Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03585


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Full Text
Anno de 1839. Sxhta Fmra
Tudo agora depende de nos roesmos; da nossa prudencia, modera*
tao, e energa continuemos como principiamos e seremos aponiados
lora adroiraco entre as Nacoes mas cultas.
Proclamadlo da Assembha Geral do Brazil.
-----------------1 i i j a a i i------------------------
Suhscreve-s para esta folha a 3#ooo por quartel pagos adiantados
1iesa Twogralia, ra das Cruzes L>. 5, enal'racada Independencia
D. 37 e 58, onde se recebem correspondencias legalizadas, eannuucios;
Pfy insinndo-se estes gratis, sendo dos proprios assignantes, e viudos assig-
ttados.
Partidas dos Correios Terrestres.
Cidade da Parahilia e Villas de sua pretencSo................. .\
Di'U do Rio Grande do Norte, e Villas Idm. ... ...............(_ '
Dita da Fortaleza e Villas dem. ..................... Sgnd" S"1 letras.
Villa de Goianna. ................................/
Cidade de Olinda ,..................................Todos os das.
Villa deS. Anto.................................Quintas feiras.
Dita deGaranhuns e Povoaco do Bonito .*................. i)jas j0j e 2 decada roes.
Ditas do Cabo, Serinbaem, Rio Formo/o, e Porto Calvo........;. dem 1 11, e ai dito dito.
Cidade das Alagoas, e Villa de Maceid.........................dem dem
Villa de Paja de Flores......,..........................Idea j-,, dito dito.
Todos os Correios par te ni ao meio da.

a i ^ 30 de Agosto. Numero- 187.
CAMRIOS.
Agost. 49.
Londres...... 31 por ifooo ced. '
Lisboa....... go por o/o prersio, por metal offerecido.
Franca....... 3ao a 3i5 res por franco nom.
Lio de Janeiro 3 pot 070 de premio.
OURO -~ Moedas de 6|4oo rs., Velhas tfioo a
Ditas ,, ,, Nova* i5fooo a
Ditas de 4|ooo rs., 8Jj[4oo a
PRATA Pataces 8ratileiros >--------i^tijo ,
Pesos Columnarios---------------- ijj'fitio a
Oiios Mexicanos-------------------->#o Premios das Letras, por mez 1 1/8 por loo
i5#5oo
15^300
8/jHlO
(660
Das da Semana.
a6 Segunda -
tn Terca------
ao QuarU-----
?g Quinta -
3o Sexta-------
51 Sabbado -
1 Domingo- -
S. Zeferino P. M........--
S. Jote de Calasans-----------------
S. Asosliqho U. Dout.-------------
Degoladlo de S. J0S0 Haptista -
S. Rom de Lima V.--------------
S. Kaymundo Nonato Card. -
N. S. da Peona...........
-----Ses. da Thex., e And. do '. de D. da %. w. de m'
-----Relacoi e Audiencia 1I0.I. de l). iU 1. v. de m.
-----SessSo da Thezouraria Publica.
-----SessSo da The2., c A mi do J. de I), da a. var.
-----SessBo da Tliez., e Aud do J. de I). Ja
-----Quarto raing. aos a miu. da tarde.
ai a.
Mare cheia para o da 3o dfi Agosto.
As 10 horas e 6 minutos dd mauliii. Aso io horas 5o minutos da tarde.
PERNNAMBUCO.
GOVERNO DA PROVINCIA.
expediente do dia 7 do corrnte.
Officio Ao Inspector da Thezouraria da
Provincia, ordenando que mande satisfazer os
vcini lucillos do destacamento da Comarca do
Brejo e a importancia dos (brnecimentos tle
aceite navios e agoa a vista da folha pret,
e requLsicao que Ihe sero apresentadas pelo
Commandante Geral do Corpo de Polica. ,
Dito Ao Commandante Geral do Corpo de
Policia, communicando-lhe a expedieco da
ordem supra.
Dito Ao Inspector da Theiquraria das
Rendas Provinciaes, respondendo ao seu officio
de y 1 do corrnte propondo a medida de
se nomearem Empregados interinos para subs-
iiui'cm aos que se aclio empedidos, e poder
a Thezouraria lazer os trabamos que csto
a seo cargo ; que nao pode ter lugar o meio
proposto por nao se adiar a Presidencia aucte
risada para o adoptar, de vendo antes o Inspe-
ctor activar os empregados que se adan ejn
evercici*, para que se preslem a fazer alguos
servieos extraordinarios em quanto durar o
impedimento dos outros.
Dito Ao Commandante Superior da Guar-
da Nacional do Recife para mandar dispen-
sar do servico o Guarda do primeiro Rata-
llio Joze Joaquim Pereira de Mello que se
acba horneado Commissario de Policia do
sexto Destricto do Bairro do Recife.
Dito Ao Prefeto da Commarca do Recife,
communicando-lhe a expedieco da ordem
mi 1 ira.
Dito Ao Coronel Chefe' da LegiSo da
Guarda Nacional de Olinda, respondendo-
Ihe, que por ora, nao pode ser saptisfeita a
requisicb que* fez de armamento e outros
ob|ectos para o Esquadro de Cavallaria da
mesma LegiSo por nao haver despnivel no
Arsenal de Guerra, armamento proprio
para Cavallaria.
Dito Ao Coronel Chefe da LegiSo -da
Guarda Nacional de Serinhaem responden-
do-lhe que devendo a Guarnico da For-
taleza de Tamandar continuar a ser feita por
Pracas doterceiro Batalhode Artilheria, nao
lie preciso mais o Destacamento da Guarda
Nacional que organisou para guarnecer a dita
Fortaleza.
Dito Ao Director Interino do Arsenal de
Guerra respondendo-lhe que pode
mandar fazer o gradamento de ferro na aber-
ta do cano do mesmo Arsenal, qne serve de
goto as goas de chura conforme requesita
em seu oracio de 3 do corrnte.
Portara Ao mesmo ordenando que
mande fazr urna nova feichadura de bronze
para o paior da plvora da Fortaleza do Brum,
conforme requisita Inspector da Alfan-
dega. -
Officio Ao Inspector da' Alfandega, com-
gnunicando-lhe a expedieco da ordem su-
pra.
Dito Ao Inspector do Arsenal de Mari-
nha, auctorisando-o para mandar fazer o pre-
ciso reparo na coberta do Sallo qtic serve
de armasen para o oon.vrto, e fatnra do
pao nao excedendo a quantia orrad.
Dito Ao Director do Liceo ordenando
que ponha aconenrso a Cadeira de primetras
Lettras da Lagoa do Carro, que se acha va-
ga em consequencia de a haver abandona-
do desde a4 de Fcvereiro do corrnte anno o
especvo professor Francisco Xavier Carne-
ro daCunha.
Dito A Cmara Municipal do Recife ,
para remetter a Secretaria urna copia authen-
tica da Tabella dos emolumentos, que se pa-
gSo pelas licencas concedidas por a mesma C-
mara. <
Dito A mesma, significandolhc em pre-
senca do seu officio de 3o de Jnlho prximo
passado servindo de informacao ao pequeri-
mnto del). Marcelina Anglica de Castro e
Aguar proprietaria de um Sitio na extrema
das Estradas do Rosarinho, c Aflictos ; que
faca guardar na primeira das ditas Estradas,
o mesmo alinhamento ecordiacao que lhc foi
dada no tempo do General Luiz do Reg, co-
mo ja foi decidido por a Presidencia a re-
Jucriment da mesma Proprietaria em officio
eQdcSetcmbrode i83";,pos que as (.amaras
compete fazer repor noantigo estado asser-
vides e caminhos pblicos dos seos Municipios,
nao consentindo, que os proprietarios dos pre-
dios uzurpem, tapem, cstreitem ou man-
dem a seo arbitrio as estradas na forma do
Artigo 4( da Lei do l. de Outubro de
l8ab.
Portara Ao Inspector Geral das obras
publicas, para remetter a Secretaria urna
copia da Planta da Cada da Comarca de
tura?So he to pequea que nao vale apenas ,
sendo eerto .que esta escripturaca. he maior
do que aquella que se devia de fazer em o ca-
zo de que se pagasse em prata em razo dos
respectivos dcscontos. Sendo pois absoluta-
mente impossivel o arbitrio que V. S. indi-
ca nao s pelos motivos expostos como por
que a moeda de piala arrecadada nao chega
para os ordenados dos Empregados subsiste a
miuba ordem de a4 do. p p., e digne-se V.
S. de exactamente curapri-la.
Dos Guarde a V. S. Thezouraria das
Rendas Provinciaes de Pernambuco a de A-
gosto de 18J9. O Inspector da Thezouraria
Joo Haptista Pereira Lobo Jnior. Illm
Sur. Miguel Arcanjo Monteiro d'Andrade ,
Administrador da Meza do Cornjlado.
da 5.
OfficioAo Exm. Presidente informando o
requerimento do Relojoeiro Kissel com a in-
formacao do Escriva e Administrador da Me-
za de Rendas Internis que transmiltio.
Illm. c Exm. .v --l)u\ idas se me offereccm
na execucSo do officio de S do corrnte pelo
qual deo V. Ex. as providencias que nelle se
con ttiii acerca do pagamento dos ordenados dos
Empregados Pblicos Provinciaes : manda o
Regulamento, da Inspeccao do Assucar e Al-
Garanhuns e bem assim o respectivo or- godo de 3o de Setembro de i8J(i art. .ao,
camentono caso dej; o haver no Archivo, i que os ordenados de todos os Empregados da
Dita Ao Administrador Fical das obras mesma InspeccSo sejSo pagos mensalmcnte
publicas, para informar, que porcSo de ma- pelo Thezoureiro da Meza do Consulado ;
deira existe na Paraiba em estado de po- mas determinando o sobredi lo officio que pre-
der ser conduzida para esta Cidade, segundo firo os pagamentos de datas mais antigs ou
o contracto feilo por a sua repartico com o de ordenados atrazdos, que tenhSo nrioridade
nos pagamentos oC. Policial; e Adni. Fiscal
das Obras Publicas; qued'agora emdiante so-
mente hum terco do ordenado se pague em
moeda de prata e o mais em Sed 11 las ou
Notas ; e be obvio, ou que o sobredito art.
esbt implcitamente derogado pelo officio ou
possivel prom-
constructor Jos Joaquim Ferrara.
THEZOURARIA PROVINCIAL.
EMEOIENTE DO DA 3 DO CORRERTE.
OfficioAo Thezoureiro das Rendas Pro- que acuelles Empregados azem hua excep So
vinciaes transmittindo por copia a ordem do das regras que o mesmo officio estabele-
Exm. Presidente de a do corrnte era a qual ceo, por quanto a subsistir o Regulamento nao
se contem as providencias que o Governo as s elles sSo todos preferidos por que re-
sentou dever dar a respeto' do pagamento dos cebem os seos ordenaaos mensalmente e dos
F.mpregados Provinciaes. reiidimeto-, arrecadados por aquella Repartico
DitoAo Contador da Thezouraria fazendo como tambem bao de ser pqgos em prata, pois
igual remessa. i que a arrecada So ,que ora est a cargo da
DitoAo mesmo transmittindo por copia o Meza do Consulado be toda em prata, pro-
officio do Exm. Presidente de a do corrnte pe- veniente da quota Provincial dos dizimos de
lo qual ordena que do corrnte anno financei-. exporta So. Por igual tenho fundada razo
ro emdiante Ihe seja remettida urna conta es-' para dtividar se os Empregados r ublicos da
pecificada das despezas, e Receita que tiverem; rtdministracao das Obras Publicas, Gabinete
lugar em cada mez bem como a confeceo do Topogrfico Aula de Topografa podem con-
tinuar a receber os seos ordenados pela Adrai-
nistraco Fiscal, por quanto da mesma ma-
neira lano elles huma injusta excepcSo dos
demais Empregados ou alias se elles se a-
cho comprchendidos na expressc^Reparti-
co Fiscal das Obras PublicasDigne-se pois
V Ex de esclarecer-me.
Dos Guarde a V. Ex.. Thezouraria das
Rendas Provinciaes de Pernambuco 5 d'Agos-
todei83f>. IUm e Exm. Snr. Francisi do
Reg Barros Presidente da Provincia, O
Inspector da Tliezouraria Joo Baptista Pe-
reira Lobo Jnior, .t
PortaraMandando carregar em Receita
ab Thezoureiro das'Rendas Provinciaes reis
ao;(KK>.ooo qu recebeodo Cofre das Rendas
Geracs por cotila do Dficit Provincial no cor-
rnte auno financciro.
da 6.
Illm e Exm SrIncluzo me remclleo o
Administrador Fiscal das Obras Publicas, por
copia o officio de V. Exc que ein resposta a
oullodo m Halanco do anno findo com a
plidSo.
Illm. SnrSeasduvidas eembara^ps em
que V. S. se vio respeito do'pagamento das
despezas Provinciaes que por essa Repartico
se faziSp e que referi em o seo officio de a i
de Julho p. p. fundav5o-se em que nao poda
dispor da moeda de prata em que se arrecada
a quota Provincial dos dizimos pois era ella
distinada por Lei para os ordenados dos Em-
pregados como he que se persuadi que
etl tivesse o arroujo de infringir a Lei, e man-
dar que posto ella desse applicaco especial a
predita moeda essa moeda se con verte
destinasse a outro mister ? Como diz em omo
officio de a do corrnte que eu o nao escla-
rec eom a soluca quedei pelo meo de?*.,
s porque me nao conformei com huma ille1-
galidade ? As novas duvidas por V. S. sus-
citadas uo procedem nao s porque nao ha
iinpossiliilidade de que se repitan os pedidos
de dmheiro para as despezas quando os pi i-
meiros nao chegarem ,jcorao porque a esirip-
que temlo-se ja determinado que as deson-
zas de luz eagoa com as Uarreiras dafj Pon-
tes da Magdalena e Carvalbos devem s.-'
feitas por aquella Adminislraeo, e pa-,:s
pela Meza de Rendas Internas, esouade 'im
o pagamento que eu 6f hura que o mesino A,\ -
ministrador lizesse ao Thezoureiro d'uquell i
Meza de Rendas Internas tomo indemniza^
cao tas despezas que esta leparlico (izera nos
poucos das em que o sobredito lornfciinenlo
d'agoa e luz Ihe era incumbido : na verta-
de que ha desencontro de ordena avista des -
te officio e d aquelle que V Exc me dericio
em i3 de Julho do premia anuo; Iwqdeiie
diz V. Ex. que a Meza de Rendas Internas
pagara as despezas e uo outro dando-me o
arbitrio de providenciar acerca d aquelle for-
iieeinienio como conviesse ouvido o Inspe-
ctor Geral das Obras Pnblicas em sua loi inidnde mandei que o fornedmeiilo se firts-
se pela Administraca Fiscal como d antes .
porem nao'que fosse elle, pago pela Meza de
Rendas Internas nao s porque aquella Me-
za est incumbida e accuninlada com arrwa-
dacoes como que a escripturaco seria por
tal modo mais complicada e accreseida ac-r
cressendo tambem lutm livro : assim nao sei
se a minha ordem he a que vigora ou se V
Ex. alguma em contrario deo.
Dos Guarde a V. Ex, Thezouraria das
Rendas Provinciaes de Pernambuco (i de A-
gostode i8.i> Illm e Exm Sur. Francisco
do Reg Barros Presidente da Provincia.
O Inspector da Thezouraria Joao 1 api isla Pe-
reira Lobo Jnior
Illm. e Exm Snr.Recebi o officio de V
Ex.de 5 do corrnte em que ordena, que en
mande entregar ao Engenheiro Augusto Hers-
ting ou.asua ordem a, quantia de 3o,ooo
reis a (im de ser devidida pelos cozinbei-
rosque cozinharo abordo da Galera Crele ,
durante a conduco da Companhia de traba-
lhadores e res|ieitozamente cumiire-mc ol
servar ; que sendo essa despeza relativa a Ca-
bras Publicas por ser respectiva aos I raba-
lhadores nclla empregados devia de ser ftaga
pela Admiifislracao Fiscal, e nao |>or esta Re-
partico.
Dos Guarde a V Ex. Thezouraria das
Rendas Provinciaes de Pernambuco G de A-
rlo de iH.-fij Illm. eKxm. Snr. Francisco
Reg Barros Presidente da Provincia. O
Inspector da Thezouraria Joo Baptista Perei-
ra Lobo Jnior. a
OfficioAo mesmo Exm. Snr. trausniilliii-
do aue.T,;:::sl;a< G u'o saldo e\i-:;..U; ,,., ;;,,!.,
da Thezouraria em 31 dcJulho pi-.i\inii> rindo.
PortariaAo Thezoureiro tas iludas l'ro-
viuciaes orden indo que pague ao Theyouivi-
ro da Meza do Consulado a quantia de reis
671,384 que despeudeo no mez de .lulio enm
os Empregados e mais depezas lo expedien-
te da lnspecao do Assucar e Algtxlao.
Diversas lleparricoeus.

ALFANDEGA T^ FAZEft'DAS.
EDITAL.
\ icenln Thoniaz Pire.- de gttino Ca-
margo Inspector d Allan que St: hade .11 rematar em Jiasla publii 1 e na
porta da mesma Mi.diai.de ** \indoniy,
huma .aixa coja urna me/a de ai,lar n* valor
de '10I .nki ni.,, impugnada |>clo ( u.mia
Thouia/ lo/e da Ccjpta C & ) i'tbpa*bo de
J. f), Ester, mi'iu. ;.'i?.

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W'

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I ARIO DK P'E AXB. CO
' -i -i '
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de
I Alfandega de Pemambuco a$ do Ygosto
^ cenle Thomz Pires de Figueredo Camargo.
- A Pauta he a mesma do numero t83.
MEZA DO CNSUL A DO.
- ArPaula he a mesma do numero 182.
OBRAS PUBLICAS.
Illm. e K\m. Sur.Tendo-se-me aprezen-
tado o despa\ nrhizo]do Inspector da The-
zouraria das Rendas Provincias, determinan-
do-me que mandasse abonar ao C ipito re-
formado Joao Baptiza do Amaral e Mello
a gratlicaco aiMieioual ; e ao mesmo tempo
outro de V. .Ex para mandar abonar a mes-
ma gratificacao addicional ao .' Tenent
reformado Joaqun Ignacio de farros ma ,
mstrei ambos a V. Ex. querendo saber se
to bem cumpria o do Inspector, respoiuleo-
me V Ex que este remettesse ao mesmo
Inspector offieando-lhe que avista do reg:
lamento desta Kcparti ao nao poda satsfzsr
aquelle despaxo sem ordcm de V. Ex. ; as-
sim cumpri ; ex quando recebo hontem o oi
ci incluzo, eo mesmo despaxo para Ihe dar
cumplimento: nesfa colliso por tanto
derijo-me a V. Ex rogando-lhe que nao so
para boa ordem do servico como para me
por a salvo do prcesso contra mim ameassado
I or desobediente-, se digne declarar-me se dev
cumprir o despaxo em queslo, e todos os
mais e orden5* que d ora em diante fne forem
di rgidos pelo dito lnspetor da Tbez >raria das
lleudas rroviriaes.
Dos Guarde a V Exc. Administra Jo
Fiscal das Obras Publicas 1. de Agosto de
8t Barros, Presidente da Provincia Amaro
Francisco de Moma Administrador Fiscal.
llm. Snr. Avista do que V. S. me re-
presenta em seu officio do 1. do col-rente. a-'
cabo de declarar ao Inspector da Thezouraria
das Rendas Provinciaes fmde evitar quaes
' quer duvidas e contestacoens futuras que ,
lomooart. 7. do Reglamento de o de A-
rto de io5 expressamente statue que
. S receba da Thezouraria as instrucoes
neoessarias para a regularidadc, boa ordem
e clareza da escripturaco e legaldae. das
1 onlas e desta Presidencia as que dizem
respeilo gerencia e economa das obras
enlre as quaes'naturalmente se incluem
Pespatos e nrdens relativos a pagamentos
de onlenailos gratifica.oes e quaesqur
vencimenlos nao deve elle dcri-zir a V. S.
ordens ou I espaxos destahatureza e sim d
finir as partes que requeiro esta re-
sidencia : O que participo a V. S. para sua
miel licencia ficando assiin respondido o sen
referido cilicio.
Dos Guarde a V. S.
no de Pemambuco 1 de
- raacisco do Reg Barros. Snr. Adminis-
trador Fiscal das Obras Publicas Amaro
Francisco de Moura.
Illm. e Exm. Snr.Tendo-me V. Ex.
ordenado em officio de 117 do mez deJulfio'
pioximo passado em /esiiosla ao meu da mes-
ma data, que o forn cimento de Inzes, agua
para as harreiras da Magdalena, e Carvalhos,
1 ur iiiuasse a ser feito por esta Administracb
e que a despeza fosse paga pela Meza das
*
lleudas Provinciaes erigurtljjb pagamento das
despe/as qu se fuero-em alguns dias pela
Meza das Rendas Internas com o fomecimento
de.luzes agua e mas cotizas para as Bfir-
reiras das Pontes da Magdalena e Carvalhos
a provincia da Babia. O dinheiro andou em erise lb no Reconcavo da Provincia, apesar de-
diversas m5os, lemeixfo sempre os .ronbado-
res amitlil-olog, e gardando-se talvez para
fazerem emissue parcae$. i
Osdous co-reos Rufino Ignacio dos Santo*
curupre significar-lhe q -tendo-se jdeterm- 'e'Pedro Plucchi tudb tem confessndo, eacar-
nado que taes uespezas deven ser lilas pelas
Obras Publicas c pagas pbr aquella Meza,
escuzado he o pagamento que exige o men-
cionado Inspector, cu jo officio reVertq' com os
documentos, que vierao elle untos.
Heos Guarde V. S. Palacio do Govqrno
de Pemambuco de Agosto de 18^9 Fraii-
eisco d Rgo Barros. Snr. Administrador
Fiscal das Obras Publicas.
PRFFRtttm*.
' riaTE no Dil ao. DE ACOST.
Illm e Exm. Star. Tenho a parteoipar
V. Ex. que das-partes hoj' recebfdas cortsla
sement ,, que. forjo prezos hontem minba
ordem Sebastao Joz'e Pereira de Carvalho ,
pardo pel .Sub-Prefeito de Santo Antonio ,
por ha ver (ido urna de/.aven a cqm outro e
ir esperal-o para assassnar : e Antonio Jze Mara Frederico.
Tbomaz bramo pel Sub-Prefelto da Boa-
vista por se ter dirigido caza de um Hos-
panhol procural-o com pithetos injuriosos ,
e infamantes e darHie urna grande bofeta-
da cu os prezos tvero o competente destino
regados com ^s outros lem insisiido en suas de-
claraces. Agora mesmo est o respectivo jitis
de paz formando prcesso aos reos. Um
escravo qnefoi tamben ad mi nido a parleci-
paf da- ^rorla deste roubo, tem reconhecido
alguns dos presos.
Cada vez o Sr. chefe de Polica'vae ganba-
do mais direito a estima e cbnsideracao d
Inaiico ou nada, de consideracao merecer do-
Governo, e dos Poderes Polticos' -, quant a
sua seguranea vas de communicaco e at
mpostos que mais do"qu devem e he es-
laludecido na Consltuco, gravo a Lavoura.
especialmente a do assucar a mais importante
da Prrtvinti ; fo sm no ReCOhCavO ; onde-a
ConsiituicaO oThrOno-, e os Poferes Polti-
cos acharo fiis deffeusores que' atfostrar-
todos os pergos e vicisitudes de urna guef-
ra civil sempre peior do que as outras jkjs
?|"ueos odios, .muts cauzas individuaes ,
azm calar o Direito das Gentes no que der
seos concidados : este digho-magistrado me-' justo estblce m Ufes circutistanclas.
recedor de toda a gralido dos habilatites dsta: V. E). sabe. V. Ex. vio que esse barndf
borte. d reyliozos scelerados, para qual o haia
direito, ou antes-, para o qt osedireito
Foro pronunciados os individuos prezos pe- era toda a sorte de attentados decrlhies,
!o rbtb do Thesurb : os indiciados ja es>- procrb pormuitos modos plan lar na scr-
h'rfo a'dvgados que osdefenla o jury., I vatura .0 seu sistema deattentados, edcri-
c lein lidocom elles diversas conferencias. O
Snr. Montezuma defende a dous dos reos, e
Piltros dous sero defendidos pelo Snr. oze
mes., deve ndo se certamente, mais a Divina
Providencia do q^ue ao exfrfcO humano o
aborto de tal plano o mais terrivel de todos ,
que a perversididade podia leolar : e que
rol jiofom pnttfc derro d eS Cida.le, onde
rebelda tos Ses ltimos proc'smos lancen
o incendi "h rnfe jlOHtes d' Cftfede alta e
bal.xa ", para com foj>o tlraT BOS prbpretaribs
Em um dos nmeros passado do Diario pu- a sua riqueza e meios de manutenco que
O Pirata de Plrarinim.
os
Palacio do Gover-
Agoslo de 1 fr.j)
Rendas Internas Provinciaes recebi hontem
o oficio e conlas incluzas ordenando-me o
Inspector da Thezouraria das Rendas Provin-
ciaes que mandasse indemnizar ao Thezou
re 1 o das Diversas Rendas Internas, aquellas
despezas que por ali se havio feito com as di-
tas Barreiras no sobredito mez de Julho p. p :
aestes termos dirijo-me a V. Exc para que se
digne deliberar-me o que devo seguir se o
que V. Ex. me ordenou ou o que de,termi-
nou-me o referido Inspector ; e neste uftimo
Dos'Guard a V. Exc. Pref tura da Co- blicamos urna noticia extractada do Jornal do por via da sedicao das armas da frea e do
marca do Hecilc -j9 de Agosto de i83t). Illm. Comercio sobre o aprezament de Um pirata, crime no se podia roubar. Agora mesmo-
e Exirt. Silr. Francisco o Reg B irros Pre- munido de cartas de marca dadas pelo Govrn V. Ex. sabe qu negro horroroso plano
sidnte d Provincia. Francisco Antonio de de Piratinim o qual t'avi tomado roubdo se tracava !
S Brrelo, Prefeito da Comarca. o brigue francez. Berngr ; agora sallemos, f 'V^.Ex. sabe, qu debelados e vencidos os
que o tal corsario .de Rosas, e apressmo- rebeldes, com grandes socrficis da Prbvin-
rts a dar esta retifica ao dTaquella pnirii- cia e da Nacab inteira com pida das vidas
NOTCIAS PROVINCIAES. ra noticia'. Na sesso e ti de Julho, preciosas de Cidados preanles, perds,
sendo o Snr. ministro da mirinha ihterpella- que a Patria deplora com os Amigos cornos
As folhas que recebemos da Corte al 8 do do pelo Snr. Carnciro de Campos para deca- Paes, com os Consortes coniosFilhos, com
correnlej'nada de notavel nos dizem se nao rar o que sabia a respito d'aquella primeira os Prenles e com os desgracados Orfiios ,
term sido, prezos e-pronunciados os implica- noticia, respondeo o mesmo ministr que o aos quaes tas Cidados servio de nico ar-
dos no roubo do Thesouro : como se ver do govero sabe oficialmente que apreceo um rimo e ampar; sabe V. Ex. que seo cri-
Post-Scriptun, artigo que abaixa copia- corsa rio ou antes pirata, nis agoas do Rio me ficbi mpuniao ae a Justica nao foi
mos. Alguns Redactores retrataro-se dao- da Prata cujaorigem se nao sabe, e qrie de- satisfeita que muitos dos rebeldes for por
tifia novament dada em seus peridicos so- ra a costa quando fora apercebido por urna Sntehcas declarados sem culpa, eqiielesse
bre a mudanc do ministerio p '
co.iclue que tanto est mudanca
diiIra j por nos dad^ em um dos nossos nu- commercio n5o sotlra detrimento algum rados !; K se diz q
meros'passdos sao falsas. O ministerio' ac- mesmo da parte dos corsarios d Buenos-Ay- sim o determina O Cdigo do Brrsil que so
lual continua a desempenhar o pesado cargo, res armados contra comercio francez, e j devra servir para dar culto :\ virtudfe e ga-
que lheimpoz o Exm'. Regente, no achan- mandn a crvela Bertioga e agora rantir os Cidada
do at hoje opposicSo em s' marchn : Aais nibarcacoes a diversos pontos
Da Babia cliegaro-nos folhas at sido cor- ra esse fim alem de q' h
rente, e de Minas ate ai) d prximo passado Grande do Sul e Santa t athar'
Julbo as quaes asseguro-nos que essas barcatoes qiie podem empre
Provincias continu'o as gozar de pai, bem que mente n' este servido. Dos qneira que as p
a I ahia ainda lulava com ined(kis preventi- videncias tortiadas por S. Ex, sejlo eRicazes todos os horrores, que elle produzio ; que
vas, oiiio severa' d reprcsrntaco, que ao para evitar o mal que ao nosso c tnimercio po- ser depois d elle denois da ininuridade e
sobre ludo, dpots das schs barbars,
proprias de fers selvagens passds por o-
probrio do Imperio no Rio Gratd no Para ,
Rccl>emos peridicos de Minas e S. I*au- e no Mrauho ? !!
lo. As Provincia gos"o de socego. No da 111 Forca he retirar a vista de quadr tao me-
do correhteo'novd mesiderttedeS. Paulo to- dnho e qu tanto degrada,
mou posse c presin jurameato na cmara mu-1 Em'taes circunstancias, os Spplicantes ,
nicipal. OSnr. Machado Nunes nomeou para depositando em V, Ex. a sua maior confianca,
Antonio Mariano de fazendo votos Providencia, para queV.
vas, 1 (mu severa ua reiircscniacao, que no |iam eiiutr u 111a
Presidente dirigen Proprierarios, Negocian- dem fazer os p8('
tes e Empregados pblicos, e que abaxo
copiamos.
POST SCfelPTM.
roes martimos.
(Diario do Rio.)
Rio a5 de Julho as 4 horas da tard,?.
O roubo do The/ouro. Revelac5es.
Hontem (24) ferio presos pela polica como seo secretario ao Snr.
implicados no famoso roubo do thezouro, Joao Azevedo Marqus, pessa de summa habeli- Ex. sia conservado no eminente Lugar d
Antonio d Cunha, negociante de esclavos, dade e que gosa grandes sympathias naquel- Presidente da Provincia, em. que s achia,
morador na ra de S. Joze n. 5q ; Wnoel' la Provincia. S. Ex. tem tomado apeito,os Lugar que V. Ex. to dignamente exerce, e
Jo/.e Pereira d Silva, tachigrafn,. morador na negocio' da Franca. Em consequencia da de- com tanta honra para o Govcrno Supremo ,
ra dos Latoeiros n. 66; Pedro Pehicchi misso dada helo Snr. doutor Falcao foi no- que o constituir seo Delegado vem depois
morador na ra d Snr. dos l'assos n. 7, cm meado para director da academia jurdica de do que se ha ponderado representar a V. Ex.
iciscoXa- S. Pauto o Snr. doutor Broter. Cssou em mu seriamente a necessidade absoluta deja e
loja de frreiro na ra do Fogo ; Francisco __
vier Veira morador en S. Domingos, foi S. Joao d'Elrei public'r do Astro de Mi- y! organizar e armar Guarda Nacional do
sargento e depois escrivo do commissrldo as, um dos mais antgos jornas d Imperio.
da marinha ; Jo* Fernando de AImeida f ] (dem).
morador na praia do Bot-fogo perto da ra
de S. Ctemehte n'. 88 Pcssoa que ssisto
os interrogatorios nosaffirm q' incancavel
Snr. cliefe de bolina tendo noticia ue v-
polirta', tendo noticia q
via nacidade de Campos Rufino I .naci dos
Santos, marinheiro, o qual tiuha entrado n'
este roubo,. que ali viva con onome de
e neste
cazo laz-se [ireeizo saber de qual das Consig
itacocs que marca a Ld do Orcamento pa-f Sevrino fez excedretn-se as ordens rieces-^
raasObrte Pubtiee avei ser iias ewa1 seras para que'Sua capirado. Este Rufino
de^jM'z^s piM- isso que a mesma Lei nao di
signa quantia al,uma para dispezasdas Bar-
reiras ; ao mesmo lempo que oart. 15 doR-
Rresntaco que drigem ao Excel. Presi-
dente da Provincia da Babia, os I Ilustres
Proprietars, Negociantes e Empregados,
Pblicos abaixo ssigndos.
Reconcavo que se acia indelea para Jiver
na mesma Guarda o que sempre se tem el-
la adiado ; lima barreira a perteneces do cri-
me e da desurdem e d'esle modo se manter
a Ordem I ublca sem a qual a Constiluicb ,-
d Th roo os Poderes Poluicos o Comimec-
Co a Lavoura e era m a afio toda p es-
tao em pe'rigo ; dignando-se Y Ex. tomar to-
qu o direito permitlir
das as medidas
dos interrogatorios consta que os (utros rs ,
gnlaniento do 1. de Setembro de i838 { qfe axeepcao de Pedro Pblucchi reunidos m
iiio consta ter sido revogado ) determina que
as desriezas feitas com o estabelecimento das
Harifiras seja provisoriamente alionadas pe-
la quanla marcada para as Obras Publicas ,
e pagas ao depois peto rendimento (las
Barreiras : porfanto rogo a V. Ex. que--to-
mando BiCOncidera Ao o expendido digne-se
delilieiar oque servido.fiir.
' eos Guarde a V. Ex. Administradlo
Fiscal das Ofcras Publi as d Agosto de
fUiif. JUm. e Exm. Snr. Francisco do JegO
Harros Presidento da Provincia. \Amaro
I lauciscode Vtoara Administrador Fiscal.
Ilim Snr.liespondendo ao officio de V.
S lo do crlenle acompanhado do ques
Illm. eExm. Sr. Presidente da Provincia, -
- Os'liixo 'ssgriadbs CJaJs a esta Pro para o mesmo fim de manter a Ordem Puhl-
vincia cuja Aijministracao est felizmente en- ca e para o qual os Spplicantes assegura a
chegnd a 'est corte revelou quas erao os trege atos cuidados, e governo de V. Ex. m V. Ex. a sua cooperarn. Esperando os Sup-
seos co-reos. liz-nos a mesma pcssoa que tumi nao faltao Saber Probidade Honra, plfcantes, que Y. Ex. por dever deseo cargo
Zelo energa e adbeso Mdrchia Cons- attender esta Represen lacio, deseja, que
tituciorial Representativa, uica forma deGo- V. Ex. a faca subir Presenta do Regente em
verbo conveniente ao Imperio, e sua pr'pspe- Nome do imperador como m tesltmunlio
rdade, interesses, m ilo mais nis circuhs- devido a V Ex. pelo bem que desempnha os
tancias actaes em que a negra ambicio e o, importantes deveres, de seo cargo,, 1 e como um
mas feio egosmo tem levantado o punbai con- voto de a gradee i ment e grajtidao ao Gover
'ra sdreos dos Bra- no do Recente em Nome'do Imncradi
club nocturno com -aracter pf tico pCrs-
diro os ditos Rufino e Pedro Pehicchi ,
que o regente de imperio, entio o Snr. Feijc,
e o ministro da Tayenda, entao Srtr. Castro
eSilva, iirowovio o rtubo, devndo ser-
vir o dinneiro rochado para fazer-se urna
reynluco que havia mudar os destinos do im-
perio essim consejil i riq animar aos dus
agentes, dizend-lhes qoe no serijo prezos,
ou quando por acaso o fossem, seriao mme-
ditantente soltos. Os dous acreditando qu-
to se Ihes disse e dando-se-ihs umit chav
quedevia abrir urna das portas do tesouro ,
ali entrrS, estiverio dous dias e'consuma-
ro o robo rarregndo com urna das latas
3 M .OMUIlirnic, -i.,...,-..--------- -,-- W j
Ib** derSoio'<> n|ector da Thezouraria da> j cm que haviao 5oo cdntos destinados para
Ir propridde, e contra os dretos dos Bra- no do Regenteen Noe'do imperador por*
steros que respeita as Leis e os deveres nos haver dado um tao digno Delegado seo na
d'elas derivados vem respetosaniente repre- Pessoa de V. Ex.
sentar a V. Ex., para bem da Provincia do1 Tal he o objecto da Represenlacao dos Sup-
plicanlcs que Pedem a V. Ex. se Digne alten-
de-la e deliberar em sua sabedora.
Throno e da Constituidlo urna grande ne-
cessidade que he precizo e indispensavel,
qoe V. Ex. occorra de promnto.
V.Ex. teste'munba ocular da horrorza
sceriade7 de Novmtro de 18J7 dseos
dsgracads efTeitos cujas consequencias terao
de sntir-se por inuito te"mpo sabe melbor
mesmo do que os Suppliaintes que em tal
(Seg
uiao-se
E. R.
3o8 aseignaturas.) 4
M.
Os Isg'lezes no Brasil. (
No podemos deixar de a presentar alguaas
*>



I
DI AtTO
reflexoesacefica do oocorrido no Rio de Janeiro I
M que demos noticia em hosso numero ant-
"or, e que hoje mais de espaco detalhamos.
parece que a insolencia das tripulaces dos na-
vios de guerra Ingleses surtos no Rio de Ja-
sa uro tera escandaisado sobre maneira os ha-
bitantes da capital do Jmperio, nao encor-
reado pouco para esse effisilo a maneira com
qnctraclam as presas deescravatnra je fa-
lem. '
Em ai de Abril ^regressava dePaquet um
vapor.condtttindo iirrmeMafs familias que ha-
amidoqelle sitio de recreio passar o Do-
mingo : ao passar esta embarcaco junto & una
das erabarcaces aprisionadas, ouvio-se grande
alvoroco n um bngue de guerra' Inglez que
iva perra e um tiro de baila foi disparado
DE P E ft tfVM BUCO
pela sentirte!, o qual entran lo pela poupa
t> vapor, eriu mortalmente um passageiro
cumpria pimii; pela honra e independencia d* que interrompesVa prescrqwo? Nao. Tem The&tro de S Carlos em Nova Orleans u-
coniTrlT^uTtot SZ.' ^ f -ta-S-Lf Antonio constante e .blica- flZ^Ldin^^^T^ mL
T%ZhATZZ me.n,ena.V,na.doLim^rd^*^ *po- perecer,, tanto aplauso e approvaco
repetir mais na baha de Nitherohy ou em cadaqual sedeve comecar acontar o tempo dos habitantes da Corte do Rio de Fincho
quaqueroutrosurgraourodesse vasto conti, da prescripcao, segundo a Ord. citada Li'v pretende ff4*~!*m!tt^E
ente. Honra aos jornaes da mesma nato 4f$*9 '.
por nome Soars de Bulhes, que estava sen-
tado ao lado de sua snhora. Est factopro-
vocou a maior indignco : os Jornaes clama-
ram em coro centra tal atrocidade o Minis-
tro dos negocios estrangeiros Candido BpHsta
ft perd am momento em assumir a attltu-
de prprfa de titii Governo livre- intimo ao
Ministro Inglez que as uthoridades Brasi-
leiraS passavam immediatamente a tirar urna
devassa a bord d embarcclo de guerra da
qual havia partido o tiro, responsabilisando-o
por qnalquer desobediencia da parle dos seus
compatriotas. O diplomtico Britnnrcq bem
ao Tactodd melindre que ihvolvia um tal suc4
cesso dev i lamen le persuadido da firmeza com
#e procedera o Governo Imperial; tremen-
do por ou tro lado que o extenso commerrio
edtrt o Brasil fit pelos seus compatriotas so-
fresse um golpe mora I pressoti-se a ceder,
dando tedas as satisfacoes, saneciotiando as
'diligencias das uthoridades Brasileiras mos-
trando em fim a maior submisso e docilidade
Nao se diga tjae laucamos mo deste inci-
dente para fomentar rivalidades s tracta-
mos do Gierno Inglez qu e responsavel pe-
las ordiis que da- aos seus subordinados s
'uranios 'la philaucia com que alguns destes se
porlam quaudo em paizes estrahgeiros e que
rai por diante em quanto nfo deparam com a
ehrgia que acaba de mostrar o Governo do
BttrL Quem imaginaria qne urna embar-
eacS Ingiera s sugeitaria a ser inspeccionada
por magistrados Brasileiros e spportar o
castigo da culpa que I lie resultar do proc^so
paraasua triptftco ?'
Anda nao lia-muito que de bordo da Escu-
na Rowena surta no tejo se atirou com bala
para trra o (fti provocod afe censuras d
grande parte d irhprensa peridica. O que
fez porehi b riossb Governo P Qtae fizeram os
jorhaes Carlistas? Como se bou ve ojiz en-
tregado de conrieer deste oso? Ofdenou
aos Inglezs que p^gassem o valor dos vidros
quebrados pela bala em logar de os trtetter
na cadeia e impor-lrfs a multa de duzentos
mil rteis establecida em a nossa legisldco cri-
minal. Cbmpare-se o pbrte dos magistrados
d ambos os paizes, edecida-s de que parte
se mbstrou maior decoro; rrialor activrdade ,
maior patriotismo !
Se acaso a bala da Rovtr >na tivesse morto a
65ps'de ubi dos nossos compatriotas como iior
poyco esteve para acconteoer passaria o nosso
i instro rpecttv a ordenar qne se fssea
bord da Escurta interrogar a tripulacb a fim
de pronunciar o culpado ? Longe disso s-
cTever-se-i urna rspeitosa e deferente nota
liplomatica pedindo p>jr favor que mandssem
dar um ligeir castigo ao aggressdr ; e por
rilis que bradssemos contra esta abiecco ,
feriamos que perder tempo e 0 traliallio ,
sondo cortslrahgidos aind em cima a entrar
em polmica coita alguns jornaes que eubon-
trriam secundo o costunie mil circunstancias
atteuanfes e justificantes para os nossos fiis
alliados;
___ ,___^~.~T -~jr~zPm- "~ ^ Q". *" r^^'t"" ":, cse" uu>iua o se acna nosiiertauo i-m ca/a ci.i i-ninrezano i
correnca de que potamos oslngleie. prten- Juiz respetivo ex Ofticio ja deu baixa na cul- toaoThea ro, ende opolerS'^urar c
centes a marinha de guerra se achavam ihi- p. | preltm\Qnt(t, a'os StrS^lCCi
Indos de saltar em trra porque o po,o os Agora digam os que entendem da materia expeclaeulos.
havia apupado, e ameacava apedrejar para qual dos dois he o espichado: si eu si o Sr.
vingar-se da afronta reeebida pelo assassina- Constante Lcitor.
todeum Rrasileiro. O enterro desta victima Basta que esta j ia sendo
foi extraordinariamente swnptuoso- urna mu- Anda, Srs. Redactores II
tido immensa acotnpanhou o cadver se- cacao d'esta o mesmo da '
pultura-eo espirito publico achava-se tb Lira.
agitado que se duvidava muito da efficacia P. S. Estava concluindo este quaudo re-
im,!sSfiS,da ^^ In^ acalmar os bi iariode oiitem n. ,HH no ..nal o Sr.lqa^la Jseiiaelrate7ma7s\ranlac&
aaimos irritados, que podiam levar-se aos Constante Leitor (que cada dia muda de no- ma de dita loi a.
maiores excessos contra os negociantes Britan-. me) assignando-se Rabeca reproduz coma; lavPemi." Vara
muito extensa.
s txjga a publi-
G. J. Ryan.
------------------------------- I
Avisos Diversos.
tST- IVianoel A Ivs Guerra aviza que leudo
saido de sua loja da rua .Nova o caixeiro Ma-
nod Ignacio PinheimJiiiiiur est porconso-
nicos residentes na-capital do Imperio. E polidez que lhe he peculiar, as mesmas ar- doc-orrente, e'a de Seten
"?..!l!.!',TJOrnal luena5 condemnasse guices contra o Sr. Dr. Joo Mauricio. Deu- ultimas praeas do sitio da esl
logo
este attentado ?
lo Civcl nos dias 3o
ibro sao as dual
estrada dos Alllictos,
m- me 1coce6as I* >sfder-lhe logo; mas por execucaode Jo^ Antonio Correa Jnior ;
(Nacional de Lisboa de 8 de Julho.) rendo que o hornera soinente, ou diz perolas e Jos de anos llego, sendo oxenla-
Correspondencia
Srs* Redactores.
Dseu Constante Leitoroutra vez appareceu
ninrion.* i8t d'esta semana, nao s(S sus-
tentando anda que o Sr. Luiz Theotonio Be-
zerra Sub-Prefeito do Limoeiro est crimino-
o
comoarL^peitodaprescripcodoscrime, ou do Jos Pereira de Abantara: quem qu
taita a verdade como sobre o domicilio do Janear compareca as ditas macas s i horas
mesmo Sr. Dr. Joo Mauricio, cuja familia da tarde na rua do Faijundcs iiorta do Ju-
segundoayontadedoSr. Rabeca, es pro- iz do Civel.
hibida de ir passar alguns mezes no seu enge- ssyRelalha-sc um terreno por venda no
nh.?Sfarai Fre integrante da Prefeitura a Ik- lugar de S. Amaro malinhamento da errada
milia do Prefeito ? Estara este prohibido de ir de Luiz do Reg com mil palmos de fundo ;
ao enpnho ou nao poder b Governo conce- os pertendentcs dirija-se a rua do Cabug k
der-lhe licenca para isso ?) assentei que nao ja de cera.
valia a pena de dar tanto cavaco i contino I tSF Quem precizar de um .rapaz Brazileiro
so de homicidio; mas tambem combatendo a por tanto a auardar-me para quando appre- de idade 18 ; uj annos minha idea da prescripcao do crime jactan- j er o resto daanalize as Instrucces dos Sub- de loja de fazefidas ou ferragem ; annuncie
do-se que he proprietario e finalmente tos- Prefeitos do Limoeiro. Ah Meu Dos que para ser procurado.
aneando mui urbana e delicadamente o espichadella levar ento o Sr. Rabeca, cujo vr Quem preci/.ar de urna mulher preta
Sr. Ur. Joo Mauricio.' Mas eu tudo por ca-J amanuense (a vista das prodneces) me parece forra para ama de caza de homcm soltciro ou
ridade lhe perdoara, si o Sr Constante Le- assim por modo de sugeito que est dando ca- cazado com pouca familia annnncie para' ser
tor nao torcesse o sentido literal e u^ico da mi-1 vaco porque o nao conservaram em certo lu- procurado. v
nha primeira correspondencia, inxerida po gar. Ah men caro queixe-sede Deus, quei xzr Quem quizer comprar huma venda no
Diario n.* 174 dizendoque eu dice n'ella odotou de tanta habilidade ," ou.de Vm. mes-' Bair
que elle quera diminuir o conceito do Snr. nio que escolheu urna vida que nao pode des-
Prefeito Dr. Joo Mauricio, o que he menos mpenhar, e nao do Prefeitoque nao tein cul-
exacto; porquanlo o aue eu dice e o que al- p d'isto. Nao muda de nome o da
li se acha escripto, foi: que o Sr. Constante Lira.
Leitor queria diminuir o conceito que o Sr. -
Luiz Theotonio merece do Sr. Prefeilo e nao ANCDOTA,
oque este Sr. justamente gosa do Public;
Bairro da Boa-vista em bom lug^ : dirija
a rua da ( uia caza numero 5g,
ty OfTcrcce-se para ama de qualquer caza
urna parda de o anuos de idade sabe cus-
turar todas as qualidades d costuras mesmo
de Alfaite borda eu/.inha muito bem, e faz
doce a pessoa que se quizer ulili/ar de seu
presumo fale na rua de Agoas-verdcs ca-
tiver
rus que em renlade nao sao as argucias do lia.dios que na cidade da Cachpeira vimos /.a I). .l.<.
r. ( onstanie Leitor e de mais alguns inijuma pecco de queixa que princiiiiava ty Quem .
migos declarados (talvez todos prentes) que Diz F. q'quer proceder corpo de tlelicto pedo a homem soltciro sondo
abalar podem a bem firmada reputaco.do Sr. i rime de estupor (*) feilo emsuafilha F. et-., annuncie por esta "foi lia
1 sotao para allii;.u
de pouro aluguel :
por esta fot ha para ser procurado.
Quem aiiniinciou precizar de huma pes-
muito mais poderia dizer mas o que deixo 1 concebida As testeniunhas do presente sum- soa que livesse boa letra^ 011 inlelhyivcl 1
porque nao sei responder a Sillogrnphos in- j mario obrigo a priso e livramenlo como in- para copiar humas postila ] que annhnciasse;
B, na falencia de tactos va-; cursos no artigo 19a do cdigo aos RR. F. sendo que aida preciee que
objeclo este sobre o qual i c urna pronuncia de um Juiz de Paz assim
coberlos, e que
lem-se de pontos de reticencia para morderem e F. e tambem ao Reo morto F. etc. (**)
a reputaco de um homem de bera. Publi-
que o Sr. Constante Leitor o seu Nome, e
ento se for como inculca pessoa com quem
eu deva entrar em campo me ver prompto a
publicar o meu ; e depois em polmica decen- Londres
te levaremos nossas razes peante o imparcial l'ars
e sempre -desapaixonad Juizo do Publico. t Dobrcs Hesn.
da Pal
(Tolerante da Bahia )
CAM1I >S.
Rio lude Agosto.
3s.
995.
57,000.
Vamos ao principal. da Patria 37.000.
Diz o Sr. t. onstante Leitor que o Sr. Luiz Fezos Hesp. i,(irm .1 1,filio
Theotonio nao tom consideraco do Limoeiro. I ,. da Patria l,tiso a 1 G o.
Mas como se caza isto com a nomcaco d'esle Moedas de 6,4oo velhas 14,^00 a i49"<
novas 14 .'""> a 'i- ""'
Sr. por um dos Governos pausados d'esta Pro-
vincia para Commandante da Villa, lugar
que serviu honraran nle e com publico aii-
plauso das pessoas mais gradas do lugar ? Co-
mo se caza isto com a votaco que elle tem tido
para os lugares de eleico segundo me infor-
mara ? E em fim como se caza isto com a no-
meaco de Sub-Prefeito qual infafivel-
mente precederam informaces? Com
,, de 4,000 7,800 a 7850.
Prata 69 a 70 por cento.
(I. doCommercio).
OOMPANHIA DO BEBIRIBE.
Os Srs. Accionistas da Companhia empre-
tudo hendedura do encanamenlo das agoas para es-
4
so-
em
que anda preciee quem laca a tal es-
crita por copia : dirija-se a rua do Han>,cl I
caza a4 no segundo andar que l adia-
r com quem se enearregue de fazer a tal es-
crita com accio ; como tambem toda equal
nier pessoa que tiver pveetfo de quem lhe
nca alguma escrita seja de que iiatme/a Ibf
dirija-se a caza indicada que tralar o mo-
do carranjo. e fiearo bem servidos pelo
acio e perfeico da mcsr.a.
AHuga-se bum sobrado em fora de
Portas: a Iractar na rua nova D, t.
Alluga-seshun negro para vender (a-
zenda ou servente de PadeirO ou lioliea .
quem o tiver diriri,a-se a na d'Agoas ver-de.,'
no primeiro andar do sobrado 1). 1, tas s0Js
horas as deis da manb e das dui>s as qualiv
da la i-i le.
Alluga-sehuma morada Ir-Casa terrea
na Povoaco i'e reberibe, ao p da Irir-a,
com armaco de venda e todos os sens jierlen-
ces: quem a jH.'itender dirija-se ao Alieno
da Boa vista D. Ai.
-- Precisa-.ce bum criado que atiba do ar-
r.nijo ile huma casa ciflenda alguma eous.i
Os Irirlezes nhaferam b orgfto
ftn t>I- J-i
i.v a tu uc
Janeiro nao por attender justica das exigen-
cias d Governo Imperial == siibmetter'm-Se
pornue rttreViram a possibildad de perder
nhi dos seus maiores consumidores a po-
ltica testes senhoresj de ha muito cohne-
cida para que a nossa opinio nao seja eviden-
te. PaoK responden a alguem que lbe per-
guntava que grao de confianca merec,am os
protestos de amisade dos Inglezs com esta
obrase : son mercanti actualmente o mesmo
ntst incto os guia em toda a parte. Soubesse
ou quizesse o nosso Governo ser enrgicoe fir-
me oppozesse urna corajosa resistencia s prc-
tncoes ignominioMs qiie nos affixam esses fi-
is alliados e em breve os Veritrios condes-
cendemtes trata'veis escutar a raso, doblar-
se ;ios pdndersos argumentos", e acabsfr por
snbscrever justica com que defendemos u
que nosso ,
Honra-pois ao Governo Brasileiro, que to
sollicito s ap\ireseriMu *o momento em que
de eavallo, a
conducta queiro di
se jierfitamente quem o maln I eelare-s'e o todos 03 dias olis ras 8 horas da manh as! de cosinha, e de Iratar
Sr, Cunsiapie Leitor, que dou-lhe minha 4 da tarde no F^scriplorio do Sr. Antonio Jos i boa i n for maca o de sua
palavra de lhe dizer em letra deforma quem Pires, Caixa da Companhia T na pracinha do rigir-sc a rua das Cruza rasa I). (>r>.
foi o assassinodo infeliz Francisco d Christo. 1 Livmmento D.3a; onde contiHiiar a is Compra-sc huma nei>ra al ularle de \o
Vamos a prescripcao. I cripeo para o restante das accoesqueno se annos que sai ha rozinhar e lser oniaisar-
Os i-rimes preifcrevem por dez annos estando achadistribuidas. Do dia o de Selembro
o indiciado constante, e publicamente no lu emdiante se far chamada nominal dos Si-s.
ardo delirio Art. 5ti do Cod. do Prc. A Accionistas que nao realisarem a referida en
firescripco comeca-se a contar dpdia do de- trada dentro dos 3o dias marcados no art. |7
icio rd. Liv. 4, Tit; 79 in princ. Se dos Estatutos.
pbrem a prescripcao he intterrompida por to-
mar a Justica conhecimento do cazo comeea
de riovo a contar- o tempo da data d'cssa in-
terrnpclo Ord. citada i* Preira e Souza
Lin. Crim. Nof. 106 e 577. A prescripcao
deve o Juiz lansar mo d'ella anda que a
parte a nao alegue. Dito Per. e Suz. ^ot.
576.
Eis rt Direito vamos ver o fado.
Quaudo foi pronunciado o Sr. Luiz Theo-
tonio? Em 99 de Agosto de 134. Ojiando
seguiram-se mais ontros procedimentos la
Jastk-a ? Ale Bento Jos Fernandes Barros ,
1
Secretario.
Pnriecipajte
da CidaledWe AO PUBLICO.
respeilosamenle aos babilantes
e seus arrrtloics c:ut
Mr. R\au, celebre Mgico Americano E->
qiiilibusta Indiatico, sem com|H-lidor, do
Cabug
q.iem
Ola de
C-) O crime era de estupro.
(**) O mandarlo de captura para este de- de ama em caza de boii:cni solleiio
ve ser frita por precaturia aro Jues dooulro
mando,
ramo de casa, que nao tenha molest
a tiver dirija-se a rua do
muidezas junto a botica.
Hoje 3o n.< porta do Snr Juiz da pri-
meira Vara do Civel se borle arrematar .por
venda nma morada de caza Ierren construido a
mcx'irna, cita em Olinda ni rua do l'no
< aslilha 10 piileneenle a oae Anlonio ile "-
liveira e Silva por eaecu c que me mOve
l'nr'eii.iillenri(|ue l.ullkens
t~j- Quem auiiiuiciou querer comprar MSt
venda em bom rugar, sr'iirlo quena una M
Pateo ra S ( ruz : dirija-se a rua da t.uia
caza num- >g.
%SJ- Offence-se urna muHier para servir
a qjnal
engoma, c connha : dirija-sa-a rua da. fe-
lina l). 2 defiontela Sacbristia

MUTILADO


' i'm ii V\J
TT
Wm
"' "-
i-
*
DIARIO DE PERNAMBUCO

I
I
ts~ Ha nnpm se proponha a resolver o po-
Mema indicado no Diario de Qnarta fera,
supeilaiido-sc o autor do annuncio ou a pes-
soa que ignore a sua resoluco a levar- al-
gumas palmatoadas.
iZf r ras Lopes faz sciente ao respeilavel
publico, que dcixou.de ser caixeiro do Snr.
Carlos Leocadio Vieira desde o dia aS do
corrente.
C?- A pessoa que quer servir cm casa de
B;quena familia dirija-se a ra do Fagundes
zy Quem quiser lavar roupa do Hosptlal
de(Caridade dando flanea, compareca na
sala das sessof ns do mesmo Hospital as Sex-
tas feiras de tarde para se a justar.
OT A Geometra deixando para a Phisca o
estudo dos agentes da naturesa o exame dos
corpos a indagaco das propridades de que
elles gozan cm cada um dcsles estados das leis a
que obedecem &c. &c. reservou para si somen-
te o espaco que estes corpos oceupo, espaco
que tem tres dimencoens espaco que he ne-
oessariamente limitado-, entre tanto a Geometra
de Ohnda s tratado espaco Ilimitado; (piem
quiser pois aprender a medir o que nao tem
limites corra aquella Cidade cm quanto vive
o auctor de lito grande descoberta.
ZZF- O Procurador da Cmara do Recife
e encarregado da affericao do Municipio, faz
cerlo pela ultima vez a todas as pessoas a quem
convief que o presente mez de Agosto he o
ultima para a reviso dos pesos e medidas 5
assim como que seno responsabelisa pelos do-
cumentos que laltem ecomprovem a mesma af-
ierico j poisqueacasa da mesma affericao
s acha aberta das setlc horas da manh at as
seis da tarde, e para que nao baja ignorancia
laz o presente annuncio.
i^r O Sr. que annunciou querer saber a
moradia de Jos Vicente de Lima dirija-se ,
ou mande a Macei na do Commercio.
8^ O Accionista das cautelas correspon-
dentes as Heras desta Cidade declara que
ascautellas da ultima Loteria que ha corri-
do sao assignadas de tinta encarnada para
disfazer o engao do numero que houve na
impresso deltas que em lugar de ser decima
quinta foi decima sexta.
tSt A pessoa que annunciou ter cartas para
Jos Raimundo da Cosa. Menezes dirija-se
ao Recile casa junto a Igreja da Madre de le-
os ouem Olinda no Covento de S> Bento.
^> Precisa-se de urna pessoa, ou um mo-
lequedeidadede 10 a 12 annos para pastu-
rar vaccas em um sitio perto da praca ; na
ra nova t>. 5 defrpntede caldereiro.
ZU~ Roga-se ao Sur. A. C. que seja nras
cordato e menos disacredilador da honra de
seus caixeiros como lambem a outros senta-
res que tem a mesma habelidade e que cos-
til mao em ajuntamento em certa ra embebei-
remotempj que devio-no cm pregar me-
lhor, com semelhanles inmoralidades, se
nao querem que se publiquem seos nomes e
defeitos com o que o respeitavel publico lera
de conheccr e admirar ; assim o espera o j
caixeiro despedido e mal pago.
tZJ' A pessoa moradora no bairro de S. An- ;
tonio que procura una ama a fim de ensi- .;
nare tratar do arranjo de casa, di^ija-se a
eampina ou a camboa da Tacaruna.
ZSf Ha quem resolva satisfatoriamente o
Problema arithmetico annunciado no l.iario
de Quarta fera ; mas releva primeiro que o
seu autor declare se foi por ignorancia que nao
soube resolve-lo ; porque ento alienta a sua
miseria lhe daremos nosomcnle a soluco ao
dito Problema com mais algumas nocoens
absolutamente indespensaveis para a completa
intelligencia da Geometra como por ex que
os dados primitivos da Geometra nao sao s-
menle o conceto da eStcnco real e jiossjvel ,
mas anula u do espeo determinado e espa,o
infinito &c
<^ Aluga-se um armasem 5 no fim da
ra de S. Rita nova do lado esque.rdo; quem
o pretender dirija-se a Elias Baplista da Silva,
na ra do Cabug.
\-j- ()ucm entregeu um colcho a um preto
a frete cujo preto seperdeo le quem o entre
gou procure na ra ireila padaria do Ma-
chado.
sar G ahaixo.assignado vendo no Diario de
Se'iinda lena v6 do corrente um annuncio
jeito por o Sr. Antonio Novaesda Costa, so-
bre o ababo assignado lhe ter comprado a ven-
da sita as 5 ponas IJ. 4 em que diz ficaro
abuso assignado obrigado a pagar a Unios os
redores tem a responder pie verdad* ter
miado a venda c sim declara como maior
endona, juntamente para seguranca doscre-
dores seguijito J'ao 'lavares- Cordi aro h5 .)
Manuel Teixeira BaceUf5o 020, Mainel I er-
reiru da Silva Ramos 5.,680, Joao Gomes de
Almeida 35,5uo, Fcinandc* Jone Braguez
*S,ooo, Antonio Tlieado do'Reg 11,980,
Jos Joaquim Alves Teixeira'4,foo ; o abui-
xo assignado s se responsabelisa pelas quan-
tias declaradas e juntamente faz sciente ao
publico que nao tomou a dita yenda por jus-
tica mas sim por o mesmo Sr. Novaes pedir,
que o abixo assignado tomasse conta da dita ,
para seu pagamento e dos mais credores a cima,
dizendo o dito Novaes que estaya sofrendo
grande prejuiso por falta de negocio. e mos-
tra tanto ser verdade o dito Sr. ter tidb preju-
iso quenaoccasio de saldo de contas passou
urna letra daquantia de M, o a vencer-se no
diaaodeNovembrodo correnteanno, e para
constar faz. o pi-eseute annuncio. Manoel A-
driano da Costa.
X^r O abaixo assignado lendo um annuncio
116 I.'iario de 1 < do corrente a venda do sitio
Caite em Bebiribc declara que dito sitio lhe
est hypotkecado por divida que lhe deve-
dor Antonio Jernimo Lopes Viana, cuja hy
polheca e divida prefere a outro qualquer ?
por ser primeira hypothecae divida contrahi-
da por compra do mesmo sitio como se veri-
fica da escriptura lancada no cartorio de hypo^
thecas Escrivo Ferreira- Francisco Xavier
Calvacante de Albuquerque.
SST No bairro da Boa vista atraz da Matriz
primeira casa a esquerda do Sr. Herculano Al-
ves da Silva, tres Senhoras solteiras ensi-
gnaoaler, escreverj conpir, doutrina christ,
coser, bordar marcar fazer flores tanto de
pennacomode panno msica, tocar pianno,
e violan ; os Srs. pais de familia que quise-
rem mandar suas filhas as quaes ser bem
tratadas, dirjo-se a mencionada casa ; e
mesmo se acceilo seis pendonistas.
B0" Alugo-se duas jiretas mocas sem vi-
cios cozinho o diario de urna casa vendem
na ra e fazem todo o mais servico 5 na ra
das Flores D. 6.
XST No pateo do Collegio loja de alfaiate
junto da loja do Sr. Gusmo precisa-se de um
ama de leite.
Avisos Martimos.
PARA A BAHA seguir com a raaiop bre-
vidade a Escuna Emilia; quem na mesma qui-
ser carregar ou hir de passa^em dirija-se ao
Capitao Jos Raimundo da Silva, ou a Ma-
noel Francisco Ponles.
PaR A M.ACEIO' e Bahia o Vapor Na-
cional -Todos os ^Santos- parte no dia trinta
e um do corrente 5 quem quiser carregar 06.
hir de passagem dirija-se a os consignatarios
Rosas A Braga defronte do Corpo Santo.
PARA O CEARA' a Sumaca Harmo-
na tem o seu carregamento quasi completo ,
sahe at rj de Setumbro, aiiida recebe alguma
carga os pretendentes dirjo-se a Manoel
Joaquim Pedro da Cosa ra da Cadcia nu-
mero 1.
P-aRA MACEIO' a Lancha Bom Sucesso ,
com a brevidade possivel ; quem quiser rarre-
gar dirija-se a, ra da Cadeia n. 1 a casa de
Manoel Joaquim edro da Costa.
PARA O HAVRE a Barca Franccza Hen-
rique e Lui*.a de primeira classe saldr at
odia id de Setembro ainda tem lugar para
4oo sacas 5 quem quiser carregar ou hir de
passagem para o que tem excelentes commo-
dos dirija-se a os seus consignatarios t. Las-
ser re ra da senzalla velha.
FRETA-SE para qualquer porto o Brigue
Inglez Rebeca Capitao Lan^ford de lote de
n 5 toneladas muito velleiro e noyamente
forrado de cobre ; os pretendentes dirijo-se
a casa de Johnston Patcr & Companhia na
ra da Madre de feos.
C o m p r a s
SU* O Commandante do Corpo de Policia
compra cavailos para o esqradro de primeira
linha e remonta da companhia de cavallaria
do mesmo Corpo 5 quem os tiver -ompardea
na sc(-rclaria respectiva todos os dias das nove
horas as duas da larde.
Z3T Urna preta ladina que saiba fazer o ser-
vico de nina casa at idade de 10 anuos, que
seja de bonita figura ; na ra do Cabug loja
junto a botica.
l^r* Urna marqueza de palhinha em bom
uzo ; quem tiver aunnncie.
Vendas
tsr Um refe com trassado urna banda de
ii, euma barretina com apparJBo do Rio de
Janeiro tudoem muito bom estado, e por
precocommodo ; na ra l'ireita sobrado de
um andar do lado do nascente U. 5b.
Z_j- 1 5o ps de coqueiroB pequeos ou
parle (Mies proprios paraserem replantados;
na ra do Queiinado loja de ferragens Dci-
ma ib. <
Ssy Sement de couve e renolho a 3ao o
cnto ; na ra Direita padaria do Machado.
52T Cm preto pu o servico de campo por
preco commodo ; na ra do Livramento loja
de fazendas 1). 8. %'
%SW~ Duas marquzas de condur novas ,
e'bem eitas ; na ra Direita lado do poente
en casa do Fallecido Joao Francisco veira.
. s^* Dpis escravos de nacao um official de
marcineiro e torneiro e destilador de
idade de 16 annos e o segundo de 9 proprio
para o trabalho de campo ambos de bonita
figura; na ra de S. Gonsalo na propriedade
do fallando Joo Baptista Branco a fallar com
Manoel Eliasde Moura. "
cy- Um terreno sito defronteda Igreja do
Remedio o qual devide pelo norte com trras
do Major Assis e o sul com urna estrada que
vai para o rio, o qual tem 15o palmos de fren-
te e proporcoens para fazer. viveiro ; na ra
Nova u2. .
t^- Umaescrava creoula de idade de 17
annos cozinha o diario de urna casa, engom-
ma e lava roupa ; na ra de Hortas D. i3
no primeiro andar.
cr Meias de linho muito finas para sapa-
tos e tambem para bolins : na ra do Cres-
po D. tres lado do norte.
cy. Urna venda em Olinda junto a Boa
hora ; a tratar na mesma venda.
cr Sag' de primeira sorte dita d se-
gunda farinha de aramia de superior quali-
dade ; na ra do Vigario armasem do Ma-
chado.
tJ* Um livro contendo boas pecas de mu-
sica para flauta por preco commodo ; na ra
do cabug lojade relojoeiro junto do Sr. Ban-
deira.
C7-" Urna grammatica francesa, segundo
tomo do retiro espiritual, arithmetica, e Car-
los Magno ; na ruado Rngel >. i4
CIf Urna canoa aberta bem construida ,
que carrega laoo lijlos de al venara grossa ;
atraz da ribeira do peixe estalero de Joo de
Brito Correia.
i_r-'Urna-negra de nacao, lavadeira co-
zinha o diario de urna casa e tem principios
de costuras : na ra da cadeia do bairro de S.
Antonio D. 1.
52?- Rap princeza de Lisboa as libras, e
as oitavas a quarenla rs. do u|timamente
chegado : na ra do Cabug loja do Sr. Ban-
deira.
cr Urna toalha de lavarintho bem feita,
c urna caixa para violo ; na ra dos Marti-
rios D. 6.
S^- Um escravo da costa, moco, bom ser-
rador ; urna boa canoa muito s e propria para
abrir ; um pardo de bonita figura proprio
para todo o servico ; a fallar com Jos Higino
de Miranda.
Sur Urna barretina para o terceiro Batalho
de G. N. da Boa vista em bom estado e por
preco commodo ; na travessa da ra de S. Jo-
s, as lojas do sobrado do Sr. Costa.
CT ma porco de garrafas vasias proprias
para vinho ou outro qualquer liquido; na ra
da senzala velha armasem de socar assucar nu-
mero c'o.
C?- Um quartu alazao. bom carregador,
e carnudo por trinta e cinco mil rs.; as 5
ponas venda D. 4 ,
CJ- Urna scrava moca e bem parecida, co-
zinha o diario de urna casa e boa quitan-
deira ; na ra dos lanueros armasem de reco-
lhcr sola.
trf Urna canoa que pega a 1000 a 1 aoo ti-
jolos ; atraz dos Martirios casa de tres portas
pintadas de verde.
c? Urna barcaca nova e prompta para
seguir viagem, carrega 1 u a 14 caixas, e urna
dita qne carrega 5 caixas ; na ra de S. The-
resa casa junto a mesma ordem.
SSr* Um moleque de idade de 26 annos de
muito bonita figura proprio para pagem he
bom cozinheiro e sapateiro nao tem vicios
le qualidade algum e nem achaques ; urna
preta boa quitandeira por preco commodo ;
e outra com a mesma qualidade e lavadeira ;
na ra larga do Rozario D. 5.
3>- Farinha de tamarana, sag' de pri-
meira sorte pilulas da familia marmelada
de Minas esevada chegada prximamente ,
pelo grosso, e miudo ; na praca da Boa vista
venda l>. 9.
C/1 Pomada para erisipela a qual tem
fcito progressos contra esta qualidade de mo-
lestia ; na ra Nova loja. de ferragens D. 18.
Z-j- Um escravo creoplo de idade de 18 an-
uos oflkial de sapateiro ; na ra do Collegio
D. dois no segundo andar.
t&~ Urna escrava de angola de idade de 10
aonos, cozinha cose e engomma ; na ra
do Collegio sobrado de dois andares junto a
casa da Cmara.
tsr- Umrcfe com o competente tracado,
GP Espadas para officiaes de G. N. ; na
ra Nova loja de ferragens D. 18.
GT Um' cabra moco de idade de.5 annos,
sapateiro. para ora da provincia ; na ra
larga do Rozario defronte da Igreja D. 15.
CT Duas escravas mocas engommo, co-
zinho e cosem ; urna molala de idadede.10
annos com as mesmas habelidades ; um mo-
leque de 16 a *8 annos de idade ptimo pa-
ra todo o servico ; urna morada de casa frrea
com soto sita na ra de agoas verdes bo-
tando os fundos para a ra de Hortas ; a tra-
tar na ra de Agoas verdes casa terrea deci-
ma 37.
KwaVos Fgidos
C7" No dia 3 de Dezembro de |838 des
appareceo um negro com idade. de 3o a 4o an-
nos com os signaes seguintcs ; estatura re-
gular nariz chato com algumas marcas de
Lechigas no rosto urna pequea novoa em um
olho tem urnas pequeas glndulas no pesco-
ce-, queso se oonbecem apalpando com a
mo seunome Antonio e por alcunho
conhecidopor -Major- ; quem o pegar o
leve seu senhor Francisco Rodrigues da Cruz
morador na Cidade do Recife ra do Qiiarte-
is que pagar cem mil rs. pelo trabalho.
S2F- No dia %) do corrente fugio um negro
airida novato de nome I edro do gento de
angola o qual levou vestido calsa e camisa de
brim branco grosso ; quem o pegar leve a ra
da cadeia do liedle n. 18.
zzr No dia 25 do corrente fugio um preto
de nacao raboRo de nome Gregorio repre-
senta ter 5o annos de idade altura regular,
olhios pequeos, e a vermelhados nariz cha-
to pouca barba grosso do corpo, jierna
bambas e moles mete alguma coisa os joelhos'
para dentro ps appalhetados tornozelhos
grossos devou vestido camisa de estopa cal-
sa velha com listras miudas ja desbotada ro-
tas no joelhos e amarradas pelas verilhas fa-
la descansada., e palavras como de matutos ,
e foi captivo no lugor da lagoa gra-ade onde
era casado com urna preta forra de quem ja li-
nha filhos, e de supor que fosse para a com-
panhia da mulher ; quem o pegar leve a ra
da V)adre de Dos n. 24, ou atraz da Matriz
da Boa vista casa terrea pegada ao primeiro
sobrado que ser generosamente recompen-
sado.
t^. Em i835 fugio da Cidade de Alagoas
um preto de nome Nicolao escravo do Snr.
Reverendo Francisco de Asss Ribeiro mora-
dor na mesma Cidade o qual.escravo tem os
signaes seguintes ; fullo da cor lamanho or-
dinario seccodo corpo feio de cara pin-
tado de branco na coroa da cabeca,, testa a oar-
neirada e espacosa desdentado da parle de
cima geogivas grossas e encarnadas 44
annos de qlade sem barba alguma sellada
da cintura pernas finas e quasi cambaias ,
com duas sicatrizes em urna das ps ; seu Sr.
promette galardoar a quem descobrir o referido
escravo conduzindo-o aquella Cidade ou a
esta a entregar Francisco Bizerra de Vascon-
cellos na pra a do Commercio primeiro
andar por cima do botequim do Sr. Patricio.
t^> No dia aa de Julho tarde desappa-
receo um negro de nome Joo, de nacao con-
go representa ter -io annos de idade, tem na
testa duas carreiras de calombinhos com os
mesmos nos peilos, um pedaco tirado na ore-
lha esquerda e em um dos peitos urna man-
cha branca meio fulo ; sem barba estatura
regular algum tanto corcovado ; levou vesti-
do camisa de panno de colcho suja, calca de
brim rota e bon velho de pao fino azul ; o
dito negro trabalhava as obras do caes e
tendo trabalhado todo odia aa a noite nao
veltou para casa como costumava, o que faz
suspeitar ter elle sido desencaminhado por al-
guma pessoa principalmente por ser o negro
ainda algum tanto bucal e por isso roga-se
a todas as authoriJades civs e militares por
onde o dito negro tranzitar lhe ponha todo o
impedimento assim como tambem a todos os
capites de navio., ou a outra qual pessoa a
quem o dito negro for oerecio ohajaode
agarrar e manda-lo levar a ra do Rozario es
treita D. a 8 terceiro andar que ser bem re-
compensado. ,.,,_______
Movimento do Porto 0
NAVIO ENTRADO NO DIA a9
MARANHA0'; 39 dias Esuna.Nac. Jovina
de 85 tonel. equip-. 11, M. Joo Antonio
dos Santos, carga diversos gneros ; Fv
M. Rodrigues & Irmos ; passageiroso Al-
feres de 1." Linha Felis Jos do Reg Pip
auhiense e 7 escravos a entregar.
RECIFE NATYP. DE M. F. DE F. i839.


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