Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03591


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Full Text
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__. ._. .... -----------v
Anno XXVIII
Sext^feira 7 >k\b^
FKigO A sBORIFIjiO.
PaouseriTo Aduntado.
f r trlmetlre .......... <
Por eemeitre .*......
Por Mino ........i...
PiOODBNUO DOraiMISTBI.
Poi quertel..........
HOTICIAS DO HarERIO
Par.....i7de Mi reo Mlnai... >
Mrob5o 1 deAbril S.Paulo. 0
Ceari... 7 de dilo. R.deJ.. M
Parebtba .T> ir Uual Habla... C
4/000
8/000
15/000
4/500
de Abril
de dlio
de dilo
de dilo
DAS DA IIM1W1, ADIWOlA.
3Seg.** lnvenclol Julio di OrpM
da S. S. Crui. B.5. t lOborii.
1 Tcrc.S. Monica. 1. tarado civil.
5 Quart. 8. Pi. 3. e6, o meio-dla.
n Qulat. S. Heliodoro Faienda.
7 iVlt. >. ILti.inil.io. 3. e B. < 10 borai.
I Sab. Apsrlciio de S 2 tara do civil.
Miguel A: no M. ('.(. esabado.au melo-d.
9 Dom. 4. depoil da Alro.
I'. S. Gregorio. JTerca e .ab.do.
naiiisii.
Creiceate a SI, a I hora e 2o minuloa da t
Chela a 3 ai 6 hori. e i minuto da tarde,
atingoante 10, ii 9 hora e A minuto* da t.
Nova i i, aoi 47 mlnutoa da ni.
niAHAI O IO J
Primelra i 6horas e Al mi nulo da manha.
Secunda Ai 7 hoia. e la mlnutoa da Urde.
delWaioie 18S2.
N. 102.
DIiBTfF M m PEMAM BICO.
AH-TIDAa OA OOBBIIOa.
Oolaifta e Parahiba, ia icgunda teitai-
fe
Rlo-arande-do-Sorta, todaa ai qulatai-felrai
ao taelo da,
Garaahuna e Bonito, i I e 13.
Boa-Tlita, e Florea, 13 128.
Vlctetii.i quinta.-felns.
Ollnda, todos ot diat.
EXTERIOR.
rfxlaMxcoes.
O sinistro vapor aPorto, que encheu de
lucio e de amargura a segunda ctiadedo
reino, tem dilacerado a lodosos cor.cfles
portugu-zes. F01 urna c.Ust oplm que pro
du.iu um lucio geral. Ta-iibom nao falta-
ren ai justas demonstracSesde senil nenio
dn ceno paludo refliio da dor quo an-
cea no coracao dos coocidadSos, amigos, e
prenle das vitimas diquelle desasir. O
Porlo lodo ae cubriu de lucio : aa coulra-
rias stlisflzeram ao dever de iranios na re-
ligifioe na f : e as reuniOes succedem-se
para ae proporem alvitres que de futuro
evilem a repetiefio de Uo horrivol arena.
- l llHllmlii eommerci.l do Porto reu-
n u-sn para reprsentar ao governo sobre a
necessidade de se faier elTecliva applicac>
do imposto que naquvlle purlo se paga a
titulo de obras da barra e quo tem sido
desviado do nm da sua creaefio, envolvendo-
se com a receita geral do estado. A asso-
ciacao reclama a sua entrega em deposito
al queunia commissJo ou corporacao seja
encarregada de procurar meios do s.lvacSo,
ou que o desempenlio das oh'as precisas
auctoriae a sua auplicacSo. Mas a associa-
Sao nfio ae coiitenlou so coai a recUmacilo
do un,a divida que O governo contri.hiu com
a humaoidade : dando largas eos seus seu-
timentoa christaos e philantroicos ollere-
ce para essaa obras metade da eolisacJo es-
pecial destinada para se acabar o eJilicio da
Bo'm- j
Honra elouvorao sommercioda prac do
Porln: honra e louvor a aasociacSo com-
mercial, com as "ideas d qual, exposta na
ana representaefio, completamente nos iden-
tificamos a assim no'inipenho de reclamar
providencias
Transcrevemos a representacilo para co-
nhecimatito do publico :
Senhora I =Coberta de lucio, o com-
ilada, depositada e apidieada da mosma al a primera se-sSo, i requerimenlo do
! Corma, que o tributo para as obras da barra. Sr. t.srnei'O Montero.
A associacfio, Senhora, convencida de Outro do flscil do Poco, pedindo oxone-
i qije estes meios ainda nlo lem o alcance ne- raciloe-lo cargo, pur nSo po ler vencer aa
c-asario, vai oceupar-se ncessenie.iicnteda^diflleuldades que tem encontrado no des-
orgenissclo do uma sociedade pbilatitrophi- empenho que Ibe sflo inherentes, e ni o
ca, para a qua'l ella conta cum o auxilio do querer desl'arte Iludir a conflanc da ci-
governo de Vossa Magostada ;e ditosa ae mar, que nelle depositou quando o no-
considera se o seu nxt.mplo ff seguido em ineou : concerteu-se a exoneradlo pedida
outros pontos dos dominios de Vossa Mages- Oulro do mesmo, dando parte de Iguns
Udc. melnoramentos executados em aquella fre-
afienhora! Ha quarenta horas que em, guezia, a necessidade de offectuar-se ou-
lodos os semblantes n8o ae divisSo aenHof' tros, o di ter a propietaria do Monleiro
consternafSo. Tolos choram algum objecto cedido, para tramito publ'co, um terreno
OTioiaa iiTBixaiiBil,
Portugal 13 de Marro Austria .. i de Marro
Heapanba. 8 de dito
Franca... 7 de dito
Blgica... 3 de dito
Italia.... dedllo
Alemirilia. 3de dilo
Praasia ...3 de dilo
Dinamarca 28 de Per
Ruasla... 30 de dito
Turqua.. i4 de dilo
Suima.... 2dedlto.
Suecla... ?6deFevr
Inglaterra de Marco
E.-Unldoa 25 de Fevr
Mxico... 31 de Janr
California 21 de dilo
Chlll. 2* de dilo
l'uenoa-A. 6 de Marco
Montevideo 31 de dito
CAMBIOS BS AOBMAIO.
Sobre Londres, a 27 a23 /, d.
* Parla, 355
Llaboa,9!> por cento.
MITAXI.
Ouro.Oncas heipanholaa*. .".T.T'.t
Moedaa de 6/400 vrlha.......
a de 6*400 nova......
de4/D00............
Prata.PataeSeabraallelros.......
Pesoa columnarloa.. ....
Dlloa meiloanoa..........
ir: 29/000
... ojooo
... 16/000
... /000
... 1/V20
... 1/920
... 1/800
o do governo para a delTeza da pa-i Vai vtr, solo de herora, famosa Roma,
Vai ver suaa colinas, co to bello ;
une Ihesera caro, peloa lacos de parentesco
ou de amisade, mas independentemente des-
tes aentimentos 18o naturaea em almas bao
ac.limidade do da 2 de mar{0 lie sulli-
cionlc para nos encher de i!or ed
q.ue do largo do Monleiro condUz ao Caldel-
reiro, o qual achandn-se em estado de no
po le prestarse ao lim a que foi cedido.
forma las, a simples narrajBo da assombro- .pelo arvoredo deque estira coberto; elle
fiscal, de acc Hilo com o vereador Reg
Barros, flzera cortar e remorer dito arvo-
e amargu-
ra-, A associaco abstem-se, pois de 011- redo, lanzar trra em algumas escava-
goar o lion loso coracSo de Vosja Magestade (ft>i masque ainda assim reslava algum
com a sua repeticSo ; mas com a confianza t abalho a faier no meamo tarreuo, com o
que inspira a Justina da causa da humani-j qual podara despenderse 20/ 1-25/000 risj
dade que advuga com a convicio de que to-. igualmente parttoipava tchar-sa coint>leta-
ca na immorelidaJe o molo porque tem si-, mente inutilisada a ferramenta i seu cargo
do desvirtuado o maja sagrado dos impos- para o servir; > das oslra las : iuteirada.
los, a ass'iciacJo commerciil do Porlo hu-j Foi approvado um parecer da comissSo
mildo e respeilosamenle. de ndificacSo, dizendo ter ouvido ao onga-
P. a V. M. haja de determinar quanto nheiro cordiadur, e relio diversoa exames
antes que entre em receita separada, e soja a rospeito da petieflo, vioda da presidencia
depositado n'uui dos bancos ddsti cidade, da provincia, assifjfiada pelos moradores e
o imposto para as obras da barra, e meiade propietarios de sitios na estrada dos Afllic-
da colisacSo para a bolea, aiim de conjunc- tos, pedindo a reforma da planta da mos na
lamente seiem epplicadaa pela commissSo, estrada, sendo de opiniSo que se in'ormas-
0j corporacSuque V. M. auctorisar para ad- se ao i.xm. presidente da provincia de con-
quirir os precisos meios de salvaco e pro-, formidade com a informa(9o do dito enge-
versobrasdemelhoramenloindispensaveis ntietro.
icebei os sinceros agr|decimenlos do
D capilfio, pelo bem com que vos condu-
|s,e, com elle dizei :
iva S. M. o Imperador do Rrazil.
va S. El. o Sr. presidente da provin-
Viva S. ti. o Sr. marecbal commindaote
di|_armas.
Viva a valente guarda nacional de O-
linda.
Francisco Luiz VirSes.
Capillo commandante
illm. e Exm. Sr. consalheiro presidente da
relstqflo.l>iz o comendador Joaqaim Aure-
lio Poreira de Carvalhn como administrador
de sua ntulher, que a b-mdesoudireito pre-
cisa queo escrivSoFerreira a vista dosautos
Nos monumentos seus cnedila ecolhe
Ardente inspirafSo a teu anhelo.
Ve-la curvadadas nafdes rainha,
Ao despula do Sena...Amigo avante
Mira aples bella, como virgem,
Nua, voluptuosa e radiante !
Lacivaum penas ondas se balaofa 1
Croada a fronte sua de luseiros:
Dir-se-hia esposa, que adormece, e atTaga
Doce illusSo de souho lisongeiros I
E quando o dbil genio da saudade,
Sobre o celoste veo de azul deitado,
Verter eu teu pinceldoce quebranto,
aples bellapinta apaixooado.
Vai peregrinovoltaria giganta
no rio e barra do Porlo.
ER. M.
( Di Le.)
PERNAMBUC0
CMARA MUNICIPAL.
penetrada da mais lacerante dr, vem a as- SFSS,,0 rxtUAOUDINARU.DE 30DE UAR-
suciaclo coromercial do Porto lant;ar-se sup- sf'saA u c f l)E |g52_
rolo, e Dr. Moraes, osem ella os mais S'S. ;
suciaco com-----------------
pilcante aos ps do Ihrouo para implorar do
magnifico cor Su de V. H. os meios que
parecam mais eflicazes, para de futuro ae
prevenirem as scenas de horror que acaba
do presencear toda esla cidde.
a No da em que se completavam quaren- bi-r-so aussao, e foi lida o approvada
ta c tres -ennos, aniversario do horroroso ,cl, (1-,niecodenie.
acontecimeiito, que sin la hoje se comme-. fol j,, 0 ,Cgulnie
mora com profunda tristeza no da 29 de ( EXPEDIENTE
mano em que o douro, por urna impru- | ijm oflicio do Kxm. presidente da provin-
dencia human, tragou nnliiarea de vida cj,( ,,,-n 10 que pa'a poJer resolver a d-
os portoensea tiveram de tstiaiuiihar oulra vj, que occorre aubre o inliviuo quem
Achando-se sobro a mesa duas petigles
de Luiz do Reg llaTos o de Vicente Tibur
ci Cornelio Ferreira, requerendo ambos o
lugar de li-cal do Poco, resolveo a cmara
que se provesse ao lugar, e correndo o es-
crutinio foi nomeado o primero com 4 vo
toa e o s-gun lo con 2. O nomeado estan-
do presente prestoulogo o juramento do es-
tylo, res 11 v o 11 I o a cmara que se Ihe expe-
dase ordem para receoer todos os utensi-
CO DB 1852. municipaes existentes em poder do seu n-
Pendencia do Sr. Uhviira. tecessor, e se olTIciajse a eslo para Ih'os
Presentes osSrs Barros, MameJe, Carnei- 0Iltreg,rf e mnisirar-lhe osc>nhecimen 01.
ro Mqnleiro, Kianca.e lnes rerroira, '>-. de que poss precisar para o bom desente-
lando com causa participada os Srs. I'iguc- nn0 d9 S8USdeVeres; igualmeote oaodou-se
igu
ordem ao nomeTaiio para presentar um rela-
tono circumsiancialo do estado em que re
cebeo a fregueia
Resolveu se que se prdisse aulorisacBo ao
presidente da provincia para se podorextra-
lnr dos arrecif'S a pedra precisa para -a
obra do matadouro, fazendo-sa a cxt'accSo
ligiSo queprofesaam, e que nos ordena quo gjra em g 0 conenle Ihi informasse se to-
acatemosa providencia nos seus imprescru- muu delibera3o declarando dispensados o
myslerios, nfio podiam contemplar segundo e l-rceiro juiz de paz do mesmo
trema morlilicacflo d'alma o sacrifl- desluci, e mandando por isso juramentar
1
ac
laveis
sem extrm-
elo de mais de cincoenta victimas, que ten- 0s immediatos eco votos ; enocasode afir-
do a dolorosa coiiviccSo de que todas po le- p] ,tjva, om que dita fon to na la ossa deli-
riam ter sido reagatadas as garras da morle, fieracHo. uo se informasse do que cons-
se na Foz do Oouro se livessem concerado i,sse.
os appaiellios proprios, ou as mais insigni- : t>utr> do mesmo, trajismiltindo os pspeis
ficantes providencias para acudir a naufra- relativos a reclama^So feita peranteas-
gos. sembla legislativa, provincial pelo bacharel
O vapor ePorloa, que encalhou na pedra ^ourenQO |Avelino d'Albuqucrque o Mello,
da forcada ISu prximo da trra, se conser- af,n do que Pouve9se a cmara de salisla-
vou pur horas, que de viva voz se pode en- zer exigencia da mes'na assembla, cons-
trcler uma conversifSo com seus >! sven- un|0 turados passageiros e tripulantes, sendo',je poderes, que por copia, remellia. Que
baldados os mais genero-os esforeps, e lou- |se raspn lesse que o p'ocedimeulo da ca-
vaveis diligencias d algnus individuos em-' mira do nSo ter reunido os 40 voiosque no
pregadaa para sua salvacSo. collegio do Flores obteve o r. Avelino d'Al-
< Esta pungente reflt-xSo commoveria as buqu.rque Mello.segun lo a respectiva au-
cnlranhas de uma ferra.. Viuvas o orplios, thentica, aos que lo nm obtidos pelo dito
paes o mSes, amigos e prenles, esto hoja bacharel reclamante om differenles colle-
submergldos em pranto, e oxal que suas gIOs, fol devido nicamente nSo haver i-
copiosas lag'lmas fo'tiliquem o desinvolvi- uonlidade de nomesentre os dous votados,
menlo dos nobres sentimentos que nntrem q-ando-se a respeilo do reclamante a mu-
oi portuenses, s que s caiecsm de alguma j.,nr;a do seu primeiro nome proprio.
proteccaoe pequeo auxilio para redolira- Oulro do fiscal de S. Jos, romettendo o
rem de amor pelo prximoo mais eubli- roappa semanal do gado morto para con-
nio preceito da nossa f summo, no matadouro das Cmco-Pontas,
a Senhora Ha inuitus annos que neste de2i a 28 do corronte(403 rezes). sendo II
portse paga um tributo especial a titulo pe|os marchantes avulsos ; alrmando ser
de obras da barra, seu producto deve esat u0 numero de rexes'por ser feita a
montar a uma consideravel somma, mas inalsnQa em sua presenta e do guarJa mu-
com magoa o diz a AssociacSo supplicante, ncipal;e dizendo nSo Ihe ser poasivel couii-
nSo lom tido applicagaoquea |ei Ihe mar- nuir 1 assistir A esse servido, porque nelle
ca, e tem sido iuvolvido com a receita geral Obso>ve todo o tempo, salvo se a cmara a
do estado, sem jamis, pleallirmar-se, ler- tanto o obligar.
se felo diligencia para minorar os perigos Outro do mesmo, requisitando divorsos
da Foz do Douro. Esta divida he sagrada-- uious,s para o servico da limpesa ds ras,
be devida i humanidaJee a AssociacSo por estarem bastante arruinados, em osla-
espera que sera p.-rdoada em reclaml-a ; ,j0 de nSo poderem mais servir os que tem
assim como em pedir que d'ora em diante em s,a poder. Mandou-se aulorisar ao
esta receita seja por olla fiscalisada, e arre- procuradura fornece-los.
cadada em deposito n'um dos bancos desta oulro do engenhoiro cordiador, apresen-
Cidade, at aue una corporatSo ou commis- ttu,0 pUnta do terreno devoluto ao leste
g3o encarregada de procurar meios de sil- j,, ,hiis do Nogueira e Pim, e dizendo que
vaco oudo desempe.ibo das obris precisas n!ll) niTu feito um projecto de arruamenlo
auctorisea suaapplicno 'no mencionado lugar, por ser esse trabalho
Apesar da reoonhecida necessidade de absolutamente deSQdcessiriu na actualida-
se acabar o edificio da Bolsa, ja muitoadi- de. Inteirada.
anlado, o commerciodesti praga nSo duvl- outio do mesmo, remetiendo o orcamen-
da sacrificar desda ji melada desta colnacSo lo ua!) despezas deque precisa o acougue
especil uara aquella obra, pira ser arrec- publico do nairro da* Boa-Visi : ad.liado
dilc^aaua amiga, a pagar cvniu mulhrr Iwnc ta,
FOLHETIJW.
ou
jua divida de joyo.
] Doua inezes Uepoif da retirada de Joo, Al-
bina nao era mala do que a aombra de si mea-
1 ina, aua brilhanie frescura tinha aldo aubslliul-
. mnn r\ da por urna baca pallidei Jigeiramenle anima-
IBE ffl ORIAS DE UBI MARIDO. () da no alto da. face, por um rubor febril. Ella
;roa iuoimio aoi.)
Ll.
ContinuecSo do diario.
drfinbava cada vea mala, coineudo pouco e dor-
' iniodo qua.l nada ; madama Claudia me allir-
' mava que umitas veiea ouvia minha mulber >n
dar lentamente durante 1 nulle, e que ella de-
' via ler durante a mor parle do lempo que esla-
' va na cama ; poli i uoile levava tempre livroi
' para o quarto, e pela inanha auaa vela, eata-
vam uua.i con.uinldaaj lodaria, cou.a c.lra-
'- "em duvida
oraasiindiier uma 11(3
lonca paiiio por madama Kaymuudo. c
Albina, eu amava aem e.peranca na. em
OlllO
m vez
izue., que uas face, cavada, faiiam parecer
Inda ni iime-, eram brilbanlc. e liiupidos,
a al-
a umnm, il\r,' tp raro. COIOUUIU* KI,I.I,IU iiuiih,.. .
mgo.
Yldt o Diarto n. 8.
nao
o seu
quarto
Irritado pelo, peuiimentos secretos que em
os melnoramentos de que prec
prar.1 do mercado da farinna da freguezia
deS. Jos, segundo a expsito verbil por
elle feita, devendo ser dita obra posta em
pini; 1 nos das 2, 3, e 6 do futuro, para ser
arrematada.
A cmara consi lerou em vigor al o dia
23 do oorrente o contracto de arrematarlo
da limpesa das roas celebrado com o bacha-
rel Thom Formndes Madeiri de Castro,
como este havia requerido, e mindou que
o procura lor Ihe pagasse o que justamente
Ihe fosse dnvldo al aquella data, depois
deleita a conta pela conladoria, abatida a
deanes* que com o mesmo servico fizerim
os fiscaes por cotila do dito arrematante.
Logo depois o dito bacharel declarou por
escripia quo acceitava a rescisSo do contrac-
to, protestando no recorrer da deliberarlo
di cmara.
Despaeharam-seas pclic/ies de Albino Jo-
s Pereira da Cunha, de Candido de Albu-
querque MiranhSo, do coronel EstevAo Ca-
valcauli de Alhuquerque, de Jos Antonio
Bastos, de Jo. Comes Leal, de J0S0 da Cu-
nha Magalhes, de Jos lligiiio de Miranda,
de Luiz do Reg Barros, de Manoel Elias de
Moura, de Miguel da Cunha Dourado, de Ma-
noel Ignacio de Moura e outros, de Thom
Femeniles Madeira do Castro, de Vicente
Tiburcio Cornclio Ferreira, e levaolou-se a
ltalo.
Eu Manoel Ferreira Accioli 1 escrive no
impedimeulo do secretario.Oliveira, pre-
sidente. M.mede.Franca. -- Ferreira. -
Carneiro Monleiro.
S descem sobre a fronte, que se inflammi
Aos hymnos da memoria.
O artista, como o Vate, he soberano;
Ambos irmaos na gloria" e desventura
Rocou os labios seus -na fronte d'ambos,
li.-os, que nelle fulgura I
Erguo-te ao sdpro do suave encinto
Da sania inspiraco da poesa :
Na Ivra se traduz em sons mimosos,
Tem na pintura divinal magia.
Pernambuco 22 de abril de 1852.
Por um amigo.
dereviataoivelenlre partes reccorrente D. ft0 genio e no saber...Souhos da gloria
Mara Felismlna do Reg Gmese recorrido
0 sup. licante Ibe d por cerlidSo o theor do
accoriJo proferido pelo supremo tribunal
de'revist. declaraudoo dia mez eanno em
1 ue Ihe foran entregues os .autos quando
chegaram a este tribunal.
P. a V. Ex. deferimento-
E. R.M.
Passo. Recita 39 de marco de 1832.
Azevedo.
Antonio Joaqun Ferreira de drvalho,
escnvAii deappellaciSas do superior tribunal
da relaco por S. M. Imperial e Constitucio-
nal, que Dos guarde etc.
Certifico que revendo os autos, de que tra-
ta a peticSo relro d'elles consta sera sen-
lenca ao superior tribunal da justi;i do teor
seguinte Visto expostos e relatados os pre-
sentes autos de revista civil entre partes re-
correnle D. Mara Felismina do Reg Gomes,
e recorr Jo Joaquim Aurelio Pereiro daCir-
falho e sua mulner : negam a pedida revista
.nir 11A0 haver injustif 1 nuloria, nem nulli-
dade manifrsla Kegressem por tanto os au-
tos ao juizo, onde foram sentenciados pagos
nela recorrente as custas.Rio de Janeiro 31
den 1 veniiiio de 1851,Duarle, presidente,
Nabuco, l'iuto, Pecanha, Millos, Siqueira,
Almeida, Carneiro, Lima, Pooco, Campos,
Veiga, C Franca, CastroMascarenhas.NaJa
mais 10 tulla em dita sentenca do supremo
tribunal de juttifa, pedida por ceitidAo na
petir;Ao retro e copiada dos autos referidos
na inesma, a que me reporto cujos autos me
foram entregue pelo secretario do tribunal
d. reais.>, viudos do supremo tribunal ja
munciouido onde foram julgidos em o da
27 do mirto prximo pissauo. Esta a pre-
zente CertidlO sem cousa que duvida Tarja,
conferida e conterlada e por mim esrrivAo
subscripta e assignadi n'esta cidadedo Ra-
cifeao 1 de abril do 1852. Subscrevi e as-
signei Em f da verdade.
Antonio Joiquin Fererin de Carvalho
Pubhcagoes a pedido.
Olinda, 3 de maio de 1852.
Camaradas I Estis dispensados do poza-
do servico de destacamento na capital da
provincia, em que permaneceste |por quasi
quatro mezes.
Vossa conduela e disciplina foi inteira-
mente to completa como era esperada de
cidadAos amantes da ordem e defensores
das institucfdes juradas, ella, muito me
satisfaz e me encheu de gloria porque vos
commandei.
Ili-de descamar em vossas casas a som-
bra da paz para que acabacs de concorrer,
e-tai sempre prnmit"S aempie alen ao re-
.cu espirito se deviam ligar a certa, pecas de
___..lu .1: .^:..__... J...U. 1 l.,l.r, il*
ML'ITA ATTENCA
Ero observancia ao despacho supra, cer-
tifico que revendo os livros de pontos dos
professores do lyceo d'esla cidale, d'elles
consta que o p'of'ssor da philosophia dera
no anno de 181711 faltas, no de 1818-19,
no de 18198, no de 1850-6, e no de 1831
12. 0 referido he verdade.
Lyceo 19 do abril de 185-2.
Oamanuense.
Hermenegildo Marcclii no de Miranda.
A SENTIDISSIMA MORTE
ILLM. Sa. JOS NEBT D4 rOlVIECA.
Que valem desCe mundo fnunensos lilulos,
lllquea collossal, brasdrs e gloria ;
Sea parca estragadora ludo acaba,
Tudo reduz a lage do sepulchro! ?...
Nem a menta viriude ella reapelta !
Porque lainbem virtudea adornavam
Ooobre amigo aubre cuja campa
Huje vertemos nossu pranto amargo.
Umn liilio, triiw iriti.ti> era o desvello
Ooaaeua honrados paiiq'hoje o prantelam.
Amigo leal sempre aoi seus amfgoa
Jamis quebrantar auube d'aini>adev
Os votos que outros inultos drsconhecem.
Com praier as scJrncias dedicava-ie,
E sempre ia colhendo os gratos fructos,
Que grata ella confere aos seus adeptoi.
Ouadrad- florea, vida deeiperancaa
Passava ocbaro Near, assa 'embrado,
Quando aps dos terrl*elssoQriiiento8|
Da iravf enferiDldade que o veiava
Vem a morte cruel de braco erguido
h o gtlpe descarrega : el-lo Uado.
O corpo jas no leito do sepulcbro.
K alin do idelal voaudo o espirito
Desea neo fui achar na ETEairiDAOE.
Dos justos na mancho onde elle habila
Recebado Etibivo o lenitivo
sos tantos e crueis padecimentos,
Que lamo aupportou c neste exilio
Eiuquanlo Juma longa e triste ausencia
As dores sobre a trra eu vou carilindo.
Por um Amigo.
VARIEDADES.
A'partida do joven artilla, brilhante de talen
toe de esperancaio Sr Aritnio Fortunato'CARTA DO I1ARA) DE KIKIRIKI, EX-DE-
du Silva Jnior no Ha 21 do cor rente, didi-,
curfa isua Exm'. Familia,
POESA.
*core un' Encor an iouloureux adieu !
ALF. DE l.*MTIM!.
Viajanteonde vas ilm dos mares,
Tilo s, t3o t'ste na manhi da vida,
Api deixando este co formoso
Da patria estremecida *
.\'?lo vs banhada de saulosas lagrimas.
D'alma e do eunrjaotributo sanio.
Aquella, que, em teu berfo carinhosa,
Sorna para li con raeigo encanto I*
Nfio Ih'escutss a voz enternecida,
Cortada d'afl1ic(So, nos leus ouvidos
Um nilens maternal balbuciar-te
Gomo sons de gemidos ?
oihana sua dr sisudo e grave
Teu pai, que te idolatra, abenfoar-te :
Tuaa bellas irmfiascom extremo affecto,
Em piedoso pranto inda ahragar-le...
Adeos! adeosl...o teu destino segae...
Na tirrade Virgilio esludaavaro,
e genios immorlaes prodigiosd'arte,
Amigo muu, tfio cna'O. ________
PUPADO, A SUA ESPOSA A BAItONESA
DU MESMO TITULO.
1.
Recebl pelo paquete
Urna carta de Paria.
Na qual caria se me di.
Que inrii primo Joao.lnho
Nunca largou o I.uiinho.
II.
Mr. Le Presiden!
Sempre o quer ao lado seu ;
Nao he por ser primo ineu,
Maa Luiz obra com siso ;
O rapas be mui preciao.
Mr. de QuebraDldes,
Como em Parla ae Ihe chama.
Ja perlence i Europa fama !
O governo porluguez
Deve faie-lo marquez.
IV.
Urna prlocea polaca,
2ue em Cracovia tem ca.tclloi
oitou doa.euioiho. bellos.
]: acri-dii.- ; nao he pela,
Di por elle a pecholeu.
Ora o rapas com efleito
He um lypo encantador ;
Ha de in.pirar sempre amor.
Conquistar oa coraedea,
Ser o ebefe do. Ledea.
VI.
Coala Cabral Infeliz
Seu talento deapresou /
.Mu. felia lli'o aprovellou
O Jerii, que eulende d'horta,
K Ibe abriiia grande porta.
VIL
A grande porta, Paroa,
Do mal brilhante porvlr.
O rapas ha de lublr.
Tenbo fe" ; ha de polar,
E cutre a.troa fulgurar.
VIII.
Talvez venba a .er cometa '
E di que faier um da
A'ienhora Aitronomla;
E doi deein o tabtchdes
0 CometaQiiebraniflea.
IX.
Neste. aonos que ja lecho,
Tanta cou.a tenbo vlto
Por e.le mundo de Chrlato,
Que nada me causa espanto,
Nem espasmo, nem quebranto.
Um almocreve de beata.,
Cun liceoca de quem ouve,
1 luir'ura ao mundohouve,
Que tocn a grande inla,
E mor cu acodo propheta.
XI.
Suem labe ic o meu prente,
ue tanto tlenlo lem,
lera propheta tambem ?
Elle J vai predizendo
0 que ool vil mecedendo.
XII.
Das fresca, margeni do Douro
Segundo a fama noa diz,
Nao tu a n !> i, elle ao Luiz
Todo o plaoo orgauisado
Do grande golpe de eitado !
XIII.
Lela, Prima, ai bella, carta!.
Que elle manda ao aeu pap -
Veja como dia de l
Que o sy.tema liberal
J nao praala, e clielra mal!
XIV.
(IIlie, Prima, quenrapas
Tem ideiai refulgentei!
Honra as barba! doi pareolei I
Dos grindes horneo na lista
Figura como ailadiata!
XV.
I.1I1 yr.niii, Pili, Guian),
Maziarlno, o C rdeal,
Richelieu, e Pombal,
Vo cando muito alraz
A' vista do meu rapas 1
XVI.
Ditoso o palz, Senhora,
Que produxlolenloi taell
1 autos geoiol colonial!
Cujo saber lio profundo
lu razoe.pama o inundo.
XVII.
Portugal he pcqtienlto :
l.to be, lem pouca Ierra .
l'orin dentro em .1 encerra
Cra'ndc fundo de riqueza
Uue Ibe deu a nalureza.
XVIII.
Verbl gialia, RrazXarope,
D'europea nomeada.
4 luai. o Matbeua Torrada,
A moderna lllu.lraclo
Da Lusitana naco.
XIX.
Doi tete sabios da Grecia,
J nrnlliliiia invi-j 1 eu le n lio.
Sue foram sainos convenho,
as o meu Malheua Torrada
Nao Ihes fica a dever nada.
XX.
$ao doua crneo, atulbados
D'ideiaa a. m is brHilantes ;
Sao mesmo dous diamantea.
Doua poluicniquedan
Graia de lustro naco.
XXI
E que me diz Harones 1,
Do gr vate Pimpinela ?
.Vi* querseliin. nao quer lela.
D'albardo sobre o Pegao.
Pcrcorre todo n Parnazo.
XXII.
Nao fazaonetos, nem odei,
O seu forte so quioiilha,
J rompeu quarenta silba.,
Montado no rocinante
Etn buica d'um consoante.
XXIII.
Para mo.lrar-lhe. Senhora,
Nono progre.to, Ibe digo.
Que no velho lempo aoligo,
' Uigo-lhe f.to com bem magoa )
S havia um horda d'Agoa.
XXIV,
Hojc porcm todo, fazem
Alman.ki, repertorio!,
Cota brilhante palanfrorfol ,
Kecellas, e modos novo.
Da galiuba chocar ovos.
XXV.
Entio o ginja a ha
A gazeta ana o Lopei.
Nao havia Hraz Xaiope,
Nem Lunetas, nena Torrada!,
Nem penas lio aparadas.
XXVI.
Contestemos a verdade;
No.aoi pila nfio vlrain dille !
Tantas cou.a. lenho visto,
E lautas lenho que ver.
Que nfio qulzera morrer.
XXVII.
Inda cipero que algum da
Alem de exportar tunis,
Eiporiemoi bacbarel;
E utu navio carregado
Doi nouoi homena de Estado.
XXVIII.
S entao elle paiz
Vivera, afortunado,
A brindo o novo mercado,
E Indo encher 01 doui mundos
De polticos profunpoi.
msica dirigidas aem duvida lembranca de quae., por falta de enrgica vlrlude, no. met-
Joao, eu dfa.e uma vea brutalmente a Albina: temos com urna e.pecle de .atl.faco feroz,
que a msica me dava dore de cabeca de- bem queaaibaino. que vo terminar no mal.
poli do Jamar, e que ella devia faier tran.por-| Oh! minha pobre e boa av, quintas veiea
taro aeu inauporlavel piaoo para a pequea a- tenho amaldicoado, nao a ti, poi. me amava
la que fica.a junto de seu quarto. Ella deacul- segundo o ten coracao e a nalureza do teu ei-
pou-ae de ter-me involuntariamente desagrada- pinto, mas a tua philo.ophia faed, negligente e
do, i- nunca hus locou na minha pre.enca. leviana! Ella me hablluou deide a infancia a
Kntao umitas vetes por tuna extravagante considerar a vida no ponto de vista do praier e
contradiccao eu me occullara aflu de Ir aem doaorao er temido ouvi laporbalio das suas janella., devere do hoinetn, e da rgida estima de .1
as quae. ella deizava abarla quando a noite era ute.tno.
boa e a la brllliaate. I.ssas melodias icmpre Fol neste estado de espirito que continu! o
melanclicas e ternas executadaa com um ta- meu diario ha algum lempo interrumpido.......
lento real, porque o. progre.soa de Alliioa eram Continuo cate diarlo ua pagina lacerada de -
incriveis, i. vezes me acalmavam. Sua voi pa- pois desia noite, panada na rdeme contem-
recia lurnar-.e ma 19 sonora, mal. etberea, ae placfio da iselUsa de madama Raymundo. Ab!
as. 1 ni ni- posao exprimir, i medida qne eu pude arrancar e.sa pagina do meu diario....
corpo de.talleca, e mulla veiea eicutaudo-a, nunca me eaquecerel da abraxadora lembran-
viniam-me lagrima, ao olhoa.,.. Depoil lem- caique ellacontlnhi.
brando-me que e.se oantoa e dlriglam aem Continuemos este triste esludo aobre mita
duvida a Joo, eu me retirara com a ra va no incsmo.
coracao. Vou-me tornando mu. A presenta de Al-
.................................-......... bina ine he cada vez mala odiosa, ella me lm-
Eu nao viva, a lembranca de madama Ray- plraientlmentos de iveno; eu a odio por ella
inundo e.lava contra todo, os ineus esforco amar a Joo, odio-a por ler forjado para ti com
tempre presente ao meu espirito, a na riso ene amor que olTeode profundamente o meu
me dixla mui las veiei que ae eu bouvei.e lido orgulbo, uma illuio onde acha a felicidade,
a coragem de tegulr o. comelboi da mal de odio-a por sua inalteravel placidea emquanlo
ioo lornando-me, como ella dizia, o amante di que vivo ojiprimido e alHiclo....
minha mulher, terlam aldo to feliz quanto era E todava nao quero separar-im de Albina ;
desgranado. 1 ella talvez licasse mullo conteute com etta te
Hat j era muito tarde, eu tinha repelliuo oj paraeol
prltnetros pas.01 de Albina, liaba ferldo leu I Qual .era o resultado deludo liso?
coracao, calcado aot na leu Intmelo, a la. | Julgava com o lempo haliituar-me este pen-
Imperiosa, preclade.de ternura, de affelco, e sanenlo : que miaba mulher lem por Jlo um
forcosamenla ella oa tinha empregado id Joo., amor platnico,... lito he nada. Ene peu.a-
EiiTa^iemuuidMMacaiiiiuno. fataet, no1 memo me Irrita to vivameute co no no pli- Inceatantemente, roeodo o coracio, e no qual
inelro dia em que o detcobri. ettou talvez condetnnado a revolver-me at ao
Meu negocios se aeutem de minha. tristes ultimo dtt de inloha vida?..................
preocupas.ue-, vigi iiieum em mullas cultu- Meu Dos! j cheguei a desejir a morle det-
rs, abusos vo j appaiecendo, inetil-me le- ta pobie ciealura,...
merarlamenie n'uma eipeculaco na qual be Ab I lim, lim, eu me vou tornandomi.
precito que eu me oceupe activamente ; porni Delejar a morle della,. nao! oh! longe de
digo, como dlzia outr'ota minha multier, Uso iniui esta horrivel ldeia ; ma. ia eaaa deagraea
me hcindiljc'cntc. iMIuhat perdas sao j consi- acconteerste, lalvez que eu me coniolane della
deravelt, aem duvida ene detirranjo de forlu- mui fcilmente....
na inllue 1 mi lulo ni ineu carcter; alem dlato | Eii/ sejaiuot franco, leveinot ate o fim ene
minha aaude, to lloreacente noa prlinelrui peoiamemo aterrador ? Se bailnte l o deaejo
lempos de minha liada aqu, altera-ae profun- para v!-lo reallaado ? Se baitiue dlzer.. Mal
d menle; iniulia le se torna bil iota, cuno a isso lie horrivel.' nm liao be um aitaitlnito
lunilla al..... venial da que me lorao culpado.... Ah leaho
Al vezei vem-me o deaejo de vijir. de vol-' ruedo de muu mesmo ... lenho medo.... meu
lar para a llalla ... ; mal pira lito lerii preci- propriot pen.aniemo. me e.panlam...........
sndeixar minha mulher l. agora meti, do Quae aero a cm.eajuencla do aeonteci-
que nuoca lenho conflaoca nella.... Ab! eitou ment de boje lobre aaude de Albina ? Nao
preaomlnbacadria.... Ale" quando lerelde ar- le; pordin ellai podein ter urna funetta gravl-
ra.lrar e.sa cadeia ?.... Sun.... al quando?.....'dado.
Oh! para que recuar diante deate pentatnen-1 E.ta inanha lavamos ahuecando, ou antes
to ? Por ventura urna auppozlcu he um crl- Alblu eslava aenlidi a meta dame de iiiim, 1
me? Minha mulher oiase a aeu turno Se as- portaabre-ae, e vejo enlrar Mr. deSalot-Harle,
simjoiicl e porque nao dlrel eu 1101 bem Se noa.o prefello, com o ar radiante ; olla corre a
iuo acconiicesiel Pono por ventura Impedir inia lem cuidar em taudar minha mulber, p-
111 inli. niulher tic estar nene etiadode febre e ga-ma na tuao, aperla-a t exclama:
de excilaco continua que galla aua. forca e i Etl.10 preso...._. nieucbaroMr.Duplei.il!
.eu corpo como a chatmna consom o atelle da
alampada i
Por ventura tenho a theioura dai pares ? ou
eita em meu poder fazer minha mulher vlver
at oitcnia anno te o de.tiuo deila be morrer
Puno acato negar a evidencia? E nao he evi-
dente que a a morle de minha mulher.... ae
acontecetie cita deigraca, pudeiaa faicr-me aa-
hli dcise circula de ferro emqtie me revolvo
r
viva.' eatao pretoi!
Quem?
* Ot iio.sos salteadores jacobinos....
Quaes Jacobino. ?
Esse. famoso Joao Raymundo, sua 111.il e
outro celerado do. mal perigo.o..
Pie.o., e como? exclame! eu pentando
com deaeapero em madama Raymundo, e nao
cuidando no lerrlrcl cll'cilo que lemelhante re-



XXIX.
Se eu fM moro. de etilo
Nao verla producen
Deatea uiih talenlflo,
Nein o genio auda, profundo
. Do Caulculai irguudo.
XXX.
Mesmo gor ao fechar det,
D luda nulte di s.
Mal me pono ler ein pe!
O omnoeoroecaa vlr.
A'leo, Prima, vou dormir.
( Do flroi Tisana.)
INVEIINOS CELEBRES.
Deixaii'loile parlaos anteriores iiosss
era, o primeiro que encontramos mal ri-
goroso foi o do uno 400, em quogolou com-
pletamente o Mar Negro, phenooieno qua
s foi reproduiido no auno 763.
EmSal congelaram-se o Uanuhio, o Elba
e o Si'iia, e era tflo espesso o gelo que por
esaaco de um mez lravesra n a suas cr-
rante nSo a humen, ecavallo, m at
carros de bagagem di) tropa Em 859 g-
lou o Mar Adritico, e Veneza permaneceu
por aUum lempo como se fr cidado si-
luaJa em trra Armo. O memouccedeu no
anno de 1334, a poni do pasaaraui carros
carregados pd superficie gelada daquelle
mar, e pela frenle do leSo de 8. Marco.
Jamis culi ni porrjBo timanha de nevaco-
mo em 87* nunca o invern comegou tflo
cedo. Logo nu ult'mos das de agostos
campos urincioiaram a cohrir-ao da una le-
ve capa de geada, que pouco a pouco fui
sugmenUnloat fin de merco. Incalcula-
veis desastre ocCasionou tilo desabrido in-
ver io, perecemlo d'i fri familias intei.
por falta de combustivel, e nao obsianl-
muitaaestaroin bem accomodadas; do tal
molo eslavam o mallo que era impossi v.-l
pnnelr ir nellc para corlar lenha.
O invern de 1281 fez-se nolavel em Pars
por urna temerosa inun miumeroveis ilainnos. O degul de 1325 lie
dos mais lerrivoi que mencionara o an-
nae parisienses: o Sena carmn monlanlu
do caramelo que levar un a pique todas a
pontea O invern do 1334 foi lamben) mu
riguroso, especialmente na Italia, onde se
congelaran) todo os us
I'o'em, o invern cruel por primazia foi
o de lios e I iitn qna denomiram este--i( u
anuo du grande invern Nu registro*
do pailainealo di) Pars acham-se noticias
mji curiosas acerca dos lameniaviiis acn
tecimenlos a quedeu cauta. O secretario
iii'l'i lli' corpo deisou escripto que nopo-
de.an lavrar-se asadas de suas delibura-
(,('!, porque a ca tinta as pennasapesir de haver bstanles
fogoes ou lareiras pelas casas.
II Sena, como he do s ippor, tr>ou-se
completamente de gelo ; e quando esleciie-
pou a ilerreter-se arrancn pi-los fundimen-
tus os arcos de tuda a nomes ll-fere um
liialoriailor qui se viu fluctuar n'agua um
norme pedazo de gelo que tinha 30U ps de
coropri monto.
Fui mal benigno o invern do 1420, po-
rin, roilieu a classe pibre em tal estado de
nuseiia que morreram infinitas familias de
lome e do Crio. As mrsmas infelicidades re-
petiram-se dois annu depois na eslac.lo in-
vern de 1422 Fecundo pur dentis foi o
Si'Ciilo XV em toda a caata de desgranas.
Aos 7 do outuhru du 1435 levantou-se de
subilo em Pars Inm-anlio furaco que aria-
gnu -um numero de casas e exlirpou arvo-
res assas corpulentas. Ilouvo gelo nesse
invern por dous meze e voilt o um dias
consecutivos, e nevuu sern descanso por es-
pato de 40 dias.
Em 1458 arampou em cima do Danubio
um exercit) de 40,000 lion en e conla-se
quo no ducado nis o vinho aos p.edncjos para o degelarum
ao lome.
O seculn XVI no leve invenios memora
veis ; i'orm, no comeco do XVII, auno de
1608, CiiL'SOU tSM dainos o fro, que para
se svaliarom bastara dizerque eslava gela-
do o po servido em Franca n esa de llen-
rique IV no (lia 23 de Janeiro.
Os invenios de 1638 o 1639 produziram
males iiicalculuveis, principalmente nacflo
fianceza ; al Msrsalha, com a sua tempera-
tura de ordinario benigna, vio congelada a
agn do porto, e i n llorgoitha eem narte do
sul da l liiiii: i pe'deraiii-se inteiamenle as
colheilus de vinho e azeilo.
ultimo invern memuravel desso seclo
foi o de 1657 para 58, cujos teiriveia rffeito
gento loda a Europa. Garlos XII da Suecis
percorreu no Bltico umi exlensflo de cinco
sois leguas com lodo o seu exercito, snm
exceptuar cvallaria, arlilharii e hagagen
Em Paris gelo o S-na, e o drgrlu arrastou
comsigo a i onic Marie, sobre a qual havia
vinle e dus casa.
Oaeculo pastado be do que contam malo*
miini"<> du invern speros e lerrircis ;
inencionaremo uiucamciile os principaes.
Eip 1709 gelou lola a sement-ira nos eam-
pus, perdendo-su os grSuS nos soleos; foi
mister somoar do novo na p'imive a : mor-
reram de fri inumnraveis pessoa.- quei-
maram a geadas a arvo'es fructferas : o
niiguieiiloii no pouco a miseria a caresta
do i fio.
E'n 1740 congelou-se o Tamisa, vc-ndo-se
por preeisSo suspenso o niovitnnnto com-
merrial de Londres. Em S. Peleraburgo
construio-so um pnlacioTJe g'lo, ni sutea du
qual assenlaram sis carretas com seus com-
petentes ranunes feitos de gelo, que dispa-
raraui carregados de lolvora e Mala, desfa-
zendo-sn o gelo acto continuo.
Em 1779 foi lambem grande o fri, sendo
nreeasario qne as autoridades lomtMea
|.p e loeiies, e llzesem avullada drapeza,
para mo perecerem mingoi os individuos
das cl'sses pobre. Tamlieinse distingui o
invern de 1784 pela Inlentidade do fro.
Em Pris levaulou o poto a l.uiz XVI ufna
estatua de gelo na praQ de Trono, agrade-
cido ao favoie que em momentos tflo cri-
licnslhe lizera, e que Ifio mal Ine pagaran)
poucus annos depois.
O priineiro invern notavildo nosso se-
cuto he o de 1812, cuja historia est MO'ipta
em caracteres de singue par a mulo Van-
cese ; a desastrosa retirada de Moscou o tor-
nnu memoravel. Em 18 foi dhlmsda am
muiloa paites a jobrez pela fome e. M
estragaram-se qtsi todaa as colhellas,
crealou o gelo s malor parle das oliveiras.
Al 1829 otosereprodnziram semelhan-
tes desastres motivado pelo fro. Final-
mente, nioguem e tere esquecido do rigo-
roso invern de 1838, no qual nevou em Lis
boa de um modo inslito, e foi seguido dos
de 1841 e 1842 lamben bastantes speros.
[Riviita Vniv$rsal.)
-**SB10aZS^^
Um deletante singular. Suocadeu em Ba-
viera un caso que aprsente pouco exem-
plos, nlo obstante sua pnssibilidade ter Sido
reconm cola por algn phisigiologoS.
O barflii de Groel, rico proprietirio de Nu-
remberg, havia declarado musir um odio
profundo, encarnizado e imptscavel, couss
rara na lAllemauhi. Debalde a baroneza,
oxcellente mus ca, debalde os parent.- e a-
migo se esforcavsm em vencer esta incon-
cebivel antipalhii.o birflo pormaneia sordo
a lodosos argumentse a todos os cITuitos
da msica,
Nenhuma desarmoni reultava desta des-
po-pocode no-tos entre o dous esposos.
>\0S das de recepco, o bario fazia as hon-
ras da casa com una amabilidade encuita-
lora ; porem logo que se desejava ouvir a
msica, se apoderava delle urna grande in-
i|inciac.1o ; suas faces se contrahlam, e elle
sahia com frequencia do saldo para evitar
aos assistentes a vista das impressoes que
nlo limera possivel conler.
Donde proceda esla singular disposiefio
dss f cuidades auditivas ? Seria por ven-
tura o resultado de* alguuia causa phisica ?
Sim : era nina eiifiirmi la le las mais raras :
urna verdeleira excentricidade orgnica
ITIgia o liarlo de Groel
A forca de perguntar pela origem das son-
(,-i'ie-que Ihe razian) experimentara voz
de um canlor ou o tom de um instrumen- nnU)i ,jUe hooraram patria coma auai ly-
lo, o iluiiior Schroeder chegou a descobrir a
%
I
aaa, doa Gouvranaa, comqomlu noa honre
nos a nu lllustre, ou antea enrede no notaos
pleitos, nao he ooma que te. v aegreda a et-
traarhot.
l'.tlamoi chrgadot lltlc atura. Seo nono
tbeatro precede Indo o iliealru europio, se Gil
Vicente anuuncla ca tceua a ebrgada solemne
da musa dramtica, qiio de lanliuar he por
tantos teenlot a icen nacin!. O brbaro
Gil Vicente, qua viola' datprjadainente as un
ladea, que ouaa drsubrdeeer num teculo for-
malitta e claaaaco aos preceltut austeros dot
almulaces do Parnaso, como se fura oppressor
e estpida pottura d'alguma ignara cantara
municipal do notao lempo. O brbaro Gil
Vicente naiceu e flcou perpetuamente barba
ro emquanio que Caldern e Shakespeare.
Julgadoa baibarot n.o infamo tribunal que
proacrevia Gil Vicenie, aublrom di huuilld ule
e raaielra condlcao da irudra indoutoa i ma-
gettoia prerogallva de modelos clanlcot. O
drama be o ervo da llueratura em toda a par-
te onde a reoateenca chegou. Em Portugal
be apeoat utn canteirlnho liolado e meaqululio
onde flurecem, enfesadas. algumai Uorea aba-
f-idaa na aihemoafera inephilica de urna liltea-
tura quequaal na generalidade achou o legre-
do de ser barbara no mel doa seu artificios
e ar remedos crassico. Na tragedla greco-ro-
mana, irin a Castro de Ferreira, e nein a medio-
crldade ao menos vem compeniar pelo peso
o que noa falla em quilate no genero dram-
tico.
O romance, acha apenas um que oulro r-
delo na llueratura de Portugal. K de todo os
gneros de poesa he talvez. o pico e bucco-
llco o que mais copiosamente Ooieceram en-
tre nos.
Milioo, Shakespeare, Thompson, Pyron, lo
noinei populares em toda a Kuropa ; Goethe,
Klopesiock, Geaaner, Lessing, Wloland, Schil-
ler sao to Aleinlea como Europios ; Raccloe,
Corneille, Voltaire, Bolleau, trasbordaratn dai
rala de Fraof ; Dame. Bocacclo. Tasso, Pe-
Irarcha, Alflerl, Sannataro, deram llalla
um novo brllho, populariaando-se na Europa
Portugal letn como represntame, dai lelra a
Canicies, nico a quein o consenso unlverial
acclatnou como o rival doa inaioree genios da
llueratura moderna. Ferreira, S de *"ran-
da, Bernardei, Tolenliuo, Garda, Denla, Fe-
2
raa, nao tireram forca para ai vibrar de modo
causa de lio ealrauha antipalhia. 0 sysle- que a Europa as ouvine. O eiiranhos co-
ma auditivo do barfio eslava inteiramente! nhecem-uos a ellea como nos conhecetnoi
nsnranisadn I Ia' andamoa u(n pouco lldadoi em couiai
Wfiftft- f&iie&xrs ^e7^o,n.^d^
islves um da o boleilm da academia.
Eu nlo quero menoipreiar u ialen|oi ver-
dadeiroi qua conta hoje a academia, se bem
que uoi ieui patritico dti'Joi, t oa sua ufa-
na nacloual, alies,lenhain a boa fe de acredi-
tar que a ciencia enain radicada! entie ni.
Entre eises nomeaaouin Albino de Flguelre-
do, tlenlo verdaderamente original, a aem
dovlda o prlmelro geotuetro do palz, um Da-
niel da Silva, Intelllgencla vaiU, anda qu* In-
dolente e de quem o paii llnha.dlrelto a -
prrar que nlo adonnenlaaie em ocios Ilitera-
rios oieu bello talento inaltieiiiatlco; um Fol-
que, que, ae como astrnomo nlo pode pelai
clrcu.iiitanclai eipeclaei do paii figurar entre
as reputacOea mais illualrea da Europa, pode-
rla como eogenhelro-gcographo oceupar n'um
pala clvilliado um poalo eminente e glorilo;
um Julio Plmentel, ehlmico laborioso, e acll-
vo, e r.iniajoiainente oonhecldo e.nlre nds por
urna judtcioia compiladlo do que ba de ine-
Ihor mala moderno na chiuilca ; um Coila ,
ooaio amigo amigo e mealre, o mais concien-
cilo e labio investigador dai cotnai natura,
alio Cotlho.
( Revolucio da Miembro.)
COMMERCIO.
priACA DO BECIFE [6 DE MAlO AS
3 MOKAS DATABDE.
cotac,obs ornctais.
Vendas de assucar na Parahtba : 1,450 ris
por arroba posto a bordo.
Frele para Parahibs : a 5,8 por libra do al-
gu.lflo com & por culo de primage para
Liverpool.
Dito dito : a 42| por tonelada para o Canal.
Descont de Jotras: de 6 mezes 3|4 p. c.
ao mez.
ALFANDEGA.
Rendimento do dia 6. 12:443,933
Descarregam hoje 7 de mato.
Brlgue inglez Nevo l'arrel -- bacalhao.
Barca americana Johon Farnum farinha
de trigo.
liare portugueza Olimpia mercadoria.
Brigue braileiro Recife dem.
Patacho brasileiro --Euterpt-- generodo
paiz.
a t'mulacle iiiein.
Importa, (.ni).
Patacho bamburquez^obana, viudo do
Rio Grande do Sul, consignado a N. O. Bie-
ber& Companhia, minifastou o seguinte
379 couros salgados, 7,346 ditos seceos,
human, leu. lambem seus capncMM, como jdejabfChapl ou ,, flir,d.., mal. ou
qualquer mulhr furmoza. Os dous 0U|-: I11Cnoi copiosos em todas as nacoei litierarla-
do do barfio de Groel nSo esto em u ,,.,,. cuual, a o< lmente a gloria da
mesino diapasfio ; ambo 8.1o differento- eropea, aoi outroi todoi ai gloria que noi
nenie foridos pela vibracSo da harmona, 'faliaia a ni. Eii a recordacodanoisa H'jc-
i s traiismitlem ao cerebro urna sensaclo i ratura, que loda se resume cu. Camoe. Eli uv cauros "'S"". '. '"" 'ecos,
conruza. obscura, e a cofonica, COMOaT quejo woilarlo severaqyi *Dl7*.e,d,"1aIPa*d1^ 3,000 clnres, 122 arrobis cabello! a or-
ne pin lo/;.la
u.lo eslo unisonns.
Qualquer meloda desdes primeira nota
al a ultima, faz experimentar ao barloa
mesma saudaclo; ludo para elle ha mao,
" o nono talento, quando o lerool, nal frtvo-; 29 pips, 200 qunolas VtnftO, 10 Ollas
lidades da Imprenia poltica. I azeite, 100 barr azeitonas, 6 dito 10 SaC
Ellea descuravain ai lellrai, para enredarem cas amenduas, 10 dila noze, tO barri co-
oii desenredaren! pootoi theotogicos, caso e minhos, 800 resless alhos, 95 caixas aablo,
"lior" doVs'i'stmmVuToi que nada no. depara depoli de um ame maduro dlm
!dauoia hiitoria litieraiia. .....| (|rlgue hes.ianhol Descubiert
intolerante, atroz. Julgue-se, pus, so este
infeliz dove ser iipaixuii i lo p-la ntusic.
I' ii. experiencia muito sensivel coufirmou
as suspeitas oo doutor Schroeler.
, vinlo de
O seciilo presente nao prometle cometa e r,,,,,,),,,,. e Malaga, consignado a Jlo Pin-
encellelrar. be o. nono, avds l" ,0 de Lemos & Filho, manilestou o Se-
lornas couipoilcae. o aeu patrimonio Intellec-
luat niW--u oue eicrevemoiuialbaralamo. Iial
o nosso talento, quando o temo!, nal frtvo- 29 pipas, 900. qu.rlol.S
Depois Ihpergunlou, acna moisto? iiiv" de ivroiV iprlmamo em eicre- panhia, manifualou n seguinte :
-- Oh, nlo he delicioso | continu. I ver de chapeo na c.beca, coi o charuto na 2,060 barricas bacalhso : so conjigni-
Agofa tape o out'oouvido. boca, e a luva branca mela calcada, a lu de taos.
Eo douclorlornoua piiucipiars mestns S" da Impreoia, t ao p do CNSUL,
es sempre em ci maior. '"? 'f" f !''d*de ""a gen' Rend.mento do da
peC -c-inine em un 'iiuivr. r ,,..,- ..,-
e c K ^ traduztdo em folhaa volaatei.
t. agora r ....u.! Esta he que he a verdade. Eite he que he o
-- bsia precioso; porem,doutor, o sonnor faul0_ Bei Teeln qUe n0 ,ou omisso oa crl-
mudou de lom. ica para Msa os escriplore a cujo genero por
Eo barfio canttroloua meloda no tom ora penenco.
de r. i Bem veetn que nlo cifro a glorls em eicre-
%-- Eureka exclamou o doutor. ver qualro folhas tolla de um jornal. I
He -le modo se resolveu
odio ifio profundo do barL -. .--
a especie do msica. Em.Nuren.bcrg nlo se "^de.Vr.po'".".">orredouro nena comedia
ralla mais senl dest-i phenomeno. a lnsoa onde uni, pobre borneo e en-
ignora se so os recursos da arte consegu- roupaui na vele emprestada d. gloria,
rain reatalielecer a seu estado normal oa or- para seren
glosdesaccordesdo barfi i de Croel. Por em- um jogral eo
qu mu meiu, excllentfl para provenir O mal ; f' la advertencia preliminar
meio sublime pur sua singeleza. *'">->"e 1UC '.*! co,n ,n'*oa
CONSULADO GERAL.
1 a 5. .- .
dem do dia 6
3:953.377
444,320
4397,697
1 o doulor. ver qualro lomas lona ac um ju.u... c,
eu O emblema dee veem que ni ello a poslerldaac para que me
.rln d Riwl a tuda declrne coroal immorue. Bem veem que
' v?....k a. .I nio me .mgrlmpono a tmpor de sabio, a So-
DIVERSAS PROVINCIAS
Rendimento do dia 1 a 5. .
dem do dia 6 .........
227.623
38,026
265,649
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
,So go.o,-e lio hroe.," como _,, RAES DE PEKNAMBUCO.
brasele no auto daralnhadc Rendimento do da 6..... 656,968
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 6.....674,441
cooiln-
coin inagoa mioha,
is com inleira verdade, como se agora a
O bar.10 letn-se reconciliado completa- *'vc,a duendo amarga .as Impreterlvel de
menle com a msica purera para gozar de um pu|p110 abaio em lermaode domioga.
seus encanlos, tem de tipar um ouvido. i ku .ei que algum acadmicos, .ncho.de
(Heraldo.) vaidade por terem composio algum. cou.a
n ii i Inquesllonavelmenle de um certo mrito -
-accus.m ahi os mancebos de nao adianta-
rem a .ciencia e de ae limitare, a ealai fro- Rio Grande do Sul 30 das, escuna ingle-
Movimento do porto;
navios entrados no dia 6
THEATRO
DE
S. IZ ABEL.
40. recita da assignatura.
8ABBADO 8 DE MAlO DE l8)J.
Depois da execu^Io de urna das melbores
ouverturas, pela orcliesira, subir sscenaa
nova e excellente comedia em 3 actos, orna-
da decanto, e iraduzida no Rio de Janeiro,
do original fraocez, de Mr. Varnet, que tem
por titulo,
O H070
JUDEl! EIMIWTE.
PERSONAGENS.
Bertrand, banqueiro --Germano.
Oscir I) irait'l, medico Bizerra.
Duramberg, director de cmicos ambulan-
tes Mon luir o.
Duranti, auditor docnnselho de estado--
AmOedo.
Saltzbnurg, mercador (bofarinheiro) Ray-
mundo.
0 bario de DiranJicre Coimbra.
Folbeit, labellifio Pereira.
Durocher procurador de ciusss -- Jos
Alves.
Guibourg, director de um caminho do ferro
Pinto.
Gallois, chapeleiro Cabral.
Legras, mercador deseceos emolhados
Rosendo.
Genriquet. fllha do Bro D. Carmola.
enoveva, criada de ealalagem -- D. Amalia
Mon te ir o.
A scena passa-se: no primeiro acto na
estalagem deumaaldea da Blgica, pe lo
das fronteiras da Franca ; no segundo nu
castalio do Bario e no terceiro em Pariz
em cas. de Bertrand.
Terminar u espectculo com a gracioss
comedia em t acto,
0 IIILEIIHT.
Coinee.ir as. 8 linos.
Os bilneles acham-se
do costume.
vends no lugar
A NOVA ACADEMIA.
Ltibua, II de mareo de 1862
Percorrei agura consceuciosamente a bil.liu-
leirai, dizem elles, de ter eilylo, de eicre-
grapbla portmzueza, i.ncal o. olboi por ,obre "" c0"> ^'t'*!- d'. ", J,!!!
,. panheo,, desordenado, CMS collo.sal. on. ""> 'lue ,na0 "".n" .vr. e ..
de o abbade Marboia deu apo.enladorla igual de "'- au,," ""S0 d >"'"" elu_
aos talenlus e as mediocridades, e em que se quft*. ..... ..ki.. .
acoiovela, cio.amet.le Luiz de Cimoe. e o tu qul.era pergunj' "lb'*-
padre Aranha, s de Miranda e o. entunado, e queln ".pello e de quein ou ambjo-..e
gungo.lcos acadmicos da D. ioao V, .inda leem mala coragem do que o. AruipIces de
as.im superiores em l.lcnto e em erudlfao, V* Uce',0'. 'IJSSSlSi ?.,?.
maioria rJoi dout s academicoi de aua preien- ""> ',u"", erledade forcada con er este riso
le magesiade; fulbeai, dlzemos, a biblioiheca
lusitana, e diiei-me com a mao na conscien-
cia se vos nao due o coraco ao ver aquelle cr-
ino carcsl, onde le veiu llorlndo rarai aqu e
acol alguinas flore du engenho por enlre
cardume! de raso lujsliciimo. ao zumbir mo-
ntono de sermonario em genio, e de enfeu-
das clironlca mascavadaa em lingoagein mo-
ii ii li.il. Contnos mais theologoi. mala n.vs-
ticoi, ni.Os oradores pareoeticoi que toda as
litleraturai da Europa, eacepeo Ulves da
hespa.thola, e onde cala, exceptuando Vlelra,
espnnlanro que deapoou em labio que nao
dliem a verdade. Acredilai porvenlura, que
hala (ciencia em Portugal ? Ciedei que ha
nao digo Levemos, Lindlrjs, Humboldt,
Aragui, Lyell, Dumai, Linard Li.bigs e
Schelllngs ; mal Hrgnaulli. Deiprelt, Ponii-
leti, Richard, e Bregniarta ? Se a acredilai.
loi mal f.-liiei do que eu, e bem mere-
cis da patria porque nao Ihe coarei a dei-
eiperanca, negando-lbe neite seculo a
ra identifica.
F.m Portugal nlo ha telenda progresslra-
i eiludo apens, e imilaco. Querem aaber
onde, ein
o liossuet e MassilUs da noisa Ierra? Que mu- .
ralisia calbolico leremos depoli d< llrylor onde eilao os nosso ailrooomoi, e onde.em
Pinto? Que theologoae comparar a Boaaul, nue ra e.t o observatorio. Queremo. que
a Arnauld, a Nlcola. aoa duulo. e piedooa no apontem ai deMoberla. do nonos ehl-
janisenlslai de Porl-Rov.l .' mico, a profunda, clocubracfles dos nono.
boira o chroniiai alguna poderamo re- bounlcoa, a iheorlaa arrojada, on a. asaft-
plgar que emparclhem com eitraohoi. Fer- I'" descrlpcOes do nono, gelogos,
uo Lopes he aem duvida o prlmelro ebroniata l"rit 1ae regurgita de
za Arabian, de 92 tonelada, canillo John
Le lias, equipagam 7, carga couros a
Me. Camontoi Companhia. Veo refres-
car e segu pira Cork.
Me n 30 dias, pstscho brasileiro Doos de
Agosto, de 160 toneladas, capitlo f.hris-
lovan Pedro de Carvslho, equipagem 11,
carga carne seces ; a Balthar & Oliverrs.
dem --30 dias, brigue b-asileiro Valle, du
180 tonslladas, cpillo Silverio Anlonio
da Silva, equipagem 12, carga carne; a
Arnorim & Irmfios.
Buenos-Ayres -- 26 das, polaca hespanhola
Gailot, de 125 tooelladas, capillo Jos
Fontanills, equipagem 11. carga carne;
a Jlo Pinto de Lemos & Filho.
Navio saludo no mesmo dia.
g'- Rio de Janeiro--patacho b'asileiro Valen-
te, rapilfio Francisco Antonio de Luna,
carga vano gneros. Conduz 53 escra-
vos a entregar.
nonos
abio
Urna
deve achar-se
EDITAL.
Pela dminhtraflo da mesa do consu-
da nona trra. Froinarl e Cominine nao c"ad* a cada pagina dos repertorio da mi-' \,0 sfl faz saber que no dia 10 do correnle
sr.o mais observadore, mais romanescos, mal. esjeia, D.gamno.^ ;j0iii,,_*i",Ju e hfio de arrematar em hasta publica apor-
arro-
eoo-
Grainielegem i Keml, do Journal dea malb-1 mada, 3 molhos de albos, 2 duzta de cucos
mailques purea, da Phlloiophlol Tran.ac- de follta e pao, 2 duxiu do candteiro de fo-
llos, vem a meoco dos oomet illu.ire, e i |ha, 2 arrobas de sabio, 1 fogareiro de fer
dos profundos irabalhos dos no.ioi sabioa i r0i e uma po(Io de canudos de cachimbos
sao mais observadores, mal) romanescos, ...ais ^u,i"- "" -.--- --.... .e j,, j arrematar em nasl. pilDUca a
pltu.rescos na frase que o velho historiador de > Puggendorr. o. faiclcu o. do. Annaei de gneros seguiutes : 8 a
U. Jool. Fre Luis de Soma, admlliido o ge- Phylca, ai pagina de Ednnburgh Revlew, 4 ditas de caf 4 libras d
ner.quersc.lheu. e amplia... a aren. e.l,ei--d- *"" d" Mines, Ar..b...lul om L"**"^* ^.T.
quersculheu, e amr
la do claustro, onde cocerrou o seui hrroet.
lie um chronlsla miniso e eloquente. Ma da
turba monavtica que tumou a il o encargo de
narrar em etylo mil i m aa uppostai fa^auha
doi aeus hroes, multo pocoi inodloi se ciuae*. [ tuiio apprehentlido no mar pelo marinh-iro
npnivrii.irain para a grMidade da hUtorla, j Eu sei oque a iciencla em Pnrniga'- do ec*ller Jos Antunes Crrela de Mello,
paraa critica dos succeiio, pua a forma liite- A scieocla enlre nos i como oa a r te fie (m I no valor de 63,600 M. sendo a arrenialai;<1o
veMca devia produilr em mlulia inuilier : co-
mo furam ellea preaot?
Dem be, meu charo, que qnamlo e*ia
n.lui.ivcl marque estee aqu em Biballlere,
vlni iraier ao Sr. o slgnalauento desae Joo
Haya atado/
__ Sm, e que mal?.,,.
Eu catavii p>>ri*ltamente bem Informado,
porque euei irmafo e amiyos passarain por Cha-
teauroux com direcco a Llmogea, e he aeasa
liuvaca que Tnram presos ha dous ili sa de um toldado reformado, oulro Innau e
amigo. Alil meu collega de Llinoges be inul
felli! Que honra Ihe nao far esta brilbaute
captura!
Que desgraca lambem nio estar mais aqu em
au* caaa essa adoravel marqueta, e esse velho
rhefevendeano!..., como nu parlllbailam el-
m les de noasa alegrl!
OI. .. puer o Sr. comtnunicar-nos as
particularidades deasa brilhante captura? da-
se Albina com voz calma.
S enio he que eu cuide! em mloba inulher,
vnltei-ine vivamente para ella, seu semblante
nao eslava mala paludo- do que habltualmenle,
smeule seus. labloa ordinariamente d'uma vi-
va cor de roa, se llnbam sbitamente lomada
lvidos.
Abl senhora.....diste Mr.de Salote-Harie
com ar confuso, mil perdes por Ihe nao ter
alada apresenudo mlnbas respeltosas homena-
geos.... leja bastante indulgente para partici-
par das preocupares polticas.... porque a
prlsao desses malditos Jacobinos be un aconte-
c ment fe I la.
Por lato, senhor prefeito, repllcou A-lbioa
comumiangue fro que me aterrou, tenhoa
j'aria da narraco. f Inglexes. Abordam s nossai pralas, como
Depois Jos casuistas, toclogos e chronls- urna linpoitaco quasl aem equivalente. Para
tas vem a pbniange cerrada dos Jurisconsultos pagar os pannos ingleies, para fingir urna ba-
cesareos e pontificios, dos auccessorea doa lanca de commerclo, lemos o Douru a Jorrar-
Uartlmtos e dos Accurslos, e da pura nata dos dos o vinho precioso. Para pagar i sclencla
lecretalUtas. A gloria dos Pegas, dos Barbo- une rstraiihos u>>s enviam, temos... teretnos
m
ura de pcdir-llie que
macrs sobre e>sa brilhante captura.... se he
que in-'.n nio h* indiscrip^o....
NSo, senhora, nio he.... vou J...
>. .Mioha chara amiga. .., dlsse eu a Albina,
tnaisassustado com sua calina extraordinaria
do que o serla com uma profunda emucao, es-
____ j .....11 i -_
nos dalgutuas lufur- einfuauto que os outroscercam a caaa, nada se
ouve, bate-se de novo, o mesmo silencio: o
procurador dj re d entAo ordem de arroinbir
a porta, mas neste momento ouvem-se os gntor
dos gendarmes encarregados de vigiar por fra.
Elles ai: .h iv un de frustar nini tentativa de
evaso: esses feroies republicanos, C.ses falto-
sas luforuiocOes creio qu* nao lero para voss sos valentOes tentavam fuglr cobardemente pyr
o Inleresse que Ibes suppde.... ou antes ellas a urna porta posterior,
ImpiTSiionaio penlvclmente.... permllta-ine > Ah! que cobarda! disse Albina, com um
que leve a Mr. de Saime-Marie para o meu aorrlso amargo e sirdontco, cuja eipreitio eo-
quarto,... I gan^u o prefeito, elles eram dous contra vlnte
Nao, nao, respondes Alblua com um sor- { cinco homens armados, e querlain fugir sem ao
riso que me ttt estremecer, peco com multa menos combater I
inslaucia a >lr. deoaiute-Marieque se digne de
fazer-me acienle desdas mlurmacOes.
Muro me folgo, senhora, de poder servl-
la, respondeu o prefeito ; els o que ae pissou :
nossoa jacobioos esUvam occullos n'um casal
depeudente de urna povoaco a tres leguas de
Llinoges ; alguns carbonarioi (patriotas Italla-
dui) Ihes tluham procurado esso retiro ein casa
de oulro minio e amigo, porque todos esses
inimigos encarnizados da ordem social se cor-
reipoodem. O procurador do rei advertido uls-
so, p6e-e a caminho acoinpanhado de um ea-
pltio de gendarmarla e vlnte e cinco borneas
com suas davinas epstolas carregadas; por-
que be sabido quanto eue iniseravel Joo Rav-
muudo be detennuiado,.,. A senhora val ver
como elle justlficou aua reputacao,...
Acabe, senhor, dme Albina, liso he mul-
to .nleresiante.
81ra, sannora, chega-se ao casal pelas dual
horas da madrugada; o caplto bate oa porta,
e qualro gendarmes conservain-se com Mar-
mas levantadas e promptos para fazer fogo,,
Aislrr. como tlnha a honra de dlier-lhe,
senhora, Vine, val ver que esses bebedores de
sangue s tem a coragem dos assassluos, os
quaes inalam m peilgo, cootlnuou o preleito.
Nosios salteadores hcam pols cerca ios, en-
tra-seno casal, e acha-se o Joao Rajioundo,
um de seus cumplices chamado Carpentler, e
para formar o ramilliete acha-se, advluba a
quem, senhora 1
__Tenho, senhor prefeito, o espirito pouco
advlohador, assim queira continuas^
Pols bem I senhora, acha-se lambem refu-
giada no casal a mal do Jacobino, uma vclha
tricot cute de 93 hotrlvel megera misturada.
nesaa cooiptracio..., mas es gora o trgico,
Ah diste Albina com um sangue fro que
cada ves mala me atsustava, eolio no uve algu-
ma cousa de trgico i*
Mu feliameotr, senhora.....porque esse
fraileo crelo que abreviar mullo as formali-
dades judlclariaa
Por "
livre de direitos ao arretnstante.
Mesa do consulado de IV-rnambuco 6 de
maio de 1852.
0 administrador.
JoSo Xavier Orneiro da Cunt*.
Hiin. srri ZZ___, ___^_^_ _^ItB
urna Impaciente dora Mr. de Snnte-Maria, o
qual centlnuou:
O capitio de gendarmarla lancara-se so-
bre Joao Rajmuodo emquanto que ura olficial,
e um sargento se apodersvam do outro j.n: .-
bino e da velha tricottuie de 93. Vine, compre-
hende, senhora, que a semejantes creaturas
oeilll occaiies agente trata aem considera-
cOri. Por liso o sargento agarra a iricoteutt pe-
lo pesenco, e a colla parede para conserva-la
segura emquanto que dous gendarmes Ihe pu-
irhaiiL as algemas ao que a megera objectava
que Ihe quebravam os pubos. A eetas pala-
vras esse malvado de Joao Haymundo que vm-
iln-se preso, come seu cunplicr, nao tinha nt
culi' feito nenhuma rcsuleuea, covarde e du
qual alnguem descoofiava, grite que estao mal-
tratando sua mi,salla sobre a espadado caplto,
arrancalb'a, e preciplu-se de um pullo sobre o
sargento, o qual apertava aluda a tricoteute pelo
pescoco. e esse furioso Joo Riyniundo d.....
(esses cobardes assssilnoi s sabem ferlrpor
drtras ) d uma grande culllada as coilas
deiie Infeliz sargento, o qual rahe talvez raor-
lalmeote ferldo porque a estas horas anda ae
teme pelos dias desse digno soldado. Dlier-lhe,
senhora, a raiva dosoutros gendarmes contra o
assasslnome he Imposslvel ; se nao fra o ca-
pitio e o procurador do re, os dous jacobinos,
ea vclha ttieo ses bravos, furiosos pelo assaislolo de leu ca-
ntarada. Todava, c eu nao a lastimo, a mege-
batlooctada procurando
IHE. DE APOLLO.
SARGADO R HK M\I0 l'l". 1852.
Recita extraordinaria em beneficio do actor
o3o J'elles de Hcnczcs.
epoisda e Hi.peti'nle ouvertura subir a
si; -na o bello drama de gran le pompa
Garavaggio.
O Imnu'iciado que pela^rimeira vez SO di*
rifee ao publico, espera merecar do mesmo
aquelle apoloque sempre encontraran) o
artistas que a elle s i dlngem.
Terminar o divertimenlo com o muilo
appla'j iniii terceto cantado pelo Sr. Cosa, a
Sr. D. Carolina eo beneliciado. *
Principiara as 8 horas.
Os hilur-ies acn.m-sn no thettro,
Avisos maritnnos.
Vai sahirem poneos dias,pa-
ra a Baha,o patacho nacional Con-
i i nra, pode receber algifma carga
miiida e passageiros : trata-se com
os consignadnos Novaes & Com-
panhia, na ra do Trapicha n. .''|.
A llalli i.
Propflem-se para este porto o veleiro hia-
to Cai.ri\n>n,ns senhores pfetendenles pode-
iSo iii;ir'n --1 ao mestri', abordo, em frente
do caes do llamo, ou a L. i de Castro e A-
raujo : na ra da Cruz n. 31.
Seguir pera a cfda lo do Porto, at o
fim do crrente mez, o brigue portuguez
Bom Pastor, de primeira marcha, forrado e
encaminado de cobre, tem melado do seu
carregamento prompto, recebendoo resto a
frete, e lambem passagiros, para o que tem
inni excellente com modos : trala-secom
Bailar & Oliveiis, na ra da Cadoia do Reci-
fe, armazem n. 13.
Para o Kio de Janeiro vai sa-
liircom a maior brecidide possivel
o brigue nacional Vencedor,para o
resto da carga, pasrgeiro eescra-
vos a frele; trata-ce com o capito
leto Marcellino Gomes da Silva
ou com os consignatarios Novaes &
Companhia : na ra do Trapiche
n.34.
Para o Cear,
segu com muila brevidade a escuna nacio-
nal alaria Firmin., e sumaca Flor do Aoge-
lim, por terem os seus carregamento quaai
promptos 1 lom ainJa receber alguma
carga a frele, para o que pJe entender-te
com Luiz Jos de Araujo : na ra da Cruz
n. 33.
Para a Baha segu com brevidsdo o
patacho Santa Cruz ; para o resto da carga e
passageiro trata-ss ao lado do Corpo Samo,
luja de iMHSsaan-s n. 35.
Para o Kio de Janeiro,
sihir infallivelmente no dia 12 de maio
regamenlo quasi completo, o bri-
gue brasileiro Animo, forrado e
prefijado de cobre, e milito veleiro,
para o restante da carga, pass.igei-
ros e escravos a frete, para o que
tem commodos sulcientes : trata-/
se com o capito Dminos Anto-'
nio de Azevedo, ou cora o consig-
natario Luiz Jos de S Araujo ,
ni ra da Cruz n. 33.
- Espera-s com brevldade a est eldsde
o rapor Couniess of Lonid.le do lote da 105
tonelados inglesas, de fur;a de 120 cafalos,
em estado pcrr.'itissimo, t-iiilo accommodi-
(Oes para 60 passsgeiros. O pretondentes
queirsm apparvcir aem demora, porque o
mesmo vapor' na falla de compradores nes-
le porto, seguir logo para os porto do Sul.
Sjaa...... aaajBaaaa.ajaajaajMaajajeaaaajjajaaaa
_______Leila.0.
Ocorrelor Miguel Carnetro, far leudo
no dia lerca-feira II do crrante as ti ho-
ras da nianhSa, no ou armazem na ra do
Trapicho D. 13 de diversos trastes novo e
uado, um rico jugo de bacalella com o
panno sobre pedra e seus prrtenrea, camas
de ferro, loufs, vidros e outros muilos ob-
iectos.
-----------mus i i ni gaait
Avisos diversos.
0 111 ni. Sr. Dr. Elias Elizeo Eliaco da
Cosa Ramo, teoha a hondada de mandar
buscar uma caria viuda da Parahiba : oa ra
da Caleia do llecife Inji n 50 A.
-- Precisi-se d uma ama para casa de fa-
milia, que nSo heba agoardenle I na rus do
Hospicio cisa n. 17.
-- Rnga-se ao Sr. Ovidio, queira mandar s
lenha quetratou onde nlo ignora, ese nfio
a mandar a pessos procursra quem a alin-
de ; pois no he possivel que espere mi.
Hogs-se a quem ncliarl ou for offerecida
uma concha de prala da tirar sopa, lando na
Concha junto ao cabo uma ra i j abona: o
favor de levara ru de Hurlas n 38, quesera
recomr.pnaa.lo.
Dos alTi-t.iS mal sanios a flor
Tem a tmida co- da innocencia,
T*T1 o praln r.a.f,,.,1P 4^ n^nnr
: i3
Q r* o ta (\n q a
> ,* **V J. a% M___,
t i
1 I c Keru _i. i" m* .i < < i
Cativo Sd.i.'l |.nr gusto,
Si gozar leu corac,9o.
Estribilho
Quanto pode Harria bll,
O leus olhos matadores,
Nelles moatras resumido
Os leu dons encantadore
Ksta ultima inodinh tem mais tres qua-
dros ; s muzica hocomposts pelo autor da
Alta noite oh que silitncio. Ra Bella
n. 38, imjirensa de muzica, prego 500 is ,
por cada uma.
-- l)-se duzenlos mil rs. a premio de 3
por cento ao m-'z sobie penhores: quem
precisar procure no primeiro andar da casa
n. 49, ou annuncie.
-- Jos Carneiro da Silva, 'embarca para
o Rio da Janeiro a sua escrava Joaquina, de
narjao Moasambique.
- Aluga-se uma cifa de sobrado de
um andar que tenha sotan, o seja fresca,
com commodos para grande familia, leudo
quintal, nos bairros seguinte : freguezias
de Santo Antonio no Recife, ou na da Boa-
Vista em ras boas: a fallir na ordem ter-
ceira de S. Francisco, sobrsdo n 6, a qual-
quer hora do dia.
-- Na ra larga do Rozrio, padaria o. 41,
precisa-se de um bom forneiro.
- No pateo do Carmo n. 10, precisa-se
de urna ama forra, ou captiva, para servir a
uma pessoa ; paga-se hem", com tanto que
compre, cosinhe, eengomme.
Rufino Jos trrela de Almeil, em-
barca para o Rio de Janeiro a sua eaerava,
par Ja, do nome I,u/la.
prximo, o patacho nacional Bella Aila | Antonio Botelho Pinto de Mesquiti,
por ter pane da carga prompla : quem nojemb'rca para 0 llio de Janeiro os escravos ;
mesmo quizar carregar, ir de passagem, ou' Serafim, erroulo, e Filippe, de uafSo, por-
remelter escravos, pode tratar cor.-. Manoel! lenceute ao herdoiros do linado Ju.-c Ma-
AHos Guerra Jnior, na ra da Cruzo. 40, ria de Jezus Muni.
ou com o capito Manoel Jos de Sena Mar-1 Oirerece-se uma pessoa forra para cre-
tina, na praca do Commercio. [ado, e arompanha qualquer pessoa para o
Para O Rio de Janeiro sabe R"> de Janeiro, me liante utna pequea gra-
tificarlo : quem piecisar dtrija-se a rua^da
em poucos di>s, por ter o seu car-
do sob boa eacolia para Llmogei, onde carain
prcioi eiperaudo aa iml.ni de Paria..., beui v,
aeuliora, que o crlme deaie Joao Haymundo he
iinuij claro.... de uui modo, ou de outro elle
nao escapar do cadafalso...
Evidentemente, lenhor prefeito, respon-
ded Alian:. mal Vine, nev cruel e dolorosa-
inciite deplorar eaia brilliante captura que lao
lo ii.vij aoieu colel a de L.inogea ?
Ol / meu Oeoa / tl.n, lenlio ella pequea
fraquezi, confeaio senhora.
__ i. entretanto e.tava em suas mao, se-
nhor, merecer lo digua.nenie da patria como
o seu honrado collcga.
_ Como a'altn.ieuhor !
Mu aiinpleaiiicnte, prendendo aqu a Mr.
joo Ravmuudo, .a la lut, ea Mr. Cuarpen-
lier.
Prendendn-o aqu i .>ao a comprebendo,
enhora.
Kaia encantadora marque de Bertiall....
pela qual Vine, ficou lo lotico, lembra-se, sc-
uhor prefeito ?
Mtn lenbora.
Esse feroa marque/., ee impiedoso chefe
de chouanr.... lembra-ie, leolior prefeilo ?
Sim .' lenhora.....leinbro-ine.
Mr. Dupleuli Ihe oir como eu, que o
marque, a marqueta, e aeu filho, o qual tlve-
in,s a prudencia de nao Ihe apreieutar nao
eram outrui seuo Mr. Cbapentier, madama
Raimundo, e leu lillio.
ra recebeu urna boa balooctada proeuiaads) Seohor, o gracejo be aem duvida dellclo-
durante o lu.nulto cobrlr com eucorpo a eu o, porem... ...
amare) fllho depoli do que o nono boneato Mloha mulher auto eit gracejando, nao,
trio Jacobino bem, e dev.damenle amarrado [ lenhor, dliie cu ao prefeito, madiiu Uupleisli
oar Iral-r do aj
A
favor, enbor, acabe! dliie ea com. com corda foi atado a uma carreta, e condual-1 di a verdade.
U.....U illr. (le .Y.une
.Mine .-....i mu ratupor Irado- Que a vagaa
impelas que aqu me tinbain 1..11 lo eram
con. cleiio fondadas ... Que ful inulto tolo
um delsar-llie levar pel*s tagarellice desta pre-
tendida uiarqueza 1... Mal culo o lenho. som-
bou de iiiiui ?
Vine, ctunprir, lenhor prefeito o ten pa-
pel nesie orgocin. con... Ihe aprouver, respon-
d eu a Mr. de .Salnte Marie, accreicentai el 10-
inenie que bejuitameiile porque Mr. Joo Ray-
liinud... 11.en amigo amigo, era proacrlpto por
una i.pln.iu contraria a ininha qoe Julgtiei de-
ver ollerrcer-lhe om asilo,... c ou eotregar,
neni elle, nein aua mal, nein Mr. Cliorpeuiier,
porque i .1 iv un aqu lob a salvaguarda da ml-
nha honra,
Como particular eu poderla em vigor coin-
pieliemli i a sua conducta, aenhor, dille Mr.
de .1 unte Marie. mai como fuucciooario me he
luipoaaivel nao deplo.a-la, e ai'aigoa-la ao Eira.
Sr. iniiUtro do Interior porque para todo o
bom Fraoce a .-.Ivaca- do Uirono e da locle-
d.i u- devetn ctlar cima de qualquer outra
conldera;io,
E depois deilai palavra solemnes Mr. de
Saiote Marie lahlu com uma irrilaco inal dia-
dinulada.
(Coai(nuar-rt-a.j
a*
. '
-l
I
t.
*V
I


No di 5 do crranle furUrim de um
quin'il de urna casi entOliuda, um vallo
Calilo quisi proio.sem gnl nenhum brin-
co, grande, muilo noo eaatrado : roga-
80 aa sulondades pollciaes, ou qualquer
pessoa que o possa spprehender, que avise
por eate Diario, ou entregue na ra do Crea -
Eo n. 17, ou a aeu proprio dono en Ulimla,
edro Caralcanti Vandorley.quo aera gene-
rosamente recompensado.
Francisco de Souzi Travasso, embarca
para Lisboa a tratar de aua saude, e dirige a
BOSQUE
dos descules por esta falta involuntaria
D. Itabel Maiia de Mello, a risa a todo*
o*credorea do aeu casal, que por fallec-
Rio de Janeiro, S8 de agosto do 1851.
Hoja que a potencia do aon
-- No botequlra da ra Nova precisi-snde
un preto para todo aerviro, que aeja Dele
diligente.
Nacamboado Carmo n. 14, continua-
se a incumbir de apiomptar comida para
qualquer casa de negocio, servindo-secom
prompndSo & dando-ae inleiro cumprimen-
loaoque se ajustar, aasim como recabo-se
qualquer. encommeoda de bolos de todas as
qualidades, bem como oa antigua bolos ce-
vado*, apromplam-ao bandejas onfeiladas,
ludo com asaeio
- Do engenho Velho da freguozia de San-
to Amaro JaboatSo, deaappareceu no dia
primeiro do coirente o escravo Jos, cabra
escuro, cabellos ralos e nSo muilo turcidoa,
pouco barbado, olhoa nJo grandes,nans um
pouco eomurido, o boifo superior um pouco
fonludo e mais saliente do que o inferior,
quando falla parece querer fechar os odos,
estatura, e corpo regular e b'tm parecido,
parnaso ps bem faltos, gosta muilo de ba-
tucar e cantar, bebe agoardenta.ha carreiro,
e entende do trabalho de casa de caldeira,
foi pelo Sr. do engenho cima dito, compra-
do aoSr. Joaquim Manoel Barragranle, por
enthonomaaia, leven] vestido camisa da al-
go-lio da trra com letra de marca de linha
encarnada com aa iniciaos I B : roga-ac pois
as autoridades policiaca a coa-ljuvacflu da
captura do referido escravo, eaos cspilSis
de campo posquizam e prendam dito escra-
vo, que sondo entregue a seu sanhur, o pro
pnetario du engenho cima d I lo Jos Fran-
cisco Pereirn da ilva, serSo pur osle gene-
rosamente gratificados, etc. ate
- Antonio finio Fernandas lavares, ci-
dadSo porluguez, rclira-se para l'orlugal a
tratar de sin saude.
OfTerece-se um homem com tod; s as
habilitScOes para cobrar dividas em qual-
quer serillo dcsta provincia o incauto de ou-
tra : quem do seu preslinto se quizerutili-
sar.piocura na ra do l.ivramento u. 14,que
achara com quem tratar. O mes roo ollerece
garanta a sua conducta.
Companhia de Ucberibe.
Os Srs. accionistas da companbia de Be-
beribe sSo cunvidados p>ra aa reunirem em
assembla geral no dia 17 do correla as 10
horas da manilas, alim dasenomear nova
adminislracSo e dase dar cumprimento ao
diaposto no 6. do art. 38 dos estatutos.
-- Aluga-se urna oscrava boa cusinheira :
quem quizar dirija-ae ao pateo do Haraizo,
entre a igreja e o quartel de policia,sohrado
de dous andares.
Um coriuio de nomo Amaro Idalo 29
annos pouco mais ou menos, n.lo he alto e
ncm minio baixo, zato, falla um tanto em -
barassadu.emumptem uma costura ao com
prido proveniente de um talho de mchalo,
temem una peina,em cirai da caueil* outra
marca de um Cois d cvalo, ha ulUcial de
farreiro que IraBalha aof'ivel, em maio d
18>I fugiodo Brejo da mulata distante de
Caruai leftoa e meia : quem o pegar leve a
JoSo Salvador, da Cruz morador no mesmo
lugar que hade sor bem recompensado.
Deaappareceu no dia S do correte da
sacrista do convento de S. Antonio desta
cidade, duaa r.itaves de prata do sacrario,
sendo urna maior, e outra menor, temi a
manir a cnapa do aro lavrada, o a outra lisa,
estando ambas amarradas em um pe laco de
galio fino com um laco, porem ja velho: ru-
ga -e purt -nio a pasaoa a quem l'nrem orTeTe-
cidas ditas chaves de aprehendo las,o entre
ga-las ao suardiSo no mesmo convento que
ser gratificado.
-- Ksi era-ae com brevidad a cata cidade
o vapor Countess ol l.onsdalo do lote de 105
toneladas inglezas, de 120 cavados em esta-
do parfeilusmo,lentIo accommntlaces para
60paaaageiros I os preten lentesquairam ap-
parecersem demora.no escriplorio de Me
Calmonl & Companhia porque o mesmo va-
por na falta de compradores neste porto, se-
guir para os po los lili Su I.
l'n cisa-so de um bom ro-m huiro, ni-
cignal ou estrangeiro, sendo livre : na ra
da Aurora, casa do Sr. lilus Baptista, junto
ao Collegio das orphaas.
-- Deseja-se fallar aoa Srs. Jos Eustaquio
Maciel Montciio, Antonio Nunes de Mello,de
(II i ma, e Francisco Luiz Vn fies : na ra da
Cadeia do llecife a. 54.
Aluga-se urna casa terrea ou sobrado
que lenlia quintal, cacimba, e commodos
para familia, as ras das Cruzes, Cadeia de
Santo Antonio, e llecife, Livramento, praei-
nha do dito, ra doa Quarteis ou larga do
Rosat io : quem tiver annuncie.
O Dr. Manoel Joaquim Fernandos Eiras,
como procurador de II noel de .Suiza Braga,
ora residente no Rio do Janeiro, acha-seen-
csrrogado pelo mesmo para vender uma ca-
sa terrea, da cbSos proprios, sita na ra da
Gloria o. 53 : os pretndanles po lem dirigir-
re a ra de S. Francisco, outr'ora do Hundo
Novo, sobrado n. 68 A.
- A pessoa que deaeja siber da minlia
morada, cooto aeja bastante longo, guaira
dirigir-ao a luja do Sr. Jorgo, caestte de al-
faiale^ao ie da mesina luja qua foi de relo-
gios, que este soiibor dir a minha morada ;
poiaa sua he encantarla, pelo numero, uo-
me da i u nao ae lem echarlo, j (oi a ra
da Concordia n. 5, a dita senliora di sta cisa
respondeu quo nSo era l.
-- Manoel Ignacio da Silva Teiieira, cidi-
dSo brasileiro, vai Portugal ; leva em sua
companhia seo lilho tlemelerio Augusto da
Silva Ti inora.
Jos J cmtiio Guetles, vai a Portugal.
Prrcisa-se de uma inulher, que aeja de
boa" conduela que queira prestar alguns
servicos, e ao mesmo lempo.servir de com-
panhia a urna senliora, tSo somonte pelo ne-
cessario : quem seacnar em laea circums-
tancias, dirija-se a esta typographia, que
instruir-se-bsa respailo.
Precisa-se fallar com o Sr. Dr. Manoel
Mamede da Silva Coala : na ra do Livra-
mento Q. 4.
Ka matriz da Boa Visla t
prncipiou-se a festividade domez
Marianno, lendo pratica todo da ,
eita pelo reverendo padre mestre
Leonardo Joao de Grego.
rren-a.se de um moleque, de 10 a 12
annos.- na ra da Cruz n. t, em casa de Ja-
me* Ryder & Companhia.
compnrlamentoque obsarvsm os estadistas
a respeito das lovolucoes qunnSo po lem
sufiocar, porm que sabem ding'r.
OXarope do Bosque oceupa entre nos
as cent boccaa da fama, quer na capital ,
quer as prevmciaa do Imperio e sustenta
a sua leputacSo des le uma aerie da annos. O
crdito de remedio peitoral he bascado so-
bre repetidaa c numerosss curss de broneni-
les, deaecefles catarrbacs, de asihmas. c
mesmo de iblhica pulmonar nos seus pri-
melros ponodos. Eis o que una imrarcial
averiguarlo di por caito, e pela applicacSo
que porlressnnos s-guidos lenho felo do
Xaropedo Bosque em casos idnticos, ore-
medio nlo lem desmentido a sus valiosa e
benfica repulacSo em toJaa as oeeasiOel
que live de o empregar. Fundado no prin-
cipio deque a turno de varias substancia
era necessaiia para compor um remedioef-
licaz contra as nuo.erosas molestias do pel-
lo, o autor doXaropo do Bosque, ajudado
pelo pharmaceutico que legalmente dirige
a sua olTicina.conseguio construir urna no-
recidasao tratamentodas molestias do paito.
Resulta da composicSo do Xsrope do Bosque
uma acc^o que opera sobra a composicSo do
sangue; ellatorna-se assim nica, averna
ser depois sedativa. O elTeito expectorante
he puramente secundario; todava becar-
io, e nilo deixa de valer muito para o cura-
tivo de catarrhos chroiiicos, do bronchites
leimosaa, de eartaa espacies de aalhma, e
pira modificar as leso s toberculosss no
periodo de seu desenvolvimento. s elo-
gios que se fazam so Xarope do Rosque para
curar a phlhisica pulmonar equivalam ags
gritos re enthusiasmo queemoutros tem-
os se soltaran com igual (ervor em abono
do cloro oos vapores de carvBo,dos xsropes
deCodeins, de phelland'ium, do methodo
do Dr Latour, das marmeladas da Trun-
cbin de l.anetli, eat i'a gomma elstica)
aBo oa meamos que hoje se prodlgalisam at
oleo da ligado de bacalhio. Todos estes re-
medios valemalguma couaa no principio e
no desenvolvimento da tuberculacSo; po"-
rm qoando a dialhese purulenta est pa
tente, ninguem se afreve a proclamar in-
falltval qualquer agente therapeutico; o
mellui nneeps quam nullam serve de desculpa
para todos. He misler po< tanto perdoarsos
sectarios do Xarope do Bosque a gralidSu
queosanima, sem todava partilhar caga-
mente a sua fantica lingoagem. OXarope
do Bosqoe he uorpo leroso remediu para
curar vaii s cnl'T.'iii bt'lcs agudas e chro
nicas do paito, mas o seu proprio autor
Dio o quer inculcar, como alguna o dizem,
remedio univers-l.
Decrto o X'rnpe do Bosque nSo he
urna composicSo feita por curiosos ou cu-
ran leiros ; he o resultado de cnnlmcimentoa
praticosem chimica e em materia medica.
Sabeudo sggregar com hbil escol'ta subs-
tancias m-dicinae", as quaes nfio silo incom-
palivois, o a ut r nfio per leu de vista o prin-
ciph salular-que a unio faz a forca, e
entilo anubo unir plantas e tirar pariido del-
s, nSo querendo -imroduzir na oonfecefio
des-ii xarope peiloral agentes mineraeaou
corpos activos, cuja acc9o Mea depoia neu-
iralisada pela rermenta;3o ou pela mistura
le qualquer alcoolata.
A analvse do Xarope do Bosque de-
monatra que nada da nocivo entra em aua
composicio, e que o autor seguio as regrg
de urna sensata posologi para a diatribui-
QIo das substancias medicinaos, fug'in imitar certos curandoiros que carrenamas
suas receitas com dses exageradaa.e que nSo
sabem reconhecar a virio lo de certaa plan-
taa indigenaa que ao venenosas,o como taes
poden prejudicar muito a saude publica.
Af-sion-s o autor doXarope do Boaque
doemprego de medicamentos allerantes,nos
quaes os alcalinos oceupam um lugar tilo
importante como o do mercurio, do iodo.do
araenico. o< aleolinosexorcem aobro a eco-
noma uma grande infliieiicia, do mesmo
modo que os cidos ; o sangue he natural-
mente alcalino, porm at certo ponto, e
he .treciso teram vista a sua composicSo
pranlo fntroduzir em remedios peitoraea
agente ou substancia que o neutralisa, ou
altera as qualidades chuntcas que do san-
gue reparte as varias seerec,<3es do corpo
umann O llm qu tencionou seguir o au-
tor do Xsrope do Bosque foi de aggregar
substancias qoe oporassem sobre osangua
segundo o mesmo modo que opersn) ss pre-
paracfl 'S da ler.oa. s entUo s sua esculla
foi feliz, polios ingreaitmu* aalisfszem, a
mcu ver, o lint pro posto.
O Xarope do Bosque He bms composi-
cSo pharmscullra complexa ; nSo ae bi-
ses sobre um agenta nico, como certos re-
medios que se procuran) inculcar encerrara
isolsdamenle. Ella nflo pe lene I classe
dos-rabuca los peitoraes ou ds pastilhas de
assucar qu imado, que Unto ae gabam ;
sendo o seu valor couss trivial,-o Xarope
rtenca mais rlevsila e sciontidca cate-
gora pela sua composico pharmaceutica,
e naturalmente plo-ae collocar m lista dos
xaropes do reputacAo merecida que flguram
nos formularios, como os xaropes peilorses
deLsmonroux, de Desessarty, e os xaropes
depurativos de l.arrey, de Portal, da Ricord,
e de I) vergio, remedios msgistraes qua os
nossos facultativos receitain diariamente,
sem lodavii seren ioleirados de sua intima
composicSo.
A niinha experiencia clnica declara-se
em abono do Crdito do Xarope do Bosque,
depois de Itsver eu feito usoem multiplica-
dos caso< de bronchites, coqueluche, angi-
na do peit", a as lesiVs agudas e citrnic ts
ros pulmOes pelo espaco de trea anuos,
consecuUvos. Desojo que boje, que o cr-
dito do Xarope do Bosqus est firmado, o
Seu autor no Cunlinue por muito lempo de
o donar na caiegoria de remedios secretos,
e que faca ao povo, quo Uo boa aceitado
faz ao seu remedio, um beneficio de grali-
dSo, publicando a aua recolta, bis o meu
voto sinc -re, eis a oainio que professo em
abono das virtudes medicinaes do Xa'opo do
Bosque. J. Sig'Ud. a
|noel Caldas Brrelo Francisco
(Xavier Carneiro da C'uaha Catn-
pello, o obsequio de apparece-
;rem na luja n. 6, da ra da Ca-
deia duRecife, que se lhes deseja
fallar.
VtftVfffVfff'VfttfVVfVf
Botica homopattiio. *\
38 RA DAS CRUZES 28, -a8
5 Dirigida por um pharmactulieo j|
j. approvatlo,
V Esteestabelccimento possue todos
*> os mediesmeotos st agora eiperi-

av
>

___ Luiz Jos de S Araujo, vai U abaixo assiguado, lu sn- Aliicd.-s.
fazer uma viaeem a Europa, e dei- ente aos sctis flevedoren, que at 0 arrematante das afericOoa dosto muni
ioci "'" h r-s ... ,. cipiodo Racifn, fez certo a quem interessai
\a encarregados de-seus negocios, o (mi de maio, queirum vir liqni- quoseacha revendo as fe.ricOes do correntt
durante sua ausencia seu mano, du o que Ihe devem, c iludo este nno,equenSo seguardom todos para o
,, a i __. i. i ...x____: (im, pois o lempo marcado breve se ultimar
iUanoel Jos de isa Araujo, Jos praso, entao nao llavera queixa na
urna viagem a Europa, pede as pessoas a
quem pussa dever qualquer qusnlia, de Iha
tirar a complanlo cunta, a mandar rece-
ber, em sua casa, na ra da C'uz n. 33 ; o
mesmo ruga aa pessoas que Ihe sao devedo-
res da comas antigs, de pagarem a seu cs-
xeiro. Justino Antonio Pinto.
e para que nSo so chame algum a ignorancia
ente annuncio; o mes-
roveita a occasiSo para
. de novo convidar aos que vendem polas ras
1 recisa-se de tima uma, pi-'desla ci Antonio de Arauio'e Jos ATonso publica So dos .sem nomes. An- faz publico pelopres
Morara. tonio da C'unha Soarcs Guimaraes..*0^"'"l"1.0..'!':
-I.uiz Jos de Si Araujo, tendo de fazer
de a
leitc e seja
do Vigario n.
mez
e
8 Constando-meque alguem lem es-
B palhado o boato que as carteiras ven-
|l didas na ooir'm homopalhica da rita
das Cruzes n. 28 eraro prepara Jas
a com glbulos de assucar de cana, e
ra criar urna enanca
que lenha bastante
carinhosa : na rita
19, te rcciro and ir.
USr. Manoel VazdeSouza LSo, fel-
tor, ou lavrador de engenho, mande pagar
ama letra da quantia de 48,560 rs., veiici'da
em 18 di< novembro de 1849: na ra do Cres-
po n. 12.
-- O) senhores que devem eontss ji anti-
e po/ rs, sem aliricSo do corrente anno de
1852 que vonham afe.'ir ; pois do contrario
nao so quoixern visto prejudicarem ao
mesmo.
Na noiie ilo 23 do passado, roitiaram
do escriplorio do abaixo assignado, na ra
da Cru/ do llactfa n. 52, primeiro andar.com
chave falsa ou gazua o seguidle :510 000
rs. em dinheiro, um relogio saboneta do ou-
ro patente suisso com os signaes soguinies:
mostrailor de porcelaua com pontriros de
segundos do ac, sendo o amblara! da caisa
um homem tenanlo assassioar com uin :u-
nhal que tein aleado na mSa direita a uma
mullo', que segura pelos caltellus Conra
mSo esquerda eoutro homem quo suspende
o golpe agarrando no braco, e na caixa de-
baixo ha um leSo sentado; assim mais um
oulro relogio saboneta de prata. Boga,pin-
gas-, na luja da ra do Crespo, de Jos da
por consequenera hlsilcadasrVpro- Ii?i|,.C".p^.&,APAn.-?L''-?A"lBmJ:!!^ 3?88'- 3}6b *T88.<_5335,J'7'.ll':ia "
prietario da mesina botica para maia
-Tendo-se desencamlnhado uma carta Unto, aos Srs. relojueiros, e a qualquer ou-
vinda do Rio de Janeiro no vapor S. Sebas- ri P"98,01 ."" r,r fredo os d.los r-
tulo para o ab.ixo ssignado, a qual con.- l0'u J"'PPl'ende-los q>" 'o hem re-
nhadousbilnetesinleirose 16 maios dilos compensados; assim como .oga as aut" ida-
da lotera, a saber :-um iuteiro de ns 711 des pohciaes a captura do ladrSoouladrOes,
e oitomeios don', 171,850,2929,3400, 34uO, E""1 que "
3526, 4858 e 5545 da 21. luleria do Iheatro
da S Pedro de Alcntara, e um inicien n. -
5133, o oito meios da ns 909, 1909, 2722, SanU. Cruz 6i- ?"' de llu" f"
aoas forras, ou cscravas, para o semc,o ile
suas vistas para eate
bair o Domingos Alve tlstheos.
Na ra dos Piros, ao sahir do paleo da
rluas
mentados, tanto na Europa como no
Biai-il, e preparados pelas machinas
da invon^So do t)r. Mure.
PRECIOS.
ilas cart/lrai homiopathicit.
Em carteiras de 13 tuboagrandea 12/ .
a 94 a 20/ .
< 84 pequenoa15/<
Tubos escolhidos (caria um) 1/ '
Tintura a demedicamentoa em
fraacos de 1 pionca (cada umj 2#
Ha mais, ilem destai, outraa muitas
caixas com glbulos e tinturas por
> procos variaveis, conforme o tama-
* nho ea qualidada das caixas, e a
*> quantidade dos remedios e assuss
dynamlsacana, etc.
jj AVIaO-SE GIIATUITAMiZiNTE 2
|J para os pobr s, todas as receitas que *|
j. para ali mandar qualquer professor. ^
Hotel Hecile ra do Trapicho
n. 5.
Neste Mol )l se encontra com limpezs e
porfaiQSo difiranles qualidades de iguarias,
vinhiii de todas as qualidades, cerveja, re-
frescos etc. Tem qusrlus e salas decantes,
commodidades para hospedara de quaes-
quer pessoaa que nelle quizerem estar,
por todo lempo qu lhes cunvier, tudo
sto por co Mnelo pn c.o. A casa he fresca
e salubre, qualquer nacional ou estrangeiro
queso quizar aprovattar das commodida-
des que oT re-i- o rel.-inlo i'.sUb.-lr'ciment,
[tiilc a elle ae dirigir a qualquer hora.
Nasta mesmo estabalecimeulo te [orueco
com torio o aceio, o polo mais cominodo pro-
co possivel o provimento diario para masa
da qualquer individuo, ou familia ou s-
mente alineos, j miares a caiaa segundo
couvier aos inlerassadus : assim comu sa
encontrara comida avulca a qualquer hora.
Allrncao aos viajanles.
Tiram-se passapoitesna ruadasTrinchei-
ras n. 12 por baraussimo pi reo ; passaporlo
para lora dentro 20,000 is. 1.....Ii 111 tiram-se folbas
corridas livre de despezas por 5/ rs., ttulos
de residencia livre de desposas a 5,000rs.;
tudo com promplidSo.
-- Arronda-se uin sitio em Santo Amaro,
com muito boa casa, fruteiras o pasto para
8, ou 10 vareas; quem o protcnJor, dirja-
se a ra da Gluria n. 70.
Aluga-se, por c mimlo proco, a rasa
anarella da ra da Praia, onde leve o Ihea-
tro, em caixSo, propna paraalguma repar-
licSo publica, como sesso dos jurados, sa-
la de au liencias, ele, uu para alguma so-
ciedade, escola de meninos, ou sala do dan-
tratar no alono da Boa Vista n. 10,
garanta ofereca-se, nSo so a.embol-
sar o impone das mismas, spessoas
que nSoliveramolilido resultados com
as suas prepsracos, couio tarubem
qualquer tubo estragado pitia humi-
m dadeou por qualquer outra cousa se-
je r proinptamente substituido por ou-
h tro sem nova despeza para o com-
a prarlor.
mmmm mmmmmmmmvimmm
- Da-so4 a 5 cuinos de tis so lirmas,
penhoresde ouro e prata 011 hypothoca em, tclla, Ircguezia de O. redro deld-
bensderaiznesta praca ; quem quizer pro- a do Muro, nr.vincia do Minho
curea ruaeslreila du Itozario n. 43,2. an lar u u .
que se dir quem da. dolWmo de Portugal, vindo de
Manoel Jur de Souza Carnei-o embar- Lisboa no anno de 1817, ou 1828,
capar, o llio de Janeiro a su. escrav.de no- sen(]o ^ a.,rmatva pretellde-
J
l'unha, e suamullier Thereza l.ou-
1 i'n; 1 da Cuoha, do lugir da Por-
me Melania creuula.
Tendo ja annunciado para virem pagar
o que devem na ra do l.ivramento n. 38, ns
Srs. olficiaes Tenante Basles, a Alfares Ma-
tozo, porem como me padissem espera sus-
pon li o annuncio, mais como at agora nSo
compnsscm cornos seus tratos, ten ha m pa-
ciencia por eu tornar annuuciar,pois contas
de 1850 j nffo hes.tm tempo|quesa psguem,
e emquanto nSo pagaren! vor.it todos os das
os seus itomes nesla folha.
Mallos & MagalhSes
\tlenrfio.
Tendo-se por vezes rogado s aquellas pes
se fallar co>n elle, ou com quem
d noticia, a negocio de seu intc-
resse : na ra do Trapiche n. 34-
-- Precisa-se de urna ama forra ou captiva'
para fazer o s-1 viro inlomo de uma casa do
pouca familia ; na ra do I
dar em forade portas
ra I', iviii, levando glico no pescococha- Prec|'"i-
peo do couro, omisa e oroul, do algudo.e : Uva-so e engomma se roupa por pre-
cic.t.izes ns nadogas, don ais doa seguimos co mu o commodo : 110 becco dos Burgos
sinaes: Creoulo, bem prolo, bou, rallante, i "' 7' f''1"-"10' segundo andar
baaiauto alto, ja piula, tsta n cantos gran-' "J*?eUt! ue n,nciiM delalooirp : na
des, ora compri la, espadau lo, pprnai ar-1r"' ,'1,v'." ..
queadas, e rendido la uma virilha. Foi con.- Preo,M M do uma ama para o servi?o
prado a pessoa do .erlSo, e consta ser do Su-: de co'"l'r c engou.mailo, de uma cas. de
rolo, para onda provaveimenle se dirigir,!
por isso rogo as aoilt 01 1a I s policiaes e
capitSes de campo a aprehcusSu e con luce io
do referido escravo ao lugar cima mencio-
nado, onde atrito generosamente gratifi-
cadas. JoSo Vieira da Cunta.
Passaporles.
Tiram-se passaporles para dentro a fora
do Imperio, despacnam-se escravos, correm- <*uerNpa' ,"
duas pessoas do familia: na Ponto Velha
n. 14.
- Na ra das Agoas Verdes; sobrado de
um andar n. 14, engumma-S*e e lava-se, to-
da qualidada de n'ya; bem cumo cose-se to-
da costura, tanto do slflilte, como para se-
nliora, com perfuicSu e gosto, tudo por pro-
cu nuis comuiodo, duque em outra qual-
.rn.7,2...n- ,f0,|; No p.teo d. Bibeir. deS. Jos, sobra-
. I para este Oru procurase na ra do Queimado f n,^ n' [0\ la!'s"e en,80.na-se,
- Aluga-ae um sitio no lugsr de Parname-.n,a5|0jaa9^iudczasdoSr.ju,uimjlon.l com toda perraicSo e ace.o, e por preco
.,., ....... ........ n I... (.. I ..i.,... .... Cian Dnn. '. roillllui til
rim.com arvoredos de Inicio: na Cinco Pon
tas casa n 94.
-- Precisa-se de um caixeiro para tomar
conta de um deposito de pBo e bolaxa, e ae
so.squeesl3bdevendoco-nl.sanligasn.van. da entoiesso dan,o o mesmo caixeiro 0m ^J^^.t^Jl^^'n'i
d.ri.m .1 ('deia d. Honren 25 ilefronte fiador do que so lliefizer entrega: tratar na na rranceza, ao atierro da Boa- isu, n 17
do BeccnltMO de tlnm rieoadebiloi! rus do culuvello n. 29. d-verflo v.-las buscar, nno .o propriet-rio
i^^^XuotSS^Zli^. O mercador de pratos, re9-!desseesi.beloc,melo.sara.irar p,r. fra
ae serog.novamoi.ta.e pela ultima vez em ge- 0nje a0 rocero Manoel Caldas
ral a todos.de virem pagar seus debaos aleo
liindocorrentemozdemaio.nacerleza deque Brrelo, que na SU3 lojailarui i
aqiclles queo nSo Hierem terSo do ver seus Cadeia numero 6 he que llie de-
nomes publicado por este Diario eso proce-l ,
- satislazer o seu de-
teiru da Cruz.
Altenc5o.
As pessoas que liverem roupi ou outra
at o dia 15 deste correlo
dora mis termos da'lei porquanto gneros Ve
com,irados t praso
nSo he pata se fiar
Oclaviano deS.._.
residencia, para a ra da Cruz n. 7 engenho Macuje, como declara no
- Precisa-se .lugar um sitio parto da pra annunc0 de I 3 do Corrente.
de 2, 3 e 4 mezes, o mais biio p0s a|, he que O contraio ,
5,^Van7.,:,mu,dnou,u.;e nao emS. Amaro JaboatSo no
ca, quo tenh i planta do Capim, e bislanles
arvoredos de fruchs : quem liver dirija-se a
l'i ,.t;.i da Indepaudencia n. 12.
9 preCisa-ae de duas amas sendo uuia ?
a) de salla, e outra quaentenda bem de 9
* cozinha, para o aorvico de uma casa *B
> de pouca familia, nSu seduvidari pa-
9 gar muito bem, f.zendo estas'to las a
<9 as volitados,o qua sirvSo com gasto a Q
* seos amos, na ra do Caes pur deUaz 9
a da ra do Brum nico sobrado que ai tem, sondo da dous andares pln'.ado ?
A por fura de vermelho, acharSo com fl)
*> quem tratar, ou entilo na ra do Vi- )
S) gario n 9, se dir quem he que pre- |
J cisa. })'
es # ^ttfie
-- l'reci-a-s il-' ooi pequeo para caxei-
ro quo seja di'ligente o fiel, dando fiador a
sua con luc'a. naga-so bem o seu ordenado:
a tratar na ra eslroila do Rozario n. 43.
No din a5 do corrente, c por
occasio de ser mandada as Cinco
Punas, o recado de seu .enhor ,
desspparcceu uma preta, de nome
Anglica, naSo Kebollo, repr-
senla ter de a5 a a8 annos de ida-
de, estatura baixn, dhos grandes,
bei?os gressos, tem no peito uma
coroa, signal ,do baptismo da sua
Mscales e boceteiras.
O arrematante do imposto dos mscales e
boceteiras, de novo convida aoi que andam
vii.lo rio pelas ras desta ci la le e seus su-
burbios, fazaodaa e miudezas, a virem ti-
rar a competente licenc,a, sm a qual nSo
podeni andar vendando, pois nSo ae entende
s por fazandas e miudezas aquellas que
sSo me lir-seseria isso uin absurdo nenes-
sano, a vista do que previno aos quo por
nSo trazerem varas earicOes e etc., as-
sentam de que tambem nSo devem tlrarar a
respectiva Menea; poja do cooira-io soffre-
rSo as penss da le, visto o arrematante per-
der couj osle novo syslema de qualificacSo.
MODIM1A
A I io ni'i te oh c(' i b tu io
r- T-
, r 7 5' '/ ": "
na?So, e he bastante regrista, le
vou vestido de chita roxa e panno
da Costa de lUtras brancas e azucs:
quem a upprehender poder le-
va-la a ra do Vigario n. 19, se-
gundo andar, casa de Machado &
t'inlieiro, que recebar recompen-
sa anloga ao seu trabalho.
... Precisa-ae de uma ama de leita 1 ni ra
do Livnmelo luja o. f4.
|6):Cr
r r
ulM .. I Ou u IllulldU gira
Todos dorinem com descanco
S meu peito he quem suspira.
Com maia treaquadras.
Poesa de uma senhora: a modinha cima
a senciliva, valsa a pernambucana porka ,
tudo em um fqiheto por 1,280 rs. : na im-
prensa de muaic, ra Bella n. 28.
Preosa-so de um bom distilador de a-
goar.lente pariiim engenho na ribeira deSe-
rinhaem :quem estivor oessas circumstan-
cias, annuncie sua morada ou dirija-se a ra
do Vigario n. 40, aegundo andar, a fallar
com Gullierme dos Santos Sazes.
Prrcisi-se da um pequeo de 12 a 14
annos, para caixeiro de venda: na ra do
Codorniz n. 1S.
da provmci
mez.
Precisa-se slugar um sitio perto da ci-
dade qua lenha capim para um cvalo, ou
fruas, cuja osa soja fresca, ou uma casa
que tenha bom quintal : na ra Augusta n.
86, 011 na ra da Senzala Nova n. 42
-- Jos Alves da Silva CuimarKos, com-
prou, por conta dus Sr. Jos Lopes Pessoa
da i.osi r, Amonio Rodrigues de Lastro .No-
nes o Jlo Jos da Pnd.de (de Bananeirasj,
os meios ttiiheles da s tima lotera do Hio
de Janeiro, concedida a bmeficio da cultu-
ra djamoreiras, ns 4819, 5950 e 71; as-
sim como meio bilhele da alosma lotera,
n. 4812, pert nc -ni- ao Sr. ruino Mag,Ings
deMmezes, a mais meio tiilnete de n 4003
pertonceuia em partes tguaea ao mesmo Sr.
Nuno e Pedro Jos da 1 mis c no mes-no
lug-r moradoras.
Grande fortuna.
Traspassam-se 240primos de terreno 1 n
xuio, por junto ou a retalhu, para qu-im qui
zer edilicar, co u 200 palmus da fundo, em a
nava ra junto a ig'eja de Santo Amaro, con-
forme o novo plano da ornara; pagando
senar.io 25ris de loro; cujo lugar ht
hoje proferido para se pav-ure o os mezes
de calma, e mesmo para ae habitar anuual-
menie, uin riiud, stlultridtda recouhe-
Cida por todos us liabilantes d'alli: a fallar
Com o seu proprietano, na iui larga do
Hozano, n, 24, pii.uetro andar.
Aluga-se urna preta escrava, para o aer-
ico Milenio de Casa de familia, a qual he
muito zoiosa, para tratar enancas: a tratar
oa ra dn (jueimado, lojt de l'erregens da
Jos Ilud igues Ferreira.
Precisa-se de uma ama, para o aervico
de urna osa de pequea familia, poinque
aaiba ensaboBr e engommar prelara-se
que seja pessoa de idade, a nimio cuidado-
sa 110 que ae encarregar: na ra do Hospi-
cio n. 34.
-- Joaquim Biboiro Pontes, vai a Europa
a tratar ue aua aaude, deixando por aeus
procura lore a seu i'milo Jos Kibeiro Pon -
tas, os seuitorosDeane Youlo Ht Companhia,
e os similores Bozas Braga & Companhia, li-
cando o primeiro na gerencia de aua casa,
durante a sua ausencia.
Arranjam-sa caitas com smenles de
lodosos vegetaes do paia, assim como cal-
as coto plantas vivas, conlondo estas, ar-
bustos a arvores para serdfh esportadas: na
ra do Collegio n. 13 das II horas da ma-
nbSa as 3 da tarde nos das uteis: taubem
se vendem plantas exticas de fruclos llo-
res pin o paiz.
commodo.
Venancio Augusto Ferreira, exporta pa-
ra o llio de Janoiro,o seu escravo Themoteo,
creoulo.
- OITerece-se um homem que vai a Portu-
gal nestes primeiros navios volla nos mos-
mns.quem precisar dequaesquercortnlOesda
baplismo e oulros papis, tanto em Lisboa
Como na provincia o qual da fiadora sua con-
ducta :annuncio por esta folha.
Os senhores devedores da fazenda pu
bl ca nacional, qne r.-r-r l> oam guias nocar-
iiirro do j or o dus faltos, queiram quauto
antes recolhcr ao mesmo os coubecimenios
de havereni silisfeito os seus dbitos na ro-
particSo competente, pois, segundo a le-
gislarlo vigauta, ss exeoucOes contra elles
roic.iiiiinli 1 las nSo 1 tj.ii tu e.-ltr suspensas
al quo a issu se deliberen!.
Tandu o Sr. .Manoel Antonio da Silva A -
moiini amigavelmente aimuido a exliniSo
la sociedade que exislia na ra larga do Ho-
zano 11 por 1110 papel do ilcclaracu ezis-
leole em mSo do Sucio Francisco Antonio
da Ca: v. llio Siquoira, e porque querendo os
dous socios evitar toda e qualquer duvida
que posas haver em conferencias de conlas
de generosvandidos a casa debaixo da firma
de Silva Auiorim & Companhia, rogam a to*
dos os creJorea lenoam a bon lade de apre-
aenlar as suas conlas alim de se putar fechar
legalmente o bataneo em razSo do.dilo Amo.
rini ja ter entregado a cass,igualmente ter a-
cabado todas as suas func,0es de socio a ge-
rente.
O thesoureiro da lotera do
Livramento, faz scienteao respei-
tavel publico, que a lotera corre
impreterivelmente no dia g do
corrente, anda mesmo que liquen.
bilhetes por vender, o restante do.s
bilhetes inleiros, meios, quartos,
decimos e vigsimos, estam expos-
tosavenda, mioja de miudezas
da pMCa da Independencia n. 4-
do b lin o de S Antonio sobrado n. 13, onde
actualmente ensina lilim, frincei, rhetori-
ca a geugrapliia, para o quo ohlavc do Eim.
Sr. Vctor de Ulivoira, quanio preslienle
dasla provincia, a licenca de que tracla o
artigo 38 do rogulamento de 12 de maio do
anuo p oximu |i.:.-s 1 lo. 0 oasino abaixu as-
signado recebe pensionistas 20/000 men-
Saes psgos sdiantados, nilo dando r'uupa la-
vada ejongommada a dando-a, 25/000
ni-ii'-. pentionislas ISJjOOO, e alumnua ex-
ternos do 1 ilun a 4/000 e de qualquer oulru
|i por-111 > 10 a ,'sOoo. ns paes de familia,
que quiserem matricular seus,tilhos, podem
dirigir-so ao mesmo collegio a qualquer llo-
ra do dia, certos da que a mesmo abaixo as-
signado se extorcara quanto cm si couber
por bem desempnhar ardua misao, de
que se encarrega. Alfonso Jos de Oli-
vaira.
Consultorio horneo- *
pathico.
3 Ruado Collegion. 25, pri- )
a metro andar.
O Dr. P. A. Lobo Mosco- |
B so d consultas gratis aos *
i pobres, todos os dias das 8 '\
as 1 a horas da manhSa. Fra-
I ticaqu.ilquer operacao de ci- J
rurgia, ou de partos. Rece- 4
i be escravos doentes para tra- ?
vi tar dcsuasenferinidades, ou ;')
fazer qualquer operacSo, por
' preco commodo.
aV**Vfv##atf9#aafataV
Calt^ratta
Na Ra do Aragan, n. i2, se-
gundo andar, copia-se com perfei-
(;ao qualquer papel em muito boa
eltra e por preco commodo.
.libeles inteiro 10,000
Meios 5,ooo
Quartos 2,600
Decimos 1,100
Vigsimos Goo
ptima casa de negocio,
Traspassi-ses chave de uma casa da ra
Direita em ptimo lugar para qualquer es-
tabelecimenlode porta aberta.a qual tem ar-
macSo,3 portas da fronl',3 qusrtqs, cozinha
fora, solSo, quintal, Cacimba o porISo para
outra ra: eata easa lem urna loja da couros,
porm cede se com alies, ou s a armacSo :
ni ra Direita n. 55.
Uoga-se aos senhores Ma-
<) ConSULTOaiO CKNTKAL HOMffiOPtTHlCO Ji
/>,) ot: PBRNAMBUCS. fr)
0 Deriyiao pelo Dr. Sabino Olegario l.vd- %
yero Pinho. 0
4 Ra do Trapiche Novo n. 15. ?)
f> Todos os dias uteis se darSo consultas ?
(t) o remedios de grac 1 aos pobres,desde 9
0 pela manhS.ato as duas horaa da tar- 9
10 de. As correspondenciase informa- Q
fe, edes poderfio ser dirigidas verbal- (>
#; mente, ou por escripto, devendo o %t
t) doento indicar primero : o nome, a li
idade, estado, profiss&o, e constitui- O
# (So ; ugtuio: as molestias, que tem *i
tido, e os remedios lomados; lercei- ti
ro : a pocadoapparecimonto da mo-
ty laslia actual, edescrip^ilo minuciosa, _
dos signaes ousymptomas quosolIYor }
*#*#*# #9i)
- Miguol Jos da Motta, empregado na
inatrucc.lu primaria, mora na ra da Con-
cordia,pnmeira casa em conlinuacSo da ra
do Sol, io lado do nascente, e poda admi-
tir alumnos internos ou presionistas com
a mensal'dadede 15,000 rs. nilo dando rou-
pa lavada, nom engommada ,- e oa meios
pensionistas com s de 8,000 rs. Quanto ao
mais psrece snperfluo declarar ao publico,
pois que ha mullo vive occupaJo oeste en-
cargo, sendo bem ci"" "'i cidsde, e
at fors dell
i MUTILADO L



Compras.
Compra-ie una escrava morja, robus-
U, que nSo lenha vicio da fugir a beber.que
tenba habilidades,eu mesmo lem ellas,com
filhos e sem alies; paga-se bem ; na ru* di
Concordia n. 46.
9m9 *
( Compra-se2 escravas pretaa, reco-
(> laidas, ou mesmo de cor parda nSo #
D sendo de mais de 16 a 18 annos de $
<>i idade, e aun bastantes habilidades, a tt
m da muito bonitas figura, sendo como
0) declara-se neate annuncio nSo iluvi- O
m de-se pagar muito bem; quem as ti- *
m ver dinja-se a ra do Caes no Recite
aj> por detrai da ra do lirum casa de #
2 sobrado de dous sudares do Cuata
m padeiro, que acharo com quem Ira- 0
m tar; ou na ra do Vigario n 9, escrip-
m. torio de Carneiro & Hamos
$*
compra-ae a colecSo do Diario de Fer-
nambuco, do mez de outubro de 1813 : a
tratar na ra larga do Rozano n. 20.
Compra-se um guards vestidos, a ama
meia commoda de amarello, ludo u goslo
moderno : na ra do Sol n. 23, segundo an-
dar.
Vendas.
Grande por^So deazenda baratas,
na ra do Crespo n. i4> 'j* de
Jos Francisco Dias, a 160 rs. o
covado! *
Vende-se una grande parolo de chita*
muito flus, de novoa padroes, com up> P-
Sueoo tuque de mofo, a 160 ra. o wvauo ;
ilas escuras cores de caf e de 'i>no, e ou-
trss mais cores muito flxas. 200 rs. o co-
vado ; dita as mais Anas que temappare-
cido no mercado, lano em pannos, como
as tintas, fazenda do ultimo goslo, a sao
rs.; fincados francezes de quadros, faienda
muito (Isa, a 200 ra. o cov.do ; cortes de
chita francezas. I-- <". 3'.rM. :
rino p^ius de superiores qualidades, e
1,800,2,500, 2.8O0 o 3,200 rs.; liuissima al-
paka preta e de cores fazenda propria pa-
ra palitos, a 6*0 rs. o covado; algolo azul
piuilo largo, a 160 rs. o covado; pecas de
brelanha do rolo, com 10 varas, fazenda
muito encorpada, a 1,806 rs. s peca ; assim
como existem outras muitas fazondas, por
precos mais baratos do que em outra qual-
quer parle: de ludo se liarauamostras,
eixando seus competentes penhores
Vendem se na ra Nuva n. 3, buns cha-
rutosde Avena, ricos lencos de seda para
senhors, bonitas gravatas para a rapaziada
do bom gosto, e muilas outras fszcudas.
Attencio.
Fabrica de chapeos de sol no atier-
ro da Boa-Vista n. 11.
Nesle novo estabelccimento recebem-se
um novo e lindo "sortimento de cnepeosdii
sold ultimo gosto,tanto de seda como
do paninho para homem, de armaeflo de ba-
leia e de ac, que se vendem por menos pre-
co do cuo em outra qualquer parle, e gran-
de sorlimenlo do seda e paninho de todas
as cores e qualidades para quem quizer
mandar cubrir armeedea servldss, tambem
se vendem baleias para vestidos do senhoras
econcertam chapeos velhos, seja o estado
em que estiver.
a i,44 rs-
Venha comprar
Quem tiver preciso,
Os muito acreditados
Cobertores de algodUo.
Na loja da ra do Crespo, que volts pars a
Cadeis, vendem-se os bem conhecidos co-
bertores do tapete, para escravos, pejo m-
dico preco de i,nn rs. cada um.
( oni toque de avaria ,
madapoloes largos e finos, a 4,400 rs. a pc-
;a ; bretanlia deliuho superior, a 210 e
320 rs. a vara.
Na ra do Crespo, loja da esquins, que
Muitas fazendas por pouco dinhei-
ro na rua-do Crespo n. 6.
Cortes de b'im escuro do puro, linho a
i ,440 rs., ditos de lislra de bom gosto a 2,noo
rs., dito amarello a 1,800 rs. riscado de li-
nho proprio para eticase pautse 200 rs. o
covado, panno fino prelo a 3,000 4,000 rs. o
covado, pessas de chitas escuras co n 38 pri-
vados a 4,5 '0, 5,000e 5,500 rs., cambraia de
filos com 8 112 varas a 2,400 e 3,500 rs. a pes-
as, lencos de cambraia de linho a 400, 480,
e 560 rs. proprios para mSo, riscados assen-
tados em algodo muito encorpsdo proprios
para escravos a 160,180 e 200 rs. o covado,
zuarte azul com 4 palmos a 200 rs. o cova-
do, e muitis vais fazendas por proco com-
niodo da loja cima referida.
Veode-se Kezina de angico de muito
superior qualidade em arrobas s 5,120 rs.,
em libras a 320 rs. : na ra da Cadeia do Re-
cita loja de ferrageus n. 53.
Vendem-se caixinhss com 120 dutias de
carriteis de linha de 200 jardas mullo supe-
rior em qualidades de na. 40 a 150, por 800
rs. a duzia e de ns. 12 a 120 por 700 rs. : na
ra da Cadeia do Recife loja de ferragens
n 53
Vende-se um bom sortimento de vellas
de composicSo.em caixas de 25 lib/as.de 4,5, volta para a Cadeia, vendem-se madapoloes
e 6 em libra: em casa do C. J. Astley & largse finos, com pequeo tquu ^ajia;
Companhia ra do Trapiche n. 3.
~ Existe no escripturio do corretor Oli-
veira, porreo de mobilia tanto do Jacaranda
como d'amarello, consislindo em sof, me
zas redondas, ditas:de jogo, dilss do abas,
para sofs, e de gavetas, consolos, rom mo-
das, lavatorios, ricos loucadores,- e toiletes,
marquezas, cadeiras, canap, carteira de
urna face para escriptorio, porcSo d'estojaa
pira costura, carteiras de cherSo para bilhe-
1' s de visita, caixinha de costura com m-
sica, vasos para fiures, urna bussola, urna
espingarda de 2 canos para cafa, e outros
muitos objeclos, que tuJo se vender parti-
cularmente para frcliar contas.
Vende-se calda de tomates,
novamente chegada : na ra da
Cadeia Vcllia n. i5, loja de 13o-
urgard.
Vende-se feijSo mulatinho, muito no-
vo, em saccas de alqueire, medid velb
9,000 rs. asacca : ua ra da Cadeia do Re-
cife n. 49, segundo andar.
Deposito de cal virgem.
Cunhu & Anuir i.n, na ra da Cadeia do
Hecile, n. .50, veude-se barris com supe-
rior cal em pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por monos preco do que
um outra qualquer parte.
Arados de ferro.
NaundicSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferrode diversos mo-
delos.
(jasa de commissSo de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
Moinlios de Vento
com bombas do repuxo para regrar horte*
e baixas dcaplm nafundic.fiodeBowmaux
t II. calhem: na rtia do Bru ns, 6,8 elO.
Livros em branco.
Vende-ae em casa deKalkmanu IrmSos,
na ra da Cruz n. 10, livros era branco che-
gados pelo ultimo navio.
Vcnde-se por mdico preco um ezcel-
lentc t-rreno, sito na ra do Ranga! n. po-
prio paraediear-se urna boa casa, liem co-
mo grande porcSo de taboas, travs, pedral
e soleiras : a tratar n ra Nova n. 50, no t.'
andar.
'Olan op4j|9i3d ujinbnof
etofap 'a8j| iicrji vp uuifibso R|i 111..Ziuj>
ou : e)SIA i ojiequtp 'aojas apeo -sj OOS'B ep
'.ii!|4T ;>|i Bt(QIJBJ juuadng
Vende-se um terreno na ra da Aurora
rom 50 palmos de frente e 280 de extansSo,
tundo eses de lijlo a beira mar, ficando en-
tre as casssdoslllms. Srs. GustavSo Jos do
llego e Francisco Antonio de Oliveira : oa
rTiUendentesdirijam-se a ra das Torres n.
8, primeiro andar.
CHA PRETO.
Vende-se superior cha preto,
em caixas de 3o libras cada urna :
em casa de J, J. Tasso Jnior, na
4
se de commisso, tanto para a pro-
vincia como para Tora drlia, para
n que se olerece muilas garantas
a seusdonos : na ra da Cacimba
n. 11, primeiro andar.
Deposito do cul e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
do ltecife n. ia, lia muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa cliegada ultima-
mente, a precos muito rasoaveis.
Agencia de Edwin Maw.
Na ra de Apollo n. 6, armazem de Me. Cal-
tuontlt Companhia, acha-ae conaianlemente
Imina aortimentoa de tuina de ferro coado e
batido, tanto raaa como fundas, moendaa in-
citas todas de frrro para aniniaea, agoa, ele,
(luis para armar em madeira de todos oa ta-
uianhoa modelloa o inaia moderno, machina
buriaootal para vapor, com forra de 4 caval-
lua, coucoa, pasaadeiraa de ferro eatanhado
ai a caaa de pulgar, por menoa preco queoa
e cobra, escreos para navios, ferro inglez
i
?
s
avos, ferro
t.iiiiociii barras como em ircosfolhas, e tudol
pur barato preco.
AGENCIA
da liiiulicao Low-Moor.
ROA DA SENZALLA NOVA S. 42.
Neste estabeleeimento conti-
na a lia ver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenbo, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos ob tamanhos, pa-
ra dito.
-- Na roa da Cruz n. 33 armazem de
l.uiz Jos de S Arujo, vende-se larinha de
mandioca deS. Ilatheus, a preco de 1,800 rs.
o alqueire, da medida velha, isto para aca-
bar e fechar contas, e tambem vende-se em
sscca de alqueire a 2,200 rs.
Na ra da Cruz n. 33, vendem-se sac-
cas muito grandes, com feijSo mulatinho,
chegado do Aracati, no hiate Duvidoio, a
9,000 rs. a sacra ; caixas com superiores ve-
las de carnauba, compostas que parece es-
permacete, a 10,000 ra. a arroba.
s endem-se laranjss, proprias para em-
barque : i tratar na ra ostreita do Hoza-
rlo n. 13.
Vende-se um preto creoulo, moco, sem
achique algum: na ra Direita n. 40, se-
gundo andar.
A. Colombiez com loja na ra Nova n.
2, alraz da matriz, tem para vender a di-
nheiro a vista, ricos encersdos de bonitas
cores, de 6 a 12 palmos de largura, que ser-
vem para cobeita de pianos, e mezas de
jsntsr. *
Vendem-se sspalOes de couro de lustro
felos em Pars, com forma inglesa, sola ba-
tida prova d'agoa, butins de casemira pro-
prios para ctu' -'o de calcado pa-
ra senbp
na, .-i l.tiio i s. a pe^a ; brelanha de linho
muito fina, a 240 e 320 rs. avara.
Corles de brimde linho, a I,ano,
a,a4 e 2,000 rs.
Vondem-se corles de brim pardo, de li-
nho puro, a 1,280 rs.; ditos do cores com
lislras de bom gosto, a 2,240 rs.; ditos de
brins amarcllos, a 2,000 rs.; corles de calsa
de riscado de linho de lislras, a 720 rs.; cas-
sssoscampinsdas para cortinados, com 8 l|2
varas, a 2,400 rs. a per;a.
-- Vendem-se amarras do ferro: na ra da
Senzalla Nova n. 42.
Novo sertimeuto de panos finos e
casimiras de todas as quali-
dades.
Na ra do Crespo, loja da esquins, que
volta para a Cadeia, veudom-se panno pre-
lo, a 2,800, 3,200, 3,500, 4,000 e 5,000 rs. o
covado; dilo francez muito superior, a
6,000 rs.; dito verde, a 2,800 rs.; dito azul,
a 2,800, 3,500 e 4,000 rs.; dito cOrdo rape,
a 2,800rs.; cortes de cnls* de casimira pre-
ta infestada, a 5,000 e 6,000 rs. ; dila fran-
ceza elstica, a 7,500,8,000, 9,000, 10,000 o
11,500 ra.; aarja preta, a 2,400 rs. o covado;
tas fazendas por precos commodos.
| Aos amantes das do- g
filfas da vida. i
Offerece-se, naruada'a- 4
deia do Recife n. a3, um fi-
S no mcio de satisfazerem seu
* apurado gosto dandn-se-
Idea a troco de algumas mes- g
t quinhas patacas, o excellen- "
8 te e delicado doce debacur.
* Chegou rescentemente do
1 Maranhao he da melhor
t qualidade que ha e tem vin- a>
do em latas, mu proprias
para a sua conservao, tor- 4
j na-se tambem por isso objec- <
S to de grande consideraco, g
?; para as pessoas que desejam $
i mandar presentes deste ge-
m ero para a Europa. 4
**i*****^>*r,*K>***'*
Aviso aos exudantes,
Na ra Nova loja n. 3, atrs da matriz, ven-
dem-se boas linternas com pede bronzes,
colarinhos pelo ultimo gosto de Taris.
-- Vendem-se remedio para os quebra los,
quesJo boas fundas forradas de CSUuroa:
na ra Nova loja n. 2.
Superior larinha de S. Matheose
muito nova,
Tende-sea bordo do hiate Caprichoso, fun-
diado em frente do caes do Ramos, e na ra
da Cruz n. 34.
~ Vende-se urna balanea grande nova com
sete arrobas de peso, tambem novos e affe-
rldas este anno: na ra do Vigario n. 20, se-
gundo andar.
.ARADOS AMERICANOS. }
t, Vendem-se arados ame- 9
ricanos, chegados dos Esta-
2 dos Unidos, pelo barato pre- 9
*; 90 de 40,000 rs. cada um: na ?
^, ra do Trapiche n, 8. 9
#** A > VaSi**!***
Deposito de panno de algodo da
febriea Todos os Santos da Ra-
nina.
Vende-se por preco commodo
Vende-se um bom csrro do quadro ro-
das, com os competentes arreios, pan dous
eavailos! para ver e tratar no aterro da Boa
Vista n. 45.
Taixas para engenlios
Na fu n '1 i rao de ferro de Bow-
maii & Me. Callum na rtia do
lirum pasando ochofariz, conti-
na a haver um completo sorti-
menlo de taixas de ferro fundido e
batido, de 3 a 8 palmos de bocea ,
as quaes ..irliain-.se a venda por
preco commodo e com prompti-
d5o, embarcam-se, ou carregm-
se em carros, sem despezas ao com-
prador.
Sillifto de iSantua a
800 rs.
Vomle-se a historia de siinio de Nantua,
a 800 rs. : na livraria da pregada Indepen-
dencia n. 6 e 8.
Vendem-se no becco do (onc -Ivi s, sr-
mazem de ileane Youle & Cumpanliia, meias
barricas com superior farinha do trigo.
Vende-se, por prer;o muito commodo,
I sof, duzia e meia de cadeirts, I mesa de
iiii'in do sala, 1 par de consolus, tudo de ja-
caranda e em muito pouco uso : na ra da
CadeiadeS.Anlonion.lt, segundo andar
da esquina.
AVISO AO PUBLICO.
Na botica da ra do Collegio n. 18, conli-
nuam-se a vender as verdadeiras e bem
conceiluadas [ululas para bobas, cravos se-
cos, e dores venreas, por mais antigs que
si-jn 111 ; i-iij.is lions effeitos confoseam todos
que dellas tem le lo uso. Com.oslc.1o do
pharmaceutico SebasliBo Jos de Oliveira
Macedn; e para conhecimento do mesmo
publico e principalmente de algumas pes-
soas que n3o estejam ao alcance, o coulio-
cimento das verdadeiras pilulas, se faz pu-
blico por osle aviso.
- Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente inglez : na ra
ila Senzalla Nova n. 4a.
0 Crespo o.II,vendem-se ptimos sapa- fu
% tos e i- no 11. de borraxa, proprios ?
9 paras presente estadio invemosa. 9
^^e>s>'*>'%*^>*ja>a!'aa(eJ9^^aja^^
Vende-se um cavallo rurjo pombo, gor-
do, serve para sela, ou para carro : na ra
da ConceicSoda Boa Vista n. 60.
l'otassa americana.
-No antigo deposito da cadeia velha, n.
12 existe urna pequea pin cao de potassa
americana, chegada recentemente que por
superior rival isa com adaRussia: vende-
se por preco razoavel.
Moendus superiores.
Na fundicSo de C. Man Companhia,
em S.-Amaro, acham-sea venda moendas
le canna, todas de ferro, de mu modelo o
construccSo muito superior
Sebo purificado.
Vonde-se sebo purificado do RioCrando,
o incluir que aqui tem viudo por prrc,o
mais comino lo do que em qualquer outra
parle, tanto em porciio, como a retalho, e
velas de carnauba, o mais burato possivel :
na ra do Apollo, no armazem de Antonio
II. Rodrigues.
Azeitonas.
Na ra larga do It ./.uno n. 20, vendem-se
superiores azeitonas, em barris grandes,
chegadas prximamente de Lisboa.
Attencao.
SALSA PAItlilLlli
DE
AS numerosas experiencias feitas como
uso da salas parrilha em todas as rnfermi-
dadas,originadas pela impuieza dosangue,
e o bom xito obiilo na corte pelolllm.
Sr. Dr. Sigaud, presidente da acalemia Im-
perial de medicins, pelo lllustrado Sr. Dr.
Antonio Jos Peixoto em sua clnica, eem
sua afamada casa de saude na Camboa, pe-
lo lllm. Sr. Dr. Saturnino de Oliveira, me-
dico do eXercilo e por varios outros mdi-
cos, permiltem hoje de proclamar altamente
as virtudes clllcazes da
SALSA PARRILHA
DE
Grande iabrica de chapeos de sol,
de J. Falque ma do Collgeio
n. 4.
Neste novo estabefecimento recebeu-se
um nnvo e lindo sortimento de chapeos de
Sol dna ltimos goslos, tanto de seda como
de paninho para hometis e senhoras, de aa-
macHo de balis e de asso que se vendem
por menos preco quoem outra qualquer par-
ta; grande sortimento deechsnislole, sedas
e paninhoaem peca do todas as cores e qua-
lidades psra as pessoas que quizerem man-
dar cobrir armagOes servidas. Completo sor-
timento de baleias psra vestidos espartilhos
para senhoras, fazem-se umbellas de igreja e
concerta-se qnalquer qualidade do chapeos
de sol: todos os objectos cima mencionados
se vendem em porefio e a retalho, por preco
que agradar aos freguezesa vista da quali-
dade.
l.aniois I'ailhetck Companhiaij
Continua-se a vender no deposito*
geral da ra da Cruz n. 52, o excel-
I-titeo bem conceituado rap areiaS
*! preta da fabrica deCaolois l'ailhot &
Companhia da Baha, em grandes ej
pequelas porffies pelo preto cstabe-9
lecido. S
mmmmts mmmmitm m wnn
-- Vendem-se 7 escravos,sendo urna prela
de idade 18 annos, que engomma, cosinha,
cose e faz labirinto, um moleque de bonita
figura, 3 escravos de todo o servico, urna
parda de idade de 25 agnos,e urna e.-cruva de
meia idade : na ra dirrita n. 3.
, Vende-se, permutts-se ou aluga-ge um
sitio na Cruz de Almas junto do sitio do Sr.
Minina, c mi casa de vivsnda com estribarla
para dez eavailos, com cacimba e bomba, .
tanques, grande e pequeos, com inultos terreno e de qualquer la.gura, por lar uro
arvoredos de fruclos, Com grande baixa de *r[nJ P.roPrl Pf \br" 8 tecnr ,Te"-
capim, que sustenta 1080 o anno os mesmos!0 blco- '" e so1 d85lP r",,0 P,Si,m
cvalos,
na fronte : quem o pretender dlnj
pateo do Collegio n. 1. segundo andar.
Vendem-se la 11 lernas pegenos, com p
de bronze, que servem para pianos : na ra
Nova loja n. 2, atrs da matriz.
Vinagre aromtico proprio para tirar
panos do rosto, sardas, amaciar a pelle, a 1/
rs. um frasco : na rus Nova loja n. 2.
- A. Colombiez cum loja 11 2, na ra No -
vs, rrcebeu bonitos cha] eos para homem
com forma ingleza.
Nota,--Cada garrafa contem duas libras
de liquido, e a salsa parrilha de Brislol he
garantida, puramente vegetal sem mercu-
rio, iodo, potaasium.
Vende-se a 5/000 rs. o vidro na botica do
Sr. Jos Mara Conexivos Ramos : ra dos
Quarles penada ao uuarlel de polica.
Vende-se um pistn novo de muito boa
qualidade por preco commodo : a pessua que
pretender dirija-ae a pracioha da Indepen-
dencia a. 14 a 16.
Arados da fabrica dos Srs. Ranso-
nie e May
Proprios para plantare alimpar canna de
differrntes modellos a feitos na m lis acredi-
tada fabrica na Inglaterra ; sendo muito so-
periures a qualquer que lem vindo a este
mercado,n propiio para plantnremqualquer
iveca e sola
is.todo murado ecomporiflo deferro|Prum P'ocesso que da-lhea consistenc a
inte: quem o pretender dirija-se ao de ac temperado da maneira que aSo de
minia duracao, alcm de que tem bicos de
sobre-excelleule : na ra do Trapiche n. 14.
Na loja as seis porlis.
Continua a vonder csssa pela a 120 rs. o
covado, caisa de quadros, para curtinado e
babados a 240 rs. chitas a 120,140, 160, 200
rs. liscado francez para vestidos ejaquetas,
a 160 rs. o covado e todas as mais fazendas
por precn commodo.
Molduras dotiradas
Oeposlto rtu, ftbriej.,4.Todo, os Je loJas Qs 1rguras endem;80 no ,rma.
Vende-se?mcLa ?o" O Bi-ober&C., ^emd?K.l.km.nnlrm?os,ruad.Cruz n. 10.
na ra da Cruz n. 4, algodSo transado da- \ Millo (le-( ll,i III |)a4 II.'.
quolla fabrica, muito proprio para saccosde .superior qualidade: vende-se nn arma-
assucar eroupa de escravos, por precocom- ltm Kalkmanu IrmSos Ra da Cruz, n. lo
modu. 1 .. Venrle-so urna cama de armado, seis
i\. 3q A esleirs americanas, urna marqueza de oleo,
Vendem-se na ra estrella do Rozsrio.tra- duas banquinhs para sala, urna meia com-
vessa para o Queimado, deposito 11. 39 A, muda de amarello, urna mesa para coziiiha,
lelas ds muito acreditada bolachinha de "ma manga de vidro, tudo em meio "Uso e
araruta, p lo diminuio prec,o de 2,100; lam-1 por commodo preco: a tratar no pateo do
bem 1.....1 -miB-.si- a vender biscoitinhos, fa-|Paraizo sobrado n. I segundo-andar.
lias e bolachinbas de araruta,a retalho,ludo
muito fino e que se 1 o le apresenlar em urna
mesa de cha sem escrpulo ; vendem-se
biscoitos doces e aguarlos da boa familia e n
do differentes tamanhos ; tambem ss muito
por preco
o bem conhecido panno de algo-
do desta fabrica ; em pessa,
volitado do comprador: no escrip-
torio de Novaes & Companhia, na
ra do Trapiche n. 34.
Vendem-soagoa do colonia muito su-
perior em frascos grandes : na ra Nova loja
numero 2.
Vendem-se rozas de pao para enhi-
lar veatidos de casamento : na ru* Nova loja
numero 2.
Vendem-se os verdadelros selins in-|
glezes, patente, de molla a sem ella : nal
ra da Senzalla Nova n. 42.
No atierro da Boa Vista, loj amarella de
4 portas n. 60.
Vendem-se, cortes de riscado francoz, com
um toque do avaria de oleo, de padrees es-
i-uros e cores fixas, com 10 cuvados, a 1,760
rs.; riscados esencezes, para todo servico, a
110 rs. ; casias francezas muito largas, de
lindos padrOes, a 2 0 rs. o covado; pecinha
ie brelanha de rolo, a 1,800 rs.; pocas de
algodSozinho mullo oneorpado, para escra-
vos, com 16 jardas, a 2,640 e 2,240 rs. ; ma-
dapoiao de forro avenado, a 2,000 rs. ; el-
parca para jaquetase palitos, muito Indas,
de urna so cOr, a 200 ra. o covado, e outras
muilas fazendas de pouco prer;o.
-- Vende-se no puvoado dos A Togados
junto a estrada nova dos Remedios, ao ga-
ir no largo de Nossa Senhora Ua Paz, 50
palmos de terreno, com 113 de fundo, pro-
piio para qualquer estabeleeimento, por fi-
car junto a dita estrada: a tratar na ra l'or-
moza da Boa Vista, casa de sobrado n. 2,
vindo pela dita la, pelo lado da da Aurora.
Hurta e jardim.
Vendem-se semntes de todas
as qualidades e muito frescas, por
precos commodos : na ra da Ca-
deia do Kecife n.56 A, loja de fer-
ragens de Antonio Joaquim Vidal
-- Vende se urna amarra de linho por lo-
do piero ; urna poican de caixAea de folha
de flnndres que forfio ds f>zendas,e urna por-
tin de paos de sicupira, taboas de amarello
a cosladnbo : na ra da Cadeia do Recife
n 54.
Vende-se urna loja de couros em muito
bom lugar da ra Direita com propon-oes pa-
ra outro qualquer negocio ; como loja de fa
rendas, venda e casa de deposito de gneros,
tem commodos para familia, quintal a por-
tloparaa ruada Assumpfo : quem a pro
tender dirija-se a mesma ra Direita n. 55.
Aviso aos lllm senhores acadmi-
cos do 5. anno.
Fitas encarnadasajrrbprias para carias de
bsrharois : narua Nova loja o. 2, atrs da
matriz.
-- Vendem-se camisas de meia de algodilo
americano, macos da meias curias de algo-
dio americano :*oa ra Nova n. 2, loja.
boas bolachinhas americanas quadradas das
pequeas 6 tambem maiores para 240 rs. a
libra, bolachinhas do regala e de leite e
mais diversas, tudo por commodo preco.
Vende-se ou permuta-se una das mo-
Ibores propriedades de trras, perto desta
cidade, com casas do vivenda, estribara,
cocheira, casa para prelos, e o mais ludo
que he necessario psra um bom estabeleei-
mento ; tendo terreno sufllcienle cara ter
mais de 150 cabegas de gado, assim como
igualmente, para plantajes de capim, e ou-
In qualquer lavoura; poiendo-se montar
um grande estabeleeimento, alem do que
j existe, e que rendo para mais de quatro
r.Hilos ile rm.s a lllill.i lilunite ; dexalldo Se
de se 1I11 mais explicar,Oes, porque s com
a vista lie i|urj su pode mostrara veracidade
do expendido ; e qne est muito proprio ps-
rs qualquer Sr. de engenho que esleja abor-
recido da vida do mito, e queira estar perto
da praca para descantar as fadigas do cam-
po, e ao mesmo tempo lucrar e se entreter
quem pretender pode dirigir-se a ra Nova,
loja do chapeos n. 52.
Vendem se tres bonitas escravas de 22
annos, com algumas habilidades, um preto
errailor, um Casal de escravo de meia da-
de, sem vicio e de muito 00a conducta, p-
timos para trabnlhar em algum sitio: ns
ra das Larangeiras n. 14, segundo andar.
Em a nova fabrica do chocolate ho-
mo'opallnc.i na ra das-Trincheiras n. 8, se
precisa alugar um preto, e so vende o cho-
colate homoopathico approvado o applicado
pelos Srs. Drs. da homeopathia, o grande
chocolate hespsnhol l-iu amargo, para re-
galo, dito entre-lino tambem para regalo,
dito para o diario, e outros mais objectos,
tudo por prego commodo.
vende-sn um cordSo deouro, e um par
de caslicaes de prata : na 1 ua nova n. 26.
-- Vende-se una negra creoula : a tratar
narua Nuva, na luja de ferragens n. 20, de
J0S0 Fernandos Prente Vianna.
-- Vende-se um sitio, na ra Direita dos
Afogauos, em terreno proprio, e lodo mura-
do, tendo casa comcommolos, 3 cacimbas
com um tanque e difTerentes ervores dn
fructos : na ra Direita deata cidade n. 78.
Calcado mofado.
Vendem-se sapatos de marro-
quim, sendo pietos e de cores, a
800 rs. o par ; chiquitos de ver-
niz, para enancas, a 3ao rs.; bor-
zeguins gaspiados, para senhora, a
a,ooo rs.; sapatos de couro de lus-
tro, para senhora a 1,600 rs. o
par : na praca da Independencia
n. i3 e i5, loja do Arantes.
Vende-se urna cadeirinha da arruar :
no pateo do Collegio, loja uo livro azul.
Vende-se urna taberna, na ra Direita
n. 27, bem alreguezada, e com muitos cum-
modos,quem quizer ver, dirjase a dita ra.
Vende-se, na rus do AragSo n. 19, um
cavallo, proprio para sela, he muilo novo,
tem bom andar e he bstanle ardigo. Na
mesma casa precisa-so alugar urna escrava
boa para tojo servico.
Vende-sol faijueiro de prala,caixas com
velas de cera, barricas com misadas, barra
com pregos cusis,tudo vindo do Porto," se
vende por preco barato na ra do K.ncmi:i-
meutodoRecife.armasem demolhados n. 11.
Transparentes para janella.
Na loja de CuimarSes & Heuriques, ra do
Crespo n. 5, vendem-se Iranspari-nlea chega-
dos ltimamente de Frnnc 1 ; esta fazenda
est sendo preferida as Venesianas tanto pe-
la sua boa qualidade como pelos lindos de-
senhos com vistas pitorescas. Vendem-se o
mata barato possivel, que a vista da fazenda
os prolendentes nao deiiarllo de comprar.
Vende-ae banha derretida da Ierra de
superior qualidade a 400 rs., a labra : na ra
do Itangel n. 35, onde se vende carne de
porco.
Vende-se urna varanda de ferro com 30
palmos de comprimento.nova, e muito rica,
tai. to no gosto como em mo de obra, urna
dita com o mesmo compnmento.porftn mais
singela, e quatro ditas de aete palmos de
comprimenio cada urna ; tolas novas, c por
Vendem-se 2 pretos sadios o bem ro-
bustos, proprios para 1 di na con ou outro
qualquer servico.- na ruados Cuararspes
35.
Vende-se um cavallo bom andador bai
xo, milito novo, e bastante gordo : na pra-
(a da Independencia n. 12.
-- Vende-sn para o Rio de Janeiro urna
escrava, creoula, cor fula, do 21 annos de
na le,a qual sabe piiiio niiiar perfeilamente,
cozer, c i-iiili.ii,l'./ r doces, podins,po-de-
ls, etudo oque diz respeilo a um jantar.
Conforme o ajuste, receber-se-ha outra que
-ej 1 boa e do maior idado : a quem convjer
este negocio, procure na passagom da Mag-
dalena, penltima casa terrea do lado di-
reito, antes da ponte grande.
Vende-se urna preta que cosinha, en-
gomma, he vendedeira de ra, e faz o mais
.-emen de p isa ; urna mulatinha de 18 an-
nos com muilas habilidades, cuja siudese
.1 lli i ni; 1 ; e urna mulata de 28 annos cum al-
gumas habilidades : na ra larga do Rozario
n. 35, loja.
Vende-se um bonito escra-
vo creoulo, ainda molecole mui-
lo bom cozinheiro e pideiro : na
ru Imperial, defronte do chafa-
riz, parlara n: 37.
- Vende-se um nrgro acabralhado, de
30 e tantos annos, e de bonita figura : na
rus da Cruz n 52, hoje 26.
Vondo-sa um ptimo cavallo, para cai-
ro : na ra do lluspicio, venda do lean de
Ouro.
Vendem so larangjas, proprias pars
embarque: a tratar na ra estraita do Ro-
zario n. 13.
Familia de trigo
SSSF.
Fontana.
Galega.
Ilaxal.
No armazem de J. J. Tasso J-
nior,, na ra do Amorim n. 35.
tai inlia de mandioca.
Vendem-se saccas com farinha nova, che-
gada ltimamente do ('.cara, a 2,000 rs. e
em lo'rs de 10 saces para sima, a 1,800 rs.,
cada urna sscca : no rm-/. m uo J. J. Tas-
0 Jnior: narua do Amorim n. 35.
Attencao
Vende-se s laderos da esquina da ra do
Cano bom afreguezada e com poucos
fundos.
Vende-se sola e ferramenla francezs,
para sapaleiro, e marroquins, a preces com-
modos : na ra da Cruz n. 14.
Vendase um depozito de assucar, na
praca da Boa Vista n. 7: a tratar na ra da
Concordia n. 4 ; faz-setodo o negocio por-
que o dono precisa retirarse, para tratar de
sua saude.
Vende-se um escravo creoulo, da 20 a
25 anuos de idade, e de bonita figura : tra-
ta-sacona Antonio Joaquim Ferreira de Sou-
za, no pateo do Carme, venda n. I.
Vende-se a verdadvira agoa
mineral chamada Sclters \\ as-
ser e urna pequea porcao de
charutos da Boina : em casa de
Le Schulcr & Companhia, a ra
da Cruz n. 4q-
Tacbas de ferro.
Na fundicSo da Aurora em Santo Amaro,
o tambem no deposito ns ra do lirum logo
r,a entrada, e defronto do arsenal de rnari-
ma ha sempre um grande sortimento de
tachas tanto de fabrica nacional como es-
Irangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
queas, razas e fundas ; o em ambos os lu-
gares esistem guindastes, para carregar ca-
linas ou carros, livres de despeza : os pregos
sSo os mais commodos.
fiejouterias.
Kalkmann Irmos ra da Cruz n. 10. rece-
beram pelo uliimo vapor inglez um novo
so tmenlo de obras deouro o mais bello
que tem vindo aqui como aejam ; hile iros o
meios aderecos, brincos, alQnetes, e brace-
letes com peroles, e sem ellas de todas as
qoalidades, botoes para camisa, e cteles,
correntes para relogio, anneis, canelas, com
lapis a peonas,d'ourO, dedaes, voltea e brin-
Em casa de J. Keller & Com-
panhia, acha-se a venda vinagre
branco, superior de Nantes, em
barris de 36 medidas.
-- Vendem-se, por precos commodos, ti-
cos breviarios, recentemente chegados: na
ra do Sol n. 23, segundo andar.
Gesso,
Vende-se gesso em barricas, chegado l-
timamente -. em casa de I. Keller & Compa-
nhia, ua ra da Cruz n. 55,
Vende-se vinho de champa-
nte legitimo e de superior quali-
dade : em casa de J. Keller &
Companlv'i na ra da Cruz n.
55.
Prensas para farinha.
Na lundico da Aurora em San-
to Amaro, enodepozito da mesma
na entrada tl-i ra do Brum a-
cham-se venda machinas para
imprensar larinha de mandioca, e
outras para espressSo do oleo de
mamona, de urna invencao intei-
ramente nova, s annuncianles
nSohesitam em publicar, que es-
tas machinas de sua invencffo s3o
superiores a tudo, quanto at aqui
tem apnorecido neste genero, re-
unindo grande rc 1 de presso
a maior ,-itnplicidade de constrnc-
<;ao, e facilidade na operaco, o
que faz com que diflicilmente se
possam desarranjar.
Vendem-se saccas com fari?
nliii de Santa Catharina a i,?'\a
rs. : na ra da Fraia de Santa Hi-
la, yenda defronte da ribeira do
peixe, iu 1.
-- Vende-se a melhor farinha de S. Ma-
theos, e chegado ha pouco a bordo do pa-
tacho Aracaty, e em porcSo : a talar com
Manoel Dias na ra do Vigsrib n. 14, tercei-
ro andar.
Charutos da Baha.
Vendem-se charutos da Babia,
de differentes qualidades : no ar-
mazem de Kalkmann IrmSos, na
ra da Cruz n. 10.
Charutos de Uavana.
Vendem-se os mais finos cha-
rutos de Havana : no armazem de
Kalkmaiin Irmaos, na ra da Cruz
n. 10.
CLRA EM VELAS.
Vende-se cera em velas das
melhor es fabricas de Lisboa e do
Hio de Janeiro, sortiaientos mui-
to variados e a precos commodos :
na ra do Vigario 11. ig, segundo
andar, escriptorio de Machado &
Finheiro.
Chapeos de Chile.
Vendem-se ct apeos do Chile, superiores:
na ra do Trapiche n. 8.
rXS* Funileiros. -A*
Vende-se a tonda no paleo doCarmo n.
5, com armario, ferrameuta para dou of-
caes, e algumas obras : na ra Nova n. 33,
se dir quem vende.
Vendem-se vistas da cidade da Baha :
narua da Cruz, n. 38, casa deSchafhcillin &
Tobler.
Vende-se a lypographia do
Diario Novo, propriedade ds Viu-
va Roma a qual esl montada ,
tanto de bonstypos, como de pre-
los, e de todos os utencis necesa-
rios a urna boa lypographia : tra-
ta-se com a proprietaria, na ra
da Fraia n. 55.
Vende-se um moleque creoulo pega ,
de 18 annos: narua do Vigario n. 14, ter-
cero andar.
Vendem-se conservas de sardinhas e er-
vlhas em latas nucirs e meias, recenlemen-
to chegadas : na ra da Cruz n. 38, cssa de
Schafheiilin &Tnbler.
.pK^?vrvrcduoni,:.,r,l,r oo ,,ospiciinltio.ade core' o"*** *
MUTILADO {
Escravos rugidos.
Anda est desencaminhada a mulata
por nome l.uzia.de id.de do"30 unios,pouco
maisou menos,alt, cabellos curtos,traj de
saia e chales de chita, muito proaisli, lu
desencaminhada no dia 16 de abril por lia-
noel Joaquim do Nascimenlo, por alcunbo
.Manuel de/.reis, pina pola perna esquerda e
que na mesma uceas u assenlon seduzir ou-
tros escravos. A dita escrava foi comprada
a Claudino Jos de Almeida Lisboa, morador
no engenho Taqueri, suburbio de S. AntSo:
roge-se por tanto as autoridades policiaes ou
capiSes de campo a captura da mesma ou a
11 isiin do mesmo seductor que sera genero-
samente lecompensado e leves ra estrella
do Itozario n. 36, primeiro andar, ou na ra
do Crespo n. 7.
Deaappareceu na noite de 13 para l4do
paasado um escravo por nome J080 (criou-
lo ) levamlo urna calca de brim branco com
lislra ao lado, 2 caicas de casemira de cor, 3
colletes de senm preto, 3 ditos de fustflo de
cor,chapeo preto de massa e camisa de ma-
dapoln; o escravo tem os aignaes seguin'es:
cor tulla,altura regular, telurcadu do corpo,
urna ferida na perna direita do lado dofora,
um pouco cima do tornozello, representa
tar de idade 3o annos pouco mais ou menos:
roga-se as autoridades policiaca e mais ca-
pules de campo a captura de dito escravo,
o de o levar ao engenho das Hallas a aeu Sr.
Antonio do Paula Souza Leflo, ou a ra do
Vigario n. S.armasem de Carneiro & Ramos,
que se gratificara generosamente.
Contina estar fgida a preta Felicida-
de, desde o da 17 de mar(o prozimo pas-
earlo, tem os signaes seguintes : estatura
regular, tem ralla de denles na frente, mar-
cas de panno"no rosto, cOr nlo muito pre-
ta, levou vestido de chita ja desbolado ,
panno da Costo usado, um taboleiro peque-
o em que anda a vendando, lem pur eos-
tuniu ter ropa fura a mudar, quandoaai ,
tem sido vista muitas vezes, urnas 00 alnn-
teiro, e outras em Betiribe, lavando ropa de .
gauho, < (iizuudo que por mandado de sua
aennora, tem sido encontrada junto com un
oanoeiru, quo navega para Olinda, ella tem
a^nSI fl engenho S. Cosme : roga-se, pul-
anlo, as autoridades policiaca e capilitea de
campo, a sua captura, o que a levem a sua se-
nhora, na ra da Cruz do ltecife n. 35, que
receber urna recompenss generoaai assim
como se protesta Contra quem a tiver oocul-
tado e o-ibrar-se os das de servico.
'


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