Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03556


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Full Text
rr luiu. ^gumi/s n-i-,i

_Tudo acfora depende de nos mesmos; da nossa prudencia, modera-
eo, a encrjnji continuemos como crir.cipiomos e seremos apontados
cono admirafo en,re as Naoes mas cultas.
Proclamaco da Assemblca (eral do Bratili
----
Snbsereve-se para esta folha a 3fooo por qnartel (MgM adiantados
nesta Tvpografia, ru das Cruzcs D. 3, enaL'racada Independencia
ns. 07 ca, onde fie iTcehem correspondencias legalizadas, eani.nucios,
nmin,io-se estes gratis, sendo dosproprios assignantes, e vindoJassig-
na dos.
Partidas dos Correios Terrestres
CMadeda Parahiha e Villas de sua pretenclo.......\
Dita do Rio Grande do Ntifrte, e Villas dem ;.....(,. c
Dita da Fortaleza e Villas dem..............bS- e bcxlas Cd.dc de (ioianna.....................)
Cidade de Olinda......................Todos os dias;
\iila deS. Antao......................Quintas Pairas*
Dita de Garanliuns e Povoaro do Bonito ......... lo, e q4 de cada mes
Iiiaslo Cabo, Scrinliaem, Rio Forntoso, e Porto Calvo, i, 11, e 21 dito d;to
Cidade das Ala^oas, e de Macei............dem Hem
Villa de Paja de Flores...........,.........Idero 13, dito dito
Todos os Corre ioi parlcm no meio da.
T*40t
_' .
',
CAMBIOS. Julito aa.
f.ovidiat?????? 30 d. por tfeon cid.
l-i-'-a ....... 70 a ;d por 0/0 premio, por racial eflorecido '
ftai m......, agSreia por (raneo.
Rio' Je Janeiro ao |
CHJRO gVoedas de 6lof> r., VcJhaa i45oo a HJIot.
,v Oitas ,, ,, IVovas tifiboo a ijj.'5ro
Ditas de {oivo r*., Mooo 8#aeo
PKATK-Patace* ..iiiriics....... l?66o a lf<'*3
' PrzosC.climinr.rics........ tg6fo a i#rJ8fl
.<* Ditos Mexicanos-*------------- :#64o a 1
Wn Viuda---------------o-----------1 o..o a lf*00
Dc-conloilc HillietcsVl'Alamlcga I 1/8 pw loo S1. mc~.
dem de Letras < i(i por bAasfirmasolercido
Hocda de coin 3 por 100. de disc.
P11ASES DA LA i\ MEZ DE J0L1IO
Viart. crffic. a 6 as 11 h. c $3 m. da man.
La Clicia ai-ns 3 h.e 10 m. datardfl
Quart. ming. a 11 as lh,ej5ra. da larde
La Nova a 20" as 7 h. e Sm. da tarde
Mare ehcix para o din j5 /e Julho.
As 11 horas e i minutos da mnnhj
As 12 llorase (i nmutoi ( IJias da Semana.
m Segunda S. Jcronvmo Emiliano audiencia do Juiz de Direito di S. r."
at Terca S. Prxedes Virg. --Kclaco e Audiencia do Jui; .l Direito d
1. vara.
21 Qnart S. -Mara Magdalena.' Audiencia do Juil do Direito da
5 vara.
a5 Quinta S. Apotinario II. Ardienda do Jais de, Direito d. 1. Ta-
ra. >
:< Sexta S. Chriatina. V.- Relaco e Audiencia do Juiz de Direito da 1. vara,
.'5 Sabbado >X< S. Tiago.Ap.
36 Domingo S. Anna Miy da M.'y d DrOfS
Vt
RIO DE .JANEIRO.
CMARA DOS SUS. SENADORES.
Ses o cm ?6 le maio de t8o.
Presidencia do Snr. marques de Paranagua.
Irruido numero sufliciente de Snrs. sona-
dores abre-se a sesso ; e lida a acia ta an-
leri> heapprovada.
Expediente.
O Snr. primeiro secretario l lmm officio
do primeiro secrelrrio da cmara dos Snrs de-
butados, participando que a mesma enmara
nao adopiou as emendas do Renado feitas a
proposicao que npprova a faculdade concedida
J A minoridade Serdiores, tem diversas j
I nocas 5 e a poca em que se ada actualmente
S. M o imperador ha poca da adolescen-
cia poca em que sedesenvolvem ns facilida-
des moraes e as (orgas phystcas tomao to-
do o sen incremento ; he liuma poca muitn
attendivel pelas nossas leis ; e esta attencao,
que em f;eral lie relativa a lodos eom par-
licularidade se d a respeito de S. M. I. em
quem transln/em talentos nao vulgares urna
prudencia e reflexo rpconlieciila, e liuma ins-
irucoao hem digna de ser invejada (apoUdos)
estas rasos que me nao podem ser contes-
tadas, me animo a justificar a minlia primei-
ra emenda.
Portanto, hem que estoja persuadido e
snmmamente convencido, como i;i por huma
proposicao (|U: ippiuvii ui <>-"" "--"-. -- y y- ----
a Gustavo Adolfo Reis, para formar na pro- I entra vez disse que osle negocio nao sera ul-
vincia de Minas GeraS huma companhia de timado, nao ser levado a effeslo nem" mos-
____ C. n nn^...,lA !hIa!h.Ja .^ un iikttrn nlln BAnflr mineraco : Bca o senado inteitado.
Ordem do da.
Sao pprovadas : em lerceira discusso, pa-
ra ser remeltida ;i cmara dos Srs. deputados,
a resoluco do senado, que approva atenea
concedida a I). Cecilia da Costa Pereira e
para serem enviudas a sancco imperial, as
resolucSes da oulra cmara que approvSo
as tencas concedidas ao capilao de mar o guer-
ra Guherme Cypiianno Ribeiro e aos l-
enles coronis Francisco Diego Vellez e Vi-
cente Ferreira Nobre.
lie approvada em primeira discusso, aflm
de jiassar segunda a resoluco qne appro-
va a lenca de icoLl reis concedida ao len-
te coronel reformado, Jos Theodoro de S c
Silva.
Continua a lerceira di-cussao, addiada pe-
la hora na ultima sessao, do projcto de le
que eslabelece as bases para o contracto do
casamento de sua altesa impeiial a Senhora
D. Januaria, corijuminmente com as emen-
das approvadas na segunda discusso.
He offerecido e apoiado o seguinte artigo
additio. 1
As disposicoes da prsenle le so lerao
eSeitO quando S. Mi o imperador D. Pedro
II lor reconbecido maior. Salva a redac?o.
Ferreira de Mello.
O Snr. Mello e Mallos A votaco do ad-
ditameuto tem lugar depois de approvado o
ij! ojelo.
O Sur. presidente Se o projeclo pis-
car, he que lera lugar a volacao do .uldia-
icento.
Snr. Paraizo Snr. presidente ped a
palavra sobre este projecto para mandar a
mesaduas emendas, huma ao artigo pnroei-
, e OUtra ao artigo segundo, as quaes SO as
soguintes(lo). ,
Depois das palavras a pnnceza 3nra.
P. Januaria accrescenle-se la ser eito a aprasimento de S. M. o impera-
dor __c continu o reslo do artigo como se a-
cha. No artigo 2. em lugar de 7250000
icis diga-se g^oooll res. l'aco do
senado, 6 de maio.de 1840.
Sur. presidente o artigo ao da consli-
tuico diz que o casamento da serenissima
orincezaimperial ser leito a aprazimento de b.
M o imperador. Se este art. considera o im-
ucradorem maioridade, be indispe.isavel que
vo expressas no artigo do projeclo a, palavras
que se contera na minba emenda edo mes-
o modo se o artigo, nao considera S. M. o
imperador cm maioridade e sim em meno-
ridade, tambera julgo conveniente irem ex-
pres>aa as mesmus paaTraSi
mo que sobre elle sedar passn algitm que
nao soja de acord com a vontade de S. M.
o Imperador 5 todava para remover quai
quer escrpulo qne cu, 011 mitro qualriuer
memhro da rasa possa ter. entendo que con-
vom serem expressas no artigo as palavras de
que trata a emenda.
Olanlo a segunda emenda observarei que
o nobre autor do projecto consignou a quan-
lia de seis contos de reis rocnsaes para a dola-
cao de S, A. im|)erial ; porem essa consigna-
cao me parece mesquinba para sustentar o
fausto que be devido a to altas persona-
rens ; nao podendo porem, chegar onde
me levao meus deseios proponbo o augmen-
to da ronsignaeo mensal da dotacao a oilo
contos de reis. Tenbo emttido as rasos que
me moverao a mandar a mesa as mi unas e-
mendas.
Vem a mesa as emendas do Snr. Paraizo, e
saoapoiadas.
Tomao aiucla parte na discusso varios Srs.
senadores.
Julga-sea materia discutida.
O Snr. presidente propSe votaco o pro-
le 10, como pasSOU na segunda discussio, sal-
Vas as emendas novas e os artigos que Ibes sao
respectivos; be approvado.
Fropoe mais o artigo additivo nfiopassa,
sendo approvadas as emendas do Snr Parai-
zo aos artigos 1. e a.
O Sr. Presidente d para ordena do da:
Ultima diseussao das emendas novas ao pro-
eclo que acaba va de disculir-se.
Terceira discusso das resoluces appro-
vando a tenca concedida a Carlos Lourenco
Danckwardt, e a penso concedida a L>. Del-
fina Mara do desciment.
E sobrando lempo trabalbo de commis-
so.
Levaula-se a sesso huma hoiae 45 rai-
nutos.
CMARAS DS SRS. REPUTADOS.
Sesso em 26' de maio.
Presidencia do Snr. Marcelino de Unto.
A's 10 horas da manh faz-se a chamada ,
e reunidos em numero legal os Snrs. deputa-
dos abre-se a sesso, le-se e approva-se a
apta da antecedente.
O Sur. primeiro secretario d contado ex-
pediente leudo os segnintes officios.
Do secretario do senado participando que
o senado adoptou a fim de ditigir saneco
imperial as seguinles resolucoes: approvau-
do as lemas concedidas aos coronis viscon-
dp da Praia Grande, o visconde He Caslroi e
^os lenles coronis Cypriano Jos do ,\l-
meida Anacido Jos ile Sou/.a Castro, e
Joo Marques de Carvalbo. l'ica a cmara
inteiraila.
Do mosmo secretario romottondo urna pro-
posicao do senado (jtio concodo ao marquoz do
Reife urna prestarn mensal em cnmpnnsa-
co da que llie foi feit.i por decreto de ao de
agesto de i8sj5i A imprimir.
Do ministro do imperio. ronrMteiv'o o
oilicio do inspector goral das obras publica?,
com o orcamento da dospesa que ser neces-
sa ra para a continuaco da obra do Col le -
gin de Pedro Segundo. A' segunda commis-
so do orcamonlo.
Do mesnio ministro, participando que nao
existe na secretaria de estado dos negocios do
Imperio a memoria de, que Inta o olfloio Is-
la cmara de i\ de miio do anno passado.'
npresentada sogovernono reinado d El-uei
l). Jno G. por Francisco Carneiro do Ro-
sario. A' quem fez a requisico.
Do mosmo ministro, enviando o officio do
presidente de Minas, a'oompanbando o re-
querimento do su per-intendente da compa-
nhia de mineraco do Morro vellio Cirios
Iloring, pedindo a reduceo dos diroitos qne
actualmente paga a companhia, a isenco
Jessea meemos diroitos por dois annos. A'
commisso do orcamonlo dn fazenda
Do es-ministro do imperio, remetiendo
a copia co decreto do i\ de dezembro prxi-
mo nassado pelo qual se concedeo ao coro-
nel reformado de primeira linba do exercito
Joo Pedro da Silva Ferreira a tenca an-
nual de 1 joU reis. A' commissao de pensoes
e ordenados.
Fas-se mensao de hura officio doSnr.de-
putado Manoeldo NascimentoCastro o Sil-
va em que participa que por llie ter fal-
lecido seu sogro, nao pode comparecer.! ess .
O Snr presidente consulta a cmara para
que seia desenojado o Snr. deputado, c assim
se vence.
Faz-se menco de nm officio .do Snr. de-
pula.io Joaquim Manool 'Vieira de Mello,
partecipando que por motivo de grave mo-
lestiase acba impedido por este aunodevir
tomar parle nos trabalhosda cmara. A' com-
missao de poderes.
O Sr. primeiro secretario declara que se
acba sobre a mesa o diploma do Snr. Dou-
tor Afaooel Mendes da Cunha e Azcvedo ,
deputado suplente pela provincia de Pernara-
bnco, e (fue remellido cora urgencia acom-
mjsso de poderes.
Remette-se a commissao i que estaffecto
o negocio de que ella trata urna represenla-
io da cmara municipal da cidade do Serr.
Vae a commissao dejustica civil c criminal
urna representa'ao de Joo Maximiano de
Souza juiz de paz da villa de Santarem.
Faz-se segnnda leitura do projecto do Snr.
ll.nique de Rerende que declara reforma-
\( o artigo 120 daconsliltiito para que o
ment da princeza imperial possa ser
feito seno aprasimento do imperador.
Le-se e approva-se seui Abate o parecer
d 1 commissao de poderes quo legisla o di-
ploma do be. Dr. Manool Mondos da Cunha e
Azevcdo deputado supplenle por Pernam-
bued.
Acbando-se na anle salla o Snr. deputa-
do introducido cora as formalidades do estil-
lo presta juramento c toma as sent.
E' lido e approvado sein debate uai rc-
querimento do Snr. deputado Oliveira, pa i
,|ue se peca ao governo rla repartico la
gea, urna relacio dos olliciaes militai s,
que depois de 1 $ de abril do anuo passado
Ino promovidos porservicos relevantes pres-
tados em defesa da ordem publica, e inte-
sridade do imperio, especincaiido-se 1 natn-
resa desses servicos eos por tos emqueforo
remunerados.
Entra em discusso um requerimento la
Snr Carneiro da Cunha para que se pecio
ao "overno informatocs acerca dos pr ce l-
menlos anrquicos de algnsoffi :i 1 da piar*
da nacional da provincia daParaiba duranto
a adminisraco lo Snr. dout ir rrajano Altpi 1
do Molienda Chacn.
E'anoirli a seguinte emenda do Sr. Hen-
rique de Reeende.
Requeiro >e pessa ao governo que rcmctti
a esta eaniari quaes quer communicacS
na secretaria de osudo exislSo cen dos
movimentos sediciosos qne or ventura hou-
vessem na provincia da Paraiba em tempo
da presidencia do Snr. Hollando Chacn.
Rezende.
Dfpois Je algum debate lano o re y
mento como a emenda sao regeitadas.
Ordem do dia.
Continua a discusso addiada da resolut
queaddia aseleicOes para o anno de i8|i ,
e emendas apoiadas.
E' apoiada urna emenda do Sr. Casado ,
que diz :
Em lugar de novembro, diga-se oulu-
bro, e em lugr de abril de iSji di
kc marco.
O Snr. Poixoto de Aiencar com consonti-
mento da cmara relira sua emenda.
Sao lidas e apoiadas as seguinles emon--
das:
As eleices de deputados para a seguinte
legislatura serlo feitas em todas as provin-
cias no inlervallo que decorre do primeiro do
Janeiro ao ultimo dejunhoue I8|c Sal-
va a redaeco. Coelho.
Depois das palavras lB^ 1 acresceu-
le-se__entre maio e setembro desse anno.
" Paco da cantara*dos deputados, 2 do
'maio de iS.'.o.--- Montisitni..
epoisdehum longo debate em que lomad
parle varios oradores, lica a discusso addiada
pela hora.
! O Snr. presidente da para ordem do da .1
continuacioda mesma materia e 10 meio da
I a discusso da proposta do governo quefixa
as forcas de Ierra para o fucluro anuo finan-
ceiro, par a qual foi convidado oSo.r.mi-
I nistro da guerra, e levanta asesso depois das
duas Iioras da larde.
iJ ti KfN A M l U CU.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia i5 do correntei
Oflicio Ao Inspector Geral ibis Obras
Publicas, para examinar quanto antes o esta-
do de ruina da sacada do lado direito do Al-
pendre da Secretaria do Coramaudo das Armas
e informar quaes os reparos que necesstta.
Dito -- Ao Commandanle das Armas i
comounicaudo-lhe a expediclo da ordem su-
dem do da ib.
Officio Ao'Tenente Joo Arcenio bar-
bosa significaudo-ihcem resposu wseu, ol-
^o de 14 o correute em q V*** topusaad
MUTILADO


ft
lhBtig^L>j.j?.iMrKia!ua!auigMaBBcg
DIARIO DR PEBNAMiISCO
^gTTTJrnray^^iimii'jTTr-.- -?rr.Zrzr?&2!!2ZZaB?7SgSmr*r-


I
n lugar de AjuJante, e Director Interino do
Arsenal do Guerra: que a Presidencia Hie
pmcpde a referida demissio devenda fazer
entrega do lugar ao Capitio da Companbia
de A i t fices Joaquina Jos* de Faria Ncves.
|)lo Ao Commandasue das Armas eom-
mnnicendo-lhe o ciiendo no precedente of-
fuio,
dem do dia 17.
OfBcio \o Exm. Sr. Hispo Diocesano ,
significando-lheem resposla a o seo olficio de
5 do corren te, que nao consta haver jncon-
veniente*h*um era ser posta a concurso a Ca-
deira de Theol igi 1 \ oral do Seminario de O-
linda, i!c que era L"nle <> actual Bispo Capel-
iio-Mcr do Rio de Janeiro e qne nes'a hy-
poth 1 S. proceder ao dito Concur-
so pai ii lia a falta quesolfreo
ioo publii".
Dito Ao Commandante das Armas, au-
para fazcr construir no Quintal
doQuarteld icib urna Cuxia (paz (ie
letebermctai cavullos do Esquadro de
avaaria de '.,1:1.
Dito A lor Interino do Arsenal de
ierra para satiaazer asdispezas quesefize-
icm con. de que trata o precedente oi-
Dito -- Ao Inspector da Tliesonraria de
Fazenda da Provincia, para (azer abonaros
vencimen ivos, a Francisco de fla-
los Lima e }.' ngeltsta Muntz no-
meados pelo Commandanta das Aunas para
Aimoxarifes o Io da Fortaleza do Brum eo
x do Forte de Gabl coni a graduacode pri-
nteii mos na forma do Imperial Aviso
de 11 di
I to i Chefe da Legio da
G. 3N <:' ; ra fazer di sligardo B.atalhu
dita Villa o Guarda Marcos Evangelista
Muniz que foi nomeado pelo Commaiidatite
Armas para A luaoxarife do Forte de dai-
b,
Dito Ao Coromandante das Armas ,
llie.o contudo nos dous olii-
. L'dentes.
Dito Ao Inspcc Tliezouraria de
Fazenda, signiicando-lbe, que para nao
com prejuiso publico as obras que se
uas i lazas da Relaco eumpre
a as convenientes ordens para que
Ser vico i il lico Seiao satis-
(1 itas as r< piisicJes que Ibe lorem l'eilas pelo
AdminUtradoi Fisi al d .- 1 'bras Publicas.
! ito Ao Inspector da Tbesouraria das
RendasProTneiaes indar satisfazeras
requisicdes que Ibe derigir o Administrador
Fiscal dasC ras 1 i as a fim de que nao
paremcom pn ni publico asobras a cargo
nini raco,
1 foi : pedido 10 inspector Ge-
ral d o ras publican an peito ua obra de
Vel lio.
lo Ao Adminisli idor Fiscal das obras
: ': -Ibe a expediccodas
U| ras.
!...o -- Ao Commandante Superior da
I ion l do llecile, para ordenar que
uma nti lia de tres hojneus e ura Cabo do
u destaque semanariamente
para a Baueira estabelecida no lugar do U-
: l.
to Ao Inspector da Tbesouraria das
Rrndasproviociaes, romuukaudo-llie ocou-
i udo uo pietedeute ol
. j Ao Inspector do Arsenal do Mar-
i,liu Bpprovaiidu a mnlta dada 00 Capitio
do Cableo liesparihoi* S. Joao, por seacbar
irsouoari. 1 imenlo do Porto.
ino do Ar-
rra ara loini 0 inspector
Geral das 01 uma'Guarita para
1 na Barn Labelecida no oe-
quii.
C'lbcio -- Ao Inspector Geral das Obras
Publicas, tomn unicando-lha a expedico
da oc!in supia.
J}\\( tu oens
ALFANDEGA DAS FAZENDAS.
Vi; >''' ai Prea de i a* .rain Ca-
g 1 Inspector da Alf-ndega faz saber
me no dia --< gond 1 fi i a .;; do corrente se
ivxle i e na por-
11 da mesma ao roeiodia dous barril com
ji. ivora rom valor de
/5o rs a lit': appicljrndidos pelo Guarda
,\., Jal "ii h 1*.
rt|| I 11 \ \,,..-,. Xfcon : > ieda Ca-
prefeitra:
Parlo do dia 11 do corrente.
IIIm. e F.\m. Snr. Foio hontem nresos
polo OfficiaJ de ronda de visita opreto Banto .
1 -icravQ deSebastio dos Oeulos Arco Vei le
Poriiamlii foi remedido ao Snr,: pela Sentinclla da en-
trada do Palacio o porluguez Joto Baplista
Correia de ^tertezes por ter rotr.pido urna
lista pprtencente ao Crrelo ; foi hoja sulto:
pelo Commissarlp de,Polica do districto do
aterro dos. A negados o pardo J0S0 dos Santos
I Lima Dminos Antonio Pereira e Felis
da Silva brancas por serem atravessadores
defarinba; forlosoltos: e pelo Sub-Prefel-
toda Boa-vista por ser vadlo e estar as
circunstancias de ser recrutado Maximlan-
no io/.ede Medeiros d Silva brauco ; ficou
delidp no rallabou^o.
Das Partes boje recebidas consta que nao
oecorreo mais nnvdade>
CMARA MUNJGIPA DA CIDADB DO
RECIFR.
Ss<;To do da 14 de Abril de ifljo.
Presidencia do Snr, Barros
Comparecern os Snrs. Mamede Vianna ,
Bastos, eFIgueiredo; faltando com cansos
mais Snrs
Aborta a Sessao e I ida a Acta da antece-
dente foi approvada,
O Secretario dando conta do expediente
mencionou os seguntes officlos
Jm do Exm. Presidente da Provincia par-
tecipando haver a Assemb. Legisl. i'rov. ap-
provado as contas da Receita e Despeza des-
ta Cmara : inteirada.
Oulrodo mesmo Exm. Presidente da Pro-
vincia communicando haver ;! Assemblea Le-
gislativa Provincial approvad' ; graliicaco
ile 200.000 rs. que poT esta Cmara foi con-
ferida ao Fiscal da Freguezla dos AiTogad >s .
Joaquim Joze Helio dtsde o dia em que foi
arbitrada : inteirada.
Outrodo Tenente Coronel de I'.n^onbeiros
Moraes Ancora participando ter silo autori-
sado pelo Exm. Presidente da Provincia para
contractar compra de urna porco de podra
de cantara pertencentc .i esta Cmara para
as obras :i seo cargo se para ellas lever ser-
venta addiado.
Outro do rnesmo Engenheiro exgindo urna
copia da nota que Ibe consta va ter sido deri-
da i esta (.amara para o Engenheiro i. Boyr
da direceo do Caes projectada do Forte do
Rlatto para o Korle : que se officlasse disendo
que ateo presente esta Cmara oinda nao ti-
nlta recebldo tai nota ; mais logo que losse re-
rebida saiisfaria sua exigencia
Outro do Doutor Antonio Pereira Barroso
de Moraes partecipando que por motivos
de molestia nao poda lomar assento na pre-
zente sessod'Assemblea Legislativa Provin-
cial : delibeou a Cmara que se chamasse o
l)r. Felipe Lopes .Netto ; por isso que nao ha
vin i- mpo para sur chamado o Dr. Alexandre
Bernardinodo Res e Silva.
Outro do JuizSubstituto Antonio Joaquim
de Moraes Silva marcando o dia 2 do mz
de Malo prximo vindouro para ter priupicio
; .. scssio ordinaria des Jurados des te presen-
te anuo: deliberou ;i Camaia (jue se man-
dasse convidar o Doutor Promotor para vir
boje mesmo faser o sortiamenlo Oqualeom-
pareceo e extrado da una as do se lulas dos
Juiados quedevem compor respectiva ses-
so e deliberou a Cmara que se fiaesse pu-
blico por Edtaes os nomes dos sorteados.
Outro do Fiscal dos Allegados partecipan-
do (pie o pacadisso que liga o alieno dos
A (logados :i punte do mesmo norre se acba
actualmente arruinado por tal forma que
aroeassa o mais eminente perigo : deliberou
i Cmara que isto mesmo se levasse i consi
deracio do Tenente Coronel de Engenheirosl
Inspector das Obras Publicas para dar aa i
providencias, qucesivessem a seo alcance.
Despacbaro-sealguna requerimentos El
por ter dada a hora levantou-se ;i Sessao e
mandarSo lazer a prczenie em queassignaro. !
B eu lulgencio Infante (e Albuqiieri|ue e
Mello, Secretario a escrevi. Barros, Pro-
I residente. Mamede. Vianna. Bastos. E
Figuriredo. Est cunluime.
O Secretario.
Fulgencio Infante de Albuquerquc e Mello.
E DI Ti I..
I.-ais Francisco de Mello Cavalcanti Kscrivo
e Administrador da Meza de Rends In-
ternas Piovinciaes de Pe lumnico c.
Pelo prsenle i ico constar a todos os Pro-
pietarios de predios Urbanos dos trez Bairros
desta Cidude e do Abgado que leudo-se
ultimado no dia .'o do prximo passado niez
do Junbo o prazo marcado por Ley para o
pagamento a boca do Colre da Dcima Uiba- i
.emeslic tiuanceiro de ii3g a,
formidado da Ley contra aquellos que ainda ( porque be nosso e porque o viramos de
nao satsfizerSo a referida mpOZcSo nao S d )
semestre ullrmamente Rodo como-tambera dos
anuos anteriores e para que ebegue a noti-
cia de todos, mande! fazer o prenente que polcm trazer eno ileceppoes irreparavels ,
seni afixailo nos lujares du costme e nnbli-
cado pela imprensa. Meza de Rendas Inter-
nas Provineiies -,- 11 ds. Jnlbo de 180,
Luis Francisco de Mello Cavalcanti.
MAIORfDADE DO IMPERADOR.
Prometlemns cm ontrn.,, quetornaria-
mni a questaodo imperador ; be o que ora Di-
remos.
Em os dois antecedentes arligos em qne
tractamos do mesrao objecto nos esforeamos
por demonstrar: 1. que o art. 1 a 1 da cons-
tiiuieao do imperio que diz respeito ;i miio-
ridade do Aperador ,* he "constitucional e
nao podo, por tanto, ser altralo* a nao ser
por mel de reforma operada pidos tran
marcados em osartgos 17 eseguintcs da
mesma constituicgj 2. rjue a deehraro
prematura da maiorid&de do sr. I). Pedro
2.0 nio pos'.faria vanlagehs algumas, nao
produziria melboramento algum em a marcha
dos negocios do Brasil.
O fim que agora temos mi vista he pn>-
varmos que a pretendida decUracSo anticipa-
da d mai^ridade nos pide trazer ainda m;i-
ores inconvenientes, maiores males do que
bavemos soffido durante a menorida !e tal -
vez calamidades incalcutaveis ao paiz. Depois
d isto pretendemos fazer ver. que essa qnes-
lao em outro paiz. onde o systema constitu-
cional lusse meibor condecido e onde os ci-
dados meibor conhecessem o interesse nue
Ihes eumpre tomar em as questdes vtaes pira
o paiz seria urna questao eleitoral isto lie ,
servira de norte sos eletores, para votarera
nos candidatos <\w. osmesmos eletores qui-
eessem (pie prevalecesse.
J.'i um-sr, (!e:u!a:o, tractando-se occaslo-
nalmente em a respectiva cmara, acerca
oonsidera-lo dizemos. como nm grande pro-
dlfrio como nm ente singular na sua jerar-
qua dexemos essas illusSes que nao nos
sobre urna base meramente
lun lar o edificio da
toda a vez
imaginaria quizermos
prosperidde da nacSo brasileira. Conside-
remos o nosso presado imperador, nem mais
nem menos, do que ura joven de iannos
incomnletos snjeito a todas as fragilidades
nroprias de urna to verde e inexperta idade.
Se elle lor um prodigio da talento e de todas
as disposicoes tanta inlellfctaaes como no-
raes tanto meibor pira nos tanto
mais feliz poderemos vir a ser senao fr
esse prodigio se nao fr lium ente ex-
cntrico da humana.especie umente guasi
sobre-hatural", nem um mal nos vira de o
havermos sempre ido com no^so semelhante
em natureza c fraglidade. lavemos j pois
demonstrado que devenios receiar muito e
muito que o memo nue aconleceO ao au-
gusto paedosr. D. Pedro a. com muito
mais rasao I he possi acontecer. E se depois
da abdicaco do sr. I). PedrO i., o Brasil
e viu s bordas do miior de tolos os precipi-
cios se a sua existencia poltica tem tanto
vacillado de maneira que anda o espirito
revolucionario se nao tem podido extinguir ,
nem mesmo de todo neutralisar quando a
menoridade do berdeiro da cora', quebem
que era, si mesmo be um mal era urna ra o
ponderosa para desarmar os partidos} quan-
do nao haviamos ainda passado, senao pelas
primeiras pravas do que po lia ser um monar-
ca imperando soh a influencia de instituices
liberaos ; seom urna pa'.avra a perspectiva
de um prolngalo interre,;no que equivale
a um goveruo democrtico, e as esperanzas
qne a menoridade Fazia conceber a algunsde
no decurso do lempo 011 republicanisar de
to lo as instituices do pai* OU satura-las
( permita-se-nos a exprsalo ) do elemento
da anticipacSo da maioridada do sr I). Pedro j democrtico \ se. dizemos, essa perspectiva
2 dis-.e se bem nos timbremos o que a e essas esperanzas n3o podro de lodo sutfocar
esse respeito bavemos lido em o I. do Cun-
mercio -- que nao se pode meibor servir o
partido republicano, do que antecpandQ_a
maioridadedo imperador. Nao foro estas
as suas palavras mas foi esse o sentido das
Bas expresses.
INs adiamos muitissima exatidao n'cssa as-
sercao. E'S-aqui as nossas rai::*.
Suppoubamns que tomasse 'o sr. D, Pe-
dro desde j, as redeas do Estado. Te-
ria ellejirimeiramente de nomearoseu c
Iho .d'Estado ; porque por sua maioridade
corpo baveria de ser restabelecido. J'ergun-
larcmos Quem nos alfianca a bondade de
lo essencial como delicada escolha ? Se em
mais^diantada idvle por nao ter conbeci
meato algum dos homens, e muito menos po-
der apreciar nao somonte a conducta moral
e poltica d'elles, como especialmente a lis-
teza e bondade das suas opinioes be muito
natural, que elle se enganasse e escolbesse 1
quem tomando e.n sen carcter ascendencia ,
o 1 odessecomprometter ; be mais que muito
provavel que elle actualmente declarado
maior fizesse urna escolha desacertada, mal
ormenle (piando a mesma declaraco da sua
maioridade seria resultado dos esforcosde ura
partido e leria dividido a representaco na-
cional e todos os nossos esladU'.s em duas
Iraccoes, e conseguintemente circunscripto ,
ou partido ao meio o circulo emoqual bave-
ria de escolher osseusconselbeiros. Poscer-
lo elle nao os escolhera em o partido que se
houvesse opposto a declaraco prematura da
sua maioridade.
Se D. Pedro 1. j.i de muito experiente ,
em a idade viril enganou-se tanto em a es-
colba dos homens em quem depstou a sua Izermos ver o Bra il em breve deraocralisado ,
confianca queelleso compromettero a pon- o meio mais fcil ,,e pode-se dizer infalli-
10 de Ibe fazer perder. com opinilo publica vel, be anlicpar-se a maioridade do nosso
oespirilo revolucionario ; o (pie se pode es-
perar se por fatalidade um cruel desen-
gao viesse a apoderar-se d 1 opinio publica ,
por se ter compromettido o nosso oven impe-
rador em quem recabiria a maior impula-
e. 1 do nial que em seo nome houvessem feto
os seus eonselbeiros e secretarios d'estado ?
Porque he impossivel que a maior parte
chefe do estado, raaiorraente pela opinio com
que empunhara osceplro, isto be sendo
elle considerado como habilitado, por seus
talentos, disposicoes moraes, educaco, o
ucacia para tomar a direceo do poder
supremo da uaco : alera de que nem so non-
te os pulidos nao dormem ", ou nao se c-xlin-
guem com) de mais a mais he um efei(o
natural das desgracas oda miseria o corroin
n .1 nlellgencia de que n as salfie e o
povo ou nacao que padece grandes males, e
que passa por urna serie de calamidades sera
que espere da marcha ordinaria dos cosas o
rem dio aos seus incuraveis males be natu-
ralmente dispsto a atlribuir lodos os seus pa-
deci raen tos ;^s iutituices e aqueile ou-
quoltesobjeclos dos quaes Su esperava uma
lonte perennal de prosperidad.
Quando a um lo sinistro estado de cousas
houvessemos chegado qual poieridser, se
nao o republicanismo o ultimo fim das mu-
ilancas ulgadas ueCHSsarias ? Ter-se ia, pois,
assim acorocoado o rest 1 d espirito democrti-
co, que possa enire ns lia ver ou 'eiio re-
nascer com o maior vigor o mestn > espirito re-
volucionario que produziu o 7 de abril. Por
lano, se qui; fazer desenvolver-se, em
o nosso pai* o espirito republicano, se qui-
0 tbrono por elle mesmo erigido ; se i). Pedro
1. com o lino poltico que em o idade d )
seu au;;usto filbo nao pode este possuir veio
a precipilar-se do tbrono do Brasil ; a for-
liori 1) se deve receiar que um oven do 15 an-
uos incompletos que apenas por tanto lia en-
trado na puberdade laca urna escolha desa-
certada das pesaoas, que Ibe be mister chamar
para juncto de si isto bo o seu
conselbo e para entregar-ibe toda a sua
confia nca. Em todo o caso seria essa
pi imeira escolha meramente un lance duvi-
doso da sorte e cabei-ncs-hia bera chamar
ao nosso destino segundo a expressaoou di-
to de Frederico o grande feida Prussia,
Sua magestade o acaso Sim pode-se com
tuda a asseveraco direr que todo o provir di
naio brasileira eslaria eminentemente sujeito
a su.i msgestade o acaso Dci^emos de pa-
garne^nos de palavras hyperbucas deixe
i,.
-';"
ii 1 110 a.
1 > .o vai proceder cxecuUvMnente at con- mos de considerar o nosso, imperador, sj Nos desojamos, que o governo tenba mais
joven e inexperto imperador
Dexemos porem a rego da deialidade e
da possibil ida de bera que seraelban tes sup-
posiedes muilo se approximem da realidade,
e que quando se irada de fixar os destinos
des povos os possiveis d(aquella ordein de-
vem ser lomados em muila conSiderayo, ede-
ve-se prever e SUppr sempre os peiores e-
venlos para seos precaver. PassemOs ao real
e incontrastavel.
lie bem claro que o imperador na idado
(m que se acba nada poderia por si mesmo
fazer tudo seria bra dos seus eonselbeiros .
dos ministros, dos ulicos, e mais propria-
mente d:i tcamarilbas.
Juiais o validismo e o patronato poderao
chegar ao ponto ao pial baveiin de chegas
em um governoem o qual o chefe nao faria
unus u rubricar tudo
planto d elle exigissem os sen, directores


a .mi,
flUffiStt'JgJg
r
Vigor, mais Torca mais firmeza, era urna
palavra", consideramos a energa como a pri-
mr ira cundilo do governo para reparar os
males causados pelos transarlos. Entretan-
to os mesmos liomens partidistas da monrquia
ferio, os mesmos que recouhecem que a
(raaneza moral cu a fragilidade ims que
culposa d'is bomens que denois da fabdcacao
nos lem governado he causa da maior parte
dos nossos males ; esseshoroeos que expro-
hrfio ao actual governo o deixarse ifiQuenoi-
ar por camarilhas sao csses mesmos lio-
mens sao os mesmos dos nossos represen-
tantes nue prope defeudem e propgfio a
iicci'ssifiade da derlararo intempestiva da
maioridade do imperador [! I Que nos di-
go se jamis houvc no Brasil governo tao
lraco qual deve ser aquelle em que O chefe
do Estado fosse O mero instrumento dos conse-
lheiros e dos ulicos ? que nos digo qtiando
1<; que predeminao ou existem camanlbus,a
senSo qtiando o chefe do poder supremo n ad i
por si pode ia/er nem pode precaver-se
diitra as seducedes e contra os artificios d'a-
" ruellos que o circundo e lisongeio ? lia
e'lgucm pie mais fcilmente possa sor iludi-
do do que nm monarca de i5 anuos ? I>-
g5o-no os partidarios da maioridade prematu-
ra, Vcja-se no jornal da cmara temporaria
o grande discurso da ar. Antonio Carlos em
que elle le* urna rsenha de lodos os -ovemos
f> renadosquese lem sticredido, ha alguos
secutes, na Gran-Bretanha Franca ePor-
jlugl para provar que aS Caroarilhas SO
-i lem em os gove>nos fracos i e diga-se se
endo o governo de Brasil, n Cil* &8U"
rada i isto he se fosse j declarado maior o sr
l). Pedro ?.. ) ser o mais Iran seria possi-
val que as ramarilhas que pi^"||!|,|||l''u'
se diz serena quera dirige os negocios do puz
deixarem de ser substituidas por oulraa lano
mais corrompidas quanto maisdocilidadea-
chnrio em o chefe do Estado, rm nm jovem
monarca seta Tontada propria e facilinio
de ser lisongeado seduzido, e fascinado.
Assim trocaramos nm mal por urna ver-
dadeira calamidade ; porque, se a menori-
dade lie grande mal n maioridade fic-
ticia he mna desgraca ; una vez que
sol) o simulacro lo. um monarca ( pois tal se
iia o imperador fio caso figurado) o validis-
mc o interesse privado dos seductores corte-
saos a influencia de urna camarilha des-
bridada c apoderaras dos cofres da naci ,
ilas gracas da partillia dos empregos pbli-
cos e do animo do monarca de quera fano
o instrumento das suas vontades desejos e
caprichos. E-devemos nos querer ter atesta
dos negocios pblicos ou do governo e in-
vestido das melindrosas altribuic5es do poder
moderador um monarca que nao o lie seno
em nome i' Que ganbariaraos nos rom isso r
Nada, absolutamente nada; entretanto que
ludo poderemos sir a perder*
Lembrem-seosverdadeiros patriotas, que
infelizmente hajo abracado a opinio da ma-
ioridade lembrem-se das desgranas, de
que foi wctima.a Franca por causa do rei-
nado de Luiz 15 ; lembwm-se que pela
nuca idade d'este monarca em n sua as-
ieuc.o ao tbrono a Franca passou por um
reiuado que principiou seo gloria eacabou
Bem honra. Dir-se-ha, que exeroplos con-
trarios tambero se podem apresenlar, como
fosse o de Luiz i- ; mas ,1(-'m n"\ qCT'a~
mos um Luiz 14 nem o reinado d'esle mo-
narca acahou lo felizmente que se o poss n-
vejar. Os cofres se achavfo exauridos a
naco caneada de tantas e lio penosas guer-
ras seguisse ua poltica igual sua, ua marcha lio
impropria a fazer a felicdade de urna naco,
O remado de Luiz t5 foi o reinado das mu
Hieres; desde que subi ao tbrono al a sita
morte foi este monarcha sempre dominado
,or mulheiese leve urna vida nao pouco mol-
Je eflemnada e dissoluta.
Ora que pe igo nao corre un principe que
v-se logo na idade de annos senlior de sua
vontade juveuil, podendo satistazer a todos
ou maior parte ou muilos dos seus des
teod quantos proxenetas qneira e sem ser
obligado a dobrar-se aos conselhos e din
deuin tutor nao tendo por consegumte OUlra
direceo de sua conducta moral senao sua
raso anda nao desenvolvida ? Podc-se dizer,
que ha como que noventa e nove graos de pro-
abilidade contra uui que elle se hade cor-
romper ; porque, se em inferiores condices
sociaes um oven da .5 anuos, q" nao lem nem
ac, nem tutor, por mulo bous principios
iaelenhatido, sendo introduzdo no turbi-
ll.odasociedade, e, 1 **f *""
, ,, |orluna ordinariimenie se perde ou cor-
rompe da semae aos e procura
em ludo quanto pode. como lie natura sa-
rtsfaiec mait os km desejoa do que cfcuiiai a
aasaegsrcBS'crfa ii'hmatmBeass 1 ...... 1 bi 1
rnsSo ; o que se nao leve recenr por um (irin-
cipe sem pae nem tutor p cuja anegSo tan-
ta {'.r-nte de todas nsopinSes, !' todos os
principios e moral, procura captar e para
o conseguir em prega todos os meios sendo o
mais eucaz, era lao pergosa poca o de fa-
qae a d el iraco o 1 maioridn le crean 11 n >ai
infla mi; i is, astas no Ibes mere"eria5 ni
iair<;a do.que a sin nnprii influencia,
Vam-n piorem fonos*:) ultimo assnnn l 1
nUsemos no principio d'este arii que a
laica 4 Ivii", 1 nar eapm biM otes p : da
..... 1:. 1 ...n> res e < itraa
;,,.,,,.,.; 1. f 1 ...; .. 1 1! de px-
,. i* e -1 pil ir- ,; los im
di 1 n ""i feil )> o > I 1 1 lo lo sitio sabida
questSo da maioridade em ura, p*iz", on-leo comp para irada da Pranga, cai
vonear-lhe as nafxSes que desenvolverem-se syslema constiluei mal fose melhor entendido< proporc p ira \ ic 1* d leite todo o aun ,
come^aS na puberdade para tomar incremento cera que oscldados melhor oonhecessem
na adolescencia? E quem nosamanca, que quanto Ihes devera importar ai queste* co-
a inclinacao aos prazeres se nao" desenvolvera mn esta da vital interesse publico, a \\ m i-
em o nosso joven imperador ? E se isso acn- ordade se tornara questSo eleitoral isto he
tecesse nao seria um immenso mal para o I sera o obiecto que servase de norte aos eleito-
Rrasil, que ha idade em que est o.mpera- res, pelo qual se guiassem rotando cada
dor ufo encontrasse obstculos ; satisfaro de um n'aquellas candidatos os quaes seguissem
Beus naacentes desejos nem correctivaalgum 1 opinao que elles quizessem que prevale-
contra semel han te enfermidade moral ? c
Ora he innegavel, que a sensuaiidade e a Bsl bem claro que str dissemos tendo
incontinencia nos prazei es physicos sendo, no em vista a hypothfisa de no se ultimar na
commnm dos bomens defeitns osmaiscon- presente sessSo a discusao e de mo ter deei-
traros 6 sua felicidad e a das respectivas '.i- sao affirmativa essa grande que&to da maio-
miiias em um monarca sao miles cruelissi- ridade
mos ; porque nSo smente distrahem-no dos Comeffeito, seos brasleiros fosaem menos
negocios os mais serios e urgentes c os rebai- indi lien-ni es r poltica do eu p z e :s mi-
xa5 na opinio publica, pela ideia* da fragi- terias que mais podem influir nos nossos des-
lidade a mais vulgar ideia que Ibes (m per- tinos nao ileixariao de tomar mnilo a paito um
der toda a sorle de prestigio, mas tamben por negocio de ta,nta monta, e nSo transigiria
quenada ba mais corruptor do que o exemplo absolutamente sobre as opinioes que possi
sp acha revestidas (\a maior authoridade e dos eletores n'aquelies candidatos cojo credi-
poder sociaes e nada ha la I vez mais pernicioso los esse respeil 1 foiseo mesmo seu. S rs-
paraurapovo, do que um monarcha intem- sin; he que os deptadoa vria, n'essa
perantee incontinente. Islo nao he la/.er in- questo vital a representarem realmente a
itlica ; nature/a moral do nosso augusto or- naco : porquesi asdm be que se conhece-
phlo: pols elle pode mu bem ter, como ra qual era o voto da maioria dos cdadSos
qualquer ontro homem dispqsic ss que a su 1 activos e que este poda prevalecer.
educacao conseguina extinguir ou neutralisar, Nao acontece porem assim entre noi "
e que entregues descrpeo do lempo sub- eleilores ponen ou nada se ambara(a 1 m as
Irabidasa vigilancia edesvellos dos mestres e opinioes polticas dos candidatos em quem ro-
tular toroariB forcaa e virao a lornarem-sa "J; pelo que vem por esta culp isa in if-
vicrosas e predominantes em o seu carcter ertica, a filsearem-se na sua essen'i aa
moral. Mslituicea que posan irnos is quaes por til
Vos npeessitamos e podemos ter um monarca fcrm.i nao se pn lem colher os fructoa que se
sabio ou Iluminado e virtuoso E por veo- devera5 aguardar.
lora he lirando-lhe os mestres e os esludoa, o S0 nos livessem w '. ;.,i i 1 > esse estado
lancmdo-n na allimospliera corrupta e pesli- q"des -jramos fosse o da p ? do 11
lente da adulado, da intriga da seduccao pai como a opinio a favor da roaioti
da dssimulayo o do mando, antes da lempo anda lina 11 .. mI provavelmenle mu-
anles de havr-sc hem formado seu espirito e los [ossrs, deptadoa actuaes que a sustentad,
tini > ni IV; .,( com no fun I lugar P"'.1 S!
1 mais il vinte m >rad is da fcsis,
vista te CMibc 1 "m- as comodidades
que tem. a mito prin ioalraento sendo por
mdica pre*o pira s ver no mesmo sitio,
c a tardar d 1 ajuste no Rceife na ra d 1 Ga-
' 1 n. 1 casi di vi uva de \uaeieto Aato-
oi i 1!' \! traes.
arren 1 ir umi otaria que
lenhahirro no raes rao terreno, e porto da
erabirqu perto ; quera i t ver y diria-seao
1 de N Senhor 1 d I ;rg 1 casa O, j.
Pa Praei'nha do Livramento .loja O,
Mi. precisa-se fallar cora o Sr Wanoel Cor
rea Lim eslti lante do Curso Juridico nata
negocio <") interesse,
-----Precisa-se alugar non preta par. o
ser vico de nnvi cisade pouca familia, na ra
do Quemad 1 i). >,
Precisa-sH comprar um preto ca-
ieiro que nao tenha vicies ; assim co-
mo se al uga nitro, coracinas grande de li-
jlo ou sm ella ; na ra Direita defroulo
dooitSodo Livramento I). '...
-- \ en le-se urna casa Ierre 1 cora solSo pa-
ra o quintal, na ro do Nogueira l). 14 :
quem a pretender dirija-so h rui da praiaa >
i: do >brado do.Sr. 3e iliginode Viiranda,
que alii achara cora riera tratar,
V-- Compra-se Clara llarloy osseguintcs
l'om is *., 6., 7. 8 10- ii., i'..,
i {. \\., o i5. quem os liver e quizer
> end dirii 1se a esta r?ji ipha que
achara itim quem tratar*
t3T Arrenda-se urna casa na rorre >)\\
boa estribara e mais proporc leessiriaa ;
quem a preien ler faleeoni Vianoel Tbomaz
-. I', impel lo ou com los C n neir
!! i; 1 es (!i nnell > na ru 1 ilharg 1 d 1
Matriz, d l li 1- isla.
- \ <) Biebet & C. faem o ultimo di-
< d'j mica da Casa .1;' loa iuio Bern
prever acauelar ou evitar. oulra cmara a di a da mawrid ide antici-
Temos por tanto mostrado alguns inconve- pada e vencendo-sn contra odilo pro|e o,
nienies que ha a receia e csses fravissimos faria com que se nao propozesse o que calii 1
da declracao prematura da maioridade do no senado. _
1 joven imperador, e por nao desejarmos (Do Constitucional.
extender maaesle artigo, aqu damos p:r -----------------
concluida a prime!ra das duas partes que j
ha vemos no pr inri po prometildo traetar neste LOTERA D\ M. DA BOA-VIST A-
mesmo artigo, Talvea ainda tornemos a' mes- O Thesourero da Lotera aben
ma materia ; o que desojavamos nao aconte- Obras da Matriz da Boa-Vista cujas rodas
ceSse, anda impretervelmente no da ultimo do
Achatos', porem, ter aqu cabimento n- correte Jutho 1 1 que os blhetes eslo a
rea reOexo que a esse respeito se po le f.,er. venda nos lu pires seguintes : no Hecile 111
a qual he que a le/rbratica da declararo ,0ja de cambio do Sr. \ leira e na de NJ
anticipada da maioridade do Sr l) Pedro a el Cardoso Aires,-em Santo Antonio loa
llmente edentiea da regencia da prin- de Menezes Jnior ruido Colegio, ena
cezn imperial a Sra D Januarii que appa- botica de oo \lorejra.\l iiqm a, ra dDU-
receu durante a regencia do exm. sr. Feij bug ; e na lioa-N isla no Atierro ioa i e
Naquellelempo aopposico, despeiiosa danoel de Sou^a Rapozo 5 em cujos lugares
nulo acabar com a regencia do dito Sr. umbem se trocaO por outrwa prem idos.
lembrou-se depropor sustentare propagara .,-..
medida da dccl.racao de maioridade da" prin- THEATBO DE (>LI DA.
ceza imperial para a (levar a regencia. A o- Dia a8 de Judio.
ra tambera a opposco, bem que indirecta, Mr. Vally a rogos do Fmprezano val
que se faz a regencia do Sr. Pedro de Ana jo dar um nico expeotaeulo ueste da para tor-
Lima, e s influencias que drigem os neg- nar mais brHb ute o anniversano da Inje-
rios do Brasil, sem dv*da, pelo receiode pendencia da Provincia do'BUrannao IW-
prov a velmente, du ser o mesmo Sr. Pedro de ,-, ntai-se-ha um belissimo Drama appa-
AraujoLima, reeleito, onde ser o novo re- recendo o Betralo de S./-C I. C- reprsen-
le que for eleilo em sen logar, umbem tar-se-ha a Peca nova, intitulada t
candidno do partido actualmente influente, REITO DAS GENTES rematando
|. I ..!.. 1....T.,.,, ctfttaAn m /iaa ilc i.i ilecl;l- ,,..!cidd com OS ejercicios (le >ll". '
ha dado lugar ou suscitado a ideia deja deca- peclnculo com os exercicios de Mr. \ 'I,y a
rar-se maior o imperador. bilhetes e camarotes esteno a venda na respe-
direcco'dos negocios do paiz e com ella po- r,i pira Domingo abdo corrate.
m contar at a maioridade constitucin!, i_________
d, S. M.o [roperdaor, ceno elles nowpo- TZ-ZTZ IV,,N|K
:5aopnO da maioridade prematura. A VINOS X/l*t;I^ura
1 Poraue qual he a raso principal que os de-; .-------------------------------;------- p~
I Xia V leva asustentar, comoofazem, a car Vende-se-m sitio, na i'ovoac> doa
edefendem? He, sem duvida, i Affogados defroule da Igre|a do Rosario
; >naeira do rape ra do Cabug
jVarua daPenlia no fundo do Livra-
mento n 11 ircero andar do tereeiro sobrad 1,
lava-so e en im i -se r mp 1 com muita perl i
cao c 1" pi.....1 immo 11 ; e tamben] coze- \
[ toda a quadi turas, ludo com mui-
ta pericia.
- A crioula que se offerece pira ser ana
de casa de homem solteiro annuncie a sua
morad 1 [i ira se Ihe fallar.
t Quem precis ir de um menina de io
mohos, para loja de fa/.eiidis ou miudezas ,
dando >. anuos gratuitos annuncie*
izv Aluga-se umescravo padeiro, peri-*
limo em seooffuio: quera o pertender diri-
a-se a ra Direita I). oi.
I (I iem preczar de um homem (-:i"a
Csixeiro de ra ou escripluraco do qua
tem haslaute pralica : annuncie para ser pro-
curado.
isy Ooe-.n precisar de uma ama para casa,
a qual lem bom comporiamento e be cri 1.
dinja-se ao beep tapado da ra do Padre Flo.*
riano i). i3.
Traspassa-se o ar renda ment daca :
I). 16 sita ni ra d> llozari estreia defronte
da I 1 1 c im sua arinacao prop! p ira qu il
quei eatabelecimenlo na mesma se ven i un
estojo! de navalhas de muito boa qualidade ,
pedras de mas i.ji.ira aliar navalhas e^ca-
. 11 u ios de imperio ludo por pico coran;o:I >.
(ja Dm rapaz brasileiro de .\ anOoa
da le e de bous coslumes olferece-se para
caixeiro de qualquer oceupacao menos ven-
da ebotequim, oqiul escreve, coisla correc-
tamente e mesmo pira escrever era dlgUOl
cartorio inda que d algum teoipo grati ,
tanto era uma casa como coi oulra : quem o
pretenderdirija-se a ra do Colovello caza i).
ai, ou annuncie,
'- Precisa-se de um liomcm que C-nl 'i
de p'anlaces de orlalice pir.i Irabalhai e le-
lar sentido em um sitio no lugar do (forfaito*
uni ao Gabriel : quem se quizeraujeiiardi-
rija-se aomesmo sitio ou na ra do i-nra--
[ment D ig no segundo andar nos dias do
Domingos e Santos.
Quem precisar de uma mnlber branca
ponuguwa de mei 1 id ide pan '' l|e uma ca-
, familia dando fiador sua con-
u ; 1 dirija -se a ra dos (oarteii D. >, qoa
e dir com qiwa *m! cn'.endvr-se.


E?" Guilherme Soares Rctelho. tem justo
a compra de uma casa terrea sita na ra do
Colovcllo i). \r ,' mas no livrodo Colector cs-
t.Vcom o numero 5o) com D. Anua Coelho
Doi odies Pessoa e mais herdeiros da ialle-
cida D. Mariana Gatrudes Doradles Pessoa ;
se ouver algum impedimento acerca delta
compra, hajo de o presentar dentro de 10
dtas a^ presente data do contrario nao {sa
esponsa] elisara o mismo por cotiza alguma ,
quejpara fui uro possa acontecer
CT Os credore do fallecido Antonio Di-
as Vpn;eiro queirfo apresentar suas contas
le^Mndas no eseriptorio de Rosrs Braga &
llacraelds defronte do Corpo Santo para serem
i metidas para a P&rahiba a Gui de se proce-
der a inventario.
i** Os ahnixo asshtnados avisao aos Snrs.
DIARIO
ttbwYwwrwmrro
m
sna residencia para a ra da Guia n. i3 pri-
meiro andar.
O" Aluga-se um escravo hora refinador de
nssucar ; quem o pretender dirija-se a ruado
Rozario da Roa vista entrando para o pateo da
S Cruz no sobrado de ilous andares ou na ra
direita padaria D. i3.
CJ* as trras que os Iierdeiros do enge-
nlio da torre tem arrendado, aclia-se urna
pessoa de' po.^se da campia que era lavra-
doroPadre Felis e por esta ter bastante
pasto, se oferece a qualquer pessoa que qui-
ser contratar para ter vaccas de Icite ; quem
pretender dirija-se ao dito lugar*
^." Aluga-se urna casa terrea ao lado
esquerdoda Igreja de S. Gonsaio'na Boa vista
com um graude sotao e bastantes commoJos
para familia, tem tambe ni um pequeo quin-
bronze, brocha de sapateiro a 56o o milbeiao,
e outros muitos gneros por preco commodo.
8^^ No eseriptorio de Jos Antonio Go-
mes Jnior na ra da Cruz, no Recife D. a ,
barris com mel.
t3F Travs de mangue de 3o p.dmos de
comprido, e um em quadro ; as 5 pontasl
venda D. 5i-
S^* lima armacao propria para loja de
couro com 8eus.caixilb.09 na ra do Li-
vramenlo confronte a sacrista ; a tratar no
priraeiro andar do sobrade por cima da mesma
62^ Urna prela de idade de 18 annos de
bonita figura cozinha o diario de urna casa ,
e hequitaudeira ; na ra do Caldereiro casa
Decima 3o.
-, tST Pecas de brelanha de rolo com 15 va-
ras a 3ooo ditas de madapolao fino 55oo ,
que comprarobiihelesda rifa do Cardial, e I tal e cacimba ; quera a pretender dirija-se a chila az.ul 160 o covado linlio a/.ul rauito
\alim, liajo de levar a quem Ibes os vendeo,! ra da cadeia do Recife em casa de Jos Pe- largo 200 o covado, chilla encarnada i4o dito
poisdila rifa nao se eoncluio. Antonio Das reir da Cuuha.
da Silva Cardial Francisco Vicente Valini.
' Os paisde familia <|ue quiserem ver os
seus Glhos I em a diantadbs em 1er escre-
ver
a
Avisos Martimos.
go 200 o covauo, emita enea
merino preto 1600 dito casemiras de listras
11 ao dito brim tranca escuro de listras 1000
a vara pecas de chita para coberta de assen-
to a/.ul a 5ooo e o covado i4o dila de assen-
contar coser, fazer lavarinlo ni ir- PARA O RIO DE JANEIRO segu via-j to branco a 74 e a 200 covado dita para
ar de todas as qualidades, e ensina-se com gem com brevidade o Patacho Vtaria da GI0-1 vestido 55oo e o covado j6o, dita mais fina
toda peifeicfio e aulido possivel doutrina ria ; quem quiser cariegar dirija-se aos se- a 7800 e o covado a 180 e omlras muitas fa-
ChrislS ajudar missa e tambem se rece- us consignatarios Amorim IrmSo na ra da zendas ; na rui da cadeia loja D. 34 Por ua'~
hem meninos de ambos os sexos e di-se o cadeia quina da Aladre de Dos 15. a1. ; xo do correlor Oliveira.
fnaior tratamento e esmero possivel tanto do PARA LOANUA com escala por Rengela tsf Una das melhores vendas do pateo de
matto tomo da praca alias para nssitircm o Rri"ue Bra.-ileiroS Manoel Augusto for- N. S. do Terco D. 9 com muitos commodos
toda a semana e irem nos sahbados e \es- rado e pregado de cobre de boa marcha, tem para familia a saber ; urna sala de assislen-
parasde dias Santos ludo islo se ajustar parle de sua carga prompta ; quem quiser cia umaalcova, um bom sotao com janelas
"mito em cunta sendo pensionistas e meios ca negar ou hir de passagementenda-se com para fora cozinba fora e cacimba ; a tratar
Hos, os alumnos e alumnas queso pa- o Capilao. Manoel Simoes ou com Bernardo na mesma.
S53T Urna banca de amarello em bom uzo ,
propria para advogado ; na ra das larangei-
ras no 1. andar defronte do mucho.
l^p Caixes com selins bem surtidos por
preco commodo ; no pateo da Matriz de S,
Antonio loja de A. Saint Martin.
833* Na ra do Rosario estrena loja de mar-
cineiro por baixo do sobrado de dous anda-
res de varaadas de pau se aclia a venda urna
porcao de millio secco.
Escravos Futidos
E^ Desapareceo no dia ao do correnle ura
mole'.,ue com os signaos seguinles ; cor prela,
beicos dobrados evou vestido camisa de al-
godaozinho, calcas de calhamasso chapeo de
palha lem em um dedo de um p urna fe-
rida atada em um panno de nome Scvirino,
de idade de 12 anuos ; quem o pegar leve a
ra do Hospicio no primeiro sobrado que ser
recompensado.
\~T I*'ugio urna negra de naco costa de
mina a velba secca do corpo nariz cha-
to com urna marca de ferro por cima o de-
do polegar de mo direita alejado e se inti-
tula forra ; quem a pegar leve ao Snr. Kissel
relojoeiroem Peruambuco que recebera 5o,ooo
de gralificacio.
833" Jos por alcunho contra metade he
canoeiro, tem as nenias muito tortas para
dentro eslava vendendo agoa na lingoeta, fri-
gio no dia 19 do correte : quem o pegar le-
ve a seu Sr. na ra do trapiche defronte do
caes da lingoeta D. 10.
GS- Qualquer Sr. encarregado de polica ,
ou capites de campo poder prender um es-
cravo de naci cacange bem alto e preto ,
secco do corpo hem espadando de idade de
35 annos auzentou-se dcs'a Cidade no au*-
no de 1837 e foi vendido da Cidade cia Ha-
rahiba ; quemo pegar leve ao trapiche novo
casa de Francisco Augusto da Costa Guima-
pretender dirija-se ao pateo do Terco sobrado ts arligos ; espingardas, clavinotes espa- ra do Crespo ao p do arco de S. Antonio. '^LL'aj lA^nuntofinn nm
LVuma 5. das, facas, formoes lunas, sovelas tiro- 8^- Um sillo com casa de sobrado no lu- 111 1 m :, ,.u^;^ 1..
___ /t c ,, ,-. 11 __:.-. 1 1 t 1 o creoulo de Ijoanua muito rlietonco de
S3L>" Ouem annunciou querer tallar a Oui- xas. caivetes, oliados, e oulras muitas gar denominado Parnameinm de S. Auna, .... ... ,r i i ^ ,1.
v. n 1 mu m- 1 n 1 1 r -i 1 1 J'rancisca ,-.;...... '. ', 1 1 idade de ao annos. alto, secco, cara com-
tum hulrazio da Cruz, uuija-se a ra de-------------- ---------------------em razao de ter grande baixa para captm e
IVIanoel Coco D. I* \j O 111 I) f il S muito prximo ao rio de capibarihe tem um
t^-SS* O Sr. (ue mora na ra velba, e foi----------------------------------------------------------grande pomar com mais da 5oo ps de arvo-
111

garem os seas mez.es serio mais em tonta do Antonio de Miranda.
queem oulra qualquer aula, dirija-se por .----------------------------------
tletraz de S. Jos da parte do sul 15. 4 1j Q [ I O
537* Arrenda-se um pequeo sitio no iu-
SS5" Oma casa terrea sita na ra do cal-
, dereiro acabada a pouco de se fazer obra, e
- urna meia agoa na travessa do porinlio; a tra-
tar na ra de agoas verdes casa terrea n. 37.
gar dos ahogados ra do bom gosto com 83?" Que faz N O. Rieber & Companhia *vi37- Meios pannos finos prelos a 2000 o co-
oittitos arvoredos c muitas proporccs j>ara por intervenco do Correlor Oliveira terca vado lencos de seda de cores, sarjas a 2ooo
se fazer um ou mais viveiros por issoqueo fe-ira 23 do corrente as 10 hoas da manh e oulras faz.endis por preco commodo a vista
fundo do sitio vai at abaixa mar ; quem o no seu ermazem da ra da Cruz. dos seguin- das qualidades ; na loja de faz.endas D. 1 da
___...!_ .!.:_ __ ... _.-_ J. rr<_______I____I. .... ._ _________i__ i,...:__^i ... ____J. r>_________ J_____ J_ C A_._'_
o
nuucie.
8^5" Arrenda-se um sitio em S. Joao de
Joao de Ulinda com duas casas sendo urna mcio uzo ; quem liver annuncie.
coru bstanles commodos 5 forrada e assualha-
da oulra mais pequea o sitio he bastante
gi nde lembaixas com capin plantado, e
cacimba com agoa de beber e commodos puta
ter vaccas de leile ; quem o pretender dirija-
se a ra das Cruzes cartorio do Snr Ciriaeo ,
una 2.
tr i'iecisa-sc de um feilor para um sitio
em O linda ; na ra larga do Rozarlo loja de
miudezas do r. Lodj
_ Cluistovo iJicstel com casa de
bio na ra da Cadeia do Recife faz tei
prida denles limados pouca barba dedos
das maos e ps compridos o p dircito mais
grosso que o esquerdo por ter urna ferida
antiga na peina alen de ou!as ja feixadas ,
imbigudo quando fogese intitula forro pro-
curando sabir pela barra forra ou interior
do serlo pedindo a pessoas que llie tirem
passaporte ou como forro ou captivo por
no silioa dianleda capella de Joao de Barros, \X3J" O primeiro volume de Cunha Mallos ; redos e com algumas arvores estrangeiras ,
para comprar a casa da ruado S. B. Jess das na ra do Rangel D. |3 lado do mar, ou an- tuiloa murado; Irata-se na ra da cadeia
Creoulas sendo inda queira pelo preco que uuncie. velha loja D 3o.
ofei'fcco dirija se ao mesmu ;.ilio **137" A obrado Dr. Mariz sobre a historia S35" Urna preta de muito. bonita figura de
~*~*T Quem precisar de um caixeiro portu- Ecclesiastica e Rispado de Pernambuco na idade de 20 annos, engomma coae urna
guez para loja de azendas ou miudezas an ra da Florentina velba lado do muro de S. dila com ns mesmas hahelidades e dous mo-
l'rancisco casa junto a fabrica de papelao. leques de idade de 12 a 1 4 annos; na ra do ul
S3J- Mcia dnzia ile cadeiras de palbinha em fogo ao p do Ro'ario D. 25. \e m
837" Urna porcao de cha isson um selim : ;
_____:.. r.__l___1______1. ____ .:__:.. aualquer
oronel Joaquim d'Annunciacao iiqueira
rejo que gratificar.
tsr Fugio a dous*nnos um prelo de no-
me Joao co:n os signaes seguinles ; altura
835* Escravosde ambos os sexos, com olri- comarreios, urna rede grande para tipoia ",
ioousemelle; na ra do fogo D a5 ao p barris, ijuai luase pipas razias, duas ba-
lo Rozaiio. laucas pesse medidas de folha e p:u e
motivo roga-se as aulhoridades policiaes
e meslnes de Barcos f.izerem as maiores pes-
lizas sobre este particular como tambem a
qualquer pessoa que o pegar leve ao Tenente
V e ii d a s
pesse medidas de lotlia e p
1 urna a r maca o para venda; as 5 ponas D.
a onde tem lampio.
, 1 j -i 1 j e.re'ular ma',ro de idade de 40 anuos para
__________ tiy urna negrinha creoula de idade de l5 *. .* u. ,. ^, '
o ., 1 c 1 1, rr_. t.. 1 e 1 mais ue nacao mucambinue tem no rosto
37* Cautellasda Sociedade rortuna I v- annos, com bonita figura, boa engomma- ,. '. 11 1
r. 1 T 1 m 1. p. : 1. ." 1 1 11: 1 _. urnas mareas de Ierro e entre ellas urna uas-
CPTifica, da Lotera da M. da boa vista ga- de ira cose cha cozmha o diario de urna ; "'" f .. .
',','. ,1 __ 1 1, i 11- c 1 lante rrande na testado teitio de urna teiT.idura
nhando a vipcsuna parle dos premios, caliendo casa, lava de sahao a ianca-se a boa con- "n 1 1
. de cavalb quem o pegar leve a ra da ca-
na serle de L 000 000 icis dusentos mil ris a ,|ucla por ser recolbida c da-se a contento 51 qu' P ," TVr
Cnm- preco de 36o 5 nesta TypograBca na praca na ra direita D. ao lado do Livramenlo. ;d,;ia a ca3a dt lVlc' Ca\mont & ^o>"!>"'i
enteao Sa Independencia n. e na ra larga-do 9- ma escrava muito boa cozihheira e !lu ^eragencrusamente recompensado.
respeitavel publico, que lera eila sociedade Rozario loja de miud.vas 1). ;, e na ra do engomm,deira ; na quina da pracinba do Li-jl^F^^SSSlZSSti^
ni ste eslab( Umento com o Sr, Alfredo ^ illers Codegm loja ie relojoeiro vramenio loja do burgos.
jodia i.do torrente, e dtsla data em t9* ura cailatu nimio manco; na tasa
diaute fica o nu-smo girando debaixo d'i firma junto a Igreia da S. Cruz.
de Christov Licstel & Companhia. W3> Diccionario jurdico pelo conselbeiro
s_j- iV(is abaixo assignados declaramos ao Jos Ferreira Borges obra n'eressanle, bom
respeitavel publico, que temos pastado pro- ppele excellente typo, a 5aoo, barpa do
curacao' bastante ao Sr. Gregorio Anlunes de crete, cha potica pelo nuthor da voz o
Oliveira, na qual Ibes damos todos os podo- proveta 3 folbelos a34o, diario da nave-
res para assignar e tratar qualquer negocio gacio de Pedro Lopes de Souza ao brasil em
debaixo da nossa firma sendo ludo relativo ao ibiioa^SBo, ludo era bom lypo e excellcnla
nosso eslabelecimento e que qualquer lian- pajiel 5 no eseriptorio de Francisco Sevcriano
ci feita pelo dito Sr. lreir ser valida Rebelo
da mesma orina que se fosse feita por nos
Crisiovo iestel c Companhia.
i_- Tinta preta de muito boa quah'dade
pata escrever a preco da .'mo rs a garafa te-
Perdeo-se urna caileira de algibeira Tando o portador a. garrafa ; na aula de pri-j
de manoquim verde inda nova com algn) meiraa lelras na ra da cadeia velba 11, 54.
dinbeiro e dous recibos da segunda barca | *T L'm escravo de nacao oplimo para o
da alandega de desdachos perlenceutes ao servico de campo por ioo 000 e nao se
brigue escuna S. Jos ; quem liver adiado duvidadara prasocom letra dehoa firma; na
quereudo entregar os recibos, que muito se ; ruada Cruz D. 57.
precisa pode bular no corrido feixadq com
o Subscripto a Leilino 1 onsales l'ereira Li-
ma ou entregar na ra nova D 2%,
&j- Achou-e una lera da quanlia de do-
us contos de lis ; quem peidco (juerendo iir
achado dirija-se ao alogadus em casa de
Manoel Joaquina Jorge na ra dos Pocos.
t*y Sr. Manoel .v oitira Pinto de Arau-
0 queira dirigir- e a ra da cadeia velha
ii. 10 a fim de nceber urnas encomeudas
% indas a pouco de poitugal.
tsy- Cjuem precisar e urna ama para o
;er\ ico e una casa diiija-sea ra do fogo
Ittima ao.
53S* L.ma Jnior & Ccmpenhia mudario
lltiliiciliu iu ti inj i;ui >w. ti- l'/l I
^^ tl i 1 i j_ buco que leudo 110 da 14 do concille desa-
S-&- Lia escravo do gento de angola, de .', ... .
. 1 ____ narecido um escravo de nome Vicente, do
idade de -.o anuos, com principio do serra-, I' ... '
dea-, na ra estrella do lozarm D. 29. S*1110, d aDSola eslalura re"l,law coin
tar Din escravo de bonita ligara de ida- Pouca barb" >'vou uma lroa,xa a8 coatas eom
de do annos oficial do capatetro ; na ra P0llca ruua de seu uzo chapeo de baeta
nova arraazera D S. graude ja velbo e acabaado, com oli.cio de
^__ rT___, ,i t. i i ..^ ,i____ serrador suuoe-se ter hi Jo liara as partes da
i^- Urna parte de sobrado de um andar na y,., ,, t .' ..'
1 a 1, 1 i 1 1 Cidade de joianna por ter sido caplivo desse
ra docollegio U. O do lado do poenle com ., .. ., .
, 1 i_ lur'.r de Jo.e reliciano Cromes de Arauo :
o Iudo para a mare ; a tratar na ra do Ca- ., .'
, i ,, quera o pe;>;ar leve a ruado Czuennado lopt ilo
)U,..i loa I.). 2. \j !> ^- >,
W Um espadim com bamba e guarn- ***& 5 1ue sera ^o-ipeusado. Jos
coesdeouro, ejuntamente ura habito de h
Clirislo pendente tambem de ouro esmalta-
do : no atierro da Roa Vista a fallar com
Francisco Domingos da Rocha con: loja de
ourives junio de Joaquim de Oliveira.
JiTT* Uma negra de idade de i,{ annos, com
principio de costura engommado e cozi-
nba : na camboa do Carmo D. 8.
SSF" 4 travs de 4 palmos de comprido ,
o a 11 polegadas de face e 8 a 9 por oulra
de massaranduba e sapucaia de pifio di-
tas de 37 palmos por face palmo e torno por
outro de camassar e pitia lo ditas palmo
oviniciito do i>ori.o
5^ Uns garrotes bons para carro, uns no-
vilbos tambera se iroco po bois mancos e
vaccas de leitc e paridas de pouco lempo;
na rua do Livramenlo botica l). 11.
S3" JNa 1 ua c.i cadeia loja de miudezas D.
4, um completo sortimenlo de panellas de e torno em quadro 46 palmos de romp-ido
n. 6 a 10 galuens a a3oo chaleias de Ier-
ro temos de caca rolas de 11. 1 a o, a y5oo o
temo polvarinos e chubeiras para caca, fei-
vaduras eslanhadas, e tnvernisadas para ma-
la 4000 a duzia caivetes de marujos de ca-
bo de osso ditos de ferro 1000 a duzia b((-
tes lavrados para casacas ditos para caix
bus 4&00 a grosi colberes de ferro eslanlu-
das colxetes sonidos alfiucles de ferro
de pao d ollio postas 110 Recife ; na rua
atraz dos .Martirios 33 a fallar com Miguel
Aloreira de Souza IVJaia.
MT Um piulo muilo robusto nroprio para
todo o servico ; na rua do Crespo D. 11.
3'" d pedias murmure de adrilho,. che
gadas ltimamente por preco commodo em
casa dei\,0. Rieber ua rua da Cruz nu-
mero63<
KAVlOSAIllDONODIAai.
P0RT05 DO SUL ; Barca de Vapor S. Sal-
vador Cap. James Simio passageiros
Rrasileiros la Ingleses 7 e (jescravos.
ENTRADO iNO DIA 1?.
PHILADELPHlA 5 j8 dias Brigue Escu*
na Americano J. Coken Junen de 149 to-
nel., Capilo E. Akiore, equip 3 car-
ga tarinha e mais gneros ; a J, Malheus&
Companhia.
SAiilCO NO MESMO DIA.
S. MIGUEL DAS ALAGOAS ; Sumca Nac.
Livramenlo M. Luiz. Francisco de Fran-
ca carga varios gneros.
1
R'.CIFE NA TYP.DEM.F DEF'r-io>
L


Full Text
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