Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03569


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Full Text
)
AMO DE T839. QIU3fA*E*U
-* ---------


CAMBIOS.
Agoilo 1.
pondres 30 por ifooo seO.
lisboa po por loo premio, jaor metal, ofTercculo.
Flanea 3o a 3i5 res por tranco.
Kio de Janeiro 3 por roo p.
ISoedas de fi|4oo i5g8t>o s Tenas, novas i5j5oo.
4ooo 8j|Uoo a ?|5oo.
Pezos Coluannavios 1700 a 1I710.
Da'ttos Me*ic8P"f 1^64" a if66o.
Patacn Bratileiros i#68o a 1^700.
Premios das leti as, por mez 1 1/4 a 1 i/ipor 100.
PARTIDAS DOSCORREIOSTtRRESTES;
Ciclarle da Paraiba Villas d soa pretencSo
Cidade da Rio 'Iran.le do Norte, e Villas I(
7
dem
Cidade da Fortalera e rulas dem
Villa de Goiaima ......;; I
Cidade de Olinda '' ; J ; | ; ; ;: J ]
Villa de Santo Anto .' I .' s J 3 ; ; .?' g
Dita dtGaranhun a Povoaco do Bonito,- C S f- f
Dittas do Cabo Serinhaem, Rio Formoso, e Porto Calvo
Cidade das Alagoas, e Villa de Maeei. s .: .
Villa da Pajao/de Flores....... ; 5
Todos os correios partera ao meios da.
Segundas e Sextas feira.
Todos os dias;
Quintas ftiras.
Dias 10, e 34 dcada mes
dem 1 tt, e 11 ditto diltoj
dem idem.
dem 13, ditto ditU
fc DE AGO
Tudo agera depende de nos mesmos ; A* nossa prudencia
mederaco, e energa: continuemos como principiamos
serenes apontados com ad.uirc5o entre as Aneos
cunas.
r'1ocameteio da Astembtea Gemido Brasil.
8ubscreve-e para eta fotha a 3jfooo por cpiartel pagos adi4
niados Meta Typoorkfia, ra atas Cruzes D. 3 e na Praca
da Independencia D. :<- e 38, onde se recebera correspon
delicias legalisadas, e anuuncios; insirindo-sc estes gratis)
sendo dos proprios assignanles e Yin los assignados. *
DIAS DA SEMANA.
5 Secunda N. S. das Neves. Ses. da Thei. eaud. doJ. de D. da 1. r. de m.
6 Terca Transfigurar de Christo. M. Re. e audiencia do J. de da 1.
Qua'rta S ("aetano'Taineo. Sesso da T. P.
Quinta S. Ciraco M. Re. e aud. do J. He D. da 1. y.
O Sexta jcj. S. Romo M. Sesso da The*, e aud. do Juiz
'10 Sabbado S. Liurenco M.
11 DomingoS. Tiburcio e Susana Mm.
vara de'manb.
de manli.
o Jui* de Dir. da i.
vara de ras.'
Mari eheia para o dia 8 de Agosto.
As h horas e 3o minutos da manhi. As 4 horas e 54 minutos da tu de;
PERNAMBUCO.'
GOVERNO DA PROVINCIA.
Fxpediente do 3 do corre'*.
OFBeio Ao Comm*ndan(e ds Arrraa ,
para f'fo- dar baixa ao sc!d-do do
segundo Bat-llio Prov'sorio Antonio Al-
ves de Moraes Ferr ra, por nao estar m
eso de fervir na primeira linha.
Dito Ao rp.--.nv> par fisc dmitt!r os
Soldar)- s do segundo BaUlho Proviso io An
ionio J aqoiro M-moel Joaquina des San-
ios, e Antonio Pedro, vivto terem sirio jua-
gados iacapase de servir, pela Junta de Sal-
de.
Dito Ao Inspector da Thesouraria Gl
da Provincia, s'gnificando-lhe que nao tendo
ainda remet do as inforroaces qiiH Ihe Ib
?Io exigidas sobre a exjeuclo que teve a lei
de nove de Desembro de i83o que extingui
a Congregarlo de S. Felippe Neri ; cumpre
que o faca com a possivel b-evidade a 6m de
que Bja cumprido o Imperial Avizs de 8 de
utubro do anno passado.
Djto- Ao Juiz di 1 Vara doCivel clsla Co-
nurc, cimunicindo-lhe que constando a Pre-
sidencia pela sua informarn dada sob*e' o
reguerimtnto do Tablifo Guilherme Pa-
tricio B'serra CavaKalcant J que os Tabe-
lies Manoel Antonio Cne'ho de- O ivpira n
Jilo Francisco Regis re idm tao Bairro de
Santo Antonio contra o disposto no R gu-
lamento de 36 de Janeiro de 187 ; cumpre
que expeca as necessarias ordena a fina de
qae o primeiro resida no Bairro do Recife,
eoaegundo no da Boa-vista, como ho ex-
presso do artigo a. do citado Regula-
ment.
Portara Removendo o Juiz de D'reifo da
Comarca da Boa vista J0S0 Qairino Rodrigues
dd Silva para a de Garanhuos, o Juiz de Di-
reito do Criase des'.a ultima Comarca Anto-
nio Baptista Getirana para a Comarca daNa-
zareth e norteando o Juiz de Direito da ex-
tinta Comarca do Bonito Francisco Mana d-
Freitas e Albuquerque para Juiz da Direito
doCriroeda Cocumaica da Boa vista.
Officio Ao Presidente da Refaci com
mui-icdudo-ih- as remrcdes e nomeacus do
que lacia a p rtaui supra.
Igual commuoiraclo fui dirigida aojnspe-
ctor das Rendas Provincias, e ao. Juizes re-
movidos.
Illms. Snrs. Pelo officio de V. Ss, data-
do do i. do corrente teve es'a Presidencia
a mui *grdavel noticia de achar-je instala-
da nesta Cidade a Assocucao Coromercial
de l'twnambuco, ni tina es-ta tanto mas aa-
tisfatoria, qaan forcos de VV. SS. ? e dos principaes H-
bitaules desta Cidbde que a corepde em me
lliorar esie iinpuiln't rimo da riqueza pu
blica e por meio da quai dtsenvolvendo e
sustentando os interesses -prenl> s Ibes g -
ranlii stm duvida um mais bullanle e li-
soiii'/i'o Induro. Satisfasendo agora aoqua
por VV. SS. como orgia delta, me foi ex-
igido na parle do mesino officio cumpre
igoificar-lb s, que farei por na presenca d->
Guveino Imperial os Est.tuios, que nw en-
viado que tem de reger eaasa digna
asjociaco, e he de esperar qffe o masmo Go
verno lu peri.l Ibes prestar quelie colhi-
ro. oto de que se fz meccedora. E por e<-
ta mesoia occaaiio .teuho igu.lmenle da sig
nificar a VV. SS., que penetrado da maia
viva sttiafaco pelo honrozo conviw que ci-
ta mesma Assiciacio ie digoou faer-me
para sen socio honorario, e votado sernpre a
prosperidade do Commercio desta Cidade,
como Administcd.ir, efilho desta Provincia,
e procorarei quinto em mim e-tier sa-
tisf-ser as patriot'cas vistas dsa dijna Asso-
eUelo, unindo aos de VV. SS. os mens mais
ciicero, 9 ardentes votos para sen incremento
e explendor.
De-s Guarde a VV SS. Palacio do G)ver-
nn de Pernimhiveo 3 d* agosto d iR.q. -
Francisco do Reg Bi'roa Sts Presi-
den t p Secretario da Asociacio Commercial
desta Cid-id-,
THEZORARIA DA PROVINCIA.
discusso da
intrpretac,o do aetj
iddicional.
Juizes mnnicipaes e de orphlos. A l i da
p'ov nci de Pernarobuco de f { de abril de
1886 ( B ) suporimio os oUf| de orphfoi,
e p-ssiu as suas attribuxces nos ]UU*f pe
direito do civel. Supprimio tamb-^m os iu-
zes municipars. A li do Cear da 4 de
junhode i83> (n. a), aboli oa juiz-s da
oinli s e deo as suas attnbuices aos
juizes municp*es nomeades pelo presiden-
te. A da Parabyba de q de marco de i336
( A. D ) supo-imio-os jirz-s da orphios ,
e suhstituio os pelos municipaes.
Juntas de paz. Forio as juntas de ptr.
fX'inctaa, e as suas rttrib'jic"* dadas aos
juizes de direito pela lei do Cears, de 4
EDITA L.
Perante a Thesouraria de Fasenda se dejunhode i835 ( n. a),
ha de por ero hasta publica, para ser arretra- A lei de Pernamboco de 4 de abr! da
tsds, a quem maior preco tTerecer a ren- j l836( B ), supprinr.io a |nvtor parte das at-
da da casa de dous andares e loia cita na tiibuicSes dest-a iu tas e t:da a jurisd-rclo do rte
ra Direita desta Cidade D. 3. do fadoo >f juizes de paz X-epW rTrrqtte t respe,. <;as>loiM>^ao lvame c-aiUactad^pawr -
conciliares, eleices e causas civeis I ripio oceupar-se em alguna eat.bsl.
nascente pertencente a Fasenda Publica a- to
valiada era cento e setenta mil rers por ano, t" qajanlia de 5 j.'ooo rs. A lei de Sc-gipe,
pelo lempo que dercorrer do dia em que se de a5 de (> vereiro de 1837 ( D. F. ) orga-
larar o Termo desta arrematac*5 depoW que nisou-as de 3 juizes de paz smente presi-
forapprovada pt-lo Exm. Sr. Presidente da didaa pf'i juizes de direito.
Provincia, ao ultimo de Junho de i8|3. Juizes do paz e inspectores Al*m da re-
As pessoas -que se proposerem a licitar daceo da jurisdiccio dos jutzes de p'z ja
deveraS comparecer na Salla das Sessoes da notada a lei citada de Pernarobuco, sup-
mesma Thesouraria, nos dias a3 27 e primio tambero os inspector? de quarteirS-s.
3o de Agosto prximo vindo.iro. A lei citada do Cear de 4 de junho man-
Secretaria de Fasenda de Permmbuco 3o don que fossem e'eiios pelos eleitOre do mu-
de Jaiho de l83o; nicipio, ero lisias triplices para o presi-
Joaquim Francisco Bastos, dente escolher quatro que sirvi durante a
Official Maior. legislatura. A Ifi da mesma provincia de
5 ANNUNCIO. q" houvesse fomente tas povosc' om-
A Thesouraria Provincial tendo concluido que o governo jular que sfo de publica uti-
o pagamento dos Prels perlencentes a forca lidade. A lei de Piauby ( A. E. ; antonscu-
Policial, principia a pagara dispesa das Obras pira delegar afumas e msmo todas a a
Publicas, qce na5 pertence aos Ero prega dos wh attnbuicSes aos inspectores de qusi-
que tem diieilo a hum terco em prata na teires.
conformidadeda Portara do Exm. Presiden I Promotores. Pela le. citada da Sergif.e ,
te da Provincia de a do corrente mez. No' de q de marco de 1837, nao sancionada ,
dia ia p.gai a Thesouraria aos Officiaes do d terminou se que os promotores fossem no-
Corpo de Polica, e Bndo este pagamento, in- meados pelo governo sobre propestas dos
dicar os dias conseaotivoa par* pagamento juies de direito e os seus substitutos pelos
dos mais Empregados Provinciaes na. coahr- ju' de direilo sobe proposta dosjmzes
midsde da rlacificacf j da citada Portara. I municipaas ; excluio desse emprego os cle-
J cao Manuel Mendes da Cuaba Azevedo. i rlg" '" sacis e amplioo as suas attnbuices,
Thcsoureiro.
Carapucciro
Diversas Reparficoens.
ALFANDFGA DASF^ZENDAg.
- A Paota he a mesma do numero 170.
M KZA OO CONS L A DO.
m A Pauta he a aesma do numero i56
OBRAS PUBLICAS.
Em virtude da art. 4<> \a Lei Provincial n.
73de 3o de Abril p p. pela Adminie raca5
Fiscal d-s Obra/.Poblicas se de compara
quem |!or menos vender os gneros neguin
les para o Caes da ponte da Bca vista : a sa-
ber deis milbeirus de tijoloi de alvenaria gns
sa 100 alaj ires de caj prda, ia MviHsaa
deb'cnze, p.losmoiies que aataS pataaitea
na Salla ds aobfedil Admin^tr-cao F.scal.
A, V. de \loura.
A.F.
oa outroa que no tem a adroiniatr cao dos
seus bens ; disp> aices estas tarobem consa-
gratl na citada lei ( B ) da provincia de
Pernarobuco : a le tambero citada do Ceai"
( n. aa ) manda que sejio eleitos pelo pte-
ad-nte da provincia ; a lei da Babia de 1
de maio de i$i5 ( n. afu), tambera alte-
rou e regulou aa attnbuices desies empre-
gados.
Cmaras municipaes. A assembl pro-
vincial do Cear legialou ( le de 3 de setem-
bro de i836 ( G. B. ) obr a sua eleico
pelos eleitores do municipio. A lei de Piauby,
d- 5 d- junho de i8J5 ( n. 534 ), delertxi-
nou que fossem eleitos de dous em dous an-
nos a de S. Paulo de 187 ( J. 1 ) de
.l.roo que os imped'menlo designados na
ei geral de 1 de outubro de i8a8-coropre-
h"ii Guardas naciona-ts. A lei de Pernam-
boco d 14 de abril da 836 B. ) abola
mandando que orficiaa:eno sobra lestementa-
! ras bens de deluntos e ausentes capelas
e residdoa e que fossem curadores geraesjGrl Brrtanba so falta pagar iropcsto pelo ar,
dos oioa, raentecaptos cativos e todos que se rejpi-a.
Mtl o povo Inglcz sofre ludo uso; pnrqua
v, e ultlia o bom emprego dos iropostos,
os quaes ro appliradosem estradas em pon-
tes, em cues, e em mil outns objectol da
commo e publica. E sei o mesno ei.tr*
lir1 Os impostos vio nos crescendo annual-
menie em hum prrgr-3>o espantoso. A As*
sembli Ger.l iropSe imi5e as Asscmblcas
Provinciaes as Cmaras Municipaes (Imbena
impe : o'que he que no nosto Brasil no
impe Mas onde est a boa, e vsntajo-
sa applicacio de tantot tributo ? Que cabfdal
se nao desbarata em superBuidadea em car
de comer aaGlhadcs, alora o qua desappaae-^
ce, nio se sihe m que S com o artigo
D plomaca isio be; com aa Legaces ,
Cui.sul-dos ajuda< de caito, e despezas im-
p#aj*>iaua iai;5*oUojo rs. I Ut quid per-
ditio Losj ? Que necesudade temos de Lv-

Discurso do Sr. Sanador Vasconcellos na os cons-lhos de qaalificaclo ejuiysaja reviv-
a e delerm'nou qu-a os guardas iMcionaes
fossenj qualilicados pelo comroandinte do ha
t flciaea noncsdos pelogiverno. A lei do Cea*
r de 28 rln maio de 1835 ( n. |4 ) isen-
tou do servico Aa guarda nacianal oa emprc<
fiados da casarle coTrpcco. Lis do Cear,
Piauby, S. Paulo,' Rio di lanero, dn-
tsrmino que os orc'aes sejo nomeadoi pl/
presidente : em P'auhy sao vatalieios.
Diversos objeclos. A \<\ da provincia dai
Alagoas de 11 de rorreo de 18J7 ( I, *\f. ),
: que nSo F.a sanccionatla, diaptinhaa manei-
ra da apursco das flerc5^s de d p-itados
assemb'a peral e da provincia. A de
Piauhv 1 de 5 de junho da 1815 creou
bum bianavfo, A de Piauby, da a6 dea-
goit-i do r816(G.) ismt-u do recrutamento
da 1. lin'ia os que servem no corpo pnli-
cial da provincia. A da Parabybado Norte,
do 19 de mo de i835 (n. 117), isentou
do recrulamento do exercito e irmada os
to agrcola e tedos os criados de servir. A
da provincia dn S]nla,Catharina dei5 de
junho de 18J ( G. U. ) Ipgis'ou sobr*
c.oliiisacio e dispoz de terrenos dero'o'os.
Finalmente, a lei do MaranhSo, de ao, d*
julho de i83t (art. 8 o), delermiuou o
empreatimo da caixa geral.
(Continua.)
Os nossos impostes.
Nio ha povo maia oneralo .^'ropistos do
quo sejv o povo Ingliz : ali at ha bum im-
posto p-r,a sustentacSio da pobreza que hq
iromeos* conhecido sob a d^nominatao de
c laxa dos pobres ; e o mais be qu o M>
bio Governo Britannico em vez de ler a rs;-a
respeilo procurado corar o mal em sua ori-
gem procedeo e anda procede como en-
tre no a'guns Agricultores, que em lugir
de por todos os esforcos para extinguir ai lor-
m'g-s, parece, quecapitula com el'as pa-
gando Ihei todas as 11 liles o tributo de certas
I ilbas, em que se fartem a fim de nio d"s-
truirem as lavour'a e dest'arte au wnenta-
llip prodigiosamente o numero : em su rma at
gaedes e mais Lgac5as por esaaa a Europi
cas i Nio basti 01 Comqles P Da tat Le-


m- ii.*-- -i. i)
DIARIO PERWAMBUCO
geces eu Dio divino nutro provena roa'S, d >
que darern fea- Gov ru Untes e Uatcs mon-
tos de im par aecoroodar aGlhados. Esta-
Doi rom huma divida enorme elalvi bera
pioximoiH ut bine rola; e entreunto
nio : to go eotimos is dch despee,
roto que iogm ulanos as superfluas I O que
se diz a'lium hororm qne estando individ*-
dff aros cabelles, lodavia d f manchas ao
8(4) irx t;-ni rio ippresentando se cada vea
nis ra*quilh<, e fausl< so ? Nio he lido
por leuco, ser.io lodos desconfiad da sua pro-
lmiade. Os Estados a este respeite eato no
os de qualquer individuo.
V'js-sa o Adthlaitenio Pauta das avalia-
fes das rtercdoris mana.do ltimamente
i- nberer-se ha que augmento de Recis ptoi
huma paMe e por outra que vi-xame pra o
pib e povo Bns bi tero de pagar d'era mi diante 8s' rs. de direi
(osp^rar. : a manleiga ico is por 1.h : fa-
tinha dd lligo 2s is. per ar. .' Qual ser o re-
sultado inlailite1 de ouerara aun estes ge-ie-
ros d'inipottucio ? Oe.-irangeiro ri se disso :
porque quera h s hmieptg. r tu lo U< de sr o
misero consumidor que he em ultima ani.lt-
^e schre quero recahem lodo os impo.tos.
Porque pieco pbissenio vii r' a minteiga ,
e o que mais he o bac-lhao e a fat inha de
(rico .' NfO U'daia que bum biscoito cus-- 4
i. ; e quem vea m-is pao de viejeea? O
de dois n>o rM< ce .i ao- antigs pie inho do
E pi:itoS.mlo. Mabteiga Isa t chgai
p*ia es necs A ftrinba detrito, e o baca-
Ib a o enteros lera se podem chamar gneros
de primara ucessid sin de direitos he ( o pob e povo i.a maior
coo-lern- c e vex^me.
Mas ao mcsuia passo que leaos da p'gi;
peralto preco o pao o b-icihao oiant.i-
ga e culros gneros, quite 8 consolar-nos,
e romo que indi mnitar-nes abixmdo as ava
J'acts dos boiots de madre perola e dos *i-
''o- pira vidrie** laso tira comcm que
bar.le ; e o pr-h e, qu ndo liver de dar
dona lostes, e mais por huma lili, de bar*
1 Ukao t e doui viateos pv; hum patiiiabo tit
reliquia rc-vein Gcar consola io se rtfl srtil,
queja tJe tc-r inait baratos os vidres de vi-
drac* e os bldvS de madre p-ro'a!!'
Vanj-ta huma maravillis e cada v-. z a me bar.
Noauno do t8ii aud.va a nossa AttyQi*
ior p U20 flaSM de ii md coitos: heja c! a
huma grande pule deste debsrsta-se cott-
sas soperfluas. e an sereir multas wi pi-
ra eochflr a vaharos Rengte e a trac-
1 ~a' ----------------
medio: occorre-ma -o que tenho iodjeado,
?as bem pode ser me descrtete na nunha
herapetict poltica. Fartura de Doctores
Brasil. A
>:.-r SS3.1T. ^
d-s e quisi fas desatinar ha ver encumea-
dos, e largamente susien'ado'com o soor do
Povo homens a de horrorosos rimes.
Todava nio desesperemos d Ptii. ca-
camos ver respeilo* n>s energiomerte. o
rroRSOS rn.l.-s Peoras dx'ras, e bem inten
cionidas debtaScom trdis as armis do rae o
cinio a que to viulissima da reforma E'ei'o
ral ; discuta se a malaria consulte se a publi
caopiniio; e reeonheci la a necosidade ur-
enle d tal medida ella ra' a ser Decreta-
da como cutipre que jeja pdo Corpo Le
gislativo d< Naci; e d'esl'arte p>rece me,
que ne hoiara' muito a n ssa trist^ condicla.
Eoirelanta resi,n uno-nos. Vamos corupran
do O po, o bac-lhao a manteiga pal p^co
exorb ante ; pi< qu- por outra parte teremss
muilo mais barat-s os vidros e os botos de
madre perola favores, e finezas deque o
Potj Brasileiro hedevcJor ahuma grande
parte de seus Delegados de seua Represen
Untes, que assin traciaS a 01 seus Constiu-

vmendarem a ma tifo sei de quem se de-
era que-ixar.
E.id. testo o:b*olulismo, venhs e'le don
de vier e o sic vol sic jnbeo s dte
competir, e oropele a o Ente dos ent*s,
que sendo ir,Godamente sabio e inGnilamen
le justo eliom, nio he possivel eng'ia--e ,
meuserroa, e indicar o tefdadeire curativo
le lio grandes males entre tnt0 qoe eo e
o pobre Povo iremos comprando por bam di-
nh-iro o pia, a rointeiga o inseparavM
amigo bacalha, etc. ele, consalando-
oos com ver, que baratearao' os vidros, eos
botoena de m.dre prela; e a tuautem,
Djmne, roiserera nobis. Deo gratiaa.
VARIEDADE.
Ancdotas.
Hiodo hum pad.cenle pera o patbulo o
Padre, que 9 accoropanhava, julg _do-o
muito cont'iio, Ihedisse. Qaanto s ditoso,
meu Gibo Hw-je roesmo vi cear coro os Ao-
jos O' Sr. Padre (respondeo-Ihe o pade-
cente mullo nchuto) quer V. trocar a
ici ptla minha ?
su
Hum negocian'e Uvava bum Gibo a Bapti-
zar s equaodo o preseocs dos convidados o
Parocbo p^rguntou o doibh do pai da enanca ,
o nosso bomem costumado s formulas coro-
mTciai-s respondeo promptamente He
Gha de Pedro Coelho e Compaohia.
Hora Escrivo* novato foi procurar hum da
o sea juiz muito pensativo, e. consternado.
nOijuet-TD, eoiine prrt' nde ? Lbe per-
guoiou o ioiz Sr. hum sujeito- honlem
nem querer enganar-no. : mas hum p den ^ ^ ^ ^ drtBOin J de ^o.o .
. *. e ladrad, eu nio sube corao me deia baver
rom eha : assim vei.ho ler com V. S. para me
dizer o que costuma lazer nestes casos'
(Do Archivo Popular )
fl g-Fo < tinto peior he o abtolutism?
a ti* ot)'revestida das firmuUs Const lucio
naes. No lempo do Ri velho muitas veres
as Callaras represent |U' \l' imposto, e era5 altendidas ; hoje po-
rem os Delfgad. s e Representar tes do Sjbe-
. ,,ii) (que he a Naci) c^negao *, e sobrecar-
regau a dos mpostos que bem Ibes p-eca ,
eamesma W-ca que agente, e va'-se d.
scrando, ercpob'ccenda e endivijan lo para
avara hidop-i'-a ambicio d'huma duna des
partaIbes e velbacas m:rei, que ajo os que
's escaaers, cu di-l>aixo da r'oriin decidera
definitivamente da sorte do Brasil / Nunca
degradei, neao degradre esta fr.c p?nna ,
Correspondencias
Correspondencia entre o Censor Papirio e
' o Censor Sempronio.
Papirio Sjyd a Sempronio.
te
Como a forc de qualquer governo cnsis
na disciplina na ausleridade dos cos-
aco i-elliand.), *'U insiouandj a insurrecic f;4aeev, e na constante observacio da todas as
que fora isto querer remediar hum m*l com L is.estio de certa perdidas as nos-as esperan
qoosi a iG u-ll coiiloi alera das t!ep>zasex- outm maior. O remedio parece-me ser o q'itt cs, meu caro Sempronio se nio trabalhar-
cima indiquei; e lio de senlo estru nesta mos quanta pprmiltirem as nossas forcas,
minha humilde'-pimio que ent-ndo s- r para que a ambicio do gran les e a ouza-
iii'ufficienle toda e qualquer nv-dida que nao da dos pequeos se nao animen ao menos
for a de ir a'fonte do ra.l, que quant > a roim cora Unto excesso a Iranstornar a ordero,
esta' toda om o nosso svstema Eleiiortl. I lo deiejada, dos botis, e qne lanos cuidados,
Em quolo oimporUntissima cargo de Re- e desvelos tem custado aos sabios, e aos
traoi dinai i.s que se vio f-sendo a os f\ e 6
mil cuit s de rs. S no Artigo Tcacaf, e
Pcrsjtb vae-se hum cabed^l imme'iso. Alnn
d stoqu asi ledos os anuos vanas Repartieres
sao n min-cjs ,
n rec que a Gm dearranjar a n nos -.fub.dos,
ando os amigos para as sus cass cerner os or-
denados em sar.cta occio. Finalmente cada
?rz mais imposlos para fizar I C3 s enormes
despeza-, cid zer-se muito bem que est n uno fe iz da rae m-
aor'e que o algez que no crc> re tliango
lava ao infeliz D. Caika, ih.-t'iia, arcando
coro elle C-la r/.a seor D. Caries; lu-
do uue se hace es por :u ben.
E dondj vi'd' essa massa de males, que pe
li schre i b ? Virio aicuo do System* Re
preseolativu ? ^io cerlamente. Vera sim dt-
i.s icsiBiit ; *ein do nos-u egosmo, da nos que eu j e desde que me veio ao bestunto cs-
sa mxoialidaue. as roaos do Povo esta'o
leroeei-.i oi) gravtb inonvenifntes. Haj
nelior escolha em a elcicao dos Representan-
tes <'a ,% raa. Nio se eo- ni voios a homens
quebradas, ssuj-ilos, que hiucaa Deputa
c.o, coma modo de vida ; porque Ites indi-
viduos rsramente tno aquella independencia,
que lio precisa se faz a bu Legislador, e de
naravilha -eio rapares de cerrar se a' banda ,
quHfida e tt'tar do bem publico e de deixar
de aar engolosinados pelas promess^s di Po-
der L'xtcutivj. Em meu huiti de entender o
maior o< f itu da nossa Cor^lituiao eta' em o
aystem> Elercral Exij-c-se rcaior. s garan
las ce reniiiie; tos em os EUitores, rouil.
mi or semina, e saber para es Depul dos ;
i;o perreb.-.o tsus mus do que o qi.aotia
no para de.pez.s das vi g ns eu quinde
hj5de ter lon raiio, aeja mhibidos de
cecupar rapiego a gum que l'osse creado
< uranWa sua Depotacio e anida quatro un-
ios depois desla que roe quer parecer seri.5
mir.ga/ados ccnsideravelmtiite rs no, os malea.
Enio lo haveiia tanto deseja o'ag/rdar ao
di Mii.islrc e conseguiolemei.te o se mi
tigaiia ivuilo esa eede a'imposios ou caso se
rcirtassem, eri*6 par* oIjkcio de pabhca.
leccobecida utilidad* s e neite caso i altea o
Jovoe mprassr de melhor gi^du o paa, o ha
t Ihao, a naainga, &c l> "u" ""' ll"
peco. Oqtta mawaggreva e escandaliza
aala be tanto o imposto qun o o Ter qa
presentante da Naci for cbjecto detspecula-
cio ahi para qualquer bidaroero pobret5 ou
quebrado ou em quinto o Gaverno poder
com promestas, e dadivas ganh.tr as vonta-
d res os impestos hio de ir em hum progresso
spanloso, ludo ha de ser pouco para saciara
tanto velluco, e o pobre Iira.il .-hegadjj
desesperacao, talvez venha a despedacar se
m pequeas e degr*cadas fracc5es do que
infeiirmente j s|a a:.parecendo ensaios. Nin-
guem mais avesso a Repblicas no Brasil do
crever pata o respeilavel Publico anda rio
srssei de zorngar a sucia Republiqueira : mas
rer va confessar que es ahuros do Poder,
maUerssces das Governantes e (com o de-
vie'o respeilc,) variis di^posicoes Legislativas
talvez concorress>'m mais que muilo pira as
n>urreices do Para, do Rj Grande do Sul,
da Babia. As desorden* d s familias direc-
!a cu indirectamente provm sempre d'a-
quelles que as governa; ano mesmo caso
esto os Est des.
A refirma Eleiloral tambem deve rrc.ihir
subre os Meabros das Assemblas Provinciaes
de maueira que estes nio rartca das grapas ,
>-. favores dos Sis. Presidentes, ou de sujeiios
m.fluentes em ele loes. Neslis Asseablas be
prrcisi. qoanio a mim ciear outra Cma-
ra de Senadores que seja grandes proprie-
laucs, e hnreos de reconheeda independen-
cis, e mais interessados, que ninguem na
manutencio da ordem piosperid.de da Pro
mhcm e mlegiidade do Imperio. Se assim
nao for quer rae pa ecer que as Assem
blvaa Provinciaes vi o a ser o el meato pri
meroeal da desmenibr.cao do Brasil.
Tes sio as miohaa flacas ideus aebre esle
objecus de lio alto interesse. TaUez nao se-
jt5 aceitadas : oulros miis ainados e muin
mais instmidos, do que eu i acarar fcit-
materia por oulro lado e irio mais cei ti
em su.'S con biucts : mis neste caso sirvi
me para perdi e desculpa as roiobas boa
in tnc ns, Vejo o mal aubello o sea i*
patriotas.
Se laucando as vistas Sobre o es'ado de nossa
repblica considero a que medonho abismo
nos ha condusido a ambicio destes a igno-
rancia daquelles ea immoralidade de qna-
ze lodos representa se mu ver a nossa cara
patria,ou victima d > despoliim-i. ou prez i dos
inimigos. Dalia de muito longe. as caur.as
de nossos males e quando ai raiaes se tem
profundado minio pela Ierra difncil e arran-
car arvore. A nossa capital, que prn-
cipiou a sua grandeza, sendo azilo de fon
gidos ero g.ande parle, e de homens que
tugiio a invssio de inimigos recebeo ero
seu se o a conupcio dos malvados e o dis-
prezo daquelles, que ( por neces*idade vi-
riSo havitir um paiz que piles olhsvo aic1
coro honor -, ccnti-se, que i das principaes
pessoas, a quem a invasio dos inimigos trouxe
paia a capital, ero qu os nj d'iim sof, para nio calcar o nosso so-
I ; este cont, que me prete apecrifo e-a
contado como verdadeiro, e applaudida por
i-lj-uns. J se deixa ver do exposto que es
immcraes e criminosos nao podiiosa nio io-
Quir-nes a iromorslidade, e o amor aos cri-
mes e que os bons mo grado seus ven-
do-se na precisio de curar di nesso sugmen-
to, e grandeza f.ziio-uo por necssid dej e
quem d obngado, d o menos que pode.
Porem ao obstante andarem lia cruzados
os acares de nossas desgrscas conseguira
alguna genios, que oa venios nos fossem
ponleiros. A Iiberdide raiou em nosso ho-
risente ; mu que de nuveus espeasas e pre-
nbes deraios abrazadores ainda volteio so-
bre as nossas rub.'C'as O Uixo que nos
truoze t corle cor ompida nos ha ofjusca-
do lano a iaii>, que pomos vmdaanos-
ba honra a nossa gloris, o nosso descanco,
a nessa uberdade mesma para eSmta de com-
piarmos loupainhas *]ue cjiu o vento des
e^iaa e desmerecen?. Todos desejio ser
cenadores, mata muguem quer aer plebeo, e t
elogiado o noma de povo, plebeo, vu'gopa-
la boca daquelles que queiero aer senadores
emanstaa costa do sangue ,e vidas desaa
ultiroVclassed. re, ublica que parece craada,
par.ob^cer, e servir ao. m.js .xper|
tos sei 6 de q clisse forero. Dezejio-s I
asVrmss nfo *& 'M d' *?* Tj
contra, patria ; u* meto rpido de UJ
zer grande forluna o baterem se os 1>'' porque foi assim que na aoldados de Sulla
pissarf j a gavernar a repblica e a pafMMT
com que livessem una tratamente igual so aos
reis j em 6m meu caro Sempronio a uber-
dade ero nosso poder tem sido, carao u
peca de vidro nat rois dos meninos que
em breve empose fz em pedacos.
F.m quau'.o se conservarla gravados em
nosso coracSas aqoelles sagrados preceitos,
que recebemos de nosscsantepasaidos, e que
elles tinhlo sabido adqoirir por a loriga
exp riencia, e par roeio d'i consiente re-
flexa5 oommetiiio si criroes bem ver-
dada pois nos eramos homens, mis ao me-
os os criminosas compung'Io-se dos ter
commeltido: boje (oh desgraca)oa crimne-
los se vangloieio da ser criminosos ; e plei-
leio roesmo a quem os hade commeiter ma-
iores, e mais horriteis. 5*, em menoscibo
da lei e em despreso das auctoridades se
lenta contra a vida do cidadio, indigia-se logo
a pessos, que foi aoclora do attentado, e o mais
e, que auctoridades ha, que ternera declarar
ao pub'ico o norae do assassino. Peguntar-
me eis vos cmo se indigita a pessoa logo
que se commelte o criroe ? Porque o mesmo
criminoso se jacta daquella accio.como se, tives
se socorrido a um deigr-cado. E pensis vos,
meu miado colega que este preced merlo
s pralico enlre os -randes, entre os ri-
cos, e poderosos ? Nio vos engais sio os
grandes cerl*mente, sio os podtrisos que o
c- mmeliera ; mais he incersano distinguir
du.s especies de poo'eroos ; uns o ro pelo
seu dinheiro, represen lacio cargo etc. ou-
tros lumbero o >io p> la maior cp>cidade,
que lem de comro.tlerem crines. O assissi-
iio que s.'be cravar o punh.l de modo que a
pobre victima nio pode diser ai este
grande poderoso, tem pillnos, que o de-
fendi conta com o diuheiro de seus ami-
pos, cmfim poueroso da i. ordem- Vedes
muitas vezes um desses homens d-sgracados ,
pobre, sem qualidadea, nem presiig-o a'gura,
a favor, e em defeza do qual grandes perso-
naguas se inleresso ; e porqua ? Poique sio
exi-eutoies das seoiencas dea grandes ; e disto
resolta, que os bons ciddioa oio pdeos contar
com a segurosla pessoil. CJuaodo o homem
que se achava aggravado em sua h jura eoovi-
dava ao aggravante para um duello, ambas se
preparsvio armavio ae: balilise, e mu l
veres o singue, que carra de a ligeira f-
tida vinba apagar o loga do odio, e da vio-
ganca ; mas hoja, que o cidadio ndefeso, o
muias vezes innocente, v os seus das de-
pendentes do punh.l d'um sssassino, do qual
oenhi precaucio o pode hvrar deve-se
lamentar a desgraca da repblica, O homem
habituado a laes crispes vira muitas vezas o po-
ohkl contra a esposa, contra oa.-cigo, e al
contra es mesmos, que d'elle se se Vio para
I.es fius.
E'pois, meu caro Sempronio, lamentavel
o estada d repblica quando a immora-
lidade chega drsl modo iulmodeccr as leis,
a parausar a juslica a manietar as auctori*
dade, e inniquilar a liberdade E' bem que
a nossa cidade pela vigilancia de alguna ma-
gistmdos, seja a que a esle respeito esleja mais
arrala detaes cimes\, comludo anda vemos,
aa vezes, perpetrados algs, com q' nalureza
se horroiisa. Magistrados, necesario, que
tos valis ?ordialmente ao socego publico,
feheidade da patria ao bem da humanidade.
Eu bem conbeco que o magistrado a ho-
rnera, e qne se por sua probid-d* nao
vende a justica, muitas vezes para servir a ura
amigo, a um patente d torcico'.os le,
perdoa-ao criminoso e Goge, que ignara t>
crime ; mais para vos ai) ha desculpa ou
sede justos, ou deix>i de ser juia-s. E
\b meu caro Sempronio, nao d ix-ais de
clamar a bem da patria.
Vale.
Sars. Redactores .Se ha hum mo nenio,,
em que o appe.Uo para a 1 aprensa seja pre-
cioso ao (-Jado, be aquell.-em que se elle ve
desamparado da prole-cao, que aa autbor ida-
des Un devem ; auioiida Jes que certo por
seu bem e oio para o vexar forad institui-
das : be torca que eu 'orante as miniis de-
bis veces em piol do Commercio, a quena
fez revollaute mjustica o liim. Snr. Inspector
da Tlus ur.ria cuna o de-p.co esarado nene
Reiutiimnuto em que os tup acantea ped .
que S S. remoVesae os inconvenientes, que
aofiria o Commercio com a pratica admiuna
aes despache de ferro e otilroa bjeclos per
tsdos e velrnosos.


m
DIARIO D E PRRNAMBUCO
!)
Fundarlo- 01 Beqnerentes ero que a
duposica do art. 177 do Regiment da Al-
fa ndega era permissiva e nfo imperativa,
por qaanto sendo a ana mo a calera.
d, a miior expediente do Com' rcio apo-
do a aua disposicio hum favor delle se po-
da abrir mo quando ae deaiero conten- nciai
contrarias e mais ponderosas: que o fe
ro nlo esteva comprehendido na expresas
limitacfo do art. 18a >. que nlo sendo elle
aliviado da arro&renagem fora absurda, an-
tinmico ajusto engaoso-, que nin
podesse ser recolhido ao* armazens, poia se
armaienagem era devida o* armaren* tam
bero era6de?idoa, por quanto esa* iropos
lo ae fund no uro que os particulada f.sero
doa rmaseos Nacin es.
Em verdade sendo os deapachoa sobre agoa
hum favor ao Comraercio rasfo ha para que
os Negocianlea que delle ao ap-oveitt o
compensen pagando a armazeopgern ainda
que dos rmasena nao faci uao porque com
rasio diz a Fatenda : com nao desembarcar
este genero para Alf.ndega com fasar-ae o
despacho delle aobre agoa tiraes huma vea-
tagem, que devei* compensar com o mesmo
que os outros paglo desembarcando, o aer
vindo-se dos armasens para recolher os seus
genero* sendo certo que vos nao aervis doa
mesmo* arm asens porque nio querei e
toj nao convtm; mais qua5 absurdo n6 fo
ra que hum tal sentido ae invertesse, e que
a Fasenda contractasse pelo modo leonino ,
e desptico que incu'ca o Illm. Inspector,
fundado no dogmtico e lacon'co Parecer
'Vc.l Sois obrigtdos a despachar aab-e a
goa posto que contraria* eejaS aa vossascon-
veniencias deveit a armasenagem que ae
funda no uto que se faz do* armasen nacio-
naes roas vi nao pudeis faaer oto destes
rmaseos ainda em extrema precalo .' ?
Onde he que se sio hum imposto aneado io-
mente sobre a bolsa do cidadio e nio so-
bre Igum objecto de utilidade coanmodo ,
ou necessidade ? Quero ja vio pagar-se o
Inguel dehumacaaa para morar sena ra.
Que o ai t. 177 he permisivo com evi-
dencia se coiihrce confrontando se o artigo
102 que rigorosamente suppoem eisa per-
missa : dito art. : As mercadora* no
cas do art. 100 ; que ae 'depoaitarem' na Al-
fandeg pagarn meiisalmenle a arrnazeasgem
na rasab de 4o ra. por quintal de'tarro' e de
outroa metaes e 60 rei* por p cubico de vo-
luroe etc. e depcia : Se o deposito for em
armasen* particulares etc. O que ceneloir
rigorosamente daqui ? que o ferro e outros
objeclos nio comprehendido* ni letra do
art. lito podem ou nio ser despachados so
bie agoa podem ou nio wr recolhidca aos
rmaseos da A'fandega,
Nem se diga que, aquella permissado art
loa se refere somente as mercadotiss da a t .
100 isto he aquellas que desembarraren] por
canza da ruina da Embarcarlo por quin-
to 11-6 i na5 era aquelle o logar propno pa-
ra faaer esta excepetd aot despachos sobre a-
goa mas quando tiatasse desses despachos,
lugar aoade huma tal eicepcs5 nio est ex-
prt-ssamente consignada, como porque a ex-
precio *e depositaren) uzada em tal ca-
zo supprm ja o direito de depositar, direito
qi-e o lllm. Inspector nrga sendo certo o
fim que o Legislador teve em viatas nesse ar-
tigo o favor tipecial que elle criou para a
quedas mercadorii* desembarcadas em cir-
cunstancias ta5 critica* foi adimtnuicad da
armasenagem e qua se por ventura ali fal-
lou do deposito, foi pela necessidade de es-
labtlucei a -distmecio que, fez a respeito da
tre>ma armazenagem : a simples leitura con-
vence que o Gm nico daquelle art. 10a fui
u batimento da aimateuagem que este he
o favviespecial as utercadorias do art. 100,
e nio o do di positvi, que he commum a lodo;
qua Lie huma obngaco daqu9e que recebe
o imposto.
Eoi verdade que ti i>le siIu.cj nio re-
duzo o Um. Inspector os Consignatarios dos
J\.ius ? tm que ollislo ae ho de allea vei?
O despacho da Alfndtga somenie solve agoa
como quer o lllm. Inspector; o dono da mer
doria sem a querer receber por falta de
aimazena o Capillo do Navio cl.m.mio pe-
Ja demora da descarga que Ihe augmenta a
ncoragem entretanto que uio pode pelas Leis
Martimas cootiderar-te desobrigado e re-
ceber o >eu fretesem que aponha no Trapi
che d'AlUndega 5 a aucuragem ciescendo :
que desespero '. que violencia ? Na6se pe-
oe ao lllm. Inspector como elle diz que al-
tere o art. 177 porero que o anttoda como
quer a Lgica confronlando-ocom o art.
joa e com oa de mais do Regulamtnto que
i6 faca ao Legislador a injuriada soppor que
>le ciiou a arauzenagem ma* prohibi o
uto doa arnaKoi, quaado o NegOiante del-
na*
lea carece***. Imprima citas pouei* liaba*
para o desabofw da hum ,
Pacienta.
Illm. Snr. Inspector da Thesouraria. Ro-
a* & Braga Negociantes deata Pract vem re-
querer a V. S. huma providencia que remo-
va o* inconveniente* e damnos que tiles
sofrena e soffraj todo o Commercio com a
pratica admittida na Alfandeg para os des-
pacho* de ferro e outro* objecto* pesados
ou volumosos.
O ReguUmento d'Alfandega pertendendo
dsr rnaior expediente e celeridade nos Des-
pachos pe-miitin no art. 177 que t-tes ene-
ros fossem despachados abordo da* lancha* ,
sem qno estas atractssem poote ; masdesla
permum nao ta pode concluir, que seja pro-
hibida a descarga do ferro e outros genero*
para a Alfandeg a Gm da serem recolhidoa
nos armasens d'ella ,* ou no* alfandegados ,
nio so porque o trro nlo entra na ezcepcao
do art. 18a do Regularoenlo mas tambera
porque todas as mercaderas aem excepcio al-
guroa pagio armazenagem ; a ninguem poda-
r admitlir nem por momentos, qu* a Ad-
mni&tracio Publica receba direitos de arma-
senagem de mercadorias que absolutamente
repela dos armasens d'Alfandega : porque
a n talcaio dar-se-ia hum tributo injusto, e
engano-o.
Dcste modo de axecutar o Regula ment ae-
gue hum oota*el prejuiso aos dono* do* Na-
vio* quando os pioprietarios daa mercado
na* demorio o desptxo dellaa oa por nio
quererem as buscas qua os prejudicio peta
di Hertica de arqutelo (como sucredeo com
o Ierro de Sur* viudo na Escuna Des'aodes
da consigaacio das Supp'icantes ) ou por qu*l
quar outra circunstancia peculiar j pjr
quanto as Leis martimas s desobrigio o
dono d 1 Navio pela responsabilidad* das
mercado-ia* te as deicarrtga as Alfande-
g*, porque j* man admitiere, que huma Al-
fandeg exclua o desembarque de algum gene-
ro suzeito a dirti os de armasenagem. E da-
do o caso de tecutara alfandeg a descarga
para seus armasen* ve-se o douo do Navio
obrigado a lar abordj a marcado, i< a bea
em tempo limitado com o seu Commercio
em pitado, a pagando diaria nenie direitos
d'ancragem.
A p-rc pcio dettea diraitca d'ancoragem era
bastante pua que na Alfandeg se nio raed-
zas.e a detcarga na ponte licenca pira os
Navios descaregarem ( muitas Tetes negada
por motive* capricliosi*) e o recebimenlo
dos goneros para ca armasen*, para que su
nao entendesse que nes^a Repartica5 penaba-
se lucro com os uibira^os co Commercio.
Requeiem pois os Suplicante* a V S. para
mandar, que n'AKandega se deixe tisera des-
carga de tjdos os geueros e se recebad pa-
ra os armasens d"til* ou para oa Alf>uJegado*
t^das as vetes q' os carregudores ou 01 dono*
dos Navios quiserem abnr ra6 da permitsad
duart. 177 do Regolamento; alisi decid* V.S.
de quem ae deve cobrar os direitos ue anco-
rafem quando a mercadoria se demora a-
buruoi por nao querer o dono despchala so
bre agoa ou porque Ihe embarassem n'AI-
fand.ga esse despacho ptit nao be justo que
pague o dono do Navio, que nao be causa-
dor desea demora ; declarando igualmente
on'Je pode o douo do Navia descarregir as
aercadonai qua o carregador nao quisar
despachar, vuto que negada a descaiga par*
a Altndega partee, que a Auibond.ue, que
vela neasa hpailiva deve dar o remedio o
mal cauaado par tss* piohibicaS. Kec.fe a5
de Mato e ib"Jo.
E. R. M.
lufurme o Sar. Inspector d'Alfandega.
Thesoutaria de t'ernaoibuuo a5 de Alaio de
Haja vista o Sor. Procurador Fi*cai. Tiie-
zomaria de Pemambuco 3 de Juobu d i8g.
$va.
O art. 177 do R galamentode^ aa de Ju-
uho de baono me parees permiisivo, mas
imperat.vo, e prohibitivo raesmo combina-
do cum o art. 18a vista deiea ed.sc.r-
cunalaiiciaa peculiares desta Porto, e Aitau-
ueg. em Sessa ae feaoifefa. Recite a8 de
Junho de lOg. Mello.
Em Sesto darei o meu parecer.
Ludgero.
Esta Theouraria nio pode aher.r o artigo
177 do Kegulamenlo e por leso nao pode
dar ordena p*ra que os g-eroi de dehcil de-
sembarque eotrem para ts aimaseaa d Alfan-
deg muilo principalmente n*6 o* h. vendo
com aa commodidaue* neoe*Mna*. Quao lo
dcamoia, que pona baver nu deiearga, oas-
ta data a'expede orden aa Inspector d'Alfan-
dega para adiantar quanto for pnsaivrl os
despacho* ; e quanto ao* prejusos que o*
Suppl cante* possaS snCrer na demora daa
cimas deiearga* devpm procurar a sua in-
demaisacaS da quem competir peloi taeios,
qua ju'garem convonieat*.
Thesouraria da Pernambuco 17 de Julbo
de i839.
Silva,
LOTERA DO SEMINARIO.
O Reitor do Seminario Episcopal de O
liada avisa ao re*petavel publico que as
rada* da Lotera concedida beneficio da ios
trac*5 em o mesmo Seminario anda im
preterir!mente em odia a6 do crrante no
Consistorio da Igreja de Nossa Senbora do
Ron rio.
THEATRO PUBLICO.
Hoje (8) a beneficio de Ignacio Jot-
qniro Ferreir* se representa a insigne peca
- lira inez de feria finda esta cantar aa ha o
applaudido duelo da* Pitanguiohas
Rematando com jocosa farca. da Casta
nbeira.
THEATRO D'OLIND;
Sexta feira q do crrante a Companhia do
Tbeatro do Recife representara no daqoella
Cidad* a Peca de Antonio Xavier intitula-
da, o Brigadeiro Sinval : o Snr. Gama recta-
i ua E'ogij de gatidao aos Illustrea Aca-
dmicos, representando pnla primeira vez na
quelle Tlieatro a parte do Brigadeiro. Can-
tar se-ha hum dos melbore duetos, rematan-
de coro a mu jocosa tarca o marido man-
driio*
Companhia do Bebiribe.
O Comelbo Dalibentivo da Companhia
esaprehendedora do encanamento da* agoii,
avisa aos Snr*. Accioniatc* que do dia 10
da correte em diante devem entrar para a
caixa da Companhia com 4 por cnto aobre o
valor da* accoens que tubscrevera e por
cotila da 1. preatacao ; a fim de se faserem oa
necessarios aprestos para dar principio as o-
bras. A* entrada* serio feitai em lodos oa
das uteis das 8 hora* da manhla s 5 da tar-
de no Escriploiio do Snr. Antonio Jos Pi-
res, caixa da Companhia, na Pracihna do Li-
vramento D aa onda continua a imcrip-
cao para o resto des accoe* que nio te achio
deslnbuidas.
B. J. F. Barro*.
1.* Secretario da Comp.
Avisos Diversos.
- Quem quiser comprar urna morada de
cata terrea na Povoaca dos Affogtdos com
un meio sitio tendo de cumprimento 33o e
tanto* palmo* plantado Ierra* proprias ,
urna casi no meio do quintal de tijolo e cal
para cozinba ou para qualquer oulra couza ,
o portio delta para outra ra, com trra auffi
cente pa a ama cande 18 a ao palmos de
largura ficando livre o portad para sabida da
ciaa grande : dirija-se a ra do Muir, prin-
cipio do atierro dos Affjgados passando o
beco do Peixoto e a venda do Sor. Jlo Lo-
pes na quinta casa que la achara com quem
tractar, 00 annuncie.
No principio do atierro dos A (Togados
em ca**de Silvestre Joaquim do Nascimen-
leas q<;atro canoas graode e bon* canoei-
ro, promplospara carregar qualquer frete
como tambero ae ofierece a fornecer qualquer
obra de lijlo* dealventria e barro, para ae
p 'gar no fi-a da obra.
v. O Tabelliad Vlanoel Antonio Coelho de
Oliveira fat sciente ao respeilavel publico, e
aulhoridades que se achanoBairro do Re-
cife de S. Fr. Pedro Goncalve ra da Ca-
deia, 1. andar D. 5 onde tero loja Jlo
Amonio Soare de Abreo das 8 horas da
manbiaat 1 horada tarde, e dai 3 ale' aa
6 borai, e ai parles que preci*arm do ex
pediente de seu oficio podem procura! O no
dito Bairro onde aerad aervidoi .como tena
sido promptmenle ale agora.
_ Da-se 3oo,ooo rs animalmente a hum
homem ancio. e aem familia para ensi-
llar as prirceias letras a dous menino* em
Eogenbo distante da Villa do Rio Formoso ,
lego* e meia ; e juntamente tncarregar-ae d
faaer algans miibIoi oa lunbranc** pertsa-
------
eentel ao-dito Engenho : a quem ulo convi
er nnunrie ou dirija-s* ao ultimo sobrado
na ra Nova ao p da ponte lado do Norte ,
1. andar.
- Por ordem da Presidencia o Engenheiro
J. Boyr fat iib^r, que alea d* diver-
101 annuncioa nio tendo aparecido nenhurn
servante fono na obra do Caes o jornal de
servente fono accreacentado de um quarto da
mais que os jernaes dos escrayoi ficando a-
sim a 800 rs. convida a quero fiser conta.
. Precisa-se de urna ama de Leite, e se
for eicrava melhor, anda mesmo por com-
pra : quera naa ciccunttancas ae achar diri-
ia-ae ao Atierro dos Afogados primeiro lobra-
do de um andar.
- Precisa-se allugar huma casa terrea eaa
qualquer dos tres Bairros desta Cidade qus
o seo alluguer nio exceda a oitn mil rea
meniaes, dndose dismeies adiantsdo*. e
fiador ainda que teja em ra menos publi-
ca ; quem a tiver annuncie para ser procu-
rado.
- Precisi-ie de hum F da a cvpacidade, a que leja toltoiro prefe-
rindo-te porluguet pira bum Engenho
distante de*ta praca aei* legoa*. os nestaa
circuaatancia*, dirij-se *o Engenho S. Josa
da Malta a talar com o Sr.do mesmo Enge-
nho.
- Precita-te allugar bum andar da sobra*
do sendo no Bairro do Recite, ou SmtQ
Antonio, annuncie.
_ Alluga-se huma can de doua andacei,
aeabada de novo, ecommuitos boni comino-
doi, lita trat da Matrt d* Boa-vista : os
pertendentes dirijio-te a mesma para o -
juste.
M O abaixo aiaigntdo drc'ir* qoalquar
Revd.# Sr. Sacerdote que quizer aer coad-
jutor da Freguetia dci A O"-gados, que se en-
tenda como Parocho da meicionada Fregu-
ta no lateo da S. Pedro D. 9, que f.i todo
0 ajuat** contento.
O Vigario Jlo Antonio Torras.,
- O Fiscal Biraia piecia de tre ier-
vente* ; quem o* tiver procure o pira desig-
nar o dia do comparecimento.
_ Precisa-se de urna barcaisa de 8 a 10
caixas para se alogar quem a tiver para esse
fim dirija se a Boavisla a fallar com Mariano
Jos de Coito na ru* de S. Goncallo D. 16.
_ Quena quiser dar 4uoU ra. a premio de
a por centoao niez por tempo de um anno ,
oa por menoa tempo, com hypotheca em 1
escravoi, annuncie.
_ Tnma-se a juros rento e cincoenta mil
n 5, dando-ie hypotheca em urna eicrava :
quem quiser dar annuncie.
_ Um cidado brasileiro catado, e de bna
conducta tero dado principio ao trabalbo, a
qua te tem propotto, da educarlo de ler, es-
crever, contar, Grammaiica Porlugueza, o
regra e termos de rivihdade com todo telo,
cuidado e applicacio possiv I; arsm cono
lambem declara que recebe rrenines pensionis
iai, tanto de perto como de longo da Pra-
ca : quem de seu prestimo se quiser utilisar
dirija-saaiua deHortucsia n. 4i que ah
achara' com quem tratar. Na mesma casa
precisa-se de urna ama para todo o servico da
caza a ra de pequea f.milia.
- Algnm Senhor aolteiro que precisar da
uma ama para o servico nicamente inierno ,
dirii* se a ra do Raogel naa tojas do sobrado
D. a ao entrar di escada em um quartinho.
- Da-se hum milheiro do lijlos por
30 taboas de looro ou pinho, inda que sa-
ja de ndame nlo sendo pedacos ;
anuuncie.
A pessea qua annunciou querer com-
prar um violio querendo um muito bom com
boas vose* e de regr* certa : dirija-se a ra
estreita do Rosario Bjtica piulada afrente
da amarello.
_ O rendeiro, e Socio do engenho Uuna,
fatteiente a quem convier que u'ut* em
diante se cobrar no Trapiche do dito enge-
nho 64o rs. por oada uma caix* que ali aa
recolher, e 961 por aquella* que foiem re-
t.rdadas, em rasio de seos donos as manda-
ren) condutir em auaa proprias embarcaces,
ou por outro qualquer motivo oecaiionado
pelos ditoi Senhore, visto que o retarda-
damento he aempre em prejuito do Trapicha.
Nio devando cccaiionar aos diioa Senborea a
menor aemacio poreite procedimento justo
do anunciante, por ser esle o preco geral
em todos os mais Trapichea da no altentaa aa muitas deipezas que ie fazem e*a
dito eitabelecimento a 01 gravea prejuito*
que aaiofrem.
Quero quiser hum Professor para **A
nar primeira* letr** Grammatie* *
Rbetorica a Mutica em algujrt W 2T
meuBooo Serta: innuncic, "*v*
ILEGIVEL


4
DI A ni O DE PERN AMBUCO
_ O sbaiioassignado fai leante o res
peitavel publico principalmente ios cridares
do Sr. Juio Antonio Prior S'gro do annnnci-
ante que esteve estabelecido na Cidide de
Olinda e como determincu mudarse pira
o Recife i f" publico que e mpimo estsbe-
de .833 n. 3i, 3a, 35, 4i. 45, 57, 58, 6),
67,68, 60. 71,73, 83, 84,; nno do 18 i*
o. 5, 6, i?, 16, 19, 99, 56, 45, |3, 46: *
Olinda rus da Malh;as Ferreira n. 4J ou
annurci.
O Discurso sobra a historia universa
lecimento qu tinba ei tre?;ou ao dito seu por Bossoet em portuguez ou en francet;
.-o{;n o violo o dito nio querer ir para o
iWifa 1 rujo lie o s guinte : urna vroda cora
toaos os geiercs e Utencilios ; gneros, e
pertences de urna padaris dois e.cravos e
mais algn tas'.es de cisa o (| h- o ann n-
ciant* pr vara em Juzo se for prtcUo. Ma
noel Martns de Carvalho.
_ AU'gi-e o quarto da co-a D. 1 4 na ru >
de S. Francisco e prefete-se a quem o q-i-
sar para escriplorio ou 'armasem : a fallar
cuma moradora da sobredita casa.
_ Precis. -se de um menino Portuguez de
10 a ii anuos de idade para caixeiro de urna
venda : na prsca da Boa vista ua vi 11 ia que
foi do Franca.
_ Precisarse de a5o 000 a premio de a
por rento ao mea da se firrt a a contento: na
ra Direita si Liada por cima da p Sr. Machado.
_ (^ualquer estrangciro que se quiser au-
geitar a ser criado de servir, fura desla praca;
mas peno sendo rapaz de ia a 18 anoos ,
dirija-te a ra do Palacete passandoo s lira-
do di quina qie foi do l'-P cul.i Miguel de
romes a quinta casa teire da* 6 Loras
de txi.lii ii p e das duas as 5 da larde.
_ Aluga-se o priineiro c segundo 11 lar
da propritdade n. 19 na ra da cadea do
Jlecife ; quim es pie.endtr dirija-se a loja de
fazeridas da mesma propriedade...
__ CJuem quiser dar 600,0 o a premio de
um meto por ci Lio t dase pnhorea iuf:ci
entes, annui.cie.
__ Pedt-ie encarecidamente ao Snr. Sub-
Piefeitodo Bairrude S. Antonio, h I" 1:c- = 1 .-u-.-* visl is si bre os emitiros da fa-,
brica do charutos cslabelecida na rus de
agoas verdes poisque ca amencia do pro-
l riel, rio da menina costun o bulireru cem
quero psssa uzindo de pal.vras indecentes ,
e ob'tganda a que sejfio espondidos de. igual
nodo, o que he bastante deaegradavtl aos
ruinos,
_ Pudre Joio Jes da Costs Ribeiro ,
quem tiver annuncie.
Vendas
m Urna por do de girrafas vastas de di-
ferentes qualdades : na ra dos Quarteis casa
da pasto 1) 8.
_ Ua escrito de naca angola, com priv
cipics fie padaria : as 5 pontas D. q no
botequim novo.
_ Um sabrado de dois andares muito bem
construido e com vista de ra a rus sito
na ra da Amorim n. ia5 : a trstar no se-
gundo andar do me sino,
_ Um moleqoe reeebido por divida de
ididede l3 anuas, proprio para qualquer
pii viro e por preco coraimil) : na rut lar
ga do Rozario leja de miudess D. 7.
__ A bordo do Hiato CoracSo de Je*us,
fondado na pra do Colegio, muito baas po-
dras de amolar.
_ M' ios Bi heles da Lotera do Semina-
rio a 384 na ra Direita venda que foi
do fallecido Jos da Penha D. 9 e na loj<
dtfronte do beco da Penha D. 8.
Urna escrava moga bem parecida o-
zinheira, lavidera e com oulras Kafielidt-
des sendo por preco commodo : ua ra
do rasfo D. 37.
_ Um pnto de a) nnos di id*de do
gento de angola muito sadio e robusto, ou
troca so p'r urna escrav que entnnda d
servico de urna casa : aa ra da cadeia casa
de cambio n. 48.
_ Urna casa terrea sita na ra Augusta:
a tralar na quina do beco do Ouvidor no se
gundo andar.
_ UmSaluslioem portuguez por preco
commodo; quero quiser annur ci.
Urna esclava de nac a, sen. vicios ha
liil para todo o servico de urna etaa : na ra
Augusts lado do poente defroote do sobrado
avisa ao reapeitavel publico, que te acha j que se est rateado.
.bella a tua auU de primeiras letras os Sr j Esrcaltes de differentes qu'hdides para
Pres d familia que lhe quiaerero confiar os'q*'qu"r obra a preco de 1000 cada um e
*us filhos, dirijio se ao lorie do imites, la tambero se receben chapas para se esmaltira
do Codomi, piiaci.o andar do sobrado de-! 5oo is. advertir do se que o fsmalie qui por
fronte da ru-da apa.
Avisos Maridillos
PARA OCEARA'a Surmc Couceicio Fe- "" ai-
cauzalidsda se estalar trocar-seha sem mis
paga: no bf-co largo 1 o j de ouiives de Mi-
guel A'cIihtijo de Figui-iredo.
_Quadrosrequissi mamen te enochilhadas,
representando btaihas e fictos histricas
da Nipoleo e do grande exercito : na ra
_ Dois moleques de nsi;a de idade de
l3 'nnos e o outro de p, prop'io para quid
]:Cd l3 da correiitc 1 quem quiser carregar ou ir
dQ pts8ag.m diriia-so a loia de cabos defioo- querefocio na la das Ir.ncheirasD ai 00
tedoCtrpoiaai.ioo.5. segundo andar
PARA MONTEVIDEO segu viagea al Lf Un oala e urna negra que rozi
o da 1 a do COir.l a Polaca Oriental Ma- ntlSo bem Jw de casa ? 0o4em en'
neThereze, Capilo Angelo Aggeno, anda 60roi> e faiem todo o mv.s servifo de
pede reober slguma carga a Tete j quem ^ cas: na ra do Cabug D. 6.
quiser carregar, oinia-ae ao^osigualaiio Via-1 ma P"" de nl0 de ,dade de 3o
noelJoaqoim Rmos e SUa. .mb'oi, boa figura, robusta: e stdia en'-
PARA Ll>BOAo Brgue Poituguez OU '60 eensaboa com pe f.icio conaht ,
veira Capilio Paulo Antonio da Rocha I'" rende > e $d'> o maii Mrvico de urna c.i-
pretende higar al odia 2o do crtenle por j""' ocomprsdor se dir o momo : no R-
sesebar com o stu canegamentoquasi prom- eif J0"10 ,0, "c0 d" anetelo D. 3i.
pto inda pode receber carga e naticsjeiros ; "" ,1" ba C"'r de ped" e cal "", PV*'
liala.se ciin Alende AOliveira, ra do Vi- Sio do Mo,,lro fronleira ao o.to da Igre-
gario D. i5 ou com o referido Cipiao. > cfom 4 qi-rlos sol6 cozi
PARA CEARA' e Acaracu" segu viagem a oha for8 c,, P8'" P,eloS> u* 6rsnde q,B
Sumaca llarmouia, tem parte do carrega- lttl ou meio sino com diffarei.tes ar.ores
ment prowpio ; quem quiser carregar di'i
ja-se a Maucel Jortjuim Peoro da Costa, na
ra da Ladeu u. 1.
LiCliilO
_ Que fasem Alexandre Mackay & O ,
por inlervenco do Oorieior Oliveira da
una completo sortimtntode Fasendas Inglesas
coiisislicdo em pannos madapoles de vsrias
Dualidades, brius, chitas, riscauus e mu
lee culras ftsetdas de prom pa eiiracco;
uoi.il ltira i4 docorienle ptha 10 borasda
ui.nli no seu tvmasem da iu da Croz.
C c iai p r a s
Uroe c;nca que pegue cm 3oo tyolosde
alvioaiu ; quem tivtrannuncie.
O* siguiles ruroeros do Carapuceirc
do 7ono de ibia n. 1, 31} 32, iS ; do anno
de fructo ; a tratar na Boa vsla no sobrado
do largo da S. Cruz que faz quina para a ra
do Rosario das 3 horas da tarde em di^nle,
na ra do Crespo oja do Si. Jos Francis-
co de Audrade.
A bordo do Patacho Nsc. Nere fun-
diado defronte do caes do Colhgio urna por
(,0 de poniss de novilho de superior qualida-
de: a bordo darmsmo Patacho ou na casa
detraz do Corpo Santo D 67.
A poste de um terreno na piranga ,
coro trez ctsiubss de taipa a com alguna ar-
voredos de fructo : na padaria ds rus do
Peisotu das 5 ponas*
_ A obra segre-ios necesarios para of-
ficios artes e Manufacturas, e para outro
uiuitos objectes sobre economa domestica:
do atierro da Boa vista toja de alfaiate Deci-
ma 17.
__Manteiga a 3ao a libra assucar branco
a 1880 preantos para fiambre a a^o ,
caisas com charutos a 1600, e grao de bico
laoa libra : na rus nova venda D. ii.
_ A bordo do Biigue Abismo ama por
ci de lastro de pedre a 1000 a teneUd, e
pipas para lauro no ermisem do tsnoaiso'
Manoel esleves no forte do mallos : a IraUr
na ra da Cruz n. 57.
M Farinha da trigo e mlho superior ,
em sacas de 3 arrobis moidas na fabrica d
vapor dests Cidads e fareltas por prec>
commodo; no arnmem grande da ra da sen-
z>la velha do fallecido Bent> Jos da Costs.
* Urna escrava de nacaS de bonita figura,
de idade de ao annos cozinha bem e com
todo o asseio, engomma liso, e cose cha;
urna dita boi engomnndeira e costureira ;
urna creoula muito forte para todo o servici ,
e muito raparig ; um pioleqie de naci de
idade de 12 annos, muilo lindo sem vicio
neta achaque -. urna moleca de id- annos livre de vicios e molestias; urna dit
de idade de i4 annos de baa conducta e de
muito linda pre urna cass estes escravos se dio a c intento ,
e se afinca boas venda: na rus d sgoas
verdes no primeiro andar do sobrada D J8.
* Muito boas bichas de superior quali ia
de, grandes e pequeas; a^sim como Um-
bro se aluga : na ra eslreita do rozario De
cima aa.
_ Sacas de arroz de essea muito novo e
bm>s de graxa de superior qaaldada : na
rui das Cruzes D 9.
_ Duas negra urna de angola de Hade de
aa annos, cozinha bem o da: io de urna casa,
engomma ens.boa e he quiUndeira a
outra cieoula de dade de 16 annos faz (o lo
o srranjo de urna casa de familia a vista do
comprador se dir o motivo ; na ru larga da
Rosara D. |3 de ma ihv al as 9 liopas e
de tilde das 5 em diante.
Urna escrava de idde de lo- annos, de
bonita figura cose engomma e f.z tolo
o mus servico de urna caa : ni ra do Li
ra ne rilo sobrada de um and ir D 10.
Mejs bijhetei d* Lotera do Semina-
rio a \ i io : na ra do Cbug loj de relo-
joeirojunlo a do Sr. Bmdeira.
_ Uidj ne.; inlia de naco de dade de
i5 annos, bonita figura com prinepios de
boas habelidades urna mulata de idade de ao
anuos cozinha engomma e cose urna
negra de 35 annos por 35o,000 cozinha,
lva roupa e he boa quintan Jeira : na ra
de agovs verdes casa terrea D. 37.
_ U r>a escrava parda de idade de a3 an-
nos parida de poucos das com 5 filhos
semibiancos tendo o maior 4 para 5 anuos,
ptima para criar f'z renda cose e en-
gomma muilo bem ensaboa e co/inha al -
Cuma coisa ao comprador se dir* o motivo:
no Ri-cfe junto ao arco da Conceicio n. 3i.
_ U n niiioa dianle d so'idide na estrada
de Joio de Brrros antes da Capella : a fallar
00 mesma ino.
Urna mola'inha c'ara de idade de 12
annos, lem principios de costuras, cozinha
o di.iiio de urna c-sa e Uva do s-lio : na
ra Direita venia D. 9, que foi de J s da
Peuha.
_ Rap prnceza de Lisboa dito da
Baha tinta deescrever a ajo rs. mea gar-
rafa e garrafas a 4o res, superiores pen
as de escrever a aoo al 5oo res o quailei-
rio cha isson de primeira sorle a )6ao a
libra dito imperial a 1910 res a libia, sor-
lmenlo de bicos o rendas de linho fino ,
e ordinario escovs finas para denles ,
penles finos de mirfim para piolho ditos
(!e alisar do tartaruga ditos para marra-
fas, c.xiTilias de vellintiis fims de tirar
fogo u 160 res botos de vidro de todas
as cores para colotes ditos de metal dou
rado com caros e a letra A para G
daAlfaudegaa tj o a botuadura sen o -x\
Ik i s grandes e 7 pquenos apercibo
do Rio Ue Janeiro ptra Guaidas Ncionaes a
4>)oo, ditos para cavallana *? ia,8ao os
verdadeiros e jeiiuiuos poz aulebiliosos e
pu'ga'O prt-p^r^ds por ranos! L pe-
boltcaiio rhimicu sag' de p.imeira sor-
te a 400 re's libra superiores bicha
pretas grandes, e meiis liuhas pralas e
parda, e azul eirete a i5oo a libia e
ludo rets por preco commodo : na pisca
da Independencia numero ao e na ra do
Quaitei* D. 3. '
Agostinho de naci canbinda estatu-
ra ordinaria rosto comprido feces gros-
ssiras e fucinbado ps grandes e apalbe-
lados, fgido no'dia i*2 do pat-sado. Boni-
facio de naci angola estatura regular, seo
co do corpo rosto comprido e descarnado,
e nio muito preto levou vestido camisa de
bnm e sproula de slgodf a da tena com cs de
riieido azul, fugio no da 3o do pastado.
Antonio da naci nsg bastante alto e la-
dio rosto redondo olhos vermelbos, com
>lg\|ma< maros de b^chicas eoizo de urna
poma frigio na "dia a do carrenle da se
5o,ooo de gntificacio a quem pegar algum
deltas na ra do collegio D. 11 no segundo
andar.
_ Em Imeiro p. p. fuffio do engenho ca-
xoeira junio a Villa de Gaianns um preto
de nome Felipe de nacia angola idade
de 40 annos, alto, magro, cabeca mpr.
d< etennabaca dois d^ntes de menis na
frente, foi escravo nesta praca do Sr.EstevSo
da Conha Mendes Asevedo. Raimundo pir-
da claro de idade de 4o annos, baixo, seccu
do corpo pouca barba nariz afilado nio
teto unhis nu dedos dos pi e he oticial
de algale fugio en aa do pascado do mes-
rno engenho; qot-m or pegar leve ao dito en<
genlia, ou nesta praca em casi de Jos An-
ionio da Silva morador as barreiras da Boa
vista quesera gralificdo.
Pede-se aos Srs. Sub Prefeitos e ca-
pitae3 d- campo de lansarem su>s vistas so-
bra um molato futido em Abril de i83? d
ame Francisco Xver de idde de aa sn-
nos com officio de alfaiate biixa grosso,
denles desapartados, ps gro3Sos e chitos,
muito regrsta o dito escravo aprendeo o
dito officio na loja do Pimeni-1, junto ao
arco de S. Antonio e lm m i de nome Ma-
ra, e morav.i na ponte velha da Boa vista:
este molato foi visto para as partes de S. An>
lio; qualquer pesso qua der noticii certa
ser recompensado cano 100,ojo, na ra dt
Conceicio da Baa vista D. 34.
Em os primeiros dias do passido rnpz
de Ju'ho fugio urna prtta de nome D-bel ,
do gento de angola ha-1 .rite ladina de es-
tatura proporcional carpa slgurm coisa rem
forcido e pn to representa ter ao e tantea
annos de idade eterna pona da uuha do
dedo junto ao polgar da mo esquerda ergui-
do para cima aplica-so a lavar de roupa, e
levou vestido de chita camisa da brelanha
ou ftlgodiuziuho, panno da costa alem de urna
baeta encarnada e mais fie o que levou pi-
ra o seu uzo consta que anda pi las arrehil*
des dos Herredlos piranga e Magdalena ,
pauzando ciiilinuadamente pelo sitio do Sr.
Joio Jacinto no citado lugar dos Remedios;
quem a pegar leve ao piteo da Matriz no ter
v4ro andar do sobrado, entregar a teu Sr. Ja-
ze Lopes Roza que g-at Picar.
Fugio no da ido correte um negra
de nome Mara de naci cibuula lem na
cde.a a marca de urna sicatrz qua a poucos
di mi) is os ps m is curtos em porporcao aos
outioi e airehitadcs levou vestid> camisa
de algod-.'iuho e saia de chita de a s nt >
azul com palmus amarilis ; quem a pegar leve
no Ir- c > da i ola no seguoUo andar do cobrado
D. 1.
No da ig do passado fugio da ra do
Livramento da loja de cornos e sapalos de Jo-
so Muniz de Souza um preto de nome Jo-
io oflicial de sapiteiro conhecido par Jo-
io sapateiro escravo de Jo da Silva Braga,
leanoo vestido calsa de franquilim azul fer-
ete bastante uzada camisa de chilla azul ,
ind< nova clete de sarja de la ou seda e
jaqueta de riscadinno amarelo,, ambas as
cusas b-slanles uzadas e chapeo de palha de
c-rnauba he de mediana estatura e cor-
po regular tem o esbelto bastante crecido ,
h alguns destes brancos elle he muito ladi-
no e espreci-se bem quando falla que
parece creoulo e desde o dia segunda (eir
a<) do p. constantemente tem sido visto na
uua vista e qundo deixa de ser visto no
dito horro, he de cero ser encontrado em
Olinda ; quem o pagar leve a ra da senzala
velha a eniregdi- ao dito seu Sr. que ser
recompensado.
Moviaieiito do Porto
NAVIOS SAHIUOS NO DIA 7.
ARACATY ; Serpeo Nac. Belmirs M. Jo-
t Jojquim Alves carga f.zendas pass-
genos 9 e a esclavos.
HAVRE ; G.lera Fian caza Athalie M.
lliurique, carga aigodd, coufos, e chi-
fles.
LOAN DA; Patacho Partuguez Bom Sucesso,
M. Francisco Jor de Souza carga diver-
sos gneros passageiros dois hespanlues.
PER, X\fot DE Mi F. DE FAR1A 1839
'i


Full Text
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