire para baixo, em
bom estado : oa ra Direita a. 69.
Compram-se duaa veoesisnas para ja-
nella do peltoral ou de sacada, som oaisa :
na imito Qneimado n. 14.
Compra-se uma eaorava creoula que
salba b- ia engommar o coainhar, de bonita
Agora, agradando paga-se bem : na ra do
Amorim u 25.
-- Compra-se umjogo de bancas,uma du-
?ia decadeiras, uma nieia commoda, uma
mesa redonda, o um sof uu marqueza :
quem liver annuncie por esla follia para ser
procurado.
' Compra-se ama duzia de cadeiras do
Jacaranda e um sof em segunda nulo, es-
tando ludo em bom estado : na ra larga
do Horario n. 28, loja.
Compram-se p.ra Torada provincia 2
escravas creoulas ou pardas, que sejam 1110-
Cas e lenham boa llgnra na ra Nova n. 16.
Vendas.
mesma.
Vai sahirem poucos dias,pa-
ra a Bahin,o patacho nacional Con-
fianza, pode receber alguma carga
mi nda e passageiros : trata-se com
os consignatarios Novaes & Com-
panhia, na ra do Trapiche n. 34.
A Babia.
PropSem-ae para este porto o veleiro hia-
to Capiixoso,os senhores pretndanles pode-
i3o dirlgir-s ao mestre, abordo, em frente
do caea do Ramos, ou a L. J. de Castro e A-
raujo ; na ra da Cruz n. 34
l'ara o Bio de Janeiro sahe
at o dia ao do corrente o brigue
biasileiro Bece, por ter a maior
parte do seu carregamento prom-
|>to ; pata o resto da carga, pas-
sageiros, ou escravos a frele, tra-
ta-se na roa do Colegio n. 17, se-
gundo andar, ou com o capilo
Manoel Jos Bibeiro.
Seguir otra a cidade do Porto, at o
Commcrcio n. 6
-- Per^unta-se ao Sr.Jose Pinto Ferreira
em que anuo, mez o da e a quem c >m.rou
a estribara em que o Sr. Louronso Ferreira
Alvos e>a administrador, isto se Ihe pede
para evitar certas duvidas e algumas despe-
zas a Sino.; e tambem se perguuta mais
quem paga algumas dividas feilas pelo mes-
mo Louronco.e paraa mesma estriuaris.caso
saja sua.
Leciona-se portuguez, ptiitosophia e
geometra, pormenor gralilicacBo duque
costuma-so : na ra do Qneimado, primeiro
andar do sobrado de 3 andares, quisi fron-
leiro ao beco da CongregacSo 11.32.
m 1 en 1 a-' um aHio na estrada do Ro-
zarinho, com boa casa da vivenda e diversos
arvoiedos de fruclo: na ra Vel-a n. 63.
Jos Francisco Belem, retira-se para
onde Ihe convier.
Antoniu Joaquim de Santiago Lissa,
est residindo na ra Augusia, casa terrea
n. 66, onlepdo ser procurado al as 9 da
niaiihfta, odas 3 da tarde en diante.
us abaixo assignados f.zem sciente ao
respeitavel publico, e pnncipalmeme ao
cuuime proximu passadu uissolveram amigavclmen
lim do corrente mez, o brigue portuguez [le a aociedade que linliam na loja de quin-
Bom Pastor, de primeira marcha, forrado oiquilhariis di na larga do Rozarlo n. 39,
cncavilliado de cobre, tem melada do seu que girava debaixo da firmaVictorino &
ra o Costilho, que o substiluio mais vanta-i mostradur de porcelaoa com poni iros de
josamente, alim de se fazer aviso para Lis-lgegundos de ac, sendo o emblams da calxa
boa, e virem os nmeros respectivos pela' um homem tentandoassassinar com um ou-
mais prompta via. nhal que tem aleado na mSo direitaa uma
Pummatuau, no aterro da Boi-Viata n.' mulher que segura pelos cabellos coma
16, tencionando ir para Franca fazer uma | m.lo esquerda eoutro homem que suspende
viagem, roga as pessoas que Ihe devom, de o golpe agarrando no brafo, e na caixa da-
tera honda.lo de passar na sua loja para baixohi um Icio sentado; assim mais um
ajustaras suas contas. I outro rologio saboneta de prata. Roga.por-
UcauteltstaSalusliano de A- tl aosSrs. relnjneirns, o a qualquer ou-
r, ., tra pesso a quem lor oltereci I 1 os dilosre-
qutno ferreira, avisa ao respeita- ,ogios jeDpronai)de_|0jquBserSo uem re.
vel publico, que os seus bilheles compensados; assim como roga as autorida-
. 1 1 .__:. u. des noliciaes a captura do ladrSo ouladrOes,
ecaulclis da stima lotera a be- e,8S'im uue Uncem suts fh|M p,rs esl(!
noli ci da Cultura de Amoreiras, bairro. Domingos AlvesMatheos.
,lo RK Inloria a I," nf lii'i 1 du San- N" ru' do l>ireS' Sa,,lr d" I1*1"0 d*
eda j3 lotera a beneficio uaoan- San Crui n. 6li pr,c,5,.S0 de flua9 es.
ta Casa da Misericordia, estao ex- soas forras, ou escravas, para o servico de
postos a venda na praca da In le-
pendencia ns. l3 e i5, loja de
cnlcado do Arantes e na rita da
Cadeia do Keclc n. 4^ 'ja de
miudezas de Jos Fortunato dos um andar n. 14, engomma-se.e lava-so, to-
o n _.- I,i._:, j_ 1 da qualnlado de ropa; bem comocose-se lo-
SanlM PortO t a stima lotera (la d, coatura, tanto de alfaiate, como parase-
Cultura de Amoreiras correu no nhora.com perfoicoe gusto, tudo por pre
primeiro do corrente mez, e a 55 .m"is.e?Jnmodo' d,"ue cm oulr* "u"-
Arrenda-se um sitio em Santo Amaro,
com muito boa casa, fruteiras e pasto para
8, ou lOvaccas: quem o pretenler, dirja-
se a ra da Gloria n. 70
-- Na ra das Aguas Verdes, sobrado de
carregamento prompto, recebando o resto a
frele, e tambem passageiros, para o que tem
mu excellenles commodos : trala-secom
Rallar & Olivei'a, na ra da Cadoia do Reci-
to, armazem n. 12.
l'ara o t'.io de Janeiro vai sa-
bir com a maior brevidide possivel
o brigue nacional Vencedor,para o
resto da carga, passageiros e escra-
vos a dele; trata-ce com ocapito
Cleto Marcellino Gomes da Silva
ou com os consignatarios Novaes &c
Companhia : na ra do Trapiche
n.34.
Para o C'ear,
segu com muita brevidadea escuna nacio-
nal alalia Firmina, e sumaca Flor do Aoge-
I1111, pm torem os seus carregameutos quasi
promptos 111 loui ainda receber alguma
carga a frele, para oque podeentender-se
com Luiz Jos de Araujo: na ra da Cruz
11. Si._______________________^^___
Leudes._______
Ocorretor Miguel (larnoiro, fari leilfio
no dia lerca-fcira II do corrente as II ho-
ras da manhSa, lio seu armazem na ra do
Trapichen. 13 de diversos trastes novse
usados, um rico jogo de bacalella com o
ranno sobre pedra e seus pertences, camas
de ferio, louce, vldroa o oulros mullos ob-
jectos. ,..,..
--Jos RodriguesPereira fara leilao terca
elra 11 do corrente as 10 horas do da no
caes d*alfandcga deSOqueijosde pralo re-
centementechegadosd Holn la
Kslkmen irmSus fardo leilflo por inter-
vencSo o corretor Oliveira, de 77 fardos de
fumo de supe'lor qualidade, em lotes von-
tade dos compradores, sendo 47 fardos da
primeira, e 30 ditas de segunda sortea, Mia-
gadas di Bahii pelo ultimo navi; quinta-
feia, 13 do corrente as 10 horaa da manhSa,
pona do armazem do Sr. Antonio Annes
Jacome Pires, perto di Alfindega.
GuimarSeslicandi cargo do socio Victo-
rino a iii|iiiiI,k;.o de lodo o activo c passi-
vo da ext'iic a firma. Roclte de Pornam-
buco, 8 de m.ii de 1832.Victorino Jos
lo r. na. --Jos Francisco de Araujo Gui-
marSes.
O abaixo assignado, profes-
sor publico da cadena de instruc-
93o elementar do segundo grao ,
novamente criada no biirro de
Santo Antonio, avisa ao respeita-
vel publico, que tem aberto uula
na ra do Sol n. 1 1 : as pessoas
que quizerem matricular seus i-
lhos, pdem comparecer na sobre-
dita casa, das 8 horas da manhSa ,
at o meio dia, e das 2 da tarde at
as5.Miguel Archanjo .Muidlo.
Fernando Jos da Rocha Pinto, remelle
para o Rio de Janeiro, oaseusescravos Cun-
alo, creoulo, de 11 annos de idade ; l.o-
nnlo, pardo, de 22 annos, e Francisco,
creoulo, de 40 annos de idade.
Precisa-se ae um homem, que falle al-
gunsediomaaestrsngeiroSj ao monos o in-
glez, para um hotel: quem estiver nestas
circunstancial e quizer, dirija-se 1 rui da
Cruz n. 34
Francisco Gomes de Carvalho, vai a
Europa, traa r do sua saude, e deixa por seus
procuradores, a seu irmto, Bernardioo Go-
mes da Carvalho, Manoel Joaquim Gomes, e
Justino Pereira de Farias.
U Sr. Antonio II a/ilin 1 de llollanda
Cavalcante, tenha a bondade de apparecer
na loja da ra do C'espo n. 10,1 negocio de
leu mleresse,
Precisa-se de umi ama, para cozinliar:
no aterro da Boa Viata, fabrica de charutos
0.77.
Precisa-sel de um canto de rii a pre-
mio, de um por cenlo ao mez, e por lempo
de um aono, sobre bypotheca em predios
livres e desembaragado : anuuncie, oudt-
Mji-se a ra do Itngel, loja n. 54.
quor parto.
Bons bocados.
Na esquina da ra das Cruzes, sobrado de
tres andares, uefroole da praca-da Indepen-
dencia, no primeiro andar fazem-se com
peil'-icio casseio, toda qualidade de doces,
de ovos, bolos, pudins, e os bons bolos de S
I J080, bem enfeitados; assim como toda a
' qualidade de assados, presuntos de Oimbre,
lombos, eaves cheias, pstela de nata, tor-
tas, crema queimado, e ludo mais perten-
, cente a mesa do docos, ludo por proco corn-
il 1 Santa Caso da misericordia li-
cava a correr no dia 11 do pre-
sente mez; as listas de ambas de-
vem chegar no dia 30 pelo vapor
da companhia brasileira, 011 no
dia 2t pelo vapor inglez Teviot.
Sio inmediatamente pagos todos
e quaesquer premios das rcfcrdis
Inicias as loias cima mencio- modo
nadas, logo que se receberem as1!
listas.
Bilhetes
Meios
Quaitos
Oitav s
Vigsimos
33,000
11,000
5,5oo
3,800
i,3oo
;> Ignacio Luiz de Briio Taborda, nSo "];
a> quizera mais chamar a alleugao de *
il> seus'levo lores polo jornal, mas O es- *

que u9o qmzera usar, e portanlo ro- ^
' quecimento dos mesmoso fazem no-
Z vainente lancar mSo deste meio de
Precisa-se de qualro olliciaesde charu-
loiro de orregacSo, nagaodo-ae 180 rs. o
cenlo .-na ra do Cocho o. 14, achara com
quem tratar.
Jufio Antonio de Araujo e Bernardino
Lopes de Oliveira f.zem scieote ao respeita-
vel publico, e principalmente ao corpo de
commercro desta praca( que se actiam es-
labeleci los com loja de f*zeo las na ra do
Queimado n. 47, gynndo sobre 1 firma de
Araujo & Oliveira.
Daaeja-se fallar com o Sr. Paulino Be-
zerra de Mullo e Andrade Lima, a negocio de
seu interesse : no paleo da l'enha, oefronle
do convento, sobrado.
Pomoiateau, roga ao Sr. Francisco de

a. ga a todos os devedores do Uado
a*. Antonio da Cunta Soarea GuimarSes, ;
Jul Joaquim de Frailas GuimarSes,
e Viuvi Freitas Guimarlea, venham 2
solver seus dbitos ain o fim de abril *
*a> proiimo.lnolim docujopraao passa- 2
a> r a publicar seus nones por exten- 2
" 50, e uzarde seus direilos; e nessa ^
occasiSo 11S0 poder nenhum dos di- S. tos doveres apresentar motivo de *
a> qunlxapor alegaffio de ignorancia. a>i|l*b Uabaixo assignado, fu sci-
ente aos seus devedores, que at
o (tu de maio, queirum vir liqui-
dar o que Ihe devem, e lindo este
praso, eutao nao haver queixa na
AihuqiierqueMiraiihso.do e.'igeuiio ciiiipa- ublicaco dos seus nomes. An-
po, dedar-lneuma rosposla uifiniti va sobre j?;,\.a snfi f'.uimarp-i
o negocio queellej Ihe mencionou. 1 ton, da -Un8 Ooaros Uuimaraes.
Pommateau.roga ao Sr. Coelho que le- Francisca Lina de Oliveira Sanlos.pro-
va uma venia noMaiiguiuho, de ler 1 bon- fesiora pirticulir do primeiro grao elemen-
dade de passar na sua loja para fechar o ne- tar.faz acianto aos pas de suas alumnas,qoe
mudou a sua residencia da ma Nova n. 19,
para bairro do Reciio.praca du Corpo San-
to n. 17,segun lo andar.e alii ae acha promp-
ta para receber as mesm.s.assim como outrai
mais que se quuorem utilisar da sua prolis-
.1u, que ler principio no dia 10 do presen-
to mez de maio.
Aluga-ae um armatem, oucaia terrea naa
ruaa argulolea: iraveaaa da Madre de Dos, *-
inorlin, Muda, L.ppa.ou Coala; afallar nolar-
go da^aaaeinbla n.
Uptima casa de negocio,
Traspassi-sea chave de urna casa da ra
Direila em ptimo lugar para qualquer es-
tabeleciment de porta abei ta,a qual tem ar-
niacio,3 portas du fenlo,3 quartos, coziuha
fora, slito, quintal, cacimba e portSo para
outra ra: esta casa tem uma loja de couroa,
porm codo se com elles, ou l armario
na ra Direila n. 53.
Antonio Francisco Martn* de Miranda,
exporta para o Rio de Jineiro, a la escra-
vi Caellna, de nafflo.
gocio que elle bem sabe.
F. Sauvage, vai fazer uma viagem 1
Europa, edeixapor seus procuradores du-
rante a sua viagem o Sr. Chuwol, o os Srs.
J. R. I asserre & Companhia.
Pommateau.roga ao Sr. Leandro Caval-
canli da Silva GuimarSes, de vir buscar uma
nrdem que elle deixou ns sua loja, no dia
14 de aeiembro de 1819, quando o dito Sr.
foi para o engen 10 Sibn du Cavalcauti.
l'iecisi-s: de urna ama para casa de fa-
milia, que 11S0 beba agurdenle : na ra do
Hospicio c isa n. 17.
No paleo da Ribeira deS. Jos, sobra-
don. 14 na loja, lava-so e eingoma-se,
com toda perfeicSo e aceio, e por preco
cumullo.
- Precise se de uma ama para o servico
de compras e eogommado, de uma casa do
duai pessoas de familia: na Ponte Velb
n. 14.
-- Na ra larga do Rozario, padaria o. 48
precisa-se de um bom foroeiro.
Jos Alves da Silva Guima-
rSes faz scienle a quem interes-
sarpo.ssa, que achaudo-se venci-
do alguns penhores, pa-sar a ven-
de-los, no caso que no praso de 8
ili ,s da data deste seus donos os
nao tirarem.
Ocaulelista Souza Jnior continua a
pagar us premios sabidos em sois cautelas
bilhetes vendidos em sua loja do ferragens
na ra do Queima lo n. 37-A- e tem exposto
a venda pelos precos abaixo as suas camel-
las e bilhele da 7*. lotera do Rio de Janei-
ro a beii' licio da empresa da cultura d'amo-
reiras bicho da seda cujas listas devem che-
gar no dia 19 ou 20 do corrente pelo vapor
hrasileiro ou inglez, recebe em troca bilhe-
tes premia.los.
Bilhetes 22,000
Meios 11,000
Quartos 3,300
Oitavos 2,800
Vigsimos 1,300
-- Procisa-so 110 um mestre de barcada pa-
ra lomar coma de uma prompta a sair para
o Sul, quem que se echar as circu stan-
cia e liver conhecimento da oosla da Pa-
rabiba al Macei e der conhecimento da
sua possoa, pode dirigir-so a ra Larga do
Rozario n. 18. que achara com quem tratar.
D-sc duzehtos mil rs. a premio do 2
por cenlo .10111-/ sobe penhores: quem
precisar procure no prioioiro andar da casa
u 49, ou annuncie.
No dia Sdocorrenle furlaram de um
quinal de uma casa em Olin ia, um cavallo
cxito quasi preto.sem signal iiuuhum bran-
co, grande, mullo novo o castrado : roga-
se as autoridades policiaes, ou qualquer
jiefsoa que o poss apprehender, quo avise
por este Diario, ou entregue na rus do Gres
po n. 17, ou a seo propriu dono em Olinda,
Pedro Cavalconti .Vanderloy.que ser gene-
rosamente recompensado.
|) i/ahcl Ma>ia de Mello, avisas lodos
oscredoresdo seu casal, que por falleci-
mento de seu marido o tenenlc-coronel J080
Filippe de Sou?a LeSo, so est procedendo
ao Inventario dos bens do mesmo casal, e
por isto deverio mandar Justificar por va de
libello os seus dobitoi para se Ihes separar
den. para os seus pagamentos, e isto no
mais breve espaco le lempo possivel.
Precisa-so de uma mulher, que seja de
boa conducta, que queira prestar alguns
servicos, e ao mesmo lempo servir do com-
panhia a urna senhora, tSo somonte pelo ne
cessario : quem se echar em laes circuns-
tancias, dirija-se a esta typographia, que
instruir-se-ba 1 respailo.
Grande forluna.
Traspassam-se 210 p Irnos de terreno rn
X' to, por junto ou a relilhu, para quem qui-
zer idilicar, 00 o 200 palmos de fundo, em a
nova ra junto a ig eja de Santo Amaro, con-
forme o novo plano da o mura; pigando-
sanacSo 25res de loro; cujo lugar be
hoja preferido para aepasaarem os mezes
de calma, e mesmo para se habitar anousl-
mnnte. om nsSo di silubridade recouho-
cida por todos os habitantes d'alli: I fallar
cum o seu proprietano, na ra larga do
li'i/.-ii 1, n. 2, p uno ro andar.
Aluga-se urna prole escrava, para osar-
vico interno de casa de familia, a qual he
muilo zelosa, para tratar enancas: a tratar
na ra dnQueimadu, loja de ferragens de
Jos Rodrigues Ferreira.
-- Os senhores que devem contas ja anti-
gs, na loja da ra do Crespo, de Jos da
Silva Campos & Companhie, mendem pa-
ga-las, esperando que assim o facam, para
nos poupar o desgosto de os mencionar por
este Diario, sen excepcSo depessoa, o 111-
lepen lento disto serSo entregues a pesaoa
para as obrar judicialmente.
Precisa-se alugar um sitio perto da pra
ce, que tenha planta de capim, e bastantes
arvoredus de fructos : quem liver dirija-se a
praca de Independencie n. 12.
O Sr. Manuel Vez de Souzi LeSo, fei-
tor, ou levrador deengenho, mande piger
uma letra da quentia do 48,560 rs., vencida
em 18 da noveuibro de 1849: oa ra do Cre-
po 11. 1 3.
ftsioiavsiidtVAasttS'WK
Pitillo i a i K 11 o 11 x. de 11 lista aj
fruncez, offerece seu prest-
dio ao publico para todos os a>
ini-ti(- de sua iiroflsxao :
pode ser procurado a qual- #
quer liot-sv e ui sua casa, na 4
ra largadoRozarlo, 11. 36, aa
*> segundo andar. m
No pateo do Carmo n. 10, preclsvase
de uma ame forra, ou captiva, para seri-ra
uma pessua ; paga-ie bem, com tanto que
compre, cosinhe, eengomme.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 30:000,000 de rs.
Na loja de miudezas da praca da
Independencia n. \, ven !cin-se bi-
lhetes inteiros, meios, quartos, oi-
tavos e vigsimos, a beneficio da
7. lotera das Amoreias ; ditos in-
teiros, meios, quartos, oitavos e
vigsimos, a beneficio da 55. lote-
ra da Santa Casa da Misericor-
dia, vem as a listas no primeiro
vapor do l'io.
Aleias cruas.
Vcndem-se na ra do 0>bug n. aucoi
de 11,oa- cruas a 3,000 rs. cada um, ditos de
listras a 3,200, ditos muito liana pan senho-
ra 5,000 rs., assim como um snrt'mento de
ditas do monillos e meninis por preooi mui-
to commodus.
Caixas pura alineles.
Vendem-sina roa do Cabug n. 6, caixas
domadas o planudas com um sahonetn mui-
to lino, pelo dimioulo preco de 800 rs. cadl
uma.e ditas de pao i400rs.
Ricas franjas c trancas para
tnan'eletes.
Vendom-se na ra do Cahug n. 8, luja
do barateiro, franjas e trancas pretal da to-
das as larguras por precos mais commodos
do que em outra qualquer parlo.
Cartas finas para voltarete.
Vendom-se bnralhos de cartas a 500 rs.
proprias para voltarete : na ra do Cabug
0.6.
Ricas charuteiras.
Vendem-se na ra do Cabug n. 6, ricas
charuteiras a 2,000 rs. cada uma, ditas mais
ordinarias a 180 rs., ditas pequeas a 240.
Ricas fitas de veludo.
Vendom se na na do Cabug n. 6, filas
de veludo lisas eebertaa a 1,280 ri, assim
como um surtimonto de flvelas para as mes
mas.
Linbasde carriteis de aoo jardas.
Vendem-se oRas de carriteis de 200 jar-
das du todos os nmeros a 90 ) rs. a duzia,
ditos de 100 jardas a 300 rs.: na ra do Ca-
bug n. 6.
U barateiro da ra do Cabug.
Vendem-se na ra do Cabug n. 6, l"|i de
raludez-s, os mais ricos pentes de coco imi-
tando a larteruga a 1,280 rs., diios mais in-
feriores a 720 rs.,dito ditos a 280, ditos para
alisara 329, ditos de marlim a 300 rs.; a el-
les que se esiSo acabando.
Oh que pecliincha.
Voii'loin-s ni ra do Cabug n. 6, luvag
de !i, cal a 500 rs. o par, dilas ditas a 720,
ditas ditas com bololas a 1,0 ><) rs ditas de
ponto invlez para homem a l,6u0,ditas ditas
il 'oiio de cores proprias para montara a
1.28J, e o 111 um loque de mofo a l.ono rs ,
dilas d'las com requifes e belutis par se-
nhura a 1,500 o par.
Luvas fio da Escocia.
Vondem-so na ra do Cabug n. 6, loja
do barateiro, luvas fio da Escocia a 300 rs. ,
s 'in mofo ilgum.
Cheguem antes que se acabe.
Vendom-so capachos do todo os tami-
nhos 1 56o rs. cadi um : na ra do Cabug
n. 6.
Cordas para violSo.
Vendem-se na ra do Cabug n. 6, cordas
oara violSo, muito novas, por presos com-
modos.
Ricos de largura de palmo-
Vendem-se na ra do Cabug n. 6, bicos
de largura de palmo e mais largos a 640 rs.
a vara, ditos pouco mais estrello a 500 rs,
ditos de largura de meio palmo a 320, ditos
de 4 dedos 210 a vara.
Rrinquedos para meninos.
Vendem-se na ra do Cabug n 6, brin-
quedos para meninus, baratos que admira :
a elles que he para acabar.
Vendem-se ni ruido Cabug o. 6, le-
souras muito linas, proprias paia costura a
ii.'i) rs. c da uma, ditas maiores a 460 rs., a
ditas grandes para cortar costura a 480 rs.
cada urna. < ,
Franjas para cortinados.
Vendem-ie ni ra do Cabug n. 6, franjas
de beiotas a 4,000 rs. cade peca, dilas som
balotas a 3,000 rs., dilas estrenas para los-
illa a 100 rs. a vara.
Vcndem-se na ra do Cabug n. 6, bo-
1 .es de-madroperola, muito linos a 560 rs. a
groze, assim como um sortimento de miu-
dezas, proprio para booalelraa o mscales,
tudo por precos baretos que admiram.
Ven 10-30 urna piola com algumas ha-
bilidades : a tratar no segundo andar do
sobrado o. 18, porcina da veada, atrada
matriz de S. Antonio.
Vendem-se bocetas de doces seceos :
na ra do Hospicio n. 15.
Compras.
-s
Compra-ae uma escrava moga
ta, que nlo tenha vicio de fugir e bber,que
lanua iiabilidadea.ou mesmo sem ellai,com
linios e tea elles; paga-se bem : ni ra di
Concordli n. 4.
Cafivtdo mofado.
Vendem-se sapatos de couro de
lustre, para senhora a t,Goo rs. ;
ditos de marroquim de crese pie-
tos a 800 rs.; sapatinhos com col-
seles de verniz a S20 rs. : na pra-
9a da independencia n. i3 e i5 ,
loja do Arantes:
% Palitos teitos.
{Na loja do sobrada imarello na ra V
do Queimado o. 29. conliun a ter pa- 5
9 revender um bomaorli nenio depali-
tos de pao preto eda cor, 01 melho- 9
0 res que bi no mercado e por preco 9
aa minio em conta. tjp
-- Veude-se corles de Calca de cesemire
padrOes escuros e muito modarno,pelo bara-
tiasimo pn co de 5/000 oada corte : na ra
robus- do Queimado loja do lobndo amirello
Vende-se uma escrava de nacoo por
preco oommolo : na rui di Cruz loja de bar-
beiro n. 53.


M
\radoB de ferro.
Ni fundido da Aurort, n S. Amaro,
veOde--e aradosde rerrode diversos mo-
delo. .. a
Cortes de brinide linho, ai,aoo,
,i4e a,ooo rs.
Vendern-s* corte de brim pardo, dell-
Dho puo, t l.MO '! di < ores om
listr.s de bom gota_ 8.940 rs. ditos de
brina amarellos, 8.W0 rs.; corte de cals.
de rcdo de hoho de listr, a 790 ".;-
eacempinada par corlmadoa, coro 8ira-
vara, 9,400 r. i peca.
Novo sortimento de panos finse
casimiras de todas as quali-
dade.*.
Na ra do Crespo, Ioja da esquln, que
rolla Pr Cdei, vendem-se panno pre-
to, i 8,800. 3,200, 3.S00, 4,000 e 5,000 r. o
codo; dilo francez, multo aupenor, a
6.000 rs.; dito verde, a 9,800 r.; dijo azul,
a 800, 3,500 e 4,000 rs.; dito crdc rap,
-2,800 r. corte de cals de casimira pre-
t infestada, a 5,000 e 6,000 r. ; dit ftan-
ceza elstica, 7,500,8,000, 9,000, 10,000 e
11,500 r. rja preta, a 9.400 r. o covdo
dita hespanhola, a 9,800 ra., e outras mu-
tas faiendsa por precos conin.odos
^tiota^
DA
iG^[/
4
SALSA PARRNDJ BRISTOL
salsaIarEIeIajids.
Aos amantes das do-
curas da vida.
Offerece-se, na ra da ('-
i deia do Becie n- a3, um fi-
fi no meio de satisfazerem seu
J apurado gosto dando-se-
{ Ihes a troco de algumas mes-
/>quinhas patacas, o excellen-
5 te c delicado doce debacur.
Ghegou rescenlemente do
MaranhSo he da melhor
ualidade que ha e teni vin-
10 era latas, mu proprias
J para a sua conservarlo, tor-
fe' na-se tambem por isso objec-
5 to de grande consideradlo,
para as pessoas que desejam +
mandar presentes deste ge- <
ero para a Europa
A Ih parrilha dellristol data desde 1839, e lent constantemente mantido sua reputa-
cao, sem necessidade de recorrer a pomposo annunclos do que ai prepararles de m-
rito podem dwpeusar-aj. O sucosso do Dr. Bristol tem .provocado infinitas invejas, p
i-ntre outras, as dos Sr. A. K. D. Banda, de New-York, preparadores e propietarios o
alaa parrilha condecida pelonomede Sauda.
Estessenboressolicitraoem 1848 a agencia de Salsa parrilha deBriatol,acorn nao
o pudessem obter, fabricarflo urna imitarlo de Bristol.
Eis-aqui a carta que os Srs. A. R. D. Sands eacreveram ao Dr. Briatol, no dia 90 de abril
de 1849, e que se cha em iiosso poder :
' Sr. Dr. C. C. Briatol.
bfalo, etc.
Nosso apreciavel snhor.
Em todo o auno paasado temos vend lo quantidtdes coiiderveia do extracto de
aalaaparrilhade vm. e pelo que ouvimosdizer de suaa virtudes iquelles que a tem usa-
do, julgamos que a venda da dita medicinase augmentar muitiaaimo. Se Vm. quizar
farer um convenio comnosco eremos que nos resultiria multa vantngem, tanto a noa
como a Vm. Temos muito prazer que Vm. nos responda sobre este assumpto, e se Vm.
vier a esta cldade daqui a um mei, ou cousasemelliante, loriamos muito prazer em o
ver em nossa botica, iua do Kulton n. 79.
Ficfio as ordena de Vm. aeus seguros servidores.
(Assignados) A. B. D. Sands.
CONCLUSA^.
1.' Aantiguidade da aalsa parrilha de Bristol, he claramente prova la, pois que ella
data desde 1832, e que a de Sands sppaiecau em 1842, poca na qual eate droguis-
ta nSo pode bler a agencia do Dr. Bristol.
9.* A superioridade da salsa parrilha de Bristol he inconteatavel, pois que o3o obs-
tante a concurrencia da de Sands, e de urna porc,So de outras prepararles, ella tem men-
tido a aua reputaco em quasi toda a America.
As numerosas experiencias feita3 com o uso da salsa parilha em todas as inferan la-
des originadas pela impureza do sangue, e o bom xito obtido nesta corte pelo lllm. Sr.
Dr. SigauJ, presidente da academia impeiial de medicina, pelo lllustrdo Sr. Dr. An-
tonio Jos Peixotoem sua clnica, e em su afamada casa dcsauJena Gamboa,pelo lllm.
Sr. Dr. Saturnino de Oliveira, medico do eiercito, e por varios oulros medico*,, per-
mute-hoie de proclamar altamente as virtudes elcazes da salsa parrilha do Bristol.
Venie-se a 5/000 o vidro ; na botica de Sr. Jos Maris Connives Hamos, ru-
Quarleis pegado ao (Juartel de Polica._______________________
t
dos
M
Superior tarinha de S. Matheose
muito nova,
Venda-sea bordo do hiale Caprichoso, fun-
diado em Trente do caes do Ramos, e na ra
da Cruz n. 34.
Deposito de panno de algodao da
febrica Todos os Santos da Ba-
nbia.
Yende-se por preco commodo
o bem conhecido panno de algo-
dao des'a fabrica ; em pessa,
vontade do comprador: no escrip-
torio de Novaes & Companhia, na
ra do Trapiche n. 34.
Vende-se um cavado grande, rufo, bo
uto e proprio para carro : na eslraila da
forre, no sitio do Sr. capitio de artilharia,
JoSo Ribeiro Pessoa de Lacerda, onde se po-
de ver e tratar.
* Moinhos de vento
com bombas de repuxo para regrar hortas
o bailas decaplm na fundicSode Bowmaux
6. M. Calbem: na ra do Brum ns. 6, 8 e 10.
'"II-'K -T i'.n.ii-M iumiI>i:i-r
osorap '8apuj|* ap aumbsaap maziuua
ou ; B)b'|A a ojiaqujp 'nits spao -sj 009*6 I1
'aSepj op t-iiujjuj jouadtig
Vende-se um terreno na ra da Aurora
rom 50 palmos de frente e 280 de extensfioi
tundo caes de lijlo a beira mar, fleaodo en-
tre a casas doslllms. Srs. GustavSoJol do
llego e Francisco Antonio de oliveira os
prelendentesdirijam-se a ra das Torres n.
8, primeiro andar.
CHA l'RETO.
Vende-se superior cha preto,
em caixas de 3o libras cada urna
em casa de J. J. Tasso Jnior, na
ra do Amorim n. 35.
Vendam-se no becco do Goncalves, ar-
mazem de uoaue Youle & Compannia, meias
barricas com superior farinha de trigo.
Moeiulas superiores.
Na fuodicao de C. Starri Companhia,
o.n S.-Amaro, acham-sea venda moendas
de canna, todas de ferro, de um modelo e
eoust ruccSo muito superior
Siniao de jNantua a
800 rs.
Vende-se a historia de Simio de Nantua,
a 800 rs. : na livraria da praca da Indepen-
dencia n. 6 e 8.
* fBSVSCtftSVaSSflMSVBSSSV
ARADOS AMERICANOS,
g Vendem-se arados ame-
' ricanos, chegados dos Esla-
t dos Unidos, pelo "barato pre-
'; 90 de 40,000 rs. cada um: na
Jt, ra do Trapiche n. 8.
Taixas para engenhos
Na fundico de ferro de Jiow-
man &c Me. Callum na ra do
Brum, passando ochafariz, conti-
na a haver um completo sorti-
mento de taixas de ferro fundido e
batido, de 3 a 8 palmos de bocea ,
as qnaes acham-se a renda por
preco commodo e com prompti-
dao, embarcam-se, ou carregam-
sc em carros, sem despezas ao com>
prador.
Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente inglex: na ra
da Senzallu Nova n. \i.
Vendem se es lampas muito
finas, em fumo, proprias para qua-
dros, por preco muito commodo :
na ra do Cabug, loja de miude-
xas do Goimares.
fotasaa americana.
No antigo deposito dacadels velln, n.
12 existe urna pequea porreo de putaasa
americana, chegada recentomente que por
auperior riralisa com adaRussia: vende-
se por preco razoavel.
Vende ae urna amarra de linho por to-
do preco ; urna porfi de caixOea de ruina
de landres que forSo ds f.zendas.e urna por-
{So de paos de slcupirs, taboaa de amarello
costadinlio na ra da Cadela do Recite
n.**.
Sebo purificado.
Vende-se sebo purificado do RioGrando,
o melnor que aqu tem vindo por prreo
mais comino lo do que em quilquer nutra
parte, tanto em porfo, como a retalhn, e
velas de carnauba, o mais barato possivel:
na ra do Apollo, no armazem de Antonio
II. Rodrigues.
Vendem-se dous pares de mangas de
vidro, lisas : na ra da Hurtas, sobrado de
um andar com varanda de ferro, a. 70.
Vende-se urna escrava.creoula,moca e
linda figura com as habilidades de engom-
mar e coser : na ra larga do Roaario n. 22,
segundo andar.
Villa de Guimaraes.
Vende-se urna heran^a em Portugal, na
villa deCuimsraes.no valor de 226,11 j,(Mus-
anle de um formal de partilhas sendo
193,800 rs. em bensde raz : quem preten-
der dirija-se a ra do Queimado, loja do so-
brado amar -lio n. 29, que se Iho dir quem
vende.
-Na ra Velha n. 8l,vendem-se por menos
de seu valor asseguinies obras: rtolan--ex-
plicac*.o histrica da instituas de Justiniano
2 volumes ; o mesmo autorhistoria da le-
gislacSu Romana desde sua origem al a nio-
deina irgisla^So 1 volume; P. J. Prondham
da crea(9o da ordem na liumanidade, ou
pr lucidle s de orgaoisa(9o poltica,! volume;
o mesmo autor -- memoria sobre a proprie-
dade, 1 volume ; Lafuriere, 1 volume ; Saiol
Albn. 1 volume os carapucei;os eucader-
nados desde o I.* n. al o-ultimo, 2 volu-
mes ; diccionario novo de Fnseca.
Engenbo.
Vende-se um enguio moente e correte,
sendo dagua, distante da pra^a 4 l?goas,pro-
vido de 10 las as obras, e utencilius, com
boas terraa para planta^Oes de cana e rus-
sas, ptimo cercado e leudo urna extensSo
extraordinaria de trras, sendo mais das
tres parte urna mata virgom, na qual abun-
dilo as prucipaes madeiras para aenaiia e e-
(iilieai,o -s.e dista do embarque umquarlo de
legoa: os pretendemos dinjam-scao lllm, Sr.
JoBu Pinto de Lemos Jnior, o o mesmo dir
o motivo porque se vende.
Mmtas fazendas por pouco dinhei-
ro na ra do Crespo n. 6.
Cortos de b'im escuro do puro linho 1
1,440 rs., ditos dnlistra de bom gusto a 2,"00
rs., dito amarello a 1,800 rs. riscado de. li-
nho proprio para caifas e palitos a 200 rs. o
Ovado, panno fino preto a 3,000 4,000 rs. o
covado, pessas de dulas escuras cu n 38 co-
vados a 4,500, 5,000 e 5,500 rs., cambraia de
lilos com 8 112 varas a 2.400 e 3,500 rs. a pes-
sa, lencos de cambraia de linho a 400, 480,
e 560 rs. proprios para m3o, riscadoa assen-
tados em algodSo muitueocorpado proprios
para escravos a 160,180 e 200 rs. o covado,
zuarte azul com 4 palmos a 200 rs. o cova-
do, e muitas mais fazendas por prcfo com-
modo da loja cima referida.
Vende-se Hezina de angico de muflo
superior quahdade em arrobas a 5,120 rs.,
em libra's a 320 rs. : na ra da Cadeia do Re-
cita loja de ferrageus n. 53.
Vendem-se csixinhas com 120 duzias de
carrlleis da linha de 200 jardasmuilo supe-
rior asa qualidades de na. 40 a 150, por 800
rs. a duzia o de na. 12 a 120 por 700 rs. : ns
ra ds Cadeia do Recife loja de ferrageus
a. 53
Vende-ge feijfto mulatnho, muito no-
vo, em Mecas de aiqoelre, medida volba, a
9,000 rt. a aacc : na ra da Cadeia do Re-
cite n. 49, segundo andar.
Deposito de cal virgem.
Cunba & Amorim, na ruada Cadeia do
Recite,n. 50, vende-se harria com supe-
rior cal em pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos prero do que
em outrtqualqner parte,
(jasa de commissSo de escravos.
AGENCIA
da fundico Low-Moor.
RA DA SENZAI.LA NOVA SI. 49-
Neste estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, macbinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
Na ra da Cruz o. 33 armazem de
l.uiz Jo de Sa Arujo, vende-se larinha de
mandioca le s. Matneu, a preco del,800 rs.
oalquoiro, da medida velha, isto para aca-
bar e fechar cuntas, e tambem vende-se em
sacca de alqueire a 2,200 rs.
Na ra da l'ruz n. 33, vendem-se aac-
cas muito grandes, com feijSo mulatioho ,
chegado du Aracaly, nu hiato Duvidozo, a
9,000 rs. a scca ; caixas com superiores ve-
las de carnauba, composlas que parece ea-
permacete, a 10,000 rs. a arroba.
Grande porco de lazendas baratas,
na ra do Crespo n. 1 '\, loja de
Jos Francisco Dias, a 160 rs. o
covado !
Vende-se urna grande porreo de chitas
muito fixas, do novos padrOea, cuo um pe-
queo toque de mofo, a 160 rs. o covado ;
ditas escuras cores do caf e do vinho, e ou-
tras mais cores muito flxas, a 200 rs. o cu-
vado ; ditas as mais Tinas que temappare-
cido no mercado, tanto em pannos, como
as tintas, fazenda do ultimo gosto, a 240
rs.; nacidos francezes de quadros, fazenda
muito Oa, a 200 rs. o covado ; corles de
ahita francezas, com barra, a 3,000 rs.; ma-
rinos pretoa de superiores qualidades, e
1,800, 2,500, 2,800 e 3,200 rs.; linissima al-
paka preta e de cores fazenda propria pa-
ra palitos, a 640 rs. o covado; algo lu azul
muilu largo, a tliOrs. ocovado; pecas de
bretanha de rolo, com 10 varas, fazenda
muito encorpada, a 1,800 rs. a poca; assim
como existem 'outras mutaa fazendas, por
procos mais baratos do que em outra qual-
quer parte: de tudo se arSoamostras,
deixando seus competentes penhores.
A i,44 rs-
Venha comprar
Quem livor precisSo,
Os muito acrcdiia les
Cobertores de algodao.
Na loja da ru do Crespo, que volts para a
Cadeia, vendem-se os bem conhecido co-
bertores de tapete, para escravos, pelo m-
dico preco de 1,410 rs. cada um.
Chumbo de municSo.
Vendo-se chumbo de municllo muito bam
sortido, em lotes de 12 quintaes e meio, e
25 quintaes, conforme a vontade do com-
pradora por prer-u commodo : no eaenpto-
rio de E luardo II. Wyalt, ra do Trapiche-
Novo n. 18.
Vendem-so amarras do ferro: na ra da
Senzslla Nova n. 42 -
Vendem-so os verdadeiros solios in-
gle/es, patente, de molla e sem ella': na
ra daSinzalla Nova n. 42.
-- Venle-se um loja de muios em muito
bom lugar da ra Direita com propor^Oes pa-
ra outro qualquer negocio; como loja de fa-
zendas, venda e casa de deposito de gneros,
tem commodo pira familia, quintal e 1 or-
ino para a ra da Assumpc9o : quem a pro -
tender dirija-se a meama ra Direita n. 55.
Grande labnca de chapeos de sol,
de J. Falque ra do Collgeio
n. 4.
Neste novo estabolecimento recebeu-ie
um novo e lindo sor tmenlo do chapos de
N. 39 A.
Vendem-ae na ra estrella do Rozsrio,tra-
vesa para o Queimado, deposito n. 39 A,
Islas da muito acreditada bolachinha de
araruta, pelo diminuto prego de 2,100; tcm-
bam continua-se a vender biscoltlohos, fa-
' liase bolachlnbas de araruta,a retalho.tudo
omito fino e qua se pode apresenlar em urna
mesa de chi aem escrpulo ; vendem-se
biscoitos doces e aguados de boa farinha e
de dilTerentes tamanhos; tambem aa muito
boas bolachinha americanas quadradaa das
pequeas e tambem maiores para 240 rt.
libra, bolachinha do regala e de leite e
mais diversas, tudo por commodo prego.
-- Vendem-se tres bonita escravasde22
nnos, com algumas habilidades, um preto
serraiior, um casal de oseravo de mei ida-
de, sem vicio e de muito boa conduela, p-
timos para trabslbar em algum sitio : na
ra das Larangeia n. 14, segundo andar.
Transparentes para jmila.
Na loja de CuimarSes & Henriques, ra do
Creapu n. 5, vendem-se transparentes chega-
dos ltimamente de Krarifa ; esta fazenda
est sendo preferida Veneaianas tanto pe-
la sua bo qualidade como pelo lindo de-
senlio com vistas pitoresca. Vendem-se o
mais barato posaivel, que a vala da fazenda
os preteodenies nao deixarSo de comprar.
Farinha de trigo
SSSF.
Fontana.
Galega.
Haxal.
No armazem de J. Tasso J-
nior, na ra do Amorim n. 35.
Vende-se urna preta que cosioha, en-
gomma, he vendedeira de ra, e faz o mais
servico de casa ; urna mulatinha de 18 mi-
nos cum muitas habilidades, cuja studese
afflanca ; e urna muala de 28 annos com al-
gumas habilidades : os ra larga do Rozario
n. 35, loja.
#y Funileiros. -A
Vende-se alenda no pateo do drrno n.
5, com armarSo, ferrameula para dous ofli-
ciaes, e algumas obras : na ra Nova n. 33,
ge dir quem vende.
Vende-se a typographia do
Diario Novo, propriedade di Viu-
va Roma a qual est montada ,
tanto de bonstypos, como de pre-
os, e de todos os utencis necesa-
rios a urna boa typographia : ti a
ta-se com a proprietaria, na ra
da l'raia n. 55.
Continuase a vender mantoiga ingleza
nova a 640 rs., cha hysson a 1,920 e 2.240,
caf a 160 rs., sevida a 80 is., farinha do
Maraiihoa 80 rs., toucinho de Lisboa a 320
rs., liogoifa a 400 rs paios a 240 rs., bola-
chinha ingleza a 200 e 240 ra pafsas a 160
e 280 rs., traques a 200 is. a carta, carnauba
a 280 rs. de 6 e 9, espormacole de 6 a 610 rs ,
queijos novos frescaes a 1,200: na vend
nova n. 2 do pateo do carmo.
Vende-se na loja de loucs da ra larga
do Rozario tapetes de lila para vasos e Isa-
ternas, chegados ullimamento de muito
bom gosto ; na mesma loja se compra pen-
as para encher traviceiros.
- Vende-se urna mulata moca, boa mu-
camba : na ra da Cruz n. 9,terceiro andar.
Vende-se urna preta de 40 annos; cosi-
oha, lava de sabSo e faz brrela muilo bem-
na ra do Collegio n. 21, pilmeiro andar, se
dir quem vende.
Vende-se urna preta moca de nacIu,que
engomma, cosmha e lava de salmo: na ra
do Hortas n. 138.
Vende-se, por barato pre(o, um preto
moco : na rus do Trapiche, n. 30
Vende-se ndice alphabeti-
co de materias as quaes tem ap-
jilicicSo a legislara patria pro-
mulgada, at o lim do anno de
imSo coordenado pelo senhor
desembargador JoSo Joaquim da
Silva : no pateo do colleejio, casa
Elixir tnico
Anti-fleumatico,
Pelo Sr. Dr. Cuillie, medico d/faculdade
de' Pars, ruomliro de varias sociedades
medicas, assim nacionals como eatr.n-
geiras. cavalheiio da real ordem da l.e-
gAo de Honra de.
(Dupont, pliai-inaceulico, em Paria,
ra Tiiiui tonne n.' 14. )
O nico deposito verdadeiro deste elixir
he rstabelecido pelo mesmo autor na botica
do Sr. Jos da Rocha Prannos, ra Direita
n. 38, em Pernambuco.
O elixir anti-fleugmatlco he essencial-
mente tnico, reanima o principio vital e
di fn;a is Abras, destaca os humores vis
cosos, o precipita em baixo, aviva o ape-
tite a fortifica o estomago.
Ple-se a iiniins rr na mais tenra infan-
cia como na velhicn; nada he mais doce
que o seu effeito: funde, dissolve os ru-
mores e Ihes di saluda sem algum agita-
c,9o, sem suspender as occupac,es, nem
mudar os hbitos : se pode tomar deste clli
cazmente urna colher domanbSa em jejum,
oarliculai mente no invern e nos tempos
hmidos.
U asthmaticos, golosos, hydropicos,
aquelles cuja fibra lio mulle, licam satis-
fetos do seo uso ; bem como os que of
frem deflluxo catarral do peilo, zedumea
do estomago, syncopes e pili iiaco-s do
corac.Ho, clica, empingens, catarro da be-
Xiga, apoplexia cirrosa, rheumatismo, flu-
xns alvos, doen;as de leite as senhorss,
indigoatSo, vermes intestinaes as crianzas,
outras muitas enfcnni.ludes que seria lon-
go enumerar.
Este medicamento salutar V ni produzido
os mais favoraveis effeitos nos esos, para
assim dizer, desesperados. Desta aorte,
ilrsile seis annos foi presrripto por todos 09
mdicos Ilustres, e os sucessos qaotidia-
nos que obtem, tanto ero Franca como nos
paizes 1 s'.t -ngeiros, formam o melhor elo-
gio que desle poss fazer-se, e a pruva drs'e
he a gran le sabida que este maravilhoso
remedio tem tido nasproviurias do llrasil,
principalmente na Rabia e Rio de Janeiro,
onde ha tantas illustracdes medicas,
AVISO ESsCNCiaL
Deve-se fomente inleira conlianfa is gar-
laras que teem urna marca que leva a flrma
do autur, srmelhante mulla que se v em
balxo. lmlim, psn evitar o perigo das tal-
silica^Oes,os accidentes que po imam acon-
tecer, o arrasttr a cobica dos falsillcadores,
o publico he prevenido quo cada garrafa
di've ser acompanhada d'uma inslruccu i 111-
pre^S1 que indica a maneira de empregar
este medicamento, compilado pelo Sr. Cuil-
lie com a sua firma, e ia>pnso em Caris por
o Sr. Goelschy; cu roe eres essonciaes para
evitar a frau ie.
Tachas de ferro.
Na fundi;3o ds Aurora em Santo Amaro,
o tambem nu deposito na ra do Brum logo
i.a entrada, e defronte do arsenal de mari-
ntia ha sempre um grande sortimento do
tachas tanto de fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
queas, razas e fundas ; e em ambos os lu-
gares exislem guindastes, para carregar ca-
noas ou carros, livres de drspeza : os presos
sSo os mais commodos.
Bejouterias.
Kalkmann IrmSos ra da Cruz n. 10. rece-
boram pelo ultimo vapor inglez um novo
.o lmenlo de obras de ouro o mais bello
que tem viudo aqui como sejam ; inleiros e
meios a I- re; i?, brincos, alOnete, e brace-
letes com perolas, n sem ollas de todas as
qualidades, hotOes para camisa, e culi tes,
crrenles para rologio, anneis, canetas.com
lapis a pennas d'ouro, dejaos, voltas e bnn-
quinhos do coes, vidro e ouro proprio para
meninas.
Vende-se vinho de champa-
nhe legitimo e dff superior quali-
dade : em casa de J. Kcller &
CompaniVt na ra da Cruz n.
55.
Escravos futidos.
100,000 rs. de gratificarlo.
Contina a estar fgida a preta Fulicidado,
desde o illa 17 do maco prximo passido ,
tem os signaos seguinles:estatura regular,
lem falt de 'lentes na frente, marcas de pan-
no no rosto, cor nio muito preta, muito pro-
zista, levou vestido de chita ja desbolado,
panno da Costo usado, um taboleiro peque-
o em que andava vendando, tem por cos-
ime ter ropa fura e mudar quandosai
tem sido vista muitas vezes, urnas 00 Mon-
teiro, e outra em BeLiribe, lavando ropa de
ganho, edizendo que por mandado do su
seniora; tem sido encontrada junio com un
canooiru, que navega para Olimla, ella tem
a mu no engenho S. Cosme : roga-se, por-
tanto, as autoridades pollciacs e capujes de
campo, a sua captura, inda mesmo ella di-
zendo que uo esti fgida, e aleve- a aua
senhor, na ra da Cruz do Recife n. 35 1
assim como se protesta contra quem a tiver
oceultado e oohrar-se os dias de servico.
-- No di 25 de abril du crrante anno de-
sappareceu um eseravode nomeFlix,o qual
nunca veio a praca, de naco Moasambique,
cum os signaes seguintes: baixo, g'osso,
pernas finas, pi chato e malfeito, edr nao
mu preta, test alta, beicos rosa ios, don-
tes lunados ; tem um pequeo oroeo na
fronte, bem visivel; representa ter de idade
40 annos ; foi com camisa -do algodao a-
mericeno e caifa de hamburgo : roga-se por
tanto as autoridades policiaes e capitlea de
campo, a apprehemaododtoescravo. ede
o levarem i casa de seu senhor Manoel Fran-
cisco Duane, na cidadn nova de Santo Ama.
ro, que seri recompensado pelo seu trba-
Iho.
Desppreceu na noite de 13 para lido
paasado um escravo por nome Joflo (criou-
o ) levando urna cica de brim brinco com
listr so lado, 2calcas do case-ira de Cor, 2
collete de selim preto, 2 ditos de fustflo de
cor.chapeo preto de massa e camiaa de m>>
da polio; o escravo tem oaaignaeaseguinies:
ccr tulla,altura regular, reforcado docorpo,
urna ferids na perna direita do lado de fora,
um pouco cima do tornozello, representa
ter de idade 30 annos pouco mais ou menos:
roga-su as autoridades policiaca e mais ca-
pules de campo a captura de dito esciavo,
e de o levar au engenho daa Maltas a seu Sr.
Antonio do Paula Souza LeSo, ou a ra do
Vigario n. 9,armasem de Carneiro & Ramos,
que se gratiflcari generosamente.
Do engenho Vel 110 da freguezia de San-
to Amaro JaboaUo, deaappareeeu no dia
primeiro do crrante o escravo Jos, cabra
escuro, cabello ralos e nao muito torcido,
pouco barbado, ollios nSo grandes,naris um
pouco com pr i lo, o beico superior um pouco
pontudo e mais Saliente do que o inferior,
quandu- falla parece querer recharos olho,
estslur, e corpo regular e bem parecido,
pernas e ps bem fetlos, gosla muito do ba-
tucar e cantar, bebe agoardente.he carreiro,
e enlende do trabalho de casa de caldeira,
roi pelo Sr. do engenho cima dito, compra
doaoSr. Joaquim Manoel Barragrande, por
anlhonomasia, levou vestido camisa deal-
god9o da trra com letra de marca de linha
encarnada com a iniciaea 1 B : roga-se pois
as autoridades policiaes a coadjuvacSo da
captura do referido escrvo, e aos captSes
de campo pesquizem e prendan dito escra-
vo, que aondu entregue a seu senhor, o pro-
prietario do engenho cima dito Jos Frao-
Arados da fabricados Srs. Ranso- fS^SllSl^."Ml9gee'
me e 31aV Continua a estar fgida a preta Joaqui-
Propros para plantar cal-par canna de. _?* tadedo quarenla annos. e ja com ca-
Sol doa ltimosgostos, tanto de seda como
Vendem-se escravos e recebem- depaainho piara homens e senboraa, de ar-
niaclo de baluia e de asso que se vendem
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para lora della, para
o que se offerece muitas garantas
a seusdonos ; narua da Cacimba
n. ti, primeiro andar.
Deposito de cal e potassa
No armazem da ra da (Jadeia
doHecife n. ia, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa ebegada ltima-
mente, a precos muilo rasoaveis.
* Agencia de Edwin Maw
1 de Apollo n. 6, armazem de Me. Cal-
Companbla, acha-ae conalanlemeole
Umentoa de tai de ferro coado r
batale, tanto raaa como fundas, moendas In-
dia tedaade ferro para anlinaea, agoa, le
dllaa pazgtfrroar em madelra de todoa ei ta-
iiiaohoa^raisdelloa o mala moderno, machina
oriaooaMKara vapor, com for^a de 4 caval-
l.ia, couw. panadeirai de Trro ealanbado
Sata caaa de pulgar, por menoa preto queoa
ecobre, eacovens para navioa, rearo iogle
tanto em barraacomo efn arcoafolbaa. eludo
por menos preco que em outra qualquer par-
te ; grande sortimento de chamelote, sedaa
e pan i n los em peca do todas aa cores e qua-
lidades para aa pessoas que quizerem man-
dar cubrir armaedea servidas. Completo sor-
timento de ballas para vestidos espartilhos
para senhoraa, fazem-se umbellas deigreja e
concerla-se qualquer qualjdadi! de chapeos
de sol: todos osobjectoascima mencionados
ae vendem em porfo e a relalho, por preco
que agradar aos l'rcguezes a vista da qoali-
dde.
l'arinlia de mandioca.
Vendem-se saccas com farinha nova, che-
gada ltimamente do Ceari, a 9,000 rs. e
em lo'rs de 10 saccas para sima, a 1,800 rs.,
cada urna asee : no armazem ae J. J. Tas-
so Jnior: na ra do Amorim n. 35.
A Na loja l'emamhucana da ra do 0
0 Creapo o.lI,vendem-ae ptimo pa- %
0 tos e pernciras de borraxa, proprios f>
para a prrscnle eslaclo inveraosa. s>
8e#_j# *#*
iposlto Santos na Huilla.
Vende-se,em esas deN. O. llieberiC. ,
por barato preco. jna ra da Cruz n. 4, algodSo transado da-
-- Vendem-so 9 escravo, um de 35 an- Jqiiolla rabrica, muito propnopara saccoade
nos, e outro de 15 annos : na ra Velha nu-Jasaucar eroupa de eacravos, porprecoeom-
mero 54. modo.
ILEGVEL \
do livro azul, a 5,000 rs. cada
exemplar.
Chapeos de Chile.
Vendem-so ci apeos do Chile, superiores :
na ruado Trapiche n. 8.
Vende-se.
Urna canoa de carregar mil lijlos, ma-
delra de vmhatico em bom uso; na ra lar-
ga do Rozario, n. -24, primeiro andar.
PARA 08 SKNHORES DE ENCE.NHO.
Encorados da lo .a mu bem fetu e gran-
des, promj los alcatroados, para cobrir car-
gas de assucar, pelo barato prego de 4,000
cada um : narua doTrapiciie-Novo, n. 18
segundo anoar, a fallar com Jos Saporitlj.
Pelro Allain, ven le efsua coxeira de
cavallos a'aluguel, da ra da Senzala-Ve-
Iba n. 114.
-- Na ra das Cruzes, n. 2i, segunau
andar, venle-se um molatinho de 16 annos
e um o-cravo cabra de 30 annos, ufflcial de
carpina e um molecote para todo o servico.
-- V. ii'l.>-se, para qualquer armajo, II
caixilhosenvidracados, a 3,000 ris, 1 mesa
ro) a taboa de cima de amarello, por 6,000
ris, propria cara cortar qualquer obra de
atraate, na ra do Passeio Publ co, n. 9.
Na mesma casa vende-se 100 varas de renda
da trra, a 130 res.
fVVtffVtffffffffffft
s Deposito de tecidos da fabn- J
> ca de Todos os Santos,
* na Bahia.
Vondo-se om casa do Domingos Al- #
* ve Hatheua, na ra da Cruz do Re- J
9" cifen. 59, primeiro andar, algodSo *
[*" transado daqoellafalrica, muilopro- ?:
_ prio para saceos e roupa de esefa-
? vos, aaaim como fio proprio para re- ^
S dea de pescar e pavios para vellas, ^
%, por proco muito commo lo. {
*_***-,****&**** AAAAAA
Charutos da Bahia.
Vendem-se charutos da Bahia,
de dilTerentes qualidades : no ar-
mazem de Kalltmann IrmSos, na
ra da Cruz n. 10.
. Vendem-se saccas com fari-
nha de Santa Catbarina a a,a4o
rs. : na ra da Praia de Santa Bi-
ta, venda defronte da ribeira do
peixe, n. 1.
Vende-se a melhor rarinha de S. Ha-
theos, e chegado ha pouco a bordo do pa-
tacho Aracaiy, eempoicfio: a talar com
Manoel Dia na ra do Vigario 11. 14, ti-rcei-
ro andar.
fim casa de J. Keller & Com-
panhia, acha-se a venda vinagre
bronco, superior de Nantes, em
barris de 3 medidas.
Vinho de Champagne,
esuperior qualidade: vende-se no arma-
zem Kalkmann Irmaos Ra da Cruz, n. 10
I lll'er e liles model los n felOS na lll I ,1 el e I i
lada fabrica na Inglaterra ; sendo muito su-
periores a qualquer que tem vindo a este
mercado,o proprio para plantarem qualquer
terreno e de qualquer la'gura, por ter um
arranjo proprio para abrir e fechar 1 aiveca.
O bico, aiveca e sola destes arados pas.am
por um processo que da-lhe a consistencia
bellos brancos, be.de estatura baixa e ma-
gra, muito lea de cara; quando anda parece
que esl caindo proveniente de dores que
leve pelas juntas, tem na pilma da mo jun-
to ao dedo mnimo duas verrugas grandes,
esta escrava fui comprada ao Sr. Lodepelu
Sr. Joflo Evangelista da Costa, lem-ae lod
desconllanca que foi seduzi la o furtada, pois
do ac temperado da maneira que sflo de ella nflo costuma a fugir, e por aso se pro-
mnita duracSo, alm de que lem bicos de,ceJcr4 coa> lJ 8r da lea quom a livor
sobre-excellente: na ra do Trtpiche n. 14. iem seu, poder.por tanto quem a pegar leve a
" a ra Augusta n. 33.
3Iol(IUl'aS (lotiradaS -Desappareceu om mulato no t. do'cor-
, ... rente, de nome relisberto, com os seeuirt-
de todas os larguras : vendem-so no arma- I .in.. .i.. ...1.. a. --"" .' ""
zem de Kallkmann IrmSos.ruada Cruz n. 10.
Livros em branco.
Vende-se em casa de Kalkmann IrmSos,
na ra da Cruz n. 10, livros em branco che-
gados pelo ultimo navio. <
AVISO AO PUBLICO.
Na botica da ra do Cullegio n. 18, conti-
nuam-se a vender aa verdaderas e bem
conceiluadas pillas para bobas, cravos se-
cos, e dores venreas, por mais antigs que
sejam ; cujos bons cuellos confessam todoa
que deltas tem Teito uso. Dmii osicflo do
pharmaceulico SebastiSo Jos de Oliveira
Hacedo; e para conhecimento do mesmo
publico e principalmente de algumas pos-
sniis que n.lo eslejam ao alcance, o conhe-
cimento das verdadeiras piiulas, se faz pu-
blico por asto aviso.
l'rensas para farinha.
Na iundicSo da Aurora em San-
to Amaro, eno depozito da mesma
na entrada di ra do Brum 0-
cham-se venda machinas paro
imprensar latinha de mandioca, e
outras para espressSo do oleo de
mamona, de urna invencao intei-
ramente nova. Os annunciantea
nao hesitam em publicar, que es-
las machinas de sua invencao sao
superiores a tudo, quanto at aqui
tem apparecido neste genero, re-
unindo granle 1'rci de presso
a maior siinplicidade de construc-
i-o, e faciltdade na opeiarao, o
que faz com que diflicilmente se
possam desarranjar.
Vcntle-se a verdadvira agoa
mineral chamada Selters Was-
ser e urna pequea porfi d
charutos da Bahiu : em casa de
Le Scliulcr ck (Joinp .nina, ni ra
da Cruz n. 4-
CLB EM YELAS.
Vende-se cera em velas das
melhores fabricas de Lisboa e do
Bio de Janeiro, sortuenlos mui-
to variados e a precos commodos :
na ru do Vigario n. jo, segundo
escriptorio delachado &
indd
ar
l'inheiro.
. Gesso.
Vende-se geno em barricas, chegado ol-
timamente : em caaa de 1. Keller & Compa-
nhia, na roa da Cruz o. 55.
tes signaes, calsa e cami-a de algodao~szul,
chap-u de palha, urna Jornia em urna perna,
de 23 annos de idade e com bufo de barba :
quem o pegar, dirija-se a Iravessa da Ma-
dre de Dos, venda n. I, que ser generosa-
mente recompensado.
Saxia fera, 7 do concille mez, polas
11 horas do dia, fugio ds casa do a baixo as-
ignado, na ra da Praia, urna eacrava, de
nomo Mara, doCenlio, com idade de 40 an
nos, pouco maia, ou menos, edr preta, alta,
corpo delgado, com a barriga um laoto
grande, rosto comprido e descarnado, olhos
cvos, e com 2 denles do menos na frente, e
j com alguna cabellos brancos, sahio vesti-
da com saia de panno branco c chales par-
do, com ramagens brancas ; esta escrava
com dous fllhos, um dos quaes se acha re-
colhido a cadeia desta ciado, a requisifJo
do abalxo asagnsdo, foram de heranct de
sua av Francisca Antonia do Carmo, falle-
cida no anno de 1839, na comarca de 8. Au-
llo, eeslavamem puder dejeutio, Manoel
Ferreira da Cruz, morador no engenho Ca-
lende, da meama comarca, que leudo som
HOiorisar,So vendido um doa fllhos da dita
oscrava, pode o abaixo assigoado conseguir
receher amiga ve luiente a escrava e o lillio,
que esl na cadeia, e tratando de, accordo
com os mais herdeiros de amigavelmente
1 arlilliarem, foge agora a escrava : o abai-
xu assignado supiOe ter aido aeduzida por
alguem, que mora na ra das Cinco Ponas,
para talvez occullamenle remette-la para o
dito engenho, isto he, outra vez para a casa
de seu to; e por isso, protesta criminal-
mente proceder, contra qualquer pessoa,
que a lenha sedwido, ou oceultado, e ro-
ga a lodas aa autoridades e capiles de cam-
po a apprebendSo, e remellan* 10 abaixo as-
signado com armazem na mesma ra da
Praia, q-ie sor recompensado aquelle que a
apprehender.
Joto Cavalcant) de Albuquerque.
Gratifica se generosamente a quem
descubrir um mualo padei<-o, por nome
Filippe, que talvez lenha mudado o nome,
fugidu no dia 8 docorrenle, coro os signara
s-guintes; altura e corpo regular, idade
de 40 annos, pouco mais ou menos, olhos
pardo, rosto descarnado, boca e nariz re-
gulares, cabello bom, o costuma traza lo
apparado lrz, orelhaa pequeas, muito
regriata, maa de faliaa mu manaes esaduc
toras. He natural do As-, maa leudo an-
dado por diversas paites do aerUTo tem
grande conheciment ue todoa estes matos ;
levou urna re.io onde co-Umava dormir, o
os trages ignora-se por costumar lera rou-
pa f-a de cisa. Foi aqu piimeiramente
escravo do Chives, que lem fabrica aje li -
coi s, deste passou a J0S0 Antonio Carpin-
tero da Silva, com padaria no Manguinho
a quem ultimamanto eecouipiou. Porten-
to peie-se as autoridades e capitles de
c.nipo que o appiebendam e levem sua
senhors, ni ra da Matriz da Boa-Vista,
o. 22.
S-
-
aaavaaiBBSMHHi
BMaaMs~asBaHMjVMBaaHj_Ma'


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