Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03531


This item is only available as the following downloads:


Full Text
Anno de 1840. Sabbado
'l'udo j^oih defiende de nos mesmos; da noSM >i n c: COlw dnirafM mire as ftares mascullas.
I'roclamacn da .Isscmblca tice! ,o lraitt
*>-v-
Subscreve-ae para estn follia a 3|ooo-por qartel pa^os adiatitadcs
nesta Typograa, ra das Cruzes D. 5, e na l'iacti da Independencia
ns. ^7 e 58, onde e receben) correspondencias legalisadag, eannuucios,
insirindo-ae esles gratis, sendo dos proprios assignsntes, e vindosassig-
gnados.
Partidas dos Gorreios Terrestres*
20 oe Junho, Numero 134.
Cidadeda Para lidia e Villas de sua pretendi.......\
Dita do Rio Grande doINorte, e Villas dem.......
Dita da Fortaleza e Villas dem..............
Villa de Goianna...................
Cidade de Olinda..................
Villa de i". Anio..................
Dita deGaranluins e Povoaco do Bonito......
Seg. e Sexta feiras.
...../
. Todos os dia_,
.....Quintas feiras.
......lo, e q4 de cada mes
Ditas do Cali, ^erinhaem, Kio rormozo, c Porto Cairo, i, u, e ai dito dito
Cidade das Alago**, e Villa de itlacei............dem Ideft.
Villa de Papau de Flores.......... ..........Idem ]?!, j.;., ,.s
Todos os Corrciok portan ao meio dia.
PliASES DA LA.
Quart. cresc. a 6 as 10 f. e 56 m. da lard
La Cheia a i4 as 11 I), u v.! ia. <'a tarde
Quart. ming. a 22 as 9 h. e 10 m. da tarde
La Nova a 29 as 11 h. e 38 m. da man.
Alare chtim para o dia 20 de Junho
As 7 horas 18 minutos ti manda.
As 7 horas e 54 nanutos da tarde.
CAMBIOS. ~ Junho 19.
Londres...... 3 1/2 d. por Ifcoo ced.
\X por 0/0 premio, por metal olTeracido.
Franca..... 7ip rS or franco.
hio (e Janeiro ao par.
OUUO' tlosdasda 6f4oo rs., Velhus '^700 a i4.)<>
M ,, ... Novas i4^5oo a 14^700
Diyis di. (fooo rs., sa' mi a Sjjioo
P ATA Pala, m Ui. rilr-iics.......>j67o a 1^690
, petcj Coluinnarioi--------------- 1W0 1 '#90
Ditos Mexicanos----------.....:#65o a lblo
Miuca --..... ......#44o a i#4<*>
Descont de Bill otes d'Afandega 1 1/8 poi too ao mez.
dem de Letras > i|4 por boas firmas offeroido. ;
Moeda de cobre a 4 i>or 100. dediac.
Das da Semana.
15 Segunua S. Vito Vi. Auteuea do Juiz daDireito'da 1. rara.
16 Teica S. Joo Francisco Regis. Relac'o e Audiencia do Jniz de D. da
1. vara.
7 Quart S. Thert'.a Rainha. Audiencia do Juiz'de Direito da 3. vara*
18 Quhlta iff Kesta de Ctrpode Peo?.
Sexta S. Juliat: a de Falconierc Audiencia do Juiz de Direito
9
20
12
vara.
Sabbado S. Silvetio P. M. Rclaco e Audiencia do Juii de D.da 3. t.
Domingo S, Luiz Gonznga.
RIO DE JANEIRO.
REUNIAO'DE AMRASAS CMARAS.
Sesso em 8 de Maio de 18 o.
Presidencia do Sr. marquez de Paranagu.
Continuado do n. antecedente.
O Snr. Rezende O nobre ministro podia
fallar; esta he '.i ultima vez que me toca a
palabra ... pedia por tanlo a generosidad?
que fallasse primeiro ; masemfim....
Snr. presidente, hum nobre membro da
assemblea geral tocou em hum tpico a que
eu tenho de responder ; e devo advertir ao
inesmo nobre membro que se acaso o principio
que estabeleceu for friso ento as conse-
queneias que tiro sao igualmente falsas.
Disse o nobre membro da assemblea gcral
que se nao pode saber aonde ha de surgir
huma revolucao e que o governo deve es-
tar armado, e daqui tirou a consequenria que
o artigo deve passar ; isto be, que receando
huma sedicao em qualquer ponto do paiz .
deve o aoverno fieai
algum governo lem interesse em suscilar sc-
liees para no meio deltas ceifar victimas que
llie fasem sombra, e he mais huma raso por
que o governo diz Nao sabemos aonde ba
de de apparecer huma sedicao e portanto
he necessario que tenhamos poder ampio
para acudir Eu nao quero isto; mais en-
tpndo que he necessario que o governo tenba
meios para nas ocasies urgentes poder acu-
lr em qualquer circunstancia extraordinaria
emqunnto nao envoca a assemblea geral. por
pie nao quero nunca que o governa se dis-
pense de recorrer ao corpo legislativo se nao
nos casos em que de todo nao poder fasel-o -
por tanto o nobre membro da assemblea ge-
ral que impugnou o salus poputi deve re-
goitar as suas ideas pelo que toca ao artigo e
obre esse poder immenso para acudir ate a
cousas imaginarias que por fim de contas
vo se ver e nao apparecem.
Mas o que me obrigou a pedir a palavra foi
o que disse o nobre membro ta assemblea geral
sobre a responsabelidade dos ministros. Per-
ianto : Quando he possivel huma responsa-
belidade ? Primeiramente lia opinio queso
he possivel no caso de huma revolucao: foi
governo lcar autorisado em todos 05
orcamentos. a contrahir empenhos para suf- I necesaria a semana de julho na Franca para
local-a. Ora, a consequencia disto he que Lue fosse hum ministro para huma torre!
naosauendo-se aonde La de rebentar huma
sedicao conveniente he que o governo te-
nba fundos de reserva para acodir a estes
casos, como a constituico o determina: de-
via o governo por ejemplo ter dous mil
rontos em deposito para gastar no caso de se-
dicao emquunlo chamava assemblea geral.
Masdiser que em consequencia desta possibi-
lida.de deve ter faculdade para pedir quanto
quziesse, nao posso entender desta maneira
iramos rr.uito lone.
Pergunta o nobre membro da assemblea
geral qual he o limite dessa amplitude im-
mensa queaedao salus populi ? Mas eu
perguntarei ; se o governo fica autorisado a
despender segundo as necessidades/qual he
o limite que o governo lem para marcar estas
necessidades ? O salus populi nao tem poif
essa to grande amplitude. lia mais huma
razo porque nao quera este artigo ; porque
o governo (eu fallo ero geral) pode suscilar
huma sedicao e provarei que as tem susci -
tado. Nao podia o governo poupar a sedicao
das Alagoas ? Nao devia suppor que a trans-
ferencia da thesouraria para Macei produci-
ra a da capital.
O Snr. Gomes Ribero K a transferen-
cia foi m; ?
O Snr. hesendeNao digo que he m ,
o que neg he a competencia. Nao entro
na questo se era bom ou mo mudar a the-
suuraria : mas elia trouxe a mudanca da ca-
Mas que meio haver para chamar a esta res
ponsabelidade principalmente no tpico em
que se falla ? Eu fui membro da commissao
de contas o anno passado quando se apre-
entaro essas contas j; no fim da sesso ma
que conlas sao estas ? Gastou-se tanto resta
apagar tanto!... Que documentos, queli-
vr os aparecem ? CJuaes sao os documentos i|ue
segundo a lei autoriso taes e taes despesas ?
Como saber se estas despesas se fiserao com ef-
feito segundo o decretado, ou s pelo arbitrio?
A commissao requereo que o governo fran-
queasse as repartieres nao s ;i commissao
mas lambem ;s pessoas que a commissao le-
va sse para a guiar para nao liaver segredo
a commissao la ira
ptala
O Snr, Gomes Ribero -Quem he que fal-
lou em mudanca de capital r"
O Snr. Restde Taulo trouxe que de-
pois se lez com que a assemblea provincial de-
cretasse a mudanca. Pois em hum paiz aon-
de no interior, anda se espera e acredita em
Joo Antonio e L>. Sebaslio convinha tirar
do interior do pa a forca do governo, ail-
luslraco para trazel-a para a costa ? E o
governo nao deu occasio a que se promo-
vesse huma sedicao na provincia ?
Ninguem pode negar que esta sedicao foi
em vil lude da mudanca da thesouraria e
que esta mudanca trouxe lambem a mudanca
da capital. O governo podia pois pou-
par a sedicao. Em geral sucede que
da ahelha. Assim
nao havia de ser tao intil como pareceo a
algumas pessoas. Alguma couza havia de di-
zer. Diria pelo menos, o estado do thesouro
he tal, a sua escripturacao he tal, que nada se
podo faser sem que se reforme ; mas nada
disso se fez porque a cmara encerrou-se ,
cada hum foi para sua casa e fiquei eu s.
Mas anda mesmo que ficassemos todos, a
cmara sabe que principio horroso se estabe-
leceo quando o anno passado o Snr, Mon-
tesuma requereo autorisaco para entrar e
ver os meois de organisar hum systema de fi-
nancas ; mas a isto se tlisse. De quem he es-
sa commissao ? Ella acabou por que a sesso
j; se incerrou. Entretanto esta objeceo pre-
valecen. ; e aqui noto as circunstancias de se
Hornear hum clrigo para entrar as repar-
tieres da marinha e guerra aonde na ver-
dade ha muito que esmerilhar !... Com ludo
eu l iria e levara hum cyrineo para me a-
judar a carregar a cruz! >las disse-se O
que vai faser a commissao ? Nao he possivel
tomar contas, esta'tudo em hum barulho que
nao he possivel enlender-se, he o labyrinto
de Creta e nao ha o fio de Ariadne pa ra
nos guiar.
Mas quando se falla nisto responde-se
responsabelUe-se o ministro. Ora se se nao
pode enlrar no examc do es'.ado das reparti-
eoes, como se ha de responsabelsar o minis-
terio ?
Foi no fim da sesso que se apresentarao
as contas e q' conlas? Consistiao ellas em meros
Em certa occasio pedi eu algun?
esclarecimentos a intendencia di marinha, e
se mr> respontleu que nao exislio al livro*
auxiliares por onde se podesse saber oque
se passava as respectivas repartices das
provincias.
Nao sabia portanto o que se gastava por
l.. Oqueheporem admiravel he que nao
podendo segundo algtms senhores. a com-
missao adiar nada sendo imuossivel entrar
e sabir a salvo deste intrincado labirintho ;
no lendo huma commissao do corpo legis-
lativo podido examinar a fundo o estado des-
sas coritas, he admiravel, digo que hum.o
commissao de lora descobrisse tantas cousas.
O Snr. Al ves Branco Sei, se.
O Snr, Henrique de Resende Nao salie-
ra ludo porque haver ali interesse em con-
servar tudo no se;redo da abelba. Por ex-
*mplo ; pede o Snr. ministro esclarecimentos
ao contador geral (aqui devo declarar que
fallo em geral e s por exemplificarX; este
comeca a pallar contando com que dihi a
dous das mudado o Snr. min'stro o oulro
que vem ja nao procura por isso ea cousa
vem (cando occulla a todos ; por evemplo ;
be preciso saber a raso dos embaracos na ar-
recadacodos disimosem diversas provincias,
ou a raso do desfalque da renda do caf t*
assucar no consuhdo se provem do abuso
das ;;uias sobre os gneros que vem das pro-
vincias de Minas, S. Paulo ou Rio de Ja-
neiro ; be necessario examinar todas as re-
partices antigs para se colber alguma
cousa de vantajozo, e obterem-se esclarec'
mentas positivos ; mas se nada havia para a
commissao de contas, como havia de haver
para esta commissao que havia de examinar
i existencia do dficit e os meios de os reme-
diar ? Daqui conclno para responder ao
nobre membro da assemblea geral; que a res-
ponsabeldade de ministros ha de ser nempre
illusoria.
A vista disto quando em alguma circuns-
tancia se quiser iazer elfectiva a responsa-
belidade de hum ministro dir; algMem, co-
mo ja' honve quem dissesse que se procura-
va huma victima, e que a sorte deve cahir
sobre Pedro ou sobre Paulo.
S no caso de huma revolucao podia isto
ser, s em huma revolucao como na semana
de julho ua Franca podia faser-se effecliva a
responsabilidade de hum ministro ; ora eu
nao quero que entre nos haja revolucao ; nao
quero dar aos ministros a lei para os enredar
e mette-los em hum ddalo de arbitrarieda-
des .porque dirio Lancaste-nos em hum
mar immenso sem bussola sem direceo,
sem destino certo : deste-nos hura crdito im-
menso e nos o applicamosdo modo que me-
Ihor dictou o nosso entendimento ; se houve
alta nao foi de boa le mas s do modo de
ver as couzas ; nao commeltemos crime Di-
rio elles :Se intentava huma revolucao e,
como be melhor prevenir os crimes do que
castiga-los enviamos huma mo de tres ba-
teras huma fragata de linha etc. etc ;
por isso foi necessario gastar muito dnb-eiro',
se foi mo no he pelo meu fraco juizo !
Que recurso seria pois o nosso ? O recurso se-
ria o povo chamar-nos entu responsabilida-
de e excluir aquellos deputados que por
commodidade sua se nao quizero dar ao tra-
balho de cumprir os deveres inherentes suj
misso nem fazerhuma lei para este caso
e (anear ludo sobre o governo. A fallar <
verdade a nica responsabilidade que que-4
ria que houvesse quando eu me nao quizesse
darao trabalho de fazer tantas couzas e a-
chasse mais commodo ilizer ao governo: Fa-
zei o, que quizerdes eu vos dexo soltos e de-
sencabrestados para fazerdes o que bera qui-
zerdes. Mas como en leudo que os Snrs. mi-
nistros nao lem a sciencia infusa a qual a
ninguem, depois de Salomo lem sido da-
da, preciso he admittir que elles bajo de
commetter erros e grandes erros mesmo era
boa f e pelo proprio peso do poder de que
se acho investidos. Pela immensidade de
forcas que concedemos ao governo podemos
p-lo no estado daquelle homem que, quando
se toca a rebi'e acode com duas espingardas,
dous pares de pistolas duas lancas huma
espada e que he finalmente hura cabido de
armas e que nao podendo mover-se ht ba-
tido e derrotado. He o que succederia ao go-
verno assim armado.
( Continuar-se-ha.)
PERNAMBCO.
TUEZOITRARIA PROVINCIAL.
Editae.
O Inspector da Thezouraria das Rendas
Provinciaes : faz publico que em virtude da
Lei Provincial n. Bj de 6 de Maio perante
o Tribunal da raesraa Thezouraria nos das
19 11 e 2 5 de Junho prximo futuro as
onze horas da manha se ha de arrematar etn
dasta publica a quem mais der por tempo de
hum anno contado do 1. de Julho do corren-
te as Rendas seguintes.
1. Furo das caixas e fechos d'assucar.
a. Taxa das passagens dos Ros dos Muni-
cipios do Recife e Olinda.
As pessoas que se propozerem a esla arre-
malaca. compareci na Salla das Sesses da
predita Thezouraria nos das cima indicados
munidas de Fiadores idneos. E para cons-
tar se mandou afixar o prezente e publical-o
pelo Prelo.
Thezouraria das Rendas Provinciaes de
Pernambuco 3o de Maio de l4o.
Joo Raptista 'ereraLobo Jnior.
\Y\;
ersas liep rricoens
ALFANDEGA DAS FAZENDAS.
Edital.
Vicente Thomaz Pires de Figueredo Ca-
margo Inspector d& Alfandega faz saber que
110 dia 2 do corrente pelo meio dia u na
porta da mesma se hade arrematar em hasta
publica setenta e duas cadeiras de Jacaranda,
impugnadas pelo Amanueme Goncalo Jos
da Costa e Sa Jnior, no despacho por factu-
ra de Wanoel da Silva Loio, no valor de
**iU8oo sendo o arremattante sugeito ao
amento. Alfandega 19 de Junho de
Vicente Thomaz Pires de Figueredo Ca-
O Pataxo Porlur,uez Paquete da Terceto,
vindo de Lisboa entrado em 17 do .corrente
Capito Joaquim Mara da Silveira consig-
nado a Thomaz d'Aquino Fonceca maniles-
iou o seguate
10 Pipas cora vinho 66 barris cora dito ,
io barricas com sardinhas, 1 caixole com b-
tela 1 bab com zijj paiaeas 45 moios
de saJ 8 caixas com touciuho, t caixote cota


i
DIARIO "D H PE8NAMBCO
tt.-it r-vr inr*^"
relias de cera 2 bahus con livros, i caixo-
te rom -io penaxos i dito com dous Missaes,
i dito com sele Czalas i bah rom huma
arroda de laa de r.arneiao e 3ooo palacis i
eaixote com rap 158 lages de podra, 8 ver-
bas dita 1 aegrodila ai hombreirasdi-
ta 3o pedias decantara i eaixote com ra-
p i lata com dilo i eaixote eom vidros :
i vidros com pcixes a gaiolas com dous ce'
chichos.
MEZA DO CONSULADO.
A Pauta he a mesma do num. i'ii
O Arsenal deducir compra pano preto.
haela azul e llollanda para forro : quem
pertender ioruecer astea gneros compareca a-
roanha aodo crrante pelas onze horas di
dia para tratar do ajuste Arsenal de Guer-
ra ii) de Junho de |8 io.
O Diretor Coelho.
onde se demorar tras sp-
"1 T OTS'l|WHBItt 9W
visitar a colonia
manas.
O Ministerio seguindo risca o seu pro-
gramla tem desenvolvido urna energa, nun-
pela secunda natrulha do dislrioto da Madre
d*- Di is o pelo Jos, escravode Manoel Pe-
reira Brandio, por estar Fgido; remettido
ao ser Sr. pelo 'ommissario de polica dodis-
triclo do Lobato Manoel Correa da Silva, ..- .. .,~..........,,......-
branca, por ter na ra insltalo a seu Cu-loba, para evitar que os emigrados quesea- cju*a alguma notavel.
Toton o Almirante Resumel com direceoa
aples, As sesses da 'amara de deputadoi
de Franca eram oceupadas pela discussao do
proieeto de lei da conversao do? fundos deein-
ca vista desde que dura a guerra de Hespa-!co por rento, nao offererendo estes debates
Nao tendo sido aprobada pelo Exm. Sur
Presidente da Provincia a arremataban fetnj
nesta Repartico pelo Snr. Jozc Das Morei-
ra para a reedifica cao da ponte do Anio sobre
o'rio Serinhaem por se haver estipulado
que a importancia da obra losse paga impres-
laces algumas das quaes se devino verifi-
car antes da sua concluso o que nao hepVi-
sirel aliento o desfalque em que se aehc
o cofra* Provinciaes : he poeta novamenlr
m praja a dita obra or.;ada na quanlia di
6.5i8o,o->o rs para ser adjudicada f|uem poi
menos a fiser com a ccndirjo de s?r paga h
saa importancia e os competentes premios
depois da sua concluzo exame e recebi-
nienlo. Os Licitantes sao convidados a com-
parecer competentemente habilitados nos das
i i e 4 ''" prximo vindouro mea de
Julheem a casa da Inspecco das Obi as Pu-
blicas, a onde eslo patentes a Discnpco, Or-
namento, e Condirjes da obra lodos os di-
as nteis s horas do expediente. Inspeccai.
das Obras Publicas i a de Junho de i84,J
Moraes Ancora.
A Administraco Fiscal das Obras Publi-
cas compra os materiaes seguintes 5oo estacas
de mangue de 3o palmos de comprido e un
de testa, i a 4$ P^8 ue l*boados de pinho .} paos
de 4o palmos e coito em quadro io ditos de
3o palmos e coito em quadro loo pregos de
cinta, 3oo dilos batel grandes, i 5 canoas
de barro tjo carros de pedia, i5ooo lijlos
de boa alvenaria ^5o alqueires de cal pela
70 alqueires de areia 5ti palmos de pedra
de cantara lavrada : as pesoas que taes g-
neros tiverem cor.iparecao a esta Adminislra-
co as horas do espediente Adminislracfio
Fiscal 6 de Junho de 18 m,
,'C.a>iiii a v interino.
A Administraco Fiscal das Obras lubl-
'cas compra os generas seguintes s a mil al-
queires de cal preta e tu nnUieims de lij-
los de al venara greasa : as pessoas que tive-
rem laes matenaos compareci a esta Repar-
tico em o dia (gas horas do expediente.
Administraco Fiscal 10 de Junho de 18 o.
Castro A F. interino.
nimio remettido a cadeia ; p ir outro Com-
miss.iiu de Polica os prelos Jos da Fonceca.
manijo do Brgue ^ietheroy, e Jos, escrav
de laudino Duhux.. por brga ; o primeiro
Coi remettido ao rsped i vi Commandande .
c o segundo ao senhor, e pelo Sub Prefeitc
da Boavista Joaqum de Souza Oliveira
branco e Benedicta, pela, escrava de Henri-
nueta de tal, o proieiro por ter espancado, 1
feto eontusesem sua muther; foi remettido;.
Cadeia e a segunda a seu respectivo se-
nhor.
Das partes recebidas nada mais consta.
Nfoti ;ias Estrangeiras.
PE i; I I 1TLR A.
Parle do dia 18.
lllm. e Exm. Sur. Foro bontem pre-
sos pelo bul) j nefelio do Rcife, o portugue2
AJanoel de Freias marujodo Pataxo Fran-
celina requisico de ser, respectivo Capi-
tn por soepeita de ter lunado aseo compa-
nheiio v8 j.laces. e oulras moedas de pra-
ta \ foi solt ; e o ingles James W.uk re-
quesico do respectivo Cnsul por dsobe-
dientia ; loi eudhido a Cadeia por linn
soldado do ebrpo de Polica o preto Se ver i no
tscravo de Jos Lopes Roza pedido de sei
Sin. ; I01 recoibdo ao Calabouco : pela se-
gunda Patrulha do daslricto da Ribeirr. des-
ta i'reguesia c portugus Aose (ornes \ eir
por ser encontrado larde da noitecum um I a-
vallo, e laser-se suspeito ; leve o mesmo des-
tino; por um commissario de Polica da mes-
ma Fregaesia Antonio de Qneiro/ VJonteiri
Recadas branco por estar pronunciado i.
pi isao e livraroenlu, pelo iuizo da pr-
mcira vara dociinie, ioi itiMilulo '. aiieia:
e pelo Sub irefeilo da boa vi,i,i Francisco Xa-
vier liireira Caliassa, branco, o pardo \a-
Felippe do JNascinienlo Mara \asaretli ,
branca, eos pelos Antonio, e Audr es-
cravos de um tal Andrade o primeiro poi
ter lallauo ao respeilo ao mesmo Suh-Prelei-
to ; loi recoibdo ao Catlabouco ; o segando
por ser ebrio e desordeiro ; foi sollo ; o
terceiro por pioferir palavras obscenas : foi
recoibdo a Cadeia ; e o quarlo e quinto por
brqj* j loro reinetlidos a seu senhor.
E' o que consta das parles boje recebidas.
Parte do dia ig,
Lisboa ai de Abril.
As noticias que na semana finda se iwebe-
ram de Inglaterra nao apresentam ohjecto de
grande importancia : a discussao da leidete-
reaes linha absorbido toda a altencaodo Par-
lamento no qua! se tinham apprescntado
dilferenles petices a favor e cintra a lei f
oor esta occasiao a'guns incidentes tiveram
loj^ar os quaes dizem respeilo a inleresses lo-
raes Esprrava-se lodavia urna discussar
bastante acalorada quanilo se fi/essem ao Mi-
nisterio as interpellacesque eslavam annun-
ciadas cerca da guerra com a China.
Fm qusnlo aos negocios do Oriente nao
havia noticias de que pror;redissim no em
lanto Falfava-se muito de urna nota collectvc
dirigida aos Emhaixadores das cinco potencias
(ior Reschid-Pach na qual Ibes intimavf
que se nao bouvesse com toda a brevidade al-
jumadecisao a respeilo desta questao a Por-
la se viria as circunstancias de tomar as me
ddas que mais convenientes julfasse. Pelo
que desta ola secolli,;e j; :i Porta coroeca a
desconfiar ra demora da concluso de um no-
,;ocio (pie lano se tem cumplicado e lenci-
011a seguir n'elle oulra poltica.
O Pacha do Egyplo continua por outro la-
do nos seos preparativos de resistencia po
im nSo deixa por is-o de procurar meios de
aealtar a queslo por outro modo ; escreveu
ao Sultao e nesta carta diz positivamente que
nao hade consentir se intiometlsm estrangeiros
ni espolia I ) da Syria terminando pelo the
or seguinle
11 Sei que al;ucm lein persuadido o Divn
que deve recorrer s potencias extrafigeirus
para me expulsar da .Syria ; mas como p.js-
-ivel que nao possaes conliecer que essas po-
tencias nao qurero outra cousa seno des-
membrar o In pi ro Oltoir.ano e que pre-
tenden! abatter em mim a Corea dos rins
deste Imperio I l*xpiicar-me-!iei com fra-
iue/a e lealdade ; tenbo 7o anuos nao lenbo
ambico mas tenbo f.imilia e o meu dever v
assegurar-Ihe um futuro. Conseda-me o
meu soberano B Arabia que cu continuarei
a prestar ; mnha religfto os servicos queati-
agora llie tenbo feito ; no taso contrario bei
de esistir e noconsenlirei oue Iriumfem os
iiiinii;os do Imperio os que o pretendem en-
fraquecer para aividir depois entre si os dv>-
pojos Sendo ha projeclos bosliscontra*mim,
porque motivo me querem lir.irosdesfiladei-
ros do Taurus que sao as.fronteras naturaei
do meu governo ? A elevara sabedoria de V ,
;\ a Lviidadc eom que me lem honrado en,
ludas as occasioes me fazem conceber espe-
ramas de que hade a eolber benignamenlij
a minha suplica .- refugiar-me- bei no
seio de V. A remo em um asilo sa-
grado e V. A. lei. firmado a sua felicidadr;
nesta e na oulra vida,
i-.' muito provavel que esla declaraco po-
sitiva de Meliemet-Ali re ai ordo com a no-
ta de Reschid-l aeh dalgum impulso a este
in -gi CO ra concluso se atleiidennos po-
llina do actual gabinete di s Tuilbeirias, nao
pode ser contraria aos inleresses rasoaveisdo
Pacha
t-.m Franca continua o ministerio Tbiers
gosando do seu triumlo ; porem a proposico
do Sr. Hemilli na Cmara dos Deputados
sobre a reforma eleitoral ou ininai/iltaco dos
Deputados pa 1 a empreges tem ; rovocado a
!!;io publica ; osministeriaes e reformis-
tas temem que esta proposico feita por um
Deputado Conservador involva a insidiosa
idea de suscitar embarceos ao Ministerio.
O Duque de Orleans anda nao liuba par-
tido para Alger e dizia-se que brevemente
ira, porem suspeita-se que no conselho de
irtmem
contra o goverm
r-iiam em Franja
le Isabel.
O general Al ;aa um ros oito ofhciai"
bespanboes que ltimamente tinham lugiih
le Arras foi preso em Dax ; estes dous e-
migrados tinham saido re Arras por orden dr
D. Cirios, n flm de se dirigirem ,-i Ctalo-
nha, onde deviacomegar a usurreicao. I-
>uaes ordens foram mandadas a tolos os ofn
iaes bespanhnes que actualmente se acham
em Franca. Outros que tamhnm des'ippire-
ceram da sua residencia e procura va m pene-
trar as Provincias Vascongadas foram prc-
ios em Cambo perlo da fronteira. Sabe-se
que outro? emigrados foram pira a \lema-
nha com o intento de pajarera ; Italia e
em barca rem de l para a Caialunha.
Ainda se nao receheram participacjes ofFi-
riaes acerca ra declaraco de guerra por par-
te do Imperador re Marraros mis h? noti
nias de Alger liram toda a duvida a respeilo
le suas intences e do tratado feito com o
Emir Abdel Kader O governo francs escusa
esperar nolificaco olhcial por parte re \'u-
ley-Abderbam in porque o carcter do che
fe marroquino igual ao dos cheles rabes
'odo o seu poder consiste na dissimnlaco.
\ declaraco m.is offirial que s> pode esperar
do Sulto de Marraras est nos auxilios de to-
da a especie que est prestando ao Rmir.
Na Blgica continua a crise ministerial e
os ministros que consevavara interinamente
as pastas declararo no Parlamento que se
fosse approvada a proposta para pedir ao
re a sua conservarlo mudava ento a sna
pos i cao
Em llespanba havia terminado a crise Mi-
nisterial e o Ministerio retrogado foi nova-
mente organisado de meuiiros da mesma cor
As Cmaras conlinuavam nos seos trabalbos:
1 ros Senadores linha terminodo a discussao
la lei do Conseibo de Estado e a ros Depu-
puiados contnnava discutindoa lei das mu-
iiicipalidades.
Do exerritoconslava ollicialmente a derro-
ta de dois batalboes faciosos queiam socor-
rer Aliaga, boje sillada por (VDonnel 5 foi
o general Zorbano que os bateu* Parece
lambem que o Diujue de victoria nao continu-
ar nos seus movimentos sem cahir em poder
doexercilo constitucional o forte de Aliaga.
Cabrera esta em Moreda, porem cada ves ma-
is doeute.
Em Portugal continua o Ministerio supor-
tando os ataques do jornal orgo da direila ,
e ludo induz, a acreditar que logo que se
aeliem abeitas as Cmaras cahira victima da
posiclo que elle creara. O negocio da amnis-
ta continua a ventilar-Se e medida que nel-
Ie se falla mais sobreselie a censura que me-
rece o Ministerio ueste negocio. As noticias
ltimamente recebidas do Porto sao pouco
satisfatorias ; os horneas que com tantas'vio-
lencias triunfaro as eleicoes parece rpiere-
rem abuzar da victoria ; mas n se illudao
que a posico que vo tomomando sohrema-
ueira perigosa*
Os jornaes, ate mesno os que passam por
ir ;os do Ministerio" Thiers, asseguratn
Inglaterra acceitot a mediaco ra l'ran-
riif a
LISBOA 11 DE MA10.
Alcancam as (olbas recebidas de Londres
al 2 de IVIao e as francezas al 3o rio passa-
do. O parlamento Inglez liuba celebrado a
g a sua primeira sesso depois da Paschoa ,
B Iractaram-se as questoes de aples edos
Estarlos Luirlos ineidentalmente. Havia no-
liciasem Londres da .Nova-Yorck as quaes
fazem temer um prximo ruinpimenlo entre a
Inglaterra, e os Estados-Luidos visto os
preparativos que iizem amlias as potencias .
por causa do territorio de Meine e da Nv..
Brunswick. Parece, que a populaco ame-
Vi'tistros appareceu resistencia contra esta
ricana tieseja a guerra julgando que o seu
co.mmercn lucrar anniquillando o inglez .
na America Septentrional e sublevando
completamente os Caadas.
Relativamente questao do governo ingle;
10:11 o napolitano parece qua apezar das me-
didas hoslis da parte do governo britnico e
das de defensa do napolitano a queslu ter-
minara amigavelmenle visto ter a Inglater-
ra aceitado a mediaco da Franca. Com
ludo dizem, que continua a reinar a maioi
agilacao da Sicilia a qual alguns altribuem
Inglaterra, que paiece ambiciona apoderar-
se da ilba de Sicilia para dominar inleira-
meulc no Mediterrneo mas isto o que
era a Austria nem a Franca consentir. Di-
zem que a Austria com motivos dos assump-
to dr: Sapo|es suspenden a dissoluco da Lau -
lllm. e Exm. Sur, Foran iiontc-in presos i doterminaco ; em todo o caso S. x\lteza ir dweih (milicia provincial) Tinba sabido de
a pira ultimar amigavelrnente as suas dc-
-ivenras com a corte re aples \juntiin
iue pir'ir de Toulon um barco de vapor,
para aples, com o objeclo de convidar o
rei Fernando a acceitir a mesma mediaco ,
0 que mui provavel eoiie tambera asdir-
;i;i B aquella corle, o general Sebastiaui ,
,'iicarregado de propostas em vez do daque
le Montobello romo anteriormente se dizia,
1 qual de*de a sua estarla na Suissi nao go/a
lo conceito em diplomacia Continuavam a-
inda em alguns iionto* as desordens por mo-
tivo da caresta dos cereaes.
Acbava-se a questao turco egypcia 110 mes-
ni 1 estado Segundo asseguram o gabinete
francez, mandara nstruccSes ao seu embai-
xidor em Constantinopla para que se es-
foreasse a (im deque a Porta terminasse as
suas dissencoes directamente com Mehemet-
\li mesmo cora algiini detrinenlo nassuis
possesses e imeresses pois que o bicb so
conservara vassallo do imperio ottomano e
u Sulto adquira um porl roso alliado para
apoar o seu imperio uo caso de necessidade,
com tudo parece-nos nao seachiresta /lolitic.
conforme a manifestarla por todas as potencias
cerca da ntegridade do imperio dos os-
manlis.
Parece que apezir do imperador da Russia
vir este vero Bohemia nao baver con-
gresso em Toeplil, por nao aunuir a sto o
prncipe de Mettemich.
As noticias da Grecia (So bastante desagra-
daveis visto que [irogrediam as desordem no
Pelofioneso. Alguns destacamentos de tropa
sr: tinham marchado sobre aquelle ponto assrm
eoino sobre Napoli de Romana a fim de sof-
fucar as desordens que se ia manifestando.
O embaixador da Russia em Atbenas Mr.
Calafak linha sido demittido do seu cargo ,
e chamado Russia.
As noticias de i I es pan lia alcancam at 3 rio
corrente. A lei da reforma das municipalida-
des altraia a attenco da Cmara dos Deputa-
dos sendo inumeraveis as emendas postas ao
iniquo projeeto do Governo que d em trra
com a intervenco do povo na eleico dos seus
vareadores. Tambem se oecupava com a ac-
cusaco lila pelo General eoaue contra o
Conde re Toreno como delraudador da fazcu-
da publica durante a epocba da sua adminis-
traciio com o contracto ros a/.ougues em que
implicada a casa de Rolhschild Os ininiste-
rirtes lamenlam este debate porque tem posto a
calva a mostra a mais de nma notabilidade
pasleleira porque sendo evidente a malver-
sarlo tenlam uns empurral-a para outros e
daqui tem nascido altas descomposturas.
O general Van Halen encontrn Segarra em
5 de Abril ntt* planices de Peracamps com ai
batalboes de ravallaria e artilharia, e o bateu
rlepois de um reniido combate em que o chefe
Carlista icou Cerillo, No outro dia introdu-
zio-se em Solsona o comboi para soccorrer essa
praca em prese'ica dos Carlistas commandados
por Bmjo que nao pode evitar a entrada do
auxilio.
O exercito Chrslino achava-sej mui per-
lo de Morella c julga-se que em breve lodo o
Arago ficar livre de inimigos o que se ve-
rificar mui'.o mais depressa senrlo certo a no-
va da morte de Cabrera
As exigencias de Lord Palmerston ao Go-
verno Porluguez deram lugar a reunioes de
Senadores e Deputados, e MiniSros que ti-
veram largos debates para saber o que llics
cumpria resolver. Por mais que tendamos.
sido atirantados nao ha esoeranea de que se
responda condignamente aos nossos inimigos.
Val para Londres o Sr. Mrquez de baldauha
com grande apparato e despeza encarregado
de pagar conforme lr possivel tudo o que ex-
igen) de nos.
O Sr. Marques de Saldanha um dos che-
fes do partido Carlista foi nomeado Ministro
Plenipotenciario e vai a Londres tractar com
o Governo Inglez e diz-se que o atompunha
o *r. Barrenos. -- Parece certo que esla nm-
baixada urna farra porque a respetio das
exigencias de lord Palmerston j est tudo
feito e ellas era taes que nao admiltio ou-
tro alguno arranjo que nao fosse dinhei-
10, dinbeiro e dinheiro e tdvcz a as-
signatura de traclado ou nadados, que vem
ile S. James, como a Carta constitucional DOS
veio do Rio de JaneiroO Sr. Mrquez vai
augmentar a lisia dos nossos acluaes diploma-


DIARIO DE PRRNAMRticn
5
ticos e anda que hade fazer lano 011 menos
do que o Barao de Yloncorvo em Londres o
Viscondeda Carreira em Parir os mil e um
Encarrejjados de negocios em Roma e !YI. Fi-
raiere na Corle Imperial comlurlo nao dei-
xar de realisar o embolco de alguns' contos
de reis para ajuda de costo e embora
custe o que cuslar Nacao o que o
Gabinete de S James bouvcr por bem man-
dar-lbe anles da embaixada : na embaixada,
depois da embaixada e apezar da embaixada.
Nacional de Lisboa.
CAMBIOS.
Rio de Janeiro, 5o de Ylaio.
Londres. ..... do 1/j effect.
Paris......
Hamburgo ....
Ouro em b. saqq .
Dobres hespanboes .
da patria .
Pesos b es pan li oes .
da patria
Pecas de 6,4o velbas .
novas .
Moedas de /j,ooo. .
Prata. ....
A plices de 6 porcento 77
(Do Despertador )
H10 3qo
58-7
1 2780 a 71)00
27700 a 27800
17 jO u 170
1730
1/1800 a 14000
14300 a l/\ (00
8000
7 u 80
LOTERA DO LIVR AMENTO.
No dia a? do correte correm impreterivel-
mente as rodas da Loleria a faror das Obrar
da Igre/a de N S do Livramenlo e oes tt-
as onde eslo venda hilbetes. rora-ie a das
outras Lotera
LOTERA DA M, DA BOA-VISTA.
O Thesoureiro da Loleria a beneficio das
Obras da Matriz da Boa-Vista, declara qu<
o bilbetes eslo venda nos lugares do cosa-
me i e que as rodas andad inipreterivelmente
no dia ultimo do prximo Julbo,
LOTERA DO theatro.
As rodas da primeira parte da lerceia Lo-
leria do Tbeatro andad impreterivelmente no
dia 13 de Julbo prximo futuro e os respec-
tivos Hilbetes achad-se venda iw> bairro d<
Becife em as lojos dos Srs. Manoel Goncalves
da Silva e Vieira Cambista na ra da Ca-
deia velba ; e no de Sanio Antonio as dos
Bis. Manoel A Ivs Guerra ra I^ova v
Baslo & Costa na Pracinba do Livramento.
THEATRO DE OLIiNDA.
Hoje -o se representa a mui judiaos
peca denominada Amor e Philosofia a
qual ser executada com toda a sua msica.
I>o fim da peca a joven Julia dancar a Ca-
xuxa- rematando lodo o expectaculo com ;i
belissima rca O Calotismo. O Tbeatro
se acba (a rogos de varias pessoas) com vinte
camarotes repartidos lodos de madeira e con
seus bancos, e mais cofrmodidade e decencia
possivel, cujos precos sao os seguinles em
proporco com a platea Camarotes de Irente
5Uooo rs. ; os seis junto a scena a 4U000 os
demais Camarotes a 3Uooo.
O Director da Orcbesl a Bca sendo efeili-
vamente o Sr. Thomaz da Cunba Lima Can-
luaiia. S baver duas Operas em cada me/
nas vsperos de feriado. (Js Cheles de fami-
lia que qoisecem assgnar (amarles para 6e-
nhoras se Ibes dar mais em conla.
Avisos Diversos,
tsr Manoel Caelano da Silva fas sciente ao
rcspeilavcl Publico que elle compiou par.i
sua Filba Anua Theieza do Sacramento urna
morada de cazas (eneas sitas na ra de Sania
Ibereza, bairro de Santo Antonio, arrema-
tada em basta publica, D. 19, sendo esj-i
pertei.cenle ao Sr. Jo*, Pacheco Ozc>iio: se
houver alg impedimento acerca dedil.i com-
pra bajad de oapreseniar atp odia 20 do
corren le Junbo do contrario nao se responsa-
biliza a mesma Senbora por coliza alguma que
possa acontecer.
XSJ~ O abaixo assignado la?, sciente a queni
convier que lenuo-se a lempos retirado para
a Europa Patricio G. Fby.eres 1 deixou em
poder do abaixo assignado um liv;o denomi-
nado Ramalbele emp'nhado pela quantia de
5Do4o e como na occasiio de sua partida Se
nao entendesse con o abaixo assignado, caso
exista alguma pessos eocarregada le pagar di-
ta quaulis. e receber o dilp livro queira en-
tender-se com o abaixo assignado na venda
da esquinada ra da Alegra que vira para
aliloni, no praso de oilo das, tinelos os
quaes nao sendo tirado, se vender para pa-
gamento da dita quanlia.
tsr Precisa-se de urna mulber que saiba
bem cozer el.fo, e engomar com pe feico e
que seja capaz e fiel dando-se-lhe o que l!ie
for necessario : quem estiver nas circunstan-
tancias ditas dirija-seao largo de N. Senbo-
ra do Terco casa D. S nn primeiro andar.
tsy Da-se cem at dnzenlos mil reis a pre-
mio sobre penhores de ouro : no pateo da R-
beira D-5 unto ao sobrado
S3F" O abaixo assignado accedante dfl ama
letra da quantia de Rs 400,*'000 sacada por
Jo5o-Alvares ;,ragana a seo favor e por este
endocada s Jos Teixeira da Cunba e j
vencida em seo praso desde igdopp. mez de
Man), avisa ao dito Cuaba ou a quem quer
c(ue seja o actual proprietario ou possuidor
da fallada letra que v receber o seu impor-
te em ,o escritorio do Sr. Joaquim Pereira de
Mendonca nesia Praga em cuja mo seacbad
lundos, eordem do Annoncianlepara tal pa-
gamento desde o mencionado dia do venc -
mento da dita lelra e desde protesta nao
pagar juros alguns dadiia letra a vencer-se
depois do seo praso porque nem ella lbe foi
aprese>:ladd para ser paga nem o Annun-
ciante sabe a quem se dirija paiaapagar,
visto nao se acbar nessa Praca aquelle Cunba ,
romo ha annnuncia !o por este Diario e as-
sim nao provir do mesmo Annunciante a nao
paga da dita letia ale o presente
Cbristova Vieirade Mello Pessoa.
135 Precisa-se de Ire/ecilos mil reis parase
pagar em ti julios a 16U000 reis omilbeiro,
vindo buscar na olaria e posto na obra a aos
reis dando-se por seguranea urna escrav.'
comera, engoma eozinha pelo lempo que-
for indemnisado o lijollo a quem convier
Picando a escrava a em poder de quem clero
dinbeiro assim como se d um rnilbeiro de
alvenaria porduzia e meia de taboas de louro.
leudo i5 palmos de comnrimento e a de lar-
go inda que sej.aj servidas e sendo amare!
lo urna diuia : quemquiser annuncie.
fc^ Quem annunciou querer vender una
escrava d) aa anuos, de nacao da Costa ten-
do (labilidades dirija-se a ra de Santa The-
ieza D. 18.
Kv' No dia ai docorrenle pelo Juizo do
Civel da secunda Vara se ha de arrematar em
praca publica, a quem maisder urna mora
da :',e casa terrea sita na lioa-Vista na ra
do Cotovello D. 3, bem construida sala for-
iada chaos proprios : os lidiantes compare
cao.
-----Quem precisar de alguma encomenda
de bolos de toda a qualidade de pudins se-
medo pasleis ele nata arroz de leite e pao
de lot, e de doces de todas as qualidades ; as-
sim como quem tiver urna escrava para alu-
gar dirijase atrat da Matriz da Boa-Vista,
caza confronte ao lampe o loja onde mora a
viuva do Gervasio
Qualquer Sr. que preciszar d'um hbil
Professr para aprender ou mandar ensinai
Rbelorica Pbilosophia Latim e France^ :
dirija-se a ruada Guia N. 5c.) onde achara com
quero tratar. Adverte, que suas lices po-
dm ser presenciadas por qualquer curioso e
que prometle em pouco lempo mostrar o sen
desvelo
CJ" Quem precisar de urna ama capar, para
tratar de um homem solleiro annuneie.
X2i~ O abaixo assignado faz publico que ap-
parece Francisco Antonio iiandeira senbor
do engenbo Garrapato da Comarca do Rio
loi moso cobrando urna divida que o abaixo
assignado j pagou desde o Io de Setembro de
835 como se ver da caria de ordem que
teve e recibo abaixo transcripto cuja ordem
teve do Sr. Francisco Xavier Paz e Mello e
| leudo este mesmo Sr Iiandeira fe i lo em-
bargos em iG bois de rano qualro vacas cot
cria, e outios muilos olijectos como consta
dos niesmos embargos; leve o mesmo Sr Iian-
deira senten.a contra desde o dia a5 do me/
de; Setembro do auno de 1815 e leudo vindo
o abaixo assignado a esla Praca aonde leve a
ordem para pagar como de facto pagou e
indo a aquelle lu;ar chamar ao mejmo Iian-
deira a urna conciliaeo aconlecco (ueeste lbe
fizesse urna guerra tal que nao leve lempo
de entregar o recibo para lomar a sua letra ,
como he de coslume em vii lude de se ver o
mesmo abaixo assignado em sitio porque
elle Iiandeira s procura va os meios de o
mandar assassinar que tiros at levou o a-
baixo assignado como provar se preciso br.
e como o mesmo abaixo assignado nao tivesse
queiido procurar seos diieilos naquelle logar ,
por nao ler um Letrado nem um procurador ,
que se quizesse encarregar de demandar o di-
to Iiandeira vio-se o abaixo assignado nas
circunstancias de requerer a llluslre Asscm->
blea e como ella deliberasse que o Exm. Sr.
Presidente lomasse ronhecimento disso man-
dn que o Sr Prefeilo daquella Comarca in-
formasse e sabendo disto o mesmo Bandeira,
e cue os meus papis existem em poder do
mesmo fieleito vale-so agora de cobrar d; J
' *HT"JV.'"\?*r .r --*
rwn
mim dita lelra j pafja 9 outra mais acceita Coelboe junto a olaria do Sr. Miguel Car-
pelo abaixo assignado a favor do Coronel Me- neiro : quem a pretender dirija-se a ra de
nezes por cuja letra corremos um libello des S. (oncallo I). 1 c
de o mesmo lempo ; e como sabe o mesmo que ^y A refinaco da ra da Senzalla Velba
os documentos se achao em mo do mesmo D, 3o que foi do Nascitnento continua a
Prefeto eis o mesmo Iiandeira emncnban- retinar com toda a perfeieo e
do-se com elle para urna accomodaefio contigo,
segundo urna carta que ten lio do m|,;mo Pre
feito Sr Joaquim Corris de Araujo- Ao
Sr. Joao Mara Seve ou a sua ordem pagm
Vm a quantia de qiialro ou ao Sr. Jos de Carvalbo seu procurador .
e com o recibo do mesmo Sr me don por pa-
go ; esta quantia he do resto das rendas do en-
genho <.'arrpalo vencida desde o anuo pau-
sado Sou de 'v'm. afiectuoso venerador Frae-
cisco Xavier Paz de Mello. Recebi do Sr. Joa-
quim Corris de Araujo a quantia de quatr-
cenlos e um mil reis em conform I de da or
dem que leve do Sr. Francisco Xavier Pase
Mello. Recife 1. de-Setembro de i&ib.
teconheco verdadeir.i 'tassignstura supra. Re-
cite 1 f\ de; Setembro de 8 5 Em teslemunho
de verdadeo Tabel'iao publico Jos Fran-
cisco de Sousa Magalbaes.
Joaquim Correa Araujo.
ts?" Precisa-sede urna avadeira de idade ,
que seja perita para servir a duas pessoas,
comprar e lavar urna pouca de roupa ee i ^ em
15 dias ; a tratar no atierro da Boa-Vista em
casa do relojoeiro.
ssy Tendo-se finelado a necessidade que
bouve de se passarem hilbetes de cobre como
meio circulante para commodidade das tran-
saccoes coinmerciaes e leudo abaixo assigna-
do pago quasi todos os bilbetes que exisliao
em circuladlo tanto de sua letra como dos
seus socios de industria e por querer evitar
duvidas para o fuluro e ajustar suas contas .
por SS0 fas publico que dentro do praso de
sessenta dias desla data est prompto a pa-
gar qualquer bilhete dos mencionados que
por acaso ainda exista : findoo dito praso nao
pagar mais neulium, e sero considerados
como falsos a exemplo dos que apparecera ,
ou artificiados e antedatados e nesie caso o
abaixo assignado se defender;! apontando a-
uelle direito commercial por Ferreira Hor-
res que diz As livrancas e letras da tr-
ra passadas ao portador sem designacao de pes-
soa certa nao produzem obrio gaacivij nem
accao em Juizo A vista do exposto findo
o mencionado praso debo dias, ficari ex-
melas todas ns transacoes a respeito e elle
inteiraraente desobrgado de qualquer paga-
mento de bilbetes de cobre que por commo-
didade commercial naquelle tempo se passa-
ra e que boje pelo ineio circulante Nacio-
nal se devem considerar nteiramente exlinc
tos J0S0 Rufino Bamos.
tSF" Quem precisar de um rapaz brazileiio
para caixeiro de (jualquer ocenpacao e mes-
mo para ensinar meninos lora desta praca par-
ticularmente dirija-se a ra d'Agoas-verdes
loja do sobrado em que mora o Escrivo Pos-
ihumo D. 1 \.
XS~ Aluga-se a casa da esquina do beco do
Mariz propria para venda por ser em milito
bom logar no largo de N. S. do Terco e
vende-se a arma ao que lem dentro por prec '
commodo os perlendenles podem dirigirle
a ra da Senzalla Velba refinaco D o.
$t$* Naiefinaco, que foi do Nascimento,'
ra da Senzalla Velba I). 3o precisa-se de
um homem mesmo de id ide que seja livie
e deseinbaraeado ce familia
tSF" Na ra el Agoas-verdea ') 2, rece-
bem-se vestidos ptiWse fazerem.
S2*" Precisa-se de um mestre de barcaca ;
na casa de Meroz, Praca da Independencia se
dir
CJ" D-se cem at t eventos mil reis a ju-
ros sobre penhores de ouro ou prata ; na
ra Je Santa Tbereza venda I). : j se dir
quem os d.
i^T* Quem precisar de um caixeiro para
venda ou ra sendo para lora da provincia ,
lem pratica e sabe escrever e contar so/rivel-
mente; dirija-se la da tjenzalla Velba ven-
da D. i3.
-----Arrenda-se um bom sitio multo perlo
da praca com as proporcoes seguinles- caza
de vivenda, duas excedentes baixas para plan-
lacodecapim bastantes arvoredos ele fruc-
lo duas excellenles cacimba sendo urna de
agoa de beber e outra para se lavar roupa ;
e tem alero disto 110 fundo porto de embar-
que ; quem o pretender dirija-se a ra do
Rosario larga sobrado D. I 1 ao vollar para a
ra do Queimado
por preeo
muito commicdo tant > em porcao como a
retaIbo. Na mesna cata cima precisa-se a-
lu 5 ir im preto inda mesmo de idade com
tanto que sej 1 robusto e timbein se compra ,
agradando os seus sen-icos.
-----A pessoa que foi ao Vapor Paraense ,
cliegado ltimamente do Norte, etrouce um
molequecbamado Anselmo vindo do Mara-
nbao para Cassio Antonio da Costa Ferreira,
estudanleem 01 inda q eir annunciara sua
morada a fim de ser procurada.
Deseja-se fallar ao Sr. Jos Pedro Car-
neiro professr de primeiras letras ; na ra
Nova D. a i loja de alfaiatn.
Arrenda-se um sitio na passagem de O-
linda com muilo arvoredo para mais de dois
mil pes baixas extensas para qualquer plan-
ta-fio c pasto para dez a doze vaccas, e
quanto maior foro verlo mais baixasdesco-
bie, lailtu para se plantar como para pas-
lo : quem o pretender dirija-se a ra do
Crespo O. 11 que adiar eom ejuem tratar.
-----Precisa se ele 8oos rs. a premio dea
por cento ao me/., dando-se por hypotheca u-
ma morada de casas terreas de entre tres a que
melhor agrudar ; os perlendenles dirijao-se a
ra elos Quarteis na loja 7 que 5e Ule di-
r ijuem perteude.
--Amorle do Sr. Cezar Cornu tendo
dado logar a uovos arranjos a rasao commer-
cial Celier Cornu & C. deixou de existir
e ama nova sociedade debaixo da assignatu-
ra de Celier (SetC continua sera pre com o mes-
mo giro de negocio como at aqui. O Sr. G*
Rey assignara dora era diante em nome da
casa ; e rogamos s pessoas que at hoje nos
tem honrado com a sua confianca de se dig-
naren) continuar para com a nova sociedade
como fazad com a extincta.
-----Qualrjuer pessoa que lbe convier que-
rer acallar urna caza de taipa no logar do at-
ierro dos Aogados dando-se annos sufici-
entes para pagar-se dirija-se a ra do Nixo
do Noia D. 35 que achara com quem tratar.
--- Precisa-se alugar urna preta para o
servico interno e externo de urna caza de pe-
quea familia : a que.u convier dirija-se a
botica do Sr Paranbos que achara com quem
tratar.
-----Na loja de Joaqnim Gancalves Casco ,
ha urna carta para o [lias. Sr. Antonio Jos
de Soza vinda do Maranho por mo pro-
pria ; e a pessoa que a conduzio deseja tallar
c-onl o mesmo Sr. Souza.
-----Quem precisar de um caixeiro portu-
gus para loja de fazendas da qual tem mul-
ta pratica OU tiara outra qualquer oceupaco ,
o qual d fiador sua conduela annuncie
por esla foi ha.
-----No dia sexta feira 19 do corren te per-
dern-se a e)rdens,pequenas a saber ; urna
passada por Manoel Joaquim da Costa de sal-
lo deila deve tii 10 a outra passada por Joo
Bapttsta Teixeira Castro ca quantia de 57B0
reis ambos moradores no Alfogado ; quem
as ichou e as quiser entregar dirija-se a ra
do Queimado loja ). 11 que se (he licar
obligado a lem de que de nada vale a quem
as acbou porque j estao prevenidos os ditos
Srs de nao pagaren) se nao aodono elidas.
Frederico Henrique Lutlkens partindo
pava a Europa faz publico que elle passou
procuracfo bastante pira si e a sua casa de
negocio Lutlkens 6c C ho Sr. G. A. Brender
Brandiiiis nesta.
Desencaminlioii-se do Correio desla
Cidade huma cana remetida da villa do Ara-
caty por Antonio de \zevedo Pereira para
Souza & Basto desla Cidade cuja carta tra-
za dentro huma lelra contra o Reverendo
Antonio Rodrigues Machado e Silva mora-
dor em Pedra de Fogo e no verso o pague
se a Souza &C Basto, da quantia de 1 ;o20ooo
reis a vencer em de Julho prximo viu-
douro ; previnen) por isso os ditos Souza
-S Basto ao Reverendo Sur. Antonio Rodri-
gues Machado e Silva para que nao pague
a dita lelra se nao aos raesraos Souza Se Basto,
poisqueelles nenbum negocio ,Mein feito e
nem fasem cora dila letra. Assim como se
alguma pessoa por engao tirou dita carta
du Correio a pode ir entregar na ra da Ca-
deia do Recife Loja numero 17.
-----O >r. Marcellino Chomelton queira
-----j\o clionS do correle pelas 11 horas do I dirigr-se a loja \). 5 da ra do Crespo lado
dia fugio um caxorrinbo do reino : quem a
liver adiado queira entregal-o a seu dono ,
qne ser gratificado na ra do Aragio D. 3a.
-----Aluga-se urna casa feita a moderna
com solo commodoi para urna grande la-
1 lia, t porto de embarque no logar do
do o rio uara ajustar suas coalas vislo
qu erer retiiar-se desla provincia.
-----Quem quiser comprar agulhas de ma-
ro ar em bom uzo, e por preco commodo di
rij a-se a ra do V igaii arraazem de Antonio
Fanciaco Vlaid



DIARIO DE
PEHNAMBCO

r i i ..



ti
V
tsr Precisa- se de um portugus para fe i Augusta, cora I9 palmos de frente : a tra- C5- Mrios Hilheles da Lotera do Livra-, com urna marra de ferro por cima do mesmo,
tor deuin engenlio na Provincia das Ala;;oas lar na mesma ra casa terrea defronte do so- ment a 3ooo; na pateo do i erco venda I). 9 i o dedo polegar da mao direita alejado e sa
que entenda alguma eouza do -ervirodo mes- brado do Sr. Pias Fcrnandes. xsr Tres casas terreas novas o bem cons- intitula-forra ; quem a pegar leve ao Sr. Kis-
moj no beco do peixe frito venda !) 4- tST Um escravo que sabe botar canoa, tre- tradas sendo urna as 5 ponas, na ra sel relojoeiro em Pernarabuco que receben!
IST Quem annunciou querer comprar um par em coqueiros farrafiar faz.
larra fas e Augusta
e na do Padre Floriano a qual
selra uzado dirija-se as 5 pontas venda JJ. rede de pescar este preto be exeltente nao tem um grande quintal ; a fallar com Mano-
3 onde tem lampiio The vicioso e nem foge, ludo islose a flanea ,el l'erreira Hamos toja da quina d,i ra do.
CT Roga-se ao Sr Fiscal dos aogados quem quiser annuncie. Crespo.
queira dar um passeio at a estrada do Rongi
para ver se tem lugar urna vala que* se esta
brindo na mesma estrada.
ZST Precisa-se de um bomem portugue
para feitor de um sitio que entenda de agri-
cultura ; na ra estreila do Rorario D. as.
A visos
arjtimos.
PARA O ARACATY o Rrigue Escuna
Nacional Aracaty deque be Mestre e Pratico
Joao Antonio da Silva ; quem no mesmo qui-
ser carregar entenda-se com o dilo Mestre, ou
com Antonio Joaqnim de So 117.a Riheiro.
PARA O PORTO segu viagem rom mui-
tabrevidade o Pergantim Portuguez Flor de
Bniris por ter ja prompto parte de ?e ear-
regamento, quem quiser carregar ou ir de
passigem dirija-se ao Capito Jos Thomaz
de Lima ou ao seu consignatario Manuel
Francisco Pontes na ra da senzala velha.
PARA O CEAR.V sabe imprelerivelmen-
le at o fim do correte a Fscuna Flor da la-
rangeira por ter toda carga miuda prompla
e podertreber a frete jo a a5 pipas; quem
quiser carregar ou ir de passageni pode di-
rigir-se a ra da cadeia do Recife loja n. 17
ou ao Mestre a bordo Bernardo de Souza
Souto.
-^. w.HOTM uu luiMia iiu.il, nil UUI IIC IH:
enos, chegados ltimamente de liamburgo:
casa deis. O. Pierbena ra da Cruz nu-
i\e
o
tST Nuno Maria de Seixas faz leilo, por
iutervencao do Corretor Oliveira boje jo
do corrente as 10 boras da manh na sua ca-
sa da ra do Vigario dos seguintes gneros
desembarcados de bordo do Brigne Hespantiol
Jos Francisco para occorrer os gastos e cos-
teio do mesmo ueste porto onde foi forcado a
arribado na sua viagem de Ylanilhae Ratavia
com destino para Santander a saber agoa-
ardente Rntn arroz, cabos de cairo averia-
dos remos e outros objeclos e para li-
quidaco de tontas, e por tonta de quem
pretencer cutele as finas e grossas cartas
de [ogar portuguesa?, chapeos de Rraga e &c.
tgr l.ni consequeneia dn prxima lelira-
da do Sr. Luttkens para a Europa :-e lua
leilao por inlervenco do Corretor Oliveira .
Ha niobilia da sua casa consistindo em muilo
bons trastes louca vidrus e mais a obra
de Voltaire de liosseau clous piannos e
um carrinhode duas rodas; segunda fera
t-i do corrente as o horas da manh na casa
da actual residencia do mesmo Sr. Luttkens .
ra da i ni/..
c
O ti!
I
I i .s
tzr L'ma negra que tenba bojiita figura ,
de idade de i5 a 1 8 anuos e que entenda de
costura, engommar contanto que seja re-
colliida : na ra atrados .Martillos ) ;a ou
annuncie.
y- Dous ornamentos, e um calis emboca
seja uzado : ouem -iive annuncie.
Of Um laxo que nao seja muilo grande e
em bem uzo ; na camhoa do Girino i) 9
<*tjr O Ualhccismo lie mon'eplier Evan-
{elbo em Iriuropbo, cartas de Ganganeli ,
Feliz indeper.ente e o diaho coixo ; na ruu
da cadeia loja n. I*
Y e a. j a Ss
*S&- Cautellasda Sociedacle Fortuna Ty-
pografia da Lotera de N. S. do l.ivramen-
to ganhando a dcima partelos premios n
preco de 5rjo ; nesta Ty| ograia na [iraca
da independencia n. ao e na ra lar;a do
Rozario loja de miudezss D. 7, e na ra do
Collegio loja de relojoeiro
ES" Urna prea de nacao moca bonita fi-
gura para lora da Provincia ; na ra das
Trincheiras 23. **
$25" Urna preta de naci cozinlia o dia-
rio de urna casa lava bem de saho e var-
rela c be boa quintandeiiM ; na ra do xNo-
gueira D. 19 ladodireito.
t>/- L)ous pardos sendo um sapaleiro de
dade de o .nnos e outro aifaiale de idade
de ib anuos e um molecpie de idade de ib
annos muilo bora cozinieiro; na ra do Vi-
ario n. 7.
XST Rape princeza clicgado ltimamente
de Lisboa ; na quina da ra do Cabug loja
de serigueiro a ib'80 a libra e Jo rs. a oi-
tava.
%jf A posac Je uaa solo de terraa na ra
jsr Urna venda em Olinda em muito
bom lugar e com poneos fundos > dinbei-
ro ; quem quiser annuncie
tSP- Urna canoa que carrega um milbeiro
de lijlos de alvenaria grossa ; no estaleirode
Jcaa de l'-rito Correia atraz da ribein.
S2T Urna vidrassa ou mostrador proprio
para loja de ouriyes; na ra nova loja de fer-
ragcrrS D. i, t
tOT arrafas com vinho de caj ; no beco
do peixe frito venda D. \.
' otassa da Rnssia nova, em barril pe-
<| uei
em
mero 6.t.
i... Tresescravas de idade de 16 a 20 an-
nos. urna fiita da costa com 20 annos as !-
belidades se dir ao comprador um moleque
de nacao de idade de jo annos, de bonita fi-
gura um negro de 3o annos trabalhadoi
de campo duas molers de nacao de idadf
de i5 a |5 annos e 3 moleques de i3 a i\
annos ; na ra de a;oas verdes D 38
*. isy Um silbao com uniforme de montara,
prra sei bora e um selim ludo por prec<
commodo \ na ra de S Jos I). 18.
>.--" la mancos e sapa los de duas solas pan
bomem ptimos para o presente tempo de in-
vern ditos franceses de urna sola e entn
el les urna porco avariados de agoa doce, con
o couro perfeito a mil rs o par, sapatos d<
todas as qualidades para senhora e ditos d
cu
ni
ditos de marroquim de todas as cores para me-
ninos obra franceza calungas e outros mui-
tos brinquedes proprios para enancas, muito
enconta ; no atierro da Roa vista I). 16.
S^* Urna negra para fora da provincia ou
para engenbo cozinb.i engomma, e he
quilandeira ; na ra do Colegio D 7 no se-
gundo andar.
tf Feixaduras de broca com duas chaves
ptimas para escriptorios ou salas na ra da
cadeia veihs loja de ferragens n. ap, de A-
delo Antonio de Nioraes & Gompanliia.
K 5" Cira loja tle couros com poucos fundos
na ra direita 3> ; a tratar na uaesma.
IF3* Lm casal de rolas muito boas e por
preco commodo ; na ra do Livramento f^R'
cima 2
^ auno de linbo de alemanba, em pe-
cas al bo varas 5 em casa de Hermano Me-
brtens ra da Cruz D. a !.
BF" Urna cand de carreira de ptima qua-
lidade nova no eslaleiro de Miguel d'
Jones; urna barcaca que pega o peso de 5
caixas muitp bem construida e prompla
de apar!hos ; na ra do Collegio loja de le-
lojoeiro.
W Superiores abotuaduras de retroz a
ib'oo cliegadas oeste ultimo navio do Porto.
i' l ua ^ueimado i>. 1.
t9f L ma escrava de cacao de idade de
l8 annos ia\a de sabio e be quilandeira,
por O 0,000 por se ter grande preciso,
da-se a contento; na ra dieita D. 10
Jado do Livrainento,
k-'" cabras bicho paridas de dias filb.is
dopaslo quedo bastante leite oulras em
fins, e alguna cabritos bastantes taludos pro-
%zr Meios bilbeles da Lotera do Livra
ment a 3ogo e inteiros a 58oo ; no altere
da Ro. T3ia I). 16.
6=33 Urna mulata que sabe engomar bem ,
e cozinbar: na ra da cadeia do Recife loja de
fazendas L* 23
Q^ Rarris grandes com vinh tinto do
Porto e malvasia barris com pfegOS caixaes.
e alguns com pouca a varia dous arndos de
ferro patente muito leves duas rodas para
carro muilo fortes por preco commodo ; na
ra da cadeia do Rerife n. 18.
V cr Historia de Gil Rraz mytheologia da
mocidade, museo piiboresro de franca com
5o estampas representando 800 ohjectos fa-
bulista da mocidade historia da criacSo do
mundo e um relogio de algilieira muilo su-
perior bom reguhdor, pecas fortes, com
mole de parar a&sentado em dous diamantes,
na ra da Penha loja
e de la lrica c iberia ;
D. 7.5.
S2T Mnteiga propria para bollo, por pre-
co commodo ; na ra nova venda I) 7.5 que
est pintado de amarello.
l^f Rarris com mel : no Recife ra da
Cruz escriptorio de Antonio Gomes Juni ir
^ tSS" Rap rolo Hamburguez em garrafas
le libras emeias ditas ditoareia preta, di-
to do Lima e Varejao, cha isson de pri-
meira sorte dito perola em libras, e em
caixinhas de duas libras e meia por 4''00, tin-
ta de escrever preta e encarnada a ttio o pote
Eouro de lustro e urna porco de sapatos de I dita azul a a.o, pentes de tartaruga para mar-
nai roquim preto obra italiana a 960 o par I rafas ditos de massa para cc ricas tisou-
linlias finase inglezas para unha pentes de
rnarfim de tirar piolhos ditos de tartaruga
para alisar escorinbas para (lentes e para
1!ovar pedias um rico sorlimenlo de hicos
largos e estreitos brancos e prclos superiores
mantas de bicode hlom para senboras e me-
ninas, a 3aoo e j8oo lencos de ditos pretos
e blancos a 12^0 um rico sortimento de fi-
tas de gana largase estrellas ricos aderecos
de filagra pretos ditos de contris lapidadas e
borzegutns para senhora a s5oO galocha,
paralnmema 1600 I uvas de camurca ama-
rea botes dourad >s para guardas da alfan-
dega ditos para marinha bichas ultima-
mente cliegadas e outras militas miudezas
por proco commodo ; na praca a Indepen-
dencia numero ao e na ra dos Ouarleis
D. 3.
Jf l'ma morada de casa terrea sita na ra
de S Pom Jess das creoulas l) 1 : a Iralai
na ra do Alecrim casa terrea junto a sobrado
da quina.
\2f Urna (obra bicho com duas crias: na
ra nova venda l). .:5.
tW Urna cama de angico nova de muilo
bom gosto por preco commodo : na ra do
laldereiro U 3,
% L'ma casa de pedia c cal sita na ra de
S iguel nos aogados : nesta Typografia
Vi/" Urna annacao de loja construida de
amarello nova toda invidrassada de mui-
lo bom gosto para qualquer estabalecimenlo,
e traspassa-se a posse do arrendamento. da
mesma foja e sobrado por tempo de 8 annos.
que anda faltad para correr : a fallar na
mesma junto ao arcoda Conceico I) 3i.
*^ Lin palanquimem muito bom uso ;
pnaa para criar ; em o primeiro sitio ao en- I na ra das Trincheiras D. 18.

So
:;0,ooo de grati(cacao.
SS^ No da 15 do corrente desapareceo c
escravo de nome Joao de nacao banguella ,
velho barba branca, cara descarnada, quei-
xocomdrido pernas finas sal o com camisa
de baeta verde calcas de hrim, e chapeo da
palha ; quem o pegar leve a pracinha do Li-
vramento loja D 3i, quesera recompensado.
S2?" Km dous de Mao p. pr fugio ura es-
cravo pardo com os signaessaguintes; de ida-
de de de 18 annos baixo cheiodo corpo,
tem os cabellos chegados ao casco, cor alatua-
ua tem iodos os denles da frente o maior
signa I he ter o pescoco cheio de costaras da
grandnlas e esteve 18 meres doenle dellas ,
e a pouco (o que fexaro chama-ee Regi-
naldo ; que o pegar leve ao principio do at-
ierro dos alfogados ; assim como abaixo assi-
nado protesta com todo o rigor da le contra
quem o tiver oculto. 'erouino Cezar do
Mello
OT" Fugio no da ai do p p. um negro
de nacao de nome \ 11 Ionio baixo e bas-
tante leio levou 1 eslido camisa de algodao-
/.iuho e caicas de hrim lo comprado a Jo-
ao Coelho de Car val ho e se achava de pre-
sente trahalhando na canatazia da alfande^a -
quem o pegar leve no ultimo sobrado do
Peixolo as 5 pontas.
ssy J\o dia 14 do rorrete fugio um negro
de nome Joaquim appeliidado pelos outro
negros da ra por carioca com dois dedos da
inoesquerda de menos seco do corpo ca-
ra comprida pouca barba os ps bastante
cheios de cravos
za de estoupa ,
pessoa que o pegar leve- a ra do Hospicio
junto ao Padre Mestre Laurenlino a seu Sr.
Vlanoel I erreira Chaves.
tST iNodia 13 para 1 j de Abril fugio ou
furlaro um preto Com os signaes seguintes;
de nacao songo de idade de 96 annos, alto,
reforcado do corpo bei os grossos pouca
barba um signal de ventosa em cada onte ;
quem o pegar leve ao arraazem de gelo no
Recife na ra dos tanueiros que sera grati-
ficado.
tsr No dia 7 do corrente fugio urna negra
de nome margarida de naco gabo de
idade de 20 annos baixa secca do corpo ,
beicuda ps apalhetados e quando anda
he bastante apressad? muito regrista, e tem
um oto de conla no peito e tem muila car-
ne em cima dos oibos, levou vestido rouxo
com lislras brancas muito miuda e panno
fino preto e lie bem conhecida por vender
leite to manh ; quem a pegar leve ao sitio
deS. Amaro
tSP" 'No dia o do p. p. fugio urna preta de
naco benguella de nome Renedicla falla
bem portuguez representa 55 annos de ida-
de testa pequea olhos grandes e vivos ,
nariz bem feito com urna pequea sicalriz
abaixo do sobr'olbo peilus pequeos, esta-
tura regular secca ps pequeos e bem
feilos, foi vestida com urna carniza de algodao-
zinho nova vestido de cbila levando ou-
tro de sobresselenle garganlilha de coral e
, levou vestido calca e cami-
ambas j rolas: qualquer
trar para a estrada do Cordeiro.
Or Lnia cabra bicho com um urna cria
iiasc ida a tres dias, e com muilo bom leite;
nesta l'ypogiaba se dir,
*-*" Luas canoas de carreira urna pro-
pria para abrir poa ter bastante largura
pannos e meio de dentro a dentro e /jo de
comprido, muito bous encalhamentoa, sen.
laiba, muito bem traba I hadas, e bstanles
lulipas a segunda com Jo palmos de com-
pnua, e i de boca ; na serrana da ponte ve-
nia na i.oa vista.
7^*^^*n'a grammatiia filosfica e licoens
elemental es de eloijuencia iNacional ; nesta
1 ypgrafia.
***" 'i porcoou refalho, pannodeal-
godaoda ierra a > :o a vara, mantas de fil
ue linho a .'oo, lencos de cordozinho e
quadrinioa 180 chapeos de sol com bastas
de baleia a 9000 lencos encarnados muilo
-up lioies a 180 ditos mais ordinarios a 1S0 ,
cbitas para vestidos e eobertas, a preco mais
commodo poasivel na ra o Crespo D la
segunda loja que vira da ra do Queimado.
t_y Um negro de idade de 3o anuos, de
bonita figura com oflicio de padeiro ; na rus
do Padre Floriano 17.
%&~ Urna escrava moca de bonita figura ,
sem habelidades ; na ra direita ao p do so-
brado de varandas douradas !J 1 5.
Kf Uina duzia de cadeiras e um camap
de Jacaranda por preco commodo ; na ra
dtrazdos Martirios U. i a se dir.
S2?- Um rico estojo de eirugiad ; na ra
da Cruz botica 11. ig.
v SsT" Pecinhasde panno de liubo do Porto
com i5 a o varas de muilo boa qual idade ;
na ra direita L). ay.
SST Urna negra de idade de 2a anuos de
bonita figura engomma cozinha perfeila-
mente e faz todo o mais servico de urna ca-
sa ao comprador se dir o motivo ; na ra
da Cruz n. a primeiro andar.
iiseiNivos
l^li*,i(I.S
tzf No dia 17 do crreme fugio um negro
de nome Manuino, de naco angola, alto,
secco com una pequea velida em um olho,
rosto descarnado e peinas cambaias : quem
o pegar leve a ra larga do Ro/.ario no segun-
do andar do sobrado U. a.
argolas de ouro no pescoco; esta preta
pertenceo a Fernando Re'enole e foi veni-
pa a poucos dias pelo Sr. Joao Frederico de
Abreu Reg ha alguma razo para supor-
se que esta escrava est amisiada em Tigipi;
quem a pegar leve a ra da roda tb no
segundo andar que ser recompensado
P0ST SCRIPTUM
Pelo paquete Ingle? recebemos folhas da
Capital do Imperio que chegaro al 3o do
passado mez de Minas ule 19 do mesmo
mez e da Rabia at !\ do corrente, e nada
encontramos de extraordinario, Passou no
Senado em 3. discusso o projeclo sobre as
bases do contracto de casament da Princeza
Imperial a Senhora D. Januaria Passou na
Cmara dos Leputados a resoluco, que es-
paca as eleco de Outubro deste auno a
Vlarcoseguinle. A razo disto nao sabemos ;
mas o que nos parece he que os nossos JJepu-
tados lalvez queiro aproveitar a i>ua estada
uas respectivas Provincias para melbor dri-
girern a opinio publica pois que a no-
va le das eleicoe que lalvez sirva de pre-
texto a tal medida ainda se acha em discus-
so na Cmara Temporaria e pode bem ser
q ue nao passe este auno- seja porem oque
for a Providencia velar sobre os deslinos do
imperio,
O Assucar desta Piovincia regulara no
mercado do Rio de Janeiro de a;oo a aooo o t
branco ; e 1800 o mascavado e bavia em ser
Fugio una escrava de naco costa da I 5oo bar cas.____________
una jvclha, secca do corpo, naris salo, J RLCU- E NA '4YP. ULM. t. b, 1840


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E4VNPNQQU_U69H2Y INGEST_TIME 2013-03-29T18:23:06Z PACKAGE AA00011611_03531
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES