Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03529


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Full Text
Anno di 1840. Quaiita Fes a
< emi lados
idm re as
lamaco < ... ,.,, Ural,
^.' B
liacila !i s
ncia
i folha b 5o'io por. ;
n< la I ypo rafia, '.
e38j e-nd s reeebfem correspond eannuocios,
insiriudo-se estes gratis, sendo dosproprios a: .1 ntes, e vindosassig-
gnudos.
Partidas dos Correios i en estrs.
l ffl JUNHO, NUMKO 132.

"
Ci'ladeda ParaHiba e Villas .
Dita do Rio Grande Norte, c Villas dem ....
Dita da Fortaleza e \ illas dem..............
Villa de Goiaw 1....................../
.de =! Olinda..................
Villa deS. Anto............... ,
Dita deGaranhuns ePovoaco <' .........
do Gal 1 m, Rio Foi mozo,
('(lude das -\.' > i. e Villa 6...........
....... >. .... r.......
Todos os Coi eioi partem ao meio
Sea, e Sextas fe ira*.
Quintas feiras.
'', e ^4 de cada mei
i m, ca lito dito
dem dem
' 1 15, ':.:> .t
PHASES DA LlA.
Quart. creso, a (! as 10 fi. e 56 m ,
La Clieia a 14% as 11 Ii. c 28 m.
dii lard
da lare
da larde
La Nova a ag al 11 b. e 3Sm. da man.
Man ehcia pira o da \(j de Junho.
(IOS Junho 16
LWire-i...... 3 \-i 1. por l/opo c,d.
, ___ 70 a 7;, |kh- 0/0 premio, por rnclaloirerecido.
F ,ine...... oir a por/raneo,
e
OTJIl 1-i.:.- de 6f4oo rs., Velhas 700 a iifdooo
Ditas ,, ,; Novas i.i#5oo'a U700
Ditas de 4/ >o i--., 8Jioo a 80aoo
PRaTA Pataces Bi felrcj........i Km a ,g6go
re/i i Columna ;os -------------- ifi7o if*xjo
Ditos Mexicanos* -------------- :/6tj a 1*67 o
Hiuda ->-------------------------i/i{o i#46o
Descont de llhetes d'Afandeg* 1 1/8 por too ao mez.
Mpm He Letms ip) por boas (innaa offercido.
Moeda de cobre a 4 i>or 100. de disc.
Das da Semana.
15 Segunda S. Vito M. Audieucia rio Juh de Dreito da vara.
16 Terca S. Joo Francisco Regis. Hclaco e Audiencia do Jniz de D. da
1. vara.
17 Quxrta S. Thcreza Rairtha. Audiencia do Juiz Je Dreito da 3. vara*
18 Quinta >}< Feflta de Corpo >!c )co-.
19 Sexta S. Julianas de Falconiere Audiencia do Juiz de Dreito
1. vara.
20 Sabbado S. Siivcrio P. M. 'RelacToe Audiencia do Juiz de D.da 3. v.
2 Domingo S. Luiz Gonziga.

.a7;e
RENIAO'DE AMBASJAS CMARAS.
Sessoem 8 do Maio de 18 jo.
Presidencia do Sr, marquez de Paranagu.
Continuado do n. anteceden le.
O Sur. Moura VagalhesEntendendo
Ine me levo oppor a todas as medidas ar-
bitrarias, querellas parlandogoverno quer
pareci ter acolhimenlo no soio da representa-
rlo nacional, mo [iosso dxar passar sem
a!;,urnas ohservacoes, ;i emenda do senado
que (ende a instaurar o artigo 1 da proposla
originaria do governo. Se passar este artigo,
creio que a as*emblea geral vai confirmar a
ideia ja mailoem tro .1 de que a le door-
PAmento ntrenos hu bwma verdadeira ce-
remonia : creio mesmo que a assemblea ge-
)alem,approvado faz a salvia o sy
representativo porqae o artigo em todas as
suas parles nSo tem outro fim a nSo darao
governo O 8ll itrio (1 lar oque
qnirer, quando e romo bem Ibe pAreeer
B as creio que nao he esle o dever da assem-
blea geral porque huma das suas pri-
rneiras obrigaces he fiscalisar o emprego
dosdinbeiros dosconstituintes uln fixai
despesa a!* una que nao seja altamente re-
clamada pelas nece '.'.:(! Vejamos o que diz o artigo (l). lineen a es-
le artigo tres ideas distintas,;1 poder o
govr rno destribuir o crdito mareado como
uiser, como bem Iheaprotiver : poder
o governo transferir paite do crdito de Imm
ministerio ara ouito : 3 se no inlervallo das
sessoes bouver circunstancias extraordinarias,
poder ampliar o emulo do ministerio res-
pectivo.
(^uanto primeira idea se por ventura
passar temos huma perfeita conlradicco
eom a le do orcamento, porque esta lei he
toda especificada ; em cada l.um dos minis-
terios se marra a quanlia neqess'aria j;.-ira os
diversos ramos do ser vico relativo a este mi-
nisterio. Masoque-qner o governo nesta .
parte do artigo? Quer que ao mesmo tem-
|jo que a assemblea geral lisa parcellas. e
disigna especifieadamente a quantia para es-'
teouaquelle ran.o doservico publico, pos-
sa elle proceder de outra maneira, deslri-
buindo a seu bel prascr o crdito laserdo a
despesa tomo bem be aprouver. 'ionios
portento que esta doutnna est em perfeita
eonliadia.iu eom 8 lei do onamento ; ese
por ventura a assemblea geral quer que o go-
verno gaste credilo marcado para cada
bum dos ministerios,.conforme aprouver ao
mesmo governo eniao be intil ^astarmos
lempo dizendo>-tanto para fazeriace o
des pesa 1 tanto tara satisfazer aquell'outra ;
enlo be melbor dizer- em glol o ; tanto
paia o ministerio da fasenda Unto para oda
marinba, ele.
Alem de contradiloi iu, c nsid< ro intil es-
ta primeira parle d ,,o, porque vi o
que pelo arlij da lei de b de oulubiocU
3 o governo de ficha 1 ara, no
das cousig-
naces marcadas, ebavendo falta em oulras,
tirar donde houv r mais | < bouver
muios-, Por contquencia a asamblea
lem prevenido bum 011 outro caso em que o
cali nio lidio pola mesma assemblea possa
falhar, eento desembara^ou o governo de
qualquer difficuldade em que se podia achar
E not-se queneste meamo artigo fot a as-
semblea geral to cautelosa, que ainda assim
diz cjuo o governo nao proceder assim se
nao debaixo de sua respensabelidade. Por-
lanto se por ventura as pnrcellas designa-
das para cada bum dos respectivos ministeri is
ocafcqlo Por inexacto, em virlude dessa at-
tribuico do artigo $ da lei de iR3'J, lem passrdo para todas as leis do oroaments,
governo est autorisado para se livrar de
qualquer embaraoo que possa occorrer
ca de despesas que forera reclamadas 1 ara
difieren tes ramos do servico publico.
Vejo por tanto que esta primeira parte do
artigo he coutradiloria e intil. Vamos
segunda parle
Poder;! o governo transferir parle do
crdito de bum ministerio para outro do assim exigir o srvio publico. Snr ;pr-
sideute reputo esta segunda parte do artigo
perigosissiraa ; masprimeiro cumpre adver-
tir que nao posso conceber como lie que
sao haver estas sobras de Imm ministerio pa-
ra outro ; porquanto a assemblea geral cal-
cula, se nao eom toda a exactidao ao menos
eom a possivel em casos laes a quanlia ne-
ria para occorer despesa de cada bum
dos ministerios 5 escudo assim, como beque
se pode suppor que em h'um ministerio baja
s para transferir para outro ? E no
inverso temoi que se vai tirar dinheiro mar-
rado para bum ministerio e dar a outro ; o
que entendo eu muito perigoso, por que rom
semelbate principio, hom ramudo sei
ficar incapaz de ser i em
por quanio o dinheiro marcado eom a
lido possivel para bum ministerio faltar se
For applicado a oulro ramo do servico pu-
blico.
as diz-se ha sobras. Como podemos
suppor n existencia destas sobras? Eu nao en-
tendo qiit as pesso haver de maneira que se
Iransfiro de bum ministerio para oulro
nem a assemblea geral calcula a despeza de
cada bum dos ministerios alem daquellaque
be reclamada pelo servico publico porque
ella nao pode tirar bum eeilil da bolsa dos
contrihuintes que nao seja exigido pelos in-
es da sociedade. Passeraos a terceira
jarte do artigo.
n i-! mesmo ampliou o crdito de algn?
delles no inlervallo das sessoes legislativas
sor motivos extraordinarios. Perauntarei
Sr. 1 residente se acaso passar esl&disposi-
dnde he que se vai tirar esta renda?
Oi.de est o dinheiro para te poder ampliar o
credilo dcada bum (los ministerios no inler-
vallo das sessdes legislativas ? A renda esta'
ulada, e, segundo ella est designada
a despeza. Ora em casos extraordinarios
como os em que ios acharaos o governo yenj
pedir crditos extraordinarios para continuar
a guerra do Sui, para acabar eom as desor-
dens do Varanltao, para ter rais navios ar-
mados etc. ; mas dada a hyppthe$e da ex-
istencia de rend llavendo meios eom que
o governo possa haver esta ampliicacSo de
ito no inlervallo das sessoes legislativas,
a (uan'.os abusos se nao entregara' elle arma-
autoi saco ficando ao
seo juiso o poder de definir e determinar o
que sejao motivos extraordinarios.'- >.ha-
mat o governo motivos extroordinarioia pro-
o do exercto ?
Ser na pbrase do governo motivo extraor-
dinario, muito convenienle para a sustenta-
co da ordena a promoco noexercit, an-
da que se fira a antiguidade ainda qwo se a-
taquem difeitos adqueridos, ainda que, Sr.
presidente eom semelhantes desvarios, eom
senjglhaotes desalios se venba a inocular
a insubordinaeo no exercto ? Por motivos
extraordinarios entender o yivorno despa-
char desembar,",adojes a torio e a direito.,
anda que o servico das relacnes nao os re-
clame, ainda que seia contestado semelbante
tlireito pela constitaicSo e pelas leis. porqu"
nao se que possa ter o arbitrio de crear em-
nregos contra o artigo da conatltuiee que
determina q1 s a assemblea compettP creal-os.
suprimil-ns marcar-lhe-, ordenados ? Wa-
tt vos Extraordinarios serlo para o .fovern
escusadu9 de barcas de vapor, se-
lificiqa escuzados ha ilia das Cobras, se-
1 lmente !ir. presidente, todos quan-
satiifos occorrem humi ves que sejao
1 is p 1 .ag da vali.lismo e patrona-
to ? Se porem passar semelhante autor sacio .
nephumdens ignora como o governo hade
definir oque sejVi motivos extraordinarios.
[Nao foi em consequencia (lestes motivos ex-
traordinarios que o Exm. Snr ministro da
fasenda veiopedir hum crdito? E se esto
conbecidosestes motivos extraordinarios, se
o governo ha do pdir crditos, para que es-
ttrisacSo? Dir-sa-ha porem que alem
les motivos extraordinario j; densco-
idos occorera outros.
Se, este argumento prevalece, cntao digo
que em todas lei do orcamento devia passar
1 num artigo semelhante porque em todas el-
se podem verificar bypothesea laes j mas
creio que o governo, exercendo as suas ai-
trih'n'.oes marcadas na constiluicao do esta-
do nao precisa de^semelhante autorisaco
exp-essa. Se acaso por infelieidade nossa,
anda em huma ou outra provincia appare-
cerem novas desordens, o governo deve em-
prear lodos os meios possiveis a seo alcance
sem mesmo consultar o corpo legislativo pa-
ra dcbclal-las. Oqueentao cumpre ao go-
verno he preslar eonlas do modo porque u-
zou dos meios em [negados. Nao vejo por-
tante nenbuma razo que justifique seme-
lhante artigo.
Ora cumpre dverlir que este artigo foi
proposte pelo Sur. Candido Baptista, e nin-
guem ignora que este Snr. liaba idea mui-
lo difere.ites dos seos sucessores a respeit
dos negocios da fasenda; ao menos elle dis-
se na cmara dos deputados (|ue nao quera
crditos que antecipando a renda por meio,
da emissoda hilheles, tencionava (acera
ce a todas as despezas ; mas consideran-
do o Snr. Candido Hapticta que no in-
lervallo das sessoes padia ;icbar-se em algum
embaraco, pedio esta aulliorisacao. O Snr
ministro da fazenda segu outro syslema 5
pedo crditos: para que pois esta aulorisaeo 1
Ella nao deve paasar, c caso passe o corpo
legislativo deposita no governo huma nimia
coafiana 5 oque entendo nao deve fazer de
seinelhanle modo.
'rt,m-se-nos empOS modernos dado a cer-
tas leis a denominacaO de leis de onanea ;
nao sou ojiposto ;i sua concesso mas devo
ilizer que s em rarissimoa casos podem ser
idmiltidas por oppostas aos principios li-
beraesque regem o systema representativo ,1
por seren hum verdadeiro contra-aenso deslej
systema,, fazendo eom que se subordinem a
instituices aos homeus ; finalmente porqu
eom semelhantcs leis se sacrificio os princi-
pios nica idea nica consideracin de
que o governo doder fazer bom uso dos mei-
os que as memas leis Ihe honverem de forne-
cer ; mar en entendo que o poder humano
deve ser limitado ; e quando o governo nao
lie limitado emitido em sin marcha exor-
bita, e desmanda-se.....
O destino do poder em minlia opiniao ,
lia govern ir polas leis da justica govemap
eom sobriedade e prudencia para que se nao
lance no golpho imnienso de lodosos abu-
sos de lo I is os desatinos: cumpre pois ,
que o corpo legislativo seja cauteloso, circuus-
pecto na concesso do seinclhant's leis s cum-
pre que cure o mal no seu comeco para que
ao depois nao passe pelo desprazer do arre
pendtraeuto.
Ora Snr. presidente creio mesmo que
o Snr. ministro da Fazenda dever volar
contra esto artigo porque estas nao s-Tos su-
as ideas ; faca nesta parte justica a S. Ex.
A proposla hontem apresentada na cmara
dos Snrs. deputados nao conten semelhante
disposicao e dahi inliro que nao sio ideas
proprias do Snr. ministro da fazenda as que
se acbao consignadas no ariiiio. Defen le-se
este artigo eom a tal idea de responsahilidade ;
mas nos todos sabemos o que he a responsa-
belidade : he humnomevao, Ilusorio eom
o qual j todos os ministros eslo familiari-
sados : pois sabern perfeitamente que em
quanto esto no poder soffrera alguma censura
na tribuna, e que quando se demittem ahi
eslo os principios de generosidade de que
nao convem dar nchun homem morto, appli-
cando-se em seo abono at ideias poticas ,
de que nao se devera alirar pedradas ao so
que se esconde, etc. etc, .Nao sei por tanto
que correctivo offerece este final do artiga
11 : elle nao serve de couza nenbuma : he
hum perfeito engao.
Ora, Snr. presideute, tendode votar contra
o art. ii, nao posso deixar de pronunciar-me
em favor da emendando senado, relativamente
ao artigo 12 : pelo at in o senado quer que,
se conservera todas as disposices chamadas
geraes que se acbao as diversas leis ante-
riores do orcamento; disposices que entre
nos frralo como huma parte do nosso drei-
to positivo; por consequencia ser preciso
que esta emenda do sftnado passe, porque
de oulra maneira varaos translornar aordem
das cotizas Tambera cumpre advertir que a
cmara dos deputados, quando supprimio o
artigo i-x, leve huma razo muito suficiente:
havia-se apresenlado na casa bum projeeto
110 qual se dizia quaes ero os artigos das
disposices geraes das diversas leis de orca-
mento que seacdiao eqa vigor ,e era.conse-
quencia da tesposta de hum llustre merabro,
julgou a cmara que era intil a iusereo
desse artigo no orcamento : mas nao leudo tldo
lugar a aoprovaeo desle projeeto, torca he
que se instaure o artigo 11.
(Continnar-se-ha.)
i
FlRNAMtCO.
TiiJZOURAl.\ PKOVl.NClAi..
Editaes.
O Inspector da Thezouraria das Rendas
Provinciaes ; faz publico que em virtude da
Lei Provincial n. 87 de de Alaio perante
o Tribunal da mesma Thezouraria nos da


2
DIARIO O ft
t F R N A M B f '
19 > e a3de Junho prximo futuro as, em praca a dita obra oreada na quanlia de
6:5i8 >,o'2o rs para ser adjudicada quem por
onze horas da manha se ha de arrematar em
hasta publica a quem mais der por tempo de
hum auno contado do 1. de Julho do corren-
te as Rendas seguintes.
1 Furo das caixas e fechos d'assucar.
*. Taxa das passagensdos Rios dos Muni-
cipios do Recite e Olinda.
As pessoas que se propozerem a esta arre-
mataco compareco na Salla das SessSes da
predita Thezouraria nos das cima indicados
munidas de Fiadores idneos. E para cons-
tar se mandou affixar o prezente e publical-o
pelo Prelo.
Thezouraria das Rendas Provinciaes de
Pernambuco 3o de Maio de lR/fa.
Joo Baptista PereiraLobo Jnior.
menos a iser com a ccndig.o de snr paga a
sua importancia e os competentes premios
depois da sua concluzo examo e recebi-
raenlo. Os Licitantes sao convidados a com-
parecer competentemente liabilitados nos das
1 3 e 4 t do prximo vindouro mez di
Jullio em a casa da inspecco das Qbras Pu-
blicas, a onde eslo patentes a Discnpgo, Or-
namento e Condigoes da obra todos os di
asuleiss horas do expediente. Inspeccc
das Obras Publicas 1 a de Junho de 1840,
\ioraes Ancora.
A Administrago Fiscal das Obras Publi-
cas compra os materiaes seguintes 5oo estacas
de mangue de 3o palmos de comprido e um
se acho dispersos pelas asilo s mnuicoes das mesmas,
io aude, Paz e Ben- Bca distante da fot do rio Araguar
Jc/.U'. irislo Nosso
neslos aconterimentos
vi/iuhancas do Imper
(So em
plor.
He no fundo de huma cana Amados
Ihos janeado de dores ha tantas n
f o amor da Patria Nos inspira a ultima conso
lacao de fallar-vos e persuadr-vos q
veras vos amamos em Jezus Christo Nosso
Scnbor.' Ntoestranhamos, 6 Filhos do met
Fi-
que
Este luga
y proxima-
Divino Redem- mente 3(3legas e 5o bragas, fica sobre a
em direita do no Ariguary, a superfi-
cie do terreno fica a huma altura de 20 a 3o
;.'Irnos d nivel das aguas do 110, o terreno
lie enchuto e de muito boa qualidade para
plantaco tem muito mato da altutra de jo a
L'oracao o arbitrio de segurar
O Inspector da Thezouraria das Rendas de testa, 12.46 ps de tabeados de pinbo 4 pao
Provinciaes faz publico em cumprimento do I de 4o |ialmos e coito em quadro 10 ditos di
officio do Exm. Snr. Presidente da Provincia
de 4docorrente, q'nosdias 16, i^.e i<) des-
te mez pelas 4 horas da larde perante o
Tribunal da mesma Thezouraria se hade pro-
ceder impreterivelmente a venda por arrema-
taco em hasta publica dos cavados da Com-
panhia de Cavallaria do Corpo Policial.
3o palmos e coito encuadro ico pregos d<
cinta 3oo ditos batel grandes 1 5 canoas
de barro 90 carros de podra iSoo ti jlo?
de boa alvenaria y5o afqueires deca preta,
760 alqueirea de areia 5 palmos de pedra
de cantara la viada : as pessoas que taes g-
neros tiverem compareci a esta Administra-
Al pessoas que pretendere! laucar com- gao as horas do expediente* Administragao
parego na Salla das Sessoens da sobredita
Thezouraria nos dias cima indicados com Fi-
adores idneos. E para constar se mandou
affixar o presente e publica-lo pelo Pelo
Thezouraria das Rendas Provinciaes de
Pernambuco lodeJunbo de 1840.
Joao Baptista Pereira Lobo Jnior.
Diversas Repart^oens
TRIBUNAL DA RELLAgA.
Sesso de46 de Junho de 1 H ,<>.
Na appellaco Civel desta Cidade appel-
lante IVJanoel Goncalves Servina e appella- Lno Por ser vadio ; e de m conducta } foi con-
ppe
dosJoze Bernardo Fernandes Gama e Ber-
nardo Fernandes Gama Escrivo Rabello :
foi julgada pela confirmaco da sentenca ap-
pellada.
Os Embargos de Joze Cardozo dos Reis na
causa de appeilago Civel do Juizo de Direi-
to desta Cidade contra Rita Maria do Espirito
Santo Escrivo Chaves; forio despresados
mandando-se cumprir o accordo embargado.
Os Embargos de Manoel da Exaltaco Ro-
drigues Campello na appellaco desta Cidade
contra Jlo da Cruz Rodrigues Campello ,
Escrivo Rebello ; fro dispresados.
Os Embargos do Coronel Francisco Casan-
do Lima conira Anna Alaria dos Praseres e
outros na appellaco Civel desta Cidade ,
Escrivo Bandeira ; foro despresados.
Na appellaco Civel desta Cidade Escri -
vo Fosiuuiuu, appeanie Joze Francisco Pe-
reira da Silva, e appellado Joze Alves de Cas-
tro ; sejulgou pela confirmaea da sentenca.
Na appellaco Crime desta Cidade, Es-
crivo Chaves appellanle a Cmara {Munici-
pal desta Cidade e appellado Antonio da
Cunba Soares Guimaraens 5 loi a sentenca
confirmada.
Fiscal 16 de Junho de 18 o.
Castro A. F. interino,,
PREFEI T U R A.
Parle do dia (ido correte,
Illm. e Exm. Snr.. l'orao hontem presos
|ielo Sub-Prefeitodo Recite a preta Maria do
Mozario por ter espancado a Auna Joaquina
de Medeiros fasendo-lhe rOntusoens ; re-
mettida para a Cadeia : pela a. patrulha do
districto do Carmo entra preta de nomo Maria
Mequelina por suppol-a escrava ', e fgida;
foi sola: pelo Sub-Prefeito da Freguesia da
Boa-vista oulro prelo de nome Pedro Celesti-
servado no calabougo para ser destinado ao
servigo da Marinha ; pelo Sub-Prefeito de
Olinda o pardo Joao de Jeos Barroso e c
prelo Christovo da Rocha este por ser de
conducta incorregivel c rouhar as easas
que Ihe do agasalho eaquelle por ter d
costume espancar a seo pai, c perlender fa-
zer o mesmo cm seo av ; I o rao recolhidos
Cadeia.
Das partes boje recebidas consta que nao
occorreo mais novidade.
vossa subsis-
tencia foradosvossosLares.: o mesmo Dos
consagrou positivamente esio sentimento na-
tural estabelecendo Cidades de refugio para
desbragados, e os homens mais illustres em
virtode 6 santidade lera seguido esta impor-
tante vereda j mas hoja tempo de dissipar-si
essa nnvem pavorosa'de incriveis caprichos
suspeilas, maledicencias, aversoens ocou
cabala.;, odios, e'vingancas, de que as im-
periosas circunstancias 3o tempo se sen
para alterar a pazeo socego, dequn ^ozava
a Heroica Faro i i leira basta de Su-
mos que o vento dissipa; appareca hum no-
vo Ceo mais sereno ainda do que n iuel
que vos vio nascer : a Patria reclama os
closdavossa industria, abrindo oseio para
receber-vos como so ella nunca livesseis
saido. Nao duvidamos que le is gozado de
aljamas vautagens fra dos vossos urentes e
Amigos, mas lembrai-Vos, quedesgraoa se-
ria, seos vossos Filhos errantes, tauto tem-
po forado slo natal, chegassem a
amor i Patria com notavel prejuiz 1
dade < ue tantointeressa na <>mi a-
nio dos seus Filhos! Al! deixai por (')ra o
mesquinbo e epidmico Oj vnde quan-
lo antes, recrear-vos-com as in jnem ias ao hel-
io viial. o espacozo A anonas que at pa-
i'itc instilar com a riqueza das suas aguas a
mesma extenso e profudi lade do Ocano !
Mo he debalde Amados Filhos, que a
natureza separou por vastos mares a nd
; esta so considea-
1
palmos narro saibro e ierra preta, tem
tambera aJguma pedra pequea solta super*
'icie da trra, a natureza da madeifa q'conten
macacaba itahuba, capuca-
e a segunle
h ara acareuuara tanhuba
, pin mualo
e al;;um ngel i m
o terreno Corma difieren-
les fbmbbadasde pequea altura-, quesees-
tendema urna grande .distancia central na di-
recgo O, N. O. a ribanceira do rio segu
ijui a diregoS. E. i|a S. Depois de ter
1 ito o reconhecimento cima mandei desem-
barcar a gente toda derrubar e limpar lu-
jar para o Posto c rancho 011 quartel Pro-
orio ue (leve recolner as pracas baga-
gi as ; e quaudo foro j unas da tarde le-
v.iiilou-^e o CUiuieira do Ja artel Provisorio
igou-sep Pavilho irazilciro, dero-se doze
tiros e resoarao as cavidades destes Vulles
os "vivas a S. jtf. o Senior D. Pedro 2. e
a Sua Augusta Familia, uo Exm. Regenteem
Nome do Imperador aoExra Presidente da
Antonio
de
2.
r
ALFANDEGA DAS FAZENDAS.
Edital.
Vicente Thomaz Pires de Figueiredo Ca-
margo, Inspector da Alfandega faz saber
que 110 dia sexta feira 19 do torrente se ha-
de arrematar em basta publica, e na porta
da mesma o me i o dia huma caixa com de/
quadros no valor de 9o| rs., impugnada
Filo Feitor Conferente Joaquim Bernardo de
igueiredo no Despacho por Factura, de
Lenoir Pugel & Comp,, sendo o Arrematan-
te sugeito ao pagamento dos Direitos. Alfan-
dega 16 de Junho de i84o. Vicente Thomaz
Pires de Figueiredo Camargo.
MEZA DO CONSULADO.
<* A Pauta he a mesma do num. i3i
CORREIO.
O Vapor Paraense recebe as malas para
os portos do sul boje 17 ao meio dia.
O Arsenal-de Guerra compra pao azul,
e brim para fardmento de tropa : quem per-
tender fornecer estes gneros compareca as 11
oras do dia 17 do corrente para tratar do a-
juste. Arsenal de Guerra 16 de. Junho de
j84o. O Director, Coelho.
NOTICIAS OFFICIAES.
para'.
Illm. e Exm. Snr ,-Tenbo a excessiva sa-
lisfaro de communicar a V. Ex. que aoGo-
verno desta Provincia ac bao de se entregar,
aprzenlando-se as Autboridades em Luzca .
novecaiitos e oilenla rebeldes com as suas com-
petentes armas renas davinas arcos e fie-
xas e me levo crer que (fio importante
Iriumpho baja esle lempo oblido a legalda-
ddeem algiins outros pontos do Alto Amazo-
nas, segundo as participaces Officiaes, que
tenho. Esle laclo imporlanlissinio veio con-
solidar mais a paz deque goza toda a Pro-
vincia que tenho a honra de presidir
Heos Guarde a V. Ex. Palacio do Governo
do Para em ^ de Maiodc i^o, illm. e Exm.
Snr. Francisco Ramos d'Assis Coelbo Mi-
nistro e Secretario de Estado dos Negocios da
Juslica.Joao Antonio de Miranda,
Patria <\o resto :ios Pov< 9
cao bastara para convencer-vos que h*c
indispensavel areiinio das familias, pira
couservar-se a inte) n ide do Imperio j;i
respeitado por todas as Nacoens gomo azjlo
mais seguro da Librdade Poltica e Civil, de
que gozamos: lembraivos, "Amados Filhos ,
escutai a voz interior do corceo (tic vos in-
culca a cada momento que o Altriclivo da
Patria tem huma forc 1 occitta e in venc vi I
a que s podem resistir coracoes barbaros
ou debronze: viudo, Amados Fhos. con-
l'rovincia o Sur Doutor Jao
Miranda e Colonia Militar ..> Pedro
os (naos foro dados por todos os que se a-
chavo prsenles com o maior entbuciasmo
possivai. As or s da larde deu-se outro ti-
ro., arriou-se o Pavilho o recolheo-se a~
bordada Guela, deixando o rancho j em
parte inealbrado.
Falla, c ,) Capit 1 do Imperial Cor-
po de Engenheiroi, loee t reir de indrada
Parreiras fundn a Colonia Militar Pedro
a. i 5 do daio de
b 1840 10 ponto da margem
direita do. Aiaguary distante do Sitio do Ci-
io J< .) daiioel Ferreira huma
da boca do masmo lio j I
gas aproximadamente.
legua ,
las, e j^o
e
bra-
madas D'boje avante vai datara vossa
;; loria A hum duplo de ver leudos de satisa-
zer! sois militares, e sois povoadores deste im-
portante Sitio! Como militares, deveis vossos
su erioresa o ia sem limites, a conH-,
un; 1 plena, u a certeza de roasocontigo ou nio-
mio irrevogavei. Como Colonos deveis
Patria o amor o tiabalho acuitan de vos-
I ti en *
solar os vossos Paren! Lmigos, e Patricii
vindeaugmen Pa- sos filhos nos preceitosda moral, no amor da
tria, que tanta carece de bracos, para fazer I ordem ao n idiencia todas as
a ducaco e instruccode vos-
a
Nao tendo sido aprovada pelo Exm. Snr
' Presidente da Provincia a arrematagu lita
nesta Repartigo pelo Snr. Joze Lias Morei-
ra para a reedificago da ponte do Aojo sobiei
o no Serinhaem por se haver estipulado,
que a importancia da obra fosee paga mpres-
tages algumas das quaes se devio verifi-
car antes da sna concluso o que nao he pos-
sivel ltenlo o desfalque em que se acho
o eofres Provinciaes; he posta novameale
Illm. e Exm. Snr.Quem poder Exm.
Snr. corresponder com a devida extenco e
decencia aos honrosos Oflicios de 8 do corren-
te com que V. Ex. tanto tem contribuido ao
pequeo ullivio que vou esperimenlando
Que coraco Senhor pode deixar de sen-
tir-se commovido de ternura com a feliz no-
ticia de tantos Patricios que desamparando
as brenhas se acho reunidos Legalidade i'
Que animo lo estpido, e lo mal nascido,
que se nao enterneca at ;s lagrimas vista do
inlercsse que V. Ex. loma nos meus allivios
at felicitar a Diocese pela minba conservacao
sem merecilomento algum meu O arbitrio
de render-se Accoes de Gracas ao Allissimo
com Solemne Te Deum no dia i5 do corrente
pelo feliz desembarque da Lt,;alidae nesla
Capital sem ellu/.o de sangue he um dos
mais dignos ohjectos queoecupo asminhas
quolidianas reilexoens. Em bm Exm. Snr ,
posso diser sem liyperbole que o Governo
de V. Ex. depois de Lieos tem sido hnm sa-
lutfero balsamo que me consola no meio d
lo amargas, e aflictivas molestias, Dos
Guarde a \ Ex. Para todeVJaio de 1840.
Illm. e Exm. Snr. Dr. Joao Antonio de Mi-
randa Presidente da Provincia. Romualdo,
liispo do Para.
Dom Romualdo de Souza Coeibo por Merc
de Dos eda Santa S Apostlica i;
do Gram Par. doConseiho de S- M. 1.
Que i-icoa (/uaide c.
I
i'espcilar o sen commercio mediante 1 es-
forcos da vossa industria. Tudoem lim vos
convida; a Heroica resoluco de nove
oitenfa Patricios. quenoAltoA de-
samparfio as para reun 1 ca -
renles, econsolar-seem p as
docuras i'v, vida social ; a Amnista d ida pe-
la generosa Grandeza do Illustrado Governo
Central : a bomladc reclidao juslica e a-
bedoria do Governo Actual da Provincia sao
garantes lo seguros que ;i mais podem sol-
frer alteracSo alguma. Ns estamos por ins-
tante a comparecer dianle do Supremo Juiz.
Oh que consolacfio seria para \(js se po-
mos ainda dar-vos a beijar o Annel co-
mo Simbolo do aleclo co.o que vos ama-
mos e dezejatnos vossa silvacao.
ai-vos Amados Filhos este ultimo sig-
nal do vosso amor spgurando-vosque daqui
mesmo vos laucamos a Sania lienco Pastoral
em Nome do Padre do Filho do Espirito
Santo. Dada nesla Cidade de Sania \:aria de
Hellem do Gram-Par 1 sob Nossos signaes e
Sello Grande .de S. Ex. Rvm. aos y dias do
mez de Maio de i#4 Dcimo (nono da In-
dependencia e do imperio.
L. S-
Arcediago Manoel Evatisto de Briio Mendos.
O Chantre Raimundo Se ver i no de Mallos.
Conejo Cura Francisco I into iVlreira.
O Conego Loureiro, Escrivo da Cmara
Ecclesiaslica.
Illm. e Exm. Snr.Tenho a satisfaco de
a un iniciar ; V. Ex. que se acha fundada a
ColoniaPedro a.como V. Ex. ver d08
incluzos documentos. Dos Guarde a V. Ex.
Palacio do GoVerno do Para 27 de Maio de
it>4 Illm. e Exm. Snr. Manoel Antonio
Gaivo, Minisiro e Secretario lie Estado dos
Negocios do Imperio. Joo Antonio de Vli-
randa.
1 lades
so em rgico freziuente o Sor.
______j__
Itinerario dos Colonos d a.
Da ac^deAbiil oas
e um at BS 6 01 1 1 ll ios um quaj
m
mu particularmente ao nos-
Doutor Joo
Antonio de Miranda, que nesla Provincia
oa do nosso Adorado Jovem
cha o Sur. D. Pedro 2, O Exm. Pre -
ida Provin ia ludo spera de vos, e
, que nao dqsconceituareis o que ha
\ -10 res 1 ciio afiancdo ao Magnanimp Go-
de S, ... que laucara sobre vis as
Mas generozas valas e valiosa protegi.
Viva a nousa Santa Religio. Viva S M. o
Snr dro 2. V iva o Regente em jNo-
nedo Imj)erador. Viva o nosso Presiden-
te c/Sr Joo Antonio de iViiranda, Vi-
va a Colonia Militar Pedro 2 ,
( Do Treze de .Maio de o de Maio. )
HRlNHO,
Quartel do Com mando Militar da Villa do
Itapicur-Mirim ai de Abril de id^o.
ORDEM DO DIA,
officio 'alado ue houlcm que hoie me
foi entregue communicou-me o Sr.'Pnen-
le Manoel .Maav.ino des Santos, Comman-
danle do Destacamento de -laracaj o feliz
resultado queobtivera una partida de dezoilo
pregas que fez marchar contra ulguns rebel-
des que tpparecerad em S. Jos viudos da
Barriguda ou .le suas visinhancas ; cunte-
guindo a mesma partida malar a dois dos ditos
rebeldes, prendera Raymundo Antonio Tor-
quato sen chele e tomar-lhes seis armas la-
zarinas, quatro facas de pona, dnas pairo-
as, alguns cartnxos ehum hoi que leva-
v..o os eh idos rebeldes para suas lorgas ; o
que faco publico para conhecimento da Gnar-
(Assignado) Carlos Augusto de Oli-
veira Major Commaudante.

Alem das noticias (ue sao mencionadas
dia do honrado commaudante do
aculo de Itapuctir-mirim lem oc-
corridoas seguintes ; segundo cartas que v-
rande, cojas datas alcau-
ite.
' expe-
vinda do Urub commandada pelo ci S
os ao lugar em .. ra 5
Acs JNossos Amados Filhos que por fu-J a servir de v -tai le rio s pragas 1 o de estiatagema surpreheudera os re-*


DIARIO O
I* ERNA M U C
A
* -n""t*~ -" *
* -.twsvw
beldes( ogrupo do CarhibaDe Ibes matara morjo pelo valente Srjenlo Vannel Ntir
fi ou i4 liomens Rea rulo dos nossos 6 feri- ; lzerra do commando do Caeito Thomaz .
Nones I listras .verdes asseii nadas o que se necessa- quiser 6ser dirija-se 90 principio di ruado
rio for justificar coni os de mais licitantes; liortas 1). do/.e.
dos levemente. Guando os rebeldes batidos oulros muitos feridos vistos, grande Coi o suspeilando-se com raso que houvesse troca, EST Da-se dinbeiros a premio em peque-
em n. de mais de i 5o se retirava levando : desiroco dos rebeldes. Parlo para o Piripiri de outras cujas indianas esperte-/.*; n.io j as e grandes quintil sobre penhores de ou-
cerca de 8o escra vos d* fazenda dos Sr. Jan- em seguimento de um grupo dos rebelde que foraS s praticadas con os abaixo assignados. jroou prata 5 a fallar cora o Escrivo Achiole
sens, e outros lavradorcs, foraS notamente vai em minha frente ; e rogo a V. S que me i Ecomo o Sr. Laiari, anotar das raesmas se no PJe do Carino que dir quem d.
atacados por urna guerritba do tenente Ma* mande municSes para a Onca, onde as m-ru gundo se rr dvul;;ou que lora engeitadas
noel Marcellino que com sos 28 boraens darei ver sem falta alguraa al ao depois d'a- sem causa, lazem o presente
matou-lbes dous e tomou -Ibes toda a esera- i manh. Os OfRciaes em ?eral forao bravos Francisco Jos* Teixeira Bastos & C
valuta. Depois o major Leal, que tinha I de urna maneira tal, que, excepto o \lferes cy* Quem liver um pianos quequeira a-
vindo do BrejO com aoo iiomens e se acbava | Bizerra por estar doente nao sei dar prefe- Iu;;ar por mez, para acabar
de
ensillar una
no Barro Vermelho mandn sobre os dis-
persos urna partida que aprisionou 1?. alem
de 3 que se apresentaraS. Antes deste* suc-
cessos urna partida de 5o bomens saluda
do Barro Vermelbo a explorar ateo Cumby e
Pindoval (fazenda do Coronel Coqueiro) foi
atacada pelos rebeldes e leve de recuar, per-
deudo enlo qualro extraviados que depois
se apresentarao e matando tres ou quatro dos
rebeldes como depois verificou urna expedi-
i:o mandada pelo major Leal (|uc do mesmo
lugar afugentou outro grupo rebelde. Assim
a perda do inimgo nestes'diHerentes choques ,
foi de cerca de 3o bomens 10 armas grossas,
e 4 finas.
lllm, Sr, -- Apresso-me em coraron nicar
a V, S, que ficando doente no Morro do
Chapeo o Sr. lenle coronel Manoel Antonio
da Silva a mira Ibi confiado o commando da
Columna (pie com elle marchou do Brejo para
auxiliar este Municipio e ontem derrotei com-
pletamenteos rebeldes do Cocal e Lama e
da copia inclusa ver V. S, os pormenores da
necio, o que Ihe rogo faca chgar aoconhe-
cimento do Kxm. Presidente da mesraa Pro-
vincia a quem nao escrevo por nao ter pape!.
Acho-meaqui acampado e requisito a V. S.
noticias des negocios deFrexeiras para poder
mover a Columna assim como duas cargas
de m un icio, que a toda a preca es | ero que
V. S. m'as enviar e bem assim algum pa-
pel, s rebeldes passaraS bontem a noite
nesfe j onto indos corridos da areno do Co-
cal Dos Oh rde a V. S. Quarlel volante
na fazenda /. lo-Bonito 12 de Maio de Waio
de 8/;o -I) (;> l horas da noite) lllm. Sr.
Tenente Coronel Jo., Francisco de Miranda
Ozoro, Prefeito da Parnabiba. Joaquim
Ferreira de Sotiza Jacaranda, Capito ju-
anted'Ordens eucarregado do commaido
du Columna,
rertoia ; tendo commandado a guarda avanca-fe
da a larde 1. o Capito Leonardo, e depois ,
senbora annuncie para se tratar.
pilao j_,eonaruo, e uepois Z3T Fredei ico lenrigue Lulthens partindo
pirque delle precizei. o Tenente Miguel Car- para a Europa faz publico que. e'.le passou
valbo Castello Branca. Pesso a V. S, algum procurarlo bastante para si e a sua casa de
papel, e brelas. Dos Guada a V. S. Quar- negocio Lutikens Se C. ao Sr. G A. Brender
tol volante as Cajazeiras debaixo i2 de Maio a Brandis nesta.
de i84o. lllm. Sr. Tenente Coronel Ma- s.y Precisa-se fallar com D, Quitea Mar-
noel Antonio da Silva, Commandante das riada Concecio Mi do fallecido Padre Jo-
Forcas doCear e da Columna auxiliadora nquim Eufrazio da Cruz, a negocio de seo
deste Municipio -Joaquim Ferreira de Sou* nteresse e pede-se que annuncie a sua mo-
za Jacaranda Capito Ajudanle d'Ordens r;,da para ser procurada,
encarregado do Commando da dita Columna, jry jy0 dia 14 do corrento a noute perdeo-
se urna correte pequea c chave de relogio ,
lllm. Sr. Depois de ter escripto a V. S | tud0 (|e ouro; quem achou querendo restituir
em dala de c, do coi rente relativamente ao a- recehendo de gralificaco o valor do ouro,
laque do dia 8 mandei explorar o campo dirija-se a ra do Cabug loja de Antonio
mais prximo a este ponto nao se encontrou Rodrigues da Cruz ou annuncie para ser pro-
0 inimigo e sim os cadveres de mais alguns curado.
mortos ebegando ao uumero de 4t> a0 ld' tST Adverte-se aos Snrs. que costuma
No dia 10 tive ceiteza deque na fazenda das mandar paraos engenhos varios gneros pelo
Barreirinhas havia um ferido, mandei imme- |)ass0 do Zongu tenhaS a bondade de diri-
dalamcnle uma expedicoque oconduzio a- gr-se a ra da Cruz ). 5'! que achar
cbando-o com urna arma sem munico e he um com qUem tratar.
escravq de Antonio Pereira eseacha prezo ^ PreciSa-se alugar uma casa terrea ou
a bordo do brigue de guerra.
nos vieraS atacar re
cr Parteeipa-se a todas as pessoas fre^ue-
zas do Deposito de assucar refinado da ra do
Vigark), que de agora em diante poden di-
rigir-sa a ra da Senzalla velba D 3 f ^q.
naco quefoi doNascimento, pelo'me3ra
preco de 80 res a libra e em arr0as
em conta. -
tr Roga-se a., Sr. Manoel Rezerra Cn
Vicente o avor de comparecer emTPrime?:
do Cojdeiro ,
cert0 negocio Jinteres-
** Oproprietariodacasa era qUC estflvn
o Cosmorama p^rtecina d i i- esleve
comprar ou trocar S l"^ ? a 1U"
.Wudesta Cidae arp rdirc """
declarad! aimum-hil n- ?Za ac,raa
c:......- ."""""adano Diario de sarm,rl*
ro sitio ao entrar para a estrada doCo'jdeTro
a fim de tralar-se de cerin___" .. *
san te.
leira id do cor ente"""" """?** fS"uda
r eme, qUe 0 0ll- Jec,|p n-
seus alicerces at aeim ,L 1 uesue os
- cima co muro do ciu ntal
e ludo mais me ncriP.w. ijuiniai ,
r.aM an P U se emque esteve o Cosmorama nUa per-
oneo a vendedora por naoestar pa^Tseo
dono, e faz-se ,-ste annuncio para quem fizer
este negocio nao se chamar a ignorancia e
primeiro tallar ao propietario ..
propnetano que mora
na mesma casa D, ,-(i J
Quem precisar de urna ama para end-
onar ou engomar em caza de hornera solteiro
ou de ponca familia dirija-se ao fim da ru
e guerra. As tropas que -nesmo uraa loja ainda que seja era ra me- (,a 'ld;> no fundo da casa D. -3
unidas forao asdoi mal- nos publica, com tanto que seja ueste bairro Para o Mundp novo.
ua
ao virar
lllm. Sr. -- Partecipo a V. S. que tendo
como Ihe disse no meu Officio de lodo corren-
to sabido daSolidade, dormi no canto do
CarnahuBal (Campia] e levantei o Acampa-
mento bontem s 5 horas da madrugada ; se-
guindo minha marcha para o Acampamento
tos rebeldes no Cocal ; e com elfeito s 9 ho-
ras da manh' entrei na picada deste nomo j
debaixo de lorlissimo logo (cemmanrtava a
guarda avancada o digno Alteres Izidorod
Ca valbo) eseiia meio dii quando derrolei
conipletamcntc o i.iimigo e apossei-me do
medonbo campo de sua habilacao, ficando
dellcs um niorlo no (ampo e muitos feridos,
]>elos indicios de sangue que se viao as estra-
das 5 c dos nossos nenhum ferido nem leve-
mente. Julguei nao dever dormir em semi-
lhanle logar oudedo mato podia ma!ar-me
nos casas sem a menor resistencia ; e resolv
a partida ; depois de mandar por fogo ( e ver
arder) 7 choupanas e fa/er prender nove
mulheres e amasias dos rebelde* com 10 me-
ninas que se achara5 escondidas as quaes
conduzo : segu para a Lama por me infor-
niarcbi os pessimos guias que era bom lugar
de Acampamento mas logo na sabida (3 ho-
ras da tarde; a tropa do cliefe rebelde Seltas-
tio chegada de refresco prelendeo vingar
o desastre que pela manh havia ldo os seus
comparses ; e depois de eu entrar em urna tie-
menda picuda de passagens de riachos lamas,
Jagoas alolfirs e malos atacou-me pela
frente ,' e pela retaguarda fazendo-me r-
gisiimo ogodegueirilha que duroual hu-
as quando por nao achar cazas na Lama ,
excepto uma pessima e pequea eboupana ,
m'acampei no alto denominado da Lama on-
de foi-me ntcessario mandar bater com as e-
padas ue Cavallaria alguns matos que me po-
dia cauzar daino : nunca pensei que os re-
beldes tivessem a audacia de me seguir loda a
picada mas enganei-me ; e nesta lemivel ac-
Co tive baleado gravemente o brioso e va-
len te Tenente Joo de Dos Pires Ferreira,
cuja coragem o faz distincto e tres Soldados
levemente chumbados 5 gaslei necessariamente
quasi todo o carluxame e s elle abaixo da
providencia livraiia nossa tropa ile muitos
mortos e oulros ferimentoa: logo (jue :-aii
em um pequeuo largo, reiorcei a guarda da
retaguarda lerceira vez por io ter feito duas
mesmo na picada e ento nossa tropa triun-
ou, destrocando aos rebeldes, ficando um
vados Manoel Vidal. Lauianno Felis Ro-
drigues, Manoel Bubosa c 1O0 pretos dos
que hostilizaras a 'diritiba ; esta noticia me
deo hum-filho de Sebastiao Jos de Oliveira ,
que os rebeldes trouxera de Agoa Doce lo-
gar onde mataraS o Pai que hia all aier f,i-
rinha e esle na retirada lugio e foi ter ilha
de Maria Engracia.
('s rebeldes ehegara s Barreirinhas, quei-
marao todas as cazas e armazeus de pal ha ,
ficando a de lelha e nao parara levando
quasi toda a tropa lerida Por um escrvo do
Tenente Francisco Portugal fgido do Jardm
tive a noticia de que grande parte dos feridos
se achaS no logar do Jardim e nao tenho man-
dado em seguiment destes por nao ter tropa
suficienle pois para guardar a trincheira
que lem nos ajuJado a tropada Marinha. O
inimigo nos ameaca com a volta por isso V.
S. nos deve mandar ao menos 4o pracas pois
temos aqu muitos doente. O armamento pre-
cisa de algum concert nao se tem apromp-
lado por llia dos objeetos constantes da rela-
co junta, por isso logo a V. S. mande por
este portador. I eos Guarde a V S. Carna-
liuberas 14 de Maio de 18 \o lllm. Sr. Co-
ronel Jos Francisco de Miranda Ozorio Pre-
(' ilo do Municipio da Parnabiba. Ignacio
Portugal de Almeida, Capito e Comman-
dante do Destacamento.
(Chronica Maranbense de 24 de Maio.)
LOTERA DO LIVR AivEMil
No dia 12 do corrale correm impreterivel-
de S. Antonio e que o seo aluguel nao exce- OT Joo Tavares Cordero mora na ra
da de oito a nove mil res mensaes dando-se do azeite de eive no sobrado n. se un-
ou algum mez adiantado ; quem tiver do andar.
fianca
^:j- Quem precisar de um caixeiro p.wa
1,;"" 'a ou ra pois teta pralica de qual-
'!',,', das ronzas-, so quenoquttr he venda
"dara pan ualquer (rabalbo lem pra-
dando fiador da sua conluote: annuoeie
tica
Ignacio
que ira
annuncie. )
S27" Quem precisar de uma pessoa para dar
lcoes de latim e primeiras letras em cazas
particulares ; e mesmo adiantar atgiinia 01-
cripturaco que esteja atrazada ; ludo por pre-
co romraodo ; como tambem recebe-se alguns P"ra ser procurado.
meninos para se leccionar em sua casa pois tsr Precisa-se fallar cora o Sur.
desempenhar com lodo o disvello : annuncie. ('a Silva Cout.i pan certo negocio:
tST Arrenda-sn o segundo andar do sobra- nnuneiara sua moradia para ser procurado.
do>:. 58, na ra da Cruz do Recife com t37" Pecisa-se fallar com o Sur. Manoel
bous tommodos e pintados: quem O preten- Machado Vieira a negocio de sen nteresse ;
der dirija-se ao lirgo do arco do S. Antonio ,' na ra do Trapixedefrnnle do Caes da Lin-
naioja nova. goela venda D. 10.
ny Precisa-sc de uma ama deleite para ZT7* D-se de/.rail reisa quera tiver uma
Criar um menino em sua propria casa por o preta para alugar capaz de comprar vender
pai .lo menino nao ter commodos suficientes na ra daudo-se o sustento : quera tiver an-
em casa para a ter quem estiver nestas cir- nuncie.
cunstanciasdirija-se ao Forte do Mattos, ra tsy Precisa-se de uma mulher capaz para
do Amorim a fallar com Antonio Joo Ra- estar em uma casa e sabir a vender faium-
mos. do-o com huma preta : quem estiver nestas
Bjp O abaixo assignado em resposta ao an- circunstancias annuncie.
nuncio do Diario N. lap de 12 do correle t3T Quem tiver para vender hura io .assignado por Francisco Go.icalves llego de- Garao com as Ubotas e copos de mariim
clara que a lelra que menciona dilo annuncio annuncie.
j nao existe em seu poder desde o dia io do i nr Quem preciar de hum feitor que en-
correnle por a haver negociado e apezar de : tende de toda a qualid ide rleplantaco. o qual
que se nao julga devedor ao dito Sr. Reg de ; he sem familia queira dirigir-se a ra Lar-
auaniia alguma legal firmada pelo annuncia-1 ga do Rosario loge de miudesas D. 7, que
do, e no caso de que dito Sr Begosejulgue se dir quem he.
seu tredor por documentos como diz baja Melhodo de lingir os cabellos e suis-
Ihes osapresentar para a vista del les sendo Isas: lava-so bem os cabellos com agoa moma
mente as rodas da Lotera a liuor das Obras j legaes Ihe satisfacer visto que nada tem com e depois esfregue-se bem com um ovo batido ,
da Igreja de N S do Livrameoto e as ca- a letra por ser esta giravel, como he pralica e depois lome a laval-os com agoa moma e
sas onde eslo venda bilhetes.lfocao-seue das no cominercio. Joo Antonio da Costa. estando ei.\ulos molhe uma escovinha naa-
SST O abaixo assignado faz scieote ao pu-
blico que elle tem comprado dois meios bi-
lhetes da segunda parle da quarta Lotera de
Nossa Senbora do Livramcnto Ps. 2Ji7e
900
e em ambos deo suciedade ao Sr. Joo
outras Loteras.
LOTERA DA M. DA BOA-VISTA.
O Thcsoureiro da Lotera a beneficio das
Obras da Matriz da Boa-Vista, declara que
os bilheteseslo venda nos lugares do costu-
me ; e que as rodas anda impretervelmente
no dia ultimo do prximo Julho.
THEATRO.
Iloje dezesete do corrente a beneficio da
Actriz Maria Joaquina se representa a liuds-
ima e muilo desejada peca denominada A-
mor e Ph i loso fia ou o Triunfo das Seoho-
ras ornada com as suas competentes pecas de
Vluzica, ea engracada larca- Manoel Mon-
des. A Beneficiada tendo repartido os seus ese lem algumas cuntas com "o dito Costa,
Camarotes e bbete* para a quinta feira fdia baja desajustar com elle pois que o annun-
tlo Corpo de Dos) Iransferio para a quarta i cianle como legitimo possuidor da referida
feira por Ihe constar que o fogo de vista do j letra nada tem com esses negocios,
arco de Santo Antonio be laucado nesse da Jos Antonio Crrela Jnior.
e por islo avisa a todos os seus protectores que | t&- Preeisa-se alugar uma escrava fele
o dito seu beneficio he boje / s oito horas e : degente para vender na ra pagaudo-sc
meia da noite. oito mil reis mensaes j quem quiser alugar
dirija-se a ra de Hartas rd.
i~ Despachao-se navios lirao-se j>assa-
porles e guias ile esclavos com toda a preste-
za
Antonio de Azevedo existente em Angolla ,
e para constar faz o presente annuncio
Antonio Ferreira Mendes Braga.
t^- O abaixo assignado a vista do annun-
cio do Sr. Francisco Goncalves Reg trans-
cripto 110 Diario de 11 do corrente mez de-
clara que a letra deque o mesmo Sr. Reg fal-
la se acha em seu poder desde o dia dez do
coriente por transaeco que fez com seu legi-
timo possuidor Joo Antonio Costa pois que
a clausula da mesma he ser paga o portador,
Avisos Diversos.
na ruado Vigario venda D. -jy se dir.
Os abaixo assignados declamo ao res- ; tzr Precisa-se de uma prela que nao ten ha
peilovel publico que se engeitara dous lotes achaques, e seja de bous coslumes parafazei
de sedas que conijirarao no Leilo de 11 do J o servico de uma casa de pequea familia,,
concille em casa dos Sis. L. Puget & C. foi advertindo-se que he o servico interno dan-
poique se Ibes trocou uma peca branca de do fiador a sua coud,'clu ; quem este negocio
goa do vidro mesmo fria e d nos cabellos ,
leudo o cuidado de nao deixar pingar na rou-
pa ; e quando esliverem bem molliados deixe
enxugaos e sata pira a ra. Est'agoa da-
se uma ve/, por dia Oque mu poucas vezes
precisa de mais de quatro das. Adverte-se
que a lavagom com o ovo basta s na primeira
vez Esle melhodo he o mais simples e o seo
resultado be o melhor que at agora tem ap-
parecido. No (im do dois ou tres mezesser
necessario dar uma nova aplicaco. Vnde-
se na ra Nova loja de chapeos que foi do Sr.
Joaquim Jos Pereira D. aa. Seo preco he
dos videos grandes ttU^uu os pequeos a
jU-aoo.
Qualipier .'^r. que precisar d'um hbil
Prolcssor para aprender ou mandar eiyinar
Rhetorica Philosophia Lalim e Francez :
dirija-se a ra da Guia N.5o. onde achara com
quem tratar. Adverle que suas lioSea po-
dem ser presenciadas por quaquer curioso
que prometi em pouco lempo mostrar o sen
desvelo
tT Mr. K-issel relojosiro no atierro da
uoa-\ ijia vude em cuula um sortimenlo pe-
queo de relogios horizqnlaes em ouro de se-
gitnda i:i:io c afianea-se aos compradores.
" O Escriviodos Piolsios desta Cidade
az publico que a caza de sua residencia he
no Pateo do Hospital do Paraso primeiro au-
ar do sobrado D. 1 >.
Z-J" Quem precisar do uma ama capaz para
tratar de um horaeiu solteiro, au,uuuci.



II
11

I
I
>
e
n r
P E R r
. '
'
f."AWOv.
t2T Francisco Jos Rodrigues, vendo uta pregadoecobre lera a maior pare dacar-
annuncio no Diario n. 528 de u do correte, ja en ijada e recebe o reatante e passagei-
publicado por Jos Joaquina Das dos Praze- ros p r ler ptimos coffltaodos; trata-so cora
Santos Braga, na ra da rfoeda n. \i.
res no qnal manifesta ser seo caxero o sen
cunhado Virissimo Gomes Coimhra da loja
que dito annunciante Prazeres se estabeleceo
no largo da praia do Collegio. Tera o mes-
mo Rodrigues a declarar em alto e liom som .
ao dito annunciante Prazeres que logo que
contra o sen respectivo caxero e cunhado
Coimbra tenha sentenca de para mais de i
rontoi de reis que o dito Coimhra Ihe be
devedor: elle Coimbra por ella ser executado
independen te dessa anticiparlo segura t va r
he de notar nne sendo to abonado, e de to
boa firma o dito Cunhado e caxero do an
nuncianle como assim graciosamente exifin
em mas blicas contas da las a elle Rodrigue*
a quantia de 00 ono annuaes. pi>ln re.spon-
sabeldade da sua firma ho)e se achn redu-
zido a caixeirar ao seu proprio Cuchado rao
contrario semilliante procedimos ir> em tm
gro de parentesco com o que baria ni
mente praticado o dito Rn-' eom o
mencionado Coimhra (tnechnmi l-j-n em
Marco de ifi'iB para hri.i igual Jo;n '
das, no duvidou dar-lhe socied de 1,'. f)
da n deJnohode 1M0 da and resal
inda se adiar o referido Coimbra no refe-
rido deserabolco pelo pelo qual o letifa no
Juizoda 3. Vara desta Comarca.
5!^- Jos Rodrigues de Sena declara ao Sr.
JoS Antonio de Olivein e Silva, que do
seu annuncio de Sabbado 6 do corrente disse
perolas mas penas foi perdorem-se, or
quantooSr. Silva sabe que o annunciante Se
pretende o seu engenho Conceica porque
se precisa-se de mais ?lgum alem do que tem,
tem boas propriedades para edificar anda meia
duza e se o annunciante fez o annuncio de
4 do corrente foi enconsequeucia de ser sule-
citado por alguns pretendentes do engenho
Conceico, a fim de os informar relativa-
mente ao terreno emesmo para que ficasse
certo qualquer pessoa que o comprar, que
tem de se demarcar por quanto a proprieda-
de de tenas m que deve estar edificado dito
engenho he igual a propriedade Cuti;;i e
sao contiguas urna a outra e cada urna tem
urna legoa em quudro eomesmoSnr. Silva
nao ignora e quando diga que tem decorri-
do muito lempo sem o annunciante se ter de-
marcado quera os culpados senao o mesrno
Sr. Silva eseusantepossuidore; e esta ver
dade nao Ihe deve ser escura pois quando o
mesmoSr. comprou as parles a os berdeiros
os obrigou ademarca-lo, nao so capacite o
Sr. Silva que o annunciante I! e qui
venda e niesmo porque nao poda c ni :. c
mea annuncio ihe tira o rnerecimenlo ao seu
prediu porque alem do ter multo terreno e
bom seno ficar prehenchid 1 ah, beide in-
teira-lo, e lavez que neste ntirmento lhe
toque um hom predio e igualsorte hade ter
propriedade < utfgi eas Ierras de Cutig ,
tiverem pouco p re izo, nada reclamar, e
mostrar ao Sr. Silva assim como tenlio feilo
aoutros, que abuso depleitos, e a braco o
descanco.
iST" Os ahaixo Designados sacaro em a3 de
Abril sobre o Sr. Antonio Francisco de Ol,
eir da Parahiba duas letras, a saber
Rs. 43ti,ooo, a tres mezes e igual quantia
aseismezes, este lhe'partecpa que em 8
de Maio lijes remetiera acceita e como nt
agora os, abaixo assignados as nao tenha re-
cebido e supe estejo desencaminhadas.
fazem o presente annuncio para que niuguem
as receba ou negocie, pois valia neiihuma
tem ou podem ter nao se adiando endona-
das pelos sacadores. Luiz Gomes Fcrreira
& Mansfield.
tST O accionista das caulel'as de todas as
lotera s, avisa aos apaisonados deate jogo que
se acho a venda camellas da lotera do Li-
vramento no alieno da Boa vista loja do Sor
Raposo na ra do Crespo lo;a de miude/.as
D. 5 na ra da cadea loja de miudecas D.
4 e as 5 ponas venda l). 9.
cy Na ra do Rangel no primeiro andar
do sobrado que ica defronte do sobrado cahi-
do junto a casa que foi os diversos rccchimcu-
tos se engoinma loda a qualidade de rou-
pa com muito asseio e promplido ; assim
como se fazem vestidos e toda a mais costura .
e juntamente de alfaiate ludo por proco mais
em coala de que cm oulra qualquer parto.
Aviaos Mar ;iiios.
CorHULADO DE FlUN'V KM Pb&NAMBUGO
*ST Sexta faira iqdo corrento as 10 horas
damanha. setaria ronda mihlca no ar-
mazwn de Lejoir Puge{ & Comoanhia ra
dn Cruz por ntervenca do Corretor 01 i-
rera e por conta de quera pretenrer das
mercadoras abaixo declaradas salvadas do car
recmente feto em Bordeanx para o mercado
lo T "o de Janeiro a bordo do navio Pro-
vence naufragado em Lneena a saber: cha-
les de seda roupafeta, setins chitas,brn*
para calcas. cassas pintadas, fil.-'s. lavas para
senJiQM espelhos nrefnmarina, papel piu-
lido becerros msica dp cantera e pira
panno quadros com molduras formas de'
riedra para paneis e mutos oulros ohjectos
de hom gosto Pern nhqce iSde Junlio de
iB4o. Rarrerp Coi 'Vino?.
>- ronseuuenea 1 prxima letira-
daxdo Sr, ; utlkens ">~r: n Enrona se far
leilao oor interventao do Corretor Oliveira .
da mobla da sua casa consstindo em muito
bous trastes louca vid ros e mais a obra
de Voltare de Rosseau doos piannos e
um carrnhpde duas rodas; segunda (eir
>> do rorrele as da actual residencia do mesnfo Sr. Luttkens .
ra da Cruz.
tem um grande quintal; ti (aliar com \Iano-
ei berrera Ramos loja da quina d.i roa do
Cri spo.
r La fina de superior qualdade para
en?!iimento de colxdes e '-'has novas de bom
barro a {000 o rento ; na'ra di roda junt)
ao l'srrcii'o.
> i portas -l amarello com i> pal.mi-
de comprido e t de largo ; no atierro dos
aflogadosdefrynle do vUoiro venda e anuazem
de sil.
]\ _7* LTma farda para G. N. ; na ra do
Livramento !>. \ loja de alfaiate
r Duas prelas moras tima deltas en-
coso
coznha una mn:ala 30 anuos cura as mi ffidades dou
prelos mocos mui nara to-

ara ti o ui-
nos urna casa n > ra do cakierpira e orna
; ni ra de
mi ia ag i n 1 Ir 1 :inho
iS verdes casa terrea -5-
I 7* Tres cacees de rolas de Efamburgn -
ilhas d 1 Pai e am i de
\,

nnn
. era
agoa ,
Co
iii n r ?i s
ias
no assougue
iST Carneiros, todos os 1
francs defronte da cadea.
iSF Piala velha ; quem liver annuncie
para ser procurada.
S2P Urna escrava creoula 011 de cacao ,
deidadede 18 anuos, quo seja muito boa
engoramadeira, cozinheira, costureira, cque
tenha urna cria de a anuos ; na ra da penha
no fundo do Livramento no -i andar do 3, so-
brado.
l^F- vSiicoenta ps de rosa de alexandria .
eoito psdefracta pao ; na ra nova loja de
fasendasde Luiz4a Costa Leitejanto a pon-
te la-;'oa vista,
V e fi d a s
ulllas da Soce I 1 ortuiia Ty-
uografia da Lotera de N. S. do,Livri
o ;; nhando a decima parte dos pre dos, a
pre :o de 56o nesta 'i.'. a na ;
n o', e na 1 1 ,|;,
Rozarjo loja de miudezas 7, c na roa do
io 1 ija de relojoeiro
Na casa de Fox & Stodart, per pro-
cos rasoavis, muito seguras, e hom f
1 I .:- mJ os e qu ilid
! ara is de assucar tanto para* ani-
maes como para agoa e vapor, igualmente
superiores assentamenlos de laxas de ferro
batido e coado das melhores fabricas de Ih'la-
terra assentamenlos de laxas quadradCT de
nova nvenco lomos grandes e pequeos de
forro para coziniar mandioca, maquinas de
vapor do lona de {, (3, e 8 cavallos e ou-
iras muitas ferragens os pretendentes diri-
jo-se a ra desenzalla nova armazensD. 1 e
a do bairro do Recife.
Urna negrinha de idade de 738 an-
nos ; na ru do Collegio l). 11 no primeiro
andar
*. I r Pannos de linho cm pecas de ira ifi
varas finos a 700 rs. a vara, picas ue renda
de ludio finas e la m o varas a !\ foo ,
meias de linho para hornera grandes e fi-
nas a 4800 a dusia len osde.seda prdtae c
cores a.-4uo, canarios de imperio em vivoi-
ro a .'.2.0 rudo do Porte da melhor qua!i-
L.i.r posaivel ; na ra do fagundes :>. h.
Ribos co s is d ri
ror p 11 ..i-' i; e
narli .. ir n r ia d 1
1 : s quarti is ir sendo lisas p de-rosens por se
rauaar de negocio quem'lo*%ar de 10 1
crasa a-dinbeirt promot >, da-se a mi ia pi-
tuca e 1 retalho as lisas 80 e a3 de n
q aoo rs. ; na ra nova armazem ao p da
te de l-ui. da Costa Leite.
r Urna escrava de naco de idade de
38 cunos lava 1, e lie quiundeira
por i5o,ooo por se ter grande precisao, <
da-se a contento 5 na ra direila i), ao lado
do LivniEjenlo.
si r Brose uins de daraque para senhora ,
Bolina de Lisboa, ditos francezes, sapa-
tos de urna e. duas solas, meos botins edito
bozeguns de lustro com o peilo do p da brim
e deduraque preto sapatos de muro de lus-
tro para hornera esenhora ditos de dura' 1 ,
selim e marroquim do todas as cores. chi
moleques i\r bonita figura de
idade 1 a i2 annos ; na ra da sei
velha D. -
Taboas de pinho a o rs o p de to-
uas as larguras, grqssnras, e com primen tos
Hiero;'-: ipar o armazem ; no por-
o das canoas no Recife armazem que foi do
Calecido Domingos dos Passos a fallar a Joa-
quina Lopes d'Almeida.
S_^~ liitnage de ferro muito nova e limpa
or preeo coraraodo : na ra do Rozaro da
Boo vista sobrado que est por acabar.
Urna escrava de naco costa, boa co-
nheira e cusa boa ; na ra do Padre Fio-
nano sobrado de um andar que faz quina para
o hoco dis Carvalhas.
cios bilbetes ia Lotera do Livra
virosa 58oo ; no atierro
ik B01. ri 11
esapareceo no da 8 de Janeiro 1!)
ente auno, um escr > de nomo .
d? naco 111 da h mi fill 1I0 que 111
1 i s fcm um c.i-
1 fu 1, rosto c un 1
1 chi is I uch
pu *i las [i ira h uIi e 11 cuas ar-
las ; roga -se a todas as inljioridades p 1
iH-iaes o ca] i! es de le fa iei .. : idas
netas para o m ; o abis >
o lem ppr informucoes que o dito o.s-
uravose u laaroitadoera uraa casa fora da
1 qh nada
e.\,?e da pessoa qu o 1x1 um imente o pre-
po de 1 o.juanto dco por elle e send >
era contra essa
pessoa : quera a 1 garlero a ra d> trapiche
I Jos \ 01 i. simo da llocl
tST Fugo no da preto de 1 /clorino do gento de an-
gola, o qual se 1 '. va no sitio de cajueiro ao
p da ionio da passagra da Magdalena com
os siguaes seguintes; do idade de 23 ano.).,,
baixo e grosso do corpo com o rosto bastan-
te picado das beciugas bem ladiito, e nao
1 preto com esta marca L- no pei-
1
i
va n. -.
"*vsr .....|n
I 1 bom ti.;- 1. reco 1
la no Com 1
cravos um mol ito de idad
e de boni a ;ura H
m
. tu
,: .. 1 annos de i
de tesl .......>s grai 1 vivos ,
'> n urna pe |iiena sicatriz
' sobr'i Iho 1 '.. ui nos, i .
tura ular secta pea pequeos e
1 <. vi. [ida com um 1 carniza do algod
nova vest o 1 e chila '. levando ou
),
outia terrea na ra da iuia: ao laTdo'cr- l"? :' ***? ^ '" da
poSanto tjsedr --..u-, que sera recompensado
W" A 1 rincipal ferramente que se faz ne-
cessaria a othchia dedetannerro sendo ludo
iu no

J rl'tU
L ni ca 1
j.
vallo sellado e enireatlo par so
mil rs ; na ra di liuVussa da Gloria para a
,i Alegra venda defronte da casa do Sub-
' releite
IS?" ...ios bilbetes da Lotera do Livra-
mento a Jooo; na palco do lerco venda i), i).
C?" Caixas de talbarim e raacarro, era
pe feilo estado looo e barricas cora 3o li-
bras de is a 000 no annazeui de
Pereira & Companla no
PARA O ARACAll o Brgue Escuna
.Nacional AracatjPde que be Meslre e Platico
Joo Antonio da Silva : quem no raesmo qui-
ser carregar enlenda-se com '!!o Meslre, ou
com Antonio Joiquim de Souza libeiro.
PARA A A GOLA segu viagea rom brevi-
dadeo L'rjuc lirasileiro Amparo torrado e l Augusta e na do Padre FJoriano, a quail
BodrL'Uc
Loco lio capim
Um preto official jo oleiro e pro-
prio para o servico d 1 iinpo} na ra da moe-
da D. i.
Sa> A venda que foi do Sr. Pedro Igna-
cio Baptista na pi ac ua lioa vista a di-
ubeiro ou a praso a tratar na mcs.raa.
i" Tres casas terreas novas e hena cons-
truidas, sendo uraa as 5 ponas, na 111
feilo pelo melhor aulhor no Porto e ch ga-
do ltimamente ; na roa do Torres armazem
de assucar por baixo do escriptorio de J0S0
Pinto de Leoras.
tss" Urna venda as 5 ponas L8 com i
portas um grande auarto no fundo da casa ,
cozin&a Jora., quintal, cacimba, o sola.;-, a
tratar no largo do IVr o loja de ferrogens- do
lado direito.
ey Tres moradas de casas terreas no at-
'. a ga is pega 11 a venda e pas-
sando o sobrado do fallecido Bautista 5 a ira-
lar na ra da de Ueos n 1 .
Um moleque de naco, deidadede i
anuos do bonila
.: ura,
canoeiro e pti-
ma para todo servico ; ya ra < do Ro-
zarlo lv, u armazem de trastes.
Terrenos cora arvoredos de fructo na
passagemda-Magdalena, cora porto de em-
barque na cambua que va pai 1.1 .,1 un ia ; a
propriedade da otaria e cazinhas, lodrfs ou
parlo., junio a ponte grande do mesrao lugar,
e ; a casa terrea com
solo pegada a mesma propriedade, ou by-
polbeca-se; o tratai com o seu proprieta rio
Joaquim Becerra Caialcauti.
.ii preto eaj inbeiro 1
canoeiro ; jia ra eslreita do Roario t), M
UO .1
fer Uraa escrava d 1 de id
ranos cozinha o diario de uraa casa, e
"jj ; nu ra nova loja de Cadeiro
ciiua.14.,
NAVIO ENTRADO ,\0 DA iJ
10ST0N ; 70 das, late Americano Vil-
la ede ) tonel Cap Isaich Kaowtes ,
equip. 5 cirra farinha de trigo j a i/en-
rqae '.' nnpan ia.
SAUIONO DA i4
I*1VI Rf )L i Irigue ln les Diadera Cap.
James llosa, carg 1 a aucar e algodSo.
> NO ,)l V 15
HtPlj odas, Vapor Nac.
. Paranliense lauto o Capito Te-
'L'" ir Sobral a.Vlc. Calmonf &C
l1;-' I Esquadra Paybr. '
LISBOA ; 5 dia*, Brigue Portuguez Flor
deBeiris dea tonel Cap. Jo^ Tno-
mazdeLiraa &[uip 1 ,-a^ generoJ
dapaiz 5 a Alanoei francisco P onles,
> -S'J .:- O IA.
'"'' rngleza Cuiumbus,
Ca >.
1"

...
, e assucar ,
. o um,
i'..\ ...... >[\ ,(j
0A ; :. di J1 Portugui
lluel u tonel Capi
Juil ," a equp. 9 ,
<-, podra e vinho j Thomaz de
Aquiuo -
O iS
1,01 ruciar ? a t rea Austraca
Joucika, para acabar de carregar.
RClbi
.1'. t, i', l^O


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