Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03590


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Full Text

Funjo ata HCB0111F9I0.
POtMrlTO AOURTADO.
4/000
8/000
lft/UOO
fnr lemestre .........
Por nao ..............
PiaoBinito du nmiiiii,
Fui quarte 1.......... -l/oOO
OTIOIA1 DO 1 MFEHIO.
ar.;, ."a? de Marco Mlnai... 2 de Abril
Maralo de Abril S.Paulo, o de dilo
Cear.'.. 7dediio. B.deJ.. H de dito
l'irahlba .'|i ifAbrll Babia... 17 de dilo
SI As DA aiMAITA. ADDIEWC1A,
3 Seg. >>>(< Irivcnro
da S. .s. '.rus.
Terf.S. Inica
5 Quart. S, Pi.
A Quii. S. Hcliodoro
Jalla) d) Orvhao
i. e6.il 10 hora.
1. varado civeU
3. e6, ao meio-dla.
Fasenda.
7 Sext. S. Enanillo. 3. e 6. |i) I10r.11.
8 Sab. Aparica'o ile 3 2 vara do civil.
Miguel Ai 110 al. I, i. etabadoiao inelo-d,
o Dom. I. depois da KilaeB.
P. S. Gregorio. Tereai e libado.
BFr:MlB>f.
Creiceatei 2o, a I borie 2o minutas da t.
Cbela a 1, 118 hora e4 mlnutoa da (arde.
Mlngoantein, ai o hora e i minuto da t.
Nova 19, aoi 47 mlnutoi da m,
niAHAHM mol*
Prlmelra 6borai e 6 minutos da manbSa.
Segunda sdhoiase 30 mlnuloi da tarde.
FAUTiDAS aoa ooaatioi,
Qolajan e Parahlbl, i legunda lextei-
1*9*:
Rlo-Crande-do-rlorte, toda II qulatai-feira
afnelo da.
Garanhuns e Bonito, 8 e 23.
BoasVfleta, e Flore, i 13 e 2.
Victtria.il qulntas-felrai.
Oliabja, lodo o dial.
PARTE OFFICIAL
- GOVEHNO U,\ PHOVIINCIa.
EXPEDIENTE, DO DA 29 DE ABRIL.
Olritlo Ao commando das arma leinet-
tendo. coin Informaco da tbriouraria de fa-
zenda e do director do arienal de guerra, o re-
querhnento em que Manocl Francisco de .Mal-
tos pede pagamento da quantia de 30/ rei,
por barer condusido para esta capital na bar-
paca Fell Aurora a peca de calibre eii que
riMi no Ro F^mos, Um ate que ordena
ao alferes Caetano Gaipar Lope de Azevcdo
Villas-Boas, que nao s pase a'ttestado ein
duplcala com o nome exacto do suplicante,
mas tainbem Informe se leve autnrisaco para
contratar essa condueco por trlnla mil res,
quanlia que a contauoria da fazenda coin ra-
llo acba excessiva.
Dilo Ao mesino, para mandar dispensar do
lervlco de destacamento o guarda nacional Pe-
dro Marque! de Alhaydc. -- Uoiniiiunicou-ie
ao coininando superior da guarda nacional do
liedle.
Hito Ao inspector do arsenal de marinha,
para mandar examinar o estado, ein que se
acba o Vapor Guaplass, e os concert de que
elle precisa, enviando o respectivo ornamen-
to.
Dito Ao commando superior da guarda
nacional do municipio do Iteclfe inteirando-o
de baver, ein vista de sua informarlo, deferi-
do o requerlinento, ein que o alferea da mes-
illa guarda nacional, Francisco de Sousa Tra-
vano, lollcltou uin ann de liernca para ir a
Europa tratar de sua saude.
Dito Ao commando superior da guarda
nacional do municipio de Santo Antao, dizen-
do, que vita do exposlo em seu uffitio de 20
do crreme, deve S. me. marcar 11111 praio ra-
soavel, dentro do qual os ulHciacs sob seu
commando superior apreseniem !ua patentes
e rindo eite remella como poder o trabalho
1. I .iiv.11 a organisaco da inclua guarda na-
cional, com o mappa c relaeo de que trata
o iin.ii do ofcio, fasendo declarar ao dito
ofnciaes, que por sua cunta corrern es prete-
ricoc e eiclusOcs, que sederem a scu respel-
to p..r causa na sua omlsso.
Dito-A ibezourarlada hienda provincial,en-
viando para ser archivada naquella thezuuraria,
aconta correte dai despean feitas com obra
das 300 bracas de empedrainento no 3, 4 e &
laucos da estrada da Victoria, a qual foi con-
cluida por arremataco Coiiimunicou-se
ao director das obraa publica!.
Dito Ao coininandaiiie do vapor Guaplas-
s* para que ponha a dUpoiico do jujz mu-
nicipal da Ia vara desla cidade, os dou presos
Joa bem assiin a do tnarechal coinmandaute das
armas o desertor do corpo de policia Bellar-
mino Ferreira Lima, os quaes segundo conf-
ia do olllcio do Exm. piesidente do Cear, S.
me. conduzio a seu bordo para esta provincia.
Neste sentido lizeraiu.se as convenientes com-
niunicacdes.
Dito-v Aodlrector geraldoa indios dizendo,
que nao ha anlorisacao para a despera com o
agrimensor e mais agentes ueccasarloi para a
merilcao das Ierras dos indios parecendoque
s parles ioteressad devem concorr.cr para
que se realise a verieacao de suai poste ea
concesso dos livros piovisorios de arrenda-
menlus das que esliverein as trras das al-
deias, ficando assim livres de quesloes e con-
flicto com as directoras.
Portarla Dispensando do lugar de O sup-
liente de juiz municipal e de orpliSos do ter-
mo do Rio Formoso a Zeferino da Cimba bas-
tos, por ter de mudar a la residencia para o
deslrlclo de Agoa Preia. r Iierini-se ueste
sentido as convenientes communicace.
DEUDO DIA 30.
(lili, i.i Ao commando das armas dizendo,
3ue pude expedir mi is orden, de caiiforuii-
adecom o que proposein rnelo de 3 do cr-
venle, para que a partes dos coiiiiiiandantes
das pitrulha., que rondaren! nesta ciJade, sc-
jam rnvlada aos subdelegados das respecti-
vas fregurslas peros corpos. que perlence-
rem os referido commandanles, visto que o
mesinos subdelegados julgam protkua essa
providencia, fim de se evitar as faltas que al
agora tem havido ua entrega de taes. parles.
Dilo A Ihesouraria de fazenda, para que
avista dol papis que acompanho a o officio,
que remelle, do marrclial cominandante das
armas, mande pagar ao capilo Carlos de
Morara Camisio e ao 2" leneule Feliciano de
Suuaa Aduar, as despesas, que fizeran com
o aluguel de cavalgaduras para si e para con
duco de armamento e de duas pracs infer-
ma. Communicou-se a o inesmo marrchal.
Dito A un -11 .1 dizendo que, visto nao ha-
ver inconveniente em seren despachadas len-
las da dlreiloa vinie e nove vergonlea de pi-
nd, proprias para vergames, que vleram no
brigue Americano Jorge Otis, para o uto do
arsenal de marinha, expeca suas ordens ao
Inspector da alfandeo,a para consentir no des-
pacho da referida madura, de coulormidade
com o dlsposlo no g 3 arl. 1. do regulamenlo
de 28 de agosto de 184.9. Coinmuulcou-se ao
inspector do inesmo arsenal.
Dilo A inesma para que, de eooformida-
com a sua informaco, maode adianlar ao ca-
pilo Antonio Jos dos Passos um mes, de sol-
do. lolelrou-sc ao commando das armas.
Dilo Ao doulor Antonio Jos Coelho, di-
zendo ficar sclenlc de baver S. S. eotrado lu-
lerin .iiienie no rxeicicio da directora da aca-
demia de Olinda no da 28 do correle, em
consequencla de se achar impedido por mo-
lestia o respectivo direclu; e beiu a.....1 de
competir-lhc o lugarde secretarlo di mesma
academia por ser S. S. decano della.
Dito -~ Ao director do arsenal de guerra,
para que, de acord com a administrado do
patrimonio dos oiplios, entregue os africa-
nos livres d ambos os sexos, que pela mea-
ma administradlo foraiu escomidos para o ser-
vleo dos eslabelecimenloi teu cargo, envi-
ando uina relacan delli'i com referencia po-
ca, ein que foram rccolhidos aqueile arsenal.
Dilo A Ihesouraria da fazenda pruvlucl-
al, tranamellindo para os ns couvruieules a
relapo dos deputados, que comparecerain na
prsenle tesso da assembla legislativa pro-
vincial em o inez correnlc.
Dito Ao cuntador de marinha declarando,
que devem ser enviados a Ihesouraria de fa-
zenda os quatro livros, que servtrain cargo
do ex mestre do patacho Pirapama, Jos Lou-
renco de Araujo, lim de que se possam ajus-
tar as contas desla referida Ihesouraria.
Communlcoa se a mesma ihesouraria.
Dilo Ao juis municipal supplenle da 5' va-
ra desla cidade dizendu que, visto ter falle-
cido honlen, segundo communicou o direc-
tor do arsenal de guerra, a menor Vicencia,
filha da afilcana livre, Esperauca, que ae acha
rinservlfo no inesmo arsenal, v S. me. com
brevldadc proceder ao rxame da identldade de
pesscVa da referida menor. Goiumunitou-se
ao mencionado director.
Commando das armas.
Ouarlel em.ro/ na cidade do Rtcifi 1. de mato
Vf de 1852.
oaoBU do da m. 90.
O tnarechal de campo coroinsniiante das
armas tranicrevendo na presente ordem do
da o olllcio que acaba de receber do fcxm.
dos em o dito oflicio, ajunla ileaaa parte Incentivo pecuniario: considerando agora a lei
aquellos de que iulga mereceJores o Sr. Jo> provincial u. 67 de 1839 que adoptou aquella
Joaqu.m Aiitiincs. major cummindanto des-. 9*. he ocelo demonstrar que ella nao
, 1 ni..0. ,..,., ,..,,( in,i. P0,,la incluir esse lim tao eccouomico dallen
o corpo, os or. ulllciaes, eem geral ,0(l*'',Dl|ea,
.a __...- ir. ...il.in nit. livor *,m Ha, i ... ^ '. a
Peigunlo eu agora ao nobre depulado -rece-
blda a porcvnlagrm de7l contose tantos mil
ris na Importancia de 4:219/311 pela simples
as praxis, pelo sacrificio, que fizeram dos
si'us commodos e inleresses particulares,
para so ilolicnre.il ao sei vico militar,, que
bem e pontualmente prestaram por tempo
de quatro mezas, concorrendo assim para a
inaniitencSii da ordem o scelo publico des-
ta provincia. O Sr, major coinmandanta do
corno dissolvido frs retirar para os seus
'domicilios O guardas dos dlfforento muni-
cipios, acompanhailos de olllcio para os res-
pectivos chef do batolho arrara lar e re>-
colber ao arsenal de guerra o armamento,
corrame, nuiuicO .s e utensis, que recebeu
do mesmo arsil.
11 Im. e Eim. Sr.Tendo cessado os moti-
vos pelos quaes foi chamada a guarJa nacio-
nal desta cidade e de Olinda, snrviro do
destacamento, e convindo que os guardas
nacionaes, qua so'presaram t esse servic.i
vullem ao oiercicio de suas occuparjOes ha-
bttuaes, si>va-se V. Exc. expedir suas or-
lens para queseja ili-solvi 1.1 o destacamen-
to, agradecendo um nome desto govorno aos
Sra. oIBciaes, offlciaes inferiores e guardas, a
boa volitada com quo se prestir ai ao recla-
mo do servido publico. Cumpre decl-rar a
V. Exc que apezar de parecerom pondero-
sas as rases que expendeu em s iu olllcio de
3 Jo correte, para dever continuar o desta-
camanlo desla cidade, nao lie possivel sua
conlinuacSo por falta de consignscto para
occorrer a despeza, como tem representado
a 1I1 s Mirara da faZen la.
Dos guarde a V. Exc. Palacio do governo
d l'.-rn iinliiic.i 30 da abril de 1852. Sr.
genersl commaii.lauto das armas.-Francis-
co Antonio Itibeir.i.
knonia Correa Sera.
tai
EXTERIOR.
t tISROA, 2 OE ABRIL DE 1852.
Cnista-noi com graatle seMliineulo que o
Kxin. r. Sebasiio do Reg llarros, niembro do
CDtelho e vereador de \ M. o Imperador do
Urisll, foi obrfga.lo a transfetir a aua vtagein
em consequencia de um ata.jue de reumathis-
ino ; e anda que c acha um pouco meltror, -'-
fttndo a opinio dos habis faculUITos que o
(raciam dho partir para o Rio de Janeiro le-
nao |no prximo inei loa para qfje as suas melboras vo em aug-
uieulo.
( Revoluco de Setembro.)
JIIUII1I III Wll la^a^g^gMB^M
PERNAMBUC0
ASSEMBLA PROVINCIAL.
M->N\0 FAX '29 [>i; ARHIL l)K 1852.
Presidencia do Sr. Pedro Vtwalctinti,
(Cnncluso.)
O Si. Quedes de Helio: Sr, presidente, no
principio d* sesso do correntc anoo eu reque-
r, e a cmara apprnvou que se pe Mi.i^ir- acerca do niod) porque se lixera a co*
branca da divida do ei-in*pector da (besourirla
Joo Kaplisu Fereira Lobo: o m que eu (iuha
ein vista pedludo esses cunhechnentos era moa-
trar cmara que a leuislacao adoptada para a
11 v, a i i..i i executiva da divida activa da laxen-
da provincial era susceptivel de iiilel|lg-nlas
muilo ante-econmicas; e que portanto era
ull nu antes necessarlo adoptar urna leglslaco
que mais se conCormasse com os principios se-
guidoi na cobranca da divida activa da fazenda
nacional. As ulonnacdes pedidas eslo huje
sobo dominio da ca^a, e eu nao me darei ao
trabalho de commentar o procedimento que
bouve nessa cubranca ; apenas como se trata
de approvar o projecto n. ti, e desprexar le-
glsla9ao adoptada pela lei n. 7 de 1839, procu-
rare. uioUrar que ae o honrado membro que be
Iin/. dos relio, entendesse o decreto de 22 de
selembro de I?8 com restrico, eu antes qui-
7.i esse decreto, porque dando aos emprega-
dot do juixo seis por cento, estes craui tirados
dosdevedore, e nao da hienda, o que de certo ,
era para esta de multa vantagem ; como porin
o juno dos feitos Ir i ii entendido que aquella
cobranra de 10:934/477 rs. que Incentivo resta
aos ampregados do julio para*procederem com
dil'gciicla no reato da execycao J
O Sr. L'cftoa Ca>> Icami: He do defer de4le!.
O Sr. Gutlet de Mello: A probidade e icio
doa empregados actuacs do julio alo a inaior
garanta que com etfelto podemoi eslglr dese
cumprfmentti de deverea; mas supponha o
honrado membro que esses empregados sao
substituidos por ouiros; que o mesmo bonrado
Juix dos feitos he substituido por outro ; quera
noi assegura que esses novos empregados que-
rt-r.la activar umacobrnnca de tanta Importan-
cia qual a de 60 cornos de rls, sem ter d'abl
vantagem alguma a tirar?
O Sr. i'cftoa < ti.'dtrn'iti di um aparte.
OSr, Quedes de Mello: Mas sendo o m da
lei activar as execucOes; nao est llludldo eite
principio ?
Eu comprehendo linn que os emprrgados do
juixo, recebldaessa Intelligencia que o bonra-
do membro d ao decreto de i7A5, estao collo-
cadoa na obrlgacao de seren diligentes Inde-
peudenteiuente de um lucentiro pecuniario;
mas ser isto o que quer a lei ? O oubre depu-
lado sabe que tendo-se movido uina execucifo
no foro da faxenda desta provincia coutraJos!
'(i.ii/uim Das Fernoudes, ojulx por urna arre-
cada^ao que fex deduxlo os seis por cento da to-
talid.ideda divida....
OdV. Uchoa VnvaleanU: Foi o Sr. tiendes.
O Sr. Gueiles de lt\el/o: Mas nao se tendo
arrecadado toda a divida, e entrando o Sr. (',-
gueira de Mello para a vara d<>s feitos, este exi-
gi a porcentagem relativa a Importancia, que
elle ni.un.iv i mu cr: sabe o honrado mem-
bro a questio que se veiituu por essa porcen-
tagem; e o que se aegulo foi pagar o devedor
duas Texea de porcentagem a quanlia de l30j
rs. i\o be isto uina fieco: he umeasosucce-
dido mesmo n'este loro. Portmto, Sr. presi-
dente, com tal iutelligcucia terlamos una Ini-
quidade ua legislacu que maodasse dar toda a
porcentagem aos empregados que ettao hoje
no juixo, para uegala aquelles que amanbaa
tivessem de realisar a cobrauca da malor im-
portancia como no caso inoaeruameiite lucne-
ddo.
Agora que a faxenda soffre prejulio com esfe
systbema e que algumas veses pode at (car
iiiteiramente lesada, basta considerar que pela
adjudicacao que se fcx na importancia de rls
I5;2U385<, dmenle foram reculhldos ao colre
10:974/477, queseriam 14:291/027 rs., se fosse
adoptada antes aininba do que a oplaio du
hourado membro. E podia licar iuteiramente
lesada se o devedor a tivesse umobjectodo
valor de 4:?79#48i j porque istosochegarla pa-
ra os empregados do juixo, o que purece ab-
surdo, ale ni de ser cuino jdisse urna lolqui-
dade.
(Ha diversos apartes.)
O Sr Quede* de Helia : Paii qs nobres depu-
tados nao achm Injusto que 'os empregados
que realisaram a cobranca de la contns de rls,
I rccebessein a porcentagem deducida de 71
Con los?/
" Sr. L'ehoa Cavalcanli: Aos outros acon-
tece o inesmo,
I f lia diversos apartes. )
O Sr. Quedes de Mallo : Isto prova que a le-
gislaciio nao lie expressa ; eque a interpreacao
que Ibe convm he outra.
O Sr. Francisco Juo : Mas que especie de
lnterpretacao be essa ?
OSr.Ged de Mello ;Eu fallo de inler-
preiavo em geral : 40 nobre depulado ouiro
dia dilinio aqu duas especies de interpreacao:
fallou em interpreacao antheutica, e..^. nao
sel mais o que porin eu nao quero entrar
nesta quesloes de sciencla, e que nada servem
p iri u caso ; o que digo be que o magistrado,
o interprete da lei na sua execuco deve din-
gir-se pelos principios sciehticos tambem.
Sr. L'elv.t {..avalcanlt : -- Ucve altender i
letra, e ao espirito da le. *
OSr. Quedes de Mello : -- E pinclpalmente
ao espirito, quando da letra resulta alguui ab-
surdo, como uo caso emquesto.
O S/, Uclwa tiii'iiicimtt da um aparte.
icton
TOTiciaa mtbikoijbii,
Portugal II dr Marro Austria
Heipaoba. 8 de dito
Franca ... 7 de dito
Blgica... 3 de dilo
llalla.... 4 dr-dito
Alemauba. 3de dilo
Prunia ...3 de dito
Dlnaroarca28deFevr
Ruuia... 10 de dilo
Turqua.. al de dilo
i de Marco
Suisa.... 2dedilo,
Suecla... aBdeFevr
Inglaterra '> de Marco
E.-Unidos 55 de Fevr
Mxico... 31 de Janr
California ? de dilo
Chlll. S> de dilo I
Boenoi-A. 6 de Marco
Montevideo II de dito
OABBBIOB 91 MAIO
Sobre Londres, a 47 a S'/, d.
Pars, 36
Lis boa, 96 por cinto.
ETAKf.
Ouro. Oncas hespsnholas... .T.T'.TT;;
Mcelas de 6/100 ve Iba..........16
. dcojiOOnova.......... 16/H00
a de 4/000................ 9/000
Prata.PalacSesbrasllelros........... 1/U20
Pesos columnarlos............ 1/920
Ditos mciicano............... l/80o
Sr. Francisco 3oa6 I Nao : o que digo he
Nao acho nisto sub-
beinos* desie prevl-
. o decreto de I78J
lev cuire muros flos o de conceder aos einpre-
gad.s o direito simultaneo coin a fazenda de
tfrein pagos de sua coininlsso. Edeinals o de-
crete tambem nao dls rxpressainciitc quo os 6
P>s cento sejain deducidos da totalldade dos
deHios.
Conclu
dat)ue o
lrI declarando que voto pelas emen-
das'quc o bonrado membro ollVreceu ao arl.
1# do projeeso. O meu pensamenlo ha que seja
-<2f\% a IrKislafuquc regula, cobrauca da
divida activa da lazenda nacional para a da fa-
icnda provincial.
O Sr. l/r7.,i.i Cavalcanli : Sr. presidente, os
argumentos apresenlados pelo uobie depula-
do que acaba de fallar, ncm autorlsam a Iniel-
llgeucla que elle quer'dar ao decreto de 22 de
sateinbro de 1785. e nem destroein os que apr-
seme! aqu sobre a queslo na priinelra discus-
lio do profteto.
Entende nobre depulado que lendo sido es-
Jibeleclda i porcentagem para os empregados
o Julio, coin o Km de que elles eieculem com
(ii.iii.i diligencia as divids da fasenda, como
mosirou cum a leitura dos prembulos de dif-
ferenles alvars anteriores ao de 18 de outubro
de l?lii), a lalelllgencia qne eu dou ao decreto
de 1785 destroe esse lim, visto como tendo os
empregados dojuixo recebido tuda a porcenta-
gem aureculher-se a prhueira quanlia por con-
la de urna eaecucao, deia deesislir o mesmo
estimulo para o rccolhiinento das quautias
restantes, das quaes nao esperain mais lucro al-
guin.
Este argumento do nobre depulado alin de
odioso por supor que aqueile que recebe uina
(etilbulcao anlecipada pelosleuiierviooi.deisa
K tereslimulo para presta-Ios, quando be de
orer que a coosciencia do dever, e o reconhecl
inenlo pelo beoeclo eecebido, o lornardo aiu-
da ni ii. diligente ; prova de mais. E basta
leitura do preambuco do alvar de 18 de mim-
bro de 1700 pata nos couvencer diiso: este
alvar dis; .'
Eu el-rel faco saber aoa que este alvar
virem, que bavendo-me sido presentes por
consultas do cooselbo de fazeuda e outios tri-
bunaes, os incouveuieules que -a espenencia
lem mosirado na pratica da cobranza dos dez
por cent.,, estabelecidos a favor do jyiaes ese-
culores, e inais ulliciaes de arrecada^ao da mi-
noa lazenda para seren deduzidos de todas as
dividas que por execuco vir a se cobrar dos
devedores morosos ; lendo-ae conhecido, que
aquella ineio, alin de oneroso, nao lem produ
ido oellello,
de ser pagos dopois de satisfeila a fazea la,
que para o pagamento de suas divida tem
o dirrito de preferencia.
Mas este argumento, que pareen ornis
forle de quantus apresentou o nobre depu-
lado, cabe como os outros se se attender a
que tendo o alvar de 18 'e outubro de 1760
alterado o que baviam ilisposto as leis ante-
riores- smeme no que diz respeilo ao vilor
da porcentagem, e a custa de qu"m devia
ella ser paga, e em nada tendo aliondo es-
s devia serdoluziJa a mesma porcantagem,
ha locontestavel qua devia continuar ella a
ser deduztda do mesmo modo por que era
deluzida anterioimente. Ora, devendo ser
icilu/iila cm vista dessas leis a porcenla-
-'i'in do cadi quanlia que so recilber aos
cofres com o descont j foito, assim se de-
via pratiiar depois do alvar de 1760, com
a ilifTcrenca smenle de serem tirados sei>
por cento em vez ue dz. e lanfidos a cuati
lo devedor em vez da fn/.on la. Cono pre-
tendor-se, jiii', que por ese alvar so se-
rum pagas as porcenUgens depois de inlei-
rada a fazenla da sua divida*
Nilo me record, Sr. prrsidenle, ss anda
algum out'o argumento produzo o nobre
dep.liado nm favor de sua oiiniSo, crem
ter tocido em todos, e ter demonstrado qui-
elles cst.Vi bein longe J provar o que pro-
tende o nobre depulado. Accreac-, Sr
oresidente, que a intelligoncia dada poi
mioi aci decreto de 22 de s-teuibro de 178
he a mesma que sempie llie deram todos o-
juizes que serviram neata provincia a vara
dos feitos da fazenda, desde tempo i inmemo-
rial atea pocha em que o meu antecessor,
o nosso digno collega oSr. Figueira de Mel-
lo, mudando de parecer deu-lhe a mesm
tal quando a sua divida exceder quantia
de 500,090 rs.
3 Os que firem deverlorea em rasBo
de seus olcios, c imo os colleetores, rece-
lio.tures, pagadores, theaoureiros, al nochs-
rifese exsctores com ttulos psssados pelo
gorernoou pela tlicsourana, ou por auto-
ridado nu capital de seus Dadores.
*. Os que esliverem em divida em con-
sequencia de contracto por conta da fazen-
da provincial cellebrados na respectiva Ihe-
souraria, ou com autiion-la Jos da capital a
seus Dadores.
5." Os que deveiem direitosdequalquer
niturftza, enje, pairamento deva sor feitos
as repirtic;des Dscies di commarca da ca-
pital.
Ait. Serio demanialos o ejecutados no
juiz do frocommum de seus domicilios.
I." Os que forem deve.lores p direitns
a impostosdequalquer nsturezi, cujo pa-
gamento so ileva fizer nos lugares ou ter-
mos de suas residenciis, em quanto a som-
ma da divida nao exceder a 50d,oo0rs.
% 2o Oseomorehendidosnos '/. :i, t e :, ilu
a ii;o anlecedeale em quinto as suaa divi-
das ii.i excederem a quantia de 900,000 rs.
Art. Os que forem dev,tdores de impos-
tos ou direitos de qualquer naturezi cujo
oagameuto deva ser feito fora do lugares e
termos de suis residencias, podero ser de-
mandados e executa los perante o |uizo do
foro commum do sen domicilio, ou da divi-
la, como mais convier aos interessea da
tazen la provincial, salvo ocaso do 2 do
art. I d'esles additivos.
A t. Os processns para cobranca d'estis
dividas nos juios do foro commum aerlo
n'K ila.l.'S p.'a, dispii.icii s Dscaes adopta-
das na presente lei para o juizo privativo da
iulelligencia que agora apoia o nobre depu-1 fazenda e piomovi.la pelos collectores dos
lado. E ests casa estara lumbrada, ou pelo I respectivos municipios.
menos muilos de seus membrns, da discus-
s.lo que a esse respeilo ae travou pela im
prensa entie elle e o di.slincto magistrado,
o Sr Men les da Cunha, que no meu ver al
cancmi completa victoria pesar da reconlie
cida habilnla le do seu adversario.
OSr. (urdes de Mello :tas a inteligen-
cia do Sr. Ciguoira he a mais genorosa.
O Sr. Uclia Cavalcanli:Sou o pnmeiro
a fazer juslica as int uc -s do Sr. Figueira,
e nem potiho em duvida a sua gen-rosidade,
.eduz.ro, dlt.^o^,n;n"o:d2cinhceoPporcbee- fiados) mis nem a f.zend.-carece dess.
lo sdmeoie, eic. 'generosidale, nem se traa de saber qual
Ora, a le'rverdadelr.adoulrlnadonobrede- hl) "telligencia mais generosa, mas sim
pulado, aeguir-se-lna tambem que este alvar qual be a V^rdadeira ; elle tal a considera-
ne absurdo, porquanio reconhecendo que a c.ia que me merece o Dr. Mendos, he lo
porcenugein, que se pagara, nao produzla o inconlostavel a sua generosilado e deinte-
effeiio para que fora ordenada, reduzio essa reSse, (apoiados) UlllJos aos mais profun-
porcentagem, Isto he, dlmlnuio os esiiuiulos a0!J cunlieciinentos juridicos ( apoiados ),
ca poU reconbecer que o legislador m;1o deu a .
viiv etlimul, porcentagem,-a Importancia Ora, sena pnsstv.-l que Untos magistra-
que Ihe donobre deputado, e mesmo que essa dos, entro o* quaes mullos se distinguen,
dlspostcao teve ainda outros us, que facilmeo- pelo sou Saber, e pur 3U8 probidade nunca
te se percebem, como sejam em primeirn lugar posta em duvida.....
oampelliros devedores a faserem prompiameo-, o Sr. Quedes di Mello r-Nenhum merece
w seus pagamentos com recelo de multa, e cm majf esao C0UCjlt0 qua 0 llobro je^Utadu
mullid, i'rinr mu ilinf ufii* itnr HII tiritsrn a -
seguudu crear emolumentos que suprlssem ,( lf.oiaoS )
eseguidade dos ordenados dos empregados, al- 'y
gum dos quaea nenbum tinhacoinoo solicita-
dor, que a eicepcao dos outros e com rasiio le-
vava sempre o seu um por cento Independente
de harereiecucao viva, e bastaudosmente h*-
ver citacao ou peuhora, como se T do alvar
de 30 de marco de 1756.
* Outro argumento do nobre deputado be a
aiquidade qucpJe dar-se juuilas,vetes acon-
teoeodo que umempregado receba a porcenta-
gem por ntelro ao recolber-se a primeira par-
tida do dinbelro,no eutretantoque aqueile que
o substituir nada receber quaudo se recolner
orestante da divida. Alas com un pouco de
rcfleiu coobece-se que nao ba tal lne<|Uidadc,
porquanto pode tambem acontecer que o em-
pregado substituto receba a porcentagem por
Inleiru da primeira paitida do diobeiro que se
rr-colbereui seu tempo, e que depois entrando
o proprletario nada lenba de receber das quan-
O Sr. Quedes de Mello :-- Eu peco Hcenca ao lias que se recollierem posteriormente e se
------par
expressdes >ao estas nog2." E para que com
maior di igencia exicute as dieidas de minha real
/aterida, mando que de todo o diiineiro, eic. tire
0 por cenlo, etc. Semelbanle he o Jim da lei
ao regiment de 29 de deiembro do mesmo aa*
no de 1753 no capitulo segundo $ 18 e 21).
Para que os Jeitos das exeeuco'es corram com a
bicvidadc precisa, etc. l'al le ai rula a exp res-
sao comiuda uo paiagrapho aeguado do alvar
de 20 de marco de I7. E pa-a que com maior
cuidado txecute as dividas de minha realjazenda;
ordeno, ele. K tialuieute aluda be tal a liugoa-
gem embregada do alvar de 18 de oatubro de
1760, que concedeu seis por cenlo pelas eiecu-
ces vivas a cusa dos devedores remltsus eem
lavor dos empregados do Julso com lano que se
provasse que da fure delle$ nao1 Unru\ havido mo-
ra ou lugligeneia, em eujomcaso nada pereeberinm.
Por cata simples leitura, Sr. presidente, vi-
se que o lim da legialaco amiga cguceeodo
i nacional em destacamento nesla'capiUl.Ias porceniagena craaoiiuar ein iodo o tempo a
.osagrauecimentoade 8. Eic. maoieaU-| cobranca da. divida, daf.ienda por c.o do
Uia u im-io I"" a-* --------
Sr. presdeme desta pravincia com dala ue
bontem, declara dissolvido o corpo da guar
nobre depulad-* para repetir um principio, ou
regra de ioierpretaco que teoho ouvido do.
porcentagem deve ser deduzda, (logo que en- entendidos nessas materia. ; peco licenc por-
tre qualqoer partida de diobeiro para o cofre} que uao quero metter a mo na sira alheia.
da lotalidtdt: dos direltos ; desejo que seja des- I ^ Sr. Francisco loao : Ser este...
presada semelhanle legislaco; por issu que O Sr, Quedes de Mello : Nao : be outro .e-
aquclla Inlelll^eucla nos leva a cuusequencias, ; rnelbante : creio que be do philosopho liefne- a queslo : entrando em duvida ce es.a com-
i ni- jnvolvem graves prejuiato. para a fazenda, co que dic : .Si ex literali interpretalione non misso devia ser paga ao einpregad-i que pro-
. > a a_____-i_____j i_i___ _a _a .. .. I.- *.. i I! ^.i r .. i f i .__.. ^ r\ _.. .* J ^_j.i. ..i. t ___ .__. _._ ^_____.___.i .______________ ___. Aii.tt. n &
inesma cousa pode acontecer tanto a um como
a outro longe de baver ah iniquidade, eaiste a
mais perfeita equidade.
Bcoiuefleito por ase fundamento encontra-
se umadiaposico relativa a porceolagein paga
pela fazenda geral,que tem toda a anloga com
absurdo e at urna boa dozc de iniquidade.
Lim Sr. Deputado: Ah! A prova?
" Sr. Quedes de Mello : Eu ainto inulto dis-
cordar da iilu-u ].. oppiniao do honrado Sr.
Uchoa Cavalcanli, que na qualidade de juiz dos
fritosaasii.u enleodeu o mencionado decreto ;
e multa gente a&sim o tem entendido; mas me
permlttii que vista da maneira porque en-
teudo a legislaco, procure mostrar que ella
nao deve ter outra lntelligeuca, cinbora eu nao
seja o ni lis habilitado para interpretar a. lei.
com os principios scientiHco..
Em primeiro lugar, Sr. presidente, he nece-
sario etamiuar qual be o lim da legistaco da
fazenda, concedeodo porcentagens aos empre-
gados cncarregados da. .ua. execufes; e de-
pois ver se esse lim seconsegue ellectivameutc,
admilllda a opioio dos honrados membros,
que na primeira discus.o do projecto n. 32
maiiife.larain-se por e.aa iotelhgencla lata do
decreto de lt de selembro de l 8b.
O honrado membro (o Sr. Uchoa Cavalcauti)
enlendeu e disse que era de primeira intuico
a dispo.i(i> daquelle decreto mas que quan-
do .equUcise ollerecer duvida, bailarla con-
sultar a legislaco auterlor, para vr-se que
aqueile decreto s teve poi lim fazer esse lvor
aos empregados do juizo. e que esse favor con-
sista em deduii'-se a cominlsso descls por
cento da totalldade <>e um debito, logo que pur
conta delle cutre qualquer partida de diuhelro
paraos cofres, i) hourado membro nos leu o.
prembulos de diversos alvars; e Inslitio lyes-
mti naquelUs frases que eu pretendo sirvam
mais minha opioio; e pois seguiodo o mes-
mo inelhodo do nobre deputado eu Ihe peco li-
cenca par repetir es.es prembulos, e mostrar
qual era o lim de toda a legislaco que conce-
deu porcentagens, lim que uau podia, nem de-
via ser contrariado pelo decreto d vs >.
primeiro alvar que o bonrado membro
mparou foi o de 23 de agosto de 1753 cojaa
quidem illiciti quid, sed Uimen ahquid inlolerabile mover a execuco, ou ao que o sui>.tiiuia na
sequitur, equilas jubet adhibere inlerpretationem occasio em que se recolhia o diobeiro proe-
rc.tnriiKun. Ora se daiiitelligenci que oa nlenie da mesma execuco, deterininou-se por
bonrado. membros d; legislaco legue-se ordem creto que de 0 de uoveiubro de l84fj,que
urna cousa to intolleravel, tao repugnante que fose paga ao empregado em actual exercicio
o n iiiic jiii do. feito. confe.sou em seu dis-
curso...
O Sr. Uchoa Cavalcanii : Is.o nao !
O Sr. Ouedes de Mello : --He intolleravel toda
vez que ella manda urna iniquidade, cuino j
vostrei; he Intolleravel toda ve. que della .e-
gue-se absurdo.
K lito mesmo est no. principios do nobre
deputado porque disse no .en discurso, ( se bem
me record ] -ni u>o oigo que a lei seja boa :
acho mesmo que ella fez urna cousa que nao
devia fazer.
O Sr. Uchoa Cavalcanli : -- Fax um fiv > r que
nao me faco cargo de sustentar.
" Sr. Quedes de Mello : Pa. um favor que
n.iu devia fazer ora, .e da inteligencia dada
pelo nobre depulado segue-seque a lei lu um
favor contra o. principio, de equidade, de <:.)
herencia que devem ter a. le. que .e explicain
entres), e contra os propio, interesse. da IV
zenda, segue-se que essa lnielligencia nao be
muilo completa.
A upinio do nobre deputado he que sendo o
o tempo de entrada do diobeiro no cofre, nao
s pela difficuldade de repartir a paga em pro-
poicodo trabalbo de cada um. como (orque
se o substituto tirava provelto do trabalho do
proprietarlo, tambem este o ravado daquelle,
nao bavendn assim raso de queixa, como diz
e.sa ordem.
Qulz tambem o nobre deputado trazer em
abono da .ua opioio a po*slblidade de reali-
sar-se um facto que j .c deu contra um exe-
cutado Das Fernandcs, que foi obrlgado a ,>i-
gar dua* porcentagens porque um Juii enlen-
deu a le de um modo, e cutro dillerente-
mente : porin alin de que se nao deve argu-
mentar com abusos, be certo que esse execu-
tado ae assim pagou, foi porque qulz, e nao po-
da por forma alguma ser compellido a repetir
o pagamento de uina multa que j havia pago.
Vaiou-se inda o n ibre deputa o de ou-
tro argumento, o prejuizo que poJeria ter
alguma vez a fazenda arrecaJanlo menis
do que arrecadaria sea porcentagem fusje
prembulo do alvar de 1785 muilo diverso, de luztda a propongo das quanliss recolhi-
dos ounoi, o que a lei qulz foi shn fazer um fa-! das, quando fossem 05 bens do iievedor in-
vor aos empregados do jui>o : o nobre depuu- 'sulllccnles para a exiinccfio da divila. Es-
do emende que a expresso logo que entre qmtt- U bieccflo ia foi por mtm prevenida a pri-
quer parta de diahciro quer izer que luda a m0|ra ye f |(e e ju|g0 (|e3nncessario
^WaaM .s'cousidera^e's, U 1>
alvar o leu palavra por palavra. como ae acha occasio, most-ando O pOUCO peso do recelo
no jornal da casa, sem reparar que na ultima de um si-mciliante prejuizo, que rara vez
pane do alvar est um objecio que parece- podera dar-se e em multo pequeoa escalla,
me ser o que entrou as palavras pateruas da eque ser sempre muito menor do que o
prembulo! e lerri (l). Ora, J se vo que a que a fazeuda linlll, piganlo a porcenta-
parte do alvar quedeiermina o raleioda coin- gem a sua cusa
inissao pelos empregados nao be uina cousa In- ,.rece0 n0re depulado ter feito U01
o"rnr>flneic0yo.:--Uas oque est cm grande echado com a aguada parle do de-
discussonoheisso. crelo de 34 de seloman) de 1785, que .lei-
O Sr. Cuei/er dt Mello : O honrado membro "' de lor quando cjtei o inesmo decreto,
lira iia.i ii i ..i u i nc i, i i ein teu favor (l). por julga-la inlu iranio ule de aecessaria para
O Sr. Uchoa Cavalcanli: agora vej ie he a quesillo. Com eUeilo nenliuma duvida lia
o mesmo o qu* dispOe o decreto anterior. sobre o rateio dos Seis por cento que esls-
OSr. ueda de Millo: Ora, unhore, he declralo desas sigunia pirte do decreto,
Se outubro de I7B0 a porcenlagem era paga Ca fazer um favor aos empregados dojulzo
pela fatenda ao. ipregados, ejaesabe que por screm dlgnot da real allencdo, saru ne-
cssa cainiiiiiiao era paga na proporciio das en- nhuina, nada determinarla, se S zesse
Iradas para os cofres; maa paliando ser paga repetir oque j. ae acbava estatuido por le
pelos devedores eaecutados, bem ae v que aa| anterior. I-. tanto reconhece o nobre de-
concurrencia dos credoies do mesmo devedor a pulado a forc oeste argumento, que que
lazenda uoba o seu previlegio de preleren- .._ j- ."-_ --------..i------1-.
ca.
O Sr.
aparte.
rendo descubrir um favor nessa disposigSo
m,diz que use favor be o de concorrerem os
Francisco JoaS I rlndo-se) d -
ein.raga.los do juizo com afazenda para se-
'ilsr. Guer/er de Mello : O aobre'deputado j'em pagos ao mesmo tempo que ella, pois
eicarnece desla opioio ? I que a nao ser essa disposiefio ellos teriam
UcAoa Cavalcanli.Muilo obrigado,
mas goslo de soecurrer-mo a cssaa autorida-
des : seria possivel, digo, que todos elles
dssem essa intelligeiicia a lei, e no vissein
que era errnea, e lesiva doslnieiesses da
f.zenda. Soria possivel inesmu quo os tri-
buales superiores cousonlissein Deati pra-
tica abusiva, e nenfium areslo proferissem
a somoltisute respeilo 1 Ainda ullimamento,
Sr. presidente, na execur;3o de Lobo, em
que fallou o nobre depulado, iutorpozeram
1 un ni um aggravo para a relaco, sendo
um de seus fundamoutos a cobranca de toda
e iiorcenlagoui por occasiSo do primeiro re-
coliiiuionto de dinhoiro, e a relaco des-
presou esse aggravo ; e felizmente nessa
exccu;o, que lio urna das mais importan-
tes das que corrom uo juizo, os bens dos
executa iu* o seus ailuros excejem muilo
o Valor da divi la.
Nenliuma dispnsic.3o mesmo existe, que
me consto, declarando a intelligenciadesse
lie, a excepto do um aviso, de cuja data
agora me nlo recorto, om que vc d como
ni,! i i--na a qui suslenti o nobre deputi-
lopar ter a que resulta da compnraclo do
mesmo De*, com a legislacdo aatiga -, mas V.
Bac. n3o ignora quo um aviso nilo tem for-
i.a do oliii.'.ir, e apenas p le servir de en-
torila In, tanto mais quauto na nossi col-
leccSo de leis s acham avisos sobre una ea
mesma materia diainetralmenle oppostos,
segundo a Intelligoiicia de cada um dos se-
nllores ministros, quo osexpediram: e no
caso em quesillo achei que a comparaclo ila
legislaco antiga em nada favoreca a esse
aviso.
Cor ludo quan'o tenho pomleraJo, estou
firmemente convenciJo de que estudando-
se reflectidamenle a materia nilo lie possi-
vel desconliecer-se, que a intelligeacia er-
rnea lie a q O Sr. Guedes de Helio :l'ois o nobre de-
putado nao cnsenle que se pense de ma-
neira diversa da sua ?
O Sr. Uchoa Cavalcanli :Concedo que
cali u ni pense como bem Ihe parecer, mas
nHa posso conceJer que lodos pensem acer
ladimeute, porque a ver-la lo he urna s, e
sople estar de urna pirte. Tenho con-
cluido.
Val mesa o he apoiaJa a seguate
emenda :
As disposicoos que foram publicadas de-
pois desta le, polurSo ser adoptadas pelo
presidente da provincia, sujeitando-as de-
pois approvacSo desla aaseaililca. I.choa
Cavalcanli.
Nisciusis pendentes que estiverem em
grao de ex'cuclo, ser paga a porcentagem
cono aclualmento so pratica em confonni-
dade do decreto de 22 desmembro de 1783
Uchoa Cavalcanli..
ICncerrada a discussio he o projecto sub-
mctudo vgtacUn, sendo approvado o art.
I, com as menJas offerectdas pelo Sr.
Uchoa Cavalcanli. Ficaram prejudicados os
ails. 2.', 3 5 e a primeira parte do 6.*,
7, 8, 9', 10,13, 14, 1, e 16, sendo adop-
tados o *.'e 6.' at a palavra quadroi-eo
II e 12.
Sao igualmente apoiados os seguintes ir
tigos additivos.
Art. Smente serio demandados e exo-
cutados pranlo o juizo privativo de fizen-
da da capital.
l.i Os devedores a qualquer titulo de
qualquer quantia que forem residentes no
termo do municipio da capital, lugar do
juizo.
a.* Os devodores a qualquer titulo que
forem residentes dentrod comarca da capi-
Arl Quando lvalas isexecu^Oes sopou-
lo de irem prac o bens dos devedores,
estes pagaren),ou alcanzaren) do podercom-
pelenlea espera do pagamento, os emprega-
los do juiz executor sp tero direito ame-
lado da porcentagem eslahelecida no art.
lo. I. na-lino Gue.los de Mello.
O Sr. Guedes de Mello : llequer para re-
tirar os seus arligos additivos o que lliehe
concedido.
SSo approvadas as redactes dos seguales
projectua; o l'/que trata da factura de es-
tradas; e o2 queda urna cadeira de la-
tim na villa de Iguarass. *
He approvado em 3" dilCUMlO o projecto
n. 19 que marca o subsidio para os membros
d'assOiiibla.
Entra em I* discussSo o projecto n. 31
ronce ion In nina moratoria a Francisco Po
Valen'Qa pira pagamento do que se cha a
dizer a luesourarii.
Oepois deaigumis rellaxiJea dos Srs. Ma-
noal Cavalcanli e l'areira de Csrvalho he o
projecto subuietli'lo votacDo e approvado
Tendo dado a hora.
O Sr. {'residente :Designa a ordem
dia e levanta a sessilo.
do
SESSA'O DE K.NCERtUME.VTO EM 30 DE
ABRIL DE 1852.
Presidencia do Sr. Pedro Cavalcanli.
As orne e meia horas da manha, fcila a cha-
mada, verilica-sc eslarem presentes 22 senho-
res deputados.
O Sr. Presidente abre a sesso.
O Sr. i." Screlario declara nao baver epe-
dieule. a>
O A'r 2. SeereTario l a acia d'antecedente
que he approvada.
Nao lidase approvadas as redicr;0-,s das
icsolu(0es, que marca o subsidio dus mem-
bros da assembli e a que designa quot pi-
ra uagamnoto de ejercicios lindos.
He lula a rdatelo do orr;amontu provin-
cial
O Sr. Presidente : -- Convida a commisso
eneal rega la de apresi-utar os actos legislati-
vos sancfilo a cumpnra sua missSo.
A commissAo sii da sala.
Vai a mesa e he apsiada a seguate e-
mendi:
. Ao arl. 31.-Depois da palavraRangel--
sunprma-se o resto, e deminui-se o quauti
lativo que so comprehemle na suppressSo.
Jos Pedro.
Encerrada a discussSo he ella approvada
assim romo a relaccSo do projecto.
Foi igualmente approvada a redacgSo do
ornamento municipal
Foi lido, julgado objecto de doliberagilj e
mandado imprimir um projecto da conmis-
sflo de legislado reconhecendo nos profes-
soresdo primeiras letras Vicenle Ferreira de
Siqueira VirejSo, Jos Josquim Xavier So-
breira, Joaquiui Aotoaio de Castro Nunes e
D. Alelan Irma de Lima e Albuquerque, ti i
reilo a gratificado concedida pelo art. 6.a
da le n. 261. *
Foi lido e approvado um parecer di com-
ni .-.vi i ile f-i/.-n la, iiimianilii so entreguem
peiifdes e documentos dos que pedem con-
siKiiaeiVis para mairizes e igrejsa para que
se diiigam ao governo da provincia.
Entrou em terceira discussSo o foi appro-
vado o projecto n. 22.
O Sr. Carnelra da Cunha : Relator da
commissSo encarregaJa de apresentsr oi
actos legislativos sanecio, declara que
cumprira sua missSo sendo a commissfio re-
cebla com todas as formalidades do eatylo
e que S. Etc. o Sr. presidente declarara que
lomiria as rosolucdes apreaentadaa na de-
vida COIl-iidcraraSo.
Fui approvado em terceira discussSo o
projecto o. 2?, que coacede a professora de
primaira.s letras Hara TOeodora Vianaa de
Carvalbo, a gratificarlo que Ihe compele
por miis de 12 annos aeaervico.
Foi approvado em se^unJi discussio o
projecto que coacede i Felippe Menaa Calla-
do da Fonseca 3 lolherias para a eren So do
bixo de seda.
Foi lido e approvada a redacclo do pro-
jecto n. 21.
O Sr. presidenta) suspende a sassSo.
Pouco depois proseguindo os trabalhos,
he lid o approvada a redaccSo do projecto
n. 22.
O Sr. Presidente nomeou para receber a
quola para aa deapezas miudas ao Sr. pri-
meiro secretario.
Lula a acta he approvada.
0 Sr. Presidente declara encerrada a pre-
sente sessSo.
Tribunal do commercio.
ESTATUTOS DO BANCO DK PERNAMBUCO.
Art. 7. O banco poder ler dissolvido, por
deliberado de sua aiiemblca geral, ineimo an-
iel de fiudarem o 15 annoi marcados no art.
ILEGIVEL


6. ie se conbeeer que a tua aooilnuale prt- Perece dt raido, que por ete mesmo Diario
en me dVfen la. I lio responda. Quem a
aventura a rscrevor pan o publico lujeita-
JU.ai*8 O banco ifr dliiolvldo da faola,
entrar fin liquidado logo que llrar of-
frldo nrrjulioi que lenharn absoividO n leu
fundo le retara, e 10 por eeato do Mu 01-
pllalefectiva.
TITULO t.
Do Accionitlai.
Art 8l o hinco comidera ru accionista
toda piiua, curporacao, ou attocIteAo, que
noisulr acedas, ifji como primelro proprlela-
lo irla como lecclonarlo. com laoto que u-
te ultimo cato a. accOea eatrjam completa-
mente avcrbadaa uo llvro dos registro. O
avrrbameoio para ler lugar a tranifereucla ae-
ra frito a vala daa accoea, e daa partea muir-
tantea por il, u por aeui procurador, aeui
que baja endono na apolle.
ar, jo Oa accionista nao reipondem por
inals do que o valor da ua acede, as quael
odein ter vendida,Cfdldai.hlpothecadet.doa-
das, legadas, i>u por qual quer modo transferi-
das na forma doarl. antecedente, maaoaeu ca-
pital nao poder er retirado antes da eiten-
rjo do banco.
Art. II No cato de e justificar perantea
dlreccao perda. ou eitravio de qualquer accao,
enlrrgar-sc-haao accionista, urna nova apollce,
prestando elle a devldas garanta,
Art. IJ O accionista de o ou mala accoea
sao o liabllhadoa para volar em assemblea
eral, e para eiercerem ua cargoa de prealdeu-
te e secretarlo da nfima aembla, e Miem-
bros da coininlssao de Clama.
Smente oacclonlitai de 25, ou mal accoea
podenio ser cintos directore.
Arl, 13 O acclonlilta lerao preferencia
ao empregoa. *
Art. M Haveudo accionistas com firma
oclae' podelo lodo o ocio que al repre-
entem, aitUtlr, e dUcucir as reunin da
aisrmbli'a geral doa accionista, volando po-
rein um s.
Arl. I.'i He permltlldo aoi acclonlslaa, de-
pnls de concluida a revlzao pela coinmliio de
. iiii... verificar o balaoco, a villa dos llvroa,
que Ibea estarad para Isio palenle por 1 da,
si ni com ludo poder-se exlrahir copla. He
prohibido o exainc nal contal de deposito,
reiistoi daa letras, que so ser paientci
cominiiiio de eiaine.
TITUIO 2,
Do ainmedfsa geral.
Arl. |6 Alnlalldadc dol accionista le
representada pela aaarnibla geral.
Art. 17 -- Formar assemblea geral a reu-
ni.io legalinenle convocada ( arl. I8,e23,)
do a ccionisla de .'i. ou inals acedes. Os dr
menor numero de acede podero anlsilr as
deliberaces, e desculir, mas nao volar.
Arl. IB. -- Aconvocacu da aisemula geral,
tei lugar por convite da direeo, em edltal
firmado pelo piisidrnte e pelo aecelario da
mesilla assemblea geral afiliado porta do
banco c ua prael do Comiiierclo e publicado
tres deferentes rele em o jornaea de malor
publicldade.
Arl, 19. -- I hegado o da, c ora marcado
para a reunan da assemblea ireral, esta le jul-
gar constituida cora o accionista presentes
( arl 17 ) que lomarao decisea por maioria
absolutas de votos. Com ludo neubuma delibe-
i .ic.io podrr ser loinada'na I* cuuvocca'o, uo
*e ochando reunidu pelo menos, tanto accio-
nistas quaotos represenlem dols (reos do ca-
pital efleclivo do banco, inclusive os que le
apreientarein por procuracao.
Alt, 10guando aaiieinbla geral nao poder
deliberar por falla de votos aumeicotea, ser
feita nova coovocaco com a furmalldade
marcadas no art, 18, com a declaracodo mo-
tivo da nova reiiniao, e nesta se lomarao a de-
cise comtualquer numero de volpresentes
Art. 21 As deliberaces tendeles a aug-
mentar os fundos do banco, a decretar aua dis-
solucfo ame do I', anuos, a prorogar sus
duraco, e a reformar os prsenle eitatuloi, ad
podero ser tomada quando em assemblea ge-
ral se......ur ni volos concordes de unios ac-
cionistas quanlos representen! a maioria absolu-
ta do capital efleclivo do banco.
Art. (3 -- A reunides ciiraordlnarlai lera
lugar quando a dlreccao as convocar por occor-
rencias de cazas, para cuja declsao ella se
nao Julgue compleme, e quando Ihe for isso
requerido em represeolacao endividualmente
assigoadas por accionista que possuo pelo
men una terca parte do capital efleclivo do
banco. Ein vertude de taes representaede
dever a diieecao convocar a assemblea geral
dentro dos 8 dias ulci que se seguirem ao da
entrega, e que ero cornados da d.tia que uel-
las houver inscripto o secretario do banco, de-
pols de ler averiguado, e recebido a aua legall-
dadequanto a porcao de capital que deveiu
comprehender.
Art- 23 -- Se oilo da depoi de urna tal re-
presentacao ( arl, 22 ) a di reatan nao houver
uunvo,ado a aisembla geralT^lodero os rc-
qiieientes faie-lo por anuuncios pblicos por
todos asignados, com adiiignaco do numero
de acedes de cada um, e declarando uo ler si-
do atendida a aua eaegencla pela direccao.
Art, 24 Ai assembldas geraca, reunida!
te t ter analyiedo.e ceniurtdu. Ora aa ea
se padre) nSo foiso utn dos ronttinle ea
criplores di t/ilMo, que n8o cen da rhal-
tratar-ma com nsinuicOe (o claras to
manifesUt, eu oan me darla tolrabillio da
lerosieui esciiploi : mas alera da aggre-
dir-me ioccssanlemente aob un roto capo-
to de aiionymo.quer inculcar-sn por liomem
eloquente, por notabilidade oa repblica
das lelrai; e he por esta lado, que eu tiro
a minha desforra, visto nio querer, nem
me estar bam o pegar-lhe na mesma moJa
lo insultos pessoaes.
OSr. padre Campos n'aigembla provin-
cial entre innumeravaii desp opsitos, e
pe linlariai, disse alto, e bom aom : que o
termo de 0 nicuri ara issis caroavei as aec-
ca. Eu liz-lhe ver na Imprenta, que caroa-
ve tifio significa oulra coua, senfiocaro.
amigo, e Lunca sy non i ino de propienso, IU-
jeito, etc. : d'ondese aegua, que a aua ir.i-
pusicflu veio a dizer, que o tal Ouricuil tora
rauto amor a secos, o quena um solera-
nissuno despropsito. A' vista drsla mu
justa censura que fez o padre? Em voz de
calar-te, e licar corregido, procurou o de-
ssbifodo Diario; echaaiando-me co go-
zo, bamho, palhirjo licou sitisTuito, o deo-se
por vencedor.
Chamou-me alera disto prolheu : disse,
que toda a minha sciencia cifra-ae em pala-
vras, nJn advertindo, on ignorando que o
taludo das palavraa ha tSo precia a quam
Falla ou escreva, que o grande mostr Quln-
liliano eusina, que das cousis deve haver
disvello; mas dat palavraa cuidado; por-
que em voMade comu expor devidamenle
aa ideas quem nSoconhece o valor dat pa-
lavraa, que sfio os signaes dessat meioias
ideas ? Diste oais sob sua palavra honrada,
que em um roeu relatorio A presidencia a
linguagein he bamba, como a minha che-
ca. He mao fado deate Demosthenes de l'a-
abu'n mlii oscrover duas liiihss, em que
ii lo vi-iilia algnma parvoice. Veuha c innu
padre Delegado,diga-me, que quer dizer lin-
guigein bamba i Linguagem h<) synoni no
d Idioma, he a lingua, que falla un poro,
uu nsciii. A linguagHiu, meu reverendo,
nlu he, nem p le ser minha he a portu-
gueza, que recabamos de nossoa paea : e a-
Mi la ninguem chamuu bamba a eneigics, e
bollistiiua lingua porlugueza.
O estylo isso he oulra cousa ; p lo ser
froulo, ou bambo, viril, ou afeminado, etc.
imo. Mas tflo curtas, ou escass>s ideas del-
tas cousas tem o revenJo professur de rhelo
rica do duus discpulos do lyceu, tilo enfras-
cado Vive nos fumns da pedautaria, que exi-
ge primo'rs d'eiuqueucia, explotis tubli-
mei de pensameno um un rrlatoriu, em que
iiflo deee baver, seno precisao, e clareza,
sempro que observo os vdos bufo-pindartcos
deste padre commandanm, lembram-me aa
preciosas ridicula de Moliere, e aquella, de
que trata o faceto oju-iiciisn Quevedo, a
qual nunca proferia a palavra cando por ser
vulgar; poiin sim o ex-gal lo : arroz de ex-
gallo, cabidella de ex-gallo; enSo cha-
ra va ao marido, senfio oseu quolidie ; por-
gue Ihe disseram.que Isto quera dizor Cuu-
sa de cada da. Mas este menno trecho, a
que me redro arremata cora urna asneira,
e contra produce.nlem ; porque hiven lo di-
to, que eu ao me oceupava de palavraa, e
era incapaz de accompanhar-lhe os pensa-
mentos em suas explosoes sublimes, con-
clue, que me aliroa palavias, qual o ver-,
me hediondo, que se nutre das podridOes :
l'ondeem boa Iokcs devo roncluir, que as
illa naqoelle lempo, mai laso nlo he eouia
nova porqde multaa penoas compravam eirra-
vos naquella e"noca ( e linda hoje ), aem pagar
Uta, porem ninguem dir que o papel de eom-
Iira qua eiU errt meu poder nlo leja um titulo
?gimo, prlnclpslinente agora droi qlM pa-
gue! 80/000 r. dt ello revalidado, e 40f00O
ra. de tiza ilobrtda, na forma dt le.
Kls o papal i
Digo eu, abalxo aiilgnado, que entre os
mals beos que possuo de mansa e pacifica poa-
e, livrai e desembaraeadoi, bem aiiim urna
eicrava, crloula, de noine Jeronynaa,, de 36 ao-
noi de Idade poueo mala ou menos, a qual es-
crava a houve por compra felta a Manoel Jos
de Alineida Cosa, a qual vendo, como de fado
vendida lenho de hoje para lempre ao Sr. An-
tonio Paea da Silva pelo preco e quintla de
quatiocentoa mil rcli, que recbi ao passir
deste em moda corrente, por mao do Sr. Tl-
burclo Valeriano I) iptiala, epor laso Iraosfi'o
ao dlio Sr. Antonio Paet da Silva, toda a pos.
ic e dominio que em dltaeicrara tlnha, a qual
JA se aclis em poder do inesmo Sr. e pelo pre-
sente me obrizo a fater ella venda a todo o
lempo firme e valiosa, e peco as jnicas de S.
M. Imperlil que Ihe deem lodo o vigor, e pir
nio saber ler;nem escrever mandel a meu li-
Iho este por mira flzeiie e aislgnaiie com as
teitemunhai preientei.
O nula. 13 de uulubro de 1848,
Por meu pal, n Sr. loaqulm lote Rabello,
Antonio Joaquina. Itsbello Como lestemu-
nli-isMiguel Jo. Telielra. Tibuclo Valeria
no Dapllsla. Ilecoiiheeo verdadelras as tssig-
natural do papel de compra retro e lupra, do
que dou f. lioda, i9 de abril de n.vi,n
labelbao pnblico, Eduardo Daniel Cavalcanle
Vellei de Gulvara N. 43. Ri 8U/00. Paiou
80/000 rea desello rival Id ado. -Ileclfe, i? de
abril de IISI,Carvalho, Hodrlguei,
Pica carregado ao theinurelru, Francisco Jo-
ldellveira, em o reipectlvo llvrode rectlia
a f. 111, a quantia 40/000 que pagou Antonio
Paea da Silva, duplo da inela cita correipoo-
dente a 400/000, preco por que coinprou a Joa-
quina Joi Rabello urna escrava por iioine Je-
rooyma, crloula, de idade de 35 annoi com-
prada ein 13 de outubro de 1848. Reclfe, 17
de abril de 1852. O iheiourelro, Olivelra.O
escripiurarla. Silva.
Ela-abl, Sr. Redactor, deimascarada a Im-
postura dol mal vis e cobardes calumniado-
res o poblico que ejulse e aquilate dcvlda-
mente a moralidade do facto da minha orillo,
e do Interrogatorio Toreado que o Sr. delega-
do. Jaclnlho l'.u's de Hendonca, exlorqulo de
minha eicrava, precedeudo a violenta prlilo
(l.lla, e Invadlndo por Uso a mlnba proprieda-
de I mas lenho consclencla da moralidade do
meu acto, que ajustica iriuinphar da ca-
lumnia, e o prfidos que me perteguem ergo
' 11 n I n mil,l,is.
i,i,im,i publicar eitai llnhai, Sr. Redactor,
que mulloobrigado Ihe icr o leu venerador
e criado
dnlnnio Pan da Sdi-a.
Votst conducta disciplina fol Inteirt-
ment" tSo complett como era esperada da
cidadloa amantea da ordem e delTVnsores
dtl InslituccOei jurtdat, ella, mullo me
taptitfez e me enoheu i* gloria porque vot
cummandel.
Hl-de desrancar tm Volita canil A som-
bra di pz para que leibiet de concorrer,
esltl tempre promplo, sempre alerta ao re-
clamo do govrno pan o delTezi di pi-
tria.
Ilrcebei oa sincero tgridecimenloi do
vosso cipilSo, pelo bm com que vos coodu-
fisle, e, com elle dizei :
Viv S. M. o Imperador do Rrtzil.
Viv S. M. o Sr. marechil commtndinte
dis ermis.
Viva a valente guarda nscional de O-
lindt.
Francisco Lulz Viriles.
Capillo commandante
Offerecido em lignnl da mait viva amitadi ao
Sr. Manoel Buaraue de Uactdo Urna, por um
anon'jmt) ten amigo.
SONETO.
So a le da gratidlo impOe devore i
Uue te deven) cumprir restrictamente,
He forcoso q'eu teja obediente,
Cumprlqdo a lei queoutorga o ser dolieres.
A ti, pois lluarque so vivares,
l'roya'o a algum da, justic, t,
Em'virlude u'asss me m-ireeeres,
Q'is prestmoso, bello e bospittleiro.
Reconhece tgora pello meo,
Da lluarque os favores alcansidos,
Herosmo derido to genio seu.
Ficsndo des-leja perpetuado!
Obsequios, que alegre em abono meu,
S'rln s-mpre mui oelehriaados.
COMMERCIO.
Senhor redtetor. O cumprimonto de
um dever tocial, no sempre um ahjecto
sagrado para ohoraem honrado; mais at-
gralos iluda, Sr. redactor, so aquellei
que analurezi meamo deixou grvalos nos
coraedes ; e entre estes, por certo, tem o
primelro lugar a gralidio, eise sentlmeolo
e meia nobre e aanto que Wo do Eterno
planlnu no coracSo do homem ; esst orl-
gem fecunda de ludia aa virtudes : he, pois,
iiliciloeen ln lua irretulivel voz que nos
hoja mil tememos oflender a delicada mo-
destia do Sra. commandantee mis ullieiaes
do brigue de Buerra"Lefilidide,--iirigin-
do-lhes publicamente nosios sinceros pro-
testos de reconhecimenlo eterno, pelo modo
silencioso, delicadoe al fraternal c un que
nos obsequiaran i borlo de teu ntvio,
trtnsportando-oos do Jaragul, onde nos a-
chavamoi como naufrago! do S Sebislio,
pin esle porto. E, assim como na dr o
desabafu he neoessario.na elTuslo do reco-
assemblas geraea
na furms do art. antecedente, t puderao lo- jeclivos : 60 tvp:i, ou modelo dfitAI tres
mar decindrs, reunidas os votoi requeridos no comas s8-) d'ein Dos : o hilo em quem
arl. 21 e nao poderaoadmelir descucao algu- vem de Pajahu', ou d'outra qualquer p^rte.
.,,...ilhcia aoobjecio dl convocacao. Podeui 0 g0jlo ,, gua he ojuizo apreciador ,10
com ludonellaaapreaen tar-sequaesquer indi- P he subieclivn d. m ni'n I
dicaede para lerem decididas na prlmelra re- ".__?. '.- J ?', ,B "J n0'-
unan ordinaria.
.nhecimenlo elle ha indispensavel, ln nlo
suaa palavraa aflo urna esterqueira, ou um 80 am acl0 lolo a(tradavel, m>a urna obriga-
raonturo de podrido-a. une rospoata t-m -,,, j,.cl ,,,]., e, quem haverA. Sr. redactor ,xaa linhas, 69 bsrris vinlie ;
isto? Una descompostura. jqU8 teodoa fortuna de aprecisr lauta deli-r"
Mas queconecito se pode fazer alem de esdeza quanta pericia, tanta atlencSo quan-
todas estas miserias de um professor U'elo- f |a inteliignncia no III m Sr. commandante
quencia, que em urna tssembla n;l i ni' Lourenco da Silv Araujo e Ama'.onas nao
llana-Verde; mas na capital de l'eroanibu-. volara lugn resjeilo eadmiraaoao tilo ex-
00, diz mui aiieiin, e aulontativo, que o< callente rauitSo de tao estimavoia olllciaes,
sertanejis possuem em si o lypo do bello .', cm sao o Sr. aogundo lenle los llibei-
Vej.m, que nla faz do bello este mestre de ro fo Guimares, escrivao Paulo Pelizardo
eloquencia, do bello, quo he indispensavel i j, gj|v, rjabral, e com especialidade ao il
conhecer para cabal desenvolvimento desse I lustrado, valente e distincto joven, o segun-
tilo imporlanterainoilalitleratura, qual lio u ten ente Manoel Autooio vital de Oliveira,
a tciencitdebemdizer, ou do fazer fallar esa esperance risonha da mariuha brasi-
a ra.Su Sera isto mera questao de pala- |era, qe encherga nelle um dua leus uns
vras? Meu padre Campos, eslu le, e estude I bulhanles brase, nesae joven quo, anda
melliodicameiile, se quizor saber alguraa I flor da idade, s tem urna paixSu, s tem
cousa. Procuro um bom mestre, que pn-: llm ,iesejo-o Insiruir-seem proveilo e llj-
raeiramente o instrua na philosopliia, sem rerimento de seu paiz ?
a qual nio pode haver rhetonca nem cousa Ninguem, sem duvida, deixarA de os ad-
alKuma'dos conhecinienios humanus. O mirar e multo menos nos quo, viemos en-
bellu, Sr. padre Pinto dos Csmuos, o verda- contrar nelles toda a affabilidade.
dono, o o bum nSu eslo em nos ; s3o ob- Somos dos senhnres redactores, etc., etc.
Jjfiu Cedro Alves de Liim <'. irdilho.Eran-
ciaco Xavier de Pinto Lina.
Publicayoes a pedido.
mas releva ser deienvulvi lo, regulado, ej os abaixu assignaloi, commandante e
Ari. 25 a assemblea geral (era um preii- exercitido. lome osla lictlosiuhi, que Ib a 9Ubtllernoa da Compatihia da guarda nacio-
denie, edoii secretarlos, todos elellos annual- uou de grac; e ulno, que n3o Versa sobre'. ni( ,|0 prjmeiro batalhAo da legiflo deOlin-
mente na ccsso de 3| de jolho por maioria palavras,$et)3o sobro C0US,S,p COUalS trans-
relailva de votol, em escruii~.no secreld, e em cu lentaes.
urna id Tilla, denire o accionistas que tem vo- Nao ineimporla, nem quero saber, se o
voio-,;e ene dia for empedrdo, lera lugar Sr, |laure Campos he moco.OU velho.bonilo,
aeleicaonoqi.e opporlunamenlc jtt aeguir. u fBIU, teS0, OU bamb : 01 seus defeilu!
m_____________' pessuaes au me pertencem, nem provara
TIIESCURARlA DA FAZENDA PROVINCIAL- cousa alguoia em discussfles Iliterarias.
Hemonttraeo do taldo exilenle na caix% de Mas os seus escrlptoi publicados pelo prelo,
depotiot em 30 de abril de 1854. osse pertoncem-me, e a outro qualquer.
Saldo em3l de marco que os queira xaiuinar. Paija o mesmu nos
p.p. 212875,000 meui (que uAo aSo tilo poucos ) Arnie-sc
Recelta no correle m. / dooscalpello d'analyse. Corta nelles A sua
--------------212:875/000 vontade. Mostr os mous erros quer de lo-
Deipeza no corrente ni. /
da que, com o numero de quena compa*.
uhia, fez parte do corpo da mesma guarda
nacional em servico de destacamento na ci-
dade do Recife, Ultima nenie dissulvido,
vem a presenca dot Illms. Srs major Jos
Jotquim Antunes e capitn Judo Jos l.o.ie-,
b primeiru como cumman Jante do corpo,
e o legunJo como fiscal do metmo, agrade-
cer-lnes cum as expresados mais veememes
de soi reconhecimenlo, as maneiras urba-
nas e tempre pulidas com que trataram, nSo
s aoa abaixo isalgnados como a todas as
prtfts da dita conipanhia em lodo o lempo
f cucAo, quer de ideal. Refute-me completa- que durou dito d^atacamento, protetlando-
Saldo 212,875*000 ",c"te : "f" Se.U ,, quB me,itrei Iheaseu inflnilo reconh
saino ^ii/o/uuu vencido segundo o juizo, aflo de Capa-
F.m loaras a vencer em
1852 a 1853
Ein lettraaa veneer ein
1853 a 1854
106:048^000
105:927/000
O Iheaourelro,
Thoma* late da Silva Gvtm&o Jnior.
O escrivao da recelta,
/tulenio Cardlo dt Qaiiroi t'nnttca.
ducios, e pedsines ; mas de pesaoaa illustra-
das,e enteudidaa n .las materias. O Sr. H v.
cipt.ii respoiidendu as miohat censuras
cum apudar-me de raf, ir baboso, de pa-
212:875,000 Iliaco, etc., nada prova, excepto a aua ur-
bamdade, eboi edui-.n.-do I mal pira os
homens iostruilus a ignorancia miseravel,
e o lastimoso pedantismo do sr. padre Cam-
pos, piofestor de theorica do lyceu, eslSo
exuberantemente demuuatradus pelo
Aprendit de rhtlorica.
Sr. Redactor : ~ Tendoo Diario dt Vernambu-
eo n. 83 publicado o Interrogatorio feito pelo
Demonttracao do tallo exilenle na caixa do
extracto de 1851 a 1852 tm 30 dt abril de
1853.
Saldo em 3l de marco
p. p. 68:785/166
Recelta no correle m. 87:810/303
-------------- 156.595/529
Deipeza no corrente ni. 60:248/03 cagenho Coa da Onca, cujo lulerregatorlo nao
__________pausando de urna mera luveocao tramada por
Saldo 87:347/490 meu intmigoi polticos, leria todava de dea-
Saldo emleltratem 3l oonceltuar-me perante o publico le por ventura
de marco p p. 65:3(11/000 me demoraase cm de.maicarar lao prfida quo
Rrceitanocorrrenlera. / Iniqua calumnia mas nao me sendo poislvel
.________ apreseotar Ingu o Ululo por onde legltimaiiicn-
65:3al/000 te possuo dita escrava, por que o papel de
Duneta no correle niel 3:l60/i0o compra eslava em minha casa, forc.so me fol
1____M____ 33:1501500 pedir ao respeltavet publico que auapeodesse
qualquer julzo desfavoravel que de uilm po*
liecimenio e cooside-
ratUo. Aguarla nacional de Olinda, quan-
do bem cu -n ni ni ln la, tem eampre|moslrado
sua decesiva adhezlo a ordem publicaeal
inst'uccfle jundas, por quaet aerfo lempre
prompias a saclile-rem al a propria vida.
llecife, de mslo de 1853. Francisco
Luiz VirSes. Francisco Martins dos Ao-
jos Paula. Antonio Lobo Albertim de Mi-
randa Henriquet.
Recife, 3 de maio de 1853.
Primeirt compan Tenho a saptiifa-
/So d assoverar-vus, que estaos dispensado
dodealacamento desta capital, que serv ste
como Rrazileiros aiaantos di ordem e dat
iiis'iiiiices juradas. A voisa cuniucU e
delegadudo Pono Calvo, o Dr. Jacimbo Paei deldescipliiia durante o espaco de vinle dias
Mendonca, prela Jeronyiiia, prea em meu que commindei cita cumpanhia peuhuri- e 10 libras de arrucar brinco, 333 aaceaa de
120:107/990
deaie formar, emquamo vinha a ininhaimoa
o papel de compra da eiciava presa, e inter-
rogada.
Kste pedido que fu ao Judlcloio publico em
o Diario de Ptrnambuco n. 85 deste mea, ascilou
ao Sr. Manoel Aulonlo Cnelho de Oliveira, que,
F.m cobre HO/400
Notas 8:2tl7/ Letras a veneerem junho 27:6li/Ooo
a julhu 4:479i500
" m '" ..l..,,.___l20:407/B9o n* Qualldade de coherdelro, como dii, do fina.
___.!..., do Joaquina Jos Rabello, duvldava que eu
O theioureiro" possuisie a fallada eicrav por Uin Ululo legl-
..,, i-.j daSilcatiutmia'liininr timo poruolo para aaiisfaier o compromliio
Thoma, Joii da.iul.gnto^Jnior. ^ f u ,. ||eQ> o
uescrivaou.receila, i,Peirei a .u.pen.ao de eu iuiso oerca da
Antonio Cardlo de QueirotFonttca. Ujg'm.nldade do dominio que erto lobre a
^^"^^"'""^'""""TTTtT. tT^^^^ referida eicrava ; e lambem para deavaneceraa
I^OrrCSpOnueilCIS. siupeiaaque porvemura possam ler gerajoo
r pompoao annunclo doSr. Goeiho, aball vai
L n > ..... ni. .,!.. .a. transcripto o papel do compra que Az da es
Senhores Redactores. -Diz o vulgar ada- crlvJ1 ,t0'ritvt udeoutubrode i846!ll
gio, queondeae mata o bot.ahl secostuina (j papel de compra fol panado pelo fliuo do
a esfolar. O Sr. padre Josquim Pinto de venuedor ( por cate nao saber escrev.r), t aa
Cimpoa procurou o Diario de Pernambuco teatemunhas que aaalgnaraio-no ao a loda a
ara desibafir oseu despeilo contra mim. prova iniutpeliai! he verdade que na* pague!
ALFANDF.GA.
Henillmentn do dia 5. 11:148,731
Detcarreoam hoje 8 de maio.
Baret americana Johvn Farnum merca-
doriaa e bolaciinha.
Birc porlugueza -- Olimpia -- idem.
Escuna brasileira Caanle Mara merct-
doriaa.
Rriguo bratileiro -- Reclfe manteiga.
Patacho brasilelro Euterpt gneros do
pal;.
Ilute brasileiro Duvidoio idem.
a Ernutof&o -- idem.
11iiliirini.ni.
Brigue brasileiro Itecife, viudo do Rio de
Janeiro, consignado a Vieira & Carrico,roa
mfeslou o aeguinte :
311 barril e 146 meios ditos minteiga, 200
caixas fogo da china, 1 ciiio medicamen-
to, 307 saccis caf, I enxSo garrafal, 33
rolot fumo, 50 toneladas lastro de pedrt! i
ordem.
Barca porlugueza Olimpia, vinda do Por-
lo, consignada a T. de Aquino Fonteca &
Filho, manifettou oteguinle :
1 barril vicho ; a Dumigos Frincisco Ta-
rares.
3 caixai msgos de llnhi; a Jos Antonio
B'itos.
180 barriquinhai tardinhn ; a Joaquim
Ferreira Menlea Cuimanas.
3 meias pipa! vinuo ; a Dutne Youle
Comptnhii.
40 candes azulejos, 400 vasos de louct; a
Juii Anluuiu de Carvalhu. *
5birria prego, 3 ditos presuntos, 3 cti
a Novios &
Cumpanhf
6 saceos folhis de lourciro ; i Joaquim
Do ninfos di Cnulia.
40 canaalras alhos, 1 caixa retroz, 6 ditas
poma la; a Antonio Joaquim de Souza Rl-
beiro.
40 ctntstrss alhos; i Jos Alfonso Mo-
reira.
1 lata ptios ; a Anacleto Antonio Fer-
reira.
1 caixa roupa ; a Miguel Rodrigues Fer-
reira Candido.
10 barria araendois, 3 paroles ondr-cas,
8 caixas ditas, cestaa e rolhas ; a Jos Ctr
dono da Silva Pinto.
1 caixa fe ha loras, 3 btrris presunto!; i
Antonio Valentn) da Silva Barroct.
1 caixa miudezis, 3 ditas linhas ; a Ro-
drigo Joaquim Corroa.
t caixflo cascas pa'a chapeos, 1 btrril v-
nlio; a Joaquim de Oliveira Haia.
1 caixute doce ; aTnomaz de Faria.
1 embrnlho ferrigens ; a Antunio Jos
Miir.-iia Puntes.
1 barril vinho ; a Calbarina Francisca do
Espirito Sanio.
19 ditos e I pipa azeile, fio ancorlas azei-
lonas, 8 milheiros a 37 raaaa (medida por-
lugueza) sal, 7 caixis lamneos; aos con-
signatarios.
1 callao urna imagem ; a Antonio Fran-
cisco de Moraes.
Aceitas diversas fazendei, 1 cunbeta en-
chf, 6 barria pregos; a Jote dol Ssntot
Tinoco.
3 volumet um giitrJa-roupi; a Jos Fran-
cisco da Silva.
30harria vinho; a Bailar & Oliveira.
6 livros ; a Jos Antonio de Carvalho.
3 barricas farinha, 4 gaiolas passaros, 158
pec a oidem.
6 mullios de louro ; a Antonio da Costa
Nevea.
CONSULADO GERAL.
pas, ate, fibrlcidoi am piiiii
eairangeiros 110,000
Dito sobre legos 106,800
Dito sib-o barooi 369,^00
Tixt de eicravos flBi.OOO
Emolumentoi da ledretiria de
oslado dol DegoclOI dl fa-
xendt 37,500
Dilot di secretiria di tliesoun-
ria di dita 63,500
14:337,672
A itber :
Pertencente lo rendimento do
corrente exorcicio de 1851 a
1852 13:619,811
dem dem a divida ictiva 577,858
14:327,672
H-'celie loiia de ron I as internas garaes
de Parnimbuco, I de maio de 1853,
O etcnvllo.
Manat Anlonlt Sintoe do altaMfii,
CONSULADO PROVINCIAL.
llindimenln iln dia 5.....1:168,595
^~~mmmmmmm*mm>smmm!i___i
Movimento do porto.
Ilenriqueta, fllha do BtrSo- 0. Caraiola.
Genoveva, criada da eitiligem -- D. Amalia
Montilro.
A aceni pina ti i no primeiro icto ni
ettaligem daumaaldeia da Blgica, peno
dii frontiirii da Franc; no tegundo no
ontallodoBarao, no terceiro em Pinz
em cuide II -rlrtn.l.
Terminar u espectculo com a gracioil
comedi em 1 icio, .
0 DILECTA5TE.
ComectrAii 8 noraa.
O bilhetei acbam-aa a venda no logar
do costume.
Publicacdes Iliterarias.
I'nlilicHcao jtiiidica.
ndice alfabtico da Legialiclo brasileira
pro nulgada al 1850, coui a legislacBo an-
tiga a respeito das leis promulgadas, pelo
desembargador JuBo Jotquim da Silva.
NlOteve o autor (I- sm ludir em vista
confeccin-r um repertorio de to la a legis-
laco e n vigor, pois que Acerca deobierloi
relativos As repartieres d marinha a guerra
s.lo apenas indicados os que podein aer le-
vados por qualquer motivo ao oonhecimen-
lo do po ler judiciano e do governo provin-
cial; fui aeu intuito lmame facilitar aut_
juites, advoga ios. em regidos pblicos di
juslica, fazanda a polica, e aot negocian-
tei o meio da conhecer al leil i romulgadat
e ii decisOel do governo n o llm do anno
do 1850, coiiipr. hiiiiilen-lo lambe n O Indic ',
material que interesso ao clero e aos
ridad.los em geral. Entendeu, portento, o
autor que serla de ilguuit utiti Jarla il dilTe-
renles class'S da socie lade a publicarlo do
seu ndice Alfabtico, que abrange extrac-
to! dos aponlameutoa do Exra. cuntelheiro
de estado, oSr. Jus Ant mi da Siva Haia,
e dilposicoi ainda em vigor de leil anti-
gs, alvaras e assentos daa exiinclas casis
da supplicaco. *
Veude-ie por 3,000 ri o praca da lode-
pendencii, livrara n. 8 o 8.__________^__
a nir a__- -^B^mfa^ma^mKmm
Avisos martimos.
A Bahia.
Propem-ie pira este porto o veleiro hli-
teCaiuixoso.oa tenhoret pretndanles pode-
iSo dirigir-sa io mestre, abordo, em frente
do caes do Ramos, ou a L. J de Castro e A-
raujo : na ra da Cruz n. 31.
Seguir! para a culada do Porto, at o
fim do corrente mez, o brigue portuguez
Bom Pastor, de primeira marcha, forrado e
oncavilhado de cobre, tem metade do seu
carregamenlo promplo, receliendo o relio a
frete, e lambem passageiros, para o que tem
mui excellente commodos Irala-secom
Rallar & Oliveira, na ra da Cadeia do lleci-
fe, irn i/em n. 13.
Para 0 K10 de Janeiro vai sa-
hircom a maior hrevitl ule possivel
o brigue nacional Vencedor,para o
resto da carga, passageiros eescra-
vos a relej trala-.*e com o capitao
Cleto- Alarcellino Gomes da Silva
ou com os consignatarios Movaes Se
Companhia : na ra do Trapiche
oillm.Sr. insp cior di theiourtrit da'n. 041
i'ara o Rio de Janeiro, sc-
Navlo* entradut no dia 5.
Terra Nova 33 dias, brigue inglez Nompa-
n I, de 23.i toneladas CapitAo A. Carrai-
chael, equipagem 13, carga bacalhao ; a
James Crabtree & Companhia.
Idem -33 diat, brigue inglez Titania, de
330 toneladas, canillo II. Pulfray, equi-
pagem 13, carga bacalhAo ; a James Crab-
tree & Companhia.
Rio de Janeiro -16 dial, brigue inglez Riga,
de 189 tonelada', capitaj) W. Patrick, e-
quioagem 7, em lastro ; a ordem Ficou
de quarentena por 6 dias.
Rio Grande do Sul-- 35 dias, patacho liim-
hurguez Juliana, de 98 toneladas, capitio
Halad, equipagem 7, carga couroa: a N.
O. Bieber & Companhia. -- Veio arribado
com aga abe Montevideo 19 diaSj brigue inglez Emmi
Granan de 300 toneladaa capit9o Ter-
usun, equipagem 10, cirga ussosechi-
rei; ao capitSu. -- Veio refrescar o segu
para llull.
Pa'anagua-34dia, brigue brasileiro Be-
lizario, de 333 toneladas, capito Manuel
da Silva Sanios, equipagem 13, em lastro;
a ordem. -- Veio recebar pratico e segu
para o Ass.
Montevideo 30 dias brigue americano
Tuscany de 367 toneladas, capito T.
Mayo, equipagem 9. carga ossos e chin-es;
ao capituo. Veio refrescar e segu paia
llull.
Navios sahidos no memo dia.
Camaragibe-- hiate brasileiro Novo Deslino,
meatre Estevo Riboiro, carga varios g-
neros. Conduz os mesmoa passageiros,
que levava, quando arribou a este porto.
Gihraltar-brigue sueco Vanji, capitao C.
F. Kihl, carga assucir.
Lisboa birca porlugueza Ligeira, capitao
Antonio Joaquim Rodrigues, carga assu-
car. Passageiros, Francisco de Souza Tra-
vassos, Jos Ribeiro da Silva, Jos Paula
da Fonseca, Jacintho da Costs, Ceriru les
Magna da AsaumpcAo, Rodrigue d Cos-
ta Carvalho, oom ana aenhora a 1 criada '
EDITAL.
fazen la provincial, era cumprimento da or-
dem do Exm. Sr. presidente da provincia,
man ia fazer publico, que nos dias 35, 36 e j
lem do xm. Sr. presidente da provincia,
'gue impreterivelmente, em 6 do
27 do corrente ira apraca para ser arrem- I corrente mez, O patacho INictlie-
tado perante o tribunal administealivo da ._:,., l,;m !__ P_
mesma thesouraria, a quem por menoi flzer roy. capiliSo Joaquim Jorge bon-
a obra do 3* lauco da estrada da Escada, calves, por estar com seu enrrega-
I ment prompto
Rendimento do dii
Idem dodi 5
la*.
2:123,814
1:829,563
3.933,377
DIVERSAS PR0VINCIA8.
Rendimentodo dii 114. .
Idem do dit5 ........
48,591
179,038
327,623
F.xpoi'tuciio.
Rio de Janeiro patieho brasileiro Valente,
da 130 tonelada!, cunduziu o aeiuinte : --
1030 lceos e 83 barricas com 5*10 arrobas
A arremitacSo sera feila na forma dos ,uc.ul F''P'" quem no mesmo
artigos34e27 da ioi provincial o. 286 de quizcr drregar somente cscravos
17 de maio do 1851, eiob iicltutulas os- a frete diriia-se a seu consiirnata-
pciaes abano copiadas. ; n jj i i,
Aspcasojsquese propozerom a osla ar- no Jose Lmiiilulo de Larros, no
remat.cSo comparecam na sala das sessOes seu escriptorio na ra da CrUZ
do mesmo tribunal, nos dias acin,a men- ((. '
clona ios polo meio-dii, competentemente 00'
habelitidii. | Para o Cear,
E par constir te oiindou aullar o pre- le(?lle com muila brevidade a escuna naci.
senteo publicar pelo Diario. nal Maria Firmina, e sumaca Flor do Ange-
Secretanada azenda provincial de Per- |im, por lerem us seus carregamenluiquisi
imbuco lde mnodei8S3......^ promptos, pdem ainda receber algumi
carga a frete, para oque pdeentender-se
com Luiz Jos de Araujo: na ra da Cruz
n. 33.
Para a Bthit legue com brevidide o
patacho Stnti Cruz; para o resto da carga e
passageiros trata-se 10 lado do Corpo SlQlo,
O lecrettrio.
Antonio Ferrein d'AnnunciicSo.
Clausulas especiaes da arremitafio.
I AS obras do 3" lanCO da estrada da
Escada serAo feitas de conformidade com
o ornamento e planta aporovadns pela di-
rectora em conselho o'esta dat, e apresen- fj, de maaa'ij'ea n. 35."
tadua a app-ovaca do Exm. Sr. presidente n u- |anprn
ea provincia, ludir na importincii de rara o nio ae Janeiro,
13:911 810 n. sahlra infallivelmente no dia 13 de maio
2. "Oarrematintecomecar ai obm no Prox'mo, o patacho nacional Bella Aila ,
praso de um mez e concluir no do um an- Por ler P"" carga prompU : quem no
no. contado da data da assignatura do con- "esmo quizar carregar, ir de pass.g.-ra, ou
rgcAo remoller escravos, pode tratar con Manoel
3. A importancia desta arrcmalaco se- Al""~s Guerra "mor, na rila da Cruz n. 40,
r paga pela forma determinada no art. 9 o.u. com o capito Manoel Jos de Sena Mar-
da lerprovincial n. 386. tins, na praca do Commerc.o.
4. l'aia tu lo o in-is que n.lo eslivor de- I'ara o liio de Janeiro, vai
terminado nai pretentei clazuliaaeguir-se- 8aj,r com a maor brevidade DOS-
ba o que disee n le provincial n. 386 de __-t_t_. _____i ,
17 de maio de 1851 Cunfurme.
O secretsiio
A. F. d'AonunciacSo.
sivcl, o veleiro patacho nacional
Conanca : qem no mesmo qui-
Dcclarafao
zer carregar, embarcar escravos ,
ou ir de passagem dirija-se aos
consignatarios Novaos ti Gompa*
ram meu coraco e mo faz paleullar peran-
te vt o jubilo que experimento por ver
que chegaate auflm para que fuetea criada.
Ilide pois descancar em vossis casas, no
salo de vossis familias, e colher o fruclu da
paz; e quando a patria exigiros vossos ser-
vicos espero, que estaris sempre promptos
a presta-lus como sempre. Recebe! os
meus sinceros gradecimentos como com-
maodante interino da .companhia pela ex-
emplar cooducta, deciplina, e amor a mo-
narchia Brazileira, e deizei cuaiigo cheiua
deenthusiasmo:
Viva S. M. o Imperador o Sr. D. Pedro
aegundo.
VivaS. Ex. o Sr. presidente da provin-
cia.
Viv S. Ex. o~Sr. mtrechil commiodante
das Armas.
Viv os briosos e reioeitiveii guardas
nacional'* da primeira companuia.
Francisco Martins dol Aojo! Paula.
Tente commandante inleiuo da mes-
ma.
Olinda, i de miio de 1853.
Camarades I Estiea dispensado do pua-
do trrico de deilictmento ni capital da
provincia, em que permtneceite por quaze
quilro mezei.
arroz, 1357 rucios de vaqueta, 2500 cocos de
comer, 4 t|2 pipas sebo, 3 ditas azeitadecar-
rapato, 3 caixoies objectos, 1 dito latas de
doce, 5ditoi eipanidore, 12 tiboai de ama-
relio
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 5..... 471,313
HEND EN TO DO MEZ DE ABTUL.
- Perantea cmara muuicipal desta ci- nna na rua 0 Tra[fiche n. 3i.
dade continuarau a eslar em praca, no da ... 1 ~ ,
il docorreuie, os coucertos a fazor-ae no rara o nio de Janeiro sane
acougue da Boa-Vina, orcadoa em 400,000, em poucos dios, por ter o seu car-
regamento quasi completo, o bri-
gue brasileiro nimo, forrado e
pregado de cobre, e muito veleiro,
para o restante da carga, passagei-
ros e escravos a frete, para o que
tem commodos sullicientes : trata-
se com o capitao Dminos Anto-
40 recita da assignatura. nio de Azevedo, ou com oconsig-
sabbado 8 de maio de i85a. ,Mtari Luii Jos de S Araujo ,
Depois da oxecuco de urna das melhores m rua da Cruz n. 33.
Para a Bahia sabe com a
THEATRO
DE
S. IZABEL.
Foros do terrenos de uiarinm.
I.ilO ICOIIOS
Siza dos lien de rail
Decima addicional das corpora;Set
de ino mora.
Dita urbana
Direitos novot a velhoa e do
chancellara
Dilima da dita
Matricula do cuno jurdico e'ctr-
til de hachareis
Multi por iofriccOei Jo regula-
mento
LegiiinacOfti
Sello flxo e proporcional
Premios doa depsitos pblicos
Emulumenlu da certiddei
Imposto aobre lujas, a casal de
descuntos
Dito lobre casis de movis, rou-
36,498
30,000
3:818,347
58,770
S.080
889,798
188,813
1.975,600
ouvrturas, pel urcheilra, subir a acea a
nova e excellente comedia em 3 actos, orna-
da de canto, e tiaduti la no Rio de Janeiro,
do original francez, de Mr. Varnet, que tem
por titulo,
O W070
JUDEU EMUITE.
PERSOHAGENS.
Bertrand, banqueiro --Germano.
Oacir Durand, medico -- Bizarra.
Duramberg, director de comicot imbulin-
tei-Monteiro.
Dnnnti, auditor doconsolho deeittdo
AinOedo.
SUtzbourg, mercidor (bofannheiro) Ray-
roundo.
O bardo de II irnmlicre Coimbra.
14,478 Folbeit, labelliao- Pereira.
-316,000 Durooher ..procurador de cautas -- Jos
4:310.060 Alvel.
43,114 Guibourg, director de um cimiDho do farro
5,8*0 Pinto.
Glllois, chapeleiro -- Cibrtl.
l.egris, mereidor deseceos emolliadot
Roiendo.
3.581,16
maior brevidade possivel, o hiate
Amelia : para o resto da carga e
passageiros, trata-se com os con-
signa tdrios Novaes &c Companhia,
na rua do Trapiche n. 34.
-- Espera-ie cora brevidade i es ti cldide
o vapor Cuuntess of Lonsdala do lote de IOS
tonelados inglezas, de Turca de 130 cvalos,
em estado perfeilissimo, tendoaccommodt-
c.i'3 pan 60 paugeiroi. Os pretndanles
queirtm apparecer sera demura, porque o
mesmo vapor' oa falla de oompradorea ues-
te porto, seguinlogo pira 01 portos do Sul.
'^mmv
Avisos diversos.
I'recisa-ie de um bom cosinheiro, ni-
cionil ou estnogeiro, aendo livre : ni rua
da Aurora, casa du Sr. Elias Baplistt, junto
io Collcglo dtt orphan. -
Bernardo Dorolnguea da Silva Araujo,
embarca para o Rio de Janeiro osau escravo
Franciaoo, creuulo, de idade 20 annos.
Precisa-ao de urna ama de loite : ua ru
do Livnmenlo luji.n. 14. r
>.


r

**

T
H/'
-- Deseji-se fallar aoi8r. Jos Eustaquio Ni loj decilcido n. 19, di rut do I.i-
Micel Montelro Antonio fuaes de Mello,di vnmento, precisa-se do um ciiieuo, que
Olindi e Frmel'aco Luiz Viren na rui di tenhi pntici, ou sem ella, e que sej dili-
Cideia'doRacIfen. 5*. gente, dindo flidor a iui conduti.
.. a pauoi que mnunciou precmr da --Oclaviano de So un Franca, tnudomua
um hottiem aolielro para ae encarregirdo esidaneia, pin i rui di Cun n. 7
eoino deilgun nienioo ele, queirun- -- Francisco Rlbeiro Pireg, embirc pin
nunciir sua morada para aar procurado. o Rio da Janeiro, og escr.vos, Maris, creou-
.. a peana que mnunciou no Diario de la, doSSinnos, o Jog de nsco,de 38 annua
5 do correnta, querer urna pesaoi pin en-' Precisa-se lugar um litio parlo di pra
sinar primeras letras, a juntamente anear- (i, que tenhi planta de cipim, e bastantes
regar-ie do curativo di gente do mestuo en- arvuredus de Crudos : quem livor dirija-as a
eenho. queln procurar ni ra larga do lio- praca da Independencia n. 19.
sirlon 48,botics. O!
Aluga-se urna casa terral oa sobrado l'recisa-se de duas amas sendo uuia *
que tenha quintil, cacimba, e commodos de salla, e outia que entend bem do sj
pan rimilia, as ras das Cruzas, Cadoiada 9 coznhi, para o survico de urna cssa
Ssnto Antonio, a Recife, Uvnmento, prsci- 0 de pouoa familia, n5o se duvjdar pi- *J
nlu do dito, ra dos Quirleia ou Urg do gir muito bem, f.zendo estas lim ?
Rosirio : quem tivr annuncle. as vontades.e que sirvfio com gusto a
O Dr Manoel Joaquim Fernandas Ems, seus amus, ni rus do Ces por delnz sjj
como procurador de M.noeldeSouia Braga, 6f di ruado Brum nico sobrado que J
ora residente no Rio de Janei'O, acba-aeeu- sa tem, aendo de dous sndires pln.sdo *
corregido pelo mesmo psn vender urna ca- por fura de vermelho, ichirfio coro
sa terrea, do enfios proprios, sita ni rui di | quem tntir, ou ento na rui do Vi-
Cloria n. 51: os pretndanles podem dirigir- *) g,ro 11. 9, se dir quem he que pre-
se a ra de S. Francisco, ontr'ora do Mundo, t) cisa.
Novo, sobrado n. 68 A. (
A pessoa que desejs ssber da minha --Precisa-so de uui pequeo pira caxei-
morada, como seja bastante longe, queln ro que seja diligente o fiel, dindo Redora
sua con lucia, nsga-se bem o seu ordenado:
1 tratar na roa esireta do Roz'io 11 *3.
l'rccisi-se ilugar mensslmente urna
prati escravade boa conduca a capat de to-
mar conla de lervicos internos e di rui, pi-
ra uma casa estrangeira de pouca familia :
quem tiver querando, poden procurar di
ra da Cruz n. 7, 2 indir pira fizar seu 1-
juste.
O Sr. Jos de Soma Mon-
teiro, alfaiate portuguez, da ra
das Cruzes,queira vir, ou mandar
pagar o que deve ao abaixo assig-
nado, desde o anno de 1848 e
em quinto no o fuer ver o seu
nome publicado. Antonio da
Cunta Moars Guimares.
a
dirigir-so a loja do Sr. Jorge, meatre de il-
la i a le, ao pe da meama loja que oi de rejo-
gios, que este sonhor ilira a minha morada ;
pola a sua he encantada, pelo numero, ao-
me da ra, nao se tem echado, j foi 1 rui
di Concordia n. 5,1 dita senhon desls osa
respondeu que nao era I*.Par Dr. Uaplis-
la, Flrmlno Hiplisla. ,
- Manoel Ignacio da Silvi Teizeln, cida-
dJo brasileiro, vsi Portugal; leva em sua
companhia seu Olho Hemeterio Augusto da
Silva Telzelra.
Fernando Jos ds Rocha Pinto, remella
pira o Rio de Janeiro os seus eseravos Cie-
tano, creoulo, de idade 18 limos, Mana de
uflto, deldadaManooa
- Delflno dos Anjos Toiieira empirc
para o Rio de Janeiro, a sui escrav, de no-
' me l.ui/a, creoula.
- M ,ria Leomrdi de Souza, embarca pa-
ra o Rio de Janeiro, o seu escravo, de nome
Concilo, crooulo.
- Fernando Jos ds Rochs Pinto, remet-
a psra o Rio do Janeiro, asuaesersva, de
nome Clemenlins, de nacSo, de 30 anno de
idade.
- Jos Jaclntho Guedes, vsi a Portugal.
Precisase de um mulher, que seja de
boa conduela, que queira prestir ilguns senia Icr de 5 a 30 annos de Ida- do reforido escravo ao lugar aci na me
servicos, e 10 meirno lempo lervir decoro-! j -alatnra baii olhoi mandes, nado, onde aorfiu generosamente gratili-
panh..aumsscnhor;.,taosmentepelone-(dee8UturaD"x''' 0HM" gldnaes caJi9. J0S0 Vieira di Cunhi.
cessario: quem soachar em laes circums-, beicos gressos, tem no peito uma
tanciss, dirija-se 1 esta typognphii. que coroa bln!x\ do baptismo da sua
instruir-soha a respailo. L D, ._
- Precisa-ge fallar comoSr. Dr. Manoel [nac. So, e lie bastante regrista, le-
Mamede di Silva Cosa : na ra do Uvn-) V(JU vestido de di
""^Antonio da Cunha Soares^a CoaUdeHjtr.
J.i quem a ipnrehender poden le- Precsa-se de um bom distilador de a-
Guimaraes,em JU1Z0 convencer ao 2a_\. a J An vr'n In. -. goardenle para um engenho na ribeindeSe-
O marcador de pra tos, res-
ponde ao rocciro Manoel Caldas
Brrelo, que na sua loja da rila ds
Cadeia numero 6 he que Ihe de-
ve mandar aatisfazer o seu de-
bito pois bhi he que o contraio ,
e nSo emS. Amaro Jaboatao no
engenho Macujc, como declara no
seu annuncio de i3 do corrente.
Mscales e boceteiras.
O arrematante do impuatodos mscalos e
boceteiras, de novo convida aos que and un
vendeido pelas ras desla cidade e seus su-
burbios, fazendas e miudezas, a yirem ti-
rar a competente licefa, som aquil n9o
piidem andar vendendo, pois n3o ae enteode
s por fazendas e miudezat aquella) que
su melir-seseria isso um absurdo nenes-
sano, a visla do que previno aos quo por
nSo trazerom varas eaflrir;oes e etc., as-
senlam de que tambem 11S0 devem Hrarar a
respectiva licsn$a; pois do conlra'io sole-
1 fi.i aa pensa da loi, visto o arrematinie por-
der co Tendo-se dtsencimlnhado uma carta
vi ma do Rio de Janeiro no vapor S. Sebis-
tiflo para o aballo aasignado, a qull confi-
nha dous bilneles inleiios e 16 meios ditos
da loteria, a saber: um intelro de ns. 711
e oilo maioi da r>\ 171,8S0, S939, StOO, 3U0,
3526. 4858 e 55*5 da 21. lotera do tbeatro
de S. Pedro de Alcntara, e um nleiro n.
5133, e oito meios de na. 909, 1909, 2722,
3088, 3088, 3565, 4788, 5335 da 7' luleria a
favor da cultura da Amureira e criafSodo
Bicno da seda : o mesmo abiizo isslgmdo
eipressiemo fazer publico, ail>n deque
nSo aejam pagos sen3o 1 elle os premios que
porvenlura sanirem ios sobreditoS'bilnetes.
Antonio Luiz dos Sintos.
No da 26 do p. p. mez de Abril desap-
pareceu do engeoho Araiipe de baixo do a-
baito assignado um escravo de nomo Jos
oa IVi\,in, levando gancao no pescojo.cha-
peo de couro, cunisa e Carouli de algodi1o,e
cicatrizea nal nadogas, demais dos segunles
bem Calanle,
3
.... r mu ios : creoulo, bem preto,
LIO OU a i UO Corrente, C por: bastante lito, Ji pinta, teali o Cantos gran
OCCasio de ser mandada as GinCO des, cara comprid, espidaudo, pernas ar-
n j 1 ,. ..L. queadis.e rendido de umi virillu. Foicom-
l'ontas, a recado de seu ,-enhor ,1 Jr.d0,*e1,oa Jo,ertao,econsii serdoSo-
desappareceu uma preta, de nome' rid, para onde provaveloaentese dirigir,
Anrrplir.1 narSo Kebollo reore-lpur lsso rogo "s u'horidadea policiaes e
Anglica, nacao neuoito, repre CiBj,aB8 jecampoaaprehensao_e conducho
Pampones,
Tirsm-se passsportes para dentro e fort
do Imperio, despacnain-se esenvos, correm-
se folhis e tirain-selilulos de residencia :
llita roxa e panno para esteQ01 procura-sena rus doQueimado
.s brancas e azucs: ijfft.-- d0 Sf" ^^ "^
__ ObIuxo aSSICliado, f SCI- convier, que as IraosicOesdesua casa com-
Y ___.t mercial passam a ser eilaadehoje em dun-
ente aos seus devedoies, que aie le 50b a uuici firma do Sr. Jos Candido de
sendo que assim responder com
pletameate aos annunciostlo mes-
T. 90"recer--se uma .... pira cozinhar e'O m de maio, queiram vir liqui- Barros actual m*%g** *fj
fuer oservirjode ums casi de pouc fami- dar o que Ihe devem, e lindo este .
1.. : quem precisar, dirij.-se .0 Mundo No- I *, n5o |iavel quexa na ~ abalX? 8f' 8nad phrma-
C"Tiiftl-l da Boa Visla 'fubl.cac.o dos seus nomes An- ceut.co approyado transferto os
Pri7cipi^Ltidadedome;Loda^
Mariano, tendo pra.ica lodo di. | l'rec.sa-se-de urna ama pa- jrog, que .. a .1 ,
feita pelo reverendo padre mestre ra criar um. enanca de a mez si '
Leonardo Joao de Grego. que tenha bastante le.te e seja do Hozarlo, ,
- Precisa-se deummoleque, de 10 a 12 csrmliosa : na ra do Vigario n.
n. 88, onde continuar a prestar-
annos; na rus ds Cruz n. 6, em casa de Ja-
mes Ryder & Compsnhis. ^
Luiz Jos de S Araujo, vat
fazer uma viagema Europa, e dei-
xa encarregados de seus negocios,
dorante sua ausencia seu mano,
Manoel Jos de S Araujo, Jos
Antonio de Araujo, e Jos Alfonso
Moreira.
- Uiz Jos de S Araujo, tendo de fizer
urna viagem a Europa, pede ai pesaos a
quem possa dever qualquer quanlia, de Ihe
tirar a competente cunta, e mandar rece-
bar, em aua cass, na ra da C'uz n. 33 ; o
meauo roga aa pessoas que Ihe eo devedo-
rea de cumas antig'S, de pagarem a seu cii-
xeiro, Justino Amonio Pinto.
wvwvki \iwmmimmmw II) Cunslando-meque alguem lem es-
M peinado o bollo que iscarleiras ven- K
}} didas ni botica homiopathica da mi B
das Cruzes n. 28 erao prepmdas I
:J com glbulos de assucar de cana, e 1
S por consequencia falsillcadis, o pro- II
5 pnelsrio da mesms butica para mais
jy gmntia oDerece-se, nao s s embol- N
aar o importe dis mesmas, s pessois B
que nSoliveramobtido resultados com |
aa suas prepari(Oes, como tambero II
quilquer tubo estrigido pela humi- j|
dade ou por qualquer nutra ebuaa se- gg
ri promplameulo substituido por ou- fj
g tro sem nuva despea para o com- a
I)a-se4 a 5 cornos de lis sob firmes,
Eenhores de ouro e prata ou hypolbeca ero
ens de rait ncsti prna : quem quier pro-
cure ni ruieslreiti do Rozrio n. 43,2. andar
que ie dir quem da.
Manoel Jo, de Souza Carneiro embar-
ca pira o Rio de Janeiro a sua escrava de no-
me Melania creoula.
Tendo ja innunciado para virem pagar
o que devem na ra do Livramento o. 38, 01
Srs. olCclaea Tenente Bastos, e alfares Ma-
tozo, porem como me pedissem espera sus-
pend o annuncio, mais como al agora n3o
comprisjem cornos sous tratos, teuham pi-
cienci oor eu tornar annuuciir,pois contas
de 1850 ji nilo heaem tempoque se paguem,
e emquauto nSo pagarem verao todos os das
osteua uomes nesla folha.
Mallos & Magalhcs
Attencao.
Teado-se por vezes rogsdo a aquellas pes-
goal que eatSo devendo cuntisintiiasna ven-
da di ra di Cadeia do Recite n. 25,defronte
do Becco I irgo de virem pigarseus debiios,
\ o comopoucaspessoaaotennimfello; poris-
g aeroga novamente.e pela ultim vez em ge-
ral todoifde virem pagar seus dbitos al o
1 fluido corrente mez de maio.na certeza deque
irjoellei que o nSo llierem terflo de ver .eus
nomaa publicado poreate Diario ese proce-
der nos termos ds lei porquanto gneros
comprados 1 pnao de 2, 3 e 4 mezes, o mais
nSo he para ae fiar por 3, 4 e msis annos.
-- Perdeu-se 1 carteira.contendo 1 letra de
160etnlosmilrls,ja vencida aceilapeloSr.
Benlo Borgea Leal, e mils ilgumas coalas e
papis que tservem 10annunciinte.e mils
sele oilhii em dlnheiro, assim se roga a
qualquer penoa que a aehar de a entregar
na roa da Caden do Recife 0. 25, que ilern
de se dir o dlnheiro que tem dentro se dir
mili tros mil ia., tendo miia dentro urna li-
v cenca da carean municipal, pira vender fi-
zendas na ra, e 0* bilbete da afllrif So da
vi n.
se aos seus freeuezes. e aquellas
10, tercetro andar. s -i
emforofferecidoumdidal pessoas, que o quizerem lionr
^R'g.-ie.osSrs. Manoel Jos Perein. to sortimento de drogas e tintas
empregado abordo do patacho Vilente, hoje para aviar qaalqtier encommenda,
neste porto, e R. F P. o favorde virem, j provnca como para
ou mandaren! a ra da Cadeia n. 7 pagarom """ I r
o que se achSo a dever so ex-rsubelecimen- fora, o que promette lazer por pre-
to de Fnnci-coGoncalves da Silva l'ereira. og rasoaves e com promptidao :
Constando que a mesa actual ds irman- ,
dade do senhor Rom Josus da Via Sagra da tendo como seu administrador no
Igreja oe Sania Cruz, pretende vender o ter- roesmo eslabelecimento ao Sr. Joa-
reno da mesma irmandade, contiguo a igre- .___.__ l__ -_i.-:
ja, pre.vine-se pelo presente, que ninguem quim Jos Moreira, bem conheci-
aca negocio algum com o dito terreno por (| n(.,ia cidl(j pe )S seus conhe-
vr&tsstt v&sxz **!de p|,a.rmria qual
llimte negocio, sem dehberuSo de uma esta tumbem autoriiado em ausen-
mesa geni composta de toda a irmindade; j abaixo assignado a fazer as
epa-aque ninguem achame a ignorancia o
se faz o presentesnnuncio, aflu deevia- suas vezes em qualquer objecto
rem-s pleitos judiciaes de vindicado. tendente ao mesmo estabeleciinen-
Anda esta por arrendar o engenho Li- .. ,
moeiriuho, sito na bem do rio lpujuca, f,c- to. U mesmo abaixo assignado pro-
guezia de N, S. ds Escsda, moente e corren- mettc publicar brevemente uma
MiSaAttttt rela^de todo rm 10 de fazer relame, casa e andimepan pur- tem COlll OS seus ltimos pre908.
garomesmo, um tanque que leva pan ci- p.rn.mi,ll#,n 17 de abril de l85a.
ma de 600 cargas de mel, ceresdo todo lei- r/ernamDuCO, 37 UeaDrll ae loja.
lo de vellido; timbem se irrendi com 40 Jos da ocha rarannos
animaes de roda, e vende-ss a safra com lir-: Aluga-se uma casa de sobra lo de 1 an-
mas a contento do arrendante, na pra(i : j,r que tenha soto, c seja fmsca, com co-
quem o pretender, pode procurar no mes- ( modos para gnnde familia, ten lo quintil,
mo engenho, seu proprieiario JoSo Francia- DOi bairros aegulntes : fregue;.ia de S
co de Oliveira. [ Antonio, no Reoife, ou oa da Boa-Vista am
u Sr. Manoel Viz de Souza LeSo, fe- ruig boas : a fallir ni ordem 3* de 8. Frin-
tor, ou lavridor de engenho, na nd pagar c;ico sbrado 11. 6, a qualquer hora dodia.
uma letra da quanlia do48,560 rs., vencida
em 18 de novembro de 1849: na ra do Cres-
po n. 12.
-- Jos Alves di Silva GuimarSe, com-
pren, porcooli dos >r. Jos Lopes Pesaoi
da Costa, Amonio Rodrigues de Castro u-
snes o Jlo Jos di Pirdade (de Binaneiras),
os meios bilhetes da stima loteria do Rio
do Janeiro, concedida beneficio da cultu-
ra ddimoreiraa, ni. 4819, 5950 e 71; as-
sim como mel bilhele da mesma lotera,
n. 4819, pertencente 10 Sr. Nuno M'g>lhSes
de Menezes, e mais meio bilhele de n 4003
pertencente em pirteg iguaes ao mesmo Sr.
Nuno e Pedro Julo di Konscca, no mesmo
lugar moradores.
Grande fortuna.
Trispa xulo, por junto ou retalho, pan quem quf-
zer rdilicar, cora 200 palmos de fundo, em a
nova ra junto igeja de Santo Amaso, con-
forme o novo plano da cimm; ptgaudo-
soiaciio asr's de loro; cujo lugar he
hnje preferido para se pasaarem os mezes
de cilma, e mesmo pira se habitar annul-
mente, om rasflo di siiulind.de reconhe-
cida por todug os habitantes d'alli: a fallar
com 11 seu prophetano, ni rui larga do
lio/ rio, n. 24, pii oeiro andir.
--Aluga-se urna prela escrava, pin o ser-
vico interno de casa de familia, a qual he
multo zelosa, para tntir enancas: 1 tratar
na ra doQueimado, I0J1 de ferragens de
Jos Rodrigues Ferreira.
Precisa-se de uma ama, pan o servifo
de umi casa de pequea familia, porm que
siiba ensalmar e engommar prelero-se
que seja pesioa de i Jado, e muilo cuidado-
sa noque le encarregar : na ra do Hospi-
cio n. 34.
- Joaquim Ribeiro Pontes, val F.uropa
tratar oe auinude, deizmdo por seus
procura Jores a seu i'mSo Jos Kiboiro Pon-
tes, os genitores Desne Youle & Companhia,
e os senlmres Rozas Braga & Companhia, fl-
esndo o pnuieiro na gerencia de sua cass,
durante a sua ausencia.
Os ser. hores de ve Jures ds Tazenda pu
blica nacional, qne receberam guias no car-
tono 1l11j017.11 dos fetos, queiram quanto
antes reculher ao mesmo os conhecimenlos
de haverem satisfeilo os seus dbitos na re-
particSo competente, pois, gegundo a le-
gisla(ilo vigente, as ezecurjOes contra elles
encaniinhalas nilo pdem estar suspensas
at que a isso se deliberem.
Tendo o Sr. Manuel Antonio da Silva A
mo i 11 amigavelmente annuido a estincSo
ds aociedade que exista na iui larga do Ro-
zrio 11 9, por um papel de declara^flo exis-
leole em mSo do Socio Francisco Antonio
de Carvalho Siqueira, e porque queren lo os
do is soems evitar todi e qualquer duvida
que possa liavor em conferencias de coulis
de gneros vendidos cisa debaixo da firma
ilo Silva Amorim & Compmnii, rojjjiin to
dos os ere loros tennam bon lide do apre-
sentar is .-uas cuntas a li 111 de se pudor fechar
legalmente o lialanco em razflo do dito Amo
mu ja ter entregado a Casa,igualmente ter a-
cabado todas al suas fuilfOes de socio e ge-
rente.
O thesoureiro da loteria do
Livramento, faz scienteao respei-
tavel publico, que a loteria corre
impreterivelmente no dia 29 do
corrente, anda mesmo que fiquem
bilhetes por vender, o restante dos
bilhetes inteiros, meios, finarlos,
decimos e vigsimos, estan expos-
tosavenda, na loja de miudezas
da praca da Independencia n. 4-
Bilhetes inteiros 10,000
Meios 5,ooo
Quartos a,600
Decimos 1,100
Vigsimos 600
ptima casa de negocio,
Traspassa-se a chave de uma casa da ra
porm cede se com elles, ou l 1
na ra ireiti n. 55.
orinacoo ;
<<
a
A fe rico as.
Oirrematanle das aferi^Oes desla munl-
Os senhores que devem conlss j snli- cpjo do Recifi, fiz corto 1 quem interessir
gas, na loja da rus do Crrapo, de Jos di queseacba revendo as feric,oes do corrente
Silva Campos & Companhia, mandem pa- j.nno, e que nlo g.a guardem todos para o
ga-las, esterando que assim o fac,im, pira j,, pois o lempo marcado breve so ultimar
nos poupar o desgosto da o mencionar por 6 parl que nilo se chamo algum a ignorancia
este Diario, sem oxceprjSo de pessoa, e in-
dependente disto sero entregues a pessoa
pan is cobrar judicialmente.
Precisa-se saber se existe
nesta cidade, ou provincia Luiz
da Cunha, filho de Joo Luiz da
Cunha, e sua mulher Thereza Lou-
renga da Cunha, do lugar da Por-
tella, freguezia deS. Pedro de lii-
ba doMouro, provincia do Winho
do Keino de Poitugal, vindo da
Lisboa no anno de 1817, ou 1828,
sendo pela alfirmativa pretnde-
se fallar com elle, ou com quem
d noticia, a negocio de seu inte-
resse : na ru. do Trapiche n. 3'|.
Preciaa-se de umi ama forra ou captiva
pira fazer o servico interno de uma casa de
pouca familia ,- na ra do Pilar n. 72,2. in-
dar em fon d poitia.
Aluga-ie um sitio 00 lugar de Parnime-
rim.coni irvoredos de fructo: ni Cinco Pon-
as cisa n. 94.
Precisa-so de um ciixeiro pin tomir
conta de um deposito de pBo e bolaxi, e le
d enteieiie dan 10 o mesmo cilxeiro um
Oidor do que ae I lie (Izer entreg: a tratar na
rui do culuvello n. 29
fiz publico pelo presente annuncio ; o mei-
1110 iirr.'inaiante aproveita a occaiiSo para
de novo convidar aos que vendem pelas ras
desla cidide e seus suburbios com me li las
e pezos, sem ifincjlo do crrenlo auno de
1852 que venhim aferir ; pois do contrario
nao se queixern visto prejudicarem ao
mesmo.
Precigi-so de um ppqueno de 12 a 14
annos, para caiioiro de venda: ns rui do
Codorniz n. 12-
-- Roga-se n pessoa que tirou do correio
se ras viudas do sul, no brinua Ltqali-
ilide, pa a Jos Malhias Concalves Cuiroa-
r.ie-, o espec al obsequio de manda-las en-
tregar no atierro d Boa-Vista, n. 3, se-
guuuo indar, que se (cari linda muito
abrigado,
AltencSo.
As pessoas que liverem roupi ou oulr*
qudquer fazenda para ae tingir na tintura-
ra fraocoza, do atierro di Boa-Vista, o 17
d'veroo vi-la bu-car, visio o proprielano
desse-eatabelecirneiito se retirar pra fra
da provincia, al o dia 15 dest correle
mez.
Precisa-se alugir um sitio perto da ci-
dade que tenha capim para um cvalo, ou
frutas, cuja Cisa soja fresca, ou umi cala
que tenha bom quintal : na ra Augusta n.
26, 011 na ra da Sanzili Nova n. 42
Precsala de um furneiro: as 5 ponln
. pidaria n. 63.


? Botica homopathica.
28 RA DAS CRUZBS 28,
J Dirigida por um pharmaceutico
E approvado.
Este eslabelecimento possno todos
os medicamentos ilo agora experi-
* mentados, tinto ni Europa como no
J Brasil, e preparados peles michims W
1 di invonc,ao do Dr. Mure. ^
* PRECOS. 3
S. das earltlrat homopulhicat. <;
a* Emcirteiris de 12 lubusgraudes 12/
3 < 20/ -
m a 24 pequeos 15/ * Tubos escolhidos (cada um) 1/ J
J Tintura s dmelieamentos em J*
= frascos de l|2onca (cada umj 21 J
T Ha mais, alem destas, outns muitis 2
J. caixas com lbulos o tinturas por a> prerjos variaveis, conforme o tama- n
a> nho ea qualidide da caixas, e
a> quinltdade dos remedios e as suas
&" dynimlsaces, etc.
AVIA-SE GRATUITAMENTE
f" para os pobr-g, todas as receitas que
S pin ali mandir qualquer professor.
iAAIiA*fci4=A****A***li
ttoga-se aos senhores Ma-
noel Caldas liando Francisco
Xavier Carneiro da Cunha Cam-
pello o obsequio de apparece-
rera na loja n. 6, da ra da Ca-
deia do Recife, que se Ihes deseja
fallar.
Hotel Recife ra do Trapiche
n. 5.
Neste Motil se eocontri com limpezi e
perfeicta dilTereutei qualidides de iguarias,
vinhos de tudas as quilidides, cerveja, re-
frescos etc. Tem quarlog e salas decentes,'
commodidades pira hospedara de quies-
quer pessoas que nelle quizerem estar,
por todo lempo quu Ihes convier, tu jo
isto por coiumudo prego. A casi he fresca
e salubre, quilquer nacional ou ealraiigeiro
que se quizer aproveitar das commodida-
uos queolf-rece o refelldo estibelecimento.
pie 1 elle se dirigir qualquer non
Neste mesmo eaianelecimento >e foruece
com todo o aceio, e pelo maiscommojo pro-
co possivel o provlmeuto diario para mesa
de qualquer individuo, ou familia ; ou s-
menle almoqos, jamares e celas segundo
convier aos inlerossidoi : assim Como se
encontrara comida avuifi a qualquer hora.
Alinelo aos viajantes.
Tirim-se pigiaporteg m ra das Trinchei-
ris n. 13 por bmussiuio preQo passaporte
para fra ao imperio por 23,000 is. ; para
dentro 30,000 1 a. Tambem lirim-ie folbas
conidaa livre de despezaa por Un., ttulos
de residencia livre de desposas 1 5,oO0rs.
ludo com promptidSo.
- Precisa te ue um pequeo, pira caixei-
ro de venda, ilnla que no tenhi pralica,
gradando d-so bom ordenado : na ra
Diroita n. IB.
-- Arronda-ge um sitio em Santo Amaro,
com multo boa ciga, fruteirag e paito pira
8, ou 10 vaccasuquem o pretender, dirja-
se ra di Gloria n. 70.
-- A loga-so, pnr commo Jo prer;o, a CUS
amarellada ra da Praii, onde leve o Ihea
tro, em calxlo, oroprii para alguma repar-
lcBo publiea, como sessSo dos jurados, li-
li de audiencias, etc., ou pin alguma so-
ciedide, escola de meninos, ou sala de den-
sa : a tratar no aterro di Boa Vista n. 10,
ou na ra do Quelmado n. 21.
- Aluga-ae uin armiiem, ouciai terrea naa
ruai irgulnlea: traveaaa da Madre de Deoa, A-
inorlm,Muida, Lippa.ou Coat; afiliar no lar-
go da aisembla o. 9.
-- Na noite de 33 do pissado, roabinm
do escriptorio do abaixo assignado, na rus
di Cruz do Rncifa n. 52, primeiru indar.com
chive falsa ou gizua o seguinte:510 000
rs. em dinheiro, um relogio sibonete de ou-
ro ptente iuisso com ug gignaeg seguimos:
moslrador de porcelana com ponleiros de
segundos de 150, sendo o orpblomi di cilxi
um Itomom tentando asssssinar com um nu-
11I111I que tem aleado na mo direita a uma
mulher qne segura pelos cabellos com a
m.lo esquerda e outro homnm que suspende
o golpo agarrando nu brico, e ni cnxa de-
baixuhe um lefio sentido; assim mala um
outro relogio sibonete de prata. Rogi.por-
tinto, oi Srs. relojoeirng, e 1 qualquer ou-
tn pessoa a quem fr ofTerecid ios ditosre-
logfus deappruhendo-losque serSo bem re-
eompeosidos; assim como roga aa autorida-
des policiaes a captura do ladrSoouladrees,
eaggim que lincem suas vistas para este
bairro. Domingos Alves Matheos,
Na rui dos Pires, 10 sabir do paleo di
Santa Cruz n. 64, precisi-ge de duaa pes-
soas forras, ou escravis, pira o seivi{o rio
casa.
-- Os africanos livres Jos eCitriio, so
guem pin l.mn la.
Gerlrudes Magna da Assumpffio, sub-
dita portugueza, reliri-se para o Europa.
- Precisa-ge do um homem, chegado l-
timamente de Porlugil, que.enteuJa de
plinla(9o, para feilor de um litio : quem
neste caso estiver, dirija-ge a rui estrella
do Rozario n. 43, gegundo andar.
-- yualquer siceruote, que. nfio tendo fa
milia a geu cargo e sendo morigerado, qui-
zer desemjenhar ss funcOeg de coadjutor,
le urna froguezia mu pruxim 1 osla capi-
tal, e que olferece ilgumas vantagens : po-
je dirigir-se a ra eslroila do Rozario n. 15,
das 6 as 9 horas dn manhfla, e das 2 as 4 da
tarde, que ah se Ihe dsrSo 11 informigOes
precisas.
Liva-se e engomma se roupa por pro-
co muilo commoJo : no becco dos Burgos
n. 7, sobrado, segundo indar.
O abano assignado, fabricante de col-
chetes nesta cidsde, faz scienle ans senho-
res que coinpnm desla fazenda, que esle-
jam ceitos, que comprando fri de sua fa-
brica colonatos de nmeros grossos, elle fa-
bricante n8o vender os mineros linos pan
sortimento dos que ello nSofsbricou, visto*
Ihe lazer isto dlfTerenca, disto faz sciente
em mflo de que se acham a vend uma p*r-
cSoavulsa de iguaes pezos de nmeros li
2 3 e 4. -- liento Candido Bolelho de A-
zevedo.
I'elro Biptista de Sinti Rosa, artista
dramtico, tendo sido convidado por pessoas
do probidade da cidade do Ceari. segu pa-
ra a mesms, com uma companhia da mes-
ma arte, onde pretende demorar-ae dous s
tres mezeg, (inclu log nesta companhii, os
Srs. bernardino de Sena, Francisco Marques
de '"ignoro lo e Caetano Marques de ("iguar-
do ) e nSo podeodo despedir se pessoalmen-
te do aeus amigos pelos seus alazeres, o faz
por esta folna.eofferece-seo pouco piestimo
naquella cidide, oulro .-1 n, flca incumbida
dos seus negocios dunnle sua auzencia, a
sua Sra. O. Antonia Ferroin de 8 Ros..
Precisa-se de olllciaes delatoeiro: na
ra Nov.a n. 38.
- Precisa-se de uma ama liara o servico
de compras e engommado, de uma casa de
duas possoas de familia: na Ponte Velha
n. 14.
Principios de Direito Mercantil e leis do
marinhi, dcslini lo 10 commercio divididos
em 8 tratarlos elementares : a quem convier
procure na ra do Vigario no t*. indar do
sobrado confronte a casa 11. 25,acliai o ven-
dedor.
Precisa-se de um minino de 12 a 14 an-
nos, para caixeiro de veuda : na ra da Guia
n. 9.
Na ra das Agoss Verdes, sobrado de
um lindar n. 14, engomma-se e lava-so, to-
da quilidade de ropS| bem como cose-se to-
da costura, lano de alfaiate, como para so-
nhora, com perfeiQfioe gosto, ludo por pro.
50 mais cornmodo, duquo em outra qual-
quer pirte.
No paleo da Ribeira deS. Jos, sobra-
do n. 15 na loja, lava-so-e emgoma-se,
com todi porten-o e aceio, e por preco
cummoJo.
- Precisi-se de um amassador, que seja
perito em sua irte, pan o Rio Formoso, pi-
Ki-se bem : a trilir no Forte do Mittos, ra
do Burgos n. 31, pidaria.
J. J. Maia Ramos, portuguaz retira-se
pin fura do Imperio.
Antonio Manoel Ramos, portuguez, ra-
tiri-se para fora do Imperio.
-- O procurador di rimara municipal
desta cidade do Recife, faz publico a todas
as pegsoig que liverem a seu cargo entorra-
menlug de cadveres no cornil no publico
que ge dirijam 10 passo di mesmi camaia
tolos os diss uteis dss 9 hons ds manhfla
as 2 da tarde pan oblerem is guiss que a-
compinlum os cadveres, das 3 as 4 e nos
diis untos e domingos, ni rus do Sebo
n. 37.
Na rui di Moda n. 7, primeiro indir,
fizem-se espanadore, tinto lisos, como
crespos, do melhor goslo possivel, e por
muito commodo preco, a contento do com-
prador
Arnnjim-se csixa com sementes de
todosos vegelses do piis, assim como cai-
xas com plaas vivas, contendo estas, ar-
bustos e arvores para serem exportadas: na
ra do Collogio n. 13 das II horas di mi-
nhfla aa 3 da tarde nos diss uteis : tai.ibom
se vendem plantas exticas de fructoso flo-
res para o ..uiz.
Venincio Augusto Fcrrein, oxporli pi-
n o Rio de Janeiro.o seu escrivo Themoleo,
creoulo. ,
UeordemdoDr.juiz do commercio da
2. van, Jos Riymundoda Costa Menezes,
facn sciente aos credores do fallido Jos Das
la Silva, para quo compareci! em caga do
mesmo juiz na ra da Madre lieos n. I. I."
an lar.noda 6 du crrenle as 11 horas da ma-
ntilla, arn de continuar na verillcuSo dos
ere utos, formar-se contracto de uniflo e se
proceder nomea(fio do administradores da
casi du mesmo fallido, flcaodo os credo-
res advert losque nilo sordo idmeltidos pur
procoraJor so este nfio aprosenlar procura-
efio bastante com poderes expeciaea para o
icio, o que a procurasfio nao pode aer dada
pessoa que leja devedor ao fallido, ncm
um mesmo procurador representar por dous
divercus credores. Recife i. de maio de
1852.O cscrivo
Manoel Jos di Moti.
Compras.
" Compri-ae umi escrava creoula que
suba bem coainhar e engomar, de 16 at 26
annog qoe nfiu tenha vicios nem achaques,
paga-so bem : na ra do Amorim n. 95.
--Compram-ae em bom uzo uns irreios
para um civallo de puchar carroca-.em 8. A-
maro venda atraz da fundiflo, ou annun-
cie.
Compram-ao2 veneziama uzad.a pira
janella de peitorel: na ra do Queimido 11 4.
!> >
95 Compra-ge 2 escravig pretas, reco-
(9) llii las, ou mesmo de cor pirda nfio at
f) sendo de miis de 16 18 annos de #
*J5 idade, e com bailinteahabelididei, e O)
0 de muilo bonitas llguras, sendo como (fj
f| declara-so ueste annuncio nfio duvi- 9j)
fjj da-se pagar muilo bem; quem 11 li- aa
a) ver dinja-se 1 ra do Caes no Recife
9$ por delraz da ra do lirum caga de )
fjj sobrado do dous andares do Cunha O)
0 padeiro, que acharao enm quem Ira-
lir; ou ni rui do Vigirio n 9, esciip- 0
torio de Cirneiro & Ramos %
- Compra-ge um escravo creoulo de 20
t 30 mnos que uo tenha vicios nem icha-
quo* para servido de casi,que seja forte : na
rui do Amorim n. 25.
- Gompra-se acole;8o do Diario de Per-
11 iinbucn, do mez de outubro de 1823 1 a
tratar ni ra larga do Rozarlo n. 30.
- Compra-so urna cirroc que esteja em
bom uso, d'andircom boi -. quem tiver 111-
nuncie.
-- Compra-so una escrava morja, robus-
ta, que nfio leulia vicio de fugir e beber,que
tenlia habilidades,mi mesmo sem ellas,cum
lilhos e sem elles; paga-se bem : ns ra da
Concordia n. 46.
Compri-so umi preta que engome bem
ecoginho que nfio lenha vicios : na ra do
Kajigejji. 3, segundo andar.
Vendas.
-- Olforece-se um homem que val a portu
gil neitei primeiroi navios e volti nos mes-
mus.quem precisar dequaesquercertidOesde
baplismoe ouiros pipis, tanto em Lisboa
como na provincia o qual di Dadora sua con-
ducta .anuuncie por esta folha.
N. 39 .
Vendem-so na ra estreila do Rozario.tra-
vessa para o yueimado, deposito n. 39 A,
latas da muilo acreditada bolachiAh de
araruta, pr lo UiminulO preQO do 3,100; tim-
hem conlmua-se a vender biscoitinhos,Ti-
lias e bolichinhas de irarut',a retalho,ludo
muilo lino e que se pode apresentar em uma
uicsa do cha sem escrpulo ; vendem-se
biscoilos doces e agua los do boa familia o
de dilferentei timmbos; tambem ss muilo
boas bulachinhas americanas quadradas das
pequeas o lanibem maioros para 840 rs. a
libra, bulachinhas do regala e de leite e
mais divorgas, ludo por commodo pre^o.
Vende-se ou permuta-se urna das mi-
Ihore.-i propriedades de trras, perto desta
cidale, com casas de vivenda, estribara.
cocheiri, casa para pretos, e o miii ludo
que he necesssrio pan um bom estabeloci-
luento ; tendo terreno guflicienle 01ra ter
mais de 150 cabecas de gado, assim como
Igatlmente, para plinlifOeg ds capim, e ou-
ira quilquer lavoura; poiendo-se montar
um grande eslaoeleclmenlo, ilem do que
j existe, e que rende pan mais de quilro
conloa Je ris inuiialmento ; deixando-se
de ge dar mais explicares, porque s c mi
a visla he que se nde mostrara veracidade
do expendido; e que osla muito proprio pa-
r quilquer Sr. de engenho que esteja abor-
reciJo da vida do mito, e queiri star perlo
da pnrji para descansar as fadigaa do cam-
po, e aa mesmo lempo lucrar e se eutreter :
quem pretender pode dingir-se a ra Nova,
roja do chapeos n. 52.
Vendem ae tres bonitas escravis de 22
annos, com ilgumn habilidades, um preto
gerrior, um casal de escravo de meia ida-
de, sem vicio e de muito uua conducta, p-
timos para trabalhar em algum sitio : na
ra das Larangeias n. 14, segundo indar.
Em a nova fabrica do chocolate ho-
mecopathicu na ra das Trinchirai n. 8, ae
precisa alugir um preto, e se vende o cho-
colile homeopalhico approvado e applicado
pelos Srs. Drs. da homeopalbn, o grinde
chocolate liospanliol tem amargo, para re-
galo, dito entre-flno tambem para regalo,
Jilo para o diario, e uniros mais objeclos,
ludo por prego commodo.
vende-se um cordfio de ouro, e um pir
de cisticaes de prata na rus nova n. 26.
Vende-se urna negra creoula : a tratar
na ra Nova, na luj de ferragens n. 30, de
J0S0 Fernandos Prente Vianna.
Vendo so um silio, na ra Direita dos
Afogados, om terreno proprio, e to to mura-
do, tendo casa com commo los, 3 cacimbas
com um tinque o dilTerenteg arvores de
fructoa : na ra ireita desla cidide n. 78.
Culcado mofado.
Vendem-se sapatos de marro-
(juim, sendo pretos e de cores, a
800 rs. o par ; chiquitos de ver-
niz, para criabas, a 3ao rs.; bor-
zeguins gaspiailos, para senhora, a
1,00o rs. j sapatos de couro de lus-
tro, para senhora a 1,600 ra. o
par : na praca da Independencia
n. i3 e 15, loja do Arantes.
Vende-ao umi cideirinhi de irruir:
no pateo do Collego, loja do livro azul.
~ Vendo-10 umi taberm, na ra Direita
n. 37, bem afreguczadi, e com mullos cora-
modos.quem quizer vor, dirija-se a dita rui.
Vende-so, ni rui do Arago n. 19, um
cavallo, proprio pin seli. he multo novo ,
tem bom andar e he bialinle ardigo. Ni
mesma cisi precisa-ge ilugir umi eicrava
boa para todo servido.
-Vende-sel faqueiro de pnta.ciixis com
velis de cers, birricas com enxidis, barra
com pregos cuxaia.tudo vindo do Porlo.e se
vende por preco biralo ni rui do Encanta-
mento doRecife.irmasem demolhados n. II.
Transparentes para janella.
Na loja de Gulmarfies Hnriques, ra do
Crespo n. 5, vende n-se transparentes chega-
do! ltimamente de Franca ; esta razenill
est aendo preferida as Venosiams tanto pe-
la mu boaqualidade cumo pelos lindoi de-
senlio! com vistas pitorescas. Vendem-se o
mais barato possivel, que a vista da hienda
os protn denles nao deixarflo de comprar.
Vonde-ae banha derretida da trra de
sopenor qualid le a 400 rs.. a libra : ni ra
do Rengel n. 35, onde .ae vendo carne do
Vende-se um pistn novo de muito boa
qualldade por proco commodo: a pesso que
pretender dirija-se a pnoiohi di Indepen-
dencia n. lia '-i- ,
-- Vende-se umi bilinei grande nov com
sote irrobis ae pego, lambem novos e iffe-
rldiseste anno: na rui do Vigario n. 20, se-
gundo indar.
Vende-se por mdico preo um excel-
lenle terreno, sito ni ra do Rangel n. pro-
prio para ediflcar-ae uma boa em, bem co-
mo grande porqfio do laboas, travea, podras
e soleiras : a tratir na ra Nova n. 50, no I.
andar. .
Vende-ie uma varandi de ferro com 30
palmos de comprimento.nove, o muito roi,
lauto no gosto como em mfio de obra, urna
din com o megmo compnmento.pore n mus
sngala, e quilro ditas de sete palmos comprmanlo cida uma ; todis novas, e por
preco muito commodo 1 a tratar no Hospicio
sitio da Sr". ViuvaCunh.


Multas fazendas por pouco dinhei-
ro na ra do Crespo n. 6.
Cortas de britn escuro do purolinho a
1,4*0 rs., ditos de listra de bom gusto a 9,000
rs., dito imirello a 1,800 rs. riscado de II-
nlio proprio para c slgis e palitos a 800 rs. o
covado, panno lino preto a 3,000 1,000 n. o
covado,pessis de chitas escuras coji 38 co-
lados a 4,51o, 5,000 f 5,500 rs., cambraia de
filos com 81 |varas 3,400 e 3,500rs. a pos-
sa, lencos de cambraia de linho a 400, 480,
e 5S0 rs. proprios para mdo. riscados assen-
tados em ilgoddo multo eocorpado proprios
para eacravo a 160,180 e 200 rs. o covado,
zuarte azul com 4 palmos a 200 rs. o cova-
do, e muit.is mais fazendas per prego com-
modo da loja cima referida.
Veode-se Hezina de angico de mullo
superior qualidade em arrobas a 5.120 rs.,
em libras a 320 rs. : na ra da Cadeia do Re-
cito loja de ferrageus n. 53.
Vendem-se caixinhas com 120 dunas de
osrrlteisdelinha de acjanlas multo supe-
rior em quaiidades de na. 40 a 150. por 800
rs. a duzia e de ns. 12 a 120 por 700 rs. : na
ra da Cadeia do Recito loja de torragens
n. 53.
Vendem-se dous pares de mangas de
viJro, lisas: na ra de llortas, sobrado de
ii m andar com varanda de torro, n. 70.
Vende-se um bom sortimento devellas
de composigdo.em caixas de 35 libras.da 4,5
e 6 em libra : en casa de C. J. Astley &
Companhia ra do Trapiche n. 3.
Existe no escriptorio do correlor Oli-
veira, porgSo de mobilia tanto de Jacaranda
comod'amarello, consistindo em sof, me-
zas redondps, ditas de jogo, ditas de abas,
para sof, e de gavetas, consolos, commo-
das, lavatorios, ricos loucadores, e trllelos,
marquezes, cadeiras, canap, carteira de
urna face para escriptorio, porgdo d estoja
para costura, carteiras de chardopara bilhe-
tes de vjsita, caixinha de costura com m-
sica, vasos para flores, cma bunsols, urna
espingarda de 2 canos para caca, e oulros
minio objeclos, que tudose vendqr parti-
cularmente para fechar contas.
Vcnde-se calda de tomates,
novamente chegada : na ra da
Cadeia Velha n. i5, loja de 13o-
urgard.
Vende-se toijdo mulatinho, muilo no-
vo, em saccas de alqueire, medida velha, a
9,000 rs. a sacca : na ra da Cadeia do Re-
cito o. 49, segundo andar.
Deposito de cal virgem.
Superiores luvas de pelica
Vendem-ie superiores uvas de pelica pa-
ra sennora, ditas de pon inglex pan ho-
rnero, sapatoa francezes de courode lustro,.
selim e cordavSo para senhora, lulo chega-
do ltimamente do Havre no Conti lloger:
no eterro da Boa-Vista, loja do calcado n
58, junto ao seleiro. ,,..-'.
-- Vendem-se vistas da cidade da Baha :
na ra da Cruz, n. 38, casa de ochifheillln &
Tobler. ,
.. Vende-se um* morada de casa na rut
da Priii de 9. Francisco.com a salas de fren-
te, 4 quartos, sala de detrs e cosinhi.quin-
tal grande, em larras proptlas j outra din
na ra do Carmo. com sala adianto a atrs,
3 quartos, quintal, em chaos proprios ou-
tra dita na ra do Coxo, com salaadiantee
atrs, 3 quartos, quintal muito grande, to-
das na cidade de Olinda ; vendem-ie junta
nu separadas : na mestna cidade pateo de S-
Pedro Novo, casa de D. Ignacia, o no Recito
na ra Velha n.78.
Vende-se a typographta do
Diario Novo, propriedade da Viu-
va Roma a qual est montada ,
tanto de bons typos, como de pre-
los, e de todos os utencis necessa-
rioo a urna boa typographia : tra-
ta-se com a propietaria, na ra
4
jWIG
SALSA PARRILHA DEBRISTOL
SALSAlSElnAJIDS.
da Praia n. 55.
o estado
Cunta & Amorim, na ra da Cadeia do
Recite, a. 50, vende-se barris com supe-
rior csl em podra, chegada pelo ultimo
navio do Lisboa, por menos prego do que
em outra qualqner parte.
Arados de ferro.
Na (undigdo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Casa de comraiss3o de escravos^
Vendem-se escravos e recebe*^
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para (ora delta, para
o que se offerece muilas garantas
aseusdonos : narua da Cacimba
n. 11, prime i ru andar.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cfideia
do Hecife n. 12, lia muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ltima-
mente, a precos muito rasoaveis.
Agencia de Edwin Maw.
Na ra re Apollo n. 6, armazem de Me. Cal-
niuut& Companhia, acna-ae conalantemente
bons aorlimeAloa de talla de ferro coado e
batido, tanto rasa como fundas, moendas in-
eliaa todaade ferro para aniuiaes, agoa, etc ,
ditaa para armar em inadeira de todoa oa ta-
annos e madelloa o mata moderno, machina
liortaontal para vapor, com (orea de 4 caval-
l"s, coucoa, paaaadciraa de ferro eatanhado
pata caaa de pulgar, por menos preco que os
de cobre, eacoveoa para navios, ferro ingle
tamoem barras como em arcos folhas, e tudo
por barato preco.
AGENCIA
da fundidlo Low-Moor.
RA DA SENZALLA NOVA N. 4a.
Neste estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o tocias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamaitos, pa-
ra dito.
Vendem-se conservas de sardinhas eer-
vilhasem latas inleirase meias, recenlemen-
te chagadas : na ra da Cruz n. 38, casa de
Schaiheillin & Tobler.
Na ra da Cruz n. 33 armazem de
I.uiz Jos de S Arujo, vende-se larinha do
mandioca deS. Matheus, a preco del,800 rs.
o alqueire, da mediJa velha, isto para aca-
bar e fechar cuntas, e tamben) veode-se em!
aacca de alqueire a 2,200 rs.
Na ra da Cruz n. 33", vendom-se sac-j
cas muito grandes, com leijdo mulatinho,
chegado do Aracaty, no hiato Duvidozo, a! ,
9,000 rs. a sacra ; caixas com superiores ve-' "s f"endas por procos co.iiti.odos.
las de carnauba, compostas que parece es- l.ap Paulo Conidio.
permacete, a 10,000 ra. a arroba. i recntenteme ebegado do Rio de Janeiro:
-- Vendem-se laranjas, prnprias para em- Teode-se no ra daXadeia do Recite loja n.
barque : .a tratar oa ra estreila do Roza- 50 deCunha & Amorim.
rio n. 13.
-- Vende-ae um preto creoulo, mogo, sem
achaque! algum: oa ra Direita n. 40, le-
Grande porcSo de tazendas baratas,
na ra do Crespo n. 14> loja de
Jos Francisco Dias, a t6o rs. o
covado !
Vende-se urna grande porcSo de chitas
muito flxas, de novo padrOes, codi um pe-
queo toque do mofo, a 160 rs. o covado ;
ditas escuras cOres de caf e de vinho, e ou-
tras mais cores muito (xas, a 200 rs. o cu-
vado ; ditas as mais linas quo tem appare-
cido no mercado, tanto em pannos, como
as tintas, fazenda do ultimo gosto, a 240
rs.; Titeados francezes de quadros, fazenda
muilo liza, a 200 rs. o covado ; cortes do
chita francezas, com barra, a 3,000 rs.; ma-
rinos pretos de superiores quididades, e
1,800,2,500, 2.800 e 3,200 rs.;llnissima al-
paka preta e de cores, fazenda propria pa-
ra palitos, a 640 rs. o covado; algo-ido azul
muito largo, a 160 rs. ocovado; pecas de
hrelanha de rolo, com 10 varas, fazenda
muito encorpada, a 1,800 rs. a peca ; assim
como existem outras muitas fazendas, por
precos mais baratos do que em outra qual-
quer parte s de ludo se dardo amostras,
deixandoseus competentes penhores
Vendem-se na ra Nova n. 2, bons cha-
rutos de Avana, ricos lencos de soda para
senhora, bonitas grvalas para a rapaztada
do bom gostn, o muilas outras fazendas.
Attencao.
Fabrica de chapeos de sol no atter-
jm roda Boa-Vista n. aa.
- "ffeste novo estabeleeimento recebem-se
im novo e lindo soitimento de chapeos de
sold ultimo goslu, tanto do seda como
do paninho para Domen), do armaedo da ba-
leia e de ago, que se vendom por menos pre-
to do quo em outra qualquer parle, e gran-
de sorlimento do seda e paninho de todas
as cores e qualidades para quem quizer
mandar cubrir armagOrs servidas, tambem
se vendem baleias para vestidos de sen huras
econcerlam chapeos velhos, seja
em que estiver.
A 1,44 rs-
Venha comprar
Quem tiver precisSo,
Os muilo acreditados
Cobertores de algodSo.
Na loja da ra du Crespo, que volts para a
Cadeia, vendem-se os bem conhecidos co-
bertores de tapete, para escravos, pelo m-
dico preco de 1,410 rs. cada um.
Com toque de avaria ,
madapolues largos e linos, a 4,400 rs. a pe-
ca ; bretanha de liuho superior, a 240 c
320 rs. a vara.
Na ra do Crespo, loja da esquina, que
volta para a Cadeia, vendem-se madapoles
largse finos, com pequeo toque deava
ra, a 4,400rs. a pega ; bretanha de Imito
muito lina, a 240 e 320 is. avara.
Corles de brimde linho, a i,a8o,
a,34 e a,ooo rs.
Vendem-se corles do brim pardo, de li-
ndo puro, a 1,280 rs.; ditos do cores com
I i-.tr.-is de bom gosto, a 2,240 rs.; ditos de
brins amarellos, a 2,000 rs.; corles do calsa
do 1 iscado de linho de lislras, a 720 rs.; cas-
sasesesmpinadas para corliuados, com 8 l|2
varas, a 2,400 rs. a pifa.
-- Vendem-se amarras do ferro: na ra da
Senzalla .Nova n.42
Novo sorlimento de panos finos e
casimiras de todas as quali-
dades.
Na ra do Crespo, loja da esquina, que
rolla para a Cadeia, vendem-se panno pre-
to, a 2,800, 3,200, 3,500, 4,000 o 5,000 rs. o
covado; dito francez, muito superior, a
6,000 rs.; dito verde, a 2,800 rs.; ditu azul,
a 2.800, 3,500 e 4,000 rs.; dito cor do rap,
a 2,800rs.; corles de calsa de casimira pre-
ta intestada, a 5.000 o 6,000 rs. ; dita fran-
ceza elstica, a 7,500,8,000, 9,000, 10,000 c
11,500 rs.; sarja preta, a 2,400 ra. o covado;
dila hespanhola, a 2,800 rs.. e outras mui-
A salsalparrilha deliristol dats desde 1832, e tem constantemente maotido sua repuli-
cBo, sem necessidade de recorrer a pomposos annuncios de que ssprepararOesde me-
Tito podem despensar-se. Osucesso do lir. Ilristol tem provocado infinitas invejas, e
entre outra, as dos Srs. A. R. O. Sands, de New-York, preparadores e propriotarlos da
salsa parrilha conhecida pelo nomede Sands.
Kstessenhoressolicitrfloom 1812 a agencia de Salsa parrilha de llrislol, o como ndo
o pudossem obter, fabricarfto urna imitarlo de Briatnl.
Eis-aqui a carta que oa Srs. A. R. D. Sands escreveram ao Dr. Ilristol, no da 20 de abril
de 1842, e que aeacha em nosso poder :
' Sr. l>r. C. C. Brislol.
Bfalo, etc.
N'osso apreciavel sonhor.
Em lodo o auno passado temos vend]o quantidades co^ideraveis do extracto de
salsapai rilha de vm. e pelo que ouvimos dizer de suas virtudes aquel les que a tem usa-
do, julgamos que a venda da dita medicinsse augmentar muitissimo. Se Vm. quizer nha de Santa Catharina a 3,a4o
fazer um convenio comnosco cromos que nos resultara muila vantngem, tanto a nos I Pro rt Sania Iti-
como a Vm. Temos muito prazer que Vm. nos responda sobre este assumpto, e se Vm. P8, na ru* aH rrala ae ?' ,
vier a esta cidade daqui a um mez, ou cousasemelhanie, loriamos muito prazer em o la, venda defronte da nucir do
Prensas para farinha.
Na fundicSo da Aurora em San-
to Amaro, eno depozito da mesma
na entrada d* rita do Brum a-
cham-se venda machinas para
imprensar larinha de mandioca, e
outras para espressSo do oleo de
mamona, de urna invenc^io intei-
ramente nova, s annuncianles
nao hesitam em publicar, que es-
tas machinas de sua invencSo s3o
superiores a tudo, quanto al aqui
tem apparecido neste genero, re-
iiiiinilii agrande fr$a depresso
a maior .siinplicidade de construc-
93o, e facilidade na operacao, o
que faz com que dilicilmente se
possam desarranjar.
Vendem-se saccas com fsri-
ver em nos botica, ruado Fullon n. 79.
Ktcflo s ordensde Vm. seus seguros servidores.
(Assignados) A. R. D. Sands.
COITCLUSAb-
pt'ixr, n. I.
-- Vende-se a melhor farinha de S. Ma-
Ihens, e chegado ha pouco a bordo do pa-
tacho A rara 1 y, o em porcSo : a talar com
Manuel Das na ra do Vigaiio 11. 14, tercei-
l.'A anliguidsde da salsa parrilha do Bristol, he claramente prvida, pois que ella "d"T-
dala desde 1832, o que a de Sands s appaiocou em 1842, poca na qual este droguis- &9QQwj99&9WWW'&wW&>WW9
ta nflopdde obter a agencia do Dr. Ilristol. \9 Tapetes modernos.
3.' A superioridade da salsa parrilha de Bristol he incontestavel, pois que noobs- No altrero da Boa-Visla loja de tor- |J
tanle a concurrencia da de Sands, o de urna porfSo de oulras prepsraces, ella tem man- S> rageos n. 46, cheguu ltimamente oa
lldo a aua reputafin em quasi toda a America. mais modernoa tapetes de esparto
As numerosas experiencias feitas com n uso dasslsa parilha em todas as intormida- W proprios para ornar as salas.por ser a-w
des originadas pela impureza do sangue.e o bom xito oblido nesla corte pelo lllm. Sr. jps gora o ultimo gosto da Europa, por A
Dr. SigauJ, presidente da academia impoiial de medicina, pelo llluslrado Sr. Dr. An- prego quo animara ao comprador,ims ?
Ionio Jos l'eixotoom sua clnica, e em sua afamada casa de saude na Gamboa,pelo lllm. com pouco dinheiro po.iem leras sa- #)
Sr. Dr. Saturnino de Oliveira, medico do exorcito, e por varios outros mdicos, per- *j> las ornadas e a gusto moderno.
mittom boje de proclamar altamonlo as virtudes ellcazes da salsa parrilha do Brislol.
Vendo-so a 5/0OO o vidro ; na botica de Sr. Jos Maria Connives Ramos, ra dos
Quarleis pegado ao Quarlcl do Polica. _________
Aviso aus 'sin luuii s,
Na ra Nova loja n. a, atrs da matriz, ven-
dem-seboas lanternas com p de hrunzes,
colarinhos pelo ultimo gusto de l'aris.
Veii'l<"i.-s remodio para os quehra los,
que so hoas fundas forradas de camurrja :
11a ra Nova loja n. a.
Chapeos do Chile.
Vendem-se chapeos do Chile pe-
queos a -l,ooo rs. : na ra do
Crespo n. a3.
Chapeos de Chile.
Vendem-se chapeos do'Chile, superiores :
na ra do Trapiche n. 8.
Na rui do Crespo n. a3, loja do
baiateiro, ha para vender a i2o,
i4o 160 e aoo rs. o covado ,
de chita escuras e de cores
fixas.
vende-se tambem cortes do csmbrsia do
seda a 8/000, ditas do seda excocesa com 15
covados a 12/000, ditos do camhiaia de cu-
res, com salpicos adamascados e 7 1|2 varas
3/500, ditas du cassas de cores com 7 varas
a 2/000, ditos de casemira muilo fina e mo-
lierais a 5#000, longos de cambraia e seda
para grvala a 480 rs., alpaca preta e do cc-
rqs a 610 rs., algodAo azul com lislras a 160
rs., riscado de linho muito enrorpado a 210
rs., e uuiias u uilas fazendas por prego mui-
lo barato a contento dos freguezes.
Superior larinha de S. Matheos e
muito nova,
Vende-ses bordo do hiato Caprichoso, fun-
diado em frente do caes do Ramos, o na ra
da Cruz n. 34.
Farinha de mandioca.
Vende-se saccas com superior farinha de
mandioca a pregos rasoaveis: a tratar com J.
J. Tasso Jnior ra do Amorim n 35,
CHA PKLTO.
Vende-se superior cha prelo,
em caixas de 3o libras cada urna :
em casa de J. J. Tasso Jnior, na
Sebo purificado.
Vnnde-se sebo puiificado do Rio Grande,
o melhor que aqui tem vindo por prego
inai. coii.ino lu duque em qualquor outra
parte, tanto cm porgSo, como a lelilho, e
velas de carnauba, o mais barato possivel:
na ra do Apollo, no armazem do Antonio
II. Rodrigues.
Ateitoots.
Na ra larga do II /ario n 20, vendem-se
zeitnnas, em barris grandes,
guudu andar.
Vende-se urna barcassa bem construi-
da, do lote de 17 caixas por prego muilo
commodo : na ra do Vigario n. ao, segun-
do andar.
-- Venrto-se um mbleque creoulo pega ,
de18 anuos: narua do Vigario n. 14, ter-
ceiro andar.
Vende-se a verdadeira agoa
mineral chamada Selters \Vas-
ser ,' e urna pequea porcp de
charutos da fiahiu : em casa de
Le Schuler & Companhia, na ra
da Cruz n. 49-
A. Colombiez com loja na ra Nova n.
3, alraz da matriz, tem para vender a di-
nheiro a vista, ricos encerados de bonitas
corea,de 6 a 12 palmos do largura, que ser-
voiii para cubera de pianos, e mezas de
jantar.
Vendem-se sapalOes de couro de lustro
tollos em Pars, com forma ingleza. sola ba-
tida prova d'agua, butiiis de clsemira pro-
prios para chuva, sortimeolo docalgado pa-
ra senbora : na ra Nova o. 9.
Vende-ie um cvalo russo com lodos
os indares muito novo e gordo, per prego
commodo. por o dono no poder montar por
motivo de moletlia: no pateo do Tergo venda
n. 7.
*3T Funileiros. JA
Vende-se a tonda no pleo do Carmo n.
5, com armago, torrameula para dous ofli-
ciaes, e algumas obras: na ra Nova n. 33,
so dlt quem vende.
<*
?
Aos amantes das (lo-
curas da vida.
* Offerece-se, na ra da Ca-
g deia do Recife n. a3, um fi-
p no meio de satisfazerem seu
V apurado gosto dando-se- _
J' I lies a troto de algumas mes- S
*> quinhas patacas, o exceilen- ?
S te e delicado doce debacur. '
m Chegou rescentemente do >
Maianhao he da melhor J
ftj qualidade que ha e tem vin- 4
do em latas, mu proprius *
' para a sua conservacao, tor- ^
t) na-se tambem por isso objec- >?
9 to de grande considerado, S
y para as pessoas que desejam 9
*' mandar presentes deste ge-
J ero para a Europa.

Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. I7, ha
muito superior cal nova em pedra,
.'liegada ltimamente de Lisboa:
lambem se vende potassa da Hus
sia, nova e de superior cjualidoae.irs.OTO'ri.'ocorte.'
A HA DOS aMEHICANUS. ft
Vendem-se arados ame- 4
ricanos, chegados dos Esta- 9
dos Unidos, pelo barato pre- \
I 90 de 40,000 !.s. cada um: na
t, ra do Trapiche n. 8. ^
Deposito de panno de algodSo da
lubrica Todos os Santos da Ha-
nhta.
Vende-se por preco commodo
o bem conhecido panno de algo-
dio desia fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador: no escrip-
torio de Novaes & Companhia, na
ra do Trapiche n. 34.
Vende-so um terreno na rui da Aurora
com 50 palmos de frente e 280 de eitansSo,
tendo caes de lijlo a beira mar, ficando en-
tre as casas dos lllms. Srs. GuslavSo Jos do
llego e Francisco Antonio de Oliveira : os
pretendentesdirijam-so a ruadas Torres n.
8, primeiro andar.
u|[.>H np im 1,)i,i,| (uinliiMir
,is-iifop 'a9jpuj|w p uinbs.i np uj.i/'iiiijk
uu : usa uj(.i.|u 1 1 'asas pao j oos's I1
'ai.'It ap Hu!jeJ Joi-iadng
farinha fontana,
chegada ltimamente: em caa de J. J. Tas-
so Jnior, na ra do Amorim n. 35.
Na loja das seis portas.
Continua a vender cassa preta a 120 rs. o I
covado, cassa de quadros, para curlinado e
bailados a 240 rs. chitas a 129,140, 160, 300
rs. riscado Irancez para vestidos ejaquetas,
a 160 rs. o covado o todas as mais fazendas
por prego commodo.
-- Vende-se saceos com toijSo a 1,28o rs.,
dando osacco 1,00o rs., por ter alguna gros
Turados proprioss para animaes.no armazem
da esquina defronte da alfnndrga, e no pateo
do Tergo, venda n. 7.
Moinhos de vento
com bombas de repuso para rograr hortas
o bailas decaplm na fuudigfiode Uowmaux
& H. Calhem: na ra do Brum na. 6,8 e 10.
Vendem-se os verdadetros selins iu-
glezes, patente, de molla e sem ella : na
ra da S rizalla Nov n. 42.
Ii 11 atril o do I.ecife.
Na rui da Cadeia do Recito loja n. 50, ven-
dem-se cortes de magnificas sedas pretas,
lavradas, rocontemento chegadas, corles d
chitas achamslutadas, manteletes pretos
chales de seda de cores, grandes e pe-
queos, mantas, de seda, sarjas pretas, lu-
vas prelasde torgal, o do seda de cores pa-
ra Sra., ditas e seda, o pelica para homem,
grvalas pelas, coletea de casemira, cam-
tiratas delinbo muilo Una, tudo moderno e
bom, assim como outras muitas fazendas,
que atiooo de dinheiro se vendem por ba-
ratsimos pregos, bem como pannos azul,
verdee preto pan cauca, palitos, e farda
de 4,000 a 6,000 rs. o covado, dtloa mescla-
dos para palitos e para acabar a 1,800 rs. o
covado, e cortes decasemiri de coros a 4,000
~ Vende-se um hom curo de quidro ro-
das, com os competentes irreios, pan dous superiores
oavallos : pan ver e tratar no aterro da Boa chegadas prximamente de Lisboa.
AtlencSo.
No atierro da Boa Vista, loj> amirelli de
4 portas n. 60.
Vendem-se cortes ue riscado francez, com
Vala n. 45.
Taixas para engenlios
Na fundico de ferro de Bow-
man &c Me. Callifln na ra do
um loque de avarii de oleo, de padrAes es-
Brum, passando ochafariz, conti- eurosccoreifiMs,com 10covado,ai,760
, 1 r. riscados escocezes, para tudo servtgo, a
nua a haver um completo sortl- nors. ; cassa francezas muilo larga, de
menlo de taixas de ferro fundido C lindos p-diOes, a 2 0 rs. o covado; pecinha
i ,. 1 i 1 ile bretanha de rolo, a 1,800 rs. : pegas de
batido, de 3a 8 palmos de bocea, IgodSozinho muilo oncorpado, paraescra-
as quaes acham-se- a venda por vos, com 16 jardas, a 2,6to o 2,210 r. ma-
,. _,J m ,,,,ii dapolSo do forro avartado, a 2,000 rs. ; al
preco commodo e com prompti- parca p,r, j,auesep,lil0Si Bluitoind.a,
do, embarcam-se, ou carregam- de uma s cor, a 200 rs. o covado, e outras
se em carros, sem despezas ao com-.muU" f"eni,a5 U8 p0UC01p"\fnB.,,o,
I Vende-se no povoado dos Atogados
junio a estrada nova dos Remedios, ao sa-
hir no largo de Nossa Senhora da Paz, 50
palmos de terreno, com 113 de fundo, pro-
prio para qualquer estabelecimonto, por II-
car junto a dita estrada: a tratar na ra For-
moza da Roa Vista, casa do sobrado n. a
vindo 1 ela dila 1 ua, pelo lado da da Aurora
prador.
Siin&o de A mi na a
800 rs.
Vonde-so 1 historia de SimSo de Nantua,
a 800 rs. : na livraria da praga da indepen-
dencia n. 6 e 8.
- Vendem-se no becco do Gongilves, r- 5* ?!!B?*-? Call.
No atierro da Boa-Vista loja n. 4(1,
tem p-ra vender o mais superior mlT
de caravellas pelo diminuto prego de
4,500 rs.
mazem de ueane Yuule & Comp>ntiia, meias
barricas com superior farinha de trigo. V
Vende-se, por prego muilo commodo,'
1 sof, duzia e meia de cadenas, I mesa de I *J)
meto do sala, I par do consolos, ludo de ja-' (9 4,500 rs, (
caranda eem muito pouco uso : narua da
Cadeia de S. Antonio 11. 14, segundo andar
Ja esquina.
AVISO AO PUBLICO.
Na botica da ra do Collegio n. 18, conti-
nuain-se a vender as verdadeins e bemas qualidades e multo irescas, por
conceiluadsg pilulas psra bobas, cravoa so-I precos commodos : na ra da Ca-
cos, e dores veneres, por mais antigs que j j u..:f___r.r. i.:_ j. r._
seja'm ; cujus hons effeitos confossam todos|de,a do , que iiii.il-. tem feito uso. Com.osigo do ragens de Antonio Joaquini Vidal
pharmaceutico SebasliSo Jos de Oliveira} -Vende o urna amirra de linho por to-
Macodo; e para conhecimento do mesmoldo prego ; urna porgSo de caixOes de fulha
publico e principalmente de algumas pes-lde llandresquo tordo do f^zendas.e uma por
Hurla e jardim.
Vendem-se sementes de todas
Lotera do Hio de Jaheiro.
Aos 20:000,000, 10:000,000, 4:000,000
2.000.000 c 1 000,000 de rs.
Naloj.i da Viuva Vieira & Ftlhos,na ruada
Cadeia do Recito n.24, receh-ram pelo vapor
inglez Severo, ai listas da 23 lotera do thca-
tro de 8. Pedro de Alcntara, e 30 do Monte
PioGeral, pelo mesmo vieram osatortunado
hilhetea e cautelas da 84. lotera do I Ir li-
tro deS. Pedro, os quaes Irucam-sa por-bi-
Ihrtes j premiado da loteria do Rio de
Janeiro e do desti provincia.
Bilhetes 22,000
Meio 11,000
Quartos 5.500
Oitavo 3,800
Vigsimos 1,300
-- Vendem-se 7 escravos,sendo uma preta
di Idado 18 annos, queengomma, cosinha,
cose o faz labiiuto, um moleque do bonita
figura 3 escravos de lodo o servtgo, uma
parda de idade de 25 annos,e uma eicrava de
meia i lade : na ra direita n. 3.
-- Vende-se, permutta-se ou aluga-ie um
sitio na Cruz de Almas junto do sitia) do Sr.
M-nn.i, com ea-a de vivjnda com estribarla
para dez cavallos, com cacimba e bomba,
tanques, grande e pequeos, com muitus
arvoredos de (roclos, cum grande baila de
capim, que sustenta todo o anno os meamos
cvalos, lodo murado ecom portflo de ferro
na frente: quem o pretender dirija se ao
pateo do Collegio g. 1. s-gundo andar.
Vendem-se lanternas peguenas, com p
de bronze,quo servem fin pimoa :.m ra
Nova loja n. a, airas da matriz.
--Vinagre aromtico proprio para tirar
pino do rosto, sardas, amiaiar i pello, a 1/
rs. um frasco : na ra Nva loja n. 2.
Crande fabrica de chapeos de sol,
de J. Falque tua do Collgelo
n. 4.
Neste novo estabeleeimento recebeu-se
um novo e lindo sortimentode chapeos do
Sol do ullimos goslos, tanto de goda como
de paninho pora hornese senhora, de ar-
magdodebaleia e de asso que se vendem
por menos prego quo em outra qoalquer par-
le ; grande sortimento de chamalule, sedas
e paninhosem pega do tuda as cores o qua-
lidades para as pessoas que quizerem man-
dar cobrlr armagOes servidas. Completo sor-
timento de baleias para vestidos esparlilhos
para senhoras, fazem-se umbellas deigrej o
concerta-seqnalquer qualidade de chapeos
de sol: todo os objectosacuna mencionados
se vendem em porgdo e a retalho, por prego
quo agradar aos freguezes vista da quali-
dade.
fiejouterias.
Kalkmann Irmos ra da Cruz n. 10. rece-
beram pelo ullimo vapor inglez um noo
SO'tmenlo de obras de ouro o mais bello
quo tem vindo aqui como sejam ; inteiros a
meios a Irrigo-, brincos, ilfinete*, e brace-
letes com perolus, i; sem ellas de todas -ss
qualidades, botOes para camisa, e culetes,
correnle para relogio, anneis, canetas.com
Lipis o |.ennas d'ouro,dodaes, voltao brin-
quinhosdo corus, vidro o ouro proprio para
menina.
Tachas de ferro.
Na fundigdo da Aurora em Santo Amaro,
o tambem no deposito ni ra do Urum logo
r.a entrada, e de fronte do arsenal demari-
nha ha sempre um grande sorlimento do
tachas tanto de fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, razas e fundas ; o em ambos o lu-
gares existem guindastes, par carregar ni-
mias ou carros, livros de despeza : os progoa
so os mais commo los.
gflo de paos do sicupira, taboas de aiflarello
o cosladinho : na ra ia Cadeia do Recito
n 54.
Ven lo-se uma loja de couros em muilo
bom lugar da roa Uireita com proporges pa-
ra outro qualquer negocio ; como loja do (a
zendas, venda e casa do deposito de gneros,
tem commodos para familia, quintal e i or-
ino para a ra da Assumpgfio : quom a pre
tender dirija-so a mesma ra Direita n. 55.
Charutos da Bahia.
Vendem-se charutos da Bahia,
de dilTerentes qualidades : no ar-
mazem de Kalkmann Irmaos, na
ra da Cruz n. to.
Charutos de Ilavana.
Vendem-se os mais finos cha-
soas que no estejam ao alcance, o conhe-
i uientn das vunladctras pilulas, se faz pu-
blico por este aviso.
Gesso.
Vende-so gesso em barricas, chegado l-
timamente : em casa de 1. Keller& Compa-
nhia, ua ni.i da Cruz n. 55.
Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente inglez: narua
a Senzalla Nova n. 4a.
Ferragens e miudezao.
No atierro da Boa-Vista loja de torragens
n. 46, tem um grande sortimento de torra-
gens, grossas e finas, bicos estreitos e lar-
gos, litas lavradas e lisa, ditas do velludo,
uo gusto, moderno para grvalas, lengo da
selim para grvala o outras muitas fazenda; i
assim como uma grande pon,:1o de charutos
viuda di Baha, mais superiores que ha no|rtos de Ilavana i noarmizemde
mercado daqurlla praca.tudu por oreco am ir n i i\
moito agradan ao comprador. Kalkmann Irmaos, na ra da Cruz
'n. io.
-- A. Colombiez com loja n. 2, na ra No-
va, n ceben bonitos cliaj us para homem
ciin forma ingleza.
Vendom-se camisas de meia dealgoddo
americaoo, magos de meias curias de algo-
d.io americano : na ra Nuva n. 3, loja.
Aviso aos lllms. senhores acadmi-
cos do 5." anno.
Fitas encarnadas proprias para cartas de
bscharots: na ra Nuva loja n. a, atrs da
matriz.
i'iios|ii, da fabiica le Tocios os
Sontos un Hnllia.
Vcnde-se, em casa dcN. O. liieber&C.,
na ra da Cruz n. 4, algod.lo transado da-
i| ue II ii fabrica, muito proprio para saceos de
assucareroupa do escravos, porpregocom-
modu.


Na loja 1'oinambucana da ra do
Crespo n.ll,vendem-se ptimos spa-
los e pernciras do borraxa, proprios
para a presente eslagdo invernosa.
Veole--e um cavallo rugo poinbo, gor-
Ido, serve para sola, oupara carro : narua
da Conceigdoda Ba Vista n. 60.
Cambraias de cores.
Vendem-se cortes de vestido do cambraia
transparente, com lislras decores, pelo ba-
r -Iissiiiio prego de 2,5C0 rs. cada corte : na
loja do sobrado amarello, ns ra du Quei-
m.i lo n. 29.
l'otassa americana.
No antigo deposito da cadeia velha, n.
12 existo uma pequea porgSo de potassa
americana, chegada recentemento que por
superior rivalisa com adaRussia: vnde-
se por preco razoavel.
MocimIus giiperiora.
Na fuodigSo de C. Marre. Companhia,
em S.-Amaro, acham-se a venda moendas
le canna, todas do ferro, de um modulo o
cuoslrucgdo muito superior
Em casa de J. Keller & Com-
panhia, acha-se a venda vinagre
liranco, superior de INantes, em
barris de ,'i(i medidas.
Vende-se vinho de champa-
nhe legitimo e de superior quali-
dade : em casa de J. Keller &
GompanlV na ra da Cruz n.
55.
Vendem-se agoa de colonia muito su-
perior em frascos grandes : na ra Nova loja
numero a.
Vendom-se rozas do pao para enfei-
tar vestidos de casamento : na ra Non loja
numero a.
Deposito de tecidos da fabri-
ca de Todos os Santos,
na Bahia.
m
Vende-se om casa do Domingos Al- #
jj^ ves Matheus, na ra da Cruz do Re- 4
^ cite n. 32, primeiro andar, algodSo ^
iransadodaquellafabrica, muifo|iro-
al
. piio para saceos e roupa de escra- -
j.s. vos, assim como lio proprio para ro- 2
[y. desdeposcar e pavios para vellas, 2
>> por prego muito commo Jo. 2
CLHA EM VELAS.
Vende-se cera em velas das
melhores fabricas de Lisboa e do
Hio de Janeiro, sortimentos mui-
to variados e a precos commodos :
na ra do Vigario n. 19, segundo
andar escriptorio de Machado &
l'iuhciro.
Escravos fgidos.
Anda cata desencaminhada a mulata
por nomo Luzia,do dide de 30 annos.pouco
mus ou menos.alta, cabellos curlus'.traja de
saia e chales do-chiti, muito prosisli, (ni
desencaminhada no dia 16 de abril por .Ma-
nuel Juaquim do Nascimenlo, poralcunho
Manuel dczreis, pnxn pela perna esquerda e
que na mesma occas n assentuu seduzir ou-
lros escravos. Adilaoscrava toi comprad!
a Claudino Jos de Almoida Lisboa, morador
no engenho Taquari, suburbio de S. Anido :
roga-sa por tanto as autoridades policiaesoa
capildes do campo a ciptura da musira ou a
10 isio do mesmo seductor que ser genero-
samente recompensado e love a rui estrella
do lio/ario 11. 36, primeiro andar, ou na ra
do Crespo n. 7.
Contina a estar fgido o eacravo cabra
Hilarlo, u i|iial au'entou-ae dacaa.de seu -
nlior, Francisco Nugiirira de Oliveira Jnior,
morador em Abren de Una, no dia 4 de marfo
do corrate jnno: eale eacravo pertenceu ao
Sr. lente Joo Marinho d'Aluuquerque i des-
appareceu montado em um cavado de canga-
Illa, castrado, ruco e velha he de bonita Agu-
ra e reprsenla 1er vlnleanooa ; tem urna mar-
ca de IVinl.i ua parte superior das aobrauce-
ili.i-, outra na barriga puchando para um la-
do ; levuu chapeo de couro : roga.se a toda e
quab|iiei autorldade policial, e noa c.ipiuie, de
campo a apprehenso do ditu cabra; assiui co-
mo ae recompensara generosamente a quem o
levar a seu senlior, ou der noticias na ra do
Livraineoto n. .
-- Drsappareceu na noile de 13 para Udo
passado um eacravo por nomo Judo ( criou-
lo ) levando uma caiga de brim braceo com
listrs ao lado, 2 caigas de casemira de cor, a
collelos de setirn preto, 2 ditos de fustn da
cor,chapeo preto de massa e camisa de ma-
dipoldo-oescravo tem oaiignaesieguioiea:
Cor tulla,altura regalar, retornado docorpo,
urna funda na perna direita do lado de tora,
um pouco cima do tornozello, representa
ler du idade 30 annos pouco maig ou menos:
roga-se as autoridades pulidles mais ca-
pildes de campo a captura de Jilo escraro,
e do o levar ao engenho das Millas a seu Sr,
Antonio de Paula Suuza Ledo, ou a ra do
Vigario n. 9,armasem de Caruelroo. Ramos,
que e gratificar onerosamente.
-- Contina estar fgida a preta Felicida-
de, desde o dia 17 de margo prximo pas-
sado, tem os siguae seguintea : estatura
regular, tem falla de denles na frente, mar-
cas de panno no rosto, cor ndo muito pre-
ta, levou vestido da chita j desbolado ,
panno da Costo usado, um taboleiro peque-
no em quo andava vendando, tem por eos-
tumo ler rflpa fura e mudar, quaudosai ,
tem sido vista muitas vezes, urnas oo Hnn-
tetro, e outras em Bebiribe, lavando ropa de
ganho, edizondo que por mandado de aua
sennora, lem sido encontrada junto com um
canooiru, que navega para olinda, ella lem
mdi no engenho S. Cosme : roga-se, por-
tanto, as sutoridadea policiaca e capites de
campo, a aua captura, e que a levem a aua se-
nhora, ni ra da Cruz do Recito n. 33, que
recaben urna recompensa generosa; assim
cumo se protesta contra quem a tiver r.ccul-
lado e c ibrar-se os das de lervigo.

-

mm


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