Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03520


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Full Text
r
Anno de 1840. Quarta Feir
Tudo ngora
e*o, a energa
com adiniraco catre as Naces mas cultas.
depende r)e mis mesmos; da nossa prudencia, modera-
continuemos como principiamoa e seremos apontados
Proclamnco da Assemble Geral do BratiU
Suhsereve-se para esta folha a 3(?oo por quartcl nM ,h;. j
,s.a 'IWrafin, ra das Cruse. <). 3, 7J2 Tti3
m 57 e 08, onde ceben, correspondenciaslega'lfcadet, eann S
Mnnde-tt estes grat.s, sendo dos proprios Signantes, e viudo as"l
gnaiios
Partidas dos Crrelos Terrestres,
Cidadc da Parahiba^Villas de sua pretenco.
Dita do Hio Grande m> Norte, c Villas dem," ." .*."
Dila da Fortaleza Villas Jd;m.......
Villa de Gnianna..........
Cidade de Olind-..........''.'.'.'. I'.'. '. '. '.'. '.
Via deS. Anuo..............* [ "
Dita deGarannuns c I'ovoaco do Knnii......
DhasdoCabo, Serinhaem, Rio Formoft, Porto Calvo*
Cidade das Alaooc, e Villa de Murci...........
Vdia de Paja de Flores............... ..Y.".'.".
Todos os Correioi partem ao meio da.
3. deJunho. Numero 123.
CAMBIOS. Jnho a.
liOHdre..,... 3rt i/a d. por 1/coo ced.
-wboa.....,. 70 a 75 por 0/0 premio, por mcialolerecido
F'nuca.......7;p 1. ;'. poi franco.
nio de Janeiro ao par.
OUHO Moedasde 6 P ')< ,, Aovas
V'j Ditas de igcoo rs.,
PR ATA --. Pataces Brazileircs--------------
" Pe os Columnarios---------------
jDos Mexicanos ----------
V' Miada................
Descont de llhetes d'Afandega I 1/8 por loo ao mer.
dem de Letras q', por ho.s firmas oifercido.
Mocda de cobre 3 .yor 100.de disc.

4#7oo a iffgoo
14^500 a iS-jod
K#ooo a Hfnm
jjWo a 1#660
1S609 a itffjri,,
#620 a *)ti5o
iffHo a i#4(Jt>
Das da Semana.
/Segundas e Sextas Fciras.
, T Quintas tenas.
Das lo, e a de cada mei.
. dem 1 11, e 21 dito dito.'
dem Ideni
. dem 15, dito dito.
1 Segunda S. Firmo M. ---..--
a Terca.....S. Marcelino M.-----------
3 Quart.-------S. Ouvidio B........
4 Quinta-------S. Francisco Coracioli.- .
5 Sexta---------S. Marciano B. ---------- S=. da Tliex. c aud. >!o.l . <"ia
(i Sabbado Jejum S. Woberto H. -
- Ssssap da Tcz. e snd. do J. de O. dai. y.*
- Rsl.. e aud. do I. da I. v. do C. de m.
- Smho da Thez. eaud.do J. .le D. da 3. v.
- Reiac. c aud. do J. de D. da 3. v.

- Kel e aud do I de I). 10 b. 56 m. datarde.
3. v. Quarlos cresc.
7 Dora.--------- Pascoa do Espirito Sauto.-------
Mure cheia par% o din 5 de Junho;
As 7 horas e 4a minutos da tarde A3 8 oras e G minutos da manh.
RIO DE JANEIRO.
ASSEMBLE GERAL LEGISLATIVA.
REONIAO'DE AMBAS AS CMARAS.
Sesso em So de Abril de 1840.
do Snr. Francisco de Souza Pa-
conclue sendo de opinio que o imposto nao
viola o tratado rom a Inglaterra e por isso
vota contra a emenda.
O Snr. Moura Magalhes responde asol-
Presidencia
raizo.
As de* horas emeia da manh faz-se a
chamada e reunidos ein numero legal os
Snrs. senadores e deputados abre-se a ses-
so le-se e approva-se a acta da antece-
dente.
Continua a discussao addiada sobre a emen-
da do senado, que supprime o 33 da pro-
posta do governo qUe versa sobre o imposto
as casas de commercio, quettvessem mais de
um caixeiro estrangeiro.
O Sr. Rues Maeliado tendo a palavra1 de-
ca ra que cede della, se acaso a assemble ge-
ral quer votar.
O Snr. Andrada Machado pede a pala-
vra.
O Snr. Nunes Machado tetn a palayra so-
bre a materia, e deejara relativamente
; algumas emendas que tem sido approva-
das, que sempre en tendeo que urna maioria
de tres ou quatro membros nao honrava o mi-
nisterio.' O Ilustre deputado pronuncia-se
contra a emenda em discussao edz qte o
seu fim que saiba o oaiz qual a sua ira-
ca opinio a'respeito desta materia. Parece-
Ihepois, que aquesto da inconstitucionali-
]ade das emendas auxiliou de alguma maneira
a passagem de algumas pois que nao se en-
trava na materia de sua inconveniencia, ou
conveniencia sobre a emenda cm discussao,
declara que de nenhtima maneira pode votar
a favor della. Responde ao que disse o no-
ble ministro dos negocios estrangeiros na
sesso anterior ceiea do imposto. Re-
bate o argumento de .que se valeo o nobre
ministro quando quiz provar que o imposto se
devia abolir por ser anli-economico, vexa-
torio, e pouco rendoso, demonstrando que es-
te imposto rende no Rio de Janeiro trinta e
dous conlos, e que as mais provincias po-
llera ser avahado em outro tanto o seu rendi-
mento lugo nao Ibe parece pouco rendoso
nmimpesto queda sessenta e quatro contos
de reis. Depois de outras observaces con-
clue votando contra a emenda.
O Snr. Andrada Machado falla sobre a
materia, desenvolvendo a doutrina dos a,rfigos
. e 5. do tratado com a Inglaterra, responde
aos argumentos do nobre ministro dos negocios
estran;eiros sobre esta qui/sto, e moslra que
o imposto de que se trata nao ofl'ensivo do
cr.rvirr.no .1 1 .. ,.....1 v. .... iui.iu i,uc; navia maniieslad
,1" ^? n0l,,rCS,min'S,r0S ,,a fasPn eslrangeuos produzulns na sessao anterior e
Ibes observa que elles j se nao fasem fortes
sobre o tratado em apoio da emenda ; agora
no que se fasem fortes na opinio de que
a imposico nao deve prevalecer por
que ella anti-economica vexatoria e urna
verdadeira capitaco Responde mais ao no-
bre ministro dos negocios estrangeiros, ref-
rindo-se ao facto acontecido sobre o apresio-
namento de um navio portuguez 5 declara
que duvida milito que essa pfesa fosse feita
alem de tiro de cdnho da fbrtalesa como1
asseverou S. Ex., porque nao isla o que
consta em toda a cidade do Rio de Janeiro.
Demorou-se o orador nesta queslo comba-
tendo todos os argumentos apresenlados pe-
los^ pobres -ministros censurando a conduc-
ta do governo actual a respeito deste negocio,
e declarando que para dignidade da assemble
com os principios de economa poltica.
O Snr. Alves BrtfnCO (ministro da fa/.enda)
responde ao Ilustre deputado e insiste na
mesma opinio que bavia manifestado na sis-
orador deca
o nobre
tara que estava prestes adeixara
administraco por presumir que nao leria
aconfianca da maioria da cmara, suppos-
to estar persuadido que tem a conflanca naci-
onal e que nao tem praticado acto al-
guraemsua administraco que o possa des-
honrar. (Apoiadosj.
O Snr. Henrique de Resende pronitcia-se
a favor da emenda do seriado nao por jul-
girque o.imposto offende o tratado, mas
por entender que tal imposto nao presta pa-
ra nada.
Muitos membros da assemble nedem vo-
tos, '
Julga-se discutido a materia.
O Snr. Moura Magalhes pea ordem re-
quer ao Snr presidente votacao nominal
\ ^ni' nnndiJAwI. 1._________"i 1
Dilo Ao Inspector da Thesouraria d
Fasenda approvando a arremataco das
Rendas dos Predios pertenecntes ; Fasenda
Nacional feila por a mesma Thesouraria por
lempo de tres anuos.
Dito Ao Inspector da Thesouraria das
Rondas Provinciaes. remeltcndo-llie um.i
copia da Le Provincial numero 87. oreando
a Receita o fixandoa despeza para o anno fi-
nanceiro de i84o a i4i, a fim de que a
cumpra, e faca cumprir pela parte que Ibe
loca.
Dito Ao Commandante Superior da
Guarda Nacional do Recife respondendo-
Ihe que pode mandar reunir o Esqn-
dro de Cavallara da mesma Griarda Nacio-
nal para o reconhecimeifto do Tenente Joo
Francisco Carneiro Vlonteiro.
Dito Ao Prefeito da Comarca respon-
dendo-lbe que a Caniar Municipal des-
ta Cidade, cumpre fornecer o lampio de
qne a Cada tem necessidde, e que por con-
geratellanaoideveannuiraoprocedmentodo querin.ento porque em conformidade do
tratado porque o imposto nao laucado so-
bre os caixeiros estrangeiros e sim sobre as
casas de commercio anda que elle orador
leconbece que esle imposto vera a m-ahir so-
bre elles. Declara o Ilustre orador (|ue nao
C da sua iu ten cao a ta car iiuiiliumu da admi-
nstracoes porque entende que ellas nao po-
dein ser atacadas sem ser ouvidas. Reconhe-
cece o direito que tem o poder executivo de
suspender urna lei, quando eulenda que da
sua plena execuco vcnbo males ao paiz :
mas observa que esla suspensa nao equiva-
le a urna mandaco. e entende que o gover-
no em casos de duvidas deve recorrer ao cor-
no legislativo. O. lluslre orador faz outras
bservacOes acerca do objecto eat qaeatfio e J
gabinete actual. Vota contra a emenda e
na occasio da Totaeo pedir sobre ella vo-
tacao nominal.
O Snr. Lopes Gama (ministro dos negocios
estrageiros) responde aos Ilustres deputados
que dtscorrerao contra o que elle ministro ha-
va dito na sesso antecedente e entre mui-
tas observacoes que faz sobre a mateiia de-
clara que o principio que a cmara do sena-
do leve em vista para votar contra este im-
posto fra de que o imposto era contrario a
todas regras de economia politica, e nao o a-
bolio por motivos de consideraco por esla
ou aqulla naco. O nobre orador torna a
insistir na sua opinio deque o imposto vae
de ncontro ao tractatlo, que o Brasil tem com
aquellas naces, em cujos tratados foro e-
quip'irados os subdilos dessas naces com 09
subditos Rrasileiros no que diz res-
pciro ao pagamento de|lribulos. Enlende que
o imposto laucado sobre caixeiros estran-
geiros logo lancado sobre subdilos in-
gleses Torna a fallar sobre o facto do apresi-
onamenlo de um navio {porluguez pelas for-
cas martimas inglesas em que bonlem fal-
lara c demonstra pelas indagaces- a que
mandou proceder que a presa fora feita a
cinco mil has distantes da costa, e nao a tiro
de canbo da fortaleza como se disse Faz
outras observacoes defendendo-so das ar-
guices que se Ibe fizero.
O Snr. Maciel Monleiro responde ao nobre
ministro dos negocios da fasenda em con-
sequeneia deste lluslre senador ter avancado
na sesso anterior que a administraco de
19 de setembro liaba afretado no anda-
mento desta queslo, e Ibe pede licenca para
Ibe diser que o nobre ministro laborou n'um
completo engao quando tal avancou. O l-
luslre orador sendo n'esM poca ministro dos
negocios estraugeiros, explica o procedtinen-
to do governo de enlao sobre o objecto e faz
que o gabinete de 19 de setembro entendeo
ver que o imposto nao ollendia o Ira lado com a
Inglaterra e que regetlou completamente
a proposiciodo mAtro britnico.. Explica,
ejuslilica os motivos da pequea demora que
houve uesse negocio e pro va que nao bou ve
fraquesi, Den alroxamento da parte do ga-
binete de 19 de setembro. ( Apoiados. )
Pronuncia-se a final contra a emenda do
senado anda que elle orador coitvem em
que a imposiciQ nao esl muito" de acord
1 --------------........... ,,.m..lulI111;uaMul
U >nr. presidente observa ao lluslre do- ta da consignaco marcada para sustento do
putado que nao pode defir.r ao seu re- presos desta Comarca devem ser compradas
- as jarras e quaes quer outras vasilbas, que s
fizerem mster aos mesmos presos : cumprin-
do a acrescentar que sobre objeclos taes deve
o mesmo Prefeito providenciar, a vista das
ordens que Ibe bao sido expedidas de modo
que os presos tenho o sustento queahuma-
nidade e as Leis Ibes conceden!.
Dito Ao Desembargador Juiz Relaclor
da Junta de hstiea enviando-lbe o processo
do Reo Francisco Jos Barbosa Soldado da
Companhia Provisoria de Capadores da Pro-
vincia da Paraibu a fim deque o apresen-
te em sesso da mesma Junta depois de
visto.
Dito-Ao Cid. Joo Pedro d'Araujo e Lgui*
arencarregando-o da adminslraeo da obra.
I do Palacio Velbo visto achar-se o Ii
regiment da casa nao pdehaver votaco no-
minal.
Posta a votos a emenda do-senado appro-
vada por 53 votos contra 27.
O Snr. presidente convida a assemble ge-
ral a reunir-se no sabbado a fim de se con-
tinuar com a discussao das emendas que fal-
to, e levanta a seso depois das duas horas
da larda.
PERNAMIJUCO.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do da 16 do passado.
, visiu uLiiar-se o Inspec-
tor Geral das Obras Publicas sobrecarrea
OfficioAo Inspector Geral das obras pn- do de diQVrentes trabalbos, e lhe nao ser nos-
icas para fornecer ao Commandante do sivel assistr a lodos.
Forte do Buraao os paos de estivas vellas da. j Dito Ao Administrador Fiscal das obra?
ponte da Roa-vista que forem necessarios publicas .comniunicando-lhe o conteudo no
para o parapeilo do attlerro que se est fasen- precedente ollicio.
Dito Ao Inspector Geral das Obra? pu-
blicas fasendo igual communicaco
-------t-----, -----------M-------_.,. ._.
do em frente do mesmo Forte como reduesi-
ta o Commandante das Armas
Dito Ao Commandante das Armas, com-
municando-lbe a expedico da ordem su-
pra
_nicaco
Portaria--Ao Director interino do Ar-
senal de Guerra para fazer embarcar cm o
Navio que se deslina a Una de Fernando os
^ Dito Ao Commandante Superior da objeclos que tem de serem para ali remet-
(tuarda Nacional de Goianna, significando- tidos
------------------------------------ ^-------------,^ .(l.....
lhe que tendo a Le Provincial numero 87
de 3o de Abril deste anno artigo aa redu-
zido ao numero de 3 os Cornetas dos Munici-
Idem do dia ao.
Omero -- Ao Commandante Geral do Cor-
po de Polica, respondendo-lbe, que haja do
pos do Rio Formoso Serinhabem Caba, apear os soldados da Companhia Montada
Santo Antao, Pao^ do albo Nazareth, Li- deixndo somonte ficar aquelles. rnie forent
moeiro, Iguarassu eGoianrta,je os dosoutros absolutamente indispensaveis para o servico
Municipios a um sendo tambera um Trombe- ordinario de orden : e quanto aos Cavallos
la para cada esquadro ; cumbre que da as' que nao forem precisos, que contrete com al
necessaria* ordens para que assun se execute gura particular, que se uncumba do sustento
do 1. de Julho prximo futuro em diante na
parte que Ibe loca.
Iguaes olhcios foro expedinlos ao- Com-
mandante Superior da G. N. de Flores .
aos Cheles de Legies da Guarda Nacional ,
eaos Cheles dos Ralulbcs do Pao do Albo ,
Jgiwrassu, Bonito e Cimbres,
dem do dia 2.7.
Ofhcio/ Ao Commandante das Armas,
para mandar avisar os VOges Militares da
dos mesmos pelo preco que mais convenha
aos intereses da Fasenda.
Dito Ao Coronel Cbefe da Legilo da G.
N. de Nasarelh aecusando a recepeo du seu
officio de 25 do corrente cobrindo o mappa da'
forca da mesma Legilo prganisado depois
da quahca(o leita em Janeiro do corrento
anno.
Portaria Ao Director interino do Arse-
[nal de Guerra, para fornecer, ao nspeelor
> !" -%.-., mi4 lornecer, ao Inspector
Junta de Justiea para comparecerem no diajo Geral das obras publicas a ferramenta cons-
do corrente emqueseella tem de reunir
Dilo Aos Desembargadores Vogaes da
mesma Juma para comparecerem no dia jo
do crrente cm que ella, tem de retuiii-se.
lante da rellaco que se lhe remelle para 03
reparos do Hospital Rcjimonlal de primeira
linha.
Olcio--Ao Iospoctor Geral 4as'Obra
1


DIARIO DU
PRRNAMBUCO
h




Publicas, cnmiminicando-lhc a expedicSo
ila oniem supra.
ti:zol'rad\ provincial:
EDITAL.
O Inspector da Thezouraria da; Rendas
Provinciaes : faz -publico que em virlude da
Le Provincial n. 87 de 6 de Maio parante
o Tribunal da rnesma Thezouraria nos das
19, tt e a3de.Jiinho prximo futura as
enze horas da manhaa se ha de arrematar cm
hasta publica a quem roais der por tempo de
hum anno contarlo do 1. de Julho do corren-
te as Rendas segu ntes.
j. Furo das caxas c fechos d'assucar.
3. Taxa das passagens dos Ros dos Muni-
cipios do Rccifc e Ulinda.
As pessoas que se propozerem a esta arre-
mataeo compareci na Salla das Sessoes (ia
predita Thezouraria nos dias cima indicados
munidas de Fiadores idneos.
E para constar se manduu alixar o prezen-
te e publical-o pelo Prelo,
Thezouraria das Rendas Provinciaes do
Pernambueo 3o de Maio do 184o.
Joao Baplista Pereira Lobo Jnior.
.-grvm^^Kfi
*
ve fina. Estes Iiomens ordinariamente in-
dotitos e orciosos tomao por passatempo o
'.cuc^j ir o reputacao albeia ; e pondo sempre
por diaule a cantilena de notoriedade, vao de-
Sumario ex officio contra Francisco Joze Fe- sacreditando horrivelmrnte o bom nome da
TRIBUNAL DOS JURABQ&
Sessao do da "o de Maio de 184o.
Jury de Sen tenca.
em muilas colizas he nossa prxima. Final-
mente perguntarei a esses 'malignos detracto-
res do bello sexo r j virio alguma senhora de
certa idade por diante e tractando de es po-
zar-so di/.fr exactamente os annos, que lem?
Diversas lleparticoens
ALFANDEGA DAS FAZENDAS.
EDITAL.
Vicente Thomnz Pires de Figueiredo C-
namo Inspector d'Alfandega faz saber que
no da quinta leira 4 do correntc se hade ar-
rematar em hasta publica e na porta da rnes-
ma ao mciodia trez cuslureiros de cbaron,
no valor de i5os rs. quairo lequcs sendo
dous de cbaron e 2 ditos de penas 5o r*. ,
impugnados pelo a. Escriplurario Luiz da
Veiga Pessoa no Despacho por Factura, de
!N uno Mana de Se i xas sendo o Arrematan-
te sugeito ao pagamento dos Direitos.
Alfandrga a de Junlio de i84o.
Vicente Tbomaz Pires de Figueiredo Ca-
ma rgo.
MEZA DO CONSULADO.
Paula do preco correntc to assucar ulgodao ,
e mais gneros do Paiz que se despachad
na Meza do Consulado de Pernambueo na
semana de 1 7 do mez de Junbo de
1840.
Assucar B. novo 1. S. ar. aioo )
2. aooo ) ooo 1. Q.
3. u Ip.00 )
800 4 u 1760)
5. tt 1 (ico ssGooa. d.
0. M 146o)
Dito M. novo 800 1. S. a. t lSo9{i|Boo'iSd !300 ) '
Dito D. vclho s. 11 180 )
%t u i. Tco )iVoo 1. d.
5. - i 1 0 )
. ' u 4&o )
S t< iaoo )f|3eo 2. d.
(i. " (t 1 l5o )
Dito M. velho . U l0)0> 1*000 1.4.
5 00 a. < & O00 ) -
Algodlo e- p! iir.a i. Sorle l 7/(00
3. O'ioo a ** 5Aco
lix por alcuriba frexa por crioic de ferimen-
tos ; lni condemaa lo era seis me /.es ^ ineio de
prizSo e multa de 36,ooo rs,
Denuncia do Dr. Promotor contra o mani-
jo Joaquim do Nascimento por rrime de humaJ
bofetada ; fui condemnado em dous annos .
c mulla de 43t).noo rs.
Sumario ex officio pelo extincto Jui/.o de
Paz contra o pardo Vicente Ferreira de Mello,
per crime de faca de pona ; fui condemnado
revelia pristi com trabalho por seis mezes.
Dito dito dito dito dito Contra Antonio Joze
da Silva poralcunho Porahiba \ por crime
de Rgida de prezo ; foi condemnado era 14
mezes de prizao,
.Diaji.de Junbo, Scntenca.
Recurso do Jury de Goianna do Reo Ma -
nce! Antonio Coilinho por crime de erimen-
tps ; foi condemnado em 9 annos e 4 uie/es de
prizao ,,e multa de 851,000 rs.
Sumario ex officio do extincto Juizo de P;iz
das 5 tontas contra Francisco Pcreira da ST-
va Moracs por furto de csc.vs foi uni-
demnado revelia cm !\ annos e 8 mezes de
prizao e multa de i?.o,ooo rs.
P R E F FJT'JR A.
Parte do da 3i de Maio do 1840.
Illm. e Exm. Snr Forilo hontem presos
pelo Sub-Prefeitodo Itecife o indio IVCanoel
Joio do Nascimento por suspeila de ser de-
zertordei. Linha ; foi remellido ao Com
mandante Geral, e Joze Antonio Moreira ,
branco porter iusultado n'esla Secretaria o
seo Oldenanca estando cm diligencia doservi-
co e respoiider-me dcsattenciosamente : e
pela 1. palmilla do disti icio do Carmo a pre-
la Antonia escrava de Maria do Espirito
Sanio, por estar fgida ; foi remettida sua
Senhora.
O Sub-Prefeito d esta Freguesa partecipa
que hontem pelas seis horas da tarde espont-
neamente se Janeara em um canal que corre
por detraz do sobrado de Joao Ferreira dos
Santos no lugar do Atierro dos Affogados, o
Portuguez Joze'Gomes morador que foi ,
na ra do Rozario : e que lendo acudido ao
lugar vaiias pessoas em canoas para o salva-
re j mais o podero conseguir pela violen-
cia da correnleza : deixou-se de proceder ;
competente vistoria por nao haver ainda ap-
parecido o cadver.
E' o que consta das parles boje recehidas,
Parte do dia 1. de Junbo.
Rlm. c Exm. Snr.Partecipo V. Exc.,
que hontem nao occorreo novidade.
Dia a.
Illm. ef Exm. Snr. Foro hontem presos
pela 1. palrulha dodislricto de Fora de Por-
tas da Freguezia do Recite o Hcspanhol Ma-
noel Francisco Moreira por tel-o encontra-
do com um comparo de seo officio foi sollo:
pelo Sub-Prefeilo damesma Freguesia o Por-
solleira da casada da v,Ka do Magistra- i Algnmas ha tao escrupulosas_a esle respeilo,
Jos Matia Cezar do Amara).
Francisco Jote Marinho.
Feitores e Conferentes
Rendimrutoda Meza dis Rendas internas (ie-
raea no noez de Maio p. p.
Taxa de ?js' rs. por escravo
Jdero de 1^ rs dito
Matricula do Curso Jurdico
Carlas de tachareis
Emolumentos de certidoes
Eireitos novos e velhos
Ditos de Chancellara.
Impostosde letras
Dizima de Chancellara
Verbas de dita
Impostes de Caixtiros Exlranci-
res
Foros de terrenos de Marinha .
I.audtmios
biza dos bens de Raiz
Iinpustos de lojasaWrlas
Jdem de Carcas do interior
Sello do pajel
2co.ooo
l;a47>0O
2.r,bpo
4,000
,5-jo
C43>5
14,5o
ni,i5,i
I18.3K-
,16o
2.820,0.00
5,43?
19,000
8:5o5,^27
4^0,ouo
14,400
i:v6i,oo
i5:4i3,o5i
FtreLoiia i. de Junbo de i&4
O Administrador.
\ntcnio Fcireira i/uicle Vcll
u Joaquim Ferreira Pinto requisiefio
do inspector do Arsenal de Marinha por ter
dudo escpula um marinlieiro, desertor do
Brigue Escuna Mictberoy depois de estar elle
preso ; loi recolhido ; Lade:a : por um sol-
dado de 1 olicia o marujo Joao Alvito bran-
co por ser o desertor, de que se trocla : loi
remedido ao reffendo Inspector : e pulo Sub-
i refeito desta Freguesia o l oriugnez Fran-
cisco Joze Lisboa, porter turtado um relo-
giu i seo coropanheiro Francisco Florencio
La rlcs ; lu solt.
' o que consta das partes Iioje recebidas
n'csta Secretaria.
Carapuceiro.
do ; do Sacerdote do Funccionario publico.
&c &c. Muilas vezes tiuba en em boa conta
a esta 1 011 aquella senhora ; c huma dessas
lingoas satnicas taes fados me refere reves-
tidos de taes circunstancias que pelo meno-^
vera por-me em duvida a respeito da sua hnn-
ra. Taes homens sao commummente enge-
nhosi$mos em envenenar as aeges mais indi-
ferentes ; e como d'ordinario tcm glandes de -
feitos e mazellas iuigao-?o descapttvados
de censura manifestando ;s fallas occullas
dos mais.
Muito maisdctestavel heaquclle, que cora-
munica a oulrrm o segiedo (ue se Ihe con-
fiou ; por que falla de caridade acreseenta a
perfidia. Se huns nao guardnsscmos os se-
gredos dos 011 tros oque seria a soeiedade
humana ? Melbor fora viver no meio dos bos-
ques em companbia das (eras. Aquillo que
se nos confia cm segredo he hum deposito
sagrado que devenios guardar religiosamen-
te ; ede nenhurna sorle passalu aoulrem : o
segredo em fim dos ouvidos deve passar ao eo-
racao e docoraco a sepultura. Mas h. ho-
mens incapazes de guardar segredo e taes
to ordinariamente os tagarellas os que o
vulgo costuma chamar pacholas os peralvi-
Ihos &c. &c. Huma pobre menina simples e
inexperta vendo os gatimanhos os reque-
bros os esgares de hum destes boginicos a-
credita em seu palavriado de tarraxa ; depois
de muito rogada e requestada cabe na pe-
quice de responder por escripto ao amante
brejeirote : nao h mais que esperar ; este
bandalho corre ao botequim loja botica,
&0. : s Ihe falta tocar chamada e a roa-
niesta os letras da misera rapariga al i pa-
tntela todo o mystrio se nao he que com
riso maligno faz alarde de favores. que nun-
ea recebera. He isto hum hom4im, 011 o pro-
prio diabo ?
A respeito das mulheres diz o antigo rifo ,
e nao en que segredo na sua bocea he agora
em cesto e at a propria Madama de Main-
tenon dizia que o segredo atormentava mais
a huma mulher, do que huma clica : a mes-
ma opiniao tinha o faceto La Fontaine a
proposito do que traz aquella sua Fbula do
que ficao-sc com o poni de 00 annos v. g. ,
o d'ahi nao passao. F ainda ha lingoa to
mr que diga que as mulheres nao guardo
segredo ? _
Concluirei esle Art. do Segredo rom hum
facto referido na Historia da Greda, e que
he huma apologa do bello sexo. Huma mu-
lher por nome Leo entrara na conjuraco ,
que secretamente Irabalhava por libertar A-
tbenas do jugo da tyrnnnia S >ub -o o ty -
raimo, c ordenou fosse ella posta em tor-
hira a fim de dcscobrir os seus cmplices;
mas r. herona desconfiando nos tormentos
Liu
da propria irairutsza cortuu a itugoa ; pe 1
que os Athenienses Ihe erigirlo huma estatua.
Qne mulher pfipantosa CortOU a lingoa ; o
porque ? (diz hum comentador ) Porque bem
saba, que a mulher, em quanto tem lin-
goa nao pode deixar de fallar e (aliando ,
l;i se esca o segredo Pelo que ( acreseenta o
mesmo esc iplor ) he prudencia nao confiar
segredo de ninguem e se !*r d algnma mu-
lher seja s a'aquetlu que (to tiver lin-
goa : o que me parece hum poueo epvgram-
malico como o seguinle quaitelo de certo
maganao.
Que falle a mulher sem lingoa ,
Inda pode acontecer;
Mas ter lingua e nao fallar ,
Islo nao dfio pode ser.
VARIEDADE.
O Nome.
Se o nome he huma voz com que se do a
conhecer as cotizas ( bem boa definicao d Ar-
tezinhade Antonio Pereira ) : parece, que
osAntigos ero mais exactos, e guardavao
melbor a propredade dando a cada hum o seu
nome caracterstico isto he ; designando-o
por nquelle defeilo por aquelle vicio ou
virlude. porque se fazia notavcl. Assiro em
Homero Juno he chamada a "ollhosde boi. M
Verdade he que huma rapariga com olhos
de boi nao poda deixar de ser huma furia :
mas quem sabe se haveria na Grecia al-
gum passarinho mui lindo a quem deno-
minassem "olhos de boi ; e por applicacao
dessem o mesmo epilheto formosx Juiio ?
marido que fingi ter posto hum ovo l pe- ] Muilas cotizas ignoramos 'dessas lao remotas
la noite velha prometiendo-lbe a mulher
invoalavel segredo de hum successo que o
exporia a os mole jos do povo ; logo pela ma-
pedindo-lhe se-
1a communicou a vizinh.i
ni
gredo que o seu homem pozera dous ovos :
idades ; e com quinto varios cavadores d'an-
tigualbas inculnuem decidir se Ulysses por
ex. ja uzava de tabaco 011 de charuto se
as celouras sao do tempo de Nstor se havi-
q pentes antes da Guerra de Troia kc zc ;
O SEGREDO.
A caridade he a primeira das virtudes na
vida social $ e a caridade nos imiMJe odever
de guardarnos segredo a respeilo d'aqut-lias
aecea que deven} ficar occullas que se
assim nao lora o que seiia do Lcm nome, da
reputaco e da honra ? Se a todos pois corre
oLiigaco d'encobiir anda aquetas aceces
ms de seu prximo, que hum accaso Ibes fez
conhecer ; oulra se abri e Ihe cominunucu o sen se-
gredo pedindo instantemente que Ib'o
guardasse ?
Entre tanto sao innumeraveis os individuos
qnerd'buro, quer d'outrosexo que se re-
;osijao grandemente cm maniiestar as actes
mais escondidas de seu prximo ; e nao puucos
se rcunem em sociedade para tao abomina- ra guardar segredo as fallas da natureza que
a vizinha passou o caso a outra, dizendo, que todava nada no9 dizem a respeilo dos olhos de
o homem pozera quairo ; e assim voando de' bui da senhora Juno,
bocea em bocea antes da noite contava-se ,
que o desgragado pozera duzias de ovos !
Eu porm que gosto de ser justo e te-
nho toda a dispozco para defender o bello
sexo calendo que as mulheres em geral
guardo melbor o seu segredo do que o a-
Ibeio. Em verdade qual ser a mulher que
depois de largos annos de casada e anda ,
coubecendo o genio brando e lolleran-
te de seu esposo Ihe descubra que Uvera
paixao por oulro homem antes do seu consor-
cio i' Creio que ainda nenhurna o disse.
Quasi todas sao mu engenhosas em encobrir
as proprias billas : mas sao facilimas ( diz
muita gente, eunao) em revelar os segredos,
que ibes confian. A mulher (diz. Teophras-
to ) em se Ihe communicando hum segredo ,
fica logo inquieta e com vivos desejosdeo
hincar lora como se o segredo fora algum e-
tnctico, e nao descanca em quanto o nao ar-
revessa. 1 t> segredo que passa de dous .
corre grande risco de deixar de o ser : quan-
to inais o que se vai communic&ndo de bocea
cm bocea?. Tenho ouvidodizer que assim
pralicaoas mulheres, isto he ; que vaotrans-
miltindo qual quer laclo escondido humas s
outras e sempre recommendando e pedin-
do segredo.
Mas em abono "da verdade confesso que
esta regra sotre muitas excessoens. Mulheres
ha cujo estomago conserva qualquer segredo
por lodo o tempo quedormem, e at por
mezes se estiverem em algum deserto : al-
gumas ha pelo contrario to discretas e pru-
dentes t que tendo-as os maridos ou aman-
tes abandonado por certos deleites fizicos ou
moraes guardo a tai respeilo inviolavei se-
giedo. Ecom que cuidado huma senhora
madura arranca ao espelho as cans que Ihe
vo pintando a cabera E o que he isto se
nao guardar segredo ao Tempo, que busca
patente** os seus estragos ? lelo mesmo mo-
tivohumas veslcm anquinhas ou estufados
saiolcs outras servem-se de panturrilhas pa-
A Historia nos diz que Aristlides efa cha-
mado o justo Scrates o sabio: que havia
hum Scipio condecido por antonomasia o A-
Iricano por cauzadas suas conquistas n'A-
fnca. O magano Ovidio como fos&c de
hum nariz descarnado era condecido por
"JN'aso" que quer dizer Nargo ou Na-
rigudo. Ainda nuiitos seclos depois ta viu-
da de Chris'.o vemos hum Carlos o Calvo ,
hum Culos Magno, hum Felippe Relio,
oulro com o nonio de coraco de leo etc. etc-
Quanto melhor pois nos seria se nao ti yes-
sernos perdido esle bom uz.o i1 Quem da ,
que possa conhecer, caractersticamente hua
homem pelo nome V. g. de Joze da Silva,
Antonio de Cervalho Manuel Pereira Joao
dOliveira Pedro da Cunda Francisco Ja
Serra Miguel Lopes liento Caldoso Ca-
tano Fonceca etc. etc. i' vais acertado fra
talvez segundo asqnadadcs porque qual
quer se distingue chmalo, por ex., Joze
o yclhaquele Joao 0 bashaque Qiiinquim
o peralvilho Manocl o pascasio Antonio o
caloteiro, Bonifacio o mentira Fabricio o
impolia Guilherme o impostor, Raimundo
o bobo Agostinho o trapasseiro esideio
o faquista Victorino o gamenho Roberto o
demandisla etc. etc. -
Tenho visto homens principalmente por
esses malos com humas caras cujas eices
sao taes, e quaes as de certos bichos. Se Ibes
pergunto pelos nomes nada encontr que
os caracterizo e me d a conhecer o indivi-
duo 5 porque lium cliama-se Domingos de
Faria oulro Paulo de Miranda, este BeJ-
chorde Rrilo, aquelle Jernimo do Ama-
ral cc. Ol qnauto melbor lora quanto
mais apropriado denominal-os Domingos o
saguim-, Paulo macaco Relehior moc, Je-
rnimo tat etc. C^uem nao lera visto al-
gum sugeito com cara tal e qual a de hum
papagaio e talvez at semeldanle na falla i'
E por que se ha de chamar a esse homem
tVlanoel Antones ; e it.io Manoel papagaio i1
O mesmo digo a respeito das niulhcrcs.
i






~p

DIARIO D R
PERNAMRUCO
%
TJuma menina graciosa 8 do genio brando om
1 vez de chamar-so D. Marqninhas Machado ,
Ymelhor fora chamar-se D. Marquinhas 6
\cmWmha. A que fosse muito formosa;mas ga-
menlia dcnominar-se-ia a Venus a mo-
desta Diana a de 'olhosmu vivos pella
hnni arisca a jnrili. J vi huma bastante
'i.i magra e trigueira denominada Qoi-
Ji'ha -, riucm'lbor fora a cb-massem eolia :;
rorque era vera ofigiedo Inl bichinho. liuma
mulber monstruosamente gorda e de eiccs
berrendas rom rue conscicncia se ba de eha-
ir.ar I). Antonia de I ima e pfoD. Antonia
a yapa ? Huma dessaa de cintura mu delga-
da e anquinbas salientes devera denominar-
se F a tanajura nn S. a ampulhela.
Adoptada ostnusanca, os maridos cleno-
minriSo as mulberec segundo as qualtdades
rnracteristicos de bada huma ; o assim este
chamara ; sua a sorna aquello preguica .';
sna boma seria conbooida pela logarella .
(mira pela lemos oulra pela cliorona ou-
Ira ppfaciosa*, oulra pela perdularia, outra
pela dengosa outra pela gamenha nutra
pela praguenta ,&.&., o vire versa ;is mu-
llrcres daran a seus maridos os nonus de es-
tragado grosseirn malcriado, jogador ,
frascaro perarvilho, impertinente, raim-
iento, tacanbo dnmnado, resinga con-
tris i'pilbetes ,- que ellas milito liem sabem
cufiar na lndainha dos seus ngastameutos ,
nSo rsquecendo o termo ,. safado ., queja
be tcnico e classico das descomposturas po-
pulares em o nosso Pernambuco. F.m verda-
cle qual he a mulherzinli.i que estando a-
gastada com o marido o este procurando eom
a lagos abrandar-lhe as iras, o nao chama logo
salado ? Mas d'ahi 2 poueo o safado ; nao be
salado; be o seu querido maridinho Tal
lie a docilidade do bello sexo !
Se o mundo conservasse a singeleza primi-
tiva esc regesse antes pelas realidades do
que por apparenctas nSo teria adoptado a
imil etiqueta dos Iractamentos honorficos,
que niuitas veres nada r.ssenlao as pessoas ,
a quem se applicao. F,m veidado porque se
lia de dar o Iradamente de Lxeellenra a quem
s heexeellente na intriga, nn velbacaria ,
6 n'outros vicios? Com que fundamento se
d; Senboria a quem nao possue se nao ms
mandas e tollice ? Sugeito h que em
vez de V, Ex. devera ser tractado por V. Pa-
tifaria em lugar de V. S. roelhor fora ch-
ntalo V. Impostura V Bazofia V. Estupi-
dez ou V. Velbacaria. Aquelle, que se
dcslinguisse por beneheente merecia que
o Iraciassem como Religioso Franciscano ,
por V. Caridade : o que se fizesse notavcl por
ter muilos Qlhos V. Palernidade o sujoilo
/'aquista por V. Facaria ,, &. &. A Se-
nbora que por lbrmosa se fizesse nolavel ,
V. Formosura a liorrendameute f,eia V.
Fealdade a gorda como qualquer jarra ,
V. Cordura, a magra como as. carcas, V
Marrara : a dengosa V. L'enguice & .Mas boje onde i i ia parar esta singclleza dos
lempos Patriarcaes ? ,, Tmpora mulantur,
el nos ntulauur iu ils. ,,
O Lubis-'iomem Ancdota.
Cerlo Cura d'Aklea bom bomem mas
simplorio e sofrivelmaule ignorante cou-
xcsava cun hum Frade, c disse-llie queja
tirina isto bum lubishomem tjesatou o rra-
dearir, coCuia i espondeo-Re Ra V
Reverencia quanto quizer ; porque a verdade
he que vi hum, lubis-bomem, assim o jura-
ra! a, se preciso fosse o nionslro passou lao
perto de mim em huma noite de luar, que me
causou bum roedo indizivel E de baixode
que lorma Iheappareceo esse lubis-homem :'-
,.e baixo-da forniad'hum burro'- Anda reais
rio o rrade e por ultimo disse ao Cuca:
Ab jsei, uieu Padre V. Reverencia as-
sustou-sc d sua sombra-
;i iipinjimn i i 1,11/ i >'i i"i|fti 'iu1 ''irumr i"fii i i t'i wiwini i tumi itrnr'i \"~
cao do Sr. Caelano Lopes de Miranda 3 V. nado son mano t ao contrario, prolet Os Puritanos F>ito
Iv.xihor Hilo
Qnintino Durward Dito
O .Misntropo- Dito
O I dolo. por F. Cooper
dito, . 4
dito. . '*
dito. . 4
dito. . i
dito. . 4 *
> Inundante hticvditos boos. de quem ndpvi-
damente os comprar ou adquirir por qual-
quer titulo.
Precisa-so follar anilina. Sr. Maior
Historia da Revolucao Franceza por
Miguel
Recife i. de Junbo de i84
Luis da Cosa Portornrrero
i. Secretario
Avisos Diversos
L< tTLRlA LO Ll\ R AMENTO.
No da i do corrate correm impreterivel-
meute 3 rodas da Lotera a favor das Ulnas
da Ipreja de V S do Livramento e as ca-
sas onde eslo ;i venda bilbetes, troca-se os das
giras Loteras.
GA&18ETE L1TTERART0.
O abaixo assignado faz publico om cum-
plimento a dispusicio do art. a dos Eslalqios
do Gabinete Luterano de Pernambuco que
um Sr Socio oqual exige que o seu nonie
nao seja publicado eur signal de seu iu-
terease |)eio progresso deste EsUbelecimeuto
oQreceo sua liibiotbeca as segututea -
bras ;
Rciardo na Palestina por W Scol tradu-
Sevcro, ha poueo chegano o'osla I r'ca da
Comarca da Boa-Vista na roa d< Cri**p D
. 2 seto. Ixdo dosul, oannuneiesna morada,
----------I 2' Vo. dia primeiro do oorrente precisar de^im bo-
mem f"rro para n ser i > fie nina caza de pou -
cfiTiTRa sondo qeanda Sb teoiit. dr-
;rija-sea riradeS Amaro em Fon de Portas
defronte do lauque novo que achar com quem
tratar.
K53T Roga-seoSr Joaqnim de Albuquer-
que Fernandos Cama o Vliguel Sirafim de
CastroKuno, <\w baja3de apparecer na ra
-. r S. BRIBRRl & C. Tendo de liquidar do lUngel iH.
todos os sens pigocioa, a fin> de retirar-se tS5" D-se qua renta mil reis de I uvas por
para a Europa por lodo o mez de .Tullir do um primeiro andar ou por um sobrado de
corren te anno pretende vender todos os cha- umanriar, sondo as ras segu n tes pateo
pos existentes om sua loja N 4'* da rtia~da do Carmo, pateo de S Pedro, e ra do Ran-
Cadeia os quaa sSo das qoalidades seguin- f,pl ; qnam tiver annuneie.
tes castor fino o ordinario de todas asco-I t3~ Precisa-se de un- ama do loife forra
res, para bomem sculiora meninos, de ou captiva ; na ra do Rangol viudo da pra-
massa lnancos, c preto*, sem pello ; o un- teinha do Livramento Udodireito no segn
lamenteCobertOS do seda do varias qnalida do sobrado primeiro andar,
des, o ib; formas modernas tudo pelo niais I tSST Aluga-so tiini prela de boa conducta .
co/inli.i n diario lava de sabio e engoma ,
commodo prc<;o lauto cm porcoes como a
rotalbo
tST O abaixo assignado declara pelo pre-
sente que os S;K4oU7?o rs. que deixon em
poder do Sr. Miguel da Fonceoa Soares Silva,
icsulsado dos fundos que o abaixo assignado
linba em sua loja de fazendas( j deducidos
i:4ooTJ que llie (leo de rebate) eslo designa-
sendo para nina caza d( familia quem a per -
tender dirija-se a praca da Independencia loja
de cha lieos W. i.
------O Major Francisco de Assiz Cimpnsj
Cardim aviza segunda ve/, aosseus credores ,
que se acha azendo inventario dos bens que
carao por fallecimenlo de sna mulber : : n
dos para saldar as letras dos Credoies abaixo j se mostrar eredor lo dito eazal queira juslifi-
declarados a saber
Srs. (Haga Cockshott & C
Joo Mol la iid
Jorge IJrockslcceste & C.
Jofio Piulo de Lomos. .
Holli ( bavanes Fiero .
benoir liessuget Si Poget
Marrisons Latbam Mibbert
Ledier Roberl&C.
Aos car snas dividas no termo de quinze .ilias da
Rs. a:34oU8.T i data desle alias nao fica responsavol pelo |
arrji'Uoai j seo pagamento ; e como ba orlaos o menores '
i:(ioU4 4bi U4.J t S3T O abaixo assignado declara aorespet'j
2H8U-QI tivel publico que leudo comprado e firmado
?4t>UqOo no verso com declaracao de serem de -o ioda-
i7()U8oo de com o Sr. Joo Corroa de Mello dous nx ios
H7U780 billieles da segunda parte da segunda Lotera I
O rtsio dos ditos 8:0409770, que veip a ser do Theatro com os iNs 1 ne i'iio rompra-
ti vUiiija para pagar aos Srs, B. Lassec & C. dos na loja de miudezas do Sr. Maya no aller-
uma execucao sendo porem abatidos os juros ro da Boa-Vista e deixando-os abi a guar- !
de dita e.xeeuco Picando s o abaixo assigna- dar acontecen cm occasiao que o dito Sr. no
do obrigado pelo principal e custas como as- estivesse na loja o pequen. vender por cu- de duzentos mil res saccada pido abaixo assig-
sim contraclou com o dito comprador da loja o gano ditos bilbetes ; e por isso rogaaolllm. nado, e aceeila por hehcwno Gomes Birbosa,
Sr. Fonccca a vista do exposto nao resta du- I Sr. Tbesoureiro no caso de sairem premiados,
viJa que o abai \0 assignado tem feito sacri-, no os pague se nao ao abaixo assignado as-
ficos nao-s para pagar aos seus credores ,! sim como roga aos Srs. que os compra rao os
como para desonerar ao seu fiador o Sr Jos entreguem na mesma loja-, e abi receberao o
Lourenco da Silva Jnior; agora espera na seu competente valor de quatro mil e oiteuta
gmmammmstt
lnn\ e estimula 1 pe tile d.....uter fi
nal nenfi n plien en fri cal mi oso
as 'Si roicas lant J cm
por rlvomilisroo <><
n Ih ", doaossos conbecijas pel novnede
'v!i:--.' i--.. Vende-se nesta Gdade na fu !
Cm! h itica > ai
O icm 1.....siv de i: 1 escravos para
:.- annun .
,* 1 !onl inu se a vend r, nn Ingai n
nunciadn .- ni ra do Ces 11 1 '.'. H a
dn -. >;;'.,< fi >r OaJ') Sari: va .; (. .1 > ,
Mo Si ira
. linli' -i
11 1 bairro de S A 1 Ionio ;d em
ra ica e d;-se quaren'a mil res ile Iu
vas a ) 1 ni 1I1 1 ves, quem Uver
ce.
alujar ama pret ''in sc 1
fiel c lioioi, p.ira o servido di; um.i caza da
,hmnem solleiro pigand i-se dei mil rois i ir
mez quem liver annuneie.
Li7- ti borne a i rttetr tfrte > i -: i
bi -' r o'ii quarto em >-1 ipa/ > >
bairro de Sanio iiitouio, dirija-st ao paleo
de S. Pe |ro por ci na da I i'ia i < Ivr s pr -
1 andar que < har im qur > ir.it ir.
- No dia >i do p, o. furtai i .i n
quiui'il na ra logoda 1 '. i 1 ,
linda urn quarlao com os signaos seguin
les grande russo pombo dinas e caud
brancas 1 mal ncascado, maniuoja da mi
esquerda, em cuja mo tem oc : bronco,
o bebe em bronco ; 0 Ierro reo;- ,m?i um Y
cora una cruceta por baixo : quem delle tive^
noticia ou o livor adiado po ; leva!-o h
dita ra eCidade, era caza de Fr, -isco AL
ves dos Santos, que ser recompe 1 1 lo,
i_v Ari"eudd-srt um sitio grande -m mui-
los com modos rvoresde inicio isto pa-
ra a 8 caceas terreno para plan' > c bai-
vi pura capim ; quem o pertender 1 t-
noel Bozerra Cavalrante de Ulnii le na
[nspeccSo doalgodSo as horas pn uto
lodosos das uteis ( efora delle^ i casa do
sna resideneia na ra do Cdbug,
S2J* e*ej-* fallar com o Sf- Antonio
Joiquim da Silva, a negocio d > nteres-
so ou dirija-se a casa de A. Schra ti.
ssy Do poder do Sr. Miguel 1 'onceca
Soares e Silva dcsenciminhou-se 1 na letra
bondade dos seus mencionados Credores que res por cada um meio e se se nao fez esle
faciltar; ao dito Sr, Fonccca um meio segii- | avizo ba mais lempo li porque no dia trinla c
ro d'elle proseguir em seu negocio. um do mez p. p. foi que o abaixo assignado os |
Ignacio lenlo de LoioUa. foi buscar nao tendo por conseguidle miis
X^T Andando um preto offerecendo urna tempoantes do primeiro dia que principiou a
quartolla t-or menos preco do que su vende i correr, Jos! Joaquim da Costa,
se lomou em rasao de suspeitar-se ser birlada;! cy Pedro Garhazzn Cirurgio ilaha-
quem for seu dono dirija-se a Fora de Portas, no, inventor e fabricante do Balsamo Ho-I
que dando os signaos Ibe ser entregue na mogeneosyinpalbico, ha vendo previamente
venda I) dezeseis. | oll'erecidoa esta Illuslrissima academia de me-
ty A pessoa que liver um moleque de na- decina e a varios Srs professores da capital;
cao, de bonita figura, sem vicios, e nem do imperio do lirasil, alguns ridros do dito J
macula alguma de idade de 16 a 17 annos balsamo cora amostra para que possa ser ex-
anuuncie. | perimentado por habis facullalivos e veri-
i_^- CUicm liver urna cabra bixo de cor pre- Picar no mesmo a energa e'quasi insuma-
la, grande e boa letleira, que dimais de nearoehte a accSo com que produz os seus mi-
garral todos os das, equelenha boa boca, I lagrosos effeilos, como j: o declarar mu tos
unuuhtie | iHustrados protessorea oiucos de Roma Na-
/.oilo de Main ultim como consta de recibos n. 90 etambem no largo do Paco n. dez 5
d.i mesmo e que o tem despedido boje, le ad ver te-se ao respeilavel publico que o author
cife 1. de Junho de 1840. desle balsamo l*mem lodosos vidros'a sua
*y Na paderia da (.aniboa do Carino aon- receila impressa, e na inesma receita asna
de foi anlig.imciile estanque de taba.-- pre-; firma : e lodo u qualquer yidro que eppareca
cisa-se alugar nm preto bom padeiro e fornei- ; Bem a dita receila be falsificado pulo pial o
I0- fdilo author ino be n-sponsavel ; faz esta ad-
t^> D. Maria Firmina, Professora Rega vertciicia para que o respeilavel publico nao
de Primiras Letras aviza aq respeilavel Pu- fique engaado, e seu verdadeiro author Com-
b.lico una abre a sua Aula no dia quatro de prometalo.
Junbo correle delronte do oilo de N. Se- As virtudes deste remedio sao : curar o sa-
nbora doTergo por (ima de urna venda D. 1.
S2J" Sao necossarios olliciaes decanleiro,
para a obra de Palacio vell'.o ; por tanto a-
quellcs olbciacs que para isso estiverem habi-
litados compareao em a mesma obra onde
Iralaro rom o Luca regado del la a fim de
serem admiitidos.
i_y juao GonCalves Muniz faz sciente ao
respeilavel Publico que elle vai intentar ac-
co de nulldade do teslamento com que fal-
lecer da vida presente seu mano Francisco
Goncalves para cujo fim j tem recorrido aos
uieios cuncilialorios ; e que por isso ninguem
contrete com L.abel Goncalves de Baara ,
beidcira instituida em dito lestamento sobre
os beus, que llie feri cleixados pelo raencio-
rar cora a maior promptido quaesquer feri-
das producidas por armas ou acaraces in-
da que j estejad em estado de cbagas crnicas,
esponjosas e ptridas ulceras cancrosas .
venreas, OU escorbticas sarnas, erisipe-
las scirrbos mal de Lasaros e geralmen-
te todas as molestias cutneas rheuraatism >,
sbiaticas gota, incba^oes, e fraque das
arliculacoes queimaduras, istulas de todas
as qualidades mordidelas at de animaes pe
conhentos e lomado por dose ternamente cura e extirpa as lomurigas nao
exceptuando a solitaria nalbema a menstru-
aco, e calma as dores clicas ou simples de
estomago ou venlre : toioado mdicamente
todos os dns, preserva das c'ilcnuidades con-
cuja letra tem no verso o pague- a a ex-
lincta firma dos Srs. Migetela Foneeca & C,
e como hoje pertenco ao abaixo assignado por
sso previne-se pelo presente ao acceitante de
nao pagar a outro que nao seja o abaixo as-
signado, ou ao dito Sr, Mi;uel diFonceci
Soares Silva, que est por ella responsavel.
Ignacio JJenlo de Loiolla.
tC5" Pura resolver o equivoco reclamado no
Diario N. 1 j pelo Sr. Ignacio lenlo de Loi-
olla explica-se que o abaixo assgnapo nao se
coinprometteo a salisfazer aos Credores dd-
quelle Sr. a quantia de 3.240U770 que (i-
cara5 em seu poder nesses objectos declarados
no fica ; bem diierenle do documento que Ibe
deixou de -liooU no qual sim se obliga o a-
bai.vo assignado a salUfaser esta quantia va-
lores recebidos em fazendas eom o rebate de
3o p. cento ; o que nao acontece a respeito dos
valores constantes do Rea ; pqslo que esses
valores sea 10 em fazendas antigs resto de
uma letra e urna execucao ; objectos que o
abai 1 assignado a qualquer hora est i prom-
plo a entregar para solucio do resto das di-
vidas do Sr. Loyolla e no que nao pode ha-
ver du vida : entretanto objectos, que correm
risco somenle por conta do dito Sr. LoyoUa,
poiso ibaix 1 assignado apenas se compromet-
leoaresiiluiv'io uesses objectos recebidos, e
uu a valores representados por elles.
Miguel da Foneeca Soares Silva,
Venderse continuamente laboadu iii-
nho dj Suecia de muito boa qu ilidade de
meia polgada al trea degrossura ; e tamben-
Americano e por mdico proco t quem o
pretender comprar dirija-se atraz d Titea-
Uo iU parte di maro.
Vende-se urna barretina o correaran
de lustro proprio para Guarda Nacional,
eludo ero bom uso, enroco commodo: no
Atierro da Boavsla lado direito l). 5L
> abaixo assignado faz publico, que
1 alguma faca tracto ou negocio cora o
Sr. Joo Francisco da Costa, sobre a casa do
palco de Santa Cruz na tioavisla D 17 ato
que o mesmo abaixo assignado deslinde coin
ciie este negocio
iemaidino d'Almeida Ferreira.
S.ZJ" Quem precisar de uma ama para coz-
nhar ou engomar em caza depouca familia
ou de bomem solleiro : dirija-se a trovesaada
Florentina na caza I), i.
lar CompraCi-se as Poesas do Tenen'a
Viaia po lodo o pre^o anmcia.


DIARIO DE
PERNAMBCCO
(fc> O prinTeiro Secretario da Sociedade
Minen na arisa n os Socios da mesma, que
a commUsao administrativa teni marrado o
va un checheo um higode um casal de
rolas da ludia cor de ganga um dito de an-
gola lodos cm muto bons viveiros e gaiolas,
lia 4 do corrate para a discussao dos no-.ou sem ellas: na na direita sobrado ti. 53 ,
vos estatutos, por isso os convida a reunirem-j 0,0 primeiro andar das 6 as oito e meia da
se na salla de suas sess5es pelas (> horas da;manhi, e dasduasas 5 da tarde.
arel
p.
t3f Perdeo-se urna carteira no sabhado 3o
Jo p. |>. na qual linha ata pussaporte dos
al uxo assignario e como re nada serve a
i (ne a arfada querendo restituir di-
rija-se a rua da cadeia l>. io. Francisco
Antonio Monleiro, Luis Antonio Sequeira
Jnior.
IST A pessoa que annuncfou precisar de
urna ama para o ser vico de una casa de ho-
mera soiteiro dirija-so a ra do R-.n.;el D.
>(.) delronte do Sr. Preleito.
sjjp Lm rapaz brasilpiro se, otTerece para
raixeiro de qusiquer arrumacao ; quem pYe-
i sar annuncie.
BC Oiem aun uncin le otlo escravos pii^
ra alagar dkija-se ao beco das barreiras na
primeiro otaria.
5-T* Um quarlo pedre/. rapado gordo ,
ptimo para carioca por preo do 70,000 ;
na praca da independencia toja de livros n.
)- e 38 se dir
Um escravo do gento de angola offi-
cial de snpaleiro ; no atierro da Boa vista de-
fronteda Matriz casa de 3 andares no segundo
f3~ Urna creoula bein parecida de idade
le i5 anuos, cozinha lava cnj";ara;i, co-
zinha c la/, lavariato; na roa estreila do Ro-
Tiiio I), 3a primeiro andar.
tST Dnas esclavas urna de idade de i{
annos engomma bem liso cosecha e co-
zinha e a ofctra de idade de a6 anuos lava
de sabio e he qnitandeira a fianca-se a
boa conduela ; na ra direita ti. 20 lado do
Livramento.
I j- Di ihs qnariAos bons para todo o ser-
vico tanto de sella como de casala cm
mas r-ariic:; na ra do S. Sacramento de S.
Antonio I), ti,
kr Vinho do Porto em barra grandes,
r: ni com brevidade prrr ter n maior parle da j malvasia e prego m barriz em bom estado,
' Raengaiada, o Brigue Escuna Amisade e al*unscom arvaria-, por preco amito com-
etida recebe alguma carga e passageiros, os modo ; na ra da oadea velba n. i-.
Avisas Martimos.
1 .un i. mu
ItEi
JANEIRO
prelendentes dirjfo-se a loja de cabos
praca do Corpo Santo O. 5.
na
Le i I si o
SSy Urna canoa prompta com 45 palmos
I-de comprido e 69 tantos de boca; na ra do
Queimado loja Q. 11.
3-7-
Uma sobrado de um andar sitio na
Consulado de Frakca em Pchkabihvco,
ra do Faguudea ti. $ 1 no porto dos Marti -
1 ios a billar com Manoel Jos Vieirn.
W Quinta-feira do corrate is 10 horas %SS" Sevada propria para comida de caval-
damanb. sefan a venda publica, no ar- losa 1000 arroba; na ra da senzalla velba
ma-/tm de Lenoir Puget & C. Ra da Cni/.. | nrmazem lo finado liento Jos da Costa.
por intercvncao do Corrctor Oliveira, das
azcodas abaixo declaradas viudas de Bour-
2/" Uma giolaiiuha de idade de 1a annos.
sem vicio algum ; na ra direita 110 segundo
oVaui pelo navio Provence naufragado em andar do sobrado da quina do beco do seri-
Luccera, a saber ; alcairao, bien, tintas em na(|0.
barnlinbos, vinho de Champanha Clarete s^rjma porcao de sebolas em molhos, uma
engarrafado Unto, e bronco licores, e vi- diia de vellas de sebo a duzia i/p, sevada a
nagre em barriz te, lotes v0ntade dos ,500 a arroba, e6o reis a libra, vinho de
compradores. Bordeaux 8 1600 a caada e aoo a garrafa ,
L sainado 6 do torrente se fara venda pu- aze,e (|oce a j00 ? ,OUJ!Mno e Santo a aoo a
Mica mesma hora, de urna magnifica Car- ij|jr;i ? prezuntos a a8o e 3fio lim-oissasa
ruagem, e um lindo carimbo de duas icdas .^0c3io, paios a afo agoa ardente de fron-
de goslo modei no na ra Nova no Dcpo- ca a 64o a garrafa; na ra nova venda D, 33.
sito do Segeiro Augusto Jaussome Pernam- ^g- uma negrinha cozinha enpomma,
buco i.deJunho> i8,'to.- Barrer Confu. 0 cose de idade de la anuos; na camboa
de Franca. do Carmo D. 8.
*ST McCalmont & Companhia trans- ^^ jva rua do Quema(Jo rj, (0 na loa
feremo seu leilao annuociado paro ab de ,e Sanios Braga & Coumanhia brotanh's
Maio, para o da Quarta fera 3 do crrente, de des varas, finas, melhores do afce as que
em consecuencia da chuya nao ter dado lugar se Icm aDnuiIciado a sete lacas ^ann0 da
aquesdhissemda a fandega mu.tas fazendas costa do melhur a 5so, merino de cores ca-
que para tal Gm se despacbarao zint,lJS para cal?as milo QnM a m1 fs Q cq_
CS Que huINuno Mana de Scixas, por vado |,0m sorlimento de chitas de meia na-
uitervencao do Corretor Oliveira na sua ca- laca a tioze v,.,ens da8 mas su ores cha_
sa da rua do V.gano, sexta fera 5 do corree.- de so| ^ seda ^ ^ ^^ de
te as ,0 horas da mana de mu.tas merca- linho mudo tinos e de nutras qualidades ,
dorias desembarcadas de bordo do Bngue Hes- ehillaasete vinienso covado rilcados lar-
panliol Joc rroncisco para orcorrer a os ..e.. ,. PK ,...,u ,-,_:_ 1 i< .
. r gos a aoo rs. o corouo casimiras de listras a
gastos, ecoste.o do mesmo nesle porto onde sete patacas lencos de cambraia para senho-
o. lorcado a arnbar na sua v.agern de Mam- ra muil0 flnos a se}|o e ou,ras muUas fa_
Iba e Batana com destino paro Santander, zendas por preco commodo.
e poi Do lor nido possivel tomar dinbe.ro a ^ Uina vendail0 teo do Terc0 D
risco para .S indicadas despezas j nao se u.en- com ,lt.s |a mu(0 bem alre da
clonando ja a quahdade das fazendas por nao e Vm mmmodoi fainHa (em ^
saber-se as que poderoserdespachldas al o de uarl0 cotinha ,ora >lal CQm c'dm_
Jelendo da e llavero mais a venda rata da
china ruibarbo alcanfor olio de canela ,
um hiendo uma pataliva um canario da
trra dous corroes e 4 canarios do reino ,
juntos ou cada um de per si lodos estes pas-
saros mu i tos cantadores, e em boas gaiolas; na
rua do Cotovello casa dj Celistino.
tS/* Um moleque creoulo de idade de la
annos sem vicios nem achaques muilo sa- doa Martirios n. aa.
dio com perto de um anuo deofiicio de pe-
dreiro he muilo esperto, a vista do com-
prador se dir o molivo ; no sobrado que faz
quina da rua do fogo D. 5 no paleo de S: Pe-
dro.
C3" Tres escravas mocas ; de boas figuras,
tF Urna excellentc armacao propria paro
loja de miudeza com os caixilhos 'da frente )
envidrassados ; na rua da cadeia do Recale/
loja de chapeos D. i4-
S2y Urna escrava denacao de idade de 3o
^nnos quitandeiro e ensaboadeira; alraz
uma dellas he perita engommuieira cozt-
nheira e lavadeira 3 prelos mocos mui
robustos, e ptimos para lodo o trabalho ; na
rua de agoas verdes casa terrea O. 3j.
t7" Pessas de esgides de linho, do hir-
landa com 11 jardas, pelo barato preco de
/jl rs. ditas de berlanhaS de rolo a aU rs. ,
ditas de camhraias lizas muilo linas a 4U rs. ,
cazmeta escura propria para calcas a 3tio rs o
covado brim bronco de lislras melhores do
que se tem annunciado a 3 jo rs. dito uslao
para coletea a 720 merino prelo multo supe-
rior a a4oo lencos de cassa e de melim a 160,
dilos de cores imitando seda a aoo rs. dilos
Escravos Fiiririos
K5F Em o dia 'Terca f'cira a noite desapa-
recen da rua de finitas sobrado O. la uma ne-
grinha de borne Luiza de naeo congo, de
idade de i annos pequea grossa do cor-
po, est bem gorda peitos pequeos e bem
em p cara puntuda para o qtieixo olhos
grandes e abugalhados. nariz chato a hon-
da sabida paro foro peinas grossas, pea e
maos pequeas, ainda nao falla bein, c nun-
ea subi a rua por isso se supe ser furta-
lla
t diversas Iciragens ingle/as e hamburgue-
sas cartas poilugutzas chapeos de huela ,
e de fia de.
C o 111 [) r t s
-^sr" Uma etica pelo autor Genuense em
klnn mesmo sendo uzado j quem tiver an-
nuncie.
tST Um carrinbo ile mao para sitio ou al-
guma roda ; na ru* do Roza rio casa de Fran-
cisco Antonio de Carvalho Sequeira,
XZf Oous molequcs que gejo ja um pouro
ladinos, e de.idade de 10 para 13 anuos ;
quem tiver annuncie
BT Um trancelim ou cordao gresso de bom
ouro que tenha t> a (j palmos de comprido ,
e da-se algum feitio a vala da obra -, na piu-
ca da Independencia n. .
SSr Un cavallo sendo novo e com tions aa
lanle estar magro; quem tiver
uocie.
IT Uma carroca em bom uzo c um l>oi
possantep&ra uzo da mesma quem
ti ver annuncie.
Vendas
ES" Casaesde canarios de Imperio nascidoa
o paiz um buutio dous rories dnas
dataiivus da Parahiba uma sabia, uma viu-
ba tem um bom soiao 5 a" tratar no mesmo
lugar loja deferragensl). 5.
SS3T Um eseiavo de 11 ico congo ptimo
para todo o servico ; no beco do jorto das ca-
noas 11. /
Cy- Kxceller.les pecas de bretanbis de ro-
lo de 10 varas a a-jo madapolao para for-
ro a to a vara cambraias tinas lisa a a4oo a
|ieca liisto para colles a 400 o covado, ns-
cados azul encorpados a 160 o covado toa-
Ihas e guardanados adamascados de divercos
lamanbus sarjas lisas largas e setim de
Mamo lavrados o mais superior para colele,
e outras mais modernas fazendas por preco
commodo ; na rua do Crespo loja de Antonio
da Cunta Soares Guimcraes.
i> Uma negra de bonita figura boa
engommadeiro, lavadeira e co/mlieira ; na
rua do Crespo lado do norte i). 5
l^" Duas canoas pequeas proprias para
ahur por 3o,ooo ; na pracinba do Liuamen-
to 11. 7 y.
"^4^' Dous diccionarios Magnum Lexicn
un grande e outro pequeo, uma obro de
Virgilio, uro saluslio Cormtho fbulas,
caitas de Cicero, urna giammaticu latina,
nma dita figurada, um Telemaco, uma gram-
matiea e um diccionario francez memoria
dodiubo em fraiuez ea primeira gergica
eui traduzida ao p da letra, ludo eiu'bom
uo e por preco commodo : na rua dos Quar-
eisO.6.
^r Umeuchwo, uma sabia, um chexj-o,
da ; quem a pegar ou der noticias onde e
exista leve a casa a cima que sera recompen -
sado,
t^y* No dia 80 do p. p. fugio um mole-
que do lugar do rio doce, de idade de 1 a an-
uos cor bem preta, beicos grossn, cabeca pe-
quea pernas finas pea grandes o camba-
ue seda parasenliora a a*4 ? chila iznl mili- doue bichos barriga uui lano crecida le-
lo encorpada a 140 linho azul pioprio pira j von vestido camisa de algodio da Ierra lingi-
1 esersvatura a aoo rs., panno da costa a 480 ^ado tinta de arueira (pie se costuma a dar
brim escuro liz.o e trancado de puro linho ; e em rede de pescar chapeo de palha e un 1
alem deslas outras militas fazendas por barato foncinha de mao; quem o pegar leve ao mes-
preco : na rua do Crespo viudo da rua do mo rio doce que sor recompensado.
Queimado terceira loja de Francisco Jos Tei-j K3" JNo dia 3o do p. |). fugio uma pela
xeira Basto. d'AU'rica, de nome Benedicta, falla bem por-
tST Uma escrava creonla de idade de i3 tuguez representa a5 anuos de idade testa
anuos, de bonita figura cosecha, faz mui- pequea, olhos grandes e vivos, nariz bein
to bem bicos e rendas cozinha o diario de reilo, com uma pequea sicalriz abaixo do
uma casa lava de sabio e varrella, he mui- sobrolho, peitos pequenos estatura regu-
lo boa quitandeiro, e muito cuidadosa no lar, secca ps pequeos o bem le tos oi
servico de uma casa ; na rua da Fenha vin- vestida com nma camisa de algodozinhu nova
de do lado do Livramento no terceiro andar do vestido de chila levando oulro de sobresse-
3. sobrado lente garganlilha de coral e argolas do
S2^" Um escravo de naco cacange, opti- ouro'; esta preta perlenceo ao Sr. Fernando
mo para todo o servico e uma negra da mes- Belenote e foi vendida a poueos dias pelo
ma naco com principios de engommar j na Sr. Joao Frederico de Abreu Reg ; quema
rua do Queimado ti. 7. pegar leve a rua da roda D. ib ao segundo
12?" Uuus negrinhas e um moleque, sa- andar, quesero recompensado.
bendo una cozinhar bem engommar e la-^ tST Fugirao ou forao seduzidos do sitio da
var. e a outro com as mesmas habelidades Piimavera do Citpilo Joaquim Elias do
e o moleque bom comprador e muito fiel; na Moura dois escravos de nome e signaes se-
rua do Padre Floriano sobrado da quina do guinles Gregorio, de idade de 18 anuos,
beco das Carvalbas das 6 as 9 horas da ma- molecotc secco do corpo cablea eomprida o
nlii. com uma cora de carregar taboleiro de venda,
SS" Um preto de todo o serv o de boni- cara exquisita parece mais de macaco do que
ta figura, eoplimo padeiro; defronte do tro- de gente, olhos afumacados, testa eomprida ,
piche novo casa de Joaquim Jos de Miranda nariz chato queixo puxado para fora tem
Jnior. um pedaco de dente na frente quebrado, mos
ts&" Uma armacao de loja de couros, cor- seccase compridas com urnas nodoas escuras
ridos- de caixilhos com poueos fundos no nis palmas das ditas pernas finas e ps
principio da rua do Livramento ; a trotar na comprlos e apalhelados, tornozellos grossos,
mesma D. lo. enlende de pedreiro por estar aprendendo ja
S2&" Dous pretos, um official de oleiro e a annos. Thomaz de idade de 3o annos ,
outro cozinheiro e este troca-se por uma foi captivo do Sr. Jos leus da Rocha do
preta que saiba engommar na rua da moe- engenho Macaugaua com os signaes seguid-
da D. 141* tes estatura pequea, cara coin bastantes
t?" Uuas negrinhas proprias para muban- marcas de bexiga cor fula jior estar locado da
da de idade de i2 a i3 annos mui Un- frieldade puxa por uma perpa e he baslan-
das uma moleca de dada de itj annos.de le gago, por ter sido atacado do estupor:
bonita figura e de naci benguella uma quem os pegar ou del les tiver noticia, di-
dita de idade de 18 annos cozinha bem e rija-so aosilio cima defronte do Uosariiuio ,
com principios de costura e engommado a
pretas para todo o servico e dous prelos
mui fortes j na rua de agoas verdes l) 38
fcwr- Barriz com 3o libras de boa bolaxinha
por 45oo, ecaixa com lailhaiim ou macar-
an a aoo o, de superior quatidadej no beco
do capim armazem de Jos Bodrigues l'erei-
rae Lompanhia.
S2?" Um prelo moco muito possanie e
com pratica de padaria ; na rua direila ludo
do poenle U* ao.
ssr- Urna pela moca de bonita figura ,
cozinha o diario de uma casa, e engomma;
na rua dos Martirios lado da Igreja U. n.
SS^" Uma casa terrea no atierro das > pon-
tas inda em arma/em propry paro um
sobrado ; na ra. direila D. 53.
l^" l'errenos com arvoredos de fructo na
passagem da Magdalena entre as duas pon-
tea com porto de embarque na camboa. A
propriedude da olaria e casinhas junio a pon-
a grande toda a propriedude ou parte della
tambera se hypolheea a casa principal desta
propriedade lera soto e muilo bons com-
uiodos pera uma familia ; a fallar com o seu
proprietario Jos Joaquim Bezerra Cavalcaoti
lT Uma porcao de passaros de diversas
qualidades ; era casa de Joo Caetano de Oli-
veira junto a ponte pequea da camboa que
vai puru a estancia.
C*r A venda da rua do Rozario I) 8 com
poueos I undos; a tratar na mesma rua com
Jos Joaquim Das Fernandas.
ar bm moleque do gento de angola, de
boiula figura ; na rua por deU'OC Uos ftlarli-
rios casa, de i portas verdes.
(ue ser bem recompensado.
Movimento do Porto
NAVIO ENTRADO NO DIA 3i DO P.
LIVERPOOL 5 43 dias, Brigue Ingle/. Pa-
nilla de al tonel., Capillo Taylor, cquip.
1 carga fazendas ; & Ulesaire i Com-
panhia.
SAI1ID0S NO MESMO DIA.
IIAMBURCO i Brigue Din. Baltkam M.
Pedro Joanson caiga assucar algodao ,
e couros.
BARCELONA ; Brigue Hespanhol Floren-
tino lM. Jacinlho Marislany carga al-
godao e couros.
K-N IRADOS NO DIA 1.
NIUSILANU; 64 dias, Calera Americana
Climalis de 311 tonel., Lap. Jos I5aby ,
equip. a8 carga aaeile ; ao dito CapiUo.
MARANHAO' ; 4z dias Brigue Escuna
Carolina de 120 tonel., M. Francisco Ber-
nardo de Maltn equip. 10 carga varios
gennios j a Francisco Marques Rodrigues.
SAHIOS NO MESvO DIA
RIO DE JASElRu, e porios intermedios j
Barca de Vapor Pernamlnicana Lomman-
dante o Capilo de Fragata Ricardo Hay
uen,
POlllOj Brigue Porluguez Importador,
Cap. Jos Munteiro Salazar, carga assucar.
couios e algodao.
IL UEEWA fyi'.EAl. F.UE F. 184 (j


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