Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03559


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Full Text
I AnA i*k 1840. Trb'^a Feiiu

_Tndo Rort depende de no mesmos; da nossa prudencia, nodera-
eo, a energa ; continuemos como principiamos e seremos apoubdos
eom admiraco entre as Naces mas cultas.
a
Proclamacao da Asstmblta Geral do Braxiii
III na.
Subscreve-separa esta folha a 3#ooo por quartel pagos adiantados
resta lypograna, ra das Gruzes D. 3, enaPraca da Independencia
n. 57 38, onde se receben correspondencias legal sadas, eani.unrios,
nsirinde-se estes gratis, sendo dos proprios assignantes, evindosassig-
nados. *
Partidas dos Correios Terrestres
Cidade da Parahina e Villas de sua pretenco.......\
Dita do Hio Grande do ftorte, e Villas dem..... j ,
Dita da Fortaleza e Villas dem.......,.....".^S* Sexlas.feiras.
Cidade de Goianna.................*....)
Cidade de Olinda...................\\\ Todog M diagJ
Villa deb. Antao ...............Quintas feiras.
Dita deGaranhuns ePovoacao do Bonito.........io, e 34 de cada mer
DitasdoCabo, ber.nhaem, Rio Formoio, e Porto Calvo. 1, 11, e ai dito dio
Cidade das Magnas, e de Macei............|defn idem
VUia de Paja de Flores.....................ldenl 13 dt0 dit0
lodos os Correo partem ao meio dia.
PHASES DA LA NO MEZ DE^JULUO
Quart. cresc. a 6 as 11 L. e 43 m. da mau.
I.ua Cheia a 14 as 3 h. e 10 m. la larde
Quart. ming. a 12 as A h. e i5 m. da tarde
La Nova a aS as 7 li. e 8m. da tarde
Mare chela para o dia 78 de Julho.
As 3 horas e i'x minutos da manila v
As 4 horas e (i minutos da tarde.
? de aPUTJio; mTMmff iu.
------------BSSBf-------:_B---------*-----------------' '"
_____ CAMIUOS. Jumo 37,
Londres ??? 30 d. por tfeoo ced.
Lisboa ....... 70 a 73 por 0/0 premio, por ruclal cuerenla
Franca....... agiris por franco.
hio de Janeiro ao par.
CURO Moedas de 6g\oo rs., Velha i<;5oo a 14J700
* DiUs ,, Novas i4I3oo a i<|5oo
1 D1 de 4#ooors., 8/000 a 8#aoo
PKATA Pataces Riwileiros.......i|63o a iISSo
Pezos Colummirios........i6lo a iftino
Ditos Mexicanos----:------:|6io a l|63o
M Miuda.............1 #44o a iftoo,
Descont de Rilhetes d'Afandega I i;8 por too ao mea.
dem de Letras i|4 por bas lirmat oftercido.
Moeda de cohre 3 por 100. de diac.
Das da Semana.
V Segunda S. Pantaliio Medico]-- Audiencia do Juiz de de Direitoda 1. r
a8 Terca S. Innocencio P. Helarlo e Audiencia do Juiz de DIreito da
1. vara.
da 3. .
3 Domingo N. S. dos Anjos.
RIO DE JANEIRO.
CMARA DOS SRS. SENADORES.
Sesso do 1. de Juntio de i84o.
Presidencia do Snr. conde de Vallenca.
Depois de approvada a acta e lido n expe-
diente entra-se na ordem do dia, e approva-
se em segunda discussao a resoluco que ap-
prova a tenca concedida a Jos Theodoro de
S e Silva.
Approva-se em primeira e segunda dis-
cussao a resolucao que manda admitir ma-
tricula varios cstudantes dos cutsos jurdi-
cos, e bem assim em primeira discussSo, para
passar a segunda o parecer da commissao de
commercio, sobre a abertura de huma estra-
da mire a villa do presidio e a cidade de
Campos.
Enlrn em primeira discussao a resoluco
xtinguindo o vinculo do Jaguar, na provin-
cia de Minas Geraes.
Ha huma questo de ordem de pouco mo-
mento em que tomo parte os Snrs. Mello
c Mallos, Antonio Augusto, e Ferreira de
Mello.
Approva-se o primeiro artigo da resoluco
sem debates, e o segundo artigo substitutivo
do parecer das commisses, com todos os seus
paragrophos.
Sao tambetn approvados sem debate o s ar-
tigos substitutivos 3. e 4 i sendo regeilados os
da resoluco.
Entra em discussao o artigo 5.
O Snr. Araujo Vianna manda a mesa bil-
ma emenda de redaeco pa-a que em lugar
de Lazareto, se diga Hospital dos La-
zaros.
He approvada a emenda e juntamente os
arligos 5. e (i da resoluco.
O Snr. Presidente marca a ordem do dia,
t levanta a sesso.
No dia 3o de maio nao houve sessoi

CMARAS DOS SRS. DEPTADOS.
Sesso era 3o de maio.
Presidencia do Snr. Marcelino de Bnto.
A's 10 horas da manh faz-se a chamada ,
e reunidos em numero legal os Snrs. deputa-
dos abre-se a sesso, le-se e approva-se a
acta da antecedente.
O Snr. primeiro secretario d conta do ex-
pediente lendo os seguinles officios.
Do secretario do senado remettendo duas
proposices do senado approvando a tenca
concedida ao capito de mar e guerra Car-
los Lourenco Danchward, e a penso concedi-
da a D. Delfina Maria do Nascimento. Vio
e imprimir.
Do ministra do imperio, remetiendo o re-
querimento assignado por grande numero de
doentes que se acho as caldas de Santa Cruz
na provincia de Goyaz noqual pedem que
se mande para ali hum medico e huma bo-
tica assim como construir-lhe um hospital
em que se posso curar de sua terrivel enfer-
midade, a elephantiases, etc. A' commiisao de
6aude publica.
Do ministro da justica qu em sollucao
ao cilicio desta cmara de a6 do corrente,
declara que por aquella secretaria dos ne-
gocios da justica nao seexpedio ltimamente
ordem algurna ao chele de polica desta cor-
te para vigiar acuradamente sobre a tran-
quilidade publica na actual conjuoclura. Nem
a expedico de semelhante ordem tinba ca-
bimento porque esta capital tem gosado e
continua a gozar da mais profunda tranqui-
lidade nao havendo occorrido acontecimen-
to algum que amcacasse peilurbal-a. (O Sr.
Alves Machado: Apoiado). Vae a quera
fez a requisico.
Remelte-se a commissao do orramento da
fasenda o mappa demonstrativo da substituico
e assignatura do papel moeda.
Remettem-se s commisses ecclesiaslica e
de estatislica urna representaeo da cmara
municipal de Minas Novas, felicitando o cor-
po legislativo por sua reutiio e pedindo a
creacode hum bispado na provincia de Minas
Geraes.
O requerimento do coronel Joaquim da
Silva Diniz, em que pede seja decidida urna
repfesentaco da rellaco desta corte feita ao
governo, remette-se a commissao a que est
aflecto este negocio.
Vae a terceira commissao de fasenda o re-
querimento de Lino Jos Lopes.
Le-se, e approva-se a redaeco da resola-
co que &pprova a penso concedida a D.
Constanca Maria da Silva
Julga-se ohjecto de deiiberaco e vae a
imprimir o proiectoda commissao de conslitii-
co que autonsa o governo para conceder a
Joo Mamede Zeferino subdito portuguez,
carta de naturalisaco de cidado brasileiro,
dispensado para este fim o tempo de resi-
dencia que he falta para completar o exi-
gido pelo artigo 1. 3. da lei de a3 de ou-
trubro de i83a.
E' lido e approvado um requerimento da
commissao de cmaras municipaes exigindo
do governo o requerimento dos habitantes de
Itaguahy acerca do anexamenlo do curato de
Santa Cruz ao municipio da Corte por de-
creto de 3o de dezembro de i83J.
Le-se, e approva-se um requerimento da
commissao de justica civil, pedindo informa-
ces ao governo cerca do requerimento de
joaquim Pereira de Campos, contador e dis-
tribuidor do geral desta corte.
Primeira parte da ordem do dia.
Julgo se objecto de deiiberaco evoa
imprimir os projectos dos seguintes Snrs. de-
putados.
1. Do Snr, Marinbo, para que se conside-
re proprio provincial o edificio denominado
Intendencia a fim de ser nelle estabel-
lecido um collegio de nstrucco publica na
cidade de S. Joo d El-Rei, provincia de
Minas Geraes.
a. Do Snr. Navarro, que isenta de pagar
direilos sobre o ouro todas as sociedades de
mineraco quer nacionaes quer estrangei-
ras, que se organisarem na provincia de Matto
Grosso.
3. do Snr. Tosta, autorisando o governo
a dispender desde j a quantia de cincoenta
contos de reis, que scro distribuidos em so-
corros aos habientes necessitados da cid c de
da Caxoeira e de outras povoaces da pro-
vincia da Bahia, que soffrero prejuisos con-
sideraveis em consequencia das ultimas innuti-
daces que tivero lugar naquella provincia
ero dexembro ultimo.
Remelte-se commissao de justica civil
urna indicaco do Sr. Ponles Visgueiro -
cerca de hachareis j encartados na magis-
tratura, e juizes de direito.
Continua a discussao sobre eleicoes para a
futura legislatura e mai as seguintes emen-
das apoiadas.
Artigo O numero dos eleitores pira as pr-
ximas futuras eleicoes ser regulado pelo nu-
mero dos deputados na raso de cincoenta \
eleitores para cada hum deputado.
Artigo O governo na corte eos presidentes
as provincias dcstribuiro o numero cal-
culado dos eleitores de toda a provincia pelos
municipios, regulando-se por sua populaco.
As cmaras municipaes distribuirlo o nume-
ro marcado dos eleitores de sen municipio
pelas parochias regulando-se pelo nume-
ro de jurados que cada urna der. ~ Ribeiro
Duarte.
Nao podem volar as eleicoes primarias as
pracas de pret de primeira liaba guardas
municipaes permanentes ou policiaes, o mes-
mo das guardas nacionaes se estiverem a sol-
do e aquar teladas.
As provincias sero divididas em tantos col-
legios eleitoraes, quantos forem os respecti-
vos municipios, ficando para esse fim dero-
gado o artigo a. da lei de 39 de julho de I8a8
Reg Monteiro.
A assemblea geral legislativa resolve :
Artigo 1. Eica elevado o nT.mero de de-
putados pela provincia deS. Pedro do Sul a
5, dos da provincia de Santa Catharina a a,
do Espirito Santo a a, de Sergipe a 3, de Per-
nambuco a i4 do Rio Grande do Norte a
a, do Maranho a 6, do Para a f\, e de S.
Paulo a 10.
Artigo a. Fica igualmente elevado o nu-
mero de senadores em observancia do artigo
41 capitulo 3. da constituico do imperio,
Reg Monteiro.
Emenda substitutiva;
I. Asparocbias do imperio nao podero
elevar o numero de seus eleitores para a pr-
xima legislatura alem do que dero na ac-
tual e ainda que tenha havido alteraco no
numero de seus fogos por annexamento de
territorio, podendo diminuir se na verifica-
co do seu arrolamento conbecer-se que o
numero de fogos nao corresponda ao de elei-
tores, que tiverera dado.
a. Por fogo etc. se entend como na e-
menda do Sur. Resende ,
3. As parochias que forio alteradas por
desmembramento de territorio, e que nao lo-
rio indemnisadas com porgo equivalente ,
daro menor numero de eleitores em atlenco
ao disposto no artigo 1. sendo fixado pelas
respectivas tmaras municipaes sob informa-
ces do parodio, o numero de eleitores.
4. as parochias etc. transcwva-se o arti-
go a. da emenda do Sr. Cerqueira Leite
Reg Monteiro.
3. As mesas paroquiaes sero compostas,
alem do juiz de paz e parodio, de dous se-
cretarios e dous escrutadores os quas sero
tirados sortcd'enlre 10 sedulasem que es-
tejo escriptos outros tantos nomes sendo
cinco propostos pelo juiz de paz e cinco pelo
parodio.
Assortes sero tiradas por um menino,
em publico, com a maior lolemnidade no
momento de se dar commeco eleico, de-
vendo os propostos serem antecedentemente
avisados para o coraparecimeuto Carneiro
Leo.
A provincia de Goyaz dar tres deputados
assemblea geral legislativa na prxima le-
gislatura e seguintes. Camargo Eleu-
ry.
A provincia das Alagoas dar mais utnde-
putado na seguate legislatura ~ Casado
Gomes JliUjro*
Emenda ao projecto do Snr. Carneiro
Leo.
Divida-se e redija-sc o 1. 'da maneira se-
guinte.
Nao poder ser augmentido o numero dos
eleitores que actualmente existe em cada urna,
das parochias do imperio podendo lo so-
mente' diminuil-o alguma que tenha dade
um numero milito alem d'aquelle que Iho
competa dar.
As provincias que de novo tivercm sido cre-
adas daro o numero de eleitores que Ibes:
couber etc. Veiga Pessoa.
Artigo as eleicoes para deputados da pr-
xima legislatura se observar o seguinte.
1. Nenhuma parochia dar maior nume-
ro de eleitores do fixado para a terceira legis-
latura de i834 a 1837.
as parochias que depois daqunlla epochx
tiverem sido alteradas por augmento oude-
minuico de territorio, se augmentar ou de-
minuir proporcionalmen te o numero de e-
leitores, o que ser regulado pelas respectivas,
de modo que tanto o augmento como a dimi-
nuico uunca exrala a um terco.
3. as parochias que houverem sido ere-,
adas depois da dita pocha, as respectivas c-
maras sob informaces do parodio, e do jais
dodistrieto parochial designa rao o numero
de eleitores que nunca exceder ao da paro-
chia do municipio que menos numero der.
Artigo A mesa da assemblea parochial,
que continala presidida pelo juiz de paz com
assistencia do parodio se formar pela ma-
neira seguinte.
i. Em cada parochia sero nomeados i5
cidados n'ella residentes, sendo 5 proposto
pela respectiva cmara municipal, 5 pelo pa-
rodio, e 5 pelo juiz de paz.
a. Os nomes dos i5 cidados assim esco
lindos sero escriptos previamente na lista do*
votantes que se manda alhxar na porta da.
igreja, os ditos cidados sero avisados pelo
juiz paracomparecerem 110 dia da reunio da;
assemble parochial.
3. Os mesmos cidados logo que se reuni
em numero maior da metade, nomearo
d'entre si por escrutinio a secretarios c 3 es-
crutadores, os quaescom o juiz de paz e paro-
dio formaro a mesa que se instalar immc-
dialamente.
4 Aquelle dos i5 cidados que deixarde
comparecer no dia marcado para a formaco
da mesa soffrer urna multa de 3oU reis
Coelbo.
Tem a palavra sobre amatoria o Snr. Vei-
ga Pessoa. (E' talo sussuro que nada pode-
mos ouvirdo que diz este Snr. deputado).
A discussao fica addiada pela hora.
Annuncia-se achar-se na ante-sala o Exnu
Snr. ministro da guerra o qual sendo rece-
bido com as formalidades do estillo oceu-
pa o lugar competente.
Segunda parte da ordem do dia.
l'ixaco das forcas de trra.
Contina a discussao do 1. artigo e seo
paragraplios da proposta do governo que fi-
xa as forjas de lena para o futuro auno -*
nanceiro.
Tomo parte na discussao os Snrs. Ange-
lo Custodio ministro da guerra, Ferreira
Penna, Elorianno de Toledo, Peitolo de A-
lencare Nunes Machado, e a discussao anda
fica addiada pela hora.
O Exm. ministro retira-sc com a mesma
formalidade com que entrou.
O Sur. prcfcidcute d para orjem do da do


2
DA
DE PEBNAMBUCO
3ag3t.^iv...-',.;.L-aa. i miaia
:-?>iTz&"$xuiauu4B ""tn/imejuaukM'

I
I I
i,
Vgunda fcira n mesma de, boje, e levan-
te
PASTORAL.
tu a sessao depois das daas horas da tarde.
Sr.hor nos enve osen Espirito de Sabedoria, las do inferno ; Quem a dirige governn f
que assista, que coqpere comnosco ,. e nos promelleo estar com ella al a eonsuoB/macao
ollios dos Secutas-, nao. Pols o Esposo omnipotente
faca CohXWr o que agradavcl aos seus
(H) K Fazetnos-vos amados fdlios, nesta
occasio ca que pida primeira vez. dcvemos
D. Manoel dn Mente Rodrigues de Araujo j failar-vos aquella mcsma supplica que o
Apostlo fazia Igreja de Epheso : "Orai por
para que ao abrir da minha boca a pa-
pnr merr'de Baos e da Santa S Apostli-
ca Biapo do Rip de Janeiro, <:n Conselho
i ira
ca de Pernambuco*
deS. M. o Imperador Capelln Mor do lav-pa roe-c|a dada com confianca pava fa-
rnesmo \uguelo Senhor, n Deputado zer conhecer o ruyslerio lo Evangclho ,. pelo
Assemblea Geral Legislativa pela Provin- j qal faco as vetes de Embas ador ,,(9). IV-
? \n noasa parte fos asseguramos com o mcsmo
Acostlo rebrilla Igreja que nao cessrimos
de dar gr:>cas Dos fazendo memoria de
vos as nossas oraces, para que o Dos da
gloria o l'ai de N S. J. C. vos d o Espiri-
to de sabedor i a de luz, para o conhererdes (o)
JN'estes senlimcnlos entramos jem tarefa ,
p tolerai quedesempnnbafkdo-a usemos d'a-
quelln liberdade ; zelo que o nosso Ministe-
rio reclama de nos. Vos saliereis que pelo
preceilo do Apostlo o Bispo deve pregar a
patarra instar tempo e lora de lempo
A1 Igreja do "Rio de Janeiro, graca e par
da parteos Dos Padre ed de Nosso So-
lihor Jess Qhristo.
Octadita seta a Provincia que sedigno,
depoisde umaJnnga winria por termo
vuvezda Igreja Fluminense, cnxugando-
as lagrimas, e mudando em vestidos de 1
OS qin', em pesado Lueta elltainda BTrasta-
va peta sentidarmort do sen rrttrmo Pastor
Fiel Dos papa dorar de euiAptii as suas reprehender rogar e admoestar rom tuda a
iromcssas lo'mignifitos qnao C0isi ladoras,
de enviar em torio o lempo Igreja Apost-
los, Evangelistas Pastores e Doutores em
ordem a obra 00 ministerio para edtncacao
paciencia e doutrina (i 1).
I.
Em primeiro lugar nos dirigimos com toda
a ternnia arompanhada do maiur respeilo
.!o rorpo de Chrislo (1). Em Pastor foi dado | e veneraco, Aquello dos nossos filbos em
J. G. que o principal e pela sua alera-*
dissima posico social mais notavel Vlemhro
da Igreja Fluminense e da de lodo o Brasil,
S. M. I. o Senboi D. PEDRO 11. Pene-
trado de ludo ananlo a Religio eusina ser de-
vido aos Monarchis Ministros de Dees sobre
a trra nos Vos aprsntamos Senhor os
mais paros ecordiaes votos da nossa homena-
gem ; e Vos pedimos os accedis com o pro-
testo que n'esta mesma occasio lazamos
(uredo Ceo e da ierra que imas drill re-
moi pila nossa doutrina e exemplo de con-
correr que se \ os preste a obediencia a
(idelidade o amor e todos os mais sagrados
e indispensaveis deveres que em consci-
enca e nao .-(i pelo temor da pena os sub-
ditos sao obligados ara com os imperantes
(12) posto que esteiamos persuadidos que
de taes estimulo* nao carecem os Fluminen-
ses c ncm gcralmenle os Brasileos (pie
afate Calholieo rebanho, e esta merca lo
fleo deve enfJrcT de "alegra c .reanimar as
esperances de todas es ovelhas.
Unra (.i circunstancia |teste rute gravisai
na pode diminuir lio justa e Muta alegra,
.- c que o Pastor que lor.i c;;.i a ;
Fluminense nem pelas sua& letras, e nem
petas suas virtudes se ja digno de presidir
regr urna tao vasta e inleressante porco do
jfb-uibode J. C, que Kl!e tanto amou ,
que a si mcsmo se entrgou por amor delta,
ara santincal-o etornal- o urna Igreja ;lo-
ritjsa nena macula ncm deleito, mas san-
ta e nirnaculad (>.). Esta considera) So, ama-
s, tambem nos entrislecH, e para
>Russocoraeo, outra selhea-
clrcgou Muando nos recordamos da sentenoa
. Gregorio M. que" s vezes por um
severo 1 mas d-eretissimo iuizo de Dos, a
impericia dos Pastores e* una punicao osde-
lctos do Po*o(j ,, oque alias nao sup-
le vos (jue tusles c nfiadoa ;i nossa
inuignidade.
Mas urna idea,consola-nos, e podeimos
isseveiar na pie>('n< a de lieos e doa seus
Aujes que na nossa eleicSo nem acarno, e
nem,osanguelivra parle, e somenle .*'uln
piedoso engaito do Governo, que Ihe fuere di-
visar dm nos o que a nioguem mi desco-
nhecido, que a nos mesmos, ,, para nos ser-
nos das palavras de um venera re Hispo
t rp raso sen elnante. ,c
\ ..:,<<' preza quan-
;o aos nossosou' ou a voz, que i.os
chamava paiaa administracao d- umaJj a,
que diremos coa o Prelado que citamos,
" cstava mai distante do nosso pensamento ,
que o teo da ierra ; .. elal, que aindabo-1
je quando esio esgolados lodos os meios ,
i [ de a lragi|idade bumana asse
idade le uma vocaco ,
mis, qual ouuo I anda uyvel ras re-
e fiel as suas promessas nao bastara si E-po-
sa ? "O Ceo e a trra passaro uias u.mca
nenbuma das suas palavias ( id).
A Igreja tem a doutrina, ess precioso the-
souro das verdades da salvacao que s a ella
foi confiado e que os seus Ministro devem
guardar para iraijsroilil-o aos seus succes-
sores to santo e inviolavel", comooreep-
hro do Divino Mestre* A* elle respeilo os
Principes nada poden) ; sao ovelhas que es-
cntloeseguem a voz do Castor i mas por isso
tem ellcs menos que auxiliar a Ijireja' no que
respeita aos seus dogmas Defensores a t,
cabe-Ibes a doria de sustenlal-a contra os re-
fractarios impedindo sobre Indo, que os cr-
ios que ella tem condemnauu continuem ;i
ser pregados ; despeio da sua autordade ,
com evidente perigo dos i pioran'.ese dos in-
cautos e com escndalo geral das Ciihoeos.
Os costumes Senhor, que s>a expressao
das crencar> alterao-se com urna nova propa-
ganda as familiasdividem-se, e paz e u-
uiao, que deve reinar entre oscidadosde
um mesmp Estado se altera e perturba. E
se a civlisaco moderna, ou pira fallar a ver-
d'adeira linfoagem se a caridade do |Svange-
llio manda tolerar as pesSOttS posto que se
iletestem as suas perversas doulrio is isto nao
pode significar que o erro marche dcsassom-
brade < impune, a moral se vicie, e deprave,
e a Religio de um pove inleirose deifte ex-
posta ao sophismado hereje ao escarneo do
incrdulo.
A Igreja tem os coslumos ; elles que o
mesmo Philosopliisino cunfessa (17J, e qoan-
do o nao ficeSse mui alto brada a experien-
cia que sao nenhuns sem a sanceo religi-
osa ; os costumes sem os qines sao vans as
bella
.!;.
leis e nao passao de bettafl palavras super-
finas aes bous e Ilusorias pira os mos : os
costumes rujo respeito os Ministros do Se-
nhor receberao uma to importante missao ,
que tem de desempenhar no mcio das naces
e do reinos a naneando c deslruinlo es'-
palban^o e dissipando ,. edificando e plantan-
do (iS), Aqui, Senher precisa a Igreja de
liberdade e cfti* a aeco e zelo dos seus Mi-
touos amao espeito e com razao ludo es
peroda Augusta Pessoa de V. M. I. Assim nislros seja axiliadj), Ione de encontrar obs-
podessemos nos ler ;i sabido desee estado landos na forca publica fim de que como
diz S. Izidoro de Sevilh 1 se consiga pelo
temor do castigo aqnillo que a s brandum
do Sacerdocio nao pode obter (19). II' tam-
bem de mis ler que com as regias do Evan-
i
que os livros sHlos deplorao estado de um
Povo cujus rex pucr est(ij).
Essa ejioca se avizinia e quando ella ebegarj,
a Naci Brasileira espera recebar das niaos dos
dignos cidadOS que iem dirigido a educa- I gelbo o mais completo cdigo de legislaoio
.o de V. M, I., um Monarcha completo moral. econ as que a Igreja prescreve |>or
que Hiede, qual oulio Salumao das de forca da su 1 .julrdade ; fi exJ rbidas de to
paz e de gloria ; que ame f pnitej* as letras ; santa e pura tonto se estabelei.aa e marebem
de acord as leis socites ; que amis se encou-
liem estes dous reguladores ds actes huma-
ren. ( S. Izidor. lib. 3 Sentent. cap. 23).
rar gm relarao.os temp-js e aos lugares
a Auloridade, que a eslabelece, a nica com-
p-t^nle pira alterad -a. Tudo o que afastar-
fv de?te principio e sphi ao menos consultar
a Igreja outro Poder iugerir-se na materia ,
abrogando, e derogando pontos disciplinares,
como desbragadamente nao poucas vezes suc-
cede e* perturbar a ordem das cousis violar
direilo alheio e estabelecer a servidlo da l-
greja no rju j.imais dever consentir o Poder
Soberano : '' El veram picem bis quaj tur-
hita sunt, resliluas dcpellende scilicet in-
vasores juris alense. *' Gran le em verdad ,
como di/.ii l'ejieloo a iiecessidade que a
Igreja tem de um promplosoccorra contra 4kas
beresias e contra os abusos ; muilo
maior porem a de conservar a sua indepen-
dencia ('o).
Tal, Senhor, a genuina idea d'alta pro-
teccao, queentendem s com a respeitavel an-
liguidade, devrera os Principes ; Igreja. Fe-
li/.es aquellos a quem Dos se digna de em-
pregarnesteservieo Mui ditosos aqueUes ,
a quem Elleelegu pira urnacotifianca to glo-
riosa (a)'
Em compensarn a Igreja dcixa livre aos
Principes o governo do universo intero, se
assim se pJe di/er i nao so introntette com o
reino deste mundo que sabe Ihe nao perten-
10, ea sua divisa dar .1 Cesar oque 1: de
Cesar (ailj aprimeira i dar o exemplo da
mais iuteiWi o filial submtsso ; lodos os pre-
ceitos que emaao do thnmo e que ella
fortifica com a poderosa saneco dos premios e
nenas eternas ; carrega sem murmurar, com
tolos os ene irgos do Estado, e quau tas vezes,
em occases criticas tem viudo em soccorro
delle com lo lo o genero de servicol, que po-
de prestar-Ihe ? Os seus Ministros, por mais
alta queseja a sin jerarciii todos respeilo,
e nada pdeni contra os Ungidos do Senhor ,
as sagradas Pesquis dos Momrchas (1 i), i-lis
aqu Senhor, como se eslabelece e conseguQ
a concordia do Sacerdocio e do Imperio a
confederaco da Igreja e do Estado esse pro-
blema que tanto se tem procurado resolver ,
para tranquillidade dis conscienctds segu-
1 im a o paz dos Estados e para beneficio da
humanidad ; e cuja soluco pratica como
outrs grandioso beneficio a aco espera do
governo de V. M. I. e a Igreja lh'o pedo
puta mais Iraca voz de um dus seus Pastores ,
eui occasio to solemne,
(Continua.)
"FlTi iV XM'ET'C OT'
velaces Divinas nao [>odcraoa conhecer, e
dislinguir a : do Senhor f,\).
Assim que dewie a poca da nossa eleirao j
ti moa sentido -todo o | c o do E| Lsconado tre-
lo ios rocami hombros ^angelicos (5), e
da e noj i gemido diante do Senhor pedin-
di Ihecoiu toda a etticaciada nossa alma,
ou nos (breas necessaiim para
I oiiai-o u nos calis de
mi -, na v <,,:! I "i .:(:> que I ma
o obstante, o Se-
itbc-r paifd* quere rii seda nossa fraque
ra e queir.'i -c. ni Le caso, assim como
1 m uutros 1 i< trai ai ilhas do
si u |" der \ co -aos o-
Ihos to mundo para confuidir o que
forte (7 i.
Quitsqucr perem que sejo o designios,
enipre iiijjfnetraveis e adora veis da Divino
Sabcdoria u di so h 'i;rtja do
Rio de Janeiio dojuissodeve i ..r cm
mai oes, e cinj 1 niai as de lodot o liis com-
njtitji cuidados para que de
ntlu dos Cec: '> tinoco da Sua Uagestado o
(6) Sapient p. 10. '
(9) Ad Ephes. t, p e ao.
(10) Ibid. i. ib e 17.
(11) i- ad. Timotb. \. 1.
(11) Ad Bom. l. 6.
r) I cclesiastcs 10. i'.
( l\) Juslila eievat gentes ; miseros autem
o'ciatub tuerat u6tisno DoniMii ( i. i eg. 3. fCrt popubjS pea .itmn (1 loverb, \l\. \)
\ (l) Debes iniincLinti 1 auvcrteic, regiam
. < j I potestalem ibi non soluro ad muodi vi
mxime ad Ecclesias pioBsidiura ese col-
1 ^"C- J
(1) Ad ; .*,!! e 10.
<9) ibiii. '), '--5 e 27.
; I .istci OH! ii<;,ci:.!<; morilla n': COn-
irull suojci ti -furo tiali icio iii juditio.
, Lib. 1. i -^loi. c. d )
uercUim si^i 1 nw nec
anime as artes ; tavoreca e faca prosperar o
comnicrcio ; e desenvolva era uma palavra,
todos os recursos d'este vasto rico e nascen-
le Estado continuando d'esl'arte a grande
obra do seu illustre Pai inmortal tunda-
dor desle Imperio 5 que adopte e oxenle urna
poltica capaz de niauler e firmar" a ordem a
seguranca e a trauquilidade dentro do impe-
rio', e tura delle attrabir e conciliar o res-
peito a consideracao e a amizade dus outras
iNacoes poltica fundada as verdadeiras ,
eternase imprescriptiveis bases da Justica ,
que c quem eleva as Naces(i4).
Oue esperancas porm nao concebe a Igreja,
da Pessoa de V. M. I ? Permilti, Senhor,
que Vos lembremos aqui, ao passo que admi-
ramos a proiunda Sabedoriade Deus Autor
da Sociedade Civil e da i'lccltsiastia que os
cm i nenies poderes que o rnesmo Dos depo-
Mtou us raaos de V. M. i., Ibc uo loro
ddos smenle para rege'r o Estado mas es-
pecialmente para soccorrer a Igreja como
disse o grande Pontfice S. Leo um Impe-
rador diste mcsmo notne ( 16 ) A Igreja por
lano reclama, e pede V. M. 1 aiuillo, que
tem lodo o dreito de esperar da pedude com
que V. JM. 1. j; a edifica ; aquil.'o que Ihe
picsto lodos os Principes que te glorio de
ser Catbolicos a sua alta proteceo ** iNo
que a Igreja se apoie em um braco da carne ,
e careta de soccorro estranbo daqueile que
Ihe presta Quem a fundo ti sobre a rocha ,
inabulavel ao furor e impeluosidade das pai
xots e dos crios superior e ia*enovel ;s poi-
cme infelizmente algumas vezes acon-
tece liara se nao prem os subditos na terri-
vel alternativa de serem ou mos cidados ,
ou mos Cliristos. E se de alguma outra
proteceo em quanto aos costumes carece
a l"ieia da parte dos Poderes Superiores e
sem liuvida da do exemplo; sejo Elle* os
primeiroa praticar o bem e a virtude e este
exemplo que fortificar e animar os bous ,
envergonbar e corrigii os mos, ser da
mais salutar influencia para a Moral Publica.
Tem finalmente a Igreja a Disciplina esse
complexo de regras pelas quaes se goverga ,
e que dado toda a Sociedade, fixar para a
sua munutemo e andamento To vanado ,
quo importante esleobjecto qu nada me-
nos comprebciide que a esculla equ.di-
dades dos Ministros da igreja, suas funcees ,
meios de subsistencia, e pierogalivas deque
devem gozar para o bom desempenbo dos seus
Jeveres a dotaco daslgrejas lrma c re-
gularidade do culto e cutios adminculos da
lleligio. Esta a materia das Leis disciplina-
res em apoio das quues deve vir o Poder Se-
cular como disse o Pontfice que j cita-
mos : *' L't ea qua? sunt bene staluta deten-
das. E com quanto a Disciplina possa va-
[i(ij S. Maro. i3. ii.
fij] M Eu nao entendo, que se possa ser
virtuoso sem lleligio. Por muilo lempo es-
tivo nesta engaadora opiuilo da qual estou
bom desabusado. ( Bous. le. sur les specl).
"Por mais que fallis aos boiuens em bem
publico em interesse geral o seu movel se-
r constantemente oiuteiesse parlilar; e o
mcsmo poder da Religio consiste, em que
ella mesara cada um um inleresse in-
menso em cncorrcr para o bem geral, [Di-
derot corresp, lilt.j Cremos que nao sao
tcstemunnos suspeilos.
(.18) Jerem. 1. 10.
(jp Utpiod non pia;valet Sacerdos efiee-
re per disciplina! sermonem, hoc potestaa ter-
c;i imperet et oblineat per disciplina lerro-
Dom J0T0 da Pin Hcaco Marques Perdigo ,
por Craca do Dos e da Santa S Apost-
lica Hispo de Pernambuco, do Conselho
de S. M 1 e C. &c.
Achando-se vaga a Cadcira de Theologia
Moral do Seminario Episcopal da Cidade de
UUnda por demfoso que della lez o Exm. c
lleveiendissimo Senhor Bispo Capello Mor
D001 Maiioel do Monte Bodrigues de Araujo ;
pelo presente Pomos concurso na forma do
Cip ib Part. z. dos Estatutos que regem
o mesmo .Seminario a refer dd Cadeira
lodo Reverendo Sacerdote pois ou Clri-
go que queira fazer oppozicao a mencionada
Cadeira, appre/ente-se com os. seus papis
Crlenles, na foiina do estillo para seren
adm luidos dentro do praco de trinta das ,
fiados, os quaes se tara o Concurso segun-
do os mesmo Estatutos. Dudo em Oliuda
ob uJNosso Signal e Sello aos a? de Julbo
de -840. II eu o Padre Juaquim d'Assump-
io Escrivo da Cmara Episcopal o sobs
crevi.
Joo Bispo Diocesano.
Diversas lieparli^oeng
CHBEiO.
A Administracao do Correio Geral tiesta
Cidade participa aos Snrs. que na eaixa do
mesmo Correio lancaro cartas para OS Snrs.
Manuel Francisco da Costa Joo Jos Perei-
ra de Carvalho 1). Jos Vidal Medina c
Jos Manoel de Lima aquellas para Monte
\ ideo e esta para a iiha d<> Principe quci-
rao dirigtr-se a esta Adm. para se Ibes dar os
piecizoseselarecimeatos a funde poderemser
levadas ao seu conveniente destino, noticia
outro sim ao publico que as cartas que tveivm
de ser entregues a esta Administra, o de boj::
em diante para PaizcsJ-lstrangeiros e quo
(ao) Disc. pour le sacre de l' Elect. do Co-
loque.
(ai) O mesmo Fuelon no Disc, cit.
(a2) S Matb. aa. ai.
{) Psalm. lof. 3.



tlcvao ser encaminhadas a huma.outra Adm-
iiistraro Martima deste Imperio para serem dir
d'aju ento remedidas dcvero dellas pHv- | prov
tmenle pagar n esta o seu respretivo porte en >0s
D I A R J O DE PKRNAM3UCO
g"Mgga*rara^raiu^ituUjEjfr^i.-s3
rrsa
. Cota e'.Ttiio o carnalo, (emente colorida, nio he nossivel que clari-
orma abasedesta lexivia Bqneo assucar; equeem ultima analyze se-
Ks vamos examinar successivamente estas lidade doassucar,
asoperaees taes como sao execulad.is na de potassa que fo
ncia de S. Paulo reservando-nos d-nio pode Separar
rsas operaeoes taes como sao execulad.is nu d potassa que form
incia de S. Paulo reservando-nos d- Mo pode Separar nem a albmina vegetal, melhante proejo 'lo tem nutro r ludo se-
a assignalar oq apresentao de defeituoso, nem a mucilagem que elle toma
Negocios uo Imperio de atideFcvereiro deste emprear para melhoral-as
anuo,
Bruno Antonio de Serpa Brandao.
. Administrador.
O Pataxo Mara da Glora para o Rio de
Janeiro recebe a mala no i. de Agosto ao
meio da',
PREFEITR,
Parte do dia a5 do corrente.
Illm. e Exm. Sur. Foia'o liontem presos
pela Guarda do Consulado o preto forro Joa-
quim Mina por estar insultando a urna mu-
llier, e tuta-cireunstanciM de ser fecrulado ;
loi solt : pelo Sub'-Prefeito da Boa-vista os
pretos Antonio escravo de Victorino Perejra
e Can e fe-, de Francisco Jote da
Csta por i ern deeordem ; l'oro sol-
tos c pelo Sub-Prfcfeilo dos A (logados o par-
do Alejandre daO'ra dos Santos, por ser e-
brio o insultai or.
'.' oque consta das Partes boje receidas
n'etla Secretaria,
raiiRic.A4.iO 1)0 ASSUCAR KO 1UASIJ..
Os engenbos nos arredores de lu o de Campi-
na. Deiios dos proeessos empregados. -
Indicaco dealguns meiboramentos.
llum disliftcto chmioo estrnngeiro, queso
cha actualmente nesta capital ; de volta de
huma via;cm scientifica que emprehendera
em algunas de nossas provincias rommiiu-
ca-uea as seguintes obervacoes sobre a exlrac-
:o do assucar nos ar redores de Il e de Cam-
pia observaedea do maior inleresse, e que
rao igualmente applicaveis a este mesmo ramo
to impe'reilo da nossa industria em quas to-
das as outras provincias do imperio.
A cultura da cana depois de ter tomado no
Brasil bnm consideravel desenvolvimiento .
parou repentinamente, e, desde alguna an-
uos parece ser tratada com completa ndifie-
i trica. Os pioprielarios dirigem toda a sua
altenco para as plantacdes do cal aluciados
pelos lucros mais rpidos e seguros que ellas
l.es piomctlem ; e as cousas chegVa a poni
que se nao bou ver sentido ver-sc-ba pouco
a pouco extinguir-se huma industria cu jos
productos ibrinaG ainda a principal riqueza de
varias provincias. E com eleito nao s dei-
xou de (azor progresos mus at retrogradou
desde certo lempo se nao na qualidade ao
menos na quantidade do producto. Sem duv-
da ra buma vantagem o substituir a cul-
tura da cana pela outia mais lucrativa do ca-
f se por ventura iiiccmpativeis fossem entre
si estas duas indusliias se buma nao podesse
existir e prosperar sem a excluso da outra
Mas assim nao be ; o caf exige terrenos es-
peciaos e nao cresos bem seno na visinbanca
das florestas em liuiii solo novamenle rotea-
do oqual, panados vinte annos torna-se
improprio para novas plantacoes. A cana ,
pelo contrario da-se bem nos terrenos onde
I.
Da cylndfagetn.
| binando-se com o acido actico que contem a (eses que a agoa ,", le exirabir da b >sta
; sueco fia cana, forma buin sil delquescenle .
Cuja cijo continua sobre a hmida le do ai
assucar. EmKm ,
As canas depois de terem sido cortadr.s opp5e-2 : dWicacSo db
sao transportadas ao engenho para abi seren como be diffiril nio ultrapassar o ponto de s
submeltidas i ncSo de dous cylidros que ibes luracib do acido actico ; p de nao por bum
espreroera o sueco. Ambos estes cylidros de excesso d potassa, sobretodo quaudo esta
eixo vertical, dosquaesbum be movido por optra'cfo he confiada a negros, dah vem que
huma machina tirada por bois sffo feitos de! esta parte da potassa nao saturada obra sobre
madeiro como todas as outras pecas do enge-j o a nlio .! excepcao de alguns esta beteci raen tos jtallisavel.
em pequeo numero que empregaS ey-! A substiuicao da cal i potassa nenbum
lindros de ferio. O succoa que corre pela destes inconvenientes aprsenla ; e, cgnioesr
moaj-.prn (las canas be receliido em bum re-. ia substancia encntra-sc em abundancia na
s.ivatoMo rectangular que o destribue em provincia le S Paulo seu emprego nSo offe-
(I i versas formas as quaes sao depois trans- reeeria difflculdade alguma. Acal com ef-
porladas para o lugar em que a conccniracao feito pro-lut com albmina vegetal a muci-
se opera, | lagem hum composto insoluvel qup per.rail te
II jscparal-bs completamente. Quantoao acota-,
Depurarn e concentraco. lo de cal que se formara nada ha mais fcil
Rslasduas operacea executa-se simulta- do que descartar-se delle i>ela addicSo de hu-
neamente Kiicbe-sede spco buma grande ma quanlldade pa acido sutpburico, iguala
caldeira de cobre posta sobre bum lomo, j sexta parte da cal empregada, Deste modo se
cuja constrocefo be inleiramenle semelhante obteria bum liquido ,q' s'i encerrara assucar,
,i dos fornos de cozer pao. Logoque o lqui-le que. desde eniao, muito mais fcilmente se
do entra em ebullico bnm negro derrama- [eristallsaria.
Ibcemcma, de quando em quandn buma j Estas duas operaces nao sao as nicas .pie
diminuta quantidade de lextvia obtida com deven sr modificadas: tambera a cristal lisa-
cinza. Depois de cada addicao elle dela f- co, a evapora 3o e a terragem anresena
ra a agua que vem ; superficie e continua a
inconvenientes que tornana5 inuteis, on pou-
que pir couSequeneia I mge d melhorar a
i,!,,,' P^fumedo proiucto, opeioraain -
da mais. Em nussa oplmio melhsr foca
conservar o assucar tal qul se ada as for-
mas do que empreg ir sem-lbanlej meios.
Km resumo pensamos que, ie cu sonhores
de engenho de Itii Campini, qu'uerem a-
inda venderos seutassucares, e l'azer pros-
perar os s :i> estab decimentoi devera ad p-
lar os meHiodm Inlroduzidos nos paizei quo
esto mais ao nivel da civlisaco actual, o
aban Ion .r HhM propias m novar s g ,, p
ni de ver rejeilados da coromerco sus pro-
ductos. meid iU riqueza est emsuas
mVas; a elles mi cabe dirf*i-| > bem,
(Do Despertador.)
LOTERA da m. da boa-?ista.
O l'besoureiro da Lotera a beneficio das
Obras da .Matriz da Ifoa- Vista curas rodas
andao impretervelmente no dia ultimo do
crrente Julho declara que os bilbctes esto ;k
venda nos lugares seguintes : no Recife, na,
loja de cambio do Sr, V'ieira, c nade Mano'-
el Cardse Aires; em Santo Antonio, loja
de ;\ lene/es Jnior nudo Colegio, e na
botica de Joio Moreira Maiques ra do Ca-
buya ; una Boa Vista nu '.lleno foja do
Manocl de Sou*a Rapozo ; em cujos lugares
j lambem se troca por oulfws premia ij
ajuntar nova lexivia al que nao baja mais jco efcazesas reformas precedenles, O grao
esciima Terminada esta operacao augmen- de calor em que tem lugar a concentrar 1 do I OtTerece-se urna crioula pira ama de
ta-se o logo e quando o cbarope ebega ao xarope he hum ponto da mais alta importan- urna rasa de hornera solleiro ou casado com
ponto d concentra 9 lo conveniente, deita- ca pouca familia: na ra de Hortas confronto a
no entSo nos cristalizadores. He delle que em' grande parte depende a urna escola de meninas.
I-I I quantidade doassucar obtido ; pois que ai ----------------
CristallsacSo e terragem. parte do melasso que se forma be tanto maior,
Os crista I lis adores ou formas, sao aqui Ion- qnanto mais elevada lio a temperatura. Ora ,
gusvasoscylindricos, ordinariamente de bu- aqu esta operacao executa-se a fogo ou em
ma peca inteirira cavados em bum tronco de apprelhos onde o grao do calor nao tem 011-
arvore, e contendo bum orificio pratirado na tras reguladoras alm do capricho dos negros,
parte inferior de buma das extremidades pi- queora fazem bum fogo tapiz de abrazar o
ra onde se Ibes da* huma ligeira inclinaeo. Iundo da caldeira ora o dexarj quas apa-
Quando todas a- formas esto assim dispostas, gar-se. Sem nos demorarmos em notar a des-
fecha5-se os orificios, e despeja-se nellas o peza excessiva do comrrastivel, oceupar-nos-
I'UIJLICA*: \Q- IJITERARA.
O
ECHO l)V BILIUI \ R 00 IMI'lluo.
lmpretfo na Tfposrraphia Imuarcial,
em frmalo de folio.
Subscreve-se na mesma Tjpographia: na
ferior da forma a nm de deixar correr o mais mais s perder hum sexto, subslituindo as fazer a deslribuico. Preco mensal da assig-
qpe for possivel o melasso e cobre-so a par- suas informes caldeiras por algum dos nume- ; natura -400- res,
te superior doassucar de buma mixtura de ro-os apparellios, empregados presentemente I --------------------
agua de bosta de vacca diluida rom a con- no mundo civlisado.
sislenca do caldo e'aro de carne cosida. A Os fendeiros de S. Paulo tiveraa singu TIIEATRO.
agua comida oesta mixtura infiilra-se pouco lar idea do substituir s formas comeas, ge- Mr, Valli faz scienteao respeitavel Publica
a pouco atraves dos cristaes doassucar, ele- ramente empregadas, troncos de arvores va-'que estando assis acreditado em (oda aparte
va liante de si todo o melasso que nao tinlia sa los porque, dizem elles, oceupa menos em que tem tiabalbado I lio be asss sis-
podido escoar-se. Esta iufiltraco continua espaco. Confossamos queuo connecemos a- vel que pela impericia dos carpinas que nio
durante muitos das, e quando o assucar a- inda o principio de geometra que pode inspi- ;asscutaraij o peo central da columna elle)
cha-se sulBcientemente seceo retira-uo das ra semelhante innovaco; o muito receamos i nio podesse mostrar a este respeitavel Publi-
foimas para entregal-o ao commercio. que ellesfizessem o contrario do quo querido Ico os exercicios ditliculiosos que j. outr'ora
Meiboramentos que couvem fazer. lie nestas especies de ceibas que o xarope j mostrou concorrendo anda mais para estro-
Consideremos agora cada huma destas ope- be deposto para cristallisar-se e ser submetli- piar seu corpo a falla dos comparces que elle
raedes, a fim deque possamos assignalaros do :i terragem Como nao ha abi senao bum iiavia ensaiado e que Ibe faltaraS ; porem
deleitns, que apresentad ; fiorque entre ellas orificio, o liquido intei posto entre as par'i- I promette na sua ultima fuacf o (piescrD-
bumas nao ha que nao possa ser ventajo- culas do assucar nao pule ter livre corrimen-j mingo t de Agosto em seu beneficio, res-
samente modificada. Vimos que a machina to ; e nem estas despojar-se delle completa-1 taurar aquella opinio, o boa fama que tem
que serve para espiemer o sueco da cana era mente. Ora, este liquido ( que nada mais merecido em i\ fuucces que ten dado a este
uo pode prosperar O cafo 5 pouco Ibe impor- inteiramente construida de madeira sem ex- be do que o melasso altera a cor c o sabor do respeitavel Publico. O motivo do nao girar
la a visinhanca das florestas, e ludo quanto
exige be huma Ierra substancial, e hgeira-
mentehmida. Oseu cultivo est pois em
huma completa independencia lelativamenle
ao cal e a queslao reduz-se a saber ; se se-
ria prefer vel deixar as trras incultas ou u-
tilisal-as f)or meio da planlacoda cana. As-
sim encarada a queslao be mui simples e
per si roesma se resol ve sem que seja preciso
iijuular consideraso aiguma. Smenle no-
taremos que os agricultores se entregir com
cepluar os proprios cylidros. Como estas producto de tal sorle. que cora estas novas fr-
pec,as so excessivamente pesadas e toscas, mas torna-se impossivel obter assocares sollri-
disso resulta burna perda consideravel de for- veis. Elles sao sempre arruivascados visco
ca pelo nitrito que occasiona for nutro la- sos e Je um sabor desagrada vel;
a prunio a columna foi a causa de toda a de-
sordem e impossibilidado de nio poder uel-
la executar os palitos.
-----Em consequencia do beneficio do Sr.
do, as canas passando entre os cylidros la- Cbegamos agora ao processo da terragem ,, Valli ser no dia-j por causa da ebegada do
zem abi bem depressa regos e a moagem aquello que sobreludo merece fixar a attenpio. Vapor ,em que temdecetirar-ee, 61 traus-
torna-se, depois de das de irablbo doto- Era lodosos paizes que se oceupa da cultura lrido odo Sr. Zebedco Cozar para Domin-
paizes ipie se oceupa
do incompleta oque occasioua buma pn- da cana a terragem execula-se por meio de
mena perda de assucar. Emfim resultado mistura de argila areenta, que se deita na
modo poique esta maquina lie posta em mo- parle superior das formas al que produza
lmenlo, que os bois devem dar buma volta huma carnada da espessura de huma pollegada,
tanto maior empenbo a este genero de indus- Iixutoira para que o cyliudro execute urna re- pouco mais ou menos. Aaguacontida entre
tra, quanto mais comidera veis brern oslu- | voluc,o oque pioduz buma lentido de- as partculas argilosas inoltra-se pouco a
cros que della podem esperar. Ora conce- ploravel uo traballio ; e durante este lempo pouco alrave do assucar e leva adiante de si
ber-se-bia buma ideia excessivamente falsa
des voittagens que pode produzr esta indus-
tria se .-e tumasse como base do calculo a som-
nia dos lucios que sao actualmente oblidos nos
engenbos taes como se acha eslabelecidos.
( C9
de Agosto.
Avisos Uiversort
osuccodacana experimenta bum comeco de todo o linuido colorido que abi se achara
ermentaco ; eo assucar transibrmn-se em Este sa he pela parte inferior docoue.5 equan-
alcool queevapora-se depois em perd pro- do a argila cliega ascctir-se, o assucar tica
pria 110 acto da conccntraco. A subslituico inteiramente calreme de melasso. Os planta-
de maquinas mais perfeitas aos engenhos ac- dores de S. Paulo ou acbra este processo de-
tuaes o emprego de endenlacao de rodagens masiadamente simples ou talvez ira na ar-
nesla parte, dOque laemente se convence-i que accclere omovimcnio, a construc r todos os que laucaren, buma vista d'olbos cylidros de Ierro, parerem ser asprimeiras tetar o aeu assucar. Elles o abandonaras \
sobre os procesftOS al aqu em pregados pro- j reformas que cumpre fazercm-se nesta arte, seu genio dirigio-se gara a esculla de algurqa
cessos que, longo de melborarem-se tor-' JN'e ha dunda de que rom o auxilio driles .nutra substancia menos es qualida sem duvid^
naoSO pelo contrario mais defeiluosos do dia novos apparclbos a quantidade do assucar oh- e mais conveniente a depurauo. C)ual foi
em dia. i tido vina a ser consideravel, pois que evitar- mis a substancia que adoplara 1' loi a bosta
A extraecodo assucar contido na cana re- se-bia por meio dalles a dohrada perda pro- de vacca Oa, he preciso confessar que nao
pousa sobre huir.a serie de operacts que se veniente desera cana mal moida c da Iraus- podiaS ter huma mais feliz idea j o nao du-
m leduzir atres priucipaea: i a mua- formaco do assucar em alcool, vidumosque, pelo que toca ao aceio, os con- nella, umerioulinho demeuot que
gemdu! ira lira r- Ibes o sueco 5 a* a O processo da depuraco pot meio de huma I suroidores de assucar d<*m preferencia ao de afirma ser forro, e que a May morta e sen -
ilepur isuccoj 3*em- lexivia de cinza tie o mais deleituoso que ima-16. Paulo, (uanlo terragem era si mean do o contrario oque elle di, c aebe-sc pes-
lim a si isucar jiuro por meto da giuar-s* pode, j; porque a operaco assin e a fim que deve precueber, nos observare- toa que tenha direilo elle api lomos
O abaixo assgnado vende o Engenho A-
breu cito na Ereguezia do Traiicunliem ,
Termo de Nazarelh moente e c urente com
todos os seus accessorius em ponto grande ,
com boas trras de canas e todas as mais la-
vouras com urna legoa de fundo e meia de
testada e planta feita para o auno de 18 '
os prelendenles dirija-se nesta l'raca a Joi-
quira Francisco de Mello Cavalcante, e.no
mallo ao Capito mor Joao Cavalcante ife Al-
Ihi pier.|ue nos seus Eu^enbos Moujopa ou
l'ain itaupe de Flores.
Joaquim francisco Cavbale d'Albuqaerque*
Apparece.w'dia aJ do corrento em
casa de Joo Rufino llamos, no Paco da pa -
/m.
lcita he incompleta, j po-quo altera a qua- |m r l'> endobumafubsUncia for- documentos necessartos


4
'-vV'v*'^
D I n I O D t P 'tt NAMBUCO
35- No din a5 dn tarwnlfl P*'*" R !,nrJs
da nojle tomou-'se de nm negro un barril de
vnl,n : quem for seu donodirija-se a ra da
senzala velha n. 5.f que se dir onde esta.
I .- Pifcisn-sc de "ni moco que entendade
padiria o nm prelo que lenha alguns
principios de padeiro so menos de masseira ;
nnroa doaneiledepeite padaria de Manoel
Ignacio na Silva Tmcira,
' iT Na lardS de j(? do rorrente pelas dnas
horapdo lio do Sr. Pczemhargador Thomaz
Antonio Macicl Monleiro saltn por cima do
muro ih parte da solidad e no p do porto um
Parlo o qual foi apanhado por um cabra ,
que dcia a quem llie perguntova onde o
achara, que o bvia comprado por dez mil
k''!s ; pede-se a qnem soubef onde se acha o
mismo Pavo que o denuncie a Lourcnco
Jusliniano de Siqucira morador no mesroo si-
lino, ou nesta Cidade a Joaquim Jos Ferre-
ra de Carvalho na ra das rincheiras, que
se prometle guardar segredo, e recompensar-
se otrabalho.
9^> Arrenda-se um sitio em S. Joo de
Olinda com duas casas sendo urna com bas-
tantes commedos, forrada e assoalhada, gran-
de solao estribara para tres cavaUos e ou-
tia mais pequea, o sitio be bastante grande,
Icm baixas com cpim que sustenta dous ca-
vallos annualmenle, e cacimba com boa agoa
de beber alcm de ser o terreno ptimo para
rilantacrs tem eommodos para vaccas de
leile qucm o pretender dirija-se ao Snr. Cl-
, liaco na ra das Crines D a.
i/ Precisa-se de um fuitor que sugeite-se
a tratar de um sitio em Olinda ; na ra larga
do Roza rio loja de miudezas do Sr. Lody
K7- A sociedade L,uizence compron os bi-
liictes inteiros n. l6o4 e mcios n_ i5^ e
1565 da segando parle da 4 Lotera da Ma-
triz da l?oa vista.
Xr Chiem precisar de urna ama para todo
o servico de urna casa dirija-se a ra de S.
Jos D. 35.
Sr O Sr. Antonio Jos de Brito queira
annunciar sua morada.
saaa
9
de Monte Pi Caixeiral do Rio do Janeiro ;
quem tiver annuncie.
ts^- Urna preta que engommej, e cose bem;
na ra da moeda n. i4' a follar com Firmi-
no Jos Feliz da Rosa.
Vendas
Avisos Martimos.
PARA A BAHA segu viagem com nraita
bic\ idade a Escuna Brasileira Emilia anda
recebe algum carga e passageirus \ os pre-
tendenles dirijo-se ao Capitao Jos Raimun-
t^" Camellas da Sociedade Fortuna Ty-
pografica, da Lotera da M. da Boa vista ga-
nbando a vigsima parte dos premios, cahendo
na sorte de 4 ooo ooo reis d usen los rail ris a
preco de 36o ; nesta Typografica na praca
da Independencia n- ao e na ra larga do
Rozario loja de miudezas D. 7, e na ra do
Collegio loja de relojoeiro.
tET Urna renda com os Fundos que convier
ao comprador as 5 pontas D. a3.
"*cy Pannos de linho de noje9 ditos de
Guimaraes infestado meias de linho grandes
para homem lencos de seda pretos rendas
de linho largas para lences e loalhas cha-
peos de sol com cabo de osso canarios de
imperio a 19110 e urna caixa de prata tudo
do Porto ; na ra do Fagundes D. 5 confron-
te a ribeira.
82^ Superior essencia de aniz cada gar-
rafa com libra e meia por 10,000 ; na ra da
moeda n. i4i.
SS?* Urna molata de bonita figura, de ida-
de de 18 a ao annos muito sadia e sera vi-
cios ; na praca da Independencia loja de li-
vros n. 37 e 38 se dir.
SSS" Urna preta de naco cozinha o dia-
rio de urna casa e 3 portadas de pedra da
trra conforme as posturas da cmara; na ra
direita D. >4 5 confronte o oilo do Livra-
mento.
SST O sitio grande do olhod'agoa, na pas-
sagem de Olinda com. grande casa de vi-
venda de pedra e cal ainda que precisa de
algum concert tem muilas trras e grandes
baixas que se estende pelo rio a dentro,Ne que
o cerca pelo fundo as quaesse pode plantar
com mais 8 ou des escravos, e alem destas
baixas, lem suHciencias para sustentar la
vaccas tem mais de dous mil ps de arvore-
dos de lodas as qualidades., e em estado de
darem fructo e he foreiro a S Casa da Mi-
sericordia a dinbeiro ou a praso ou troca-
se por uin:i casa nesta pjpca ou outro sitio ,
nao excedendo do Hospicio at o Mondego, ou
por escravos; a tratar na ra do Crespo De-
cima 11.
tST Na ra do Rozario larga defronte do
beco do peixe frito sobrado de um andar por
te
do da Silva ou a Manoel Francisco Ponles.
PARA O ARACATY impreterivelmen-
te no da 10 de Agosto, o Patacbo 4 de -
VJaio com a carga que tiver a seu bordo os cima da loja de ferragens e junto a coya da
cansadores dirijo-ie a Joaquim Gonsaives onca onde mora Manoel Soares de Souza
___ j- n. .!_ j1 u_..:r .... ., Galvan ha tinta nreta de escrever teila pela
Ferreira na ra da Cadeia do Recife ou ao
Capilo do mesmo Jos Ignacio Pimenta a
bordo.
JLei J o
isr Que faz N. O. Bieber & Companbia .
por intervencfo do Corretor Oliveira terca
{. ira 2l do orrente as 10 lionas da manb ,
o ten aimazcm da ra da Cruz dos seguin-
trs artigos ; esj>ingardas clavinotes espa-
das facas formoes limas sovelas bro-
xns, caivetes, oliados, e oulras muilas
htrageos c miudezas*
%-f O corretor Oliveira continua a vender
em particular, no seu arm Conceiclo n. 34 primeiro andar ero porcoes
.'1 \ontade dos compradores Sedas lustrosas
( ara vestidos ditas de quadrinbos tafets
encarnados, e verdes, morojieileiros de se-
<'a pannos de canto diales de palba bor-
ilados mantas de tonquim e de palha len-
cos depinluras, lequcs finissimos, e rtais
inferiores, ditos de xarao caixas de marGm
cara tabaco caixinhas de costura de xaro ,
[.-cetas, ceslinhos, e pratinhos de xaro,
aitos de porrellona, Lonecos da Cbina ,
quadros, bandejas, e urna flauta etc. 5 a
uiaior parle desles objectos loia do brigue
Itespanhol arribado a este j;orto, na sua via-
g< ni da Cbina para Sanlander.
CcASTJl.ADO DE FllAKt'A EM Pf.I'.K A MbtCO
iZF Quaila feira a 9 do crlente, ;s 10
bi'iHsda nuriba', se fara venda publica por
roni.i de quem pcrlencer, no armasen) de
i.M.oir Huget&C., de Cognac, e vinagre
Galvo ha linta preta de escrever feila |>ela
receita de que uzava o fallecido Jos Vital e
de que ficou uzandocua fallecida mullier a
400 rs sem casco e com elle $o.
^$27" Urna moenda orisontal para engenbo
de assucar com lodos os seus perlences a
qual se acha no engenbo Amparo na ilba de
Ilamarac onde jiodcr ser vista e vendi-
da pelo administrador do engenbo e nesta
Cidade a tratar com o Eserivo Ferreira de
Carvalho na ra das trincheiras.
tST Oito escravos urna molata de idade
de *jo anuos boa figura ptima engomma-
deira coslurejra e coiinbcira 4 pretas
mocas fazcm todo o servico de urna casa, urna
deltas cose eengomma, dous moleques de
idade de \i a i/| anuos urna negrinha da
mesma idade : na ra de agoas verdes casa
terrea D 3;
xzr Chitas de bons jiannos e tintas fixas da
INova Hollanda pelo barato preco de 160,
meias curtas de muito superior qualidade a
a8o o |>ar escuras, ditas branca para me-
ninas a a8o o par, cssa muito encorpada 200
a vara bretanba de rolo de 10 varas a anuo,
jiauno da cosa muito largo a 480 o covado ,
cassa de quadros de nuilo superior qualidade
jirojuia para vestidos a 480 a vara, alem des-
tas lazeudas oulras muilas de no\os padres e
por barato preco ; na ra do Crespo terceira
loja vindo da ra do Queimado
XST Um roolequede bonita figura creou-
lo, de idade de 10 annos ptimo para apren-
der qualquer oflicio por ser mu i lo esperto ; na
roa do V gario venda do passo.
cy Dous quaitos castrados a troco de li-
jlos e telhas; na passagem da Magdalena
*. tsr Aphorismos de medecina e cirurgia
pratica pelo Dr. Antonio da Costa Paiva ,
esta obra se torna assas recomendavel para to-
dos os chefes. de familia e essencialmente
,para os facultativos e pharmaceulicos, pelas
luminosas ideias ali desenvolvidas; na ra do
VigarioD- ia.
tsy Duas escravas ; urna de idade de ao
annos e a outra de idade de 3o annos, boa
rozinheira e faz todo o mais servico ; na
ra estrella do Bozario sobrado D. 3l.
S3- Um terreno alagado no seguimento da
ra da Aurora com i5o palmos de frente ,
e i5oo de fundo pagando de foro 3o rs. o
palmo todo ou a retalho; e un escravo ain-
da moco, cauoeiro; na ra de S. Gonsalo
D. 11.
ts^ Vid ros para espelhos de meio a 4 Pal~
mos de comprido, e deum palmo e um ter-
co a 3 palmos vle largo de superior qualidade ,
e por preco com modo ; na ra da Cruz ar-
mazem de traste 11. 3i.
ssj- Urna morada de casa de pedra e cal .
com 6 quatros, sala a diante e atraz quintal
murado e cozinha fora sita no poco da pa-
nela ; na praeinba do Livramento D. aq
es?" Uma venda na quinado atterro das 5
pontas defronte do viveiro com os fundos
que convier ao comprador ; na ra da praia
armazem das casas do Sr. Jos Higino.
t2^ Excellente {arinha de trigo americana
chegada ltimamente e por nreco commo-
do ; no armazem de Joao Malhens por detraz
do tbeatro.
SJ" Uma preta perfeita engomraadeira e
cozinheira duas ditas com as mesmas habe-
lidades um prelo de idade de 2o annos 3
moleques de idade de 1a a i4 annos ; na ra
do fogo ao p do Rozario D. a5.
^ ^ Pecas de bretanho de rolo de 10 varas
a 1800 ; cobertores de alftodo 64o pecas de
cassa de quadro a8oo ditas de algodo de ao
jardas a8oo ; ditas de chilla i4o o aovado ,
e a retalho 160 dito, riscado3 de cores que
nao desboto 180 largos, chitas 16o 180,
e a00 rs o covado fazenda de l para calcas
a mmitaeo de casemira fifa o covado dita
de algodo de dulcientes qualidades 380, 3ao,
e 36o o covado, panno de linho aberto pro-
prio para guarnicoes de toalhas e lencoes bi-
ces de differentes larguras, e outras muilas
fazendas por preco commodo ; na ra da ca-
deia velha n. 55.
ssy Cha' isson de primeira qualidade libra
a4oo dito aljfar e penda a400 dito isson
de outras qualidades 1600 e K)ao sag de 1.
sorte a4o farinba de araruta a4o dita de
tapioca io'o, caixas com charutos de superior
qualidade a4oo ditas de segunda qualidade
itoo caixas com vinbo de Bordeaux 5ooo ,
ditas com agoa ardente cognac G'ioo sev%di-
nha de frnca a4o a libra, e todos os mais de
venda por jireco commodo ; na ra nova De-
cima a.
1 $3SP" Uma casa terrea sita na ra do cal-
dereiro acabada a pouco de se fazer obra, e
uma meia agoa na travessa do ponnho; a tra-
tar na ra de agoas verdes casa terrea n. 37.
! tssr Uma das melbores vendas do pateo de
SS. S. do Terco D. 9 com muitos eommodos
liara familia a saber ; uma sala de assisten-
cia uma alcova um bom soto com janelas
para fora cozinha fora e cacimba j a tratar
na mesma.
JEscravos Fgidos
rm liarris pertencerjte ao carregmento do na- entre as duas ponles casa de sobrado
vio Irancez Provence -naufragado em Luce-p*jsy fjm ricoe moderno alias geographico ,
na na sua viagem de Boideux com destino, cottlendo ao cartas, Mongalvy analise do
ho Rio de Janeiro. Pernombuco a? de Julho coligo do commercio Crozat geografa ,
., 1 U .w fAnciil (li !'i:un;i. U.ai....;.. ....'...,..,.-.. I .vrt- IUitiiIi nn '.illnrrn i
de i4o. ISamem Cnsul de Franca
C o 111 p r a S
geogratia e
historia universal por Borruft; no atterro da
Boa vista loja D. l.
tsr Uma negrinha creoulade idade de 1 5
is/- Asseeuintes obras ernonTuzo 5 as annos com bonita Ggura, boa engomma-
HiMasdeBocafe. a Iba incgnita e Robin-I deira, cose cha cozinha o diario de uma
(i. de CniSes a tratar com o Comrnandante casa lavado sabio, a fianca-sc a boa con-
d|p;ue Ks.na lelicidade. I ducto por ser recolhida e da-se a contento ;
W Uaiotmi'lnrdofi ctatulos da societi- [na a U'rcita D. ao Jado do Livramento.
No dia 16 docorrente fugio um mo-
latinho de nome Manoel de idade de lia
1-t anuos, levou vestido camisa e seroula de
I algodo da trra o signal mais evidente para
1 ser condecido he olhar alguma couza glorio ;
quem o pegar leve a casa de Lima JunVr &
! Companbia na ra da Guia sobrado n. ti no
primeiro andar.
825" No dia ao do corrente fugio do sitio da
viuva do Maia ao p dos aSIictos uma negra
ainda bucal de idade de 66 annos, levou
vestido de chilla rosto chato os ps alguma
couza grossos, os peilos cabidos e altura re-
gular j quem a pegar leve a loja de cabos de-
lroute do Corpo Sanio n. 5 que rtcebera 5o
mil reis de gralificaco.
SS^JNodiaai do corrente fugio um mo-
leque de naco pertencente ao engenho C^ui-
tiuduba de idade de 18 annos, retinto al-
guma couza carabaio das pernas ps gros-
sos por ter bichos pega alguma couza na
falla mas nao he gago levou calcas de
panno da costa, camisa de nscado azul e listras
encarnadas ; quem o pegar leve a ra da ca-
deia velha botica de Vicente Jos de Brito.
tss~ INo dia 17 do corrente fugio uma pre-
ta creoula de nome Eva de idade de at an-
nos um tanto baixa e cheia do rorpo, falla
meia tola cornos dedos dos ps curios le-
vou vestido de riscado ja desbolado camisa
de brim ; e panno da costa ja rota ; quem a
pegar leve a fora de norias no pateo da Igreja
do"pilar era casa de Jos Bernardes de Souza
que ser gratificado.
ts- No dia a5 de Marco fugio um escravo
de altura regular de nome Felis cor ca-
bra a cabocolado grosso do corpo cabeca
grande, cabello em proporcao da cor e pucha-
do a pichaim nariz e boca regular falla a
moda do srtao, por ser natural dos reconca-
vos da Cidade do Cear tem alguns vergoes
no corpo que di* ser de relho levou ves -
tido camisa de madapolo calcas de riscado
de linho azul, e chapeo de couro ; quem o
pegar leve a ra da Cruz n. 55 que receber
5o,ooo de gralificaco.
ssy Roga-se as author'tdades policiaes e
pessoas particulares a aprehenco de urna es-
crava fgida no dia sabbado de Alleluia deste
anno, com os seguintes signaes ; de nome
Gelrudes naco angola de idade de 4 au-
nos ja tem cabellos brancos estatura or-
dinaria rosto miudo peitos regulares, cor-
po secco o p esquerdo he mais largo que o
direito e lem no peito esquerdo uma sica-
triz redonda do tamaito de 4 vintens de pra-
ta no queixo de cima da parte esquerda fal-
ta-lhe um dente e a frente dos mesmo he
aberto menos os dous da frente, na p esquer-
da tem uma sicatriz de duas polegadas de
comprido era ambas as pernas tem grandes
marcas de bechigas e sarnas leyou um ves-
tido de chamalote amarellocom listras outro
dito de chita amarello com listras e flores en-
carnadas camisa de algodozinho, uma bae-
ta e saia preta eum taboleiro ; esta preta he
bastante ladina; e lo i escrava do fallecido'Ga-
ma da Boa vista desta Cidade consta que
he camarada de um cabra de nome Benedicto,
sapateiro escravo que foi do mesmo falleci-
do Gama e boje do sogro do Sr. Jos Fran-
cisco de Barros do engenho carauna 5, quema
pegar leve a casa de Manoel Jos Gonsaives
liraga junto ao arco de S. Antonio que sera
gratificado.
SS- No dia 6 do corrente fugio do Recife
um negro creou lo de nome Manoel, bastante
alto corpolento de boa figura de idade
de8 annos bem no meio da perna direita
um calombo de uma ferida antiga, beicos
grossos e quando falla arrebita o beico da ,
cima be pachola e gaba-se de entender de
riedreiro foi escravo do Snr. Jos Cordeiro
Leile e fugindo do poder deste Sr. foi re-
matado em Nazareth da malta pelo Snr. Jos
da Costa Medeiros este o veudeo cora uma
negra casada com o referido creou lo Manoel ,
ao Sr. Francisco Gomes de Araujo e este o
vendeo ao annuncianle abaixo assignado, quo
roga a todas as aulhoridades e pessoas cons-
cienciosas que delle tiver noticia, o faco
prender e remette-lo ao Snr. Dr. Felippe
i Menna Calado da bonseca na Cidade do Ri^
! cife ra dos Quarleis D. 2 que se acha
authorisado a rocompensar cora generosidde ,
e pagar as despezas que se fizerem e na pro-
vincia do Cear no Aracaly ao annuncianle,
no Ico ao Sr. Joiquim Pinto Nogueira e na
Capital ao Sr. Joapuim Jos Barbosa.- Jos
Antonio Rodrigues Cruz. "
cy Pelas 9 horas da noite do dia 19 do
corrente fugio de Olinda um cabrito de ida-
de 16 annos baixo grosso bem ladino ,
i levou camisa do algodozinho e calcas de
riscado. bastante suja tem um signal na
Ion le esquerda de uma espinha e foi encon-
trado no dia ao do corrente no forte do Buraco^
quemo pegar annuncie.
S^- Domingas de naco cassange, ladi-
na idade de lija 18 annos baixa do cor-
po
cara redonda com uma sicatriz de ferro
na fonte direita vestido sujo e quasi branco,
camisa de algodozinho e panno prelo usa-
do fugio no dia ai do correnle ; quem a
pegar leve defronte do Corpo Santo casa n. 4
que ser recompensado.
ts&" Da fazenda macambira termo da Villa
de Pesqueira Comarca do Brejo da Madre de
Dos fugio um creoulode nome Joaquim ,
de idade de 3o annos, estatura alia, cheia
do corpo pernas grossas falla algum tanto
rouca conhecedor de estradas do serlo he
escravo do Medico Brito ; quem o pegar leve
ao alterro da Boa vista residencia do mesmo
Medico ou a Villa do Brejo ao Prefeito da
dita Comarca que ser gratificado.
lUoviiueiito do Porto
NAVIO ENTRADO NO DIA a6.
ALAFAGQ ; 4* dias Brigue Inglez Ladf
Sarah Mailtardo de 1 ib tonel. Cap. John
Grenfeld equip. 7 carga peixe ; a Me.
Calmont& Companbia.
B.ECFB JN A TYP. DtM. F, DE F. ^\o


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