Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03586


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Full Text
Anmo de t|&. Sacado
, lV)dogora depende de nos mesmos; da nona prudencia, Woder*. '
fio, e energa: continuemos como principanos e seremos aponlados
tora admiraco entre as Naces mas cuitas.
Proclamacao da Assembka fiera? do Braiil.
------------' ii B B n i
' Sbscreve-sapara esta follia a 3ooo| por quartel pagos kdhtatados
tiesta Typograna, ra das Crnxes D. 5 enaPraca da Independencia
D. 37 e38, onde se recebem correspondencias lega'lisadas, eannuucios;
nsirindo-se estes gratis, sendo dos proprios assignantes, e vindos assig-
ios.
Partidas dos Correios Terrestres.
Cidade da Parahiba e Villas desuapretenco...................\
Dita do Rio Grande do Norte, e Villas dem...................{ -.. s-,. F-ir.
Dita da Fortale e Villas dem..........................>Segundas e Serta* Feras,
Vla de Goianna.....................,............)
Cidade de Olinda..................................Todos os das.
"V'l'a deS. Antlo..................................Quintas feiras.
Dita de Garanbuns e PovoacSo do Bonito.....................Das lo, e ti decada raez.
JJkasdo Cabo, Serinbaem, Rio Formozo, e Porto Calvo............dem 1 11, e ai dito dito
Cidade das Alagoas, e Villa de Macei.........................dem dem
Villa de Paja de Flores.................................Idee. i\ dito dito.
Todos os Correios par le m ao meto da.
___
31 deT"S.gosto Nunfju $$.
cambios.
Agosto. 3o.
Londres...... 31 a3iippor lfooo ced.
Lisboa....... 90 por 0/0 premio, por metal ofTerec
Franca.......3?o a 3t5 res por tranco nom.
Lio de Janeiro 3 por 0/0 de premi.
OURO Moedas de 6jjtoa rs., Velhas itf 5oo a
Ditas Novas i4|3oo a
,, Ditas de ifooo rs., 8#joo a
PRATA Pataces Brazileiros.......1 J6io a
Pesos Colunnarios ------------tgho a
Aitos Mexicanos '----------------------- ijjKioo a
Premios das Letras, por mes i 1/8 por loo
ido.
1S^ooo.
Joo
83oO
,55.>
.#64o
Das da Semana,
a6 Segunda-----S. Zefcrino P. M..........
in Terca----------S. Joie de Calasans--------------
a Qua'rta-------S. Agostmho B. DouU ---------
ag Quinta-------Oegolaclo de S. Joo Baptista -
30 Sexta---------S. Roza de Lima V.---------
31 Sabbado-----S. Raymundo Nonato Card.------
1 Domingo-----N. S. da Penba.--------------
- Ses. da Thez., e Aud. do J. de D. da a. v. d nt
----Ilelaca, e Audiencia doJ. de D. dai.v. dcm.
----Sesso da Theourari Publica.
-----Sesso da Thez., c Aud. do J. de l). da a. vara
- Sesso da Thez. c Aud. do J. de 1). da 1. vara.
----Quarto ming. aos a5 miu. da tarde.
Mare chela para o dia 3o de Agosto.
As 10 horas e 6 minutos da maulla. Aso o horas 5o e minuto* da tarde.
1 1 ii
RIO DE JANEIRO.
SENADO.
Sesso em 1. de Agosto de 1839.
Presidencia do Snr.Diogo Antonio Feij
"Reunido numero suficiente de Snrs. sena-
dores abre-se a sesso e lida a acta' da an-
terior, approvada.
Expediente.
O-Snr. primeiro secretario partecipa, qu
o Snr Senador Saturnino nao comparece por
incommodo, e a mesma participadlo faz o
Snr. Paraizo, a respeito do Snr. conde de Va-
lenca.
Fica o senado inteirado.
Ordem do dia.
Primeira parte.
Continul a segundadiscusso do artigo a.
do projecto de le do senado creando cursos
de estudos elementares, con lidamente com
as emendas da comisso especial.
Depois de breves explicacoes approva-
do o artigo a. bem como os 5. e. 4
PERNAMBUCO.
GOVERNO DA PROVINCIA.
expediente do dia 28 do corrente.
Officio- Ao Inspector da Thezouraria da
Provincia, communicando-'lhe que pelo Im-
perial aviso de a do corrente mez expedido
pela Secretaria da Guerra foi auctorisada a
compra das mil espingardas que a Presidencia
mandou fazer por oflicio de a5 de Julbo ult.;
cumprindo, que remella a conta da importancia
das referidas Espingardas a fin de ser envi-
ada a dita Secretaria da Guerra.
Dito Ao Commandante Superior da Guar-
da Nacional do Recife approvando a propos-
ta que acompanhou o seu officio de 5 do cor-
rente para o posto de Capilo da segunda com-
panbia do Esquadro de Cavallaria deste Mu-
nicipio, devendo ordenar ao Promovido que
sollicite a sua patente, e outro sim orde-
nar que se prenencho as vagas que elle
deixou.
Dito Ao Inspector do Arsenal de Ma-
rinlia, ordenando de conformidad com
o disposto no Imperial Aviso de 3o de
Julbo prximo passado expedido pela Secreta-
do projecto conforme fera emendado p*lJ riada Marinha^qiy no djspendio dos dinbeiros
commis$ao
Entrando em discusso o artigo 5. com a
emenda respectiva e' offerecida, e ppoia-
daesta emenda.
O governo as capitaes das provincias que
actualmente as nao tem crear, para instru
ceo dos meninos cadeiras especiaes urna
de sciencias fizicas outra de arithmetica,
geometra e algebra ; outra de filosofa ra-
cional e moral juntando o estado de geo-
grafa cadeira qjne melbor poder desempe*
nbar esse ensino A. Branco,
Dando-se a materia por discutida, appro-
vado o artigo 5 da commisso, com a emen-
da do Snr. A. Branco.
receidos para o mesmo Arsenal baja toda a
circunspecto e economa.
Dito Ao Juiz de Direito do Crime e in-
terino do Cvel da Comarca do Brejo para in-
formar em que dia Ionio publicados em sua
Comarca os Regulamentos ns. 1, a, 3, 4, 5,6,
Os artigo j6, 7, 8, 9, 10, e l do projecto
sao approvados na conformidade das emendas,
da commisso.
Entra em discusso o artigo la da com-
misso e apprpvado com a seguinte e-'
menda.
Artigo la. Excepto concorrendo com pes
soas que tenbo iguaes ou superiores estudos.
Vergueiro.
Sendo posto a votos o projecto assim emen-
dado para passar a" tercena discusso, ap-
provado.
Segunda parte.
- Continua a discusso addiada pela hora na
ultima sesso doTequerimento do Snr. Ver-
iITii p i
gueiro appoiauo na iuesma scaaou ucumuu
nformacoes ao governo sobre as duvidas que
tem occorrido a repeito da intelligeacia do pa-
rap.rapho 4* do artigo 10 do acto addicio-
nal.
Discutida a materia e posto a votaco o
requerimento do Senhor Vergueiro nao pas-
sa.
Vem a meza este requermento.
Requeiro que a commisso das assembleas
provinciaes indiqne quaes sao as leis que sao
7> 9
11, e 14, e os Decretos de ns. 1 a
lo,, remettidos em oficios de 18 de Agosto,
e 19 de Dezembro do auno passado, nao obs-
tante representar em seo officio de ao de Maio
nao terem sido recebidos no tem po do seu ex-
ercicio pois que devendo a publicaco de ta-
es Actos constar dos Cartorios de sua Comar-
ca a elles pode recorrer para dar a exigida
informaco. .
Dito Ao Director Interino do Arsenal de
Guerra, para fornecer por troca ao < om-
mandante Superior da Guarda Nacional des-
te Municipio, ao granadeiras em bom estado
por outras tantas arruinadas e tres cornetas
de voltas por 3 lizas.
Dito Ao Commandante Superior da Guar-
da Nacional do Recife communicando-lhe
a expedieco da ordem supra.
Dito Ao Director do Liceo, responden
do-lhe que pode mandar fazer as medalbas,
que requestou em seo officio de 14 do corren-
te a fim de serem destribuidas pelos estu-
dantes deprimeiras Lettraa, ede Dezenbo que
se tem destinguido, cumprindo que sejo fei-
tas na forma qu uispe o arga^>7 das lus
trucoes Regulamentares de a5 de Outubro de
11*37.
THEZOURARIA DA FAZENDA.
ANNNCIO.
A arremataco da renda da caza de dous
andares e loja sita na ra Direita desta Ci-
dade 3 do lado do Nascente pertencen-
tes aos Proprios Macionaes, se hade realisar
MEZA DO CONSULADO.
- A Pauta he a mesma do numero 182.
PREFEITURA.
PAUTE OO DIA 3o DE AGOSTO.
Illiu. e Exm. Snr.Foro presos honlem
a ininba ordem, e tivero hoje destino : Ro-
za Maria preta forra, pelo t'ommissario de
Polica do districto de I'ora de Portas, por
ter insultado com termos obscenos a dona da
casa, em que ella mora ; Ignacio tambem
preio escrav de Manoel Thomaz de Fre-
tas pelo Sub-Prefeito da Freguezia de San-
to Antonio requisicaS de seo Snr., por
desobediencia ; Mara da Conceico parda ,
por um soldadojdo Corpo Policial por es-
pancar a outra : Joaquim dos Anjos Anto-
nio Rodrigues dos Passos e Antonio Francis-1 cutil-as com aquelle szo c madureza
co Vieira tambem pardos, pelo Sub-Pre- convema tosobrelevadoassumpto.
feito da Freguezia da Boa-vista e I, e a. | Muitissimq folgou a cmara dos depulados
por se terem espancado mutuamente e o 3." sabendo que continuo inalteradas nossas re-
por ser encontrado em alta poite dentro de urna laces de amisade com as outras na, oes doglo-
olaria fasendo-se assim suspeito ; e Jos bo ja removidos os motivos que suscitataro
preto escravo de Luiz Gomes Ferreira pela embaraces com a Santa S ; persuadindo-se
*. palmilla da mesma Freguezia ,. por ter da- que urna, to. preciosa harmona nao obtida
daduascacetailaVem outro pret forro. 'com esi[ii< cimento e mingti da dignidade ,
E o que consta das partes hoje recebidas c foros nacionaes: e muito se apraz em
nesta Secretaria. pensar, que a prudencia e circunspee odo go-
Deos Guarde a V. Ex. Prefeitura da Co- verno Imperial, aproveitando-se dos senti-
marca da Recife 3o de Agosto de 1389. Illm. mentos de interesse e benevolencia, que as
b'xm. Snr. Francisco do neg Barros Prezi- naces estrangeiras manifesto a favor do ini-
dente da Provincia. Francisco Antonio de "perio, poder obter a evacuaco das tropai
se congratula com a agradavcl tommunicacao
fcita pelo trono de que o ceo continua a favo-
recer com prosjicra saude a V. M. I. e suas
augustas irms ; e faz continuos e fervoro-
sos votos ao Todo Poderoso para que nao -es-
se de outorgarnos um bem em que se fundo
as mais solidas esperancas da prosperidade de
nosso imperio
Convencida a cmara da alta considerar 10
que merece o consorcio da augusta princeza t
nerdeira presumptiva da cora e da influ-
encia que pode elle ter nos destinos da mo-
narchia pressurosa concorrer com o gover-
no em tudo que for necessario para que as sa-
bias intencoes de V. M. I, venho a efteitu-
ar-se de urna maneira digna da naco brasi-
leira ; e aguardando as propostas que n'esse
intuito lhe forem apresentadas a fim de ds-
que
S Barreto Prefeito da Comarca.
francezas que actualmente oceupo a mar-
gem direita do Rio Oyapock sem ser preci-
ANNUNCIO. so alterar a boa intelligencia que existe entre
O Administrador da Meza das Rendas Ge- asduasnaes.
raes Internas, pede aos Snrs. Proprietarios A cmara deplora Senhor o funesto des-
de Escravos moradores no Bairro do Recife vario de urna porco de irmos, abismado na
que para milbor ordem e adiantamento do voragens da rebelio; mas conscia da alta
lancamento que ali se est fa/endo haja de missao, que lhe confiaras seos commilteniis ,
deixar em suas cazas huma lista dos Escravos pode assegurar ao governo de V. M. I. toda
quepossuem, declarando os nomes idades, acooperaco necessaria para dessipar os ban-
e qualidades visto que por vezes se procu- dos rebeldes, que assolo os feriis ampos da
rao em suas cazas e nao se acha quem res- desdilosa provincia doRioGrandedoSul. Nes-
pouda a similbantc respeito: outro sim aviza sa arduapendcnciacstocompromettidosa hon-
a todos que esto adever o respectivo Impos- ra ecredito do governo, bem como aintegridade
todos annos anteriores compare.o na dita do imperio : eopovo brazileiro tem direito
Repartieo para saptisfazerem os seus dbitos esperar d'administra^o que o dirige, esforcos
no prazo de 15 das contados de hoje sob dignos de urna naco forte que sabe fazer
pena de se proceder judicialmente contra os respeitar as leis e sua constituico poltica.
que nao pagarem. 1E como V. M. I. communica que as outras
Recebedoria das Rendas Geraes Internas provincias se divisa espirito de ordem licito
3o de Agosto de 1839.
Antonio Ferreira Duarte Vellozo.
Diario de Pe mam buco
de
ou parecem contrarias ao espirito ou a letra do perante a Thezouraria de Fazenda no dia 5 de
paragrapho 4* do artigo 10 do acto addi- etembro prximo findo.
cional, donde pode inferir-se a necessidade
da interpretaco. Vergueiro.
E'apoiada, e fica addiada a discusso por
dar a. hora.
O Senhor presidente da para ordem do da
a continuado da materia addiada, e depois
do meio dia trabalho de commisso
Levantou-se a sesso as duas horas da
tarde.
Secretaria da Thezouraria de Fazenda
Cernambuco Jo de Agosto de iliJg.
Joaquim Francisco Bastos.
Official Maior.
Diversas Reparticoens.
ALFANDEGA DAS FAZENDAS.
- A Paula he a nteama do numero i83.
Temos deixado de publicar os trabalLos da
Assemblea desde 27 de Junho ( n. 161 do
Diario) por que nos nao viero as folhas em
seguimento; mas, para sattisfazermos aos votos
dalgnns dos nessos assignantes, damos primei-
ramente a breve noticia das cousas mais es-
senciaes que oceuparao
aattenco de nossos
[esperar, mediante o auxilio da Divina Pro
videncia, que a energa, moderaeao, e persp-
eranca do governo sero recomjM-nsadas cora
o eslabclccmeiiin la Irannuilidadc tiubliea na-
que! la parte do imperio.
A cmara entende ser um dos seos mais so-
lieitos deveres meditar com lodo o esmero cada
mudo-, relevantesobjectos, que V. M. I. re-
commcnda na ultima parte do discurso do
Irono ; ella attender particularmente aquel-1
Jes que nao foro discutidos na ultima sesso i
e Ibes consagrar grande parle de suas fadi-
gas. Mas ento ponderosas diseusses, re-
conhecoa necessidade de ser ajmiada pelasi 1m
zes, e experiencia do governo, que pela ele-
vada posicao que oceupa, e pratica incessaute
dos negocios deve com razo ser justo ap ro-
ciador dequantos beiis o males nvolvem as
medidas legislativas que se propozerem. Aca-
mara Senhor, dezeja cmpenliar-se com todo
o ardor e disvello noexame dos negocios p-
blicos de que pende a prosperidade do es*
tado eespera que os ministros de
Legisladores, desde ento at o ultimo de Ju-
Iho prximo passado para podermos principi-
ar a publicaco das actas do 1. d'Agosto
em diante.
Tendo principiado na cmara dos De
putados em i5*de Maio a discusso sobre a fal-
la do tbrono veio a ser appresentada no dia
4 de Julho, pela forma, que se l do artigo a-
baixo transcripto.
tomarn a peito au.ulial-a com todos os meios
Senhor.A cmara dos de putados unnime e esclarecimeutos netossarios no desenide
MUTILADO



i
^3
DAR



I O
n% PERN/L.MRUCO
Paco da
de lo ardua como gloriosa trela,
amara etc.
O regen le repondeo;
Certo dos sen timen tos patriticos da cmara
dosSnrs. dcpulados, eu llie agradego, era no-
me do Imperador adeeiaraco queme fazeis
da sua pule, icando'ella igualmente certa de
que nao me poiiparoi a trahalho algum para
sustentar a dignidade nacional inanter a
integridade do Imperio e acecho em nome
do mesmo Scnhor, a coadjuvaco que ella pro-
metle.
E' recebida a reposta com muito especial ag-
grado.
O Senado oceupou-sc desdo o dia qS de Ju-
nlio ats 5 de Juiho em discusses sobre re-
e sentando dos direitos proj-incians as
iiunestiveis para consumo das em
nacionacs o qual passou em ter-
querimentos e resolnces que approvavo
lencas e pensos ; sobre loteras e sisma-
ras concedidas sociedade de colonisac.io no
Ceara' -, sendo no i. do dito appresenlado
|>elo Ilustre senador o Snr, Lopes Gama um
projecto le lei sobre o ca/ainento da senhora
D. Januaria quefcou sobre a BMW, toado
asna primeira discusso no dia o. No dia t,
ileo-se por ordem dn dia viudo da Cmara
o projecto de Lei sobre a interpreta o do
Acto Addicional, cuja secunda discusso anda
continuava no dia 3 No dia <) ap-
pi- s m.I( u- e o parecer da commisso decons-
tituirn ollerecendo um projecto que re-
voga as Lea Provinctacs do Maranho mime
ros />4 e 8o de 18 ;8. que concederlo con
fraria da capellada Seubora dos Remedios re-
ler os bens de ra/, que possue e adquirir
uovns
lenbas
barcaedes
ceira discusso un dia 3o, e ib i remedido
''amara. No dia 18 tinha entrada em pri-
neira discusso a resoluco da cmara que
aulorisa o Governo a conceller Conrado
Jacob de Niemeyer, e Pedro de Abantara Bel-
lo ;arde a fa-.aii.'ade do organisar u conipa-
nbia para o flm de aro z ir o morro do cas-
telleda Cid;ule do Rio de Janeiro.
A Cmara dos Populados linba principiado
a tratar da fixaco de (breas de Ierra para o
auno (inanecirode .8>oa 8j no dia i. de
Juiho, e ainda no dia fo continuava em A.
discusso ; tendo-se tambem dado principio
;i discusso sobre a fixaco de forras de mar
no dia No dia 6 leo-se e iilgou-se ob-
coto de deliberacao um projecio de resolueo
para provisorimenle seaugmentaren! os ven-
i montos dos officiaes mil i lares comprchen-
didos noquadro do exordio, c Tora d' elle.
No dia aa fo aprcseuiada por Miguel Ar
canje Ribeiro de Castro Camargo a denun-
cia contra o cx-minislro e secretario -d' es-
tado Clmon por ter esle suspendido ao de-
nunciante do emprego do inspector da The-
souraria de S. Paulo para responder a um
processo de responsabelidade. o dia a4 ,J'-
gou-se objecto de deliberacao um projecto da
rommisso de instrueco publica sobro a rau-
danea do Curso iuridico de Olinda para o
Rerife.
Carapuceiro
'a Religan ainda
i)o-, aos poderosos ,
ao mesmo povo.'
e mais precisa aos gran-
aos ricos &c do que
Para nos convencermos da insutfiriencia da
rasao b'imana relativamente aos costums bas-
la que examinemos as vidas dos innis famo-
sos Pbilosopbosassim anligos como moder-
nos sem exeptuar aquelles mesmos que se
a|tonlao, como cxemplarcs. Louva-sc por
ex. a Scrates c em verdade eu respeilo a
liinn Philosopho que era mu
paciente
,fr
'1
sua rasa o Imita estomago para sotrer por
miilber huma furia bisbiliioloira rairiuho
laaHI.-
..i
i ii un.K,.i
.,.,,
I....
Philosopho que desprezava os monstruosos,
Dooses d) Paganismo reroobeceado e a
dorando a hura sii, se bem que nem por sso
o porei na I adainba do todos os Sanios como
porcm quem ba ; excop ao
uicr que nao suspete muito
la/ia Ei asmo
do Snr. Fra
d anisad c do hilosopho o o joven Ajoebiades,
com o qual se -exorna na
como a palma da mao
iue fuera a Teodola
;To he do ula ambos mis
Ka visita particular,
que osera a i eodola senhora formosissma '
Wo be d< orer que Scrates loase eaerupu-
foso neslas materias qtiando s...ionios quan-
t >s t irpezas permittl em sua Repblica o fa-
nuso Mato son discpulo.
E quem despulpar a Sociales a uiqueren*
C;a P hvpoin/a cora q
no
zombando e
eearnecendo dos reosos de Alhenas em sua
encola, ia-os adorar rospeilosamonic no rom-
pi.' Tal ve/ so diga uno atim obrava
Jlill
por
recomendar elle hora da raorte a seus ami-
gos offerecessem em seu nome um gallo ao
ridiculo dos Esculapio segundo huma pro-
messa quelhe fizera ? Taes fingimentos po-
dem caber no a'nimo de hum homem virtuoso
prestes a passar ao scio da verdade Eterna?
O Philosophismo do seculo passado gran-
demente atarefadb em negociar descrdito ou
dosaproio ;is virtudes ebrists esbo/bu-se em
encomios aos hroes do Paganismo e hum
dos seus mais gabados era o celebre suicida
Clao do L.'tica : e he muito para notar que
ao mesmo passo que procura va deprimir os
mais egregios hroes da Religiao de J C.,
levasse al s novena a csse energmeno repu-
blicano queviviaeni continua borracheira,
o emprestava a propria mulber rapasiuda de
Roma !
Todos sahm que o celebrrimo Diogenes
viva dentro d hum tonel. Menedo de I am-
psaco appresentavase em publico enfiado em
numa tnica preta com seu chapeo de palba,
onde so vio gravados os i signos do Zodia-
co ; assiin pereorria-as ras e caminhos e
dma ter vindo dos infernos para pregar aos
homens asahedoria. Setal' philosopho a|>-
parecesse boje entre nos que festanca para
o rapazio Elle seria mais aplaudido que o
Joo maluco
Anarxareo mostr de Pyrro tendo cabi-
do om hum fosso este recusou tirado pela
raso aprendida de seu mestre que ludo he
indi doren te e tanto montava viver em luim
buraco como sobre a superficie da trra O
famoso Zeno chele da' grande escola dos Stoi
eos, quando andava pelas cidades careca
d ir em companhia de seus amigos para nao ser
pisado pelos carros-, porque o philosopho nao
cuidava em subtrahir-se fataKdade. O
zombeleiro Pemoorito era capaz de dar garga-
lbadas ao im; da Corea e o chorfo IieracJito
andava pelos montes roendoervas, como ca-
bra eic. Empedoclcs, querendo, que o tives-
sem por huma divindade precipou-sc no
Etna : mas com borzeguins de bronze por cau-
sa das duvidas j mas descobrirao-lhe a pelo-
tica e cabio em grande descrdito.
Se dos costumes passamos s doutrnas nao
ba despropsito nao ha puerilidade que nao
Unha sido sustentada por algum Philosopho.
Hum i'a/.ia tudo proeedder do fogo t outro d a-
goa. Pitagoras compunha toda a natureza
com nmeros Epicuro com os seus atmos :
finalmente quem le attentamentc a Historia
das Sceita Philosophicas pasma das extrava-
gancias de que he capaz o espirito humano.
Apezar de innmeros erros e mazellas dos
sabios d Anlijfuidade naotinho cortamente
a impudencia e immoralidade da mor parle
dos Hiilosophos da Franca em o seculo passa-
do. Estes regeneradores da especie humana
metlidos em seus gabinetes de manh enge-
nhavo livros sobre a guerra a que nunca
tinha ido sobre o governo em que nunca
liverao parte sobre o homem natural., que
nunca esludarao so nao em as sociedades da
'api tal j e depois do haverem escrito hum ca-
pitulo mui rigdo contra o luxo contra a cor-
rupto do seculo e contra o despotismo dos
grandes, iao iioite lisonjcallos e fazer-lhes
zumbaias em os seos crculos corromper a
mulber do vizinbo e enfrascar-se em todos
os vicios imaginaves.
J. J Eousieau especie de Timn o mi-
sntropo csse famoso filosofo de Gencbra ,
cuja austeridade ebegava a ponto de querer, q'
os homens fogissem da sociedade para se nao
contaminaran, eso pozessem dequatro pos a
pasta/ polos bosques que vergonbosas ac.O-
es puhlioou em suas confissoes estando cima
de todas a manifesta o da fraqueza que com
elle ti vera huma senhora, que o accumulara
de beneficios
\ olho lonco velho farropilba (diz'a a si
nn s;r.o o Sr. Lidcrot na idade de 6 anuos an-
da gamnho ,-e derretido por quanta mulher
v' ) qijHe deissras de ss^orte h aSfronta
d'uma repulsa e aos apodos do r'dculo ? O
(amigerauo filosofo de Ferney assas d escnda-
los deo cora Madame de...., c slo alem
dos seos Remanses immoraes tendo o pri-
meiro lugar em obcenidades e torpezas a sua
nfaissma ucene d Orieant.*
Helvecio ( hum los patriarcas do mate-)
rallisoio e pie passava >or muito bom ho-
mem ) a po/ar de casado; todas as noites
mellia em casa huma raparica que o seu
criado insigne Mercurio lhe descobria ,
tendo b cuidado de as joerar as elasses mais
bonillas da sociedade: e Chaml'ort assevera
ter visto (arlas amatorias do amigo dos eos-
tumos do mencionado Rousseau a huma se-
nhora casada m as quaes envidava toda a
seducao da sua eloquencia para lhe provar ,
(pico adulterio nada tinha de criminoso.
fizera ; pura Religiao do Hornera Dos ta- Quem abracar regras edsveresenstosos pa-
xando-a de superstica r e fanatismo, eco- ra adquirir a lisonjeira reputaefio de tolo, e
brindo-a dos morares improperios, e ac- estupido ? Cada qual tomando por modelo a
cintosamente calumuianp-a em todos os cass, que lhe ika superior ,ulgara elevr-
seus escriptos ? Sao estes os apostlos sfor mera da incredufidaoV ^e repetir
da Religiao da Natureza ,
tam
da Moral l>em com ardesdenhoso, qne a Religro s serve
nversal ? Sao estes os rancorosos jra-
migos da Revelacao e de quanto pertence ao
Culto Calliolico ? rttim monumento nos resta
do que era a sreila dos Philosophantes do s-
culo passado e esse monumento de horro-
res be a correspondencia particular entre li^
derot dAlembert, Vollaire e Frederico
9. Re de Prussia. (^ue cpdigpde .in-
credulidaflc ; e de blasfemias. E que prova,
irrefra;avel da necessidade da Religiao rebe-
lada mormente para os Filsofos para o?
grandes, e poderosos dft tena.
Sim a crenca de hum Heos Ooipotente ,
e justcerro d hum'alma immortal e de pe-
nas e recompensas alm desta vida transi-
toria, fundamento de toda a Religiao aindi
he mais necossaria ao rico ao poderoso,
ao grande, do queao mesmo povo; Aquel-
es tendo mais racios de satisiazor as paixoes,
a ollas se ontrego com mais desembaraco
para o povo. Os grandes despresivelmente
alirar.eom ella aos Magistrados ; estes a o*
cidados os cidados a os Artistas os Artis-
tas aos serventes, os serventes aos mendigos r
que igualmente a despresaro. Para quem
pois vir a sor til a Religiao ? Respondo os
Pbilosopbantes.
Apellemos para a experiencia, e pergunte
mos : quem loi,. que enlcoduzio a irreligiao
al-na-biunilde clioupana ? Seria o racioci-
nio? Nao certamente: fo sim o cxetnrplo con-
tagioso foi a'Vetgonh tfe parecer crdulo.
Jai be de parceriacom o atractivo da desen-
voltura a verdadeira causa dos progressos da
incredalidade E na verdade grande ousadia
cabo que tenha o Philosophismo quando
pretende seriamente sepamr o genero humano
em duas elasses ; huma crente para segunde-
de da outra e nao IiikIo nutra roromponsa ,
se nao o despcezo ; huma ao reconhecendo
e frequemia zombaudo ordinariamente das oulrn obri;acao mais do que ol)ed>cer assuas
lek da sociedade | |x>r pie em lodosos tem- | propenses e a outra renunciando a esta pa-
pos e ufares soja qual for a forma de Go- i ra obedecer a deveres quimricos s huma zom-
vt-rno verifim-se a proposi ao do mitigo bando do que a outra mais respeita de ma-
Filosofo que dizia que as bis humanas neira quede huma parle se dara ndependen-
erao como as teias d aranha as quaes pren- cia e quanto o homem ambiciona neste mun -
dio aos pequeos fcelos e deltas nenhum do. e da outra aservido dos prejuizos e
caso fazem os animaes grandes. Que outro tudo cpianto se teme, e aborrece sena outra
freio, se nao o da Religiao, embridar" o remuneracao mais, do que o desprezo l
Magistrado que muito a seu salvo pode ven- Que profunda combinacao Que sabedoria
der a justica e at polla em almoeda i* Que do Philosophismo _
outro motivo poderoso, que nao seja a Reli- I Concillamos, que a Religiao nico freio
giao acalmara os furores da vingon a do poderoso nica voz que clama uo fundo,
vcoraeao do rico e poderoso que na
bolsa
i da conscencia he til a todo o genero huraa-
satemquasi segura a impunidade ? Que no, eainda mais a aqueUes que mais meios
mo poderosa que nao seja a da Religiao tem de entregar-se s suas paixes desregra-
emhargar o passo ao rico sensual que pre- das. Sem Religiao nunca existi nem poda
tende corromper a pudicicia da donzella ou existir sociedade : sem Religiao nao fia pai
manchar o leito nupcial ? Que for-a vigoro- zeloso nao h filho submjsso nao ha esposa
sa que nao seja a da Religiao, delira do pen- fiel nao h subdito obediente noJia. rai~
smenlo do poderoso o perverso desejo de ar- litar subordenado-, nao h Magistrado nte-
rancar io desvalido a sua propriedade por gro nao h commerciante sincero, nao ha
meio das Irapacos do Foro ? amo respeitado nao h servo obediente nao
s Pliilosophanlcs enchiao as hochechas h amigo fiel ; sem Religiao em fim o homem,
como vocabulo'Honra', e o inculcav5o, co- geralmente fallando he a mais crua a mais
mo o preservativo de todas as ms acees Rom ceg a mais desapiedada de todas as feras.
he que tambem se respeite a Honra e que O citado Rousseasu que*io be seguramente
a Moral tenha mais csse estimulo: mas a suspeiio na materia, dizia Acreditei al car-
Honra s tem aleada sobre as accoens que sa- .* ampo que sa podia ser hornera de bem
em luz ; porque a Honra he'O juizo vanta- sem Religiao ; mas boje eslou bem dfsenga-
jozo que os ou tros fazem de ni')S Quando nado desla opinio errnea,
porcm as aeces forem to particulares e es-
ANECDTA.
Hum sujeito que viajou muito pela Eu-
ropa,
recolheo-se choio de noticias e muito
condidas que se occullem as trevas do mys-
terio e escapem a toda a vigilancia das leis.
para que serve a to gahada honra ? Ah !
quantos su jeitos abysmados em vicios vergo- dado a pregar petas. Perguntando-Uie hum
n bozos e cobertos de horrosos crimes go- amigo se vira em Franca o Dellim e de
zao da estima de homens de bem s porque que tamanho era ; respondeo-lhe que o vi
os tem sabido esconder aos olhos do Publico! ra militas vezes, q'nolinha diflerenca dehum
Tambem os Religinarios os que tem eren- bacorinho se nao em fallar-lhe o rabo, e em
caoh ecta o "Philosophismo, comettem graves ter o foeinho hum pouoo mais curto. O mes-
peccados, e loda a laia de crimes: mas a isto fa- mo dizia ter visto Concilio Tridenliuo de
cil he responder que se o Christao com to hbitos Prelaticos ouvindo Missa as tribu-
poderoso freio assim mesmo se despen ha ; o as do Vaticano.
que far o incrdulo qne corre rodea sola
sem temor algum ? De mais esses Christos ,
que se entregao largamente s suas criminosas
paixes s sao Fiis no nome ; nao tem ver-
dadeira F ou a tem Iraca e varillante ,
COMPANHIA DO BEBIRIBE.
O9 Srs. Accionistas ta Companhia empre-
que pouco dista da incredulidade ; por que he hendedora do encanamenlo das agoas para es-
inegavel que as nossas accoes parlem dasjta Cidade sao chamados pra rcalisarcm 4
5 aquelle que bem er rara- |p. 0/0 (por con la da primeira prestacao) so-
Esse argumento br
cm
mente deixar de bem obrar. Esse argumento ore o valor das accoes que suhsereverao :
sdico foi victoriosamente dcbcltado pelo lodos os di as uteis das 8 horas da manh as
-'4 da tarde no RscriptoriodoSr. Antonio Jos
I', sao e.slos os reformadores dos poyos ?
m 1 a politii a mas q' disculpa p .1 ,b- ler O Sb estes os filbosofos que to porfiada guerra pdr que quem ha bi, que queira ser pOvo lqualidade algumacora Joo Gomes Martins ,
profundo Montes niieu, quando no Cap. a*
Eiv. ai do seu Espirito das Leis disse Dizer,
que a Religiao nao he hum motivo reprimen-
te ; por que nem semprc reprime he afir-
mar o mesmo das leis civiz. He raciocinar
muito mal contra a Religiao o reunir em hu-
ma extens nhrn }>iina Innrra enumerneo dos
males que tem produzido sem fazer o mes-
mo a respeitq dos bens que tem causado ;
pois se eu me pozesse a referir os males que
no mundo tem produzido as leis civiz a V o-
iiarcbia o Governo Republicano diria cou-
sas borriveis.ii
Maso Philosophismo, comopor hum resto
de pejo e talvez por iazer o favor de transi-
gir com a doutrina correntede todos os simios
concede de barato, que a Religiao tenha suas,
\ anlaj',ons, mas s. para, o povo isto he para
o meucalho para a gente odila e que nao
pensa. Mas se a Religiao nao vem de Dos ,
nao passa de huma mentira de huma palra-
nha e indigna por cons-quencia de toda a
especie humana. O simples faci de alirar
com a Religiao para o povo como hum osso ,
que se lauca a caes he mais qiu: sumrienle
para a tornar despresivcl aos olhos de todos
Pires, Caixa da Companhia na pracinha. do
Livramenlo D. -Ja ; onde continuar a ins-
cripeo para o restante das accoes que nao se
achadistribuidas. Do dia 10 de Setembro
om diante se far chamada nominal dos Srs.
Accionistas qne no realisarem a referida en-
trada dentro dos 3o dias marcados no art. |7
dos'Esla lutos.
Benlo Jos Fernandes Barros r
i* Secretario.
Avisos Diversos.
Precsa-se de 5oo a 600U reisa juros,
com boa seguranca 5 quem os quizer dar an-
nuncie.
Prerisa-se de allugar hum moleque de
i a 1 a annos de idade porao servico de urna
casa de pequea familia > qne saiba comprar
na ra, e que seja fiel: quem o ti ver v
ra das Flores 0. 3.
Bazilio Alves de Miranda Varejo, faz
publico que pessoa alguma faca negocio le


*i_
Zfc
5

DIARIO
D 12
>
Procurador de D. Rita IVfa
doea tendente as casas
ntre a ra Direita e
asa terrea da ra de Santa Thereza O ,
tra dita na ra por detraz da Matriz da Boa-
vista D. 10 ou de escravos
a Mana do Carmo Men- seEserlptorio as trez horas da tarde, pois'pr
as de dous andares ota nao se pode esperar at s 5 ou t, meHie '*
> a da Penha D. 4., e a quandoS.S. ordinariamente che^. I de
Santa Thereza O. ou- *3- Aluaa-sc urna esrrava nM. A* ._L.
PERNAMB'UCO

do casal da anunciada se achb. embargados pe-
io annuncianle
i
. visto <|ue os l)eus
o e '
na forma da ordenaco' do
L. ,|. do tt. n>j.
C7- O i Secretario da Sociedade Pernam-
Lucana.convida a scus socios para reunido na
-halla inauas sessoes Domingo i deSetembro
jielas cinco horas da tarde
CT O abaixo assignado aviza ao respeltavel
publico queja desolveo a sociedade que ti-
iil.a com Rafael Fernandes na venda da ra
bngado por todas a| dividas da caza.
Antonio Hamalho da .silva.
*27" Precisa-se dalugar um sobradinlio,
ou umprimeiro andar de sobrado em afu-
madas-mas principaes dos bairros de Santo
Antonio ou Boavista : ra do Queimado U.
8-, ou atmuncie.
X&" Quem-precisa* de um rapaz Brazileiro
de idade i i 19 annos de idade para < axeiro
de loja de fazendas ou ferragem; annuncie
para ser procurado.
izf Olfcrece-se para ama de qualquer caza
urna parda de 3o annos de idade sabe cus-
turar todas as qualidades de cusluras mesmo
de Alfaite, borda, cuzinba muilo bem, efaz
doce : a pessoa que se quizer utilizar de seu
prestimo, fule na ra de Agoas-verdes ca-
za D. S3.
t3" Offerece-se urna mulher para servir
de ama em caza de hornern. solteiro a qual
engoma e cozinha : dirija-se a ra da Fe-
nliii D. 7. defronte da Sacbristia
xzj~ Hum ^'rofessor approvado de Latim se
prope.a dar lices de Gramtica Latina em
cazas particulares quem quizer dirija-se ao
pateo de S. redro casa L). 3 lado da Viravo.
O" Quem quiser hum Professor para en-
sillar Primearas Letras Gramtica Latina,
Bhetorica e Muzica em algum tngenho ou
mesmo no Certa: annuncie.
xsw Um Brazileiro de meia idade pessoa ca
paz e de bons eos tu mes, oHerece o seo -presti-
mo a qualquer Pai de familia que queira e
ducar os seos filhos em Primeiras Letras Con-
tar e Gramtica Porguguera e Franceza ,
cm sua casa obrigando-se elle a dar licao par-
ticular lodos 08 dias : a pessoa que lhe con-,
vier lzer este negocio dirija-se a ra Nova
D. i t.
Dezeja-se allugar huma casa terrea no
Bairrodo Santo Antonio, nao excedendo oseo
alluguel a oito mil reis ; quem a tiver anun-
cie.
Os Credores do fallido Ignacio Lopes
da Silva sao convidados a appresentar suas
oontas correntes ou ttulos das dividas at o
dia *. dcSetembro prximo, em casa do
xsy Quatro escravas mocas todas com ha-
bilidades entre ellas urna com urna cria,
ptima vendedeira moleques de idade de
treze a quatorze anuos trez escravos de vinte
a vinte e cinco annos ; ra d'Agoas-verdes
resso ,e publicado nesta Gidade til aquel-
as pessas que qui/.erem ter conhecimentos
leste Kstudo pelo methodo mais breve possi-
fcW Aluga-se urna esrrava parida de pou-l vel, eeom especialidade destinado aos Alum-
cocom muito bom leite para criar; quem nos d'Eseelas primarias, cujos Professores
precisar dirija-se rus por detraz dos Marty- poderS applicar ao ensino : no atterro da D. 38.
nos D. 4. W j iJoavistit ii. b e ra do Gollegio I). 5. I ^ Ungento Santo chegado ltimamente
U%=J'- vuem n"-er a mteressante obra da' t3T Moendas antigs de engenho por preco de Lisboa, proprio para queimadura feri-
Histona Natural de Buffon em francez con- jarato, e urna taxa grande de ferro usado, das, ouchagas, em latas de quarta al libra.
tendo Olenta volnmes, ornada com ricas es- dinheiro ou & prazo, com firmas conten- A grande extraeco que o minino tem tido faz
tampas finas, dirija-se ra da Vloeda N. I tent: na ra do Vigario N. 7.
C3" Umjumennto muito bom fazendo a
ManoelAlves Guerra aviza que tendo primeira muda ; as Lineo Ponas venda D.
Ifii.
saido de sua loja da ra Nova o caixeiro Ma- 10.
noel Ignacio Pinhir Jnior esta porconse- C7" Um jogo de bancas redondas dean^i-
quencia isento de tratar mais transacao algu- co, por preco cmodo : ra das Flores caza
ma de dita loga,
ssy Na ra da
Roda sobrado de varanda
lembrara ainda venhao a precisar de mais algum [ira
que se previnSopois que resta urna pequea
pon .o presentemente 5 assim como adverle-
se que ja o ; falsificado feito nesta. como
mesmo nome de ungento santo ; o vrrdadeiro
s se vende 11a ra nova escripturio D. ig.
Escravos Futridos
D. 8.
SU* Barricas com aparelho de louca fina ,
de ferro pegado ao de varanda de pao, ensi- e de excollente gosto : na ra da Alfandega
na-se meninas a 1er escrever doutrina "velha numero nove.
Christaa, costuras chas, bordados de sedal ^^ Urna banda de snla para official ainda
de lacada de oiro, lahyrinthosalcoxoados por "ova ; na ra Nova loja de chapeos de Joa-
preco cmodo^ e tambm se recel>em meninas, I"'"1 Joz Pereira.
graturtamenle cujos paes nao tenha posses- srr Urna casa terrea sita na ra do Aju-
soespara pagarem j ; dita caza cima- be na Cidade de Olinda D. 11 com muito,
SiT Quem quizer dor cento e cincoenta mil '>ons fundos, que passa a ra de baixo por Pe'a primeira ve/.; tem um dei
ris por seis" mezes a um e meio por cento ao preco cmodo : ra d'Hortas d'esta Cidade 'rente, ps mal feitos,seca do cor
me/. com hypotheca em um escravo ,annun-( !* 5q.
ce, ^ ou falle na ra do Palacete a Antonio
Brasilino que dir quem precisa.
3" Secretario da Sociedade Pastoril a-
viza aos Socios da mesma, para se reunirem
na caza de suas Sessoes sabbado 31 do cor-
rente pelas sois horas da tardo, para sesso
ordinaria,
CT Offerece-se para caixeiro de ra, loja
ou outro qualquer negocio nao sendo venda,
um sapaz branco-brazileiro bem conhecido pe-
la sua conducta nesta Praca; quem de seo
prestimo precisar annuncie, certo deque,
vista do annunciante, nao deixar de se a-
gradar delle.
Precisa-se de urna ama de leite capaz ,
t? Fugio na quarta feira a8 do correte ,
urna negra de neme Maria cor nreta, alta,
representa ter trila e seis anuos de idade, le-
vou vestido de eliiJa azul, panno da cosa usa-
do,
ilenic tirado na
po, pellos ca-
bidos, com una marca na fon te ; os appre-
Canoas de diversos tamanhos por pre- l>i'ndedores levem-a ao atterro da Boa vista de-
)do; narua da V'oeda N. ii a fallar i fronte da Matriz U. 40, que ser bem re-
ta-
co cmodo
com Firmino J. F. da Roza ; assim como cai-
xas com vc'das de cera.
C7* Um pianno de muito boas vozes chega-
do ltimamente ; na ra Nova D. onze pri-
meiro andar.
CF- Um quart.b capado bom carregador ,
manteido e gordo; loja D
oito do Livramento.
que
compensados.
G^ No dia quatorze do corrente fugio um
mulatinbo de nome Luiz, de quatorze a de/es-
seis anuos de idade de cor trigueira muito
es|>crto ; levou vestido calca de algodo en-
troncado j rota na abertura, echajMo de pa-
a4 defronte do ",a 5 ^^ escravo he bem conhecido nesta Pra-
ca e j foi escravo los Srs. Prefeito S Bar-
C7- A armacao de urna loja na ra Direjta ,' rf,0 J5 Baptista Correa Nunes ^ e Fran-
cisco da Rocha Preto e boje he pertencente
a Ezebio Pinto; ha pouco tinba feito nma fe
gida e foi pegado 110 engenho da liba no
Cabo e remedido a seu senbor pelo Sr, Mar-
celino Antonio : os apprebendedores levem-o
a ra do Queimado loja de fazendas D. 11,
qne sero recompensados.
CT1 Nos dias 1 d'Abril, e 99 do corrente,
trezentos mil ris premio de dois meio por te a quatorce annos bonita figura, sem a- j ^"?|5aP a( abax? assignado dois escravos, o
propria para miudezas ou capateiro por
Ereco cmodo ; a fallar na mesma ra sobrado
1.3.
sry Urna preta d'Angolla de idade de vinte
forra ou captiva e parida de dois at seis me-' e cinco annos cozinha o diario de urna caza ,
zes, para urna caza estrangeira; ra da
Cruz do Recife D. 43.
C^* A pessoa, que annunciou querer dar
e lava de varrella sendo tambem boa vende-
deira de ra : na Boavista D. 16,
C3" Um moleque de nacao Angolla de tre-
cento dirija-se ra Direita N. 34 segun-
do andar.
CT Quem tiver um sitio perto da Praca,
chaqu algum ; na praia do < ollegio armazem Pr'eiro do gento da Costa de nome Vicente,
talhado dentes limados, baixo e grsso ,
na pouca barba, cor vermelha pescoco curto r
abaixo assignado, para receberem os dividen-
dos.
L. G. Ferrara & Mansfield
Administradores.
Alluga-se huma i morada de Casa terrea
na Povoacao de Beberibc ao p da Igreia.
com armacao de venda e lodos os seus perten-
ces : quem a perlender dirija-se ao Atterro
da Boa vista I). 3.L
CT Precisa-se de cem mil reis a juros de
dous p;>r cento, dando-se boa firma por segu-
ranea ; aanuncie.
llf- Pordeo-se um folheto j uzado, junto
com um lenso de.seda intitulado, pouco mais
ou menos Memoria dos couhecimentos preci-
sos a um Olficial Militar, por Theodoro .
de 8 quem o tiver ochado e quiser resli-
tuir o smente o dito folheto, o poder fazer
iiesla Typ.
%2J- Os Sf,s. Jos Maria de Souza e Joa-
quim Francisco da Silva queirao derifir-se
a loja de Antonio da Cunha Soares Guimares,
para se loes entregar urnas cartas viudas de
ortigal.
%^f Quem tiver negros tripeiros, e quizer
alugal-os a quatrocentos ris (tiaros dirija-
se a ra dp Rangel sobrado de um andar va-
' randa de pao D. 4.
5_jr- Oll'erece-se um rapaz brasileiro, de i-
dade de doze a treze auno, para caixeiro de
.loa ; ra Direita sobrado D. 3.
ST D-se de aluguer um armazam no por-
to das Canoas do Recife ; ra do Crespo D.
oito.
p- O portuguez que tiver intelligenria
le taberna e quizer tomar couta de urna por
baUanco, dando fiador sua conducta, ou
mesmo por compra com as precisas segurancos,
compara-a na casa n. la, fronteira a Ribeira
da Boavista.
tsr Roga-se por muito obsequio aoSnr.
Gondim, Escrivao dos Protestos que por a-
mor dos Negociantes desla Praca esleja no
de Manoel de Souza Guimares.
C?" Farinha de Ararula muito nova ;
que o queira alugar, nao excedendo a duzen- na da Sen zalla velha N. tos at duzentos e cincoenta mil ris, annuncie. C? Sementes de ortalice muito boas : pro- ds Pf,tos almarca-P : o segundo do gento de
= Precisare de urna ama deleite forra ximamente chegadas: na ra da Cadeia velha ; An!olla amd.a nao_ falla bem claro, e por
ou captiva; na fu da Florentina sobrado no- D. 6. | nome Joao alto, gordo, cor retinta, bar-
vo ao pe da mar. ~\- %3* O sitio denominado Carcunda com bado fulla lle um d|"n,e. na ,,ente as
KW A pessoa que annunciou no Diario de posto sufficiente para sustentar seis a oito vac- Fn,asePs grossos e mal leitos, tem urna
8 do corrente raez querer cem mil ris a iu- cas annualmente, ,e com boas baixas para maTca_no. P8110 ffquertro que representa o
ros de dois por cento aomez, dando penho- plantacao de capim e muitos arvoredos de pa'lietao de urna chave ; levou vestido seroula
res seguros, dirlja-se a esta Tvp., que se fructos', com caza de pedra e cal : a tratar no e ?am'^a d esloupa. Olerece-se cincoenta mil
lhe dir quem os d. mesmo sitio com o seu propietario no fim re,S df {ra"fit;fao Pr >da m I" f ,
I queu elles soulierem, e os qnizerem declarar,
mesmo sitio com o seu proprietano
C7- O Secretario da Sociedade Apolnea do nico beco que tem na estrada do Kozari-
convida pela segunda vez aos Socios da mesma nho.
para se reunirem na Salla de suas Sesses na \~3~ Urna escrava lo gento de Angolla, de
segunda feira 1 do prximo futuro mez para idade de 38 a trinta annos
alem das despezas da apprehcacao, que tam-
bem se pagaro.
S^koga-seaosSr*. Sub-"refeilos desta
aproacio dos Estatutos, na certeza de que a para qualquer servco e mesmo para 0 ma_ "^,s Comarcas Commandante do r.g,sto
Sociedade de part.n.la-
jecto que ha a tratar com os membros que se Penha I). .7. I E ,PWf>^>,d?,uin escr*vo tle ,,1m.'' fr
charem presentes a esta reunio. 1 s^ Ou troca-se urna negra ; na ra do h
Cj Quem annunciou querer comprar dois Cotovello defronte da mangueira
quartos capados, spndo queira um muito E?" O Archivo Thealral contendo os se
gordo
a ra
Livramen
lecido Gervasio I ires Fi-rreira e apelida-se "
por Francisco de Vera ora oficial de pedre-
ro baixo, cabera sobre o grande, olbos
H9 que
certar q
se lhe fazendo pnhora em os bens adiados arden te Karl conde de Richetr ou o Casti-
em sua leuda entre os mais que levaran tam g- !) -T. .Too de Anstria ou a Vocacao Jo-
hem foro os piannos por mais esforcos que anua de Handres Latilude ou 35 Annos de
fez dizendo nao lhe pertencia ; por isso ro^a cativero Prospero e ^'icente IIarialam
aos mesmos Srs, queirao aprezentar por donde Barba-Troc por preco cmodo ; no caes da
sao seidiores dos
e entendend-se com
dir; assim como os mais trastes que Cm mente aparelbadas: na praca da Inndepen-
sua tenda se acbvao isto com brevidade.
Hiplito Lavenicr.
branco, e camisa, aqueta le chita azul des-
apareceo no dia -ib do corrente ; o mande le
var na ra doS. Gousalo a entre ;ar a Manm-I
ItlIMI ill. fllfl (VA lilil I7UI Ullliwe i'uiim-nniw y,,i (ICI.U ITIIIHIUU mi iu> na
mesmos para os receberem Alfandrga armazem defronte da escadinha.
om o Anunciante milhor llie t? Bandas le reroz muilo fino, e rira-
Elias de
mente
Moura que gratificar gonerosa-
Moviiiieno do Porro
Avisos Martimos,..
PARA MARANHO sahin com muita
brevidade o Brigue Brasileiro Temerario,
Capitao e Practico Jos Mara do Nascimento;
quem no mesmo quiser enrregar ou ir de pas-
sagem dirija-se ao mesmo Cupito ou a Ma-
noel Francisco Pontj^.
, Compras
leneia loja lo Sr. Meroz.
tU~ Por preco cmodo urna barcaca que
carrega mais de cinco carxas d assucar com
toJos os pertenees ; atraz do Corpo Sanio 11.
66 a tratar com Antonio Dias Santos.
tW Essencia de bagos de Zimbro: na ra
da Cadeia velha I). 57.
C?" Bixas grandes e pequeas aerada
muilo nova a cento e vinte a libra, queijos no-
vos toucinho novo de Lisboa paios e elim-
neos chocolate, tudo muilo novo, c por
preco muito cmodo ; na ra do Livramento
venda do Cardeal.
No armazem de Antonio Joaquina Pe-
E7* Botijas vazias a quaraita ris garra- reinn, barricas com muilo boa sevada nova
fas a cincoenta sua qualidade ; ~
do Cardeal.
na ra do Livramento venda
Vendas
iZT_ Resumo de Geografa rccentemenle im-
dilas com seis libras dech-um Diccionario
novo de M oraos e Orthografia de Madurei-
ra.
3" Na n-finaco do Forte lo Mallos D.
43, assucar refinado a cem ris a libra e
cm arroba mais ein conta.
NAVIO ENTBADO NO DIA *o
COSTA DA PATAGN IA 5. dias ; Cale-
ra Amerirann Coruvo I* t< toneladas ,
Gap. W lieek ; carga a/.eite depeixe: ao
Cap. Veio refrescar e segu para a A-
merica.
SAflDO NO MESMO DIA.
MACE10; Brigue de Guerra Constanca,
Commandantc o Capitao Tenente Jo;iquiiii
Jos Ignacio.
P. S. Em urna communiraeo offieial do
Prefeito da Comarfa de Garanhns datada de
al do corrente, l-se que um enviado do
Major Clementinodo \ iauhr assevera que o
mesmo Major marchara pira o >'aranbo aosn
urna forra de mil e trezentos liomens de Ca-
\aliara e noveceotOS de Inlinitara e que o
Baro da Parnahilu ficava reiiuindo urna nia-
ior lona para a la/ei seguir igualmente ao
Maraubao,


sn i'

PRECO CORENTE pernambuco si de agosto de isso:
IMPORTAQO
GNEROS;

AC de Milo
Agoa ras.....
Agoardente a5. pr......
AlcatrSo Sueco..........
Americano.........
Alfascma..................
AlpisU..............;......
Al vaiade...........'......
Amarras de ferro eonL suas y.
Amando* doce eos osea mole
Ancoras e ancoretas..........
Aniageea...................
rame de ferro. .....
delato..............
Arcos de ferro....._.....
Arroi pilado estrangeiro...V.".
Axeile doce................
de Portugal.......
BACALHAD_...............
cias de lato..............
rricM vasias era pe........
batidas.......
Batatal.....................
Beierros Franceses..........
Bree,........
Brimda Russia..............
- imitaco....
Bolaxa fina..................
tt ordinaria.............
Bolaxinha..................
CABOS de linho de patente..
Ingle............
w da Russia
de Cairo.........
Cafle'................
Carne seccaHo Rio-grande...
n de Montevideo...
de vacca salgada......
de Porco............
Carneiras Francetes de cores
Carvode pedr*............
Cera amarella d'Angola......
. branca...............
Cha Hisson superior.........
M pcrola. .........,..
Cerveja btanva.............
preta ................
Chumbo em barra...........
_ em tencol..........
de municSo.........
Cobre para calderiro........
forroe prego....
ENCHADAS...............
Enxofre em canudo..........
Epingardas lasarinaa........
Estopa .........
Erva-doce ..............
Estanto ...................
FARINHA Amei. nova......
Telha.......
Franceza----
Mediterrneo
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Feixos abatidos..............
Folha de Flandes...........
de ferro Ingle.........
Fouces de roca..............
de meia roca.......
Fio desella.................
m Porrete............
de Sapateiro........
Farro ingles embarras......
as M daSuecia......
Steel Milln............
Spirits oftut pentine.....
BrnndysS. .......
Tar Swedisch......'' '
American .........
Lavander .............
Canarr Secd..........
Whlte tead........
Cables-chain acc. to siie.
Swccl lalmonds soft shell
Anchors and grapnels..
Osnabugs..............
ron Irire assoted.....
Brass .......
ron hoops.........
Rice while ............
Oil olive.....I .....
Portugal...........
Codfish...............
Brtu basins. .'
Flour Barris..........
ditto shookt.........
Potatoes..............
Cal/ skims, French.....
Rossin ..............
Ravens ditck Russian..
ditto mitation.......
Bread pilot...........
,, navf............
Crackers.....-........
Cordage...........'
Hcmb. Cable England:...
, Russia patent
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Beefdried, Rio grande
. Montevideo
Bee/Selud...........
Pork Salud...........
Sheep Skins French cot.
Coal.................
\ellow wax...........
It wlae .........
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lt Pearl...........
Ale bottld.............
Porter................
Lead in barrs..........
Sheet .........
,, Shot assorted..
Braziers copper'.......
Sheathingand nails....
Hoes..................
Brimslons.............
P11 tugete guns ......
Bagging.............
Anise seed.............
Pewter...............
Flour new dmer.......
od dito.......
,, French..........
Mediterranean....
Baltie...........
Beans.................
Empty Havannaboxes ..
Tin plates assorted....
Sheet Iron...........
Hedginbills, large.....
small........
Twines sail makers.....
Pac tread.......
Shoe makere thread. .
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Swedish.......
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GNEROS
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GARRAFAS pretas.......
Garrafoens erapalhados.....
Genebra em P'Pf*.........
embotijas........
LONAS da Russia largas...
a imitacao.
inglesas estreitas
MNTEIGA inglesa nova .
Francesa.....
Hachados do Porto........
Massas sortidas............
Milho..........S.....*
OLEO de linhaca em pipa..
M em botija.......
Panno de linho de toloens..
enfestado..
Panellas de ferro fund. sort.
Papel de peso coroinha.....
,, almacoasul i.-.....
M 3...
branco..
,, florete.. T?..........
11 ,.a .....
de emhrulhar marca g.
m m pequea..
Papelo ......
Parnahibas.....'S.........
Passas................'
Pi.nenia da india.........
Pie da Suecia..........
Plvora.......i........
Potassa d'America.........
da Russia..........
Pregos eaibrar............
caisar....._.......
ripar do Reino.....
da Ierra..;.^......
de construeco...
Presuntos do Porto........
re mitras partes.....
Paiosde Lisboa............
QOEIJOS Flamengo.......
RAP da Babia......:....
de Lisboa.........
Retro..................
SABAO' amarello.........
do Medi ierra no...
Saceos vasios.............
Salitre bruto..............
refinado...........
Sal Estrangeiro............
Salea parrilha.............
TABACO maependim......
Taboado de pinho.........
Toucinho de Santos.......
M de Lisboa.........
Vinagre de Portugal.......
do Mediterrneo...
Vioho de Lisboa tinto PRR.
Branco......
,, outios autores tiuto
,, Malaga teccob.p.P.
Cette tinto.......
,, Espanha.........
Sicilia...........
. Pip. Cal------
Moscatel quartola.....
,, engarrafado.
Bordea ,, .....
Champagne ,, .....
Vidro p. v. de c. de ico pes.
Vellasde Spermacete......
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,, English narrow .
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French ......
Porlnguese axes
Macearroni and verm.
Iridian Corn........ .
Oil linseed in pipes...
,, ,, injars....
Porlueuese linnen rol.
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Casi iron pots.....
Paper loter..........
almassoblice I...
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Pasteboard........
Germn cutlasses.....
Muscatel rasins .....
Blach pipper .. .".....
Pich Swedish.......
,, Gunpowder ..
Pot ash American ....
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Nalls iin ..........
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Hams Oporto........
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Sausages Lisboa.
Cheess dulch.......
SnuffBaha .........
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Sewing Silk.........
Soap yellovt.........
' Mediterraneau
Rags..............
Salpeter raw.........
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Salt .......
Sarsaparilha.........
Tobaeo Maependin ..
Pinebords...........
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Finegar Portuguese .
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Os Direitos de importacSo sao de i5 por qo sobre o valor
da Pauta, a excepeo do che que paga 3o por ojo e a Pl-
vora 5o por dito. Acrescem a estes direitos 5 por cento so
bre os valores da pauta, os quaes sao de armasenagens, e
Espediente; e raais un quarto por cento por mes de arma-
seoagem contados depois de 3o das sobre os gneros de ex*
Uva, e quatro meses sobre fasendas.
Por Decreto de 6 de Maio ultimo foi ordenado, que duran-
te o anno financeiro a comecar do primeiro de JulUo prximo
passado at o primeiro de Julho de i84o os vinhos impor-
tados no Brasil e todas as bebidas espirituosas de produeco
estrangeira, pagarna Alfandega os direitos.de 5o por cent,
compreendidas todas as imposicoens a que estes gneros ero
sugeitos at o presente, salvo as de arosasenagem. Sio exce-
ptuados porem os vinl)os e bebidas espirituosas de produc-
co dos Paises oro quero o Brasil tem tratados era vigor.
O Despacho dos lquidos em geral, e da farinha de trigo
de produeco estrangeira, serfi fetos sobre os precos feixados
em urna pauta organisada semanalmente por urna commisso
de pessoas idneas, da quei tari parto o Inspector d respecti-
va JUandega.
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aoo a a5o Reis por Ar. seta priraagem .....~... 7..........';
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boo e 10 por cento Camb. 100 R. por 1 F.
3/4 d. por libra & 5 por 0/0 .....................*
4oo Rs. por Ar. e 10 por cento, Camb. 800 Rs. o peso.....!..
3 10 por Ton. de 70 Ar. e 5 por cento..........:.....4
aio Reis cada urna e 10 por cento Camb. 160 R. p. 1 F...
3/4 Centessimo por libra e 5 p. cento...........,.........'
REVISTA C0M31ERCIAL
\.
Cambios Sobre Londres 3> d offerecido ; e por 3i i|i se tem ^feito alguma
trausaces mui deminutas por se esperar do Rio de Janeiro o Paquete Ingle ,
e o Vapor Maranhense : o ultimo licou de sabir daquelle porto em ao do pre-
sente.
Algodo A entrada deste genero tem sido deminuta, e se augmentar espe-
ra-se baixar de pieco,
Assucar Poucas vendas se tem feito deste genero, ao preco de i/aoo a i|3oo
sobre o ferro que equivale a os precos notados a cima.
O mercado tem estado mui abatido tanto pela falta de productos agrcolas ,
como pela difficuldade dos recebimentos 1 As fazendas tem sido raais procuca-
das porem por precos mais baixos que os corren te.
A Barca Dinamarquesa Johanna trouxe de Trieste 3,aoo barricas de farinha de
trigo{das quaes nena looo se podero vender por falta de compradores ; seguio
para o Rio de Janeiro.
Continua a sensaco causada pelo methodo de cobranca do imposto Provincial
de ao rs, em caada de bebidas espirituosas ; e o Commercio tem representado ao
Goverao para ordenar que a cobranca nio se assa na Aliandega, (visto recahir so-
bre os importadores, ; inda nao obt'eve deciso.
RECJFE NA TYPOGaAFlA fifi p, f, DE FARIA. % 1839.
1

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