Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03593


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Full Text
Anuo XXVIII
Segunda fe ira 10
I
e WaTode 1852.
N. 104.
romo m m pemambmo.
>bcjo srjo\io*.o,
Paeiiiaureo AouitraM. '.
r trimestre............V0OO
fot temettre .......... 8/000
Por tao........i.....lS/OdO
PiaoDiNiio luiiuum.
f 01 quartel ............4/MO
otioiii do lircnio.
Par.....7de Marco
Maranbio 1 de Abril
Ceaisi... 7 de dito,
parablba. 3 de alo.
Hinai... n de Abril
S. Paulo. 6 de dllo
R. deJ.. 36 de dita
Habla... I de Malo
i*ma nuil,
AOBIMOUM,
10 Seg. S, Blanda. I Jauta ata Orpha
i Tere. S. Pablo. 2. e5. ia 10 horat.
11 (Juart. 8. Jo.nn. I alara d elW.
13 Qulnt. S Pedro Re-fe. ed, ao meio-dla.
pilado. ?tanda.
II aeit. S. Bonifacio. 3. e 6. a> 10 borai.
is Sab. leldio Larra- 3 vara do e dor. 4. e tabadoa ao melo-d,
16 Dom. 5. depois da titmfi:
P. S. .i.i.'.o N. |Tercss e sbados.
. IPMIBIOII,
Cretceate i 26, a i hora 2o minutos da t.
Cbeia a 3 aa 6borai e 4 miouioi da larde.
Mlngoaote fJB, ai 0 hora c 4 minuto* da I.
Nova i, *oi 47 mlnutot da roa
u aO i
Prlmelra ai oras e ib minuto da manhaa.
Segunda t 9 ho'as e 42 minutos da tarde.
*>* soa oomssitM.
alaana e Parahlba, i segundas t leitai-
elrat.
Rlo-Orande-do-Norte, toda* ai qulata.-felras
o mel da.
Oaranhun e Bonito, I e 13.
Boa-Viita, e Plore, i 13 a 18.
Victoria,a qulntae-feirai.
Olinda, lodo oa dlaa.
TOTIOIAS TBiBlJWI.
Portugal lldeMarcojiuitrla
Beapanba. 8 de dito
Franca... 7de dllo
Blgica... 3 de dito
llalla.... 4 dedlto
Alemanha. 3dedlto
PruMla ...3 dedlto
Dinamarca 28 de Fevr
Russit... 0 de dito
Turqua., al de dito
ds Marco
Sulssa.... 2 dedlto.
Succia... QfideForr
Inglaterra de Maten
E.-nldoi Mde Fevr
Mxico. 31 de Jaur
California 2" da dito
Chlll. > d"
Kuenoa-A. 6 de Marco
Monterldeo Jl de dito
OaHBIOB db i
Sobre Load rea. a 27 a 21
i Parla, 3S5
i Lisboa, 9 i por canto.
mazo.
/,*.
Ouro.Oncashespabola.....;.:.'"V. toJOOO
Moedas de 6/4UO velbaa......... ItyOtiO
de 6*400 noraa......... lhinoO
de4/D00................ /o00
Pnta.PaUeoCabrasilelrot......,.... l/li2o
Pesos columbarios.........* 1/1*20
Ditel meiloanol............. 1/800
ARTE OFFICIAL.
-HIMsTeRIO DA JUSIlCv.
aviso D 7 astil. DB I8J9. .
Ao pre Idele da provincia de Coyai,declara que
quando por aliencio ao seto ou Idade.on por
qualquer outra disposicSo da le, o Jnlt pre-
sideme do tribunal doi jurados nao deva tt-
ter applicacao da pena de mora ou da de ga
les perpetuas, nao tem lugar ein laes cato
aappellacaoei-offlclo.ques deve ser luter-
posta quaodo aquellas penas furem eecllva-
mente iinposlas.
3."Sectio.Ministerio doi negocios da jusit-
(a.--Rlo do Jaoalro, em7 de abril de 1852.
Illm. e Etin.Si.~Fol presante a S- M o Im-
perador, oiii o seuolticion. II de Jl de Janeiro
do correte anno, a re.posta dada por V. cao. a
ralbo participado, que no da 4<> do cor eo-f Lelo, Suma, Rebollo, Lona Freir, Talles I Passaram do Sr. desembargador Sooza >
teout'ra no exercicio do 8'ucargo do juiz Pereira Moutoiro, a Valle : o Sr. presidente Sr.
segundo
de 1841, e arl. 449, J do regulainento n. 4X0
de 31 de Janeiro de l84i, nos caaot em que be
applicada a peo* de morte ou de gales perpe-
tuaa pelo juit preaidente do tribunal dos jura-
des E aeodu onvido o cooselheiro procurador
da coroa, coin cujo parecer, boure por beiu
conforuiar-se o meaino augusto Senhor, raandi
responder que bein resolvida foi por V. Eso. a
duvida daquelle Jult de direilo.declarando que,
quaudo por aliencio a.seso ou Idade ou por
Sualquer outra dlapoilf dalei. ojuli preal-
ente do tribunal dos jurados nao deva Ester
pplicaeo da pena de morte oudade gales per-
petua-, em taee casos no ha lugar a appella-
cao ei-omcio, que sidere ser inlerpo.laquan-
do aquellai penas fossein eftectivainenle Im-
postas. .. n .
Dos guarde a V. EscBauOio de Queiros
Vouiinho MaUolo Camira.
G0fEftr0~DA PUVILCI.V.
EXPEDIENTE DO DA 1 OEM VIO.
OIUcii).aoExoi. bispo diocesano dlze.i-
do lcarsclenle do ler S. Ex. Rvm. de reti-
rar-se por alguns diaa desla cidade para o
lugar denominado jang, dxixando o te-
reriudo provior Francisco Jo* Tavares da
Cama enceiregado de fazer assuas vcies.
Hilo.Ao commando da armas nt'iran-
do-o de haver profer lo'no requeiirn.-nto
do alivies l.uiz da Franfs de C, rv.illi ., t qu
se refere o olUcio d'aqiielle comnamle da-
tado de bontem, o despacho seguinti.-DI-
rija-se a thetouraiia de fazenda para Ule
abonar o sold adiantado que for uermitti-
do por aviso de 41 de agosto 11818.
Dito.Ao mesmo declarando q>ie i vista
da inform.i<;3o do inapnclor da lliesouraria
defazenda, nao pode ter lagar o adianta-
inento pelido, polocommandante inleriao
da ICjjiSo da guarJa nacional da comarca do
Cabo, no oicio que devol ve, atlentos os mo-
tivos llega los pos pareceres, que remelle
por copias, do contador da mesmi thesou-
raria e da reapocliva 4" sessao
de orphaos deate lermo.-Fueram se asne
cossa-ias communiear,es.
Dito.A mema para que A vfst* do re-
cibo que remelle, estando elle ma termos
da lei. mande entregar ao coronel commin-
dante do 9' batalhao de infantan confor-
me requesilou o marecb! comrpandant-
das armas, a quantia de 3 300,000 rs cara
pagamento dos vencimenlos do crrenle
mezas pracaa do refer io batalno destaca-
das em differeut'S pontos da provincia.--
tlomiBunir i'i-si ao mesm) mareenal.
Ii l'V-.\'i cbofe de polica interino Irans-
millindiO por copias uoua decretos' datados
le I e 2 deab'il ultimo, pelos quaea furam
amnistiados Joao da Silva Vianna, Sezioan-
do Sergio dos Santos, e Laurentino Antonio
Pereira de Carrallio, que se achavam pro-
nunciados petos acontec mantos polticas,
que tiveram ltimamente lugar nesta pro-
vincia.
Hito.-Ai major encarregado das obras
militares spdrovsnJo a deliberar;aj, que
Smc. lomo de miniar fazer por dous o-
perarios dasobraa militares, ssm proceder
u'ijaiii.'iiio, o pjqueno colicorto de que no -
cassta oassoaino do hospital regiuienM,
visto que segundo Smc. declara, a despeza
do refurido concert nao andar por niais
de 4 a 5,000 rs Communicou-se a thesou-
raria de fazenJa e ao marechal cjmmandan-
te das armas.
DitoAo commandanlo do brigue escuna
Olinda remllenlo o termo de inspecfilo de
saule, que so procedeu na pessoa do 2o
marinheiro Antonio Manoel, pela qual se
recoobeceo acnar-se elle incapaz para o ser-
vido d'armada.
Diti.Ao juiz municipal do tirmo do l.i-l
moeiro.Coisultando-me|ViBC poroITlciode
14 de abril lindo, se nao lendo at a quella
data sidoiislalladas asjuutss de red ama-
aa das freguezias desse municipio, deva
Vmc. convocar o conselho municipal de re-
curso para a 3' domioga do mesmo ex,
iimiIio a i/.iT. ihe, (ju i lendo sido recebido
o ditoseu olli.'i i no dli 30, naoae pole dar
urna resposta satisfactpra, por tanto tum-
pre, que informd Vmc. sobre o que occor-
re i, desos do dito olUcio, rospeito do seu
objecio. Se as untas uoae reuniram por
algum impedimento devia n annunciar sia
reuuiam para out'O d, guarjido sempre o
praso di le; e dabi devena marc da convoca;o do conselho municipal de
recurso. ^
Dito --Acamtra minicipal do Bonito.
II ij mi V me. de inloriiiar-me se as licenos
ooncediJas parase clicar no terreno, de
que faz mencSo o aeu olllco Je 8 de marco
ultimo, sio a titulo de arrend prindu que re.nellam-me Vincs, ro,na dt
ralla c ua |r,iniLti'. ? av.j^. j i
Dlo-Ao mesmo transmillindo por co- carta regn, ou provis.lo, que concedeo a es-
Da um olllcio do inspector do arsenal de M mar esse terreno, pois na falta da una
marinlia e aparte a que elle se refre, aliin Joacao e*p icial, que aotonsaria o a prove-
de que mande proceder,
., como for do |i, amento do teireno, na conformidade
contra o soldado do 4 b.talhao de artilha-i''. q" serve de reg nenio as caaar.s mu-
ll p, Manoel Gregorio B.ptists, que ten- mcipaes. deve elle coasiderar-se da fazeuda
do Sido encarregado de con luzir proso para i nacional, a quern eulHo competo arrend- o
o caesdomesmoarsenslo recrula de m- afora-lo_para a enticacilo, competindo
rinha Elseo Ferrel'a do Espirito Santo, de I cam.ra llscaliar oaluliamento das pro-
tou-o fugir em caminho.-Commnniou-se,P/le 'J"S 1uo M edificsrem e por occ.siSo
ao mesmo inspector, M informarem a esse respailo diga.n-me
Dito-A thesouraria de fazenda commu- Vm" se o reverendo vigino dessa fregue-
nicando que o bacharel Alvaro Barbalho I*' P'g* renda ou foro do terreno que oc-
Uchoa Cavalcanli pa>tieipou que entrara no ^Pfi ojt respeilo do qual^ioformou essa ca-
exercico de aeu Cargo de juiz dos feitos da
fazenda.Respondeo-se ao mesmo baclia-
rel.
mar em o supra Jilo offlci.
(Jommando das armas.
Dito.-A mesma interando-a de haver o Quartelgeniralnacidadedo Recifil de Mane
bacharcl Alexandre Bernardino dos Res e, e 1852.
Silva particp.do que passjra o exerciclo; u .
da 2" vara crime desta c dude ao juiz mu-, .__.. ...
nicipalda I- vara- llespondeo-se ao dito' O marecbal do campo comm.ndante das
Hrharel armas em piesenca do olllcio, que Ihe diri-
' IDEH DO DA 4. gio o Ezm. Sr. tenei.te-gener.l comman-
onico.--A ttit-aourar.a da fazenda para < rm" f orle na data de 91 de
mandar inlemnis.ro 9 bal.ll.Jo de iof.n- hnl pro*i*ll>!*fa COMUr ***;
declara abarla a scsOo.
JULSAItaflTOS.
O habeas-corpus do Augusta Carlos de
Bitancourl Avellar pediram-se ioformatOes
ao delegado do segundo disiriclo destaco-
marca, que serlo apresentadaa na sessao de
8 do crreme ateas II turas do da.
Appellanle, Justino Jos Fej j appellado,
o juzo. Julgaram improcedente a ip
pellacto.
Appellanle, a justica ; appellado, o preto
Aguiar, escravo. -Julgaram improceden-
te a appellar;flo.
Appellanle. Jnao, escravo, de Alexandre Co-
ates de Brilo; appellade, a justica.Man-
dar/bia novo jury.
Appellanle, o Juizo j appellado, Antonio gi
ftodrigae.4 ife SoOli.tandaram nuvo a
jury,
Appellanle, o juizo; appellado, Antonio
Manoel Victorino. Mandaram i novo
jury.
Appellanle, o juizo ; appellado, Pedro Jos
dos Res. Mandaram i novo jory.
AppcIlucOcs eivtis.
Appellanle, o juuo; appellado, Jos Fran-
cisco da Silva Amaral. ConOrmaram a
aentenca.
Appellanle, Feliciano Joaquim dos Santos;
appellados, Joaquim Marioho Cavalcanti
de Albuquerque e outros.Conflrmiram
a senlenca.
Appellanle, JoSo Balthastr de Souza; ap-
pellado, Andr Joaqun* de Oliveira.-
Conflrmaram a senlen;a.
AppelDinie, Rom3o da Silva Lisboa ; appel-
lados, o curador da heraoca de Jos An-
tonio.de Moraes e outros. Conlirnuram
a seiilono.
Appellnte,lla . Francisco JoSo Carneiro da Cunos. -Re-
formaran! a seoten(a.
Appellanle, apreta Mara, por seu ourador ;
a apollada, Mariana Augusta Monteiro de
M'lio. -Raformaram a seutoofa.
Appellant", Alexandre Ferreira doa Santos
Camiuha; apoellado, Joaquim Manoel de
Oliveira Costa. Desprezaram os embar-
gos.
Appellaotes, os herdeiros de Gervasio Pires
Ferreira; appellado, o Exm. bario de
Simsuoa.Desprezaram os embargos.
Appellanles, o Exm. bario de Suassuna e
suamulher; appellados, os herdeiros de
Gervasio Pires Ferreira.Dasprozaram oa
embargos.
oiliobncus .
Appellante, o juizo ; appellados, Manoel
Carneiro Leal o outros Mandaram com
viajta ao curador geral, e ao Sr. desembar-
gador procurador da cora.
DasioucOss.
Appellanle, a justica ; appellado, o pardo
Bunio, escravo.
Appellante, o juizo ; appellado, Joiquio)
Francisco de Alm por si e seu lilho.
Appo.lauto, Manoel Rodrigues Costa; ap-
pellados, Ceo'rge Kenworlh & Co npao'ua.
Appellante, M.ooel Rodrigues da Silva ;
appellados, Azevedo tt IrmSo.
Appellaiile.Hanool Alves Guerra; appellado,
Jus Nicolao lligueira Costa. -
Appellanle, o jujjjio ; appellada, Aona Ma-
na da (ionc-iQao.
Appellante, o juizo ; appellado, Manoel Jos
da Costa Reg.
Appellante, Jos Alves Corroa de Menezes :
apaellado, Antonio Ferreira Lus.osa.
Appellante, Joaquim Antonio do Forno ;
aapellado, J< lo Lopes dos Sanio i.
Anpollaute, FU pe S.miago Vieira da Cu-
nha; a,.pell. .o, Tbomaz Lias Caldas.
Appellautea, Bernardo Jo-e da Cmara por
si, seua finios e outros; appellados, Luiz
Jos amadas.
Passaram doSr. dosomliargador Villares
ao Sr. desembargaior Beatos asseguintes
dajaembargsdor llebello as seguales u-
appellsr;Oea em que sao :
Appellante, Mara Tfteo lora da CoaceifSo;
appellados, Aleixo Jos de Oliveira e ou-
tros.
Paasaram do Sr. desembargador Luna
Freir ao Sr. deserebartador Telles as se-
guiutes appellarjdes em que alo:
Appellaate, D Anna Dellina Paes Brrelo;
appella lo, Francisco Jos da Coala.
Appellaate, ojuito; appellados, Johnston
Patar & Companhia.
Appellantes, e appellados, Francisco Anto-
nio ds Silva Cavalcanli, e Antonio da Sil-
va Ferreira.
Passaram do Sr. desembargador Telles ao
Sr. desembargador Pereira Monteiro aa ss-
rPRP!
lo de Oiivei'a e Souza.
Appellante, Vlceole Ferreira da Costa; ap-
pellado. Manoel de Suta Pareira.
Passaram do Sr. desembargador l'orer
Moutoiro ao Sr. desembargador Valle as se-
guiuleaappellaffies emquesSo:
Appellaate, Marcelino Jos Lopes; appel-
lado, Cuilherroe Soares Botelno.
Passaram do Sr. desembargador Valle ao
Sr. desembargador Villares as leguintea
appellaces em que alo:
Appellanle, Antonio ltolrigu.es de Souza;
appellado, o Juizo.
App.-llalles, Pedro Jos Rajlrigues -e sua
uiulher; appellados, GjirTos Jos Comes
de Oliveira e outro.
oiSTaiaui;0Bi.
Ao Sr. desotnbargador Bastos as segua-
les appella(0es om que sao:
Appellanle, o juizo; appellado, Francisco
d Salles doa Rea.
Ao Sr. desembargador LoSo as seguin-
tes appellai;Oea em que sSo :
Appellante, JoSo de Souza Barros; appella-
do, ojuiso.
Appellautes, Manoel Prudente de Jess e
sua mulber; appellado, Jos Pereira de
Souza Carvalho.
Ao Sr. desembargador Souza as seguin-
tes appellecOas em que aSo:
Appellaote, Maooel Francisco Pequeo; ap-
pellado, ojuizo.
App.-llaules, e appellados, Angelo Francisco
Caroero e outros, e Jos Carneiro Hodri
goes Campello e outros.
AoSr desembargad.ir Rebello as seguin-
tes appellacOes em que aSo :
Appellante, Francisco Jos dos Santos ap-
pellado, ojuizo. *
Appellaate, Antonio da Silva GjsibSo; ap-
pella Ja, a fazenda provincial.
Ao Sr. desembargador Luna Freir as se-
guintesappellafOesem que sao i
Appellanle, o juizo ; rppellado, Jeronymo
de Sou/a Coeltio.
Appellaate, a fazenda ; appellado, Manoel
Duarie Ferreira Ferro.
Ao S'. desembarga lor Telles as seguintes
appellacOes em que sao :
Apuellatite, Jos Tbomaz Pereira; appel-
lado, o juizo.
Appellanle, o curador geral ; appellado,
Jos Robeilo de Moraes e Silva.
Ao Sr. desembargador Poreira Monteiro
as seguintes appellacOes em que sao :
Appellanle, o juizo appellado, Manoel
Francisco Lopes.
AoSr. desembargador Valle as seguintes
appellac<3es em que aao
Appellanle, o juizo ; appellado, Jos Car-
los da Silva Capaila.
Levaotou-se a sessao depois de 2 horas.
ello verdaderamente brazileiro. Como sa-
bis, este feliz aconlecmnto he urna das
obras grandiosas do esclarecido governo de
S. M. o nosso magnnimo lmoerador; a
quem a Divina providencia conserva, ea to-
da ana augusta familia, com vigorosa sauda
para cooduzr-nos ao seguro porto de sal-
vadlo.
Tranquillidadc publica
A provincia acna-ae em perfeita tranquil-
lidade, reaultado necesaario do espirito de
ordem que continua a domna-la. Nem por
aso eixo de reconhecr que entre o bnm
povo alagoaao existe eoxerlado um tal ou
qual germen de anarchia, que, a3o obstan-
te ser mu fraco, nao pe/de occssiSo de si
esenvolver.
Quantoa 14 deoutubro do anno passado
tomei de novo conta da administrafSo per-
eebi aem atuito aforfo. qua alguna inimi-
gos do bem publico trabalhavam aurrateira-
mente na obra da desorgaaissrjo, por meio
de urna tctica menos nova do que diabli-
ca. Dando-se ao decreto de 18 de junho do
anno passado o carcter de lei docaptiveiro,
addicioneram-lha os turbulentos algumas
ideias perversas de que vieram a formar um
corpo de doutrina mui proprio para exal-
tar, o mr-smo fan.tisar a genle ignorante do
interior da provincia, por oode era espalha-
con iaviolavel segillo, em quauto que
ALAGOAS.
RELATORIO APRESE.NTADO PELO EXM. SR.
I
aor outros meioj ostencivos, o sempre ba
naes, cuidavam de gaalar a forca do Go-
verno.
Somente depois que tratei de prevenir o
mal dirigindo-me secretamente a tolos os
paroetlos e agentes policiaes para quo se
prevonissem contra a nova propaganda, pro-
curando saber quans as auas raizes, o fazen-
do dissuadir o povo das falsas ideiss em
queoembuiam, foi que se me revelouoll
cial e parlicularmenlu a poliii in indtspo-
sicSo do povo lo interior contra a execu-
(30 do decreto, e o proposito em queeta-
vam de ropelli-lo com mao armoda At eo-
lio era ludo um segredo quasi inpenelra-
vel; as autoridades estavam inleiramente
descuidadas, a todava j se contav com
um rompimeuto geral nos primeiroi das de
Janeiro.
Precipitou-se um laclo, quo vejo lovantar
a ponta do veo que cobm o misterio sedi-
cioso. Em Munda-meirim apparecau a 26
deoutubro do anno passado um troc) de
50 homens armados blasfemando contra o
decreto, que se dizia ha'ia de ser publca-
lo mquella occasiao. Debut le procurou o
respectivo soblelegado apazigaar os ni-
mos ; sen lo ao depois obrigado a pedir au-
xilio ao delegado da Imperatriz, o qual a-
preseaUudo-se aa povoarao da Jussara, ca
beca do districlo, no da primeiro de oo-
vembro com urna fo'^a de 100 horneas d
gutrdaa>oacioaal, fOra recibido com um-
descarga do fuzilana dos amotinados, que
a tilla I ced'Tam a superio'iilado da lorg i le-
gal, resultando do conflicto graves ferimen-
los.de que se seguiram Uuss murles.
No instante em que recebi psrlhipacSo
do aciiiitecim-iito, COJO inovei j me uo
era desconhei'ido, liz immedialamenle par-
tir para aquellas lugares o missionario ca
puchiuho Fr. Mu i|ue do Caat-llo do S.
Pedro, a lm de com a palavra do Evaogelho
domar as uailrtes exalta I.das, e esclarecer
os Iludidos, n'n> me descuidando com tu Jo
de mandar aproximar para all um destaca-
mento, que pudesse refrniar os que se ni"s-
trassem olisliaados. Esta medida teve fe-
liz successo, porque sem ser nucessario o
emprego da forca foi logo reslabelecida a
tranquill lade. Nos lugares denominado
Arrasto e RiachSo alguns grupos, iscados da
mesma i lea de capliveiro, ameaesram oso-
cego publico, sem todava apparrear caso
algum fatal. Como complemento das pro-
videncias dadas para o termo da Impeaalri,
julguei convenanlo mandar conhecer dos
fados all occorr los polos respoclivos jui-
CUNSELIIEIKO ITR. JOiE BENTO DA CU-.zeade direilo e municipal, ciato autonda
NHA E FIGUEIREDO NA ABERTURA DV Idas que melhor garanta do imparciali lade
ASSEM3LEA LEGISLATIVA PROVINCIAL, loffereciam; e ambos cumpriram a sua inis-
NODIA26ABLIL DE 1852. sao deixanJo o tormo tranquillo, e instiu-
_ ... *...._. .._*#.-'rando o competate processo contra os de-
Mu%d,gnoittnhru mimbras da linquenles, que finalmente foram absolvi-
e * qua lenhoa uistiucla hoara de comparecer! ______
commaoiodasa-m.s^ e ach , BfL .$ >' I da le o. 260 do 1/ da de- apellante, o preto Luiz, por seu curador; g0C09 j, provincia. Antes de relalar-vos tandomaisa teadencia sediciosa nos luga-
sOes dadas pelo margal c miman lano das
armas no olficio que novameate remelle,
acompa uhado das coatase mais dor un mi-
los relalivus a compra dos 30 cavallos para
a companhia fila de cavallaria desta pro-
vincia, 06 aquella thesouraria por corrate
a despezs constante da mencionada conta.
Dito.A mesma inteirando-a de h .v- r o
'Si
zembrode 1811.
Alfolio Correa Sera.
1 TRIBUNAL. D HELAG\".
SESSAO DO I.* DE MA10 DE 1852.
Presidencia do Exm. Sr. conselhilro Azevedo.
As 10 horas da maolis, estando presentes
hacharel An'onio Francisco Pereira de Car- 'os Srs. desembargadores Villares, Basto-,
FOLHTIM.
aa'isHa.sta> joijiyita sszs
EIORIAS DEUM BARIDO.C)
roa lOBtio ivi.j
' Lili.
Conlinuac.io do ditrie.
Part para Llmogea chelo da mals doloro'a
aneledade, pensando qde se chegasie a ser ad- tu Hayuundo.
Diluido presenca de Joao e de sua mal, eipu-
nha-uie ao esiuagador desderh dessa mulber
Indignamente ultrajada por mlin. Mas tal eia
a minlia agouia sobre a sorte e sobre a vida de
madama Raymundo, tal era a mlnba eaprranca
defize-la talve eaquecer a inluua Injuiia por
esas prova "de dedicac", ah! bem deaeniercs-
ada, que aSroniel o eacolho que me esperava
aeotlodo-nie alias auslldo pelo peoaameotode
que mluha resolucao era pelo menos gruerosa
pois cumplido esse ultimo dever, qualquer que
loase A sorte de madama Rayniuudo, osl mor-
rease da ferida, uu tlcasae presa por toda a vida
como cuinplice de aeu Gibo, eu nao devia mals
tornar a v loa.
A lerrivel aoite de Joao tambrm me comino-
va profundamente, nao porque cedease a esse
egosta e odioso precoocelto, pols meu cluine
nada mals Usina a temer de Joao; mas eu eo-
lia clncaraiuanie nimba antlga amisade disper-
tar-ae ardeule como nunca.
Depois vlntiau-uie lagrimas aos olhos ao
lembrar-uie das modestas e tocantes palavras
de Albina quando soube do meu amor par ma-
dama Raymundo.... Es.as poucas palavras i.io
simples, lio verdadeiras, liuham bastado para
eitiiguir ineus lojuatos c odiosos ressenllinen-
tot contra easa Inlelii menina, eeu eslava de-
cidido a pagar indulgencia por Indulgencia,
nledade por piedade.
Eiperluieutado, como eu devia estar da val-
dade de inlobas boas reolucoei, todava pare-
") fideo Diario ii. 03.
cla-uie de novo entrever para o futuro entre
niiiii e Albina oao aei que inclaucolica troca de
aaudades chela de conancae de abandono que
talve depois se lornaase n'uui senmeoto mals
tea-no; usas esses fracoa clardes de esperance se
apagav.in logo dianle doa sombros e alictl-
vos pensaioentos que me Insptrava a sorte de
madama Rayrauodo ; e cheguci a Llinoges do-
minado por um* ineapriniivel agouia.
yutlve com grande trabalbo pcrinitsao para
ver osaecusados.
Por inluba felici lade quia o accaso que no
momento da mlnba entrada na priso Joao se
achasie coin sua mal. parque te Isso nao lora,
apexarda mlnba resolufo, lalves eu oolives-
se coragem de apresenlar-iiie dianle de mada-
a Ravmundo.
Um amigo castellocom inuralbas denegridas,
com lor i i uii h sombras ervia da prisao. Pre-,
cedido do carcereiro percorri mullos corredo-
res cacuros, e ebeguel* cuiliaj a urna porta groa-
sa a qual tioha um postigo. Ped ao caicereiro
que cniraise, e perguotasse a madama Ray-
mundo, se podia receber a Mr. Fernando Du-
plessls, e quei sd, esperando a resposla com
ancla, a qual nao se le esperar.
Entre, senhor, disse-meo carcereiro,
INunca me esquecerei dcste triste quadro:
urna jaoellintia quasi completamente escureci-
da por grosaas barras de ferro que mal delxa-
vam Hllrara clarldade n'uma prisao com pare-
des de pedra de cantarla nuas e cimentas ro-
beras em alguna lugares de deaenbos Infor-
mes ou luscripcoes extravagantes, fructos do
triste descauso dos presos.
A mobilia desti sella se coinpunha de urna
pequea cama de ferro com um enaergo, na
freute bavla um cofre de inadeira branca sobre
o qual eslava o cuale e o chapeo de madama
it a y ni mol o ; por bailo da jauella urna cadelra e
una mesa giosselra, em cima da qual vi um
jarro coin um iiiaguifico ramilhete de rosas, cu-
jo lineo colorido coutrastava eilraubameule
com a sombra trislexa do lugar.
Madama llayinundo, vestida com um roopao
de cor escora, e coin os ps occullos n'uma co-
bertura de grossa la cimenta, eatava assenta-
da na cama, e recostada no travesaelro. Seu
malo eslava paludo, uin bouesiuho inul simples
e mu alvo cabria parle de seut cabellos luu
ros. Ao vr-iuc, seu sobi'olbo se carregou II-
Appell
appella I
(So
Joaquina Robera da Coacai- assuas mais urgentesnecessidades cumpro- res onda a peconha
me manifeslar-vos com o accanto da mais niais bem inoculada
anarchia lintica
de mo '.o que,
aido
le u
'assaram do Sr. desembargalor Ledo ao intima salisfacSo, que as armas brasileras das parlicIpacOes reservadas que eu recebi
Sr desembarga lor Souza as seguales ap- uoidas s forgs do exerclo alliado acaba- de vanos pontos ua provincia em resp-nsta
pellacOes em que sSo : ra B de conseguir o mais glorioso trumpho aos meu* odelos, ja se levanlavam coutr. o
Appellante, F.aoo.sco Antonio da Silva Ca- na campauha de Bueaos-Ayrea. ahrin lo-nos decreto quemas masi pronunciadas, todas
valcanu ; appellado, Aulonio da Silva aportada um fuluro de paz externa, qua no mesmo carcter symholico ;ejali..ia
PP"' le dt)jx,r ,le ni6re4,ir. todo o cora- quemconsideraaae inevitavel uma cona,
Ferreira.
aempre
como paaa? ragaim 1
Pen,in,u.en,ed.pr..4od.Vm,.deJoao rer.r...qm
Ora, -ueu fimo, dlsse madama Rayniuudo ge" o de sua ternura que Vmc. me tem hab-
Pobre criaoca, dase tristemente
It i) ilion lo, coubefn a amizade que noa tem
e jlgo por isso de sua luquletacao. em toio de reprebeuaao, foi emao houtein que
Para ella, senhora, o golpe foi lio repeoll- dimos os prlmeiros pasjos nesta carrelra, em
no quamo vloleutu : ella queria acompanbar- que devemoi agradecer a Dos um da sem ago-
me......ias auas forcas a trahlram. O medico mas? Por -ventura pde-se proseguir, pode-se
Irauquillisou-me um pouco aem todava dlsi- atliogir o flu a que tendemos sem dores, sem
pai os meus receios. .Ilas.senhora, eu soube, perigos emultas veles aem o inariyriu ... como
com que barbaridade a trataram, meu eoi.... lautos Irmaos uossos cujo saogue corri ....
aua l'erlda ? Pr ventura nao nos temos dllo cein veies que
-. Creio, aeobor, que ella nao lera graves nuasa vida nao oo.periencea us, poim a sao-
cnnsequenclasi mas feliamente s homem que U causa da liDerdade pela qual leu pal rnorreu
meu litlia feio.... di tem que rala fra do perl-
go.... cu me aecusana sempre da inurie deas*
desgranado.
- Tal tem sido a nica preocupacio de mlnba
mal desde a uossa prisao, uie dlsse Joao, ella
rvsquceu-se da brutallaade desse miseravel.,..
da ferocidade de seusumpllces os quaea qua-
si qua a maiam querendo prender-me. Tu re-
coulieces como ella be aempre generosa 1
__ Nao ne geuerosidade, porea jusilca, meu
amigo, esses nlclnes gendarmes faseiuseu ora-
do.... mala ou uieuos brutalmente segundo
do cadafalso? Por ventura desde que cbegasie
i idade da rasio nao noa temos babituado a es-
te peusameolo: Que ii'uiu dia de lusurreicao
ou de iirtfelu.... cu poda ter de lechar piedo-
aamente las palpebras, como tu podas fecbar
aa ininbas* Por ventura ba de que us entris-
lecermoa d'aolemo ? Ve-me lu nunca som-
bra e choros* por vlver aempre com a Icmbran-
c chara e sagrada de leu pal, cuja face euaau-
ueulada b.iiel, e que eu meamo aepultei com
aa nimbas uiaoa ? Nao temos nos, como uossos
pais, oa Gauletes, f oa ressurrelcSo de nu.sos
l_I/...> ia*ia ** UICI1UI WIUWIIIICUIL BCiutsaav ji.| v> ------- ,
querem merecer as boas gra(as de aeus cnefe. corpos e de nossas aluiaa, os quaeaiirao iucj.es-
0 leu primeiro inovlmento; que eu compre- Warnente povo.r a l.nmensloade dos imiidos
beodo marav.lbosamenle, le levou mullo loo- O que*no a mona par* ni ? o mmeco de
ge. Quequeres? Nio se pode esperar que e- noas. vid. e nad. ui.la. Estaos amulado
melnaule geme diga com urbao.dade : Per- da cortina, pas.a.uos para o outro.. no qua
mlua-me, saubora.' que leutaa boor. drpdr- uo.so. oloos verao PP'"" "A'00?.".?''*S:
le as alaemas... Tu s meu charo fildo, mullo tjiuoto B imra, nao sel, ae be por ser nina de
vivo com gendarme.!?' ...I.n como'n. ma v., .creacotou madama aTmundocom
loado a nada temer por mim, c sabe applacar
ate as alBiccdes que sua sorte ineiospira!
Nao pussoeipiimir a enlacio prolanda e qua-
sl sa o u que me causou esse quadro, asas pala-
vras nobres e serenas trocadas eutre o liMa e *
mal no fundo de una prisao, e sujelos aa mals
lulstras evemuallaades. O esemplo doa sen-
tlmentos generosos be cootagioso, morinenie
para iiiiin. Repentinamente veo-me uma Idela
ao espirito, e dlrlgiudu.ine a Joio, o qual aua
mal comervava eulacado Coin teus bracos bei-
jando-llie lernanienie a testa :
Meu amigo, o Instantes nos sio Infelit-
nente contados.... tenbo urna ldela louoa..,.
grar;9o ao interior das tras provincias A-
lagoas, Pernambuco a Parahiba como as-
soalhivam alguns apostlos que sa tinham
encarregado da patritica miaslo le remiro
pravo do capliv.iro.
Ora, querendo remover todo e qualquer
pretexto, que com viso* da ptauaibili lade
podesse alimentar a causa da ib f, procu-
rei com antecedencia (desles de dezm-
bro ) explicar o s n'r'o do decreto, e facili-
tar a sus execucSo, declarando : primo,que
os escrivfles dos joizes de paz,lgo que hou-
vessem lavrado o termo da r> gistro dos aas-
cimentos, remeltassem so viflario uma cer-
lulSorx-ol/iclo para que Ucease habilitado a
bsptisar a creao^a apenas lli fosea apre-
senlsda : secundo, que a cerlidfo de bito
para o e teiramonto, tornava-ae desneces-
aara oesti provincia onde nlo havlam ad-
ilniftradores de cemiterios : t-rtio que as
c ndfles de nascimi-nios e bitos, deque
falla va o decreto, deviam ter lugar somante
a respeito dos na-ciJosou fallecidos depois
do primeiro de Janeiro em dianta.
Taes del; sOes, que foram immediatamen-
te approvadaa palo governo imperial, e so>
fragamente acolhidaa e a applau II las pelos
parochos, seriam mais que bastantes para
acalmar re urna vez a escandeoncia popu-
lar, so com elf nto uve-so ella por causa ef-
licieiite os iticonvenioiilis reaes do decreto,
e no o fermento vicioso da anarchia : a por
isso anda contiouram os peroiciosos ef-
felos da sizania. Assim pois ao aproximar-
se o dia da execucSo do mesmo decreto, re-
cebi novas psrlicipacajea dequeem alguns
lugares da provincia reappareciam oa aymp-
toinas se liciosos, como no termo da Impe-
ratriz, as maltas do Angelim, nos povoa-
doa Salome, e'S. B'at do termo do Pene-
do, Porto de Pedras, Porto Calvo, Jacuipe,
ni Barra-grande, e em outros lasa/es de
menor importancia : o que mu obrignu i
expedir logo para a villa da Imparalnz o c-
pilao Jlo Francisco Catete com uma lonja
do p imeira linha, a que acompanhou o ci-
dado Lucio Soares de Albuquerque Eusta-
quio, subdelegado da villa do Norte, oom
iusl populir por todos os ovios pacficos, de-
vendo empregar a forca Mmente nos casos
extremos. Em Camaragibe, Porto Calvo e
Jacuipe, se Icvanlaiam destacamentos da
usrJa nacional, com o Um de habilitar as
autoridades policiaes a eulTocarem de prom -
to qualquer mo'imeuto de desorden); e flz
marchar o commandaiite de policia com 50
pravas para licarem deslanadas ao ponto da
.iil.'da.lii. r.Mitin das maltas do Angelim, de
onde podesse fcilmente aecudir aocba-
namenlo da policia dos diversos lugares a-
meaija los : o para a cidade do Peoedo mao-
ci o prestimoso capuchinho fral lieorique
do Caslelo de S. Pedro com recomiienda-
r,ai) de percorrer todo o sul da provincia,
como o fez com grande vautagem, sob os
auspicios do digno delegado do Penudo Ma-
nuel Comes Ribeiro Jnior.
ToJas estas prec'ucfles Uzeram dlssoiver
oa desordeiros arm idos, e desacoro(Oir os
que anda esperavain pelos posteriores sur-
cessos de rompimento, priuripalmenle oa
povoatjSode Camaragibe, enj is habitan!"
comefavtm a abaaoouar as suas casas, por
que rontiva n a cada momento' com uma
invasSo de bandidos do centro das maltas
de Angelim e Cocal, e mesmo da plebe do
lugar, que se mostrava sominamente all-
nala, como observou o chafa de policia
Fraocisco Xavier Paes Brrelo, que por all
aihloii, por iiiinlia ordem, prestando os uiu-
liioies servaos a causa publica.
A 19 de Janeiro jt eu considerava a t ro
vjociucia dcsassombra la do recaio de des-
orden), 0 0 regulaoicoto em intuir execu-
So portod-s as frcgu.zisa, segundo par-
ticioavam todos os parocoos e autoridades
policiaes. M s asss agita o hav* lenlo o
animo lo povo ignnranlecom os embustes
cetn qua o desvairaram ; e demasiado la]-
vez linha sido a tolerancia para Com os
piiocipaes agita lores.
D'ahi a audacia com que no dia 3 de fe-
vereiro Antonio Memles da Rocha Hala, que
ti 11 a silo um dos apostlos oa propaganda
do capliceiro, por-ae frente de um iro^o
de .col ni' em numero de 16 a 20, os es ja-
ranea de poder reunir alguns outros grupos
que aromeltiam acnr-se com elle no mo-
mento ans favoravel. J eolio liavia eu
feilo collocar um destacameuto de 20 pra-
csdo3" batalhlo de artilharia a p em
.--anlo Antonio Grande sob a direegao do
juiz municipal supolente o commenlador
Jos Paulino de Alouquerque Sarm-ntu, a
quem linha rameiti lo armamej^tu;_:g_muiii-
{^j^oaiilijiiriii^u^arret com boa colla...
sem duvida.
Uus quinte lioincns determinados, cinco
ou sefTdos quaea eataodo cavallo, podem dis-
persar a escolta..., e livrar-ios.
Joao volta-se para su* rail, e diisc-lbe com
emocio apontando-rae com vista:
Bravo Fernando, sempre uiesina dedl-
cacio.
Madama Hay mundo flcou muda; eu conti-
nuel:
Entre inent-guardas e rendelros, quasl to-
dos soldados reformados, teobo uus dote bo-
nico, resolutos e fcil rae seri completar o nu-
mero.
Fernando....
Delsa-me acabar.... torno a por-me ac-
mlnho, n'ama hora volto i Riballlcre para Es-
ter meas preparativos ineus bonicos Irio se-
paradamente pela diligencia; inarco-lhes una
ponto de reunljo, eu a ciuco ou el dos mals
resolutos montaremos a catadlo, C...I .
Mr. Uuplessls. dlsse-rae. madama Ray-
mundo Inlerrompendo-me, aoinos multo reco-
uliecnlos a aua boa vontade, porm noa he Ira-
possivel aceitar eisa ollera....
Eporque, aenhoia?
__Hrlmelramente.... porque serla compro-
metler gravemente os bravos que segairem a
Vmc, e depois oompromelter ao aeobor mes-
mo. .
Oh! senbora, que me importa,...
A mira Isso importa, multo, aenuor, a
inlin.... respoodeu-in madama Kayinuudo
com um accenlo de altiva frlcta, inajjao "gel-

Impratlcavel lalvet i mas he precito que o diga. I ro que Joao nio^Cea P-tu-
- Pobre e bom Kernaudo,... es sempre o Sent com dor qae ess* nuiner nao quena
...i,... ^^ '--uar aairvico alaun dum bomem que a liona
mesmo, vejamos a la Idea. ~ -^-.__ -*_____a.
Madama Raymundo. lu e Charpentier, de-
ultrajado ; Uquei mudo e abalaei cbeca de
envergootaadu, eanquauto que madama K.y-
inuodo con um tora menos absoluto coin te-
mor sem duvida de dispertar as suspellaa de
seu fllocontinuara:
Sim, Mr. uuplessis, ImporU-me mallo
vera flear aluda aqu inulto lempo ?
Nao.... esta manhaa deva soHYer o ultima,
interrogatorio, e depois de amanoa aeremos
levados para Pars.
-- Els o.uieu projecto.,.'. nao he Intelramen-
tc meu.... fol-me inspirado pela
cao de Mr. Charpeiitler que llvrou .
Espllca-tc I vos desse ataque de viva 1019
Percorri agora a estrada de Llmogea ajvelinenle notados.... O """"nd"'*.."","
Chateaurou., uotei a coco legoas longe d'aquljsao bedavidoso. Ora, meu
uma g
netse
n.o ne inieiramea- 1 "...... ---------' ---
pela valerosa ao- nao abusar de sua Doa vontaale ...
llvrou o leu lio. f Demala, accrctceulou Joao, os prepara -
vos desse ataque de viva forca aeriain lofalll-
reiultado dessa aggres-
meu bom e bravo Fer-
gargaota derocoedosi .estrad, rpida | nando, aeoao memos nartiweumasylo, he
: logar, he multo funda.... Naaestarlemea-1 porque tuppoodo que (ottemot presos em lua^
*




cBu p-ra accreicentare forc da-iinh com
pracaa di guarda n,aiool, tn*M n06*"
Cbegada i BOtcli de que Antonio Mando*
(a resp-ilo de quero J a" liona il io orden
deiTSo) havi tacado o engeoha Csvio
onde violentamente tirara duui uonugue-
bs tres barra cora plvora ireze dev-
noles, expel relo taboleiro du Pinto e
Freieiras urna foro- de 20 praoss do 8.* ba-
talblo com insudadas pe deligenle argn-
lo Silva'io Jos Nery, ordenan lo-lhe que
de combiiiaeao com os destacamentos de
S ant '-m3, cumpriasem aa ordena do chele
de pi'l'cia, prendendo os amotinadns em
Jualqner lugar que fossem enooniradoa
om effeito quanioells acabavam deata-
car no iii*< ne fevereiro o engenlio S. J080
Ouio propnetaiio escspnu de ser asiossnia-
du. e trntavam daga emboscr n-cisinhs
para esperar afore logal, a quem recbe-
nme >m uma descarga, foram por ella re-
chazados, e desaojados instantneamente,
escapando Antonio Mandes desorintalo
oum doua ou tres do* seus s^quezea, < ni
direccRo ao lugar do Uruc. por onde vinha
a fArca da Santo Antonio Grande, o mman-
dada pelo capullo Jos Apoliinariode Paria
0 encontr do destacamento deamurali-
sou ioleirjni'iite os bandidos, queecoo-
ceutraram n-s ninfas circumviswhas, o
quinto lleudes procurava segunda ez ali-
la' ucepitAo de Indios. Antonio deSouia
Halaiar, por quem a linal lra preso, me-
diante as hem combina las diligencias du
delegado iie Pmto ue Pedros, Be-nardo An-
tonio de M.ndonca i lien do desde Utfu
os dcsor.ici'os desengaados de que a pie-
lulo do decrelo no ih-s "ra nossil conti-
nuar impunenenie a translornar a ordem
publica; e o drcreio nloi JTreu mi con-
iranedade nesta provincia at a pocha de
sua suspen-fii por ordem imperial.
fiu concluirla aqui, Stnhnrri, ene artigo
cerca da iranqulllidade publica, entregando
ao voaio criterio a moralsacau do lacios, que
veoho de narrar mu aucclutaineule, ae para
Tender, como devo, oa malures encomios
quaii lotalidade da populaf.au alagoana, que
sustenta o throno. e ai insiiiuiyoes du pala, uo
tlveaie eu como uin dever de conaciencia o
nao dlifaicar ai rerdadelrai corea denei Irla-
tei niovliiieutoi, embora pona *lucorrer na
inaldico doi que, lelitineote, nao puderain
colher o fructo de auaa maquinaces.
Toitoa oi conliecemos u carcter pacilico
doa alagoaunoi. Obeilentes pur ndole, sao
ellea mala proprlus para sorTrer, du que para
resistir ; discreto e prudentes, concidero-os
incapazes de resistir antea de se quelxarem ,
rasuavel e pseiflicus, elle nao sabem empu-
nhar ai armas contra ai lea do leu pala aem
liavr uma lazo linp'-rtosa.'que oa arrasire,
a menoa que oo estejam illu'lidoa, ou perver-
da demolilo ? I E con que estragos,
Srs.l!
Afastoa vista deste quadro melacoollco,
para congratolir-nio cnmvoscj pela mani-
r verdaderamente honrosa com tute a pro
vinel* dat) Alageaa, de que sola dignos re-
prasrntmtei.aeaha da dar a prove do mais
acrisolado pslrfoilamo, natoo>nsinin lo ve-
getar no seu abencoado ado as ementes d
guerra cl.il. He ao resiento da paz, ea
sombra da ronarchia cqnatilucional, que
potemos chegar ao apOgOi da felici lade.
Desconfiemos de todos a queiles, que nos
p eiende'em fzor a toda a presa", maise
Iras do qua o queremos ser. Nunca acre
ditei, e ntm acredita'i Mita liberalismo enga-
ador que qutr marchar atravs do/umt I da
glora para um despotismo oerla.
Segurancu Individual
NIo he pos-ivel, Stnhores, que ni curto
espaco de um anno eu Vos pesa dar mu
grateg noticias ac roa da eejura'ca indivi-
dual tiesta provincia, onde me teitbo em-
pre debatido com aa maioree dilUculdades
ti i tocante i reprsalo dos crim-s. Sem
fallar nos iuc invenientes que reaultam ds
condescendencia ou benevolencia d-uiju-
xes, e do vozo da grande parle -tos ptenla
doa em apadrinbar os criminosos, piinci-
i'almeule aquellas qun solo n lebres pela su* fe'ocidaie; i m fallar-fus
tambem da demasiada dispersao. da popu-
la..-, i por um vasto territorio destituido de
vi-s d" commuiiicnco, orfereceitiloorn qual-
quer canto um lylu s-guro aos fscioorusos,
bastara refl-etirque fOrs necess-no oonaer-
v-r se um icsl'cau'Mit i de liuna junto*cidi
u n doaagenleade polica .ara q i seriamen
tese pouessem torn seguranza iniivtdual ; ms s< ssim n.lo
i ode ser, se elles mesm<>s lemem pela pro-
pria vida, fie explicada i ne ser meiramunte extrpala a pernicio<
ii'nd in-1,1 para osassaaamatos e oulrus cri-
nes com que lo ios os dtss So oprimidos
os cidadSos. com ludo lic-tne lisongeiro
cnmniunicar-vus que desde o Io de mam
di auno pas-ado l nje algutin diraitiui-
i,o >e nota no catalogo dos enmes, e a i o-
lala tem visivelmenla obttdo algum Uium-
pho pela teuacidade que ha organvolvido
em pe argir os malvados, dos qusrg os
ma s anUvetg se acham oaplurados e pro-
cesas ios. mi tu o.i lea dosis cidape exia-
tem 97 presos.
Sabis queem nosso paz ha o mo cosiu-
mo de carreg.r armas defuzss, e para con -
pra-las ti io i ol dmliero, nem un ni as
olF r arrccada-las pur tolo o interior da provin-
cia, punin tu os que sao com elles encon-
trados,
inversos focos de criminosos .i > ha minio
tidoa. Pula bem : ou as deterininacdes do eslabeleci los lias maUS da provincia vio
decrelo de 18 de Junho eram eiiencialmenle, s Jo jesiruid ,S : se a polica nJO desi.lir
SaUS'^.M& dou.oposilo de oa.niqutll.r u,t por um,
a n-iil.,ia n ll>
da serem molificadas a suas disposicOes
car teas. Q.iando sobre os inconvenientes
de a (gamas dessaa disposiQoea esttver snfO-
oientemenie esclarecida a opiniBo publloa
uma le| ordinaria votada enm mais algOm>
ouiella, mas a'gomss formsli ladea pela
eatnara, adaptad* pelo senado, sanccionads
pala oordadeiaroaanar que dm ua eleito-
res aos depu'a las que para s futura cmara
Uveremde eleg-r, poderes oara reliear a
su a feforma. 0 Progresan pois est aceito,
tnirm con todas aa oautellss pars cjue nBo
li ija siibversBu da socio lade,para que a e in-
veniente madureza presid sua aceita-
cBo
Des'i importantissims disoosicBo c mal
toci .nal se prevaletcem filli opposicio
malas ; esss cmara que lera de cffecluar
oude re'pellir as refo mas que urna le ordi-
naria :litas tiouver determinado, dBo ella) o
Ululo do coiutittiinle ; e d'ahi argumentsni;
ae a proprta ounantuicBo reeonheca a ne-
costd ule eventual da convocacSo de cons
111 mulo, uo ha crime para nos que esta-
mos convencidos da ioc invenienca de l-
gumaa disposices constitocionaes, fomrn-
Ur por meio -:e aasociaoOes a opiniao pu-
blica para determinar a reforma dessas
disposicOet pela convocscJode uma consti-
tu ule.
Sim, se esse fra o vo'so lim, apenas te-
riamos com vosco uma que>Uo de palavrss,
restara saber so pod -r-si-tua dar o nomede
constiluiole acamara que dessa firma ti-
vesse de adoptar algumas moliOcacOes
conslitucionaei; apenas tetamos de ver se
o mndalo limita lo que o corpo eleiloral,
ou a nacSo acliva bouvetse d'este modo
confer lo aos depulados que elegesse, po-
derla trazara cmara desses deputadus um
titulo que nada menos Importa do quo a
pleuilude da delegacBo da soberana, a ab-
SOlvicBo de todus os poderes,e inslilmgOes
e at da todas as leis : mas nfio queremos
comvosco em tal asiumpto discussOes desla
ordem, nflo queremos logomacluas i acei-
tando pois quedeva Chamar-se coo-litunli)
canara por essa forma eleila, vos dire-
mos sim, se lio isso o que prelen lea, sim,
se as vossis a>soeiacos consliiumles uo
tem por lim senBo promover msieouna-
quelle ponto, neste ou oaquelle sentido s
reformada alguma inetiluicAO constitucio-
nal, sim as vossas aasociacOea sSo legaes.
Se porm o vosso lim vBo uo esse, se bem
pouco apreso fazeis do modo c msl-tucio-
tial de obier rtfo mas cunstitucionaes, se
vos nflo leu.brae'stlissosenflo pela neceasi-
lado da rguuienlacBo, pelo apuro om que
vos enlloca o dever de justificar a existen-
cia de laes associ'fOes. o voaso proprio re-
curso i esse a i giliento aerve para fatar re-
conh -cer que tstaes cutivictos da crimiua-
tidade uos lins das vossag assucis;Oes : se
queris isso somante as Vossas essucistis
silo legaes ; se queris mais do que isso,
s3o ellas criminosas; ese quando as que-
ris justificir, loes assignaessmenta esses
S da

vosas criminosa intenclo, nBo tendes a
audacia de proclama-la; he que contara com
es>a indulgancia de urna auloridade que re-
cuas samuro entraren luU em quanlo n.1o
ehega o derradeiro niomaBro em que a lula
be inevitavol, de uma auloridade que deixa
aos adversarios ds orden) publioa tola a II-
bardado a t a mais ampia licanrja para to-
los os ahuaos, e que para lerdea o prazer de
contra ella declamar dando-a portyrannica
e oppreasora, nSo na sophisma por absurdo
o ridiculo que seja que vos nSo parec u-
proveilivel para negar a condescendencis
om que vos ella trata.
B.
{Diario do Rio da Janeiro )
PERNAMBUOO
E agora dizei-nos: sincerstnenle a que-
ris algumas reformas roalisadas pelos
meios quo a constiiuif3ospresenia ? [en-
corn Inculcaran, oa turbulento.. No u|llm0| P'dra chegar a pocha em que tifio,ge OUC.
caao o clamor publico devr*. Ja na imprenaa. n"l '"r dug Valha-coutug que lano tem
j;i noa circulo! populares, apparecer em tor- ameacado a liaiiquilidade publica, e *. gu-
rentea de i|ueixuuiea logo com a aua prumul--ranea iudividual e de uroprieda ie.
gaco na curte do Impesjo. Se porem nao era, (Timbre Alagoano. )
illi-iniHiio en suas dlspoaicea, mas souienle! ~iTir~rp iiNPtnfi-
embarayoao e pelado ni sua eaecucao, pr; ,uu "a, 'aiac.iiiu.
cuta. aeriam guardadas ai reclaiiiacOei, e es- Aaaoelafo << poMieat.
sai reclauacdessuigiau para aerem devidaineu- As folliag couatltuiules de Pernarnbuco .
le auendidaa. ( occupams. especialmente nestes uiiirnog de. o ariojo de asg.m ment r os vossoses-
Mas'nao. parece o decreto e nada aereclamou, lempos em pruvar a legaljdade desses clu- crilos de lodos os das I Atreteis-vos n-
inei.i palavra se nao den. que pu.lease chegar bsque Com 13o santo Z.-IO p.ocur.m insta- l"m """* do4 1UB ,v0 lea,i ^ aoiouvldoa d. auctorldajle : no malar ilgillo |,r nos divtsos municipios da provincia. ouveni ? Oue-eisa refo ma uealgunias dis-
traa-a de envenenar suas intancOaa, tur- Ainda bem j nBo he poucu ler-so conse- PoaicOea constiiuionses poloa meiosconsti-
cor suas dfsposico-s, criar uo cisma, e es- .uido ohriga-|.a a defender s sua existen- tucionaes, e escre.eis que a constiiuicBu be
palha-lo ate o punto de enr-d.r lo la a po- ci j, llS ha po-.co obria-laa a recouhe- llle*1 em su* orirje;". I8 W cxtorquido o
pulacBo mais ignorante, o combina-la para, Crtr que a3) ha ifl0 cra,, (fe liquida a sua ooHgenlimeiito quo Ihc derTm os povoa, que
aomeamo temi, pelos mesnios prelexos, |e||dda, que nflo devam para juli(lca-la foi tmp"St peUsrmas por uma usur,.acao
c.m as mesmas circunstancias, pegar e.n deipand-r slguns sopliismas; j nflo be puu- da sobeiaum, que puii a soberana rce guen-
armas, 0 otilaras autuiidades, insuliur os Co ler-lbes fe.lo sentir que o modo porqus do-se, raassuminJo us seus foros, dovela-
sacerdules no momento da publ.caclo do ,ul,|dade pubica tom traladu ai maulan t-i "r desapparecer essa cotisllluicto irnla e
decreto; antes mnsmo de sua execucJo, ,ss .ciacOes pie ser por inultos bina es,.|- nulla, e apreseniar outra legal o valida le-
anles deaereni apalpadaa-e sentid. su.s rlloS80;,u comu geueros. condeacanden- u Pel.M delegados da auberania naciu
lll'.CII'i; 8 DE Mili) DE 1852.
as 6 iiuaas D**TaRnE.
ZTROincTO ieiihil,
No (lominjji, 2 do crranle, chegnu da Euro-
pa o vapor Ingle* rjiioi, lendo deliado o velho
inundo em pax, e na inelbor via de progreno.
fciu Franca contina o principe Lula Na pil-
lean, presidente de 10 annoa, a ma repreien-
tdc.au de actoa grandea e mllagroaoa perante
uma populacBo etnbaabacada.
Qual he a parle mal eaaencial ao orador?
pergiintavain a Demoathenea He aceita
Qual he a segunda ? A acclo E a terrena?
A icio atad* Poder-se-hl* sem duvlda
admirar, que o graude Athenlense decae tanta
Irap.irtanci* a eaaa parte do orador, ulvez a
in.iii supe licial, collocando-a cima da inven
cao, e da elucuejo, e dezlguaodo-a a, cuino ae
fuiae ella tudu noa humens de sua Dobre pro
rl-iSo; mai, parlalo, fora inliler no poisuir
coinuelle um perfello coubeclinento-da, nassa
frgil nalureza. n Ma coinposIcAo da naturea
do espirito humano,explica oaablu ehaoceller
de Dlugo I, entra multo mais loucura do que
aabedorla e ela-aqul porque os talento*, que
se refercn parte louca do espirito e a aubju-
K un, tem sobre a inuliid.i.i um poder mullo
diLTerenie daquelle, que tem oa que ae referem
a aua parle sabia. Puis bem, o que a aeco he
em aa iii almplea discurso, a audacia o he na
execucau daaemprezas polticas, e a reip-ito
deilas pdde-ae reaponder aeiu receio, urna e
trea ve/es, que o principal lualrumento para
cunduzl-las a bom xito, be a audacia; por-
i|u .ni-), embora aeja ella, no pensar do grande
chanceller, lba da ignorancia e da I.....un,
ludavla arraatra, e enfeiilca oa hoineui aem ju i-
o, ou sem coragein, que funnain o inalor nu-
mero, e algum-a vetea tambem aubjnga os pro-
prlos sabios em seus momentos de fraqucia e
de irresulucio. Fui o que LuU Napuleu, guia-
du pelas llces dc*aeu lio, aoube ptimamente
couiprehender, c a ex|ienencia Ihe nao tem si-
do deafavuravel TaiuLein, au|ipninludo- fn-
violabdidade doa pruleasorea da uuiveraidade,
forjando orcainentus, daudo ao corpo poltico
electivo, quecreou, o regiment Interno, cha-
mndoos ineinbroa delle com oa aenadurea
aeu palacio, paraahi prestarein'o juramento
em auaa uiaoa, e aerem iuslallados, uao lem o
pilncipe feito mais, nem couaa diveraa, do que
sempre lixeraiu todos o goveiooi de cxcepfo:
collocarludo debaixo de una iiuuiediala de-
prefeririam os leitores aquella,.que pod r Je fevereiroda 1841; o povo de enlBo nSo
ser remediado, essmremissBo o ser, logo
qoe a attencBo da nuinicip-lidade puder re-
cabir eflicazmenlo sobre o mao estado das
nossss ras, o que desrjamos so reallie com
s mslor bravidade pssivel.
0 vapor Pariaviucaaia, qdfl hontem en-
trou do sul deixou lodas as provincias desse
lado do Imperio em boa pax ; porm, quan-
to ao erligo'-noticias da importanciavejo
inteirsmeute desprovido, e nada satisfacto-
rio para opublioo, que rom ellas e ntre-
teme alimenta. Esperemos por tanto pelo
outrn, que enchera talrez as medidas.
Enlraram dnranlo emana 29 embirca-
c Iloiuleu a alfanlega 61:12*,31 i rs.
A mortalidade decresceu alguma cous,
e fallereram de 9 a 8 do crranle :i p-s-
soas : 13 nomens, Ilmulharese8 prvulos
livres ; 9 homens, 1 mulhere I prvulo os-
era vos.
I
(oiiiiimnitiulo.
flus, segu-se que v* meamos confassses peudencla, e fazer ver que ao ha urna funte de
que sflo ellas tnjusl.flc.venj.se lem um di- vWa; donde ludo emana, e para onde ludo de-
verso a muitiMj'uiu mais ampio.
ve reverter.
Em Portugal vai produzlndo os seua fructos
a liga forcada rio governo com os progreaslatas,
que se acham em maioria na cmara tempora-
ria. Duas derrotaa successlvas obrlgarain -
quelle adiar a seasao doa eaculhidos do poio,
alim de ver ie, subslituindo a Intriga diplom-
tica a franqueza daa diacuiica, alguma cuusa
pode conseguir no Hiluilu de prolongar sua
alliaiica *nlipathic*, mas neceaaaria.
Na Austria um capricho do Imperador sa-
cnllcuu aos fuiores do mar um bom nume-
ro de victima.S. Tenan lo uma excursBo du-
rante um temporal, esleve o joven senhor
em risco de perecer, mas potipando-o a for-
tuna, lecalno a morle ubre alguns dos fue
o acompanhavam emouiro vapor, u qual
perdeu-so inleiramenle. Affunso de Portu-
gal, diverlindo-se do sua janeila em atirar
com um i carabina sobre os que paasavam ,
ramo : he obra do cacuio da especularlo, (Vreciido "que VejVde quem "qer "queo" *ar queso queris uma cmara legalmente provideucia se eocarregue, como nBo po-
da anarcliiaI ... Procurailho as causas ra |eifl_ Convocada para fazer as refurmas que urna demos duvi lar, de a fazer elkctiva. Se os
dicaes, e creio as nBo encoiilratets no co-i *jg0 examlnaremns aqui se o dimito de le' in,durameiile adopta la Ihe houver iiui-(subditos sBo mais fracos, escrevia o grande
racilo d-sssa gente camponeza, quoamassa1 ,g,0ciacBn poltica he Ifio sem perigog para Ci"lo 1U0 "'! 88|i* conaliiuinie que aue- a celebre ministro de Luix XVI, elles offVe-
o pBo quotidianocom osuor de seu rosto, orjem pubiica qu i deva ser amJlamenie re', e.Purtnto n'd quorendo de subver- rao> porern Ueos oj vmg.ra..
nflo penrrutareoios a historia
sivo n3o sflo criminosos os vossos clubs
guatito aos oulros psizes ludo esminhava
eque.coitada! des-jati lo ,o trabalnar, nBo concedido, ,
pude sonnar coma bem-aventur*nc c.m allS clubs des le os Ismeutaveis das dos ja- t,,e8*M P"r ventutra a oapanilar-vos sem maior novidade, ou, para melnor di-
que embalam procura essis causis sim colonos, at os dejulho de 1818 na msaria de que ,8sl,n P0'8'6"1 escarnecer da ere- zer-mos, sem novidades tflo curiosss, como
noserlniciosd'aquellesquea ge lembram Franca: recouhecemos que eo frente da duli ,ade PUDl'Mf ombar do senso com- aquellas, a que nos referimos,
deca-piros males da humanidade quando oosaa legisl-cBo criminal asMdlreilo exis- .a'u'n | vudia 3 eutruu o bigue escuna de guerra
procuram ageitar os seus inleresses mora- t,._ Em que limiies pnrm pode elle ser ad-' NBo, nBo lie isso o que queris; queris Legalidad, cuoduzndo as malas, que para
mente pessoaos, e porversemciite eguisli- miltido, onde cassa de ser um dimito, e a convocacSo revolucionaria, de uma as- o ourtetraziao vapor S. Seualido, naulra-
cos- passa a su-ourimedecunspirsQflo.' Ha isso sembles soberana, de umu v rJadeira cons- gaduaoaulde Macen). Netihuma noticia a
Prevejo.qua nBo faltar qusm do boa f, evident-mente determinado pala legali lade tiluinle, que com a dictidura da sai vonta- dianlaraai ellas asquevieram polo Seren,
ou por intereaga, recuse acompanhar-ino no dos filis, Uma s-un.ic.ni poltica publica de lag das leis o dis ni.atituigfles qu lomos por lor aquelle vapor Saludo da cotte no
mo lo poique encaro os oiovimei.los nassa- que liver por lim o trium^ho de uma idea, o que approuver as patxO a revolucionarias mesmo da que esta.
dos: pateca com effeilo incrivrl queideA a ni nimi u;.io^le um couib-to eleitoral be exaltadas pelos Iriumpno ; queris ums As chuvaa calnram copiossmente nos das
ISO .;" ss-iras i mi. -se n -io- i- r. .i 11 .i -. e uu necessiramense 1 gitima, e ser legitima, verdadaira consliluinle, e nfio coufundaes o 2,3, 4 e 5, continuando nos seguinles os
tridas por homens que aspj'am sos foros do anula quanlo 1'orsecreia se houveroin silo sentido da palavra, s.beis perfeitamrnte o burnacos ora maisfora menos forles, e fre-
rogene r o paz Maseunflo l .l.o u .-, ,- salisfeit-s as CondtecOes no coligo apona- queessa vale ,- nflo podara haver entre nos quentes. A despello porm do carcter in-
pirilus elevados, e quica g"neros<)8, qua se das. Se porm a assuCiacSo poltica liver o vos a logonjacnia de que cima rallemos veruoso, que apresemou a semana, nBo des-
acham emantagoismo tata poltica domi- por fim promover uma revolucBo, seja pu- Somante cuuio isso quo queris he um en- appareoeu inteirameiiieo calor, e anda nos
ranle : fallo uos turbulentos ; os turbu-i blica embora, ou seja secrela, he sempre me, como pela imprensa uo o ppdoi* pro- eucummuda solTrivelmeute este invisivel,
lentos, como vr)a sabis, coslu-nam nflo es- criminosa. mover sem crime, por mais que a nidolen- que lio o nosso vardaJeiro Oabrion, e nfio
culberog >eius de giiuhar. Que pois he de
admirar que, desvairada a populacho, alea-
do o facho da desorden) pelo sopro d'essas
ideias teiriveis, espalbadas em segredo,
appsrec isem elles ao depois, a pejto desco-
l'i-'lo, com a sua bandeira de silvar.lo, re
lis a verdade dos principios, eosorgBos ca o a fraqueza das leis repressivas Ihe ou- cnuva, ua qual s fallamos por amor uelle.e
oppjsiciuniatas de Perna ubuco tanto o *en- lurguem a iiupunidade, co.no pur meio de na esperanza de que a suss benelicasasper-
tetfl que procuram cum todo oempmho asaocia^flo e clubs anda menos o podis sOeso farfio afugenlar e desapparecer para
mostrar que sSo legaes os (los dassns s-us promover sam crime, tifio hesitaes em des- Intu da suido publica. Porem as lamas F E
clubs, que nflo ba crimiuoso promover fardar o vosso ponsameulo por mais ridicu- em que misero estado nflo se acham multas
consliluinle. Adefezapoim dessa these loe insusteulavel que sej o dusfarce a que ras da cidad.-, o principalmente as da fre-
negando e condomnanlo sin essas ideias. us colloca nos maioreg apuros. recorris: guezia de S.-Jus, pela grande abundancia
toacas e barbarean.s.m.scuiiiitiuaudo, sem- Sabia e pravidente, a uossa constituieflo Sabis o que se pode coocluir da vossa ar- dellaa, quecouleiii ? Entretanto se fossa pos
pre debaixo de nova funuul*, a mesm* ohrs po| tica st ' !>.*> ia*if .'. ^TZ--- -*=*- I Taxa.ii i |H i*alaa*a1Ss)aaax*ajajaaaajt*iiWa i i i i -----,
caaa,_ laao nao le expunlia a nenhmna perae- -- lato te lucuraiuodaiia aem Uuvida uiuito, re a *char mala aqu... p.als espero que te dtg- Senbor, diaat'-me rriaineule madaiiia Rajr-
guicau ; maa um ataque mo armada.. Irra! nao he 't liars conceder ainda alguna Initantea a minna mundo iiiierrouipeudo-me. Deve-ee eiliuiar e
ignoras acato a que te pode Uto levar, pieupo- ~ A inim exclame! cu. Pansas que seme- in... Adeos. Fernando... e para sempre adeoal homar *s peasoas, cuja dedicaco ae aceita ;
bre amigo? | Ibante coosideraco me einbaraca. Porf.vor Minha uii e eu nunca eaquecereiuoa que folie aceitar boje be obrigar-sea pagar anianha, e
- Nada aei.... nao cuidei niaao; porm oque \ explica-te. .. nosso amigo at* o lim... Segunda vex*deoa, e Vmc. eeu, uoeaixmoi mala em cundicei, que
sel agora Joao, e talo me afiligc prufundauen- Meu amigo, disie madama Haymundo a abraca-me aulas que enire easa geni*..,. penniltain eiia troca de geueroaldade. au ael
le, lie que tu ib me julgai buiu para prestar-te seu lilbo pesando leiilainenie auai patarras, A porta abrio-ie logo, u carcerelro pedio a ac aluda Ihe reiiam alguui seuiiiiienlus bouei-
aervlcoa sem perlgo para inlui.... julgu mais upporluno.,.. au causar cale in- Joao que o seguase, e aisie-me toa nu corafo, se aiinu be, farei a ellea urna
-- tiil.-iidci-ti-. in .. Ah: Fernando, tu comioodo a Mr. Uupleasis... peco-te pois que Seohor... daqui amela hora aua perniisiio ultiin appellacu.
s injusto exclainou Joao aperiaudo-ine aa uao luslilas... estar linda. Ab I senbura,.., falle... ordene...
inaos as suaa, nao bej por prova a la ge- Como Ibe aprouver, iqinha mal, reapon- Sanhur, in* diaaevivamenl* madama Hay- Neo aa Iratade inim, aenbor, poim de aua
iierosidade pedir a realista,,, uin airlo para deu Juan com deferencia e aocreicentou aor- mundo na prearnea do carcerelro aem duvida mulber urna adoravel moja, que Vmc. des-
nos, lacubm,o, tomo noa cli.no.ioi ? rindo: para luduiir a aahlr, e dolxa-la ad, receio abu- preza ell* la velundo-se para Viuo e Vmc.
-- Jueui sabe aeuo lieailaate? llein vea, ineu pobre Fernando.,, que nfio aar de aeua momelos... leve baruaridade de repelll-la...
Nem um momelo, inioha mil'odit he iniulia a culpa.... i Se aienhora permiitir, nflo perder! ne- Senhor*. urna ultima palavra por favor,
mas, repito, ha uin ab<-smo entre pedir-te um I Eu eslava excesatvainente magosdo, madama nliuin doa minuloa que me concede a perinia- Nena nolle funesta eu ouvi o aeu colloqulu
refugio aceitar de ti urna desaas oll'erlas chelas rUyinuudo em seu justo reasauiiuenlo do ul- ao que reoebl, dase eu Incllnando-iue. cjoi Jov... Sim, eu loube deste inoilo com que
de perlgo, ulna timas orl'ertas que 0 se accel- traje, qne julgtira dever oceultar a seu Hlno, O eareaieiro sabio, e eu llquel a sos com corajoaa reaiguacio elle ae aacrllicava ao meu
lain eiitte soldados de urna caui couimuin. i me .esprezava inuito e nao quera aceitar-os madama Ha/mundo. repouso aflroulando uoros perlgoi,... ni quaea,
Porem agradreo le do fundo do corajao, meu turas >ei vicos, ou desconriav* mullo de iiiiiu, e Senbor, dlsse-ine ella com uma expreaiaa ab como Vmc. elle eiiiuuirou, aeohora.
charo Fcruando; a la ollera corajosa he um Icini* cunliar-iue um segredo importante... A de deaprezo glacial, Vmc. abuaa crtit-iuit-iiic da J* qu* Vmc. uuvlo easa conversado, ae-
novo peodior dado jpir ti uosi* amiga mi- recu>a de madama Rayinnado foi-ine tao pe- lunilla posir.au de prea. nhor, aalpa que meu liltio eedru... eu o p-
0 que nos impartan as asioctoclts liberaes ?
Temos lidocom certa cunogidade parti-
cular dous communicados polticos do fa-
moso Canto da Capitolio So diario desta pro
vmcia, e depois de os termos lulo com essa
avidez natural quem aprecia (no seu lauto)
a poltica, consideramos um pouco sobre
ss varddes nesses srtigos expendidss.
Serfio ellas pur sem duvida incontegta-
vois? Estar a seguranca publiea e Indivi-
dual a borda de um precipicio? Estar a po-
1 tica dominante ameaca la de algumcati-
clismo imprevisto? He oque justamente res
ta provar.
Releva porm declarar, quo as notsas re-
flexOes nflo sirvam de tliema para senos
considerar da opposiriSo : nfig ; somos sin-
cero amador das in-tituiedes do nosso paz ;
acrrimo inimigo da Demagogia ; e fiel Cor-
religionario da poltica dominante : abomi-
namos tolo, a qualquer espirjlo deinnotia-
eao .wiivr.Mi-ii no pelo que nos rege, e ere-
mos lielmonte. quo se a poltica actual nfio
concorrer para o engrsdccimenlo do bra-
sil muito menos que ulls estaemoppo-
,-ir.io. He a no.vi civnc i.
Accrescentaramos ainda : respailamos os
pe us inontos polticos do lamoso ganco emil-
liduaem os seus dous artigos ; nfio preten-
demos conliaria-los, e mono menos ovan-
caremos em dizer- que eslamus rosulvido
a enlrsr em uma discussBo a respeilo, pur-
quanlo--a poltica he encarada conforme os
conhocimentos individuaes. Keflaxionare-
mos tflo tmenla. Isloposio; diremos, que
as associacOes intituladasliberaes-que o
lado poltico em opposi(9o lem installado
ne-ta capit-l, eem algumas comarcas nfio
podem acanetar esses males, que prev o
fumoso ganco para a ordom publica, e segu-
ranza individual.
Ha licita toda e qualquer sociedsde, que,
publicamente discutir seus dogmas, nfiu sen -
do elles subversivos ao tnrono, e ao altar :
ora sendo assim, como nos parece rasoavel,
o que nos importam essss as-ociacijBS, quan-
do ellas nada podem Influir por sua nalu-
reza ? '
I rularon ellas de apresentsr meios ade-
quadus para eslabelecerem a celebrrima
l'Oll-l -lOllll" ?
NBo, que todos esses meios j se tem pa-
lentealo, e tem constantemente sido Mos-
trados Esses principiosconslituinles lica-
tiarn firmes, nfio senam derrotadas pelus
jomaes ordeirus
Nflo, que se provou cabalmente a inco-
herencia dessss i leias, e lempo j houve,
que tula mente mtirrenini as ideias de mu?
cunatiluinte.
Tralarfio agora essas associacOes de procu-
rar meios mais prumptos para ajscensflo
dos seus adeptos ?
Nio, quede mullo os procuram, m*s-
mo desde o na seguintado da ua queda es-
lr. oilos i : mis mesmo o'ivimos dizer, de-
pois de um mez de prostracHo qua para o
outro se levantaran! e os matea foiam se
succedendo uns aos outros, e nunca Ueixa-
am de apparecer propbecias da ascenfflo
de uns, da queda de outros.
Tralarfio essas associacOes de meios mais
Convenientes psra debellarem no campo
eleiloral os Candidatos governistas, para o
Iriumpho de alguns dus s-us ?
IS3o, que io les mu bemeonherema im-
prudencia de um tul passu, nfio po-quef se-
jamus fr meo ) alguns nflo tenham a precsa
babilitacflo em quanlo iiitallig-ncia, mas
purque elles racouhecem, que Ifio oocarni-
ea la seria a batalna enlre os ja oonhecidos
candi latos, e uniros do mesmoc do po-
lticoque se apresentarfio, q e n >t> Ibes
restar l -m jo do mordaie n um Cartuxo I
Tratarflo essas assuciaQOes do cons, i ar
contra a ordem publica .'
.N.lo, que nflo sondo pssivel aos seusjlllios
qua ido unidus, foites e prestigiosos, mul-
to menos depois da segregados, fracos o des
acreditados, muito menos depois de serem
tflo inl'cli/ s em seua planos da e\t ivninio,
inulto menos dppois do liefio Ifio mestra 1
Tralarfio essas a.-s-icucOas de si descartar
do algumas ufluenciss elailoiaea ?
SSo, que tifio jolgamos tases aisociodos in-
vulneraveis, nflo cremusque visum culotes
-le mull is, nfio os suppomos tflo aborrec ios
da vida.................................................
11 o lo lio ainda essas associacOes da cha-
mara si o povo, que as encara com riso de
mofa ?
Nflo, que o povo nfio ouve aos seus socios ;
o povo prasenciou as luluosas seanas do da
neodeegnraj ala eivilisado, esta experi-
mentado ; foi martyrisado : o poro nBo quer
a desgraca d trr que o vio nascar ; teme
Deoa, respaila o Ihrono, ma o trabalho :
o povo pernambuesno com eapaciahdsde
uio quer mais ser (Iludirlo, nBo quer mais
se escravissra paitOes albaiss ; livre gem
ser licencioso abomina a ctinstituinte, que o
arrastou ao matadouro ; livresem ser per-
verso, elle cerra os ouvidos k essas Serelas
que cantan para mala-lo nos campos do
Mussuniilio, i,as mattas do Oatuct: since-
ro mador dat inatituicOes do seu psiz nflo
quer reformas, nBo quer repblicas, vflas
chimaras por ello ja boje bem condecidas :
o povo finalmente nfio quer. qua em aeu no-
mo os oam os sejam devastados, o cnla-
dfios pseifleos issassinadns, suas fazendas
usurpadas: o povo tep He com herosmo
todo e qualquer convite incendiario, tola e
qualqu> r promeasa lisongeira..,.ah ....que
expeiiencia iSo cu 'I !.
. A occios'dade, quo he a mBi da lodos os
vicios tem feito reunir em diversos circuios
alguns homens tiqueados da Clemencia Impe-
la! para nrem de ai meamos, ou antas para
representaron! ridiculas farcas, que farfio
divertir o publico.
Estamos profun lamente convencidos, que
o fumse ganco do Capitolio supOe essas asa -
ciaedes liberaes mais odiosas do que ridicu-
las : podem ser... e aioda ass n :
O que nos importam as assnciscdes libe-
raos ? *
C0WMERC10.
PIA?A DORECIFE 8 DEMAlO, AS
3 IIOIIAS UA TARDE.
cotacObs officisis.
Cambio gobro Lo tures: a 27 S|8 d. letras
de 60 d|v.
AI.KANIHCA.
Rendimento do dia 8. 7:590,710
Desearregam hojt 10 de malo.
Polaca hespanhola -- Dlscoblerta merca-
dorias.
Rriguo inglez Nompariil baralhao.
Brigue brasileiro Herulde dem.
Barca americana Jojwn Farnum' farinha
de trigo.
Patacho brasileiro EmulafU -- gneros
do piiz.
* Euterpe dem.
Iiiiporlnviui.
Palieho brasileiro Dous de Agosto, vindo
lo lito i.ramle no sul, consignado a Billar
& Oltveira, manifestou o seguiote :
. 8018 arrobas carne de ch-ruue, 58 arro-
bas sebo em rama, 26 barricas dito coado,
8 barra lanillas salgadas ; aos cunsigv
naiarios.
Fra do manifest. *
282 arrobas do carne, 12 ditas de sebo em
rama l barricas sebo coado ; sos consig-
natarios.
CONSULADO CERAL.
Rendimento do dia I a 7 5:t03.Sto
dem do dia 8........ 714,76o
5:818,705
DIVERSAS PROVINCIAS
Rendimento do dia t a 7. ,
Idemdo dia8 ..... a .
283.998
31,121
315,119
sade.
Assim, ininlia vlagem lera sido estril;
aaiiin, eu terei viudo intilmente a eata prj-
sao.... para oude curri oa e.peranca de servir
nivel que Joao reparaudo na inlnba oppreasol provea um aeotliueulu de delicadeza exage-
dlaae trluemenle : Senhora, reapondl-lhe com voz profunda- rada. Gracaa Deoa auaa apprebenadea nflo li-
Vrja, iniaha malcomo eal Fernando pena-'mente aderada, Careco de grande coragein p- nhm fuairlamento.
-------... liiauo por uao poder leateinunbar-npi pela ul- ra espor-me* auajusla iodigiic*u ; mas anda
para alguma couza ? Joo. aupplioo-ie que nao lima vei a sua dediuafao! Nao insistir! com que eu deva inorrer a aeua pa, nada me iinpe-
nie recures esta ultima comolacao. que eu nao Vine... porm perraiiia-rne que Ibe observe ttir de suppllcar- Ihe oam aa mo* pualaa, e de
deiseeala priio eeui ler-ie siduulil... Falla, que.... Ijoalbos no que los perdoe, senao que me d
i|iie le po.io fazer | Meu lilho, dase iiiiilama Riymundo In- pela menoa occaalio de expiar uin uliragr,
Iloin Fernando, respondeu Joao eatendrn- terrouipeudo de novo a aeu lilbo, e procurando cuja lembranc* aerio elerao rein.ru de ml-
ilu-ine a mo, ela nao ralbes cuuiigo; mi .ha evideuietuenle um pretextar para engaar a
mal e eu leuioi um serrico.... que pedirte.... Joao o qual pareca cada vrx mala eorprezo da
porm;. peraialeucl* da recusa de su* mal, J raquecea-
Joao, disse vivamente madama Rajmun- te que o aeuhor nos dlsae que madama Du-
do, iniersaiiiipendo o llllio, e com um aignal pleasls eslava doenie, e que ella Ihe inapirara
mesmo algumaa inquletaces ; e he em laes
clrcuinstaocias que podemos pedir a Mr. Du-
pleasis que va Parli... quedeise su* mulber, a
qual reclama aeua cuidadoa...
r>ita razao pareceu produair alguma fmpres-
ueti Julio, o qual la responder aua mi,
quando ouvlmos paitos approximarein-se, a
euirepilo de armas pelo corredor. Involunta-
riamente eiircmecl, e eiclamcl:
__ Joaaa, o que be liso ?
Nada, iase-m* elle sorrindo, Sem duvlda
me vem buscar para o meu Interrogatorio pe-
rante o julx processanle. Como vi, fazein-me
aa bonraa da guerra, e estendendo-me a mo,
ccresceotou : Depola do interrogatorio me1
l rsconduzirao para mmba prlso, nao te torna-
iinpoodo-lbe stleucio.
Joao olbou para aua ma! mu sorpreso, e dii-
se-ibe:
Mal creto que Vmc. aal, minha mi, de
que u quero fallar Fernando? Ao podemos
para laso diriglrmo-uos seuio a unta peleo*,
pe* qual respondamos como por nos m. unoi..
Isaa> be verdade, meu amigo
Logo inioha nal. para que nao aceita ol-
lera de Fernando ?
~ Parque be inelhor, meu filho, nio abusar
da bondad* de Mr. Dupleaals.
Julga Vine que elle leine fazee um* ,i,_
gem Pars* replicn Joao.
Depois voltando-se para mim, (Ue accrea-
entou:
bugaiia-ic, icnhora, Albina .. o ama.
Aliona I
Ella ui'oconfeaaou...
Ab 1 infeliz menina 1
_ Sim..., senhor*,... sim. ella be mui infe-
tn i porque cita cantina, leal, de que nio II-
nba vida. nba que envergonhar ae, eu accolhi-a com du
baata, aenhor, aa groiseriai de um be- rea, tul deadeiihoso, cruel.,.. Peruiauecendo
nem ebrio nio me ultrajan) ella lie mesmo c*lin, e admlravel por su* docura e dlgnlda-
iudigno da minha colera, s ma Inspira dea- da, aeguindo oa aeua eooaelboa, oceupaudo
preroe piedadc evito-o, e pasau.... Aiiim jiai- nabreinenl* aua vida, ella climprla religiosa-
sernos, aenhor. uieute aeua deverea para contigo. Ein vez de
Pola bem aenhora, piedade para cora o enternecei-uie, eaaa docura e esaa aerenidade
ebrio, piedade para com o loueo, cuja loucura rae Irrltavain eu via cu.n Indilferenca aua sau-
durououxe anona, eque reeobrou o Julzo boje, de alterar-ae.... EmHiii que Ihe dlrei, aeuhora /
nesta pristo, onde sent urna admiracao rell- Minha slnceridade na oonlissio da,sc.a males
giosa substituir em leu ror.fio a. um* pjio far lalvex crer n* slnceridade do meu arre-
iniemata, furiora. Ab / era preciso .jue ella pendiiuento, edaa mlnhaa reslnfdea par* o
foiie inieniala, furiosa e ebria, como Vmc. da, Intu o.... Sim, sabendo que uiluh* mulber es-
lenhors, para ter-ine extraviado a ponto de lava aparada de mira, e leinpre oceupada com
comnieiier ama infame tralcio, da qual le en- Joao... ebeguel al a aue odioso penaaraento...
vrgonharlarn os mais inlaeravelal Tenho com- que se o acaso ue tlraiae Albina...
enti cunlra mim luesmo, quaudu mlnba mu-
lber e eu tremendo pelos aeus nial e peloe de
Joiio, ella ato ni-..... seu coraciio. Ah creia-
me, o odio 4e que eatava minha alma chela,
tranaformou-se em profunda compatxao, quan-
do vi a dor morna e assusladora Albina ao
saber da aorte lerrivel. de que Vine, eslava
ameacada... Ltnnm, aenhora, em nnme dessa
desaf.ruinada que Ibe chama au* mal, delxe
dzer-lhe ainda uma palavra... Ella a orTende-
r i tire/ ; maa Vino, a perdoari quando souber
da respriila que ella provocou. Informado da
sua piia&o, eu uo pude occullar a minlia mu-
Itier a palxo inaensat que a senbora me Ins-
pira, mas guarde! silencio sobreo ultrage, cuja
vergooba me eamaga.
Ah Nao tenho raaii dlrclto de quclxar-
me de aua Indilferenca, exclamou Albina, nao
tenho mais direlto de aecusar o aeu coraco,
pois que elle aenle um amor que o houra.eque
eu cumprebendu, pajs o que sou eU em compa-
racao de madama Kayinuudu ?
Vendo oa olnos da mal de Joao ae eneberem de
I i.Tloi.is CU ciiiilitinet ;
As lagrimas Ihe vera aoa olbos, aenhora.
Ab 1 ereio, porque as mlnbaa tambem corre-
rain deade ease momento aenli por Albina a
mala terna coinmiseacao. Meui oinos Se abrl-
ram, med toda a eaienaao do mal que tlnba
feito a easa pobre raenina, cujo valor iufellz-
mente vlma recouhecer .. D pota de Vmc. ae-
nhora, nao conheco raulher mala ieliiinente
dotada.,, pur laao jurel... Juro diante de Vmc.
consagrar de boje em diaute miulia vida l'cli-
cidade de Albn*.
' Sel que ella ama a Joao, por minha culpa,
respeliarel esae aeuiimento, aere! para ella um
o in.io, porm o mala aecluoso e mala dedica-
do de lodos os Irmos.
Pela felieldade de Albina quero ere lo,
senhor, maa nao posao. Neste matante Vine, ae
julga alncero, como quando ontr*ora queri* se-
guir a meunacarreira de raeu lilho, e no dia
icgulole era pageiu du re..,
vti! aenhora, Vine, nio tem piedade.
Em aua casa tambera Vmc. ae julgava sin -
Exportacao.
llnit-i brasileiro Cipibaribe, para o Araca-
ti, conduiio o seguinte :--9 volumes ferra-
gens, 6 fogareiros farro, I duna pas, 1 tor-
no, I Inrrii ul ,-uroo, 19,volumes fazandas,
3 ditas drogas medieinses, 12 volumes miu-
lezas, 1 barril azette, 6 pitias e 1 barril vi-
nlio, 2 pianolas vinagre, 5 barrisserveja, 2
garrafOosesptritos, 12 volumes espaciarlas!
caixa folha de flan lres,2barris breo,3 canas-
tras albos, 6 autorelas azeitonas,8 barns bo-
laxnthas, 10 caitas passas, 4 Caixas cha, 7
caias traques, 1 cana latra, 6 bariisgene-
bta, 5 resmas papel pardo, 3 harria man, i-
ga, 2 volumes lou(, I caixa pos de ssalos,
I o i.lnul'io papel, 13 gigos garrafas, 1000
rullias, 40 barucas assucar.fi inriis biscoulo
abolaxinba, II caitas saldo, 2 callas rap,
a charutos, I caixa cera, 4 barris sardinhas,
10 barricas farinha de trigo, 2 barris presun-
tos, II caixagb9o, 8 volumes licores, Ala-
tas cobre,85 caixotes doce de guiaba, 1 sacca
arroz.
New-York brigue americano George, de
i'.in toneladascunduzio oseguinte : 2600
saccas oom t3000orrobas de assucsr.
Luanda por Benguella brigue pnrtugiiez
Oriente, de 200 toneladas conduzlo o aeguia-
le : 148 pipas e H9J barris da agurdente,
250 b rricas com 354 arrobas e 26 libras, de
assucsr 60 ditas faritina de trigo, 12 ditas de
snrveja.200 latas com 200 arrobas de aasucar
ielioa o loo surcas farinha de mandioca, 12
podras de filtrar, 12 rulos fumo.50 Caitas sa-
bio,20 botijas oleo de linhsca,12 b.rricasbi-
cal oto.
RECEUEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PEHNAMBUCO.
Rendimento do dia 8..... 387,419
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 8.....1:148,834
PRACA DORECIFE, 8 DEMAlO DE
1852, AS 3 HORAS DA TARDE.
Revista semanal.
Cambios- Ai iranaaccee da semana nao
foram grandes, e o cambio re-
gulmi de 37 a 37 l|l d. por 1/
ra,dinheiro a vista,
ciencia da mlnba iudignidada i mas oonjuro-a, No, naj acabe, senhor .' exclamou aaada-1 cero |urando-me aeguir ineus cooielboi de la-
que nwdelxe appallar para essea offerecimetitoi ma Rayuundo allasiando-ae de mira com bor-' xer au* raulher feliz como ell* o mereca,
de dedicafio que aluda agora eu fazla coin tan- ror. Ou I no acabe i Parque anlio, aenhora, eu andava ora io-
ta goato a Joao. Ab I ratona vida, ae he preciso I sensato... ora razoavel. ho|e a loucura deiap-
para., Esjc horror, que Ibe inspiro, senliora, j pareceu e s ficou raiao. Supplic-lhe que le-
nha coiianca em iiilnli.i protueaiaa e pouba-
ne em eatado de espiar o p*saad >.
'-c i Albina felli, aenbor, nao seja a reso-
lucao tomada hoja epheinera como lanas ou-
tras... a feheidade de sua mulber ser a mala
tancta expiacao do panado.
Aialra, aenhora, Vine, no se digna de con-
fiar-me easa maao de que Juo fallava ?
Nio, aenhor.
Nao rae julga digno de dedicir-me a C-
nhi.r.a .' jiilga-ine liomeiu seiu f?
Senbor, Vmc. raeiino dine-me que tem
sido por inulto lempo insensato ; sua raio nao
rae parece anda bera aegura para eu conce-
der-lbe minha conanca. Quando eu ouber-
qne Vmc. faz Albina frllx enlio, lerel cerlexa
de que todo oieniimenio de honra ainda nao
est enluci no aenbor.
Aaslin, senhora, nao tere! meamo a cou-
solacao de ser-lhe uul ?
Madama Rayuundo em vea de reaponder-n e
consulioii o rrloglo que asiava a seu lado sobre
a cama, e dlise-me framente.
-- He lempo de retlrar-ie, senhor, a hora da
vi i i ta est paisada, nao tarda que o venbam ad
vertir disso.
-- Senhora conjuro-a...
Espero que a,Ibiua me dar noticias suaa.
Peco-lhe, senhor, que dirija suaa eartai P-
rii para flcarein nu crrelo al seren pedidas,
eu acbarei meio de faze-las ebegar a mira na
".inlu prisao..
O carcerelro entrn e advertiu-me que era
chrjada a hora de relirar-ine. ..
Saudei profundamente a madama Raymun-
tln, e sal i tanto mala desesperado da ua inore-
dulidade quanto eu nunca tlnba ido lio sin-
cero.
Por isso apartando-me de madama Raymun-
do proinetti a uiiiii mesmo volar rainba vida A
feheidade de Albina nica expiacao puaalvet
do panado a como me bavla dito a mil de
Joo.
Deciili-ine a partir logo aera aperar por uma
cartaique madama Claudia devia mandar-me i
Llinuf es para dar-me noticias de mlnba mu-
lber.
(Coa/Jnur-M-Aa.J .
.la
m


Aitooar -
Nulos takidotno metmo lia.
New York brigue mfric.no George Oto*,
capitao II. Pmklns, carga aaiucar.
Rio Grande do 8ul pelo Kio do Janeiro--
brigue brasIMro Esperance, capillo A-
oatseodi Silvein M-ndes, carga utu-
car. Cnnduz 8 eteravos
Tae?
Algodia O campradnre tiliveram
frloi, alai a 18 lacen que vie-
ram ao marcado rUeram-ee
enda da 4/2oO a 6/io n
por arroba de prlotelra torta,
e de 4t80o a 4j8io do de ie-
gundi: taiobein te effetuou
renda de urn carregaiuenio
eilaieqie na Parahvba a SjOO
rs. por arrobi pono a bordo,
entrando a tillarla parte da it-
Iuoda aorte.
prejoi aoffreratn balsa", e
01 coinpradorea anda ahn
eilo eojuadoa: veudtu-ie o
branco da argunda qualldade
a 3|30o por arroba, o le ter-
celra luperior de 2/100a 2/i50.
o de tercelra regular de Jjuso
ax/.Ov, edeqdariade u0
I/KM, e o de quinta a icata de
. 1/750 a isrg&O ; o inaicavado
eeculliido de iMtO a 1/500. e o
regular tle i/luO a u'M por
arroiia. Fe-ae venda de urna
partida do maeoavadoealilen-
, te na Varahjba a i|4o ra, por
arroba pollo a bordo.
Couroa O vendedorea pcdeut 105 n.
por libra, mu 01 couiprado-
rea uio cilio reaolrldoa a dar
elle preco.
. Para o Canal pela Parabj b.i a
lli.e l|t eft por ceute paia o
aiauear e para Liverpool pelo
mutuo pono a |8 e 3 por
cenlo pelo algodio.
Ulironto- Depoia da abertura do banco
o diiootoi parlicularee lam-
bein ae tem etfelluado a l|4
por eaoto ao inri, letlrai ale
6 lueiei e a 7|8 leilrai a inalor
praio.
Ameuduai Veuderanise a l por arroba.
A talle-doce dem a IJ750 por galio.
Recalado Pei-ae renda de duus carre-
ganunlot a l|60o p.jr barrica ;
e retalhou-ie de 9/ a 9/6O0 .
ficaram no mercado 3,8i>0 bar-
rica*.
- Vendeu-te a 3/300 re, por bar-
rlquloba.
O mercado eiti prorido coro
85,000 arrolus que boje lic.i -
lam tm aer: rrndeu-ie de 2/
3/400 por arroba oa dn Rio
Grande, e de 11600 a 2/ da de
Mantel.. ^S^MyuMUfm t\*SSf daa elr*dM e pontes abaixo de-
Fretes -
Uolaiiuha
Carne eecca -
O Dr. Custodio Manoel da Silva Cuimaes,
juiz de dncit da p imnira vari civel e
do coinmrcio beata cidada do Hecif'j de
Pernambuoo, por S. M .1. e C. que Deo
uarde 4c.
aro saber aos que o presente edital vi-
rem, que di data dalle i 10 di-a, por este
jiiiio do commercii), a prlmeira 'vara, le
bu dd arrematir por venda a quem mais
der, enr a preqa publica, o* s-guintea ee-
ciavos : llufo, cabra, na idtjJe de 30 annos,
sapatero, com erysjpella clironica na per-
Ha dirella. cri'inido diV'-rilha do mesmo
lili", i v. I i n -1 > em 200,000 ria ; Valentim
crioulo, de idade de 35 eono<, com a p'-rna
dirrita inchida, e com algumas (eri las,
em 400,000 rls; l-'elii, cHntilo, cirpna,
de idade de 40 anuos, em 500.000 ris; a
Antonio, crioulo, de idade de 29 aunoi,
c.rreiio, em 6 0,000 ria: penhoradoa i
11 -nricjiio Manuel M-lheiros de Mello, por
rx-'cucSo de D Mariana Fereira da Costi.
E para que chegue a noticia de lodos mn-
dei p.i-ar o pifente, e njais dous do mes-
mo theor, sendo un alindo na praca du|
Cnmni' o.iio, nutro na casa das audiencias
e out-ii publicado pela imprenta.
liado nesta culada do llecile de Pornam-
buco, em 7 de malo de I85t. Eu Joaquim
Jo. Perora dos Santos, eterirfio o suba-
crevl.Custodio Minoel da Silva Guima-
rles
O lllm. Sr. iospector da thesouraria dt
fazenda provincial, em cumprimento da re-
solucSodo tribunal administrativo de6 do
corrente, manda fazer publico, que us dias
25.26 e27 do mesmo ao meiodia, perante o
mesmo tribunal se ha de arrematar a quem
mais oflarecer, por tompo de S annoa a con-
tar do l.o de julhodo corrente innoa 30
do junhode 1855, o importo da taxa das
por na falta da oompradorea nesto patio, se-
guir pir* os 10'toa do Sul.
3
Tendo a thesouraria desta provincia de
aacar sobra a aWerabyba a quantia df cin-
coanla contos de ri, pelo preaenle alio ca n
vldadis aa pessoas que quizaren comprar
esta saque, comparecen! na metan the-
anqra'la et< o da 11 do correte mez. Se-Roma Maria^ do Canijo,
crelaria da tnesouraria d fietida da Per-
nambuco. 8 de mno de 1851. O ofllcial
maior interino,
Emilio Xavier Sobreira de Mello
THEATRO
DE
S. IZA-BEL.
41. recita du assignatura.
QUARTA FIIIIA, I 1 DE MA10 DE
i85a-
Depois da execuclo de urna das melhorea
ouverturas, pela orchejira, subir a acea o
magnifico drama em 5 aotos os
Me ra. por libra; e a fnncea claradas.
a 540 ra.
Papel Pei-ie venda do llrele
Itf
re.-a resina, e para embrulbo
a 80d a dila marca pequea
Paaeae ----- Venderain-ie a 4/ por ola.
Viuhoi----------dem de 80/a 05/por pipa do
de Heapanba.
Fiearam no- porto 8) mibarcacdci: aendo
2ainerlcanai, 40 brailleirai, 4 dlnamarqueaa,
1 trencen, 1 hopanbolai, I hainburguea, 13
lagletaa, 8 porlugueaa, I ueca e 1 aarda.
Pauta
dos pricoi correntei 4o usucar, algodio, e
ma.it gneros do pan, que te dupacham na
meta do coniulado d* l'ernambuco, na ta-
maa de Sata de 4-eio de I85i.
A.iucar ca c. brLCO 1. qual. Ai-ioi
roaac.....
- bar. e aac. branco ....
nwac ....
retinado.........
Algodio cin pluma de I1 qual.
Dito :.......: 1
Dllo...........I.
AKO'ardeute casifa 20 triot.
Diti.............
Dita decanna.........
Una..........
Dila estiladi ... .....
Dila ,.......
Genebra..........
Dila............
Licor.....,........
Dito.............
Ano pilado2 a,roba
Araraa ,.....
|n, afaioe........
bolacha..........
lincoiloi '........
Gafe Ihhii........
Diloraatolbo......
Dito com caica......
Carne lacia.......
Cocos coio c taca.....
Charuioaboni .
Diloi ordinarios
Dito legeha e primor .
Cera de Carnauba .
Couroa de boi nidadas .
Uitoeiplsadoa......
ilodeonca .....
D cea de calda.....
Dito de Coiaba '.....
Ditu acoco.......
Eslora nacional.....
Fariaha de mandioca .
reijuo.....'
I .....i Ihhii........
Dito leilolLo ......
tomnia............Alquerc
G initibre...........Arroba
Leulia de acliai ........ Genio
llitaa de loioa ,.....
Praoches de amar, de2 collado t'm
Ditas < a louro.........
Cuitado de amaiello de la a 40
p. de c. *'/, a 1 de I. ...
Dito dllo uiuaei.
Pipa
Ganada
. Pipa
. Ganada
. Pipa
. Ganada
Canad
. Botija
. Ganada
, Garrafa
un AJquere
. Uina
. I ni
. Ar rolia
*
Grnio
. Arroba
, Libra
, Uro
N
. Libra

. Arroba
Alquelre
a
Arroba
Ciquii, avaliada animalmente por 7:101,000
Magdalena dila dita dito 4:450,000
Motocolomb dita dila dito 2:721,000
Cachanga dita dita dito 2:100,00o
Tacaruna dita dila < 11( > 641,000
Bujarjr dita dna dito 641,000
As peisoas que se propozerein a eataa arre-
matact'i, coinparecain na sala daa leisei do
ranino uibuual, us dlaa cima indicado! com-
petentemente babilltadai.
E paraconatarie inandou aliiar o presente e
publicar pelo iario.
Secretarla da ihesourarla da legenda provin-
cial de l'ernambuco 7 de malo de i8.Vl.
O aecrelarlo,
Antonio Ferreira d'Annuneiecao'.
-- 0 lllm. 8r. olliciai-inaioi servido de
inspector da thesourarla da faienda provin-
J.oo 0t\i em cumprimento da ordom doExm.
!'j" .-Sr. presidente da provincia de20docorren-
j'llin 'te, manda famr publico, que nos dias ti,
l'ajoo 18 de m io prximo vindouro, ir a
2,'.eo prarja para ser arrematado, perante otribu-
d,s io f nal administrativo da mesma thesouraria. a
t.Boo quem por menos titersetenta e duas grades
4,-inn de ferro para as janellas da casa de detenfio,
M.JJJ pelo preco d 130 rs. a libia.
''''' A arreinatacio ser feita na forma dos ar-
"1,"|" tigos 24 e 27 da lei provincial n. 286 de 17
45,000 de maio de 1851, e sob as clauiulas espu-
2J0 ciaesabaixo copiadas.
ni)' As pessoas que ae propoze'em a esta ar-
isn remalacilojnoin.iarecam na sala das sesnOes
JBZUITAS
o bastam'de el-rei.
A parle oe IMomunJo de Cast'o, sera lei-
ta pelo artista Coimbra a da conde de Cas
tollo Melhor, pelo artista AmAedo, e a do
Bsatardo do El-Rei, pelo artisia Cermeo ,
que nicamente para satisfazoj os desejus
do publico, del la se encaireguu e nao por
julgarquea desempenhara melhor. Ago
ra, e a vista da nova disIrlhiiicSo das refe
ridas partes, espera a omores'a ter urna ili-
mitada concorrencia, pelo que desde ji
giadece ao's seus au igus e protectores
Terminari o espectculo com a muitu
applaudida comedia em 1 acto,
0 ...iSTnlMOIl)
O Avenlureiro das Tabernas,
Cnmorara as 8 lloras.
Os bilneti acnam-ae a venda no lugar
jo cnstuni.
Avisos martimos.
--0 abaiio assignsdo.fai constar aos s-
nhores Mattos & Magalhlaa, que nada Ibes
dew, oomo pretende provar eom documen-
tos por tiles Armados. r. P. Da-ios.
- 8axia Wra, 7 do crrante mei, polas
Hjioris do dia, fogio da cata do aballo as-
tigna.io, na ra da Praa, ama esonva. de
nome Mana, do Gento, Com idade de 10 an
nos, pouco mais, ou manos, edr prea,alta,
curpo delgado, c >m a barriga um lamo
rende, rosto co nprido e desciroado, olhos
cdvos, e eom 8 denles de menos na Imite, e
je eom alguna cabellos brincos, sahlo vesti-
da com saia de panno branco echMes par-
do, com rsmagens brancas ; esta e-criva
eom dous flltioi, um dos qttaes so ictia re
ColhdJb a Chdeia deata oidade, a requiaicSo
do aballo ass'gnado, foram deherauC'de
sua'avPrancisra Antonia doCtrmo, failu-
cnla no anuo de 1832, na comuca de S. An-
tao, e eslavam em pudor de seu to, Manoel
f-rreira da Grut, morador no engenho Ca-
ln le, da mesma comarca, que lendo sim
autorisifgo vendido um dos fllnos da dita
oscrava, pddn o abaixo assignado conseguir
recebar amigivelmante a eactava e o fllho,
que est na cadia, e tatm ln de acco'do
com os mais herdeiros de amigavelniente
partilhare n, foge agora a escrava : o abai-
xo assignado suppOa ter sido seduzlda por
alguen, que mora jia ra das Cinco Puntas,
para tilver occultamente remetti-la para o
dito engenho, lato be, oulra vez para a casa
de s-ij lio; e por isso, protesta criminal-
mente proceder, contra qu>lquer pesso
que a lenha seduiido, ou occultado, e ro-
g a todas as autoridades etapitaes de cam-
po a apprehendao, e remellan) ao abaixo aa-
signado com armazum na mesma ra da
Praia, q esura recompensado aquclle quo a
apprehender.
Jolu Cavalcanti d Albuquerque.
Manoel Lopes Reis, embarca para o
Rio de Janeiro, o seu escravo creoulo, da
nome Severo.
- Leciuna-se portuguez, philosophia a
geometra, pormenor gratificacSo duque
costuma-ae: na ra doQuoimado, primeiro
andar do sobrado de 3 andat.es, qutsi fon
leiro ao becu ds Congregar;flu o. 32.
-- Airenda-ae um sitio na estrada do Ro-
zarinho, com boa cata de viven la e diversos
irvuredus de fructo: na ra Velna n. 63.
- Jos Francisco Belem, retira-se para
onde Ihe convier.
Joaquim Moi.l i o da Cruz, comprou
poroonta e risco do Sr. Jos Smith de Vas-
c meollos (do Ci-a i ) um bilhele da 7 lo-
tera concedida i beneficio da empreza di
cultura das amnreiras e da itujh do bicho
da seta, h. 652, o qusl Ih'u remel'eu.
Antonio Joaquim de Santiago Lesea,
esta residindo na ra Augusta, casa leTea
n. 66, onde pode aer procurado at as 9 da
mauhUa, o das 3 da taide em diante.
lis abaixo assignados f-zem scienle ao
respeitivel publico, a principalmente ao
cuj me ci desta praca, que em 30 de abril
wmaBsabWKBBsaamaamBsmgaam
Loterit do Kio de Janeiro.
Aos 20:000/000 Caza K
O vendedor da buhles dt cala feliz do
quat'o cantos da rus do Qutimado o. 20, ro-
ga as penois que possuirem et bilhetes o
culadas dos seguales ns, da 84*. lotera do
thealro 8. Ped'n de Alcintra qoe venham
recbeme peoijos que tlraram nt quaes ae
pigam aom descorri alguno: ns. 8029,1 000/,
1311, ion/KW ; 765, 10 7000 ; 5J23 100J00U ;
3361 loo/ooo ; na mesma casa se acmm a
vendaos muito Mizos bilhelesecautellasda
7.a lotera da cultura dts amorciras coja lis-
ia -cnega at o da 20 a ellos le querem ti-
rar bmt premios.
Eu sbaixo asslgofio tanho vendido
minha Inja no atterjo da Boa-Vista n. 10, ao
Sr, Jos Joaquim-Pereira de Mendoncja.
Mauool Joa do M-nezea Bisto.
Perdeute ds ra da Cadeia do IVcIfe
at foras de portal, una la I ha de laboriu-
to tendo no moio obra de palmo e mais liso, I A, i,-,- '_.
einbrulhada em um lenco de marca : quem I da &dnU Caa da misericordia fi-
a achouequizerentregardirija-seadila ra cava a correr 410 dia II do pre-
.la C.dola n. 9, segundo andar quo ser. gr.- sen, j fa j
lilicad i: qu> m perdei fot urna pobre mu- *-. ",M u, ""a 'vem chegar no da io pelo vapor
da coaipahia brasileira, ou no
da at pelo .vapor ingle Teviot.
Sio immediatatnente pagos todos
. OcaulelistaSalmtiano de A-
quino Ferreira, avisa ao respeita-
vel publico, que oa arus bilhele
e cautoles da stima lotera a be-
neficio da Cultura de Amoreiras,
eda 55 lotera a beneficio ds San-
ta Casa da Misericordia, estSo ex-
postoa a venda na praca da Inde-
pendencia ns. i3 15, lo ja de
calcado do Arantes e na ra da
Cadeia do Uecife n. 46, loja de
miudezas de Jos Fortunato* dos
Sanios Porto : a stima lotera da
Cultura de Amoreiras correu no
primeiro do corrente mer, e.a55
Iber que an lava vndenlo -a.
Us froguofias das b ilaxiulias doce ame-
ricana as poderlo procurar em urna venda
'lo becco l.ng i que vnlta para a seu/sll i
Nova,pois ah h i seu verdadeiro depotito,
Ao ili.i do corroiito de-appireoou do con- i" r
vento de 8. P aociaco, urna salva de prata f quequer premios das referdlS
oom moio palmo pouco mais ou meuos de] loteras ttag loias cima mencio-
l P>- nA 1(Jg0 q|1 e receberem 8
too
ISO
i,4oo
lo.tiou
3,000
1,500 i
6,000
4,200
3,000
3,200
],4li0
t 000
I, too
;00 "
2,400
Goat-diiibo de dito .......
tioalbo dedil..........
Fono da dito ......... a
Coatailo de louro....... a
Coiladiubo de Uno...... a
Soalbo de dito....., a
Forro de Jilo.......
I luna de cedro......... a
'Ionios de talajuba Quluoal
laneira....., Duila
Vaias de [i
Unas de a^oiihadas .
lina, de quine.......,
Koda ceii uplra para carrea
1.11 s de itaa u 1 j Olios .
Mtl un pipas .
a quarlolai........
a barril....., .
M1II10 ............
Pcdra Ue amolar......
Uiiei da filtrar ,. .
Poniai de bol.......
Piaisaha....., .
Sola.............
Sarta parnllla......, .
Tapioca...........
uhai de boi........
Couroi de cabra......
A cita .acarr-palo.....
do nii mili tribunal, nos dias cima tnen-
ciooadus pelo meiu-dis, competentemente
habilitadas.
E para constar se mandou aluzar u pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria di razenda pro-
vincial de Pernatnbuco 21 de abril de
1852.
O secretario,
Antonio Ferreira d'Annunciacto.
Clausulas etpeclaet da arrematado.
1.a Todas as grades sordo 1>itas decon-
formidade com o exposto no ornamento e
jiiii desenlio junto, pelo prego de 130 rs. por
1 (:> libra.
2." O mesmo arrematante s-r abrigado
a apresentar dentro de cinco dias urna das
grades orompla, e no prazo de cinco mezes
estarlo todas promptas e entregues, con-
tado o prazo da data da arreinaticSo
3, pagamento ser feito em tres pres-
l.iion! taces igut'S, e da n ancire seguinte : a prj-
|o0o mera quindu esliverem pronplas vnle t
4,000 quslro grades, a segunda quandoestive'cn
2,000 entregues quarenta e oito, e a terceira quan-
2.-00 jo esiiverem todas concluidas e entregues,
'loo' *" 'err0 empregado na conalruccflo
ij'ooo' des,,s grades ser limpoda qualquer defri-
-",,,,., lo, e do de mellior queliJa le quesecostu-
' j isa empregar geralmente nests obras.
20,000 5.a Para lulo o mais que nao estiverde-
iii,ooh terminado as presentes clausulas seguir-
i.iii'U .-ha o que dispOem a lei provincial 11.
4,000; 28fl.--Coufurme. O secretario,
'0*! A. F. d'Annunciaco.
6,000 aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaBt^aBaaaaaaaaagaaai
""! Declara ces.
2.200---------_-----------------------*-------------------------
2,oo Admtnislruco do patrimonio dat orphoi
',*"! Peante a administracdo do patrimonio
i'O^ot orphflos se hilo dn ariemalara quem
140,
14,000
2i0
200
4n0
1,000 I
1,2*0'
Para o Rio de Janeiro sabe
impreterivelmente, quarta feira ,
12 do corrente, o brigue brasilei-
ro nimo, capito Dminos Auto
_ _____1,__-_u. *- .A.- Iproximu passadu dissolveran>amisavelmen
nto de Azevedo, recebe iSosmen- te S0Ciedid9Hlue Unl,m |0JaBde quin-
te escravos a frete, para os quaes
tem bons comino los: trata-se com
o capitao, ou com o consignatarin
Luiz Jos de S Araujo, na ra
da Cruz n. 33.
-- Para o Cear, sabe at o llm da sema-
na, a barcassa Luz du Da, mestre Hanoel Jo
s de Sloura, lambem recebe carga para o
Arar 11 y, por prefuS muitu baratos : tratase
no traoicne do algqdlo com u mesire da
mesma.
Vai sabir em poucos dias,pa-
ra a Babia,o patacho nacional Con
fianca, pode receber alguma caiga
miutla e pasMgeiroi: trata-se cun
os consigna tirios Novaes & Com-
pendia, na ra to Trapiche n. 34
A Ji.ihi 1.
PropOem-se para este porto o veleiro bla-
ta Caprixnso.os senhores prelendenles pode-
iu diilgir-se ao mestre, abordo, em frente
do caes do Ramos, ou a L. J. de Castro e A-
raujo : na ra da Cruz n. 34
l'ara o Bio de Janeiro sabe
at o dia ao do corrente o brigue
btasileiro liccit-, por ter a maior
parte do seu carregamenlo prom-
pto : paia o resto da carga, pas-
sageiros, ou escravos a frete, tra-
ta-se na ra do Colegio n. 17, se-
gundo andar, ou com o capilo
Mu 11 o'I Jos II1 lien o.
Seguir nara a cidade do Porto, al o
Tai-
a
Uina
Canad
1 ni
Alqurre
Cenlo
Mllio-
Mel
Arroba
Cenlo
a
Gauada
l,ti"0
Un'
40 000
18 000
24,000
140
1,0 0
I.SO
1,ton
eouo
. JoO'
1,0 o
J8,"00
1,6110
200
18,10
too
B0
Movimento do porto.
rYimoi entrados no dia 8-
Ptrtnagu 23 das, brigue biasilelro Pe -
reir, de 176 toneladas capilflo Manoel
Antonio de Castro, Auipagem I2,em las-
tro : a Amoro i Irruios. Seguioparao
Ass.
Muuievi ii'o 31 dias patacho sardo Be-
nedicta Maria de 120 toneladas, espillo
A. Montino equipagem 8 carga carne
secca : a Amorim & iraiSos.
Navios sahidos no mesmo da-
tela e porlos intermedios vapor brasile-
ro Pernambucana, commandanla ouen
Cooduz desta pr.iv n -ia, Dr. Jo-e Vicente
11 jai te BrandSo, Carlos Jansem Pereira ,
Antonio Maiques, Jos da Silva Cuelbo,
Manoel Marques Ctmacho, Pedro Antonio
Bernardino, padre Francitco llollanda
Chacn e 1 eacnvo.
Maraelha barca franceza Cleopatrt, capi-
tao Flntl, carga aatucar e couroa.
ft'ofioi entrados no dia 9.
Babia 3 dias, vapor iuglez de guern lltr-
py, commtbdante o lente Williams.
Rio dande do Sul--20 dits, biigue brasi-
leiio Amorim, de 196 toneladas, capitn
Pedro Nolatco Vieira de Mello, equipagem
13, carga carne teeca; a Balltisr n. Cooduz I eteravo.
mais der, e por lempo de 3 annos, que na de
ter principio do 1.0 de julno do corrente au-
no a 30 de junho de 1853 as rendas dos pre-
dios seguintes:
Largo do Collegio.
N. I o segundo radar.
Ra do ijucimado
N, 33 loja grande
N. 33 .Ira pequea.
Ra do Collegio.
N. 23 casa de 2 andares.
Ra do Crispo.
N. 9 dita de 3 andares
Largo do Paraizo.
N. 29 dila de 2 andares.
N 29 loja.
Ra das Ltrangeiras.
N. 17 casi terrea.
Ra do Rangel.
N. 38 dila.
Piafa da Boa Vista.
N, |3cass de 2 mulares.
Rut Velha.
N. 32 cass terrea.
Ra de S. C incalo.
N. 92 cata terrea.
N. 24 dita.
Rut do Sebo.
N. 3 cita terrea.
Kua dot Pires.
N 39 meitgot.
Rut do Roztrio.
N. 60 casa terrea.
ai pessoas que se propozerem 1 arrematar
dilas rendas, podero comparecer oa casa
daasessOes da mesma admiiiisiracAo nosdlis
13,19 e 27 do conente mez, ai 4 horas da
tarde com seus flsdoret.
Secretaria da adiiinistr,ii;3o do patrimo-
nio dot orpbRot 8 da maio de 1832.
A. J. deOliveira,
Secretario.
que linliam na loja de q
quilharias da ra larga do RbZario 11. 22,
que girtva debtixo di firma Victorino &
Guimarieallcaudu a cargo do tocio Victo-
riano a liquidadlo de lo lo O activo e passi-
o da exlinca firma. Raolle de Pernam-
buco, 8 de maio de 1832.Victorino Jos
Ferreira.
Gnliflra-ae gene'osamente a quem
i'scubrir um mulato padei'o, por nome
Filippe, que lalvez.lenha mualo j nome,
fgido no dia 8 do corrente, com os signara
ai-gumtes; altura e corpo regular, idaiie
le 40 annos, pouco mais ou 111 nos, olhos
nardos, rosto descarnado, boca e nariz re-
gulares, cabello bom, o cosluma trate lo
uparado alraz, orelhas pequeas, muito
'Ogrisla, mas de fallas mu manaat e siduc
toras. He natural do As mas tendo an
dado por diversas parles do sertSo tem
grande conheciuieiitu oe tolos estes untos .
levou urna re le onde col iiinva dormir, e
os tragesignora-so por costurnar tara rou-
pa ln 1 de casa. Foi aqu primeiramente
escravo do Chives, que tem fabrica eli-
co 1 s, desle passou a JoSo Antonio Carpin-
leiro da silva, com padaria 00 Mangumho
1 quem uliim>menle se comprou. Portan-
tu pede-se as autnri lades e CapilSes ue
c mpo que o appiehendaiu e levern sua
seuhura, na rut dt Mttriz dt BOt-Vista,
n.S2.
O abaixo assignado, profes-
sor publico da cadeira de instruc-
(3o elementar do segundo grao ,
novamente criada no bairro de
Santo Antonio, avisa ao respeita-
vel publico, que tem aberto aula
na ra do Sol n. 11 : as pessoas
llm do crrente mez, o bruue portuguez que quizerem matricular seus fi-
Bom Pastor, de primeira marcha, forrado e ti _,t,i__, _._ i.
.ncavlhado de cob.e, tem metade do seu u.,08> Ptltl comparecer na sobre-
carregamenlo promplo, recebendoo resto a dita casa, Jas 8 horas da rnnnliSi ,
frete, a lambem passageiros, para o que tem at m,^, .ii, J-. j ^.j
mui excellentes coiiimodos : traa ae com alep mej? e das a. da ,4rde ale
Bailar otliveia, na ra da Cadeia dolleci- as 5.Aligue! A relia rijo Uindello.
fe, armazem n. 12. Manoel Jort)uim de santa Auna, re-
Para o Bio de Janeiro vai sa- melle ptrs o Ufo de Janeiro, a aua escrava
hircom amaiorbrevidtde poss.vel ^i^Z^UlrZU^J
o brigue nacional Vencedor,para o para o Rio Je Janeiro, os seus escravos Cuo-
resto da carga, passageiro eescra- E'V'V",!*!. drt.lannos de ii' ;11'"0"
7 "8 o nardo, pardo, de 22 annos, e Francitco,
vos a lele, trata-ce com o capitao creoulo,de 40 annos de idade.
Cleto Marcellino Gomes da Silva ^cin-se ueimhomem, que falle al-
. N o. (tunsediomatestreii^eiros, ao menos o in-
OU COm 08 Consignatarios L\OVaeSO g|PZ, plra umhulel: quem esnver nsatat
Companhia : na ra do Trapiche eircumatanciase quizar; dirija-se a ra da
.' Cruz n. 34
! ? Francisco Comet de Carvalho, vai 1
l'ara O Cesta, Europa, liatardes .e studo, odeixt.porscus
tegue com muitt brevidade a escuna naci- Preurtdors, a aeuurmo, Bernardino Co-
nal Maria Firmini, e sumaca FlordoAoge- me.(i,, Carvalho, Manuel Joaquim Gomes, e
lim, porterem os seus carregamentotquiai ,us"rto Pereira do Fa-at.
promptos, plem ein.ia receber alguma "" 8r- Antpnio Barilino de Almeida
carga a frete, para oque pode enlender-se Gsvalcante, lenh,a a bonlide da apparecer
com Luiz Jos de Arauio : na ra da Cruz "* l0J* rUi da Crespo n. 10, a negucio de
n. 3J. *eu '"teresse, '
- Para a Babia segu com brevidade o ..i'.,"',^'"i" rre^'o. vita ao reapeila-
1 por sinal um pa
pelzinho com at teguintns letras J. M. M,
nss costas da tnoima rogi-se a petsot a
quem for offeraeida que a lave ao dito con-
vento, que se Ihe flear oorlgado.
Na ra do l.w amento o lo sobrado,aa di-
r quem d dinheiro a premio, e quem renda
1 aderetjo, 9 voltat, 2 medalnas, trancelins,
cordOes, anelOes, tlfinetes, 1 relogio pten-
te, acrrante otra o mesmo, 1 dito pira sa-
nhora, t piliteiro de prata, 3 eolheros de ti-
rar sopa, relas de suspensorios e outras
obras.
Preciss-se de um leitor portugus sa
forcisado melhor, que ont-nla do servido
decampo, e de casa de caldeira, para um en-
genho distante destt pra(* 10 logois, n a do
S. AntSn; quem qulzer nelle empregir-te
lii igir-s"-ha na ra Dreila n. 14, venda de
Jos da Penha.
O abaixo ttsignado faz sciente aos se-
nhores que Ihe dovem contase sua loja de
harnero da ra da Cruz n. 43, que a dila lo-
ja a venden no dia 13 deahril de!832aus
S'S. Jofl i Antonio Pinh-i n *e Manoel Pereira
Loiic-Hib.'irn masque o ditos Srs uio fica n
habilitados a receber suas sontas, r ca*so
alguem Ine pague, liea-a depois obrigido a
paga-las aos Srs Mendes & Braga oa ra da
Cruz n. 36, que sSo os mes nos Srs. qui as
nadas,
listas.
Bilhetes
Meios
Quartos
Oitav.s
33,000
1 1,000
5,5oo
,8oo
Vigsimos i,3oo
Preciss-se do qualro offloiaea de oliaru-
lelro de clrregicSo, nagando-se 180 ra. o
ceoto : na ra do Cocho o. 14, achara com
quem tratar.
Joao Antonio de Araujo e Bemirdino
Lopes de Oliveira faiem sciente ao respeila-
vel publico, e principalmente ao eorpo da
commercro desta praca, quo so acliaru es-
labeleci los com loja de fazendts oa ra do
Queimado n. 47, gyrando tobre turma de
Araujo d Oliveira.
eteja-se fallar com o Sr. Paulino Be-
zerra de Mello e Aullado Lima, a negocio de
seu interesse : no pateo da Penha, uefronte
do convento, sobrado.
Pommateau, roga ao Sr. Francisco de
Albuquerque M*rsnhao,do eogenho Cioipa-
po, dedar-lneuma resposta iliflnilira sobre
o negocio que elle j Ihe menciooou.
Pominateau,roga ao Sr. Coeiho que te-
devem mandar cobrar. Joaquim Antonio y9 amt enJa no M n,I0 d8t.r a D00.
Garne.ro de Siiuza AzevJo. did de pM,ir na suifoj, ', ,ecnir 0 6.
-Joaquim Antonio Cirneirodi Souza A-
zovedo vem por este meio agradecer os be-
nvolos favores.que durante II annos,rece-
beode seus fregiiezes.anngos e mais sentio-
res em geral, e como nflo pu lesse pela bre-
vidade de sua viagem, despedir-se de to>ios
por isso Ihe pede desculpa .de qualquer falta
o se olferece para o que lhesfor presta val
no Ceara.que be on le vai fizar sua residen-
cia.
Aluga-ao 1 segundo andar na ra Nova
n. 19: a tratar por baixo na loja.
Antonio Francisco Ma'lins de Miranda,
expnrla para o Rio de Janeiro, a tua escra-
va Caelana, do nagu.
-- l'fi cisa-se de urna ama deleite, boa,
forri: na ra deS. Francisco o. 42.
Jos Alves da Silva Guima-
rScs faz sciente a quem nteres-
sarpossa, que achando-se venci-
do alguna penhores, pa sar a ven-
de-los, no caso que no praso de 8
dias da data deste seus donos os
ii3o lirarem.
-Ocaulelista Souza Jnior continua a
pagar us premios sahidos em suas cautelas
bilhetes vi-mlidus em sua loja de ferragens
oa ra do Qut-imado n. 37-A- e tena>expualu
a venda pelos precos abaixo as-suas camel-
las e burieles da 7a. loteria du Rio de Janei-
ro a lien lirio da empresa da cultura d'amu-
reiras bicho da seda cujas listas uevem che-
gar no da 19 ou 20 do crrente pelo vapor
brasilero ou inglez, recebe em troca bilhe-
tes premalos.
Bilhetes 22,000
Meios 11,000
Quartos 5,300
Oilavos 2,800
Vigsimos 1,300
- Precisa-so ue um mestre de barcina pa-
ra tomar roma de urna prompta a saif para
o Sul, quem que so achar as circunstan-
cias e uver coiihecimeuto da costa da Pa-
ran i bu at Macei e der conhecimento da
sua pessoa, pode dirigir-se a ra Larga do
Kozario n. 18, que achara com quem tratar.
Francisca Lina de Oliveira Santos,pro-
fessori particular do primeiro grao elemen-
tar,faz aeiente ios pas de suas irumuis.que
niudou a sua residencia da ra Nova n. 19,
para o bairro do Recit'e,prca do Corpo San-
to n. 17,segundo andar.e ahi se echa promp-
ta para receber as mrsuias.assim como outras
mais que so quierem utilistr de sua proRs-
sfio, que lera principio no dit 10 do prsen-
le mez de mtio.
Leiloes.
-- Espert-ie eom brevidade a esta cidade d elfindega de 50 qm-jos de prato re-
o vapor CounWSi of Lontdtledo lota.de | us i contornete allegados da Holn la_________
toneladas ingieras, de 120 cavallus l-lll csla- "aeeeaeaeaeeaasaeeaaaaajeaeaaaMaaeaeeeeaeaeBal>
do perfeltiaiimo.teodoaccommodicOei para AVISOS diversos.
60 passageiro : os pietealent't queiram ap*--------------- -
parecer sem demore, no escriptorio de Me --Offerece-te urna amt, para cita da pou-
Ctlmont & Companhia porque o mesmo va-' ca familia : na Invest dot Martyriot o. i.
pratjMttB.
s.bira infallivelmente no da 12 de moio Quem pree8,r de umt anli, de 0,t
prximo, o patacho nacional Bella AaiU dentro, para tsa ettrangeira : dinja-sea
por ter pane da carga prompta : qUD no ,Ua do Padre Moriano n. 9.
mesmo quizer carreg.r Ir de ptaaigen, ou Precisi-se de 1 bom cozinheiro, nacio-
remeiter escravos, poda tratar co.,. Manoel mi uu estr.ngeito, liare : oa ra da Aurora
Alves cuerrt Jonior, na roa da Cruz n.40 casa do Sr. Elias Baptistt, junto ao collegio
ou com o capitao Manoel Jos de Sena Mar- ,jla orphrJaa.
tina, na praca do Commercio. .. MeC.sa-se de urna ama paia o servico
de urna casa de pouoa familia : na ra da
Cruz n. 53. loja do barbeiro.
---------;------r---------------, .,. Precisa-se de urna ama, ptra cozlnhar:
- O corretor Miguel Carneiro, ar leilllo no aterro da Boa Vista, fabrica do charutos
no dia terfa-feira II do Crrente at II no- o. 77.
ras da manhSa, no seu armazem na ra do Precisa-se da urna ama de leite, que
Trapiche n. 12 de diversos trastes novse nao venha com lilao, tfllanci-te o bom Ira-
usados, um rico jugo de bacalelia cum o lameolo e boa casa : na ra do Collegio, so-
. auno sobre pedra e aeus pertenece, camaa brado n. 21, tegundo andar,
de ferro, lourja, vidrot e oulroa mullos ob- Na ra larga do otario, padarit n. 48,
jeclos. preciai-sede um amanador.
--Jos RodrigtfeaPereira far leilso tanja -- Aluga-te umt prela, quo sabe cozi-
felra II do Crrenle aa 10 horas do dia nu nhar o commum, comprar, entaboar aba
Del : quem a quizer alugar, dirija-aa a ra
da Cadeia de S. Antonio n. 15.
Preciaa-se| de um cunto de rit a pre-
mio, de um por centu ao mez, e por lempo
de um auno, aobre hyiotheca em pradint
lirres e desembarazados ; annuncie, oudi-
rija-te i rut do Hangal, loja n. 64.
AttencSo.
Roga-se so Sr. que por engao conduzio
do vapor Peruambucan>, hoolem 7 do cr-
rente, na aua chegada,um bah de aola pre-
la, o baja de restituir a bordo do metmo
vapor al ao meio dia de boje, ou na loja do
Sr. Sera llm Alves da Rocha Bastos, na ra
da Cadeia Velha n. 19, que ter recompon-
tado.
Quem precisar da um capello, o qual
lambem ensillar oriineiratleiras, e| algunt
preparatorios : dirija-te a ra Velha n. 81.
Quem liver um andar de casa pira alu-
gar, sendo do l.ivrament al a ra das Cru-
zas, e da Ponte do Rocife a da Boa-Vista, ati
nuncio para sur procurado.
Precisa-se de urna ama forra, que seja
idi'Si pina o servico do urna cata com duai
petsoas de familia, sendo tambem para com
prar na ra, ou de um moioque : a tratar em
Fora de Portas, ra do Pilar n. 12.
O l'oslilno.
Revista hebdomadaria publicada em Lis-
boa, compreheudeudo: noticias da capital a
da to-lo Reino, estrangeirtt e diversas, ai ti-
gos commerciaes,pre;os de generos,ca rubios
e valresele metaos e papis de crdito; noti-
cias e artigos aobre melhoramentos de inte-
resse geral e local; va)riedade e etc.. A tui
piiblicHCilo tem sido regular e oxiilem os 7
nomeros sahidos at a partida do ultimo
vapor inglez, na ctsi n- 6, defronte do Tra-
piche Nuvo, onde se reerbem issgnituras e
te dio quaesquer explicarjOes sobre este
noticioso jornal. Os Sis. que tiuham feito
a merce de astignar para o Bulotim com-
mercial, sOo con-idadosa vire n traosferlr o
mail breva possivel attuat assigoaluraa pi-
ra o Poitilh3o, que O subtlituio mais vanta-
jotameute, atiui de as fazer aviso para Lis-
boa, e virem ot nmeros retpeclivot pala
mus promptt vil.
Pommateau, no aterro da Boi-Vista n.
II, tencionando ir para Franca faiar urna
viagem, roga as pessoas que Ihe devem, de
tar a bondade de ptaiar na tui loja para
tjutlar as suas contit.
gocio que elle bom sabe.
F. Sauvtge, vai Tazer umt vitgem a
Europa, edeixapor seus procuradores du-
rante a sua viagem o Sr. Chowel, e ot Sra.
J. R. latserre Companhia.
Pominau-au, roga aoSr. Leandro Caval-
cauti da Silva Guimares, de vir buscar urna
ordem que elle deixou ni sut loja, no dia
I i do soioinbro de 1819, qusndo o dito Sr.
foi para oeugen io Sibir du Gavalcaati.
-- Precita-se de urna ama para casi de fa-
milia, que nfio beba aguardante : na ra do
Hospicio em n. 17.
Companhia de 'Beberibe.
Os Srs. accionistas da companhia de Be-
beribe sSo convidados para te reunirem em
assembla geral no dia 17 do corrente as 10
lloras da manhSa, afim da se Hornear nova
adminislracAo e du se dar cumprimento ao
disposto no 6.* do art. 28 dos est tutos.
No botoquim da ra Nova precisa-se de
um preto para lodo serviro, que seja lele
diligente.
NacamhOado Carmo n. 14, continua-
se a incumbir de apromptar comida para
qualquer casa de negocio, aervindoieconi
promptdSo e dando-ae inleiro cumprimen-
to an que se ajuster, assim cono recebe-so
qualquer encouiinonda de bolos de todas at
quilidades, bem como os ntigos bolos ce-
vados, apromptam-so bandejas enfoit.idas,
ludo com asseio.
Jnse Carreiro da Silva, embarca pira
o Rio de Janeiro i sua escrava Joaquina, de
iiiie.Hi Musstnibique.
Na ra larga do Rozario, padtria n. 44,
precisa-se de um bom foroeiro.
Luiz Jos de S Araujo, vai
fazer urna viagem a Europa, e dei-
xa encarregados de seus negocios,
durante sua ausencia seu mano,
Manoel Jos de S Araujo, Jos
Antonio de Araujo, e Jos AiTonso
Moreira.
Luiz Jos de Si Araujo, tendo de fazer
umi viagem a Europa, pede 11 pesso's a
quem posta dever qualquer quaolia, de ihe
tirar a competente cunta, e mandar rece-
ber, em sua casa, na ra da Cruz o. 83; o
mesmo ruga as pessoas que Ihe sSo devedo-
res de comas antigs, de pagarem a seu cai-
xeiro. Justino Antonio Pinto.
Preciai-se de oUlciies* de ialoeiro : na
ra NuVa n 38.
Precisa se de urna ama para o servico
de compras e eogommsdo, deumaessade
duas pessoas de familia : oa Ponte Velba
n. 14.
No piteo di Ribert deS. Jos, sobra-
do o. 15 nt loja, lavase e orjigoma-se,
com toda perleicSo e aceio, e por prejo
cora modo.
AOS DENTES.
J. A. S. J me, o bem conbocido dentista
nesta praca i 12 anuos,pode ser procurado
na sua residencia ra Nova n. 14, primeiro
andar, gara todos mistares de sui arte, nto
s em sus casa,como fora della.
O thesoureiro da loteria do
Livramcnlo, faz sciente ao respei-
tavel publico, que a loteria corre
impreterivelmente no dia 39 do
corrente, anda mesmo que fiquetn
bilhetes por vender, o restante dos
bilhetes inteiros, meios, quartos,
decimos e vigsimos, estaiu ezpos-
(os a venda, na loja de miudezas
da pra9 da Independencia n. j-
Bilhetes inteiro 10,000
Meios 5,ooo
Quartos a,600
Decimos* i,100
Vigsimos 600
Arranjam-ae caitas com sement! da
todot os vegeteet do paia, assim como cal-
zas com plantas vivas, comando estas, ar-
bustos a arfares para seren exportada!! na
ra do Collegio n. 13 das II horaa da ma-
nhSa as 3 da tarde nos dias uteis: tambem
se venden planta axoticia de 'rucite flo- -
res para o psil.
Aluga-sc urna casa terrea ou sobrado
que lenha quintal, cacimba, e eommodos
para familia, nis ras das Cruzet, Cadeia de
Santo Antonio, e Racife, Livra nenio, praci- ,
oba do dito,'ra dot Quirton ou larga do
Rotario qutm livor annuncie.


- Ni noite de 23 do pasudo, roubirim
doescriptoriodoibaiso aeslmido, ai rua
d. Cruz do K.clf- 0.52. 'im?'*a" chave felaa ou gazna o 8eguinte:-510 000
rs em dihheiro, um relogiu abnele de ou-
ro ptente suimo oom us signaos segulntei:
maitrador de porcelana com pontciros de
segundos de ajo, endo o emblema da ciixi
um horneo) tentando issaasioir com um ou-
nhal que lem aleado na mo direila a urna
mulher que segura peloa cabellos -com a
mo eaquerda e outro homem que suspende
o golpe agarrando no braco, e na caixi de-
bati he um leflo sentado; iiaim mal um
outro relogio saboneta de prata. Roga.por-
tanto, aoa Sra. relojoeiros, e a qualquer ou-
tra pessoa a quem fr otTerecido os ditos re-
lOios de epproheode-los que serSo Dem re-
compensados; issim como roga as autorida-
de pol.ciaea a captura do l.drto ouUdrOe,
o.uim que lancem auaa vist as par i eate
btirro. Domingos Al.es Mathtos.
- Ni rua dos P.res, ao sah.r ilo pateo
Santa Crui n. 6.-precis.-se de duas p
"aforras, ou escravas, par. o servs
C,"ou.lquersacerdote, que. nSotendo
milla a seu cargo e setido morigi rado, q
, "d.sempenh.r as '**<*%* **u
de um. freguezia mu prxima a esta ci<
tal e que oiTerece '*""'" va"l,Ke",n
de dir.gr-se a ra estrella do, Boiirio..
das 6 aa 9 bor.s da minhBi, e da x aa ?
tarde, que abi se Ihe d.rSo as informaces
^n'sippireceu no dia 5 do corrente. da
sicristil do convento de S. Antonio desta
cldade, duaa nueves do prila do erario,
sendo urna maior, e outra menor, lendo a
maior i cnap. do aro lavrada, e a outra lisa,
estan.io ambas amarradas em um pedico de
cali fino com um lico, porem i. velho: ro-
gVieport.nloa pessoa a quem foretn offere-
cid.s dius chaves de aprehende las.o enlre-
g.-l.a.oitu.rdiao no mesmo convento que
ser gratificado. .
- Arrooda-se um sitio em Santo Am.ro,
oom multo bo. esa, fruteir.s e pasto para
8, ou tOvaccas: quem o pretenler, dirja-
se a ra da Gloria n. 70.
.- N. roa das Agos Verdes, sobrado de
um andar n. I*. engomma-se e lava-se, to-
da qualidade de rft a.; bem como cose-se to-
da costura, lauto de alfaiale, como para se-
nhora, com perfeicSo e gusto, tuJo por pre-
go mais commodo, do que em outra qual-
quer p.rle.
- Antonio Pinto Fernandos Tav.res, ci-
d.dto portugus, retira-se para Portugal a
tratar de su saude
Compras.
eate
9.
>da
pea-
de
fa-
ii-
lor,
api-
p-
.15,
Ida
-- Compra-se urna escrava creoula que
s.ibabemengommar e cosmlnr, de bonita
figura, agradando p.ga-se bem : na ruado
Amorim n 25.
compra-se urna escrava moca, robus-
ta, que nflo lenha vicio de fugir e beber,que
tenua habilidades.ou mesmo sem elles.com
filhos e sem elles; paga-se bem : na ra da
Concordia n. 4.
-- Compra-se um guarda vestidos, e urna
rucia commoia de am.relio, tudo ao gosto
moderno : na ra do Sol n. 23, segundo an-
dar.
-- Compra-se um jogo de bancas,um. du-
7.i. dec.deiras, urna meia commoda, urna
mesa redonda, e um sof ou marqueza :
quem livor anuuncie por esta folba pura sor
procurado.
Compra-se urna duzia de cadeiras de
.caranda e um sof em segunda m8o, es-
tando tudo em bom estado : na rus larga
do Itozario n. 28, luja.
Compram-se para fora da provincia 2
escrav.a creoul.s ou pardas, que sej.m mo-
fas a lenha ni boa figura i n. ra Nova n. 16.
Vendas.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs.
Ra loja de miudezas da praca da
Independencia n. t\, ven lein-se bi-
lbetesinteros, meios, quartos, o-
tjvos e vigsimos, a beneficio da
7. lotera das Amoreias ; ditos n-
teiros, meios, quartos, oitavos e
vigsimos, a beneficio d 55. lote-
ra da Santa Casa da Misericor-
dia, vem as a listas no primeiro
vapor do Kio.
Vendem-se dous pares de mingas de
vidro, lisas: na ra de Moras, sobrado de
um andar com v.randa de ferro, o. 70.
Vende-se urna escrava.creoula, Com 19
H O aniius di' idade, multo linda figura, e
robusta, sem vicios algum o que se iln.nc
por escripia, e nSo tem achaque algum, co-
ainha bem, engomma, ooze, etc. etc. ; ven-
de-se por precisao, a qu.l se dir com pro-
vas, e seu preco he 700,000 rs. p.ra quem
precisar de urna boa escrava, como logo ve-
r no olhar: na ra Augusta, esa defronle
da de n. 18.
.- Ven le-se urna escava, creoula,mofa e
linda ligua comas habilidades de engom-
mar e coser : na ra larga do llo.ario n. 22,
segundo andar.
Villa de Guimaraes.
Vende-se urna heransa em Portugal, na
villa deGuimaraes.no v.lor de 226.115.cons-
tanle de um formal de parlilhas sundo
193,800 rs. em bens de raz : quem preten-
der dinja-se a rus do Queim.do, loj. doso-
bndo am.rello n. 29, que se Ihe dir quem
vende.
-Sa rua Velha o. 81,vendem-se por menos
de seu valor asseguinles ohr.s: Oriol.nex-
plicsf 3o historie, d. instituas de Justmi.no
2 volumes ; o mesmo autorhiatoria na le-
giilicSo Romana desde sua origem alta mo-
derna legislasBo 1 volume; P. J. Prondham
- dacreacao d. ordem n. humanid.de, ou
priucidio de orgaiiisacBo poltica,! volume;
o mesmo autor nunno' ia sobre a proprie-
da le, 1 volume ; Lafuriere, 1 volume ; Saint
Albin. 1 volume ;oa car.pucei os encuader-
nados desde o I.* n. al o ultimo, 2 volu-
mes ; diccionario novo de Fonseca.
Alguna nenleiros vendom as partes que
em parlilns Ibes locaram na casa terre. da
ra da Guia n. 22 com algum .batimento do
seu justo valor : na rua Velha n. 81.
Engenho.
Vende-se um engenho moente e correlo,
sendo d.gu, distante da praca lgoss,pro-
vido de 10 las as obras, utencilms, com
boas terrea para planlicOes de cana e ros-
s.s, ptimo cercado e lendo um. extensSo
extraordinaria de trras, sendo mais das
tres parles urna mala virgen, aa qu.l ibun-
dao aa princip.es madeiras para serraria e e-
didcasO'S.e dista do emb.rqueumqu.no de
legoa: os pretendentesdirijam-scaolllm. Sr.
Jlo Pinto de Lenos Jnior, o o mesmo dir
o motivo porque ae vende.
Venclein se eslampas muito
finas, em fumo, proprias para qua-
dros, por preco muito comuiodo :
na rus do Cabug, loja de miude-
zas do Guimaries. ,
Vende-se um cavallo grande, rufo, bo-
nito e proprio para cirro : na estrada da
' Torre, no sitio do Sr. eapii8o de arlilharla,
J080 Ribeiro pessoa de Lacerda, onde se po-
de ver e tratar.
Muitas fazendas por pouco ro na ra do Crespo n-flB
Corlea de briel escuro do PUrl>q10
l.mr*.,dlttdlltr. de bom gosto: 1i."00
rCdlto'.marelloa 1,800 "-.'"J*^" \
nh proprio pira o.lcii u*fS!-
corado, panno Ono prata ^JWft
envido, penis de chit.sf curas co n 38 co-
Ot. 8 1.2 vr.s a 9.400 a 3 500rs. a pas-
ea, lencos lie cambraia de lleho a 00. 480,
e 560 rs. proprios p.ra m8o. riscadqa assen-
Udos em algodBo muiloencorpado proprios
para escraros a 10,180 e 200 rs. o corado,
zuarle azul com 4 p.lmos a 200 rs. o cora-
do, e muit.s mala fazendaa por preso com-
modo da loja cima referida.
Vende-se Rezina de angico de muito
superior qualidade em arrobas 5.120 rs.,
em libras a 320 ra. : na ra da Cadeia do Re-
cife lojade ferr.geua n. 53.
Vendem-se caixinhas com 120 duzaa da
carrlleisdelinha de2C0 jardas multo supe-
rior em qualidades de na. 40 a 150. pnr 800
rs. a duzia e de na. 12 a 120 por 700 ra. : na
rut di Cideii do Recifo ioj deferngens
-- Vende-se um bota sortimento de vellas
de composisBo.em caixaa de 25 libras.de 4,5
e 8 em libra : em casa de C. J. Aslley &
Companhla ra do Trapiche n. S.
Vende-se. calda de tomates,
novamente chegadn : na ra da
Gadeia Velha n. i5, loja de Bo-
urgard.
~ Vende-se feijSo muletinho, moilo no-
vo, em saces de alqueire, medida velh, a
9,000 rs. a s.cca : ua ra da G.deia do Ite-
cife n. 49, aegundo andar.
Deposito de cal virgem*.
Cunha & Amorim, na ruad. Cadei.do
Recite, 11. 50, vende-se barria com aupe-
rior cal em pedra, chegada pelo ultimo
vio de Lisboa, por menos preso do que
em outra qualqner p.rte.
-- Vende-se um bom erro de quadro ro-
das, com os competentes arreios, p.n dous
ovillos : para ver e tr.tir no iterro d. B01
Visti n. 45.
Casa de commiss3o* de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para fra delta, para
o que se olecece muitas garandas
a seusdonos : na ra da Cacimba
n. 11, primeiro andar.
Deposito de cal e potussa
No armazem da ra da Cadeia
doHecife n. 11, lia muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa ebegada ltima-
mente, a precos multo rasoaves.
Agencia de Edwin 31aw.
N. ra de Apolla n. 6, armazein de He. C.l-
month Companhia, .ch.-ae conatantementc
bon. .orlinieDios de Uia de ferro coadoe
batido, tanto raa. como Tuudaa, moeod in-
eia. tod.ade ferro para .oiiu.es, agua, etc
Jila, para armar em in.deira de todo o. ta-
cunnno. e inadcllo. o mala moderno, -machina
horisoDlal para vapor, com for(a de i caval-
lo., coucos, paaaadeiras de ferro e.tanhado
pata caaa de pulgar, por meno. preco que 01
de cobre, e.coven. para navio., ferro iagle>
laiitoem b.rr.acouio cin irco.folbas, eludo
iKir birilo preco.
AGENCIA
da fundicSo Low-Moor.
RA DA SEZAI.LA NOVA N. 42
Pies te estabeleeimento conti-
aa a lia ver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen
das para engenbo, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
r ilito.
Na ra 'da Cruz n. 33 armazem de
l.uiz Jos de Arujo, vende-se lamina de
mandioca deS. Malheua, a prego de 1,800 rs.
o alquoire da medida velha, isloparaaca-
bar e fecliar conlas, e t.mbem vende-se em
sacc. de alqueire a 2,200 rs.
Na ra da Cruz n. 33, vendem-se sac-
cas muito grandes, com leijSo mulatinho ,
chpgado do Arnc.ty, nu hi.le Uuvidozo, a
9,000 rs. a > ra ; caix.s com superiores ve-
las de carnauba, cranoslas que parece es-
perm.cete, 10,000 rs. a arroba.
Grande porco detazendas baratas,
na ra do Crespo n. i.'i, loja de
Arados de ferro.
Na fundicSo da Aurora, em S. Asaire,
vendem-se ai ados de ferro de diversos mo-
Cortes de brimde linbo, a i,2JH>j
a,i4>ea,ooors.
Veodem-ae caries de brlm oardo, deli
nho puro, a 1.20 is.; ditos de cores com
llstras de bom gosto. a 2,240 rs ; di los de
brins amarellM, a 2,000 rs.; cortes de calsa
de naetfdo de linhu de listras, a 720r.; c.s-
sasesca^npinadaa para cortinados, com 8 i|2
vara, a 2,400 ra. a psa.
Novo sortimento de panos finos e
casimiras de todas as quali
dades.
Na ra do Crespo, loja da esquina, que
roltj para a Cadeia, veodem-se panno pre-
10,1 9,800, 3,200, 3,500, 4,000 e 5,000 rs. o
covado; dito francez muito superior, a
6,000 rs.; dito verde, a 2,800 rs.; dito azul,
a 2,800, 3,500 e 4,000 rs.; dito cOrdo rap,
a 2,800 rs.; cortes de calsa de casimira pre-
ta inhalada, a 5.000 e 6,000 rs. ; dita fr.n-
ceza elaslira, a 7,500,8,000, 9,000, 10,000 e
11,500 rs.; sarja prela, a 9,400 rs. o covado;
dita hespanhola, a 9,800 rs., e oulraa mui-
tas fazendas por presos comn.odos.

J Aos amantes das do- g
furas da vida. ?
fj Offerec^-se, na ra da Ca- q>
deia do Recie n. a3, um li- #
no meo de satlsfazerem seu 4
apurado gosto dandu-se-
S lhesta troc de algumas mes-
qunhas patacas, o cxcellen- |
2 te e delicado doce debacur. J
Hf Chegou rescentemente do 4
Maranbao be da melhor *
r! qualidade que lia e lem fin- 4
do em latas, mu proprias
! para a sua conservacao, tor-
aj na-se tambem por isso objec-
2 to de grande considerado, S
para s pessoas que desejam '*
U mandar presentes deste ge-
\ ero para a Europa. 4
?A********* **>*** *
Superior larinha de S. Matheose
muito nova,
Vende-se a bordo do hi.le Caprichoso, fun-
di.do em frente do ees do Ramos, e na ra
da Cruz n. 34.
Deposito de panno de algodao da
febrica Ttdos os Santos da Ba-
nbia.
Vende-se por preco coramedo
o bem conhecido panno de algo-
dao desta fabrica; em pessa, a
vontade do comprador: no escrip-
torio de Novacs & Companhia, na
ra do Trapiche n.*34.
Vende-se um depozito de assucar, na
praca da Boa Vista n. 7: traUr na ra da
Concordia n. 4 ; faz-se lodo o negocio por-
que o dono precisa retirar-se, para tiat.r de
sua saude.
Moinbos de vento
com bombas de repuxo para regrar hortas
o baixas dccaplm na undi<;8ode Buwmaux
&. M. C.lheni: na ru. do Brum ns. 6, 8 e 10.
i'lb'H >'l' MJ!J'-UI iumlic:.'|
osofop 'i8apuaj[i p uuibsj ip uiazauu
u : jsi.Ai ojuquip 'asDBS apw sj OOS' "P
'.|"|.'JV' aP B,lu!jeJ aouadng
~ Vende-se um terreno na ra da Auror"
rom 50 palmos de frente e 280 de oitansao.
tundo ees de lijlo a boira mar, licaudo en-
tre as casasdoslllms. Srs. CustavBoJosdo
lingo e Francisco Antonio de Oliveira: os
prelendentesdirijam-sc a ruados Torres n.
8, primeiro andar.
CHA l'RETO.
Vende-se superior cha preto,
em caixas de 3o libras cadi urna :
em casa de J. J. Tasso Junior, na
ra do Amorim n. 35.
Vendem-se no becco do Concalves, ar-
mazem de ueaneVoule it Cumpuiiiia, meias
barricas com superior farinha delrigo.
Moendns superlures.
Na fundicSo de C. tarr* Companhia,
em S.-Amaro, acham-se a Venda mnendas
%& Funileiroa. ^ta,
Vende-se atend no piteo do Carolo n.
5, com armaclo, ferrimetiti pin dous olli-
ciaea, e algumas obras : na rut Nova n. 33,
ge dir quem vende.
Vende-se a lypographia do
Diario Novo, propriedade di Viu-
va Boma a qualt montada ,
tanto de bonstypos, como de pre-
los, e de todos os utencis necessa-
rioo u unta boa lypographia : tra-
ta-se com a proprietaria, na ra
da Praia n. 55.
-- Vendem-se, por precos commolos, l-
eos breviarios, recenlemeote chegidos: na
ra do Sol n. 23, segundo andar.
Chapeos de Chile.
Vendem-ae el apeos do Chile, superiotes :
ni ra do Trapiche o. 8.
Vendo-se um negro acabralhado, de
30 e tantos innos, e de boniti figura : ni
ra da Cruz n. 52, boje 26.
Vende-se um ptimo cavallo, para cai-
ro : na ra do Hospicio, venda do le3o de
Ouro.
Vende-se um escravo creoulo, de 20 a
85 annos de idade, e de bonita ligura : tra-
ti-socom Antonio Joaquim Ferreira de Sou-
z>, no pateo do Carmo, venda n. 1.
CLBA M VELAS.
Vende-se cera em velas das
melhores fabricas de Lisboa e do
Bio de Janeiro, sortimentos mui-
* llorta ejardim.
Vcndem-ae sement" de todas
as qualidades e muit frescas, por
precos commodos : na ra da Ca-
deia do Kecife n.56 A, loja defer-
regensde Antonio Joaquim Vidal
Vendem-se oa verdtdelros selios in-
glezis, patent, de molla e sem ella : na
ra da Sonzalla Nova n. 49. -
Attenco.
No atteno di Boa Viata, loj i innrlli de
4 portas n. 60.
Vendem-ie cortes de riscado francoz, coi
um toque de av.rla de oteo, de padrees es-
curse cores fixas, com 10 covados, I 1,760
rs,; riscadosescocezes, para todo servi;o, a
140 rs. ; crasas francez.s muito largas, de
lindos p.diOes, a 9*0 rs. o covado; pecinha
de bretanha de rolo, a 1,800 rs.; pecas dn
alxodaozinho muilo oncorpado, paia escra-
vos, com 16 jardas, a 2,640 e 2,210 rs. ; ma-
dapolao de forro avanado, a 2,000 ra. ; al-
parca para j.quel.ae palita, muilo l'ndas,
de urna car, a 200 rs. o covado, e oulras
muit.s fazendas de pouco proco.
Venle-se urna loja do cornos em muito
bom lugar di ro Direit com proporcOes pa-
ra outro quelqur negocio; como loja de fa-
zendas, venda ecasa de deposito de gneros,
lem commodos para familia, quintal e por-
laop.r. a ra da AssumpcBo : quem a pre-
tender dirija-se a mesma ra Direila n. 55.
Grande lubrica de chapeos de sol,
de J. Falque la do Collgeip
Neste novo estabeleeimento rocebeu-se to variados e a precos commodos :
um novo e lindo sortimenlode chapos de'na rul 0 Yigario n. 19, segundo
Sidos ullimosgostos.tinto de eedi como srrintorio de Machado &
dep.ninhopr. homeuee senhoras, dear- andar escnpiorio ae raacnauu
mac;5o de baleia e da aaso que se vendem, Hinheiro.
por menos preco que em outra qualquerpar-j Charutos de Ilavana.
le; grande sorhmento do chamelote, sedas
e p.ninhosem peca de todas.s cores equa-1 Vendein-.se os mais linos cna-
lidadespar. as pessoas que quizerem man- rutos de Ilavana : noarmizemde
d.rcubrirarmar;0es servidas. Completo sor-; .- ,.
tmenlo de balei.s para vestidos esp.riilhos Jvalkmann I rumos, na rus aa tjruz
para senhoras, fazem-seumbellasdeigrejae n> _
concertase qnalquer qualidade de chapeos; ., ,. .
de sol:todos osobjectoscima ujencionadosj I rensas para larinm.
e ver.dem em porcao e a retalho, porprepo, ni a tundico da Aurora em San-
quo agradar aos freguezesvisla da quali- m9,n -'no dpnozto di mesma t'ro. e oulras emBetiribe, lavando ropa de
dade. 1 *maro, e no aepozuo ai mesma g8nho> edJzenrto qlle porminJ,uo dosu.
Vende se ndice alphabeti-
co de materias, aa quaes tem ap-
plicacio a legislaco patria pro-
mulgada, at o fim do anno de
i5o coordenado pelo aenhor
esembargador J0S0 Joaquim da
Silva : no pateo do collegio, casa
dtvlivro azul, a 5,000 rs.., cada
exemplar.
-- Continu.-se a Vender m.nleiga inglezs
nova (640 ra., cha hyssnn a 1,920 e 9,240,
caf 160 rs., sevada a 80 rs., f.rinha do
.M.ranhlo a 80 rs., toucinbo de Lisboa 1320
ra., lingoica a 400 rs., p.ioa a 240 rs., bnla-
chinha inglez. 200 e 240 ra., paaaaa a 460
o 280 rs., traques a 200 ra. 1 cari., earn.bi
a 280 rs. de 6 e 9, esperncete de 6 a 640 rs ,
queijot dovos frescies 1 1,200: ni vend
nova n. 2 do piteo do carino.
Vende-se o. leja de louca di rui larga
ilojtozario tapetes de 13a para vaso* el.0-
tern.s, cheg.dos ltimamente de muito
bom gosto ; na mesma loja se compra pen-
nas para encher trsviceiros.
Vende-se um. mulita moca, boi mu-
camba : na ra da Cruz n. 9,lercelroandir.
Veiide-se umi piet. de 40 anna>; cosi-
nhi, liva de s.bSo e faz brrela mullo bem
ni ra do ilollenio n. 21, pilmeiio andar, se
dir quem vende.
Ven le se urna preta moca de nc3o,que
enyomma, cusinha elava de ai bio : na ra
do lloit.a n. 138.
- Vende-s, por barato pro;o, umpr.lo
moco : n. ru. do Trapiche, n. 30
Escravos fgidos.
100,000 rs. de gratiticacSo.
Contina a estar fgida 1 prela Fniicid.de,
desde o di. 17 de m.rco prximo p.ssi'io',
tem os signaos S'guintes:~estitur. regula",
tem falla de dents na frente, marcea de pan-
no no rosto, cor alo muito prela, muito pro
zisla, levou vestido de chita j descolado,
panno da Costo usado, um taboleiro peque-
no em que andera vendando, tea por coa-
turne ter ropa fra e mudar quaodos.i ;
tem sido vista muit.s vezea, amas no Hnn-
l'aiinlia de mandioca.
na entrada di rua do Brum a-
Vendom-se saces com familia nova, che- cham-se venda machinas para
Jos Francisco Dias, a 160 rs. O le canna, todas de ferro, do um modeloe
?m ^Totccra SntSS& n,PrC"Sar ,arnha ^"^T/'/
cada um sacca : no arm.zem ae J. Tas- nutras para espressSo do oleo de
so Junior: n.ru. do Amorim n. 35. (mamona, de urna nveiiio inte-
v t 1AUel|ca- .... 'ramente nova. Os annunciantes
Vende-se a taberna da esquin 1 da ruado, ..
Cano, bem ifreguezidi e com poucos n5ohesitam em publicar, que es-
fundos. |jas mucbinis de sua invenefto sao
--Vende-se sola e ferr.menta frinceza,' ._ ..r __;
p.r. sap.teiro, e marroquins, a precos com- superiores a tudo, quanto ate aqu
modos : na rua da Cruz n, 14.
K. 39 A.
Vendem-se na rua cstreila do n.ozario,tra- i;.;j.j Ae rmlj,,.,-_
vessa para o fjueimado. deposito n. 39 a, maior siinpliciddde de conslruc
bitas da muilo acreditada blachinha de cao, e facilidade na operacao, o
araruta, pelo diminuto preSo de 2,100; tam-1 faz com que diflicilmcnte se
bem continua-se a vender iscoitmhos, fa- 4UC '" "v 1 .
liase bolachiobas de araruta.a retalho.ludo possam desafranjar.
muito lino e que se pode aprcsenlar em um Vrndc-$o.
mc'i de cha sem escrpulo; vendem-se (Jnn^anoa de carregar mil lijlos, ma-
biscoilos doces e aguados do boa familia e jcr, jB vmhalico em bom uso; n. rua lar-
tem apparecido neste genero, re-
unindo agrande frc depressio
eunslruceilo muilo superio'
.'iinfio de i>a*Jrtua a
800 rs ,
Vende-se a historia de Srflflo de Nantua,
a 800 rs. : na hvraria de^Mic/da Indepen-
dencia n. 6 e 8-
ABADOS AMEl'.Tti ^. '
covado !
Vende-se urna grande porco de chitas
mnilo fixas, do novos p.drOes. com um pe-
3ueno toque de mofo, a 160 rs. o covado ;
itas escuras cores de caf e do vintio, e ou-
lras mais cOres muito fixas, a"200 rs. o co-
vado ; dilas as mais fin.s que tem sppare-
cido no mercado, tanto em pannus, como
as tintas, fizenda do ultimo gosto, a 240
ra.; Tincados francezes de quadros, fazenda m
muito lix., a 200 rs. o covado; cortes do a, Vendem-se ara^
ehit. francezas.com barra, a 3,000 rs: ma- ag rcanos chegados a*E.sta-
rins pretos de superiores qualidades, o, au .. .', ", Ll
1,800,2,500,2,800e 3,200ra.; Huissima al- g. dos Unidos, pelo wfgtopre-
paka prela e de cores fazenda propria pa-j ( CQ Je 0,000/8. CI
ra palitos, a 640 rs. o covado; algoJ3o azul; tj A? r,0;i, -.
muito l.rgo, a 160 rs. ocovndo ; pei;as de!
brelanha do rolo.com 10 varas, fazenda;
muilo enenrpada, a 1,800 rs. a peca ; .ssim
como exislem oulras muitas fazendas, por|
precos m.is baratos do que em outra qual-i
quer parte: de ludo se uaraoamostras,
dexando seua competentes penhores
Attenco.
Fabrica de chapeos de sol no atier-
ro da Boa-Visla n. aa.
en/ios
tle Bovv-
rua do Trapiche n
$***#*#<***"
Taixas pura e,
Na fundicao de lerl
man 6c Me. Callum i na rua do
Brum, pssando oclia/ariz, conti-
na a haver um coirsplcto sorti-
mento de taixas d^-i'ca||BA|'iipdido e
Meste novo estabeleeimento recebem-se| batido, de 3 a 6 palmos-de bocea ,
as cjuaes ocuain-sc a venda por
preco"Commodo e com pu ,.nt-
dao, embarcam-se, ou carre5.-
se em carros, sen. desp^j .s ao com'
prador.
Vendem-se. relogios de ou-
r 1 c prata, patente inglez: na rua
da ftenzalla Nova n. /['
l'ctassa americana.
No inligo dop.oito dicadei velha, n.
12 exilie urna pequea porcao de potassa
americana, chegada recootemente que por
superior rlvalisa com ulaHussia: vnde-
le por preco razoavcl.
Sebo purificado.
Vonde-se sebo purificado do Rio Grande,
o melhor que aqui lom vindo por preco
mais commodo du que em qualquer outra
parte, tanto em porcao, corno retilho, e
velas de carnauba,
rua do Apollo,
um novo e lindo sortimento de cnaprosde
sold ultimo goto, tanto de suda como
do p.ninho p.r. homem, de armacao de ba-
leia e de ac, que se vendom por menos pre-
co do quo em outra qualqunr parle, e gran-
de sortimento do seda e paninho de todas
as coies e qualidades para quem quizer
mandar cubrir armacOis servidas, tambem
se vendem baleias para vestidos de senhoras,
econcertam chapeos velhoa, seja o estado
em que esllyer.
a i,44 rs-
Venha cojaprar
Quem livepprecis3o,
s muilo scrcdiiadus
Cobertores de algodao.
Ni loja da rua do Crespo, que volt, para 1
Cadeia, vendem-se os bem conliecidos co-
bertores do tapete, para escravos, pelo m-
dico preco de 1,410 rs. cada um.
Chumbo de municSo.
Vende-se chumbo de inunicBu muito bam
sortldo, em lotes de 12 quintaos e meio, e
25 quintaos, confirme vontide do com-
pradora por preco cammodo: no escripto-
rio de Edu.rdo II. Wyall, ru. do Tr.piche-
piovo n. 18.
Vendem-se imams do ferro: ns rua di
Senzall. Nora n.42
Vende-te um muleque do 18 innos,mul-
to bom ssp.teiro: a tratar na priga da U01-
Visti n. 32, primeiro andar.
u mais barato possivel:
no armazem de Antonio
de difiranles tamanhos,; tambem as moilo
boas bol.ciiiuhas americauasqu.dr.d.sdis
pequeas e lambem mauucs para 240 rs. a
libra, bolacbinh.s do reg.li. o do loite e
uiaiMii versas, tudo por commodo preco.
? Na loj. reinambuc.n. da rua do 9
"r" Crespo u.II,vendem-se ptimos sapa-
9 tus e pernciras de borraxa, proprios 9
S9 para a presento eslagao invernosa. y
Di iii-iiu da fabrica do ToiIum os
Santos na llnia.
Vende-se, em casa ile.N. O. Uieber&C.
aa rua da Cruz n. 4, algodao transado di-
quolla rabrica, muito proprio pin siccosde
issuc.r ero upa do escravos, por preco com-
modo
Vendem-se tres bonitas escravasde22
annos, com algumss habilidftes, um preto
-eri'.i 101', um casal de escrtvo de meia ida-
de, sem vicio o de muilo 00a con lucta, p-
timos para trabalhar em algum sitio: ns
rul das Larangei'as n. 14, segundo andar.
Km a nova fabrica do rhocolate lo-
ciiceqpathico na rua das Trincheiras n. 8, se
precisa alug.r um preto, e so vende o cho-
colate honioopalhico approvado e applicado
pelos Srs. Drs. da homuopalhia, u grande
chocolate besp.nliol tem amargo, par. re-
galo, dito entio-fiuo tambem p.ra regalo,
dito para o 1ii.1110, o oulros mais objectos,
tudopor preco comnioJo.
Transparentes para janella.
Na loja de Cuimaraes & llenriques, rua du
Crespo n. 5, vendem-se transparentes chega-
dos ltimamente de Franja ; esta fazenda
esl sendo preferida as Venesinnas tanto pe-
la sua boa quelidade como pelos lindos de-
MMih.i. com vistas pitorescas. Veudem-se o
mus barato possivel, que a vista da fazenda
os prolendentes uo deixarao de comprar.
Vende-se banha derretid, da Ierra de
superior quli lade a 400 rs., libra : na ru.
do Itengel 11. 35, onde se vende carne do
porco.
Vcnde-se urna cama de armacao, seis
cadeir.samericanas, urna maiqueza de oleo,
duas b.iiquinh'S para sala, una meia com-
111.>da de amarello, urna mesa para cozinhi,
urna mangado video, tudo em meio uso e
por commodo preco : a tratar no piteo do
Paraizo sobrado n. I segundo andar.
Vendem-se 2 pretos s.dios e bem ro-
bustos, prgorios para retinaclO ou out'O
qualquer -servi(o 1 na rua dos Guararapcs
n. 35.
Vende-se um cavallo bom andador bai
xo, muito nuvo, e bastante gordo : na pra-
Ca da Independencia n. 12.
-- Vende-se par. o Rio de Janeiro uina
escrava, creoula, cor fula, do 21 annos de
1 dn le,, qual satje engonmar perfeilamentc,
cozer, eosmii n',i / r docls, podins,pao-dc-
l.% e ludo oque diz respeito a um janlar.
O nforme o ajuste, receber-se-ha outra que
jfj boa e de maior i lado : a quem conier
eate nrgoeio, procure na pa daleua, penltima casa terrea do lado di-
nito, antes da ponle grande.
Farinha de Irigo
SSSrF.
.Fontana.
Galega.
Haxal.
No arm zem de j. J. Tasso Ju-
nior, na rua do Amorim n. 35.
-- Vende-se urna prela quo coslnha, en-
gomma, he vendedeira de rua, e faz o mais
aervico.de caa ; una mulatinlia de 18 an-
nos com muitas habilidades, cuja s ole se
a (banca ; e urna mulata de 28 annos com al-
gumas habilidades: ni rua larga do Rozario
n. 35, loja.
Vende-se um bonito escra-
[i doRozario, n 24, primeiro andar
PARA OS SKN1WKES OE ENGENHO.
Encerados de lo ia mui bem feitos e gran
seirior; lem sido encontrada junto com um
canoeiro, que niveg p.r. Olindi, ella lem
ni ai no engenho S. Cosme : rogi-se, por-
(anto, as autoridades polici.es e capiUea de
campo, a sua captura, inda mesmo ella di-
zendo que 1180 esti fgida, a alevem a sua
senhora, na rua da Cruz do Recite n. 35 ;
asiim como se protesta contra quem a tirar
occullado e oohrar-se os das de sernco.
No dia 25 de abril do corrente anuo de-
s.pp.receu um escravo de nomeFelix,o qual
nunca veio praca, de n.cao Moss.mbique,
cum os signaes seguintes: baixo, g-os peraas finas, pkt chatos e m.lfeitol, cOr nao
mui preta, testa alfa, boicoa rosa ios, dan-
tes limados; tem um pequeo croco na
fronte, bem visivel; representa ter de idade
40 annos; foi com camisa de algodao a-
mericenoecalca de hamburgo : roga-ie por
tanto as autoridades polioiaes e capilBea de
campo, a aporehen.ao do dilo escravo, e de
o levarem casa de seu senhor Manoel Fran-
cisco Duirte, na cidide oov de S.nlu Ama-
ro, qu ser recompensado pelo sea Iribi-
Iho.
- Dessppareceu na noilede 13 para tilo
passado um escravo por nome J0S0 ( criou-
lo) levando urna cilca de bnm braaco com
des, promptosalc.t'oados. pm cobrjr car- o ievandoumac.ua uo nr.m oraMO com
grade assucar, pelo barato pre9.. de 4,000 listra ao lado, 2c.lcas de casem.ri de cor, 2
?.d. um: na rua do T.apiclie-No.o, u- 18 colletes de senm preto, 2 ditos de fualSo de
segundo anda', a fallar com Jos Saporilli cor.chapeo preto do mame canos de ma-
6 dipolln; o escravo lem os sigmea seguiolos:
Elixir tnico 'cor tulla, altura regular, refutado do corpo,
. urna fonda na pernu direila do lado de fon,
Antl-ueiimatico, 1 um pouco icim. do torno^cllo. represente
Pelcf Sr. Dr Guillie, medico da faculdade ter de idade 30 annos pouco mais ou menos:
do l'.iris, membro de varias sociedades roga-se as autoridades policiaes e mais ca-
medicas, assim nacionars como e-tr-n- pitaes de campo a captura da dito esciavo,
geiras. cavalheiio da real oidoin da Le- e de o levar .0 engenho d.s Maltas a seu Sr.
giao de Honra &c. Antonio de Paula Suuza LeBo, ou a rua do
(l)upont, pharincoutico, em Pars-, Vigario n. 9,rmasem de Crueiro& Ramos,
rua Tiquetonne n* 14.) que se gratificar generosamente.
O nico depos't'i verdadeiro deste elixir No dia 26 do p. p. mez de Abril dc.-ap-
he estabelecidopelo m"smo autor ni bolici parrceu do eugonho Araiipode baixo doa-
do Sr. Jos da Rocha l'aranhos, rua nimia baio assiguado um escravo de nonio Jos
n. 38, em Pern.mbuco. Ua I'eixao, levindo ganenono pescoco.chi-
(I elixir .nli-fieiigmiticJ ho esseneial- peo do como, c. ni isa ee-tronl. algod3o,e
meiiie ton en, raiiima o principio vital e cicat'izes as nadegas, domis dnt seguintes
di frca s fibras, dcstac os humores vis- sinaes: creoulo, bem preto, uem fallante,
cosos, os precipita em bailo, aviva o pe- bstanle alto, ja piula, testa c arilos grau-
lift e fortifica o estomago. 'des, cara compnda, espadan lo. pernas ar-
Pde-se a Iminisr.r na mais lenra infan- queadas.e rendido de ii'ii.virdli.. Foicom-
ci como na velhice; nada he mais doca p-ailo a pessoa do sertao, e consta ser do Se-
que o seu efleito: funde, disiolve os 1 u-rid, para onde'provavelncnio se dirigir,
mores e Ibes d sahida sem alguna agita- ; por isso rogo as luthori ad-s policues e
c5o, sem susuender as occupacOes, n'micapitaradecampoaaprehenaaoeconduccao
mudaros hbitos: se pode tomar deste clli-. do referido escravo ao lugar aei-Vl mencio-
razmente urna colher demanliSa em jejum, |nado, onde shiSo generosimenle gratifi-
parlicularmenle no invorno c nos lempos ledas. JoSo Vieira da Cunha.
hmidos. Do engenho Velno da freguezii de San-
os astigmticos golosos, bydcopicoi, j to Amaro JaboatBo, des.ppareeeu no dii
aquellos cuja fibn be mulle, fleam itn- primeiro do coi rente o escr.vo Jos, cabra
feitos dn seu uso; bem como os quo sof escuro, cabellos ralos e lito mullo torcidos,
frero drrfluxfto catarral do peito, >zedumei| pouco barbido, olbosnSo grandes,naris um
do estomago, svncopes o pil.ilacOs do poucocompii lo, o beicosuperior um pouco
enrilo clice, empingens, cataro da b-'pontudu e mais s.liente 00 que o inferior,
xiga, apoplexia cirros, rlicum-tism... flu- quando filia perece querer fechar os olhos,
tus alvos, doenca de leile as senhoras, cst.lur., e corpo regul.r e bem parecido,
iiidigc-t3o, vermes intestinos ms eriancu, : pernas e ps bem reilos, gosta muilo de ba-
tucar t cantar, bebe agoardente.he carreiro,
1 entende do trabalno dn casa de caldeira,
foi pelo Mr. do engenho cima dilo, compra
do ao Sr. Joaquim Manoel Darragrande, por
anlhonnmanil, levou vestido camisa deal-
desde seis rrs foi prescriplo po< todos 'os j o Ho d. terr. com letra de marca de liaba
mdicos Ilustres, e os suecessos q.uitidia- I encarnada com as iniciaes 1II: roga-se pois
nos que nbtem. lauto em Franca cono nos'as autoridades policiaes a coadjuvacio da
nawes eslr.ngoiros, fornnm o mellior elo-'eaptura do referido escravo. e loscipiiaes
eio que desie ossa r.zer-se. o a prnva d. s e, <'e campo pesqu.zem e prendam dito eacra-
hea gr.nle saluda que este maravilhoso vo, que-sendo entregue a seu senhor, o pro-
remedio tem lido as provincias do Brasil, I pnelario do engenho acunidilo Jos Fran-
principalmente na Bibia e Rio de Janeiro,! cisco Pereira da ilva, serio por este geoe
ondo lia tantas illustricOes mediis.
o oulras muitas enfirmidades qucsciii li-n
go enumerar.
E'te mi'il ciiiieni.i salular tem prnduzido
os mais favoraveis efieitoa nis eraos, para
assim dizer, desesperados. Desla surte,
rosamente gratificados, etc. etc.
-- Um creoulo de nome Amaro ida le 2J
annos pouco mais ou menos, nao be alto e
nem muito baixo, xato, falla um tanto em-
H. Rodrigues.
- Vindese urna amirra de linbo1 por lo-rvo creoulo, anda moIeCOte mui-
do preco ; urna poreflude califles de rolha1 i j
deflandresqua.forflodii.zendis,eumipor-:to bom cozmheiro e padeiro : na
c.8o dapioideiicupirtftaboaideimirello rua Imperial, defronte do chai'a-
ecoaudinho: ai ru.If Cadeia do Recite ^ ^^ n; 3^
AVISO ES- Deve-se lmenlo inteir. conllinca s gar-
lafas que leem urna marca que lev. a fi'ma
lo autor, simelh.nte aqu lia quo se v em barassado.emumptem umi costura ao com
baixo Emiim, par* evitar o perigo das fl- pndo proveniente de um talho de machado,
siliccOes.os accidentes que po ii-ram acn- temem urna pena.em cima di c.aellioutn
lecer rr.slir a cobica dus falsificadores, marca de umcoisede c.valo, he olDcialde
o publico he prevenido que cada garrafa ferreiro que trabalha lofnvel, em maio de
deveseracompanliadad'uiiiaiixlrticcaoim- 81 fugio do Brejo d mulata distante de
nrerai oue indica a m.neira de empregir Caruaru lego. emei. t quem o pegar leve 1
osle m -dlcimenlo, compila lo pelo S Guil- Jo3o Salvador, da Cruz morador no mesmo
lio com a sua firma, e i o pnso em Paria por lugar que hade ser bem recompensado.
o S-. Gnclschy; caracteres essouciaei pin 1- Conlioua a estar fgida 1 prela Joaqui-
evitar a fraue. nt de idadede quarenta annus, e ja com c-
pe tro Ailain, ven le a sua coxeira de helios brancas, be.oeesUlura b.ixa e roa-
cavallosd'eluguel da rua da Senzala-Ve- S", muito faia de cara; quando anda parece
Iha n. 114. ''" ""''' ''"'"do proveniente de dores que
Na rua das Cruzes, n. 22, segundo leve pelas juolas, tem na palma da m8ojuu-
andar, vende-se um molalinho de 16 anuos lo 10 dolo mnimo duis venugas grandes,
e um ocravo cabra de 30 annos, offlcial de ota escrava foi comprada ao Sr. Lodepelo
carpina e um inolecote para lodo o servico. on Joilo Evangelista da Cost., lem-ae loda
-- V.nde-s-, pan qualquer arm.c.lo, II desconllanrja que oi seduzi jaefurUd, pois
caixillios envidroslos, a 2,000 ris, 1 mesa ella nao costuma a fugir, e por isso se pro-
co 11 a laboa de cim. do marello, por 6,000 ceder com todo rior di le quem livor
ris. piopria ua a corlar qualquer obra Ho em -eu poder.por lantoquem apegar leve 1
alfaiale, na tua do Passeio Publ co, 11. rua Augusta n. 33.
.Ni mesma casa vende-se 100 raras de rend lesippireceu um mulato no I. do cor-
di t-rra, a 120 ris. rente, de nome Feliaberlo, cum os segura-
_ Vi-iiilr-se a vpi-1.,Ipii 1 Ao-iia tes signies, c.lsi e'ciu.isi de ilgodaoizul,
\ enae-se a wioaaeiro1 agoa ^^ de ,a,tla> uin. fcr-.di em um. pema.
ineral chamada !>eHers >V as- da 22 innos de ididoe com buco de barba :
quem o pegar, dirija-se a travessi da Ui-
dre de Deas, vend n. I, que ser generosa-
mente recompensado.
ILEGIVEL
m
.ser e urna pequea porcao de
charutos da Buhia : em casa de
Le Schuler & (Jompxnbia, na rua
da Cruz n. 49.
-.,.
T
T
'^
i|


Full Text
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