Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03511


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Full Text
-"-" .wf"i jjia SJJ 'I1'" oam *w
ANNO DB MSiJ SEGUNDA FERA
SJT DBJUIJHXN! 15&
IAmt & FEHflA8^CO
PEUN.asTYP. os M.F. r FAHIA. I38.
DA DA 8RMANA-
5) iafsmrta *. apofinario. Relami de mnnr.3. e
aiid. do J. do OrC- de t.
34 Terca 8. ChrUtioa V. M. Audi, do Juis do cri-
me de t. tes. da T. f.
Uuarta t Ti'jro *p,
'-'ti (Anima S. Sinfironia M. Rellano de manlia
auii. do J. dos orf. de t.
27 r>e*ta S. Pantaleao Med. aiid. do J. de Dir.
de m. etc.
2* -ai b* V. G. de tor. em O linda
39 Domingo 8. Atina Mae da Mae de Dos. Quar.
tos crescentes as 3 horas e 14 id. da ui
nare' cheia para o da 23 d Julho.
8 6 hora 84 ni. da m li- 7 18 m. da tard.
Tudo agora depende de nos raesmos da no*'a
pruileiici, moderaeo, e energa' eontinneiBol
como principiamos, e seremos apontado* eom anmi-
arjao erntre as Natjocs inais cuitas.
ProcInmacSod'AssemMea Geral do urasil.
Solucrew-s* a 1.000 reis men^aes pagos adrantailoa
nesla Tipografa, na das Crases d. 3, e na Proc
da independencia I). 37 e 38, onde se receliem cor
ruNpoiulciieias lognlisadas, e anmincins iiserindo-9e
estes gratis sendo dos proprios assignautes, e indo
assignados.
CAMBIOS.
Julho 2t.
sLfOndret 28 a 27 Ha f>s. 8. a>or I0rc.l.
Lisboa 90 por -no premio, por metal, Noia.
P rauca 330 a 34o lis. por tranco
Itio de Jan. ao par
tinada* de 6.4U0 15000 M rllia, fu I4.SU0
4,000 8. lOI 8.200
Pesos Colimare I.fl-tn i 1,700
lillo Mexicanos 1,690 a 1,690
Patares llrasilr-iros 1,690 a I70O
Premio das letlras, p oa* t por o>a
Cobra par das sdalas
PAHTII>A rWM et>K U K ti>.
liid_To*iso di txi >H. ,
OoiaiM, Athainrra, Pail>, Villa di Ca. Ha-
OM|ruape, Pilar, Re de 9. Jo*, tras-j* 4Mm llainria, Poaibar. No%m *e 8, ClOaOa U Hmti
Vil1*, da Oi>.i*iiiiiil>, Notada Piiuim, CW*d
Ja Kortaltza. Filias to .unirs, MosUmm mm
Iraca/ Caucare!, Carnuda, tlr.au.ja, Taiiala4r
I. Bernardo, S. Joa ,te PrMMipe, SeDreF, Natal*
Klllet, leo, 8. M.tl.ta, R Antonio do Jardim, Qoeaaisiuubina. KmmSs
- Segundas e Saltas leisaa mu aseia fia> gas ia 4a
Paraiba. Sai.t *it5" Todas o>i' fe fe er
meia d-ia. Garawkaa, uilo aa *** M 3*
.le rada ihss ao ih*i '*- Ptaias ar ana ti da
cada imi ao me>t>ia* CaKo.henaaasa. Ri fu*-
iikiid, Porto Car- ata >,. a, a *>*<
mas.
I
I
PARTE OFFIGIAL.
PEBNAMBCO.
OOVERRO DA PROYINCIA.
Fxpedienle do da i7 Jo Julbo d
1838.
Oficio Ao commandinte das armas
ndo lite que conformando a* a presi-
da com a na inforrxafo sobra o r*
ulriniento do.segundo *rg- ato Jom Joa-
t|uV> do Olifeira, tzpedicionario ao Rio
Granja do Sul, qoe podo deirar a sus fi-
n iia oest proviacia toJos os toas renci-
rusulos; ttpedi ordeui a Thesoaratia
(jara saptisfaiir prttonsio do suppl'can-
te sineoto da psria relativa ao suido ; na
conioqoeoria do qae cumpre que o mos-
imi eummandaDtti dis armas oxpof* as
t|0 Ihs-coojpatirein para quo o piga-
manto soja f^ito pelo quai to corp j de ar-
tlharia, onde sa cobiao os dos quo mar-
chufo para a Babia, reotbend osuppli
canto os oaais roacimonios aa lugtr vtiJo
ti i terrir.
Hito Ao rorsroado parodio daFro-
goesia Jo Cabo, izigiudo saber so quar
rucartegaf-se da tuapecfio da obra do
concert da capaila uiur da sua mattir ,
fisto q' tendo elle da priociptr>se por ler
ai'do arrematado, cumpra so governo uo-
0iar U'iia possoa qut o inspeccione.
Dito Ao inipector do a i seu rlnba ordenaodo-ibe, que logo, que
pronto sejt o pslacha Concir;io o enira-
utia 0,0 respaclifo comman'dante o vifirio
que so Ihe oni, e qua subre tus omn-
liiisssio he dirigido ao Exm. proaideule
d A^agoas ; o faca seguir oseo dostioo.
[)ita> Ao mesnto, disendo Ihe, que
pnra a prasideocia roapondar ao sea ofli
Bo do iG Jo torreare n>z .teurcp-ulndo
da iuitiO do CoiB'Daiiiaiite 'aj* brigua
ConatiOfa am que pee permUsio do
IDdOda' aprtfSOolai relscrs fiar pugirnon-
to do odo dos ofciaes da proa raMiras
ao pi asente ruez ; lie miaior que informo
qae ordeos ha a asle respailo.
Poitaiia Ao commandant geral do
corpa de polica para faser reoulher ao
isaual de guerra a a'rqbalaocu que acom-
piuhou o dito cjrpo quando parti am
commiisfe'o para o Botuto a fim de ser
cntragua ao IVlajor Jos Gabriel Je Moraas
Mayar coramandanto do coDlingtote do
pracas quo archa pata o Uio Grndo do
Su1.
Dita Ao director do arsenal de
guerra pata manar rerolher no mesmo
arsenal o ambulancia de que trata a pre-
cdante poftatia, eotrogal-o ao Mjor
Joso Gabjies de Moni Myr< depois
de examinada pelo Cirurgilo Ajudaote
Jacinto Cornelias llibeiro Pensoa, e aug-
m-rilada com mais alguas mtJicaaentos.
Dita Ao masmo ordenando qua
faca encaxotar tai preseoca do Majar
Joae G'biiel de Moraas Mayer, e do
commflndaato Jo deposito, o fardamonto,
armamento, e rartuxarne, requintados
palo oommandatite dos armas para o con
tiogente da pracas quo marcha para o
Bio Grande Jj Sul.
Orfioio Ao cotomandante das armas
commuiiicandolha o conteudo nis tres
portara! antacedentes.
COMMANOO DAS ARMAS.
Eicpodioate do dia 17 do car tent.
OfioioAo Exm.Vico-presidente, com-
mullicando Iha am resposta ao seu offio
do i4'" cortete, qaeduaa das piafas
ioT.ilidas viadas do Pai'' nfo sa acha-
vio j< abordo do paquete Brasilia, por te-
rem desembarcado rom suas guias logo
qua eheg.ua dito embarcacio a eite poi to,
s-guado inluraiava o respectivo ooruman-
Jante.
Dito a Ao mermo Exm. Snr. trans-
mitiodo lha o reqoeriuuento do ra rata
Joaquim de Saota Anna, que pedia dttni-
cao p >r ser menor atitn Je que S. Ex.
o diSrisse como entend^sse do justfo.
Dito Ao iuspe>tor do artenal de
mniiln, communicando Ihe, qae a ma*
nbi pal's nove horas da aunaba* leria lu-
gar oembaiqae da expe.lii.3o, o que
pata esse fim tivosM a b.-n i.ule de lar
prontas no Tea pite do arsenal ss alva-
rtngat precisas para transportar as piayis
pira bordo das embareat;5ss.
Dito Ao inspector da Tbeiourar'a ,
diseudo-lho, quo tendo a mu bar do l-
ente Antonio Eduardo da Coita do ae-
guir para a Provincia da B.ihia e uio
sa t?ndo cobrado anda a f lha das p:e>-
t.cj* Jo m* do Junlio, que S. bou-
va seuhora cobrasse a pretco que Ihe par-
toocia por am recibe separado pamndo-
te a competente guia entretanto tjuo ao
commondanle interino do 4. co>po se
expediio as ordena, para que a premacao
que deiicou dito t-enanle eaja oXolej-
ida dafolba do referido no, segu li-
tes.
Dito Ao M'jor commandaote do
daposito ordenando o embarque das
prafaa do mesmo, na manh do Jia 18,
com oicloilo soroento das que f.irio jul.
gldas incapsses pela junta de Saade e
das que estando recolhidas 00 Hospital ,
se acbsiaem imposubditsdaa de embar-
car ', pretioido-o que 10 loe spresota-
ria ma guarda, do corpo policial para
condusir os reerntss e os pravas queso
achavo recintos ua lorales do Bruta, do
ali meuno embarrarilo.
Oilo Ao capi 1 commandinte da
forleloaa do Bram ordeuondo*lbe, que
na manhi do Jia 18 fi^esse embarcar os
pragas do deposito ali redosos.
Dito Ao mesmo para mandar do da
18 em disnte ama guarda Je 6 borneas
para cada urna das embarcaaoea que com
dnsia a eapedisfo e qoo pato ama di-
lasdevia fornocer diariamente mu oli.i-
al, paro vallar na ssgurauce, e diaciplina
da tropa, certa do q' o ffieial par a eutra
ombireaoio seria dado pelo Depasito.
Wito Ao major commsndanto do de-
posito, ordenaude-llae quo do da 18
em diante foraocesse diariamente pa-
ra bordo de urna das embarcorjoes qae
conduzia a espedisio 10 oflicial, que
com nutro do corpo do engajados devi-
io vallar ua leguraosn e deciplina do
tropa.
Diio Ao commandaale geral do> cor.
po policial, para que do eeul'ormidada
cem as ordens do Exm. Vice-t're.iderite
mindasne as oito hora da itianbf do da
18 docorrente, urna gaorda oommandada
por um offioai para conduiir do quaiitl
do Huspicio paro o araenal de mariubr, OS
re 1 mas do Jsposile.
Dio Ao m.jor (omroandante do de-
posit), para quo nao inciuisse no numero
das pra;as qae erobarro es rearutaa Ve-
naucio Fclis Je Cantalicio, (Vlanoel dos
Suitos Pinbairo, Soverino Jos do Lima,
e Iunocencio Gousalves, os qoass eonli-
putiiio a peimanccer no deposito como
al agora.
Dito Aocommindante interino da
fortalesa deTamarao,, autoisandoo a
dar demiiio ao soldado Boque Francis-
co, a a eng-jar ostro quo o bubatiluo ,
conforme requisitara ana seu uicio do
i5 de correle.
Dito Ao cornmandante do Forte do
Huraco dando vai ias despoaic&es acer-
ca dss pracas de sua goaruiciov
Dito Ao segundo lente Jo>e FalU
Bui Itira disendo Ibe que nao sendo a
aua molestia gravoj, difcil o partida
das emb.'oci'S par o Rio grande do Sal,
que devia seguir com a espedir oerto
de que abordo iocontraria o devido trac-
taroento t *o ocatao aolos se lomaste
temisaa.
Portan* A cap lo comsoondante
Jo qaart corpo de artillreraa, mradas>-
do excluir com gi do paisagem par o
Deposito o cabo Jlo Maiinbo Falcfio,
que sa fl'ereceo pata servir ato Rio Grasa-
de do Sul.
Dita Ao CorjraBd*te do deposito
aulcriitudo o a feeiber com gui do sai;
sageroootbo msuctonaJo antecedeav-
te portara.
Dita Aomeaaoo, lesnetUado-lb o
concelht dedirecoio eito ao soldado Sa-
haolaao Jos do Reg Brrelo, delettas-
oando-Ibe, quo o Sisase receabocov 14
oedete coa as loraulidadeda La i.
DIVKHAAS HliPATigOlNS.
MEZA DO CONSULADO.
r A pauU he BWaana do a. i56
ARSENAL. DE GUERRA.
>
O Arsenal de Guerra compro atrios
oaatnburgoo, peOerneirao iu^tesa fio
e vella, eabode bobo en sor altatn-
do e estro o em verguinhas.
Arsenal de Guetr 2o de JoJfio do
1838.
Jos Cario Teixeira.
Dirsetor.
PREFE1TURA.
Paitado dio ai do J taino do 1838.'
lllm. O Rxrn. Sr. Parir cipo V. Ex
que das partas koje rrcebidas aafi consta
que fosso preao meguarn.
O Sub-Prtfeilo da Fregaesi da Sa-
caba ueoffisiar*uie ikoticiaodo qae, tea-
do sido cercad a tarde do di 18 da
correte me por tres Cosaaiisaariee da
Polica da PovoacaS de Beairibe o feciaa-
roso arelo Joso Beugurclia esrravode Jos
Baaie da CosU que na aaita do dia |S
aasia asaassiudo barbaroeneata o fiibo dea
Major Ptdro Velho Barreta, a qua! pret
so aclutva oacu lo em ama campia e q'
baxeaJo elle aaido a publico, e acroaa-
laeitid a licolt. do ditoa Gtnoiaasarsaa
de Polica san qae iumais se' qeiaesea
render j forcoea Ibessi daa a>evta ra>i
trido pelo ab aa* ata ae dkafosa,c*4
no em deae'Dpeubo de seae devesee ; Ssa
Je que nao ficaso ssapaao saaaellaaaoa
moostro da caja soeces** ao prueedeu aaa
cooipetentea terniew,
Daos Guaede a V. Bxc Pvolitara
da Comarca da Reciie al da Je Iba 4m
1838. lllm. e Exm. Sar. Fiaaeiea da
Pula Calealoaot i a*/ibauaf aua Vio Pre-
sideato da Proviaei. Fsaacaaca A atonta
deba Barreta, Prescito da Camarca. '
Contiaoaccfi da liaU dea pasaaes qualiE-
cadaa Jurado pelo faeleii desta Co-
mer aa confu anidado da Le de il
da Abiil de .836 a qaa Revesa o|a1
noate carrala a*saod)ai838.
iSucuai! Calinasro ata eua la>dar*ij
H MUTILADO L
I





DIARIO DE PER* A M BUCO.


I
I

^
ra. Major Caetano Aliarlo Teixeira.
Carlos Francisco Soares. Carlos Augus
to INugueira Campoi Juaior. CapU6 ,
Cosme Jjicjuim da Faaceca Cuimarasns.
'lenle, Cosme Joaqaim da Foacaca
Guinviaens Juaior. Paire, Chri.iovau
da IlolUtida Cavaleante. Cbristovad da
Santiago de Oliveir. Gosme Jote de Mel-
lo. Caelauo Jos da Silva.
Domingos Jos liogrigu.es de Aievedo.
Dornogos Ferreira Jorge. Domingos da
Atorado Coitioho. Domingos da Silva
Guimaraens. Domingos Joto Ramos.
Domingos Malaquita da Aguiar Pitos Fer-
raira. Domiogos da Souta Siqueira. Do-
mingos Jos Mando. Domingos Pires
Feneira* Domiogos Rodrigues da Cu
jjha. Domingos Francisco de Souta l.ei.
Ezebio Pialo. Eslevad Josa Paes Br-
ralo Pira pama.
Firmiuo Jos Rodrigues Farraira. Fe-
lit Bilerea Vanne. Flix Francisco da
Souza Mig.ilb.atnn, Francisco da Paola
Sallen. Francisco Gomas Moreire. Fraa
cisoo Nuoai Corraia. Felipp* L^pes Mello
Juaior. Francisco Camello Pessoa.
Fian cisco Josa Dmrte. Francisco rl'A-
raorim Lima. Teneate Felit Miguis.
Felippe Uaoicio Ca vahante. 3.* Com-
maudanta i Falippe Banicio Ovalcanti
Jnior. Dr. Francisco Jos5 Camoro da
Jouba. Padre, Francisco Goelbo de
Lemose Silva. Francisco Antonio R-
balla de Carvalho. Francisca de Paula
Marinbo Falcad. Francisco Joia Leal.
Francisco Antonio das Cbagis. Francis-
co Ribeira Pavad. Francisco Ago tinho
Pimentel. Padre Francisco Antonio
Tenorio. Francisco d'Oliveira Goragam.
Dautor Falippe Neri Rodriguaa de Car-
valho. Capiu5 Felit de Velloy Soaies
de Macada.
( Ccntinuar-ie-ba.)
teotariS seus aproches; 890 Parnsmbuca-
nos sernS auBcientes pira varrer do So-
lo Continentina todos ea pugiloa da aoir-
quia Hide dignos fiihos da Patria 1
A pr-'S pend da Vos siga a vicloiia voa
espera a honra vos acompanhara' ua vol-
ts aoa vossos lares /
Honra aeja tambam l'eita *s Aulhoridadei
Proviuciaea que caos ua energa boa
dir cao, sentimentos patriticos achad
8-inpre recursos no desempeoho das or-
dena superiores aem grvame dos Povcs !
Estes f elos gloriosas aiugaem pode reu -
bar Pemenabuce;
Sobre a surte futura dos pavos e djs
goveni.s.
EDITA L.
O Doutor Manuel Teixeira Paizoto, Juit
de Direita do Crime neata Comarca
da Rio FormObO, Provincia de Pomam-
buco pelo Regento am Noma do Impe-
rador O Seulior D. Pedro Segundo ,
que Daos Guardo fice.
Fas aaber aos que o presenta virem ,
ou delle tiverem noticia que neata Co-
marca ai acbaS presos deas escravos de no-
mes Manoel e Martmho os qaaea for*6
aprehendidos a um bomam patdo, que
dit cbamer-se Manoal Carneiro de Albu-
quirque Moura e ignoraado-se qaeffl
sijs o Senbor dos ditos escravos. maudci
lavrar a presente que ae afitnr.' em la
gar publica para a bea iuteHigencie.
Dado e pas-ado sob o sigual e Sello detle
Jui.o neata Villa e Comarca do Rio For-
UJ080 aoa 7 de Janbo de i838 su Jea6
l'iuieiro da Palma o Beorivi.
Mnoel Teixeira Peixoto.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
Expediead para o Sul.
Pernambuco nad dasmante o teu reno-
roe, oa5 abetar jamis a sas gloria. Gia-
gidedes lourosdo Pai ocoponliando a
palma da victoria da Baha aem duvida ,
que l nos campos do Rio Grande do Sul
nem serad eclipsados o biilho de suas ar-
anas nem emmurcheeidos os louros de
tantas vii tunas. Os ruosrnos Peroamba-
canos a meecna causa, o momo dendo,
o oiesojo ampeoho oeropanho de Par-
Bambuco em pacificar o Brasil ; ... Re-
bel dea da Piratiaim tremei a fugi I .
Pernambueo caa boje empenhado contra
a vosss causa, foi o ultimo sallo de ua
pcrdiead. Marchad tresentosbravoa ulti-
tim inente embtreados sob o commando
de bum distiuclo Official estes vid S'gu-
raineute completar o N. de oitocentos
militares, lorga, a* que neohuma das
bordas rebeldes oueared de encarar por
que se oul'riora a betalheens de Pe nam-
buco paderaS salvar o exeieilo Uraseuo
na fatal derrota do Rosario contra huma
Jorca inimiga da 8 a 9 mil homena bem
dieeipliuados munidos de grata artilhe-
ra a altacando por bum campo incen-
diado a ct-bei to pela w* numerosa cari!
Wia se J batalhdes oiieptllirad eiu-
O philosoaho que observe a marcha
progresiva da civihsaefo aa5 pode dei-
nr de notar a grande difirenos que exis-
te entra o dia de hoje a alguus ann >s an-
da pouco affsstados. O mundo moral ca-
tiva ri'um astado de ropouso e ru entre-
vad noa oelcuUs puliiic-a mais parcelas
que oa interessados ra*, os quaes se dis-
putavadeom as armas, se tal porcio de
terrena se tal rebaabo d > genero huma-
no pe tencia a ele ou aquella principe.
Mas hj tom s creado un nove oteros -
se ge ral, ej nad se contende sobre qoal
tei ba degovern*r til provincia, sanio
sobre o come ha de governsr cada um del
les ss qua passue ; sobe >e ie liso de man*
ter qs novos g>vernos modersd sentativos e se hio de faier extensivos *
nnedes que nad tem tinda a dicta de dis-
frucU-los j oa se ba de substituir o statQ
qoq anligo e pesar O duro despotismo
sobra todos os pavos do continente. Str
pos.ivel que a v rd sempre urna cbymera ea aciancia poltica
umaonho? iocheg*r|o nanea a sai-
realidades aa verdades qe todos compre-
han lem e I1S0 de aer nuteis todas ss
teotslivas que se Tacad para destruir os a-
busos ? Eis aqu quasiio que se pasta a
examinar.
A pi imaira commutlo que sacudi a
.?tierna aotigodata da revolacad francesa,
cujo abjecto pareca aar duisipir as prso-
copsedes, destruir todas as tyrnuiia,
icgeuerar a raca do homem abolir todos
os privilegios e col locar a todos no logar a
queoschamavad seus Ul.otos e virtudes;
maaaqaslla primaira axpeiiencia foi vio-
lenta e al extravagante e as paixdes
de eufreadas nad le-p.itsrad oa prin ipis
da moral, o ciesrad um systema de ter-
ror iosentato e turbulento.
Levmtou se tritio um podar militar
que subjugou todas 8 faocdes qua des-
ti uu a demagogia e qua se conslituiu a si
meioso em urna nova tyrauuit sobra as
rumas das tyraoaias alheias e dos partidos
revolucionarios. Mas squslle poder S'U-
l>e conservar no sen vigor Iguns prioci -
pies indisputartlujCDle vautajosos, laes
como a igosldade ante a Lei, a menina i-
gusldsde oa exaccad de toda a sorte de
coutiibuigdes eoliv.e accesso aos ein
p A tevoluead e as suas desordens forad pois
sepultadsa juncias; masa agilicad deixou
urna forca a'-cci^e vida na uaca franca-
za qua se desafogoe por lud a ptrle no
decurso daquellas scoaai, vivas impies-
sdes que derad um novo gyro ao peosa-
inenlo. Tinbs-se U vaina do um astro lu-
minoso, a anda que earnevoado comas
sombras dos xcessos espantlos que a a-
narchia produt, censervava um brilho
proprio quo u obscurecer: a vardsde se moslrou clara,
mente, e se desaprovarad os horriveis
meios eom que se tinba querido ettabale-
on
Mas o gigante que eeaniohsva co cea-
tro da Europa nad pede ibranger de ama
vea cem aaua b. aoi o sul co norte. O
valor obstinado dos -apaubOes e dos Por-
tuguezee auxiliado deura escrcito b.
tannico inveocivel, a sustentado pelos re-
cur.os i inmensos ds Inglaterra, trium
phou d'olle no sul; os elementos pugna-
rad ue norte para seu damao. O eolosso
cabiu. ebouveeotad um breve momento
do regosijo entre os subditos e os gover-
uanUs ua couJLuca i'e qua estes estabeie-
^ cerisd Iris itbiai, justas e libertes, em
premio dos saciificios enormes que aquel-
los tinbad faito.
Eolio foi que se protlameu o famoso
principio da Ugit midada, e sa attabeleceu
a santa allianca para o su-t*r. E com
effeito onde q 1er que algum povo tem
depois levantado a cabeca reclamando ser
governado coastitoaionalmenie, os xer-
citos da a santa allianca tem invertido ,
al deixar os monarebas ns plenitude da
aoa soberana sem ol'iar icij'islica com
que os pavos u pretendiad, e sem tsr ou*
tro cousa em isla mais que o sstavel priu
cipio da legitimidada.
Em tal estado de cousss e conhecendo
alguns govarnos despticos a tendencia do
espirito public s imtiluiedes modernas ,
tem querido enspic a conservar o seu
ant-go poder fazendo ellas mesmos a car-
recga gradual da todoa aquel es abusns
que tendem a oaauter o despotismo. Ha
com efieilo muilos abuses que nad tem
immediata connexfo com osdiieitos poli -
ticos nem com as iuslituicdes, e que se
podem remediar sem accrecent*r a im-
portancia politice dos pavos ; e aquellas
govarnos que sobeos adiaatar-ae a excou-
ta lo, nad fax-'m mais deque mostrar
que tem chegado ald elles a expansio da
iuttlligeneia qua as latas tem diffundido
pur todas na olasses e que sio bastantes
advertidos para anteeipar o que hsvii de
exigir dMles a nacessidade imperiosa das
causas. Pur isso que melborad a ad-
mijiniac6 interior econmica e de j sti-
pa que alentad a agricultura e ss manu-
facturas que 1 co: mad as leis do commer-
cic> que palrorinad as academias da arles
e qua abolem aa operaedes locaes e subal-
ternas.
Doas sfo ss vsntigens que oblem por
estes meos: 1. acreacentando a riqueta
da seus vassalos e a povoacad podem ex-
igir dalles maiorea cootribuiedes e reoiu-
lar exrcitos mais numerosos, que Ibes
servem depois d'apaio o sustentculo :
a. fseoodo de inmeia qas a ruassa da
pavoaco disfructa de certa eommodidada
e bem estar, vem a aer uas govarnos pa-
ternaes, a nad lem a laclar eom o descon-
tento que nasce da miseria. ICtes govar-
nos Ilustrados sfo d'uma usturoea a ndo-
le ditersas d'aquelles outros govarnos ar-
bitrarios ignorantes que ruda .tem adi-
aotado que rareeem de lur.es de conhe-
cimenlos e de boavoataie, qae tem
ernptegsdo subalternos de fueoda que
roub.i e siquei.5 t ministrsr as rendas ; qua nomeiad iriin'i
tro de julioa que Tndem em, logar de
ileslriui la; que se di te d minar de
um partido ferox e sio o instrumento das
suas vlngancas ; e que etercem eco fien ,
urna arbitrariedade diversificada peiorq'
O despotismo tu'co.
Excusado confirmar eom exemplos a
vardade de quinto se Ism expendido ap-
preieoltnJe painel do que acootece nos
diversos govarnos do coutniente nem me
demoro n examinar a torte qae liad de
lar os govemos ferotes ; poia sen lo 11'es
tesa reafVi igual e contraria faccie,
nsd se pict ouira cou^a pars o lu uro se-
ad guerra civil, horrores e sangue. Kz
amina se agura o resaltado a que poder
coadutir a marcha adoptada pelos mover-
nos despticas illmtrados, ruuito ruis
digas da louror sem davida que a dos
ut os aiuda qae parla de um princi-
pio da rgusan.
E' 111 rubitav 1 que xqoelles hmeos qae
disfractad ttc ceiio bem estar,, lem muilo
menos iuclinafad a revolacionarem-se e
ssd manos aptos para entregarem-se a in-
surreiedes leroies, do que aq/alies que
uid 1 aportad mais finlo da so ie.'ade qae
uulti leximts. E'iomtudo lamdem
urna verdadeque logo que o liomem e.l
no pleno direito de conservar a sua pro-
priedad* contra as prclao^des de qu.ilquer
individa da soriedsde que nad produxa
rasdes sufficientes para t rar-Jha, nasce
urna e.pecie de iostiaclo qae o cendut a
pdr em davida os ttulos do governo psra
despossui lo 'aquillo qua Hia perteoce ;
e quando Ihe exigem contribuigdas que
Iba ditam ser para o a beneficio publico
er se eom direito a inquirir se a publico
lam realmeute iateressts na exicsad a se
haoutro, qae nad saja o mesmo publico,
que leohi o direito de determinar o qae
paca utilidad* publica, E*te tcnlimento
arcrescenta-se quando alera das contribu-
edes pecunisrisa Ihe exigem servicos pes-
soaes, echega au colmo quando se f.zetn
ditincfder eximndo alguns dos tses ex-
acedas e quando estaa mesmss pessoas
isarnptas lem o goao exoluairo de certas
honras a emolumentos.
Estaa seoiimentos se appresentad natu-
ralmente a lodos aquellea qie lem bstan-
le propriedadeeiatellgencia para exten-
der a* suos ds alm so cuidado da sub-
sisiencis diaris ; o que se compiova rom a
obiervafad de que os prop negociantes ssd pur toda a paite aa pessoa
mais addictss novia instituiedee que
Ibaassagortd diaitos politices; isio
, um direito da paite do publico a in-
lervir em urna ou outra forma* na exac-
cad e applicacod dos fundoa qua auhmi-
nistra e da parte doiindividuo! alar i-
gual p^rla na proteccad e beneficios qua
ogovarnotcm o poder de dispensar. A
negiliva ou a privacad destes direitos O
qae conslitue proprismeate um governo
arbitrario; e, por tan4o, qaindo osla
elasse de goveinj toma medidas para loa
mentar a riqaeta o a iuiirucfad dos seu*
povos; as quaes lam lomado j um *6j
que nad ae poia comprimir, nad fazem
aeoad deitar o alicorees das psrtenades
que liad de sob verter o seu proprio poder
absoluto. E'caito que quando bajad ob-
tido txelhora na sua condif ad ha ver
menos ii>code que estalem em insuraai-
Qes violentas; porem tambem ser maior
a sua firmeza paia insistir em que se Ibea
concedad squelles direitos pelos quaes
oieem qua clamad cem rssdes iiraiistivsis:
Mostrard mais lizudeta tanto nos fina
que se propouhaO, como nos meios de
que se valhad para ir a parar a ullea : mas
certameule seifo mais obstinados em sol-
licila-los pela maama raso que saS mais
moderados naa suis vistas a que esli
mais convenidos de qua o tam por i
de conseguir.
E' realmente lauta a connexio entrj
riquezs o a illegtncia na masta do pov<
a libardade na cenatilaivad do govarj
que se podeolhara urna coma a bioli
o barmetro da outra o qae o csmii
mis seguro de inspirar a todo o pov<
mor libeidade, dirigir todo o nosso
affiuco civilisacadgeral de seu entend,
manto e ao ealabsleciraento daqaelles
habitat de industrie quo coudutem li-
quen e indeaendencii.
Impossivel e dar urna naced o uso da
ficuldade da raio e impedir-lhe o usar
d'ella para os obj-ctos que mais a interet-
s li os seus dirsitos em q jauto a ama clasoo
de objectos, e manto lsainia ignorante a
indifferenie a respeito de outios : urna
ve que os horneas lenbad o piincipio
nao ba forca de impodir-lhes o ntr urna
applieacad complela e real d'elle. Nad
possiicl extrabir Ibea as ralar^tas atirai-
Iheaaveada dos vlbos, e obng<-los ao
mesmo lempo a que daitem deolliar para
01 objectos mus ormosos da natareca.
Nadpissivel em lutoioi dar>lbos boas
leis e insistir tm qae vivad sob urna cous?
litjirj- abjeets.
Passsnd^ agora a coulemplar os gover-
aanles nao d< certa vau uem romanes-
ca a espsranca de que o habito deTater
justioa u'umas coosas os conduta a fa*
te-la em tudo; nem do que leudo nilpa-
du as vantagens de ceder al certo ponto
ao espirito e inteligencia dos lempos,
possad vir a p pletamenle. Teudo visto qie lem obti ior
msiorssgurdade o contentamenlo sa^iili-
cando a!guni'S preocapaQes podem lal-
vet aveolurar-se ao sacrificio da todas; e
tendo dascubeito que podem vi ver na o-
pulancia o magestsda a pesar de ler aban-
donado a prerogativa das oonGscacdea ar-
bitrarias, podsm descobrir rom o lempo-
que nad mcompitivel o pmeeder om
as iiberdades dos pavas, e que vale mais*
a dignidade seguraoca a populaiidade-
d'am rei constitucional, que apompa
bubara o perigo e a solidio d'um dsspo*
la.
(Nicional de Lisboa de 17 de Mo.)
VARIEDADES.
O Exbctjror Da Alta. Jvstica,
O executor da alta jualica ara asaim
i


*c
4
DIARIO BB PEBNAMBUCO
R
irecit
chaado no antigos codigoj porque os
Ssnhore* do braco e cutello a bem es-im
oa jaisea roses, erara os aicos que de
direito podais oundamnar a mora. O
simples diraito d; administrar ajustica ru
diva o dirato de ter um esaeutor, pira
iito era neeessaro 6er investido do Jubi-
lo de gladio ou de ju-tiea do singue.
Entre os Israelitas nao havia algos
propiamente dito aasentcncas de moda
rao executadss ou par todo o povo ,
ou palo* parantes do o imiaoso qumdo
ee tratara de um assim assassinio ou por
um in-Jivido que o chefa da triba liona
direito da aleger e nomcar. Aristteles
B08 dz, que o oflicio de elg .1 niera vil
entra en gregos $ a acrreioeiita mesmo q'
ootra alies ora at um dos principas offi-
eio so consequeocia da sus oecessidade.
Entra os romanos os lie torea aran o* que
exeou tarara as senieusis de morte. Mul-
tas Teses sa emprsgavsra soldados em faior
es etecucoons ciada uo interior das ci-
dsdes e mesme a respeilo da condem-
nados q ia ua parliaciam ao exeici-
Mi
Adriano B.yer, graS pamiooaria da
oterdam alhema que amigamente rus
roviocias Uaiidasda 11 Jinda maitas re-
as oa propios juses he que executavsm
as suas senleocas. Depois islo pasma a
ser um offioia. Seguado o meimo Beyer,
ni Italia e em algumis partas da Alletaa-
hi manatra da H spanlia e do nosso
ortugal,os axeoutores da alta justica,
a carrascos s. tirados d'entre os crimi-
nosos a quem se consede a vida pam
tirar aoa ootras eonJooaaadoa.
Por muito temp se rio em Can I um
grupo da bronzt representado um til lio na
acoi de executir seu pii : ambos hari-
am sido candemnados a morte pelo mes-
roo crima j como faltassa carrasco I".i ol-
ido a qualquar dilles o pirda acei-
do aquella emprrgo: o pii reonsou
didamentaa proposta querondo an-
te.morrer qua matar seu. filho 5 ponra
c,Apara asirr sua vida miieravel ns6
tirW dutida da executar acu pai. Foi
estel'Cto infame que se quiz rotar i exa-
craca\o publica ofieracanco-o a tisis de to -
liea grupos.
N^AIIemanhj antes que dsa funccoeni
de axacolor ae fijesia um offioio publiao ,
ara mambio mais moco do corpo mu-
nicipal qua fsaia as execucoeos. Ni Fran-
conia pertoacia esta obrigagaao mais mo-
derno dos oseados. EmStetin, pequea
cidado da Tburiogia eram as exocueoes
feitau por aquello habitante ultimo ad-
taillido pela Oorporsca dos mesleres a
rnostransa do a?u oficio. Em Reutlingen,
ua Suabia era o ultimo cootelheiro re-
cabido no corpo da magistratura. Na
Lilhuiois certo principe chamado Wi-
tolde avia drcreado q' 01 crin, iiuso > fes>c m
os meamos execulona.
Ero muitas larras de Aileminha no 17.*
aeeulo o crraico ara reputado illustro ,
a goaara de ledo os ti mos e privilegios
da nobrasa qomdo havia cortado hum
corto numero de cabefas proscripto pala
legislacao.
No lempo de S. Luis haiia em Fran-
g um eirrasco parj os horneas o huma
inulhar fisa as auai i'uacces queuio
era do seu sexo a criminosa que d xecutada. it*s esecutore ua pudiam
morar uo interior das cidadas, salvo no
sitio ona eslava larsntado o pelourioho.
Em Peris, em outras mullas nidadas
da Franjeo carrasco gosava n'oulro lem-
po o diraito chamado de bar age j isto he
poda exigir de todos os gneros cereaas
que aa paubam a rauda umi rua aliis,
aisim como urna parte de lodosos lagumas
bortalioas que i me existia anda no seclo piscado.
Na Bretnha .qaando o carrasco era cha-
mado a fiser algunos execuoab nusdstri-
los (ceiitos) da cartos mosteiros entre
outras relribaifiea pertencia-lhs teceber
umi cabera da poreo. Uina igual pitisco
Ihe pagara anauelmsota o abbide da S.
Germano : no da da S. Vicente o algoz
ara obrigado a ir a abbidie acompanhar
a procissa sendo a prrmeira pessoa que
ia oa fiaota ; do fiui da fssti a rabees de
porco Iba era entregue na prsenos do ib
bode.
rJoje os carrascos em Frsnca 6 Borne-
ados pjr paitara doGaverao, regulada
na respectiva prefeitura do Polica ; re-
cebam um ordenado ceito, a alem leste
urna gratioaeaS cada vez que rao faier
alguma execuc>. Posto que se Ibea ni o
designa lugar certo para a aoa morada ,
nio gossui todaria de absoluta liberdsde
da morsram onde quiserem ; e segundo
urna decisi das tribuoaes poda o aeoho-
rio annullar o arrendamento que lhe livor
le t o, u ni a vez que elle na 5 baja declara-
do a tu 1 iirofiieSv.
Ao lempo da rerolooaS de i330, havia
em Franca a3a carrascos, potem tom
sido reducidos a 10a o qua produz urna
economa para o thesouro de 1 em mil flan-
cos : mas urna tal reduceaS iutercasa omi-
to mnis a sociedade pelo lado moral, pois
qoe be indicio caito de que o progrsssoda
eivilisacaS se manifest noa costun.ei di-
minuindoos crkoest enastis, miiigin.
do-Ibes as penas.
( Da Nacional de Lisboa N. ioi5.)
m
LITTERATRA.
Considrra<;Sas sobre o abuso de fundar
sobre o amor, todo o iuteresse da Tra-
gedia, e sobra o< melhoremenlos pro-
gresivos do matirial do Tneatro Fiau-
cez.
Entre tatitos recursos Dramticos qoe
preientfoas seclos da Cavallarie, nio a-
doptaram os Franceze sa nio o amor a
tsses meamo cxpiessado de ordinario no
estilo moi* absurdo, e pedantesco, sera Ihe
darem a temara o fogo, que siopio-
prios deita paixo.
St bem indtgar mos o rorda leiro mo-
tivo da introduce! deslas apatvalbadas
aceas de intriga amorosa nos veremos
obrigados a diser com Riuobaooi qae
esta se faz para enrber tres queras pirles
da aocio com poaco coste e trbalos do
author.
Taremos (liz Riuobuoni a Nicomo-
des) asdesseanas de L'odice ao Eiipo
as desde Dir, a Policuto as aceas a-
morosas de Severo as Pbedras de Rsci-
oe as oia aceas de Aricia o entio rere
moaqoea aefio destas Tragedias nao s
oio lio a iatarrompida porem marcha
eom mais virase vodo assim a oonbe-
cer se msnifeitamente qae as ditas canas
de ternura semiente sio boas para en-
trarir, e redanler a ac j.equenetar os hroes dalla.
Se depjisdeHas doia melbores tragiooa
da Frsnca te examinaren! todos os oulros
roii notoria Reara' esta rordade. Qusa*
do o amor faz o assumpto da Trage-
dia, eite senlimento to iutaresun-
ta por si mssmo oceupt rom rasio a icena,
agrada-me o amor de Phedra, porem de
PueJra 10 nenie.
A cana Franceza soffreu por maito
lampe este jugo sem embargo do nobre
esemplo de A'bali, obra prima da Ra-
cinn a esemplo fe Voltaire em urna, ou
du s das auas melboivs Pegas, o authores
Franre^es nesles ultimes lempos tam hi-
do largmio por rolo eejaamor eatupido
que qoand) nio passava de etichetasra-
oca, produsia tio pouco cSeito como o
altar, e retrato de Cupido, que remoe
pintados em algn L ynes.
Ja fijemos notar que o carcter affecta-
di, a art ficial da Tragedia FraDcesa ,
prorinha da sua ligacio iatims com o
pr z res, e a presenta da bam Soberano
ab oluto, a iufiaencia do dehpotismo he co-
mo a dos SuSee d > deserto, sacoa tudo e
al a Bellas Arles m amo quandu per-
tanda protagel-es. Com tudo a sc'na
Francesa disso mssmo lirou alguna pro-
veito.
Um grao de di ciplina deiconbecido nos
oulros Thiatroj reinou mu sedo nos ac-
tores Franaesos, eos decUsse subalternas,
que na acera logias mostrara urna negli-
gencia iiisuportarel, e deadeohoaa, vi-
ram so obligados om Franca a dar tanta
alinelo eos aeus papis por moito iosigui-
fi;aniee, qiefossssm.
Fsta aUeocio ge ral produzio na acea
urna harmona, e om em sembr as par-
tes qae fas a adnuraoa6 dos estraogei-
ros.
A proteefo resl melborou tambera o
malaiial da rapresentsco que se tornou
mais axplaadido pela daooraa.a, e accea-
loiios. Coutiiuar se h>
Receila infallival para estirpar os callos.
Esta inootnmoda alkrsca do eiiider-
me he causada por calcado apartado que
comprime certas partes doa dodoa doa pea
e lambem pelas dobraa das roeias. O uso
de as cortar be improprio ua i porq'
assim se reoevaS eo continuo, mais igual-
mente pelo risco da ferir a par-te qaando
so profunda muito o aorta. O melhor
meio daoseslirpar completamente a om
pouoo lampo he o seguate. Amollece-se
o eslo metiendo o pe em age qaeule ,
e com a uoha ae procura tirar a parte a
mais proemioeoto o dura ou o que he
melhor queimar se a auperficie com pa-
dre infernal molhando a leremcute oa
com um palito molhado om acido vitrio-
lito e deixa se cabir a oseara ; entsS
applica-se Ihe em cima o segointa emplas-
tro astendido em pmno da linho ou de
algodad fino esagura-se com urna tirado
mesmo panno e enmina-ae todos osdiaa
de manhia antea de calcar aa malas ten-
do cuidado de naS deixar dobra alguma
sobre o callo. Pode ranovar-se o emplas-
tro de oilo em oito das; e dentro de um
mes, quinto muito, ae esfarelai a com
a nnha so podera* arrancar a raz por
profunda qae sejs. A compoiga da mu-
s emplstica he a segoiote : Cera ama-
relia 8 oneas pea de Borgonba 4 oncas,
Urcbenlhna a nasas verdete preparado
1 once 5 incorpore bern o estauda por
igual, a quecaodo a maass.
(Ard: doa C. Ut. )
Rste emplastro veoda-ae oa ra Nova
Botica do Scubor Pinto.
CARNE BA.RATA.
O actual arrematante do contracto do
Imposto do doua muris, por cabeca de
gado vsecum j aviza ao Respcitavol Pu-
dIco, em consequencia do sao annoncio
tassrido no Diario da 18 do crranlo, que
o proco da carne diariamaote oeste se-
mana, que dooono de 2a al x8, be de
I$9a0 ri. por cada huma arroba}
qoTer seja da maia superior como da que
fur meaos gorda ; certo de que aera dia-
tribuida a venda, melado do huma qua-
lidade, o metado deoutra sem dstico-
oa6 de pessoa e dilTerenga de preco; o
que os asiougues por ora, estabeleeides
para a dita vau ia si em a ra da Seo-
zxlla velha aahir ao arco do Bom Jezus;
Baso do Vgaro ; ra do Raogel j dita
e-treits do Rosario ; dita das aguas ver-
dos; e nos lugtres dos talhoa ua malanga
das cinco Pontea e da Ribeira, ou mer-
cada publico da Boa viste.
A V 1 / < > N 1VER80S
-__' Qaslqatr Senhor que teuha defa-
zer riagain pira algara lugir do centro
dests Provincia e que neceasiie de um
guia serviado Ihe tambera do comps-
11 le em q-iem poder ter loda a eoofiao-
c.a pois dar abono a sua conduota ; ou
qae preci-e tau somenle do o encirregar
de levar Carlas de importancia a qual quer
rert, el*. : anaoocie asas reaideacia
para ae Ihe Miar asaeguraodo desde
logoosDaunciaotoqoe ser acomodado 00
ajuste sobra o seu Irsbalbo.
ejQB> o autbor do aonaaeio inserido
em o Diario o. 155, que exige caber do
Administrador do Corpo Santo qaaotos
si5 es repiques por filhoa dTrmioa ou
Irmioa do SS. Saoramento o Passoa, per
per tender entrar em ambas as Irmendades,
podo j para melhor esclarecimonto ( j
que na5 recorrea boj nieios crerrdos)-dir*
gir-seao Sino Grande da mesma Matriz,
dea 6 at s 7 bra do dia para saber o
qae deaeia, porque, deaas horas em di-
ante, taires olle eileja ocoupado em ou-
lros afazeres de maior ioteresse ; oque
por isio ni6 possa satisfaser a quiztoa de
iua natureza ta6 celebres. (Hum que nao
be Administrador da Matriz. )
yy Precizase alugar urna casa, ter-
rea oa sobrado ao bairro de S. Anto-
nio que o seo eluguel nio exceda a la5
reis ; quem tiver dirija-so a esta Typo-
?rafia.
e/9 Pien>A;se do urna ama de ssanto
para servir em ama cua de pequea fami<
lia aeode preta e que seeujeilo com-
prar na ra : a que eativer necias cir-
euostancas anaaocie a aua morada para
ae procurar.
ajfB Acha se aberta desde 5 do corread
te mes de Jaldo a Aula de primeiras Le-
tras oa ra da Cadea Velha, no i.' andar
da Casa n. 19 qae fas esquina para a roa
da Caeimba, e para eomplatameoto do
numero e'Alumnoa que ella tem a roceber,
inda falta alguos, por cojo motivo o a-
baixo asigaado convida aos Sra. Pees da
familias qae quiserem confiar aeos filhoa ,
que quaoto antea eomparecaS com elles ,
ou dirijab-so mesma casa para darem
asea nomes a fim de coniarem com o lu-
gar pois que estando o numero oompls-a
te, nao ser admittido menino algam.
Poli-arpo Nuoes Correa.
ffrfjsa Quem preci.ar de hum homem
para foitor daeogeobo dirija-ae ao sitia
que foi do f.lecieo Reigidas, qae l aza-
r com qaem tratar.
, Arreoda-sa hum sitio na oitrads da
Cruz da Almas, qoe vai para Santa An*
oa, com graade caza de viveoda toda
envidracada, com tres sallas, onze qusr-,
tea, cosiuba fore copiar, todo cercada
da limfo com muitns larangeiras e ca-
fs e muila arvoro de fruclo do todo a
qualidado eexeira estribara para qua-
Iro raa los, pe tenses de faser farinba
maito torreno para pleatecoes duaagrl-
dasbaixas para capim e outra propna
para arroz : a pessoa que o perteudar ar-
rendar tanto por fasta como aaaualmen-
te dirija-ae a ra Direita logo no princi-
pio sobrado D. a segundo andar.
rea Precisa-ae do urna mulher q' na
seja moga para lomar conta da casa da om
homom aolteiro: qaem pretender deriva-
se a Praea da Uaiao o. ai e a4.
e/sjeai Precisa-ae allugar urna eaza ter-
rea em boa ra, com bons comraodos;
quena tirar acnunoia para ser prooara^
do.
WW No dia 19 do correle detapparrtl
cao boma Cabra preta com a froute da
cabea branca a barriga alguma eeuea a-
marellasa a oem algamai nodoas biaaca,
assim como aa ponas doa pez, o cauda
lambem brancos ; julga-so estar fartada ,
pois eslava dando leite : qaem a descobrir
queira levsl-a a caa D. 5. na ra do
Mundo oovo, que aera' bem recompensa-
do.
WW Existo nssts Typ. ama carta via-
da do Rio do Janeiro para o Sr. Francisco
Jote de Mello, a qua! foi lirada do Cor?
reio e aberta por paisoa de igual nomo
maa qua pelo *eo costeado cenheceo na
ser sus.
a Rogi-se ao Inreatsriante dos bons
da fiuada D. Biigiaa Mara Soarea da Ca
nha q' antes do lev. aa faser c5 vista aoa
partidores quaira declarar os 3io$ r. n'o
mesmo Snr. be devedor ao easal, bem
como alem de outras cousinhas q' ello
bem sabe, io$24o reis que o mesmo Snr.
be deredor nos servidos de um negro do
mesmo cssal ; na5 queira com esto aeu fin-
gido eiquacimenlo privar a faseada doa
ie por ceato qae Ihe toca o dar eo her-
diro o trabilbo para Iba tirar das unhaa
o qae a fiuada apesar de grandaa exforcos
nunca Ihe pode tirar daa ma6a, aquellas
accoens qua aa Leis Ihe garantan, asseve-
rando-lbo que tem pie que tivermos diiei-
to a eutentar-lhe a crimes prafiriromos oa
Civeis, e que qnido ambos lenba lugar
prompto nos achara' a propol-oa; pois
nab he juto qae ao'porque ae persuade,
que devia ser berdeiro da casa ae inlaiia
persuamaS; pois um tsl procedimeato
alem derediculo, he criminlo, e sub-
versivo aa bous costumes.
? Roga-so ao EserivaS da Irmandai
de de N. S. da Solidado da U ja vista, quii*
ra dar 1 esposta a urna carta que Ibe fot
entregue pelo Procurador da Irraandade
. da Sen liora Santa A aoa erecta oa Igreja
da Sauta Cruz cojo tboor da caita ha pe
diado algomaa alfaisa para a fcetividade
da dita Sonbora Santa Anna ; motivo este
que nao admite demora a respaila da dita
caita.
s^sQuera anauciou querer ama Estan-
te ni 6 maito graade : dirijajse a Boa-vis-
ta ra do Rosario defronte da roa do A-
ragab ao p da casa de v idraf 1 que achara'
com u,um ractao.
J MUTILADO
.


..V
c*
SlARODEPERNAMlUCO.
i
*

I
No Diario de hitado 16 de Junho
p. n, te pubhcou negociar-se daas divi-
dai qae*divemser executadaa palo Jaizo
lo Cil e Orfios dtsta Cidade do Racifa ;
uan nas Alagoas de mais de _:4oofi)ooo
outra passaate de ia:ooo$ooo e peito
deata meuna praca cujas devedores, oa
eus herdeiros tem eogenhos multas Ier-
ras, escravos, e mais baos pnra pagarem,
fl-rece-se essas iridas por melada dos
prinsipias e jaros vencidos Me 31 de Mar-
f o do crrenla auno ; roas nio declarou o
ennnnoiante a sua moradia por ssr ira
litio lora daqui em rrtio de uas co*
nicas raolesttas eetilai en ore-modos aos
Sr*. pretondeotes quequiserem vertitu-
los oh documentos eairira esclarecidos
para o maia que Ihe convier : ora decla-
ra-se, que no pateo de N, S. do Teico ,
entrada do beco do lobato casa D. i, por
ira* de urna venda no segn io andir ,
aa achara oom quem tratar a respailo, na
forana daquelie primairo annancio a cima
.citado.
jry D. Cosma da Almeida Acerado
Coitinao vendo no Diario de i5 do pre -
sent mea j o annancio da Sr. Manoei Ca-
bra! de liveira Mello io responde a to -
do o san contiudo que pira ivltr mais
diteiies que appareca o dito Sur. Mello
con todoi aseas documentos que dit assss
comprovo sua justa posae e dominio
que nunca deve levar a mal quera pioru-a
o que he sea e como ignara qaaos ejio
os ttulos porque possuc o dito togenho, e
que para os mandar ver a casa do S. Mel-
lo ( como elle annuoeia ) ha uno pouoa
distante desta praca alem disso nesta ha-
ver oiiia quem informa da razio que cada
imiltm, motive porque se peda ao Snr.
Mallo o fsvor da epareoer rom ditos tita-
losmosla de Sr. Dr. Paula, qua j'*lg
asber; mora na ra nova ao p da punta
da Boa vista onde se achia oa mas tita*
los eienteucas ds anauaciante para ali
da acord assenlarem o que melhor con-
ejee a ambas as partas e tsmbem quando
qtfrtrio temar parecers sobre o caso por
ntraa pesaoas Doutas se e| empatio com-
pentente para sso ; o qae ~a aananaiante
pade he que saja o mais breve possivel ,
para que todos liquem socegadbs e livres
de pelos judiciaes, e Boa a anonadante
esperaado nicamente pela entrevista do
Sr. Mello na presenta do Sr. Di'. Paula
como a cima Ihe pede.
a/y Alvaro de Lana Freir coma
administrador de sen filho menor Miguel
Joaquim Machado Freir que se acha
hab litado desda id de Janeiro de l831 ,
legalmeole administrador do vinculo de-
nominado Nossa Sanhora alo Livrameuto
do Para, destiieto do Acarai Comarca
do Sobral, da piviocia do Ccor grade; s
tem eonstituido procuradores para tomar
cantas d > bens vinculados que constao de
fasendas da gados e dtc. ; e cerno tenhfe
estado estes bem en podar da lercoiras
pe'ioas, a possio querer de nlgarcn forma
nliena-los; o mesmo habelitado edmini f it sciante todas aa pesioas a quem con- .
vierqae ni devem faser compras nem
contratos algum com os ditos beos, cora
panada nulade, e para evitar deman-
das sefflpre prajudioiaes a os litigantes fas o
prevente aanuncie.
gc3> Previae-se a pastea qua tem tido
a onriosidade da bir lacear cartas anni-
mas em urn casa da ra da sanzalla nov-,
que nio continu por qasnto alo slo at-
tendidas es auss refleKes nem to pou-
co ha rectio de saos a meatos publicas.
sjraja Quam precisar de um caixeiro
portugus para armasem ou vanda auou-
ce.
e/y J_ peasea que precisa de ioo^Jjoo
a premio com p-nuorrs de ouro dirjase
ao btcodo Padre' D. 7.
aj_9> Precisa-bada ua traballndor de
massaira : na roa Direiti padaria D. 34".
a/y OSr. J. G. S. queirabirou ma-
alar pagar no armasen da ra da Cruz n.
36 a quantia de que he devedor a mais de
nao e meio do contrario se publicar o
sea nome.
e/y Jote Rafael do Macado nio te ada
tiesta Cidade e sim na da Babia, eonde
9 podem procurar, qaom oam elle tiver
de tratar.
a/y O Sr. ailteiroque precita de atns
peisea forro ou captiva pin Ibt coziabar,
anuncio a tta morada**
ejry OSr. Mariano Joaquim Nunes,
quaira annanciara sua muiada que ae
Ihe de-aj fallar. .
ajpy OsSri. Antonio Jos Bafrerrot,
natural do Lisboa filhodo Sr. Joaqaim
Jos Pereir; e Francisco Antonio Coelho
oatural do l'atiiarcado da Lisboa, filho
do Sr. Francisco Luiz Coelho ; queirlo
anaunciar suasmoradas, qaeselbede-
leja fallar.
e/y> Precisa-so de 2oo&'>oo a juros
com hypotbeca em um asaravo } quem
quiser uar annuncie.
WW Daseja-so alugar nma pre'a que
saiba coiiobar com ptrfeicio a lailac na
rus do Vigario no primeiio audar da so-
brado D. s9.
jry Airenda-ie o primeiro andar do
sobrado D. 31 na ra do flaagel, tem
bonscommodoa para psquena familia : a
tratar do mesmo.
y Precisa-se do urna casa tarrea ou
roasmo nm sobrado para pouca famiba ,
em qualijuec roa lisoodo-so todos os
concertos, eda-sa um anno adiantado ;
quem tiver para alugar, dirija-se a Cara-
boa do Carino loja de outives de Kaballo e
Companhia.
say Alagio-sa eseravos de ambos es
seos, e todas as dados, para venderem
azaite de carrapato psgande-sa-lhe i*
mil lis roansaes ; qaem os tiver diiija-te
a ra de Hortas sobrado do um indar De-
cima 65.
a/y Quem annunciou ter um sobrado
de um andar, quiotsl a cacimba, dirja-
se a roa das trinebei as sobrado de dois an-
dares D. ?4>
a/y Alugase para criada de algum Sr
cstrangeilo vu iiaci nal um prato mudo
fiel e daligente es pretndanles dirijio-se
a ra da Crin n. 64.____________^_____
AVISOS MARTIMOS.
a/y Par o Ass' com bravidade o
Brigoe Boavaotuna Capillo Baltasar Jo-
s dos Res receba carga afreta : a tratar
com o Capillo ou oem Jos Gonselves
Ferroica Ortes.
a/y Par LlSaO*. a lahircom brev>
dadea Barca portuguesa Espirito Sacto,
Capillo Manoei Antonio dos Santos, re-
cebe carga afrete da io< rs. por arroba de
essacar; quem na mesma quiser cairegar
ou bir da patsagvm para eqaa tam ex-
aelli'otcs conimodoi dirija-se a Franis-
co Alveg da Conha na ru ostreia do
Rosario, ou napra?ido Comoiercio ao
Capitaoda mesm*.________________
a;; OMPHAS.
Um Renevai iraito -aa Gantea ,
in qaalqaer liogua : nssU Tipogrifia.
_c_a> Urna farda urna barietina um
cmame de couro de bistro ludo para
G. N. ; quem tiver anuncie.
tjry Uma cadella a Iravesssda que
seja deboaraa; enchivo popilar, pe-
ridico da Li ba toda colievio do auno
de 37 e 38 al o presente : aunuucio.
_-; i/ty Alinda da Homero, tradutida
do grago un laglez por AUxaudre P.je :
uas 5 poutas 45. aiMiuu i .
a/y Um oarpioa do augeobo ttm ser
necessario qua seja paife-ti offi ti o^m
tanto qua leja de bea fijara e da regla-
les coilomes assim como, ama pieta
rapsriga que seja aofrivel co'turaira ; e
um ollicul d ; sapateiro que trabalba b.ui:
na ra do Vigjrio D. i2.
a/y Uma tipoia ja usada, qua tenha o
pi curado coind d1* de corese^cur*;
5 sellas ou selius osado: na 1 u do Coe-
Ido na qaarta can do Sr. Fraucisco da
Slvs.
V K N I > A tt .
a_jr U m engommadeira co>e e cozinba; um
molato do ao annos de idade ptimo pa-
ra psgem eafficial de alfaiate ; um ue-
pro de 18 annos de idade proprio para
todo o servifo ; na roa de sgoas verdea ao
primeiro andar do sobrado O. a6 dallan-
te do conaistoria do S. Pedro.
e/y l'pel de pozo de mni superior
quWid'de para uso de escripturifio : na
1 us da C' ut n. aa.
yy Urna casaca de panno izul anda
doto t P"' Pre5, vutto commode : ni
ruadoS. Rito nova, venda qao fas quna
que volla para S. Jo .
t_> O sitio grande do Olhod'agoa, fo-
reiroa S. Casa da Misericordia da Ulmda,
sito na passagem com casa de vi ve 11 da i
a qtial precisaconoerio cam arvoiedos
deiVurto, granda baisa para capim o
pode tena vaccas todo anno*, quem o
quiser annuncie.
te> A posae de 7a palmos de terrino
nofim da ra da S. Rita Nova com o
fundo al abaixa mar tem muita pedra ,
todaestaquiado; quemoq-iser annuucia.
s^s- Uaia inganha de l4 annos de
idade, cose, fs Uvarintos comprin
oipius de aogoiDtnar; eoulra que sabe co-
zinhir odiaiiodo uma casa: 110 beco do
Verad caa juulo ao subiado do Sr. Ira-
vasso.
a/y Una venda com pucos tundos ,
sita no largo de N. S. d- Terco, D. a : a
tratar na iua da Crasn. 36.
l/y Urna raolata qua representa ter
25 a 5o aunos de idade sabe cosinhar o
diario de uma casa, moito boa veudedeira
de bocela tanto de faxendas como do mi-
adasas ; a 3oo palmo de trra e com 800
de fundo com a frente para a est-ada do
bombal: a trrtar na ra do Collrgio no
terceiroand?c do sabrado n. 9
a/y Uma crioula de i5 annoi da idade
cosiuba e eogommn ; umesoravo da na-
ci inucambqua proprio para cadeiri-
nlia : passanlo a Igreja dos Martirios no
primeiro andar do primeiro sobrado-
t_|a> Travs do mangue caibros, cal
branca dita preta t'jolosde nlvenaria ,
ditus da lapamento emais utencilios pa>
raedificapes da casas : no beco do Vergi-
nio, na obra de Luis Jos Maiques.
a/y Farinha de mandioca fina e mu
to superior a borda da Sumaca Bella
Elisa, ebegadaem a do Junho a 64jo
medida velha, e tambera a bordo da Con-
cedi Falicidade do Brasil pelo mesmo
pref-o equalidade, chegada em 3 do
mesmo mes, ancoradas na praii do Gol-
legio ao p uma daoatra u tambem em
aacaa na ra do Collegio nos armasons D.
7, 11 e i3 a 66eo a saca com sua compe-
tente medida e sendo em porcaS a bor-
do oa om ierra baver a devida silencio ,
poique o dono quer faser sabir as embar-
caces at o fim do mes os pretendeotes
podti a chamar o bote do navio pira m
pagarem canoas.
fP U o e^cravo da naci de idade
de lo annos cosinheiro e com princi
pos de chapeleiro : 00 paie^ do Terco so-
brado 1, ou a borda da lanxa Garopei-
ra lundiada junto a alfaodega nova.
a/y 1\boas de pioho de costado, eos-
tadiuho assoalhoe farro, tanlo Ameri-
cano como Sjeoo de todas a larguras e
comprimabtos ; no armasem atrs da ca-
sa da opera.
e/y 4 obras de Moral, Historie Eccle-
iaslica, Diccionarios, e livros francsie,
e Iiii'Jires: na Roa vista a fallar com o Pa-
dre Bicalhu.
a/y Una caa terrea a pouca acabado,
muito bim repartida por isso que lem
x elleutos commodos, e um grande solio
com sacada de varanda da ferro sita na
ra do Jardina : a tratar na ra nova ar-
masem de luuca D. la.
v/y U.na cana terrea aa rus de S. Pe-
dro Tartyr de O inda junto a ribeira ,
feita a moJerna com ilu'S poitai e uma
iaella euvidaas rtol cotiulia fjia e quintal murado: na
1 ua do Rxigel D. [\.
#y Uma caooa que pega em i5oo li-
jlos da alveusria gri>sia coosiruida pe
lo bam eonhocido mestie Jos da Bnto ,
em cujo estaleiro so acha acahir n'sgoa
?estes 4 diaa: a fallar com o mesmo mestre,
qua dia quem vanda.
sj_)bi Urna eaorava de naci mucamhi-
que de l3 a i4 annos de idade muito
ada e servical ; um cava 11 ruto de ba-
nita figura anda ba>xo bata largo os-
qaipa e ha muito novo: no atterro dos
tlogadoa casa de Joio(BaptiataCorreia Nu-
DIS.
a/y Sacas oom farinha de mandioca
mui superior, vioda ltimamente do Rio
de Janeiro e de Mag om bairicaa : ni roa
da cadeia o. 8.
a/y A dinhairo ou a praso com bou
firmas, uma venda lita na ra do Li-
vnmiulo Dj junto a loja do Sr, Burgos,
com os fuadoi de 1 :ooo# a 1:4oo# e ta5
bem se fas negocio com a caja vasia sen-
do armasem sobrado e sotio tudo com mui-
to boos commodos : a tratar na mesma ou
na ra nova venda de Manoei Ferreira
Lima.
ayr-s> Sacas de farinha da mandioca mu
superior, viudas ltimamente do Rio de
Janeiro por prego commodo : na ra da
cacimba n. 109 ou na ra do Vigario
11. 18 ; assim como taboas de forro de pi-
nho do parlo proprias para fundos de
barricas e babus.
I
ESCRA VOS FGIDOS.
tc9* Kiuio no (lia primeiro do crran-
te da Villa da Macei um escravo da
no lie Paulo tem \l\ sanos do idade, pou-
cu mais ou menos, u.icio Bengaella, rorpo
seoeo, pernase firsaos fieos, cor fulla; lem
uma orelha furada e talvez o furo tapa-
do em rataS de ter apjslhoin>doa mesm.i
orelha ; ma6s psquenas pi laS b;m pe-
queos e bem feitoa boca pequea, om
todos o dentci da frente ; rosto redonao
e magro; levou vestido carniza de algodio-
snho, eiroula de panno de algoda grot*
soda trra, e por cima da siroula cal
velba de estoupa e jaquata de 1 iscadinho
azul aiada nova, que m l'.i lavada:
rog sea quem o pegar o leve a sen Sr. An-
tonio Joaquim Vera* 11a metal Villa de
Macei, ou oesla Cidade do Reeifo a Ca
etano Pinto de Veras, roa irsiti D 53,
primairo andar.
e/y No da i5 do corrente fugio um
pelo crioulo de nome Jos figura re*
guiar aeeco do coi po baatanta retinto ,
s. ni barbs levou calsa branca eamisa ,
e chapeo de marinheiro ; quem 0 pagar
lave a fora de portas em casa do Commau
dante da Escuna Labre que ser genero
zamente reoompensado.
*/y Fugio no dia i5 do correla u
preta de notte Jos, de naci cacange,
prsenla ter 4 4^ anoos de idade, o cfi
eseignaes seguintes : baixo e gordo,
beca grande', cabello crescidos t0
redondo, ecom bastantes marcas defti 1
chifjas olhea grandes o Igurna couzaJfcu-
macadoi, ambalo boca grandaJ^Talla
g'ossa, tem no p diraito um dado de
meaos, levou camisa e siroula de bn'm
ojo, chapeo de palha velho esto preto
juiga ao ter bida para o porto Calvo por ser
la casado; par tanto roga se a todas as
pessoas, ecapitia* de campo de o pegar
e levar ao forte do maltos D. 9 qae sei
gneros 1 majLnte recompensado.
sry Fugo no dia ao de Outobro de
i832 uma e^crava com os siguas seguintes:
do Home Tberea beui baixi com es
pa toa grandea barba razada naiiztou*
rado, orolhas pequeas, tem uas talhos
n galinha nem muito preta nem fulla no
p eiquerdu tena^im mlho de veiai como
um novelho e qaand > fugio foi prenba ;
quema pegar lave a rus nova 5 onde
receber 5'>2Jioo.
a/y Rog-se aos Srs. Sab-Prefeitos
desta e mi Comarcas, e Authuridedei
PoliciaeJ e pessoas particulares que
soubeem ou virem uma negra da costa,
de nome Calbirma ja i losa, alfa, al-
gum tanto secca, e fulla, qu Otila es pitos para diantc quebrada de
amli-s as verilhas costuraa entilular-se
por forra ; e suppoe-se estar acollada, oa
vendida ; a mande prender e levar "
mu S oa Roa- vista ra do Araad D. 37,
quo saptisfar toda a despesa, e gratifi-
ca c 5
MOVIMEIM IO DO PORTO
IN avio Saiiido no da ao
MACEI'; Sumaca Braiil.ira Rainba dol
Aojos, 14. -usiodio Pereira eaigi
vaiioi ganaros.
ENTRADO NO DIA 30
PH1LADELFHIA;47 das litigue Ame-
ricano MoieaCoper de 189 Tonel., Ga*
pilio Solomom Semelte carga faiinhi
e mais geueroi : a Jao Malhcus.
OI!SF.UViC,bES.
Deu fundo no lameno urna Galera Fran-
cesa. _______ __
FcuN^Tir, DAWH 1 F, u VAUAtr1838
\


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