Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03588


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Full Text
aeoo naoiurpAo.
Paoibsnto Aduhtdo.
r trimestre............
fot lerncitre. ..........
por inno ..^"
PiOOOlHTlO UTtlMKSTIB.
fot quartel.............
OTIOIil DO 1MPEI1IO.
, a7de Mareo Minas... I de Abril
8/000
15/000
4/S00
Maranbn 1 de Abril
Ceari... 7 de dito.
Parahusa. 2 -Je Abril
S. Pealo. de illio
R. deJ.. M de dito
Mahia... 17 de dito
da-ida imiri.
1 Seg. *+ love.ciol
da S. S. Crin.
I Terc.S. Wo^ica
!> Vunrl. S. Po.
Quiut. S. Heliodoro
7 Sext. S. Kalanllao.
8 Has. Aparicio de 3
Miguel Ai noM.G.
o Dora. I. depols daj
P. S. Gregorio.
Ja.oa. OroMe
2. eS. i 10 boraa.
I. varadasitar'.
3. e6. ao rnelo-dla.
ganada.
3. c9.ii 10 hor.ii,
vara do civil.
a aabadoaao mrlo-d.
Vseoe.
dos.
' a vara w
i. a aabadoa ao
,[ Kel*fi>
|Tercss e sab.d
Creiceate 4 28, a i hora 2o miaatei da I.
Obela a 3 aa G boraa e 4 minuto, da larde.
Mingoaale Alo, aa 0 hora e 4 minuto da t
Nora i 19, aoi 47 minutoa da in. .
'aiiiimiaoj
Prlmelr as 4 horai e lo miaada da tardo.
Segunda as I horas e Al minutos dajynanhaa
soi ooaavRios.
laana e Parahlba, s aegundaa e lextas-
'felraa.
aio-Crnde-do-Isorte, todas aa qolotas-felrai
ao nielo da.
Oaranhuna e Bonito, B c 33.
Boa-Vlata, e Florea, i 13 S.
Victoria, Aa qulntaa-felraa. .
Ollnda, todoi oa dial.
I de Marco
Sulaaa.... Sdedito.
Suecia... jlidrFcvr
Inglaterra 0 de Marco
F..-Unido. 25 de Fevr
(Mxico... 31 de J.nr
i.alifornla 21 de dito
Dinamarca 28 de Fevr Chlli. 2* de dito
Ruaala... 30 de dito Huenoa-A. 0 de Marco
Turqua.. si de dito Montevideo i de dito
Portugal II de Marees Austria..
Drapaoba. 8 de dito '
Franca... 7 de dito
Blgica... 3 de dito
Italia.... dedlto
Alemania. 3de dito
Pruaala ...3 de dito
CAMBIOS BB 1 BB MAIO
Sobre Londres, a 27 a 27 Va d.
Parla, 355 "
a> Ll.boa.U!. por cento.
SfETABe.
Ouro.atOicaiheapanholaB...;T;;'at?!:
Moeda. de 6/sOO velh.s......... H
a de liMim uuva..........
de4/0C0................ a
Prata.PatacOeabraallelroa........... J/jjr
Peaoa columnarlo........ JGrr
Diioa mc.io.nos.............. 'a*0
EXTERIOR.
i Ilulr nal eleicea a qae j mandou proceder,
para que l.lumphrn os leus ..nd.dalni, e ae
' -*- conseguir malorla, a dlaaolueio para eaae
'..iHPKiiViifVnn nnniamn IIF. PLIi- lempo Ulveiaepoaa.-justllic.r plau.lvelmente,
COnllESPUNUb.^UAS I O UIAIIIU ur. i c que nio Ibe.conlecerl. agor., porque eatan-
NABBI 1.(1. !,! concorde coin a cmara oo principio da abo-
Lliboa, 3l do marco de 1852. : hc.au da pena de inorle, a licaram desavo.los
.Na toinha ultima datada de 13 do correnle1 oa quealao de melhodo. realmente de pouca
,u.lopl. vapor Severa (?) Ihe adverta, que monu par ...ver de uaar t.m.oh. d.a.iden-
por outro baroo que ralava aiinunciado para'cl
1, Ihe noticiarla o que se houve.ie pasiado'
niqurlle da na cmara doa parea, onde o mi-
nisterio recelav. que folie approvado um pa-
recer dacommiS''o de faienda.que Ihe deitava
por Ierra o decreto de 3 de deiembro.
Aconteceu, pnrin, que ene anounciado va-
por fosse o meaino que entrn e aaolo logo no
lie de notar que Mondes Leito autor da
propoala, nenhum intento leve de produar
eata cnse, nem lamhem a maior parle dos
que votaram contra o ministerio. Da parle
deste houvo talve demasiado orgulho em
nflo ceder, ten lo a esse lompo pasudo jt
debaixo da forcis ceudims de oulraa vota-
que "ene di. .niuiuem mullas caru. ao oa bra dos principies que dix prufesssr
rrlo para argurar e remelter por esse vapor [ Antes desia Singular votecao tmlu ja O
que emu leioube aer o que tiuba sabido f deputnd.i Pasaos (Jos) por occisiflo do apre-
.espere I Elle equivoco procedeu laiubrm de ,,.,,,. urn requer monto do bapco do Porto,
se haver diloha lempo, que liana outracnmpafl r,,ll0 U(na osientosa apologa da junta reVO-
nhiaquelencionava mandar aoiport..fa do Br. |uclonrj, jnsi,|,d naquella cidade em
I um vapor que receberia carga de faiendas,
visto que os da actual carreira mensal nao re-
cebem aqu aeuao dinhe ios, Jolas e passa-
erlroi.
bapllcada aisim aquella ininna advcrlencia,
que para Vine ful de ceno uui enigma, passa-
rriagora i lil'lori- polilica dcstes quinta dial,
que he uem aignilicitiva.
noiicim polticas,
Rrcordar-icha que desde as eleicea dos
actuaei drputadoa Ihe dlsse scinpre, que a
nsisris n*" erl ,io <'lla'1" col" d"'*
rsprrar da allianca taclla que o governo fue-
ra caos o pariido progresslala, mas que nao se
I -i mi nuoca concordar, porque havia mulla
eicoaaofa enlrc o ininistrriJ c a cmara os
drpuiadua, nao obstante cales lerein vencidos
rlrico do presdeme contra o candidato do
covrrno, e verera com urna daa pastas o mals
inirlligrnte iloi menibros da junta do Porto
(A L oeSfabra). ao he possirel ceder mais
do que o tem fello o gabinete, ou aniel o du-
que de ISaldanha, que o personifica; mals a
cooservacao do Rodrigo da Fooseca no sniuli-
trrio ( oque nao he ldemuitu bom agouro )
moiira a mal dissimulada desavenca em que
rsics dous corpos lein citado desde a abertura
das corlea. Por isso tlnha aemprc estado lu
mnenle um roinpluienio decisivo. Vcrillcou-
'liml J no di. 13 na cmara dos pares,
como eu Iheliiiha noticiado, ogoveruo recela-
va um cheque na questio do decreto de 3 dr
dricmbro, por isso nesie da fes o duque que
Dio houresse sesso. scena que se repello por
mals Irea diaa em que se nao pode abrir a aes-
ao por falta de numero ; al que o governo
i la. (mi a alcancar de algum parea mals indul-
gentes, que votassem pelo addiaincnlo da quts-
lo para se tralir quaudo se apreaeniassein
a approvacao das corles os aclos da dicta-
dura.
Assim se verlficounasess-o de 17, com gran-
de escndalo doi mal punanos cabialisias,
que csconjuraraiu eata condesceodenila dos
srus correligionarios.
O ministerio licou portanto livre desta ao-
lireroda, que Ihe armara o consclheiro Ferrao,
autor de um projeelo de le para aubsliiuir o
decreto de3 de dezembro, qae molivou o pa-
recer sobre qiM reoaarirla a vtlacao qua o m.1-
nisteno evilou.
Depols de afugentadaesta tempeatade, lobre-
veo logo oulra, que deu inuilo mais que aier
aus pillos da au Jo eslaoo! I> ministro da
hienda .presentara na esio do dia il) da c-
mara doa depulados o orcamento da reci-lia e
deslela para o auno econmico de 52 a J.I, o
nuil moalra apen.s o delicit de I8:8l|l0 rs.
lomndola se sabe, com a capilali.acao ope-
rada pelo diado decreto de 3 de deicmuro. be-
tuio-seaelrico da coinmlsaao que devia dar
o aeu parecer sobre o orcamento. O miu'-'
18*6; estando presente a sessSo o duque de
Ssldaulia, que se conservou silencioso, o
que fot um triumpho para a montaiiha, e
um iiiv.in para o marecnal que boje se ve-
la de relutar com palavru os que naqueila
poca (".icnii.li a com a espada, Os jumaos
conservadores, principalmente a Imprensa,
Ihe ceiisurarim cevcrauenle esta IraqiiMa
poltica. Tambein liiedevo referir, que no
da do adiamento, atiles de Ser lisio o res-
pectivo oeccreto, o deputado llullreman,
ici'i.i i mi silo e boin som,que as corles eiam
i'ncer/a las pira su nDo discutir o seu pru-
ji'.'ui coulra a cuncess.1o das indemnisacdes
ao contrato do tsbsco, o tanto que tendo
lie o os Si'us collegas Ja comniulo encar-
regada do exame do mus no projecto, ido
ao thesuuro publico examinar vai ios docu-
mentos que eram necessarios para so lavrar
o parecer, liiibam viudo a saber que mullos
delles liaviam ilejapparecilo. 0 ex mitiislru
Avila leVHtilou-se para negar tal assercio :
aquelleasustentuu em termos linde Ala
violentos.de inaueira queu presdanle intor-
rompeu a allerca;.lo, para lazer a leitura do
di'crelo do adiainenlo
achaem Paris, pedimlo-lho que viosse pira
a sua cooipaunia ; mas duvi la-se que ella
ceda ao convite, avista das queixas qco
ella faz Continuamente de aou marido a ter
abandonado desde a emigrarlo.
Est nesta capital uma companhia fran-
coia representando no theatro de D. Feman-
do. Tinha estado precedentemente era lles-
panha, edizemque algum dos actores vsl
psra o Brasil, tendo-se-lbe feito proposlas
para a Babia e Rio. Nao lem desagradado
nsn ohst.nta ser muilu inferior i que estere
aqui em 1835.
Idtm. 13 do6ri.
Depols do adlsmento daa cortea, a poltica n-
... o acepipe daa interpcllacora, e os outrqs
deseujualivos que f.tein parle das belleas do
sv-i.'.ii i rrpresenlativo, tal como enire neis se
representa.....O que ha ainda de polti-
ca polmica, he a dcclaracao felM pelo de-
putado H.illreman a resprilo daslodemnlsacoes
do conlralo do tabaco, que elle lem esplanado
por carias nos Joruaes, e a que Ihe respundeu,
i un!.-ni nos peridicos, uin os caitaado mea-
ino contrato, Jos Ilidoru Guedei. Lio que se
couclue, que o contrato tinha Irgaluienle di-
reitoa aer Indeiiiutsado d..s preiuioa que II-
vera durante a guerra civil de i4tj. mas que a
lii|iiid i.-.i.i que ae fea durante o tolueno do
conde de Tnomar, lesou escandalosamente a
faieuda publica 0 peior he que agora l.io de
custar a desfaier as laes contas de grato capilo.
0 que actualmente ab orve a attencao da cor-
te, e tambein a doi polticos agorelroi, i vi crin que a rainha vai faier s provincias da
llrira, Miuboe Tris os Alomes. Una diteiu que
val fronteira de tlespauia cuufereociar com a
rainha daqurlle pail, aobro a lederaco ibri-
ca visiacido-se o general Narvaei com o ina-
rechal Saldaulia ne>sa ocCaa>ao para couceria-
ram oa planos em que le ho de adoptar. Ou-
troa dliein que a rainha vai a llraga declarar-
aeabioluta! etc., ele. He cusado advertir,
que apenas menciono estas tonteras que nes-
les das se lein eipalhado, como urna prova de
que nio ha em que fallar a reapello de polti-
ca, porque lato sao absui dos tau parvos queso
com este intento Ib'os poderla repetir. Esla
riagem da rainba est projeelada ha muilu
d'H os passageiros, quasi que sum lerem
teppo de Qrosentirom os seus ullimoimo-
ailntos, resvslarsm par a voragem Q/sgua
qio sxparava ss duas tnetadrg do v*por, e
tiiaram sepultados tas ondas !..
'0 piloto commandante, o conlrameslre,
o todo 10 homons da tripulsco, licsram
Oo niastro de proa om qusnlo nflo tombou,
e palo bojo da pros> nica psrle do navio
qui a lu. ge levsnlsva da agua assim-es-
lisrram at que um golpe de mar Isncmi
" s 7; vi.m-so nadsr, mas sera se Ihes po-
r valer.
a Das 7 e meia s 8 horas conseguirn)
gn miar a nado o pare Ido do Castalio
l/rilUII MU 'I'" !" tM^m .- .. SJ----------------" sr
ron expectante, o ministerio vetado e apalhi- a/>is prxima, com ajuda do alguna cabos,
co, e oa Jornaea aeiuiaboriisioios, aeio aiiuaNa /ooias, Domen!, e a catraia pAletecaber
goato qooUdiaao, da vea em qoando adubado Bais dous. Pela meia horadrpois da meia
notie, ji hsvia total silencio nos restos do
vapor, ej poucodelle se vis fra d'agua ;
recolheu eolio o muito novo que ha va scu-
.11 .i as prsias tanto da Fu/., cuino da cidade
donde apenas se soubn o risco em que se
s-liava o vapor, p.i liram muilas pessuas em
I ge, acavallo, a p, e al embarco: mas
juns sugeilos, entre os quses o Sr. Jos
Vn les de Carvallio, que se actiivim ainda
Da prata dos Ingletes, pelas duas horas e
aeu, ouviram a voz do um homem que na-
Iva para trra, e dizia sor do vapor: soc-
rrerain-o, o o conduziram i hospedara
Bernardo Cslverio.
Antonio Pinto Teixeira.
Mr Deslrces, cnsul frincez.
Francisco JusSoaros.
Anlutiio Soares Rihoiro.
Francisco Rodrigues Peroirs.
Domingos Machado.
Jos Das.
Jos Alien, eduss (lillas.
Jsmes Andergon.
James Elmsly, negociantes inglezos.
a Ueiariiu da equipagem que pereceu.
Piloto commandante, Antonio Pinto de
liveira.
Piloto da bsrra.JosquimMsrtins Costa.
2 engenheiros, Julio Pedro, e Domingues
3 os, uns iros e serventes, Jos Msn, Fran-
cisco, n Ignacio. a*
t criada do camarim.
3 fogueiros.
Scuzlnbeiros.
3 mannrtelros.
Seis horas esteve o vapor lulando com as on-
das, eos passageiros com a uiorte, a pouca dn-
lancia da Ierra, otivindo-se reciprocamente os
choros e alaridos, sein haver nielo de oa sal-
var.....tal era o auge da lempestade I Nio fal-
louquem oll'erecesse gr.ndes soinmas a quein
acudlsae a bordo; o baro de Massarelloa dava
dei conloa de rii a quein aalvaaae o negocian-
te Jos Alm esuas ulnas, Aniouio Bernardo
Ferreira um cont a cada um doa retnelros da
catraia, que foaae salvar aeu sogro, al c
.i. cornos se chegaram 1 Catee oB'ereciineoloa, mas
'eni Vio, porque a uiorte pareca i'
., e com este expe-: lempo ; contara ella elleciua-la depols do eu-
lienle uta lim ao dialogo que prometlia nflo cerramento acal.ar'muilosstisfacton.uieule. &*!!Z2&Zr22I?Sl
ac
Esla pois o governo oulra vez a sua vou-
lade. Veremos se faz algutna cousa que se
lea, porque at agora, estando no ministe-
rio ires dos nossus mais notaveis ho tiens
polticos, ainia Ihe nflo devemos nenliuiita
portara que mcreca i' a historia. E me de Iho dizer, que durante a crise cujo
desenlace, para assiui o uizer interloculo-
riocima noliciei, correu voz dequesa-
birlam do un ni-Un ni BodiigoeCarrell. Com
mas como sobrevelo o caso do adiaineoto, an-
licipou-ae, sahindo de Lisboa no dia 18 do cor-
rete, e regreaaaudo a 18 de malo. Provavel-
inente o ministerio InBulo neata aniidpacio,
porque Ihe pode aervir para favorecer os seus
ni i... ios eleiloraea. Esta he verdade e nada
mals.
Tambem tem feito circular o novcllelroa
que a rainha de Hespanna ae quer aclamar ab-
s.un ii. Para que? Em Heapaolia ha boje em da
um goveruo abaolulo compativel com as ideias
do aeculo. Isabel II uao pode deiejar mais. U
.11 -ilo iuiiit eei 1.1, i|ii.i estes dous senbu-icei(a |,e que ae governam nielhor do que nos.
res se ..I!' i re.o.un a largar as pastas, no Deiaado, porui, csus frloleiraa de que os
caso qoo a sua domissao fjcilitasse urna re- [sisudos senciu. lameuteinoa agora a horrlvel
COticiliacSo entre a cunara e o resto do ga- : caiaatrophe de que llvemos aqui nollcla no dia
bnele. l'Olm, ou aaan oirereciiiientr, fosso ? '1"= encheu de coualero.cio toda Lisboa.
sincero ou simulado, diz-se que Sal laulia
uu approvra scinellianle alvitre, realmen-
l pouco decorusu pata u>n ministerio soli-
dario. Por outro lado lambeui sa mallogruu
uma tentativa fela por ilg.jns depoladoi
progreaSlaUa mais moderados, os quaes se
eiiipenbavam em filar que a maioria dsso
n i parlamento a respeilo da sua velacho do
da 9 urna cxplicacan que abraudasso o ro-
scnlimenlo do governo.
AfTirma-se, que o ministro Seabra fra
te de vlnie n..v- do na"---*- ?e~?
dou-ie na barra do Porto o vapor denouiiuado
Porto, da carreira que ha entre eita e aquella
cidade, perecenJo lodoa oa pasiageiros, que
o.un 18, e i'i.i unen. .!. iii|.nUv.i,i Trauscie-
verei aqui a mais minuciosa daa narrativas des-
te espantoso naufragio, que vieram oas fulhai
do Porto, accresceoiandolhea alguinaa parti-
cularidades que depois se souberam.
0 vapor unha saludo a baria domingo
25, pelas 9 da tnaullaa ; mas lovanlando-se
depois um furlissimo temporal do sul, o
vapor apenas fizia milha ou milha e meia
aueiti suegerira esta idea, que nao vingou ,
a malorla porm nio ?' 20rqU, i.| arbitrio apresentav. alguma ana-1 V"' "' estn lo lionletn 29, pelas 7 e mol
lli Silvestre, cedon lo-lliepara mais prump
lilao a su. c.m. o Sr .blinde ite Sanio II- !~~:---"i T.iort. parec, luev.lavcl.
dffoiiso, que hsvia ido safoz logo que sou- N,nnuilldo,;,cur,of de salvacin havla preve-
lu do cotitiicto. Foi tractado e posto que nido, nll|ue||, b.rra io inlammada de naufr.-
VHSSa alguma Cousa feriilu, era de una tal gio, posto que iiruluun lio espautoao e des-
rshuslezquii o trabalho do m.r n5o o ha- esperado como este. Agora, depois desla fau-
sta prejudicado sensivelmenle, nem enfra- jlluade, he que a aisoclacau commercial do Por-
luecido a VO. Tuina sido dos 3 Ulli nos tu dirigi ao governo urna enrgica reprcien-
quese consnrvaratn no hojuda pro., e ti-llacao. pedindo que oa dlrellus que se__c_obram
ulia visto perecer seu lado os outros dous
.u.iip niiicirus, o .ii.pniis.-iro Francisco eo
criado Ignacio : vendo depois que o nico
refugiu era o nadar, leve a boa letnbranfa
do nao demaudar a prai. mais proxtm
pois nao teiia vencido corrento, e n.dou
apegado a uma laboa para a pr.ia dos ln-
glezes.
a OSr. Abhade da Sinlo Ildefonso, e ou-
iros cavalleiros que a lli se achavam; quoli-
ziram-se n'uma subscripto, para soccor-
naquella alfandrga com appllc.cao para nie-
I ho .ii a barra, ae arrecadem em cofre especial,
e ae d comrr.o aos trabalhoa, aoque o gover-
no Ihe deferi, nome.ndo tambem urna coui-
inissio de engenheiros que le enearreguem
deasa obra quaulo antes.
l.ulpa-ae a companhia em delx.r navegar
.inda aquelle vapor, catando lo arruinado, e o
delegado jiquercllou della por este mo'lvo-
Esle barco eslava seguro em vmte coolos, IJ do
caco e 7 da carg. Peideu-se tambero mullo dt-
nheiro que nio vinha arguro. O bahu do nego-
ciante lir.i-.il. no ( dii.-se que era cando na na-
es> coin alguaia roupa e dinheiro o oau-||,iai Amonio Soares Ribeiro, foi arrojado i
freg. I praia, Iraicndo muito dinheiro e p.pea de im-
0 MplllO Costa nSo tinha ido comrjasn-' poruocia. Morav. em Maltoalnhos, e tiuba la-
dir nosla vi.gem 0 Vapor, porque se ncara ni. de possuir mu. fo.luna de mais de quatro-
urep.raudo par. na voll. o levar a Ingl.ter- nio, conloa. Tem v.ndo a pr.l' "'"""
rs. onde la receber caldeiras e concertar a u,,,,lo0o,0, de.ligurados que tem .ido dif-
nacliina: la a command.r em seu lugar o jc reconhecc.|0s. a iodos se icen, feito gran-
oiloloda barra que Irazia a bordo, Joaquim drafuneraes. A cidade no da 30 Uoha um ai-
Harlinsde C.rvallio, com um m.rinheiro pecio de maior dciol-co: ida aa lojas f.^ba-
sobrinho do capitau Cos. ; e a ser gover- das, os sinos dobrando como um dia de hna-
nalo o lame por este piloto, e nlu pelo con- doi, e todaa as igrrjaa missas por alma doa lu-
trsmestre que era mais inlend.do, mas que feliae. nufragos. *^^"-"
sendo medros. viudo com dores de cabe,. ^ffSSr^ATJSSfLtStm "ucTsu
vinha n. proa., he que se aitr.bue o sinistro 2?.V. n"^" ,.ld. os. "'?'
o. entrada. I ; soticus DlvtnsAS.>
a O piloto commandante SUppOe-se quo Acomp.nb.m a rainha na aua viagein al
foi um que ch-gou nado a -las ou tres proviuci-s, el-rei, o principe real, o infame I).
bracas da Ierra, mas que na ressaca desap- Luii, o duque de Sa.danha, vlsconde de Almel-
pareceil. Pelas 3 horas tlnha de to lo desap- daGarreil, vlsconde do Pinl.eiro,
parecido o casco e mastro do vapor.
nyi praxei conii.tu- muilos potll
ciunars.devlafater baquear ominlsierio.foi pre-|p,rlj ,0 > 0 clientela
ludio de oulr., que decidi finalmente asesta- nrsi,8 jua8
lenca da cam.r. ou da do gabinete, rallo da
voiaco do di. 29. Ela o que u.oilvou: ,
0 deput.do Mendei Leile, empreiario do "'*?'"
sep'arada. Roalisa-se vez a crrenle, q.e era mulla, fez dar-lne
las personagens o que alias parece urna guiada para o sul subre o Cabedollo
iiuvossivel inctaphisico concordia, e conseguindo voltsr a pros o norte, alra-
vessou uma llngua de area, onde perdeu
.nuedeL.vradio, nosso ministro pie-, o lomo, e fo. b.tor a urnas podras, vindo
t^JlS^M^^TqTCelnipolWiniO em Londies, levou Unto a Unc.lh.r a podra do Toiro em f ente di e.-|, Anlonl Pinho Branco=e fes mariuhei-
ib.hda.n.^ crime. poltico.. | ,;, a enlra I. do viscon le ,1'Alo.eid. Car- |H que foi s.lv.-y.d.s. Ah quat o ve/osa raf, um de||Mdo C.riUl.qu. bou que se
0 goveroo declaro.., que concordara ... aboU-'relt para o ministerio dos negocios eitran- i 'essaca da agua Ihe voltou pri ao rio, e,cn, ll4 hospedan, do Silvestre.
i,ei .lini'uii' se suppOe que teria sido
uini fel salvar tolos os passageiros em
quanto o vapor estove varado na pedra do
loiro em frenla d essaque foi salva-vidas,
se houvesso como ja houve, um obuz que
IsnC.Sse da teTa cabos para o navio; mas
estosapressosque exist.m comuulros mui-
los, e uma cata para sircorrer a afogados,
ludo se veo leu e se exiraviou durante e de-
pois do cerco.
a Esta uiiiolifi'i o mar l-in lauca lo ;i praia
niuii.i madoira do casco : os mastros ; um
bono i o Lo ni, com o cobre que o forrava ;
alguus h.iinis de passasteiros e outros ob-
jectos. OSr. guar.l.-mr da alfandega, que
nontem i noite.li com^arecou, fazia por
indo isio em cautela, para o que ali esla-
vam guardas da alfandega e alguns mui.i-
eiiui--. Anida nenhum cadver aupareceu.
0 Sr. g.ivernador civil, secretario geral,
director da alfandega, tambem esliveraui a
noitana Foz.
OsOhomens salvados so os tres fo-
gueiros Ju3o Cairo, Autonio do Cari I, e
ibojos; os tres vareiros fragateiros Msnooj
s pedras, vindo feriisodes Arrota, A'nlonio Jos dos Santos
goveroo declaro.., que concoruava na auou- rett para o ministerio UOS negocios e.uau-l
rio i asi que achavalncouvy.ieoie oconiig. ,|Cin de significar sem rol.uco outras lanas ao mar,
iii-lauacousiltuicao, eu.quauto em urna le es- SBU 1,B,Rlin,HIllilninl em termos scnmu-|ein desgarrar do ca
peci.il se nio declarasse quaea eram oa Crimea
prupria.iicnte puliticoa.
lingiu-se doenle "ara nSo escrevor Ibora.
continuando todava
cachopo durante uma
ller.cae.!s"cor.e,pondenci.omcial,enc.rreg.ndo Nosta occasiSo o piloto do numero o
iieracoea .......A,... ... ia.,.,-n a B-rVmaa. Sr. Mauoel rrancisco Moreira. n'uma catraia
,luLrrre%ftb.P|e0,,.e?nd".:a," ?S3m Mb 7ttrii I***- M".,
a'respecv. eou.n.ia.ao. Esia, no eu parecer, jorn.l ministerial desmenllo esla nulicia;
adopiou a idea de que ae claraste eate artigo us apessr disso posso alllancsr-lheque be
no acio addiclonal. 0 goveroo repeliu que era verdadeir..
inister primelro ciais.iicar os cri.ucs pblicos Ag u|tj,nss noticias da India Portuguezs
propriameote laes, e que elle le co.i.pro.i.eitia fgo puucogal|Sf.clorias : lall.mde uma re-
, apreienUreaseprojeclc.de le, na sclua It- r0.incia do Satlary. Os pertoii-
g.sl-tura, adoptanuo o principio da bolSaod. vol ,etamur3l,|,nc.m as cul.
l^X&TXZ&^tt -Z d"eZdes,g,.d.vel .conlecm.nlo ao
Ca.rell e Fontei, declarando asalm a quealao goveruador geral barao de Ourorn, om cotl-
lu.i.iiie'rlal. A malorla por.u inaiilio ua sua sequeucia de vexar os povos (dizem elles)
'com novos e pesados impostos.
A foiba olllcial de Coa chama bandoUirot e
salltadarc aos sublevados; falla em teme-
rosos apparelhos bellicos, e ja alardea van-
lageosimpoilanles, as qu.es, sendo verd.-
deiras. ja a esla lloras toro puslo termo
sublevado.
Tendo consta lo ofllci.lmente que o capt-
tSo de mar e guerra Loaes de Lima (snligo
dopulaoo csbrahsla) vender aos llollaude;
zea por80,000 florins uma vasla po'Qilodj
territorio portuguez em Tiuior elct sem
para isso estar intu isa lo, foi por decreto
de., docoirentedemitudo do commanJo,
e da coinmissao que exercia, o mandado
recolher Lisboi para ser julgado em con-
s.-liui de guerra.
Nollciat dtono*.
Jos Estevao esta ji livre de perigo, e val
logo que o teoipo segure, couvalescer para
o sitio de u iniic i.
O conde das Aulas he que tem peio alo ;
sacrameutou-se, eos mdicos capilulam a
doeni}. por iocuravel (liydropesia de ^eilo;
e rec-i/tn que suecumba em poueos .lias.
El-rei foi pessualmente infurmar-e do
seu oslado e depois o duque de Saldsoha
levou-lbe o decreto oelo qual a rainha fez
mee* de mais uma vid. do titulo de conde
das Antis seu lilbo, que apenas coots tres
anuos. .
O marque/, de Loul, a pedido da rainha,
recoucili.iu-se com su. niulnor, a senho'rs
ii.faiiia D. Aon de Jess Maris, de quem vi-
va separsdo ha minios anuos
proposta.
osla venceu-se.depoiide porfiad, discunao.
tendo o goveruo.penal3 votos a favor, e 50
contra, lmiiiedlalamenle labira.n d. aall. lo-
doi os m.oiilroi. e se dirigiraiii ao paco a dar
parte ra.uia do acontecido. Espalbou-.e logo
que la.n dar a sua deii.ia.io O que mal u fea
sunpor. foi lerildo chamado a. Neceasidades o
presidente da cmara Silva oaoches, Julgando-
ae que osse para organliar o uovo ni.nille-
no. Entretanto vla-ae queo marecb.l nao era
homem de ae retirar do gabinete n. | .eaeule al-
tuacis, lendoo recurao de dissolver cam.r. ;
nem rainha Ihe aceitara a dem.ssao, porque
necesariamente terla de chamar ao miulsierio
o partido aeiembrlata, no qual lem poucas aviu-
rieatailtucao, o gabinete tomou o cipe.len-
le meoo. arn.c.do, que foi addlar cinara.
No fim de in.rco expira o praao le al da aeuao
de cadaaono | em vei p.ls, de as proog.r co-
mo Uoha de faier, porque nao uva anda vo-
lado o orcamento, n aes.ao de boje, .en. que
esilvesie pre.enle neohum doii intnlslros, foi
"do o decreto do adiamento da .clu.tae.sao
par. 20 de to.io, aendo de.de jprorog.d. par.
^'warbUrio foi o mal .agai, e fai '.'nbrar
a lactlc. rablana, de ...o caacerbaro. Iniu.igol
e appellar para dH.coes, confiando na. oc-
correncla. futur... que......." lem g"g;'"
mullo, iolenlo, que sein tas .riluaaoh.a tc-
liamu.u resultado.
este caio ae o governo dliiolveisie a cma-
ra, nnli. de mandar proceder ',""
elriees, c qua.i com toda a cerlea Ihe .ab -
ran, pelorea, porque anda me.mo no caso de
ohier malorla, a oppo.lvio havla de ier ludo-
mlu. Con. o iiddlaiueuio cun.ervou a eipecta-
tiva de uiu reconclllaelo, anda mal!IB osp*-
ranea de alcancar una malorla mal. l'e|.
porque, laltatn um deputadoi ba de In-
Enlre os passageiros falleceu o Sr. Jos
tillen /director do baen) com duas Gllias,
lendo a mais velha de 18 anuos, em cuja
e le.-. .1 -e havia esmerado, li.vn !' a li-
Sr. Mauoel Francisco Mureira, n'uma catraia do annosem Franca n'um colleg.o, e ou-
remad. por 12 huinens fez lodosos esforcos .|ros em Inglaterra ,8 oulra de ..oucu ida-
para so aproximar do vapor ( que eslava
apunas a 20 bracas da torra), mellen lo a
catraia poreulreas peJras do salva-vidas;
peJiu para bordo um cabo, e de la conse-
guiram |Ms-.ii-1 un um delgs.lo; mas slsndo
com eild catraia, e haveudo multas podras
entre o vapure esla, ven lo que era infalli-
vel a peni, da calr.ia, l.rgaram-no. Os
passageiros e a tripular;!!.! pudiain soccorro,
e Mr. Deslices, cnsul fr.ncez, ja despido,
ch.m.va pelo Sr. Manoel Francisco, para
que se apruximisse a recebe-lo: ato foi
poim pussivel. ten lo por duas vezo este
oussdo pillo con ido risco de vida e a sua
gente, tendii-se-llio quasi por duas vezes
mergulhalu a catraia.
A agua queentrava pelo rombo havia ji
ap.g.du as fu iialhas, e o v.por aen.va-se
son. leme e sem motor : a correnle levou-o
sobre a lage da Furcala eni frenle do pare-
ii.v. .ln Castalio, a ulnas40ou 50 bracas da
lerrs: do p.redflo se fallav. por um. bozn.
para bordo, extiorUndo-os a lereai animo,
esperando que na b.ixa mar das 3 da ma-
drugad, o mar, que se havia levntalo, Ca-
nina, e po le ia ni ser soccorri Jos i o Sr. ca-
pillo Machado, chefe da liscalis.fSo do con-
tradi) do tabaco, lia vi. feito conduzir s
4o !o cnsul de Franca, Mr. Dast.es, que
jor suss ra.neiras e sccOes c.valleirosas ba-
ria gauli'ilo a estima dos l'.r luuns-s, a al-
(uns dos quaes valeu em occasiOes orilicas
le .oiiiinoe.iii : o -S-. Placido, sogro do Sr.
minino Bernardo Ferrete ; o Sr. Jos Au-
gusto d. Silveira, delegado no Porlo ; o Sr
fieira Ohveira, director do banco ; e o Sr-
adre Bernardo. cpillSo dos Srs. Teixeiras
Cintos, lam lambatn os dous c tmiuissioiu-
msiloSr. Marsu nesla ci la Je.
vio pode ser maiur a consternado que a
nonio de honlem v.-io causar ao Porto; sen-
do para a cidade este di. ja de tristes re-
runlicOes, por Ser oaunivnsario da entrada
dos francezes, em que Lutos dus seus ilihus
petecer.tn n. ponte do rio Douro.
Passageiros que im no vapor, e pe-
receram.
Antonio Miriins de Olivoin.
Mauoel Jos Itezeade.
iiih Antonia.
Antonio Jos Placido Braga.
Dr. Jos Augusto da Silveira Pinto.
Antonio Accurcio da ni I v..
lianool Fernandos Arrola.
Antuniode Pinho Brsnco.
Jos Msri. deUliveira.
JuSo de Pinho All i.
os practico viamque era una tetaendade
sera proveilo, o so tria augmentar o nume-
ro das victimas, e nilo se prestiras, a guiar
catraia.
Os passageiros haviaro. sido mandados
para re, Meando sti 4 proa os que Iraballias-
sera : e poueos miuutos havia ui passadoT de-
pois do vapor ser Uncadu sobre a ForcaJa,
raurbinse' diz que VYiscnde de Almei- eram pouoo mais de 7 horas, quandu um
da Garrenescrevr a sua mujher, que sai golpe de mr parliuo vapor pelo raeio, e t-
eoslas d'noraens dois pequeos bsreos para
jnelo do p.redao, c mi cabos e boias, para
approveitar o primeiro ensejo de Ihes pres- Antonio Jos dos Sanios.
tar auxilio, e nao fsllam martimos que se'los Comes de Pinho.
olTerecessem para remeirus, e st alguus I Francisco de Oliveira Comes.
barqu.'iris purtuguezes e tnarinheiros in- Padre Bernardo Antonio Pereirs l.oito de
glezes, querism alronlar todo o risco, se Carvalbo.
houvesse um pillo que fosse ao leme; mas !Mii.oil de Oliveira Novo.
Antonio Francisco Caucado de Biito.
Custodio M.ria de Oliveira.
Antonio Jos M .reir.
Pedro Joo Lafarge.
jui.o Jo-e da Coala Rezende.
Ju.lo Manuel Val'.
Joaquim Bernardos.
soa de Freilas Oliveira.
Francisco Vieira da Souza Oliveira.
Francisco Luiz Piuto.
orlados
o.. ..i-.. ou. quadrao de lanceros. SS. Hl.
Ievamu.nagrai.de bagagem, p.ra nio seren
iiieno.iii.nl is is povoacei onde pernoltarein.
No Porto e em llraga estio-ie-lhe preparando
graodea festejos.
Dula-se boje, que antes de partir Irla laucar
as u.oedaa do aeu reinado no cavouco que se
eil ilo ni.ln no mel do Reino f praca de I).
Pedro) para Icvaplar um mouumcnlo n im-
peradur.
-- O conde das Antas lem experimentado al-
gumas ...elhor.s, e di esperiifH. de capar.
Obeija-mio do festejo dos anuos da rai-
nha, que leve lugar huutem transferido do
da 4 por ser na semana aant.i j, esteve inulto
concurrido, principalmente de notabjlidadea
cabralistas, que ha lempos tinham evitado ir ao
paco.
O conde de Thotnar conserv.-se na su.
quinta do Convento deCbri.lo, vivendo mullo
retirado, e entregue a dirigir trabalhoa agr-
cola, nico eiemplo Ulve qua tomou de Cin-
ciualo.
-- Tem b.vldo repelidos casos de suicidios,
o que nio he felizmente mu co.ninuin eutre
nOs. F. i.mi.-ni bastantes alienaedes, sendo .
de un. lill.o do negocia..le Mllbeiros, por cau-
sa de uma danfariua de Carlos, que Ihe re-
cuaou acorte.
A actriz. Emilia diapedio-sc de Lisboa pa-
ra ir para o Rio; mas parece que acel-
tou a ollera que Ihe fez Manoel Pinho d. Fun-
aeca, de Ir primeiro ver representar em Paris,
auilliando-a elle para es.e fim, indo depols pa-
ra o Ihcalro do Rio, para onde regrea.ari elle
inii.lie.i. de Inglaterra, p.ii que eite Sr. ha
pouco obrigado ; mas para o qual tlruu ji pai-
saporte.
Pari, 20 da marco de 1832.
Nossas eleicflos le m.u.rain s a U des'o
moz.'e excepto em dous collegios, os c -n-
didalos do goveruo foram el-ilos por toda
. parlo. F.ui resultado nflo ha no novo cor-
po legislativo, que se compOe de 261 ue-
putados, senSo tres demagogos e tres ou
quiltro legili.nist.s, lodos os mais voiardo
coin o governo. Cin decrelo recente con
vocuu o senado o o corpo legislativo p.ra 14
desiernez. O priocipe.LuiZ .Napoleao, que
nio qjjer de boje mn .lianle deb.ter seus
direilos com sise oblea electi/a,encarregou-
se de lazer elle ni ismo o regulainenio du
c irpo log.slativo e de esculhor o pre.i len'e
que devo dirigir seus trabadlos. Par. estas
lias fuiBc/ies a escoiha do principo recahio
Sobre um ex-debutado, Mr. Iti l.ult, advo-
gnJo dislincto, de roaneiras moito alT.vois,
o q%e, depois de ier pertencido opposicio
toda a sua vida, parece ler-s.s reunido inul-
to sinceramente ao governo do Luiz Booa-
parte.
Enquanto os corpos polticos organisa-
dos vela conslituicflo uo principiam a
folien mi .-, o principe presi lente vai usan-
do largamente do poder dictatorial, que as
c.rcumsiaiici.s Ihe der.m. Todos os di.s
lomos no jornal ofOclal novos decretos que
toem por lint o i aut ris.r a cooslrucc3o de
cau.iulios de ferio, Ou modificar prof nula-
mente ss Icis que regem a administrarlo e
as linancas: en gOral rgles decretos slo
mullo hom concobi los e a opiniflo publica
osrcolhecom favor, porque saiisfazom os
inleresses genes do psiz. O msis impor-
Inili! dos decretos pul.lie .los na quinzena,
lie., que prescreve a convoisao de uussa di-
vida de 5 por cento em 4 e 1/2. fiad, he
mais justo quo ests medida, us 5 por cen-
to litih.m excedido o p.r, isio he, pag-
v.-se a bolsa IU6 e 107 francos por una nis-
cripgAo do S francos do renda. Havia neste
facto a prova evidente deque u estado adia-
ra quiitiio quizesse, emprealimo a r,&u
Je 4 el/2 por cento. EnlSu o estado disse
francos por cem, cntenlal-vos oom rce-
bor smente 4 e 1/2, ou onto psgar-se-vo-
hs a son.mu que o estado tos deve, e nio
teiemos nenhuma difliculJade em achir
pessoas quo vos subsliluam aceitando a re-
iliicein que vos proponius.
A medida era ousada; ge os ra ila'tis
tivessem pedido em massa ou embolso,
t r-se-hia licin, v. rale muito embara-
ado, porque nossa di'ida do 5 por cenlo
se eleva em c.pilal a mais de 3,700 mi'hiles.
Mas esla icror.lo entro os capitalistas era
impossivel, e alm disto on ochado um omprego de fundos tSo commo-
do e tSo seguro. Por ests r.so o maior
numero se lera resignado, ai sqoi as pe-
ti0es de reembolso silo juito raras. A
operar;lo, pois, t 'ra laiiz resultado, sera a
menor llovida, e Luiz Napoleflo ter a hon-
ra de lindar, no da seguinle ao i uma
evoUcilo, uma ohrs que os governng do
Carlos X e de Luiz Fillppn debalde tinham
(enls.lo. A economa que d'shi ha de re-
sultar para o thesuuro sera deporto de r*
milliOrg por auno. K unte, concessllo quo
ss tem f'ito aos c.pitalistas he promessa
de so nio lazer nos 4 e 1/2 uma nova coti-
m'iso no espado de drz atmos.
Um oulro deceto, que app.recou bojo,
promulga o orcamento das despeas _e das
reeeit s par. oa'ino de 1852 He a primei-
ra vez depos de 37 anmoj que s in pOe ao.
pai um orr;.moi.to sem qu" elle tenba sido
vol.do por as>emblag iepreseulaliss Mas
a dictadura legillin. lulo, ludo juslilica.
Altn disto a assembi. auo v.i reunir-se
lera de oceupar-se com o orcamemo de 1853
e he bastile nina lei desle genero para
uma cmara cujas sessfjes nitoduram senSo.
tres uiez. -..
NSo entro as particula/rlades de todos
os mil- os deertos ultirmimeiite publicados,
porque elles nao teem para, Vote* senSo um
ntress" sorun lario. Fsijo njoocao smen-
te i aquelle que regula ludo o que diz res-
peilo so pessoal do .Misino publico e que in-
ti'u.iii/io a mais gilut.r dsg teforra.s, snp-
priminln a inviolabili'a le dos men.bros da
universida.le. Pira que Vmc. comurolieti-
la bem o alcalice desia lei, devo Jiier-lhe
que o espirito de irreligido e d* sceplicis-
mo domina nesta cl.sse de funccion.rios, e
que a educacSo da moci a.lc so tem resenti-
do disso .la tnaneir. a mais lunesta. Como
nflo so podia locar em sus situaeflo, estes
meus senhoros nilo lev.m em consideraeflo
advertencias da inluri In.le. He rara
constr.ngu-los cumorir seus deveres, o
em caso de neessidade para livrar delles
oensiooque a garanti d. inviolsbilidado
foi supprioiida.
Os antigos adverssrins do i.uiz Napolefio,
a melles que o combat.m, ha alguns mo-
zos, n. tribuna o na imprensa so res.gnam
lo ios o silencio. NI., lio pussivel nio -lo
em Franca, pnrm alguna vilo procurar no
estrsngeiru meios de poblicidade parza as
suag queixag vrrlaleiras ou pretendidas, e
seesforcam em causar escndalo pola vio-
lencia do suss ircu.-ac.Vs. Dous detes
ilescuntenlcs. o Sr conde d'Haussonvil-
le n Mr. 1 liornaz, crearam em Bruxellas
um jornal s .b o titulo llullelin Frnjate, o
ioi.I uo In.in. muro fim senilo inf-iinr e
injuriar o presiJeiltP, e que ellos procura-
va ni por lodosos meios derr.mar om Frang.
(i n .so goveruo que.xc.o-se inui vivamente
il is o ao governo de Bruxeilag, o qual inme-
diatamente urdenou a expulsdo dos Srs. de
lUussouvillo e 11. .ni i. Mas esles senho-
r.g suMiahiram tols as pesjuizas e a
publicarlo dr 'Vzineai continuou.
Novas quejxa ., ao governo bel-
ga pelo nosso ai iuistro em Un.so las, o
qi.al pedio expresssmcnl que so (lz-S cessar esla iuju.iosa publicafflo. 0 Bulletin
Franjan foi aprehendido, e seus preloa fo-
ram pi.st s debaixo de sollo, e finalmente
foram oescohertos e presos seus autores.
Mas a isto se liuntavam os poderes do go-
verno belga, o qual, pelas jis existentes,
era obrigido a levar persnle .. jury os au-
tores do delicio. A qu.'-l.M) foi levada pe-
rsnle o tribunal do jury >ie Bruxellas. Mr.
.rilan-sonviiie e Mr. Tnomaz po.ler.m, em
viriude do dircilo do oefeza, renovar e ag-
grav.r seus ataques ao principe Luiz apo-
Inflo, o que nio impe lio o jury de declra-
los nflo criminosos. Toda sutisfacflo quo
a Frsmja recebeo limiloo-se a isto : a poli-
ca belga ci.n.luzio Mr. d'Haussouville c.Mr.
Thomasa slenle, eos fez emba'car para
a Inglaterra. Duvido que o presidente es-
teja muito satisfeilo com o resultado deste
negocio; mas como no houve nenhum
mao querer da paite do governo do rei Leo-
poldo, creio que nflo levara mais longo
soas reclamacuea. Somonte se o raesmo es-
carnalo se roproduzsse e s repressao fosse
lio ilius .na, de nenhum modo me admi-
rarla de que o principe presidente tom.sse
l.l ma.li.ia que obrigasse a Blgica a arre-
pender-se.
Ac .1.i.nos de aaber aqol pe. chegad. do pa-
quete da America do sul a noticia da derrota e
da queda de llosas. Eiperava.nos por le dea-
fecho ; mas o vigor coin que as operaede. fo-
ram dirigida! ea pro.oplidio do resuli.nk. aur-
prchenderaui e eacanlarain o publico ioielli-
geote. O governo do llraail que lomou uma
parle tao Importante n. directa', deile nego-
cio ganhou de um modo singular na lima da
Kuropa que reconhece oeste governo u.n cain-
peao es.i... eci.lo e resoluto dos grande, inleres-
ses ds civlllsacao e do progres.o. Assiui o ef-
fe.to mor.I de.la brllh.nle c.mpanh. diplom-
tica e ....litar ae far aeolir em provello do bra-
sil em un. e oulro inundo e sua preponderaucla
no .... oo .los lados que o cercara se fas tao lo
nielhor de aceitar qu.nlo ella ae aasignala por
actos que aproveitam o unlverao commercial
lodo Inlelro. A abertura doi ros do interior
da America meridional per.i.aoecera como um
doa f-cloa mala nierooraveis da diplomacia con-
tempornea, e te faoiohe b..t.olc par. Illui-
irar o reinado do imperador D. Pedro 11.
Innl.uitn. Lord John Rmiell lem bastan-
te seot.melo em decidir-se a nao aer mais nii-
oialro. l.l I.- abaodooou o poder porque nao
llnba mais a malorla e porque aeui amigos a... i -
goa ae li ha... voltado contra elle. Nao foram
oa l'uriea que o baquearam, fui lord Palmera-
Ion. U conde Oerbv fot de.lguado por elle mesr
noi rainha como o nico humen, que eauva
em estado de a.iballiui-lo. Elle.recuou dame
da Ideia de di.iolver neite momelo a cmara
do. communi. Pareos, pois, qu nao deverla,
ao meos por agora, atacar a inlnlalracao do
conde do Uerby, nem iinpor ningue.n tre-
la, dame da qual recuara de faier .inmediata-
mente eleicea geraea. Tal be entretanto a tc-
tica actual doM-pjrlii'flra""nl*lro-
Acamara doa conmines suspendeu durante
1 ouioie diaa >U.i ..dea, ali... de deisar iquel-
' te. daa ministros que leem asiento cin aeuaelo.
os capitalistas: cnngenli em uma reduceflo i"c, d ministros qu
nos juros quo se tos paga; em lug.r de 5 i o te?0 d* apre.enuretn-se aos eleilores e de
?
MUTILADO
fl
1



iWrein ranovar seo' mandato, Era 1 dala Fol por aso quo, quando, gragu So l-
mei ciue o parla.nenlo devla rennlr-se, denle p0|0 de alguus homeon animosos saobrctu-
oii i lordiorm Russell reun, era sua can do energa, ettitide do exercto, flc>rm
o prlnelpao meiubroi da opposl E.rca.aeliM u,n. f'X.d! "V"^!,'!. .! goa, me apreaaei a pedir inslitulcOes o
uir u.n iDliirilu proii'oi lonhta a pronunciar- sem-lha com tima pyramide qua qu.zessem
acdc u,na...ai.eira absoluta favor a I.barda- (irunr (obra 0 leu vrtice ; IU I tornen
de du cuibiuerolo; era lao collocar a novaad- collocar S'iOrSpliia base.
mloUtracao na alternativa de rellrar-ae ou de ,0 Tolo universal, nica font- do din-i lo
abjurar .tul principio.. Da parla doi radlcaea em (1)(jas conjunc uras, Iloou imme iiata-
uiu tal lurio de alaqueatpao teiu nada de adml mtnl9 reslabelecido: a aulonda lo recon-
ravrl. porque eaie p.rtido estrs, nao tem ein quiou Q lecl cendenU. no.lmenle.adop-
que uU.5ou.ei co.no lord Jol.nRua.7ll leuh. eo.ieUtuic.. qua llio sub.netti, pu .Croar
rallado uin momento e.n repelllr loda acum- corpoa polticos, cuja Influencia a conside-
pllc.dade em ae.nelbanle tctica. A reuniao rag.10 r8o tanto matonia quinto mais pru-
da qualfaliel a Vn.c dlicuiio apporiuul.lade deulemeiita eslivere ti reguladas assuii at-
da iiioco de Mr. V.lllera oa radicara exaltados tribuices.
que.laui que ella fuiae lualenlada, mala a Trac- a Com effeito, entra ai ustituisfles por
,ao >;'< do.W.hlg.nio fol_' !'"" Micas ,6 lem durado que fliacu de urna
deb.tr. U.T, v.vo. no. qu.e. o ea.prl.nelr. Ce-r.c-se Cada uin MNjm M*JM
inlnluro ful multo maltratado por eeui bruiaes outro recurso, sa-lom da applicar-se de u.n
auilliare, que ae adiarla loda a noci atci de- modo ul.l 8 bene.ic.oa liherdaaa. Hm pro-
pon da poca em que o novo iniolil.o llveaae xiuos temos os exemploa.
eipoato oaeu programina, I < porque raaSo em 1814 a Yio com es-
talas exphcaces qm reolamavam de lord tisfaclo, apezir dos nossos rarezas, isau-
Desby e de a.uacull-gii8, foram dadas (lual- guraro rgimen pa.I-mu.lar? Foi porque
nuufe a 13 deate mei, na cmara dos lord!, imperador, dig.mo-lu rancamonle, se vio
e na cmara dos coinitiuus jamis no se impeili lo por causa da guerra a exorce' o
viu uu. aurcetsotSo completo como aquello p0i8l- ,. u manelra d.imasiado abso-
quii obtiveran lord Uarby ua rnneira oa- |,,ci..
mar, e Nr. d'1-rat-li i.a outra. Fot o trium-! Horqueem 1851, pelo contrario, a Fran-
pbo da uluquencia e da r.s lo snbre a lach- r., ,|p|1|,,., qu i, daquelle mano rrgi -
ca apatxonaoada dos partido*. Os dous mi- mon parlamentar? Porque as cmaras a-
uiatroa decla.arain que pe.ineiieciam Dal busaram .la mllue'Cia que lh*a havia sido
aossena principios, maa que nSo proteo- cincedida, e queren.lo dominar tudo com-
diam perder a apMicac.au delles a um par- pronvttia.n o equilibrio geral.
lamento do qual a grande umioria he evi-, Purquo, omfi n, a Franca no se com- -
d.iotemaiile partidaria do couiinerciolivre. m )V8ll pt.r,nle as reslriCfO-a da lbenla.ie| maa eat >u convenc lo qua o anuo yindouio
que flt>ssa Irrevngavrlmente na minha o.'
be ,a o podar da que oa roveatlo.
a Po' n, nlo tratemos agora de diflleJ
dadas quo no tem probabilulsda. Consa
vemos repblica, que a ninguerrr ameafa,
que ple t'auqallisar todo o mundo. 1)4
baito da sua handelra pariendo in.ujur '
um novo periodo de oonclliacflo a do nsqu
cimentn, chamando a mim se n distincc! )
todos os que francamente quelram cune..
rer para o prnvimntn do bent oubliou.
A Providencia, quo al agora lim abe
goado to vislvelmenlo os meus estbrc.il
uno deixari incompleta a sua obra, ant>t>
nos animara com suas iospirarjOai e nos da-
r saba.loria e f.i'ca necessarias para co .-
s.liJar urna ordom de cousai que asaegii-
rem a ventura da noass patria a a tranqui
li Ude da Europa.
Este discurs1) fui mnito appla.nl do, e o
pob.ico no ]he fez menor acolhimeuto du
quo a asse nbla pranle a qual lora prooun-
eiado O que s>b.etilo cnamou a altan-
gao, fbi tola a parte dlle que diz resjuto
..o i'njnr.u He i'npo.sivel ser ao mesan
lempo mais franco emais h-lrl. (I pro,i
denttdeclara que nlo qoer ser imp .a.lir,
e que o no sera se a l nlo favorecerem. P de urna tal drclaraclo oa partilos devonj
res.gnar-sa e ficir tnoqnillos. Has o are-
si tente que ha muilo mais ambicioso do
qua diz, mis qua heumambicoso rslno
tem perfeilamante he n calculado. Os pi-
tidos se ag.taro preciaamenta porque V'
de seu iiilerrssa tor prudenlo, e elles Ihe
.i ir.io I.iku a occasi-t. que procura de se f<
ser aclamar imperador pelo povo que nlo
quer oulra consa Nlo he pos.ivel que o*
la grande mudanQa tenha lug-ar este nuo
O nuvo gabinete por tanto sa limitara a de- ja jmprensa e da Moer .lado Individual?
cidiroa negooios urgentes, a fazer volar a porque urna tinha degenerado em licanga,
le do urcaueiilo, o alguna lulli raconlieci- 0 outra em vez de ser o exorcicio regula lo
dos necessrrios e que nSo sSo sujeilosa no- do djieito de cida um, amoacou o direito
onunia ol.j-cOo de parlilua. U^pois o |',r" .lo lo loac-.m os mais odiosos excss.'S
lamento sei dissolvido e o povo cnama.lo a j o perigosu exlrem i, especialmente pi-
eleger se .a mandalarina, fara connecer por rg s ,|,. 1KI .,,,,.,.,,i ver que s InstiluijOes
seusvotusqnala sua vonlade subrana sobro ,n,| ,i Imh i-is s.cilicivam alie'iiativamen
a grande quesio da liherJade do coiD-ner-
cio. Nilo he puis senBo peranle o futuro
parlamento que a quesillo ha de ser deci-
dida einre os torva e scus advrsarios. At
la u cunde Derhy e seus colleg.s govenia-
le o polar a liberda le, foi muilo bem com-
prehenlldo por no-s n paes, h .vera in-iu sa
culo, quando ao lor n u >r s lormauta rev<>-
lucluna.ia, e depois do ensaio infrutuuso
ae nflo lindara sem que tenhimos um ioi
per olor, m-ons que a m.lo .le D-04 ou aUu
ma catastrophe nos arrebate Luiz NapuleSi,
oqueserauma lunivel infehcilade para
Frsltfa,
Os sanadores e os doputados i r'staraoi
Juramento e.n prea-nca do presidente. *
dase a Vine, qua Bavlana trea re inhlicanra
entre os dep.ia los Estes senho es ni.
conoarci-cain i aeaslo de in-tall fio pi-
rm no dia sguint< enviiram ao presidei
te s ia ilniii-silo motiva la pela sua deuegt
rio, porque aeguida a conlis.ilodo propnol Cllll,lllur.a0 doanno 8.*, que he a que sor
lord John Ilusa I, noiihiiuu oulra combina -1 ,j0 j,, ,uo lu para a de 1851
V'So he possival e a Inglaterra nSo p.duli-
caraem governo. Tal lid o programmi que
fui desenvolvido pelos -lous iniuislros u que
emdillmti'a fui aceito ineamo purseus mi
nigos politirjos.
ilttmmtk* As camarss prussianas fazem
pouco .-Hondo ii seus debates no apreseu-
t mi senilo um irtleressu inedioc e. A pri-
in ora c miara continua a discutirs mudan-
caa queaed v,mi fazer em sua propriaCous-
tiiuiv'il'i e que deven transforma-la em ver-
dadoiro sonado,
a Autna o publico oceupa-se muilo de
urna lioinv 1 cat.alroplio, .u qual o impe-
rador escapou .lo ser victima e que Custou
a vida a i.om numero de hmeos bravos.
Em urna viag.-m que ello acaba d fzer a
Trirete, o joven principequiz fazoruma es
curso no ...ar dur.ulo um m n. un. Al-
guna pilotos experimentados rcuovaram
essa tentativa, po.m os chelVs la mariuha,
Closus de p ovar a li ou la le de suas equipa-
gnns, condesouii leiam oom odesejouoim
pera lor. Tr'S navios foro.availi a esqu -
dnlna quesahio do porto com um mar toa-
donlio. A lempeslade nOo fazia MOlO aug
mentar e log-oos navios fo.am in'^l -
O Volta nu qual la o imperador couseguio
a u.ii'l custo refugiar-se no porto de Itagu
sa, outro navio entrou em Trieste no --sudo
o mais iiis-tiv.-t. II torclro, Uarianna
tripulado pin 67 Irimens perdeu-so lolaira-
menle. Parece o.o-mo que srdeU no mar
purqop enconlrarainso na p ..t i alguns des
troeos do Costado in.-.rcri I s pelo ine.ndio.
De volt-i a VI lina depois dosla t' lato ca n-
panlia, o imperado' recobe i a visita doi
gran-daques,Miguel e Mi olao, li-li-i- do i n
(orador da llussia. A i ;.. a mais mag-
Iflca fui feila a estos j-.Vins principes os
quaes o impero lo abololou no palacio ioi-
perial. Elles tem assisti lo a brilnantes re-
vistas, e as f-slas olficiaes se succedem pa-
ra lies fazer hoora.
dem. 7 de abril de i<.'.!.
Fol ne.la quimena que o governo ore.niado
por noss. nova coi.aiiiuly-. i.riociplou f.in.i-
cl -nar. Deade 29 de mpe- ; enle uo l.e
mala dictador, o estad levantado ..-
nono tenadoe co.-pj iep. ... '-coa... mu-
aei.dea. II iveio s de saber pela eaperlencla que
val f.ier-ae ae ai in.iltuicdea que o principe
Lula Napoleo ...oldoii aobre at do Imperio
convin ou nao melhor a uosio pala do que o
rgimen parlaruieniar. Qoanlo a talas, creio
no liuin aucceaio .la prova ; ealou convencido
que quanto menos ae f llar, menos ae dlcu-
lir em nuaio pala, uirlhor elle ser gover-
nado.
O principe presidente rpiir. abrir e.q pesaoa
os novoi corpoa pallticps. Km vet de obrar co-
mo a ultima realraaque para abrir a aeaaXo.
ae liu.nill.ava peranle a cama.a elecliva, pola
o re sa liausportava e.n peasoa ao palacio onde
ae reun un oa depulados, Lu. Napoleo lez
vi' oadepuladdse os senadores aua casa, nu
palacio daa Tulnerlas.e f.,1 ah que reerbeu o
jiir.i.nenio que presiaram de obediencia a cuns-
lltuiclo e de fedelldade ao presidente.
A cerentodla fol u.agi.illca. A salla dos mare
chaes, a malor do palacio, i.nha sido preparaila
para receber o oonselho de ciada, o .en.do e o
carpo leglalatno u .. pequeno nume-
rada convidados. Iloi.i cadera de bracos ornada
de veludu e olru liuha sido levantado no mel
de um estrado pata receber o p.lnclpe presi-
dente : snbre o ineamo ratrado estiva nina ae
gundacadelra de bracoa dea loada para o prin-
cipe Jerony.no, ir.nu do Imperador Napoleo,
cx-n i de Wesiphall.i, boje inarecl.al de Fran-
ca e presidente do avna.lo : por detrs estav-i.n
os Bsenlos para os ...Inistroa ; doa doua lados
do estrado lluhau-se reservado lugares para
osmemriros do cousclho de estado.
Defronle do principe presidente tinham-se
preparado banquetea para receber, de n.n lado
0 senado e do ou.ro o corpo legl.lailvo. No
fundo da asila, tlntia-so collocado o corpo di-
plomtico. Trea quarios de hora depuls do
nielo da o corpo legislativo foi iutroduxido,
depols oaenado, nali.ienic o conselhu de ea-
ladd. A urna hora em poni, o presidente che-
gou, aco.npanhado do principe Jerony.no, de
sena ministros e .le .un numeroso e bullanle
estado malor. F.lle tomou asseuto em un.. ca-
delra, depo.s sauduu a assembla, e pronon-
clon em *pe o discurso seguidle o qual dou em
sua entrega, porque tem uma grande Impor-
tancia :
SunliorassiMiiliiro.se diputados, lio -
jscsst a dictadura que o povo me lnvi
confiado, e as cousas voltaram ao seu curso
regular. Proclamando a/ora que a coosli -
Uledlo psI em touo o sej vigor, smto a
mas viva sali-f.co, porquu o me ni i-
constante anhelo t.-m si-o, bflos rostal..--
1 er a orlem, tnas to.na-l i dura.loura.do
tando a Franca de instiluicO-s apropiiadss
ssus nec.-s-i lades.
.. I.-iiibrados estar ts que ha alguna mo-
zos quant mais me concentrava no circu-
lo das mmlias atlnhuic-Ses, ma'S se perlen-
dia cetcear a sua exlencfloaflm de tira.-me
o movimenlo e a acc-lo Confesso que cho-
g-iii a apoderar-se de mtm tal des-lenlo qu
pense) em abandona, n-n poder tilo dispu-
ta lo. II que me detave f- que nSo vis apoz
do mim aenjo urna couss a auarchia.
Por tola a psrle, com eiretio, se exal-
t-.vam psixrt-s. boas-para destsruir, incapa-
zes de crear. F.m nenliuma parte savia uma
instituicSo ou um homem a quem portese-
mos unir-nos ; em nenliuma parle apparr-
cia um direito rcohncldo, un.a drgadlsa-
(9o, qualquer, um systema roalisivei.
letida aciasse lesysiemas, proclamara n olo de pe t ra perf llameis anm elles
As s -ssd s do corpo legislativo no t en
. Dacerlo que aqueils inslilui^Oes nd.)'dadn lugar a n-nhum ouiro tnci-lenU
s.no......sin lo i .s as liberdades, ne.n amda Quanto ao senado, ella raunio-se sob a pre-
essas aosabusis daa quaes e.tavamos ja ha- si lencia lo principe Jo'O.ymo, o qu.l pro-
bituados maaconsagam oulr.s, cuja rea- nuticiou um mui bello diacosi no qual fel
lidado nao pode entrar eoduv.da. No da iutervir a grande aombra de aeu gl .riosii
mima lalo as revolacOes, a primeira das irmBo, elle leuibrou que era o ultimo dea
garant-s psra um povo nflo se cifra no uso sen.dores da oochs imperial,
iniinodera-lo da tribuna eda imprense, m.s Via se tem foito tmente discursos so
s'mi no dtroilu de eleger o g ive.no que Ihe senado, leoi-se feito tambem actos, um 0
c.nvam. .Agora pins .. u-.c.io fi.mcez. of- 111-110. que lo n 11 m alt 1 Siguilicacilo Si-
fereceu ao mun lo,talvez pela prt neira ves, gun lo a cnnstituicfln ha o senado que deve
u es vo qucv.it' coifl plena liberdade a forma ao chefe 10 E-t do. Ora, f.n este o primal
deseo go>erao. ro trahalho que o senado empreen leu, a
As-im, puis.o chafe do eslado, quo ten- mostroti-se oe uma g nerosidade incrivel
l.s diaoto.le vos. li 1a expressSo gjnuini para com oclnci je presidente: he vardi-
da vontade popular. de que o principe Ih'o ha de pagar bem
E .liante .le 111 un, n que vejo,' liias n- quanlo determinar de sul oarla us Subt-
maras, eleita uma em virtuue da le mata dios dos senadores A somma (xa la pata
liberal que existe no mundo, a a outra no- a lista civil do principe presidente he de II
mea la por m>m, he vordade, porn ao milnoes por auno: alm dislo O senalm-
inasmo lempo ttidepenlenle, porque he Ina- consulto cuica le ao princi je o diieito et-
movivel. clu-ivo de caga as fl .rest.s de Veisailues,
lio redor de mim e-taes vendo horr.eng de Fontaioebieau, de Co npigue, da Mar-
de palriuiismu e do merilo notorios ; ho- ly o de Saiii-Grm>in, eous. ..ara sua hi-
mens sempre dispostoa a auxilia.-me com bitar-So, dos palacios das Tuiliicri.s, do
ua seus notifelnos e a illustiar-me sobre ss Louvre, de Fonlsinebleau, de Co npigue
necessidades do paiz. de Versailhas, do T.ianon, daSaint-Cluu 1,
a Acoiisiuuicao, por tanto, que val ra- de Meudon, do Klyseo e do casicllo de
ger des le hoje, no ho producto de uma vil Sacce. *
theoria, nein do despotismo, mas sim, obra Oprpsidante recebe desla raanein, pou-
da experiepjeia a da r.alo. co mais ou meos, a m- na u>m a
Vos, aeniior.-s, me aju lareis a consoli- mesmas vamagens que oex-re Luiz FiIip-
da-la, a d.r-lhe populan lade, e a f.z-rin-1- P", con esta diirereuca, qua este ultimo ti
las todos na inelliorainenlos possiveia. nlu uma famliii multo numerosi e e.a
Exporoi peraoH o sena lo o parante o otirigado a u na repreaeutacfl 1 m.is custosi
corpo lagislnltvoa situacao da repblica, e pela sua qualidado do rei. Ho verdade que
se ver que a coulianca so reslabeleceu em na i -1 civil .lo rol dos Francezes ligurav m
toda a pa le ; uua em tais a parte se tor- alguuiss florestas senhuriaes, mas como s
uou a e i.prelioudero Irabalbo, e que pela coos-jrvar;-lo ea venda .las uia.leiras licavam
vez primeira, d.-p >is de urna gran le mudan- ao seu cargo, era i.so finalmento para u
a p.litica, aeaugmmtou a nqueza publica ex-rt-i um i.roveito mediocie.
em lugar de diminuir. Dapois de ler insiallado os dous grandes
a No peno lo da quatro meies o raeu go- co.pos dcliueranies, o senado e o corpo le-
vernn tjve nccasiBu de promover emprezas gislalivo, o presl lente oceupuu-se do cun-
utois, de recom.ensor mullos s-ivltos, du aeluo de esta lo, do qual quiz em passua re-
ccorrer a numo.o svultado de nec-ssida- ceber o juramento : Elle dtrigio-se para este
les, e al de re.lcar a posifSo da msior fl n ao p.lacio mesmo do conselho e depols
p.rle dos (.niel-.....a ios ; tudo iato sem da ceremonia, a mu nfinu aus membros
augmentar as conlribuices, sem aller.ru desle grande carpo, qde usara muitas ve-
orca tiento, que hoje temos a fortuna de a- zes do dir-ito que liuha reservado para aj
presentar equilibrado de presidir suas ses-Oes. He exaciamenleo
a Est. s factos e a allitude da Europa,que quo f .zia o lio, o impera lor NapoleBo.
acolheu com sali.fa(Bo as m llancas elTec- Os chafes da magistratura furam chama-
luadas, nos f-zem cuncabor fundamentadas dos a Paris aflin de pre-larcm juramento as
esperances de segnranca para o Tuturo, com nulos do chefa do estado. Esla ceremonn
Una mais rasBo quanlo he ce-tu qua, ae a leve lugar domingo t* de abril. Nu peque
uazseachagirantidaexternamanie, o es'a 00 discurso que di.igio aos m-gisirados, o
do mesmo molo no interior. As potencias principe prest.lenle suslentou esta trese,
es r.111.;,-1. us r.-s.i -ita-n a im-.s 1 1 n lepoudoii- que nSo havia em Franrja outra legitlmida-
cia ; e mi- temos nm grande inleresse em dosenBoa sua, visto que o povo numeuu
manter com ellas as mais amigareis rea- seu lio primeiro cnsul e impera lor, ha
ufles, cincoenia sirios, e presentemente o povo
4 Em quanto a honrada Franca nSo sa a- o tem Horneado presidente .las v.-zes poi
ch .r Ciimpromeilida.o governo reputara do ui/ia Immousa maloria de votos. E.ta theo-
s -u dever evitar co n o manir cuidado lodo ria fez treme' de colora a nossoS legitimis-
0 pretexto de per.urbac.So ua Kuroua, e os tas que nflo ousam tolavia gritar muito
nossot .-sin .ai- tenderBu a promover os alto, com modo .leabrlrem iminejlalamen
molhorainenlos internos que alo os nicos le caniinho so imperto,
q le po lem produir vauUg.-ns para as Antes dos grandes actos de que acabo de
nasses laboriosase assgur.r a prosperiJa- fallar a Vmc o ptlncjpe presidente usou
te do pa z. alao lirtf-do seu pdder dictatorial, para
euteirou segundo o seu costil me.
O negocios do Prata laem dado lugar a
um debate interesante na cmara dos torda.
Lord Oaaumonte dirigi ao miftislrodos ne-
gocios ertrangeirs, lord Malmes bury, di-
versa) interpeil.cfics que proVaram que o
nobre lord nSo liiiha.li lo com allancBo os
documentos e os r-lalotios dos fados ave
foram traadlos i Europa pelo Tmiot. Eis-
tqui a re-posla que Ihi .leu o ministro-:
O governo nSofoi imformado por par-
ta ololal ou por oulros avisos do qne 1
bsn leira brasileira flucluava e.n Buenos-
\yirs juntamente com a da cone 1-rac.flci
aigeiitma. Devo accroscentar.que elle nflo
racebeu nenhuma inform.rjlo oltlcial 011
particular que Ihe annunciassa qu a llanda
Criciii.il tenha cedido a tlha de HartimGir-
ia, e com rffeilo, leuho rasOaa para erar
I-i ella anda esla as miis .los primeiros
pussui loatla. Eisaqui qual fui simples nen-
ie a conducta do governo de 8. M. N.sSI
horas que ,-e s-goiram io recebimenlo da
noticia, cu t. ei etn communicaclo com o go-
verno franco/., o qual, al aqu lem coope-
rado co n nosco na p.cilic.c/io daquelle
paiz. No e-talo acidal das n ociar-oes, nlo
posso entrar em m>is particularidades ou
lar oulras explicares sobre os projeclos do
goreruo, os quaes tinturo por Um a abertu-
ra rio'Rio da Prata. a
Em seguida as oxplicacOes, lord Aber-
deen declarou que o lito conalanlemeute
prosegu lo pala Inglaterra, a Independen-
cia da Banda Orientai.estava j Conseguido,
e que elle deVta exprimir por isso tila a
satisfagan. O ex-ministro se d--u aiem dis-
to por mnito satisfeito pela boa harmona
que existe entre os dous givernos de Fran-
ca n da Inglaterra e escora disto os melh 1-
res resultados. A inocuo nSo teve oulras
consequ -nci-is.
Ho bem variada que a Franca e a Ingla-
terra sa entenders] pira obrar da acord
na questflo do Prata. Foram nomeados duus
diplmalas, Mr. de 8atntGeorg-s uela Fran-
ca a 8ir Charles Tapia 11 pala Inglaterra.
Estes s -nli ir.-s a.nr.lo provavrl tiente
pelo paquete de abril. Suas instr uceo s s lo
s cretas, mas he quasi cert 1 que olaa teem
pur Nu obier para a Europa a abertura doa
ros da America do sul. Se tor para >-ste li ni,
astea seiihores achaflo Iraualho feito, por-
que us tratados que o 11 ../ I fez c im os es
ta los colliga.los c mira BoS-S. Suca-rain lo-
dos esisotausuli doqui a nav gacflu tnler-
na serk Mvre; maa os dous guvernoS quise-
ram mostrar-se, mes no sem necosstdade,
como pa a farer Cunatarsus influencia,
AI lemanita Ti vemos a noticia,esla ni. nh Ja
de que o primeiro ministro de 8. Jl. impe-
rial,u Sr. principe da Selivrarlzimberg mor-
rera uliimsmeule da um ataque de apople-
xla fuimin.nte.
He utna noticia importmle,porqueo prin-
cipe era dtalo .lo emitiames qu.lidades
guve. na ue.it .es c S -ra dlllicil snnslitui -lo.
Poiiim qualquer que seja o aeu sucoassor, a
poltica da Austria co .turnara a ser a mes-
a.
Ilouve na cidade livee de Bremon alguma
agitacBo, que lo. ..ou necessana a interven
5o la dieta dn Francfort. O g- neral Jaco-
bi foi enviado a Bretnen, e i aimples ames-
Cada fazer entrar na ci la le as tropas hano-
verlanss, tu lo flcou pseilicado.
O impora lor NIcolSu he esperado em Var-
sovia no meia lo .le abril.
A Suissa que hesumpre o foco dn radiclis-
moedoc >mmunismo,cu.sa urna ce tainquie-
tacflo aos 01.111.rcltas da Allemanha e mes no
a Franca. Talvez n.lo s-|a impossivel que
ss grandes potencias tomen a su regpeito
me lides de reprsalo, asqoaes lenham seu
efTeito no presente auno. Deseja-sn resta-
be|. cer a lo lo o Custo s orden) na Europa,
e t iii-s-i i-si.i nisso.
Ilmiim ,a Hulla, lie a ultima ve7 que
fallo a Vmc nesle lionetim dos 5 por cenlo
I auc es, pus furam ja oonverlidos em *
e l/i. Esta conversflo deu lugar a fortes
movimentos nos cursos durante o mez de
marco
Oa 5 por cenlO -111.iran a 106 francos e 90
cntimos; dcsceram a Di fr. e 10 C ; Aca-
ra ni a 1 no fr. o 95 C.
Os 3 ior ceuto subiram a 71 fra-cos e 35
c. descer m a 63 francos e*5c. fic.ram
71 francos.
> s consolidados inglezes ficam de 97 1/8
* 98 3/1.
Vlllala, VareJJo. bario da Caplbarlbe, Marllns
Parelra, Manoel Cavalcantl e Velloso da 811
vala.
Rulra em tarcelra dlscussao o projeclo n-
mero 13, relativo a conairucclo de estradas.
m a emenda substitutiva nfleieclda pelo Sr.
Maclel Montelro. que bavla ficada adiada.
O 4'r. Prultltnlt: Tem a palavra o Sr. Mel-
lo Reg 1 mas, como sa nao aeba oa casa, eoa-
tinAaa dlacuasio.
O Sr. Maciel Monittro : Peco a palavra.
O Sr. /"residena : Tem a palavra o Sr. Ma-
clel Monielro.
O Sr. Afaefsl Monle/ro Fa. alguinaa refle-
xdea sobre a materia.
O Sr. Hanoel .(.'oao/can. Manda meia o
aeguiota requerlinenlo. .
Hequeiro o adiamento pur 8 das. aflaSM
vaaalWSRff.
O Sr. Jfanotl CavtUanli. Juatlca o seu
re |.i. 11.11 e......
rinda a dlscuailo, he o projecto submattldo
a votacio e approvado, sendo reglstado o re-
que.in.e.ilo do Sr. M. Cavalcantl.
i.o.iiioii.i a 3. dlacussilo do ... v iinenio pro-
vincial com as eioeodas apoladaa.
Vio anda meza aa seguinlea emendas:
Art. addlllvo do capitulo 2. do orcaineolo
com a biblioteca publica:
Para compras de llvroa 4:000/0011
Para o guarda da biblioteca euo/ooii
Portilla.
Flca Iluminada da divida activa da ihesou-
rarla provincial a divida da cmara municipal
de Olinda cunlrahlda para concert doarrombo
do paotaao e obligada a mea.na theaourarla o
..sumir a quantia de Ui'-U-l-ld r.ls, que ae
achava embargada para pagamento da referida
divid: Jf. J. Carasiro da Guana.
Addlllvo i.l do mi 31 l'.o. lugar de ol"
rea por arroba de aabao diga-se 800 res
S. R. P1H.I0.
Depois da palavra -aecvOes--accrescente-se
Inclusive :OU/iuil ris para quebras do iiie-nu-
relro e neale aenlido augmeule-se o quantlla-
llva.-J. r. d.i .Vil.-..
Com a divida dos exercicios ndoa, Inclu Ive
a de ?&/UllO ra. do aubsidio doa depulados
provinclaes do eierclcio prximo lindo e do
ineamo exerciclo 8oJti67 que ae deve de con-
grua ao coadjutor do Pulque G. Firmo da -Sil-
lo in e 440fosl de juros da divida do padre
Jeroni.no rlarrelros Rangel no crrente eaer-
c.cio-1.872/133.-J. ('. da SKoa.-M 1. Cariui-
rodo Cunrra.
Emenda addiliva a emenda do Sr. Mello Re-
g ao Ai 1. 13.
uiga-se depola daa palavraao que resta
desaaquantiaprocedendo-aeja factura duda
Villa do Llmuelro.itarlias fereira.
A emenda do Sr. Paea nrrelo ao art. 32 ae -
creacenle-ae--podendu chamar para coiupor
a cuuiuiisio de que trata o art. 11 da le 11.
213 qualru doa escrlplurarlos da theaourarla
provtuclal que nao tanham perieucido a ez-
lincia reparlico./sllo rjo.
Supp.una-aa a emenda do Sis. Aguiar e
Paea nrrelo.--Manat (.O a no..
Ao arl. 13Com o calcainenlo das ras des-
ta cidade ld:0UO/O0 ris.--/'. A'. Para arralo.
Depols de alguu.aa .. II <'.-- dos Srs. Floren-
cio c Bapliata, encerra-se a dlscussao seudo ap-
provadas aa emendaa don. 4,6,6 7, 8, 11, 12,
18, 19, un, 8, 29, Ji, 81, Si, 33, 31, 35,17,
ii.-in r o.... regeltadas aa de as. I, J, 3, 10, ll
25, 37, lili, ; ficaado prejudieadaa aa de na li,
17,11 e asi e empalada a de ... 26 de cuja datan
aio ae couaiderou dependeuie a de 11. 16
Primeira discuaso do projeclo que ira-
la doa Halles do municipio de Pod'Alho.
Nao h vendo quem turne a palavra be o pro
jecto approvado.
Harta a hora,
U Sr. /'.<.. le.iir designa a or.lem do dia e le
vanla a aesaao.
PERNAMBUCO
a E agora, senhores, qui vo vejo asso- publicar um grande numnro de deci-tos'
cia los cun patriotismo para S'Cundar meus Um destes decretos, muilo ben repebido
osforcos, vou manifestsr-vos com tranque- pelo povo, drsl'uio o nosso systema de cen-
za qual ha de ser o meu p ocelimnito. Iral.sacHo exCissIvs, o qual f.zla eheg.r ao
Ven io--c quo eu restabelecn ss Institu- ministro os mais iiisignilicantes negucios
co :s e as racordacSes lo Imperio, rep-l.o- a imluistrativOs. Da hoja in dianle os pre-
se con frequencia que desejava rest.bele- foilus em c.da dnpsrt.mento decidinlo por
car o m--s no imperio. Mas, in tal ho 1 ve- si m -smos to las as queslO-s que oso disse-
ra sido .. 111 1: > ni-1 li'."- propoaitof essi rem reSpeilo a um inleresse geraI. I'm mi-
li ..n-l'orm ic.io se letia cousummado' ha Iro decreto prohibe as reuniO-s polticas e
innlo lem .o, pois mu nao l.ltarain meius os clubs que eslavam suspensos dl .ercei-
u.-ni occasiao para tsso. ro dao coljgo civil o niinls de co ligo Wa-
11 Em 1818 quando oiili ve seis milhOesde puleSo queliniia no lempo do imperio. Fl-
rotos a despeno da coustituinte.nao ignora- nalmeuta diversos decr.-luS aulorisam s
Va que a minha nova inacquiestfiicta i creac^o dn novos caminhoS de ferr. Em
nousutuicp eolia dar-me un throno : po- coosequencia destas madilas e no momento
rm, nlo nle seduzo uma elevaclo quena)- e n qua abdicava sua dictadura, o principe
castaliamente tinha di) proluzir graves de- lavaiiluii o-eslado de sillo que pesava sobre
sOrdrns. Id8'1' a melado da I- ..in.-a.
EtnlSdejunhbde 1819 era-me igial- Inglaterra. -Lord Juhn Itussel teotou ain-
ment 1 fcil alterar a forma de givemo, e da urna vez, aeno dnrrihar ao m.-hos con-
tainbii.iinau tfuiz. trariar o embaracar o gabiheta tiry a res-
Emaded sembr, por ultimo, seas eoii- peitu da votacll.i dos sub.idios, elle inter-
sideracOespessoaeslivessempr.iv-lecidosj- pell m aliiJa a Mr. D Isr.e i para que de.tla-
ure os gandes Inlereases do piiz, puderi rsssese o gshibeie linlt ou nsd a inieocao
tor podido au povo um titulo pomposo, qua de dissolver mu prximamente o pailsmeu-
n;l.i mo negara; poten, coiileotei-me com to, ameacando-o, se a resposia nao fdsse
o que tinha. Satisfactoria, de recusar os Subsidios ou de
< Por tanto, tu busco Sxemploi do coolu- 'adiar a volacSo. Mr. D'lsraell recusou com
lado, he po.qde ha all onde sobre lude os multa altivez responder, e pOz seus adver-
adlo impregnados de nsclonaiidade e de s.rios no aporto de decid.e o a questao
' .... a.. I ^_I :.l.._ I .... aaa-n aj. s I 1 I 11 r. i I 1 li s. II ,. j .11
^'.111 I Z i
f!
Itesolvldo boje como dtiles
ministerial por um voto. Lord John Hussel
leTiii .0 p'u'rbem d"' Franca "e" nV'p I recuuu misara velmahle e a vutacau nSo leve
..jU respeito, nao scceitarel modlIlOasao lugar. O gabinete lOry esta peifeitameiile
alguma .10 estado dual da cooSiS, menos
que n9o seja Impallido por evidente n-ces-
sidS.le. Ojo le, poiS, p le nscer esta ? 8e
s rcsignaie ... tilo so i-ff-ctuara mudanca
alguma. Porm se por meto da sordos tra-
mas tratareai do minar as bascado meu go-
verno ; se na sds cegueira negarerh a legl-
li'lii lado do resultado da elcig.10 papular ;
se corr seus ataques incestantes, lln.lmen-
le, chegarem a cumpromoller o porvir da
iiacso, entaoeaOeittSo poieria ssr rasi-
vel qua eu pdilisse ad pdro, em am da
Seguro, a elle se apresenlar disnlS do novo
parlamento.
K i-sinli, 0 rdlugiado hngaro qua foi
mediocre...ente inno s iccuJ lo na Amrica
do .Norte, quer voltiir para Inglaterra. Un
de s.us amigos recubeu a ordem do alagar
para elle urna casa em Londres, onde elle
devera chegar no primeiro de maio.
Os radicaes tentaran, antes das nloicO-s
ger.es. fazer acceilar pela cmara dos com-
muna aeus planos do reforma eletoral Foi
o decano do partido, Mr. Ilume,qu-m apro-
t7anMquiiod"da" Fraoja,'o'ii nov titulo sentou a moco e a cmara dos commuusa
l
ASSKMBLliA PROVINCIAL.
SRSS* EM 88 DE -.BR1L DE 1851.
Presidencia do Sr.Vedro Vavattant.
As onte c meia boras da manba, feu a cha-
mada, achaia-ie preseDle33 tenhorea depu-
(adus.
O Sr. Presidente abre a aesaao.
OSr 2.0 Secretario declara nao acbar-sc so-
bre a mesa a acta da seisno anterior.
O Sr. i Secretario menciona o seguate
KXPEOlENrE.
Uin offlcio do secretario da presidencia, re-
metiendo a astembla tima rrpresei.tac.ao da
cmara municipal da cidade da Victoria. A*
cauniilssao de m-gocoa de cmaras.
Outro do secretario da presidencia, enviando
38 eseinplarea do balando da recelta e despea
provincial do ejercicio de 1850--Si, para se-
ren pieentes a assembla lefflslatlra provin-
cial. Ma daram-sc distribuir.
Outro do mesinn, remetiendo a copia dn
contrito da arrematacao das carnes rerdet, ce-
le brido eni de junlio do anuo pausado. A'
eomininsaa especial nomeada para tratar deate
asiumi'to.
Fol lldo e approvado o segulnte parecer:
A cominlssao de cominrrclo, agricultura,
industria e artes, a cujo conhrclmento Toram
subinettldas duas propostas de illumlnac'o a
gaz para esta cidade, recerque pelos canaes
competentes, se pecj. ao goreruo ita provincia;
1.a Copla do contrato feito com o actual en-
l.irn ; i'ln ti t iiltliinn.li :ii> ;
." Nula do numero dos lampldes que actual-
mente eiUtem;
3 Nota das dlsUnclas guardadas entre os
mesmos lamploea. Sala das otninlsies, 28 d
abril de 1852. Bardo de Capibaribe. Mello
fttgo.
ORDEM DO DIA.
Tercelra dlscusao do projeclo que trata so-
bre a lllumlnaco de (Jlinda.
Nao havendo quem lome a palavra, he o pro-
jecto submeltldo votacio e approvado com a
emenda ofirrecida em segunda discinso.
H'approvado em seguuda dlscussao o pro-
jeclo que marca o subsidio dos inembros da as-
lembla, com uma emenda do 8r. Jos Pedr*.
Furam igualmenteapprovados em dlscusslo
os srguinies projeclos :
O de numero 20, creando urna cadeira de
grammat|ca latina na villa de lguarass ; o de
numero 28, tnandatidd pagar a p'ufessora Ma-
ra Tneodnra Vlanna de carvaliio a gratiflca-
cio a que tem direito por mais de 13 anuos de
ervifo.
Entra em primeira dlscussio, e.he approva-
do o projecto que concede tres loteriis a F. de
Mena Callado da Fonseca para a creacAo do bi-
cho de seda.
Entra em tercelra dlscussao o projecto nu-
mero ti, qne marca quota para pagamento dos
eserclclos flodos.
Contina a tercelra dlscussao do projecto
n. 17 sobrt o caleainento das russ, que fleira
adiado da setsio antecedente pur se ter dado
empate navutacio da emenda oflereclda pelo
Sr. Jos Pedro.
Rejeltada a emenda, e havendo-se procedi-
do a votagno nominal, ful o projecto approva-
do por terem votado a favor os Sra. Harros Pal-
co, Pinto deCainpoa.Carneiro daCunha. Hor-
tella, Aguiar, Baos Harreto, Guedes de Mello,
Estelllta, Medo Reg, Ollveira Maclel, Ignacio
Joaqun), Florencio, S Pereira, Antonio Jos
de Ulivelra, Correa de Hrltto, Madet Montelro,
Souia Leo, Paes Harreto, Paula Baptlsta, Fran-
cisco Joo, e contra os Sra. Aqulno, Jos Pedro,
RECITE l.o DE MUO DE 1852.
AS 6 MIRAS UA TUl"K.
BETROPECTO SHAIWAL.
Na segunda f in, iG do passsdo abril, fol
lancada na casa dos eapostos, pelas 9 horas
da mauliai, urna menina, de 6 para 7 anuos,
com uin bllhele, que fndicava chamar-se ella
Fra cisca, e que, tendo sido espvsla em urna
casa particular, fura desta remeiid* para ali'
por ser sua verdad?ira caza, fcsli acfo de
carldoza e itnmural pateniea ate um certn
iioutu* ciaraiiicic nu.' --.i nlo ii<- Ursaumo e
frieza lie reduslda a carld4de privada, quando
a publica se propoem louiar-lhe a dianteira.
O que csse respeito se venheaem grande es-
cala em ouirus palies, n.io pode taiubem del
ir iii.tnilr.i.u-se em miniatura pelo nosso.
yuuiiiu a sncledsde eslabelece uma roda
para engeitadoi os particulares julgain-se dis
pensados de os receberem, e Incliiiam-se na-
turalmente a mandaren.-nos para al!, e nao
tem elU tal vez razo de quelxa.
A casa dos exportes conta actualmente 1300
meninos, numero multo superior aos recursos
do estabelecfmeuto, e se, levados por urna fal-
sa philautropla, cuidasscinos smente em aug-
inentar-lh'os, cabiriainos em uma grande de-
cep^ao, pois que o numero dos engeitados tem
precisamente augmentado na proporco das
commodldades, asuelo, e bom tratamento, que
a teloza adinlulstraco se tem exfurfado pur
porporclonar-lhes, c asslm Ir por diaote. Tam-
bem este facto, cuja raio be obvia, longede
er urna novidade, tem sido experimentado pe-
la famoza Inglaterra, e p> la Fra 115a clvillsada.
Assim fui que, sob o reinado de Honanarte, a
adoilnlstrac,o dus hospicios de engeitados, es-
pautada prla multplicafo extraurdinaria del
les, e consultando os che fes dessai casas ( em
Pars) sobre a causa de uin tal phenomeno,
obteveem relposia, que elle provlnha do gran-
de numero de hospicios, e do melhorameuio
da surte doa Infellzes, que netles rram lecehi-
dos: sendo que o respeito, que se professava
ento pelos direltos de pal c de chladao, tluha
at permetildo que, os pas podessein vizltar
seus lillios, ,c tira-Ios dos hospicios quandu
quiessem. Deve-se purem vista dislo abra-
car o conselho daquelles que ensinam, que o
inico nielo de diminuir o n. dos eugeliados
he deinluulr os socoirbs, que se Ihes coucede,
ou subtnetie-los a condi^des mais rigurosas?
Pensamos que nao. Em quanto nao se conse
gue supprimir a cauza do mal, convein obrar
sbreos seus elleitos, c procurar neutralza-
los o inals que for possivel. Um bom systema
ileeducaco, que leuda sobre tudo aprevenir
a proslltuicio, e um bom systema de leis, que
se encaminhe a destruir as causas reaes da mi-
seria, que em noiao pais nasecnte ja prlnclpiam
a deseuvolver-se, eis o que no entender do
retrospecto pode sdmente obviar ao crescl-
tnento do n. de engettadus, asiim como a ou-
lros mullos males ; porque em verdade, em
materia de socorros pblicos, junis se deve
perder de visU a aabta mxima de uin dlstnc-
lulnglez, oqualdlila, que nenhum plano pa-
ra socorrer o pobres mereca attencao, se el-
le nSo tende a por os pobres en estado de
precindirein de socorro; e especialmente no
assumpto, que nos oceupa, jamis ae deve
esquecer que, se a hiimaoidade nos manda
tomar cmdadado das crlajua abandonadas,
nao convem por outro la^B|ue, 01 pas se
acostumein aolhars rodarvmo um recurso
commodo e ordinario, neiri tnnbem llvrar
alguna deotre elles de Certas penas, que natu-
ralmente acompaiiham a m acfo, que prali-
cam abanduoandu os seres, a qUem de rain a
cxiiten/la. E quelram os Ietta>res perdoar-oosi
unssecom Isto Ihes pregamos massada ; 011-
tros se no dissemos bastante, nein bnu cla-
ramente o que queramos.
O dia ati du panado fol um dia de palpita-
edes. Palpiarairi com effeito mullos coraedes
com a noticia da perda do vapor S. Sebasliad1,
a qual Infelizmente venficou-se. Trasia elle
mais de mil contos de ris, soiniua que s es-
cripia faz estremecer; e quando nao houves-
lem para diversas pessoas outros motjvna de es-
peranca, e fervorosos votos pela boa rinda do
tal vapor, era aquelU mala>que sufflcieote pa*
ra dar que fazer aos que tlnhan guma parcella de Uo mageslosa quantw Tudo
purm serenouaoSdber-se^ qne nada se havl-
pen'iilo no naufragio, excepto talves a desafjr-
lunada qullha, que flera gratmeote compro-
meitida nos bfaos fe D. Rodrigues, e que
quanto tes mais nao era li das melhores oMsaa.
^o dia i8 entrou dos porios do norte Ofjafe-
rador, tendo deixado todas as provlnossssWni
socegoesem novidade.
O Par pareca esUr isento da febre araarel-
la, nao leudo contado em lodo o inez de marco
passadu uin s caso della; Mas outro tanto nao
aconteca no Oar onde o ftagello conttnnava
a ceifar alguinas vidas, bem como entre nos,
onde se lem desenvolvido ltimamente com al-
guma lutensldlde entre os esuangetros e na-
cionaes aluda nao accuiniuettidos, e, a-rime,
entre ss tripolares dos navios. O Invern coa.
tlnuava a ser rigoroso no Maranbo, e tambeni
no Cear, o qua euchia as respectivas popui.
edes ds 1 peraocas quanto a abundancia da fu'
turacolbeita.
No dia SOencerrou-le a nossa sssembia pro
vlnclal, sem prorogaeloj e comquanio nao fu,"
aeinosieus actos, nesta sessfio, de maior (nj.
portaocla, todava inoslrou ella as nieltior
dlsposictle* para os realisar no futuro, e quanJo
o accrescimo da renda provincial o peruiiuir
vi da se pode fuer de grande. Enlnianio cmnnre!
uosnuodelxar em silencio a resistencia, nnl
nenie anno encontraran, ali s pretencArs pJr.
tlculares, que aflluludo sempre de tropel C0[
aeguem miilU veies pertuibar a aiteucao do
legisladores, e mesmo desvalra-la ; e bemai.
si ni a medida saluiar que se adnpiou de n,i, %t
poder enaertar na le do que ndo cuutivessem dispiistfei inniias. '
Cotn o primeiro de malo priucipiou neiu
cidade a devocao do 51ez Mariano, que ,,.
do comecai(, ba tres annos, pela Igreii d>
Peuha, celebra-se no presente na niesnia
Igreja, na Madre de Dos, S. FiancUco, Car-
ino. Concelco doa militares, Santa Lu-,
e Estancia, lie admiravel o fervor e en-
thuslasmo religioso com que o povo femfnino
cuucone a lodas essas lg celebre e piedosa devoco, e praza aos ct-oj
que aa mis de familias, coinpenetranJoie ben!
da subllmldade do modelo, que aos seus oIIiqi
olt'erece a educacaoda sS. Virgem, saibam nn|.
ta lo rm suas casas, dando a aquelles, que 01
mais teora Infancia sao confiados aos seus cui-
dado*, as llcOes e eaeinplos de moralidade^nue
no inals alto gro de pureza se encootrain n
la vida luda santa, que se propcm a contera.
piar. Denossa parte esperamos, que eu, : 1,
as igrejas mencionadas se fca a devocao coi**
decencia e humlldade ebrislaa, que ella rrquer,
n.io nos dispensando todava de Informar-noi
das wfracedes, que a tal respeito se ponaot
dar.
No I.0 de malo deu igualmente comeco u
suas operaedes o banco de Pernambnco, que
multas eiperancas d em seu futuro, teoJo
quanlo a nos nicamente de lamentar, queas
suas vanla;eos se nao |>ossam esteuder ama
malor nnincro ce fregueses, alientas as rfg,-
rosas condlcdes de suas transaeces, as quan,
de certo, nao concillaro, quanto era possivel,
o bem geral de lodas as Industrias da provin-
cia com o Inleresse dos acciunlslas, que pre-
dominou.
Kutr.uam duraute a semana 15embarcacdei
e sabiram ll.
Rendeu a alfandfga 53:412/378 rs,
Fallcceram5i pessoas : l8boni*ns,9 niulhc-
res e 16 meninos, livres & bumans, 2 mulbetei
e 3 meniuos, escravos.
IAKI DE PfiBNAMBllCO.
RECIPE 3 DE MAIO DE 1852.
P^lo vapor Tevlot chegado hontpm de Sou-
tllampton, Via l.islim, Ma.loira, S. Vicenta a
Tener.ifti rntvli m.n as Oartaa de iins.-u- c.r-
resi.un.loiiles de Li-hoa e Paria que licam
-stam|ia.l.s em outro lunar ileata Tulla a
bem assim varias gsz.tas inglesas, fraiico-
las e purtuguezas, alcanzando ts primei-
iaaa 8 de abril, as aegutuasa 7 e as ultimas
a 13.
A lnitura destas gazetas habilita-nos par,
accresentar o a"ituiiite a noticias qui- noi
communicam noasoa dims corresuondeotcs.
Inglaterra, Indiae t'Mm.
Nada de eatr.or.ltuarto lem tldo lugar no
primeiro destes paites depots ds >-1--v.;.1.i do
act..al gabinete, o qual nflo cinlando com
.i ..i-un 'a n.aioria parlamentar, nanhurn,
medila importante tim a luptado nem pro-
posto ; todava na sis<3o que a cam-ra dos
commuos celehrou a 29 de marfo, Mr. W.l-
pole palto Itoentja para apresenlar um bil
r i .iiniiiidii as leis que dizem respeito a
milicia.
Este bil iIiITtc multo do quo fui apre-
sentado por lo'd Russell. Por ella o .lisia-
monto sara volusrWio, quan lo no outro rra
i.i .;. ..i, e no eso que por ease m'iu no sa
consiga preencher o contingenta nece.-si-
rio, einpregars-ha um aytema de sorleio
semelnanlH ao de Franca o Despatilla. O
etercilodfl reserva que ha de Tormar-se, se-
r de 80 000 homi'iis; porm no primeiro
anno constara .rnente de 50.000.
Eis aqu a primeira caite do preatnbulorlo
discuso que Mr, Wslpole pronunciou em
ju-lili -aijilo desle bil :
v.mi, disse o ministro, expr cmara
os motivos que us obng ma venlihresta
quesillo. Eatamus convencldoa da necessj-
la i.' absoluta de propor uma providencia
ie-ta natireza, porque s<> o nSo liriasemos,
nflo s falta lamos aos deveres de minis-
tros da eoroa, como desposaramos os mais
caros jnteresses da patria ( uiii;n.n J.
a Todos esido conformes emqdes Ingla-
terra deve eatar sempre em bom calado de
defeosa, sejam quaes foreai os metos de ata-
que das nutras, potencias da Europa. E
chamo-nos nessn catado ? Plflo. O paiz ha-
bituado, ha quarenia stujns a esta parte, ,o
gozo da pa?, cahioN'uma apalhte, que nin-
guem dir que existe a probsbilidade da
um perigo. $o considerarmos, sobre ludo,
a siii.r.io da Euro.ia, e os elemcn'os de
anarenia que nella ha, he evidente que o
paiz deve ser posto em estado de resistir
tolos ( applausos ). Declaro que nao rece-
bemos de estado algum commuiiicacfS quo
lornam immediatamenle nrcessa.ia u'na
l-rnvi len-ia delta nalureza-, maa por esse
mes no motivo he que he agora a oeeasilo
npportuna de propo-la. Tendo-se rrconhe-
ci lo que o paiz ufiu se acha em estado de
sulllcicnte lefensa, poderia o ministerio ser
acr.isa.lo se se dnscui.lasse de f.ropor meios
qu i ponham a Inglaterra na possihili laile
de resistir a qual.iuer inimign. 0 nosso
exernito consta de 160,000 homnns, d.sp r-
si.s pelos dominios ds coroa. Este exeicito
nSo he a quaita parle do da ItussiS, melada
.lo da Prussia, ou terca parte do da franca;
pouco mais forle he que o da Blgica.
a Estes dise'sos estados pndem fcilmen-
te concenlrar aa auaa lr..pa,, em quanlo as
nossas se cham espalhadas pela siiprficia
do globo. Dehalxo desle aspecto a grandeza
do muso imperto he que conalite a sua fra-
queza -No reuniramos no liltoral mais e
25,000 homens.
K guerra cintra os Cafres continuava no
Cabo, maa sem oi.eracOas impoilaiites, to-
dava alguna dos eaudilhos rebeldea ja se in
Viam submeltldo.
Na India a guerra com OS Burmezrs pare-
ce Ihevilavel, os Inglezes nSo tendo oolliiJo
bons esulU los das n.'gociscGes, faziam lo-
dos OS preparati'oS para levar por dianle ,
com protnptidAo e vigor a guerra contra
elles.
Uma fortjs de 6.000 homens licSra a sabir
n Calcina e Madrasta para llurmah no da
12 de marn. Un. esquadrSu eomposto oa
seis vapules de guerra tinha ja sabido de
Bombalm bara o mesmo destino.
Da Chink consta que os rebeldes da pro-
vlncia-de Canillo tem feito cunsMeravets
progresaos, lendo aoffrido ltimamente as
tropas imperiaeuma assignalada derrota.
A dynstia mn ciiu cone pois grande prn-
go de S-r destronada, esua nica csueranta
firma-s na posibilidsde de uissenrjOcs en-
tie os ChercS rebeldes, t quenada tein "a
Impruvavrl,
Em Londres os consolidados Ideara m des
a 99l|8; os cinco por cont brssileirjs, a
99 5|8 os quslro por oento porlugueies a
37 1|2 os cinco por cont sardos, de SHl
a 9 i|i ; e os dous e ineio por rento hollan-
dezes, a 61.
/lspatirlrr.
Depols o atlenlado conimcttido pelo pa-
dre Murloo, nada do extraordinario tem ll-
do lugar na Hespanha, a qual se conserva lo-
MUTILADO


<**.
w

di trn iiiill, todavi o governo conlinu '
lomar med ls ile represado. ,,_ A owftvn^i i
u,, ,]lri 2deabrll fn| poblioj.d6o novo de- ES7Plolnd naoeitavam terminadas, carreu
ff;t regulador di libe.dada de ImprenM, ft*'". P" Iu! |f"/" 1" ,"'" .r*l'^,n
^u.1 he* dividido en, dez titulo, e cWm KZS^ShSi^^SS
lJ7irtigos. m to lur adl-Huhi, nlho deltor.Hm Re.
gis-aquium nieta delle publicado pe chld-badil, mu a ultimas neiielu oonirasli-
Hwluclo di Sttembro;
0 irligo 7.' do decreto dii :-- A publici-
rto do tolo o imprento comeeir sempra
sil entrega de ubi eiemplir no governo
,11 provincia, o de outro no domicilio do lis-
cal d im >rensa ou do promotor que dosem
lem lato.
O t./amor Publico dli o legulnte a respeito da
Turqua i
O einbalstrlor francs Mr. deLrvall.'U deve
ahir de ConstantinopU na da 25 do crreme.
l)ava-se como segura prumpta lermlu.fao
daa desavengas din o bache do Egjrpio. "es-
prnliaraite cargo. Sa pn.blic.c9o tor da* chld-incb eovlou all euad-Kfl'eiidl, d cuja
nUK deveni ter editor resuonsavel, este es- minia le iperain lao boai reiuludoi como
stguarj por sua propria rr.0 robus OS elem- que lie nbu-ve ni* ha milito lempo do impe-
D|ires i "Jor d* t'" na queilio doi emigrados.
Ari. 8. Immediatsmente depois de cum-' ""' peridico tratando da llu"fo poii-
pri lo o que di.pOe o Irt. 7. sa poder. Tari- {' de,,e t,uP'" P'"-'e D0, "uo,m
flcir diitnbuiclo do Impresso, salvo o di- A$ 'c|,t|| dt T da graode i,por.
Mo que tim o goven.o -le por si ou seus |,nc|. cris, porque passou o inielaterlo tur-
agente;, suspender a circularlo do impres- co Parece que o sulto cometa a aaiuitar-ie
90 em qual.iuir estado que te achar, sejul- coin o progressos que a Ru.sia val luendu eo-
gir que incurreu o-n delicio qua mereca se- tre os gregus do imperio,
melbanle providencia. |. ..'"do labem que -
Ser rtc
ti ou
vera primara, ludo 0 Im resso em quo se dllUBO w de oullu(joniantmo, que pere
COmmettl injuria OU Calumnia COUtra 11 in uril Uefalndeiido-. contra MahOinet II. den' ser
particular, s-mproquo o interessado 0 pe-' ooaiervada toa turco-, e reaiabeleolda
existe no Oriente uina
r.colhido pela' sutoridde gnverns- ndlcco genlmente seguida (e.111 P''-
provinciano loca, onde nH., bou- fXH*&5^ftf&^
dircom motivo justo no entender da aulo-
n lado.
Netei casos sa recolharSo e depSsitsrSo
o rteruplares do numero ou impresso te-
colhido.
Arl 9." Todo o Impresso delido confor-
me o artigo nt'rlor ser denunciado ante
0 Inbun.l competente no prar.o de 48 oras,
Art 10. I'od-rflo os governadores de pro-
vincia e ni sua falta 01 Iciides prohibir o
.anuncio pelas ruii de todo o genero de
1 n pr es ios, quando o julguem neceisario
censirv.flo da urdem publica, ou corree-
csodi algum bus i grsve.
No limo i mircam-se os requisitos qua
hs de ter o editor ruputmvel de qualquer
jornal politicuoj religioso, a saber; 25 an-
nisde idade;um anno de residencia cout
Casa .berta no lug*.r onde se uublic.r o jor-
nal ; estar no-g'izu dos direitos civis | n.li
estar inhabilitado nem suapens) dos ilirei-
loa pnliiiCJS; psgir de conlriboico directa
2:1)00 rdales na provincia de Madri t, mil as
unir.,! oe prnneira clisse, 00 oas res-
tantes.
0 editor responssvel dever ter oonstan-
Irnente em deposito, na provincia da Ma-
drid I3u:000 reales, as demais de plmei classe 80:000, as restantes 0 000. O depo-
sito sera fuilo no banco de S. I' -en nulo, ou
nos eilabeluciroenlus correspondentes as
da
capital do Imperio ijrego por outro Conilan-
llno.
Como el rei Olhon nao tem fllho, 01 gre-
go teinoolho oavado no urao-duque Lom-
tantino. Oqne nota noi iregol Independen-
tea, nota-se tainbein, e ainda twin malor forca ,....,
noagregoiror-... O gr.o-duqueljpnilanllno ha I Carne leooa [^*
aespemuca dua que .eguein a rellglio gTg.|------- ____Venderam-e a 105 rea por
Hele, ter prenote, que u linperlo|oilomauo, Oouroi t",
eiU^eieuiepttyurooein minora, a Houieli. lTou(|nho_____Ideinlde /a 8/TiOO por arroba.
Vioagre dem de S| a 70/ por pipa do
Parahibi hiato braiileiro Tr'S lrni8os.de
JO lomUda, oondlixio o segu ule i 4 bar-
riscom vinho, 55 ciixas pins, a dltil mis-;
sa, I dita oaualla, I saos, iiimonia. 3 ssceas
craro, atvadooe, e comiiibo4,i0 barricas bu-
laiinllis, I cali, esperncete, 8 fardos 110-
i a laieadoai. t barril aieite doce, I bTri-
ca iluista, i caixa cha, 10 ditas fogo da chi-
na, looo irrobas de carne, I -caixa enxofre,
I0 irroba de cime, i barricas arveja, I
barril mantaiga, l caita esaerai.ceie, 2 di-
ta vinho must-atel, a barris m.nleg, I cai-
ta quaij is.3 b.rriqulnhis balaiinnas, ci-
cas fugo da ohina, 100 duzin luiros, 6 s.e-
cus .rros seoilo 1 de caf.
RECEBEUOHIA K KENUAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimenlo dodial..... 3*5,117
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do dia 1 li!9i,79
PRACA nORECIFK, 1.' DB lf0 DE
ISi.i, AS 3 HORAS DA TAR'JE.
Rtvlila umanal.
A semana fol pobre em trani.ccde. de cam-
bio, c nieimo *in vend.l degenero; n.qiielle
o pouco que .e fe teve por bate de 17 a J7 l|'
d. por 1/ ra. t dol genero! do pala apenas ae
venderam pequea, quaalidadei para abarro-
tar navios a aahir.
Agoartcuie Vendu-e de 45/ a *7f ra. por
plP"- I
llacalli.io O enltenla apena ebeg a 150
barricas e bem que eutras-
aem dou eirregainentos, un
consta seguir para o sul, e o
oalro alada nao est vendido,
mercado 80,00n
ou l'urquia da buro|>a ba uui turco p<
gregos.
a He Isto o que espirea a Insistencia da Rus-
sia na queatodos lugares santos. A inflnencla
do Ciar sustentada por ,vUhoiuet-AII-Hacli, U>
iiiju do Sulto, e pur Ali-Bacb, ministro que
era de negocios esiraogelrus, esleve a ponto de
dar Russia o triuui|iho na quesillo dos lu-
gares aantos mas receloso o Sulmo, e desco-
cerlos os movis que lufluiaiu uo proceder do
novo visir, cU.muu de novo a este cargo Ites-
cbild-Uach. c completou o ministerio com ami-
gos deste, cuuhecidos como op(>ostos ao cngian-
deciini nio da Uuaaia no Oriente, e partidarios
da .iilii i!.,-1 do Imperio coin a Iuglaterra e
Franca. r'und-EHeudi, novo inlnlatro de nego-
cias ealrangeiroa, e que lie o uieauo qua este-
ve em Madrid, parta psra o Egypto coin o
limdepdr termo i queside que lio|e etistein
entre o vlce-rel c a Porta.
Dos outios paites da fcnropa nada encontra-
mos que mereca ser piihllcado.
statit' lniitvi,
A uiiu, Aineilc.ua coutlu tranquilla, oc-1
cupadus os espritus coin a proaiuia elelco
presidencial. O governo prepara urna etpedi- llo ........
armada dealidada ostenaivsincute i costa A| cao
i in'inenis, i' o dinheiro ou em mulos
divida cunolidadi ao preco corrente.
Os delicioa sflo qiialillcados em estila- oriental da frica, mal ha quem diga que dlu
ponas que corresponden, as respeclivas pe- "uftciu' "'"" no"" ""P"'
''so^q^imo'io.5r"^ cp7ire*499 0 nosso resumo, annun-
e,e,s inuos, mu"MNrWMM,L^ ,0j leilure qu 0 TfxM ,r'ullxe-t.oS
_P"^!.^?A^!A?f/j'-.!fJ"I:l noticia da monede tres hmeos illuilrei.
Arman i Marrast, el-presidente da as
deLiiboa,
Fretei HJo se fes.
Dise.iiiiu- Reb.teram-ie lettrai de |4 a
TiB por eento .o ir.er.
lo ii.ioi no porto l embaioades: lendo
I americana, 38 braiileiras, IdinamarqUeas,
i ti alienas, I heapanhola, I hollandesa, 2 in-
glesas, 6 portugueas e I meca.
I'a uta
cioi pmnt corrente' do atsuenr, algoMo, e
mals gneros do ptii; que te detpacham a
meso do conialuio de ernambuco, na se-
mana ile a 11 de ato di 185*.
Anucar em c. bra.co I. q.ial. Arroha
. i.
mase.....
m I. .r. e sac. hranco..... "
a a insSC..... a
a refinado.........
Algodui empluma de I1 qu.l. <
Dito :.........J
I.
rios.
Amt : Nida la effeotuou no di Caroli
n, porera 1000 isccss de Bengala olitiveram
de 9|8 pira o baito roe limo, de 11)6 por
qui iiil para o branco mu bom.
Aitueur : TodiS ai descripcOes reflt)r
continuaram em boa procura durante a se-
aiana passsdi.a precos chelos se obliveram ;
em quentoaaqalidados da especiara foram
despresadas sos prerjos unic res ; ii venda comprehendem 600 birricsi
dis posieisOei britnicas, 9500 saceos de
Bongila.i) 3300 cestos d.i Hiurioi.i o ulti-
mo fui tomado pelos lellnadorns de 99|9
84| por quintal Estrangeiro. Al venial la
limit.ram laoo saceos de lomenuse masca-
vado de l'erininliucodo 15|9 a lm, e flj cal-
as de masc.vido de llavanul de I9|6 I a0|
por quintil lob proneasa.
Amsttrdam.
O mercado do calT foi bem sustentado, e
as vendas reilisirain gerilmente um adian
lamento de c t|Jl 1 l|9 sobre us ltimos
prerjos di semana. EiTeitunu-so pouco quer
no assucar o asea vado, quor no refinado, pu*
i im as cutir;od s9o inalteraveis.
Antuerpia.
Fez-so iiiiiciT.eiilo negocio mui limitado
em caff duuiite a semana pagsidi; porem
us "pre-.'iii e conservaran flrmei. Hou-
ve urna procura firma tanto no assucar ma
Cava lo como no retina lo, em al'era(flo nos
preco. Em algodao aa vendas foram em ei-
lenso luodenda.
Hamburgo.
Fizer.m se negocios amina los em caff a
coiaedei inteiraiiieiiie posleriorea. Al boa
qullldades de assucar mascvado ato raras e
em gran le procura, poi.n ss ilesCrlprO-8
inferiores s9o desprel.ujis,- 0 rellnadu eita
em ba procura a prteoa firmes.
eo,...u..r, .>. i. de Barro.. ipiiMliido Bario, no Icroolro tm Pirl
il. Vapor Ingles Tay, capHSo F. Moss, do 'm caa de Bertrand.
Itlo da Jaaelro, ric.,em qualldaJe depaquete.]
Navios carga.
Para Rio de Janeiro barca Venus, oapllao
Rafael Ooncalvea Hranco.
dem. O brigue portugus Bom iucceiio,
eaplio /os Llbanio dos Santos.
dem. A hsroa portuguesa Tejo, capillo A.
P. de Flguelredo. -m *
Para a llahia o patacho Saumde, capillo An-
tonia Marques T.vares.
dem. O brigue portuguez Figuelrense,
c.pitfto I P. dos Santos.
dem. O brigue Portuguet Atrevido, capi-
llo J. Pereira Pioienle Bu'rge..
Para o Para o patacho Socledadc, capito Do-
mingo, do O' dna Santos.
Para Pernambucoo brigue portuguet Tarujo
I, capito SI. de Ollvelra F.neeo.
Para o-Rio Grande do aul o patacho america-
no I', ih.ni,iy, caplio N P. Srndaer.
- A galera portogueta que val para Maoau de-
Vd fater e.cala pelu Rio de Janeiro.
II ________l|ljaaJMTJtaMWeW-a
Mtivimentodo porto.
un
Ai rol,.
pelo gove^rnailores das proviiicias segundo f1h ,d
"Zo't'l? '-TlSr:t* censura fg -t,qucto marecba, austr,.-
previ. as novell.s de todas as cl.sscs, qu,r .** .. esla n"tic'
insertas em jorn.es, quer publicadas avul- ^'"da de^confirmico.
SIS ou IS ca le netas.
He igualmente sujeita censura provia
a iuiiiiie.(j:iii de quai |oer escripto sobre as-
sutnptos polticos ou administrativos das '
provincias ultramarinas. I Al.FANDECA
a Os escribios sobre os dogmis di reli- Rendimenlo do dil l.. 4:349,377 Ditoetpiiiloi
gi3o, a ssg ata escriptura, ou a moral ebris- fescarrrgam lioje 4 de mato. ', Dito de auca .
19a, simigeiloj previa censura e appro- Patacho brisleiro r- Euterpt courns.
COMMERCIO.
Dita
Dita decanna......
Oda.......
Ditaiestilda ...
Dita.........
Uenebra .
Olla .......
I iem........i .
Dito..........
Arroi pilado2 a.r'bas
Araras ..........
pa, ralos........
I man i.......'
Biscoilas '......
Cal, bom........
Dito raatolfto .....
Dilo coin casca......
Cama sacia......
Cocos com c isca.....
Charutos hons .
Ditos ordinarios .
Dito legada e |irimor .
Ce de Carnauba
Couros de Hoi s.lg.dcl .
Pipa
Canwda
. Pipa
. Lanada
. I'ipa
, Canad
, Canad
. Boliji
i Lanada
, Garrafa
um Alquero
. Urna
. Um
, Arrolla
Ccnto
Arroba
Libra
Um
Libra
Lie o do pr,linio diocesana,
< As lilliographiis e grsvliras aSo sugeitas
as di-puS'eO s sobre a imprenss.
0 governo poder pio'iibir a intro lue-
$So em lerrilono liespanhol de qualquer es-
cupi que se publicar ou imp i un em iaiz
estrangeiro.
Por cartas de Viril conslava ter sido cap-
turado o celebre gueri ilhero carlista Bou.
Le-se no i lamer Publico que o governo
pnnsa em restabelecer os murgadose vn-
culos.*
O Constitucional, a poca, o Heraldo, o C/a-
mor l'ubco e a Kaeion, pur fazerem obser-
va$o>ssobreest derreto, fnrsm recolbidus
por ordem di autoridad! civil.
Italia
Toda ella peniniula licara cm paz, bem
que alguna peridicos estringeirns tonham
I utilicado noticias nomuito satisfactorias
relativamente aos Estados Ponlilicios.
l-.is aqu o que se 10 este respeito ni He -
iWi/eilo de Setcmbro de 12 le abril :
l'ma noticii pruaagaram os jornies do
Bruxellas e algunsH Lon ires que, sendo
coulirmid, era rrfuito rtupurtante. Consis-
te rm issegurarque Luiz Mapole9o.se di-
rigir! Santa S para move-la a seguir urna
poltica un ceno mudo liberal, e contraria
as tendencias e iuteressesda Austria ni Ita-
lia. Ao inesino proposito dizem de Turin
fin dita de 19.a 0 presidente da-republica
sola
-. Emulocto meios de
Dito de Guiaba
Dito seeco.....
E.cun brasileiri Galante Marta- mere- Sa"dem.udioc
dori8- ... l-eiliio ....,.
Brigue inglez James Sitias bicalho. jFumobon.....-.
liii|i(ii'liii un. (Dito eslollio .
Escuna brisileira Gihnte Mara, vind do ; l.omiu. .
Havre, consignada s Silva t! Grllo, man- -Gungibra).....
festn o segu ule : Le,,hV >* *clus
.'.mu
I, '00
1,10,
},lll
Mo"
2,>i>0
V'
5.0'in
4.800
11,000
li'
51,"""
JOO
tS.i'O
20
and
lll
400
|8H
4.4 rO
10,1'OU
3 00U
l.iO"
i.imo
(,211"
3,0110
l,*M
1,400
4 0"0
1,100
7OO-
J.,3'1"
4,'i
IOS
14
15,000
210
20.1
LISBOA, 13 IIF.ABMIL DE 1859.
Prtpot correntti dol gneros do Brasil.
Por baldtacao'.
Por
Aleodau de Pernambuco
Dito do Marauho
Dito una de machina
Dilo dito da n.ilii.
Dito dito do Para
Celo
'.ife do Rio. I.* aorle.
Ulto dito segunda dita
mili ditu lerceira dita
Hito dito esculla boa
Ulto da Uahia
Courns sec. em cbelo 28 a 'Si
Ditos ditos li a 27
Hitos dilo Ida 13
Ditos Jilos espichados ,,
Ulios ditos de Mluas
Hitos salg llahl e l'ar 28 a 32 ,,
Da,, din. dit .-J'i .1 -u ii
Dio salg. do Maranhao28a32,,
Dito dilo dito 20 I 20
Precos.
120 -
liO -
110
no -
loo
- 1,250
2,2o02,4nur.
1,800 1,100
lib.
1,600
I.-.'.1
l,80n
107
112
117-
90
110
72
72
82
82
1,700
Terminar oeipeclMuio com a gracio9i
comedia em 1 icio,
OD.Icctan.c.
Comee.r as Hhor.s.
O bilhetes acbam-ie a venda no lugar
do costuro*. ____________^__
m
Navios entrados no di l.8
Terra Nova 29 das brigue inglet W.l-
ter liam de 457 tonelada, capillo Ar-
ChibaId llrowo, equiigem 15 carga ba-
c liban; a Johnston Paier & Companbia.
I lem-- 38di-s. barca ingleza James Sle-
w.rt. de 914 loneladas. cepitSo Jeorge
Caldwell. equipagem 19. c.rga bacalbao ;
a James Crabtee & f.om j.nhia
Navios sonidos no mesmo da.
Rio de Janeiro-galeota bralilelra Snntlsai-
ma Trinda le, epitSo Joaquim Goncalves
Mala, carg assuo.r. l'aijaii-iro, Fr.uoia-
eo JosdU'osta, e 21 eicravo a entregar.
Genova patacho sueco llnny Linde, capi-
llo E. Schale, Oarga Saucar. *
Trieste polaca luitriica Penst, cipilao
Marco Sirovich, carga assucar.
Genova -- brigue inglez Ruine, cpilflo Wil-
liam Alian, carga assucir.
Parahiba hiate brasileiro Tres Irmos ,
niestrn Jo- Dusrte de Souza, carga varios'
gneros. Patsageiros Jos Ignacio Pi-
menta, Jos Marlms da Silva e Adolioo
Augusto de Carvalho.
Navios entrado! no da 2
Babia 5 dias, barca ngleta Allison, de
160 toneladas, espillo James Rnbson, e-l[rt.. ,,lril for ,io Inoerlo.
Avisos maritimos^^___
l'4gf o l.io de Janeiro, segu
mpretenvelmente no dia quarta
feira, 5 do correntt*, o patacho na-
cional Valente para escravos a
frete, ou passageiros, para o que
tem excellentes commodos: trata-
se com o*i cotisigiiatarioi Novaea &C
Companhia na' rtlt do Trapiche
a. 34, segundo andar.
- Tara o Rio de Janeiro, se-
gu impreterivelmenie, em 6 do
corrente mex, o patacl. Rwthe-
roy, capito Joaquim,' Jorge Gon-
cnlvr'a, por estar com seu carrega-
meuto prompto y quem no mesmo
quizer carrega- rnenle escravos
afrete, tinj se a seu consignata-
rio Jos C dido de Marros, no
seu escr> orio na ra da Cruz
n. G6.y '
Avisos diversos.
Francisco Xavier de Oliveira ft Com-
finhii, embircain para o Rio de Janeiro, o
aeu ficravo creoulo, de nome Joaquim, da'
idade un 18 Hunos pouco mais ou menos.
J. J. Maia Ramos, portuguez tetira-se
para fon do Imierio.
Antonio Manuel Rimo, portugus, ra-
160
arri.ii. 2,000
.1 *"> L
br.'1 24,00i> 23,0IX)
lili. 200 SIS
irrub. 1 iiliim 1:. nuil
9,i0 lO.aOO
7,000 8,i|tl
. Arroba
Alqueir.
Arroba
3_e.ii.,1 lecido, de sed-, 6 dit.s caleido I}gS*S*. t
9 ililas tecidos de algodSo, 4 ditas chapeos D|(|1 e kmg
de sol. 1 dita lilas de se la ; 1 ordem.
5 caicas t. culos 'o slgodSo, 1 dita minte-1
let-s, 40 ditas papel, 2 ditas rh pe is para
lioiiem, 2 ditas licores, 4 dll.s ralgado, I;
dita sardlnhas, 2 ditas velas iteiriotl, 50
barris giz, 200 barris, 100 meios ditos e I
poto nianlPiga, 2 ditos carne ensaccads,S50||
gigns batatas ; a l.uil Bruguire.
2 Clisas drogas o perfu j.arias, 3 ditas vi -
dros ,- 1 J. Soiim
7 critos ignora-se ao capitdo
I fardo Tilas de sida a l.uiz Ferreira da
Silva.
1 cali, oleo do vitriolo, 9 ditas chapeos. Olas de quina.....
pan honirm ; a J. P. Aduor. 01 Companhia (Bodas ceai uolra para carros
Alquere
Arroba
Ccnto
<
distado de ainaiello fl JJ a 40
p. de c. 2 >/, a 3 de I.....
D.to dito uauaei. ...;...
' -i I. i.i' de dito .......
So.illii ,!, dll .....t .
Potro de dito.........
Colada de lourd.......
Costadinho de dilo......
So.lhodedilo....., .
Forro de dito......1 "
llitoa de cedro......
Tomos de 1 ii.ijnl'-i ,
Vaias de 1 .rit-ii 1. .
Deas de .1 .iililud.is .
QuInlAl
J)urja
Fr
i/oin ih;iii> isa a #, r. nuuwi- >j un uviiiihb i _, ,
lea,s. fazendas nova par. calca, 2 di- **>* ue d,W ,r* g
tas chapeos par. homem, 1 dita ditos e le- c_ ',rV0{., ,*.','.', '. ." Ciada
Cidos de Seda ; n Luiz Antonio de Sl,|ll-|i. | ,n....., Um
lumen,1 parece decid lo a pedir 10 Santo Frre,
luir o est.lielecimenlo de um governo
temporil, cujas condic,0es foram formuladas
pilo proprio Luis N.pololo em S'elembro
do 1819 na sui celebre car Ir a Mr. Edgar
Ney.
llontem pissou poraqui uro correio de
palmielx: cunferenciuu por momentos con
Mr. d Buttenval, e em segu I mandou s
aiimniislraeilo do iMiniiiiii.s de ferro de
Turin a Genova que prepaiasse um trem es-
pecial para murliar com a maiur veloc la-
tn afim dembircaro correio no Hercula-
10 que se ctiipunba 1 iihir para Cevila-
Vecchli.
Ja estar So informados de qoenesteof-
lie.o n ajuilant- de c.mpo do presidente mi-
nifestav desejos de qua seeslahelecesse n
li,. estados rora.nos s liVrdides muoici-
paes, um couselho de estado por elei;3o,
un n administrarlo igual franceza, n'uma
l'an.ra peifeita divislo dos poderes es-
pntoses e lemporaes no esndos do pspa.
a Mo podemos eiplicir o objeeto deste
passo dado pelu presi lente francez; teme-
mos enganir-nos se dissermos que o gover-
no de 9 de dezembro v com snnlimento
que os ministros romanos vo dispondo 1
populadlo a beneficio dos austracos oecu-
padorrs das legacoes, e quer conseguir o seu
quiiriao de inlianncia por mel du estabele-
cimento de um governo -omi-lilier.il
a A Indepmdanoi belge acerescenta s pre-
cedentes noticias iiin urna nota dirigida por
l.uiz llonapai lo I corte oe Re 1 a exprime o
desejo de que cesse oeste ve. So 1 occuuafo
dos estados pontificios pelos osercitb* da
Ausl'la e de Franja. O 7Yme>que contem
mais promenores este respeito julgi que
o pu'ncipe de Canino, primo de Lint apo-
lio ex prndente di issembia consti-
tu ule du Huma, que chegou recentemait"
a capital da orbe catliolieo, levav oiissflo
olio estraoha a estas noticias, e propi-
gind. liberal napolenica que e exerce
em Italia por toeio du agentes do governo
francez.
a Em Roma se fizerim varias transferen-
cia enomeafOesde altos empregados. O
rardeil sntouelli foi nomedo para Secreta-
rio de estado efTeclivo. Ocardeal Frrelti
piusa para grande Penitenciaria, e h i.p-
l'iito no seu cargo pelo monsenlior SifflO-
nelti. Ao c.rdo.l Marini foi confiada dtill-'
nislra(So do fundos pertenceules socie-
dide ds propig.cao di f.
4 ditas teci los ds algodo, t dita ditos de
sel.; 11 Sfhulll 11 lio robler.
8 djiai ditos ile algod3o; a Kilkmano
Patacho brasileiro Emularlo, vindo do
Acarac, consigelo a Manuel Goncalves da
Silva, manifestuu o seguinte :
18672 o.o os de Sois, 25 massos couros
mu un, 71 couros de beserro, IB ditos sal-
ga los; a urdem.
200 meios do sois; a M.rcolino los Pupa.
149 ditos de dita ; a Antonio Comes Pe-
reita.
200 ditos de dita; ao consignatario.
Exporto*; o.
Genova brigue inglez Khene, de M-tpoe-
ladis, eon 10/1,1 o se^uiuto : --3400 s.ccos
com 17000 arrobas de sssucar.
Trieste hrig.ie austiacl) Perest de SUS to-
neladas; cm tuzio o seguinte : 4500 sac-
cas c.im 22500 n inhi-. de issucar branco
Baha hiele brasllui 0 Amelia, de 63 lo-
111' 11 las cot.111/10 o segUlnle : -- 100 lian 1.
manteigt, 2)1 caixaS queijos 200 botijas
1,00
i ,2au
4.0OU
11,0110
i,, no
2,0110
2,i0'i
1,0011
9,00
12,1100
7,001)
20,00"
10,001
1,000
6,0011
:i mu
s.oon
S.ioo
3,1110
2 200
2,000
1,61111
i,J80
1,000
9
aOOOO
)8 000
2S,'I00
,110
s.o o
1,280
1,000
0 O'iO
l,2"0
lilO
1,9 0
IS,"
1 un
200
l,oo
S0
Cravo glrufe
liioi do Alaranho
i) un.n 1 copal
I, 1, o o inli.i
Oleo de copahiba
Ouruc
Salsa iiarrllba superior
Dita dita mediana
Olla ditas iuferior 11
Captivos de direitos
Aaiucardc Pern. brauco arsob.
Oito do II Id ii
Olio da Baha ti
Oito du Para bruto >
Olio iiiascavadu
Lindes du Brasil grandes
Olios ditos |ieqiienos
Otipachados.
Anll II'
Arros it .lino
Dio de Santos ,-
Ulto lo Marauho e Para Oij ,.
Uituditu nelbor ,,
Uilo dilojuperior
Parlaba de pao do Bra^f arrob.
Tapioca V arrob.
Preso torrente dos.gneros rrW.rlujal.
Captivos deillrellos. .,
Atnenrloa em milo doce do
2,?0o
IOS
107
112
100
125
82
8!
91
92
50
ion
4,000
.000
1,700
1,5.0
1,550
1,200
,200
1,450
., 1.450
.. 1,450
., l.'OO
1,050
mil. 70.OUII 80,000
I0/,'0U0" 15,000
(100 1,200
6,400 7,000
i>.-iuba.
S.OuO
5.600 -
6,000 -
550 700
400 1,800
800
310
390
450
350
2,200
1,100
S50
300
800
4,200
610
750
4,000
600
620
400
4io
5"0
la.lnli.i.
1.400
2,00
5,760
80
7ud
, Tin
Mdho .............Alqutr.
Pedra de amolar....... a
Hitas de futrir ....*....
Puntas de bol........Cento
Piassaba............*6\\n
Sola.....I........sio
-.o- .1 |,anni 11.........Arroba
Tapiuc.............
Untiaa de lioi.........Cento
Couro de cabra.......
A elle Sa carr-pato......Csnsda
NOTICIAS COMMEnc.ltF.S.
Liverpool 8 de abril di 1852.
RelatO'lo da semana fin la e n 8 de abril
[) s lo a nossi circular de i'xla-feira pas
ssdi.ointervallo quedeorreosum perturba,
co sobre o nosso morcado do algodfio ;/is
prerjosustenlaram os-'u curso, em variar
quer de um Indo qu-ir do ouiro. A demora
do Importador do nluodilo dunnte elle m*-
mo periodo, e nb os novos avisos itaesli-
macSo eresonte da safra dos Eslldos Unidos
lie o granle consu nmo que regii le.n Eu-
ropa cu 110 111 Ainerici, e a escala mudea la
da nnssa circiilacilo-exi'lenta. A impnrt andas, 50 tolumes enxo- do Oriente nB obslauto o lempo, foi co .si-
tola e 15 canas azeile
ecos carnauba, lean
oleo, 27 caixa
fre, 24 pipas,
da carra pato
doce
H10 Crande do Sorle Lancha brasileira Fe-
liz das Ondas, de 29 toneladas conduzio o
seguinte .- -- 2 fardos fazendas, 2 barris vi-
nho, 16 arrobas de carne, 7 SiCOas bolachas,
S canas sabSo, t b.h roupa e miudozas, 1
anco a vinagre, 1 barrio licor, 1 garrafilo
vinlio banco.
Lisboa brigue portugus ConceifSo de Ha-
ra : -- 37(3 saceos e 31 canas com 15,566
l|l arrobas de assucar, 300 couros saljtados,
57 saccol com 185 arrobas de c.lT, 20 sac-
eaicon 105 arrobas e 6 libras de aigodlo,
30 pranxlM costado de amarello, I* barris
mel.
Ass hiale brasileiro S. Joio, de 44 tone-
ladas, unlutioo seguinte : -- 4 .ecas linhi
brutea, 2 barris aleatrflo, 3 dtlas breo, I di-
la pite, 5 pegas de brins, 2 bsndelras, 3 pe-
ca'sde lona, 3 ditas de e.bo de cairo,e liniio,
:' arrobas de estopa,1 botija oleo, 3 latas tiu-
l|s^Bbrai de urco, 2 litas secante, I ar-
iollMUIiiina alc.trulda, 8 ditas estoupa, 6
cuas fazendas, 16 cnapeos de pino e el.,
3e.iX.set fardo f.iendss, 5 barr vinno,
3 ditos vinagra, I gigo louca I barrica
seiveja, 7 b.iris vinho br.nco, 3 ancoris
vinho, 5 barricas louga, 4 garraOes azeile e
vinag o, 2 ciiOsi e 1 picote nuudezss, 20o
alqueires de fannha, 3 rolos rumo, 2 saces
arroz, 1 dita c.fe, Sciixis sibao.
deravel. Ain is, at o presente momento
tin.ildsdo do mediano as dtscripgOes da A-
rflerirja, vale 4'S|4 d 5 d foi desprilporcio-
nadamente Ir.zid. ao mere.do | ..lo be to-
dava, fcil manejar negocios do modo que
satisfaga em tolas s sones,por falta de urna
selecgao mais impla.
As demais descripgfles, e o mercado em
geral. continua com i'tlloliJ. Rafere-se
que 470saccasd< A nenca, 649 de Surrate.
260 do Eiiypto, o SO de Pernambuco foram
tomadas para expeculac3o e para exporla-
gu 2360 de America, 240 de Sor f ate, 80 ,le
Midras,e 40 10 Egypio. AS ven la da semana
liionlji^ "?>43)i-.ccis As ven las ele noje
aavlpteJ5i,'0saccas. A importaglo .1
semana lie de4iS59. A importigo at esta
dala consta de 4708S9 0 deposito he e-ti 1 a
do cm 343630. Caiculs-se o c insumiilo om
502060.
A expoitagao^rionlava em 66250.
Os algodOes do B.-.sil rousarvsva a sin Is
os pregos seguinte*. Os de Pernarhlmco e
Parahiba 6 1|2 a 7 1|2 Os do Aricad eCe.rl
6 l|2 a 6 3|4. Os da Babia e H do MaraOhflo 6 a 6 l|2 d. por libra.
Caff:-- Foram unicimenle vendidas SO
barucas grandes da Jamaica a 50 e 200 sac
col do nitivo Ceylon a 40| por quintal.
Couros : tuerca lu continua snm ani-
mago, e em hasta publica das In lias Oren-
lies de terca-feiri, 4000 de qualidide infe-
rior aclurain compradores.
1.200
6 000
8,000
1 250
1,100
1,400
1,250
2,150
1,300
I,2n0
1,500
1,300
8.J00
6.0U0
i 4.200
I.60O
pipa 10,000 14. 00
36,00 38,000
,, JO.O00 M.unO
2.200
Alearve arrob. 3,000 3,100
lln.lilili da llein ., 2.800
Olta em casca couca alq. "l.OOt
Hita dita mollar *
Ora nacional branca lib.
Dila dita ainarella ,,
Figoado Algarve,comadre arrob.
Ditos dito branco
Presuntos >i
DeipacAarios.
Alpina iq-
b.callio nacional secco Q
Feijo branco das ilhas al[.
bo dito do Porto eFigueira
Olio rajado 1,
Olio .a.linlio n
Grao de bico 11
Pasias da trra arrob.
-.irin de vinho linio,
Olio dilo branco
Vinho muscatel de Selubal cala
A birdo.
Ago'ardente de 30 g. encase, pipa 72,000
Aeite aliu
Larajija doce cala
[.i na 1 li
Sal grosso mi
Ottu redondo i
Dito Uno para consumo ,,
Oito i... n, in. 11
Canica n i de tre tamanho
de grossura para rolhas Q.
Dita n. 2 de Ires tamanho ,,
Olta n. 3 dita li
Oua 11. 1 para pescarla
Vinho superior
Oito ordinario II
Vinagre
Tiigo do Reino rijo ab|.
Oito dito mole n
Oito das ilhas l>
Cevada do Reino ,.
Dila das l.has ,,
Milliudo Itelno 1,
Dito das Ilhas 11
Ceulelo do Reino u
ESTVOODOMERCADJ.
Algodao. Poucas vendas para consumo.
I Assucar. O pregos suat, ni uii-se, limi
taodo-sc porm as vendas ao consum.i.
Cielo. Realisarani-ae llgumis venda.
Cal*. Elleciuram-e alguina venda.
Continua a falta da boa qnalilade.
Salsa parrllha. Poucas venda.
. Couros. Veoderam-se para II sinnha doa
seccui de graode peso, para cunsuoio do] do
.M.innhno, e para reesponar dos empichados.
Guimna copal. Prucurada a de boa quall-
dade, de que ha mala falta.
Oleo de CUpahiba Offecerirn-sc atguinas
vendas para reesportar.
Ouruc. Elt'eccuar.m-se liinbem algumas
vendas.
Navios entrados.
Marco 15. Brigue portugus Taruj i, e.i-
pi.-io al. O. Fanec.i, de Pernambuco em 52 dias,
cun assucar e algodao; a vlva Tarujo di
Filhoi
i8 Patacho portuguei Oragao, capito J
P Vianna, do Rio de Janeiro em 63 dia., com
varios gneros; a J. A. P. Seriedello Jnior.
24. Patacho portugus Destino, capito J.
J. de ilesquia, da Uahia eiu 50 dial, ooin assu-
car t tabaco ; I. A I.. ilobliu.
Brigue portugus Novo Vencedor, capito A.
P. H, Pesiana, e Pernambuco em 47 da., coin
assucar e mal genero*; a J. A. L. Robon.
25. Gatera ponugueta Roblo, I. capitn p.
J. Ribeiro, de Rio de Janeiro eili 88 das, com
sucas e caf ; a J AL. 11,10101.
38. Urlgue portngiiet Iriumpho, capito
D. Nogucira, do Par e 111 H .lias, com arrot e
inaia gneros; a J. N. H, Carvalho.
2a, Brigue Portugus 1..I.. capito I. de
Abrcu, de pernainoucu em49 das, coin virios
generoa; a A. J. A.Oulinares.
Patacho portuguet Abreu I, capito J. J. de
S1111/..1, do iiio de Janeiro em 05 dias, com va-
rios gneros; a D. A. de Abreu.
31. -Uriguesuecu Helena, capito L. E. Gear,
de Pernambuco, em 18 dias, em lastro; a Tor-
la es li C.
400
460
420
280
2'Jd
0
0
320
MU
51)1)
,'),MJ
2'.';)
ol)
olll)
3*0
quiuagem 11, em lastre ; a Rostron Roo-
k.T i Companhia.
Ar.caly II das, hiate brasileiro Duvido
so, de 43 l|4 toneladas, mestre JuSo lien
riqoe de Al neida, equipagem 5 carga
vanos gneros ; a Jos Manoel Martin.
Passageiros, Jos Cas>i*no Pamplona
llaymun lo de Souzs Miranda e 8 eicrsvus
entregar. J
,Mc 'l 43 horts, brigoe escum de guerra
brasileiro fcgal Is le commahiinle o
capillo W bo do, Pjhnoelda Cunha Figuereio, Jos
Joaqujas dos Santos Jnior, Adol ho de
Barris Vasconcelos os naufragados do
ViaftVS.Sabastiao, oaptlo Antonio llana
4h C.slro D-lga lo, Jaulno Ferreir da
Silvs. FniiCisco Xavier de Pin'o I,una, e
J0S0 Pedro Alves Lima Cordilho.
Soulhampton e porto! Intermedios ~ 93
das, vapor inglez Teviot, commandinte
U. II. Onslow. Pass.geiro, pan esl pro-
vineii, Dr. William May, com su senho
ra e 1 criada.-- Seguio para Bahi. o Rio
de Janeiro, levan lo eu borlo, JoSo C.
Pereira de Almeida Torres e B ilo, JM-
quim Almel. Piulo, p.dre Rezende e 1
criado. A. II. d Oliven e 1 criido, l>r.
Augusto Frederico de Oliveira el criado,
Dr.Fraiiciseo Xavier Paes Uirreto e 1 c ia-
do, Dr. Antonio P. Maciel Monleiro e I
c lado, D'. Jno Jos Feneira de Aguisr e
I cnalo, Dr. Francisco Dumingues da Sil-
va Dr. Alosan Ir Beriiardino dos Itese
Sil,, ni criado, Luiz Jos Ferreira Tino-
co, bacMirel Jos Man. .le ATUtiquerqul) o
Mello, Dr. Fraitctseu P. Baptisla e 1 cria-
do, Dr. J. F. do Pauta Cavilcanti de Al-
buquerqiie, M.M. 0 Lima e I criado, Dr.
Antonio Rodrigues de livetr Antonio
Francisco P. de Barros, l.uiz C. da Silva ,
t. Joanna Januaria da Silva lliltancouit,
cun 1 diada e 1 criado, JoSo Jos de Bri
In, com soa seuliora, 2 criados e I criado,
Jos Bomtcio de Brito, Jos da Silva Reis,
U Bazilica R. Nunes, o C. II. Fiulle.
Navio sahdo no nesmo rJin.
Ais -- hiale or.sil"iro S Joao, mestre Jos
Antonio Fernandos, cuga varios gene-
ios Passsgeros, Juliao Carlos Wan ler-
ley. Manoel Antonio Fenundes, e Marcel-
lino Jeronymode Azevedo.
Navio mirada no dia 3.
Pbiladelphia 37 diis, barca imerican
John Farnum, de 249 toneladas, capilflo
Samuel P. Williby, equuagero II, carga
raniiha do trigo; a Maleus Austin d Com-
panliii.
Oburvacdo.
O hiate brasileiro NivoDsstino, mestre
EstevBo R'beiro que linlia sabido deste
porto, para o de Camaragibe, em 30 le abril
prximo passado, enlrou boje, 3, arribado
lelo mo lempo.________________
"+
Pcclurao&u
1
O Um. Sr. inipeclor da thesotirarla da fa-
zenda provincial manda faier publico, que do
da Ido correute pordlaote pagam-se os- or-
denados c mal despeiu provluclaes, vencidas
at ufim de abiil proiimo findo. Secretaria .1.1
thesouraria da hienda proviuciat de Pernam-
buco, I. de malo de 1851 --O secretarlo, An-
tonio Ferreira 'im.isefaieo.
THEATR0
DE
S. IZABEL.
40 recita (\\ assignatura.
QOARTA FKtRA 5 DE MAIO DB
i 15^.
Depois da execugo de urna das melhores
ouverldT.s, pel orclistra, subir a scena a
nova oxcellento comed em 3 actos, orna-
da de cnlo, e traluzid o Rio de Janeiro,
Jo original francez, de Mr. Vrnel, que tem
por titulo, a,
O Novo Judeu Erante.
Persone gens.
Brtraid, bmqueiro --Germino.
i-car Durau.l, mlico Birerra. .
Duramhorg, director de comios ambuian-
t 's -- Mu ole 1 o.
Durinti, auditor doennselho deeslido
A .mo 10.
S. tibourg, marc.dor (bof.noheiro) Ry-
rnundo.
O barflo deDirandire--Coimbra.
Folbett, labelliSo-- ferdira.
Ourooher procurador de Causis Jos
Cubourg, director de um caminho do ferro
--Vinlo.
Callois, chapeleiro Cahral.
Legra, morcador deseceos emolhadoi
Roaen do
llenriqueta, llht do BirSn D. Carrela.
brUT.'-Polaca portuguesa Bom Flm, e-,c,!ov^^,,, C'sda de e.t.l.gem I. Amalil
pllio J.'Mende, d Uahia e,n 71 das, coin as- Monteiro.
sucar, cal ecouroai a h. Ainlsalak, A icen pissa-ae : no priruetro icio na
10. Urlgue brasileiro Mailamia, c.pfHo C. j eat.Ugem da uui aldea da Blgica, perto
J, da Costa Jnior, de Pernasnbuoo era 40 das, das fronlciru di Fr.nga ; no segundo 110
Fernn lo Jos di lincha Pinto remette
pan o Bio do Janeiro, 1 aua escrava de no-
me Clementl na de nagua, de ida de SO mnos.
Embarca par. o Bio de J .eolio Bernar-
do Domingues Silva Araujo.os seus escravos
le nome Je inti 110,1 ludo I a no-,Lino,idade
12 anuos, lia y ilion,lo,i lade 12 annos,Csemi-
rn, idade 9 anuos, Joanna, idade 13 annos,
Iztdoria,ulule 14 annos Camila,idade IS n-
nos,Paulina idade 13 nnoa,SebasliSo ld.de
7unos, Josefi idade Je'2 annos lodos
creoulos.
Jos Vi"ira de Figueredo embircl pan
o Rio do Janeiro sua eicriva de oonle Mi-
rla, ngola,idaie28nnos.
rio da S do corrente, em prag publica
loDr. juit municipal da se/un la vara, ae
deve arrematar tle ii'n I, por tanto l|Uipo
quinto bastante, para pagamento, timi casa
t"t rea, penliDin la por execugo de Jos Vi-
eenie Ferrein Un ros, contri irmmJade
de 8. Domingos de CusniSo.
- No dii S do correle, le deve arrdis-
lar, pente 0 Dr. juit municipal luppleote
di segunda vir, una cas terrea, por eie-
cugflo de llenrtqoe Forster t Companhia.
Ficou a ultima praca, da taberna de
Homar 11 im Luiz Ferreira, por execugo de
Jos Alve dos Reis, a quil deveril ter lugar
no dia 30 do niez proximu passado, pira o
dia 4 do crrente, depois da audiencia do
jni/.o d,i primeira vr civel.escrlvSoSiutos.
Joaquim Lopes de Almeida, Val a Por-
tugal tratar de sua gaudo.
Jos Ribeiro di Silva, vai a PortuML.,
-- Antonio Jos Ri~ ;-o Rasj^^^iiTDtrea
para o Rio de Janeiro, asuai aficrivas, Ven-
tura, creoula, e Franofsca, parda.
-- Manoel Antonio uos Santos Fontes, vai
a Portugal.
-- Antonio Ricardo do Reg, embarca pa-
ra o II1 de Janeiro, um mulalioho, de no-
me Folix, de II anuos de idide.
(. rtiu les Magna da Assumpgo, sub-
dita portuguez, relira-se para a Europa.
- Prensa-s de um hornein, chegado l-
timamente de Portugal, que unten i de
plintago, rara feilor do um sitio : quem
ueste caso estiver, diriji-se a rus estreita
do lio/.,rio n. 43, segundo andar.
-- Qualquer sacerdote, que, nflo tendo fa-
milia a snu cargo o sendo mrigi-ndo, qui-
zer desenvendar as fungfles de coadjutor,
le urna froguezia mui prxima a eStl capi-
tal, e que oiforece Igumit vmtagens : pe-
le dir'g r-se a ra estreita do Rozrio o. 15,
das 6 as 9 horas da tnanhi, e dis 3 11 da
tarde, que ihi se Ihe dirSo is informigfles
preciis.
Antonio di Cunta Soares
Guimares a vista da decluragSo
do Sr. Jos de Soma Monleiro ,
Diirio n. a8. declara ao mes
no lii mi) n. tjS,
rio, que a sua conta lie da impor-
tancia de 18,900 rs. de diversas
f.zendas que Ih co-aprou na sua
loja, na ra do Crespo n. i5, do
annu de 1847 at 189, e que re-
i-elii'ti por baianso, que no mesmo
estabelecimento deu Joiquim de
Oliveira Maia Jnior, cujo debito
ainda est por pagar.
Sanio a luz a segunda edicco do com-
pendio elemclar da grammitica du lingo
nacional, organisado por Joaquim Antonio
de Castro Nunes : vedde-se na loj do Sr.
lardoso ,\yre-, 0111 do Sr. Dourado, no pa-
teo do Collegio.
Perierm-8e no dia 3 do corrente da
ra da Cadela do Rrcife t ra do Mond-
KO n Boa Vi-la trm caitas fechadas dirigi-
das a Jos Teixeira Basto ; roga-e a quem
quer que s terina adiado de ter a bonlade
de s mandar ontregar na ru du Trapicho
n. I7,armsem do mesmo Jos Teixeira Bis-
to que generossmenle se gratificara. <
A pessoa que deitou no correio de 0-
linda, urna crl, para Pedro Leo Velloso,
a Baha, queira vir pagar o poite, pra po-
der ser expedida,
-Peiru Baplisti de Santa Rosa, artista
dramtico, tendo sido convidado por pessoas
de prubidide da cidade Uo Cetra, soijue pa-
ra inesm, com urna companhia da mea-
mi arte, onde prelen le demonr-se doui a
ire metes, (inclu los nest compinhl, oa
Sr bernardino de Seoa, Fraucisco JlarquoS
le Figuer lo e CaeUno larques de Figuere-
do) o 0J0 podendo despedir e pesso.tmen
te de seus amigos pelos seus fueres, o Tai
puresla folns.eolTerece-seo pouco piestimo
uiquella ctd.de, outro sim, fie. incumbida
doa seus negocios duranto sua auzcncu, a
sua Sr. I). Antouia Ferrein de 3. Rosa.
Jo vieira de Figueiredo embarc pi-
r o Rio de Janeiro o seu escravo pardo da
nome Manoel de Idade de 16 annos.
-- os sfric.iius livres Jos e Citrno, so-
gueta para Loadla.
Vendas.
aes
Ven.la-ss 1 irmigBo com seus perten-
ci da fabrica de oDarutos d ra Direita n.
33 i quem pretender uirija-so o piteo
do Terco fabrica de charutos a. 14. .
1
I l
I
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
MUTILADO



ni
.,-.
wt

4,
c=y Salude sorvetea para hornera
e senhoras.
N. ra estrell do Rozarlo n. 43, continua
. ter sorvetes todos os dias das II horas dn
do atol* noit pelo proco He 160 rs., lu-
yendo sal* Pir" homeni.o pira senhoras com
entradas independemos. a>
Vand-se um escravo mnsso e bonita fi-
gura n Fteo do Tercos. 139,s dir quem
vende.
. Feijo novo 9,500 rs. a saoe com 3|*
Vwude-se sacros com 3 quietas d feijo
medida elha, a 2,500 rs. occ, no ar-
rnazem de Gouva flcDias defro^lauja eses
dinha da alandeg, elles anles quise aca-
be.pols lie barato no esta Turado.
VeDde-se Hezina 4 angico de muilo
superior qualnja.de em arrobas a 5,120 rs.,
em libras a 320fl. fu* ra da Cadeia do Re-
nte toja da erragetlt n. 58.
-Vandem-seqs mar approados charutos
da Balna, denominados primores, regalos,
medianos e cissadores pelo preco unais
commoilo posslvel, e se aflanca a ptima
qualidade : na ra da Cruz n. 26, primeiro
andar.
O antif .barateiro da ra do Cree-
rte vendem-se os seguin-
tes livros ...
Chronica da ReWfl['S "'.' de,,8r48J,e
18*9 noro eencadernW. A",,r,"? d* c.h '
ta prseiraem l'ernamb%o P.oi Urbano Sabi-
no Pesaos do Millo. R%" mes em um solomo, MflPfr. "'"'J "'-
da entre o diabo, urna aiSpW
160 rs Cornelio, Salusllo
Lotera do [to de Janeiro.
">t
AOS 20:000,000. 10:000,000, 4:000,000
2:000.000 e 1 .'000,000 de rs.
Naloja da Viuva Vieira & KiIIh.s, na ra da
Cadeia dn Recite n.24, receberam pelo vapoi
inglez Severn, as lisias da23 loteria do thea-
iro de 8. Pedro de Alcntara, o 30 do Monte
PioGeral, pelo mesmo vieram oaafortunados
bilheles o cautelas da 24. loteria do thea-
tro de S. Pedro, os quaes trocam-so por bi-
lletes ja premiados das loterias do Rio de
Janeiro e dos desta provincia.
Bilhetes 22,000
Meios 11,000
Quartos 5.500
Oitavos 2,800
Vigsimos 1,300
Agencia de Edwin Maw.
Na roa de Apollo n. 6, armazem de Me. Cal-
mont&i Coinpanhla, acha-ae constantemente
bona aortlmeotos de,tal de ferro coado e
batido, tanto raaa como fundas, moendas In-
letas a 640 efias todas de ferro para animaea, agoa, etc ,
Povo sortimento da panos finos e
casiinir.'s de todas as quali-
dade.
Na ra do Crespo, loja da esquina, que)
vollu rara a Cadeia, vnndein-se panno pre-
to, a 2,800, 3,200, 3,100, 4,000 e 5,000 rs. o
covado; dito francez, multo superior, a
6,000 rs.; dito verde, a 2,800 rs,; dito azul,
a 2.800, 3,500 e 4,000 rs.; dito cor do rap,
a 2,800rs.; cortes dn calsa de casimira pre-
ta infestada, a 5.000 e ,000 rs. ; dita fran-
ceza elastira, a 7,500, 8 000, 9,000, 10,000 e
11,500 rs.; sarja preta, a 2,400 rs. o covado;
dita hespanliol, a 2,800 rs., e outras mui-
tasfazendas por presos commodos.
Chapeos do Chile.
Vendem-se chapeos do Chile pe-
queos a 4,ooo rs. : na ra do
Crespo n. a3.
D.\ I
iur/iMiiTiiiir |||I;|S I1111 armar em madelra de tod'>* oa ta-
rs.,Novels baratas para quem fl' ''"Pr I ,,nhoa e madello. o. na,, moderno, machina
pouco dlnheiro, Direito Mercanm o' imrUontal para vapor, com forfa de 4 caval-
Lisboa aele volumes encadernados >, ., ,lui, coucoa, pasaadeiras de ferro eslanhado
tumos, multo barato. Pedro Sem quey* le" paia casa de pulgar, por menoe preco queoa
ve e agora no lem. Os DOU9 UenegedusM>or deeobre, escovens p,r4 navios, ferro inglez
Jos daSilva Mendes Leal Jnior. O liumevn llantoem barras como en arcos folhas, eludo
da masera negra, outrss mais pecas, e Ir* ll'ur barato Pref-
gedlasde varios authores, e de procos uiui- Al.K.NCIA
lo em coota : na mesma leja so vendem va-
rias obras de diflerentes autores para recreio i
e instrucco da mooidade : assim como va- |
rios livroa de idioma AlemSo.Manual dos ne-
gocianles, 4/uoo encadernado Cnticos pa-
triticos, por A. B. Gitiraaa Costa, cdigo
commercial brasilniro.
Vendem-se caixinhes com 120 duzias de
carrlteis de linha do 2C0 jardas multo supe-
rior eiD qualidades de n*. 40 s 150, por 800
rs. a duzia o da ns. 12 a 120 por 700 rs. : na
ruada Cadeia do Recife loja deforrsgens
n. 53
Vendem-se dous pares de mangas de
vidro, lisas : na ra de llortas, sobrado de
um andar com varanda de ferro, n. 70.
Multas fazendas por pouco dinhei-
ro na ra do Crespo n. 6.
Cortes de b>im escuro do puro linho a
1,(40 rs., ditos dn listra de bum gosto a -',"0ii
rs., dito amarello a 1,800 rs. liscado de li-
nho proprio para cilcas e palitos a 200 rs. o
covado, panno lino preto a 3,000 4,000 rs. o
covado, pessas de chitas escutas co n 38 co-
vado* a 4,5 )0, 5,000 e 5,500 rs., cambrsia de
filos com 8 1|2 varas a 2,400 e 3,500 rs. a pes-
as, lonros do cambraia de liubo a 400, 480,
e 560 rs. proirios para mo, riscados assen-
tados em algodo muitoencornado proprios
paraescravos a 160, 180 e 200 rs. o covado,
zuarte azul com 4 palmos a 209 is o cova-
do, e muitas mais fazendas or preco com-
modo da loja cima referi la.
--Novo diccionario e liuguag-m das flo-
res, das cores e das pe iras preciosas, com a
lista alphabelica dassuassigmficacdes; a lo-
teria, o jogo das fin vis ; o orculo das flo-
res; a loteria eo lelegraplio de amor, e va-
rias poesas sobre o mesmo sssumpto. Esta
curiosa e interessaoteobrinha, vende-se no
pateo do Collegioluja do livro azul, a ICO
rs. uaua
Ven in-s.. ni i/wd) sor tmenlo devellas
do composico,em caizas de 25 libras.il 4,5
e 6 em libra oti casa de C. J. Aslley &
Companhia ra do Trapiche n. 3.
Existe no escriplorio do corretor Oli-
veira, porfo de mobilia tanto de Jacaranda
como d'amsrello, consislindo em sof, me-
yas redondps, ditas do jogo, ditas de abas,
para sof, e de gavetas, consolos, commo-
das, lavatorios, ricos toucadores, e loiletes,
marquezas, cadeiras, nana, carteira de
urna face para escriptorio, porc.Su d'estojas
para coslura, carteirasde charo para bilhe-
tes de visita, caixinha de costura com m-
sica, vasos pars flores, urna bussola, urna
espingarda de 2 canos para caga, e outros
muitos anjelos, que tu Jo so vender parti-
cularmente para fechar rentas.
\ da fundicao Low-Moor.
V RA DA SENZAI.LA NOVA N. 49.
Ntfste estabeleeimento conti-
ii'ia a lia ver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para ^ngenho, machinas de
vapor, etaxas de ferro batido e
coado, de tojos os tamanhos, pa-
ra dito.
-- Vende-se. muilo superior farinha de
Sania Camarina em sac cas a 2,240 rs. : na
ra da Praia, armazem n. Vi. Na mesma ca-
sa vende-se urna tiborna com poucos fun-
dos na ra oo Rangel,e faz-se i'odo o nego-
cio.
Superiores luvasde pel"a.
Vendom-sn superiores luvas de pelca pa-
ra senbora, ditas de ponto inglez para ho-
mem, sapatos fiancezes de couro de lustr'.o,
setim e cordavo para senhora, tu lo chega-
do ultimamentn do Havre no Contn lloger :
no eterro da Boa-Visls, loja de calcado n
58, junto ao scleiro.
Vende-se urna morada de casa na rus
da Praia de S. Franrisco.com 2 salas de fren-
te, 4 quartos, sala de detras e cosinha,quin-
tal grande, em Ierras proprias ; outra dita
na i-on do Carmo, com sala adiante a atrs,
3 quartos, quinlal, em chaos proprios; ou-
tra dita na ra do Coso, com sala adiante e
atrs, 3 quartos, quinlal muito grande, to
das na cidade de Olinda ; vendemsa juntas
nu separadas: na mesma cidade pateo de S*
Pedro Novo, casa oe D. Ignacia, e no Recife
na ra Velha n. 72.
Veude-se a typogrophia do
>"'rn Nn"~-----------J >- *M.
-w -u |>IU|/1ICUUCUS v*a-
va Roma a qual ext montada ,
tanto de bonstypos, como de pe-
los, e de todo os utencis necessa-
t iti.'i a urna boa typographia : tia-
ta-se com a proprietsria, na ra
da Praia n. 55.
Grande porcSo de tazendas baratas,
na ra do Crespo n. 4," loja de
Jos Francisco Dias, a 160 rs, o
covado!
Vende-se urna grande porco de chitss
muilo (xas, de novos padiVs, cum um pe-
queo toque dn mofo, a 160 rs. o covado ;
ditas escuras cores de caf e de vinho, e ou-
Aos amantes das do- {
riiras da vida.
Offerece-se, na ra da Co- ,.,
deia do Recife n. i3, um li-
SALSA PARRILHADEBRISTOL
.miz y.
UM PAKRILHA DE SAMIS.
A silsa pBrrilha deBristol data desde 18.12, e tem constantemente mantido sus reputa-
cn, sem necessidade de recorrer a pomposos annuncios de que as prnparacOes de m-
rito podemdespensar.se. Osucesso do l)r. Brislol tem provocado infinitas invejas, e
entreoutras.asdos Srs. A. II. I). Sands, de New-York, preparadores e propietarios da
salsa parrilha conhecida palo nome de Sands.
EatessenhoressnlicilrSoem 1842 a agencia de Salss psrrilha deBristol,ecomo nSo
o pudessem obter, fahriearo urna muiaco de Bristol.
Eis-aqui a carta que os Srs. A. R. n. Sands escreveram ao Dr. Bristol, no dia 20 de abril
de 1842, e que seacha em nosso poder :
Sr. Ur. C. C. Bristol.
Bfalo, ele.
Nosso apreciavel senhor.
Em lodo o snno psssado temos vend lo quantidades coosidersveis do extracto de
salss parrilha de vm. e pelo que mi vimos dizer de suas virtudes aquel les que a tem osa-
do, jiilganios que a venda da dita medicinase augmentar muitissimo. Se Vm. quizer
i,fazer um convenio comnosco eremos que nos resultarla multa vantagem, tanto a nos
J no meio de SOtisfazerem setl 5 comoa Vm. Temos muito prazer que Vm. nos resuonda sobre este assumpto,e se Vm.
. .. j i I vier^ esta cidade daqui a um mez, ou cousa semolliante, loriamos muito prazer em o
* apurado gosto dando-se- gVerem nossa botica, .ua do Kulton n. 79.
Fico asrdeos de Vm. seus seguros servidores.
(Assignados) A. R. D. Sands.
S Ihrsa troco df algumas mes-
0 quinhas patacas^ o excellen-
* te e delicado doce de bacttr.
COITCLUSA^).
Chegott resecntemente do )
Maranh3o he da melhnr *
qualitJadeque ha e tem viu- 5
do em latas,' mui proprius -J
para a sua cnnsrrvarao, lor- .)
na-se tambern por isso objec- W
to de grande consideraco, S
para na pessoas que desejam t
* mandar presentes deste ge- *
ero para a Europa. 4
****** ********* ?
Vende-se urna preta de inea Idade por
28/00O com algumas babelidades, 1 preto N> r(]i j, Cai|(ji d() Ri,C)fe |(). n yen_
boi.ua figura proprio pjra lodo o servico* dem.g0c0llHS (,8 magnificas sedas pretas,
I mulal. com habilidades por 50OU0O : na |,vr,d.., recentemente chegadas, corles d
ra larga do Rosario n 35, loja. chitas achamaluladas, msnleleles pretos
liape laulnLordeiru. chales de seda de cores, grandes e pe-
recentemente cnega.lo do Rio de Janeiro: quenos, mantas, do seda, sarjas pretas, lu-
vende-se na ra da Cadeia do Recife loja n. vas pretas de torgal, e de seda de cores pa-
ra Sra., ditase seda, e pelica para homem,
gravatas pretas, coletes de casemira, ci.11.-
braiss dnlinho muitofina, ludo moderno e
bom, assim como outras muitas fazendas,
que atroco do dinheiro se ven tem por ba-
ratsimos precos, beni como cannus azul,
reto para casaca, palitos, e farda
000 rs. o covado, dilos mescla-
lils e para^cabar a 1,800 rs. o
1.a A antiguidade ds salsa parrilha de Bristol, he claramente provada, pois que ella
data desde 1832, e que a de Sands so appareceu em 1842, rpoca m qual este droguis-
ta no ple nbler a agencia do Or. Hrislol.
2.' A superioridade da salsa parrilha de Bristol he incontestavej, pois que no obs-
tante a concurrencia da de Sands, e de urna porco de outras preparares, ella tem man
tidn a sua replselo em quasi toda a America.
As numerosas experiencias feitas com o uso da aalsa parilha em todas as infermi la-
des originadas pela impureza do aangue, e o bom xito obtulo nesla corte pelo III n. Sr.
Ilr. Sigaud, presidente da academia impeiial de modicina, pelo llluslrado Sr. Or. An-
tonio Jos Peixotoom sua clnica, e em sua afamada casa desaudena Camho<,pelolllm.
Sr. Or. Saturnino de Oliveira, medico do exercito, e por varios outros mdicos, per-
mittom hoje de proclamar altamente as virtudes ellicazns da salsa parrilha de Hrislol.
Vende-se a 5/00 o vidro ; na botica de Sr. Josc Maria Concalves Ramos, ra dos
Quarteis pegado ao (juartel de Pulicfa.
arateiro do Kecife.
50, de Cunta &Amorim.
Anhgo deposilo de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, Iva
muito superior cal nova em pedra, JPpjprel
1 1*1.1 j 1 1 de 4,000 a 6,
jhegada ltimamente de Lisboa; dos para pa
Vende-se calda de tomates, !lraf "'cores muito fixas, a 200 rs. o o-
,' vado ; ditas as mais finas quo tem appare-
novamentc chegada : na ra da jeido no mercado, tanto em pannos, como
Cadeia Velha n. i5, loja de lio- ;"lini,> ra?end do ultimo.gosto. a 240
J Ira.; riscados francezes de quadros, fazenda
urgard. imuitofita, a 200 rs. o covado; cortes 'de
-- Vende-se feijo mulatinho, muito no- chita fraocezas, com barra, a 3,000 rs.; ma-
vo, em saccas de alqueire, medida velha, a rins pretos de superiores qualidades, e
9,000 rs. a sacca : na ra da Cadeia do Re-
citen. 49, seguodo andar.
Vende-se um par de castices de I'rnta,
nm cordo grosso de ouro : na ra Nova loja
do alfaiate 11. 26.
Vende-se um pisnno orizontal, com a
caixa de Jacaranda o de muito boas vozer :
na ra da mangeTra n. 9, das sete as 8 horas
da manhSa, e das 3 as 6 da larde.
Vende se um 6of de po d'leo obra
nova : na ra da Lapa n. 3.
Vende-se urna parda de 25 annos, en-
gomma, coze, coziniie, lava de varrcla, mui-
sadia : na la do Cano n. 36.
Chapeos.
Vendem-se chapeos para senhora os mais
bonitos quesqui tem vindo, pelo preeo de
16,000 rs. cada um: na ra do Crespo n.
21, loja de Bernardino Maia da Silva.
-- Vende-so telha a 20,000 rs, lijlo de
ladrilho a 19,000 rs., alvenaria batida a
25,000 rs.,. sendo de milheiru para cima, a
dinheiro a vista : no Coelho olaria dn Ka-
pozo.
AdmiracSo.
Ns loja da ra do Crespn. 10, vende-se
pelo deminulo preco de 1,500 rs., cada um,
excellentes chapeos de sol de psnninho,
muito enfeilados, para senhora e meninas,
obra prima, a elles antes que se acabem.
Deposito de cal virgem.
Caoba & Amoriin, na ra da Cadeia do
Recite, n. 50, vende-se barris com supe-
rior cal em pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos preco do que
em outra qualqner parte.
Arados de ferro.
Na tundico da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Casa de commissSo de escravos.
Vendem-se escravos e recbeno-
sle de commisso, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
o que se offerece muitas garantas
a scusdonos : na ra da Cacimba
n. ti, primeiro andar.
Deposito de cal e potussa.
No armazem da roa da Cadeia
do Hecife n. ia, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ultima-
niente^ a precos muito rasoaveis.
1,800,2,300, 2,800 e 3,200 rs.; linissioia I-
paka preta e dn cores Tazenda prupria pa-
ra palitos, a 640 rs. o covado; algoJo azul
muito largo, a 160 rs. o covado ; pecas de
brelanha de rolo, cum 10 varas, fazenda
muilo curo.paila, a 1,800 rs. a peca ; assim
como existem outras muitas fazendas, por
precos mais baratos do quoem outra qual-
quer parte: de tudo se uaro amostras,
deixando seus competentes penhores.
Vende-se rap de Lisboa a retalho, chega-
do ltimamente no vapor inglez: na prafa da
Independencia n.3.
A t ten rao.
Fabrica de chapeos de sol no atier-
ro da lioa-Vista n. aa.
Noste novo estabeleeimento recebem-se
um novo e lindo sortimento de chapeos de
sol do ultimo goslo, tanlo de seda como
do paninho para homem, de armaQo de ba-
len e de ac, que se vendem por menos pre-
go do quo em uutra qualquer parle, e gran-
de sort.u.enlo do seda e paninho de todas
as cotes e qualidades para quem quizer
mandar cubrir armacOes servidas, lamt.em
se vendem ha leas para vestidos de senhoras,
n ronceram chapeos velhos, seja o estado
em que estiver.
A 1,44 rs-
Venha comprar
Quem liver'prociso,
Os muito acreditados
Cobertores de algodo.
Na loja da rna do Crespo, que volla para a
Cadeia, vendem-se os bem conhecidos co-
bertores do tpele, para escravos, pelo m-
dico preco de 1,410 rs. cada um.
Com toque de avaria ,
madapolOes largos n finos, a 4,400 rs. a pe-
ca ; bretanha de liubo superior, a 240 e
320 rs. a vara.
Na ra do Crespo,*loja da esquina, que
volta para a Cadeia, vendem-se madapolOes
largos e finos, com pequeo loque de ava-
ria, a 4,400 rs. a prca ; brelanha de linho
muitofina, a240e 320 rs. a vara.
Cortes de brim de linho, a 1,280,
a,a4oe 2ooo rs.
Vendem-se cortes de brim pardo, deli-
lambem se vende potassa da Rus- covado, e cortes decasemira de cores a 4,000
... ** ma 1 n noria
PRETO.
. e 5,000 rs. o corle.
si, nova e de superior qtialtdade. CHA
\ Chapeos de CM.. l Vende-se superior cha preto,
Vet.dem-se ci apeos do Chile, superiores : '..
na ra Jo Trapiche n. 8. ,em caixas de o libras cada urna :
Na rui do Crespo n. a3, loja do em casa de J. J. Tasso Jnior, ,,a
baiate.'ro, lia para vender a i2o,'rua do Amorioirt.-35.
l4o,l6* .e 300 rs. O covado ,'j "_ye_ndS';um bom cairo de quadro ro-
Ferragens e miudea
No atierro da Roa-Vista loja de Terragens
n. 46, tem um grande sortimento do ferra-
gens, grnssas e linas, bicos < str.-itns e lar-
gos, litas lavrsdas e lisas, ditas de velludo,
da gosto, moderno para grvalas, lencos da
setim para grvala e outras muitas fazendas;
assim como urna grande porco de charutos
vinda da Bahia, mais superiores que ha no
mercado daquella piar .,1 mo por preco que
multo agradar ao comprador.
Vende-se a melhor fariuha dn S. Ma-
Iheos, n chegado ha pouco a bordo do pa-
tacho Aracaty, o em po'co : a tratar com
.Mano. I Dias ua ra do Vigario n. 14, tercei-
ro andar.
Cambraias de cores.
Vendem-se corles de vestido de cambraia
1 o. um
transparente.com listrasdejures, pelo ha- .dejeo temperado da maneira que s5o i
ralissimo preco de 215CTTrsTcda corte : na mniUdurac9o,*aIfm i"
curas e
de
cores
de chita
fixas.
vende-se tambenkcortes de raml,raia i'e
seda a 8/000, ditas de\eda 1~Z"r* com 15
covados a 12/000, ditos 3e eaai"braia\je co-
res, comsalpiCdsgamascadose? 1|S varas
a 3/500, yjias dn cassasdecores com 7 varis
"* n ditos de casemira muilo fina orno
d,s> c.0m os competentes arreios, pars dous
r;,Vallos : para ver e tratar no aterro da Boa
Vista n. 45.
Tuxus para engenhos
Na fundicao de ferro de Bow-
inaii &c Me. Callum na ra do
rlrum. paliando ochafariz, conti-
deruas a 5/000, lencos de cambraia e seda na a haver um completo SOrti-
para grvata a 480 rs., alnaca preta o do co- ,. j iBTart(> fprrn fundidn e
rqs a 640 rs., algodo azul com listras a I60.menl de ,alxas ae lerro naiao e
batido, de 3 a 8 palmos de bocea 3
as quaes acham-se a venda por
preco commodo e com prompti-
dao, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com-
prador.
: 'iaiat) de Nantu a
800 1 s.
ni.o puro, a 1,280 rs.; ditos de cores com
listras de bom gosto, a 2,240 rs.; ditos de
brins smarellos, a 2,000 rs.; cortes de calsa
de riscado de lioho de listras, 720 rs.; cas- te chegadas : na ra da Cruz n.
sas oscampinadas para corliuados, com 8 l|2 Scliafheillin & TfiUer.
varas, a 2,400 rs. a pnca.
rs., riscado de Moli muito eu.orpado a 210
rs., e outras muitas fazendas por preco mui-
lo barato a contento dos freguezes.
Superior larinha de S. Matheos e
muito nnva,
Vende-se a bordo do hiato Csptichoso, fun-
diado em frente do caes d Ramos, ena ra
da Cruz n. 34. .
Farinha de mandioca.
Vende-se saccas com superior farinha de
mandioca a precos rasoaveis: a Iratar com J.
J. Tasso Jnior ra do A.nori.n n 35,
Yinlio de Cbainpatrie,
"superior qualidade: vende-se no arma-
em Kalkmanu Irmos Rna da Cruz, 11. ,u
!*- sp. ^sv 4> ^ ** sa- ^ SV > ? as ay. ap; n ^ a. ^ ^
ARADOS AME1UCANUS.
" 1 j ?
a>> Vendem-se arados ame- 4
*' ricanos, chegados dos Esta- *
+ dos Unidos, pelo barato pre- 9
t* 90 de 4o,ooors. cada um: na ^
t>, ra do Trapiche n, 8. ^
Deposito de panno d> algodo da
fe lrica Todos os Santos da Ba-
nhia.
Vende-se por preco commodo
o bem conhecido panno de algo-
dao dejga fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador: no escrip-
torio de Novaes& Companhia, na
ra do Trapiche n. 34.
Vende-se um terreno na ra da Aurora
rom 50 palmos de frente e 280 de extanso,
tondo caes de lijlo a beira mar, ficando en-
tre as casas dos Itl ms. Srs. Cuslavo Jos do
llego e Francisco Antonio de Oliveira: es
prelendentesdirijam-se a ruadas Torres n.-
8, primeiro andar.
o||.i|C op ejtjin,| minhnof
OSOfOp u.l.ipi.ii'j[b vp ni.nbs',1 ti|, 111,,/iiiuju
OU : SISMA a ojj>(| 11 p 'aoaas pea s-j oos' ep
\>"up op uquuoj Jousdng
Farinha Fontana,
chegada ltimamente: emeasa de J. J. Tas-
so Jnior, na ra do Amorim n. 35.
Naloja das seis portas.
Continua a vender cassa preta a 120 rs. o
COVa.lo, ca-sa de quadros, para curlinado e
babados a 240 rs. chitas a 120,140, 160, 300
rs. riscado francez para vestidos ejaquetas,
a 160 rs. o covado e todas as mais fazendas
por preco coro modo.
Deposito tu fabrica le Todos os
Santos na llanta.
Vende-se,emeasa deN. O. Bieber&C.,
na ra da Cruz n. 4, algodo transado da-
quella rabrica, muilo proprio para sacooade
assucar eroupa do osera vos, porprecocom-
modo.
Moinhos de vento
com bombas de repuxo para regrar hortas
0 baixas decaplm na Tu tidic.ilo de low ma 11 x
& H. Calhem: na ra do tlrum ns. 6, 8 e 10.
Vendem-se os verdsdeiros selins in-
glezes, patente, dn molla e sea. ella : na
ra da S nzalla Nova n. 42.
Vendem-se conservas de sardinhas oer-
vi I has em lataa inteiras e meias, recentomen-
I. casa de
10,000
5,000
3,600
1,100
600
Vende-se a historia de Simio de Nantua
a 800 rs. : na liviana da pnira da Indepen-
dencia n.6e8.
Vendem-se no becco do Goncalves, ar-
mazem de iienne Youlel Companhia, meias
barricas com superior fajinha de trigo.
Baratissimo.
Vende-se um terreno na ra da Aurora j
aterrado, tondo fundo at a ra dd Hospi
co, e frente 55 palmos: tambern se vende
so a ra da Aurora : a Iratar na praca da In
dependencia n. I7t
Loteria de N. S. do Livremento.
Aos 5:ooo,ooo ders.
Na loja de miudezas da prora
da Independencia n. 4 > vnde-
se um resto de bilhetes inteiros ,
meios, quartos, decimos e vigsi-
mos a beneficio de N. S. do Li-
vramento.
Bilhetes inteiros
Meios
, Quartos
Decimos
Vigsimos
Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente inglez : na ra
da Senzalla Nova n. l\i.
Emeasa de Hothe & Bidn-
lac, na ra do Trapiche n. 1 \ ,
vendem-se es seguintes artigos :
Cimento romano, da bem acredita-
da marca Z, a 0,5oo rs. a bar-
rica.
A50 de milao.
rolha de flandres.
Cobre para forro.
Zinco em folha.
Zinco em barra.
Lonas da Kussia.
Brins da dita.
Tintas sorlidas.
l'hosphoros.
Pregos sortidos.
Charutos da Ha vana.
Oleados.
Tambern existe u.m bom sorti-
mento de ferragem e miudezas, a
precos" cotnmodos.
Vende-se, por preco muito commodo,
I sof, duzia e meia de cadeiraa, 1 mesa de
meto de sala, 1 par de cunaolos, tudo de Ja-
caranda eem muito pouco uso : na rus da
loja do sobrado amarello, na ra do Quei
n.ado n. 29.
I'otassa americono.
No antigo deposito daesdeia vcllia, n.
12 existe urna pequea porco de potassa
americana, chegada recentemente quepo,
superior rivalisa com adallussia: vende-
se por preco razosvel.
Mocnitus superiores
Na funilicf.ii de C. .starrtt Companhia,
em S.-Amaro, acham-sea venda moendas
.le canna, todas de ferro, de um modeloe
runstruego muito superior
** t?f???f ?f.ffVft*
Deposito de tecidos da fabri- 2
ca de Todos os Santos, *
na Bahia. J
Vende-se em casa de Domingos Al- -si
ves Matheus, na ra da Cruz do lie- 4
3* rife n. -', primeiro andar, algodo JJ
*" transadodaquellafabrica,uuitupro- *
do escra- "
* prio para saceos e roupa ao sasgra- ^
? vos, assim como lio proprio para re- ^
':> des de pescar e pavios para veilas, aaj
s> por preco muito commodo. sa;
AiifeAiAAAftAOAAAili AAAAAat
AVISO AO PUBLICO.
i ------
,- Prensas para farinha.
Na fundjc3o da Aurora em San-
to Amaro, e no depozito di mesm
na entrada d.i ra do Brum
cham-se venda machinas niT]
imprensar farinha de man lioo
outras para espressao do olo'ue
mamona, de umn invencao inlei-
ramente nova. Os annunciantes
n5o hesitan, em publicar, que es-
tas mnchinai de sua invencao sao
superiores a tudo, quanto t nn|
tem apparecido neste genero re-
unindo agrande fr9 deprsso
a maior siinplicidade deconstruc-
cao, e facilidade na operario o
que faz com que dilicilmente se
possam desarranjar.
J>a)#*S>4J>a>,v,>>a>,i^na,a>ai
"* Call. ?
9 No sttorro da Boa-Vista loj n 4r,
*B tem para vender o mais sope.ior caire sj
d caravellas pelo diminuto preco de m
#1 4,500 rs.
I.ivros em branco.
Vende-se em casa de Kalkmanu Irmoi
a ra da Cruz n. 10, livros em branco che',
gados pelo ultjmo navio.
Grande labrica de chapeos deso,
de J. Falque tua do C'ollgeio
n. 4.
Neste novo estabeleeimento rereha-B
um novo e lindo sortimentode chipcojda
Suidos ltimos goslos, tanto de seda como
de paninho para liomeus e senhoras, de ar-
maco de haleia e de asso que se vendem
por menos preco quoem outra qualquerpir.
te; grande sortimento decbanialoie, sedig
e pan 1 nn 1 'S em peca de todas as cores e qm-
lidades para as pessoas que quizerem man.
dar cubrir armares servidas. Completo sor-
tmenlo de baleas para vestidos espartilhos
para senhoras, fazem-se umbellasdeigrejae
conceita-seqnalquer qualidade do rliapos
de sol: todos osobjectoscima mencionados
se vendem em porco e a retalho, por preco
que agradara aos freguezes vista da quali-
dade.
Arados da fabrica dos Srs. Hanso-
me e May
Proprios para plantar ealimpar cinna de
Jifferentesmodellose. feitos na mais acre li-
tada fabrica na Inglaterra ; sendo muilu su-
periores a qualquer que tem vindo a esle
mercado,o proprio para plantaren qualquer
terreno e de qualquer largura, por tir i.n>
arranjo proprio para abrir e fechar a aiveca,
O bico, aiveca e sola de-tes arados pas-am
processo que da-lhea consistencia
de que tem bicos de
sobte-excellente: na ra do Trapiche n. 14.
Tachas de ferro.
Na fundico da Aurora em Santo Amaro,
n tambern no deposito na rus do tlrum logo
r.a entrada, e defronte do arsenal de mari-
tilia ha sempre um grande sortimento de
tachas tanto de fabrica nacional como es-
trangeire, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, lazas e fundas ; e em ambos os lu-
gares existem guindastes, para carregarca-
noas ou carros, livres dedespeza : os precu)
so os mais cummo los.
Ta|ictEs modernos.
No sltrero da Roa-VMa loja de fer- 2
* ragepsn. 46, ehcgou ltimamente os
R mais modernos tapetes de esparlo *
w proprios para ornar as salas.por ser a- *
01 gora o ultimo gosto da Europa, por 9; preco que an.mar ao comprador.iois *
9) com'pouco dinheiro podem terassa- #)
? las ornadas e a gosto moderno. ?
?ftltfffl t^ttf
Molduras dopradas
de todas os larguras : vendem-se no arma-
zem de Kallk o aun Irmlos.ruada Cruz n. 10.
Vonde-se a verdadeira agoa mineral,
Na botica da ra do Colle'gio n. 18. conti- chmada Selte-s Wassero urna pequea^por-
nuam-se a vender as verdadei.as e bem'^ fe charutos da Baha: em casa de I,,
conceiluadasptlulaspsra bobas, cravns se-j !>cnuler ir Companhia na raida Cruz n. 9.
eos, e dores venreas, por mais antigs que; ISlal casa de J. Iveller fS (jom-
sejam;cuj.s bons eiTeitos confossan. iodos panliia, acha-se a venda vinagre
que dellas tem feto uso. Com.osico do 1 ivi
i.harmaceulico hebaslio Jos de Oliveira raneo, superior le Cuntes, em
Macedo; e para conhecimento do mesmo barris de 3() medidas.'
publico e principalmente dn algumas pos-, V,l -ll__J- ..._
soasque no eslejam ao alcance, o conhe-1 Vende-Se Vinho de champa-
cimento dss verdadeires pilulas, se faz pu- nhe legitimo e de superior quali-
bl.co por este aviso. I dade em casa de j ^^ &
. Vendem-se saccas com Ion- f< ,. n
, a r* .L Compano' na rita da Cruz 11.
tilia de banta Cathanna a 2,340 rr
,s. : na ra da l'raia de Santa i- J _'_ Vende-ie 2 canoas, urna de ...,. milhei-
la, venda defronte da ribeira do ro e outra de 800 lijolosde alvenaria, em
: bom uso muito baratas. em S. Amaros.lio
peixe, Dv la de Manoel Francisco da Silva, junto a I-
CLRA EM VELAS. erf'-
Vende-se cera em velas das I^T!?-*1f***,***,t**!!*t
. a l B N" loja l'ernamhucana da ra do *
melhores fabricas de Lisboa e lo Crespo o. 11,vendem-se ptimos sapa- %
RO de Janeiro, sortimentos mui- tos eperneiras do borrax., proprios
. (S Pira a prstnte estaco invernosa. 9
to variados e a precos cojmonos : 9,*>*.a.**v?**w*$*.99iei>>
na ra do Vicario n. 10, segundo Vende-se um cavallo ruco pombo, gor-
. S,. j \i u j o do. serve para sola, ou para carro : na rui
andjr .ortO de Machado & da Conceico da Boa Vista n. 60.
rW,,.o. ^
Bejouterias. Escravos hipidos.
Kalkmanu Irmul ra da Cruz n. 10. rece- '
beram pelo ultimo vapor ingleuara.010 -- Desappsrecen na noite de 13 oara l.lo
-_da cidade da Babia.I
~ Vend'em-se amarras de ferro: na ra da na mar'da Cruz, n. 88, casa deSchafneitlIn & Cadeia de S. Antonio a. t, segundo andar
Senzalla Novan. 42. 'Tubier. Ida esquina.
O1 tmenlo do obras de ouro o mais bello Passado um escravo por nome Jlo( criou-
que tem vindo aqui como sejam ; inteiros e lo ) levando urna calca de brim branco com
meios aderecos, brincos, alnete, e brace- listra ao lado, 2 Cal(as de casemira de cor, 2
letea com perillas, e sem .lias de todaa as colletes do selrm preto, 2 ditos de fusto de
qualidades, botdes para camisa, eculetes, cor.chapeo prelo de massa e camisa de ma-
ro rentes para relogio, anjJA, caetas, c..m dapnll'.; o escravo ton. os signaes seguimos:
I apis o pe. as d'ouro, dedQN, vollas ebnn- Cor 'ulla.al tina regular, reforcado do corpn,
quinhos de cores, vidro e ouro proprio para "m" tertda na perna direita du lado de fora,
meninas. um pouco cima do lornozello, representa
, ... ... ter de idade 30 annos pouco mais ou menos:
Madama uoutier, modista trance- roga-so as autoridades policiacs e maisci-
za, na ra Nova n. 58. piles de campo a captura de dito escravo,
Pelo navio francez Cont Roger, recen- o le o levar ao engenho dasMattas asei.'Sr.
tmente chegado do Havre, receben um va- *,ltonl de0 p,ula Souia l>5o,. on1 a roa, do
nado sortimento das ultimas modas de Pa- v,*ino n. I.armasem de Carneirot Ramos,
riz, a saber neos chapeos de seda de todas Q"0 e grauncar generosamente,
as cores os maislindose ricos possiveis.msn- A "Continua eilar fgida a preta Feltcida-
gas da ultima moda, capellas de flrores do de' de,'de ,,!, do m,'. larangeira para notvas, espartilhos, muito 'o, tem os signaos seguintes :--estatura
ricos eofeites de cabeSa para bailas e thea- re8uJar-l8m f"t to denles na frente, mar-
tros, trancaa brancas com aljovares, Titas de c<", de ptDn0 D. r08' *r n*.mull Drc"
veludo de todas as cores com sua oompeien- '*' ''ou vestido de chita j desbolado ,
te Ovela para o pefeoco, mora ba pequeos panno da Co8to usado- um "boleiro peque-
mu.to flnus proprios para enfejtes de cabe- no "queandava vendando, lem por cos-
ca de senhora, ricos captinhoa e mantele- o"", fer rOpa fura e mudar, quandosat ,
tes pretosaegroz de aples muito enfeila- 'do vista muitas vezes, urnas 00 Mon-
dos, bicos desedaede blondo, peanas mu- """" eoulr" am Bebiribe, lavando rOpa de
lo ricas para chapeos e eofeites de caj-cca 8aono' duendo que. por mandado dosui
Na mesma loja fazem-se veados ds Casa- 8ennor*>lem *ido encontrada junio com um
ment, de baptisado, toucas de meninos e 0,no,c,ro> que navega para Olinda, ella lem
de senhoras, capotinhos de todas as at.ali- a mal no en88"ho S. Cosme : roga-se, por-
dades com perietco e preco commodo re- a* auloriddes pollciscsecaptuesdo
cebem-se lodos os mezes flgurlnos mo'der- camP>,8UCi;lf.equealevem a suaso-
nos, que empresta seus fregue-.es. "'*,* f* ru' d" Crui dotflecife.n. 35, que
(lramn receber urna recompensgenerosai sssim
ucsu. C00)0 ,e protesta contra ajuem a tivar occul-
Vende-ss gesso embarrices, chegado ol- tsdoe oohrar seos duujde servico.
timamente : emeasa de I. Keller't Compa- MsaVBBHia^BjanvvrissaaBaaan
ulna, na ra da Cruz n. 55.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
f
"""
un
J MUTILADO


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