Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03546


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Full Text
^nno pr 1M0. Saimado
ao
Tndo aors depende He n<5 mpmm; da nona prudencia, inodera-
eo, sinergia : cqpi i miemos como principiamos e seremos apontados
eom ad miraco entre as Waces nas cultas.
Proclamaco da Assrmhlea Gcral do Brazil.
*+&o-
SSubsere ve-separa esta folba a 3ooo por oiiartel pagos adiantadoa
neta lyi.oj.raha, ru das Crutea D. 3, e na Trac da Independencia
ns. tp c S, onde *e ccebem CDrrespmwlmcias legalisadas, eam.uucios,
nsinmlu-se estes gratis, sendo dos proprios assiuantes, e viudos assie-
.j nulo*.
Partidas dos Correios Terrestres
Olade da Parahiba e Villas de sua pretenco.......\
Dita do Hio Grande do Norte, e Villas l.im.....\ I _
Dita da Fortaleza e Villas dem..............{**& e SextasTfciras.
Villa de Goianna...................**"'/
Villa deS. Anteo _, -------........Mu|IlUs |eiras
jta dctjarnnl.uns ePovoaco do linn.to.........lo, e M de ceda mor
I Mus do latn, .Nirinhacm, Uio hormazo, e Porto Calvo, i, n, e ai dito dito
lidade das Magnas, e Vdladc Maccio............],\em j )eil|
Villa de Paia de Fio.es.....................ldem jj f,ilo (|it()
/ oiios os Oorrewi parlem ao meto dia.
..... :- .^
4. ;


PHASES D\ LITA NO MEZ DE H l.lio
Q i.rt. cresc. a fi as 11 h.e{5 m. da man.
La Chela ai4-as 5 h. e to m. da lar-tej
Quart ming. a m th.t a "> n. .., tarrle
La Ixova a a* as 7 h. e 8m da Urda
Mire Aefl pira o dia 11 ,le fulko
As 1 horas t 6 minutos da manh.
As i'i tiorase 3o niinuiuj a$ tarde.
ti dk Jv.no. Numera 1 9.
CAMBIOS. Jruio 10.
Londres......5* d, p ii .'f'"oo ced
l.isnoa......7 Franca*...... iQireii por f rann.
I>:-> re Janeiro > par.
OU!U> Woedas de tytoo rs., Velhae \?e--*o a i4fToi
,, Ditai ,, ,, Novas i'mdo a u
Ditas di .a rs., K/nw i 8#ioi
PLATA Patecfiea ftrasileitos.......ti''< 1W.1
., Petos ColuinnaHos---------------1 ;'':* > sJWo
Ditos Mexicanos *-------- foaj a f*h*u
IMillda ------ -.------------If'jjo a l'((!i)
Deaconto de Hilbetes d'Afandeua 1 1/8 pm loo agraes.
dem de Letras 111 por boas (rmas'offercido*
Moeda de coin 3 par 100. de disc.
Das da Semana.
6 Segan-ia S. Domingos V. M.-- %tideoca do Juiz de Direitoda >. ..
7 Terca a Pulquera V. -- KelaC'o e Audiencia do Juiz du Lbienu I
1. vara
8 c^tiinii & Procopio M. Audiencia do Juii de Direito d
.1 vara.
O Quinta 5. Cyrillo V. M. Audiencia du Juia de Direito d.
i. vara
I o Sen S. Amelia V. -Audiencia do Juiz de Direito da 1, va'a.
II iabbado S. Sabino .M. lielao e Audiencia do .l.iiz iju i), da 3
viir 1.
11 Dominga S. JoSoGuabrto Ab.
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RTODRolANETRO.
CMARAS DOS SRS. DF.PTADOS.
Sesso cm ifi de maio do ?8o.
Presidencia do Snr. Marcelino de Hrito.
Continuado do numero aptecedento.
(O Snr Ramiro coni.inuando oseo discur-
so). F.vplirando-se sojire a nomearao le
desemh>irgi(]orc8 nlirma que propocra a
seguir na e.scollia que tiiiha de faser o prin-
cipio de antignidade e que paraesfe fin bo-
licitara ao tribunal ynpremo de justira Irama
lista que l!ic indicasse a ordem d is anliguida-
de seua memliros tendo fofheado os archi-
vos, apresentado a lista, elle guia va-se
por ella nogeral das nomeaces. Se al tu-
inas rxcepcoes liouve as attribue 011 ;i iullia
deiNa mesma relacSo, ou a motivos ; a respeito
ilosquaeso ministerio guarda pieterva por
O Snr. Ramiro nao ere nu*S baja lugares |'emno no r.-impo para se n3o arriscar a sor
de desterro marcados as lci, e que ac- batido por maior forca : que nislo, sem se
marca de llap''merim. prxima a Scrgipe do I apartar das onlens do poverno procedeo con
l'spirito Santo, csleja nesse caso. Nem pen- | prudencia < fez importante servico n que
saque o governo necessila escolher os me- J o nolyre orador declara porque he divida cs-
lliores lugares para seus iniraigos eremu- la defeza memoria desse brigideiro
nerar a sVa oposico rom as primicias do* Tratando da nometefo de presidentes, oh-
encargos pblicos, cornos pomos deourodo jserva, a respeito do Sr. Souza Imrtins, prest-
estado ; porque, na hypntese contraria qnem I dente do ('.cara, que mesmo representantes
nao viria hum bom principio de lortuna em do partido quelite be boje hostil concorre-
constituir-se iaimigo do governo! cnidavajro para sua ele vaca. e reflecte que, tend
quearemocao do Sur. Fernando de Barros esta norpeacSo merecido o assentimento dos
nao Ibe seria de modoalgum exprnbada e nobres deputados pela Baha, na v rasa
que. pelo contrario, esse '.li/. devia tribn-lpara que agora a censurem. Nota vual-
tar-Ibe muita gralido, a vista do pro- mente que os que boje se pronuncio a livor
ceder qne para com elle leve. Lembra do Sor. Manoel Felizardo, outr'ora lie e-
queo ministerio de 19 de siembro tinba de- rao contrarios no qne o nobre orador trio a-
clarado nulla a nomeacSo desse itit, e elle I ch'ou nunea raso porque em verdade a ad-
orador, nao querendo prejudicar os protm-j ministrado desse presidente uo merece cen-
sos concluidos e pendentes, o removeo para'.sura; esc o governo o substituto foi por
o Par;!. Neste tertfpo o governo demittio ofitender que era preciso, no oslado cm
da presidencia desia ultima provincia o Snr. Iqna se achavn o M iranho, um homem cipiis
Sou/.a Franco pelo nico motivo de virjde faser c\\ afuso o harmona dos parti-
nssim convir i administracao e no crdito dos 'tomar BSSentO na cmara dos Deputados j dos o tal foi o Sur Luz Alvcs de Lima.

n huma praca publica, onde as onlens, e
medidas fossem proclamadas do alto de hum
pulpito. (Huma voz exproba-lbe a nomoa-
co do Snr. Alves liranco). O Snr Ramiro,
continuando O Sr. A. Blanco semo
dous lugares de magistratura na Babia,
o hum (de juiz de fura) no Rio de Janeiro;
loi depois nomeado contador do Thesouro, sem
n pedir, e sem renunciar : sua carreira de
magistrado; subi ao ministerio, donde sa-
bio para ser nomeado inspector do thesouro ;
posices estas em que o tempo lbe devia ser
contado.
Devendo combater a denominaco de mi-
nisterio prenle dada \w algnns Srs. ao actual
gabinete, declara que Ibn nao parece ser hum
tilulode proscripcjo o ser prente de hum
ministro ; .por qut^de otitro modo ningmin
qucieria ser ministro para nao lser pe-
sar sobre os nienbros de sua familia cssa
prosoripiao ou excluso de todos os encar-
gos pblicos. ,
1).das estas explicaces passa a expender
es motivos que levatao o governo imperial a
remover o Snr. Cons-ilves Niartins, jui/.de
direito, e (hele de polica da cidude da Ba-
lita ; chama a allencoda cmara sobre a de-
claraco hila por aquella Snr. de que nao
tii.ha confian.a nem no governo nem no
j.iesidcnte da baha \ e nota que, nao conten-
te rom sso eslivera em hostildade inecs-
sante com o presidente.
Diz que nao s;.be governar assim ; qne
sendo hum ebefe de polica, incumbido de
descobrir as macbnacGes urdidas contra a
seguranca publica, edevendo conseguinle-
mente possur amis completa confianca da
prime
vesse adiado em violento conflicto com aquel-mudauca para urna provincia onde nao tinba
jai de direito, julgnu o governo remover I desaffeices lbe parece que Ib i acertada,
de novo a este para huma comarca da sua j Tendo defendido o discurso da coroa, pas-
villa natal. Isa o nobre orador aemiltirsua opino sobre
O snr. Nunes MachadoEssa comarca, a resposta que nSo approva.
estova dignamente oceupada pelo Sur. Ayies Observa que hum nobre membro da com-
0 Sut. Ramiro Kslava vaga. nisso declarara que o voto de gracas nao loo-
O Snr. Nunes Machado Nao eslava-, vava nern censurava aadmintitnica'o, noque
posso assegurar-lho. I concorda o nobre orador; vendo que a mai-
() Snr. Ramirn--Fu o ignorava. loria dessa coinissio Tora tirada da oposi-
O ministro d ainda algumas expUcn1 Oes cao, nao podecstranhar que tal fosse a res-
sobre a lemoco do Snr Pontos V-isgueiro, I posta ao discurso da coroa. Sent todava que
o passa a responder ao Snr. Limpo deA-nesss resposta se nao emittlsse hum juiso
breU. expreSSO acerca da administrarlo, IouvmihIo
Respondendo ;s observacocs do nobre de- 011 censurando aberlumenle o governo para
potado pof Minas (o Sur. Limpo) aparle orinntar aoeleilor dos ministros, pois qite
em que afirma ter havido mu lauca de esssa falla o pode lser vacillar na scolha
principios nos memliros da administracao, do novo gabinete.
declara que tal iSSeroSo lie gratuita, por-! A trihue a i'-sposla do modo porque osla
qne nao ha hum so facto que prove essa veI concebida grande mudanca que ere ter-
lubilidade de principios. A cerca da in-i se operado uacamara onde os principios
crep.irao feita ao Sur. ministro da guerra da opposicSo do anuo passado vio prevale-
de qu defender leis excepcionaes contra rendo< como o indica a nomeaco da mal-
as quaes se tinba declarado antes de entrar loriada commJssSo do voto de grapas ; a nome-
para a administracao observa o nobre ora-jaco de Outras coinmissoes e a do Sur. ler-
dor que ja na.sesso pastada fot esta quslo Iceiro secretario representante genuino des-
ventilada e decidida, porque ningutin re-Isa oposico. Pnrisso e mesmo porque se
i>eila huma autorisaco, nem o acto de accei- 1 retira da administracao por laila de maior la,
tal-a importa a renegado de principios, iulga intil opor-seao voto de grecas, sem
De si, assegura o nobre ui ador |queuo hi bu- que se liie pos3a advertir que o gabinete de
na s proposico, hum s acto contrario aos 1 q de setembro posto que fora da admiiu*-
principios que professata e que longe de tr.ieo se oppoz o anno passado ; por que es-
enfraquecer o poder, o deua lorie quanto he I te gabinete relirou-se tendo maiona, e pr-
possivel j:( lo que en leude que o nobre de- ibso lbe cumpria oppor-se, oque su nao
pulado por Minas nao foi justo qiumdo sup- verifica a respeito del o orador, que se reti-
ra em minora
bente porem qne nSofossfl examinada a
sua poiitica mas as gran.les medidid.is ,
na tolalidade dos actos e uo na simples 110-
meaco de hum desembargador ,- ou do a-
judanio de bum btalhio (uereria pese
se a monarqua tinba sido susten-
putauo por Ktiqas nao 101 justo (piando sup-
poz que como pelo effcilo da accao de hu-
ma vara marica elle havia, durante sua
..JrTuloriihrdeda provincia, seiia pro-! administracao abracado principios contrarios
Samar a anarebia na gerarqia administra- aos que sempre profesart*
tiva o tolerar semelhante hostidade. ( Quanto as ol.se. vacoes eiUs sobre o modo
Sor W Alachado em hum .parle diz que porque o brigadetro Caldern executara as judinte de
o'havia aelos peles quaes losse manilesiadardeos ogove.no, declara que vat nagtsr-ajexaminasse
a divergencia;. I memoria
te e 0 chele de polica na qnal ressumbia a
divergencia ?
Huma voz -- Poda rcmovcl-o, mais nao
dcslcrral-o.
a sse general, novando que uo J teda, sea administra; o^ liulia entraijtteci-
a censu
poi
ministracSo, e nao a nvergoacSo d pequeo;
err is panilhi de todos os musteiiOH. Nao
aceita ; por tanto o roto de graca sup'iosl
seja mais suave hama censura encoherta d>
que expresssa e amarga: quererla antes o os-
tracismo.
O Sur. Limpo de Abreo tendo jemtt-
tido com franquesa a sui oouiiao acerca da
falla do trono e voto de graras, vai demonstrar
que parlo das Mas propisicoes torao confes-
sadas por lidm nobre deputido que p comba-
leo e que a outra pr.rte loi por mod 1 tal 11 -
pondida ,qne er! que snbsislem todos o s ~
us argumentos, thserva o nobre deputado
terditi pie hum dosgraudes males di pai<
era a existencia de bum poder col locad a
entre o que reina e oque governa ; eque,
em alnno desla opioiSo citara muilos I .ros
0 citaraoutros, se nao leroesse fatigar aal -
lencao da cmara. \ ii p^rom rebit^r bum
que julga muito importante, e li que,
quandose encerrron a sesso d > aun 1 passad
' dclarou o trono que em breve convoc ria 1
1 asemblea geral |>ira un sewio exlrao int-
' na, e foi eom effeito convocada, A cha, at es-
se poni, regular a marcha di a I u nist.a-
cao e lbe p irere que at eot > nao enco iii-. u
obituculoda parto do poder oceulto Ob-
serva, porem, que foi logo depois nomeado
i para presidente du Ceur hum individuo quo,
leudo BoUrido profundos diss di ri s uesl 1 c ir-
le, procurou lenitivo a ellos as coiisolaces
de hum seu amigo, pata cuja cosa foi mjrar.
oque es.'a oceurrenca le/, com que a ad-
ministracao nomeasse para presidente bum
deputado (piando cnrocava a assembln
para huma sesso extraordinaria sendo aliis
esse deputado to importante que em bum*
sesso nao estando presente, foi rnenlo
membro onoraro da commissodeorcamrnl
liste laclo nao pode o nobre orador attribuil -o
se mi a i.iluencia do poder oceulto, inlet'-
posto entro quem reina > qitem governo po-
der que constituido nao reconheoe por
isso lulga qne a primeira iieccssidade do pai
h a org mis.io d.; bum novo ministerio que.
por sua rcsponsabelid de seja capaz de
aniquilar a iiiflueiica desse poder oa-
CIlllD.
Tratando t\o tpico da falla do trono acerca
das relaces exteriores, p nobre cr ido." lae
al'Miai 1 ni idficico ni opntio que a resp lll >
mittira no sen anterior discurso ; porque ,
lendolido o relalorio dos negocios eitrangei-
ros, alegfou-sa de poder suopo.' que o mi-
nisterio dirigi com aceito o negocio sobre a
,i >s icupafo |i lo A mapa. iNot que-', eai oul o
lempo quando par terminar este neg io so
suppuuba iudispensavel a me li ici id liiiu -
Bretaulia elle orador se'oppz, entenden-
do que aui la um era ehguto o cisode rec 1 -
rer-se a essa ediaco ; e como pelo quo cons-
ta do-relatorio lbe parece que nio loi pn*C8l
a mediado teua maiorsitiifsco em decla-
rar que nesta parte sympitlisa com a poltica
da admii'isliMc,) que se reina.
Ai ai dista, nota o nobre orador que, *up-
posto poucaspaUvraa diga e.n saaraUtonud
miuistru dos negocios estr 111, aras, acerca d i.s (
repuolicas dosul itu-A.nerica e da quesiji'
entre aFrauga e liuenos-Ayres afn c>Wi
nulo que ellas basto pira reconlier-s ;:u 1
j^JSSi^^ls-^^^ .....v---/:-;
Caldern le/, a digressao que lbe ttu na sido consignados no voto de gracas doannopassa-
urdenada, entrou m Cassapava fez veuui- do : SB as financa?, tem melhoiado sea
oes, e depois se oi juntar ;s tercas acam-confianca lo thesouro .he 011 nao
padas no Uhy, "o se demorando mais]quera eiufim hum c\ame geral di ad-
ulguma atlenco paraWa parte ilt nossa poli *^
u.'.a c.\ie.ii.i do que a adrjidi*lwv-*J p*s*al.<
Adverte .,.;,- nao devia ter a pura : .n em e a
gira 1 Iministraco porque pertnce ad.
'
X



2
DIARIO DE PERNAMBCO
Pifiuusi-T im i-tccarra


i
I
c
I
I
t

l
I
i
c
fauido a* quemadla] nao^fez concesses ; e
ue sim a devio tomar squclles a quem se-
'.iuxlo a expresso do nobre ministro ila jus-
lica foi.o feitas cssas concesses.
Tendo declarado que sympathisa enm ai-
guns actos da administraran pelo que res-
peita s rclatcs extci ore sent nao poder
dizer outro lano acerca des negocios interio-
res; v explica ao nobre ministro dajustica
que se u falla do trono dissesfe que o estado
do paiz era melhor, entender ia elle a palvr
melhor com retaceo ao teiupo.anlerior : mas,
tendo dito que era esperanzoso entendeo que
o expresadoeSprrancoso era lomada em
ha seguranca porque, a forca de permanen-
tes he muito pequea para obstar aos excessos ,
e que as consequencias do mal j chegao ao
A racha para onde lera emigrado militas
pessoas
O nnliro orador refero de novo o facto da
entrada de Anselmo com o seu sequilo ein A-
rach ; e ao nobre deputado que qail altenuar
a lorca deste argumento duendo que o facto
era posterior ao relatorio do presidente ad-
verte que oque elle orador disse he que o
presidente nao podia aliancar o uttado de se-
gura nca porque de sua administradlo nao
linfoso partido providencias para evitaros ma-
scnlid ahstracto, enem de outro modo a de- les que podessem vir do contacto das duas
va entender ; que reronhere com eflVitc ser
o estado do paiz melhor do que em 1838 e
, lB3() quando entrn a admnislraeao ; mas
pie nao o julga esperan coso, porque v que
a CbosliluicSo em quasi nenhuma provincia
he observada, e q' em algumas i le he subs-
tituida pelo cap ir-ho eavonlade dos- presi-
dentes. Observa que, desde o anno passado,
os nobres deputados do seu lado cjamo con-
tra essas violencias que esses votos nunca
foro a Hendidos. Nao descouhece com ludo
que lia nas provineias aiguns delegados de
jMar.de ndecin culo, e que nessas provincias,
que nao sao muilas tem-se consolidado a or-
den publica.
Adverte que sendo huma das bases do
vstema r< presentativo o voto livre naeli-ii-
, es, tem-se demonstrado que as urnas ele) to-
rees so a lena de cor com pidas violadas pelos
presidentes ; e cin prova disso fallando do
Ceai 11 fe re-se a representadlo da cmara
do Cascavcl, ad ver lindo que, sea represen-
taron desla crdem se nao der crdito nao
llavera meio de patenlear esses lacios escanda-
losos ; *e qu alcm disso o nobre ministro
da justica ataba mesmo de apresentar como
prova acerca de mitro objeito huma re-
nresenlaco do aiguns cicladnos.
hembra que o anuo passado renhida ais
cusso houve sobre as eleicoes das provincias
lo norte', e se demonstro que a autoridade
publica. proruruu o-rromper os elcices; e
qne da provincia de Minas poda, elle orador
apresentar maisfados, o que prova que o
syslema repiescnlalivo be viciado pelo pro-
lio governo em huma desuas basesessen-
eiaet*
ada saber nem ler eito a tal respeito como
ge ve do rea lorio na parle que o nobre ora-
dor le ; e qne porlanlo desocr.'ssaiio era can-
l^ota |Bo a garanta da Beguranee individ- r,;ir a allenco da cmara em demonstrar pru-
al nao se lem resiieilado. Refere que em cir- posir-oes de oue todos esto convencidos.
villas com a da branca onde resida Ansel-
mo ; e que por isso os lados appareubo em
contradieco com o que se aiancava no rela-
torio.
A os nobres deputados que dcelarrao ler o
presidente lomado as providencias ao seu al-
cance pede que apontem quaes ellas forao ,
porque j disse quedo A racha fui retirado o
pequeo destacamento que alli havia e que
cm Liberaba lia huma mui diminua forca.
'.nlende o nobre orador que o piesidente
desaceriou quando dirigi pomftosas por-
taras guarda nacional sabendo que
nao tem armas nem instruceao alguna ;
e quanto falta de armas diz que be descul-
pa inadmissivel poique, alm do dinbeiro
eon-ignado para a despe/.a da guarda nacional,
nao sabe oque se fe* das quatro mil {armas
que o nobre deputada a quem responde con-
fessou haverem.
Rcsponsavel julga portanto o presidente em
nao ler dado providencias ; e como I be nao
est dando cnsulhos por isso Ibe nao i'om-
pete indicar quaes as providencias a q' devia
recorrer em circunstancias tu urgentes.
A" observado de hum nobre deputado ,-
que nolou versar a mensagem sobre diversos
serviros, eso se tocar aparte que diz res-
peito seguranca e tranquilidade publica ,
responde o nobre orador que era esla a parto
csseucil da mensagem porque ninguem
ci que o commercio agricultura etc. te-
nho prosperado por providencias do presi-
dente e que o mesmo presidente confesia
spenaiio. iieiere (
cunslancus extraordinarias aassembla pro-
vincial da Uahia tendo concedido ao presi-
dente a laculdatlc de deportar por rerto e de-
terminado lempo e leudo j expirado b pro-*
i porque na lrma dessa lei provincial pi dia
durar o efleilo da 'deportaco, o presidente
conserva anda i s deportados com o funda-
roenlo de que a lei dura em quanto nao ior
expresamente revogada. Pergunla se ha < s-
ta garanta quando na Babia ou em outra
provincia, podem osedadios ser presos ou
depoilados por c^piicho do presidente. Per-
gunta se o nobre ministro dir que este fado
he pouco impotlanle que o sua poltica deve
ser lomada ero concreto. O uobre orador er
que nao porque se os cidado* se nao po-
dem julgar seguios na propriedade e vida ,
au \ Lene!";, ios no sy.-lerra rcpicscnlutivo ;
sendo alias incontcslasei que a coiistituieao
considerou estes' objcclos de tanta magiiilude ,
que os cousigliOU no numero duS garantias dos
lidadaos.
Rao menos importantes julga O nobre'ora-
or; es lacios que referi da provincia ,de Ni-
nas porque cm hum lugar em pe a auto-
ridade publica nao tem loica para reptllir as
ai greSsoes de hum laciuoroso nao lia segu-
ranya pulrfiea; cesiando es cidados assim
expcslos ao punhal do assassino, quer saber
se os nobres depula loa e Minas a quem es-
ponde crm que hasegraiicapublica ese
rao !a declara o nobre orador que lal be o
estado das ultas de Aratha e Liberaba afm
de oulios luyales,
1-iz o melhor conceilo das autoridades pu-
blicas dessas villas sabe que emprego todos
os es'orcos no seu alcance pai a evitar-se o
mal, o poi bao longe de Ibes farer censu-
ran enlende que sobre a cabera te lleve recabr loda a reapansabilidade ; por-
que se nao be elle o respousavel daanniqui-
laco e abalimenlo das authoridades nao sa-
be quem 0 ser.
tomo asseverou lados que desabonioo pre-
sidente de Minas pede pa ler hum olhcio
V- lz munhipal doAraibd, t "' que.
\. odeaselaxer hum exan.e nas estacoes pu-
ii.s, acl.aiiu bum sen. numero de documen-
>o qi.e psovassem suas ||berves ; mas,
, ta o,, osibilidade i diz que apresenlara car-
taa*ic ptbMiaa rtSpeilaveis.
loiRidu o uii municipal do A radia ,.
CWqqCC relata que d? Cbcrel i '
(^uanlo porui seguranra e tranquillida-
de publica enlende o nobre orador que po-
dia ha ver d uvida e poiisso he (ue tocn
.malcra, porque, quanto ao mais, nem
o .. esroo presidente quena para si essa lona
.'ao ve* portanto em que se fundasse a men-
sagem, e menos v que baja desacato assem-
bla provincial, por ler-sedilo que essa men-
saaem se fundara em informacoes menos exac-
sag
las.
Repeteque a mensagem foi obtida por fal-
sas informacoes ou na pbrase jurdica ,
ob e sub-repliciamenle usando agora desta
pbrase para que se nao torne a dizer que
em dezar a assembla poique aos diplomas
regios s costuma deduzir embargos de ob e
sub-repeo sem que a autoridade sejulgue-
de>acalada,
Quanto a palavra protesto nao a to-
mn no sentido jurdico, e sim como syno-
nymo de voto c ci que j ninguem duvi-
da (ue com ellito o Sur. Costa Pinto eou-
Iros deputados provineiaes votaro contra a
mensagem. <
Finalmente diz o nobre orador depois de
OUtras ob:er\acOessobie. o ,stado da provincia
de Minas, que, se quiserem documentos of-
hciaes, mamieiii nbnr-lbes as portas da se-
creta; ia, que elle orador os apresenlara! c
que se quiserem que mostr o estado uiiscia-
vel da fasenda publica, deixem-no nomear
(urna (omroisso paia lser os neetsiarios ex-
ames.
b'ica a materia adiada pela hora.
Levauta-se a sesso.
PEll-NAMB UCO.
Diversas Repartiyones
MEZA DO CONSULADO.
A lauta he a mesma do mim. i46
Noticias Esaiigeiras.

O PORTCCAL VELHO.
A contante poltica do Governo Inglet
Os gevernos de qualqner estado tem em
i mtsma tendencia dos homens que i
compoe e por isso conforme variam os que
successivamente governam assim vemos mu-
dar as propensesdo governo: estasmudancas
tem logar niio s relativamente poltica in-
terna porem tambem externa 5 por esta
raso temos visto alleraces na poltica de
Franca, Hespanba Portugal, e oulras na-
ces, alleraces que sao, como natural,
mais frequentes e sensiveis nos governos cha-
mados representativos do que nos chamados
absolutos: Inglaterra nos oerece urna nota-
vid excepcao a esta regra geral. A poltica
externa do Governo Inglez tem ha seculos si-
do a mesma e a nao ser violentada pelo com-
mum acord das outras naces nao ser fcil
mudar, poisest bazeada u'um syslema d'e-
goismi que tem lancado profundas raizes
ivos coracoes nglezes reduz-se a duas mxima^
invariavelmente seguidas; condescendencia
com os lories : arrogancia com os que Ibe nao
podem resistir; o fim que se propoem tanto com
uns como com outros a espoliagao : a mar-
cha s que dlere : as occorreneias actuaos
nos vo servir para a demonstraco desta ver-
dade.
Cinco pendencias tem actualmente a Ingla-
terra : com os Estados-Unidos sobre as fron-
teiras do Maine ; com o beno de aples so-
bre o roipmcrcio do enxofre; com Weberaet-
Al do cujos estados 011 de parte dos quaes ,
quer senhorear-se para dominar a mais curia
entrada para a India : com a China por causa
do inveneuador commercio do opio final-
malmenle com i'orlugd acerca de dividas ,
urnas reaes nutras exageradas outras ficti-
cias: observemos a dillereuca do seu urocedi-
mento segundo as toreas das diilerentes na-
ces.
A questodas l'ronteiras do Miinee" de mul-
ta importancia para a lacilidade das commu-
nieaces entre parte das suas desgranadas co-
lonias da America septentrional: esta questao
dala de 17S5 ; ultimamenle houve urna cor-
respondencia com algum azedume entre M.
box embaixadot ingle/, ein Washington c
M. f'orsylh ministro dos negocios eslrangei-
|ros dizendoo priineiro que se continuasse o
syslema d aggresso a que tem estado exposta a
Ironteiia po Canad as tropas brilannicas se
veram obrgades a operar, e sabitldade desta colliso recarrir sobre os Es-
tados-Unidos : M. b'orsylb responded e:n ter-
mos hem claros, pie qualquer demonstraco
de troiias inglesas sobre a Irouteira do Maine ,
seria considerada, e repelala como urna ag-
gresso: basta a anliguidade da quustao para
lser ver que a Inglaterra quando lem queri-
do mostrar arrogancia tem cedido a gual
com (ue hie tem respondido a sua antago-
nista.
( un o Reino de aples se houve Inglater-
ra de una dillerente maneira : couheceudo que
esle Ibe era muito inferior em forcas amea-
1011 claramente de aprezir todos os seus navios
mercantes e deu particularmente a entender,
que faria revolucionar a Sicilia (j Cauiing
em iH. ameacou em parlamento os outros
estados com esta arma mui querida sem-
pre do Governo Ingles) a origera destes a-
meacos loi recusar-so o lei de aples a res-
cindir um contracto particular : eito com urna
compauhia o qual em nada offeudia os Iracla-
dcs fui tos com Inglaterra pois esla nao lica-
va menos favorecida do que oulro .algum paiz;
jase tinbam expedido ordens para o apresa-
mento e revolucionamenlo pois o Governo
Inglez contava s com as pencas forcas de a-
ples AustriaeHussia fizeram enrgicas re-
clamaces esobre ludo a Franca que ofle-
receu a sua mediaco: cessou a arrogancia ,
acceilou-se a mediaco e expediram-se con-
tra-ordens. A injusticada intentada medida
foi lo contienda mesmo pelo Governo Ingles ,
que nao linba mandado consultar ueste nego-
cio os Jurisconsultos da Cora como coslu-
me em similbantei occasies v e dois celebres
doutores em direito Phillimore e Frederick
Pollocktiirliaiu publicado urna consulta abso-
lutamente favoravel ao Rei de aples.
Para mais fcilmente se apoderar do isthmo
de Suez quera o Uoverno Ingles abaler o
poder de Mehemet-Ali e para este lim per-
lenda ohrigal-o a entregar ao Sullo algumas
das provincias que lera conquistado, e a res-
tituir a Esquadra Ottomana cliegando a pon-
to de o ameacar de a hir lirar forca do porto
d'Alexandria ; nao agradou este procedimenlo
Austria e menos i*ranea : o ministerio
I ranees de i2 de Maio recusou consentir em
similhante medida e menos anda o do i de
Marco (o actual presidido por Mr. Ttiiers) ,
cujo presidente disse ha pouco nas Cmaras ,
que a branca julgava .Mebemel-Ali devia
conservaras provincias de que se tinha apo-
derado ) e depois que a Franca nao tema fi-
car solada c (ue nunca Ibe sacrificara os
seus inleresses permanentes, s suas alliancas
(fallando da inglesa) ; estas palavras lem sidd
applaudidas tanto no parlamento como fora
e Tbirs que nas suas fallas n.oslrou clara-
mente deseiar a continuacao da allianga com
a Inglaterra porem nao satisfazer exigencia
alguma injusta nao quererer perder a po-
pularidade que tem adquirido e que contra
o partido da corte tem sido seu sustentculo .
seguindo urna marcha op>osta que declarou
ser a nica conveniente aos interess-ei, e
honra da Franca ; a Inglaterra por tanto ven-
do-se s, ficar na necessidade de abando-
nar os seus projectos de hostilizar IMehemet-
Ali, pois a alianea com o Sullo e com a
Rnssa contra o Egypto e Franca que o Go-
verno Inglez afecla estar inclinado a coulra-
llr, lhe nao pode couvir pela demasiada in-
fluencia e poder qne dara ao Czar se osso
levada a effeilo.
Na pendencia com a China cujo resultado
nao ser por ventura lo favorave Inglater-
ra como ella espera tem o governo Inglez
desenvolvido a maior immoralidade e iniqui-
dade de que nunca a historia nos olfereceu e-
xemplo. Desde 1709 tem o governo Chines
decretado castigo aos fumadores do opio, e
desde i8ai prohibi por motivos de morabi-
lidalea in'roducco do opio no Imperio: a
Inglaterra lem por nico objecto o seu com-
mercio 5 nao respeta as Jis sobre contraban-
do (que alias tem lo severas para o sen pro-
prio territorio) ; nao respgita a saide dos ho-
mens que o fumo do opio atac lo forle-
menle que em poneos anuos os mata quer
por tanto obrigaro governo Chinez a pagar o
preco do opio to Ipgal e justamente confisca-
do e como este se recusa saiisl'a/el-a deu
ordem sua marinha para apresar todas as
embarcaces Chine/as particulares ou do
Imperador -. he esle o primeiro passo para a
guerra : veremos se o resultado se torna fa-
voravel Inglaterra a qual muito tem ren-
dido o commercio com a China que prova-
velmcnte nas vsperos de perder de todo pois
j os seus navios mercantes precisara n'aquel-
les mares de trocar a sua orgulbosa handeira
por outra menos arrogante.
Sobre as questes de l'orlugal com Ingla-
terra nada diremos : tem sido esta pendencia
mais urna calamidade a aj untar a todas as ou-
lras que desde o Mrquez de Pombal lem po-
zado sobre esta infeliz Naco proveniente da
fraquez.i vileza egosmo, e inepcia que de-
pois d'aquel'e grande Ministro lera constan-
temente residido nos deslinos da nossa Ierra :
a is'o aceresetu urna infeliz combinaco de ter
cabido muito tarde o Ministerio Soult em
Franca, ou muito cedo o Mi nistejio Sabrosa
em Portugal : quem conhecer as cousas c os
homens nao poder duvidur (ue se o Miste-
rio Sabrosa tivesse em Franca encontrado no
poder o Ministerio Thiers ,' a Inglaterra loria
acceiudo a mediaco que a branca offereceu
nos negocios pendentes com Portugal pois
Thiers se teria havido com oulra firmeza que
nao moslrou Soult j acabrunhado pela ida-
de e pouco favcravel Peniusula por se
lemhrar que foram os seus exereitos os que
mais de urna vez o venceram ; o Ministerio
actual poder-se-ia ter aproveitado da mudan-
ca de Ministerio na Franca do i de Marco
para tratar da questao actual com mais deco-
ro c vantageni a porem nao soube, ou
nao quiz............
Do Nacional de Lisboa.)
\
Correspondencias
Srs. Redactores.
Como alb boje nao ten ha oblido resposla
alguma as minhas pergurUas feilas ao Sr. Ci-
rurgiao Italiano Pedro Garbozza por via do seu
Diario, e de novo appareca hum outro aunun
i'io sobre o tal Balsamo Homogneo Syrapa-
lico lhes deriio estas linbas para com ellas
prevenir ao publico de Pernambuco que tal
- balsamo pode curar alguma das enfermi-
dades de que falla o seu Author nas que
he huma grandissima impostura curar elle
Scirrhos Elephantiasis dosGregos gota, fs-
tulas lacrimaes e quemuita maior tic a im-
postara quando diz que preserva das moles-
tias contagio/as por (uanto s alhc boje lera
podido preservar da syphilis a virgindade ,
e mesmo heprecizo que os pais tenlio sido
muito acautelados e sadios Seria desneces-
sario entrar em polmicas medicas,por quinto
se hum dcimo dos habitantes de l ernambuco
est em estado de julgar sobre a materia o
resto da Populaco be fallo de conhecimetilos
necessarios e rejeilaa a minba correspon-
dencia, sem ter o cuidado de nao cumprir um
composlo inerte ; enlietanlo direi ao ?r. Ci-
rurpio que o Publico todo faz hum racioci-
nio e com elle fica julgado o seu composlo.





Com effcilo se hum Cirrgiao ou pessoa estes, e os tactos que se llc seguiraS,4 ao
qualqucr deseobrisse hum remedio capaz de]contrario eu o desminlirei com documentos,
curar a Elephanliases dos Grecos ( mal dos E eoroo ousa o Correspondente asseverar que
Lazaros) pota Scirrhos fstulas lacrimaos | me admoestou ? A' mim contra quem o Cor-
&c. &c
tera
rurai k.;|jimmmbbsi "" '"M"' ^ """ uu ij rumo ousa o vjorrespouucnie asseverar que
Lazaros) flota Scirrhos fstulas lacrimaos i me admoestou ? A' mim contra quem o Cor-
&c &c iria para o centro da Illustraco Iit- respondente denunriou, e protedeu com a
teraria do Mundo isto he para Paria e l ; mais estranha parcialidade ? A' mim que ,
pavonear-se, por quanto nao supponho que|hamuito, e com hem fundadas rases reco-
!_... .%*.! n rinmu'll c/>i :t tan Ane iiiiIa l L____1 l____. ~*.__.. __. .1 _______..___ ____^________
espirito de pai'tiuo, c ath mesmo porque
certos l'aes de familia ricos devendo favo-
res pagaves com dinheiro se servem de anfi-
7ades para poderem recompensar servicos que
cm nada dizem respeito a Provincia*
Hum Doutorem Medicina pela l'aculdade
de Pariz.
Srs. Redactores.
Ambos dois artistas Mr. Robert e Mr. Valy
rocrecem aplauso pela reconheeida pericia ,
rom que desempenhao seos espelaculos : mui
lsoneiro pois seria ao publico Pernambuca-
no que elles se dessem as maos c que alter-
nativa ou simultneamente continuassem
a aliviar fS l'ernambucanos das reverendas
massadas do Sr. Gamboa, a quem mui cordi-
almente pedimos nao empeca |iie variemos
de -carne de vaca-; guarde a louca de casa
para quando esliveimos sos. Rogamos a .Mr.
Valy eMr. Robert, que se congracera, e
que ambos nos satislacjio sem desputarem pre-
ferencia e milboria que deficil ser ieeo-
itberer em lio habis Artistas e cujas habi-
lidades nao sao do mesmissimo genero.
O Imparcial,
Srs. Redactores.
A correspondencia do Fiscal da Cmara
Municipal desta Cidado inserta no seo Diario
de (i do corren le em resposta minba de 4 do
mesmo mea cm nada dcstroc, ou mitiga a
prova da arhitraredade da lomada do meu
levo v, minha prizo em o dia a3 do paseado
iugando-a por tanto inconcussa responder*!
i al'gumas incoherencias e rontradiccGes em
que o Fiscal cabiu para declinar a sua respon-
shilidadc.
Nao era possivel, que oSr, Machado Rios
dissesse ter eu na minha venda sessenta bar-
ra de plvora para desmanchar em buscapos ,
poro' ninguem rre.q'um particular queira,ou
possa para seu divertmr-nlo desmanchar em
fogules sessenta barn's de plvora F.sse V'e-
reador como pessoa de mrito, apenas po-
derla ter dito ao Fiscal, nao como denuncia ,
mas como cm conversa e conversa de confiden-
cia por se referir a mim mesmo que eu tena
de largar muilo fogo isto as Irinta e
cinco duzias que lorao apprchendidas qu-
do eu punfaa papel as escoKas e nao as
niesmas escorvas | como mal me expnmi na
primeira correspondencia. Si o Fiscal veri-
ficou esse aviso ou denuncia no seu modo de
entender porque se nao acbou um SO grao de
plvora na minha venda ? E si plvora osse
adiada, isso salvara a illegalidude do seu
procedimenlo e da minha priso ? I.u anda
oiepito, nos nao temos seguranca indivi-
dual e de propriedade : fallo por mim.
Diz o Com spondente que ninguem in-
fring u lao abcrlamenle a le como eu ; mas
pie le infrngi ? As Posturas da Cmara "Mu-
nicipal nao inipoem ncm podiam impr pe-
na alguma aos particulares que em suas ca-
zas fszem fogo para seu dvertimenlo porque
nao ha nisso a mesma raso que na imposi-
co da mulla sobre as cazas destinadas para o
fabri* o de lugos artificies ou de foguelciros,
onde efectivamente se ajunta grande quanti-
dadede plvora, que pode comprometiera
seguranca publica e sobre aquclles que
lania fogos sollos ou buscaps dentro da Ci-
dade pelo damno que podem causar. Tanto
islo assim que iiinguem em Fernambuco
trata de occqllar esse fabrico que os macotes
denuncias a cada canto, e que o Fiscal nao
pode ignorar; entretanto que elle me smo con-
lasse ; seus deveres para me beneficiar ISo Gov.-rno q'eu nao liaba direito para ser Desem
neg ter sido multado no dia vj do passado 5 bargador Aos oulros l-ontio-M estes servicos
mas sobre isto nada direi porque lenho de e S a mim DOSO conlo ? Porq' Wgra?E.seeu
defender-me em Juiso competente. quizesse allegar outros servicos so proprios de
Com a puhlicaco desla muilo agradecido mim taires que me nao fallocessem ttulos
Ibes Gcar o seu asignante e credo pblicos delles ; mas nao taco alarde de serv -
Jos Mara d'Arnorm Jnior, j eos nem peco nada por ellas a ninguem Se
servi ao mea paiz satisliz a hum dever d ho-
mem de bem ; muilo mais Ihe devo eestou
pago com a honra de o ter servido. iN unc pe-
di nada nem ao Re nem ao Povo e por i>so
possa (3 d'Agosto de 1819) e o dia da posso dvertimenlo seja hem deseopanhadj No fia,
de meu inmediato successor no lugar 5 e coo-j do >. Y-to urna Joven Peni irabifeana era oh
tarosannos que decorrero de huma a oulraI seqniofao Beneficiado dancara 0:11 Julia !'. >
data e entao acharia o Sr. Assiz que eu con- ta a ta.
to nao poucos annos no servico de Magistrado i No im da l'eca a mesma Jo\en particular
Si'ideiq a -in vo oilo lora o mais que s dancar o Sollo Ingles ; rematando lodo o
di ver tmenlo a bcllssima farsa, denominada
O Cacador com Gaxorros Os nter-'
fallos dos aelos sero precnchidoa com as mais
lindas overturis.
O abaixo assigna !> agradece multo ao res-
i-Speitavel Publico desla Capital, pelos mroan-
sos applauvns qu.e Ihc prodigiluou na Recita
de Quinta feira 6 do corrente ; e se vai prepa-
rar para tuna grande funcco motivo porque
nao pode trabalhar no sabbadon; mis na
j. l'i'ira 15do corrente far por deixnr muito
contentes os seus amaveis expectadores,
Lui'. Valli.
Publicacao : pedido.
AO PUBLICO
Avisos iM versos.
Calado e meltido a hum canto tcnlio sofi i- a\ ni
- Precisa-se de um creado estrangeiio \
iosoTi- nngoem enganei, enganrfio-se commigo, e quem o quizar ser procure no atierro da
las asn- suppoido que eu era capa/, d'alguma cousa Boa -Vista na residencia do Juiz de Direito
Assiz Coclho, cmhuma das ultimas Sessoes do que eu ; coraccei m ..-.................
da Cmara dos Snrs Deputftdos, acaba de a- me nao ebegou a yes quento-me de que fui ser procurado.
iuntarirrisSoasiniusticasqueinefes, deca- preteridoeviolado omeud.reilo adquirido WT Quem precicar dehunti Mgnahaa-
ando en, resposta ao Sr. Deputado Tosta que, com USlica fundado em Le, e con,...,..,- USO bel no servico de coz.nha e o mesmo temp .
nSo optante Ser euhomem de distincto mrito de se dspacbarem por suas antiguidades os lengomadeira., com aconL.u, de anu.d,-
Cnue nao sou). com ludo apenas linba servicio Magistrados O Sr. Ram.ro assevera que nao xarem sabir a ra declarando-se o motivo :
.m.8,oou*2,eque nunca mais servir lenl.o direito: que fare,, para quem ap- aquemdella seqqize servir pode aliar na
- J. ,. ... ....iluei Gemerei. referirei a meu caso aos loia o 3 na ra do Livrameuto, que alise
e ," .. n 1 1 r.i>,., bomens recios ampos da Justica e queme Ibediracom quem devo fallar. Da mesma
diento nara ser Dcsembareailor son ouri; 1- noinens rc.fios, aun u. ^ 1 1 ,111 1
iitiio pai.i uw mnhecen nem or odio nem por trniude. caza fugio no da (> to correle Jullio, hum
do a sabir a campo para declarar publicamen- nao conl nm ......^ Jj* ^ ^^ ^ ^ Fnnga ( 1(|ai|(. ^ >nnw %
alto e bonita figura, com huma cieatrisda
lerida, que leve nacanolla da perna ; quem
pegar leveo na mencionada caza que 1 1
gratificado
\.j- Por o juiso dos Oilos se baile arreni'i-
Jul
Nictherov
homeiis do bem,
1840
i-me
18 de Mmo de
Joan Candido de Dos e Silva
LOTERA DO SEMINARIO
Olleitor do Seminario de Olind.. convida lar de venda 1 dura naader du moradis
nos amantes de Loteras a compraren! os b- ue casa na ra i
la
lona
D
le tjiic faltn o Sr Assiz ;i vcid.nleem Indo
islo, e que n.o folbcou o archivo de sua Se-
cretaria a meu resperto.
RarSo ten>com elleito o Sr. Ramiro para
me nao conbeccr porque quando cu comecei
a servir Ulives elle anda andasse na Escola e
at porque nunca pisei em sua casa nem at
boje Ihe fallei. Mas, se o Sr. Ramiro quizer mm wnw a? (,
que U.e eu forme huma lisia de multse mu- Ibeles da primeira parle da .^-Lotera .lo to>""; hWM aa
tos Descmhargadorcs com hum auno anime mesmo Seminario, que sc.achao a venda no|. wosi w. _______(
mcio e
Irrffo para as tielacoes lacil me sera Sap.
fa/e-lo aponlondo-os por seus nomes. Nao ra do Cabugu, loja do -; landeira ; na
estoneu porem no caso desses Senbores. Mas ; Roa-Vista deronte da Vlati.-., botica do br.
antes que responda directamente ao que disse Joaqum Jos Moreira
o Sr. l!amii'o.pergu:itar-llie-liei : Se eu ape-
e O. Iiojr 1 1
Urde,ua ra I
ue se acliao a venda no uuosano wimtowi
"'"-------- "......:---------' v i,.. >,..- ,. ......1. ,,,i:, i,ft|oia de ees. Ouem quiser mandar teeor palliinha
1 l.in, iiiikis ile seivicu niiando en ) ano mo liento ru.i el.. u. a na ma u<. w-y 1 1
ra b, eUme & m,S- ] cambio do Sr. Vieira ; em Santo Antonio a cm obras ou mesmo para aparelbar e ,.,>,,,
---- 1 ir
as lenho hum ou dous anuos de servico co-
mo seanimoiiS. E a atlribiiir-mc dislincto
LOTERA DA M. DA BOA-VISTA.
O Thesoureiro da Lotera a beneficio 1
se concerta toda .1 qualidade de trastes poi
iireco muilo commodo dirija-se a ruado
Nogueira D. ;j.
%j- Precisa-se de urna ama deleite forM
ou captiva ; na ra da Gloria D. ta.
t3~ Vende-se aserte decarrapatoa 1980 a
atvub y ....."- o ir------ --------.....
licandoa pessado panno sem demonslraca 1 I
que bou vera tal nodoa dando-se lustro igual
na dita pessa casacas calsasetc, tatnfa
se tira nodo: de ferragem em roupa bram 1
nao estando poda 3 o oreen he oflnforme ao
Irabalho: na ra do F.igundes no sobrada
que foi lo fallecido Kossado i" sobrado adi
das b horas
I>I.* 111; mt">" '*' ^........t
idade d'eS. E. admita em mim ,!elCardosoAires; em Santo Antonio, loja
polla provir senao do servico publico. Ora de Meneas Jnior ra do Colegio e na
er-, possivel que huma pobre creatura como botica do lolo Mo-reira nqn. fj> **"
en sou, com hum ou Jous annos de servico bug ; e mi Roa-Vista no Atierro, ioja dt
publico, fosse capaz de adquiirdisiincto me- Manoel de Souza Raposo
rito, romo generosamente me coucedeo oSr. ,/vr-niA n"r"i'.'\TRn
Ministro ? Rsl pois provado que se contra- LOIhlDA IJO **"**V. a'lllc da |,rc;l Santa Rila Nova ,
disse o Sr. Ministro da Juslica quando suppoz As rodas da pr.meua g"^"""j i lla ^n,j '(. as oito d. noi.e
distinclomrito em quem servio shum ou lena doTbealro anda,, "i^" No'dia .6 dome, dettai
dous annos em nfimo lugar de Magi.Ua- dia .3.de Julbo rt, e reapec
livos Rilheles achao-se a venda nn nainouu
Provarei agora que fallou o Sr. Ramiro Recifeem as lujas dos Srs. Manoel Goncalves
verdT m ludo quanlo a meu respeilo asse- da Silva e Viera Cambuta na ra da Cu-
ou epiime,ran,eute falso que eu te- dei. velba e no de Santo Antonio as dos
nbTmcrito cenlo se foro de homem do bem Sis. Manoel Alvos t.uerra ra Nova1, c
'procuro ser,' egracas a Dos nao lenho liaslo 6c Costa na Pracnha do Livramento.
nota em minha vida publica e nella posso com
o Romano Lyrioo dizer-me inleger vitas sce-
lerique puns ) Km segundo lugar falso he
igualmente que cu servase sem 18:10 ou
,8a. : por quanlo sendo despachado em b Lm Beneficie
Fevereiro de 818 (dia celebre no Brasil veiru havera g
THKATRO.
Amanh vi do corrente.
Em Beneficio do Actor Joao Maciel de 01-
grapde ExpecUcolo cotendo
___Nodi-.t 16 domes de Maio pp. fugi
um cscravo creonlo de nomo Clemente p com
os seguintes signaes boa estatura cor fu
la, cora os denles dllente limados, 0ho9
eran les barbado rom cabellos pelos peitOS,
levan cairas c ramiza de brim bramo cha -
peo de cont d vellio. Bsle escravo foi re
meltido ao Sr. Antonio Luz Ribeiro de Bril
dosertaode Pcsqucira e loi vendido ao Sr.
Belarmino de Arroda Cmara : quem d
noticias der ou o levar a ra de Agoas ver-
des D. 3ri racebor 5oLj rs.
i^r Na Estampara, que foi do Marro-
ora estabellecida na ra da Florenli-
de Fcvere.ro do .8,8 ( dia celebre no brasil : vera ,a era Pr' ,.-., lim ora estabellecida ua ra da Florenli-
pelaacclamacodoSr. ei D. Joo O ), t..- o seguu. lo --pitpituita a na na carreira de J0S0 Zurrich, 5. casa vu-
mei posse do lugar de Juiz de lora das \ illas e nova l'eca o Ate bivo I bcatral, ^ ^ ^^ ^^^^ ^^ dill..(:.,,.
da Parnabybae Campo Maior no Piauhy cm ,ra actos--^u^ ^;f/\ aflo eslc collecclo conlendo as primeiras Syllabis, c
a l'rnahybae Campo Maior no l'iauliy
ai d Agosto de 1819, onde serv at qutvim
para a Cmara dos Srs. Deputados em 16-27.
Km quanto servi no l'iauby fui nomeado Jui/.
lessa, que nem um outro solfreu a mesma de Fjra de4 Villas noCear (
violencia : donde se segu que o seu proce-
dimento para cotnigo foi Ilegal capridioso ,
e um puro desforcode nossas desavencas.
As sublimes sc-enas de que be ornado este
Drama o faz digno e merecedor de grandes
elogios ; o enredo que representa he na
maior parle verdadeiro mudas secnas bis-
loricas, nutras sensveis, algumas terrivcis c
' 1 ..... ', I .,Lj oi^rr ir lili.
um niro desiorcoue uu3sa3uu.c..v.a. .....,..~--------, ., ',.,.,... inn.i lo-
As desavencas do Correspondente comigo nomeados para me succederem mima lorao 10
naoLSwa la la o ; as nossas dcsa- mar conla dos lugares por causa das perluba-
ca l ISe ao,empo,em que o Cor- ,Oes polticas das *^**ft
respondente jucrendocapruhosamente, que desdo iba. se seguirao ^^TLjLS-
uma minha e scrava deixasse de venden moclo Ira, ja por causa ^^^!'
dentro da min ha venda carregou sobre M. ; no e a por ^^SSS^SmTZ
com urna nlinidade de mullas que cabirao ca, l-a.,1 era ao Sr M t o ,
como infundadas o sem dunda Giba, da na irveras I^TisS^ 2SS
vomade. O Correspondente nao lia de negar, de datas de posaos, eaamiaai o dio J?
devia ir erearj e nomeado depois por Garla ,- ^Z^'ZMd engracadas,
Imperial Uundor da Comarca do l'.aul.y ^^J^^$ e decente, um
, nao lome, posso, porque os jg-J-gJ, ^"adavel aos Expectado-
res ; cis o esboce da l'eca que o Beneficiado
vai aprescnlar em a noile que Ihc loi votada ,
com aquella decora.o e magnificencia que
manda o sen grande Aull.or per-ole o be-
nvolo e mUiioso Publico a quem O licna-
fjciada implora toda a atlencao e silencio
colleccfio conlendo as jirimeiras Syllabas c
Consellios Moraes ; e as segundas diversas
olas de Cartas e era dillercnlcs sentidos,
Pa mesma caza recebe-se toda a incumben
ca de se estampar qualqner obra, Irazcndo
seos donos as respectivas chapas, oque
promelle desempenbar c9m a maior limpoza
possivel.
tjr Na ra do Rangel no pTmeiro as
do sobrado que in a defronlc do sobrade cahl
do junto a casa que loi os diversos rm:U<:i.
tos seengomma toda a qualidade d. rou
pa, c, como se fazem c lidos 1 loda a m; c uu
uiailo mipli-ra ioua a porquanlo elle promelle exforcarr e ll > \[ '
odwos^conn.nbeiros, para que :u m -uf d,- que cm omra r->'H' r-1-


m^~
4
H1ARIO I> K P F. R N A M B i: C O
JL e i 1 o
Knfll Mil I I J^jmmLrw^*^Tivr*arriMtU-vmiiHmK*l>>'3iesl\ II 111 I "'* "
tfT Carlos Van ISrz Professor da lingos Jdq Commercio, ou com o diloCapilao a borda.
Ingle/a do Liceo desa Cdade de Pernambuco
fa? sabra todos os Snrs amanles das artes e
silencias o a todos os sous alumnos que mu-
dou sua resideniia das casas que habitara na
na do S. Francisco para as da Ulna. Senhura
T) Mara Mayer na mesma ra delronte da
cadeia, primeiro andar, para que sena igno-
ro sua residencia actual os faz publico por
meio dcste diario ; os Srs. Nacionaes que se
desejao aplicar ao ostudo das ungas estran-
geiras e Sis F.slrangeiros que desojan ad-
nucrir conhecirr-cnlos da lingoa portuguea .
sirvan-se dirigir-SP a sua morada na casa a
rima mencionada das 3 horas da tarde em
diante*
S5T" A quem der noticias do lagar onde se
relehro as nios'is da Ordem Terceira de Sao
francisco do Olinda offereco-se urna jaca.
x~r Prccisa-se fallar con o Sr. Domingos
Alvos Pcreira ou qnalquer dos seus fdbos a
lim de se Ibe fazer entrega He certo objecto que
\i>le na Haba qnandoo dito Pereira l; exes-
lio^ e depois se re i ron para onde se ignora .
sendo que aqu nesla praca se acbe algum de
seus filhos dirija-se a ra da cadeia a fallar
rom Manoel Joaquim Pedro da Costa m ven-
da n i de Francisco Jos AKes Pinmba.
fgf O abaixo assignado faz publico para
intellifencldequem convicr, que Bonifacio
Pereira >ta dexou de ser seo cnixeiro
ane?:xxrrimw .hmim>h.i tZT On troca-se por nm pwravo moco e
Carroll & Fllmni praca do Commercio
i i .11 v. ....... r _
OT m molecSode bona ufara de ida- ,
de de ao anuos urna molatinha de id ule de
ia anuos cose l.em e propria para mubaii-
robusto urna creouln de idade de <> annos ,
propria para mnhand. e milito entendida
de tratar de enancas por ser no que rna.s se '^^ m0'0 perfet cozi-
C7- L. G. Terreira & Mansfield fazem le- lem empregado um carro ingles de una. \ ^^ ^ q ^ i mo|u1ues de idi-
lio por conta de nuem pretencer e por inrfl'rodas muito bem construido, tem propor- ''
- t.r-____ri:_.:-_ .1- J_____.i___-___i.,i ,1^.,D m n tendo ledo ia aunos cuma
tervoncao do Corretor liveira de cerca del
aoo barricas de farinha de trigo nvariada a
bordo do Patacho Americano Mentor na sua
viagem de Philadelphia a este por'o ; segun-
da (eir i3 do corrente os io horas da raanb ,
no seu arraazcm da ra da senzala.
Consulado de Franca em Permambuco
VT Torca fe ira i4 do corrente as io ho-
ras da mnnha ronlinua-se a venda publica
em o arma7emdo Lenoir Puget & Compa-
nbia na ra da Cruz, de varios artigos sal-
vados do navio Francez Provenee naufra-
gado em Lacena sendo os principaes como
inhos licores cognac de a5
se
segu
de um perfeito sortimenlo de fazendas ngle-
zas quarta f'eira i5dororrente as io horas
da manba,, no seu armazemda ra da cadeia
C o ni p r ii s
SST Carneiros, todos os dias ; no assouguc
francez delronte da cadeia.
Vendas
....-, ,.
Criis em caixas. conservas de todas as qua-
lidades canans aux petils poids copos e
garrafas de vidros ordinario, e de cristal, chi-
tas sedas para coleles e vestidos papelao,
relogios de pared? e de cima de mesa um
Brande sortimenlo de bejuterias falcas como
brincos alfinetes fivellas e conloes dou-
rados, lencos botinsesapatos para bomem ,
caixas com boticas drogas e muilos outros
objectos de gosto Parisiense.
ts~ Quem fazem Me. (al moni & Compa-
desdei 'leJnlbo do concille -Manoel nn. p(,r intervenco do Corretor liveira ,
Joaqiii ii/.
8^5 Ju-c Mara Pereira Hamos, comprou
v.m conta d^ Tbeolonio C. Cerqueira do
Rio Grande do Norte dous meios bi I heles
da Lotera do Theatrodc n. 3-g e ^uq ,
em i3 do concite
cr Quim precisar de dous prelos para
serventes, dirrjo-soa ra da Florentina em
c sa de Maria Zurrik.
C?" O almixo assignado Provedor da Ir-
ma ndade do Snr. dos Martirios da Igreja nova
deslaCid.de, convida e r0ga encareei.iamen- ^ Collccao completas dos carapace.ros
le o lodos os Irmaos para que Domingo ,a publicadas nos anno* de .337, '83*, e iHJrj,
,1o corrente bajo de cotnpareceren. na' dita -ncadernodos i na praca da Independencia
lrrea petas 8 horas da manb a Hm de se i oj ** I"" n. .17 e.S8. .
,Lr a nova Mesa visto que nao se pode! ^ ^,"idl. ^A 1"* E
cMeclear no dia ,8 do p. p. por senao reunir pofifafia da Lotera do L heatro ga ni. and o
0 omero competente que exige o compromis- vigsima parte dos pennos., cabendo na
so lio obsiante haver-se antes contSado na orte de 6 000000 res tresentos mil
1 ,,, do coslume e para que senao cbamem PWCO de /,5o ; nesla l ypogra.ca na praca
;. Lrancia o enga/o se faz o prsenle td- Independencia ,0 e na roa larga di
eSndo-se porem, que no di!, n a noite *rio lo,a de m,adeas D. ;, e na ra do
.olas- horas o sino for o complele aviso Colleg.olojadcreloioe.ro
do estilo. '.andido Francisco do Rozarlo | ^ < <* "P" nascidos no pa.z,
' ; casaos de ditos, e oulros muitos pasearos ; na
^Tcasa d Pasto da rUa dos QoaMeis ra direta sobrado 5< no urimeiro andar *
D.T d comida diaria, ou mpnsalmente. as 8 horas da mar-ba as 4 da tarde.
'r neo mu rommodo ; fala-se com o, ^ Boas cartas e tabeadas para meninos o
j (.1 pn mu go n^ e|J(:iU|e|.|iajas e scm S(.rem encaderna-
FXTem preSaTde um.am.de W.k4- Tito Livio latino, eua.no-
,lir;a-sc\ roa direila loja de couros Q. 28. | est-ment por preeo commodo na ra
Antonio tiabinoe Alnuida Mendon- W* *6 l)* de couros do Sr. basto
< n fa publico qe em seu sitio em o lugar da T n. escrav. boa coz.nbeua ; no at-
io ie apaieceo no dia 8 para amanecer trro da boa v.sta n. ,9 no segundo andar.
,. 1 m n..u ...... AU XZT Lma venda no largo do I orco a,
mi da (i um necia de nome Mana, que diz *-* ,. .
DO ai. <) o '-'b com .,ouros undos; B tratar com Jos Uomin-
: c.i Sr. morar na ra o logo, mas nao. uiz
nome; pede-se a quem ella pertencer dea
mandar busi.ir nesses 3 dias poii senao res-
nsabelisa pela dita escrava.
tST Ai-di Roen be rg chegado do Havre,
< lir-se para o Rio de Janeiro na Galera lira-
sileira Flor do RO Grande.
qr Precisarse de um feitor porluguezque
entenda de plantacCea ; no atierro da boa
Vista n. 19 no segundo andar.
t^r Quem lem annuneiado querer ser cria-
dn ianlb que lem annuneiado as mora-
dia', ionio aquelles que nisso se queiiio nu-
pregar, diiijo-se a esia rypognfia.
XsrA pe*ssoa que echar urna cadeia de ouro
derologio querndo restituir dirija-se ama
do alecrm casa junto ao sobrado do iallecidu
INKnUio.
Avisis Martimos.
coans de ser puchado a dous civallos tendo
para isso os competentes prepiros e arrotos .
podendo quem o preiender ve_lo ni couxeira
no atierro ta Ro vista defronte do sobrado
do Sr. Teni nlP Coronel Manoel Jos* da Costa;
traa-se de ambas as cou as com Joo Fran-
cisco Santos de Siqueira na ra da Aurora.
s>y Urna cata terrea construida a mnder
na, ecom excellenles commodos para fami-
lia, na ra do sebo junio as casas do Snr.
Francisco Antonio de liveira ; a tratar na
ruada S. Crin D._4'
S3$- Hicbas milito grandes e meians ulti-
tmmenle chegadas por proco commodo-, na
praca da Independencia loja 11 so.
52^- Caulellas sub-divididas de Rilhetes da
Loterii do Theatro a 48o e qoo ris o pri-
de de 14 annos e urna preta moca de bonita
figura e muito reforcad. : na ra do logo
junto ao Rozarlo,Di yo- .
SST Polassa da Russia em barra grandes
e pequeos ; na ra da Cruz em casa de N.
. liieber n. (33.___________________
Escravos Futidos
tST No da 9 do corrente pelas 11 horas
da manba l'ugio urna negriiiba, que represen-
ta ler 1101c annos de idade levou vestido de
riscadinhodeqnadrosazues apessoa que a
lera/na pracnhado Livramrinto no sobrado
onde mora o Cnsul Francez no 3 andar re-
ceber 10.000 de gratificacSo.
tar pr.lo Ventura ofieial de pedreiro,
iicn .. t... pseravo de Jos Mauricio de Ohveira Maetel ,
meiro premio das primeiras 3oo,ooo das se- teve'Um ataque pasmodicj que Ibe pnvou
gundas (100,000, ditas da Lotera da Roa vis- | os sentido,- e falla, por quasi dous dias,
% /5(j.i a_joo ris. primeiro premio das pri- depois do qual fi:ou muito banzalivo e al-
meiras 500,000 e das segundas 4oo,ooo ; no j guma cou/.a alienado do juno : e no da o
beco do porlo das canoas n. 4 1 nl venda de Junl.o psssado sahio de easa de seu Snr.,
do Sr. Antero na quina da ra da Guia. e nao se sabe al agora verdaderamente o des-
s^r Caulellas da Lotera do Theatro, di-1 tino, e caminho que tonwu e s ha urna
vididas de Rilhetes em decima e vigsima j leve noticia que loi urna noite visto na Roa-
paite cabendo aquellas na sortedefi 000,000 vista noseguinle dia oos mallo* de Bibiribe,
e depois em urna calcada daqnella povoaco j
:o angola d<
ou iiifu',11 dt
tem os^signies seguales
(1:10,000 (! estas 3oo.ooo ; em casa dos Snrs.
Sonto airaz do corpo Santo Rougard e Rai- ,
rao na ra da cadeia Braga junto ao arco de dado de J annos pouco man
S. Antonio praca d* Independencia n 3 boa altura secco do corpo, e roslo pouea
;3 e ?'i na ra do Cabug lojas de Mello harb ; todos os, deoma na frente, nem es-
C'.audio e Rande.ira ra nova O. 4 o 5 : e pigado quanda anda cabello grande, mos
nos mesmos lagares acbao-se lambem a venda calejadas do ol'ficio cor pouco preta olluii
caulellas divididas em decima p;frtede bi Ibe-1 proporcionados bem ladino, e semblante
tes da 1J. lotera do Seminario* preco de 700 sizudo levou jaqu de panno azul escuro,
rs cada urna cabendo o maior premio 400 calcas de lisuado camisa de paninbo clia-
miliis peo de palua eoulrode pello nado ; ro.ga
f^ A botica da ra direta D. 6 com se a quem delle souber o leve a s,:u Sr. 111 ra
muito poucos fundos-, na mesma rua venda do Livramento ou d scubra onde se acbe,
1) 9Q, que sendo verdade e de ambas as mmeiras
r Dous engenhos Mumbnoa e Pe- promele-se pagar, ou gratificar generosa-
reica no destricto de Macei) na ribeira do mente, alem do agradecimento eai que Ibe li-
rio Camaragibe moentes e cerrentes alai- cara eternamente Jos Mauricio de liveira
lar no principio de estrada de Jofiu de Barros iviauiel.
em casa de Jos Jorge Rodrigues. ujr Da fazenda macambira termo da Villa
tST- Urna escrava moca sem vicio nem de Pesqueira Comarca do Brejo da Madre de
achaques, boa engnmmadeira e cozinbeia -, i.cos l'ugio um creoulo de nome Jpai|m ,
noollerro da Boa visla sobra lo por cima de de idade de o auno, eslalura alta, cheio
urna tenria junio ao lampiao do lado do sul. do corpo pemas grossas falla algom tanto
tSF" Urna negra de idade de 3o annos co- rouca coiu.ccedor do estradas do ser lab he
tinlia ebe lavadeira a vista do comprador eacraVodo Medico Brilo ; qnem o pegar leve
se dir o motivo ; na rua das trinrbeiras De- ao alieno da Boa vista residencia do mesmo
cima iG- Medico, ou a Villa do Brejo ao Prefeilo da
*.W Polassa Russiana-e Americana de pri- dita Comarca que ser gratificado.
eira serte em buris pequeos ; no arma- <;^, Auzenlou-se no dia 6 de Janeiro,
L-m de Santos Braga rua da Moeda nume- prei0 de nonio Antonio conbecido por F
PARA LISBOA no dia 19 do corrente o
bem rouhecido e velleiro Bii^ue Portuguw
beliz Deslino de que I e Capilo Jos Eran-
cisco Lessa i *|iiem quise irtie fiassagem pa-
,;,,oque tem excellenles comwdos dirija-se
o teu C. osignatario tr.nciscoSeveri.no R.-
b. lio 011 com o dito Capillo.
PARA O I-ORTO segu viageai imprele-
relnite at 8 do correle o Hrigue Por-
|U m:c/ Flor de lieirii ( seo lempo o permitir)
aimla recebe nlguma carga ; quem qoiser
guesda Costa Cardial na pracinha do Li-
vraniento.
SS&~ Urna canoi abcrla hem construida,
que carrtga too tjojos de alvenana grossa
sepos de pedra de Lisboa e madeiras 5 na
rua do Abcrim casa junto ao sobrado do lul-
lido Mouteiro.
\CJ" Pecas de brelanha de rolo de 10 varas
a tboo, cobertores d'algodo b'jo pecas de cas-
sa para cortinas aHoo e a vara 400 rs. pecas
de algodao/inho de vo jardas 280; cliilas
acues projiriis para pelos a 100 o covado e
em pecas 140 riscados largos de cores Hxas
a ibo o corado panno de linbo aberlo pro-
pno para guaro telo de lem (es e tualbas ,
bro de lislra branco trancado a 5tio a vara ,
camisa de la de dillerentes cores para prelos .
m
te
ro i42_
SZT Urna canoa que foi de agoa e pro-
pria para entulbo um couxo de amarello,
pura banbo ludo por preco commodo ; atraz
dos Martirios casa de 3 rollas verdes.
52^" Para lora da
um
por For-
tuna de nac.o eacange de idade de v.b an-
nos allura proporcional bem fallante, pa-
rece creoulo e por isso be de presumir que
se intitule forro tem pannos pelos, rosios o
pescoyo e as uadgas uns calombos procc
SS5" Para lora da provincia um escravo ddos de a^soules porcu/.ada mesma gra
creoulo, oflirial.de carpina de idadodeaa caqnetemde fugir, quando falla gaguej
annos; no largo do arco do S. Antonio loja a(uma tH)USU expecialme.ile leudo raiva ,
nova do lado do norte. foivistoa ID dias em Olinda; ioga-se a
UT Urna rotula para porta e para ja-
nella uma rede branca para lipoia e urna
porcia de prala de hora toque ; as 5 ponas
l) 3 onde tem lampiao.
uy Aniset'.e verdadeiro de Rordeaux e
ouli os licores finos em porcao e a relalbo ;
i,a rua da cadeia velba D. 17 no primeiro an-
dar.
i^r Manteigaordinaria para bolacbinba ,
por preco com modo na rua das Cruzes Dci-
ma y.
^_j" 3 pretas mocas uma dellas cose en-
gomma e faz todo o servicode urna casa a
moloques de idade de 1a anuos, ptimos pura
I
e
roga-se ao
,oo<>, muito boas para invern, sarja para aprender qualquer oflicio e urna negriuba
coletea, de la a /,o o covado, roeiasde I.- ]da mesma idade; na rua de agoas verdes casa
nbo cuitas e de algodo, outros rauitas terrea D. 67
u 1 i A __ --^^ I Irr-.i
,a.regar ou ir dt pasaagem dinja-se a,. (.1-
paoiipraca, ou a MaoeJ Pranciaco Poa-
les na rua di nzalla velh^-
I'Aa O 1UU 1'i- IAAlhO wa-
ni3|OUosd.asoPalacho
kctarlc Capilo Jos dos SaotosBia
'ai-a l-'l I : : '" "J"
InauJ .M-aUez.,
lateadas por preco commodo ; dama da ca-
deia do Kecil'e loja n. &.>.
i^T Urna escrava de nacao de idade de 10
annos propria pava qualquer ensino ; no
large do Livramento fabrica de chapeos re
dir.
^j- Diversas msicas para pianno com
methodo para cantoria por Roclolphe com
aconipauliamer.to dito para .pinder pian-
no collecoens de operas de Russine e Beline,
overluiaseduase i\ mosde ditos, quudri-
Ih.S novas nao > para pianuos como para pe-
queas oiquesus valsas modernas overtu-
ra do Piral. lnlesas de mercadante Ere.
e Ad.in, e ouirasmsicas modernas chegadas
de h..... pi.......vio Provenee quebifiopa-
raohi ue Janeiro, ludo por preco coni-
, n roa larga do P.o/ano loj. de nuu-
dez-.s D. ?.
VT Urna escrava de idade de 2a annos ,
coziuba engomma cose faz varias qua-
lidades de doces e refina assucar na rua di-
reila D. ao lado do Livramento.
i"T Duas uegrinbas de naci de idade de
10 a 11 anuos muito espertas e ptimas
para todooservico ; na rua velba no primei-
ro sobrado a direila indo da ponte velba para
S. Cruz das ti as 10 horas da manba edas
da tarde em diante.
53- Para lora da provincia um escravo par-
do proprio para lacaio ou feitor ,' e sendo
para esta provincia vende-se com urna mo-
lata lavadeira rendeira e faz lodo o mais
servico de una casa na rua do colegio loja
da quina junto ao Pasto
UT Presuntos inglezes queijoa londri-
uos, batatas ingieras, ronse,rv.s, carros
paraconduziratierro*, Boafniazeiii de Jclo
v,.-..- iM
Sub-Prelei'-o e Capilaes de campo da nics-
ma Cidade ,-. hajo de o prender e mandar le-
var-na Magdalena sitio de Miguel Concia
de Miranda, que satisfar toda a desposa cota
generosidad.
S3T Lesapareoeo no dia dous do corrente ,
um escravo creoulo de nome Antonio de
idade de 18 anuos ofticial de allaiate alio,
secco bem prelo de benita figura, e ja tem
fgido por varias vezes e cos uma a se inti-
tular forro ; roga-se a todos os Srs. lUesires
allaites se por a caso o dito escravo for traba*
Ihar em algumas das tendas segundo o coslu-
me, hajo de o pegar e levar a seu Sr. na rua
do Queimado'. b que gratificar.
W Liesapareceo no da 8 de Janeiro do
cnente anuo, um escravo de nome Tbomaz,
de naco angola bem fallante que parece
creoulo de idade de 40 anuos tem um ca-
lombo na tesla muito l'ullo rosto comprido
com bastantes marcas de bechigas tucheixas
meias puchadas para dentro e as pemas ar-
duiadas ; rogase a todas as anthoiidades po-
liciaes e capites decampo de fazerem todas
as deligencias para o capturaren! ; o abaixo
assignado lem por inlormacocs que o^dito e!l-
cravoseacbaa coiladoera urna casa lora da
praca motivo porque declara que. nada
exige da pessoaqueo lem, nicamente o pro-
co de 00,000 o quanlo deo por elle e sendo
paga esla quanlia nao proceder contra essa
peasoa ; quem a pegar leve a rua do trapiche
D. 14. Jos Veiissimoda Rocha.

ULCil' ^ o A *f Otu Al. F. De. t-. if 4


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