Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03581


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Full Text
Anno de 1839. Segunda Feira
Tudo agora depende de nos raesmos; danos prudencia, modera*
9S0, e energa: coniimiemos como principiamos e seremos aponlados
com admiraco entre as Naces mas culUs. ,
> Proclamac&o da Assembka Geral do Brazil.
------------------------ miv 1 O 8MI 11 1--------_____;___.
Subscreve-se para esta fulha a 3(opo por quartel papos adiantado
nes'a Typografia, ra das Cru/es D. 3, e na Praca da Independencia
D. 3; e 38, onde te recebem correspoudencias lega'isadas, eannuucios;
insinndo-se esles gratis, sendo dos proprios assignantes, e vindosassig-
ados.
Partidas dos Correios Terrestres.
Cidade da Parahiba e Villas desua pretendi................. \
Dita do Rio Grande do Norte, e Villas dem................. i le j c v
Dita da Fnrlalesa e Villas dem..........................j Segundas e Suts Fciras.
Villa de Goianna..........................- .......;
Cidade de Olinda............. ....................Todo os das.
Villa deb. Antao..................................Quintas tiras.
Dita deGaranhuns ePovoaco do Bonito......'...............Ut,g J0> e a decada mez.
Ditas do Cabo, Seriabaem, Rio Formo/o, e Porto Cairo............dem 1 11, e ai dito dito.
Cidade das Alagoas, Villa de Macei.....I.........\.........dem dem
Villa de Paja de Flores................................. dem 13, dito dito.
Todos os Correios partem ao mel da.
11
26 de Agosto. Numero 183.
CAMBIOS.
Agosto, a 3.
Londres...... 3l por Ifoos ced.
Lisboa....... 90 por 070 prercio, por metaloflerecido.
Franca....... 3ao a 3a5 reis por (raneo ora.
hio de Janeiro 3 por 0/0 de premio.
OURO Mecdas de 6f4oo rs Veibas i^ioo a i5j5oo
, Ditas Novas i5ooo a iSf/ioo
n Ditas de <#ooo rs.. 8*oo a SMioo
PRATA Pataces Brasileos ijJ65o a ip6o
Pesos Columnarios infiri a i|f6Qo
Diios Mexicanos 1^640 a i^fjt>o '
Premios das Letras, por mes 1 1/8 por loo
Das da Semana.
?6 Segunda
17 Terca--------
a8 QuaVta------
?9 Quinta
30 Sexta---------
31 Sabbado
1 Domingo--
S. Zefcrino P. M. ------------
S. Jos deCalasans"-----------.
S. Agostillo B. Dout.---------- -
Uego.aco de S. Joo Baptista-----
S. llora' de Lima V..........
S. Hay mundo Nonato Card. -
N. S. da Penba.........---
- Ses. da Tliez., e Aud. do >. de O
-- Relaco, e Audiencia dpJ.deD.
- Sesso da Thezouraria Publica.
- Sesso Ha Thez., e Aud. do J. de
- Sesso da Tbez. e Aud. do J. de
- Quarlo ming. aos 25 raiu. da larde
daa. v. dem.
da 1. v. de m.
D. da i. vara.
I), da 1. vara.
Marc chela para o da 16 de Agosto.
As 6 boras e 54 minutos da roauli. Asjhoras e 18 minutos da tarde.

PEBNNAMBUCO.
GOVEBNO DA PBOVINCIA.
expediente do da al do corrente. 1
Officio Ao Comraandanle das Armas, res-
pondendo-lhe que deve remetter para o Ar-
senal de Guerra os objectos inuteis que ex-
istem na Fortaleza do Brum constantes da
que requesita devendo propor as gratifica-
ces que convem arbitrar tanto aos Sub-.YIan-
dadores, como ao Enfermeiro.
Dito Ao Cirurgio Encarroado da vac-
cina para enviar algumas laminas do res-
Tebco que acompanhou o seo officio de i4do'pectivo puz a fim de serem remettidas ao Pre-
corrente a fim de ser feit a escolha dos que '
poderem ser aproveitados, e procederse ao
consumo dos que nao tiverem serventa.
Dito Ao Director Interino do Arsenal de
Guerra communicando-lhe o conteudo no
precedente officio.
Dito Ao Commandante das Armas, res-
feito da Comarca de Santo Anto
Portara Ao Commandante do Brigue Es-
cuna Nictheroy, para fazer desembarcar do
mesmo os Marinheiros Antonio Hodrif;ues ,
Luiz Gomes da Costa Manoel da Silva, e
Luiz Wunes Subditos de S. M. Fdelis-
sima, conforme reclama o respectivo Con-
pondendo-lhe que mande addir ao terceiro sul.
Batalho de Artilheria as duas pracas da| Dita- Ao Inspector GoaaJ das obras publi-
Guarnico da Babia a fim de receberem as blicas para informar quantos operarios li-
etaps por aquelle
casto de seguirem
fim de receberem as
Batalho at que baja oc- I vres e escravos existem as diflerentes obras
para a referida Provin- exceptuando os engajados, e quanto vence
ca.
Dito Ao mesmo, communicando-lbe, que
a Presidencia tem nomcado ao Coronel Joze
Joaquim Coelho Director interino do Arsenal
de Guerra durante o impedimento do actual
Director o Major Joze Carlos Teixeira.
Ditos Ao Director Interino do Arsenal de
Guerra, e ao Inspector da Thezouraria da
Provincia, cummunicando-lhes a nomeaco
supra
Dito-Ao Inspector da Thezouraria das lido Antonio Jos do Espirito Panto, que para
Rendas Provinciaes enviando-lhe a filiaco poder alimentar sua onerosa familia, pedia ser
dos Cornetas Manoel do Nascimento Longui- admetido como feitor as Obras Publicas,
nbo, Manoel Bodrigues da Silva, e Martinia-, DitA Ao mesmo Exm. ftr, rogando-lhe
no .Ion dos Santos, que foro engajados para houvessc de dar suas ordens, para que Antonio
o primeiro Batalho da G. IV. de Goianna, a Benigno Pereira, e Manoel Joaquim das Neves
fim de que Ibes mande abrir os competentes que a pouco tivero demisso na Provincia do
assentamentos. j rara por terem finalizado seos engajamertos,
Dito Ao Director interino do Curso Ju- fossem transportados a Bahia, a cuja guarni-
rico de Olinda enviando-lhe urna copia do cao pertencro e que em quanto isto se nao
Imperial Aviso de ao de Julho prximo reahsava, fossem pelo Arcenal de Marinlia for-
passado conforme requesiton em seu officio de nocidos de racoes, como se tinha com outros
ao do corrente.
Dito Ao Administrador Fical das obras
Siublicas, enviando-lhe a conta da despeza lhe que o 3. Batalho de Artilharia podia
eita com a companhia de Operarios engaja- alternar com a Guarda Nacional no servico da
dos desde o primeiro at i5 do corrente ; e or Guarnico; estabelecendo o novo detalhe, e pe
denando-lhe que a mande pagar conforme re- dindo bouvesse demandar sustar as ordens
?
quesita o Inspector do Arsenal de Marinha.
Dito Ao Inspector do Arsenal de Mari-
nha communicando-lbe a expedieco da or-,
dem supra.
Dito Ao mesmo respondendo-lbe, em
_nformidade do disposto no Imperial Aviso
de 6 de Julho ultimo, que lhe foi commuiii-
cado emoraciu u 4 y do iuesuiu mez, uCVc
exigir dos Agentes da Companhia dos Pa-
Presidencia convem em que se criem dous temente mudado-, que ao Commandante do dito
Sub-Mandadores as Sessoes da Companhia Batalho tinha ordenado a remessa dos venci-
de Operarios Engajados, e que logo que estiver | mentos deste mez pertencentes ao destacamen-
montada a enfermarla se ribmear o Enfermeiro to, e a substituicao das duas pracas quesea-
chao doentes, e finalmente que fisera bem em
nao aeceitar o destacamento da Guarda Nacio-
nal, sem ter par isso ordem.
Dito Ao Commandante do Forte do
Buraco, communicando-lhe, que o destaca-
mento da Guarda Nacional, hia ser amanh
rendido por outro do i. a Batalho d1 Arte-
lharia, e que depois de faser pagar ao destaca-
mento rendido oPretde 10 a 10, o fisesse se-
guir com officio seu ao respecti>o Comman-
dante.
Dito M Ao Director interino do Arsenal de
Guerra, disendo-lhe, que podia mandar alo-
jar Companhia d' Artfices no armasem cha-
mado do Sal, visto que seo Proprietaro gratui-
tamente o havia cedido para esse fim, em quan-
to se proceda o concert do quartel da dita
Companhia.
Dito Ao Commandante interino do 3.
Batalho, communicando-lhe que o destaca-
mento da Fortaleza de Tamaudar continuar
ali a premanicer at segunda ordem ; mandan-
do remetter por urna escolta os vencimentos
deste mez, e substituir duas pracas que se a
chaval > doentes.
Dito Ao mesmo, para remetter ao Arsenal
de Guerra o ferro de cortar as bombas dos bo-
nels das Pracas do Corpo do seo Commando, a
fim de ser concertado, conforme requisitara.
Dito Ao mesmo, para faser novas requi-
sices, contendoos ob|ectos que ainda nao fo-
ra5 recebidos para o Corpo, e que se achavo
involvidos em requisices antigs, que nao fo-
ro no todo satisfetas.
Portara Ao Commandacte interino do
5. fiatalho d' Artelheri, mandando dar'de-
misso ao 1. Sargento aggregado, Francisco
Ferreira de Jezus, por ter a cabado o tempo
do seo engajamento.
Dita mi Ao Director interino do Arsenal de
Guerra, mandando dar demisso ao soldado da
Companhia d' Artelharia Claudino Amando,
por ter finalisado o seu engajamento como vo-
luntario.
I.' ita Nomeando o Conselho de Guerra
ajue deve responder o soldado do Deposito Ma-
noel AndrJ Tiburcio, pelo crime de a. *
serca aggravada.
cada un delles.
Igual Portara foi expedida ao Engenheiro
Julio Boyer.
COMMANDO DAS ABMAS.
Espediente do dia ?o do corrente.
Officio Ao Exm. Presidente, transmitin-
do-lbe o requerimento do a. Sargento inva-
praticado.
Dito Ao mesmo Exm. Sr, signilicndo-
3ue tinho os Commandantes dos Batalhoens
e I i una, e Olinda para fornicer mensalmente
os destacamentos de Tamandar, e Buraco, vis-
to que a guarnico destas duas Fortificares
fiassava a ser feita pelo 3. Batalho de Arte-
baria,
lito Ao Inspector da Thezouraria, de-
voivendo-ne com seo paresser o requerimento
do (irurgio mor Francisco de Paula Dutra
de-
quetes de Vapor a quantia de 11 ^Ur'oo reis, Malvinas, que pedia o pagamento Ae sidos a-
despendida pelo mesmo Arsenal com os lan- trasados, desde i8a5 que dei.tou d'os receber.
assim Dito A Exm. Commandante das Armas
da Corte, requesitando-lhe urna nova guia do'
Sargento Quartel Mestre Pedro Nolasco da Sil-
va, por nao ter a que trouce do 1. Corpo d'
Artilheria, onde servio, declarado o seu as
sen lamento de praca, e vencimentos recebidos
Dito Ao Capito Luiz de Queiroz Couti-
nho, enviando-lhe a nomeaco, e papis que
serven! de base ao Conselho de Guerra a que
vai responder o Soldado do Deposito Manoel
Andr liburcio, eordenando-lbeque com ur-
gencia- reunisse o Conselho.
Dito Ao Commandante de Tamandar,
diiendo-lhe que em vista das rasos pondera-
das em Officio de i5 do corrente, se doveria
oonservarali o destacamento do i. Batalho
d' Artelharia, al que podesse ser convcuien-
choes fomectdosa dilferentes Paquetes
I como devem os mesmos Agentes pagar aos
[ Praticos que tem metido dentro do Porto
os mencionados Paquetes.
T Dito Ao Administrador -Fiscal das obras
publicas, ordenand-lhe que forneca ao En-
S %enheiro Director da Companhia de opetan-
M os Engajados urna resma de papel almaco
# primeira sorte urna dita de segunda sorte ,
e urna terceira de Holanda pautadas, e ,00
pennas urna escrivania de lato meia libra
de obreias, um caivete, e um armario com ca-
xilhos. n
Dito Ao Engenheiro Director da Coni-
nanhia dos operaras Engajados, communican-
do-lhe a expedieco da ordem supra.
Dito Ao mesmo respondendo-lne que a
THEZOURARIA PROVINCIAL.
Expediente do dia 15 de Julho.
OTicio Ao Exm Prezidente transmittin-
do' o oricio do Escrivo Administrador da
Meza de Rendas Internas em que'pede a quan-
tia de 5oo,ooo reis para execuco do art 7.
d Lei Provincial N. 78, visto competir ao
mesmo Exm. Snr.
Dito Ao Escrivo e Administrador da
Meza de Rendas Internas partecipando o con-
theudo cima.
lllm. Snr. Com etranheza vi pelo Ba-
taneo do ultimo trimestre do anno nnanceiro
prximo findo que em poder do Almojarife
Thczourciro Pagador dessa Repartirlo ficara
o saldo da quantia de i:aigUoa4 re's quaa-
do alias se dirigi ordem terminante a V. S.
em 5 de Junho do anno passado ,- para que
obripasse o sobredilo Almoxarife a recolner
qualquer saldo que houvesse afim de que
nos Balancos que devem de ser anrezehtados
nao apparccessem saldos cm poder de nenbum
Tbezoureiio i ordem que nao [foi satisfeita ,
i^mo cumpria em o anno prximo passado:
de novo reitero a V. S. a mesma ordem para
que para o futuro nao baja lugar essa omnusso
prejudicial e peco cotilas a V. S. dos moti-
vos que se dero agora para que assim se
nao procedesse.
Dos Guarde a V. S. Tliezoiiraria das
Rendas Provinciaes de IVrna'mbucn i5 de Jo-
Ibo de 18 Joo Paptista Pereira Lobo Jnior, lllm Si.
Amaro Francisco de Moura Administrador
Fiscal das Obras Publicas
OUcio Ao Exm Prezidente aprezentmd
a renrezentaco do Escrivo e Administrador
da Meza de Bendas Internas sobre huma nova
numeraco as cazas desta Cidade.
Expediente do dia 16
lllm e Exm. Snr Devolvo a V Ex. o re-
querimento de Thom Pereira I agos arrema-
tante do imposto de i o por cento do consumo
da agoardente sobre o qual V Ex. mandn
queeu informasse : tambem incluzo remettoo
Parecer que deo o Dr Procurador Fiscal a
quem ouvi e com a qual me conformo Etn
verdade a prclencao do Supplicante importa
huma condigo demetralmente opposta aquella
porque loi o contracto arrematado condiro
de lo grande vantagem para o arrematante
que se lora previamente eslabelecida subira a
arrematadlo em mais da metade de seo pre.o :
nao huma, porem muitissimas pessoas se offtJ-
recem a dar 14:000,00o rs se a arrecadaco
for como inventa o Supplicante. Com cubi-
to se o arrematante conlessa que a arremata-
dlo foi celebrada com condiro explcita de.
que elle faria os laneamentos ea respectiva
cobra tica conforme o Regulamento de- a8 de
Janeiro de 18Ja- Se esle Rcgulamenlo em o
artigo S manda facer os lancamentos sobro
as Tabernas c Lojas em que publica e ge
ramente se vender a agurdente e sobre as
mesmas Fabricas Engenlios e Cazas de a-
lambiquc como he que elle mesmo rescntin-
do essa condiro quer faser a arrecadaco
contra o predito Regulamento ? Como he is-
to ? obrigou-se a fazer lancamentos ?
E nao quer lan amentos ? He claro:
que se a arremataca exigi lancamen-
tos ou colleta o Supplicante be obrigado A
Ia/.el-os: se ella conten a condico de que os
lancamentos se far conforme o predito Rcgu-
lamenlo mas se a forma do lancamenlo se-
gundo o predito Regulamento he a determina-
da no artigo 5 he visto que aprelenefo do
Supplicante importa a subrogaco da arrema-
taca c (\w a ser atlendida de duas huma
- ou o contracto com esta subslluico e nova
garanta e nova e immensa vantagem "pa-
ra o arrematante deve ser arrematado outra
vez ou a Thezouraria hade carregar com a *
culpa de le/.o que soHreo a Fazenda Publica ,
fazendo-sc lnuna arremataca oh subrepticia
em suas essenciaes condiecs Por certo que
a palavra lancamento que vem no Termo
da arremataca desmancha a invenco do sup-
plicante Accresse que lora hun contracenso
dizer-se na arremataca que o Arrematante ,
que n*> he obligado as Collectas se guiasso
pelo Regulamento de 28 de Janeiro feto so
para os Collectores queso tem por baze as
Collectas e que expressamente as exige : se-
ria OBDtracenso dizer que o Arrematante se
regulara por hum Regulamento do qual na
sua hypotbeze nenhum aru se aproveifa e
lhe he apphcavel. He obvio que se o Arre-
matante fosse considerado subrogado da Fa*.
zenda Publica e devesse ftzer arrecadaco
pelas I eis porque se regula a Meza de Diver-
sas Rendas, se declarara que por essas t.9
I

/


>
DIARIO
gggg

-
P*
frR.N-A M R U
.........ii
C O
? se regulasse o Supplicanle e nao pelo Re-
gulumcnlo de 28 de Janeiro que be diametrai-
menie opposto. Demafs considerado' Sup
plieante como subrogarlo da Fazcnda Publica
Provincial de Pernambuco, elle nao deve tr
mais nem milhores direitos do que ella : e
pergunta-se se ns lugares em que lia Meza de
reversas Rendas a excepeo do Municipio da
Corte pertence a ellas esta arr-ecadacao ? Nao
a vista do Regulamento de o de Maio de
1856, logo se nao pertence a Meza das Diver-
sas Rendas de Pcrnambuco que be Geral,
nao pertence aoSupplicante na sua hypotbeze;
e na Jiypotbeze do Regulamento de 38 de Ja-
neiro em loda a parte desta Provincia perte-*-
ce aos Collectorcs E porque Leis se bade
regular o Supplicantc ? pelas do Municipio
da Corte ? e sao extencivas a Pcrnambuco ?
He obvio que quifl transmssives Ibssel a
0 Supplicanle todos e quaesquer direitos da
Fnzenda Publica, o q|ie be contra o dircilo,el-
les se nao subentendas a seo favor em cqp-
tradicao daquloque foi expressmcnle 'bn-
1 laclado. E que Ibes sejo Iransmissivcis ?
Se a Fazcnda Puldica nao lem o direito elle
tamben) o nao tcm. Se pata nao ba Leisj
Provinciaes a respeito do modo da arrerada-
eo que o Supplicanle invenlou : como pro-
ceder elle r a seo arbitrio ? Como obrigar o
niizcrocoiiductor a vender em cerlo lugar com
prejuizo de milbor preco de maiores comrsio-
didades ? Como obriga-lo a pena de perder o
seo genero por nao pagar no 1'sciiptorio par-
ticular do Supplicanle o imposto ? As penas
subentendem-se Abi esta o art. 170, 1.
da Consliluico.
Dos Giiarae a V. Ex. Tbezouraria das
Bendas Provinciaes de Pcrnambuco 16 de Ju-
lbodei83o. lllm e Exm Sr. Francisco do
Reg Barros Prezidcnte da Provincia O
Inspector da Tbezouraria Joao Baptista Perei-
ra l.obo Jnior
Oicio Ao Arrema (ante, da Illuminaco ,
ordenando com urgencia a collocacao do lam-
pio na ra Augusta do Rairro de Santo An-
pouio no lugar iiidigitadopclo Prefeito daCo-
marca.
Dilo Ao Contador'da Tbezouraria trans-
mittindo a Tabellada avaliaco das elaps c
forrageus da Tropa de Prinicira Linba no
correnlc Kmestre
Dito Ao Coninaiulante Geral do Corpo
Polcial azendo igual remessa.
Kola do dinheiro existente nos Cofres da Xke-
zouraria em ai de AfDBtu ow i8ig.
Piata ...* i:4iU8oo
Cofre ........ Wtyzo
-edulas....... 2 Leltras a vencer ..... i7g:5bf:lJ;5o
Bs. i8i:>g8U-j;o
Dil de centciO ; S Barrica %fono
Dita milho........ u 6000
Ginebra qualqer... Pipa i6,ooo
Dita engarrafada ..... Duzia a $'100
Dita em botijas ou frasd 2 i'100
Dita engarrafoes..... Pipa ia6fooo
Licores Saecbarinoscompos-
tos qusquer...... Duzia 4Jttoo
Ditos espiritozoscompostos
quaesquer....... ** 6s'ooo
Vinagre commum Pipa J4*ooo
| Dito dobrado,[. ...... a 4 $'000
Dito engarrafado acido py-
relignozo.....' .Duzia qsooo
Vilio commum Bordeaux u Sazono
" superior ....* 60*000
do Cabo da l*W"E*-
perancii cbmnrum. .'. 51 iodo
' c-cfle e Marcelha 4-"M000
" l'aial c Azores ... M 45sooo
M Figueira .... 74'ooo
" Hespanha ^. 45'ooo
*' liaj'ooo
Diversis Ktrparticoens.
ALFANDEGA DAS EAZE.NDAS.
Pauta para a semana de 26 a 3i do crlente
mez do valor dos vinhas bebidas espirilu-
ozas liquidse faiinba de trigo sobre o
3nal devem ser calculados os respectivos
ireitos na Alfandega desta Provincia.
Agoardente de Franca vi-
nboza Cognac da 1. *
classe.......... Pipa 1785000
Dita dilo de outra qualqer
sendo ou nao vinhoza, e
anizada....... 52s'ooo
Dita vinhoza Cognac da 1.
(lasse, engarrafada Duzia Cfooo
Dita dilo de outra qualqer
qualidade, engarrafado }i 3J700
Dita dito einbotijas .... 3S700
Dita dilo em garrafoes Tipa Saj'ooo
Alcbocol qualqer .... I.iljia *?oo
Azeite Doce em cascos ou
botijas......... Pipa ia5J'ooo
Eilodilo engarrafado. Puiia ajl'ooq
ilo mendobim ginijula Pipa n5(coo
Dito palma........
Dito coco -.....t .
Difc nabo ........ "
Dilo peixe baba commum oos'ooo
Dilo lobo marinbo .... *' laSsooo
Dilo peixe balea sparmacetc i8o,jooo
Dilo potro .,..'... fiosooo
Cervrja branca ou prela' 107000
Dita engarrafada, ou embo-
tijas .......... r,lzia a'5o
Cidra de macaa ou pera Pipa 107000
Dita engarrafada ou em bo-
tijas ........ .' Pu?ia 25o
Farinha de trigo Barrica ifroo
t
r
((
t
(
M
<(
M
(t
<<
((
le
<<
67000
45'ooo
74'ooo
74i'ooo
i54s'ooo
45/kxW
674000
14 4^ooo
74'ooo
J i > '000
454'eoo
si
** TenrilTe Xerz .
" tinto snperior de
Lisboa, tinto e branc
Tinto ordinario .
" Rruxcllas.....
" Muscatel ......
" Commum e superior
da Madcira .....
" V^de do Porto .
'* Ramo dito ,
Feitoriadito ....
" Commum de Sicilia .
" linilacao da Madeira
" Marcelha dito k .
" Commum de Vianna
" Cbateaux Margaux ,
Lafetle, Latour, Haut,
Rrian, HurgonbaHaut,
Rarsac Preignac, Ru-
mes, Pariste Ermelage
engarrafado ..... Duzia
" Querpeis, Montefer-
rand Brassans Pa-
lus C'baldles San-
terne de dilo...... 4*4
" Cbampanliaqualqucr lajkooo
*' Constancia do CaLo
da l'oa-Es^)eranca u Sjf'000
" Lisboa, branco, Ou
tinto de Portugal 4'-
" Muscatel detlilo ji'foft
" Madeira de dito j^smh)
" Muscatel Fronti^nac %j^oo
" Pono de Portugal 9^
" Rbeno branco ou
tinto........ 7400
" Xercs de Hcspanba 7*400
N. B. Cjuando i verificacao da capacida-
cidade das vazilhas abatiinentos para alestos ,
e quebras e vistorias nenbumas alteracoes
soffrer o systema at agora seguido,
ias avaltacoes dos liquidos em cascos gar-
rafas frascos ou botijas estao incluidas as
vasilas.
Alfandega de Pernambuco a3 de Agosto de
i3<).
Vicente Tboiuaz Pires deFigueiredo CamaTgoj
Inspector.
Cactanoda Silva Azevedo.
l.uiz Pereira de baria.
Manoel Joze d Souza Carneiro.
N. B. Os .Vinhos.eic. embarrados na'Eu-
ropa antes do primeiro do possado mez de
Julbo tem ouli'a avaliaco a qnal nao de
zigna-inos porque ja mui noucos podem ebe-
gar sabidos antes daquelle da.
Galera Franceza Camelia vinda do Ha-
vre de traca entrada em a a do corfente t a
pitad Guilbert, consignada a Luiz Aniavel
Dobourcq.
Manifeslou o seguinte.
mSrj Voluntes com diversas fazendas 3-6
1 ai 1 is com manteiga io meios ditos com di-
ta 1 a barricas com er 4 ditas com. ocre ,
16 potes com banba 4 volumescom drogas ,
6 barris com vinbo, 6 cadeiras 48 cfflxas
com qn'eijos 4 ditas com comiueslivcis 6
pavoes.
Fora do Manifest.
1 Caixa co'm maquinas 1 dita com louca,
a fallas com teo 3 saceos com fareHos ,
1 vacca tu ria 1 volume com trastes a
< aixas com lzcndns 1 eeslo com v inlio 1
gaiolo. com canarios a embrtdbos com fa-
zendas 1 fardo com dita 1 *aixa eom re-
troz 1 cesto com agoa mineraeJ ,1 boio com
bixas.
O Rrigue Portugez S. ioio Baptiza ,
viudo de Lisboa entrado era an do crrente
C apitao Antonio Pedro de Figueiredo, consig-
nado a alendes & Oliveira.
dito, t5o barricas com dito 4^ p'pas com
vinagre 69 barricas com sevada 34 ditas
com drogas 13 caixas com ditas, ditas
com louca a saccas com drogas 3 bahus com
fazendas, 44 barricas rom carne-; l5 caixas
com toucinho 37 pedras de cantara 'i va-
ras de lagedo i caixas com papel mpresso,
3 ditas com livros 1 babu com calcado I
bai ril com vinagre a caixas com ta!oas | 1
dita com ferragem 1 fardo com alhos i cai-
xote com iniudezas 1 lata com rap 3 cai-
xoles com cera 1 dito coril peHttfOs 1 tai*
Xofinho com obras de prata 1 steira para
salla, 1 condeca com calcado 7 mojos de-
sal 6 caixas com rap ,~ 1 i'a4 mollios de se-
bollas 3 fanfcs com tal>oas 8 caixas com
calcado.
Fora do Manifest;
a Gaixas de fbl.ha de flanxlres ^ignora-se^ ,
1 cbapeleira dilo 1 lata dito unta porc
de sebollas. .
O ftriguc Americano Od'Coln y,' viudo
de Boston entrado em a3 do corren te Capi-
tn Mores A. LoW Consignado a L. G. Per-
ra iMansfield.
Manift"9ou o seguinte.
3o Barricas cadeiras io4 barricas vazias aoo tonela-
das de glo 14684 Ps de taboado de pinbo,
4o saccas com pintenta.
O Brige biglez Brnadax-, rindo de Gas-
pe consignado a Me* Calmont e Comp. deo
entrada pata franqua em a3do corrente.
Meza do consulado.
- A Pauta be a mesma do numero 18.
letees. Que actnalmeote nos (tamos cm bil-
ma epocha anloga primeira, m huma -
poclta de indiflerenca em materia religiosa
nao fora possivel duvidallo por pouco que
lancemos o olhosem torno de nos.
As causas que gerara esta situacao, nao
dactao de hontcm : preciso seria remontar aos
bullimos anoos, que precedrao revolucfo
I politica da Independencia. O Brasil, bem
como Portugal, recebeo da Franca assuw
primeiras theorias de Jiberdade, a pbilosophia
dos direito* e cora ella as ideias que a res-
peito do Cbristianismo o seculo 1 >* posera era
voga nesse paiz. Sabe-se qu'al foi o espirito,
e a tendencia desse seculo que tao grande
influencia teve no destino das naces pelo
i principios que a projmganda franoeza inocu
lo ertl toda a parte. Era huma reaccSo con-
tra o passado, a quem condemnava em todas as
suas partes em Philosopluta em Moral,
em Religio, e em Politica. A liberdade do
MiniJBrtoii o seguinte.
109 Pipas com vinho fo quailolas
cont
PftfiFEHTOR*.
Parte do diai3 de Agosto.
lUm.'e Exm. Snr. -Forao prezos hohtefn
minha ordera e tivero boje deStiijo : Jo
aqiiim Joee preto eJozcfa Mara da Con-
ceico, parda pela patrulha de Policia do
districto de Fora de Portas esta por ser'en-
contrada pela nina bora da nianbaa toda en-
sanguenta e Aquello por ter sido quem a fe-
rra em Ma < a/a ; Fretlerico Antonio de Mel-
lo branco pelo Sub-Prof'eito de Simio An-
tonio a requizico do Promotor Pidico; An-
na Joaquina parda por uin soldado de Po-
licia por o ler insultado ; Matfaias preto ,
escrvo de Antonio Joze Gomes pela pa-
trulba do atierro dos Affogados por tel- en-
contrado pela urna hora da nianlia com a rou
pa molhada e suppol-o fgido ; e Feliciahna
iza bel de Freitas parda pelo Sob-^Prefeito
d Boavista por estar bastante ebria.
Kada mais consta das partes boje recebidas
nesta Secretaria.
I >eos Guarde a V. Exc. Prefeitura da Co-
marca do Becifc a3 de Agosto de 183q. lllm.
e Exm. Snr. Francisco do Bego Barros Pre-
sidente da Provincia. Francisco Antonio de
S Brrelo IVefeito da Comarca.
Adminislraca do Patrimonio dos Orlaos.
Perante a Administrar So do Patrimonio dos
Orlaos se bade arremoltar a quem mais -der as
rendas do sitio do Boearmho 5 as pessoas que
as qum-rem irromatrar podeio comparecer na
caza das Sossoes da mesma Administracao no
dia 28 do crlente mez as 4 horas da tarde com
seos fiadores.
Salla dos Sossoes da Adminislraca do Pa-
trimonio dos-Orfeos 04 de Agosto de '18.49,
J. M. duCruz.
. FRcriptwrario.
Carafrt cetro
As ideias Religiosas no Brasil.
EM pochas, em que, sobre cada hum dos
problemas moraes que interessao a humani-
dade existem solncs ixas, determinadas,
objcclo das (trencas d'huma naco inteira.
desdo menino, que comeca a pensar al o
vclho prestes a entpar no Imniikt. Ostras ka,
tm qnc os bonteits se acbno como engolldos'
na iniflerenea, na incerteea, 11a inTeduli-
dade, e nem sabem o qtie pens5 sobr'ea6as
motilas (|uesloes; esultando d'a-ki o chos dt^
lodosas principios moraes, o v asi mais, ou
menos completo dos coracocs o dcsgoslo do
presente, e a perd de couiianra o porrir.
I cm-se designado eslus pocluis op] nemes que caracteriza. obamando-se bu
as religiosas e irreligiosas as ootras ; jior
que be pelo espirito religioso que vingaS es-
ses systema*de deveres, essas doulrinas mo-
raes, que se apoderan das-poros, osdominao,
osgnia, os eselareonn, qner na eslitra da
existencia individual quer aias daces so-
exme, que abalava pelos alicerces as velhas
inslituices sociaes, fazia igualmente a reviso
das crencas que dirigem moralmente os hb-
wns, chaniava o puwado todo inteiro ao seu
tribunal, e proclaiitara a duvida universal,
como o melhor abrigo da raso humana. Epo-
clia de exagerapo de melhodos evelusiyos,
^por issomesmo qu osseus filsofos viao-se
[empenhadosem.hiima lula incessante contra a
' intollerancia religiosa e politica em quasi
toda a Europa; pocha dte demolicito j porque
primeiro que ludo era mistar alimpar o terre-
no desmoronando o edificio. Ese philoso-
phisino cssenciahsente empirico, que trans-
lnna va o homem era huma raachida, sensual
tirando-lbe os mais elevados atributos da sua
natnroza que noral espiritualista do Chis-
tianismo substitua o movel do interesse que
propenda a sociedade como o nosso nico fim,
e excluia de 6ias comhiiiacSes o elemento reli-
gioso; hura tal philosophsmo, dizemosns,
parecera por si inesmo incapaz de qualqer
crdito, de qualqaer voga. Entretanto d en-
volta com seus erros tacs servicos fez causa
da civilisacao opprimida jjelas exageraces em
sentido oppsto, pelos preooncertos ferojis da
intollerancia, que a sua influencia sobre os
'espirito foi incalculavel, bem que moment-
nea bem que no pronrio tlieatro dos seiis ti i-
1 umphos tivesse lojjo de ceder o lugar :s ver-
dadeiras doulrinas.
aes fora em grande qjarte os principios
importados para o Brasil, logo qne as primei-
ras cenlelkas da liberdade Teluaira outre b,
logo que as ideias tomirra o veo para regies
at ah desconhecidus. Leo-se, e cnsinou-ce
j quasi exclusivamente o systema ssa escola; e
sobre a fe da palavra dos" Encyclopedistas re
I servou-se o Cbristianismo para as massas, pa-
ra opovo, como lumia illuso indigua dos
espirites fortes;' mas ponco a pouco, como
sempre acontece esta indiffeienca devia pe-
netrar mais, ou menos em todas as classes ,
devia descor gradativamente do fastigio base
da sociedade, chegar lis 'massas', a o povo,
em ctijo seio raina e arruina todas essas
crencas o svstema de rerdades que era a sua
regrade proceder em todas as cousas, a fonte,
em que ia buscar a soluc|to e a genuina inte-
ligencia dos deveres. Ahi reside, em nossp
sentir, a principal causa do septieismo reli-
gioso que'boje se observa em nossp paiz.
Nos somos nesta parte ainda osPrancczes
do seculo passado, conservamo-nos lora da
salutar reacco, domvimento geral, que em
favor das ideias religiosas apparece nao sem
Pranoa como na mor parte das outras na-
ces. A necessidade de crer, inherente ao
espirito humano, a necessidade d'hura apoiw
traqueza, e s miserias da nossa natureea ,
necessidade d'esperancaa, de que se apascen-
ta o homem em fim* de huma base larga e
indestruetivel jara a Sociedade tem geral- '
j mente substituido a incredulidade e enchidol
lohcirrivel vmwo, queHadeixra. A indiflerenj
'ca religiosa nem te hum estado natural, nem
duravelporissoinesm Ella assenta asso-
'Ciaco civil no wieio dos ares, arranca-lne o,
,-seu primeiro esteio, e rompe o laco, que
prende as nossas paixoes.
Assim tambpm com que enthusiasmo de-
pois das atestrophes das revoluooes, c dos
tormentos da incredulidade nao se precipita
Europa naua rolla pua o Cbristianismo !
A arte, ffcttosopla -dliteratura vb'hojg
proouiiaTsiiasiuHpiacr'salf, onde esta a nas-
centedos mais snldimes sentnentes. As fa-
ceras (Ki Vottaire'Sawa6do galarim, e com-
prebendee-se, qe w nao pode epatar aJ
4orca do Cbristianismo de sa belle/a suas]
provas de seu beneficias sua moral de sei
culto ; em huma nalavra o que tem de ensi1
veldoquetemdeinlcllectiual. E con e#feii
se I be pedimos proras obre a existencia d,.
hum Dos, primeiro Ikndamento -de'toda a
moral, e^letodaacreiica ello nos envia %


u
PA i Q bi pernambuco
naravilhas, e magnificencia da natureza.
$p examinamos seua dogmas ,' seus misterios,
que fxa a lgeireza do espirito pesados ra>-
~o, elle mostra-nos os Sacramentos as so-
mnidades, ,e ceremonias tocantes do seu
ulto, que explica as ntences. Se pesqui-
iOs o que tem feito para a fclicidade dos ao-
ns a imaginadlo nao pode comprehender
todas as dedieacoes que h inspirado todos
osmales, queh prevenido, e as invencoes
do rarklade, tao multiplicadas, como nossas
* necesfiidades, e nossas miserias! Se queremos
eonhecer sua influencia sobre os progressos das
artes, e dasociedade, vemos o Christianismo
abrindo as fontes da antiguidade conservan-
do a lradii.ii i das letras no meio das sombras
revolucOes da Europa moderna, estabelecen-
do a civlsacb com as artes, a politka, e a
humanidade, girando o universo precedidas
do-arehoteda ReHgto.
Quer-se emfim" examinar o Christianismo
em sua antiguidades, em toda a serie de sua
historia ; de que proras se serve? Offerece
ludo o que pode engrandecer o pensamento*.
Sua origem nos chama ao bercb do Edn on-
de se declarrao os destinos do genero humano.
A imaginaran se compraz neslas distancias,
onde se descohrem as temas dos Patriarcas.
e seus rebanhos errantes. Estes veoeraveis
pastores, que saudava de longe o Messias
pelos seus uesjos fixao a patria de sua pos-
teridade'na trra prometlida, deixanio abi
seus tmulos, Seus (11 ios repassa o presado
rio, que os pais haviaft atravessado com hum
bordao de viagem namao; e logo se torna
huma sociedade, que passa por todas as for-
mas de governo, e por todos os desenvolvi
mentos da civilisaco. Este povo immudavel,
o puro em suas tradicoes no meio dos impe-
rios que se succediao em roda dellc, marca
a especie de grandeza que lhe tinha sido
promettida, c offerece tantas mximas appli-
|caveis ao governo da sociedade, como precei-
tos uleis ao procedimento do homem. Mas
as verdades vao succeder s figuras: l se faz
huma aIIanca entre os dous testamentos, as
rofecias' se tornao historia, que une as cousas
da trra s (lo ceo, e os aunaes dos homens s
maravilhas da f.
Em huma palavra comnrehendeo-se, que o
Chi islianismo conciderauo em sua doutxina ,
em sua moral, em suas insfituices, em "seus
beneficios, em suas provas, e na sua historia
offerece por toda a parte e coro huma riqueza
inexgotavel, snelas mximas para o regula-
u u'i i (o (la vida, sentimenlos para o coracao e
a verdadeira soluco do destino humano.
No Brazil porem cora o declive do elemento
religioso cuja alta importancia para a rege-
neraran social tem sido infelizmente mais que
iiiuiln desconhecida, parecemos at eerto pon
in eiiminliar hoje em contrario senso ao da ci-
vilisacao donoseotempo. Entre tanto nfiohe
licito procurar a origem da denordem moral,
que des d'alguns annos nfflige o nosso naiz, se
nao neste 'atul obscurecimcnlo dos sentimentos
,'jreligiosas. Nelle esconde-se urqjundamenle
'arair. da mor parte dos males^ pifblicos, de
que nos queinamos, a-ron i i mas vacillares
da ordem publica oenfraquecimento dos ca-
racteres, oegoismo, que estende de dia em
dia sua influencia torpente sobre as almas, a
confusodns nocoes do justo e do injusto e a
i differenca de mflitos para os interesses ge-
raes. A arle de gowernar tem procurado at
aqui exclusivamente seus meios de aeco as
is penaes e civiz a poltica tem de alguma
tfjrte desconhecido outra ordem de factos raais
vada a que cumpria associar-se.
Fa desordens materiaes provem ordinaria-
mente da molestia moral, que affecta os es-
H'.'itos. systema dear os efleitos, despresando a causa, s p-
J tpr o resultado ck-niero dos palliativos ; o
eproduzir-se-ha de novo eOm redohrada
a. A regeneradlo moral pelo seu meio o
mais noereeo e efficaz isto he j pela rehabi-
litado das ideias religiosas, tal he hum dos
Ln, ipaes fins, que se deve propr hum mi-
tar'io ni .' I0> e qHe'ra levara poltica cathe-
l ni; de hum systema racional.
(Despertador.)
He ineg e eminentemente deslruidoras do seculo passa-
I, ,* males derramou pela Franca
i^.ndo,
,n'
que tan-
e j)or todo o
anda two' desgracadamene as que
,0. e domina no lira,. Esses deta-
^i'-ncvclojiodislas, os Volta,nes, ^s R.de-
ols, osd'Alemberts, os Holbacks ,
vecios
dos na
- &c &c hoje intfiramenle despreza-
a'F.nrpa tulla', aiuda sao os mimosos da
j1 ____fcWi.LwW htlerana ; enao
^ir ,rte dafle^a Mooiclade litteraria ,
tham, que o iateresse he o nico movel das
aecoes humanas, que virtude, e vicio sao
meras convencoes dos homens, &c. : e de taes
principios, derramados larga jnao por toda a
parle, o que se deve esperar r O que estamos
vendo, seando, e lastimando.
A Europa actual abri os olhos, e conheceo
o abysmo a que taes doutrinas arrojra a
sociedade: horrorisada dos crimes inaudilos
da RevolucSo Franceza deturpada por ellas,
recuou e ora s cuida de volver s salntares
ideias religiosas, nico frcio poderoso, que
contem os hooiens ejn suas relaces soc'iaes.
Os sabios mais profundos, os homens mais
Ilustres, as personagens mais respeitaveis a-
cha-se frente desse movmento Religioso ,
que deve regeuerar os Estados. A Snela Re-
hjjio de nossos Pas, o Catholecisrao, tao
combatido pela scita philosophaute, triunfa
dos apodos do patriarca de Ferney, das decla-
maces deRaynal, dos sofismas d'Helvecio,
das blasfemiasd'llolback das calumnias de to-
dos, e vai fazendo espantosos progressos,verii-
cando-se a promessa, que sua Igreja fizera o
Divino Mestre Et porUe infer noa prevalc-
bunt adversus eam.
Na mesma Inglaterra o Catholecismo vai
Senetrando com huma forca prodigiosa. Des
e i de Maio de i8a* que se fundn em Leao
a respeitavel Assocacb da Propagacito da F,
que tem tido hum incremento maravillvoso ,
espalhando-se nao s por toda a Franca ; mas
tainbem pela Blgica pela Saboia Aema-
nba, Srayrna, e Constantinopla. No Le-
vante imperio do Grao Turco faz sensives nrogres-
sos o Catholecismo. O odio dos Mahometa-
nos contra os Chrislaos tem-se enfraquecido ,
assim como o fanatismo musulmano. as
portas da capital celebra-se com mulla pompa
o culto Calholico. Todos os annos o (Jorpo
adoravel de i. C he levado em triunfo pelas
ras do arrebalde de Pera e os pioprios in-
flis se inclina respeilosamente em sua passa-
gem.
Na Palestina c na Syria na grande I-
Iha de Cevlo nos Reinos deCambaya, de
Peg e de Laos os povos j pedem com gran-
de, instancia Missioaarios Catnolicos; as ex-
tremidades do globo finalmenie, nesses jiaizes
apenas conhecidos as innumeraveis 11 lias da
Occeania j assoma a benfica luz da F Ca-
tholica. Trez Bispos dirigem esses novos reba-
nhos, mais de vate Missionarios culliva es-
ses paues at a pouco lempo incultos e a Re-
ligio augusta do Homem Dos vai ali me-
drando, e, por toda aparte espargindo a sua
benfica influencia.
Parece, que se avisiriha os tempos pro-
metidos pelo Divino Redemptor, |a que s
baver Unus Pastor et unum OAile. To-
dos se vo accolhendo Barca de Pedro fra
da qual he inevilavel o naufragio, e perdicao.
A Idolatra vai desapparecondo do meio dessiis
Naces que jaziao as sombras da morle o
Mahometismo cede o passo ao progresso Ca-
tholico. As sceitas heterodoxas desacredita-
se, e desmedran de dia em dia as doutrinas
sensualistas materialistas, e impias eahem
em completo descrdito nos mesmos lugares,
onde fora produzidas e sustentadas, o mun-
do in.leiro como pouco sabido de huma fe-
hre delirante, volve os olhos para Roma pa-
ra esse Monte Sancto, donde lhe pode yir to-
do o auxilio ditendo com o Re Psalmista ==
Levavi oculos meos in montero, onde veniet
auxilium mibi. -
E si o nosso caro Brazil ficar estacionario ?
S a trra da Sancta Cruz deixar de seguir o
movimento (^atholiro, que por toda a parle
se desenvolve com o verdadeiro progresso das
luzes? Ser possivel, aue continu a imperar
entre nsessa Philosopnia empyrica, que re-
duzindoo homem ahuma machina de mero
calculo, c sc'i de produecao, econsumo,extingue
o inananciai das inais doces afieices, e nao re-
conhece oulro mrito, outra virtude que nao
sejao os interesses materiaes ? Ser iiaagina-
vel, que as doutrinas eminenlimente corrup-
toras do Philosophismo, boje tao desacreai-1
Uulas na Europa civiliada, couunucm a ser o
cadiecismo dos nossas Lesisladores das nos-
sas Escolas, e da jiossa Mocidade, tao digna
de mekhor sorte ? Eu o nao imagino. Tudo
confio na infuiua Bondade do P.ai das Miseri-
cordias Assim como o airo, aincnLa, a
iacredulidade, traspoudo o AllUaorico der-
rani;ira por e o seu veneno corrosivo; tam-
bera a verdade as saudavess doutrinas a sa
Philosophia boje IriimlanAes na plida Euro-
,pa bao-de chegar al as, iio de calar nos
espiritos, bao de penetrar os tOffSee e pro-
(ln/.ir fcuotos saudaveis eliminando do meio
4b s cssa moral egoisla foate primordial
de todos os nossos males, Entao e S(> antao
hnina Poltica franca, c asssada regular os
c as lais Jseadas em hua j

Moral pura, qual s se encontra no Evange-
lho, tero forca, serao respeltadas, e reli-
giosamente ejecutadas. Gom o elemento Re-
ligioso ressuscitar;i5 a boa f o amor da Pa-
tria e todas as virtudes.
NOTICIAS PROVINCTAES.
A Babia, segundo as noticias colindas de
seus jornaes at 14 do torrente, nada tem de
notavel na ordem publica mais do que na Capi-
j tal algum terror, que se tem apoderado do ani-
mo de pessoas mais fracas, e que anda conscr sejo dever a administracao policial da Villa do
vaovivaalembrancadosmales ocasionados pe- Limoero n^oemmaos de criminosos ; porem
le nao pode ver o sangue fri que os desti-
nos dos habitantes da quella Villa estejo con-
fiados a um criminoso de morte, homem sem
representaco, sem fortuna finalmente
sem huma qualidade que o torne recomenda-
vel na sociedade. Nao foi o desojo de offen-
| der M^ssoa alguma e menos diminuir a forca
moral e ronceilo que merece o vigilante,
activo e honradissmo Prefeito JoSo Mauricio
Cavalcacanle da Roxa Wanderley contra
quem muito ha que se diser......que me
animou apublicar a Cerlidao do crime de Luir
Tbeotonio foi sim o amor da iustica e o de-
siin de Cdadaos dislinclos e virtuosos. Qnan-
to ao crime do Sub-Prel'eito Luiz Teotonio ,
diz a Cerlidao, que dos Autos afl. .'|0, v. consta
que elle fora cbm outros em 29 de Agosto de
i8aa pronunciado pelocime de morte feila
-se po-
de
la ultima revolucao e na Cachoeira a intriga,
que tem gracado naquella cidade conjuncta-
mente com a nem a seguranca e polica pe-
la falta de meios para isto necessarios,
Atterradouras noticias se espalhio continu-
amente pela cidade, ja de insurreico de a- na pessoa de Francisco de Christo 5 vc-se |
frcanos, ja de nova coromocao poltica de- sda qui que o tal Sub-Prefeito a pezar
vidos esles boatos, segundo diz o Constitucin honrado e activo tirou ciimos seus compa-
nal, a os bous desejos da parle de varios indi- nbeirosa vida do infeliz Francisco de Chrislo:
viduos, que se ndopor saptisfeilos coma! de fl. i3 afl. i5 que fora absolvdo pelo
indulgencia do jury, ecom a generosidade concelho de Guerra em qualidade de Alferes
dos legalistas. Mas, sejaqulfor acama, o de Milicias (sem Patente ) e finalmente de fl.
certo que contina a inquietacao nosani- 15 v. que o Supremo Tribunal de Juslica ,
mos dos cdadaos de modo que tao prxima quero foi presente a Sentenca do concelho de
se suppoe a subverso da ordem que j se Guerra resolveo que Gomo se nao aeha
clama por meios preventivos dosocego publi- a devaca a que se devia proceder e a que por
co : sendo o primeiro destes meios o augmento acordo da Relaco de Pernambueo se mandou
da forca policial na capital, e principalmente tirar, se proceda a mesma, quando nao es-
nas comarcas com algum augmento de sold ; teja e felo o concelho avista della sejo os
e o segundo a suspenso das garantas, caso reos migados portences, evitando-se a in-
regularidade com que fbrao sentenciados sen-
do crime capital Ora a vista desla decisao ,
quem em seu nerfeito juizo se que o Sub-Prefeito Luiz Theolonio ni
nao esta
e ainda mais que o crime est
continen! os boatos.
Bem que se nos appresenta to nublado a
I quelle horisonle com tudo de esperar da
sabedoria e patriotismo de nossos irroaos Bai- que <
j nos que taes boatos se nao realisem; pois criminoso ,
j teamos de ver scenas duplicadamente mais prescrito'? S-aLira- e s ella sera capaz
tristes que as repi-esentadas a pouco nessa ri- detanto!!! Nao se evidencia me asenlenca
'ca Provincia. Os odios subio de pon-! do concelho ficou annullada pela da do Tri-
' to
e honra nacional sustentar
cegos pela raiva, formado o processo ejulgado novamenle Lu-
uror que excita a guerra civil, perderio o iz Teotonio, continua a ser criminoso ? I !
juc hoje levao de brio, | banal Supremo e por conseguinte instaura-
entar a causa da consl- da apronuneia ; c que em quanto nao for re-
tuicao e do imperio ento
Bem se sabe
pro-
verdadeiro norte, e a causa publica correra Como di/.er-sc que o concelho de Guerra jul-
risco. Coriolano com o coracao inchado de ra- gou com coubecimento de causa, eabsolveo-
va nao mais o vencedor de Coriolos mas o che- o por innocente em bora essa Sentenca por
fe dos implacaveis Volscos. Alem disto lam- irregularidades do processo deque nao ten
bem nos anima o vermos que o Governo se a culpa o Teotonio se aunullasse i' Bem se
naoacha fraco para repellir qualquer mov- que elle naomotivou a irregularidade do
ment subversivo, que por desgrana possa apa- cesso o que se diz porem e que sendo illegal-
recer na Provincia pois tem forca para d'ella mente absolvido segundo reconheceo o Tri-
dispor favor dos infelices Maranhenses, como banal Supremo subsiste a pronuncia e por
fez mandando soo homens, que se acbao a bor- conseguinte criminoso Luiz Teotonio.
do da Corveta Dous de Jul lio; mui los dos qua- Espixadela maior deo a Lira quando
.es se offerecerao para marchar, deixando suas. avancou o absurdo de diser que o crime eslava
familias e bens para salvar o desgraeado Ma- prescriplo por ter sido Luiz Teotonio pronun-
ranhao das garras da anarebia
Correspondencias
ciado a' >q de Agosto de 181a. Oart. 56 do
Codi;o do Processo Iimitou as prescripcoes dos
crimes iuafiancaveis a os 10 annos estando o
reo 110 Termo sem interrupeo s dcnl|
desle espaco de tem|K) que tem lugar a aecu-
saco ou seja por parle da juslica 011 H
Srs. Redactores. Espalhou-se ou ainda do offendido o qual com|mta-se da dala da
esnalba pelas ras desta Cidade un p- perpelracao do crime como sabido i a-
nueno panel impresso na Capital da Provincia quelle marcado no Citado art.; donde se se-
da Parabiba asslgnado com um Amen no gucpoisque aprcscr.pc.ao nao se leve contar
qual o seu Author se inculca Pernamb..cano, da pronunc.a e sim da existencia do erin.e .
Posso assegurar ao Respeitavel Publico que o ora processo subsiste e o 1 enlomo pronun-
heroe Autbor do referido papel nem he Brasi- cuido como se niostrou : logo nao tem lugar
m adoptivo nem mesuro natu- apreseripcao Quando mesmo o Tribunal
anda
se
quio de publicar, pan, desengao dos inca..- Teolon.o lem residido no lermo como nu-
los eslaminhacadinha no seu cona-luado lbormenle sabe o seu Patrono. E finalmente
Diario do qual Ibes car assaz obrigado O Moderado.
1
Surs. Redacfones.
ljmdo o seu]Diario de ,3 feira n. 174'
eneontrei a Correspondencia assignada a
Lira a qual empanhaudo-se em mostrar aue
Luiz Tbeotonio Biserra, actual Sub-Pn'feilo
do Limoeiro nao era criminozo de morte, co-
mo provei evidenleme.e no seu Diario n. 172,
comecou por apelidar-me de R(.'o de Polica ,
teceo elogio ao tal Luiz Theolonio e por cou-
omUanciaao%eu Prel'eito ,Joo WaurcioCa-
valcante da Rocha Waadcrley ;' concluindo
finalroentc que eslava prescrito o crime impu-
tailo aoSub-Preleilo, jxir lauto, Srs. Re-
dactores forcoso (|ie rosponda alguma cou-
-saagra. Lira ou antes Rabeca I spixoti-
se coHiplelaroenle a Lira quando persua-
.dio-*e que o Con-slanle k-ilor .era ;!l;;um reo
de Polica., que uioencoiUiava .,urda eos
seus na Comarca do Limoeiro por causa da
honra e actividade de Lu/. Theolonio; de-
suncovou-lbc hum crime.: po',- di Hcar cei to
que -o Constante leilor .. 1 Jo pr.jpi ictario e
vivendo semprecom diguii dczonila da* per-
siguicesda Polica do Limoeiro, o que td-
seja provada, allegada e julgada em juizo, por
que apresencado reo no dislrictoscm inlerrup-
co, O temiK) necessario para prescrever (; laclo,
que se nao presume e precisa de prova ,
como correte em direiio.
Queirao Senbores Redactores publi-
car aprsente que muito obrigarao a o seu
Constante Leilor.
Avisos Diversos.
,C7" Quem tiver, e quizer arrendar um si-
tio em Beberibe, com cata perlo da margem do
Rio; diria-se a esta Tipografa, que se dir
quem o perlcude.
tv" Qfferece-se urna ama com lioin leite:
rija
arteoder deria-se a ra do cotovelo
quem u p
D. 8.
_ Desea-se saber se urna, casa de tres an-
dares, cita no bairo do l'.ecilTe, pode ser ven-
dida por quatrocontos de teis, tendo sofido
urna epoteea de muito maior valor -, ou se sela-
vrou a eserpitura por a quella quantia so para
dcsfrauda a fasemh publica.
MUTILADO


w
.**-
DIARIO DE PERNAMBUCO


l^- Os Srs. Jos Joaquim Al ves e Compa-
a;., tenha a bondade de dirigir-se a loja de
cabos defronte do Corpo Santo para se Ihe
entregar urna carta \ inda do \!ranho.
XSF' Quero quiser dar 600,000 a premio de
un c meio por cento ao mez por espasso de
nm anno com lrypothecaem urna casa, ou
coin firmas a contento ; annuncie.
XSJ" O oabuo assiguado faz sciente a os seus
credores (|ue vendeo a sua venda que tin-
ba de sociedade com o Snr. Braz Lo|>es, ao
Sr. Manoel Adriam da Costa Meando este
obligado a pagar todas as dividas praca, per-
tencentes a mesma socieda e para constar faz
o presente. Antonio Novaes da Costa.
5^" Precisa-sede alugar um moleque de
idade de lo a la annos pra pastorar vacas ;
na ra nova D. 5 defronte do caldcreiro.
52/- A pessoa que annunciou querer rece-
ber cem mil rs. para os dar em ti jlos de al ve
uaria grossa dnija-se ra da cadeia do Re-
cile 11. 58. _
S^~ Precisa-se de urna casa terrea 110 bar-
ro de S. Antonio sendo as ras de Hortas ,
ou S. Theresa e que o seu aluguel nao ex-
ceda de oito mil rs. j quem tiver annuncie.
Uj- Quem achou urna canoa de carreira ,
com urna taboa 110 fundo cuja canoa be uza-
da mas foi fabricada de novo e pintada de
preto do verdugo para baixo e por dentro na
altura dos bancos para baixo dirija-se ao es-
lalciro d Joo Thomaz que se'r recompen-
sado.
C5- Precisa-se de cem mil rs. a premio ,
dando-se boas firmas j quem quiser dar an-
nuncie. .
XZj- Precisa-se fallar a os herdeiros u
testamenteiro do fallecido Alvaro Barbalho
Uchoa Cavalcanti Sr. do engenho S. Salvador,
a negocio de interesse ; na casa de nev do be-
00 do theatro a fallar com Arcenio Fotunato
da Silva ou annuncie.
.5Er" O Sr. que por engao a a tempo tirou
urna caria do correio vinda do Porto para
Domingos Jos de Oliveira queira por favor
entrega-la as cinco ponas venda D. 10.
nelaco que viero do Juiso de Direito da
de plantacoens de sitio; na ra do Crespo De-
cima 4*
tST Furtaro no dia a3 do corrente do be-
codo peixe frito confronte a venda Decima
i um ca vallo castao, pequeo, frente aber-
ta o p direito torto para dentro mos e ps
calsados cujo cavallo estava a marrado-, quem
delle souber partecipe a mesma venda que
ser recompensado.
C? Quem annunciou querer comprar meia
duziadecadeiras; e um transelim de oiro ,
dirija-se as cinco pontas D. aI.
tST Quem tiver para alugar um primeiro
andar as seguintes ras larga do Rosario ,
e estreita Cruzes Queimado Livramen-
to e Collegio dirija-se a lora de portas ca-
sa terrea junto ao Sr. Adelino.
SST Precisa-se de trezentos mil rs a premio
de dois por cento ao mez por tempo de 4 me-
zes com boa seguranca 5 quem quiser dar
annuncie.
CT O Sr. que por engao tirou do correio
urna carta de Manoel Peixoto de Freitas Gui-
mares vinda do Porto queira entregar na
ra do Queimado escada de miudesas D. t.
Avisos Martimos.
PARA O HAVRE a Barca Franceza Came-
lia Capito Guillebert; quem quiser tratar
de fete dirija-se a seo consignatario L. A.
Dubourcq ra do Vigario n. 6.
PaRA O RIO DE JANEIRO com toda
brevidade o Patacho Nac. ero, Capitao Can-
dido Jos Francisco Guilarte ,. forrado de co-
bre e de boa marcha 5 quem quiser carre-
gar ou ir de passagem dirija-se a Gaudino
Agoslinbo de.Barros, delraz do Corpo Santo
D. 07, ou ao Capitao a bordo.
JL e i 1 o
cy Qne fazem Crabtree Heyworth e Com-
panhia por intervencc do Correlor Oliveira,
Villa do Penedo Provincia das Alagoas, pa- de uma porco de lilas, duraquese eet. cu-
ra o Tribunal da Rellaco entre partes ap-
pellantes Antonio Jos da Silva, e sua mulher,
e appellados D. Anna Felicia de Macedo Lei-
te viuvado Coronel Jos Gomes Ribeiro e
os herdeiros do mesmo e j com acordo pro-
ferido nos mesmos autos Escrivo Ferreira ,
roga-sc a quem por ventura os tiver em seu
ixxler que os queira restituir ao mesmo Es-
crivo ; o qual roga a os Srs Advogados de os
procurar em seu escriptorio, pois que poderiao
ser dadosem conGanca.
S27- Manoel Francisco Pontos declara que
o bilheten. 4i5i da it. Lotera do Seminario
t- Olinda pertence ao Sr. Francisco de Car-
vajbo Passos do Maranho e nao a Fran-
cisco Carneiro Passos como por engao foi
annunciado no Diario de trinta de Julbo n.
i(>3. .
X~T Quem precisar de um caixeiro portu-
puez quccnlenda d venda, e d fiador a
s'ua conducta dirija-se as cinco ponas Dci-
ma 5i.
CJ- A pessoa que quiser fallar com o pos-
suidor dos pinhores dacreoul'aRita Maria da
(kmceicao-, dirija-se a Olinda no varadouro ,
defronleda Caplla de S. Sebastio so!#ado
X3" Da-se cinco milheros de tijoloe de al-
venaria jiostp no porto por cem taboas de
louro ou metade de pinbo sendo de dois pal-
mos de largura e do comprimento de -o a 5,
inda que seja ja servido estando cm bom esta-
do ; tambem se d cinco milheiros de tijolos ,
por cincoenta taboas de amarello inda que seja
de andames e mesm ser.idas ; quem quiser
nnnuncie.
ssr Quem quiser alugar urna prela para
todo o servSoq de una casa que sabe cozinhar
o diario de urna casa cnsaboar e tratar de
meninos-, assim como serventes para qualquer
ervico a 4^0 |>or dia dirija-se ao pateo do
Carmo sobrado de dois andares D. 9 por cima
do assougue no segundo andar.
i^/" Nodia i5 do corrente desapareco da
ru a da Alegria urna cabra bicho que se julga
estar Curiada com os signaes seguintes; bran-
ca malhada de preto; quem a achou poder
entregar no mesmo lugar.
HT Desencamiiihou-se da loja de Antonio
r- Jjrseiicailllllliuu-si; ua iuj.i uv iiiiuinu -^ ^... ..-&-- -- -~-~ .
da Cunha Soares Guimares um bilhete da annos cozinha o dianode urna casa^, lava de
Alfandega da quantiadcRs. ?5a 155 vencido
em i i de Julbo aceito por Bordes Freres
Adoui Companhia ; pede-s a quem achou
emiiser restituir dirija-se a mesma loja na e mesmo algum de ladnlho urna canoa mui-
rteya de que os aceitantes a estn prevenidos to forte e com pouco uzo carrega 1.200 ti-
ra o nao a^arem seio ao annunciante. jlos de alvenar.a : na ra da cadeia do Recife
para o au y o "* ;ipIIpotvi>L n.fia tratar com Manoel Antonio da Silva
BT Quem tiver loa letra ou intellegivel
emiiser copiar ..mas postilas, anan.
Precisa-se de um eitor que enlenda
jaslazendas ser vendidas sem reserva d
limites, terca feira (7 do corrente pelas dez
horas da manh no seu armasem do forte do
mattos.
Compras
SS7- O Commandante do Corpo de Polica
compra cavallos para o esquadro de primeira
linha e remonte da companbia de cavallaria
do mesmo Corpo ; quem os tiver compareca
na secretaria todos os dias as nove horas as duas
da tarde.
SSf Dois quartos capados, de boas carnes;
quem tiver annuncie.
< ssF" Ps de larangeiras de embigo ; quem
tiver annuncie.
XJT Urna escrava boa costureira para fo-
ra da jirovincia paga-se bem ; e escravos de
ambos os sexos livres de qualquer penden-
cia ; na ra de agoas verdes O. Jit.
Ven das
CT- Meiosbilhetesda Lotera do Semina-
ro : na ra do Cabug loja de relojoeiro junto
do Sr. Baudeira. *
t&- Meios bilhetes da Lotera do Semina-
rio, a 3 # 800 na ra nova loja I). o.
Sj- Cinco escravas todas com habelidades ,
entre elles "urna perita engommadeipa e co-
zinheira dejdade de o annos; dois mole-
ques de 14 a 15 annos o maior inulo lindo ;
um negro muilo fiel de idade de trinta annos ,
bolieiro e cozinheiro de profissao ; urna ne-
gra da costa, muito boa quitandeira todos
estes escravos se do a contento e fielmente se
dir as suas habelidades : na ra de agoas ver-
des \). #fc
ZST Caff do Rio muito superior, a 9oo
ris e cm arrobas d-se mas enconta di lo
da ten-a a aso. a libra caixas com charutos a
cinco patacas presuntos para fiambre a a4o;
na ra nova venda D. 33.
%CF" Urna negra de naco de idade de 96
sabo c varrela, estando ganhando d 400 rs.
por dia-. na ra docotovello D/27.
XjF Ou troca-se por tijolos de alvenaria ,
n. ta tratar com Manoel Antonio
Motla.
isr Urna molatode bonita figura de ida-
de de ao annos cose lava 'de sabSo, e en-
gomma liso : no principio da ra da Gloria
D. t.
cy Um jogo de bancas de madeira angico ,
por preco commodo na ra das Fbres D. 8.
S^- i67oocabecasde cachimbos grandes,
bem lustrosas, em barricados, e promptas
para qualquer remessa e -d-se pelo custo ,
ou por menos alguma coisa : na ra nova De-
cima g.
SS^- Arroz branco superior e inferior ,
bichas de Hamhurgo grandes e pequeas e
os mas gneros de venda: na ra do Livra-
mento venda do Cardeal. _
t^*.Ou arrenda-seo engenho Cuta si-
tiuado muito perto da Villa de Goianna cm
trras do engenho Novo : os pretendentes en-
tendo-se com Manoel Gonsalves de Faria em
Goianna ou com Jos Pereira da Cunha nes-
ta praca.
jsr Caixotes com 4 latas de azeite' doce ,
tendo cada urna um almude proprio para
casas particulares e por preco commodo : no
armasem de Francisco Dias Ferreira defronte
da escadinha da alfandega.
tSS^ Uma armaco de venda no pateo do
Hospital do Paraso por baixo do sobrado
novo o aluguel da casa he de do*.e mil ris
pbr mez a tratar na ra nova D. a5.
CT" Serveja preta pilulas para sezoens ,
ungoento santo em latas de onca e de uma
libra na botica da ra nova D. 99.
xzr No armasem de Antonio Joaquim Pe-
reira defronte das escadinhas da alfandega ,
sevada nova muito superior caixinhas com
seis libras de cha latas com chocolate e er-
va doce.
C7" Uma banda de seda muito enconta e
mesmo d-se pelo custo : na ra nova I). t.
S2T Por preco commodo varias madeiras,
travs de 35 a 40 enchams de It a 4o e
duas travs de 3 a com doze polgadas por ser
preciso retira-las do porto da ra nova onde
se acho no porto das canoas da ra nova ,
armasem de capim.
C7" Um negro de naco proprio para todo
o servico e sem vicio : no penltimo sobra-
do do Peixoto.
SU7- A historia universal em bom uzo por
preco commodo : na praca da Independencia
numero '9.
S^T Um fiteiro proprio para loja franceza ,
ou miudezas tendo sette ps e meio de com-
prido e envernisado : na ra nova D. 11.
C3" Meios bilhetes da Lotera do Semina-
rio a 3700 as cinco pontas venda D. 9.
t^f Bilhetes da Lotera do Seminario de
Olinda a 4000 : na praemha do Livramento
D. 24.
tSF" A dividas cobraveis ou nao cobra-
veis do fallido Ignacio Lopes da Silva im-
portando em Rs. 4 i5*,7Pa ; quem pretender,
c quiser saber dos titulos dirija-se ao escripto-
rio dos Srs. L. G. Ferreira & Mansfield at
o ultimo do corrente mez.
^~ Urna grande propriedade dq casa ter- I
rea de pedra ecal boa galra n. 5, e 6
que pode a comodar tres moradores por terem
repartimenlos suficientes,, com dois grandes(
portoens a os lados com jardim e sistema ,
que conserva agoa de chuva para todo anno ,
e bom quintal murado com arvores de fructo ,
na Cidade ra do porto seguro ao lado de
S. Pedro Apostulo a tratar no varadouro de-
fronte de S. Sebastio, sobrado n. i4.
E7" O Sitio Alemao no lugar da Ibura ,
com arvores de fructo, baixa para plantacoens,
barro para olaria sercado para vaccas ma-
tas para lenhas, e porto de embarque com
a4oo palmos de frente e 4ooo de fundo ex-
clusive as matas ; ta.mbem se vende em reta-
lho conforme o gosto e circunstancias dos pre-
tendentes 'dividido da frente da estrada com
todo o fundo ao rio com-porto de embarque ,
baixa para plantaco e barro. Terrenos para
casas abeira da estrada da |>usa;eni da Magda-
lena conforme se tem annunciado : a tratar
com seu proprietario Jos Joaquim Bezerra:
Cavalcanti.
CJ* Uma molala que sabe fazer lodo o ser-
vico de uma casa sem ser preciso direceo do
Senhorio ; um negro de muito boa conducta ,
para o servico de um sitio ; um pouco de ta
ooado de amarello e loro ; 3 voltas de cor-
do de oiro ; e nm bonito alfinete de diaman-
tes : as cinco pontas D. t.i.
SZ* Meios Bilhetes da Lotera do Semina-
rio a ;f,c'oo : na ra Direita D. 9 venda que
foi de Jos da Penha e defronte do beco da
Penha loja de fazenda D. 8.
XSj- Urna molala de idade de 18 annos, com
algumas habelidades ; e uma negra de meia
idade boa engommadeira e sofrivel cozi-
nheira : na ra do Queimado casa de Antonio
da Silva Gusmo.
ts?~ Sul ato de Quinne por preco com-
modo : na ra da senzalla velna a fallar com
Manoel Francisco Pontes,
tS^ Urna morada de cas* terrea na ra de
S. Theresa D. 9 ; e duas ditas no atterro do
affogados e uma dellastravejadas para sobra-
do defronle do sobrado do Silvestre: a tralamJ
na ra do Faguddes D. 3.
t&- Uma negra de naco lavadeira co-
zinha o diario de uma casa e tem principios
de costuras : na ra da cadeia do bairro de S.
Antonio D. 1.
S?- Rap princeza de Lisboa as libras e
as oitavas a quarenta rs. do ltimamente
chegado : na ra do Cabug loja do Sr. Ban
deira.
C^- Uma escrava de naco bonita figura, i
18 a o annos, engoma lizo, coze chao, cozi1
nha o Diario de uma casa ; da-se a contento do
comprador, para ver as habelidades; uarua !
direita D. ao lado do Livramento.
Escravos Fu dos
,S2^ A aa de Jnlho ao meio dia desapare-
cen da casa do Padre Manoel Jos Gonsalves
na ra de Florentina um moleque de nome
Benedicto, de seis a sette annos de idade que
ainda nao sabe fallar levou somente vestido
camisa de chilla azul; julga estar acoitado em
alguma casa da dita ra ou das vesinhas ,
da-se ir> a Jo,ooo a quem der noticia delle e,
denunciar a casa do acuitador e se promete
guardar segredo e se o acoitador o entregar
dentro deste mez se lhe perdoa a injusla rt
tenco e se lhe pagar todo a despesa alias
ser perseguido com todo o rigor da lei.
525" Fogionodia 19 do corrente o cabra
Pedro serrador de idade de h o e tantos
annos algum tanto calvo estatura' medi-
ana bastante barbado grosso do corpo
pucha por uma perna quando anda por a
ter quebrada ; quem o pegar leve a ra Di-
reita sobrado de dois andares junto ao que'*
foi de Jos da Penha que ser gratificado.
XZf No dia dez do corrente fugio um ne-
gro de nome Joaquim bem feito) de corpo .
estatura regular, tem os ps um tanto gran-^i
des representa ter vinte annos de idade le-
vou vestido camisa e calsa de brim ; quem
pegar leve a ra da cadeia do bairro de
Antonio D. um que ser recompensado.
Movimento do Porto
NAVIO SAHIDONO DIA aa
GOIANNA ; Hiate Nac. Conceicodo Pillar,
ItL Manoel Antonio de Souza Louro; pas-
sageiros o Tenente Antonio Vieira Teixeira,.
e sua filha Miradla Arcangela.
ENTRADOS NO DIA >.}
HOSTON ; ti 1 dias, Escuna Americana Ren-
zi de '0 tonel., eqip. 5 carga madeira;
a R..Forte.
LIVEROOOL ; 46 dias Brigue Inglez Cr-
enle de ata tonel. equip. i3, Cap. A-
mestrowy carga varios gneros proprie-J
tario Fairfeld Shlcropstco passageir
dois Inglezes.
DITO: 46 dias Barca Ingleza Ganliabrosj
de aq8 tonel., equip. i5, Cap. Rott Hi n<*v|
carga varios gneros ; a Russell Mellors';'
passageiro um Ingle/.
SAHIDO NO MESMO DIA.
ARACATY ; Escuna Bom Jess Camaragibl
M.'Jos Gonsalo Simes, carga varios {4
. eros; passageiros Jos Cezar de Albuquei
que, Joo Sisinando Pereti JoaquimLi-j
bcrato Barroso, Jos Gonsalves Valent,
Bemardino da Rocha Bizerra, Silverro
Manoel do Nascimento e Antonio L.\t
Fernandes Braganca.
DITAS O DIA a4
RIO GRANDE DO SUL ; Patacho Naciorbir|
Francelina Cap. Antonio Gracia de -Mi-
randa carga lastro.
LIVERPOOL; Barca Ingleza Soperb .jp* J
Guilherme Borrett carga varios genb'os
pasageiros dois ingezes. >
DITO Patacho Inglez Falco Cap. Mu I
thias carga assucar.
ENTRADO NO DIA 4
BAHA ; 9 dias Hiate Nac. Emilia de 5 tonel. equip. 8 M. Jos Raimund>
Silva carga varios gneros ; propriet
Daniel Jos Ferreira ; passageiros |>ort^
guezes Antonio Clemente Teixeira e Lt
Monteiro da Franca.
OBSERVACOENS
No dia a 1 fez-se de vella a noite do lameirao I
Brigue Barca, e 1 Brigue, e seguiro o ru-J
mo do Este.
-----_------------------------------------ *<
REC1FENA TYP, DE M. F. DE F. r 83


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