Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03577


This item is only available as the following downloads:


Full Text
ANNO DE 1839. TERCA. FEIRA
CAMBIOS!
Agosto 19.
Londres 30 i|i a 3i por 1J000 sed.
Lisboa po por 100 premio, por metal, offerecido.
Franca'Sao a 3i5res por franco.
Kio de Janeiro 3 por 100 p.
Moedasde fi'400 i5?ooo as reinas, novas hlSoo.
jfooo 8|jKoo a 8|5oo. -
Petos Columnaribs 1680 a 1700. -
Dittos Mevicann* i63o a i(?66o.
Palscfs Brallteiros tfik&n a i#68o.
Premios das lett s, por mez 1 i/4 a 1 i/a por
' 100.
PARTIDAS DOSCORREIOSTERRKSTES;
3 S
dem .
Cidade da Paraiba e Villas de sua pretencJo
Cldade da Rio Grande do Norte,, e Villas l<
Cidade da Fortaleza e villas dem
Villa de Goianna ....... j .;.'. .; I
Cidade de Olinda ".'5W5;:::2:S
Villa de Santo AntSo .' 5 3 S V" S
Dita daGaranhnns e Povoaeo do Bonito. 8.5 .'
DittasdoCabo Serinhaero,' Rio Formo, Porto Calvo
Cidade das A lagoas e Villa de Maeei. .....
Villa de Pajan' de Flores. s" S 3 S 3
Todos os correios partem ao meios dia.
20 DE AGOSTO. NUMERO 179.
Tudo agora depende de nos mesmos; da nossa prudencia
roo irradio, e energa: continuemos como principiamos
e seremos apontados com admiraco entre as Ances
cultas.
Proclumaco da As semble a Gemido Brasil.
Subscrere-se para esta folha a 3jfooo por quartel pegos adi-a
ntadosnestaTypogrufia, ra Jas Cruzes 3 e na Praca
da Independencia D. yj e 38, onde se recebem correspon-
dencias legalisadas, e anuuncios; insirindo-se estes gratis,
sendo dos proprios asignantes, e vindos assigoadoj.
Segundas e Sextas fein
Todos os dias;
Quintas f airas.
Das 10, e i dcada mes
dem 1 11, o 11 ditto dittoj
/dm idem.
dem 13, ditto ditto
DAS DA SEMANAL
q Segunda S. Luis B. F. Ses. da Thez. eaud. doJ.de D. da 1. v.de m.
ao Terca Beruardo Ar>- Re. e audiencia do J. de O. da 1. Jvara de raaah.
31 QnarU S. Joanna Francisca Viuva. Sessio d T.. P.
01 Quinta S. Tbemotheo H. Ses. da Thei. eaud. do J. de D. da a. rara.
a3 Sextt jej. S. Felippe Benicio. Sessio daThez. c aud. do Juiz de Dir. di 1.
i Sabbado >J S. Baitholomeo Ap.
a5 Domingo O Sagrado CoracSo de Hara
Mari eheia para o dia ao de Agosto.
As horas e 6 minlos da manh. Al a horas' 9o minutos da Urde,
PERNAMBUCO.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Fxpediente'do dia 16 do dormite.
Officio Ao Commeno'ente dii A mus,
par mndar recb?r do Cammanrfnnte Gi-
r;il do Corpo de Polica tres soldados do
ritavo Batalhio de Creadores'indos do Rio
Grande do Sol no Brigue Ders Te-Guar-
de 601 da Ibes dar o conveniente des
tino.
Dito Ao Commandanle Geral do Corpo
de Policio para mandar entregar a ordena
do Commandante das Armas ; ps tres solda-
dos' de que trata o precedente officio.
Dito Ao Prefeito da Com mares, para re-
eeber do Commandanle do Brigue Cons-
tance e fazer recolhcr a Cadeia as pessoas
perlencentes a IripoUclo do Patacho Por-
tugues Providencia que se acho presas a
bordo do dito Brigu* as quaes pora* a dia
posicio do Juiz de Diteito da primeira Tara
doCrime.
Dito Ao Juiz de D reito da primeira
Tara desta Comarca commanicando-lhe o
conUqdo no precedente Officio.
Dito Ao Inspector do Arsenal de Mari
ha ordenando-lhe, que mande faier do Bri-
gue Escuna Ncteroy, os repjros indicados
pela Mestranca do mesmo Ai sjual, visto se-
lem de Absoluta necesidad*.
Portara Ao mesmo para tomar debaixo
de sui Guarda elnspeccio o Patacho Poitu-
guez Providencia que foi apresado pe-
lo Brigue de Guerra Conslanca em conse-
quenci* de empregar se no tranco de Eicrs-
valura^
Officio- Ao Commandanle do Brigue Cons
Unes para entregar so Inspector do A rae
nal de Marmita o Patacho de que trecta a
precedente Portara e 10 l'iel.itj da Co-
marca todas as pessoas peitencentes a tripu-
larlo do dito Patacho que seachao presas a seu
bordo.
Portara Ab Director Interino do Arse-
nal de Guerra para mandar ferropear uro
saldado aeiitenciauo, que lhe ser remettido
pelo Commandire das Armas, conforme es-
te requesila. .
Officio Ao Commandanle das Armas ,
coromunicaudo-lhe a expedicio da ordem
sopra.
ndieadas na portara supr. .
Dilo Ao Inspector, da Tbeiourara dss
Rendas Provir ciae, fazendo Ibe goil cora-
munescio.
C0V1MAND0 DAS ARMAS.
Portara- Ao Eogenheiro Augusto Hers-
t og, ordenando-lhe que ponha a disposi-
co do Engaoheiro J. Boyer os trabalba-
dorea que por elle Ibe forera requesitados pa-
ra a obra do Caes de Palaeio os quaes sa-
li acompsnbados dos reapectives Manda-
dores.
Dita Ao Eogenheiro Julio Boyar, w-
tel.igenciaudo odj conteudo na precedente
portara
li'i % Dita Msadando passar Ttulos para se-
gundo Commandanle da Compaobia iVlou
tada do Corpo de Polica ao segundo Com-
mandante da primeira Companbia Joio do
Reg B da referida primeira Compaobia ao leiceiro
Commandante da segunda Antonio Camello
Pesaoa dt Lacrda ; pata teiceiro Comman-
dante da segunda ao Sargento AjudanU Fr.o-
. cico de Paula B.rreto e para lerce.ro Com-
vT mandante da quaita ao primero Sargento
da primeira Compaobia Caetano Qoiiano
Gtlhardo. n
Oficio-Ao Coma-ndanf Geral do Corpo
de Polica. cojBinunicando-lht as Nome9 F.xperlienlp do dia 7 do torrente.
Offivo -Ao Exn. Presiden!, enviando-lha
rnquisicio d arnbolneia qne detria acn
pinhar a expedicefo, e jo^ando-lhe houves-
e de dar suss ordens, para que ella fosse
prenarada com orgenr-ia.
Dito Ao mesmo Exm. Snr.. communi-
rando lh a nomeapio que havia feito do Mi-
jnr Joaqun Caetano di Souza Coisero para
Command-T interinamente a Fortaleza do
Brum p t havnr deste Commando sid > d i--
pensado c C ni lo Antonio Gomes Leal, e pe-
dindo su'i approvaclo.
Dito A o Inspector Ha Thesoursria,
coramonirando lhe, que o Tenante He Caca-
dores Miguel Ferrei'a Cabral, Cirurgifo
mor Miiioel Joze de Lemos Cunha e Souza
asegundo Tenante Joze Antonio liubui,
Marchavfo na expedicSo e que em coa-
fnrmidade d>s ordans do Exm. Snr. Pre
sidente, Ibes houe>se d'abonar os encimen-
tos sddantadoa qua sa abonsrao aos de maia
cfficiaes da Expedirlo em vistas das guias
que deviso ppresentar e que trcuxero da
l'r vinca dasAlagoas, a cuja guarniclo par-
tencias.
Dito Ao Prefeito da Comarca commq
nicando-lhe em resposta ao seo cfficio
da bontom firmado que ficava reeo-
Ihdo a Fortaleza do Brom o Cabo do De-
posito Estevio Marnbo dos Santos a dis
posicfo di Auctoridade civil compettente.
Portara Ao Commandante do segundo
Bitalhio Provisorio de Cacadores mandan-
do d'ordem do Exm. Snr. Presidente com
mnnieada em Portara datada de hontem,
dar demicto aoCabo Jo i Victorino Cazar,
6lho de Therezi de Jezuz, e ao aoldsdo Ma
noel Marques, 6lbo de Anoa Mara dos San-
tos, por constar que o primero tinha ja dous
irmos em Campanha no Norte e Sul do Im-
perio e o segundo, por ser menor de ij
annos, e concorter para a subsistencia da toa
pobre ma.
Dito Ao mesmo mandando d'ordem do
Exm. Snr. Presidente communicada em por-
tara de bontem excluir com passsgem para
o tarceiro Batalhio de Artilbera os soldados
Joze Crispios dos Santos, Antonio Jote Mau-
ricio, e Manoel de Dos.
Dita Ao Commandante interino do ter-
cero Batalhio d' Artilbera, auctorisando-
o a recebar com passagsm os aoldadoa menci-
onados na precedente portara.
' Dilo Ao mesmo, remettendo-lbe a just-
Gcacio do soldado J. Zacaras Pereira Jnior,
e ordenando-lhe que procedesse o Conse-
Iho d' Averiguacio na forma da Lei.
Dito--Ao mesmo, maqdando cobrar os
rencmentos que te estavao a dever aos ex-
soldados Joco Carlos e Joio Rodrigues de
Assumpcio, fasendj depois o pagamento na
forma das ordens estabelecidas.
Dita Ao Commandante do segando Bita-
(alhio Prorisono de Cassadorea, mandando
ligar ao mesmo a ao recrutas viadas da Pro-
vincia das Alagoas, constantes da relacio
que te Ibe enviara.
Expediente do dia 8.
Officio M Ao Inspector do Arsenal de Ma-
rn-ha para quehouvessa demandar ama-
nhl pelas 8 rWas do da urna alrsrenga
ao Arsenal de Guerra, a fim de transportar pa-
ra Fortaleza do Brum varios object38 per-
lencentes a exnedircao.
Dito Ao Commandmte do Brigue Cons-
ta nc a fim de recebar, cmsarvar oreio
a seo bordo o soldado Joaqum Jos Aires ,
que lhe seria apnresentada pelo Cipitio
Antonio Gomes Leal corto da que a respai-
lo rleste soldado receberia directamente ordens
da Presidencia.
Dito Ao Capillo Antonio Gomes Leal,
para que mandatse a presentar ao Comman-
dante do Brigue ConsUnca o aoldsdo menci-
onado no precedente officio.
Dilo Ao mesmo para qua rmndasse o
Quartel Meslre amanhl pelas 8 horas ao
Arsenal de Guerra receber os objecio* ul
tmaminte requesitados para o Brtalhl\ e
fasal-os transportar p*ra o Brum, na al v-
renla que no Arsenal a essa hora asteria.
Dito Ao mesmo, para que remeltetse
o mappa do pes co iocluindo as dats Bocas da fogo de
Cal. 6 que ja e'tavio embarcadas.
Po-Uria Ao Commandante doterceiro
Batalhio para que incluase, e raroetU'se
ora guia de passagam para o segundo Ba-
talhio Provisorio as i5. praras, cojos nonas
hia discrtp'os na relacio que Iba enviava.
Dita Ao Commandante do segundo
Batalhio Provisorio d* Cacadores auctori-
sando o a recebar as Pracas notadas na por-
laria precedente.
Dita Ao mesmo, para excluir com pss-
sagm para o Deposito as 9 pracas qua nio
poda) marchar na Expedicefo.
Dila Ao Major Commandanle do Depo-
sito, auclorssndo-o a receber com passsgem
as 9 Prcas desigasdss na precedente por-
D la Ao mesmo, para receber do Capi-
llo Qoerox Coutiobo 19 Pracas viadas das
Alagoas, que ficava pertenceodo ao mesmo
Deposito.
Dita Ao Commandante do segundo Ba-
Islhio Provisorio de Cacadores para qua re-
cebasse do Capillo Queirox Coutinho 5g Pra-
cas viudas dasAlagoas, constantes das guias
que lhe remettia as quaea ficavio portan-
cesd? ao Batalhio.
D lo Ao mesmo, mandando excluir rom
pasiagem para o lerceiro Batalhio, o soldado
Jos Francisco de Paula.
Dito Ao mesmo para excluir na misma
conformidade o Cabo Joio Antonio Perei-
ra que nio poda acompanhar o Bata-
lhio.
Dito Ao Commandante do terceiro Ba-
talhio de Artilheria, para que rec.besse com
pasiagem as duas pracas a cima menciona-
dis*
THEZORARIA DA FAZENDA.
a)
Expediopte do dia 14 do corrente.
Officio AoExm. Presidente da Provin-
cia pedindo em con asquencia de reque
lelo do Inspector da Thesonraria da Pro-
vincia dasAlagoas, para expedir as auas or-
dena, no caso deachar convenante ao Di-
rector do Arsenal de Guerra para fornecer do
armamento ltimamente comprado, canto e
cincoenta granadeiras, com o seu competente
corrame para a compaobia de Polica da
referida ptoncia, fticodo logo enciixolar
para so fazer a remessa na primeira ocoasilo,
eommuuicando o resultado para ser en-
d-roniado o mesmo Arsenal da repectva im-
portancia.
Dito Ao Inspector da Tbesaoraria da
Provincia das Alagoas, communicando-lho
qua lando de sabir brevimente dasta Provincia
para o daquella urna erobncacio levando co-
mo requistou o Exm. Presidente da mesma
o resto da quanlia de 6:oooU rs. mandada a-
bonar p"la ordem do Tribunal do Tuesauro
de 3o de Margo prximo possado, por ella se-
rio salsfeitos os oficios que dirigi na data
do 1. do eorrente mez, enviando-se-
Ihe nio so a coota corrente relativa aos d-
reitos Provnciaes ai-recadados nesta Provin-
cincia, como as i5o granadeiraa, que re-
quesitou e pedindo-lhe para remetter para
esta Provincia com toda a brevidade mil meios
de vaqueta, no caso de as baveram a venda na
qaella e nio exceder o preco de cada um a
dous mil res ; para forpecimeoto do Ai-
senal de Guerra desta Provincia que actual-
mente sofre grande filia do masmo genere,;
Dito Ao lospector d' Alfandega para re-
metter huma copia da deciaio do Exm. Pre-
sidencia da Provincia para se restituir a mul-
ta da 100U ra. imposta pela mesma Alfande-
ga o Capitio do Brigue laglez Porcia vind
de Terra Nova.
Dito Aos Comerciantes M, Calmonl. 4
C. pedindo-lhes em consequencia de ordem
do Exm. P.ezidente da Provincia, para man-
darem vr da Cidada da Baha urna porcio de
tpeles para oroar a salla do Doce! do Palacio
do G iverno, a lempo de poderem servir no
dia 7 da Setembro p. viodouro*
Portara Ao Thezaareiro da Fasenda,'
manda od entregar aos Comerciantes M. Cal-
monte & C. pela caixa dos fundos destinados
a araorlitacio da Divida externa, a qaantia da
6,4o jU correspondentes a 800 Libras stirlinaa
ao cambio de 3o dinhairos por mil res, valor
de huma Letra qae os mesmos saciraSa faro-
do Exm. Ministro do Brazil em Londres.
Dito Ao dito mandando entregar pala
mesma forma da antecedente ao Comerciante
GideonTheodore Snow a mesma quanlia da
6,4ooU res corraepondenle a igual numero
de librea slerliuaa, eao mesmo Cambio,valor da
outraLetra sacada umbem a favor do Exm.
Ministro do Brasil em Londres.
Dito Ao Thezoureiro dos Ordenados en-
csrregado dos pagamentos, militares detarmi-
oando-lbe em conformidade do Officio do
Comandante das Armas de 8 do correle, pa-
ra pagar os vencimentos mensaes das guarni-
coens das forulesas de Tamandar, e llama-
raca', e Torta de Gaib, adisntados, por va
decntelas assiguadas pelos respectivos Com-
mandintas, para seren depois resgatadas pe-
los Prets vencidos.
Diversas lieparticoens.
ALFANDEGA DAS FAZENDAS.
[- A Paota ha a mesma do numera 170.
MEZA DO CONSOLA DO.
. A Paulo ha a mesma do nunu 177.
OBRAS PUBLICAS.
Terrenos de Marinba.
O Ulm. Snr, Inspector Geni _di Obrat


DIARIO DE
PERWAMBUCO
BBOBDKSHDiflBBBMH
a*
\i
i
Publicas Etocarregado de fazer execntar a
Medica dos Terrenos de Mariuha manda
fazer cente que a Medica dos ditos Terre-
nos continua do piincipio da Ponte da Boa-
virt>, pulo Cirroo Velho ero direccaS as Cin-
co Puntas para o que convida todos os
Possuidres dos sibreditos Terrenos deStes lu-
gares haji de comparecer por si, cu seos
Piocuradores com os respetivo* tiiuks ni
das Tere'* Quiotes e Sabbados logo
(Jtpois das 6 horas da manhi.
Impfcti das Obras Publicas 17 de Agosto
de i83&.
Jlo Franc:sco Bustos.
Fsciivo interino.
Pela Admipistrfco Fiscal das Obras Pu-
blicas se hade irudtr em asta publica na
(i, furo i da (Je do Rvgul. ment a quem r.ais
der. a roadeira velha que %> dm tirado d* ta
~lb* da Capella Mor da Igreja do C-llegio
qoal foi avadad pelo MfSt: e C' pin 111 tin-
te mil rs. pacha-se toda n& roesm* Ig'fj* do
Colegio onde < poilmdenles a pde.m vert,
e no dia xa do corrate lera a arreroatacaS n
Salla da dita Adroinistracio Fcal do meio
dia ia a huas.
A. F- de Moura.
A. F.
CORREIO.
tingue OUveira recebe a m!a psra
Lisboa boje a3 as g boraa da mar.hia.
PREFEITURA.
Parte do dia 18 de Agosto.
lllm. e Esro. Sur- Partecipo a V. Exc
que das parles hoje recibidas c nsta sortete
que fotio preses bontem a minha ordem :
Jos Francisco Ferreira pardo pelo Sub-
Piefeito de Santo Antonio por lelo encon-
trado pila mi'ia ooita h?st duas garrafas d'tgoai dente 5 Pedro Joae
fllli por 11 m Inferior do Coi po Policial d<-
udera desta Prtfeiture, por ser iodigitidr/tni
furto d'escraos xeido Ihe apprehendido o
preto Miguel esravo de Maooel Elias de
Mcira ; eMaiioel tarjbpro prelo escrav
de Jcaquim Tiburcio, viudo da Parahi'a
por estar fgido ; cujos piesos livetioo com-'
l lente destino.
Dos Guarde a V. Fie. Prefeitota da Co-
marca do Recife 18 de Agosto de i33y. lm.
Eim.Snr. Francisco dp Reg Barros Pre-
sidente da ProvincL. francisco Antonio de
Barteto Prefaito da Conarcs.
ANNUNCIO.
Atha-te lerolhido cadeia dVsta Cdade,
viudo Ja Para hiba do Norte, o preto fgi-
da que ali se achava preso constante do
annuucio d'esta Prefetura publicado nos
Diarios n. i38, l3<), e i4o de 28 Junho do
crrante annoemdtnte : as pessoas qu? sr
ju'garero com direitoao dito cacravo podem
tiir a Cadeia examinar a sua identidade.
Secretaria da Prefaitura da Comarca do
Recife 1916 Agosto de 1839.
S Brrelo.
CURSO JURDICO.
EDITAL.
Facos&ber a quem couver qjesexl*. wl
ra ti do crrante lera' luar o Concurso
subst.luicfo das Cadiiraa de Philuaofia
Geom.tria do Colegio das A'les' pelas 9 lira>
da manha tm huma das sallas desta Aeada-
tnia.
Olinda 19 de Agosto de 1839.
Miguel do Sacramento Lope* Gama.
Drtctir interin.
Administrpc*5 dos Estabelecimentos de Ca-
ridad?.
Tundo a Admmiilracab dos KsUiecimeo-
toade Caridade reeohido faser buma revista
geral de todos os tixpostos : mand* faser pu-
blico a Bm de que as pessoas encarrtgad's dos
mesos txposlos coropreca5 na respectiva
cusa no I. de Selembro prximo futuro aa
8 horas da se.ibIi ', aob pena de serena dilos
exposlos racolhidos.
Salla das Saases d'Aministractodcs Esta-
belecimentos de Caridade 1 6 de Agosto de
1839.
J. M. da Cruz.
Escriptorario.
, sendo por consruueucm o Agrieulta* da o^era oMeet.eentrega.se a locubracoe.
Carapuceiro
Dialogo aotre Roberto Agricuhor, Frai.klim
Cummecciapte e Rodrigo Empregado Pu-
blico.
Roben.
Trate he no Brasil a condicio do Agricul-
tor J Stndo gticikan u'iici foflle da rt
queza -.. r--------,
o cidadlo mas til Naci ve-se carregao
d'impostos e com o tr de ac roaU ten
de sustentar os Empregados Pblicos, qara
classe agricoU be de tods a m esqueeida
para os beneficios do Estado.
Rodrigo*
Eis o que rigorosamente se chama declanaa-
co ; o ludo quinto Vm. ditsa he inexacto e
errneo como Ihe poderei demonstrar at a
altima evidencia.
Rob.
Inexacto a errneo Pelo contrario o que
eu dis?e lie pura veHade fundada na rasio ,
e na experiencia contra, as quaes no ha ar-
gumento, que prevalec.
Rodr.
Ora tenha a hondada deouvir-m* att.-nt-i-
menle e depcia rae dir Vm. com franqueza,
se est ou nSo em erro a esle respeiio. Pn-
uaeiraaneole he falso, efalsissiroo, que a A-
gricu'tura seja a nica fonfe da riqueza. E<-
tfi t pimo errnea foi a doi Ph'siocratas que
i/i'o, que lodosos alores nasco da terr:
crias tal principio lie u Vm. por ex., nio produriria-assnear se
nio tivese encbadas, arados, etc. etc. para
plantar a cana sa nao livesae a machina pa
ra a moer as caldeiras para depurar e assu-
cararocaldo, He: logo oferreiro, orna
cbinista o cabjeirciro te. concorrem indis-
pensavelmente para o fabrico do assucar, e
por consequeocia paia a prodcelo deste ra-
mo da riqueza e ommmo se deve dicer da
todos os oulros* Anda depois de feito o as-
sucar, que valor teria., se o que sebrosse do
consumo do paiz nio tbsse transportado p:o
Commercianle para outros lugares onde Fal-
ta o ha procura delle? Logo o Comncrcio
he tambem huma fon te e mu importante da
riqueza publica. Em segundo logar di re,
que com quanto o Agricultor reja hum Cla-
do utilissimo ao Estado ; todava nao so po
de proferir absolutameoie, que seja ornis
til ; porque o maii, e o menos sao uoedes
relativas e be priciso attentar por todos os"
lados para os termos da compareci, O Agri-
cultor o Commerciante o Artista q Func-
cionafio Publico cada hum em sua esfera e
em ku mister serve muito e he til Socie-
dade.
Franklin.
Certamente se co fora o Commeicia mui-
tis predueces da industria humana nio te-
ria desenvolvimento, nem valor: logo o
Commercio concorre grandemente para a ri-
queza e por conseguinte pira a felicidade
material dos Estadoa.
Rob.
Mas be inegavel, que a Agricultura entre
nos he que carrega com os imposto..
Rodr.
Tambpm isto nio be txacto. Tenho ouvido
a muito* Agricultores queixar-se incessaiite-
mente dos dretos que paga os seus gene
ros como se f ellas pagassem impostes ou
se devessH de haver hum privilegio para essa
classe da Sociedade. Quem em ubima auali-
ae vera a pagar o imposto he o consumidor : o
como o Agricultor nio pode deixar de ser
mais 00 menos consumidor concorre pro*
porcionalmente para'o fisco c.m a sua quota
parte*, no dhoio c so est o Commerciante.
O Empregado Publico, que de forca hade
consumir tambem paga o imposto : mas di-
r Vm. Para isto recebe o honorario do Es-
tado : (.oreen este d-lh'o pel'j amor de
D.-os ? Nio ha em remuneracio do su > ico ,
que presta ?
Fraikln.
Se n?o fao Comrxe,rcio, as Ni.ges jaze-
ri5 na maor barbariJade e miseria; e tanto
assim he qun os P< vos agrcolas pastorea ,
itc. f prcspuiax verdadtiirameute depois
que se tornaracommercianlea.
Rodr.
Assim be. Agora psssatei a os Euprega-
dos Pblicos. Nio be possive! existir Socie-
dade civil sem certos iunccuarioi, qne a
sirvi que garanlao a bou: a a propr iedade,
a seguranza vida, que fica ejecutar as
leis que derramem a instruccao que pro-
paguem a Moral Religiosa etc. etc. : logo
l.u indispensavel, que haja Magistrados,
Governaddres, Age/i'es de Pocia Fiscaes
das.Rendas poblics, Mesti-ea, Militares,
Directores espiritm-es, etc etc. Em quito Vm.
Sr. Robetlo v ve traequilki, cuidando emauas
lavouras, e no fabrico do aeu atsucarjemquito
Vm Sr. Fraiik ini est acedenado em seu es-
eripluiio, ou na praea di Commercio cai-
criMi
cul ndo os lucros ou prejuizot, e o uit-Ihur
meibodo desuas tptoulatos commerciaes;
o Magistrado administra justica o Emprega-
do da Polica ronda para que o ladreo os nio
roube, o soldado vae expor a vida no campo
da bala'b* o Gorerno vslla na ttaiiu.eucio
p-racmmi!Hcar lures a s-us concidadios o
Sacerdote prega o caito Divino etc. etc. e
Vene, nada maa fazem do que ceder huma
quota parte de suas rendas para terem est-s
votagens e coromodidades ; porque be de
toda ara.sio, ejestiea, que aquella, que
goae do beneficio i carregue tamben com <
o us nice'sirio para cbler essa beneficio.- Se
nio bouvesse esses Funccionvios pblicos ,
Vbm, ti a fazer rondas marchariaS paria
guerra, e'c. etc. Logo os Eropregados sio u-
teis e ntilissirnos sio cidadios mui presta
dios ao Estado e devem sar condignamente
pagos do s> uservico.
Rib.
Mas oque eu vejo be, que09 Srs. Emnre-
gxios nio entrad com dinheiro para o The
zouro publico.
Rodr.
E o qu queza material, a Socijdade subsiste de
dinheiro ? Quem mais til, qu-m mais pro-
veitoso ao Estado, do que por ex., oMa
gistrado instruido probo, e infcorruritivel,
'que administra just'c a seus concidadios?
Que individuo mais til felicidad* publica ,
do que o Pastor vepi'itual, que com' o seu sa
ber diiige as cooscit ocias e com os seus
bons cxemolos alenta as virtudds, e proroo-
ve a Mural ? Quem mais til cammunida-
de, do que hum bom Mestre que derrama
a in trueco por seus CJicidadjs .' Quem
mais concorre para o bem publico do que o
Militar, que-expea propiia vida pira que
nos Outros goz6mos da liberdade da *egu-
ranca e da paz p Oi diga-me se Vm. ,
quenada disto f>z, nao pag-r esses d.reilos
das sua* nudas, em que serve ao Estado ,
em qm conspira para o bam commum ? l'i-
nalrxenle hu infundada e injusta cssa dtu'.a
macio contra os F.mprtgidus Pblicos. O
Agricultor, o Commerciante, o Artista o
Manufutureiro sio todos mu uteis a o Esta-
do t mas nio o he menos o Funccionano pu-
blico : aquelles conconem com huma quota
parte das saas rendas ; este concorre com os
ser vicos que presta e tudo tam valores.
Osimpostos nio recahem t sobre o Agricul-
tor ; recahem *im sebre todos nos, que so-
mos consumidores ; t por isso se ha rasio de
quema, esta deve ser geral.
F.ar.k.
Porem que neceasidade ha de tantas e to
mul'iplicadas Repaitices, e de to crescido
numero de Fuoccioarios ?
Rob.
Certamente que isto he muito tnau. A
procura d'Empragos pilbtieos j passa a sr
entre 1 < huma mana. Tudo o mundo quer
viver a cista do Estado pa satisfar!' a
tanta gente forceso he sobrecanegar nos d'iua
pcato, e por isso vemos augroeutarem.se es-;
tes lodos os anuos em hum progrtsso espan-
toso.
1 Rodr.
Infelizmente assim succede entre nos mas
o abuso de qta'quer cousa nao prova a su
inutilidade. Crear empregos supeifluos, cu
inuteis he em verdade hum grande mal; he
1 introdqzir occiosos zangues uu cortico para
serem sustentados a'custa das abelbas laborio-
sis: roas is-o nada val contra a ex-isteocia ,
ecoo>ervacio dos empregos ind spensaveis ,
e que fundem proveito a o Estado. Se ha em-
pregos de luxo empregos excusados extin-
ga-se ; porem conservem-se eseja bem
remunerados os que sio ncccssarica, e es
quecooconem para a prosperidade publica.
m regra geral todo o imposto be hum mal;
mas muitas vetes he hum mal necessario he
huma das condiges do Estado soci>l, he bum
sacrificio que se fiz para se cbterem otaiores
bans; eperis.se nada irrita, e escandalisa
mais, u'u (jur a rna" appiiwacao dos imposios.
H>jaos precisos Funccionano, e estes bons ;
v.j. o es coutribuintea as renda.* publicas e n-
piegadas ana iusliluices convenientes, em
estradas, em pontea em cariaos, e em ou-
tras obras uteis Communidide quo nao
hever rasio de ruti.\a.
Resta-me responder ultima ratio do Sr.
Roberto, quando se retente de que a sua
classe viva entre eos taquead*. Assim acon-j
ttee garalrotof fallando ; mas de quem be a
culpa ? Dos mtsmos Srs. Agricultores, que
cora poucas, e honrosas excepces na5 procu-
rad cultivar o seu espiri o e dest'aile inbabi-
l ta se para as l u itcoes publicas; pois nio
Le d'esperar, que se ttcolbad para taea loga
res bomens 10 pelo f.cto de serem Agriculto-
res sendo alias destituido! dos pitusos co-
nbt-ctmenlos para a gerencia dos negocios p-
blicos. Cuiuem pti d'insliui-se overe,
cemo logo deix.5 do ser deslembrado, do
o,ue j tem exemplos em alguns da sua mes-
n a classe. Finalmente todos somos cidauos,
todos gozamos dos beneficios socaaes j e poi
tanto todos devemos concorrer para a felic-
dade publiea.
VARIEDADE.
Hum cavaqninbo.
Ero certa roda veio balha o pobre Carapu-
ceiro N. 18 deate anno e as Senhoras deseo-
seraS-lhe o fido por cause do Sonho que ti-
ve com o Sr. Judas. Huma dellas mais zanga-
dinha disss, que era notavel, nio tractar o
(al Judas da sucia dos Padres no inferno re.
lataado os seus tormentos eepeciaes etc.:
mis a este reparo fcil me be responder i# que
ali mesmo digooque vi no sonho accrescen-
tando Que laelba sucia qoa sempre Va pir
e>ias estradas (do inferno) Por ahi cami-
nha6 Bispos, Padies e Frade. n8sem-
birgadores, e outros Magistrados, Generaes,
Governad nea Principe*, Magnates, Pre-
sidentes, D-potados, ranchos, e ranchos
d'Escrivfcs, d'Advrgidos, e Procuradores,
muitosComrce cuntes, ecach-iros; e'hum
s-m numero d'Empregados Pblicos. a que
Judas, que comigo fallava nao havia lera
dejeortezia de assentar a mi nos Padres. Ju*
dss supposto que reprobo era sujeto d'al-
gu > a importancia, e ben criado, e tio
considerado ere, que o Divino Mestre o trac-
tou por amigo no momento roesmo da agar-
racao. Nao devem pois apostemarse as Se-
nhoras de que Judas me contasse o que pade-
ci no infero! as mocas, as telb*s as sol-
leiras as cazadas etc. ; porque essas care-
pucas ni;> ibe c*bem visto estlrem vivas, e
anda andareme por este mundo. as suas
roaos est o nio irem ler a essa morada horri-
v'el, razendo da su* parte ludo equillo, que
Dos manda. Alem disto sonhos aiO deva-
neos da iroaginaeio. Nio Ihe deero 1 edi'b ;
qu ja' nio havere' motivo de zanga. Disse.
Ancdotas.
Em certa Diocese era costuine os Patochea
n> s-Doroingoa edras Santos d gelho explicaren*.-o a oa Eiets na occasiio da
Vlissa ihamada Co- ventual. Cbegado o dia
dos Aposto os S. Simio, e S. Jods bom Cu-
ra d'Aldea concluido o Evangelho fez hum
grande elogia ao prineiro, e deelamou forte-
menta contra o segundo, chamando o traidor,
malvado, etc. etc. Souba disto oBi'po, o
mand.ndu-o cbaeaar, o repreheedeo forte-
meute fazendo-lhe ver que S. Judas ara o
Th .deo e nao o infame Judas Scenotes que
talno o Divino Mestre. Mostrou-se o Padre
muito arrcptndido e pvometteo nunca mais
cabirem semtlbacto falta. No oulro aneo
no mesmo dia ex >ltou a S. Judas por t-l for-
ma que o [>oz a par do mesmo Jess Chrieto.
To luu o Bispo a chmalo, e a reprehndele
com crimzea', dicendd-lhe, que nem tanto,
nem lo punco 3 que nenhtsa serr de Deo.*,
por mais justo, que fosse era para se compa-
rar com o mesmo Dos; e ameacou o Cura
com a suspeusio se continuasse ubi taes des
propositas. Sabio o Pudre mui coirido, o
;issus>.ido. Cheg'.u o outro auno, e no dia
dos mencionadoe dons A postolos 1 < citado o
Evangelho deo grandes louvoresa S. Simio,
o pausando a S. Judas, disse nicamente o se-
guidle a Quanto a eete tiful, rceui Sis., he
iiunrSantu de tal lai que del a se nio podo
dizer nem bem nem mal. e
REFLEXOENS,
Do Redactor da Aurorn da Bahia i represen-
taco da Aasembla Provincial de Minas ,
que publicamos a i4 do correte.
Sempre foi e sf r racionavel que por
instrnerio da propria experiencia ronh cu-
do se, que os bens calculados pelas refl-xes
as mais promissoriaa de commum otilidide
em regrae geraes de theorias ainda nio re-
conhecidas praticamente invariaveis oas di-
versas especies de sua apphcscio se nio tem
realisado por eircuDstancia's actualmente ir-
lemoviveis astahelecer dessa propria experi-
encia disposicdes regulativas cojos effeitos a
respeito do beneficio xcepcionariacoente per-
cibido em conlraposicio (';> geralroonte pre-
sumido tem justificado ama adopcio de re-
sultado experimental, em posposicio do pre-
sumptivo opposto.
A lei de y de Novembro de i83 em
considerecio geral sobremancira fondadi ,
como se nio pode escuiecer oca direitos do
horneas outorgdos pele uatureza e garan-
tidos pelas sociedades cultas das Naces ,
honra e glorifica por modo sub'ime aos le-
gisladores do Brasil que daqurlle respectivo
quatriennio volaiio se sua promulgado.
lies bem longe; ros certo estamos de
prestar em suas mentes morosiuade alguma
mtenr;ao de talar a prosperidade da agricultu-
ra e da mineracio do imperio por cujos
habitantes repreaentavio, pelo contrario ?




T

r:
CatiSr, f "C<.etcravos na Bra.il con-
ju-fi'So fehi.om. fortanil des,ps d
p.ohod>s desead, hum.nidade e coraTo
dcil asenso VOT da natoren.
Este soblime prieto, dentera esppeula-
SLI r^e,t d3 ** mas d. um< con-
pcao abstractamente ,01Bidl erfi
qunente de am principio era! do coohe
.rato humano sobre o, dirit, d0 ^
por appl,cacj0 qo,|quer f(>
ca.ec.do de corresponden* (fl>,o, l
aX-^*J2 "u* --: JJeol
xcluem-oopaia-em o Brszil
Nao av-ncareoo, nrD pJrpcer im nid|p
ou atod. n,., pernicioao ,, j,, ^.
dodecP,., que o clandesno trafico
de-fneaoos por importa^ par. o'Brszil da
pon d. le..da 7 de Novembro be dispeis-vel
letoda a energt. de ooss.s autoridades po-
hc.aes par o .pedir m da reatricla punicio
dos infractor*, desta lei: Dem memo diif.r-
caremos qe esses que reincidan) as, I-
kgl imp..rt.cio alo leji3 obaiinad.mente
arrogados a urna .mbicfo da fortuna que
por forma algara, 9 |hes pos,, attribuirri
gwiio cbutm.rcal o conseiencios.mente in-
du.tr.oso. Poc consideren, i. .
grandes e pequea, Ca,a, da no culture e mineraloga, he eom 0S braco,
africanos qua se achavfo al i83i 1 a. qu
deiilaa pa ci nio tem sido poiiirelJi.-
y*r outra substituido de tnbalhadores; 3.
que na insubstitmvel Mi, diquelle, todas
JIM caas havio de dcahir ; 4. que j -
mais convera obligar a urna medida lio im
porUiiiememe .otapresma ,e, compensal-a
o mcisa leapo por um, n(Jtra } pe,o
menos Ibcorresponda na otifid.de publica.
Ura estas ronsideraces que com nosco na-
guem deixar de f.zer se nio podem de
Iguaa sorte animar a varios negociantes a
Be ortarem con turnares na imoorlacio de
trcanos podem em duida alguna irapel
lir a tantos agrieras e minerlogo pro
v.ocar a aquelles ao commum ulerease qae
de urna p.rte b poderosamente Ntigedo por
granda ntcessidade.
Parece as que se 01 negociantes dandes-
tines fll importado de africanos nio conheces-
sem a fuud a pre.iso por uira sorte irre
mediare!, 1)Ua lioar 3 os nossas propria
Unos da Uvoura a das minas acerca de Ira
bailadores nao Hio lio pertinaces ero se
exportm aos gravissimo, riscos que carrera ,
nem eui afrootarcm sperancosos o rigor d-s
espeetiva lats e a vigilancia da quaodo
nao loas muitas autboridades poliriaes e
dos qu rece-nos mais ain-da diremos qui, se a i:u-
parlaco de africanas fosse objeclo de en
treler ou de augmentar o Juxo e a ostenta
co vaidosa dos Braileiros o* negociadores
de tal importaclo nem ser*?o to bem ucce-
didos neila nem consegoiriio tantrextrae
cao nem aeiiio Untse to frequenies nes-
sa qualidade de corxmercH, gtralnienteo-
Ihado com mu jusia indiguacio mas que a
ireci-ao ra scmpie deixmdo passar com a
preferivel obseiv.cio de aer iodispensavel,
O especio:o prujtcio de coloaos eurup^os
pan o ramo de agricultura e de minas no
Biazi tem sido (ambem urna daquellas lison-
jeiras witas que nao paiso de inftucliferas
tebtativas, em quautoa rtspeitoa nutsa Assem-
> bla erai nio fizer leis regulamentares, ou as
lio fizeisem as AssemblasP/oviaciaes com a
sulcien.i de impedir io(t a vigilanca das
iuthoridades a conresad, ou immedian
intrcdocca don colones para applicces de
c mmercio. A illasaS qua no -qaesiio
nado tacto sa tem experimentado b.saniv
i,. iimm| n ECl!2! i>iiilfir ais tem convencido da insuppnvel falta que
at o pmeute llns faz sofrer a lei de 7 de
rvoveoibro ptima em seo espirito, mas nio
prcticamente correspondente galo pn juizo
que por 6ua apreasada probibicio acha ucca-
zi.o continua de nad se desvanecer co pro-
oedendo com algum tfieitu qualquer um re-
midu dastiuclivo desse mal.
Julgando ler-nos bem antecipado pela uli-
lidade moral coticeito facicnaT^I e princi-
pio de diieito natural de nma tal le dza-
jarmotque se nos taca jutlica olhsndo-sr-
iios como penamol e somos obrigado
ptnsar que a prehibica do trafico de afil-
emos be u>ui justa e impoi lance : ba t m
bem como pena j aeguadu se ve os i'lus-
tres depuiados da saemblea Provincial de
Miu^s Garaan cnu peuaai todos os Bra-
ittiios Mocerameote irittitsdos no bem de
ih assuci.cao a illummadoa dos meios de o
laier progredir. A qutsta be, qua pe*
ilIIuducib da ceiaj ctrcmitatisciis e rtl9-
DIARIO DE PKRNAMBU
de noi corrcspsndprmos por ntermidio de
su folbi enviando-lbe d'qo t scripta da mil
tricadas linhas cora o asi'gnado de U
s Pzi mal gpnerienment> reconbeeido pela refe-
rpnci.da fxjstenc.* d,.a<. circunstaneias, e,-
relacopos que sobreelleiofluea para era par- Justicwo Ondame. A epi(?rafe qe dr
a aaVasnoar convenieiMias, 0 nao bavendo ovo ora tomamfls pra thpma e concito
oor ar d tractavel sanativo algum que r..o produz. por outro lado a c-a5 do. !ssampto o bem assim que somos juntos,
SU con^enienr-MS fasendo ora .ff-ito mai^r ao menos por principios e qu- natn podara-
M*",: I"* D0 '0""0. h de militt mos por Uof., > indifT-rent-'s e n-m ca-
ooDderacaoeo favor de noai a,.picltur. la. a refl.xam .ist, d nbjeeto ." qo, dea-
mirmralogia o derogar a le. d dn NoVen- [pertoa o nosso sentimento que deriva .
hro nao senenta s. itemptando de responda- nossa pen, ,_que no, ol)f) e(n fim ^^
hlluljlp tnrina aniaolUa nn ..r____.____i ..,m________. **.
bilidade a todos sqaelles min Conforme pede a
represente cima tesa cpmprido africa-
no, condurillos dppois de 7 de Noverabto de
i83i p'o aervico dos dna* mewionsdos
rumia de prosperidade a vivencia nacional,
como por um certo praso ero "diante pprrliit-
tindo-se para o dicto fita lio somonte tal re-
cppca.
Pode-sa deeto or Inis rpgulamentaret quer
g-rl qu r provincialmente dadaa preparar-s9
fficas remedio ja por colonos externo* ej
pploe noasos indgenas para quaedo fiada
a concassa de que tracta a renresentaca^ su-
pra transcripta finde ca t.mrmm precisio
dos africanos santera anda o nossas lavrado-
res e propietarios das minas: lies ad-
vertidos 'los r. cursos qua um da uaica e im-
preteriveameate lite ficar aerviodo para a
estahilidade de suas casas e de saos trabtlh-is
locativos, teiiu de segurarem-se pira nio
si ntt'Pin a priv. ci qm os espera quaedo
precedida de preservativos contra seo effaili
nao he rasone.n desculpa qua os ache des-
prevenidos.
,. Et de que faria-
mos irtjustipa a noassa Augasts Assemb'a
Geral sn duvidassemns da approvacio que el-
la dar em sua sabia consideracio a ums
redresentacio feita pela Asaemblea Provin-
cial de urna provincia cuja parle de habitan -
es empregada em um ramo tio precioso e
tio producente da riqueza do Brasil sent
com grave d.mno offeito da proliibicio de
qua tracta a lei de 7 de Novembro ; huma
representao que tcitamente se acha apo
iada pelos votos de um lio grande, e to
qualificado numaro de cidadios establecidos
por todo o Imperio que podemos segura-
mente affirmar ser urna representacao geral.
O que ella pede esta' no ca-.o de urna coma de
utilidade publica quasi completamente dicta ,
para nio avaucarmos que o he de todo; pois
qua da decadencia da agriculturt a da ramo-
ratoria seguindo-se a d< cadencia da prosperi-
dade publica, incontrastaval fiea que a na5
deeadeccia desles dous ramos be de utikdade
publica : assim nenhuma lei devendo se,- es
se
sempre onesmo- Justieeiro izempto da
pcha de parcial de trahidor d conscncla
propna.
FalUmos, Sn/s. Redactores e no, referi-
*oa leitura q(ie colhemos na 50 concei-
tuado numero publicado 3 f-lra Q ~ ror.
reme no qual com sumrao prasar T uto
v.mo..co.fepondencido digno Fi,c,l do
' Saoto Antoai,! do probo C-
,d-dam, oSnr. Rodolfo Joio
rata d'AI-
oda o qu. annexoa a mesma ou mandou
a bem do puhlie,. transcrever e publicar ,
i..t.re,sinteextMdodo Panorama jornal de
recoobeeda ut.lid.de e nome, sobre os e-
ngos do uzo da boc de cobre. Snrs Re-
actores : randera devida e necasaari," bo-
men.gem virtude e .omento, prest.r-lhes
em coito honroso .nnoeete e ,.5 premiar
um suman1 do modo o mais soUmne o patente
as acc-oo. boas e louvavei, ,p,lh.ndo e
raado-asaocooheci.nenfode todos o, in-
teresado, a que p.rtlbam dos se.s effei.os,
eumdo. .a.ssirictos a rigorosos eoergos
aoeiaes qQe meamhm ao individuo bem
mencionado, ao Cid-dam perfeito.
J- poroutras palavras mM da boa do Dt'vi
aoMe.ire, do Salvador dos bomens a ver-
dde qu9 em.ttimos ja da boca do Hornera
U-ias ( como. Ih* rhamam outros se onviu
o primario e idanlieo pansamento -
yood ( ceiaris Ccessri quod DI Dao. _
Nn faltaremos consegointemente ao respei-
peito e enmprimento dessa relim'ozo daver :
'eceremos aqu os ecomios deridos ao Snr.
Barata d'Alimida leatemunbaramos em pu-
lco pela parte que nos cabe, a gratidam
qe nos i imposta e que ob iga a todo o en
t reconbeeido e sensivel.
O virtuoso Cidadam de qoe tamos ehon-
ra de fallar o Snr. Barata d'Almeida 8a-
biano por nascimento mas Bfasileiro de co-
raes a sentimento quer em sua vida pu.
bJ.ca qner particular tam serapre dado so-
bejas provsr da bom Crdadio inteiro e
honrado Empregado Publico: e esse ultimo
rae o sen, que vimos de presenciar mais
urna nam equivaea mostra do seo decidido
, 1 i ., ,. ... : w.. niiiucuiii'nii iiiDiira uo seo (U'i-wlil-i
.-beUcda aem ot.l.dade .publ.c. .o he |(,, e ia^re.se pej, n-ilidade Z>\ \Z
dentro com enteoder.se que deve es.sbab,. | pa/, pe|0 ,,e(D Pr,llr da seosVnJ.d.,
car s. toda le. queforem ut.lid.de publica. I am ^ de r^slo KeB| d^onstrativo do
Asc.rcunstanciaa.ctuaea que temo, pondo- .Hacom que procuren o bomXempenn
rado, e que tao grande nurxero de Bra.il.i. d p,nseeMn seu c do mPenho
ros expenme,t. nos aalvso de P'rewrmos teressi pela salubridade publica. 0 Snr Ba-
pensrrcontradictor.amenta, porque de ac- raU inda dir.m., 'sufficienem8"e de
eordo com o, .Ilustres eutado.prov,nc,.e. I monstrouo 9obr.nc-ro! e desp
da rica p.ov.ncu de lYmvs ..aod.seubr.ndo j tio pteJuis0 um ml en!eildi(Jo Provincia.
00 verte,ta caso um mal 00 bem absoluto, ,mo ,J desse dele.tuoso precoacei.o ou. ^
nao pugnaramos pela maten, da represent.- \.mtl iodevidamene est rre.gado InZ n
C,o doquelle, Daputado. se nao' vissemo, a | dlt mudo que por |q- Irfllldp ,am ja o
indissolub.l.dad oas.asdifficildades qua pe- podeacB appallid.r vico patrio e qoaJt.m
.ao sobre t.,.,0. r.d.i.0. de. qem raUi MZ h, .unido .-mostrou fiUmen
depende em ,ar,e riqota. do Impa,,0 0 Snr. Barat. qua ..be arali.ro compr.ro.
........I.c.0 da todos asquaas d.tbculd.- devore. que o l^m indt,nrtamen,e ?*\
de. nao dosem jama,, entrar na simple. Cledllde iBm d( rod
p.s..ge.ra vista de qesso. legisladores, po.s Cidad.m Empreglo Publico, qoa nam des-
que por orna experiencia que* todos o. rev- honra a Provi.o.a que o h. esoolhido par.
pe.to, nao convem ma ile.x.r pr.aegu.r um dcs s.0. logare, administrativos e onde
ellas provoco os m. indecoroso, abuzo,, d. prelen,e bab.t, ase .cba dcmicUiado
como nao menos de.enyolvem o da,go e a 0 Snr. Barata ( podemo-lo diser 3
decadencta sem quo recurso algum tenb. .a de errar nem Veeeio de serme, 2lT.
podido odier para o deavio dalla, a da Mcs dos ) nao peMdo Provincia d9 Pernam-
d.mnificanU, effeitos. &, h^t que oceupa M pea iou-
lenh. por Unto, quanto ems. oontem de T.Vel m.ne.ra porque o exerc. e peche .
interessante a'repre.entacio, que vimos do pe4a exeaaplar.dade de su. conduela civil e
infirilic. tt agradecimentts eternos ao.r.rarn
pfe.tante que eumo o Snr. Barata se inos-
"a .pcioso e incansavel pelo bem da huma-
J'dade que a mais valeute prova acaba d^
ar dj rifgo o mais grato a mais lisong.iro
o pbilanlropia -soci.l. -.
Prs a<)i Ceja, q' outro. motivoa do mesmo '
ftn.jlonam, para com jusiic 0 merererem,
'""'"p-eotrilbo da gloriosa seoda de
Sor. BaraU e como elle entam se tornera di-
guos do neme de rerdadeiro, Patriotas p-
timo, servares do Sad>, nicos o legiii-
moa beaemeritos de aua Patria.
A prorapta pubticcam de u. linhas Sr..
Redactores summamente obngu aoseu ceos-
tante fejtor t assignante.
O Ju.ticeiro Ondanse.
Srs. Redactores.
Cida ez o nosso actual Presidente v.i-3a
torosndo mais cedor da estima Publica, o
merecondciasimpalhia dos h-bitantes de^ta
Provincia ; o que ella ac*b. de pralic.r acer-
ca da armaiatuu da nova Cadeia da Villa da>
Limoeiro urna prova de-ta verdade 4
urna prova em fim do quanto zsloso das di-
rilie.ro, pblicos. loJo Luiz CaeUuo de
Souza arrematado a obra da mesma Cadeia por
i3:oooU oanlos rtil .eis, lecebeo a primei*
ra prest-vi', e finando-se d'abi a dias sua
raujlier aub netteo-se ao contracto e depois
de receber segunda prestacio eis qua enda-
reca a Cmara Prov. urna peiicio pediado on-
ze contos e lautos mi! res a titulo de indem*
nisci. Aoonselbda mi hormente a nu>a ,
sm duvids por cito figuro bem coohejido.
que muito enteressa no negocio fez aova
,,*(icaoao lixm. Sr. Presidente no santido
da primeira o qual depois de proceder as
neoessaiias averiguacSes indeferio-a segun-
da sau informado por conhecer .em duvida
o grande lezo que safria a Faznda e moimo
porque urna vez celebrado o contracto da ar-
rematar. o nad. mais resta a>s contractaute.
do que o comprimeu'.o das condices nelle
extradas, bvrarr'o-nos as,im da termos urna
Cadeia no m-t por mais de -.{'ojoU
Tenhs boodade, S.s. Radacioras, de
publicarem estas in.ltraadas liabas paraca*
nhecimenlo do Poblico.
SauVr.aCr.
Um amante da actual Administrsct.
AVIZO.CO.VIMEUCIAL.
Ojesegu para a Babia a Escuna Wasp, o
para Trieste o B. igoe Elfut: de ambos cor -
respcndnte a Sr. L. G. Ferreire Mam-
dd rus da Ci vi.
tr*n.crever, o devido retultado quelite aguar-
damos, anta as iustradas e bem reflectida-
servifos, qua prest, am seu cfficio, b'rm
compensa o ordenado, que por Conta dlle
*, 111. --------------- eumpviua o orunaiiao que por Contl d"l e
mente de no.sos leg.sladore. gera.es, em quem pwcebe. mmdf, po elle se torna d.
tambera confiamos yer sahmenle prera. ^ asuma. rsput.f.m da .eus coneidado.
nido, e predt.pos.os lod*. o, e,o. leg,.!.,- d4g0 merecedor ddeo,M e S5S
vos de facilita, e lubluar ..os ageutvs do ena de sua p.tria. *
COSMORAMA. ,
Mudauca de Pautis.
Denle ,abado p^ssado que existem em ex*
posicio os seguate, paipeis.
frac* do gro tbeatro de Bruxelss.
O paUcio do Luxemburgo sin Paris.
B-tailu da Asseissera.
A ponte de-Wensmeo.ter em Londres.
A cid'.d'i du Edimburgo capital da E>co-i
Ci*.
A cu! 'de de Li-.hra a* p&in.l.
U"na aldea em Franca.
Effeito da neva.
Corrida de Touro. em H<>.panha.
Coutad d'Aranjuex Cpal.cio do. res da
Hespanha.
A cid.de d'Atheeas.
O interior do templo da Waslminster (Loo*
dres)
O Director doCosmorama como annuciou
a semana (auada e para aatisfaser a muiloo
dos Srs. assignante, vai facer du. por semana ; as quarlas e sabbados. Conli-
nua-se a recebar assignaturas pelo prsco esti-
[lulfdo.
poder executivo para o descfppanha daqaillo
que a respeito for devido eritr ,* reprimir ,
. conservar por boura das leis o do. direito
do bomem em rulta sociedada.
( Do R. Ua Aurorada Babia )
Correspondencia
Quem cuique trtbuendut
Snrs. Redactores, __ Somoa o su ooti-
I go assigoaoto e sompro constante lator ,
que ja uata rea livcmoi a aatisfstona oacaaia6
Nams amizade onieSmente Snrs. R<-
daclores quem laza apologa do Sr. Batata ,
nem nella traosluz o menor laivo da lisonja
a.torpesa ; eumo desejo, e s o desejo de
pagar o trbulo devido ao merecimento d
queimar oam pureza e justica o incens que
devemos ao altar dt> virtud. PI, temos
diaso ,a e intima eoascieneta, e nam rbeasa-
moa um memento deolarar que pels ma-
ana porque o arr.naraos por ess. mes-
ma nos sugera no. coa agrado i serme, ex-
probados da f.lsidade do que levamos dicto.
Louvore. poik sera aonts so Sur. R.1 J. B
d'AIrnctda pela til e proveitose accam que
.,_.-_.. ,------o.'pegar, .-----------------. ,
diiija-se a ra da C< ncordia casa Ba esquina
- r r--- v |uc onde tem o letreiro da mesma ra que ser
rea de praliear a pro! de seo pas louvor.^ ^enrroiamente recompansado.
Avisos Diversos.
Prr-ciza-se .lugar boma cara ferria
ou mesmo sobrado em quaes quer da, rus.
do Forte d j Watlo para pequea familia quem
a tiver. a no une e,
Fui tari o no dia 18 do correte do !a-
gac denominado car.no velho um quartao
coraos siguiotes .. calcados de branco cabo aparad) ; frente a-
berli e urna secatris de firtoJa dibaixo d9
qoaaxo: quem o,'pegar, ou d'ello soub^r ,


l.saiMWI
l
I
9
m
I
f
i
t
i
f
l
c
t
DIARIO DE PERWAMBUCO
m
fl


Prrdrc-se uro earteira rom o* papis
e gnintes: urna letra da quantia de a58,ooo,
vencida ero Majo p. p outra de 6o, 38o ,
vencida em 3i de Julbo ambas aceitas pir
K. Cbaves a ordem de J. Chardon mais 3
notaa de dividas e alguns papis miudos ;
quem a livar ochado pode entregar na roa
nova toja de J. Chardon.
_- Era mi d<> porteiro do Auditorio Ama-
ro Antonio de Faria acha-se uno escripto
edital para trazer em praca e ser arremata-
do a quem mais der findos os das da le .
varia pecas de oiro e prata movris 4
escravos canoeiros e cascaveis, urna casa
terrea na ru* do Cbral outra dita na ra
da ponte velln outra na ladsira da Boa ho-
ra da Cidade de Olinda ; cujos bens vio a
praca. a requerimeoto de Felipe Nery Ferrei-
ra teslatnenteiro do fallecido Francisco de
Alasesda Ferreira ; quern iu'mt arremitar
qoaquer dos referido.-, enlendio-se para ver
cotn o mesmo testamenieiro e concorrio
praca nts dias que se annunriarem.
_ Pelo Sr. Dr. Juizdo Civel e Orfios d*
segunda vara a porta de sua residencia na
roa da praia D. 3 se ha de arrematar em pra-
ca publica a queco rnais der deis pelos
de naci ambos potitos mestres de retinar
stsacar; de lindas figuras robustos e sadios,
con s6a!t8innos de idade ptimos para
eogenho d astuc.-ir ou ontro qualquer ser-
vico os quaea sao pertencentes a os menores,
do fallecido Antonio Henrique da Costa, e
aua mulher Alexandrina Candida da Silva ,
cuja praca se ha de proceder no dia 4- fe'"
ra ai do correte pelas 4 horas da tarde, por
aer lindos os dits da I-i.
_ Oabaixo assignado fas sciente ao res
peilrtvel publico que comprou de sociedade
rom Jote Benlo Joaneiro de Vigo a Jos de
Vigo 3 meios bilhetes dj Lotera do Semi-
tiiiio, que corre no dia a6do frrente, cu-
jos nmeros o os aeguintes : 3$gi 549a ,
346^ e como desapaieceo este ultimo n-
tuero ( 3489 ) previne-se ao Sr. Thesoureiro,
caso sata premiado de nao pagar seno ao an-
nuncieiite. Fiansisco Gonsalves Ferreira.
, Avisa-se aos devedores de Joo Luiz
Teixeira que so dfvero pagar ao baixo as-
signado, visto que o dito Ibe deo em paga-
mento todas a anas dividas. J. de S. Pinto.
_ O Cambista Hambuiguez (e nio Ingles)
da ra da cadeia do Rtcife, declara ao author
doaonuociodo Diario de 17 que ello nio teui nunca leve para caxeiro ,
mu para outra qualquer coisa em sua casa
a Domingos Miguel Hespanhol a como o
dito annnncio nao a cradila ao tal Heapanbol,
por isso roga ao author do aonuncio de uso
confundir as coisas com aquillo de que nao
est bem informado 5 porque nem ao menos
se deoao trabalhode endagar o verdairo lu-
gar acnde existe o tal Hespanhol.
_ Quem tivt-r urna luiagem de S. Jos ,
que seja de lamanho regular qusrendo se
disfazer della dinja-se ao primeiro andar
da casa que tema |porta larga no atierro da
Boa vista do lado direito.
_ Pelo Juiso de Orlaos se ha de arrema-
tar a quem mais der urna morada de osa -de
3 andaies sita na ra da Cruz do Bairro do
Recfe de renda liienal pertenceuie aos
oifios do fallecido Manuel de Souza Cordel-
ro no dia so do corrente.
_ Pelo Juiso de Odaos se hade arrema
lar de renda annual a morad.* d casa de duis
andares sita na ra da lapa D. 199 pertencen-
a ac orlaos do fallecido Miguel da Costa
Dourado no dia ao do crtenle.
Catharina Feliciana de Bastos, laz pu-
blico que pessoa alguma faca negccio de na-
nbuma quatidade com sea marido Manoel
de Barres sobre 4 eseravos de normes se-
guinles: Bruno. Josefa, Maria, e Fran-
quea ,* e um iuiaK de caa icrrta sita na
roa do JNogutira pelo motivo da annuncan-
te ao querer devotciar e para que nioguem
se chame a ignorancia faz o presente.
1 de diversos trastes do negociante Jos Paier ,
e um earrinbo de 4 rodas com sua competente
parelha de cavallos brando* advertiado que
o earrinbo be feito paraaer puchado para 1 ,
ou dois cavallos o tem para isso todos os
arreios necessarios: na casa de .sobrado na
roa do cotovelo ou mondego moradia que
foi do dito Paler.
O annunciado para o dia i4. de Alexandre
Mackay & Compaohia : fica transferido para
terca feira ao do orrente.
Compras
_ Um clarim priueiro novo de locar
em msica de cotona com seus pertencee;
um methodo ou escalfa para se aprender o
mesmo instrumento: na roa da cadeia do
Recifa loja n 16, ou atinnnc e.
Urna mesa de jantar pequea 6 ea-
deiras e um csmsp anda que seja em
meio uso ; quem tiver annunoie.
_ Um relogio ingl.r de banca descon-
certado inda mesmo Ihe faltando alguma
peca ; quem tiver annuncie.
Vendas
Avisos Martimos
-fARA O ABACATY segu viagam a
Sumaca Felicidade Mestre Jos Rodrigues
PinbeiiOj murto velleira o forrada de co-
bre; quem qoiier carregar ou ir de pas-
aigeso, dirija-ae a Antonio Joaquim de Scu-
a Ribsiro na ra da Cadeia do Recife ou
ao mineo Meilre.
JLeilo
_ OCo'rrelor Oliveira faz leilio querU
/t-ira ardacoiieBiepali 10 bureada naoba.
yrr Meios Bilhetes da Lotera
do Seminario de Olinda, a tres mil
e oito centos ris : nest Typogra-
(ia.
Meios bilhetes da lotera do Seminario .'
na ra do cabug loja de relejoeiiro junto do
Sr' Bandeira.
._ Um cavallo para carga muito novo ,
um selim uzado urna cicgalba um par de
racuaes : na venda atrae dos Martirios Deci-
ma a6; assim como urna armsco para venda
com os seos pertences urna batanea muito
boa medidas de folba ditas de pao fuoiz,
pesos, e mais coisas*
_ Urna loja com armsclo envidrassada
para f^zeudas, 00 miudesas na ra do Li-
vrameuto junto a botica do Sr. Manoel Ro-
mio : a tratar na mesma roa loja de laieodaa
D. i.
__ Um neg'O official de padeiio, a bom
forneiro t um escrava boa engommadeira e
cozinha bem o diario de urna casa ; 3 escra-
v;s proprics p>ra todo o servico de urna casa;
urna dita cozinha o diario de urna casa, e
lavaroupa; um molequa de 7 annes | urna
espingarda francesa psra caca ; e um caizi-
Iho para poita : na roa Direita D. 55 no fun-
do da Igreja de N. S. do Terco.
_ Um cavallo proprio paa Senhora 00
menino, por ser pequeo com bons anda-
res, e de linda cor: na ra de S. Jos em
Imha reeta a Igreja n. 18.
_ A meUde de u Fiundes e una alicerces sitos no atierro dos
affogados : a listar ua ra da praia serrara
de Joio Antonio Bapiisla Muniz.
_ Fariuha de trigo superior moida na
fabrica de vapor da Boa isla, pele preco
muito commodo de a6oo a arroba, de pu
mi ira quaiidade a 200 de segunda e ia8o
deteiceira; no armasem da ra da senzala
velha do fallecido Bento Jos da Costa as-
sim como f.i inha de miiho a i3oo a arroba ,
1 sacas de farellos cam 4 arrobas a 4 *
moidss na mesma fabrica a cima.
_ Para fora da Provincia urna creoula
de idade de 18 anuos, de elegante figura ,
cose, eogomma, o cozinha o diario de urna
casa^ um cabrinha de idade de 14 annos ,
bstanle desmbarassado, e apto para todo o
servico : no aterro doa affogados em casa do
Bahno.
Urna negra de angola de idsde de ao
annos de bonita figura eogomma liso ,
la\a de sabio tem principios de cozinha e
propria para todo o servico com duda crias
uiii de idade de 4 annos, e a outra de 2
ditcs : no atierro da Boa vista oja de cara e
fzeudas.
_ Lina molsta moca boa engommadeira,
costure ira e babil para todo o servico de
um-i casa : na praca da Boa vista botica do
Sr. ignscio.
Urna taberna com poucos fundos, in-
da mesmo a praso .' a tratar na Cidade de
Olinda nos 4 cantos n. i3.
L m preto robusto, de naci angola ,
da idade de a servico he esnoeiro e trabalhador de en-
cbada : na ra do Vigario n. 4 armajem do
Machado.
Una negro ladino da naci da ida-
de de 3<) annos proprio para todo o servico,
ou campo i na pr'if da IndepeadaDCta loja
de chapeos n. vj e a8 ; e na mesma se com
pra urna preta que na tenha defeito.
Urna molata anda moca cozinha o
diario da urna casa cose faz renda lava
desabaS, e compra na ra, vande-se por
na5 querer acompanhar a Senhora psra o ser-
ian, e tambem se troca por urna preta que
saiba cozinhar o diario de urna casa a tratar
com o Sr. Jos Francisco do Reg Rangel na
roa do Livramento,
Urna boa casa depedra e cal na povoa-
cSo do Mooteiro fronteira ao otao da Igre-
ja com 4 sallas; seia quartoa sota cozi
nha fora, caa para pretos, e ua grande quin-
tal ou meio sitio com differentes arvores
de fructo ; a tratar na Boa ?sta no aobrado
do largo da S. Cruz que faz quina para a ra
do Rozario das 3 horas da tarde em dianta,
ou na ra do Crespo loja do Jos Antonio de
Andrade.
_ Urna propriedrde na roa da Alegra ,
bastante grande moderna, assoalhada com
sotaoe trepeira, cam veranda de ferro, e
com cano para desagoar as aguas do quintal .-
assim como a posse de um terreno alagado
no seguimento da ra da Aurora com i5o
palmos de frente e i5do ditos de fundo e
pigando 3o rs. de foro por cada um palmo de
frerte : na ra de S. Glsalo D. 11.
_ Um sillo com caza de pedra e cal na
estrada da ponte d'Uchoa com onze quar-
tos, tres salas, cosinha fora, estribara
para seis cavallos senzalla para negros e
caza toda envidracada, duas baizas para
capim bastante terreno para plantacdes ,
ou vacas de leile arvores de fructo de toda
a quaiidade: quem o pretender dirija-se a
ra Direita D. a : na mesma se arrenda ou
tro mais pequeo com a caza tambem de
pedia e cal, e terreno para plantacdes e
arvores de frurto.
Meios bilhetes do Seminario a 400 :
na ra do Cabug loja de miudesas junto a
botica.
_ Um selim Inglez em bom estado com
lodos os pertences e por preco commodo :
n j alterro da Boa vista loja de seleiao*
_ Sacss grandes cora fareluB, ltimamen-
te ch>gados de Hamburgo a preco commo-
do : no armasem de Antonio J jaquim de-
fionte da eacadinba da alfandega.
_ Selins ingleses com os seus pertences,
por mdico prego : na ra do Crespo D. 8 ,
lado do sul.
Meiot bilhetes da Loteria do Seminario
a 3^00 : as 5 ponas D. 9.
_ Meios Bilhetes da Loteria do Semina-
rio a 384o .' na ra Direita venda que foi
do tallecido Jos da Penha D. 9 e na loja
di fronte do beco da Peuha D. 8.
Urna escnvi de naci de bonita figura,
eogomma lisa cozinha o, diario de urna
casa e lava de varrela : na ra Direita Do-
cima 34.
_ Urna burra nova e prenha, muito man-
as t por preco commodo: na passsgem da
Magdalena sitio do fallecido Joaquim Nunes
l'eieii a da Faria.
A historia Universal cm bom uzo :
na prac* da Independencia 11. 19.
Um moleque de 17 a,18 annos de ida-
de ^ cozinha bem e be bom pageos ; urna
preta moca cozinha engomma, a cose ;
urna dits de 3o anuos por 34 j,ooo cozinha ,
lava roupa e be quilandeira; e urna mola-
ta de ao annos de idade cozinba, engomma,
e cose ; na ra de Agoas verdes casa' terrea
D.37.
Urna escrava moga bem parecida co-
zinbeira lavadeira e com outras habilida-
des sendo por prego commodo : na ra
do Aro gao D. 3^.
Rap de Lisboa em libras e meias li-
bras a J600 a libra e a 4o rs. a oitavas .
muito bom e chegado ltimamente no Bri*
gee Oliveira : na ra da Cadeia n. 4o luja
de Francisco Antonio Pootual.
Uma venda com poucos fundos, no
principio do alterro dos affogidos ao p do
viveiro do Sr. Muniz : na ra do Livramen-
to loja de couros D. 5.
Urna farda pata G. N. e urna casaca
azul para psioa baila j na ra do Cardim
D.8.
_ Urna obra de Bergier Diccionario de
theologio urna dita de diccionario Biogra-
6co e outra dita de Gentis botnica e
urna dita de Ramn Salles todas em bom
use e poi preco commodo t na ra do cres-
po loja D. 8.
Urna canoa muito forte acabada de
construir que carrega iaoo lijlos da alve-
naria grossa, e dois pares de rodas muito
fortes proprias para eogenho : na j ra da
cadeia do Racife n. t.
4 eseravos de bonitaa |6gurai da ida-
de de aos a5 anuos, todoi com exeelleaus
habilidades e nio sao achacados nem vici-
osos ; duas molecas de l3 a i4 annos de ida-
de tambem de naci 3 lindos moleques
de 11 a 15 annos ; 3 eseravos mogos ptimos
psra o servigo de campo ; urna escrava de a6
annos d*idadepor 3oo,ooO ; urna dita do a5
annos boa lavadeira quitandeira ,.-e cozi-
uheira de nagio costa estes eseravos se di >
a contento e se a fiangs as boas vendas ti ha-
bilidades : na ra de Agoas vardes D. 38.
_ Toalbas de Guimarics para mesa de
varios tamanbos :,na ra do Collegio quina
junto ao pasto.
_: A ob a de Bufn eos francez conten-
do 80 volumes com estampas : na ra da roo*
eda o. i5i.
Eseravos Fgidos
__ Roga-se aos Snrs Sub-P-refeitos, ou
quaesquer outra pessoa que tiverem noticias
de urna escrava da costa ja idosa, de nome
Catharina ( senio estiver de nome mudado)
alta alguma coisa secca do corpo e fulla ,
qusndo anda deita os peitos para fora e
quebrada de ambas as verilhas, por isso quan-
do anda abre as pernas ; quem a pegar leve
a ra do Aragio D. 3j que se pagar toda a
despesa.
Fugio no dia 8 do corrente um molato
bem a cabocolado tem os cabellos estirados ,
de idade de 18 a 90 annos alto bastante, e
bem proporcionado a,vista da altura que tem,
rosto redondo olbos grandes, dentas lima-
dos sem buba nao tem defeito algum ve*
sivel, heno todo sertanejo, e enclioa-se a
vaquejir por ter sido filho doserlio e la ser
criado ; de nome Raimundo mas ja andou
fgido pelo serlio 5 anrlos a titulo de forro ,
e se intitula va por Jos Raimundo e por
iss; era conli cido por alguns sertes por onde
andou e por forro nio tem o lucio algum ;
quem o pei>ar leve a ra da Aurora em casa
de Bernardo Duarte Brandio que so re-
compensado. > /
_ No dia 9 do crrante fugio um negro ja
idoao de nome Simio tem a cabsga toda,
branca anda meio corcovado do corpo ,
-tem um carogo na tetla entra os olhos do ta-
raanbodeuma pitomba tem os dlos dos
pi torios para dentro j quem o pegar levo a
ra do peizoto defronte da fortaleza das 5
ponas venda D.'6 que lera io,ojo de gra-
tificigio.
_ No dia t3 do correte fugio urna escra-
va de nome Luisa creoula de idade de a {
a a5 annos, baiza, gorda cor fulla puchan-
do a cabra olhos grandes agaropados, bei*
cuda muito pronostica iem urna sicatriz
na magi do rosto do lado direito intilula-se
forra, cuja escrava esleve presa 00 Qiartel de
polica no dia 5 do correle por oio fazer ca-
so da Senhora e ahi foi comprada; quem
a pegar leve a ra do Padre Floriaoo casa de
sobrado na quina do beco da Carvalba que
sei recompensado.
Moviuiento do Porto
NAVIO SAH1D0 NO DIA 18.
ASSU'; Sumaca Nac. Couceigio Fe'icidade .
do Brasil M. Honrique Jjs Vieira da
Silva carga varios gneros ; passageiros .
brssileiros Joi Varellas B.rca Manuel da
Mello Monte Negro Pessoa Simplicio
Luiz da Rocha e os Advogados Francisco
Xavier de Menezes e Antonio Jos da
souza.
ENTRADOS NO DIA 19.
BALTIMOR ; A-j dias Escuna Americana
VV-jIliarn de aa tonel., equip. 8 Cap.
Jos-ph Leban carga fannha ; ao mesmo
Cup tio.
LIVERPOOL j 49 dias Brigue Inglez Re-
beca Cao. U Lanqfard carga carvio da
pedra: a Jonson Paker di Companbia j
ieoi4 desempedido da quarenteoa.
SAH1D0S NO MESMO DIA;
LISBOA; BrigueNac. Ounda, M. Domin-*
gos Francisco da Silva carga assucar, e
couros ; passageiro um portuguez.
OBSERVACOriNS
No dia 19 fundiou uo lameirio a Barca Jogle
za V Viiliam Rossel, dp. Roberto Brusse ,
carga varios gneros : a Rusael Melors ;
psssageiros um inglez.
Dito : iundiou no lameirio o Brigue AmerH
cano Eide vindo da pesca aa dias, Cap,
Rossel carga azaite de peixe ; ao mcso.9
Cap. e aegue para New Bedford.
r/LK. N A T P. Di. M, *. DE k ARIA i83j.


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EO1RMDPS1_05DG6N INGEST_TIME 2013-03-29T15:51:06Z PACKAGE AA00011611_03577
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES