Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03587


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Full Text
"^

Anno XXVIII
HMli
Maio.de 1852.
N. 98.
DIARIO
migo m*. inomnjio.
PlAM*TO A.UNTIDO.
or trimestre............
Sor SMieitre /........
Hor anno ir -.....
PiaODIimo DO IIIHIITUI.
foi outrCel .............
OTIOIAt DO Ihrimo.
p,r4.....q7 Maranhao 1 de Abril S. Paulo, o de
Ceara... 7de dito.. R.deJ.. n de
Pirahiba. 2i Je Abril Babia... 17 de
4/000
8/000
15/1100
4/500
Abril
dito
dita
dito
diahda ki. ivsmoUt. .
28 Sea;. S Pedro Bali>| /ioia OrM
b.;S. Cielo. 2. 5. as 10 borai.
27 Terc.S. Terlu'iano I. mi ato eft*'.
2 Ouart.S Vidal. 3. e6. ao melo-dla.
20 Quint. S. "!".- mi.. faunia.
31 oVft, 1, Gatri.rlni.B. t 6. ai 10 borat.
I Sab. 3. Flllppe el 3 MrarfaeiMi.
S. Thlagi. .
2 Doro. 3. depoii da
P. A. M. .-a SS V.
4. esabadoiao melo-d,
Melfto.
Terca e libado.
riatnn.
Creacemte 27, ai 6 horas e 48 minuto di t.
('hela a 4 aus 5 minutos da m.
Mlngoante 411, as 0 bort e 41 minutos da t.
Nova 19, as 9boraa e 26 minutoe da ni
raiiain d o j
Prlmclrl a 1 horas e o minutos da tarde.
(Segunda ai 2 hoi.ii e 31) mloutoa da manbaa
Oolaana ettfatsjB* egundas e leitaa-
felraa.
MIo-Grande-do-Horte, todas as qulatai-felra
ao mel da.
Oaranbuns e Bonito, i 8 e 2,1.
Boa-Vista, e Flores, i 13 e 38.
Victoria, as qulntaa-felras.
Ollnda, todoi os das.
otijias sTna(ifrAiBAa.
Portugal 13 de Marr&tmtrla .. I de Marco
Ilespanha. 8 de dito
Franca... 7 de dito
Blgica... 3 de dito
Italia.... 4 dedito
Alemanha. 3de dito
Pruasia ... 3 dedito
Dinamarca 28 de Ferr
Rumia... SO dedito
Turqua.. a4 dedito
Sirhia___ 2 dedito.
Suecia... a6de Ferr
Inglaterra 0 de Marco
F..-Unldoi 25 de Ferr
Mr'ilco. .. 31 de Jaor
California 21 de dito
Cbill. 2 de dito
Buenos-A. 6 de Marco
Montevideo 31 de dito
CAMBIO* > 30
Sobre Londres, a 27 a2l '/, A-
Parla, 355
Lisboa, 9& portento.
BtCTAH.
Ouro.Oncasbespanbolas...
Hoedas de 6/400 reinas
de 61400 oras
de 4/000.......
rata.Patseoesbrasllelros..
Pesos columnarloa...
Ditos meiloanoa.....
ABBII..
16/000
16/000
J/lf20
1/W0
1/800
PARTE OFFICIAL.
GOVERNO \ PUVINCIa.
EXPEDIENTE. DO DA 28 DE ABRIL.
Olfiolo.Aocominsndo uai armas, declaran-
do que fol reineltldo ao Etm. Sr. ininilro da
guerra o inappa doa enfennoi tratados no hoi-
jmal reglinental deita cidade, no trimestre
proilmo Ando.
HUO.--A ihesouraria de 'alenda Irammlttln-
do o arlao de urna lellra na importaocla da
I78|130 tacada pela theauurarla de Tazenda da
provincia do Rio Grande do Norte lobrc a des-
taca faror de Antonio Joaqiiim Gomes.- -Par-
tlalpou-ic ao Enn. prealdeole daquella pro-
vincia.
lino. A inesina, communlcsndo harer o ba-
cbatel Antoolo Kaptlita Cilirana declarado que
iceitava o lugar de |ulide direlto da comarca
JeGoiaona.piraoqual fol remoTido por de-
creto de 3 de feverelio ultimo --Reipondeu-se
io iiienno bicbarel.
Dito.A inclina declarando que o lula de
direlto de-l'o d'Alho, Joo Paulo de Mliaoda,
nartlcipou baver entrado no dia 23 do eorren-
e no eierclclo de seu cargo, resi.nando aisiin
o reilo do lempo da licenca que Ihe lora con-
cedida pela presidencia.
Dito.Ao Inspector do anensl de inarlntia
iiii.i mandar prestar ao geme da couipanlua
das barcas e vapor uin virador de sea a sete
polegadaidegronura, p.gaudo o inesino agen-
leas deipesas do coituuie Comiuunlcou-ie
so referido agente. .
D to._Ao juli municipal do termo do Fao
d'Allio, diiendo iicar sclente de baver Smc,
leasiumido o eierclcla do seu cargo ein con-
Kqueiicia de ler asado o linpeimento do
juu de direlto daquella comarca.
appellado, Antonio Germano liiguriri
Pinto de Sou?a.
iHST"inui(;K-i.
AoSr. discrntiirgaJor llebello.
O haheis-corpui de Augusto Carlos de Bi-
lincourl Avellar.
Levantou-se a sessSo ao mujo dia. ^^^
"Termaiubuco
O Sr. Guedes de Mello : NDo foi culpa da pois em relacao a este nu
cnmniiisBo. Foi para faier estasobiervacOes marcar a obrigaclo quese im.fle aos pro-
que redi a p'alavra. Pfietanos destss casas de que ralla o arti-
ORDEM DO DA. Hf pode-se poi muilo bem deslgoar e
Terceir discusiSo do projeclo n. 25, o j4>|essa mente Uto, oque por cario Bullo
qual foi approvado cotn a emenda do Sr.
Mello Reg.
Entrou e-m segonda dilcussBo e foi appro-
vado o projeclo n. 27, que fila o crdito
para pagamento dss dividas dos exercicios
ASSENBLKA PHOVliNUAL.
SI.ssm'i EM 27 DE ABRIL DE 1852.
Presidencia do Sr. Pedro Cavalcantx.
As ooie boras e niela da inania.a, fclta a cha-
mada, acbaiu-ie presentes 28 senhores depu- >c, a0 calf amento das ras deita cidade.
fiados.
A requerimento do Sr. Jos Pedro foi dis-
pensado o intersticio para aer dado para or-
dena do da da spssAo seguinte.
Terceira discusso do projeeto n. 17, acer-
eroquosedeve de 200/rcla. Ene fundo poder ler elevado a
" dols mil contos por deliberacao da anemblea
geral accionistas, e o banco pode dar princi-
pio ai mas operaedes, logo que hajam subs-
criptos 750 contni de reii.
Art. 3 a, enlrada dai acoi*). que estlve-
nstallacao do flear algma daa'outras, coin que mal de-
COmmissSo : porque com qnantO suppo- hanro, serio reanudas f- "amentos, sin- vem entrar, nao perceberao dividendo algn
-~\ parte a dols da part la entrada, ein quanto a nao verin-
verificacao tlver lu-
is cnnvem do oub il^ixar ao arbitrio des- rem ',bscrlpiai al ao acioagaini
ai
Mr a
1m bance
..H-Ob t/VlllloiaVilira, imu "ajay m>s> -------- !
presentar emenda algoma, porque qusl- -. co_.sr. ^"-;'Z.c^o ,
lerquesejso meu pensatnento a este res- flef deDlro dll llm|le, it lOO0 conl0, ,
fAito, o projeclo tilo pude Iicar de maneiea reili ,, pocaem que tlver lugar o prlmel
aceta que restar vendida pelo pre{0 crrante
na praca. y
Art. 5. Os remlisos nrreallaacao da prl-
melra entrada, art. perder o direlto (je
accionistas aquelles porem que, teodo veri-
lica.li. a prlmelra preatacSo, deiiarem de_ veri-
lados.
O Sr. VruiinU abre a sesin.
OSr l.'Stcrttarto l a acta da sesso anterior
que be approvada.
0 Sr. i." Secretario menciona o seguiote
EXPEDIENTE.
V9o i mesa as seguimos emendas :
i Ao Si. do art. I .o
DepoU das palavrasoela corornusao
arbitra diga-ge de modo que esees pro
prletarios nSo venham a floar mais gravados
.-,,,- \ ........ i.....
lustro. Po- carem. Quaudo porem .
obanco a subscrlp- gar dentro do curso do seineitie, soineole se
i Ibes contarn os dividendos do semestre lin-
de mediatamente aegulnte.
de Art. 6. O banco durar 15 annos, conta-
Iro dos da data da ana ioitall.cao. Flndo eite
alguma melhorailn, passando COm emenda devidendo do banco | mas te ate essa data nio praso, poderser prorogada a suaduracao por
muiha, o que nSo succeder* se passar pelas se acharrm subsorlptai tolas as5000 accfle, detennlnacao da anemblea geral dss aecto-
m8os do nobre depulado que est a par de noaero admittidas mal aisignaturai sem de- nfstas.
todo o aystema .le mudado do projeeto quo llberacio da anemblea geral accionistas sob ( Crmfinuar-- J
le? a honra de olTerecer a conaideracSo .la propoatai da dlreccao, lando nene caso cada
feas*; o nobre deputtdo esta mas sciente do
Um oOIcio do secretino da provincia, que os oulro das ruas.-S. R.F. Xavier Pans
transmillimlo os requerimentoa dos profea
TKIBUNXL DA KELACAO'.
SESSaO DE27 DE ARRIL DE IcS.
Priirfencia do Exm. Sr. consellulro Villares-
A 10 horas da manha, estando prsenles
ps Srs. desembargadores Bastos, L5o, Re-
belo.Luna Freir, Telles, Perelra Mouteiro,
e Vallo ; fallando com causa o Sr desem-
iirgaior Suuzs: o Sr. presidente declara
iberia a ses>3o.
Jt.LGAMr.KTOS.
0 habera-corpus de Augusto Csrlos de Bi-
lincourl Avellar foi concedido para o da
primeiro de maio.ouviudo-se o chele de po-
lica ou quem anas vetes li/.cr tl esse mes-
modia.
UfSll.Mi..i"iK-.
Appollante, o promotor publico; appellado,
o preto Agujar, esen vo de Joaqun Ma-
nuel Carneiro da Cuohs.
Appellanle, ojuizo; appellado, Pedro Jos
dos Res.
Apiiellaoie, ojuizo ; appellado, Manotl Vic
torino.
ivisSes.
Passarara do Sr. desembsrgador Rebollo
so Sr. desembsrgador Luna Freir s se-
gundes sppellac,6es em que sSo :
Appellanle, Manoel Jos Soares do Avellar;
apprllada, Manoela Francisca Monleiro
Regadas.
Appellanle, Antonio Josquim dos Sanios
Andrade ; appellado, Josquim Mendes
Freir.
Appellanle, o juizo; appellados, Jonnslom
l'.il, r <\ Com [i inlii,i.
Appellanle, o juizo ; appellado, Joaquim
n ihe ir ii Pontea.
Passaram do Sr. dosembargador Luna
Freir ao Sr. desercburi^ador Telles as se-
guinlesappellac,Oes em queso:
Appellanle, Jo5o, esersvo; appellada, a jus-
tica.
Appellanle, JoSoMinoel de Barros iVander-
li-y Los, como tutor; appellados, Minoel
Igoacio il Oliveira e uulros.
Appeliante, Vicente Ferreira da Costa ap-
pellado, Manuel dieSouzi l'ereira.
Appellanle, o fiscal da fazenda de Macei ;
appellado, Joan l'iulo.aJasOliveira eSouza.
Appellanle, Manuel Antonio Das ooulrus ;
appellado, Jos Francisco Belm.
Ao Sr. desembargador Pereira Monteiro
as seguinles appellaces emques3o:
Appellanle, Manuel Jos Suaies; appella-
dos, Unsley & Coropsnhia.
Appellanle, a fazenda ; appellado, Jos Con-
nives do Paco.
sores de primeiras letras Vicenta Ferreira
de Siqueira Varejo, Jos Joaquim Xavier
Sobreirs, Joaquim Anlonio de Castro Nunes
el). Alaxandnna de Lima e Albuquerque,
para que sendo presentes a eata assetnbla
juntamente com os papis que os acempa-
iiliam ilvci la ella se tsos professores tem di-
relto gratidcar;9o que Ibes concede o art.
6." da le n. 281 que parece estar revogado
pala lei doorcamemo vigente.A' couiiuis-
sSo de legislafao.
I n requenmento das mesas regeJoras
Brrelo.i
Ao art. 2.o O proprietario pobre que
po-smr um ou mais predio', cujo valor nSo
exceda a um cunto de ris, o mais como no
artigo.Jos Pedro.
Supprima-so o artigo 20.Manoel Ca-
yalcaoti.a
Ao 2.o Depois das palavras importan-
cia da obradiga-sedo calgamento de to-
da a cidadeS RCuedes de Mello.
OSr. Franclico Jlo :--Sr. presidente, eu
nSo desejo de modo algum apreseotar-m'-
em opposuSo ao p'ojecto ; l hoje lent
das i' in inda les de N. S. da Conceiclo dos prestado o meu voto a psssagem delle, de-
mudares e do Devino Espirito Santo, solici- [sejava porm fazer algumaa observarjoes que
tando a concecc&o do qualro lolheriss 'sujeitare A considerar;8oda casa, eespeci-
iguaes as que furam concedidas i irmanda- 'smente dos nobres coflaboradores oo pro-
de do S. 8. Sacramento da freguezia da Boa- jecto, porque me parece que estas observa-
Vista. -A' commissAo de petiefles. coes que lenh a produzir sorvirao a mos-
Foram lidos, julgados objecto de delibs- Irarque ha um pequeo defnilo que coovem
rafjo e iimh,la ios imprimir os seguinles omeudar, n3o me animando a fazer essa
prujeclos: lemeada porque condo pouco ero iiiiui, e
Um da commissao de commerclo e artes, muilo nos cotlaboradorcs do projeeto. As
conceden loa FilippeMenna Callado d*on- minhas duvidas, sao sobre o quedispOeoS
seca a extraccSo de 3 lotberias de 12 con- *. do art. I.' que dizassim (l )
tos daris cada urna, segundo o plano que Eu vejo que no artigo ha duas disposicfles,
for dado pelo governo da provincia para 'urna diz respeilo As obrigacOes que os pro-
qae eu do nexo que fazem entre si os difi-
ranles artigos.
? OSr. Baplla sustenta o projeeto.
f O Sr. Mainel Cavalcanti oppOe-se ao arti-
go 2.
' Depoia de haverem anda fallado os Srs.
Paes Brrelo, Francisco JoSo, Jos Pedro,
Manoel Cavalcanti e Guedes de Mello
Vai i mesa e he approvado o seguate re-
querimento : .
, Kequeiroque a votacao seja nominal.
Mirtina Pereira.a
Julga-sea materia discutid], e proceden-
do-se A votscSo, he approvado o projeeto,
saaaasiaaaasaBSBtsssssssssssaaBSBBBBBBBaBBa^
-ra^^^rT-xarsw^r^i-rfjtnra la recella e despeza dos estabeleelmentos
de cnridarle, verificado no anno llii.iiictl-
rii de istiii i s;> i, e nos tres trimestres de
iN.il a 1852.
2S0JBniII,i\,
seodo regeitadas'as emendas, fic.ndo empa- Por .aldo em SO de junhode l85i......................
-s. a i 4 n.a_____..i n> i Por lettraa que esistiain naquellr da...................
Udaa doSr. loa Pedro ao art 2.______ por j,,., reCebid.s depol. daquella .poca...............
Enlraem terceira discussao o ornamento cur>,idiodo Grande Hospital.........................
provincial. i,,,., do Hospital dos Lazaros........................,.
Depois de breves refloxries, lica a dlscus i,,0 da Casa dos Eiposlos...........................
slo adiada pela bora. I Duo para a obra do Hoipital Pedro II .. ...............
OSr. Prttiident :--Nomeia para a com-1 Dito para o reparoa do Grande Hospital..
prietarios das casas situadas nas prac,as e pa-
teos tem de fazer o caifamento um pouco
cresoSo da insduatria de bixosde sedanes-
la provincia.
Oulro da commissSo de fazenda e orc- alm daquelle a que flcau obrigados os pro-
manto, conceden Jo a Francisco Po da Silva prietarios das casas situadas nas outras dif-
Valenca urna moratoria de 8 annos para pa- farautes ras ; porque a nao ser assim, nao
gara thes turarla da fazenda provincial 32 se deixaria ao arbitrio da commissao no-
contos de ris que Ihe deve. meada pelo governo para marcar a eatencao
Oulro da commissSo de peti^Oes, aulori- a que ellas eslAo obrigados, porque eotso
sando o governo a fazer extensivo ao mu- seria mais conveniente, que se maruasse
nicipio de Oiinils, com as preeisis molifica- desde ji qual essa extenso ; isto em minba
cOes o contrito pira a venda de cirucs ver- opiniflo,seria muilo melhor...
des no municipio do Recife. Vn Sr. Depulado :- lsso devo ser em rela-
Lido nao fui julgadi objecto de delibera- ?So a eilenaao das pracas...
co, um projeeto da cummissilo de negocios O Sr. Franottco Joto :N3o pode ser, em
ecclesiaslioos permittinlo a irmandade de relatao extensAo das pracas, nem me pa-
5. Pedro'testa cidade o sepultar os caJave- rece este ser o fio da commissao ; e portan-
rea de seus roaos nas catacumbas ue sua lo, Sr. presidente, este inconveniente que eu
graja noto, eque lometa libertado de fazer seo-
Foi lidoofleiu adiado por tar pedido a lir^ pelo que pego desculpa, pode aer reme-
palivra o Sr. Valentim vTllela, um parecer diado pelos nobres autores do projeeto, se.
da commissao de saude publica indiferindo as minhas observares tlverememseu am-
a mesma prelencjSir sobro que versa o pro- too algum peso
jeclo cima mencionado O Sr. Paes Brrelo :- Sr. presidente, eu
Foi lido e approvado um parecer da com- nSoduvido ac-itar urna emenda no sentido
missSo le commercio o obras publicas, para das obsjrvacOes do nobre deputido ; o ar-
tigo do projeeto queeu apresemei dizia >s-
que fosse archivada a priineira reprusenta-
f So da careara municipal de (ioianna sobre
a necessidade do ser desobstruido o rio Ci-
pibaribo-Mei im, visto ji se ter providen-
ciado a respeito no orfamenlo provin-
cial.
A requerimento do Sr. Carneiro da Cunta
foi dispensado n intersticio para entrar na
ordem do dia de amanhaa a terceira discus-
a> do projeclo n. 18 sobre a illuminac3o de
Ollnda.
O Sr. Guedet di Mello :Sr. presidente, na
sessao de 21 Oeste mez ten lo eu chegido
um pouco Urde, j se tinha tratado da pri-
inrn.'i parte da orJem do dia, por isso n3o
assisli a diversas interpelados que foram
f'ilas A commissSo de peticdes, e como eu
fa$a parle dessa (.oiiiiiii~-.ii corre-me a obri-
ga(9o de dar algumas explicatOes, tinto
mais, quanto vejo no diario da Casa um re-
querimento do Sr, Paes Barreto, Adirca da
Passaram do Sr. desembargador Telles ao peticjlo do Jos Luiz da Silva Barboza, do
Sr. deaembargador Pereira Monleiro as ae- Coianna i eu immediatamente fiz o que era
puiiucs appellacOes em que sflo :
Appellanle, Antonio Gregorio Nansiaseno ;
appellado, Manoel de Paiva Dias. .
Passaram do Sr. desembargador Pereira
Monleiro ao Sr. desembargador Valle as se-
guidles appellar;oo em que sSo :
Appellanle, a juslifa ; appellado, liento,
pardo, e escravo.
Appellanies, D. Anna Izabel do Souza LeSo e
seusDIhos; appellado, Manoel Joaquim
Ramosa Silva. ,
Appellant, Antonio Jos Soaros do Avellar;
FOLIITIM.
Ursas* .:!> i> a>rjra,a ou
puemoras de un marido.o
(roa xooaBafio re.)
L.
Conlinuacho.
a Tua resposta ebegou-ine Asmaos com o en-
dereaso da marquesa de H.rteuil, quando ma-
dama Ravmundo seu Albo ja ae tinbain re-
lirado.
a Esta partida Inesperada foi motivada, se-
gundo me eicreveu madama Ravinundo, por
accontecimentos Importantes; ino he tudo
quanto sel. Ella deliou uin retiro seguro para
espor-ie a todos os perlgos da proicrlpcao. A
este reapxlto tenbo continuas anguillas; loda-
ai inanhaal abro o peridico! cun urna palpls
tacan de coracAolnesjprlmivel.
> Felizmente al boje naia ha de novo sobre
nosso pobres proscriptos.
a Agradeeo-te a prortipildAocomqueme res-
pndele; tu me aconsellias que volte para a
' ni ,ie ni i nli i inii. afim de evitar a presenta
de Mr. Joan Rayoiundo, esperando que deste
modo eu o eiquecerel.
Nao precito fugir de apa preseoca, pois
rile ja ic fol daqm.... Mr. aiplesiis tem iole-
reise ein guardar-me aqui, eu aqu carei e n-
carei com uin prater eitremo, logo te dirci
porque.
Quinto a procurar esquecer Mr. Joao, gnar.
dar-me-Jicl bem de o faier. Acho urna vida
possivel, isto lie, dizendoque taes papis
n3o podiam ser por nos apreciados ; eisaqui
o parecer dado': { 10 J. O honrado membro
parece que qulz fazer urna sensura cjm-
iiiissSn de peiicoes...
OSr. Pan barrito:- Fudissca commis-
sSo de p'iieoes ou outra qualquer.
OSr. Gures de Mello :0 nobre deputa-
do disse positivmente a commissSo a que
pertence o Sr. Guedes de Mello.
OSr. Paes Barreto:"NJuquiz irrogar-lhe
injuria.___________________________________
aos novoa hbitos que ella me fes cuntrahir ?
que acho uelles consolacdea i oHoilas ?
Passadoi os primeiroa moineutos da partida
deasa mulber adoravel, part la tao pouco espe-
rada que inc lenli noi initante abatida, dea-
n 'nuil, vou recobrando de (lia em dia novas
farca inoraes, c n.o physicas, pois medida
que vou vlveodo cada vet mais pelo coracao c
pelo peoaainento, eminagreco, perco oappeti-
leeosomao; porm nao creias que padeco ?
Nao, nao, oao padeco mais do que pidecia
quando a eiislcucia material esagerada ein
mim, entorpeca mioha lutelligencla : a toda a
exageracau succede nccessariaineole urna reao-
cao contraria; depoli restabelece-se o equili-
brio.
Durante um anno viv muito pelo corpo,
vivo icm dovlda agora muilo pela alma, ees-
pero que daqul ha pouco um justo mel se ei-
labelecer eotr. en.i doui eicenos .
Como te diiie, mloOa boa Heimaociaf pos
nada no inundo nao quero eaquecer a Mr. Joao
Raymundo, ae tu eilivesies aqui,' inlallivel-
mente terianios o seguate colloquio...- Ad-
miti esta supposlco e o dislogo seguiote te
faracninprehender o que sem elle te seria loes,
plicavel.
a Tu: Como? pobre linca.... tu te com-
pratei cotu a lembranca de um hoinein que
uSo deve tornar a ver ?
Eu : lie justamente por laso que me
comprato coin eisa lembranca em plena icgu-
raoca.
a l'u:Mas, Albina,,., tu coofeasas que Mr.
Joao nao te ama ; elle ni ama a eua inai.....e a
liberdade, qual dedicou iua vida.
Eu : Sim, Air. JoAo nao me ama.... sel
que nunca me amar; porm has de coavlr
coinlgo segundo o retrato que te As, qu. elle
he digno de ser amado '
l'u:Convenho, alm.
Eu: H.i de convir tambem que lem ca-
stro (l)
Marcava a extensBo que o proprietario
destas casas, deque falln onobro depulado
devia calcar ; depois parece-me que a com-
missn a quem fol submellldo esie projeclo,
vaciln subre qual sena o numero de pal-
mos convenientes, que olios deviam cilcar ;
e emliu enlendeu que era nrais convenien-
te, e acniva mais nos interesses dos proprie-
larios deixarao arbitrio da commissao no'v
meada pelo governo ; e he de esperar que a
commissSo nSo querer gravar mais a esses
proprietanos do que aus outros. Ivi nSo sei
se sSo bstanles 10 palmus, se 12, os que
convem que os proprietanos s-jsm obriga-
dos a calcar; o nobre depu I do mes no. nJo
poderi di/.er qual esse numero ; isto he qual
o numero que convem fixar, porque as pra-
cas unas silo mais largas, nutras mais es-
Licitad; com tudo uSo duvidarei aceitar urna
emenda que establela o espado ; apuzar de
que eslaudo certo que essa commissSo de
quo falla o arligo hade ser composla de pro-
pietarios, elles por ceno nio hSo de gravar
os pioprietarios ; com tudo repilo, se o no-
bre doputsdo quer, marque-se des le ja, o
que eu ja liz no projeclo que apresenlei.
O Sr. Francisco rio : Eu peco a palavra
para simplesdtnite dizorqualheo numero
que se deve tomar como regulador dosta
materia. Pelas regras eslabelecidas pela ido-
oicipalidade pira a e liiicic.io urbma, adia-
se maicida urna certa largura para tojas as
ras, nio sei si 30. 40, ou 60 pilnus ; he
Dilo de corridaa de p------------
ra ser presente a commissSo a copia uo con-| nj(0 d< amoitrai deassucar...
trato das ornes verles. Dito do saldo da subicripcao promovida no Rio de Jaoei-
OSr. Presidente designa a ordem do dia e ro em beneficio das vluva e orphaos dos que fallece
levanta a sessSo.
rain nesta provincia em defesa da ordem..
Dito d'eapostos reclamados por seui prenles...........
Dilo do laudemlodoengenho Hem-Fica................
Dito de esmolas dadas aoa eipostos..................
Dito do espectculo dado no theatro de Santa Izabel em
beneficio dos eitabel.clmentoa de carldade............
Dito de legadoi.....................................
Dito de uina porcao de farlnha arruinada.............
TRIBUNAL DO <;0.1MERCIO.
Em conforiiiidade do que dispe o art. 296
do cdigo coinmerciante, puhlica-se de or-
dem do tribunal do comiperclo da provincia
de Pernambuoo os estatutos do banco fundado
nena cidade, e o decreto de sua approvacao,
registrados na secretaria do inesmo tribunal
Joi Jernimo Monleiro, secretarlo.
-N. I*. Registro do officio do Exm. ministro
da fazenda de 24 de dezembro de 1851, diri-
gido ao Esin. presidente desta provincia, que i
acompanhou o decreto n. 888 de 22 do corre-
le, que approvou aa alieracoes delle, sobre os
eitalutoa do banco deeta provincia.
Copla. lllui. e Exm. Sr. Remeti a V.
F.i. a im lu. copla autentica do decreto n.
888 de 22 do crreme, que approva com aa al-
ieracoes delle constantes, os estatutos do banco
desta provincia, os quaes com o requeriiaenio i
da respectiva directora, acompanharam o rn-
elo Je V. El. n. 4i do 1 do crreme, e obser- _
varei a V. E. que o art declino-quinto foi al- terado para armonuar a sua doutrlna, coin a
do artigo 2t>0 do cdigo do comercio, bem
como que a ultima disposicao do decreto tem
por ii o conservar ao governo a faculdade de
fiscalisar as operaces do banco do conlbnni-
dade com a doutrlna eitabeleclda, nao s no
Jecreto n. 575 de 10 de Janeiro de 1S49, como
ainda nos eilalulos dos bancos organisados .,
dess poca cm dlante. -Dos guarde a V. '"> a obra do Hoipital Pedro II
'em oa reparos dos predios.
A^.-OS FIMAWCEIE09.
1850 aalS5l
851 a 1852
TOTAL.
3.10i|008 3!0I|008
8:313133) Ji954/ut5 J:54'n45
l-.iin/OOO itnoiooo
B:6oo/liti8 i5.oon/ino
S-rWOlO'iO 2:0'iiU000 4:nOOnO
>:3t3/332 3:416(608 6:750*D00
12: lOe/UOO 20PA000
s:00o/nori .,,000/0-0
l5:H/657 9:86o/5i)0 J7S"00 24:094/157
i7/ on 5."iO/n0O
271/849 . 6:7ia/462 6:485/311
11.11580 3I6/7S0 432/3TO
43/200 43/aOo
8:080/1)00 . 8:080/000
4!'880 4J88o
siea'o.iO 450#00
50/00" 500/000 250/000
l:7W|960 l:T(0|a60
l:!6n/r)00 , l;J60/"00
122/000 127/400
A7:0'/i3 5fl:a5/00l 107:227*231
IDIESBPIBEA,
ANNOS FINANCEIROS.
1850 a 1851 l85l a 1852
dem as mentaIIladea lasftinai..
Mein o* jornaes doi nif--nuciros e serventes.....-...
dem despezasa cargo du rpgcule do Grande HosplUl
dem dem do Hospital dos Lazaros................
Mein dem da Casa dos Expostos....................
dem vveres......................................
dem medicamentos...............................
dem utensis
ni na t | *.n. .a t* .ii.hs. ------ i/i .<> iiioiut, .i i. i
E. Palacio do Rio de Janeiro em 24 de dezein- Ke'n ""
bro de 1861. Joaquim ote fttdrifmts Torres.- !," Jd
Nr. presidente da proviucia de Peruambueo.^ '" '
Cumpra-se. Palacio do governo de Peru.nn-
buco ein l3 de Janeiro de i852. Vicfor d
Uhveirn. Conforme o ofiicial raaior, Joa-
uim Pires Machado Prts.la ^nnuneiapciio
.stava o Bello N. 113 Cenlo e cessenta
Pagou cento e cessenta reii. Recife, 12 de
marco de (852 Coroi'ho Baptiita de b
Nada mala se coollnha ein dito ulAcio que eu
Maaliniano Francisco uarte officlal inaior in-
terino desia secretaria, bem c fielmente coplel
do proprlo original a que me reporto, e vai na
verdade lem cousa que duvlda fica, conferi-
do, e consertado na forma do eslvllo, nena
secretarla do tribunal do coininercio da pro-
vincia.de Per n iiiilin O aos 12 di is do me/, de
narco do audo do nasciinento de nosao Senhor
Jeztu Chriilo de 1852. Eicrevi c assignel.
Em f de verdade e concertada.
.i,ia.imiari.' Francisco DuarU Officlal maior
luterlno.
.V 15. Registro dos estatutos do banco de
Pernambuco fundado na cidade do Recife.
ESTATUTOS DO BANCO DE PERNAMBUCO.
Titulo primeiro.
Do banco.
Artigo I. Obanco organliado com o titulo
de banco de Pernambuco, ser de deposito, e
deiconto, e poder vlr a ser de emisso, se
para isso obtlver autohsaco doa poderes do
eslsdo.
Art. 2. O fundo capital do banco, ser de
1000 contos de res, divididos ein 5000 acedes
so-te que uesses iiinmeutoa digo Joao' Simples-
menlc} ou ento seriamos acuinpaohados por
sua mal, a qual me chamarla aua filha ... As-
sim vendo mu desle dlaa miiiba bellisilma or-
chldea, llr de urna forma eatravagante, disae
comlgo- Eu teria podido ter a meu ladob
meu aablo, o meu amado Joao, a quem ter
promelttdo um doce beijo ae me iuiciaiae noa
inysterlosda vida delta plaa caira n ha, e quan-
do reliraudo-ine aslnha para a mluba lirraria,
e .menuda no ineaiiio lugar, era que mullas
veaes s. assentavara sua mal e elle, eu lia com
recolhliu.nto bellos livros, dizia coinlgo:
Essas doral encantadoras, durante ai quaea nos-
so espirito e nonas almas se confundirn! tan-
tas vezes em uin commuin enlhuilasmo pelas
obrae divinas do engenlio ... eaaaa horas, em
vez de aerein para mim um paisado mu saudo
nova no! pensaimntos que elle me Inspira. Por-lblr em auppoilcei eitravagautes nada terla
veniura terel necessidade de dlier-ie qu. te- j havido de eiorbitam. cm ser eu ainada por Mr.
lirio seguido at ao preaeote os conselbol de Joo.
Eu: Misto te eaperava eu.... oh: nao,
nao, nao he um sonbo!
Tu: Nao he um sonho?
Eu : He mais do que urna realldade, poli
toda a realldade pode aer uin dia destruida por
mil circuiiisiaocias, einquaoto que a suppoil-
co, de que le fallo soinba de todoi os acconte-
ciuiento,
a Tu: Mi oh i chara Albina, tu me fnqule-
lai.... Temo que vivendo agora inui delusiva-
mente pelo espirito, leu cerebro ae ezalte, .
tu..,.
Eu: Enlouqueja.'
Tu : Ab !....
a Eu : Tranquiliia-te, e escuta-me. Ima-
ginas alguma coma mais deliciosa do que poder
agente dizer comslgo o que eu digo coinlgo
nao urna, porm cent veiei no dia; pois preieu-
leuieote ella ideia ic miitura em todoi os Incl- so, terlain podido ser um dos man doces babl-
dentes de minha vida. Suppoono que anda tos quolidianos de mliiha vida. E no meu
eslou por casar. Madama d'Ambcrville, aml- longo palelo desta tarde peloi valea emquantu
ga de tua mi dlne a ma tama Raymundo todo aileucioia e solitaria cootemplava coin arreba-
o bem que ella penaa de mim. Esta que dse- tmenlo o mats admiravel pd*r do aol que te-
Ja casjr seu iho, vem uin da com madama de nho vino, dizia coinlgo: Joao e aua mal le-
Auiberville casa de tua mal; casualmente eu riam podido estar aqu, e redobrar o meu ar-
me acbu ento ahi, agrado a madaiui Hayinuu- rebaianiento parlilhaudo-o e hoje no j mi ir
do, ella falla de iiiim a seu Albo coin grande m ves de achar-uie face a face com Mr Du-
beuevoleocla, elle deaeja conhecer-me, vem a pleisis. cujo rosto Irlo e pezaroso me gela, ou
tua casa com sua mi; eu e elle nua vemos, nos me inspira urna verdadelra corapaisj ; por-
ouviuioi, uoi couiprehendemoi e uoi ainamoi. queah! cll. padece, e eu nao poiao em nada
Miaba familia comente cm nono casamento, e alivla-lo; eu dizia coinigo Joao e aua mi
eii-nos uoldoi. Olze outra vez, Hermnela, s leriam podido lomar ene jantar lio alegre, lo
franca; cita supposlco he acaio demasiada- encantador! durante essaalougas nuiles de
mente romntica ? e fazendo-a divago porven- Invern aobre tudo to proploin inllinidade
tura pelo panda! cblraerai? da conversacao, inlerroinpida de quaudo em
a Tu: Nio, Albina, nao, tudo liso he pon- 'quando pela msica, quintal vetes eu dizia
vel, ludo isso lena podido ser perfeitainente consigo: Joao e aua ail terlam podido pas-
reallsavel. iar coinlgo cual docei nuiles Dapoli chegan-
a Eu : Reconhecei e confeaiai Isso? do a liora de recolh.r beijanlo na fice a mada-
a Tu: Si ni, maa que partido podes tirar m Rayiqundo, e dlaendu-ibe boa oolte, tninba
delta ininba coufino, chara loucaj* mi, eu e Joo terlamoi podido entrar para o
a Eu : Tiro o mala raioavel partido, ei-lo : nosao quarto, para o nono charo nlnho de ter-
dlgo coinlgo cpmo eita uiauha, poreaemplo, nura e d. amor.... Dlie, Herinaucia ... da.,
indo casa do Infeliz comervador dai enrada era imposilveleite sonho de fellcidade? aiiua-
reaes, de que j le fal le: A esta hora em vea geni do co lobre a trra ?
em do Grande Hospital .......................
zendas........................................
lem bichas........................................
dem dotes d'expostas................................
dem enchoval para as inesmai........................
dem reparos da capella dos lazaros....................
Mein despezai judiciaes....................,......v
dem multas por Infraccdea......................;.,.
I lem annlverssrio dos estabel.clmeotos...............
dem enterro d'eiposlos.............................
dem o aluguet da casa dos mesmoi....................
I tem o foro de alguns predios.........................
dem com o eipectoculo dado no theatro de Santa Isabel
em beneficio dos eitabelecimentos de carldade........
dem feitlo de roupas................................
dem iinpreises e espediente.........................
Por saldo ein caia A saber:
Lettrai..................................... 1:071/945
Notas...................................... I0ie5aj"698
TOTAL.
5:a/445
3:664 MR.
1:088/401
6:109/060
3:8a!/rtfls
4:0.i2/hio
4:777/,49
l:200l50
257/780
J4:i85/t46
67i20
218/810
i:4irj/v42
4ll'950
I.-850000
jisfimi
783/575
iati/94
' 28/l)no
85/1180
. tO/D'rO
14/688
6o/ono
6l:t.o/ .1:528/904
2:067a470
726/550
4:67/370
2:004/200
3:028/352
3:251/59
2:898/S55
73/46"
8:-7l/590
300/045
72/320
837/915
217/320
66/018
I32J940
4OO/S20
'8a100
404000
33:0i2/:s75
:77*><4
5:732, 55
1.815/143
11:089/2.0
5:8lH|8o5
7:075/332
8:03n/940
4:084/406
3.11/iDO
32:8561836
970/:65
2)8/810
l:64/262
1:249/884
1:850/000
435/800
783*575
647/14
J8000
218/020
50#000
14/688
4004520
2S/I60
100/1100
94:928/588
13:0781843
107:217/231
OBSERVAQdES.
Alm da despera constante deste balanco, tem-ac despendido por adiantamento aos di-
versot regentes, ao* empregados por conla de aeus ordenados, e com a obra do Hospital Pedro
II a quamia de 5:444/940 n. pp|d que em vez de existir o saldo represen lado no ineamu balan-
co, he elle da quanuade 7.483J793 rs. AdmlnUtraca > geral dos estabelaclmentoa de carldade,
de ab il de i52. O escrlvao, Antonio Jote Gomes do Comi. O theioureiro. Jos Pira
Ferreira.
lo que abandonar-te assim a estes sonlios sem
re*ultado.... Iso he pira fjizrr desesperar.
u : Para faier desesperar? Ah .' se po
desies nbservar-me emquanto me entrego t
eises doces pensamenlos, veras se teoho o ai
desesperido. E porque desesperar? Se eu tl-
v'sm- amor a nao sei que re, e tivesse o capri-
cho de querer casar-ine coin esse soberbo po-
tentado conceberla o desespero ... porm pen-
sar que para mlnha felieldade ser completa pou-
co ou quasl nada teria si-lo preciso.... uin des-
ses acasos que mullas vezes decidem do desti-
no de nos outras inulhej-es? .. pelo,contrario
cho nlsso uin objecta de grandissima conso-
lacao ; e demals repito-te, esta illusao, se qul-
zeres tomar Isto absolutameote por tuna illuso,
esl inulto cima de urna realldade ; purqne
emflin, na realldade Joo fcilo meu marido po-
da morrer.
Mil Incidentes que se nn pdem ver podiam
seno destruir ao menos perturbar a nossa fs-
Ilcldade, emquanto que ntrsia IHuio, como Ibe
mme^mmtmm^^B^twm^MsWs^mmmt^
te com uuia Illusao.... buje basla-le o dizer;
laso poda ser !. e atnanhaa tu dirs : Uto nao
he asm, desgranada de mim... Isto nunca ser
assim I
Eu:Hermnela, tu calumnias o bom
semo de tua amiga ; ella se compraz em cantar
fino outr'ora : se eu Jora patsarinho t Maa
o he uein ser nuuca bastante tola para cho-
ramigir dlzendo com sigo : Desgranada de
mim/ no sou p'istannho \ desgranada de mim I
quero aer pasiarloho!
n Tu ( nao vaheado mesmo o que responder-
me ;; Kinlim vers, pobre Albina tu vers f
Eu : Tu vers, chara Hermnela, tu
vers.....
Knto que dlies disto; boa e terna amiga?
Pens que respond de antento a todas as cuas
objecedea! Insist nltto uara tranqulllizar-te.
poupar-te .guia duvlda pnlrel subre
mlnha situacao.
Lembra-te doque eu te escrevla na minha
iiltl'ira carta sobre a descoberta do meu amor
niailara Raviuiiodof que nada lenho mudado n Tu: Tsmbem concordo ; porm queque-j*1e vir s*Jlnha trazer socorros e cooavIacOes a Tu. Porm, Infeliz Albina, por lsso mea-
- rrs concluir dessa supposlco pobre Albina! esta pobre mulber eu podena vlr casa della mo que essa fellcidade tena sfd.i possivel, eo
Video Diario 97. | paraque te fadlgat com esse sonho insensato ? | ternamente apelada do braco de Joao (coafea- (nao be, nada ha mais funesto, e mais insensato
chamas, solomo as quimas e delicadas flo-, por Joo : Na sel oque a sarte me reserva,
resdessa Ideal felicidaoe. e arranjo-as ao meujporm gracas felis e penetrante influencia
gosto, como as Qores de um ramilhete... nao I dos conselbos de madama Raimundo, alnto-
s.-o os aconieclmentoa que me doinlnam, eu| me temperada de novo, resoluta, chala de Torea,
he que os domino. Eu sou a mioha mesiua pro-le prompta para todo e qualquer aconteclmeii-
videucla, ordeno aos f*clos qbe se grupem cmn j to Diie, Hermnela, faltei a cstaa palavrai ?
a inaior alegra e satlsfaco mlnha e de Joao, escepto prlmelra oppresso causada lalvez
etuachasque isso he para fazer desesperar I pelo menos tanto pela sorprrza, como pelo pe-
Ma*, II'Tim inri.i o desespero tem por conse-
quencias i
ses at o a
no, v, granas a Deo
quencias as magoas, a amargura, algumaa ve-
bof reclnenlo dos "Tros, e de si mes-
. noei^ rimenlo nenhum
destes iuua senlimentos. Cevanto-me coin
coracao alegre c sereno, e alm das doces dis-
traeces, de que te falle, oceupo-ine da mlnha
casa como d'antes ; sou allecclaaa para coin
Mr. Uuplesals: ultlinauenie elle esleve doen-
te, f cu ir.it'- com uina aitreina soliclude.
Que queres ? pago como tnulner honesta ai
lubal dividas de jogo, segundo costumain di-
ier ; multo luipru lente para Jogar ao acaso
esse grande jogo, que chamain casamento, per-
di.. pois bem puuo-me a mim ineania.
Tu: SI, Alolna, nio, tuas rardes nio
me convencen!. Tu ests apenas no principlaM
de tua louca paixo. Coinmecas por embriagar-1
zar da retirada de madama Maymundo, nao me
tenbo por ventura mostrado resoluta, corajosa,
e prompta para to o e qualquer acontecimien-
to ? Nao te affl'jas pola era vao, chara Hermn-
ca, nunca rae achel coin o aapirlto mais llvre,
eu dira quasl mais alad/, tanto me elevo pe-
lo peosamento ; pois parece-me aentlr nimba
alma desembaraar-ie cada res mais do sea
material envoltorio...
Sou obrlgada a Interromper esta carta para
que elli te chegue s maos e te Irauqulliise
mais cedo.
Tuasempre de todo oaoracao,
i. I), -
(Conllnuitr-se-ka.)
MUTILADO
*..
ILEGIVEL
'i a
') ;

I
i{
2x




-=5
=2
-4
do mov ment dos atabeleclmcnloa de en-
rularte do 1.* de Janelraf le 1851 a 31 de mar-
(odelxsa.
JL_I|
hosprtl
iide
ti.
DOENTES.
Existiam
Enlraram
Sahlram.
Morreram |
Exiatem.
Curados.....
Memorados. .
Nilo curados. .
as 84 li. d'enlrada
Dcpoia dessa poca
358
184
41
13
7
84
41
UoMilial dos laxaros.
8
522
2 70
SI
14
14"
59
DOENTES.
Existiam
Enlraram
Curadoa.
Melhoradoa .
Nfio curados.
Morreram .
Existem.
JdoltTALlUAUE.
lio mena.
Com todni o
orlos |:3,6.
Si-iti o que
ni o r r e r
na 24 hora
1:3,0.
Mulherea.
-f:
GEriAL.
Coin toda ai
que n.orre-
i.in 1:2,3.
Srill iinirl.ll
u S4 hora*
1:2,5.
roda inc-rlail-
d.de U.
Sem o morios
nat St hora
i:a,3.
tas do* ex|>QstoB.
SexoaT
EXPOSTOS.
Kxistiam...........
Enlraram..........
aliiram.........'.
i as 24 h. d'entrada
"""" | Depoia d'estapoca
Exitem...........
133
4T
a
o
39
135
146
i"
S
0
3*
165
279
107
9
0
77
30
AdmioiatrarjBo geral dos estabelecimentos de caridade 15
OEscrivfl.i. Antonio Joi Comes do Comi.
de abril de 1852. O
IJIAHIJIIK PERMITO.
RECIFE 80 DE ABRIL DE 1858.
Anianha, 1* d malo, principiar o Banco
de Pernaubuco ai luai operaefles. Ao lo e
aciivldadedosr. Dr. Vlotor de Ollvelra deve a
provincia reallsacao de Uo Imprtame eta-
beleclmenlo, dme mullo reclamado pela u
man vine aeoeil obitculo enconlrane elle ao principio, boje
tem felUraeote conieguldo mu premio i aua
aocSaa, taoua ao a eiperancaa, que fai naicer,
e a couliauca que aopublirA Inspira o teu fu-
turo.
Hoja encerraram-se os Irabalbo da aiiera-
blia laglilailva delta provincia.
VARIKDADE.
PR0GRESSO DO ASSUCAR DE BETERRABA
NA EUROPA.
I
A producirlo do assucar de beterraba tem
feito progresso tfio extraordinarios, que ex-
cita ueste momento a alinelo seria dos
paizes que cultivam a caima do aaucar e
das nafOea que, como a Gram-Bretaiiha e a
Hollanda, fazem etnluelvamenle o cou, mur-
cio do asaucar daa colonias.
Em Franca, nSo obstante a redcelo!1"1 ,le assucar.
sucoea.i.a do direlro proleclor cotice- e"r um '"r",l de 37 fran os e 5 c. porqum-
dido ao aasticar indigna, a p.o lcelo tem ^ sobre oassucr bruto .strangeiro a imit-
eheg.do 60,000 tonneladas, quasi melade ,id" n*s TKin,'0rs- A Prussia que
doconsummo tot.l do assucar.o qual he a-1 P'll,sue colon",s lem lodo ln'e'ess9 em
vahado em lid.uoo toneladaa sam fallar do'Profgar 'n'uairia, da maneira que
aaaucar reDnadu, que se exporta por dr- Possa mais lar le tilo precisar do aasucar de
l> i.-1>. cana, que ha obngada a comprar as n.coea
uigena uji grao da porleicau que nlo per-
m'tlia ao olho anda o mais ex-roido dis-
lingui-to do aaaucar colonial de ao-le que
em 1818- nfio ol.slante a diminuicio succes-
siva doa direilos, a produelo tinha subido
a cifra de 56,000 tom-la las. Depoia de 1818
o pr.igresao da producto tem aido aiuda
maisnut*vel, pola ella chegoo o anno paa-
sa.to a 60.000 toneladas fl conlava-ge que
chegaria a 70,000 em o anno prximo le-
guinte.
Os eperfeicoamentos introduzi los naa re-
finicOea teem sido 18o importantes que a-
pezar da abolicO doa dlreilos proleclorea
cont a o aaaucar col .nial, este commercio
tem ainda sido consi lerado ha trex annoa
cono um doa maia lucrativos da Franca.
Por isio a aaaembla nacional adoptou urna
lei pela quai o assucar indgena fora suj-ito
a um direito maia forte que o aaaucar daa
colonias.e apelar desla le quedevia ser poa-
ti em execucto a partir du primeiro de Ja-
neiro de 1859, ma que flcou addiada para
o primelro de junho, eslava-ae convencido
de que a prodcelo do aaaucar indgena nao
tardara a igualar o ronsummo tulal da
Franca e a excluiroa aasuoarea de noaaaa
culonias, e prinoipalmenle ui asaucarea ea-
trangeiros.
Na Prussia a prodcelo do assucar de be-
teirah. gnzi de tes Iti.muni ladea, que o
assucar desta industria nao polo deixr de
invadir rpidamente o consumo todo mtei-
ro he pago por 15 quintaea de beterraba cort-
sumiuos, os quaea devem producir 1 qoin-
De ouiro lado, faz-se pa-
vez mala o aae de aeu rival.
U na reflotcao moderna, provida de todos
oa nevos lancilios o aperMcoimenlos in-
trodutldoa ne fabrico, empregs) uma aene
da procesaos que asseguratn a extracSo
qoaai eompleta da materia aaocjln. e que"
aimpliflcam oonaideravelmanie bs k*1"S
da fabncacao. Colloca-se a batarraba tal
qual he tirada da trra env um daa extre-
midadea de um apptrrlho. eno llm de 94 ho-
ras, o assucar em po sabe pjU oulra ex-
t.emidade. As deapezes do Wp>go desle
aparelho, o qual pode fabricar 3.000 kilo-
grammaa Je asauoar por da, s3o de 200,000
r.ancos, doa quses 50,000 silo para a cona-
truccSo dos edilloios e 150,000 para o appa-
relho. m dua roaiorea aperfeicoamenlos
inventados ha alguna annoa consisto no em-
pregode uma machina centrifuga que per-
mute uma exlracSo maiacomplrt duaucco.
Em 1842 o mximo da exlracSo do asau-
oar puro de baierraba nao eicidia de 3 por
oento ; presentemente, leoi-se enegdo,
em nos.oa departameutos do norte e u
Blgica a oblar 6 por oenlo, e ae oa direitos
a que eati aujeito o acido carbnico per-
miiMssem aeu emprego, ohegar-ae-hia tm
mediatamente a um lenlimento de7 1|2
por canto, de aorta que 13,500 kilogrammaa
de beterraba produziriam 1,000 knogram-
ma de aaaucar refina.io.
Em 1843 calculava-ae que um haotare da-
va apenas 700 kilogrammaa de asaucar bru-
to. Presentemente um declare produz palo
menos 48,000 kilogrammaa de belerrar>aa
que rendem quando nada 1,015 kilogram-
maa de aaaucar refinado, o producto do
nectare eleva-ae algumaa veles a 51,000
kilogrammaa e o rendimento do aaaucar
augmenta proporcionalmente. Um ouiro,
apeifeicoamenio muitu importante fol m-
troduci 10 Al boje as rcfliisrjOea nSo po
diam trabalhar seuJo cinco melea por anuo,
isto he de outubro a ma.fo, e tifio ae podia
conservar por maia temuo o aasuoar nos si-
los. Purem ha pouco lemDo.comegou-se a
fazer uso de um procesao inveotado na Alle-
manha pelo Sr. Schultenboch, o qul per-
mute aa refluc0ea trabalharem lodo o an-
uo. Este prooeaso cunsisle na deasecar;llo
a n tuce uiito da beterraba, o que previne a
deterioracfio e f.eilita aua cum^leta conser-
vaffio. Keduz-se ao'mesmo lampo, por este
uieio, o pazo daa beterrabsa de 4 quintos e
oblem-ae asaucarea mala belloa e em maior
qua.itidade do que peloa antigoa proces-
laccionarlo emquaele que oa dimites ele-/
CONSULADO ERAL.
vados llntiam sido conaervadoa. Em 1814, |Reodltnento do dia 1 a 99
olle liona ch 'gado a 2(16,000 toneladas. | Id*IM|p da SO.....
Fdt em 1815 que leve logara pnmeira mu-|'
danca lmpo r;9o do assucar oa Gran-Bratanha. O direito
sobre o aaaucar oolonitl foi retuiido de 25
jiilngs 3. d. a 14 anal, por quiote, e sobre
o assucar estrangoiro proveniente do traba-
, 79:636.697
, 11177,700
73:814,457
RENDIENTO DA MESA DO CONSULADO
DESTA CIDADC NO HEZ DE ABRIL E
185.
Na Blgica aa vinte duas rednagOes de as
sucarde beterraba que estavsm em activi-
marttimaa
Va Allemanha o fabrico se tem anerfeigoa.
dadeoanno paasadu forneo>-ram a .netade do com tanl> rapidez como em Franca. Ti-
do consuoimo total do assucar do pai< t M.,nha-se eatlibelecido, ha algi.ns annoa, que
te auno, o numero daa reiinaces se echa 20 quintaei de betairaba iiodiam produzlr
elevado a quaretit>, e ellas furneceram aiu-^"1"'libra dB "8U0*r> tomaa-se este c|-
da mesrno, ooru urna Cultura parcial oscin- culo como ponto de partida para lliar o di-
coaepilmoa do consumo dumntu o anuo de rel10- Pios-ntemenie tun-se esiabol'Cido
1851 a 32. A pro luccfio nao tardara pro- direito sol ro este calculo que 20 quintaba
Tavelmente em excluir totalmente o tasucar de beterrai'as pro luzcm 1 quint! de aaau-
colooial ueste mercado car, e esta e-lim-Uva iarere amia exceui-
fim Allemanha a produceno do assucar ^ P810* P'OHiease das relinaces.
de beterraba augmi-ii'ou da 26 000 tonela- Pode-ae, portante, olliar como um fado
daa em 1848, para 40,000 toneladas em 1851 cert" 1UP> em u'" tem lla l0 ? ,MuCr ,IB
o Ounaummo do assucar de canoa diml- c"" **** completamente excluido da A|la>
limo ilirunte o mean.o periodo de 60 500 lo- n"nha e da Prussia. Ilesimplesmenle uma
neladaa em 1848, para 45,000 em 1851. Du- queatfio Je lempo, e a Allemanha nflo coo-
ranleomeamo espato do lempo, sobre um sumir mais senHo assucar de beterraba lo-
coutumino de 88,000 toneladas ua assucar, go que a produocio fdr igual asutcessida-
43,ou0 consista m em asaucar debelrab, des do consumo.
e fi.ziau.-sa preparatlvoa para estabo'iecer As mesttna obseraajoes podem applicir-
em tudas asparles novas manufacturas. se Rusa.a ea Austria que eaifio lo lav'.a
Na Rusaia, eobre um consumo loll de menos adlantadaa que a Fraurja e^a *-.',',oma-
85,000 toneladas de aa>uc>r, 35,000 consis- nha ua arte de fabiicar o a>sur."uf de beter-
tiara presentemente em saaucare beterraba rali. Ha verdide une './.si, 5 uivor-os i-a i
e.5ii Ooo um assucar de canna. zoa a invasii.-^ .'j s-,ucr de hele.raba lara
Na Austria a produceflo do assucar de be- Perder -,llCo pouco ao thu-nu.o lo lo o
terraba augmeotnu de 8.000 tunela las "1"en lmenlo eroveni-nti dos .lireit<.s JObre
o assucar ealraiigeiio, cumpnr entSo ira-
po-lo ao assucar de beteTaba, m-s he pro-
v-iv.-l que os governos da Allemanha hao de
elevar ao mesrno lempo o direito-Subre oa
assucares estrangeir"S de molo que mant-
nimn a preponlerancia de sua inJustria in-
diuen..
II- ta|oz na Blgica que os bons assuca-
res se teem achado mala dir.oiainente nm
roncorrencia. Nesle paiz o dimito actual
sobie o as-ucar deema ho de 46 francos
oiir 100 kllogra m.s, emqu'nto que he do
38 fiancos por 100 kiigmnm's obr o as-
sucar de beterraba. bxisie, pa, anta pro-
tecefio de 8 francos por luO kilogrsmmia
em favor desle ultimo Mas apea.r desta
frica proteccAO, s pro lucillo augnenta a
tal ponto que oasocr ue cana aera cert-
ii. v i escluido em puucos annoa. As refl-
na.Oes beht'Sespera o ver logo acabar o di
1818. pira 15,000 em 1851, emqii.tu a"e
durante os t-ei meamos ..- 0 oon3mo
VL?! deoaDnafirf. rauuzdode 32,ooo
2j,000 toneladas '
Noa dirertu). plj'z'es que.cabmos deno-
inear, a n'.0juccao do ,SSUClir de beierraba
lem desloeado anualmente o consumo do
aaaucar de cauna al a concurrencia de me-
nos 48, t 50,000 luueladaa ueates trea Ulll-
as aoi.ua. e eate destacamento n.1o pode
uxar de continuar a fazor pi o-resMis rapi-
dus, em quanto qoe as causas esialartiea hflo
for.-m modiflcauaa, e o assucar in ligena
obttver, dua goviruos do cuntioeiite uma
Prut-cedo eapecial que loe permits irex-
pelilnjo puuco a pouco o assuosr de canoa
de toaos oa meicadoa.
u aaaucar iudigent, nascido do bloqufllo
CODliuenlal e da uece,gidade de pascar seo
aaiiieroad.iriaacoluulaes, nilo tiiina feito al
1828 aeofio progressos muito lentos. O cun- reil protector, p aohar-ae sobre o pe de
auuiidor leconhecia facilmenleas duas es- ifualiade co >. sus concurrentes das co-
pedes da asa .car e dava sempres preferen
ca ao da caua. O asaucar da beterraba
nilo consnuu'B achar compradores senfiu pe-
la Imrnunidade da que gozava. 0> r lina-
durvs lOJg-naa liviesdns di re los que pa-
gava o assuCir Colonial, acbavam anda lu-
cros enurn.es, vendendo seus producios por
procos muito mais baixos du que os do as-
aucar de cana. Todava naqueII poca, nilo
se eatimava a pruduCfSo lotal de ludas as
reflnacO -a indigenaa em maia de 4,000 lone-
Jadaa, mas a contar daquelie ando, o fabii-
oo animado pelo goveroo, tumou-se maia
activo, aa rellnacOes nacionaas, com os di
reitos pioteeiores, invauiram promptao.en-
te tudo o consumo da Franca. Por eata ra-
zrio em 1839 a prodcelo elevava-so ja a
39 000 toneladas e exoedia a 40,000 em
1840.
0 govnrno comecou a reconhecer nessa
poca que se nao quizesse arruinar comple-
tamente aa aolonias e privar ao meamo tem-
Ioo iheaourodeum leodimenlo importan-
9, era indiapensavel aballr 0 pievilegio
qoe se tinha concedido a ibduatria da be-
terraba. Por cooaeguinte estabeleceu-ae
em 1840 una escalla de direilos de maneira
aproximar gradualmente de anno em au-
no aa duaa sortea de aaaucar al que os di-
reitoa fosaem completaren! nivelados em
1848.
ti primeiro clfeito dosta medida foi para-
lyiar oa productores du assucar indgena,e
a prodoclo que linha sido de 90.000 lonela-
das em 1839, foi reduzi.la a 28,000 em 1841;
masa concurrencia contra a qual a indus-
tria indgena Huta inmediatamente que lu-
tar fet introduilr le|*lmponaritesaperfei-
cao.entos no fabrico. Couseguio-se dir
crislallissajOo e a depuraffiodu aaaucar in-
nias e do estrangeiro; masas rellnacOes
l. Ig-s nilo parerem abanlulamente temer
eaia Iitual lde de direitua com tanto que
s'icpr,' se Ihe cunee la uma diminuicSo dos
dlr-itos das behidaa
Em um segundo artigo examinaremos al-
guns noa prugreeaoa .10 fabrico que tem per-
ii.illnlo ha quairo annos aos refinadores
iniigenaa lut r em-Franca com o s-ucar
culonial, o veremos qual deve ser o etTeito
ilest. rvolu(fio mdustiial subre a aituafSo
das colonial,
II
Temos vislo no primeiro arligo, os pro-
gressos rpidos que o assucar da beterraba
tem feito na Europa ha quince annos, mas
principalmente depois que se foi nbrigido a
renunciar em Franca e na BeUiCa, as tari-
fas protectoras que se tlnham conceiido
conlra a concurrencia do asaurar colonial.
Pde-se lugu reconhecer que nlo era ne-
cessailo impurao aaauear de noasas colo-
nias direitos mais elevados para sustentar
esta iudii-lria europea.
Lum efTeiloo aaaucar indgena lem pou-
co a pouco inca, o a manir p.rto do con-
sumo. Elle lem u lo alTuutamehte lutar
quasl em nossos portos de mar com os pro-
ductos do uossas colonias, e aa refinecOea de
Sanies lom adiado maia vantajoso fater vir
aaaucar de noaaaa rellnacOes do norte da
Franca, do que esperar as chegadas da Reu-
niao e daa Anlflbaa. Os apeifeicoamentoa
feilos no fabrico aSo tfio importantes que
os reflnadorea fraheezes podem presente-
mente tirar da beierraba um assucar tilo
perfeito como o da eaona, e como o pfece
*> trensporie nao he maia elevido, ollas o
Izbm para o mercado Iraoces ca n condi-
cOes vaniajosas que vSo reatringindo cada
BU,.
Finalmente por malo de alguna outros a-
perfeicoamenlos.o melado que era oulora
de muito maqualldadee oflu poda aervir
senao para o auatenlo das beatas, produi
presentomenie excelleniea espirltos, cuja
qualidade nfio he inferiora das agoardeu-
ua da grSos.
Em Magiioburg e na Silzia onde ae culti-
va a beterraba em grande etcaila, tem-se a-
doptadu, para o fabrico do assucar, um pro-
cesao que diere completamente do que se
empreg em Franca e na Blgica. Cada cul-
tivador em vez de vender aua raizea aos fa-
bricanles.faz elle meamo o aisuoar bruto, o
qual Iraz depoia para aa refinacoes.
He proravel que eata me modo nfio s-j < tfio
vantajoso e lo econmico como quando o
manufacturero toma a beterraba atsim co-
mo aahe da ierra e a faz passar por todas as
operacOesde uma reOnscflo aperfelQoadi;
porm lem por ouiro lado, a vautagem de
dividir mala igualmente enlra o plantador e
o refinador o beneficio doa direilos proten-
tores eoncedidua palo Zollverim.
Por esia rasllo o asauoar de beterraba cha-
gou a um lal grao de peifeico que os refl-
nadorea paganio direitoa tilo eleva los co-
mo aquellas a que est aujeito o assucar c >-
lonial, podem entrega lo ao conaummo pelo
mesmu preco a algumaa veaea maia barato
que o producto rival. He verdade que as
colonias nfio teem dado ao aeu asaucar to-
dos oa melhorari>enios que podem ser fei-
tos.
Seu fabrico tem estado at hoja muito a-
trazado, iiBuena Martinica ou em GUade-
luupa, senflo as colonias inglezasou hol-
lindezas. Pelos clculos do doutor EvnS,
um hectare nfio pro luz mus de 12,000 kl
logr. de Canoas a nfio se tlr aenfio 7 porO|0,
lermo medio, do pezo da canna, eiitretanlo
que com proceasoa ape.fei?oadoa seria fcil
ubler 16 por 0|0 da aaaucar puro. Tem-ae
procurado adoptar em algumia rifln>cOa
la Jamaica o uao da machina cautrifufa da
que, ae Tic uso em Franca e na Blgica para
a beierraba e tem-se ireochecido que ella
aos nenia conslderavelmente a quantidads
ia"exllao.ao ao meamo tempq p^.e_.audnora (
aqdjlidade. Porm eetee meThuraroenloa
83o anda excepecOea, e pre-aa a monun-
lo asa que o alsucar das colonias nfio ser
mais a.imitlido sanio como Urna excipcflo
no continente europeu, apezir de todos os
esforcos que poderem facer o colonos pa-
ra iiielli,.r.r aua cultura o auas relluafss,
afl,n de diminuir oa prefoa do aaaucar ale
canna nos nunca lo europeos.
Estas considerafOaa nfio teem escapado
aoeapirito observa lor dos Inglez'S, eieem
J excitado eutreelles vivos receios pela sor-
le filuta de auas culonias. O consumlo
uaa possessdes britnicas e da mdropole
nfiu sera basiant* para absorvera imnensa
produceflo das colonias, n ja se prev uma
cise na Jamaica e as lana Occldentaes.
Pur isso o governo ioglez lem procurado
presentemente pOr obstculos a formaflo
das Mliucoes do assucar de beterraba ua
Irlanda.
As tentativas que se tem feito it hoja pa-
ra tranajortar esta industria para a Irlanda;
nfio leem lulo mullo auccesao. O direito
imposto na Inglaterra sobre o asiiocar das
colonias he preaeotemeole mui pouco el
vado.
I p
ll*
Dito de 1|2 por oento
bo lirede66 aal, a23anal 4 d Em 1846o |n,"l,*dre!P"cn, 85007.98b
..sucarelt'aogeiro sem dislinclo deongem du" da i por cento
foi admetlido a 20 shel.. e uma clausula es-
tabelecia a igualdade gradual doa direitos.
Eis-aqui qual tem sido o coosummo deade
1845 at t8J0. imperio 8:863,170
Total. Dita para dentro do dllo 812,015
Direitoa de i5 por ceolo
242,831
Anuer nai reinado. Atiiuirrejtr
Toan. Tunn.
1813 242,831 >
1846 261,012 929
1817 288,275 1,300
i us 307,114 2 310
1819 295,984 8,747
1850 304,574 6.817
Daste modo o coosummo que antes de
1845 nfio exceda, temo me uu, de 195,973
luueladaa chegou seis annos depoia da subi-
da dos direilua prohibitivos a 310,391 looe-
ladaa ; importa acreaceiitar o ounsu orno do
nielado que deve elavar esta ultima ci-
fra ao menos a 330,000 toneladas. Ora a
populacfiodo reiuo unido de 30 milhOea de
almas, lemoa um conaummo medio do cer-
ca de 11 kilog. por cada pessoa e isso aonual-
Us progressos estilo bem looge de ser Ido
sensiveis em Frauca. e o syalema de pru-
iecefiotern pruduztdo entre nos um consu-
mo quaai estacionario, como tuina aconte-
nido na luglaierra debaixu da iufluencia das
musmas cncumalaucias. Eia-aqui, a^ dez
a uno, oa direitua quo furam pagua em Frau-
ca pelaa duaa especies de aaaucar.
Asaucar daa Anuuar a- Anucar da Talan.
colonial. traugelro beierraba.
Tonn.
114,714
110,727
418,215
129,629
137,63.1
140.665
149.82a
lu,0l2
126.IU2
142,151
que uma
Ancoragein para fra do
imperio
Dita para dentro do dllo
Direito de i5 por cenlo
,, Ditoa da S por cento
261 932 Espediente das capataalas
m',m ff{0^
Im'mi Eluolu'nn">decerUaoe,
310,391
6a:OoT,986
1841
|K42
1813
1844
1845
1846
1847
1848
1849
18.(1
Tonn. Tonn. Tonn.
74,515 19,012 27,162
77,443 8,210 84,070
79,455 9.605 29,155
87,382 1J.269 32,075
90,958 11,512 33,132
78,632 15,185 46 845
87,816 9,626 52,369
48,371 9,540 41,103
63,335 18,979 43,793
50,9116 23,862 67,7
nuiil fazef uoservar aqu
quantidade quasl igual a do aaaucar eatran-
geiro que paga o uireilo, he expoitado au-
uualmenla comodrvDack do direito. A
quaiiudtde liquida do aasucar cuuaumldu
no interior eui 1849 nfio aubia seuflo a
112,95 toneladas, .
O quadro cima d lugar a tanas obser-
vacOes impoitaiites. A Fianc com uma po-
puUcao pelu meooa de 40 milnOes de almas
nfio cousome aenfio 115,933 toneladas com
auas tnfas protecloras, e a grla Brotenna
com urna populasao de 30 miluOesde al ma
au cousome atena da 310 mil luueladaa,
des Je que foram abolido o* direilos prohi-
bitivos. Em Franca, o consumo nlo excede
de 2 k.1.721 por cabeca e por anno, e ella
ne de 11 ku, na gra Brelauna. lato boqua-
tio veiea maior,
Aiem disto, v-ae pelo ultimo doa qua-
dros cima, que entre nos o consumo do
aasucar de caima tan) diminuido constante-
mente de onza annua para ca, em quanto
que polo cuntrsriu o progresao do assucar
indgena tem ai lo couliuucfe ufio dimiuuio
temporariamente aenfio durante os auuos de
1848 e 1849, por oaua da criau commercial
e poltica. Fra posaivel aiuda aalvarnosias
coioniaa de aua ruina sem prejudicara pros-
periiaaeda rellnasfio nacin! do asaucar
de beterraba, reJuaiudo oa direitoa doa aa-
sucares rivaes de maueira que pussam che-
gar aos consumidores por varios procos.
D'ate mojo ocooaumo geral nfio tarda.|a a
aerquadruplicalu. Em cooaequencia desta
uieuid., o iheeouro aonaria uma arh.da
compensacao uo bacrificio do Suas larifaa
elevadas, e o uao h.btual do assucar des-
ce aleas mais huuiildea choupanaa. Aa
colonias consol variam tambem aaexpo'ta-
yOes que alo indiapensaveis a sua pruaperl-,
dade, e uossas retinacds inuigeoaa, losnge
de reducirem sua pruducefio, poder i mi dar-
Ihe uovoae rapidus deseovuiniiii':.tos.
(Alp Lyuvray)
( Da ireue J
COMMERCIO.
Dita diveriai
Ele lem descidn gra lualmente pe- i Sello flo
ALFANDEGA.
Hendlmento do da 30 2:444,785
l)- PatacSo btasileiro Empresa cnuros.
liria ue lir.sileiro Pensatlot tinho.
RENDIMENTO NO HEZ DE ABRIL M 1859.
Rendlmento total 259-3l5i?
Restllulsfles 611,000
Res
Direitos de consume
Dito de 1 por ceolo de reetpnrta-
cio para os porlos eitrangelroi
Dito dito para o port n do imperio
Dito dllo de bildeacio
Eipedleote de 5 por cento dos ge-
nero* com oaria de gula
Dito de l|Spor cenlo doa generps
.lo pait
Dllo de l 1)2 por cento dos gene-
ros llvrea
Armaienagem da I por cesto das
mercaduras
Dita dita da polvera
Premio de 1(2 p. a. dos aiaignidos
Mullas calculada nos despachol
las dispusieses da lei de 1818 de 14 a 10
slieltiuga. por quintil de asSuCir bruto, e
soi i dlftlcil aos reflnadorea deaasucafde
belertaba laz'r uma concurrencia Vanlajo-
aa com o assucar de canna nos trex reiuus
unidos, onde apenas ao paga por lOou 19
pnncea a libra da escolente aasuoar da
canna.
Esta dlITerenca entre os |irer)o< do a4sacar
na Inglaterra e na Franca he bastante pan
explicar o enorme consumo da Inglaterra
coaadaralivamente com o de Franca. Temos
diente dos olhoa um documento muito cu-
rioso do Consumo do assucar em Franca e
na Inglaterra deade 1811 e vemos que a In-
glaterra tem consideni'i'lmenle desenvolvi-
do o consumlo do aSsUcar pela redcelo
dos direitos, em quanto que na Franca oa
direitoa protectoresconcedidoadurante mui-
to lempo ao aaaucar de beterraba, e os direi-
tos elevados que existen) anda para aa duas
especies de aasucar tem sido um obstculo
continuo ao augmento do consumo.
Em Franca a alta e media claase consom-
mniti tanto asauOar como aa claases inglezaa
correspondent-'s pretende-ae al qne a vau-
tagem eata do lado da Franca mas o mea-
mo nfio suecede com o pavo a com aa popu
lacOes dos campos. Ha curios logares Ja
Franca onde o eamponez conhaee apenas o
uso do assucar ou nao o emprega senlo m
ciroumstanClkS excepciooaes.
Um lelaiol1 offlcial comparativo o con-
aummo do Inglaterra o da Franca prova que
o augmento lem sido muito mais rpido en-
tre nosaoa visinhoa do que entre neis.
Em 1808 o coosummo do assucar nfio ele-
vara-sa na gran Bratanha aeold a 168,600
toneladas e de 1835 a 1844, termo medie, o
coosummo dio exceda a 195,97? tonelidia,
por anoo, o quo prova que linha licido ex-
Patente! dos despachantes geraes
Kmuliimcnios de certidocs
Nai teauintes tipteiii.
Dlnhelro lifcOOi.US
Asslg nados 146:102,820
Depoiitoi.
Em balanco do ultimo
de marco
Enlradoa no crrante
uca
Sabldoa
258:703,ai5
250:330,014
141,527
III, 7li
16,904
405,004
311,127
18,148
3:0!i.s.307
41,876
2:878,521
TI.292
8KS7K7
26.M0
73.000
31,310
251:103,945
673,735
40,900
888,381
18,040
Divinal provincial.
Di/imo do algodao do
Ceara <0,87
Duo dito do Rio Grande do
norte 45,511
Dito dato da Parahiba l:Jsft.8oo
Dito doasiuoarda dita 3.'i7,857
Dito do dito das Alagoas 3:l3o,ao:l
ReilltUlcOei fellai como consta do L.
respectivo 11. s
8:806,171
78:814,451
4:930,488
78:844,946
3,261
78:741,683
Depsitos sahldoa
Dltoi ealslentea
23.987
1:411,010
klea do consulado de Pernambuco, 3o de
abril de 1852. Ueeerlvlo, laeomi (iirardo ota-
ria Lumachi di Mello.
DIVKKSA8 PROVINCIAS.
Itendi manto do dia la 89..
dem do da 30,......
4:843,081
8,1,407
4.926,488
de
Rxportnco.
Figueira, hlate portuguex Voidor.
120 luueladaa, Conduziu 0 aegumte I
6 t boaa de cnatido, 1,000 s.ccos e 91
li .incas com 5,093 arrobas e 23 libras de as-
aucar, 10 barris niel.
HECEBEDOKIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendlmento do dia SO..... 435,841
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendlmento do dia 30.....968,707
RENDIMENTO NO MEZ DE ABRIL
DE 1852.
Direitos de 3 por cento no aisucar
riporiado 25:460,9 76
Direitoa de 5 por cenlo do algodao
exportado
Capataila de 320 rs. por sacca deal-
goe'o
Declina doi predios urbanos
Meia alia de eicravoi
Sello de berancaa e legado!
Novo! e velhoi direitos
Cloc m.l ri. por eacravoi despicba-
doapara lora da provincia
Matriculas do lyceu e seminario,
Euiolmueuiu) ue paaiaporiea de po-
licia
?lote por cento do consumo d'aguar-
dente
Imposto de 3 por cento sobre di-
verso! eitabelectmentos
Multas
Juroi
8:198,454
1:494,720
2:896,-112
2:356,580
481,518
44,03
845,000
50,000
CSJESUITAS
OU
0 BASTARDO DE El-RFi
Terminar o espectculo com a noval,/.
WEIRO EMIEinilim
Componelo do artista Germano Fr.iiCisc
deOliveira.
Huaica do maestro D. Pedro farcii
PERSONAGENS.
Tulineiro, moco esiravag.ui,, Bizarra.
Rroxado, eapaleiro Mouteiro.
nina, aua mulher -- D. Carmela.
Aamodo, botequinelro -- Raymundo.
Melama aua (litis D Amalia Monteito
nicamente o deaejo de ver realsar o'raro
talento muzcal doSr. D. Pedro Grcii,iu.
tur das muzcas do Fantasma brinco Cira
linda, eic [nduzio o artista Carmino, es-
ta compusicfio a que deu o ti lulo de Tu-
lineiro enredador.
Todo o merecimento desta pequea farra
esta nos lindos pedCM de mutios, que cora
tinta propriedade compoz o muitu dislinclo
profeasor.
Comecr aa 8 horas.
Os bilhetes vendem-se no lugar do co-
tume.
i- anua
TEATRfl DE APOLLO.
SABB4DO PDEMAIODEI85.
RECITA EXTRAORDINARIA A FAVl'D n)s
MACRINISTAS E CONTRARICRA.
Logo que a orchsatra eiecutar mu ,;,
suas melliores ou ver loras, lera lugar i re-
preaenlaclo do drama em 3 actos.
s ltimos 3 das de um
sentenciado,
Em qoe o actor o Sr. Jos d Silva Res en
obsequio aos hendiendo fara o papel do
Sentenciado.
Oa benedciidos para malhor satisfsrem
aos aeus convidados, acceilam o distinto li-
vor, qu asenhura I). Joanm, a o senbor
Santa Rosa, lhes prestam de canta reamo
flm do drama, um lindo e engrando duelo.
Terminara o espectculo cum a jocosa co-
media em 1 aclo,
ME AMIGO GASPAH.
He este o divertimento que os benollcia-
dos lom a honra de ou*erecer au leapeitaycl
publico e aos seus amigos, de quem espe-
ram indulgencia e protegi.
Principiara ae huraa do cuatume.
Fublicaces Iliterarias.
16,000 para os asignantes.
A inlercssanti.ssiina obra
de
MEDICINA HOMEOPATHICA.
Dr. G. B. G. Jarh.
traduzda em portuguez
pelo
Dr. Pedro de Altabvda Lobo Hoscoso.
Acha-se nos prelos da Typogriphii com-
mercial do Rvm. Sr. Pa Ir Maira Hennque.
3,526 Esla obra he indiapensavel a todas as pes-
------------- soas, que querem estudar, e praticar i ver-
43:463.272 dadeira medicina a homeoptica : neo-
Mesa do consulado provincial, 30 de abril hum elogio por mis pompozo, que seja, ha
12,000
I
1.249.000
118,920
138, i 7
de 1852.O eacrlvo da prliueira aec(o,
Juno' Ignacio do Rtgo.
Movimento do porto.
i Ilicin tu para encarecer o mrito delta
o n une do sen autooru Dr Jarh he lodo o
eeu elogio : lem sido ella a fonte, onde lera
bebido sua iosirgiccflo os melhores meiUTcos
e autores homeopticos. O traductor po-
derla f-zerum resumo majwju menos per-
_ .- -.-^trtfodesta'obi^.nianrTiSo'querendo apre-
tlavios entrados^ ~n dia 30. I sentar como seu o Irabalho dos out.os, re-
Havre 50 lias eivuna brasileira Galante agitan verle-la para o portuguez, procuran-
Maria,do 1.VJ toneladas, capiliio JiiM'iMeu- do st o mais fiel possivel nlrsla lacodo
do d/b'S&'uza, equipagem 14, carga fazon- peosamnnlo do autnor. NSo est.ndo cmn-
'tas e mais gneros; a Silva & Grillo Pas-
sageira. Barbara Candida de S. Jos.
4carc SOdiaa, patacho brasileo Emu-
plotamente eslulado grande mimo o dos
medicamentos, que vem consignados em
dita obra, o tradutor resolten appreseniar
lac.io, de 13i toneladaa meatre Antonio os cen medicamentos mas bem estudados,
Gomes Pereira, equi,>agem 10, carga sola o experimentado na pratica, os quaea com-
e maia gneros ; a Manuel Goncslves da porfi o 1.a volme. A obra ser* compnsta
Silva. Paasageiro, Joaquim Lopes de A- j com excellenle lypo.e ntidamente impres-
Tellar e aescravosa entregar. siemmuilo bum papel. ifaraA) que nfio e
Natioi tahidoi no mesmo dia. \ pon parlo deapezaa. Afsigua-se para esli
Cimaragibe--hiate braaileiro Novo Dasti- obra no consulluno llomeopaplhlco da rui
no, mostr Eatevlo llibeiro, carga varioa doCollegio n. 35, priO)ei>o anuir dirigido
gneros. Passageiros, Francisco Coelho pelotraouctor. Em consequencia de algu-
boares, Justiniauno CaValcanle de Albu- ma diminuifio, que cou.segeimos no pceo
querque Mello, Cyp ano Jos da Silva, e da impresafio, podemos'redutir a 16,000 rt.
Marcellino Jos e Mello. | o custo para as pessoasque aedignarem as-
Rio Grande do Sul brigue brasilelro Au- signar; devendo ser paga eaia quantia na
daz, capiilo Antonio Ricardo Ferreira entrega do primeiro volume, que sahirao
Soares, carga assucar e mais gneros.
Conduz 28 escravos a entregar,
EDITAL.
84:801,955
18:674,633
38:176,588
-8:i3l,720
Rls I0:0,868
Eilstentes
ffai ifeai'nei tipeciei.
Dlnhelra !-,0j0
Leuraa 28:9*2,788
Airarflega de Pemambdeo. 3de abril de
1852. -- O escrlvlo Interina, franetto fe Cal.
I (itmrarwi da Silva.
IniportitcnO.
Palaoho nacional Euierpe, vindo do Ac-
ric, consignado a Luiz Jos de S Araujo ,
minifestou oseguinte i
1 barrica resina de angico; a Jos Prea de
MsgalhlM.
tSl maiosdesota, 110 couros cu'tidos, T
ditos salgados; a Jos Rodrigues Ferreira.
8618 tneos desoa, 14 couroa cun i dos, 1
pseote peonas; a Mano-I fonfalvesda Silva.
2101 meios deaola. 18 couros curtidos; a
jofio Jos de CarvaIho Monea.
31 meios de aola i a Beato Farnaades
Barros.
490 ditos de dita ; a r.ouveia & l.eite.
82 dltds da dita ; ao conalftditarlo.
luO sacca farinha de mandioca, que le-
vou deste porto para o Acarac pelo Ceata.
O Dr. Jos Raymundo da Costa Menezes,
Juiz municipal supt.lente da segunda va-
ri do commercio desta ciJade do Hecife,
por S. M I. e C. etc.
Fabo saber aos que o presente etal i-
rem, que requorimento de Avril & lr-
maos, credores dus fa li los Mones & Soa-
res, se acha por este juixo abona a sua fal-
i'ncia pela sentenca do thenr seguinte :
A'vista do requerimenlo, a folbas duas, de
Avrial & Irmlos, da declaradlo i folhis ol-
i, e depoimentos oe folh-s 25 i fulhas 27;
julgo fallida a (Irma sucial de Horaes & Soa-
res por haver ces/sado oa aeus. pagamentoa,
ensopara a pocha legil de aua failencia
o dii 15 de ma-co pasudo : por tst man lo
que so ponhiro sellos em lodos os seus
bvns, I i v ros n papis, seavindo como c >ra-
dor-liscal o negociante G. Praiger, que pres-
tara juramento e cus as. Recife, 3 da
abril de 1852. Jos Raymundo da Costa
Menezes. Km cumprimento ao que todos
os credores presentes dos referidos fallidos
comparecen! em casa de minhi residen"!*,
na rut da Madre de Dos, no balrro do Re-
cife n. 1 orinvio an lar, no dia 4 de maio
deste correla anno, pelas 10 horas da ma-
nilla, alim de procadorem nomeaclo de
depositario ou depoaitarioa que hlo de rt-
oeber e admin.atrar pruvisoriamenle a casa
falii ia E par que ehegoe a noticia de to-
dos rnand'l pssar o presente que ir* pu-
blicaiio p-1 imprensa o afilado noa loga-
res designados no ait. 129 do regulamento
n. 738 de 3S.de novembro de 1850.
Dado a paasado neata oidadx do Recife aos
30 de abril de 1852. "Eu Manuel Jos da
Molti, escnvlo osubscrevl.
Jote msmand da Coila Mtnetti.
mus bteve possivel, sendo annunclada 15
das antes, e en0arraudo-8e a asBigniiu-
ra no da da entrega. Espera-se que lodoi
os amigos da divinal medicina homeopi-
ihica, ajud-m esta empreza o que muiloo-
brigara o traductor,
ConsullotiuHumeopalh'Co ra na do Col-
legio o. 25 primeiro andar em 7 drabiil
de 1852. Dr. Lobo Moscoao.
PublicacSo jurdica.
ndice alfab. tico da Legialacio hrssilein
promulgada al 1850, cum a legialcfio ao-
liga a respeilo das leis prumulgauas, pelo
deaembargador Julo Joaquim daaSilva.
N3o teve o autor draie ndice em vlsti
confeccin .r um repertorio de loda a legis-
lacio em vigor, pota que acerca de obierlos
relativos aa repartieras de marinha e guaira
alo apenaa indicados 08 que podem aur le-
vados por qUilquer motivo ao onheciinen-
lo do poder ju liciano o du goe no provin-
cial ; fui aeu intuito smaiue ficiliuir aus
juizes, advugalua, em regados pblicos ui
juslica, razenda a polica, e aos negocian-
l-a o meio de conhecer a* lela i romuig'd
e as decisOes do governo al o tim do anno
de 1850, eumpfeheudend6iambe.nondice,
...at-rias que inter.ssjo ao clero e sos
cidadfioa em geral. Enlendeu, port.tito, o
autor que seria de algo ma utilidade ss uille-
rentea classes da socie lade a publicado do
seu ndice Alfabtico, que abrangeeituc-
loa dos aponiani-ulos do Kim. Consellieiro
dee-t.do, oSr. Jobo Antonio da Siva alai,
e disposicOos anida em vigor de leis anu-
des, alvaras e asientos das exmelas cisS
da supplicaclo. a .
Veude-sa por 5,000 ra ni praga da inde-
pendencia, livrara n 6 e 8.
A influencia do rhrislianismo sobre o di-
reito civil doa romanos por Troplong tradu-
zida em porluguex ; ubra utilissim aos es-
tudanleadedireitu: noarmazem de latea-
das da ra do Queimado de Gouveia Leita
n.87.
THEATRO
DE
S. IZABEL.
59 recita da ftssigaatura.
roMiNiO, a de maia.de i5a.
bepols da ftxecucfio de orna escolhid
ou/rtura, pela orche8tra, Uf* lugar b mul-
lo applaudido drama em 5 actos :
l'art o Ceai,
aegue convmuila brevidade a eacuna nacio-
nal Mitia Firmlni, e sumaca Flor do Ange-
lim poi terem os seus carregamenlos quasl
promptoa. pdem ainua recebor algn
carga afrete, pira oque pode eiileniier-s
oesn Luiz Joa de Araujo : na ra da Crui
ti 18
'. para a Bahii tegua com brevidade o
patacho Santa Cruz ; para o resto da carg a
pasaageiroa trats-ae ao lado do Corpo Santo.
J,loja de maaaames n. 35.
j MUTILADO



.. pan o porto she impreterirelmeota
no da 16 de mito galera Brechronse, da
primeira marcha, aioJa lecebe alguma car-
ga o passagcirosj para O quaes tem excel-
I i t** comiuodos : IraU-se com Jos Mureira
lopos na ra do Queimado, ou com o capi-
tn Hudrigo Joaquina Corroa, o* prac do
commercio.
Para o Bio de Janeiro,
sihlr infallivelmente no da 12 de malo
prximo, o patacho nacional Bella Aila ,
por ler pane da carga prompla : quatn no
mosmo quizer carregar, ir de passagem, ou
remoller egcraroi, pode tratar coi* Manoal
Vites Guerra Jnior, na ra da Cruz n. 40 ,
ou com o capillo Manoel Jos de Sena Mer-
lina, na pra;a (lo Commercio.
Para o Mi do Janeiro, vai
saliir com a miior brevidade pos-
sivel, o veleiro patacho nacional
Confanos : quem no raesmo qui-
zer carregar, embarcar escravos ,
ou ir de passagem dirija-se aos
consignatarios Novaes & Compa-
nhia, na ra do Trapichen. .'i'i.
Para o Arecaty,
aegue no da l.'de ma.o, o hiato Capibaribe:
para o resto da carga, ti ala-so na ra do VI-
Fecundo Jos da Rocha Pinto, embar-
re par* o Rio da Janeiro, oa feo* aeraros,
Ueremlas, e Eufroxine, de nac'QjJB-
Jos Rlbeiroda Silva,vai WrrgU.
Perdeu-se da thesouraria getal, at*
ra das Trlncheiras, una requtrlmentos :
quam osarhou, quarendo entregar, pode
dallar orita typographia.
Antonio Jos Ribelro Bistoa, embarca
para o Rio de Janeiro, aa suas escravas, Ven-
tura, creoula, Francisca, pard*.
-- Contina eilar fgida a prel Falici la-
de, deade o di* 17 de meco protimo pai-
tado, tem o signaos aaf ulntea i estatura
rtgular, tem lata de denles o* frente, ur-
ea* de panno no rosto, cor nlo muito pro-
la, lovnu vestido de chlls 1* desbotado ,
panno da Costo osado, um taboleiro peque-
no en que andata randendo, tem por eos-
turne ler ropa (ora e mudar, quando ai ,
tem sido vista muiUs vezes, urnas ooMnn-
teiro, o outras em Betiribe, lavando rOpa de
ganho, edizendo que por mandado doaua
aen.ora, tem sido encontrad junto com um
canoeiro, que navega para Olinda. ella tem
a mili no engenho S. Cosme : roga-se, por-
tento, as autoridades policue* e cpiUes de
campo, a sus captura,e que a leyem a sua se-
nhora, na ra da Cruz do Recite n. 35, que
reoeber urna recompensa generosa; assim
como se protesta contra quem a tiver occul-
tadoeo.hrarae os dias de servico.
- Manoel Antonio dos Sanios Fonles, vai
garlo n. S.
- Par. o Rio de Janeirosahe '^'SioB
em poucos das, por ter o seu car-
regameuto quasi completo, o bri
/jue brasileiro Animo, forrado e
pregado de cobre, e muito veleiro,
para o restante da carga, passagei-
ros e escravos a frete, para o que
embarca pa-
ra o Rio dJaneiro, um mulatinho, da-
me Flix, de II annos de idade.
Assaltado de grave entei-mldado. sum-
mamenti batido e quebrantado deformas,
o tendo alem disto necessidade de ter alguns
di-s de convalecenca no campo, nflo tenho
tido nem lempo, nem loica para despedir-
me pessoaluiente de todos os meus amigos
tem commodos aufficiente. : trata- $'!' ^X^^SSX
se com O capitSo Dminos AntO-lminha affectuosa, ecordealam.sadeeg.ati-
niode Azevedo, o'u com o consig- o. despedidas, que PO'-J"'eo e,d
. ', .,. que me resta Ibes envo. Na corla do mo oe
na tarn Luu Jos de oa Araujo ,
ni ra da Cruz n. 33.
Para a Baha sahe com a
raaior brevidade possivel, o hiate
Amelia i para o resto da carga e
passageiros, trata-se com os con-
signatarios Novaes & Companhia,
na ra do Trapiche n. 34.
I ra o Kio de Janeiro, vai
Jauolro, ou aqu, se a providencia permettir
que eu volte, lerme-hao aempre a seu ser-
vico. O Vigaiio Venando Hennques de Re-
zeode. .
Roga-se ao Sr.largino Jo-
s das Neves, deapparecer na ra
Nova n. at, a negocio que muito
Ihe interesas.
- Principios de Direito Mercsnlil e leis de
mentira, desuna Jo ao commercio divididos
em 8 Halados elementares : a quem convier
sahir COm 0 maior brevidade pos-procure na ra doViganooo f. andar do
sivel, o bem conceiluado e veleiro
patacho nacional Yalente ainda
recebe alguma carga : quem no
mesmo quizer carregar, embarcar
escravos, ou ir de passagem, en-
tenda-se com os consignatarios
Novaes & Companhia, na ra do
Trapiche n. 34, ou com o capitSo
Francisco Antonio de Lima, ne
prac do Commercio.
Avisos diversos.
Hotel Recife ra d> Trapiche
n. 5.
Neste Ilota! se encontra com limpeza e
perte\;to diferentes qualidades de iguanas,
vinhos de todas as qualidades, cerveja, re
frescos etc. Tem quarlos e salas decentes,
commodtdsdes para hospedara de quaes-
quer pessoas que nelle quierem eslar,
por todo lempo qua lba convier, lulo
islo por commodo preco. A casa he fresca
i salubre, qualquer nacional ou eslraugeiro
queso quizer aprovettar das commodida-
dus queolferece o referido estabelecimeuto,
pode a elle se dirigir a qualquer hora
Neste mesmo eslabelecimenio e foruece
com todo o aceio, e pelo mitis comino lo pre-
co possivel o provimenlo diario para mesa
da qualquer individuo, ou familia ; ou so-
mente a I mocos, janlares e ceias segundo
convier sos interessados : assim como se
encontrar comida avulce a qualquer hora.
Alinelo aos viajantes.
Tiram-se paseaportesna ra das Trinche-i-
ras n. ti por baiiltssiino preco ; passaporto
para fra dolmoerio por 33,000 rs. ; para
dentro 90,000 i*. Tamben. Hram-se folhaa
corridas livre de despezas por 5/rs., tilulos
de residencia, livre de despesas 6,000rs.;
tudo com promptidfio.
--Os devotos do_INiis /.i-ri-s, erecla na matriz deS F>ei Pedro Con-
nives do Recite, fazem sciente a lodosos
seua devotos, que a sus fesla lora lugar a-
mauhSa, 2 do Cnente.
-- Precisa-se de urna ama deleite: na
ra Ja Cedria do Itecife n. 9, aegun Jo andar.
Precisa-se de um amassador, que aeja
perito em sus arte, para o Rio Formuso, pa-
ca -m- bem i a tratar no Forle do Mallos, ra
do Burgos n. 31, padaria.
- I) -sappsreceu no dia 99 do abril do
crrante auno, do lugar Pont* da Praia, da
freguezia de Muribeoa, o eacravo Caetano ,
com os signaos seguinles, estatura media-
ra, seccu do oorpo, falta de um deule na
Irenie do queixo superior, est presente-
mente com uns carbnculos as ndelas,
levou uo corpo camisa de Macado azul, ve-
Iha, ailuura velha de algodBO'ioho, chapeo
de couro velho, e n'un.a trouxa a ropa se-
guinte, csmisa dealgodSo azul, nova, si-
loura de algodSozinho, nova, urna camisa
de madapolfio, nova, urna caiga debrim de
listras ja desbotada, duas jaqueles, urna de
lirr-lanlia o oulra dn riscadu, t bnele e tai-
vez mala slgoms ropa, he tocador de ma-
rimba : roga-se aos ca|it5is de campo, e
as autoridades policiaes a apprehensSo do
dito esersvo, deven lo ser entregue a seu
senhor, moradY no lugar ja referido, aoa-
baixo assignadn, que recumpei.sar gennro-
samento. Miguel Archanjo Lopes da Fon*
secs.
Joaquim Lones de Almeids, vsi a Por*
lugal traiar de sua saude.
D. Anoa Isabel de Souza LeSo, declara
quenada deva por seu Uado marido, Anto-
nio Francisco dos Santos Draga, ao Cassl do
Sr. Jos Mana Guncalves Ramos assim
como, que em novembro de 1-49, era cu-
tio seu finado mai ido, devedor da quantia
de 46,000 rs., e nao da quantia de 91,000 rs.,
como consta das receitas com seus presos,
ss quaes eslSo pagas.
Innandlde da Gloriosa Santa Rita de Cassia.
Pelo presente convida-so s todos os Ir
rnSns da irmandad* da gloriosa Santa Rita
de Cassia, paia que Oompaiecam no consis-
torio da mesma igreja, as 8 horas do dia 9 do
mez rorrete, a fim de proce ler-se a rlei-
c-.ir, dos novos funcelonirlos, que hSo de re-
ger s mesms irmanda Je no annO de 1859 a
853.
O aballo Ssignado, fabricante de cl-
cheles nests cidade, faz arente aos seoho-
resqun comprtm desta f.zenda, que este-
jam ceilos, que cornprando fra de soa fa-
brica coicneles de nmeros grossos, elle fa-
bricante nSo vender os numeros fios pas
sobrado confronte acass n. 95,achar* o ven-
dedor.
Preciss-se de um caixeiro p*ra ve ida,
mala nSp se quer que seja muito deligenie
nem muitofluon.ein qua lenha miiil cancei-
ra,que he para a Jministrar oulro.e paga-sa
iimii, que n convier annunc'
ap Precisa-se de duas amas sendo urna 9
O de salla, e oulra queentenda bem de
9 cozmha, para o servico de urna casa m
fjt de pouca familia, oSo se duvidar pa- 8)
0 gar muito bem, f.zendo estas tu -las (J>
t as vontades,e que sirvi com gusto a a)
fi scus amos, na ra do Caes por drtazaaj)
sjj da ra do Brum nico sobrado que fj
*l tem, sendo de dous andaros piu'.ado
9 por fura de vermelho, acharBo com m
9 quem tratar, ou entjo na ra do Vi- a>
*B gario n. 9, se dir quem he que pre- f
A cisa. ?
-Malhias de Azotado Villaroucu ombarca
para o Rio de Janeiro o escato pardo ile no-
me Bazilio, remeltido da cidade do Ico pro-
vincia doCeara, por J>s Joaquim Otoo.
- Luiz Antonio deSiqueira embarca para
o Rio de Janeiro o osciavocrloulo de nome
Vicente, remeltido da cidade do lo; provin
ca do Cear, por Agostinho Maitins Mo-
reirs.
Precist-se deum pequeo para csxel-
ro que seja diligente e fiel, dando fiador a
sua conduca, naga-so bem o seu ordenado :
a tratar na ra estrella do Rozar jo n 43.
Na ra do Sol n. 7, se dir quem d di-
nheire s premio sobre penhores de uuro, ou
prala.
Precisa-se do um minino de 13a 14 an-
nos, para caixeiro de venda : na ra da Guia
n. 9.
-- Napolen Gabriel Bez & Companhia era-
barcam para o II i i de Janeiro os seus escra-
vos seguinles : Izabel creoula, Manoel e
Joaquim pardos.
II Uomons, embarca psrs o Rio de Janeiro
sua escrava creoula,de nomeAnns.
Jos Luiz Pereira embarca para o Rio
le Janeiro a sua escrava creoula^de numu
ClauJina. < ~
-- Jos Ribeiro de Brito, previne ao corpo
do eommeici, que o Sr. Icio Lucio da Sil-
va He'gulhlo deixou da ser seu caixeiro, e
que agora he o competente para recebar
qualquer conta de sua pronca, o seu Caixei-
ru o Sr. Miooel Izidoro deliveirs Lobo.
Roga-se a quem adiar ou for oferecida
urna conxa de prala de tirar sopa, tendo na
concha junto ao cabo urna raxa ja abarla, o
favor de levar a ra de Hurlas o. 93 que ser*
recompenssdo.
--Troca-se urna casa terrea sita na na
estrella do Rozaro por outra igualmente
terrea em diversa ra : quem quizer e Ihe
convier annuncie.
--Aluga se urna osa de sobrado muito
nova o pinta la a mo Urna onde morou ago-
ra ltimamente o Sr. Alfonso Jos de O.i-
veira, no principio da ra de S. Rita Nova
a tialar com seu dono da psitedamar.
Sabbado I de maio pelas 4 horas da
larle.ua porta-da casa de residencia do lllm.
Sr. [ir. juir doa ausentes, vai a pra^a o pa-
tacho Herminia, avallada rom lodosos seus
pertenc-s em 733,(00 rs. As pess i l que i er-
lenderem o mesmo patacho. deverSo com-
parecer a hora disignada, a o poderlo ante
examinar, no caes d llamos onde sa ach
aucoiado.
-- Precisa-se alugar mensslmente urna
preta esersvs de boa conducta capaz de to
J-mar conta de servicos miemos e da rus, pa-
ra urna casa esliangeira de pouca familia :
quem tlver querendo, poder procurar na
fu di Cruz o. 7, 3 andar para fazer seu a-
juste.
O Sr. Jos de Souza Mon-
Ifiiro, alfaiale portuguez da ra
das Cruzes, queira vir, ou mandar
pagar o que deve ao abaixo assig-
nado, desde o anno de i84& e
em quanto nSo o fuer ver o seu
nome publicado. Antonio da
Cunta Soares Guimaraes.
O abaixo assignado, vendo o snnoncio
do Sr. Antonio da Cunhl Soares Guimaraes,
inserto para Ihe pagar, nSOsiqUe qosntls, decla-
ra que n vida a provar o aeu debito no tribunal com-
petente. Jus de Souza Monleiio.
No da a 5 do con en te, c por
occasiao de ser mandada as Cinco
l'ontas, a recado de seu .-enhor ,
>' i ti n cuto dos que elle ndo fabrico J, fisto
Ihelazer islo differehQa, dalo faz sciente.
fmrsiHodequeseschamavendaumapor-ldesappareceu urna preta, de nome
caoavuisa de iguaes pezos de numeros i, I Anglica, nacao Hebollo, repre-
2, 3e 4. Rento Candido Botolho deA-l f _*. _V o 4 ^j
uredo. I sonta ler de a5 a a annos de ida-
de, estatura bau, olbof grandes,
beigos gressos, tem no peito urna
coroa, signal do baptiimo^ d sva
liarlo, e he bastante regrilta, le-
vou vestido de chita roxe. e panno
da Costa da liara branca e azucs:
quem a upprehender poder le-
va-la a ra do Vigario n. 19, se-
gundo andar, casi de Machado &
Kinheiro, que receber recompen
sa anloga ao seu traballio.
O abiixo assignado, faz BCi
ente aos seus devedores, que ate
o fim de maio, queiram vir liqui-
dar o que Ihe devem, e findo,.este
praso, cntao nao lia ver queixa na
iiublicagSo dos seus nomes. An-
tonio da Cunha Soares Guimaraes.
Frecisa-se de urna ama, pa-
ra criar urna crianza de a mez es ,
que tenha bastante leite e seja
carinhosa : na ra do Yigario n.
19, terceiro andar.
--Roga-se a quem for offerecido um dida
de ouro.com baataote peso o Armado com as
letras M. R. G.. -o qoal auppda se ter sido
furtado por urna preta : queira apprehen-
de-lo e mandar a esta typographia, que sera
gratificado. t ,
Rl valho, cidadSo brasileiro, retira-ie
para onde Ihe convier, e como es-
t certo nada dever,se acha desem-
barazado, com tudo faz o presente
annuncio, para que se alguma pes-
aos tem a alegar, se aprsente no
praso de 8 dias contados da data
deste.'
-- Aluga-se um negro, muito fiel, pro-
prio psra lodo e qualquer servico : quem o
prelen ler, dirija-so a ra Nova, loja do Sr.
Augusto Colon.bier, que achar com quem
tratar. ,
- Roga-se aosSrs. Manoel Jos Perefra,
empregado abordo do patacho Valente, hoje
nesle porto, al) R. F. P. 0 favorde virem,
ou mandarem a ra da Cadeia n. 7 pagaroiu
oque se acnao a deverao ex-eslabelecimn-
to de Francisco Gongalves da Silva Pereira.
-Corslando que a mesa actual da irmsn-
dsde do Senhor Bom Jess da Via Sagra da
igreja ue Santa Cruz, pretende vender o ter-
reno da mesma irmandade, contiguo a Igre-
ja, previne-se pelo presente, que ninguem
fa^a negocio algum com o dllo terreno por
compra, ou hypotheca, visto oomo no ca-
be nasatlribuices sla mesa, fazer seme-
ihante negocio, sera delibrelo de urna
mesa geral composta de toda airmandadej
pa-aque nioguem achame ignorancia
so fsz o presente annuncio, s fim deevita-
rem-s- pleitos judiciaes do revindicac8o.
Anda esta por arrendar o engeuno Li-
moeirluho, silo na beira do rio Ipojoc, ne-
guezia de. S. da EsCsda, moenle e corren-
te, Com animaos, casa de bagasso, olana,
casa de purgar, de pedra ecal, assentanen-
10 de fazer relame, cass e sndsme para pur-
gar o mesmo, um tanque que leva para ci-
ma de 600 cargas de mel, cercado todo fol-
io de vallado ; tambem se arrend com 40
animaes de roda, e ven ie-s a safra com fir-
mas a conteni do srrendanlo, na praca :
quem'p pretender, pJe procurar no mes-
mo engenho, seu proprietrio J0S0 Francia-
co de Oliveira.
O Sr. Manoel Vaz do Souza Leo, fe-
tor, ou lavrador deengenho, mande pagar
urna letra da quantia de 48,860 rs., vencida
em 18 de novembro de 1849: na ra do Cres-
po n. 19.
Os senhores que devem contss ja son-
gas, ns loja da ra do Crespo, de Jos da
Silva Campos & Companhia, mandem pa-
ga-las, esperando que assim o fafam, para
nos poupar o desgosto de os mencionar por
este Diario, sem eicepao de pessoa, e in-
Jependento disto serio entregues a pessos
para ss cobrar judicialmente.
Rodrigo da Costa Carvalho, tendo de
fazer urna viagem a Portugal, faz publico ,
que durante a sus ausencia, drlxa por seus
bastantes procuradorea, aos senhores Delll-
110 dos Anjos TeixeirB, em priinel'ro lugaf;
Antonio Alvas de Miranda Guimaraes, ehi
legundo, e Fortunato CarJozo de Couveia,
am terceiro, aos quaes legou lodos os pode-
res necessarios, para cuidarern de todusos
seus negocios tsnlo commercises como
judiciaes ficsn-lo na adminislra(ao de sua
cass seu caixeiro, Jos Antonio Pereirs Re-
g, debaitodasdelerminsfes. do primeiro
procurador. ,
l'recisa-se saber se exisle
nesttt cidade, ou provincia Luiz
da Cunha, filho de J0S0 Luiz da
Cunha, e sua mulher Thereza Lou-
ren? da Cunha, do lugar da Por-
tella, freguezia deS. Pedro de Hii
ba doMouro, nr.vincia do Minhd
do Reino de Portugal, vindo de
Lisboa no anno de 1817, ou i8a8,
sendo pela allirmativa pretnde-
se fallar com elle, ou com quera
d noticia, a negocio de seu ule-
rease : na ra do Trapiche n. 34-
mercador de pratos, res
ponde ao rocciro Manoel Caldas
Brrelo, que na sua loja da ra di
Cadeia numero 6 beque Ihe de-
ve mandar satisfazer o seu de-
bito pois alu he que o contraio ,
e nao emS. Amaro JaboatO no
engenho Macuj, como declara no
seu aununcio de i3 do corrente.
Mcates e boceteiras.
O arrematante do imposto dos mscales e
boceteiras, de novo convida aos queaiidam
vende ido pelas ras dests ciJaJe e seus su-
burbios, fazeodas e miudezas, a vrrem ti-
rara competente licenga, sam aqual olo
pode ni andar vendando, pois nSo aa entende
s por fazendas e miudezas aquellas qua
sBo medir-se seria isso um absurdo nenes-
sano, a vista do que provino aos quo por
nBo trazerem taras eafilcOes e etc., as-
sentam de que tambem uto devem llrarar a
respectiva liceo?a; poia do cooira'io sofTe-
ro as penss da lei, visto o arrematante per-
lur com le noo sysiema de quahficacSo
Manoel (jmillo Prea FalcRo, nada de-
ve a lllm.* Sr.* 1). Mana Francisca de Souza
Hamos, pois a conta que tiniia com o seu
mando o Sr. Jos Mana, fui paga palo Sr
Cassisno Alberto I'imoula em 1W0, do que
tem documeulo.
Garidade sem limites,
Sciencia sem privilegio
a
Francisco de Paula Carueiro
LeSo, reside 00 aterro da Boa Vis-
ta n. 16, onde olTerece-se para
corar homeopticamente as se-
gu rites enfermidades ,- e no cu-
rando nSo tem direito a neribum
pagamento sendo chamado lojo
no principio da molestia e nlo
tomando o doenle nenhum medi-
camento alopathico e mesmo ca-
sero. Ferimentos de bala, ou de
quaesquer outros instrumentos
grandes quedas ou pancadas por
maiores que sejam, respirando a-
inda o paciente; pleurizes, os mais
agudos e violentos ; febreamarel-
la, disenteria sangunea, bexigas,
sarampo, e sarnas inda as mais in-
tensas e rebeldes, erisypellaa, to-
da molestia venrea ou syphUytica
bobas, seja de que carcter forem;
t'heumatismos agudos, e em geral
todas as mais enfermidades em
tempo que possam ser curadas.
-- Precisase de um cixeiio psra vende,
le 10 att annos, que d fiador a sa con-
ducta : as Cinc l'ontas n. 40.
-Aluga-se casa de sobrado de 1 an-
dar que tenha aolo. e aeja frnsoa, Com c-
modos para grande familia, ten 10 quintal,
nos bairros eguinles : fregue/ia de S
Antonio, no Recite, ou na da B ia-Visla em.
ras boas : a fallar na ordem 3' de S. Frau-
cis'co sobrado n. 6, a qualquer hora do dia.
OSr. Jos Geraldu de Urna, queira di-
rigir-sa loja da ra doQueimado n. 14, pa-
ra ultimar certo negocio.
.t. A. Poirsoo, retirs-se para fra da
provincia.
Aferic5se.
OsrremHantedas afences desle muni-
cipio do Retf", fsz certo s quem interessar
queseacha rveodoas faricOes do corrente
anuo, e que nSo se guarden todos para o
fim, pois o lempo marcado breve se ultimar
e para que nao se chame slgum a ixnorsucia
faz publico pelo presente annuncio; o mes-
mo arrematante aproveita a occaaiSo para
de novo convidar aos que vendem pelas roas
desta cidade e seus suburbios com medidas
e pezos, sem ellnco do corrente anno de
1859 que veuham aerir; pois do contrario
nflo se queixein visto prejudicarem ao
mesmo.
-- Aloga-se, porcommoJo preco, acass
aiianilla da rut da Prala, onde leve o Ihea-
tro, em caixSo, oropna para alguma repar-
ticfJo publica, como sessso dos Jursdos, ss-
la de audiencias, etc., ou psra alguma so-
ciedade, escola de meuioos, ou ssla de den-
sa : a tratar no aterro da Roa Vista n. 10,
ou na ra doQueimado n. Si.
Precisa-se de urna ama de leite: na rus
da Cadeia do Recife n. 9, segundo andar
Troca-se urna imagem doSennor Cru-
cificado, por prejo commodo : n ra d.5
Horlasn.89,
OITereca-se um moQO p*r caixeiro de
rus quem pretender, dirija ae o beco do
Capim, venda n. 6.
-- Napolen Gabriel Bez i Companhia,
embarcSo para o Rio de-Janeiro, o seu escra-
vo, de nome Jo*, creoulo.
-- Jos Joaquim Dias dos Prazeres, em-
barca para o Rio de Janeiro a sua es-
crava de nome Luir.
Precisa-se alugar nm preto no bote-
qulm da Cova-da-Once, para Aserv?) do
mesmo.
Roga-se a pessoa, que do correio tirn
urna carta, com o nome do abaixo assigna-
do, de n. 1565, o favor de a mandar entre-
gar no Recife, na ra da Cruz n. 98, ou an-
nuncie, sus morada para se procurar.
Jos Carduzo da Silva Pinto.
-- Avlss-se segunda vez ao Sr. relojoeiro,
que morou defronte da matriz de 8. Anto-
nio, que annuncie a sua nova morada para
se procurar um reloglo, que se Ihe dsU para
concertar, ou tnande-o a trsvossa da Con-
cordia o. 5.
-- Autonio Vieira do Carmo vai a Lis-
bos.
Francisco Tavsre Lims, re-exporta pa-
ra o Rio de Janeiro, o seu esrravo creoulo
de nome Rayraundo. chegado a poucos Olas
do Rio Grande do aiul com o seu cometeme
pessaporte.
AJuga-ae-um rmasem, oucaaa ierres naa
ruaa aagulnie.: travs da Madre de Deoa, A-
inoriir, Moda,, Lappa.ou Coala; ai.I no lar-
go da aaseuibla n. S.
Casa afortunada.
O cautellsta Antonio Jos Rodrigues de
Sozs Jnior, contina a pagtr os premios
sahidos em seus bilheies e Cautelas, vendi-
dos em ua Injs de feTSgens na ra do
Queimado n. 37 A, e lem exposto a venda
pelos procos abalo, os seus bilheies e cau-
telas da a lotera do thettro de S. Pedro,
do Rio de Janeiro, s qoal correu emOdo
correte mez de abril, cuja lista deve vir
no vapor que sshirs|uo dis -J5, e deve cnegar
aqui no oa 3 do mez de maio emdiante;
recebe Bm pagamento bilheies e cautelas
inclinados do Rio de Janeiro, ou dests pro-
vincia.
B Ihetes 22,000
Meios bilhetes n.""
Qua.tos 3-500
Oilavos a,8U0
Vigsimos i300
Arrsnjsm-se oalias eom smenles de
todos os vealaes do pas, assim como cal-
zas com plantas vivas, contando Catas, ar-
bustos e arvores para seren esportadas: na
ruadoColJegio n. 11 das II horas da ma-
nbSa as 3 da larde nos dias uteis : lamben.
se vendem plantas exticas de fructose flo-
res para o paiz.
No pateo da Ribeira deS. Jos, sobra-
do o. 15 na loja, lava-se e emgoma-se,
com toda perreicao e acsio, e por preco
commodo.
-- <; -riru les Magna da AssumpcSo, sub-
dita portugueza, relira-se para a Evropa.
O procurador da cmara municipal
dests cidade do Recife, faZ publico a todas
as pessoa* que liverem a seu cargo euterra-
menlosdecadaverea no cornil-rio publico
que se dirijam ao passo da mesma camais
lodos os os* ulels dss 9 horas da mantilla
as 9 da taide para obtenan as guias que a-
ITm rapaz brasileiro com.ilgnma inlcl-
ligaocia das primarlas, se olTereee par* cai-
xeiro de loja ou ermueai de ssucsr ou ou-
tra qualquer arrumando, anda anesmo fra
deata praca 1 quem de seu prestio se qui-
zer ulilisar snnunno.
O 8r. J0S0 Nepomocgno ferrelra- de
Mello, lem urna carta na pfaca da Indeden-
d*ncia, llvrarlans. 608 a>
Na noite da 91 do corrente roubaram
doescrlptoriodo abalzo assignado, oa ru*
da Cruz do Recife n. S9, primeiro andar,com
chave falsa ou gazna o segulnte :510 000
rs. em dlnhelro, um reloglo sabonete de 00-
ro patente suisso com os signaes seguintes:
mostrador de porcelana com ponteiros de
segundos de a50, sendo o emblema da ealxa
um homem teotanJo asssssinar com om nu-
nhal que tem aleado na n.So dirrila a urna
mulher que segura peloa cabellos com t
mflo esquerda e nutro homem que suspende
o golpe agarrando no bra(o, na cana de*
baixoheum lefio sentado; sssim mais am
outro relogio abnete de prata. Roga,por-
talo, aos Srs. relojoelrns, e a qualqurr ou-
tra prssoa a quem lr ofTereci-l > os dilosro
logiosdeapproheude-losque serSo bem re-
compensados; assim comoioga as autorida-
des policiaes a captura doladraoouladroes,
e assim que lancen suas vistaa para esta
l'.-.iri'n. Domingos Alves Malhros.
Joo Bsptista Cainpiano, subdito da sus
mageataoe Sarda, relira-ae desta provincia,
para aa do Norte ; o mesmo julga nada de-
ver esealguam sejulgar credor.pode dirigir-
se a ra da Madre oe Dos n. 36, em casa do
Sr. oo Tavarea Cordeiro par ser pago, Is-
to al o da C do vindouro mez de maio ; o
mesmo sproveila o ensejo para se despedir
detodoso* amigos, agradecendo-lho aa bon-
dosas maueiras com qoesempreo trataram,
[ollerecendo-lhf o aeu diminuto preslimoeni
qualquer parte que se ache.
Uesappareceu do segundo andar do so-
brado do alionada Boa-Vlsts, n. 26, um pe-
riquito bom fallsdor j julga-sa ler voado pa-
ra algum dos sitios do Hospicio ; quem o
pegou, querendo restitui-lo, d.rija-se so dl-
lo sobrado que sera recompensado.
) -- Tendo-se dosoncaminhado urna letra da
quantia de rs. 911/700, aceita pelo r. Jos
Manoel Gmese endossads peluSr. Julio da
Cunna Re.a a favor do Francsco AOlonio
Curris Cardoso roga-se a quem a liver s-
cnsdo o favor de a restituir visto ja estar
prevenido o endosssnte para uo pagar dita
lellra senSo ao propno dono,
Precisa-se allugar um maleque de 10 a
13 annos de Idadeein casa de James Ryder &
Companhia : rus do Crespo n. 6.
Tiran.-se passaporles i-ara lora ou den-
tro da Imperio, na ra do Vigario n. 31, se-
gunda andar, asslmcumo ttulos de residen-
Vvfffffff#ffftffVff
cae 1 eollelo daa Y*fe dss fsbolas de
U FonUine: n. Iravwd da Concotd..
n. 5.
t*>
:*
<*
ta>
i*
w
*
Botica homopathica.
28 RA DAS CKUZF.S 28,
S Dirijlraporem pharmaeeutico
^ approvado, ^
a> Este estabelecimento possue todos 4
a> os medlcsmentos st agora experi- -su
" mentados, tsnto na Europa como no .
Brasil, e preparados polss michinss *
da i n venc o do Mr. Mure. .:
PRECOS. ^
r/'ij carliirat homiopalhieti. ^g
Etncarteiras de 12 tubos grsndes 19/ g
a a 21 20/ af|
a < 2* pequeos 15/ -au
Tubos eseolhidos (cada um) IJf J
Tinturas de medicamentos em
frascos de 1 \-i onca (cada um; 2# J
Ha mais, alem deslas, outras muitaS 2
c.iixas cim glbulos n tinturas por ^g
precos vsriaveis, conforme o tama- .g
nt.n ea qualidade das caitas, e a ^
t*> quantidade dos remedios*as as suas *> dvnamisacilea, etc.
*> AVIAfl SE GRATUITAMENTE
* para os pobr s, todas as receitas que
j para ali mandar qualquer professor.
.A**i**A*4:Jl**A*******
Kogu-.se aos senhores Ma-
noel Caldas Brrelo Francisco
Xavier Carneiro da Cunha Cam-
pello o obsequio de apparece-
rem na loja n. 6, da ra da Ca-
deia do Recife, que se liies deseja
fallar.

Compras.
-Compra-s a histnris de Carlos e Fannin,
ou dous meninos perdidos em nm ilha in-
gler.a,quem a t.ver em bom eatadoe a quizer
.-un ler annuncie o prego e aua morada para
ser ptrtcuTsdO.
Cumpram-se 2 mulatas de. 14 a 90 sa-
nos recull.idas, de bonita1 lisuras, o que
lenham habilidades: na casa do madiiiin
Rusa llardy na ra Nova n. 31.
Compram-se a prelss mocas
de i5, a jj annos, bonitas figuras
e de boa conducta ; sendo urna
perfeita engommadeir e cosinhei-
ra, e outra mesmo sem habilida-
des: agradando nSo se ollia a pre-
co paga-se tnuito bem: na ra
Nova n. s3, loja.
Compra-se Uttia renaci de loj* fran-
ceza, ou mesmo algunas pessas separidas
com t-ntoquesejain mo lernas, eenvidraa-
da,e que ae posssm armar em qualquer par-
te,quem a t.ver anuui ci.
Compram-se em bom uzo uns srreios
para um cavallo de puchar ca roca :em 3. A-
niaro venda llraz da fundalo, oU annun-
cie.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs.
Na loja de miudezas da pra?a da
Independencia n. 4, Tendein-* bi-
lhetes inteiros, meios, qeartos, 01-
tavos e vigsimos, a beneficio da
4. lotera d> theatro de S. Pedro
de Alcntara, espera-se a liat* no
primeiro vapor.
Vende-se Retn* de ngleo de molld
superior qualidade em arrobas* 6,190 r*.,
em libras a S20 rs. : na ra da Cadeia do Re-
cife loja de ferrageu* n. 53.
-Vendem-seos mais approvado* charutos
da Baha, denominados primores, regalos,
medianos e cassadores pelo preco o mais
commodo possivel, e se a6soc ptima
qualidade : na ru da Cruz n. 26, primeiro
andar.
9* Sala de sorvetes para homens
e aenhoras.
Na ru* estrella do Rosario n. 41, continua
a ter sorvetes todos os nia* da* 11 hora* do
da a toda polte pelo preco de 160 re., ba-
vando sala para homens,o para senhores com
entradas indi-pendentes.
Vende-se um esoravo mnsioe bonita D-
gurs ; no rateo do Terco o. I39.se dir quem
vende.
Feijfio novo a 9,300 r*. 1 sacca com 3|.
Vende en saceos Com 3 quarlai de feijlo
medida velha, a 2,M>0 ra. ca a aacea, no ar-
ina/o 11 de Guuva & Das defronleda eaca-
linha da alfandega,a elles antes que ae aca-
be,pois he bsrato e nSo est furado.
U antigo barateiro da ruado Cres-
po n. II, vendem-se os seguin-
les livros :
Chronica da RebellSo praelra de 18(8,
1849 novo e encadernado, AparicSo da revol-
ta praeiraem Pernambuco por Urbano Sabi-
no Pessoa de Mello, Breviario qnalro vola-
mes em uln s tomo, 6,000 rs., Peloija ha vi-
da entre o diabo, urna alma e S. Miguel a
160 rs Cornelio, aluslio eScletas a 640
rs.,Noveles bsratas para quem quizer ler por
pouco 1lin11e.ro, Due.to Mercantil por Silva
Llsbos seie volumes e.icadernedos em dous
tomos, muito baraljo.JJajtro Sem quej le-
ve e AKora na tumlOTPpuMlenegadoa, por
Jos da Silva MeniMfllBak Jqjior. O homem
da masera negrs'^iWu^gajjSna pe^as, e trs-
gedas d* varios authorM, e de presos mui-
to em oonta na mesmajla se vendem ve-
rlas 1.liras de il 1 Ifereutesautores para recreio
e instrucfOo da moeidsde : assim como va-
rios livros de idioma AlemSo.Manual dospa
ociantes, 4/000 encadernado Cnticos p*v
irioticos, por A, B. Gitirana Costa, cdigo
commercial brasileiro.
Vendem-se eaixinhss com 120 dazias de
carrlteis de linha de 9C0ardas mullo supe-
rior em qualidades de ns. 40a 150, por 800
rs. a duzia e de ns. 19 a 120 por 700 rs. : na
rus da Cadeia do Recife loja de ferragens
n. 53
Vendem-se dous psres de manga* de
vidro, lisas: na ra de llorlae, sobrado de
um andar com varanda de ferro, n. 70.
Multas fazendas por pouco dinhei-
ro na ra do Crespo n. 6.
Cortes do brim escuro do puro linho a
1,440 rs., ditos de listrs do bom gosto a 9,"00
ra., dilo amarello a 1,800 rs. riaoado do li-
ndo proprio para calcas o palitos a 900 rs. o
covado, panno fino preto a 3,000 4,000 ra. o
covado, pessas de chitas escuras co o M co-
vados a 4,510, 5,000 e 5,500 rs., caoibraie de
filos com 81|2 varas a 9,400 e 3,500 rs. a pes-
as, lencos de cambraia de linho a 400, 480,
e 560 ra. proprios para mUo, riscados asaen-
lados em algodSo muito eocorpado proprios
psra esersvos a 160,180 e 200 rs. o aovado,
zusrte azul com 4 palmos a 200 ra o coya-
do, e muitas mais fazend** tor prec,o corrl-
modo da loja cima referida.
Novo diccionario e lioguagem da* flo-
res, das cores e das peJras precise*, eom a
lista alphabejWca das suas significares; a lo-
tera, c joB J*le* 9n '*aa ; o orculo daa llo-
res a lotera eo lelegrapho de amor, e va-
rias poesa* sobre o mesmo essumptoJ_Esta_
curiosa e intereasante ubrin.ua, vende-se no
psteo do Collegio lujz-do' livro azul, a 160
rs. cada wna. '' .
*--V*nde-se um bom aortimento de vallas
de/composicHo.em caixas de 95 libras,de,6
e'S em libra : e-n casa de C. J. Astley *
Companhia ra do Trapiche n. S.
-- Existe no escrintorio do corretor Oli-
veira, pnrcSo de mobilia tanto de Jacaranda
como d'amarello, consislindo em sof, me-
zas redondps, ditas de jogo, dilss de abas,
para sofs.e de gavetas, consoloa, commo-
das, lavatorios, ricos loucadores, e toileles,
marquezas, cadeiras, cana.c, carteira do
urna face para eaeriptorio, porQo d eStaja*
para costura, carteiras de charopara biHia-
tes de visita, caixinha da coatura com mu-
sica, vasos para Dures, cma busaola, urna
espingarda de 2 canos para caca, e outros
mullos objectos, que tuJose vender parti-
cularmente para frdiar cuntas.
Vende-se calda de tomates,
novamente chegadt na ra da
Cadeia Velha n. i5, loja de Bo-
urgard.
-| Vende-se feijSo mulatinho, muito no-
1-1 vo, em ssccaa de alqueira, medida velha,
sacca : ua ru da Cadeia do Re-
19,000 rs a 1
~ Compram-s2 venezianas uzadas para clre n. t9, segundo sndar
' n.l .. Vende-
janells de peitoreti na rus do ueimado
n. 14
Compra-sel escravas pretas, reco- *t
Ihilas, ou mesmo de cor parda nflo SBJ
sendo de mais de 16 a 18 annos de
_ idade, e com bastantes habelldades, e
m de 11.inln l.nnit.s figuras, sondo como
declara-se ueste annuncio nSo duvi- a*)
da-se pagar muito bem ; quem as ti- ea
ver dirija-se a ra do Caes no Recife
por delraz da rus do lirum casa de
Sobrado de dous andares do Cuoh* SJJ)
SJJ padeiro, que acharan com quem Ira- }
Star; ou na ra do Vigario n 9, escrip-
torio de Carneiro & Ramos ijk
dias santos e domingos, na ra uo .-seuo | V>*J>fta>t9 ##A99ftt#
n. 17. Compra-se um relogio ue ouro bom re
Precisa-se de olllciies de laloeiro : na guiador: oa rUa do Collegio .1.8,
ra Nov. n. 38. | Compram-8B as memorias do medico, a
l'.ecisa-sa de urna ama para o servido o retiro espiritual, em bom estado : n* prac*
de compras e eogommado, de orna casa de da Boa-Vista botica n Si
duaa pessoas de familia : na Ponte Velba -- Compra-se urna escrava creoul que
d. 14. ssibi bsm cosinhar e engomsr, de 16 at 26
D9o-se pequeas quantias a premio, so- annos que oSo tenha vicios nem achaques,
bre penhores de ouro.e pratt: na rus da 80- paga-ai bem : na ra do Amonm n. 95.
ledade sobrado enligo n. II, a qualquerho- Gompra-ae um eacravo creoulo de 90
ra do dia. at lOannosque tiSo lenha vicios nem acha-
Jo paleo do Carmo n. 10 precisa-se que par* servico d cass,que seja forle 1 ns
alugar urna preta escrava, que engorme e ra do Amorimn. 95.
cuz.uhe, paea-ee bem, para servir a urna s -- Compra-se urna cas terrea em ra
pessoa. principal, e que esteja bem construida, sen-
-- Quem quizer negociar tres ricos ro- ro no bslrro de Santo Antonio: a traiar na
quetes crespos de cambrais de linho, dlli- dua do Livramento n .
ja-seao pateo do Caroso, sobrado de aman- Compram-se a* fbulas de La Kontaine,
dar, por cima da bollca, das 6 asada ma- slgumaa grommatlcss de Serene, om dic-
nhaa, ou daa 5 da Urde em diente. cionario portuguez por eonatancio, ou Foa-
._ se um psr de castices de Prata,
um cordlogrossodeOuro: na ru Nova loja
de alfaiale 11. 96.
Vende-se urna cas muito arejada n*
Capunga com terreno proprio, tendo o mes-
mo 35 palmos, de frente e da fundo 911;
quem quizer dinja-ee a ru Nova o. 63 que -
chara com quem tratar.
Vende-se um pianno onzontal, oom *
caia de Jacaranda e de muitoTioas vozer :
na ra da. mangeira n. 9, da* sete as 8 horas
da mohaa, e daa 3 as 6 da larde.
O que he bom cuita caro.
Na* otarlas de Jos Carneiro da Cunha no
lugar do CoelhO t-lha inferior a 30,000ra.
o milheiro, e ladrillo d.lo a 25,0 rs. ha-
vendo em algumas olana* visiones lew
uoerior s 90 ooo rs. eo Isdriinodlto a 18,
pera quem entenJer de barro,* censtrucso
e ouem quizer que e engae.
.- Vndese un ola de pao d'160 obr
nova f na ra da Lp n. 1.
Vende-se ums parda de 18 annos, en-
gomms, cose, cozinbe, lv de varrela, mul-
sadia i n* laa do Cano n. 36.
Chapees.
Vendem-se chapeos para senhora os mais
bonitos que aqui tem vindo, pelo preco de
16 000 rs. esda um: na ra do Crespo n.
ai! lola de Bajrnardino Mala di Silva.
i- Vende-se ffclha a 20.000 rs., lijlo de
ladrilho a 19,000 rs,, alvenaria batida a
25,000 rs., sendo de milheiro par cima,.a
d.oheiro vist : no Cocido olarla do Ka-
pozo.
!
k'1
Si
i!
i
t

MUTILADO


Trro eslantiado
nos pref o queo
a navio, ferro iuglez
m srcos folhas, e ludo

L
Admiraco.
Miltlidir* do Crespn,. 10, v*-**
rto Jliulo preoo de 1,500 di um,
callentes chspeOsde sol de panninho,
"uilo e-nWlade-.. par .chora e menina.,
obra prirris, elles antes que se "m.
. oeScriptorlodeManoelJoaqulm Ra-
mos SilM, O ra da Cadeia d,, Becife,
vnde-se por preco commodo cal virgeo de
I ishoa chegada no ultimo oavio, bezerrc>!<
liatro, mercurio, linlia de Ronz.relroz, ei-
cliaduras do Porto, panno e oesemlias
do Ha. ;..
Deposito de cal virgem.
Cnohi Wmorim, ni ra da Cadeia do
neciie, n. 50, vende-se barra eom supe-
rior cal era pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por meoo preco do que
em uutra qualqner parte.
Arados de ferro.
Na fundieo da Aarpra, em S. Amaro,
endem-se arado de ferro de direraoa mo-
delas.
Casa de commissSo de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
ie de commissSo, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
o que se offerece muitas garaptias
a seus donos : na ra da Cacimba
n. 11, primciro andar.
--Vende-se urna negra moca, boa coii-
nheira e quilandeira ; um carro de rodas,
para um, ou dou cavallos, e o bem conhe-
cido vallo cachito, mestre de carro, car-
roca, aela ecangalha : na ru dol.ivramen-
to o. 10. .
Voode-se na loja de chapeo n. a, ao pe
do arco de S. Antonio canoaa de borden
nbosendo urna de 25 palmos, 9 de trinla e
urna de 35 por muito barato preco, na mes-
illa tarabem se vende 33 travs de qualidade
e umcarrinho de mo desles da alfandega
vende-se tudo isto muito barato.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
doKecife n. n, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
"sim como potassa chegada ultima-
r-mente, a precos muito rasoaveis.
Agencia de Edwin Maw.
Ha ra de Apollo n. 6, armaiem de Me. Cal-
nioutSt Coinpanbla, acha-ae conslantemeote
bons aortlmDioa de taiaa de ferro coado e
batido, taolo raa como fundas, mocadas in-
eiaa todas de ferro para amuiars, agoa, ale,
dltaa para armar em madeira de todoa oa ta-
annos e inmlclloifnsJDa^ moderno, machina
burtiODlal iiari|>'oJ-j(jln forja de 4 caval-
los, coucoa,
pata casa de .
de cobre, eacov'
tautoem barras coi
por barato preco.
AGENCIA
*f\ da fundicao Low-Moor.
KUA DA SENZALLA NOVA N. 49.
Neste estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de motadas o meias inoen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos oa tamanhos, pa-
ra dito. *
No aterro da Boa-Vista, loja n.
18, defronte do tribunal do com-
mercto
Vendem-se caoibraias para cortinados a
2,200 a pec,a, ditas para vestidos a 1,800, chi-
tas finas e de corea fixas a 120 e 160 rs. o
covado, cortes de casemira de urna s cor e
de muito bom gosto a 4,000 rs., alpaca pre-
ta muito lina e de 46 polegadas de largura a
1,000 rs. o covado, riscados francezes cacu-
ros axadresados com 34 polegadas de largji,
o ti un faienda para o uso domestico, e tor-
na-se muito baralo.nilo s pela grande lar-
gura,que com poucos covados ae faz vestido
como pelo preco de 240 rs. o covado, brins
Be puro linho amarellos e escuros a 1000 rs
o corte, chales pequeos de muito bom gos
lo a 500 rs, chapeos de armario de lisien
muito fortes e grandes paraNguardsr o sol e
a chuva a 1,920, ditos francezrs muito linos
e modernos para cebera ST....- rs., e urna
grande porcSo de linhas de noVellos em ca -
xas de 20 librasdediflerenles nkroeros,oui-
"*~ tissimo OBtiiC; ia barato que ocomprado-
res se admirarSo. \ .
Vende-se moito sfZ'Xr ?noha de
Santa Catharina em sseess o 2,240..: : "*
ra da Prai, armazem o. lo. Na mesma\ca-
ss vende-se urna Uberna com poucos (mi-
llos na ra do Rsngel,e faz-se todo o nego-
cio.
Superiores luvas de pelica
Vendem-se superiores luvas de pelica pa-
ra senhor, ditas de ponto inglez para ho-
mom, sspaloi fraocezos de couro de lustro,
selim e cordavo psra senhora, tudo chega-
da qlti roa mente, do II ivre no Cont Roger :
ooctrrro da Roa-Vista, loja de calcado n
58, junto ao seleiro.
Vende-se urna morada de casa na rus
daPraiadeS. Frsn-isco.com 2 salas de fren
te, 4 qusrtos, sala de detras e cosinhs,quin
tal grande, em trras proprias ; oulra dita
na ra do Carmo, com sal adianle a airas,
3 qusrtos, quintal, em chaos proprios ou-
lra dita na ra do Coxo, com sala sdisnte e
atrs, 3 quartos, quintal muito grande, to
das na cidade de Olinda ; vendem se juntas
ou separadas: na mesma cidade pateo deS'
Pedro Novo, cass de D. Igoacia, e no Recife
na ra Velha n. 72.
Vende-se a typographia do
Diario Novo, propriedade di Viu-
va Roma a qual est montada ,
tanto de bonstypos, como de [le-
los, e de todos os utencis necesa-
rios a urna boa typographia : tra-
ta-se com a proprietaria, na ra
da Praia n. 55.
Grande porcao de azendas baratas,
na ra do Crespo n. i4, loja de
Jos Francisco Das, a 160 rs. o
covado !
Vende-se urna grande porco de chitas
moito (xas, de nuvos padrOes, com um pe-
Sueno toque de mofo, a 160 rs. O covado ;
ilas escuras cores de caf e de vinbo, e ou-
tras mais cores muito filas, a 200 rs. o co-
vado ; ditas as mais finas que tem appare*
cido no marcado, tanto em pannos, como
naa tintas, fazenda do ultimo gosto, a 340
rs.; rucados francezes de quadros, fazenda
muito Oa, a 200 rs. o covado ; corles de
chita francezas, com barra, a 3,000 rs.; ma-
rinos pretos de superiores qualidades, e
1,800, 2,500, 9,800 o 3,200 rs.; lioissiona al-
paka preta e de cores fazenda propria pa-
ra palitos, a 640 rs. o covado; algo 13o azul
muito largo, a 160 rs. o covado ; pepas de
breanha da rolo, com 10 vasas, fazenda
muito encorpada, a 1,800 rs. a pega ; assim
como existem oulras muitas fazendas, por,
presos mais baratos do que em outra qual-
qner parte; de tudo ae da rao amostras,
donando sana competentes penhores. .
Na rui do, Crespo n. a.3, loja do
barateiro, ha para vender a 12o^1
i4o 160 e aoo rs, covado "
cores
de chita escuras e de
' fixM.
yende-se tambem cortes d csmbrsis de
seria a 8/i>0q. ililas o* seda excocesa com 15
covados a 12/000, ditos de canrbraiH de co-
res com sslpicos adamascados e 7 t|2 varas
a 3/500, ditas do cassas de cores com 7 varas
o 2/000, ditos de casemira muito fina e roo-
deruss a 5/000, lencos de camhraia e seda
para grvate a 480 rs., aloaca preta o de co-
rqs a 640 rs., slgodBo azul com listras a 160
rs., riscadode linho multo eurorpado a 240
rs., e oulras muitas faiendss por preco mui-
to barato a contento dos fregueses.
Superior farinha de S. Matheos e *
muito nova,
Vende-se s bordo do histe Caprichoso, fun-
disdo em frente do caes do Ramos, e ni ra
da Cruz n. 34.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 90:000,000, 10:000,000, 4:000,000
2:000,000 e 1 .-000,000 de rs.
Naloja da Viuva Vieira & Filhos,na ruada
Cadela do Recife n,94, receberam pelo vapor
inglez Severn, as listas da 93 lotera do thea-
iro de S. Pedro de Alcntara, e 30 do Monte-*
PioGeral, pelo mesmo vieram os sfortunados
bilbetes e cautelas da 94. loluria do titea'
tro deS. Pedro, osquaes trocam-se por bi-
Ihetes ja premiados das loteras do Rio de
Janeiro e dos desta provincia.
Bilbetes 23.000
Meios '.OOO
Quartos 5.50O
Oitavos 2.80
Vigsimos U00
Vemle-se 400 bsrrlcas vailas, multo llm-
pas e escolhldas, e anda se di a permlssao ao
comprador de faier escolha conforme o .juste,
nao sendo este, o Karla, que com este nao se
quer negocio algum, e taiubein se vendem 20
inergulhos todos o mclhor poislvel, e alguna
cun cacboa de uvas, pira ae poder apreciar a
eicelleota qualidade do muscatel jaiiuim: na
padariada Santa (Jruidebalio do sobrado o. 10a.
Vende-se um lerrenona rus lmperlal.com
150 palmos de frente, e mais de 3,00 de fundo;
oa ra Dlielta n. 40, segundo aodar.
Vcode-se rap de Lisboa a retal ho, chega-
do ltimamente no vapor ingle: na praja da
Independencia n. 3.
AttencSo.
Fabrica de chapeos de sol no atier-
ro da Boa-Vista n. aa.
Neste novo estsbelecimenlo recebem-se
um novo e lindo sorlimento de chapeos de
sol do ultimo goelo, tanto de seda como
do paninho pira nomem, de armario de ba-
leia e de ac, que se vendem por menos pro-
ejo do que emoutrs qualquer parle, e gran-
de sorlimenlo de seda e paninho de todas
as coies e qualidades para quem quizer
mandar cubrir ermicOiS servidas, tambem
se vendem baleiis para vestidos desenhorap,
econcertim chapeos velhos, seja o estado
em que estiver.
Vende-se rezina de angico em porcoes j __ ye01je.se um terre
e as libras : na ra da Cadeis, loja de Joo (om 50 p,|mos je frente e 280 de extanso,
Jos de Carvalho Mrjnes. tundo caes do lijlo a beira mar, ficandoen-
EMA1S UFF1CINAS
iiii Imperial n. 118 e 12o, e deposito na ra Nova n. 33.
Respeilosamenteavisam ao publico, e particularmente ans Srs. de engenhos e des-
tiladores, etc., que este estsbelecimenlo se acha completamente montado, com as pro-
Principios geraes de economa pu- porcOes necess'arlas, psra desempenhar qualquer machina, ou obra concernente ao mes-
blica e industrial. "> O* mesmos chamam a allencRo para as seguintes obras, as quaes conslruidas_em sus
Vnnde-seestecompendio.approvadopara
asaulasdenrimeiras letrss, a 480rs.: na
piaca da Independencia, livraria n.6e8.
Farinha de mandioca.
Vende-se saccas com superior farinha de
mandioca a precns rasoaveis: a tratar com J.
J. Tasso Jnior ra do Amorim n 35,
Vinlicr de Champagne,
e superior qualidade : ve.. se no arrr.a-
em KalIfmaniiIrmSosRua da Cruz, n..
AHVUOS aMEIUCANUS.
Vendem-se arados ame- 9
I ricanos, chegados dos Esta-/8
dos Unidos, pelo barato pre- ,>
' 90 de 40,000 rs cada 11111: un
fabrica competem cotuas fabricadas na Europa, na qualidade e mo de obra, e por me-
nos preco, a saber :
MACHINAS continuas de destilar, pelo methodo do autor francez Derosne, f\ me-
Ihores machinas, que psra este fim at hoje tem apparecido.
ALAMBIQUES de cobre de todas as dimensoes.
TODOS OS'COBRES necesssrios para o fabrico de assucsr.
TAIXOS DE COBRE para relnicSo.
TAIXAS DITO para engenho.
DITAS DITO .movis pira dilo.
BOMRAS DE CORRE de picote, de repocho, de roda e de pndulas.
ESCRIVAMNHAS de laido dos melhores modellos.
DITAS DITO galvanisadas.
., SINOS de todos os tamanhog.
OS APRECIAVEIS fogOes de ferro econmicos.
BURRAS de ferro as mais bom construidas.
CARROS dito de mflo.
POKTOES de ferro.
VARANDUSdilo.
GRADIAMENTOS dito.
TAIXAS dito.
ra do Trapiche n. 8. cai.deiras dito.
_ '**?*)**>*>***?* ** BANHEIHOSdozincoedefpIha, par bsnho de choque.
Deposito de pnno d, algodSo da Loteria de N. S. 'do Livramento.
febr.ca Todos os Santos da Ba- Ao 5:000)000 de r8.
n',,a; Na loia de miudezas da prac
Vende-se por preco commodo da Indepen(renca 4 ve,n,!e_
o bem conhec.do panno de algo- ge um ^ d< b|hete8 n,e
iros
dao desia fabrica ; em pessa, a ">: uartos decimos e vigesi_
vontadedo comprador: no esenp- mos \ bea(o de N. S. d* L.
torio de Novaes & Companhia, na
ra do Trapiche n. 34.
1 terreno na ra da Aurora
a i,44 rs-
Venha comprar
Quem liver precisSo,
Os muilo scrodiiados
Cobertores de algodSo.
Na loja da ra do Crespo, que volta para a
treas cssasdoslllms. Srs. Cuslavao Jos do
llego e Francisco Antonio de Oliveira: os
pretendentesdirijam-se a ra das Torres n.
8, primeiro andar.
o||9K op jisiaj niinbsof
osofop 'iSapnaj p uinbsaapuiBZsuiii
10,000
5,ooo
a',6oo
1,100
600
SALSA IWIIIIILII!
DE
^
berlores de tapete, para escravos, pelo m-
dico preco de 1,440 rs. cada um.
C'om toque de avaria ,
msdapolOes largos e finos, a 4,400 rs. a pe-
C ; bretanha de linho superior, s 940 e
320 rs. a vara.
Na ra do Crespo, loja da esquina, que
volta para a Cadeia, vendem-se msdspolOes
largse finos, com pequeo toque deava-
ria, a 4,400 rs. a peca ; bretanha delinbo
muito lina, a 240 e 320 rs. avara.
Novo sortimento de panos finos e
casimiras de todas as quali-
dades.
Na ra d Crespo, loja da esquina, que
roltu para a Cadeia, vendem-se panno pre-
10, a 9,800, 3,200, 3,500, 4,000 e 5,000 rs. O
covado; dilo francez, mullo superior, a
6,000 rs.; dito verde, a 2,800 rs.; dito azul,
a 2,800, 3,500 e 4,000 rs ; dito cerdo rap,
a 2,800 rs.; cortes de calsa de casimira pre-
ta infestada, a 5,000 e 6,000 rs. ; dita fran-
ceza elstica, a 7,500, 8,000, 9,000, 10,000 e
11,500 rs.; sarja prela, a 2,400 rs. o covado;
dita despatillla, a 2,800 is-, e oulras mui-
tas fazendss por precoscommodos.
Cortes de brinide linho, a 1,280,
a,a4o e 2,000 rs.
Vendem-se corles de brim pardo, de li-
nho puro, a 1,280 is.; ditos de cores com
listras de bom gosto, a 9,240 rs.; ditos de
brins amarellos, a 2,000 rs.; cortes do calsa
de riscadode Moho de listras, a 720 rs.; cas-
sas oscampinadas para cortinados, com 8 112
varas, a 2,400 rs. a peca.
Chapeos do Chile.
Vendem-se chapeosdo Chile pe-
queos a 4,ooc-f8. : na ra do
Cfesno r;. a
Vendem-se amtrris de ferro: na rus da
Senzslla Mova n. 42
Cadeia, vendem-se os bem conhecidos co- ou : BjS(At omiiuip 'aass apD !J oos' ep
'aSepj ap equuej JOUadog
Farinha Fontana,
chegada ltimamente: em casa de J. J. Tas-
so Jnior, na ru do Amorim n. 35.
Na loja das seis portas.
Continua s vender cassa preta a 120 rs. o
covado, cassa de qusdros, para curtinado e
babados a 240 rs. chitas a 120,140, 160, 200
rs. risesdo francez fiara vestidos ejaquelas,
a 160 rs. o covado e todas as mais fazendas
por prefjo commodo.
Deposito di fabrica de Todos os
Santos na Bahia.
Vende-se, em casa deN. O. Bieber&C,,
na ra da Cruz n. 4, algsdlo transado da-
quella rabrica, muito proprio para saccosde
assucsr e roupa de escravos, por precocom-
HIOlll.
Moinhos de vento
com borobssde repuxo para regrar hortai
e baixas decaplm na fundirlo de Bowmaui
& M. Calhem: na rus do Brum ns. 6, 8 e 10.
Vendem-se os verdadeiros selins in-
glezes, patente, de molla e sem ella : ns
ra da Senzalla Nova n. 42.
Barateiro do Hecife.
Na ra da Cadeia do Recife loja n. 50, ven-
dem-se cortes de magnificas sedss pretas,
lavradas, recentemente chegadas, corles de
chitas achamalotadas, msnleletes pretos
chsles de seda de cores, grandes e pe-
queos, mantas, de seda, sarjas pretas, lu-
vas pretas de torQsl, e de seda de cores pa-
ra Sra., ditase seda, e pelica para bomem,
grvalas pretas, coletes de BWrftrrrfaTn cam-
hraias dclinlin mUi'touna, tudo modprno e
I bofrr; assim como oulras muitas fazenda^
que atroco de dinheiro se vendem por bs-
ralissimos procos, bem como pannos azul,
verde e preto para cassea, palitos, e farda
de 4,000 a 6,000 rs. o covado, ditos mescls-
dos para palitos e para acabar a 1,800 rs. o
covado, e cortes deessemira de cores a 4,000
e 5,000 rs. o corte.
Que pechinchs.
Palitos de psno uno preto boa fazenda, i
15/OuO, na ra Nova loja de alfaiate n. 1,
quina da ra das Trincheirss.
CHA l'UFTO.
Vende-se superior cha preto,
em caixas de 3o libras cada urna :
em casa de J. J. Tasso J unior, na
ra do Amorim n. 35.
1 Vendem-se ricos espelhos ,
com molduras douradas de 4 8 6
palmos de altura ; vinho cham-
pagne de excellente qualidade a
4o,ooors. o cesto: na ra daCru*,
casa de Avrial lrmos.
-- Vende-se um hom csrro de qusdro ro-
dss, com os competentes srreios, para dous
cavallos : para ver e tratar no aterro da Boa
Vista n. 45.
Taixas para engenhos
Na fundi?8o de ferro de Uow-
man &c Me. Callum na ra do
Brum, passando ochafariz, conti-
na a haver um completo sorli-
mento de taixas de ferro fundido e
batido, de 3 a 8 palmos de bocea ,
as quaes acham-se a venda por
preco commodo e com prompti-
d5o, embarcam-se, au carregam-
se em carros, sem despezas ao com-
prador.
inifto de Mantua a
800 is.
Vende-se a historia de Simio de Nantus,
a800rs. : na livraria da praca da Indepen-
dencia n. G e 8.
Vendem-se no becco do Goncslvea, ar-
mazem de oeane Youle 6( Companhia, meias
barricas com superior fariiiha.de trigo.
Bar tissimo.
Vende-se um terreno na ra da Aurora j
aterrado, leudo fundo at a ra do Hospi-
cio, e frente 55 palmos: tambem se vende
s a ra da Aurora : a tratar na praca da lo*
dependencia n. 17.
/
Aos amantes das do-
^uras da vida.
v Offerece-se, na ra da ("a- 4
s deia do Becife n. a3, um fi- J|
' no meio de satisfazerem seu 4
apurado gosto dando-se- j
* Ibes atroco de algumas mes-
*,' quinhas patacas, o excellen- :*
lee delicado doce de bacur. *
# Chegou rescentemente do 4
Maranh3o he da nielhor
qualidade que ha e tem vin- 9
do em latas, mu proprias
para a sua conservacao, tor- 9
na-se tambem por isso objec-
to de grande consideraco 9
para as pessoas que desejam 4
mandar presentes deste ge- I
ero para a Europa
Linha de carritel branca e de cores a
20 rs. cada carritel, e as duzias a 900 rs. na
prsca da Independencia loja n. 39, esquina
da ra larga do Rozario.
-- Vende-se urna preta de meia idade por
280/000 com algumas habelidades, I preto
bonita figura proprio para todo o servieo e
1 mulata com habelidades por SOOfOOO : oa
ra larga do Bosario o 35, loja.
liap Pauto Cordeiro.
recentemente ebegado do Blo de Janeiro :
vende-se na ra da Cadeia do Recife loja n.
50, de Cunha & Amorim.
Antigo depsito de cal
?irgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova em podra,
llegada ltimamente de Lisboa:
tambem se vende potassa da Itus-
sia, nova e de superior qualidade.
Chapeos de Chile.
Vendem-ae ciapeo do Chile, superiores:
na rna do Trapiche n. 8.
vramenlo.
Bilbetes inteiros
Meios
Quartos
Decimos
Vigsimos
Vendem-se relogios de ou
ro eprata, patente inglez : na ra
da Senzalla Nova n. 4a.
IIortns ejardim.
Scmentes de to las as qualidades e mu i
frescas por precos commodos : na ra
Cadea do Recife n. 56 A, loja de ferrag
de Antonio Joaquim Vidal. ,
Km casa de Bothc & Baou-
lac, na ra do TrapichJ n. i'i ,
vendem-se es seguintes* artigos :
Cimento romano, da/ tem acredita-
da marca Z, a 9,5oo rs. a bar-
rica. /
A90 de milio.
I'ollia de flandres.
Cobre para forro.
Zinco em folha.
Zinco em barra.
Lonas da Russia.
lirins da dita.
Tintas sortidas.
Phosphoros.
I'regos sortidos.
('harutos da llavana.
Oleados.
Tambem existe um bom sorti-
mento de ferragens e miudezas, a
presos commodos. 1.
Vende-se 2 canoas, urna de um tmjliei-
ro e outra de 800 lijlos de alvenaria, em > n# 4.
As numerosas experiencias feitaa como
uso da salsa parrilha em todas as enfermi-
dades,originadas pela impuieza dosangue,
e o bom xito oblido na corte pelo liini.
Sr. Ilr. Sigaud, presidente da academialm-
perial de medicina, pelo lllustrado Sr. Dr.
Antonio Jos, l'eixolo em sua clnica, eem
sua afamadalcasa de saude na Gamboa, pe-
lo lllm. St. Dr. Saturnino de Oliveira, me-
dico do^xercito e por varios outros mdi-
cos, peckittem hoje de proclamaraltamculo
as virlldes efiica2es da
'SALSA PARRILHA
DE
bom uso mullo baratas, em S. Amaro silia
le Manoel Francisco da Silva, junio a l
greja.
Vende-se, por preco muito cbmmodo,
I sof, duza e meia de cadeirss, i mesa de
meio do sala, 1 par de consolos, tudo de ja-
caranda eem muito pouco uso : na ra da
Cadeia de S. Antonio o. 14, segundo andar
da esquina.
l'ambraias de cores.
Vendem-se cortes de vestido de cambrals
transparente, com listras de cores, pelo ba-
ratissimo preco de 2,5C0rs. cada corte : na
loja do sobrado amarello, na ra doQuei-
mado n. 99.
- No segundo andar do sobrado n. 30, da
ra larga do Bozario, se vende um preto de
meia idide, sadio, e proprio para todo o ser-
vido. .
Nota. Csda garrafa conlem duas libras
de liquido, e a salsa parrilha de Bristol he
garantida, puramente vegetal sem mercu-
rio, iodo, potassium.
Vende-se a 5/000 rs. o vidro na botica do
Sr. Jos Mara Goncalvos Ramos : ra dos
Quarleis pegads ao quarlel de polica.
Molduras douradas
de todas os larguras : vendem-se no arma-
zem de Kallkoiann Irmfios.ruada Cruz n. 10.
SGantois Failhetrk CompanhiajB
i Continua-se a vender no deposito
w geral da ra da Cruz n. 5-?, o excef-*
l linlee bem conceituadd rap areiaH
preta da fabrica deGanloia Pailhct &
tf Companhia da Babia, em grandes ey
pequetas porfOes pelo preroeslabe-g|
AVISO AO PUBLICO.
Na botica da ra do Collegio n. 18, cont-
nusm-se a vender as verdadeiras e bem
conceituadas pilulss psra bobas, cravos se-
cos, e dores veneress, por mais antigs que
sejam;cujos bons effeilos confessam lodos
que del las tem feito uso. Cnm.osicSo do
pliarmaceutico SebastiSo Jos de Oliveira
Macedo; e para conhecimenlo do mesmo
publico e principalmente de algumas pes-
soas que nao eslejam ao alcance, o conhe-
cimenlo das verdadeiras pilulas, se faz pu-
blico por esto aviso.
Grande fabrica de chapeos de sol,
de J. Falque iua do Collgeio
Prensas para farinha.
Ha iondico da Aurora em San-
to Amaro, anodepozito da mesma
na entrada da ra do Brum a-
cham-se venda machinas par
imprensar iarinhade mandioca,
outras para espressSo do oleo de
mamona, de urna invenc3o intei-
ramente nova. Os annuncianles
nSohesitam em publicar, que es-
tas machinas de sua invencio sao
superiores a tudo, quanto at aqui
tm apparecido neste genero, re-
uniodo grande frca de presso
a maior siinplicidade de construc-
?5o, e facilidade na operscao, o
que faz com que difiicilmente ae
possam desarranjar.
Vende-se urna canoa, que carrega um
m 1 llieim de lijlo do alvenaria, e um cavallo
bom de sela e carro : na ra de S. Frincisco
n. 68.
*#
* Caff. 9
# No atierro da Boa-Vista loja n. !*, *
tem pra vender o mais superior callo 9
4,500 rs, l
al ? ? W S> a* > ? ? ? a> > |> Jfc a>> a aa. ^ ^
Vende-se urna casa de pedra e cl, Sia
na ra do Moiocolomb dos afogadosn. 11
na ra do Carmo, casa n. 98, que arhiri
com quem tratar.
Madama Koutier, modista trance-
- za, na ra Nova n. 58.
Pelo navio francez Cont Boger, recen-
temente chegado do, Havre, receben um va-
riado sortimento das ultimas modas de Pa-
r ;, a saber ; ricos cdspeos de seda de todas
as cores os malslindos e ricos possiveis.man-
gas da ultima moda, cspellas de flrores de
larangelra para noivas, esparlilhos, muilo
ricos enfeiles de cabeca para bailes o thea-
tros, trancas brancas com aljovares, Olas de
veludo de todas as cores com sua competen-
te ti vela para o peacoco, morados pequeos
muito fios proprios para enfeiles de cabe-
ca de senhora, ricos capolinhos e mantele-
tes pretos ue groz de aples muilo enfeila-
dos, hicos de seda e de blonde, peonas mui-
to ricas psra chapeos e enfeites de cabecs.
Na mesma loja fazem-se vestidos de casa-
mento, de ba plisado, loucas de meninos e
de senhoras, capolinhos de todas as quali-
dades com perleicSo e preco commodo, re-
cehem-se tollosos mezes figurinos moder-
nos, que empresta seus fregueses.
-- Vendem-se conservas de sardindas e er-
vilhas em Islas inteirss e meias, receniemen-
te chegadas : na ra da Cruz n. 38, casa de
SchafheillintTobler.
-- Vendem-se vistas da cidade da Bahia:
na ra da Cruz, n. 38, casa de Schafheitlin &
Tobler.
? Naloja l'einambucana da ra do
" Crespo 11. II, vende-se ptimos sspa- aj tos e perneirss de borraxa prourios 9
0 para a presente estaoSo invernosa. a
Vende-se urna espada de roca, com bai-
nh prsteada com muito pouco uso na ra
do Rangei n. 27.
I'otassa americana.
No antigo deposito da cadeia velha, n.
19 exista urna pequea porcSo de potassa
americana, chegada recentemente que por
superior rlvalisa com adaRussia: vende-
se por preco razoavel.
Mormias superiores.
Na funclicOu de ('.. Starr & Companhia,
em S.-Amaro, acham-se venda emendas
de canna, todas de ferro, de um modelo e
eonslruc,c5 miiilo superior
-. Vende-se urna mulata moc, um negro
de meia idade, capaz do todo o servieo e boa
con lula, 94cadeiras, sendo 18 dejacarand,
9 ditas de encost, 1 dita de balando, um la-
valoiio, ama meza de meio de sala, 3 mar-
quezas, 2 bancas : na ra da Cadeia do S.
Antonio n. 15, armasen).
Ferragens e miudezas.
No atierro da Boa.Vista loja de ferragens
n. 46, tem um grande sortimento de ferra-
gens, grossas e finas, bicos estreitos e lar-
gos, fitas lavradas e lisas, ditas de velludo,
setim para grvate e outras muitas fazendas;
assim como urna grande porcSo de charuto*
vinda da Bahia, mais superiores que ha no
mercado daquella prac,a,tudo por proco que
multo, agradar ao comprador.
Vende-se a melhor fardaba de S. Ma-
theos, e chegado ha pouco a bordo do pa-
tacho Aracaty, e em porcao : a tratar com
Manoel Dias oa ra do Vigario 11. 14, tercei-
ro andar.
.\esto novo estabeleeimento' recebeu-se
um novo e lindo sorlimento de chapeos de
Sidos ltimos goalos, lano de seda como
de paninho para homens e senhoras, de ar-
inaciln de balis e de asso que se vendem
por menos preco que em oulra qualquer par-
to ; grande sortimento de ctianialole, sedas
e paninhos em peca de todas ss cores e qua-
lidades para as pessoas que quizerem man-
dar cubrir armacOes sorvidas. Completo sor-
limenlo de hleles para vestidos espartilhos
para senhoras, fazem-se umhellas de igreja e
concerta-se qnalquer qualidade de chapeos
de sol: lodos os objectos cima mencionados
se vendem m porcao e a retalho, por preco
qoe agradara aos freguezes vista da quali-
dade.
Arados da fabrica dos Srs. Ranso-
mee May
Proprins psra plantar e elimpar canna de
lifferentes modellos a fcitos na mais acredi-
tada fabrica na Inglaterra sendo muito su-
periores a qualquer que tem vindo a este
mercado,c proprio para plantarom qualquer
terreno e de qualquer largura, por tir um
arranjo proprio par abrir e fechar a aiveca.
0 bico, aiveca e sola destes arados passam
por um processo que da-Ido a consistencia
deseo temperado da maneira que sao de
mnila duracSo, alm de que tem biees dsj,
sobre-excelleote: na roa dojrapiche n. 14
Tachas de ferro.
Na fundicSo da Aurora em Santo Amaro,
e tambem no deposito"na ra do Brum logo
r.a entrada, e defronte do arsenal de mari-
iiha ha semprn um grande sorlimento de
tachas tanto de fabrica nacional como es-
trangeira,-batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, razas e Tundas o em ambos os lu-
gares existem guindastes, para car regar ca-
noas ou carros, livres de despeza : os precos
toos mais commolos.
w0*s*taT"JM_ _
> Tapetes modernos.
9 No altrero da Boa-Vista loja de Ter- *
J rsgensn. 46, chegou ultimamento os m
2 oais modernos tapetes de esparto J
* proprios para ornar as salss.por ser a- 9
% gora o ultimo gosto da Europa, por A
? preco quo animara ao comprador,pois (fr
f com pouco dindoiro podem leras sa- 4j!
# las ornadas e a gosto moderno. f
Vende-se urna cmoda de Jacaranda com
quatro ordena de gavelas em bom estado,
1 or preco commodo e 9 compoteirss de vi-
dro e pratuS e urna mesa de vidro lavrsda: ns
ra das Agoss-Verdes o. 48.
Fara senhoras.
Venlem-se duas correles deonro de le,
sem fetio: na ra estrella do Rozario a. 13,
padaria que foi do Cunlu.
Escravos fgidos.
Desappireceu na noile de 13 para 14 do
passado om escravu por nome JoSo( crin-
lo) levando urna calca de brim branco com
listra ao lado, 9 calcas de casemira de cor, 9
colletos de selim preto, 9 ditos de fusilo de
cor.chapeo preto de massa e camisa de ma-
dapoln; o escravo tem os signses seguiniei:
cor lulls.sllura regular, reforjado docorpo,
urna ferida na perna direita do lado de lora,
um pouco cima do lornozello, representa
ter de idade 30 annos pouco mais ou menos:
roga-se ss autoridades policiaca e ms/sca-
pilfles de campo a captura da dito escravo,
e de o levar ao engenho das Mutis a seu Sr.
Antonio de Paula Souza Lelo, ou a ra do
Vigario n. 9,rmssem de Csrneiro i Ramos,
que se gratificar! generosamente.
No dia 99 do passado fugio um escravo
de nome Benedicto, de nae.au Angola, de
idade de 18 annos, pouco menos, cor be n
preta, altura regular, corpo refo c-do, pes,
rnos e beicos grossos ; levou Cinvsiecal-
c* suja de panno de algodlo da trra:
quem o pegar leve-o seu senhor, na rus
estrella do Bozario n. 43, segundo andar,
que ser pago do tralulno.
Iloga-se Ss autnorilades policiaes, e
cspitSes de campo a appredcnco do escra-
vo Denlo, fgido do engenho Malto-G'osso
desde o primeiro ee Jmeiroda 1850, o qual
presume-se viver negociando dos surto -s di
Parahiba, doode hefilbo, para os do Ceara e
Bio Grande, onde foi encontrado*-- tambem
consta que tem vivfdo de- driado de servir,
e felor de eugenho, passaiido-.por forro o
com o nome de Antonio : tem os signses se-
guintes : olhos peq'uanoj o vivos, Igualas
marcas de bexiga,cabellos pretos e estira-
dos, barbado, canholo, dent-s alimados, ps
e mos pequeas, pernas cabeludas, e um
tanto arqueadas, o pe-coco baslsntemento
grosso e msis trigueiro do que qualquer ou-
tra parte docorpo : quandu anda nSo tira i
vista do cho, he muitu humilde, e activo, e
mau sapsteiro ; representa ter 95 a 96 an-
nos de idaJe. Quem o apprehender ser
bem recompensado, levando-o ao dito enge-
nho no Caboou no Becife, ra do Oslderei-
ro n. 49 em casa doSr. Francisco Qulnlino
Ilud igues Esteves, psra isso autbondade.
Uesappareceu na noute de
sabbado, 37 de'marco, um mole-
que creoulo, de 11 a a annos de
idade, de nome Cypriano, o qual
tem urna lcrid t em urna das per-
itas, junio do tornozelo, e urna ci-
catriz no rosto, achava-se vestido
com calsa e camisa de riscado a-
zul, desconfia-ce que fra furtado,
porque tendo vindo as 5 i[x ho-
ras da tarde, da Estancia ao Heci-
fe, buscar uns remedios na botica
do Sr. Uravo, e sendo aviado as 6
homs, nao tem apparecido at o
presente : roga-se a todas as au-
thoridades policiaes e capiles de
campo, de descobrirem o referido
moleque, e trazerem-no a ra da
Cruz n. 6, ou ao sitio da Estancia,
junto ao do Sr. JooCardozo Ay-
res, que ser recompensado.
Attencao,
100,000 rs. de gralidcaciVo.
Contina estar fuiiido o escravo Mu noel,
porlencenteaSebasliao Marques do Nasci-
meoto, desde odia 8 de selemhro do auno
passado; Toi escravo do Sr. Gabriel Affonso
Rigueirs: tem 95 anuos de idade.pouco mais
ou menos, lie nacflo Angola ; cOr fula, com
(sita de atldenles da parle superior do la-
do esquerdo, e urna 1 equena coroa na cabe-
ca do mesmo lado; corpo regular, olhos pe-
queos, heleos grossos, sem barba, baixo, e
he offlcial de funileiro -. pede-se,portsnlo,as
autoridades policiaes ecapilfies de campo a
sus esptura, pagando-se alm da gralilici-
CIo scims, todas as despezas que seja ne-
cessario fazer-se.
MUTILADO
I


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