Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03492


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Full Text
i
-
I
i
i
/
Anno XXVIII
Terca feira3
ue Agosto de 1852.
N. 195.
DIARIO DE PERMMBIM.
amar/o a xUBoairplo.
PlSSMIlITO ADINr.D.
r trimestre. ..........
Por semestre ....
Poi nno .......<).....
PlOODKNTlO DOrilMESTKB.
i'.n quartei.............
WOTICI Al DO iinriniu.
Far. .. 3 de Agosto Minas... : deAgosto
Maranbao. o de lito S. Paulo. 7 de dito
< ear.... M de ilitu R.deJ.. i4 de dlio
l'anhlbi 33 le dlio Habla... 18 de dito
4/000'
8/000
ia/oao
4/500
DI- DA SIHlll. ADDIUCIAS.
30Seg. S. Rosa de L i Julia4 OrphB
3l Tere. S.- Rayrauo-I', 5. ai lOboras.
do Nonato. I. vara do cirel.
1 un ii i. S. Kgldlo. ,3. e 6. ao meio-dla,
2 Quii S Elevao. fattna.
3 Sest.S. Eufemia v.l.eS. i 10 borai.
4S.ib. S. Rosade Vi-I 3. ara do civil.
terbo. ,4< esabadosao raelod
,', Dom 14 N. S. da Helarlo.
Penlia. Tercas e gibado!.
iriaiauti
Cre ce te i 20, a i hora e l minuto da tarde
'.'hela a 28 ai 4 horas 6 minuto! da ni,
Mlngoante i ti, as horas 16 minutos da tarde
Nova 13, ai a horas e 21 minutos da tarde
fiuatim ioji
Prlmelra i 5 horas e 18 minutos da tarde.
Segunda 5 horas e 42 minutos da manbaa.
iliTisil o conn.no.
(Jolaana e rmhlbi, s,egudi c leitaa-
felras.
Rio-Orande-do-norte e Victoria ai quinta
fatrai
Bonito, Caruara, e Garanhuns no l*e 15 decad*
ntt.
forei.Oaricurj.Exu e Boa-VUta l3 a 28
Hilada, todoios das.
Todos os Correiol partero aomelo-dli.
OTIOIA isiaivoriBis,
Portugal
llespanha
Franca
Blgica*..
Italia..:.
Alemanba.
Prussla ...
Dinamarca
Ruasla..
Turqua
Itdr .lulho Austria 3 de Julho
1 de dito Suissa.... 3 de dito.
8de dito Suecia... ao de Juoho
3 de dito Inglaterra 8deJnlho
de dito E.-Unldos 2tide Juuho
2 de dito Mi-mu... 3 de dito
J de dito California i de dito
34 deJunhoChill. 9 de Malo.
2 de dito l'uenos-A. de Julho
20 de dito .Montevideo fide dito
CAMBIOS OT. 30 DE ACOST
Sobre Londres, a 27 '/, 27 '|,' por i/WOO d.
i Paris, 345 .
Lisboa,100por canto,
ITAIS.
Ouro.Onca heapanholai..'....,
Moeda de 6/400 relhaa....
> de 6J400 noval....
de 4/000...........
Prata.Patadeibrasileiros......
Pesos columnarios.. .....
Ditos meiloanns.........
Kt/Q00
le/oot
16/000
9/.00
1/J20
1/020
1/800
INTERIOR.
RIO DK J1NE1RO.
CMARA DOS 8ERH0BES DEPUTADOS.
8BSSO r.\i 4 ni ACOST l'B 1452.
Presidencia doSr. $!aciei Monteiro.
(C.uncluso.)
O Sr. Araujo Lima: Hr. presidente, logo
que volttino* aossa provincia noi lint de
18M, encorramos cm todas as elassesda popu-
lar o, grande e pequeo*, rlcoi c pobre*, saqua*
reinas e lucias, utu clamor universal, un brad j
geral de indignaco contra alei de Pernambuco
de que se trati. iludamos esse* cutamos alteHlaUlent as pessoas profissiooaes,
os coiiimercianles de gados,eadquiriinusa con-
vieco deque seus queixumes erm mu funda-
dos Entendemos eonseguintenicnte que seria-
mos pouco di 4 nos de nosap concidados se acaso nopromovessemos a revo-
gacao de uin acto que, violando mai.ife*Uiiicnle
a consliluico do estado, bhVcnde ao inesino
lempo seus lutercssea mals legtimos e vitaes.
iNeiu.Sr. presidente, he esse clamor peculiar
smcDle.do Cear. Eu Uve occasiao de^eguir
por tetra de Pcrnainb co para o Cear; c cm
todos os pontos por que passel, desde a cidade
do llecife ale o centro da<|uella provincia, ob-
m'hi'i a roesina Indignarn nunca iuterroinpi-
da. (Apoiadot t nao' apoiadot ) K til lie minha
conviecn, que provocara os nobres depulados
para mu inquirito aseinelhaute respeilo,
E, Sr. presideute, sendo da mais fcil erplica-
(So o contentameuto da populacao de Pernam-
buco com sta le que Ihc da carne barata, de
nao menos fcil comprebeuco he que as pro-
vincias productoras de gados se revoltem con-
tra este acto; porque, como alguem dlssc, ha
urna estrella q>ie bnlha nos coj modernos,
que be a igualdade, o dlreito eterno. Ora, o
nosso monopolio hea tjrsigualdade. [Apuiados.)
Masantes, Sr. presidente, que entre ua mate-
ria, a cmara me pcriiultir que eu chame a
sua atteuco sobre a materia que se discute.
Vi" se trata de urna dessas quesles pequeni-
nas a que se tcm dado um nume grotesco; sc-
no de uiu objecto imporlanlissimo, a revoga-
cao de urna le que, violando a couslituico, be
nllensiva dos iuleresses de l,al)0,0u0 almas a
!ue inouta a populacao das proviicins desde
ernanbucoat o Pijuhy ; uata-sc ainda mtis,
de estabelecer um grande principio, e he que
as provincias sao partes de urna inesuia uacao,
sao iruiaas c nao estados iudepeudenles que
promovain seus interesses levautando barreiras
que 1 'lii.iin suss relafcs commcrciacs uu cs-
maguem nacionalidades ilisliuctas.
E, Sr. presideute, einpeuhaudo-me na dis-
CUisfto, collocarei a questao smente no terre-
no constitucional, porque declaro aos nobres
deputados por Peruambuco que nada teubo
(join o modo por que esta provincia atiende a
seus inieresses. Se Pernambucu acredita que
rus iuteiesses podem ser promovidos desta ou
daquelia turma, emquanio nu oitVnde os di-
reitos de outras provincias sou e devo ser es-
ir.tutu a Isso, porgue s me be licito avahar
aeus actos sb o pouto de vista da constltucio-
i,.i : l 1 1. ; mas, antes que o f*v 1, apuniarei al-
uiius repaioa aubre o que se tein dito na dia-
cusso, principiando pelo nobre ministro da
iustica.
u*ndo S. F.xc. enectou este/^ no* e-
yu-u -.contrato que cala-
dla que P"""le'* carne, que o lepemos.
beleceuo.nouop.uinahisMm ^ ^
8. k"; J"iVS. Esc. pareca que acreditava
uiercclu'oraucia dos assiguataiios do projecto
(lu'Li leviandade era tal, que viuhaiu pedir a
Jamara a revogacao de um acto de que uSo ti-
nham pleno couhecimento, noque S. Exc. nao
tinharazao. Eu reaunbefo, fallando pelo que
me loca, que iou o ultimo dos deputados desia
casa, mas uem miuba ignorancia, uem miuha
leviandade me levariam jamis a sujdtar ao co
nheciinenloda cmara una uiaUMia deque n.io
tivesse iuformaces completas.
Acbando pois que S. Exc. o Sr. ministro da
juslica io leve rao a respeilo desta insina-
cao que nos ditigio, devo declarar que as bases
principaes do contrato estavain consignadas
no pioprio parecer da comunssao, que dizia
que pelo coulralo ie bavia estabelecido o mo-
nopolio das iMiiifs, cuiiiuictleiido o lornecl-
inentoauuia coiupanliia (juc se ubrigava a fa-
xe-lo por preco liso, garantindo-se o mimupo-
llo com mulUb imposta aos creadores ou quaes-
quer oulios que matassem gado para consumo
Pul. autilAnm mi luUiti.il J. fl L'_ _
Por certo, Sr. presdeme, nao cscapou dos- > alia ou balxa dos mesmos precos ? Se os nobres
e sulubrirlade dos taihos e da carne, assim
s I p.-Mlileote, causxe necumuladas que na ininha | quer que seja o prego que se Ihes olTerega ; 1 (
sa cbnsiderco esta duvida que se'nos pode- deputados rxamlnasicm profundamente os fac-1 oplulo concorrem para o alto prr^o das car- porque OS gados,estropeados COtuOSe acuamff como a ldel'daoe dos |
ia oppr; reconhecendo que a independencia tos, reconheceriam que no Piauhy e 110 Cear, e' nea. He portauto Ittto o resultado de causas na- ('estfl0 ocapazes de voltar, ou de Uzir s>'-j O Sr Ferreira fie Aguiar :-- Lea o 10.
respectiva dos poderes polticos nao permute as mals provincias que se oceupam da cria- tnraas ; mas ouuca o effeilo desse pretedido U,ja viaeem, nem podem ser refeitosj O Sr. Aravio Lima: O % 10 n(l): pro-
queosactosde uns sejamrevogad >spor outros, cao de gados, a carne nao se vende por menos jiiimopolio, qU os nobres deputados sonham 1 ^- nelns d'-Dezas svultariaa quo d'ah IverHo Igualmente sobre a commodidae dss
liveinoscomludodeobraremoppos.caoacssa de 8 ou 10 patacas a arroba. osCabriocdo na praca, especulando com os sof- p como i,n,bem Pla falta do f*zen feiras e mercados. abstanr>a e Mlubridado
rellexao por dous motivos ; o prlmeiro fuada-se O Sr. Vaes Maneto ; Esta engaado, no Piau-. Irlmcnios da populacao. nascem, <0"1" "" '""'11 L*\L nmmaa n
por dous motivos ; o p.....----------------- ---
fin que leudo o acto do ex-presideule de Per- hy nao. Cumpre pols que sejaui removidos estes obs-
nambuco, resultado de urna delegaco do po- O Sr. Araujo Lima : Se me engao quanto taculos, que nascem da naturesa das cousas,
der legi-lativo, os emendemos que o acto do ao Piauhy, lie cm mui pouco ; mas no Cear he porque enio o pre^o das carnes halxar nalu-
poder delegado revesta a naturesa do poder esteo preco coinmum; e se heasslin,oo sepde ramente. Emquaato porm Islo nao se flier,
de.'egante. dlxer que I11 exageradlo quando uo mercado de qu-'rrr obter esta balxa directamente por leis
O Sr. Ferreira de Aijuun: Multo ohrigado. Pernambuco, com accrescimo natural das "e monopolio, he saltar por lodosos preceitos
OSr. Kiauio Lima: Estamos anda uesta despezas de produccao, a carne obtem 12 1 l qu^ n justtea e o bom senso prescrevem.
Intelligencia. patacas por arroba. Occorre-me citar urna par-: deaqnl.Sr. presidente, duvidei da possibl-
Q Sr ferreira de Aguiar: Errnea. te da provincia de Pernambuco em que estlve, li'^le c existencia do monopolio ; por isso de-
OSr. Amulo Lima: Attnbiiimos pois o ca- a villa de Florgs, onde o nregn omc ., de ciare, Mc o *uu pi^u *.* vaiu, n ?P'-
racterleiilsUiivoaorrcuUmeaioceoai'aioa Mnm***** porarroba. (.01110, pols, os scotava como fundamento para a leglilacno de
.lu.aoouna Pondo p.rmdr parte estaques- nobres deputados, lmente porque a carne se cuja revogacao se trata, nno se baseava as
tao, subsista o secundo motivo, que nos impu- vende na capital de Pernambuco al.ea Ifl causas apuntadas, mas sun em outras mui di-
nlia a conducta que adoptamos, que vinha ser, patacas, allirmam ousadamente que o preco versase naturaes ; mas agora, Indo mais adlan-
a uecessidade de provocar urna discusso no he alto f Em que se fuudam para sitas asser- te, accrescenlarel : anda na existencia do mo-
parlamenlo, de obter a manifcslaco da opiuiao edes ? | oopobo deque os honrados membroa se quei-
da cmara sobre a incooslitucioialidade da le OSr. Ilenriquc rfs Kezeude : No fado de mn nao devena este ser removido anniqui-
ou regulanienlo, com o que (icaria o goveruo pagar mals. (Usadas.) lando-sB um direilo, ou a liberdade ds com-
dolado da f rca necessaria para nullilica-lo. O Sr. Araujt Lima: Segue-se portaoio que j mercio. porque sem duvida os honrados mem-
Assim, pols, ainda quaudo se tivesse urna tomando-se por base o preco da carne as di-, broa pjo poderam dizer que seja este um
opiuiao dillercnte a respeilo ds regularidade versas localidades cm que a produccao he mui- uieio legitimo de acabar com o abuso de uin di-
pronunhainos, o nosso lim no to vantajosa, nao ha fundamento para se capi-i reito.
deixava de ser oblido por rma dtverss, por- tular de alto preco em Pernambuco, exceptse Smhorcs, he to sabido que nao ha direito
da<, que deiraudam avtiltadas soromas psps Ide todos os mintimentos o outros objpctos
serom compradas. Assim, poil, sao menosexuostos a vond, lando bslinc de ver o
pesos e |i.i 1 n'i"s Je todos os pesos o mcdi'las
pata se regularem a< aferijfoi's, e sobre
cabidas as rellexfles deS. Exc.
Sr. presidente, al squi tenhn consi lera-
do a msleria debaixo das diversas Tacei por
que ella foi pr.seniaia na c'ss. Jadlsse,
a repilo, quo nao encarei esta quesillo cm
relaefio aos inieresses, pois no me impor-
ta com rtiaoeira por aoe ivniambuc po
niovn os leus iuter.'fS'S, assim como n3o
quero que nem Pernambuco, nem qoalqUer
ouln piovinci, rntenda na forma por que
quanlo possn favo'ecr a agriaulluro, com-
mi"n 1 e industria do seus distrieto, alm-
tendo-ie absolutamente de laxar os preso* dot
gneros, ou do Ihes por outras restricedes
ampia liberdade que compete a seus do-
nos
OSr. Ferreira de kguiar: Eis ah.
O Sr. Kraujo Lima : r.rande Dos Sr.
o Caara coinprehenda os seus. Se a ques-j presidente, tinho colindo no parlamento
1:1o estivess'collocada no terreno dos inte- nina imporlanle lico, o he que a verda lo
resses. declaru com loda a franqueza anal lia urna rbimera Uuando vejo ireus te-
honrados d'putudos que nilo me ouviriami nhores, suslenlarom-se propnsicoes as mais
nem un,1 p.lavrn. yunlquer que fosso a I absurdas, e com o devido respf ito aos liun-
sorle So Cear, os v> xnnies a que rOMa enn-jrados deputados, as miis irraciona'S..
demnado, o Cear buscarla em sua prupna
energa a frc;a necessaria para rostabelecer
sua industria esuiagada das aiiKU-tias em
que se debatesse. Mas o debate esi collo-
da medida que proi
de ser utido por lorma diversa, por- miar ae mu picju rm rtimuiu..., ^.v^.-.t woum^,, ,, i.,u hw tjuc un na vm.ii
que a oplnio da cmara dos senhorrs deputa, basta diier : a carne verde vende-se por tal de que nao se possa abusar ; he lao sabido de
do., selo.ie favoravel revogacao deile acto, tal preco logo he alto queoabu-o rllectivo de um direilo nao auto-! terreno, terreno do direilo.
l.abiliia.,.ogoveri,oparaq.ieo.liIcSse,econ- OSr. Weira .le Uel lo : -Ordinariamente ris. a la anniquilacao ; he tao sabido anda nn esto campo quo eu chamo aos
vuiiiuiriiirnir niosr nodr diur em hvnoihe- vende-se a li patacas em l'ernambuco. que nio se deve imitar o srlvagem que paia I ""> I10'", V" "'" "'"y s, ',,".
*."h.. que": le,dique e t n^teoba O ir. Ar*./o Lima: Ago.a, Sr. presidente,! comer o fructo derriba a arvo.e I e lil.erda- | Honrados de,ul-i.0S he .este campo que
ui"alcancei'nnornlc examinemos a questao debaiio de oulro ponto de do cominercio dava occa.io ao monopolio rogo acamara des Srs. deputaoos qued
Sr. presidente prosegulrel ainda nocame de vista. O preco da carne ene.rece, coocor-| de que os honrados deputados se queisim, de-I urna solucilo qualquer a malena que llie lie
'al'euinas qucs'lucs cm que nao entrarla, re- darel; mas ha causas kgliiuii, iudeclinaveis, viam ser outros os meios adoptados para re- ] sujeita, porque nada he ISo dctiimouloso
o mal que nunca oulro monopolio, como a inceilea de direitus om que se vive.
pilo, se ellas nao fussein traiidas discusso que coocorrem para este cftelto, ou he islo re-
nao lliveo o remedio, j que o foram, seno sifllado do fantasma do monopolio ? hilas cau-
acoinp.inha-lasno inesino terreno. las, meus seubores, fundam-sc na ualureza das
i. Lio. o Sr. inioistro d, juslica fez-nos a cousas, nada temeom o monopolio privado que
historia do in nopolio privado que havia na se inculcou. Mallhua ahi anda as nindFc
Fde to-
mover
porque extingue" a liberdade, anuiquilla um i |s,0 post0( Sr. presidente, jolgo que po-
",l- ,. .., demos considerar que ires silo as foi.tes em
SrR^SSCa^^
mu pe iicua .M-ini- iiiiiii .. -ttii que W mi 1 l" mi- ,
xe de ser rcsprludof Nao he poisivel que os! semblis pruvincnes pira estabelecer o
operarlos se conlolein para fzer elevar us sa-! monopolio d'S cames, OU legislar SoDre o
lirios ? Epor se dar esse perigo, ha de se abo- commereio dellas.
iir liberdade do tralialho ? Nao li, ainda pos- | O Sr. I'ncs Brrelo A assemblca no es-
sivel que os amos ou os pandes se conlolein tabelecoii mono >olio.
para li. opposto. e ser lato fundamento le- j ogf. Afm0 ma _Ja dec|irf O0, que ,
capital da provincia de l'ern.mbuco, palcnleou dos, e elle enslna que os niel '8 de subsistcncii
09 males que d'ahi rrsullav.iin, os altus precos cresccm com o vagar da progrc.so arlthniell-
desse gencio de primeira necessidade, os ca- ca,e a populacao como acccleramento da geo-
niures da populaio, e ale os perigos possiveis mtrica.
da ordem publica. Seubores, examinemos es- Eis uun das causas do cncareclmento do pre-
les tactos uui pouco mais iiiiudainnlc. Esse co das carnes em Pern.mbuco.
monopolio privado he possivel ? Eiistirla na Desde Piauhy al Pernambuco nao ha melho-
praca de Pernambuco'/ Os uobres depulados e ramenlo nlguin que diminu as despeas da
o Sr. minislru da juslica hiio de consentir que conduccao do g.do ; nem estradas, sendo as ,
eu cutre ein duvida, nao s a respeilo da possi- que exisiem trilhos aullgos, mais ou menos de ser real o monopolio. SO Compleme para reTOgir esse uionopu-
bilidade, como da existencia desse mouopollo calculados ou alargados pelo casco do animal i fjnifo, portanto, e mui diversos deveriam lio, vall-nos Ulna drclaracSo do parlameil-
privado. ou pelo p do boinem ; nem ponte! que facili- |er OJ ,ne|0, empregados para remover o abuso lo de que ello esl fura da constiluicao.
Senhores, se os principios que a sciencia cu- tem a passagem dos rios, nem pousos regula- p0I,jve| doilravcssimeulo e preco facticio que | Continunndo, pois, no exame da leglli-
sina sao exactos, nem he possivel, nem |ide res. nem aguadas certas, nem lorragtns segu- se allribue a carne. Se examino a legislajiio midade da med la, proscrularei uina a nina
existir monopolio privado peruiaiieoleinente ; ras. Islo nao se limita a reir, chega ate, como ina|, ,imples, a Icgislaco de todas as cmaras (rj'laS ( ItlOle* eol que s In de basnir a
gilimo para que seja a sua liberdade de lodu.- ""' <>-"r ""-'" "'" -~;- '" "
'i* anmquilada .'Nao ten., pois, nenhuma for-' qu"" P'IHCipal par- nos be o cmitralo,
ja lemelbaute preieocao, aluda ua bypoilieie bo o monopolio ; quando a catnaia lino loa-
O Sr. Paula Hapliila :Quera ser o juiz:'
OSr. \i'ni/o Lima :. maneira du
celebre Romano, que em um acto de deses-
perai.Vi exclamara : Oh virtude, lu no
exi'les Sou tambem tenia lo a exclamar:
Oh verdade, tu n3o cxisles I
O 9., meus senhores, > stabeleco o prin-
cipio da liberdade da venda das carnes : o
$ 10 consagra a mesma doutnna no fim, o
uo principio diRerentes disposicOes e corn-
peteucia das cmaras muuicipaes Sara pro-
videnciar sobre a salub idsdo e abislanca
das l'eiras. Ora, senhores, o que tom urna
cousa rom nutra ? Como he que os nobres
depulados, ja lulo digo jurisconsultos, lio
mens de senso commuin, interpretan! por
11 um forma ll estes duus parigraphoi?
dSosentidos ideDtiCos a disposifOes seme-
IhanUli i' dcstrein um paragraplio pelo ou-
lro ?
O Sr. 'aula llaptiila:Ha economa o po-
lica do muniL'i ni.
OSr. \rauj-i Lima :Mas a le das cama
ras muniripacs veda que se cub leca esso
monopolio'
O Sr. 'aula Vaptisla :O acto addicional
he que regola....
O Sr. Aruujo Lima :O acto addicional es-
das awmblaa p'ovinches. tsbeleco siiienlea competencia com refe-
ihos, Sr. presidente, para o rr-iicin a le das cunaras que a (lesenvolve.
aT^fim n'lwG^aVo" monopolio qSe ,Vfhe av'.iinha. -|i.eDa e anim-ei vio de flrttoVa rnl mTm mw"itieaTla co addiclona., nao vej,, nue as *n>bl4M 0 acto ddieional nao reTogou, DUti. parta
privado desapparecc. Se p ,h esamlno a ques- ventas a cada passo nos lauacaes e camaleoes gi,Jiaco frailCeia sao rites actos considerados piovinciaes cslej ;m utoriMi las pala leg s- a bi das cmaras, po que nem
tao a prior i, lie este o resollado a que diego ; que ahi abundan.. crlniea. r'nessem os hourados deputados oulro lar sobre o COinmercio lias carnes, sua II-
sepoim cncaro-a a poiftriuri, sustento anda t) Sr, Pues i'eurtto : O certo he o gado era ,a|0 estudassem alni disto os meios varia- li .-rdado ou resIriccO S. M-s, diz o hon.ado
porque ae os oapllasa nelle empregados dio lu- os uobres'drpuiados muitobem o sabem.apro- ,ncipae>1 ,,Ur. cm regra he arllida com o cu- C0mnetencia l
cros exagerados, eui minie das le. da con- prla cidade de Golanna, to notavel por sua an- nho do bom senso, vejo que lodos os airavcssi- iL.r
curreuciad-vrin novoseapllaes para ahi alUuir, liguidade, riquesa e populacao, em cuja vanea aore, de gneros, lodos os monopolistas eslo '" .JI 1
que a opnno que cmbalo nao se pode dar co- multo barato na felra, e que entretanto na cida- dos e numerosos de investigar, de pesquii ir os deputado por l'eriiaiiibucn, a emp Inncia
moKicuntestaTi-l. de do llecife vendla-se acame muilocara. actos dos atravessadores, d-involve-los na ac- Sl)|)ri) imposl ariast. a coinpeleiiei i si-
ae esse monopolio privado elisli.se penna- O 4'r. Armiju Lima: Eis mals una causa ca fSj ,a|uMr a |ci e o scu lim lerla sido consc- ||r() Q c,irn,n0rco. Sr. presidente, seine-
'evacao do preco. : guldo com lana dignldade da pa.tc dos honra- .. ..rineiuio lio falsi. m iiilostiiiieiite
Senhores, ainda outras causas coocorrem pa- 04 drputada. cuis o respeilo lo ItnporUuU r".anl0 l,nllcll" "" '""" """"
o mesmo resultada. Ku pedirla aos oob es de dircitos allicios .' lilao.
nenleinente em l'ern nnbueo, era absoluta- elevaeo do preco
leiuc iiidechuivrl que cm seus eU'ellos reagis-
sc sobre os criadores de gado; mas os nobres ra
di-lint .1 devem saber que esse criadores ou depulados que me iiiJicassem um nico meio
pregado no apcilelconnenlo da
foroecedores de gado nao t-raiu oimriinidus que se baja empregado no ape.leiSoamemo da ".' '""' ,i,cli rae ao d B*o o Sr. to foi -efulacao ao parec-r >Ua cm
por .al monopolio.... ,,p.,li talw pta ;" 'J J ']t[\ brj bel ir.CJ" d Se o lionra lo doeuia,.,, aliinre
asrlZ^uJ^M^S^S.0^: rl,^"^^^"^' MfZ, dpois do monopolio leg.l. .rgu nenio, seguub, me Pa rio .
tencia dnis u...o,.,io. ,, n.irenlo e. lrmo em que se ar.a.ia csia ; 8,j0 dupla. NOo sel se S. Exc. alli'ma vantare caslellos para ter a g\ina i
... .- .... ....______1_ A. __ I......I....... .. ....----.- I |,,r|. ,1 ..... .1_________ ._ ..1.___ A I. -
Senboirs, eu conirstarel loda a verdade, os Industria sem nielnoraincuto de lorina al-
ciiadores das proTlnoiaa fornecedoras de gado guia.
s veies qurixavain-sc do mal que Ihesfaila OSr. P(i B em seu comuiercio monupolio privado i mas OSr. \raup Lima : --Nao he smenle contra
Cfioexpresta, nem iucumpalihilidado entro
as disposices le urna e outra le, o que im-
plicara a levogscrto implcita ou tcila. As-
sim pols a le do lu de outubro, im quo o
nobre do.uitado por Pernambuco ae fun lou
oara estabelecer a competencia da assem-
blca piovineial ...
O Si", Paula Haplista :Esta engaado.
O S/-. Arauio Lima:... coi! rolicSo ao
o. o .p.,lio.lp-:"irnes e-<> le. diso. h"
' v corii'iaiia a opui'i) do nobre deputado So-
lo tierra.: "ll0ri"' eu '^sejTia que os honrados depu-
* lados estabelec.'ssem principios fixos nesta
esle fado fundado em documentos auilien- Ca-iu. materia
ticos: porm ainda mes no coiiceiondo O Sr. Arauio Lima : Entilo vou aliante,; _- ,,_.,. .. .,:,. ,
que .Mim leja, mo celo que is.o sirva Se examino, i os, repilo, o aclo adJiciu-' "'Sr- P""".-^": -EWo Oxosj o no-
bre deputado he que respondo a urna rae-
Paral anda, Sr. presi lente, um ligeito
O .S-. Vnula Bnptista :NflOttoi argumen-
mattaoflo
I' reio portanto que a iiiHuuaco de S, Bao. so- I O S
bre inmerecida, eta mal cabida. I cumpre Ir mais adUnte nesta questio
Taitibem, Sr. presidente, un: nao pareteu jus-1 bres depuiidos clamam contra o alto prei das
ta a rellexao de S. Exc. de que o meio conve-
niente para a uullilic cao de seu acto consisti-
ra na rcsponsabihdade do ex-presidente da
provincia. Jamis nos occorreu por formaal-
guina provocar a respoiibabilidjdc do uo
ex-predldeiile, al porque, sem tallar em inul-
tas outras contideracca, ha una dilleieuca im-
tiiensa entre a iulelligeucia menos aceitada da
le e as cendicue* necessaii 11 -i'on- iiniiii.iir de um (uucdouario publico.
Puderia, poilauto, Iiaver da pane de S. Exc.
urna intelligencia menos regular da le, ralban-
do, j mi ni, as li i-r-s precisas para a impusicao
de urna peualidade.
OSr. Ferreira de Aguiar: .Se ha nfraccao
da constituico, necessanamentc >1 v. ter lugar
o processo.
O Sr. Araujo Lima; Nao repulo aiuda in-
contestavel a refletlu de S. Exc de que sendo
o acto finan ni i de uin agente do execulivo, s
p 'lia ser revogado pelo guveruo geral.
I OLlIETIrl.
0 CONDE DE GARIAGMOLA. O
(POR MOLE i.I M Il.llOMMi..
SEGUNDA PARTE.
i.
A politiea no campo.
O tempo eslava esplendido e o sol ardentc: as
torres inassi Ihanies cruies de oi.ro, e os campanmios com
seus finos recortes se desenhavam sobre o azul
do un.
Era um desses dias luminosos, que pareccm
feitos para a alegra e para orepuuao. Era tam-
bem a bura em que Venexs, toda trmula com
os sculos de una briza tepida e perfumada,
parece adormecer em seu leilo de purpura ao
ruido do reino que bate suas lagoas, e uo canto
de seus gondoleiros.
Entretanto a vida, longe de se entorpecer mis
veias da voluptuosa cidade, pareca despenar
enrgica e vigorosa. Grupos animados cobnam
as pracas publicas, as cunversaces empenba-
vam-se no canlo das ras, e do meio da innlli-
do levantava-se um murmurio surdo e conti-
nuo, que se teria podido comparar ao ruido do
um campo de trigo debsixo das ardentes exba-
Iac6es do meio-dla.
O r. Paei Karreto: -- Pcrdoe me ; eslou di-
sendo que os principios que o nobre deputado OSr. Araujo Lima i .... a proporcoes qu
est re.ioduiulo nao podem ter applicaco ao admiram, Wakwfl, di-lo-hei de passigem, a
caso de que se trata. cusa de porliadas experiencias, levou o regi-
(>Sr. Arauju Lim: Mal se cu aprsenlo'men r aUiiKiuav.io dos aniuiaes a nina perfei-
faclos.,.. ,'*;aocspautuia ; por seu meibodo, chumado de
OSr. ?ae$Barreta; nobre deputado niio'arrauamento I earaiiument) soube elle formar
pddeaaberdo que se passou cm Peruambuco, os animaes para os v.iriadus misiercs a que os
mora no Cear. destina. AMlin os bois de afougue tcm as per-
Ara.,, ..,,: AKora. Sr. pre^Me.^a, corlas, ossos pequeos, ,,,. lina, gyj.
cerdeaos ; creou at urna raca bovina sem
cornos, desviaudo cm proveito da carne e da
carnes, lamentara as pi vales da populacao
ate se aterrara com os pergos possiveis da or-
dem publica. Mu*, senhores, ser verdade que
em Pernambuco as carnes liveram um preco
alio? Exiuiiiieinov este ponto.
Os nobres deputados em suis asierces de-
vem pus-nir termos de compara9o de que se
in/ira esse alto preco. Mas quaes sao esses da-
dos que forni'cciu os termos de cotuparaco i*
Sobre que bases os forinulam os nobres depu-
lados ? Vende-se a carne a l3( a l, a 20 patacas
a arroba ; alto c exagerado preco, dizem os'(preco das carnes, que vem a ser as seccas con-
honrados depulados. tiuuadas que assolam grande parle das provin-
gordura os suecos nutritivos que para ah se en-
cauinhani.
Eis in.ni urna causa do alio preco di carnes ;
c se o Cear he culpado, mais o he Pernainbu-
OO, que esl em uielhor posico, sendo esle
meio minio apropriado de melhorar a -limcn-
larao da populacao, antes do que iralar de ob-
ter carne barata por mouopolio que violara to-
das as les e principios.
Anda urna ultima causa intlifc na alta do
depi
Ora, esta forma de discorrer estabaixoda
iulelligeucia dos honrados deputados, t ompa-
i.ir uno. nobres depulados as despezas da pro-
duccao desta industria oum os lucros queda,
para couhecer-se se o preco he alio i u baixo
Esle couhccimcnio nao he fcil de obter-se.
Coinpanraui aiuda os precoi de Pernambuco
com os de outros lugares, para avaharen, da
sjajaMExf----
Os mi ti iiiiiiii >-., o operarios do araeual, os Ju-
deos, sempre curiosos de saberem as noticias
que podiam interrssar ao seu commercio, alguns
inercadores, meno afuulus que ou outros, mas
que se deridtam lodavia a vr escutar um pou-
co jui.i nao seren apanhaJusinteirameute des-
prevenidos, einfim frades e soldados, laes eram
osc| nr*ch preoecupada dus mais graves iule-
i esses.
O ajuiitaineulocrescia de tal sorte as pro-
ximidades do palacio ducal, que em pouco lem-
po aporta principal delle cou iuleiraiueute
encuberta, tornando-se quasi iinpossivcl toda
a coiuiuui.icacao do interior com oexlerior;
mas de repente uina tropa de alabardeiros a
cavallo appareceu oa extreinidade da praca en-
tre as duas columnas de granito que sustenta-
vain o leo de S. Ma eos c a estatua de s. Tfieo-
doio.
A este aspecto, a multido se abilou c julgou
couvenienie laxer por bem o que Ihe lam exi-
gir viva torca. Ella se comprimi dirclta e a
esquerda de modo que se separasse em duas h -
leas, e dcixassc urna passagem hvre no meio.
Desta pressao instanlaoea resullaraui certas
reclamaces queixosas e alguos ensaios de re-
brillo, porm ameacas enrgicas apoiadas por
duas ou tres partasauadas, distribuidas a pru-
pnsito.iestabeleceraiu lugo a ordem, e redu-
/'i mi os descontentes i r.i/.iu
O m-lor sileucio reiuava em loda a linha dl-
ameira dos curiosos, pois o lom com que os mi-
li la re Intimaran] mullidao a ordem de ca-
larse u.io ca para auimar o* palradares; po-
rm cem passos distante, islo lu-, fra do alcan-
ce dos toldtdos, eslava reunido um conciliatiu-
loziuho coiuposlo de quantas cabecea fortes Ve-
nca con tcm entre os criados de casas grandes,
entre as velhas e cutre os inarinheiros do por-
to. A poltica suspeitosa do senado nao deixa-
va em verdade transpirar fra nada que podes-
A praca de S. Marcos principalmente oQ'erc- se comprometiera &egurauca de suas negocia-
da a perspectiva amis pittoresca c original. ( edes, ou a perfeita iuuepeudcncia de sua vou-
tade ; mus ha alguns das, certos boalos asss
{*) Vide Diario o. 193. insiguilicautes por si mesmos tinbatn corrido
_, qu_ _
ias do norte desde o 'iauhy ale Pernambuco
Seos honrados membros eslivesseui bem in-
formados do que se passa uessas provincias,
saberiam que por causa desie iiagello apparece
umdespnvoamenlo de gado espantoso ; lleu-
das que anuos aules coutavam lOU, 200, OO,
ele. cabecas de gado, cm um auno de calami-
dade cam redundas a nada. So pois estas, >r,
t
pela cidade; eram es^es uiesmos boatos, inter-
pretad >s, augmentados c commenlados de :iill
Ainda, pois, sondo *s consplerai;Oes de
S. Esc. fundadas om da lus oRlciaes, roe
bre polica, econoiiia municip-l, cora pro- foi tu com doci liJa vaiitxgiim ; mas como
posta d.. cmaras, a Son, pois, cheg.do, "a,> posso ser juiz nesta materia, assim co-
.-i mo os li .tirados deputados tambem o n3(
n3o parece que sojam ollas suflicii-nt-s para!Sr presidente, rarmra municipal ou ..
provar que os productores do g' J "utubo de fti.28. So a cumpa- P'"'^ W, a enmara, o puM-co que nos pu-
na com o monopolio que t?m elevado o! lcia das ass.-mble s provinci.es lom por ve, o que lar os no-sos discursos, decidir
oiigem a compHtencia dos consi-lhos mu- on o esta a raz3o. se em mim, ou so no>
forga no recunhecer quo a aegio da bonradus deputados quo d--duzern a com-
ram com o aiouopoli*) que
consumo, Sr. presidente, S. Exc. fo nuda
uma i li-i-rvaf i que me pnrece quo tambem
n3o pode prevalecer ; dlsse S. Exc. Os for-
oecedores de gado mudem o" mercado, no
vendara o seu gado, mandem-o ou ao me-
nos n3o o vi ii l.uii aos coutratadores. a Se-
nhores^ esta consideracilo nao resulve a
difliculdade ; O^pOc factos a factuS ; n ques-
illo ii.'in he, se as provincias creadoms de
gado podem levar s^us gneros ao me emo
do Pernambuco, ou a oulro, ou nilo vnce-
los: a quesl0o he sabtr se a pruviocia de
Pernambuco est no s^u direito, op.ondo
barrenas liberdade do commercio cum a
legislaQio que adoptou. Mas anda debai-
xo do ponto de vala dos tactos, S. Kxc. o
Sr. ministro da JuvUfi no lom razo, sem
duvida porque n.io esl ao curso do que oc-
corre ueste comioerciu.
Se S. Exc. aoubesse o qie acontec a este
respeilo, rtconhecena que os criadores de
gado nem podem olTerecer vcuda seas pro-
ductos em oulro meicado, que nao ha, nem
chegan lo a feira daiiarde V'iile-los, qu<*l-
baldllda les do futuro, que seus pasaos eiam un
lauco de dadosque niuguem podia prever,
modos diversos que nesse momeuto oceupavam j que s*nf nic Dos sabia o que havia acontecer.
o nosso grupo, reunido junto de um dos curtos
e massissos pilares du palacio ducal. Ahi como
por tuda a parte, a discusso linha suas alter-
nativas de tempesladee de calma; muitas ve-
zes os ora-lores concordavam entre si, muitas
viv-, laubem os desmentidos e os sarcasmos
sub mm un as boas razes. O concilibulo uo
campo nao tardou em vira esse^trisie extremo,
e nao se sabe quaes teriam sido as consequen-
clas de uma lua, que, entre taes pessoas, podia
passar bem depressa da llngoa ao punhal, se
um in.u Milu no da ilha dei.audia at entao cal-
mo e silencioso em seu canto, nao tivesse sabido
1 frente reclamandoa paluvra, e domiuando lo-
Nao he menos verdade, di>se urna voz da
multido, que um enviado cxtiaordiuario che-
gou de Milao esta inesma uohe, c ime nao be
uso pralicitr-se ues actos de pulitica eulre pes-
soas que esto prestes a viras maos.
Paciencia, respondeu o Candite, ve-
remos.
O marinheiro sabe mais do que quer di-
zer, observou um dos ouvintes. > <> be atsira ?
acrescentouelle voliando-se para u outio.
Juro por mioha alma e por Dos, res*pou-
deu o Caudiote, que u.io leubo sobre o que e
passa seno dados mui vagos c mu Incomple-
tos. Oque me fax seis mar be a especie de retiro
gu o tumulto pela excellentequahdade de seus 'om que o duque Viscouli lingeentiincheirar-se.
CipaeS, Orca Do reennhecer quo a acq'io da iiiiiiraousoepuiauosque afuu;i a
prim-ira compi-lencia i3o pode sihir alm peteocia das assembie s pro"inciaes para
da t-spiicra da actividado d segunda com- est.b I cero tnono,.oliodas carnes da com-
pel-ncia, em oulros lerfflOS, a asspmbiea pelencia das cmaras, a quam a le de su-i
provincial he a competente para estabele- creaciloo denega expressamente. Passare
cer o monopolio das carnes se as municipa- agora u exame da con^tituiglo.
Iidadcs o foieni. Sr. presidente, no antigo rgimen a ca-
Ora, meus senhores, *hi esl a Ciria mu- mar toJisabo que o hoinem era sujeilo a
mcipal, le do I." do outubro .le 1828, no multiplicadas peas no desi,ovolvimento do
art. 66 9, ptolnbindo esle monopolio ou sua lih Tdade com applicacfiu aos diversos
taxaeflo .le precos. O argumento, pois 'lo r*os d industria. A constituico subs-
honrado deimlado hecuniraproduconte. O tituio anliga urna nova ordem de ideas,
paragrapho di: o S nos maladooros pu- reconheceu uma csuhora do actividade em
blicos, ou particulares com licenca dasca- que o humera se desenvolv com tola a li-
maras, se mantlarao matar" 0u es"quarlejar: bordada. Como porm lodo o direito tem
*s rezas ; e calcula.lo o arrobainento de ca-[ seu limite natural, no direilo de tercero e
da uma re?, estando presentas os exacto-^ no bem garal devi lamento avahado, decia-
ras dosdireitos sobre as carnes, permillir- rou a constituico uo arl. 179, *, as ros-
se-ha aos donos dos gadosCOiiduiMos, de- tncqes do direilo individual que tem por
pois deesqu-riejaios, vend-los pelos pre-; fundamento as exigencias da moral, da se-
cos que quizerer/i o onde bem lli-s co -mor,' guranca e .-aude dos cidadSos.
cuml-nlo que o fajara em lugar s puentes, \ Se estes principios sao verdadeiros, dese-
e n que a cmara M>MI (IsCalisr i li npeza j-ria que mo mo^rais -in em quw_PKC'>pc10e-
!- *,
litar em favor de uin ou de oulro partido.
A sala eslava quasi cheia, o* seuadores oceu-
puluioes
Todos vos que aqui estis, meus Qlhos,
pelo ipu: vejo, pouco entendis dos negocios da
repblica, e se queris que cu falte francamen-
te, coufesso que tambera nao emendo delles
mais do que vos; lodavia teubo un modo par-
ticular de ver e couipreheuder as cousas, c nao
eslou ii ni ptlo parecer dos impacieutes que
crem em uma gjerra immediaia, nem pelo
dessa* almas chelas de coulianca que dormein
tranquillas sobre a te dos tratados de paz. Sem
duvida ha tregoas eulre a sereui&sima repbli-
ca de Veue/a e o nobre duque de Milo, mas
Uescoulio pnucipalmenle de nao ouvir mais o
echos dos campos de batalha repetirem um li-
me que oulr'ora uos fazia iremer, um uome
que era a gloria das armas iniUucxas, u nume
docuude de oanuagnolal
A eata palavra, mu esliemccimenlo percor
reu todos os peitus.
Nome terrivel, cora eileilo, c que tem
mullas vetes reiumbado no dezastres de Ve-
neza disse um assislcnle i mas porqne razo
inquietar-noi por este sileucio? Acuutcce ao
valor bellico o mesmo que aos meteoros; elle
briba e depois apaga-se. yuein nos du que
cu- duque be um ambicioso que ser amigo de j co, quereudo llvrar Veneza do scu unds larri*
Veueza cmquauto achar uisso algum iuteresse, i vel iuimigo, uo leuha condeinuado Carmag-
e que sera seu perseguidor logo que se apre- i ola impotencia c ao repouso .' Pela uriana
seular uma occasiao un de mudar de mascara, i parte, meus amigos, vejo as cousas de um mu-
e de ollerecer-lhc a puuta de urna espada em jdo muito menos sombro, e digo comgo, que,
vez deum aperto de mo. Eu eslava ua galera visto que o leo scala, he porque dorme.
que irouxe aqui, ba tres dias, os embaxadures | >.i sei se elle dorme ou se vela, d.sse um
da repblica de Horeuca, e pelo que ouvi, di-; individuo recem-ciiegado; mas o que be certo
go-vus <|uc seria bem maligno quem prejudi- j eo que admiro que ignoris, pois desde esta
casseos acoiilecimcutos que prximamente se mauha u jsc falla cm outra cousa em Veue-
bao de dar na Italia, pois os grandes persona-I za, he que Cannagnola c Visco..ti esto briga-
geus de que acabo de fallar, e que uo se occul- dos, que o duque aecusou publicamente o ge-
tavam de mim, pobre inarluheiro oceupado neral de traicao, e que obteve do govemo de
juulodelles na manobra do navio, deelaravam iS. Marcos que pona apremio sua cabeca. Di-
alto e bom suui, depois de terem pesado as pro-1 sera que assim se fes j, donde resulta que se o
onde de Garma-uola, o Uo de que fallis, che-
gasse ao territorio da repblica, seria enviado
debtixo de boa escolia a sua allc/a, o duque de pando a parte baixa do hemicyclo, o conselnn
Hllo, o t|Utl mui nrovavelmenle Ihe faria roer dos der collocado a uma mesa parlicular.cm c-
as uiibas ; masan! ah vera os senadores para o ma da qual Uuctiiava o estandarte de S. Mar-
palacio ducaj boraOeos! como estao palhdos eos, e os embaixadores eslrangeiros sentados
c pensativos/ Oh! oh! trala-se de cousas cm asscnlo* de honra de cada lado do assento
grandes! ducal.
O grupo disprrsou-se; cada um queria ver Logo que todos os membros da nobre assem-
de mais perlo o senado que laemprochso pa- bla lomariui assim o lugar que Ibes era ludi-
r a casa das sesses como se pralicava as cir-' cado, qner por sua posicao, quer pelo uso, o
cumstancias extraordinarias. doge enlrou. subi lentamente os degraos que
Lugo depois acclamves prolongadas annuo- conduiiam ao throuo e senlou-se Com o favor
ciaram a chtgada do doge Francesco Foscari, e desse movimenlo geral um dos porleiros Prc-
coin affelto elle appareceu tendo sua direi- poslos guarda inieriur da sala abri urna por-
ta o embaixador de rlorena, eaejquerda o e- linha, cuja corcinsenta se confunda de ulsor-
viado do duque de Milo, o siguor fcriccio. le cora a da parede |ue lena sido mu dimcii
Um observador alleulo lena cerlameute sor- distingu-las urna da oulia. He evidente que
preheudido os olhares de dcscoulianca e odio deveria ser iiso uma sabida secreta connecida
que trocavauonlresioeuviadomilanezeoeni- smeute dos familiares do palacio. For essa
baixadorllorenlino. Osuenadorca foram silen- noria um homeiii enlrou furtivamente, t
cussu. oulros temendo lalve. deixar peucl.ar. pardee paruu porteiro passando
aeus pensameutos secretos, o maior numero rumal.mi ..."j______
leudo uma conviccao fvita,
vocavelmeute to*nado de auieuio^
^^^^i-::^^
cqu
Hiere lithos,
que
vocavelmeute lo.nado c uteinao; icam irar hi" um estrangeiro
Jamis uma questao mais rdeme nao linha bcr *J* gl .lClindo, He verdade que me"
oceupado a senliur.a de Vcncza, Ir-tava-sc da he-re J^ ^ |nM dc ^ cu
::: mi ,1.1 -ii. 11 .>, i- .i i,-in-iii i ii ...i., i|,ii- se de- '
vi. luiuar ara lini-,.,!, (le dilliculdaes Isnli
mals iiiipralicavei. (|uautu su|)|ioudu-se a re-
pblica deS. Marcos cni|iaubadi por suas asi-, -- .
ligas r.la(des de n.iiade, c inesma por seu l.i- <'a''"""' '^ '?.
,e8rec soecorrer a r.publ.c SaraMlM, a *gZ2^*
poda faxcr pelo tratado de pa que nuiia as-
siguado com duqu. de Mllio. Os u,l'.rj,*.;!
,,ar er. ..erissad de dll.i tldade, ,,,. **%,%;" mto^ZZU: S^ltir"^
mais.mpraiicave, quinto suppoodo-sc a 5^ f Jf," se... ple.liae..... suppoudo qu uo me
"'" na cadela sobre minba Im-
Is me, uSo he assim?
O lioineiu da capa levaulou os hombros.
I), uns, replicou o porteiro abaixando
m.is a vos, pois a emoco causada pela estra-
da do doge comecava a cabuir-se, o que me
proinclteiUs nao he muidiltlcil decuinprir.....
leudes ouvidos.cscuui, Moda olhos, olhai,....
mas pelo amor de cos, nao vos movis.
( Conlinn,ir-je-/i,)
iulluentes da seuhoria lioham fcilo Inonveii
eslurcoi para saber qual era sobre esse pomo a
opiuiaapcssoal do doge mas roscan, obstina-
damente cniriucheirado na neuualidadc a mais
Iiiinarcial.tiiiha declarado nao querer julgjr
eoao com pleno conheelinenio de causa, c de-
pois de ler ouvldo i qd" poUeueiu mi-
MUTILADO
v _
J ILEGVEL



I caiu e 5 barricas
^SBSmST ESaU *'ge. o. PT.-
Jai. i diUl ferra-
se podo comprchener a limilanBo di '"ber-. oalhapoi^de m^
dado de industria no monopolio das carnes. I
Nt venda livro desle genero a morelidade!
publica esta ameacada do contagio, comoj }( c;
no fabrico e distribuic.lo de estampas inde-J n .
cenes ? A seguranna da populacho esl em 53 c
perigo como 110 fab.'ico da polvo a ? A siu-
de publica flca merc da ignorancia ou
charlatanismo como na medicina ? R como
demais tcmentendrto estes principios os
escrlptores eas mais nsgoes.
I cala chapeos, I dlla rtnd
a Feldel Pinto 4 C.
aiat e 0 fardo Mcldoi de algodau.UO dl-
loj ditos de llnho, 1 cala livroi a gravara, 5
ditas lecidos diversos a B. Royle a C
1 cala lecidos de algodio, I dita conservas,
20 barricas cerveJa ; ai:. S. Aalley ir. C.
107 fardos e 170 cala lecidos de algodo, 14
Hilas dito de llnho, I pacote miudetas, I dito
O Sr. nula Coplista :As mais nar;oes fazenda de algodio para saceos, 1 cana relogios
acceito. de ouro, |40 barris mantelga; a llussell Mellora
Sr. /Iranio Lima: Quando a constitu-Uc
53o llaitou a lbenla lo do industria no ca calas>*! ^*?,;.$?*f -VJ-^
- cotes dilos de la, 100 barra mantelga, 1,90 Dar-
rai de ferro : a Me. Calnionl.
8 calas c fardos lecidos de llnho, 49 ditos
e calas ditoi de algodo, 14 ditas roupa. 0
barricas ferragem, 3 felaes pos de ferro, I pa-
cote objectos de cscriplorio a G.Kenworlby
ScC.
2o caitas e 20 fardos lecidos de algodo, 1
caixa oluecto de prata, 1 volume ferragem, 2
ditos, 14 fardoi e 12 calas diversas mercado-
ras : a Fox lirothers,
5 meias barricas cerveja ; a'J. Carroll.
160 barris mantelga; a J. Ryder & C. eJ.
Pater & C.
J( caias e 10 fardos tecldos de algodio, 1 cai-
xa dilusde linho; a Rosas raga S C.
3 barricas ferragem, 1 cala camas de ferro,
t8 feixes ps de dito, 2 calas papel, I dita tin-
tas, 100 pesos de ferro, SO cbapas para fogao, i
barricas tainpai para as mesillas, I cala reo-
slos de ouro; a S. P. Johnston & C.
26 barricas drogas diversas, 4b' volumr pao
campeche : a J da Cooceico Bravo.
1 cala folhas de cobre, 80 qucijoa, 50 pre-
suntos, I cala e 1 barricas conservas. 2 ditas
lijlos, I caixa maullinn.lo!, jarros corrlntes,
2 barris Hgoardcntc, 1 barrica louca, 14 ditas
cidra'; ao capilao.
Iliate nacional Caprichoso, vindo da Ra-
ja, consignado a l.ino Josjlc Caalro Arau-
jo, manifestou o seguinle :
2 ciixas lencos; a C. J. Astley & C.
1 caixote miudeas; a N.- Uritno.
so de offensa aos costumes pblicos, por
corto nflo se pode dar a Inteligencia a qu
o nobro deputado se apoga. A limitadlo
posta nesla bypothese liberdade do ho-
mem, nSo iodo referir-so senBo aquellos
actos, deque derivam resultados directos,
immediados o necessarios, ollensivos da
moral. Isto aconloceria na liherdade inde-
finida de fabricas, venda de estampas e gra-
vuras indecentes, o om outros semelhantes.
lie esta a inlelligencia que a lgica o booi
Senso d a semelhante principio, com o que
vSo de acord os eseriptoros de direito ad-
ministrativo, os Mignitot, Foucart, La Fer-
rires, etc.
Quando porm o nobre deputado consi-
dera os elfeitos remotos de urna Ini que es-
taboloce a liber.lade da venda do gneros
de primeira nocessidade, o monopolio pos-
sivel, o alto proco possivel, os solTnmentos
c miserias possiveis da classe pobre, quan-
do desseseffeilos remotos e possiveis arran-
ca consequencias dettimentosas que se po-
den) dar com rolarlo aos costumes, de cor-
to O nobro deputaJu euteiide a constituios
por urna forma especial, por urna forma que
ningueni comprehender ...
O Sr. Paula Baptista ;Os fados sSo con-
tra o nobre deputado.
O Sr. Manto l.na :.... por urna form
PublicagaoViiedido.
2
Tatifo mirado no da 30.
Parahyba -- S das, hiate brasileiro Tres l-
maos de 30 toneladas, mostr Jos Duarle
de Bouza, equipagem 4, carga toros de
mingue; a Joaquim Duarte de Azevedo.
Navios sahiilos no mamo da.
Buenos-Ayrespor Montevideo brigue bra-
sileiro llannibal, captSo ManoelJosde
SanfAnna, carga assucir.
Lisboa brigue portuguez Novo Vencedor,
capilSo Antonio Poreira Borges Pestaa,
carga assucar e mais geoeros.
dem ~ brigue portuguez Viajante, ciptliJo
Manuel dos Santos, carga assucar e mais
gneros. Passageiro, llanoel Jos Fernan-
dos Eiras.
EDITAES.
O itlm Sr. inspector da thesouraria de
fazonda manda fazer publico que omcon-
forn idade da orden) do Exm. Sr. presiden-
ta da provincia tem do ir praca perante a
mesma thesouraria para ser arrematada a
quem por menos fizer nos dias 3t de agos-
to, 8 a 14 de setembro prximo futuro a
obra do caes do Apollo que tem do ser fe-
ta por conta do governo segundo o orna-
mento que ser franco nesla secretaria, as
zerom eiaminar, e condi-
Sr. presidente di provincia, de 19 do cor-
rente, manda fazer publico, que nos dias 14,
15 o 16 de setembro prximo viodooro, ir
a praca par ser arrematado perante o tribu-
nal administrativo da mesma thesouriria, a
quem por menos fizer a obra do 20. lanco
ia estrada da Victoria avallada em ris
22:663,594.
A arrematando sera feita na forma dos ir-
tigos 34 e 27 da le provincial n. 286.de 17
de maio de 1851,e sob as clausulas especiaea
abaixo copiadas.
Aspessossque sopropozerem a esta ar-
riMii-iliie.il) comparecen) na sala das sessOes
do inosuio tribunal, nos dias cima Indica-
dos, pelo meio dia, competentemente ha-
bilitadas.
E para constar se mandn sffixar o pre-
sente o publicar pelo Diario.
Son otaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco 17 de agosto de 1852.
O secretario Antonio Ferreira da An-
nunciicSo.
Clausulas especiaos da arremalinSo.
I.* As obras do 20. lanco da estrada da
Victoria, serSo feitas de conformidade com
o ore menlo o plantas approvadas pela di-
rectora em consol lio, nesta data (15 de mar-
no,) a apresentado a approvaco d.O Exm. Sr.
presidente da provincia, ludo na importan-
cia de 22:663,594 rs.
hospital adiar de necessidade o o engenhei-
ro approvar ser o seu valor de pequea
monta.
4.* Se poreni eccreicerem algumas obras
mais conaideravels o arrematante ser do
seu valor indemnisado, sendo ellas previa-
mente oradas o definitivamente approva-
daa pelo governo, assim tamben) se algumas
obras previstas por cautella no ornamento
se nSo fizer-111 por senSo haver dellss ne-
cessidade, o arrematante entrar com o va-
lor dolas segundo o respectivo ornamento
para os cofres da fazenda. Recife) lOdeju-
Iho de 1852.Jos Joaquim Rodrigues Lopes
iiiajor do corpo de engenheiros.
Deca ratjes
li-iini) de Periiambuco.
O conselho de direcnSo declara que os
descontos da semana que decorre de 30 de
agosto a 4 de setembro, sSo de 6 por cento
aloQm do outuhro, e8 por cento-at 6
mezes, o o expediente para os mesmos des-
contos, das II horas da manhSa as 2 da tar-
de. 0 mesmo conselho faz rerto ao com-
mercio dvsta p'iicu, quo o banco compra e
vende letras de quilquer quantia sobre o
Rio de Janeiro, a prasos rasoaveij. Rauco
de Pernambnco 28 de agosto de 1853. O
quereiluzos principios da constituico a 2ditos
um vilo simulacro. Entilo desali aos no: Pontes.
2 ditos serras-brazas-; a Juaquiraibeiro
bros deputados para que mostrem urna so
induslria que nflo possa sor prohibida. A
industria do sapato o meias poderia ser mo-
nopolisada, porque he til SSauie que um
homem ando calnado ou com os pts quon-
tos, o a rospeito invoco o teslemunhu do
nobre l'sucrotario. A industria dostucidos
que servem para vestir a populadlo dovia
ln'ili 'iimt monopolisada, porque aniar
bem vo-tido be til a saud. Seguir-so-hia
puitnnto, Sr. presidente, que todas as in-
dustrias puderiainser moiio.iolisadas, pnr-
qua neuhiima ha que em seu desenvolvi-
mento e olleitos remotos nilo venlia enca-
besar-senasexcepcoes quo a coustiluin3o
consagra.
A opiniSo, pois do honrado deputado an-
iquilara loilos os preceitos da constitu-
n5o ; convurto-la-iiia em um fantasma, sem
forna e sem verdado alguma, que diz lulo,
o nada diz ; seria omlim o socialismo que
nos inundarla.
Tendo determinar, Sr. presidente, para
poupar a cmara o enfado do longos dis-
cursos, faroi ainda urna refloxao ao exem-
plo das ii.n,'i, que o honrado deputado in-
vocou. PonJodb' parte as IdisposifOos de
nossas leis que s3o exprossas, entendo an-
da que n.ii ha a uecessaria forna em tal ana-
logia. Em primeiro lugar a qud ha em Pa-
rs he cousa diversa, he a tasa da carne e
do pilo, alm do qual ninguetn pode von-
der. Em Pernambuco ha lxa o monopolio.
Alm disso a populando numerosa reunida
nessa cidado, em que a falta de alimentanSo
ordinaria em um dia poderla Irazer una re-
voluco, requer por certo medidas exop-
moiiaes, quoiiTiotem applicanilo cidade
ali llecih-, .....1 a populan?.) he compara-
tivamente to limitada e 0 me'Cado liin
abastecido. F. or 1.....no uoMnaaviuo sb
Ihantodisposinilo lioobjecto do criticas inu
lo vivas. Teolio exposto os fundnmeutos de
tuiulia Opiuilo : voto a favor do piojecco.' -
A discusso lica adiada pela Hora.
Levanta-se a sossAo as i lloras o meia-
3 caixotes tecidos le algodSo ; a J. Kellor
4 fardinltos fio de vela; a Kostron Roo-
ker d ('..
1 caixSo charutos; a Schafleillin i C.
2 volumes diversos lecidos de algodSo, 6 V* nc'l n 286 obrKado a
barricas lou,a, 50 feixes .duela, par. pi- 0" e'rJ^ "d'o et daTesma'
pas a |ip.^M*%" doZo lo perlencentesaos particulares
"S&. hespanhol, Prompt. vind. de Unca pela **ggfc~g'
ETVa&SrXS B8llhar if-'? -Uvo nS razao d. br.na cor-
i 11 n-.ii mu 1 l-li-\l detormin.do as presentes ciausu as se
1R-710 939 guir-se-ha o quo dispa a re.peito a le pro-
4-177'qia vincial n. 286. Sala das sessos da direc-
__ toria em conselho, 14 de julho de 1852.-0
qQ un sil director Jos Mamcda Alvos Ferreira, o en-
' genhoiro P. R.ph.ei de Mello Reg, Jo3o
2 U arrematante comecar as obras no secretario, II. I. deOliver
que o quizorem oi.min.r, o conu.- pra.o de um mez, o concluir no de um an- mun'c'pat desta eldade fai pu-
nP0e8s abaixo lr.nscripl.s.; pelo que as pos- 0 contado da data da .ss.gn.lur. do con- &JZltfftf*JGSSZgtt
soas que pretenderem licitar cumparenm tracto. xar para 2W rs, como a mesma cmara propo-
nos releridos di.g as 11 horas da maoha 3 A imoortancta desta .rrem.t.cao sora sera, o prefo decada urna das catacumbas eils
paga em quatro preslanoes iguaes, da mu- temes no ceiniterio publico, pertenceotes a
ueira seguinle ; primoir, quando ri ar- inuuicipalidade. E paraconstar se mandou pu-
romatanle tiver feito a torga parto da obra bllcar o presente.
do seu contracto ; asegunda, quando ti ver Pato da cmara municipal do Recife em ses-
feilo dous ternos das obras; a terceira quan- 'le "de agosto de 185j. Frauclico Anto-
do forrecebid. provi.ori.mente.e qu.rta, "^M^ZuxUtaurioo "
quando for delinitivameute recebids, nSo Detl nun>*iui> un n 'nuc-Tci: >vei cace
devendo elTectuarso p.g.mento .Igum, an- REAL W>atMHA )b PAQUETES INGLEZES
tesde lind.r-se o primeiro semestre doexer- ^p-- No dji dpg _
C,*-dp.aVo85m3........, n3oostiver de- \ ^^ ^^ ^ T.y.
depois d. uomora docostume
com seus fiadores devid.mente h.bliiteJos.
. i-i.iiia d. fazenda de Peniambt.co 89
de julho do 1852. -Oofllcial maior interino
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
Clausulas esperiaes para a arrematanao do
cinco lannos do caes do Apollo ni ox-
tonso total de 475 palmus,
Primeira. Estes lannos serSo executados
de conformidade com o ornamento nesta
data apresentado approvanSo do Exm.
presidoute da provincia na importancia de
25:4478180 rs.
Segunda. No praso de trinta dias serSo
principiados estes lannos e concluidos nos
dozeseis mezes.
Terceira. A importancia desta arremata-
e.'i-i ser paga na forma do artigo 39 da le
terminado as presentes clausulas, seguir-
Kendimento de 1 28.
dem do dia 30
DIVERSAS PROVINCIAS.
Hendimentode 1 28.....3.044,771
dem do dia 30......... 15,075
3.060,476
Luiz Vctor l.ieatier.
Approvo. Palacio' do governo 26 de ju.
Iho del852.Kioeiro. Conforme. Ooflcial
maior Joaquim Pires Machado Porlella.
.ourarl'a.eincuinpriiiieiilo da ordem do Kxm. trabalhos do melhoramento do porto seis
Sr. presidente da provincia de 20 do crreme, catilcos ou ennteiros, quatro olli^iaes de pe-
manda faier publicoque uos dias i4, ifte 16 de dreiros do primeira classe, quo saiham tra-
leleuibro proiimo vindouro, Ir a prafa para balhir com Cimento, o trinta serventes li-
scr arrematado perante ajuma da lzeuda da yres, sendo os jornacs dos S"rveutes do 640
meaina thesouraria, aquein por menos fier a r8 n0r diaO secretario
KECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE PEIINAMRUCO.
Ileodimenlo dodia 30..... 571,391
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimouto do dia 30 .1:501,443
obra dos reparos da ponte de Tracunbem v.i-
liadaatol:7G0>(iu0.
A arremata(o ser feita na forma dos artigos
24 e 27 da le provincial n. 285 de 17 de maio
de i.s.il, e (Abas clausulas especiaes abaixo co-
piadas.
As pessoas que se propozerem a esta arrema-
taoao coinparefBn na sala das sesses da uies-
ina junta, nos dias cima indicados, pelo meio
dia, competentemente habilitados.
I. para constar se mandou afiliar o presente
e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda provin-
cial de Pernambuco, 2S de agosto de 1852.
O secretario,
Anfanlo Ferreira iV\miunciacao'.
Clausulas especiacs da arremalacao'.
1.' Aa obras dos concerlos desta punte aerao
O Illm. Sr. contador da tbciouraria pro- < feitas de conformidade com o orcamento nesta
vincial, servindo.de inspector da mesma Ibe- dta (13 de agosto) apresentado approvaco
souraria. em ciimprimemo da ordem do Eim. do E1111. Sr. presidente da provincia na impor-
Tliom Periiandes M 1 -
THKATItO
consolos com tamjos do pedra marmore ,
mesa redonds do meio de sala cadeiras
usuacs, ditas de hranos, sultanas, sofs com
molas e sem ellas, ludo do mogno e do me-
llior gosto fabricado pelo mal hbil artista
desta prana, mesa redonda o cadeiras de Ja-
caranda, ditas deoutras madeiras inclusive
de balanno a de branns, e para costura, me-
sa grande de janlar o outra menor, ditas de
voltarete, do salas o para engommsdo de a-
marello, banquinha de costura com pedra
marmore, aparador, guarda louca, touca-
dores, lavatorios, sendo um destes multo ri-
co, com espelho, baca, etc., marquezes, 2
escolenles guarda vestidos, 4 lindos cande-
labros para cima de consolos, um dito gran-
de de meio do sala com vidros de sobreca-
lent, 2 relogios de parede, sendo um ri-
qusimo e-uperior a quantos tem sido aqui
importados, vasos para flores, caluqgas, vi-
dros para cheiros e linteiro de porcelana,
porla licor, bandejas, espelhns 8e parede,
hacia defolha, laxo de cobre, um vIolSo com
0 iixn, jarros, baldes, alguidares, quadros,
venrsiauas, istante, machina de fazer caf ,
candiciro de globo, linteiro de bronzo, o
uiuilos outros objeclos, corno sejam, leito
francez, um piano com moxo, um rico apa-
1 el mo nleiro de louna do porcelana para me-
sa o pintada a etiine/a, um dito para sobre-
mesa a iiinlacoo dos de Sevres, etc. ; t-i.i
pois lugar o leilSo na quinta reir 2 do pro-
simo mez de S'lembro, as'lOhorss da ma-
nhfla, na casa ondo residi o referido Sr. Dr.
na ra do Trapiche Novo junto do Sr.
Schramm.
Avisos diverso.
PERNAMBUC9
JURY DO RECIFE.
HelanSo dos jurados que foiam. multados na
sesso do jury de 28 do correnle em 10,000
rs. cada um. .
Jos Jeronymo Correa Lima.
Podro do Carvalho S. B>ndito.
Malinas Mendos Rodrigues Campellu.
Dr. Jos Connalves da Silva.
Antonio Francisco Pereira.
Francisco Antonio do Aguiar Montaroyo.
Joaquim Jos Moreira.
Fraucisco Jos da Silva Araujo.
Antonio Connalves Pereira Lima.
Joaquim Carduzo Ayres.
Antonio Carlos da Silva Fragozo.
J i.lo Ferreira dos Santos.
Dr. Jo-i' Coolho de Oliveira.
Luiz Marques da Silva.
Jeronyoto Jos Tavares.
Maxiaiiano Francisco Duarte.
Manoel Joaquim de Miranda.
Jos bernardo Ventura.
Ignacio Jos Pinto.
Sr. preaidentc da provincia, de boje datada, lUact de i:76o manda faier publico que no da 2 de setembro 2. Eitas obras deverao ser principiadas no
prolimo vindouro, vai novainenie a prafa para pra0 de um mei, e concluidas no de cloc inc-
ser arrematado perante a junta da laienda da ieJ) contados como determina o artigo 3l da lei;
mesma thesouraria, a quem por menos riier, a provincial n. 2i(i.
obra do decimo-nono lanco da estrada da Vic- 3. A importancia desta arrematadlo ser pa-
'illl'l loria avahada em 15.'U2|142, tomando-se por g5 em duaa preslafdes Iguaes, da mancira se-
I aUla be d'arreinata{5o o oUerecimeoto de JO por gUme : a prinicia quando o arrematante tl-
tlos prect* correnlcsilo assucar, algoMo, t cento feito pelo licitante Jos Joaquim das Cha- vtr ftito metade das obra, e a segunda quan-
mais gneros do pas, que se despachan na gas. do eslivercni todas concluidas.
mesado corlsulado de Pernambuco, nn se-
J>ihlloo.
Canad
Canad
Botija
Canad
1,410
480
a40
400
300
too
180
400
180
4.0 10
1,201)
211
111
COMMERCIO
PRAfA DO RECIFE 30 DE ACOST, AS
3 HORAS DA TARDE.
LU AQO liS OFFICIAES.
Compras da assucar mascavado regular a
1,205 rs. por arroba.
ALFANDEGA.
Rnndimnntode 1 28. .222:473,561
dem do dia 30.......4:575,039
227:048,600
Desearregam hoje 31 de agosto.
Calera ingleza -- Linda mercaduras.
Biigue inglez latoof bacalho.
Escuna dinamarqueza Dania merca-
doiias.
Hiato brasileiro Caprichoso pipas vasias
o charutos.
iiiilinrlai'iiii.
Liverpool, galera inglesa Linda, consignada a
1 i.-.iue Youle SI C, mauifeslou o seguinle!
100 barris mantelga, 54 caias c i fardos te-
cidos de algodo, 3 fardos dito de linbo, 7l gi-
gos louca, I calas uina prenaa lithographica,
c pedias pata a mesma, 1 caita objeclos de
nomina clstica, 1 dita bolacha i aos consigna-
tarios.
30 barricas ferragens, 2S toneladas e 80 bar-
ras ferro; a Antonio Valeatlm da Silva Barroca.
41 calas tecidos de algodo, 8 fardos ditos
de llnho, 3 ditos ditos de la ; aJ. Patera C.
2 fardos tecldos de la, as ditos ditos de al-
godao; a J. CrabtreeatC.
2 barricas ferragem, 5 calas cobre; a Bran-
der a Brandii. ,
calas tecidos de linbo, 3b ditas e Js Tardos
dilos de algodo; a J. Paln & C.
20 caias tecidus de linbo, 2 -ditas e 8 fardos
ditos de algodo, I caia Jolas, 15 ditas liabas,
14-i barucas cerveja; a Adainson Howie Si C.
J calas urna pedra marmore para tmulo ;
a J. Calis.
4 cains tecidos de algodo; a II. Jaikson.
22 caias e.il fardos tecidos de algodo, 2
barricas cerveja, 1 caixa uina burra de ferro, 1
dita ferragem; a J. Ryder 6: C.
til fardoi e 87 calas lecidos de algodo, u cai-
xas dilos de linbo, 2 fardos baeta. 1 pacote le-
tras impressas, 1 dilo calcado ; a H. Gibsou.
i caixa lecidos de l ; a J. P. Adour fitC.
3 fardos tedios de l, ib" caixadilos de al-
godo ; a Kalkinaon Brolhen.
111 caiaaa c 82 fardo tecldo de algodo, I
cala dilo de linbo; a Roitroo Rooker st C,
13 fardoi tecido de algodo ; a A. Ceiar de
Abreu.
manmlc .10 t"Agoslo ah dn Setemhro de 1852.
Assucar em c.branco i. qual. Arroba
l a.
n ,-rnasc..... n
- liar, e sai lirauro..... "
(i mase.....
- refinado..........
Algod'io em pluma de 1" qual.
Dilo..........2.
Dilo...........3. "
Hite t ni .troco.............
Espirito ilc agoa ardeulc. .
Ago'ardeiitc caxaca ,
Dita Dita i estilad.-.........<
Geuehra..........
Dita...........
Licor..............Lanada
Dito.............Carral
Arroz pilado2 airnb.ia um Alqneire
Dilo cll) casca, ....
A/cite de mamona. .
Dilo de mendobim .
Dua de pciie
Cacan.....
Araras ....
Papacaios .
bolachas .
Biscoilos .
Cafe bom ,
Uilorastulho .
Dito com casca
Dilo muido.........
Ci ue aaoca .... ; .
Cocos com casca......
Chaiuios bons .
Ditos ordinarios ,.-
Dito 11 ;i i.i e primor
(o- de Carnauba ....
Dilacm velas.......
Cobre novo in'iod'ohra. .
Cuuros de boi salgados .
Ditoeipiados.......
Dilo de oiica........
Dilo de decidir coctidos* .
D ees ue calda......
Dito de Coiaba.......
Dito secco........
Jclci............
hstupa nacinuitl......
Dita eitrangeiaa rno de obra
Espanadorai grandes., .
Ditos |>ci|Ueiios........
Cariaba de maudioca ..... Alqueire
Dita de millio.........Arroba
Dita de araiula
in.ii.i ue 1851, o aAb as claasulas eapc
aanunciada..
I .1 r-r
As pessoas que se propoierem a tala afrema- naj0 no, p....,, -i.u.ui.s, c nem no
laco, coinparecain na sala das sessdes da mes- ment, eguir-8C-ba o que uispoc a le pr
ma junta, no dia cima indicado pelo melo-dia, ca| 2811 de 17 de malo de 1851.
-. Tara tudo mais que oo cstiver determt
no orca-
ovfn-
A :it i-ciiiii i-.-1 o ser feita na forma dos nrll-i 4, Duraule a excenvao das obras o arrema-
got 21 e 27 da lei provincial o. 280 f.e 17 de |lnlg dar fcil paatagem para o transito pu-
2,i 50
1,(40
1,400
2,150
I I e'
2.5U0
.'a00 e publicar pelo Diario.
,',: i. Secretaria da thesouraria provincial de Per- provjncl8|i servindo de inspector da mesma
nambuco 30 de agosto de 1802. thesouraria, em
conipeteulemcale habilitadas.
K para constar se mandou albiar o presente
Conforma. ~ O secretario, Antonio Ferreira
i Knnuneiacao'.
O IlliO. Sr. contador da thesouraria
O secretarlo,
Antonio Ferreira d'Annunciacao'.
cumprimento daoidemdo
Esm. Sr. presidente da provincia, de 20 do
correnle, manda fazer publico que nos dias
merco nesta cidade&****'{'&!* q09m por menos fizer, a obra de um enro-
SUM,.lS?;S;.l;...Ae Pedr0cuame,.loemfrenlea ponte da ra da Au-
.........Arroba ,000
t........ltlH I'I.UOO
........Um 3,000
........ Arrob 8,200
......, n 0,400
i 4,500
i 2,6-0
3.800
II, que Dos guarde &c.
i o'o saber quu no dia 31 do corrente mez
pela orna hora da lar.le se ha de arrematar
i io em prana publica, que ter lugar na casa
l'aSO das audiencias, a renda annual de urna casa
de um andar esotSo, cozinha fra, cochei-
ra eeslribiria ao lado, um gran Je quintal,
P
rors, avallada em 930/000 rs.
A arrematanSo sera feita na forma dos
arls. 24 o 27 da lei provincial n. 286 de maio
do 1851, e sob as clausulas especiaos abai-
xo copiadas.
As pessoas que so propozerem a esla arre-
na sala das sossdss
awnsst&sif s^^attara
Ccuto
A.-roba
Libra 100
Libra 107'la
Um lio
fl 16,000
200
Libra 240
2oo
41)0
480
Arrolia l,00
H 1,000
Um 3,000
portos, tudo om bom estado, na estrada
o que vai para Santo Amaro, avahada dita
3'g0 renda em 500j000 ris, cada anno, penho-
c'ion rada a Antonio Alves do Souza Araujo, por
2880 espcunao do Antonio Jos Pacheco e Silva,
3 ono pe|0 [Ompo que lr preciso para o pagamen-
'*"" lo da execunSo.
5?! i E para quo chegue a noticia de todos man-
,';?", dei passar o presente odital e dous do ms-
,,'ooo mo theor quo sero afilados na prana do
''ico'Commercio o casa das audiencias, eimpres-
so no jornal.
Dado e passac'o nesta cidado do Recife de
Pernambuco aos 28 de agost de 1852. Eu
Manoel Joaquim Baplista, oscrivSo interino,
o subscrevi.-Custodio Manoel da Silva Cui-
marSes. .
oillm. senhoroflictal-maior, servindo
de inspecror da thesouraria da fszonda pro-
vincial, em cumprimento da ordem do Exm
pelo meio da ,
lados.
E para constar se mandou afllxar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 25 de agosto de 1852.'O secre-
tario, Antonio Ferreira n'Annuncianao.
C/iu 1." Ser feita esta obra de conformidade
com o ornamento nesta data (13 de agosto)
apresentado a apprOTBQlO do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, n importancia de rs.
950*000. .... 1C
2.' As obras pnnciparSo no prazo de 15
dias, eser5o conclu las no prazo de dous
mezes, contados, como determina o art. 31
da lei provincial n. 286.
3.' A importancia desta obra ser paga
em duas prestacOes da maneira seguinle:
a primeira do valor do tres quartos da im-
portancia da arrematanao, quando se tiver
senhor presidente da provincia, de 7 do cor- ,- -- egurJda de um quar-
i de2cuslada Um
heijao ."....'
Fumo bum.....
Dito ordinario. .
Dito em l'ollia bou)
Dilo ordinario, <
Dilo lastolbo .
Ipecaciinlia.....
Ooniiiia......
Gvingibre ,. .
Leulia de aellas .
Hitas de toros .
Pendas ilc amar
Dita i.e louro........
Custado de amarello de 3b a40
p. de c. 2 Vj a J de I.....
Dito dito uauacs. ...;...
t.i.st olniliu de dito .......
-culi n.. i-di lo ,........
Forro de dilo .....
Costado de louro.......
Cosladinbo de dito......
Soalbo de dito.....,
Forro de dilo.......'
Dito de cedro.........
loros de tatajulia .
Vaia de parreira.......
Ditas de aguidiada '
Ditas de quiri.........
Rodas desUupira para carros .
Elxos de ditas para ditos .
Mclaeo.............
Milbo .........
Pedr de amolar.......
Ditas de filtrar.........
Ditas de rebolo.........
Pona de boi........
Piaitana............
Sola ou vaquen..........
Sc'no em rama......r ,
1-elles de carnciro........
Sarva parnlba.........
Tapiuca.........
Uubas da boi.......i
, Alqueicc
Arroba
Alqueire
Arroba
Ccnlo
2,0(10
4.DI.0
5,000
a.000
7,000
4,000
3,000
J.*).mili
2,0t)0
2,00
I.00
9,000
12,000
7,000
20,000
ti 10,000
1 7,000
(1,0111)
3.1)00
6,000
S.200
3,200
2,a0u
2,000
QuIutAl 1,200
Du/i.i 1,280
a 1,000
u OCO
Par 40 000
18 000
Ganada 148
Alqutire 1,200
1 di 040
0,000
800
Cento 1,200
Mlho . 320
Meio 2,0u0
Arroba 4,000
Urna 300
Arroba 17,000
m 2,500
Cenia 2g0
2,000 I (iouro ir a praca para ser arrematado, pe-
" rante o tribunal administrativo da mesma
ttiesourana, a quem por meos fizer a obra
da conclusSo da ponte sobro o rio Pirapa-
ma, avahada em 14:467,882 rs.
A arremalanao sera feita na forma dos ar-
tigos 24 o 97 da lei provincial n. 286 de 17 de
maio de 1851, e sob as clausulas especiaes
abaixo copiadas.
As jiessoas que se propozerem a osla ar-
ii iem.it 'C-i.i eoiiiiniici; un na sala das ses-
sOes do mesmo tiibunal, nos dias cima in-
dicados, pelo meio dia, coinpeteutemente
habilitadas.
E para cuustar se mandou afiliar o presen-
te e publicar pelo diario. Secretaria da the-
souraria da fazonda provincial de Pernam-
buco, 9 de agosto de 1852.O secretario,
Antonio Ferreira da AnnuncianSo.
Clausulas especiaes para a arrematanSo.
1. Esta obra sera exocutida de conformi-
dade com o ornamento nesta dala apresen-
lado approvanSo do Exm. senhor presiden-
te da provincia na importancia de 14:467882
ris. .
2.a Estas obras serOo principiadas no pra-
so de 30 dias, e concluidos no praso de 15
mezes, contados de conformidade com o ar-
tigo 31 da lei provincial n. 286.
3.' A importancia desta arrematando ser
paga em quatio urestanoesde conformidade
com o artigo 39 da mesma lei.
4.a Para tudo mais quo nlo estiver deter-
minado as presentes clausulas, seguir-se-
ha o que determina a lei proviuciai n. 286
de 17 de mai de 1851. Conformo. O se-
cretario -Antonio Ferreira da Anounciano.
O Illm. Sr. ollici.l maior, servindo de
inspector da thesouraria da fazenda provin-
cial, em cumprimento da ordem do Exm.
recebimento provisorio
4.- Para ludo o mais que uSo estiver do-
terminado as presentes clausulas, o em
seu ornamento, seguir-se-ha o que dispOe
a le provincial n. 286 de 17 de maio de
1851. _
Conformo.O secretario, Antonio Ferrei-
ra d'AnnuncianSo.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria do fa-
zenda manda fazer publico que, em virtude
do olficio do Exm. Sr. presidente da provin-
cia de 21 do correnle tem de ir a prana para
ser arrematado a quem por monos fizer nos
dias 27 o 31 licite mei o 3 desetembro
vindouro, os reparos do edificio em que est
collocado o hospital regimentil, sob as con-
dieccs aOaixo declaradas. As pessoas a
quem convierditaarromatanSodeverSocom-
arecer nesta reparuno competente babi-
itadas as II horas da nianii.lo dos referidos
>" .
Secretaria da thesouraria de fazenda da
provincia de Pernambuco 24 de agosto de
1852.
O olTicial-maior interino,
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
( olidieciVs.
1.a O arrematante se sujeitar inleiramen-
toao fjue Ihe prescrever o engenbeiro, di-
rector da obra substiluindo as madeiras ,
que elle achar arruinadas no lodo ou par-
te, e empregando somante aquellas quo el-
le achar de boa qualidade.
2.' No retelhamenlo do tulla lo so onirSo
portal forma astelhas que se nao deem as
goteiras quo ordinariamente ali apparo-
3 SugeiUr-se-lia o arrematante a algu-
mas Dequena* obras que o Dr. Director do
QUARTA RECITA DA ASSICNATCHA.
Terca feira 3i de agosto de i85a.
ESTREtV D ACTOH
BERNARDINO DE SENNA.
Represenlar-se-ha o drama
0 CEG E A LEITIIR...
O papel do >.ogo sera uosempennaao peio
Sr. Senna. .,,
iienii tai.i o espectculo com o vandeville
ou
0 PK1.WIPE HIADIII!
Principiar s s horas.
Avisos martimos.
Para o Aracaly sahe rom muita brevi-
dade o hiato Flor do Cururipe ; para carga
o passageiros trata-se na ra da Cadeia do
Itecife n. 49, primeiro andar.
Paraoltio do Janoiro sahira em pon-
eos dias, o veleiro brigue Camacuan, de que
he rapitao Joaquim Monteiro do M-irelles :
quem no mesmo quizer embarcar escravos,
ou ir de passagem, para oque tem bons
commo los, pJo entenderse com os con-
signatarios Amonm Iiuio-, na ra da Cruz
n. 3, ou com o dilo capillo a bordo.
__Frela-se para o norte ou sul, urna bar-
can' prximamente construila.de loto do35
caixas, e bons commo.los para passageiros :
a tratar com o mostr Joiquim lo Sintanna.
Para o Rio de Janeiro sahe no da 31 do
agosto O brigue brasileiro Kccifo ; ^ rece-
be passageiros ou escravos a frete, pira cojo
fim trata-so na ra do Collogio n. 17,segun-
do andar, ou com o capitao Manoel Jos Ri-
beiro.
Para o Rio de Janeiro.
Recebe carga e passageiros para o Rio de
Janeiro o patacho nacional Fernando Via-
jante, de primeira marcha, que segut'
com a maior hrovidado : trati-se rom o ca-
pilSo a bordo, ou com 4lailhar & Oliveira
na ra da Cadeia do Recife, armazetn n. 12.
Uear, Maranhao e l'ar.
Segu na presente semana, o hrig.ue escu-
na nacional Crnciosa, capilSoo pratico Jos
Maria da Silva Porto, ainda pode receberal-
guma carga muida o lem exc lentes com-
modos para passageiros: trata-se com oafton-
signatano J. U. ua Fonseca Jnior, na rm do
vigario n. 23 ou com o capitSo na Prana.
l'ara a Farahiba.
Segu com brcvitlade o novo e
veleiro hiate nacional Sania Cruz,
mestre Vicente Ferreira Lopes :
quem nelle quizer C4rregar, diri-
ja-se a ra da Cadeia Vellia n.
a3, ou a ra do Trapiche l>?' vo n
16, segundo andar. ______
O administrador do cemitorio publico
desta cidade, previne as possoas encarrega-
das de trazaren, cadveres pira seren se-
pultados em catECiimbas das irmandados,
edificadas no cemitorio, que as guia* "oli-
das da cmara municipal, que acompsnham
os mas nos, s silo assignadas i el-rSr. pro-
curador da mesma, o n<1o por possoas per-
tenceotes as irmanJades que as querem
assignar immodialo a asiigntura do Sr
procurador: e em cumprimento do mnu
dever, om vista do artigo 62 do regulamen-
to ile l7defevereiro de 1851, nu nao posso
dar cumprimento, loan que ollas assim mo
sejam a.iresentadas, vislo que part de urna
ri-pirligo i' -i nutra formalisada com a
assignatura que a lei determina*: a nin-
lui'in mais est autorisado no seu corpo
assigna-la.
Administrando do cemiterio publico, 30
de agoslo de 1852. O administrador Ma-
noel Luiz Virios.
Alfred P. Voulevai pira a Babia, dei-
xando John Youle o Wilier Grainger encar-
reg: ilus com a gerencia da casa de D ano
Youle t C durante a sua ausencia. Reci-
fe, 30 de agosto >la 1852.
Roga-se ao Sr. p. C. A., quo haja de
so dirigir s Cinco-Pontas n, 33 a negocio
que nflo ignora
Dosappareceu no dia 26 do correnle mez,
urna escrava de nomo Miquelina, ainda mo-
na, bein preta, rosto coinpridu, queixo fino,
estatura baixa, secca do corpo, com um pe
o perna inchados, um dedo da m8o esquer-
da aleijaio, e lovando vestido encarnado:
quema pegar dirija-so a Roa Nova n. 4.
Airas da matriz da Boa Vista n. 40, en-
gomma-se com toda pcrfeinSo, sendo cami-
sas, ciicas e coletea a 120 rs. cada peca, o
palitos de brim a 320 rs. cada um.
-- Precisa-se alugar urna preta, que seja
fiel, e nao lenlia vicios, e que seiba vender
na ra, paga-sa generosamente : quem li-
vor, dirija-se a ra atrs da matriz da Roa
Vista ,i. 40.
A quem for offerecida urna cazoleta de
ouro. pesando 4 a 5 oitavas, pouco mais, ou
"""' -"o .. as iniciaosC. A. O. C, a qual
fui furtada por u. |evea ra da Ma-
in, da Boa Viata n. 3J, ,, 8er
pensado.
OSr. Antonio Francisco !".._......
do na alfandega, v quanlo antes a r., fi."
Ll!lil(.
- Miguel Carneiro far leilSo por inter-
vennSo do agente Roberto no da lerna-fei-
r.,31 docoirente.as 10 horas da manhSa,
no seu armizem na ra do Trapiche n. 38,
do urna grande mobilia.e outros muitos ob-
iectos perlencentes a urna pessoa que se ro-
tirou desta prana assim como tambem na
a leilSo pililos de panno fino mullo em coti-
la coa em urna ou mais caixas a volitado
do'comprador o porqualqucr preo, charu-
tos da Babia do diversas qualidides, um car-
ro de qualro rodas, o urna parelha de caval-
los bons, e trotadores.
OSr. Dr. Sabino Olegario LuJgeroPi-
nho, previamente sua retirada desta ci la-
de, ordenou ao agente Oliveira, oleilSode
toda* rnobilia da sua casa, consisliudo em
reila n.-'o, primeiro andar, pagar a coi.
que se Ihe apresenlou no dia 30 de agoslo.
-- Pede-se ao Sr. J. F.M. A., que apparega
no Pono da Panella, alim dn satisfazer a
quantia de 25,000 rs., importancia deum
selini eslraviado, quandoaluguu um cavallo
pela Testa do auno pas.>ado, naquelle lugar,
como n"o ignora, ce.lo de que nflo satisfa-
zemlo-a uestes 3 das, ver seu nomo por es-
lenso inste jornal, al que pague.
ODr. Vital de Oliveira, achi-se de novo
nesta capital, residiudo na ra do Livramen-
to o. 20, onde pode ser procurado a qual-
quer hora do da, ou da noile, para exercer
sua profisso.
Mr. Agostinho Sommier o sua senbora,
v3o fazer urna viagem ao Rio de Janeiro, lo -
vaudo um seu lilho menor.
Pede-se au tutor do annuncio no Dia-
rio n. 194, com as letras iniciaes J A. G. ,
queira declarar se se tntendo com Jos Al-
ves Guerra, ou com Joto Alves Guerra.
Peidcu-se u primeiro volumo da obra
R,)sa o Branca, desde o Manguinho at a ra
Jas Flores : quem o icliou quereodo resti-
tu-, dirija-so a ra Nova loja n. 37, quesera
gratificado.
OSr. que annunciou, na ra do Pas-
seion. 9, querer fallar a Jo3o Francisco
Teixeira, procurador das casas de candado,
queira declarar por esla folha, qual o nego-
cio que lem com o mesmo, ou dinja-se a F-
ra de Portas, ra dos Guararapes n. 34, das
6 as 9 horas do dia o das 2 as 6 da larde.
Precisa-se fallar com oSr.
Gabriel (jonc.alves, socio que loi
em seu commereio, com o lni.iio
.VI i noel (>oncalves Pereira na
praca de Pernambuco, islo para
negocio de seu interesse : na pra-
ca do Commereio, casa n. 6.
Hoje, 31 de agosto, so ha do arrematar
na sais das audieiicias.pnrante o senhor dou-
torjuiz docivel da primeira vara o depois
da audiencia, os objeclos pertouceittes a
urna loja deseleiro, por execunao de Ber-
nardo Antonio do Mirauda, conlrs Antonio
Jos Ferreira Guimares.
-- O senhor Fernando Pereira de Carvalho
lenha a hondada de se dirigir a ra do Cres-
po n. 16, para recebr urna carta vinda de
Macei.
Precisa-se de 200,000 rs. a premio, so-
bre hypotheca em una casa terrea nesta pra-
na : a quem convier annuncie.
Quem annunciou querer comprar una
taberna om bom lugar, sen lo que queira,
vende-sea taberna da ra Nova.juntoa pon-
te n. 71, que tolo negocio se far porque o
dono quor-se retirar para o centro a tratar
dasuasade: a tratar na mesma.
Precisa-se de urna ama para urna casa
de pouca familia : na Iravessa do Veras n 7.
-- Previne-so ao senbor Firmo Candido
di Silveira Jnior, que Jos Sabinode Oli-
veira Jnior, be natural do MaranhSo e nSo
do Cesra, como diz o seu annuncio de hon-
tem, o ser bom que sua morc se informo
mei.-or, o seja inais escrupuloso pira oulra
vez, alim do nSo Dcar em duvlda o crdito
de mullos rapaies Ceareoses que aqui se
acnan com esperann* de empregarem-se
no commereio.
yuem precisar comprar, um casal dr
escravos, ja de ida.le, mutto proprios paea
irabalhar em sitio f a da ciJa le l dirija-se
a ra da Cadeia Velha n. 33.
MUTILADO



.<
*
7'
VI
''1*
I
I
Para se passar a festa.
Aluga-se um bom sitio no lugar do Cor-
tleiro, a margem do Capibaribe, com boa
casa, estribara para tres cavallos.cases par*
pretosofeitor, pomar e jardim, assim como
bailas com capirn, e multa ortalir-a : na ra
do Q.iewiado n. 30, segundo andar, ou na
ra da Madre do Daos, armazem de Barroca
& Caalro.
Lotera de Nossa Senhora do
Rozarlo.
O Ihesoureiro desta loleiia principia a pa-
gar os premios da terceira quarta parle da
terceira lotera, hoje das 9 horas da manlia
as 4 horas da tarde : na ra Direita, I >.; n.
7, e contina era qualquer dia, nSo sendo
di.i santo.
FURTO.
Furtaram da casa do ebaxo assignado
urna caixa com um a derogo de ourn com po-
dras rouias, constando do brincos, alfinele
de peito e volta ; desconfia-se que foi escra-
vo da CHsa : assim roga-sn a qualquer pessoa
ou ourives a quem for oflerecido. queira le-
var a ra do Trapiche h. 40, no lorceiro ao-
dar, quesera generosamente recompensado.
Ao publico.
Tendo o reverendo vigario de F-stremr,
Candi lo |Jo. Coelho, quando no auno de
1836 ou 1838 parochiava na Ireguezia de Nos-
sa Senhora da Apresenlagflo ila cidade do
Natal, mandado um sino parl'do pertencen-
te a matriz da dita cidade, para aqu ser fun-
dido, lancando no hvro de despeza da res-
pectiva fabrica a quantia de 66,038 rs des-
pendidos com a troca co declarado sino, e
acontecendo que ate agora no t-tnha appa-
r cido, e teodo-so pedido por muilas vezes
ao referido vigario solugflo doste negocio,
sempre toro deitado de responder ; roga-se
ios senhoros donus des fundieses estabele-
cid.is nesla provincia, que a beneficio do
Culto Divino, queiram declarar por esto Dia-
rio o quo llie constar. O mesmo beneficio se
pede ao lllin. Sr. padre Primo Feliciano Ta-
vares.
Hoje, 3t de agosto, linda a audiencia
do lllm. Sr. Dr. juiz de direito da pnmt ira
vara, se hSo da arrematar quatro carros vo-
ltios, penliorados a Frednrico llaus-m, por
execugBo de Aviial & Irmaos, MWiTlp Mol-
la, he a tillima praga.
-- Sexta-teira, 3 do setembro, na sala das
audiencies.inde a audiencia do senhor dou-
tor juiz da primeira vara, se ha do arrema-
tar um escravo moco, creoulo.o qual voi ser
arrematado por execuco dos credoicsdo
linado Joilo da Silva Sanios.
Aluga-se urna mu ila, niucifliba, para
o servido interno, coze o engomma, e alian-
ga->e a .-ua conducta; assim como um se-
gundo andar slito na ra do Vigario n.59:
a liatar na ra do Collegio n. 16, terceiro
andar. .
-- Est justa o contratada com a senhora
II. Mara Joanna do Sacramento,a cisa da ra
do Fogo ii. 31 : quem so julgar com dir. ilo
t ella annuncie ou dirija-so ra estrella do
Itozario n. 13, no praso de t'esdias.
Vida de l'Yanklin.
Sahio a luz a vida do doulor lionjamim
Franklin, escripia por elle raesmo, o conti-
nuada e concluida por seu amigo odoutor
Sludar.traduzida do inglez por um pe nam-
bucano : Vende-se a 1,000 rs. na livrana n.
6 e8 da praga da Independencia.
Desappareceu no dia 23 do
corrente da ra da Cruz o.
30, um cachorro d'agoa,gran-
ule, com a 13a crescida e toda
branc oielhas grandes o rabo cuitado; ro-
ga-se a quem o achou de levar a casa cima
quesera recompensado com generosidades
e .lo contrario sa proceder entra o engra-
ndo que j ao abe o lem guardado.
Psecisa se do urna ama : na na do Han-
sel n. 25. Pia mesma se vende millio ha-
--*Deseja-so fallar com Jo5o F.lias Pinto
Couveia: na ra do Ca'ouga, loja do Joa-
Na ra do oitfioda matriz da Boa-Vis-
ta, n. *, precisa-sede urna ama doleite.
Na ra do Livramento, sobrado n 10,
se dir quem di dinheiro a premio, e quem
vendo varias obras de ouro e prata.
-- No aterro da Boa Vista, loja n, 1, pre-
cisa-sn do uina cosinheira, forra, ou capti-
va, pagando-se mensalmente.
Jo3o Baplista Taime, natural do Chilla,
retira-se para o Rio de Jineiio.
O abalxo assignado, tendo ven ler na
rua.em um tabolelro, o seu caixeiro Jos
Sabino de Oliveira Jnior, o qualtem20a
22 annos da id'ade, meia ostatur*, magro,
falla descrgala, o natural do Maranho,
ela familia existo na capital do Ceara, este
ausentou-sono d'a 28 docorrente.doix-ndo
o taboleiro vasio em poder do negro que o
carregava.e da noticia do haver seguido pela
estrada do Casanga, montado em umcaval-
lo alasJo: pede as autoridades policiaes que
a terem noticia delle, o fegam prender para
averigulo, poisclcula-se em um cont
de res as fazendas que o mesmo conduzia
no taboleiro. Firmo Candido da Silveira
Jnior.
Attenco.
Estando alimpando-se a praia,
que tica em frente da ra do Mun-
do Novo, por ordem do senhor fis-
cal interino, avisa-se aos senhores
proprietanos de sitios, para que
mandein tirar estreo tanto em
canoas, como em carneas, a todo
tempo que Ihesaprouver.
Miguel Francisco de Souza Reg em-
barca para o Rio dn Janeiro, o seu mualo
Feliciano, de 21 annos de idado.
1) No consultorio Immcepalhico da 8
J> ra do Trapiche Nov n. 15, dirigido m
9 pelo Dr. Pires Ranos Jnior seco-
3", contraa ca'teiras com medicamen-
J tos hon.CDepalhicos, tubos evulgos, m
,1 lambem se refazem aquellos que es- *
m liverem deteriorados. Propagandas
9 homncopatliicasdoSr. Dr. Sabino pelo 9
f prego de 1/000 rs. cada cxemplar. *,
% Estes medicamentos silo preparados
* dos pelo Sr. Dr. Sabino na sua longe. 4
a clnica, sen'o os resultados os ;n*is
* relizes.todasascartiirr.squeseliirom 9
j deato consultorio levarilo a urina do
1
i O abaixo assignado testa-
menteiro de madame l'ort e en-
carregado da liquidarn ilas divi-
das activas e passivas, da loja que
li.ilia a dita senhora, no aterro da.
Boa Vista : roga a todas aspessoas
que tiveram contas com a falleci-
da, queiram ter a bondade de di-
rigir se a ra da Cruz ti. 5i no
consulado Suisso, para entender-
se com elle a esse respeito. Ed.
fiolli.
U\ senhora, que horda per-
feitamente de tapecaria, matiz
elabyrintho se encarrega da
execuco de quaesquer obras
destes gneros, feitos com preste-
za, muito asseio e commodo prc9o:
quem precisar, annuncie sua mo-
rada.
Preciss-se para o servico da eapatazia
da mesa do consulado geral, de quatro ser-
ventes robustos, e de boa conducta, que ta-
nhamja servido noexercito.aos quaes se da-
r sempre a preferencia :a quom convi.'r po-
de procur ao capatarsda mesmameza no tra-
piche do algodo.
Anna Ferreira da Silva, autonsada por
provista do Exm. Sr. presidente, doulor
Francisco Antonio Ribeiro, de29dejulbo
do corrente auno, tem aberlo na casa de sua
residoncia, na ra das Trincheiraa n. 50,
una aula de instruc^So primaria do primei-
ra grao, pera o soxo feminino : os pas do
familias que della qui/.erem confiar suas h-
Ihav, podero dnigir-sc a mencionada casa,
a qualquer hora du dia, corlo de que a an
nunriante empregar todos os seus desvelos
em n3o desmerecer do sen conceito.
O Sr. Joequim dos Santos Azevedo v
pagar 17,000 is. que devo na olaria dos Coe-
ihos, quo em quanto niio o flzer ver sem-
pre seu nome nesla folha.
B {
Alugam-so o vendem-se bisas na 9
? praca da Independencia n 10, con- ?
? fronte ra das Cruzos. _..
*^W*Ji**>* *fi.l
PrecT'e-ie alugar urna casa seja de que
tamanho Mr, com tanto que tenha quii
uiniAL do mi. jAin,
TRAUUZIDO EM PORTGUEZ.
16,ooo rs. de assignatra.
Sahio a uz o primeiro volunte deata obra,
a melliorde todas em seu genero : o unieo
verdadeiro livro, por onde se pode estudar e
pralicar a homeopathia. Est nitidamrnte
imprrssoem escellente papel, com todos os
signees que contm o original para denotar
a diflorenca do valor dos symplomas.
Contina a assignatra no consulloiio lio-
meopathico do Itr. Moscoso, onde os senho-
res assignantos pdem mandar receber os
seus oxeuipUres
No mesmo consultorio ha todos os medica-
mentos honcopalhicos VEHDAEIROS ; as-
sim como ricas carteiras, e rrformam-se
quaesquor boticas, cqjos medicamentos se-
jam falsos, ou deteriorados.
Cliegou ra do Qucimadn n. 31, novo
intmenlo de vidros ro.n agoa para Tazcr
os cabellos o suissas pretas; a elles antes
que se acabem.
-- Quem pretender comprar urna mobilia
dejacaranl, em muito bom estado, epor
preco commo lo : dirlja-se a ra dos Marly-
rios n. 10, primeiro andar.
Precia-se alugar urna prota, que saibs
lavar e engummar, e que tenha boa conduc-
ta : na ra do Vigario n. 3.
-- Roga-se ao Sr. Dethan, o favor de ap-
parecer na ra de S, Miguel dos Afogados, a
negocio que nSo ignora.
-- Protenle-se comprar urna morada de
casa terrea, pura pequea familia, rom quin-
tal o cacimb, prefere-so nasseguintes ras:
de Hurlas, dosMurtyrios, de Santa Thceza,
da i.huii o do Carino, das T'incheiras, do
Arag3o, da Conceic9ozmha, patoo da Santa
Cruz, ou no correr da caixa d'agoa : trata-
so na ra da Senzalla Velha o. 110.
Aluga-80 o segundo andar, da casa da
ra do Torres n. : a tratar na ra da Cruz do
Recite n. 33.
y r V v i r v %* I 9*9% V t V 9 VV V
>
i*
<
Srr. Sabino. Ascnsullas sito das i as mas do Apollo, Guia, ou Senzalla, ou
8 horas do .iia at as tres da tardejde- <$, mesmo sirva somenle o quintal para ise la-
* poiS destas horas o po.lerilo pro- zer urna oslribana pira douS onUUWrt-
9 curar na ra ila Cruz do Recife n. 50,
* segundo_andar;---------------------------irjiji Brum. arrend-se o qu.rto
andar da casa de A. F. da Cunta, edificada
os; quem tiverannuncio ou dinja-sea ra
3 da Cruz 11. 31.
Procisam-se dedous poituguezes (ara
trabiilhar em urna olaria : quem estiver nes-
tas ciicumslancias, dirija-N a ra Diieita
n. 6, quo la achara com quem tratar.
-- I). Tlmmazia de Allahyde e Mello, com
collogio particular, no prirreiro andar do
ihrado n. 78 da ra do Ranxil, faz pujjlico
moderna, c com asseio, tendo excelleutes
comniodiis para urna familia: tracta-se na
ra do Vigario n. 11, uo escriptorio do mes-
mo.
MISSAS .
O ivndico da ordem terc..ra de S. Fran-
. cisco faz corto aos sentiores religiosos e sa-
que ensin I6r, escrc^;,^'m,;}C^^;!e,Tloles, que contina haver misas diarias
niatic portugi.ez-, rudimenlosde geofc a .^^ ^ |)nlem pjr a,ma de lrmaos ,.
timamente fallecidos.
pliia, todas as especies de costuras e borda-
dos, ele, por preco que devo gradar eos dn d
pretndenos | assim como que mema I J p P^
esa faz-se vestidos com perforo e moda, b rregUezes ali acharno iorti-
ile
por pre^o commodo.
Ufliciaes do funiloiro.
Na loja da ra de Cadeia do Recite u. 64,
precisa-sede ofliciaesde funieiro.
A vista do despi dio abaixo, o arrema-
anle do imposto d'agoa-ir lente do muni-
cipio do Rerilc, lem marcado o niez do se-
lemtiro viudouro para pi^uincnto a boca
do cofre conforme os arts. 16 e 17 do regu-
lamcnlo; os senhoros quo estSo collelados
ilirijani-se a ni ua Laraugolraa n. is a flu
de indemnisaremsjas rolletes, ilepois n5o
se chmeme ignnrancia.
O presi lente da provincia, tendo em vis-
ta o que Ihaexnz o inspector interino da
fazenda provincial em ofli-
ptaca n. 7 : os freg
ment a s< u gosln o or prer;o razoavel; e
se vende semenle de coentro a 100 rs. a gar-
rafa.
A pessoa que annunciou no Diario de
snbha lo, 8 do corrento, querer comprara
Mariall spnliola(liisloria),lirija-s a livraria
da ra do Crespo n. tt, que chai unn no-
va. Na im'Stna loja cima vendem-se procu-
raedes e Apudaules selladas e por sellar, e
duas '' Mu-' 'i d,:s decaca.lendn uma nn
competentes ursojos.
A abaixo assignada, viuva de Francisco
Antonio Vii'ira da Silva, declara ao publico
que ficuu extincta a sociedadoe lirma que
ii -1 i cidede h i vi sobre a ia/.'io social, Viu-
va Vieira & Filhos, e que o estalielecimento
quim Jos da Costa Fajozes
--Aluga-se uma escrava, que compra, co-
sinha eengomma,*2 esclavos: na ra Di-
reila n. 2, segundo andar.
O abaixo assignado com neg co de mo-
ldados na povoacSo de Apipucos, ruga enca-
recidamente a lodas as pessoas quo IhosSo
devedoras, o obsequio de saldarem suas cja se observe o regulameuto, que baixou i. a B*a re"nTe "q uV aVi i "Ti!
"""""-I com o decreto n. *I5 de 12 de junho do UflioioEm. Sr. piesilen
Ihesou aria da fazenda provincial em
co de 30 de agosto ultimo cum referencia a |c|m a sumcnle ,, Jos. Caetann Viei-
outro do administrador do consulado pro- ra da Sl|Ve, e para que assim o conste faco
vincial de 22 do mesmo mez, resolve quo pregenlo annuncio.
na arrecadaco do imposto de 20 por cento. y Francisca Rosa Vieira.
sobre a agoe-ardente consumida na prono- 0s 6en|,ores conlr.buintes do imposto
. cia se observe o regulameuto, que baixou d0 noar,|enle que assignaram a represen-
contas ornis breve possivel. O mesmo abai..Cumouecreto ii. I5 de 12 de junho do ,c3*aoExm. Sr. piesi lente da provincia,
SO assignado compraa creditooselle tos pa- 185n,parte que.for aplicavel a mesma quvejn)in ditlgir-se o aterro da Boa-Vista n.
sortir a sua casa, vencido o praso, he-llie
arreoadaf.lo.
81, para verom o despacho de S. Exc.; islo
com bre.vidade.
U aliixo assignado contina no seu
indispensavel | agar.e se nao receber de seus p|Bcio' do governode Pernambuco em 6
devedores, seu crdito se arrumar. Apipu- d(,setomhro de 1851 -Victor deOliveire.-,
eos 27 de agosto de 18a2. -- Jacinllio Josluo <;onforme.--0 oRicihI maior, Joequim Pires 0X(!rcjclu ,|e advogado ; quem poissnquizer
Souza. ... Machado l'oitella Conforme -- O secreta- r(,npiar aos seus cuidados, Unto no crime
-- Aluga-se um primeiro andar, proprio rl0i A,ll0iiio Ferreira d'Aiinuic.ac.lo.. no ,.|Vp1 .10)0 pr0CUMr ()as 9 h0ras
.._. .....,.,..,...:.. j.ii ii.>.. de manliila as 3 da tarde, no segundo andar
para escriptorio, ou pessoa solteira : quem _. os senhores Antonio Alves di Fonseca u
pretender, dirija-se a ra do Encantamento, juj0r, Joilo Ituno Ferreira Jnior, Claudi- da casa lla rua u, Praia n 4J
venda n. 10. .... no Patricio de Almeidn, morador no termo Antonio llorges da Fonseca.
Troca-se uma casa no Monleiro do la- dB |gU(irassu" ou Pasmado, Benlo Jos do _. /}c0/Qi0 ,e yovembro epperecer do
dodoriocoui 2 salas, 3 quarlos, cslriharia, Reg0 0 Mello. Antonio Amancio da Cosa, e de stBmbroe.ii vanto diariamente Subs-
cosinha de tijolo, por outra em qualquer Antonio Jos da Silva, tem letras vencidas creve-se a I.OOOis uor mez, sendo a assig-
dos bairros desta cidade, ou urna barcas.-a e ,liujl0s an,,s na rua do Crespo n. 23, e nalurapara os quatro mezes a lindar em de-
nova quecamgue20 a300saccos uan.io- roga-se Ibes que asvenham saldar, ahmde zcmbro a vulso vende-so a 60 rs.; no bair-
>' fiAT?dtnl? 4"e merecer : na rua da (.uia ge lhes evllar 0 jesgo>lo e as despezas, com ro do necj| Ci)ja n u> |0j Je sapaleiro do
l^*--*." "U "oguCI- ^ o respectivo pn.cesso judicial. I scnll0r Ans |,m, juse |,uarte Sedrim, na rua
T ,rf ,T, rT,TaTorfi? '*^ _TripM8-eoirreiidnrentoae um ti- r,u/. ,jolenoo, Romualdo Al-
Aluga-se um simo na rstraiir.iu m- 4U cslr8a,, ,luVa do Remedio, com uma ,ioiiveira na rua da Cacimba noste
J teuo, com urna grande casa de pedra boa casa de vivenda, estribarla para quatro 1' y, J'Zho Uanl dn Amloaro
. eco., Prop,iap.r.sep.ssr.fesla,a # cavallos, o bastante terreno comVroporcOes ^ ".*'aTue V??e n 18 lo?, de elfaU.'e d
I ?.:rVou^?c^ % T.rrua Ja CaJei d0 Reo," ^r SarSSS^
U da casa, proprios para escravos, um. i 1 .fecisa-Se de um homem forro, ^\f^J^^1S^SSSLSSi
m grande cacimba com borona a cerritel cap|ivo para treballiar sm ama reOnalo i Zm'X. ci do senho? c"pilSS
t pera se tirar agoa, a qual agua he su- 2 ,.U'0I1, pretender d,r,j,-se a refln.cSo d.Trui ."" "Seta da mVl i Mello A ve d
fe perior Unto quo serve para so beber, 4 Je Hurtas n. 7. !0Jgj'"t?^ffifiL tmTZ
fe mu.tus pes .le arvoredos, como se am & .. u-se de 50,000 is. al um cont, so- >' ,sf,nborei SeUr m BomatUo Cl iu' e
fe jacas, larenjes, ubaias, outis cou.s, ? |)rn p6I1hores de ouro, ou prata, a juros de altV.no
fe o inultos outros fruclos, alcm disto & p0r cento ao mez : quem pretender, dirija-"
fe numerosos pes de flores de .quelidi- se a ru estieit du llutniu u. 8 segundo
fe des raras, etc.. etc.; bem como um -r andar, se dir quem d.
fe pequeo parrcirel : quem o qui'er '' Conslando-me que a minha escrava de
alugar por enno ou por (esta, queira > nomo Certrudes, naco angola, do idade 26
Bnnos, cor muito preta, olbos grandes, ps,
e iii.ii s pequeos,' estatura baixs, dhdenla-
da na frente ilo lado do cima, e peito de
pombo ; se emeaminhara he q,uasi dous i.....
~ Desappareceu do porto das canoas do zes para o engeuho de Fragoso, aonde a di-
Recife, no mez de julho prximo passado, ta escrava Certrudes dizia ler urna comadre
una canoa de carreira, aberta, com urna ta- ( preta ) peco eo Sr. do dito engenho que
boa e n em pelmo de lergura, o be curta; por favor, no caso d'ella lbe aparecer no seu
a qual se julga oslar escondida em algum- engenho ; que ma mande penar e remcllor-
parte : assim quem suuber della e parlici- me, a casa de minha residencia na rua ila
parcm Fra de Portes n. 92, ser recoma Aurora n. 5!, pagando eu, as necessarias
pensedo. despezes, de cujo favor llie ficerei obriga o.
--Aluga-se uma bonita casinha.com quin- Adverle-se que a dita preta foi escrava do
tal, sita no Poco da Panella, boira do no, linado Joaquim da Lingoela, e comprada em
junto a em que mora a senhora D. Maiia leilo publico que mandaram lazer os her-
Monteiro : os pn temiente- dirijam-se a rua deiri sdo mesmo Joaquim da l.iugoeta pelo
do Vigario 7. rorretor, o Sr. Olivcira, e dizem que|se tom
-- O Sr. Francisco Mondes Pereira Jnior, visto tambem a referida escrava, na cidade
2ueira apparerer na loja n. 11, da rua do delinda, o no mesmo lugar nos Arromba-
respo, a negocio de sou inleresse. dos em certa casa que ser lugo corrida e
Manoel Franciscoda Silva tend) encon- o ladro snfrer us penas da lei.Francis-
trando veries pessoas com igual nome,e as- co Jt s Barboza.
sim tirando-se-lbes cartas do correio ; fez l'recisa-se de uma ama de leile, forra,
scienle ao respeitavel publico, que d'ora a que o tenha novo de 7 a 8 mezes: quem es-
va n te se sssignar como niimc de Manoel Uver nestas circunstancias, annuncie, ou
Francisco Luiz da Silva. dirija-se ao sobrado junto ao quartel do
Francisco Methias Pereira da Costa ex- Hospicio,
poita para o Rio de Janeiro us seus escra- Desappareceu no dia 15 do corrente
vos, Vicente cabra 21 anno, Alexandro mo- mez de agosto um pardo por nome Bene-
leto8 aonos, e Raymuouo Res creoulolS nieto, idade 50 a 60 anuos, olhos pequeos,
anoos. pelos, cabello carrapinhado, prosista, al-
A viuva de Manoel Jos Flix da Rose, to e magro, denles limados, tendo em um
avisa as pessoas que tenham caita de lian- braco impiesse ume cruz, e em oulro um
(as de casa, que desde o dia do faleci- B, perlenceme a Joaquim Ja Costa Barre-
tnento oflo se responsabilisa meis peles di das, e diz ser forro: quem o encontrarla Jos
tas iieuc.es, poisest* procedendo i inventa- queira levar a casa do Sr. Waoderley Lios,
HOIHEOPATHICA. *i
28 RUA DAS CRbZES 28,
W Dirigida por um pharmaceutico #
^ approvailo.
^. Esteostabelecimento possuo todos 0, os medieamentos at agora experi- 3
:> mentados, tanto na En o, a como no
* Brasil, e preperedos polas machinas
da invencilo do Dr. Mure.
Carteiras .le 12 tubos al 160, por
precos variaveis, confurme a quali-
dadu das csixas, a quantidade dos re-
medios e suasdynamisacOes.
Tubos amlsos (cada um) 1/000
Tinturas de todos os medicaiiien- *
tos em frascos de lj- onfa 20O0 2
desta para nSo embaracnr o an lamento da-
quella; agora poim que parece iifallivol
a exlracco da do Rozario, o Ihesoureiro da
da matriz avisa novamcnle ao respeitavel
publico que conlinuam a estar a venda os
bilheles della nos lugares seguintes:beir-
io de Santo Antonio, botica do senhor Jollo
Moreira Marques,* rua do Cabuga ; loja do
senhor Fortunato, praca da Independencia ;
loja do senhor Bernardino Jos Mnnteiro,
pracinha do Livramento; botica do senhor
Chagss, ru do Livramentoe hairro do Re-
cife, loja de Domingos Teixeira Basto, rua
da Cadeia ; e em casa do Ihesoureiro na rua
lo Trapiche. Confiado na protecco do pu-
blico, o Ihesoureiro tencionava marcar o dia
26 deoulubro pera a extracto desla lote-
ra, porm reconheceodo o grande onthu-
siasmo que se vai devolvendo para a com-
pra dos seus bilhetos, obslm-se de marcar
aquello die,porque se esse enthusiasmo pro-
greuir espera faze-la correr em p incipiode
outubro : aprnveila porm a occasiilo para
afirmar ao puldiro que seja qual fr o dia
marcado, a exlracco no ser por causa al-
gum eapecide. O Ihesoureiro pede a atten-
cilu do publico niio tanto pera as ventagens
que offereceo pleno, porm muito princi-
palmente para o lim a que ho applicado o
beneficio desta loteria que he a conclusiln
das obras do u n dos mais bellos templos da
provincia.
Lieos Dispde.
Acaba de chegar do Rio de Janeiro, tradu-
zido em portuguez, o excellente romance de
[barra, em porcSes grandes, ou pe-
queas, e a escolher a vontade do
comprador, a 4,5oors. o quintal,
e de loquintaes para cimaa 4,8oo
rs., o quintal em porc5es mais
pequeas: na rua do Trapiche nu-
mero 3.
Novo scrlimenlo de pannos e casemiras
de todas as qualldades.
Na rua do Crespo.loja da esquina que vol-
ta para a Cadeia, vendem-se panno lino pre-
to a 3,800, 3,200, 3.500, 4,000. e 5.000 rs. o
invado; e fr. mee/ mu! > superior a 6,000 rs.
ocovado; dito tzul a 2,800, 3,500 e 1,000
rs.; cortes de casemira preta entestada a
4,800 e 6,000 is. ; dita franceza elstica a
8,000, 9,000 o 10.000 rs. o corte ; e oulras
inulta.- fazendas por i meo commodo.
Ninguem ignora
Oue o barsteiro.
Vendo fazeoda
Por pouco dinheiro.
Na ruado Crespo,loja da esquina que vol-
ta para a Cedria, vendem-so brim trancado,
pardo, do puro linho, a 320 rs. ocovado;
cambrefk derr, do lindos pedrOes, a 320 rs.
o rovado ; chita para coberta, de cor flxa, a
200 rs. o covado; cassa de quadros a 289 rs.
a vara ; brim de cor, de puro linho, com
qua Iros e listras, a 1,280 n 2,000 rs. o corto;
dito liso, amarello, a 2,000 rs.; riscadinbo
da linho com lislre, a 720 rs. o corte; lencos
Alexandre Dumas.que tem por titulo, Dios)de cambraia de linho. linos, a 480 e560 rs.
DispOe, vende-se na livreria da praca de lo- ceda umjeoutres muilas fazendas por pre-
dependencia n. 6 e 8, a 8,000 rs constando co commodo.
te i; \niun.o*. Venle-so rambraia oomseliicc branco
lerece-se um moco |,rasi-!eilt,1c0r',13'500 s- orurte.:.!! ",a d c.res-
.t po, loja da esquina quo volta para a Cadeia.
Cochins uo >obre-. Ierro, para lazer a escrituracao cm
qualquer estabelecimento nesta ,
Chegados pelo ultimo navio de Lisboa,
OU em OUtra nraca ; tambem para muiloproprios para quem padece a molea-
. i i I lia hemorroidal (tilo frequento entro nos pe-
Caixeiro e COlirangas, administrar 110 grande Calor) para evitar se chama os
cu [Mullios, ou casas de negocio no senhores ovallciros a virem compraros co-
,, j i china de puro linho, circulados do diffren-
mato, prometiendo ludo desem-, ,s coros.' A verte-se que tami.em do
<>
AVIAM-SE CRATI1ITAME.NTE
para os pobr;s,todas as recei tas que 'Z
para ali mandar qualquer professor. ^
% lera bondade de dingir-se a rua do
fe Livramenio, segundo andar do so-
fe brado n. 84. A
no.
quesera pagoconvenientemeute.
__lieseia-se saber a morada do dono do
sobrado, da rua das Agoas Verdes n. 48, an-
nunciaJa nes'.e Diario.
-- Francisco Malinas Pereira da Cosa, ex-
porta para o Rio de Janeiro a sua escrava
mulete, de noote Anlcnia, do idade den-
nos.
Quem precisar comprar uma cabra, bi-
cho, cum duas crias, parida ha poucosdias,
o da muito bom leila : dirija-so a rua da
Senzalla Nova n. 22.
ofTerecc-si! urna mulber parda, de meia
idade, para o servico interno de qualquer
casa de homem lolteiro, ou viuvo, cun umi-
ta aptido no s i vieu de ama: na ultima ca-
sa no fundo da igreje do Rusario n. I, ao
enceminhar-sea rua do Fogo.
Antonio Ricardo do llego embarca pa-
ra o Km de Janeiro, o seu escravo pardo, de
nome Manoel, de II annos d Idade.
O abaixo assignado faz publico, que
vendu o seu cslabelecimenlo de pharma-
cia, collocalo no largo do Carmo n. 3, ao
Sr. Antonio Connives da Silva, aproveitan-
do eo mesmo lempo esta opporlunidade ,
pere fazer sciente as pessoas que lbe dwem,
quo queiram ler a bondade de o indemnisar
da imponencia deseos dbitos, eequclles
quo sejulgarem credoras queiram exibir as
suas c.ma-, quosorflo immedietamento pa
gas : na travessa do S. Pedro n. 10, segundo
andar, eunde actualmente est residiudo.--
Franciscn Jo> da Silva Araujo.
l'iecisa-se alugar urna casa
terrea ou sobrado, que tenba com-
modos para lamilla, em qualquer
rua dos bairros de S. Antonio e
na praca da Indapenden-
HOMEOPATHICA.
28 RUA DAS CRUZES 28.
NOVO MANUAL 'le me licina homujopathica
pelo lir. JAlIR, 4 volumes, com a patho-
genesia do 210 medictmcnlos 14,000
lluotriua c Ir ila ment das molestias Coroni-
ce*, porllAHNEMANN, 3 volumes SO.OnO
Ret'alo dellMINEMANM 5,000
Manual de medicina velcrinaria homceopa-
tlnca, por i,nuil"! 6,000
llomceopalhia domestica 5,000
Mmi.tiri.il do medico hnmoeonnllio 4.000
U medico imiini' i .i li i das ii i;i n,; i 1,000
I ral in-iilo hoiuceopalhico das molestias de
pello 4,000
Diccionario do medicina, cirurgia,etc. 8,000
Manual pralico do magnetismo animal 5,000
Curso de phrenologia, por Boussais 8,000
Elementos do homceopalhia, por Cossel Ri-
mo n t 8,000
Tretamenlo homceopathico des molestias
venreas, por Cusset Itimont 1,000
af Mudenca de eslabelecimeuto. >
1 Jos Luiz Cueiaco tem a honra de fa- 4
fe zer scienle ao respeitavel publico, 4
fe em particular aos seus benignus tro- 4
fe guezes.que transferio a fabrica e I *j- 4
9 de chapeos que tinlia na rua Nova n. fe
* 52, confroule a cocheira do senhor
fe Adolpbo, para a mesma rua n. 4,jun- t
fe toa loja do senhor A. Colombiez, on- .j
fe de eslera sempre promplo a fazer tu- 4
fe dos os esforr;os para bem servir a 4
fefiucm sedignardeo honrar com a sua (<$
i c mliaiica, etc. i
S*l#.V.!..*feS#*^J**fe
lcLi-.it>i il 1 dguerreotypo.
No alteiroda Ba Vista n. 10, sobrado ti-
ra-sc retrato por Daguermutypo com toda a
perfei(3o coiihecida al agora O artista,
tendo puis de se demorar pouens dias nesla
cidade, avisa es pessoas, quo de seu pres-
timo seq iizerom ulilisar para queo procu-
rem das 0 horas da mandila as 4 da tarde.
??* l1*"^-* .'? 4
fe 11 bacharel Vicente Ferrena Comes 1
fe mudou seu escriptorio de advogacia, 4
fe para o largo do Collogio, casa o. 6 :<#
fe primeiro andar. 4
Z-j* Itecebein-se escravos de commiss3o,
cooipram-so e vn lem-so, tanto para dentro
da provincia, como para lora : na rua das
l.araugeiras n 14, segundo andar.
-- Lava-se eengomma-se, com muita per-
fci8o o .selo : no pateo da Itibeira deS.
Jos o 15.
Loteria da matriz da Boa-Vista.
PLANO HA meia loteria que comprehendoa
2." 4 partee melado da 3." da 4.* nova
loteria concedida pela lei provincial n.
100 de 9 de maiu de 1842 a bonelicio das
obras da matriz da Roa-Vista.
3,750 bilheles a 10,000 37:500,000
12 porcenlo do beneficio
a matriz 4:500,000
3750 verbas do sello
a ISoreis 562,500
penhar da mcllior l' mu, por iv-0
que tem bastante pratica dando
dador a sua conducta : ni rua do
lioii'.'.i'l ti. .'6. si'oiiinlo ailar.
Compras.
-- Comtiraoi-so 2 escravrs creoulas, 011
par las, do 12 11 20 annos, e 1 molequo do 14
a 16 anuos : na rua Nova n 16.
- Comprem-se escravos do amhosos se-
xos, de bonitas liguras, 1I0IO a 25 aonos,
lamo para a provincia como para fra, pa-
gam-se bem : na rua da Cacimba 11. II, 00
de morou o finado vigario do Recife.
Comprani-se 2 ou 3 caixes, que sejam
proprios pera deposito do assucar retinado,
e uma balance grande com pesos : na rua
da Concordie n. 8, ou annuncie.
-- Compra-se oprimoiro volume doro-
manso llha Incgnita: quem livor, annuncie.
Compra-so um carrinho do quairo ro-
das, que seja leve, para um cavallo, oque
tenha asscnlos para quatro pessoas : quem
o tiver dirija-se a rua de Cadeia do necile,
armazem 11. 4.
-- Coin^ra-s l'istorii de Mara Despa-
lillla, ou a victima du um frade : qu>'m ti-
ver, annuncie e o i'ivoi para ser pro-
curado.
Compra-se umselim Ingloz, cm mel
uso : na rua desQuarlcis n. 8, loja do cal-
cado.
- Compra-sc 110 pateo do i.arino, venda
n. 1, um inissal usado, porm quo esteje cm
bom uso.
Cumpram-se seis cadeiras, e um cana-
p., mi niarqueza ordinalias e alguns outros
movis e vent. c. na viohlo francez com
sua coinpeteule caixa, DO ^ai.ndu da ca-
sa 11. 89, na me Direua, das 9 huras a u,
i.li.l 1 al as duas da larde.
Compram-se dous mulatos du 12 a 16
annos de idade. e quo irvam pata pegens:
a tratar com Luiz Comes Ferreira, 10 Mon-
dego.
V eudas.
5 062,50( 32:437,500
1 bilheto 10.000,000
1 dito 5:000,000
2 ditos 1:000,000 2:000,000
3 ditos 500,000 1:000,000
4 ditos 200,OUO 800,000
8 ditos 100,001: 800,000
8 ditos 50,000 400,000
18 ditos 20,000 360,000
1205 ditos 10,000 12.050,000
1 .ilo 275,00
1250 ditos premia los.
2500 ditos brancos.
3750
32:437,500
ca n. 12, ou nesta typograpbia.
N. B. Os quatro primeiros premios es-
lo sujcilus ao descont do 8 por cento do
imposto geral, que serSo exlrahidos no ac-
to do pagamento.
Tendo deixado do correr no dia 29 do mez
I passado, a lotera a favor das.obras da igre-
< ja do Rozario da Uoa-Visla, o Ihesoureiro da
da matriz resolveu suspender os aoouacios
llillii-ti's dn liio de Janeiro.
aos :111.110o mu de rs.
Na loja de miudezas da praca da
Independencia n. 4 vendem-se
billietes inteiros, meios quartos,
oitavos e vigsimos, da decima lo-
tera para indemoisacSo do the ou-
ro publico, que correu no dia 18 de
agosto, c vem a lista no primeiro
v.ipor que chegar do Rio de Ja-
neiro: ditos inteiros, meios, quar-
tos, oitavos e vigsimos, a benefi-
cio das obras ta igreja matriz de
villi de ltibira, provincia decli-
nas Geraes, licoua correr ano dia
28 tle agosto. Na mesma loja rc-
cebem-se bilheles e cautelas pre-
m ;nlii- em Iroca .1. s que tem a
venda do l\io de Janeiro.
Loteria to Bio de Janeiro.
Aos ao.000,000 de rs.
Na praca da Independencia n.
i3 e i5, loja de calcado do Aran-
tes, e na rua da Cadeia di Kecife
n. 46 1 loja de miudezas de Jos
Fortunato dos Santos Porto, ven-
dem-.-e bilheles, meios e cautelas
da dcima lotetia do tlicsouro pu-
blico, que correu no dia 18 do cor-
rente mez e espera sa a lista da
mesma pelo vapor de 4 2 5 do fu-
turo mez; s3> pagos em continen-
te 09 premios da mesma loteria ,
as lojas cima mencionadas.
Bilheles 22,000
Meios 11,000
Quirtos 5,5oo
Oitavos 2,800
Vicsimos i,3oo
Loteria de Nossa Senhora do
Kosario da lio 1 Vista.
Esl3o a venda os lulhetesda quarta e ulti-
ma parte da tercena lot-ine a favor des obras
da ignja cima, em viitude da lei provin-
cial n. 2S3, artigo 42 de 8 do maio de 1851 ,
nos lugares seguintes : rua do Cibug ,
liotica do Sr. Moreira Marques ; prece da lo-
Jependencia, loja do Sr. Fortunato ; rua do
Livramento, hulica do Sr. Chegas; na ru
Dreit, casa da Fortuna, e no aterro da Boa
Viste, loja do Sr. Virieto: o Ihesoureiro des-
le loteri-, espera fazer correr es rodas por
todo o mez de setembro vindouro, troca 111-
se por bilheles premia los da mesma lotera.
Vende-se ferro inglez em
iue tanioem silo pro-
prios para as scnlioias se assentarcm as
salas ou cadoiras por scrom macius e muito
fresco ; vemdo ii-sh por preco commudo na
nova loja do rniudei s om frente do Livra-
mento.
Tercos engraciarlos para a devo-
cao 1I11 mez miriuno.
Ji chc^ou pequena porcilo dos des jados
tercos, com o crucifica lo e milagrosa uieda-
Iha, e para tirar os devotos do gosto do tn-
rem os tercos novos, he que so man lou vir
ila Franca, e achani-so a venda na novo loja
ile miudezas em fronte do Livramento o
preco he do 140 e 160 rs ceda um.
lio par.t saptiteiros e seleiros
a 5oo rs. a libra.
Vende-sc na nova loja de miudezas em
frente do Livramento.
Vendcm-se na nova loja do miudezas
em frente do Livramento, lindas abotuadu-
ras para colote, a 800 rs. ; suspensorios finos
para menino, a 600 rs o par; butns trens-
prenles proprlos para paliiiis de casomira,
6oi rs a doza ; puntes ataitiruadns do
(jomos o ahertus para coc ditos de tartaru-
ga para marrafa, a 1,000 rs. o par papel de
peso branco e azulado, a 2,400 rs. a resmi ;
ligas ilo borracha e -ida,a 400 rs.; e veludo,
a r!40 rs. o par; podras o creOes para meni-
nos escreverem, a 160 e 200 rs. urna; ben-
galinhes de balea, a 1,400 rs. urna; moias
croas, muito boas, para homem, a 1,900.
2,800 0 4.000 r ilntia : linhu gritara* dn
earritel de 200 jirdas, a 60 rs oada um ; di-
las de poso, gio-sas, pera hurlar, a 80 rs. .1
meada ; um romp, to sortimento de bicos
largos e e.-t'eilos; transas n franjas para ca-
potmhos o manteletes, ludo pelo preco mais
batato que se podo encontrar.
Vendem-se rreios para um cavallo de
"arro, cm bom u-o : os protundunUK diri-
fim-se a .u. iijroila 11.129,quo acharo cum
quom tratar.
-- Veudo-sn muito boa cal novu de Lis-
boa, recent 'monte chegada, na rua da Mo-
da n. 15, por menos proco do que em outra
nualquer parle.
' Vendcin-si! superiores geueros na rua
da cadeia do II cife t. 1, a saber; quoijos
londriniis, inuilp frescais, presuntos novos
para fiambre, conservas de superior quali-
dade, ludo carregado no dia 27 do crrente,
na galera Linda,viuda de Liverpool; no mes-
mo uetabi-leciineuto se vende superiores bo-
lacliinhas do Lisboa, seidiniies da Santos,
licores linos, o vod .deiro vinho de Cham-
pagne, inuscalel duSetubal, Madeira Seee.i,
o outros muitus gneros, que vista dos
compradores se moslrarao.
-- Vendem-se oito escravos, sendo um
moleque de 20 anoos, bom para o campo,
urna preta boa cosmneira, eigommadeira e
lavadeira, duas ditas sem habilidades, uma
dita do meia idade que lava e cosinha o dia-
rio, uma dila de 18 anuos com principio) de
habilidades, c um casal de escravos velhos,
proprios para sitio, por preco commodo: na
rua da Csrimba 11. 11.
Tres portadas de rotulas.
Vondem-se tres portadas de rotulas.moi-
to bem feitas, por prego muito barato: ua
rua da Senzalla Velha 11. 98
Vi nde-se uma negra de meia idade ,
muito saiia, propria pare todo o servico :
na rua do Livramento, venda 11. 38.
-- Vende-se um escravo creoulo, moco e
robusto, por prego cummoJo : na rua do
(mimado, loja n 32.
Vendem-se os melhores relogios de ou-
0, ptente inglez, da bem conhecida fabri-
ca do tichard llornby : na rua da Cadeia do
Recifon.36, escriptorio de Itussell Mellors
1 Companliia.
Vendem-se 9 ecravos, sendo u:u lindo
molequo do 13a 14 anuos da idade; um es-
cravo cerreiro, de bonita figura ; 5 ditos de
todo servico; 2 escravas quitaudoiras : na
rua II r, .1 11. 3.
Vendem-so 9 escravos de enxada, do
boa conducta, o alguns delles com ollicio :
no escriptorio da Jos Candido de Barros, na
rua da Cruz n. 66, depois das 9 horas al as
5 da tarde, ludos us dias.
Vend-so um pequeo sobrado, sito na
rua do Celdereiro desta cidade, em chBos
proprios, e anexo a olla tem duas casas no
lundo e uma cocheire, quo tudu rende men-
salmeote 55,000 rs. cuja propriedade se
vende por 5:000,000 rs., recebando se mo-
da, ou apolices da companhia de Bebiribe 1
50 : trala-se na rua de S. Bita n 37.
Vende-se om sitio na Varzea, dos me-
lhores que elli ha, pela localidede, comino-
didades da casa, rendimenlo, etc., por com-
modo preco : na ru de Santa Bita n. 37.
Vende-se a Biblia Sagrada, traduzida
pelo padre Antonio Pereira, em*23 volumes,
por commodo pMco:ni ruado Coltegio n.8..
-- No armazem de ienha do caes do Ha-- -^
reos tem uma porcSo de farinha da Ierra que
so vende por preco muito commodo; assim
como Ienha de mangue, muito secca, em
grandes e pequeas porgOes.
Vende-se um negro bom bolieiro, de
idade de 20 annos: na rua do Trapicha No-
vo n. 11, primeiro andar.
-- Vendem-se csteires de pelha de car-
nauba regulares.e grandes de duss varas de
comprimeoto ; pelea do cebra a 0,000 rs. o
cont ; sepetos e bulas; ludochegadoigora
doArecaty: na rua da Cadera do Recireo.
49, primeiro ender.

^-.**^? I


' m
. Moinhos de vento.-
com bombas de repuxo para regrar bort
ebaixasdecaplm nafundigSodeD. W. Bow-
man: na rua do Brum O8.6,8el0.
Fazenda da moda.
Venilem-se superiores cortes de ctmbraia
de salpicos trancos do cor, pelo diminuto
prego-de 3,500 rs.: na ra do Crespo, loja
n. 6.
Cal virgem.
Vemle-se cal de Lisboa a mais nova do
mercado : na ra do Vigario n. 19, primei-
anlar, escriptorio de T. de Aquino Fonseca
& Filbo, ouoarua do Trapiche, amazem de
Antonio Augusto da Fonseca.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
do llecife n. ia, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
uim como potassa chegada ultima-
mente, a precos muito rasoaveis.
I'otassa americana.
No antigo deposito da cadeia tena, n.
II existe urna pequea porgSo de^potassa
americana, chegada recentemente que por
superior ntalisa com adaRussis: vnde-
se por preco razoavcl.
Agencia de Edwin Maw.
Narua de Apollo n. 6, armazem deMc.Cal-
montic Companhla, acha-e constantemente
bous sortiinenlos de taina de ferro BOMO e
batido, taulo rasa como fundas, moendas in-
eiras todas de ferro para animaes, at(a, etc
ditas para armar em madeira de todos **>
manhos e madellos o mais moderno, machina
liuriMiiii.il para vapor, com forca de 4 caval-
loa, coucoa, passadeiras de ferro estanhado
para casa de pulgar, por menos preco que os
de cobre, escovens para navios, ferro inglez
tantoem barrascomo em arcoafolhas.etudo
por barato preco.
AGENCIA
da fundicSo Low-Moor.
RUA DA SENZALLA NOVA N. 42
Meste estabeleeimento conti-
na a Imver um completo sort-
niento de moendas o meias moen-
das para engento, machinas de
vapor, e laixas de ferro batido e
coado, de todos os tamaitos, pa-
ra dito.
Vendem-se os verdadeiros selins in-
glezes, patente, de molla e sem ella : na
ra da Senzalla Nova n. 42.
I Vendem-se relogios de ou-
ro epr&ta, patente inglcz: na ra
da Senzalla Nova n. !\i.
Arados de ferro.
Na fundigSo da Aurora, em S. Amaro,
tendem-searadosdeferrodeditersos mo-
delos.
Deposito de panno de algodSo da
febrica Todos os Santos da Ba-
nbia.
Vende-se por preco commodo
o bem conhecido panno de algo-
do des i a fabrica em pessa, a
vorttade do comprador: no escrip-
torio de Novacs&Companhia, na
ra do Trapiche n. 34 .
VnnHnm. i.pnii,t ementes -.
nabos,rbanos,rahanetes encarnadosebran-
cos, sebula, couve trinxude alface ala-
ma, repulbuda, chicoria, senoulas, feijSo
carrapalo de tres qualidades, ervilha torta e
direita, fav, cocnlro do touceira, salea, to-
mates grandes, repolho, couve lombarda,
saboia, e mustarda : na rus da Cruz n. 46,
ilnfronto do Sr. doutor Cosme.
Tainas para wgenMM
Na fundido de ferro de D.
W- Bowman na ra do Brum,
p&ssando o chafariz contina a
haver um completo sortimento
de taixas de ferro fundido'e ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bocea ,
as quaes acham-se a venda por
preco commodo e com prompti-
dao, einbarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com
prador.
Vendem-seamarresdeferro: na "ia da
Sonzalla .Nova n.42.
8> t'arinha de mandioca <*
? Vcnde-se, por prego rasoavcl, la- ^
J? rinha de S. M-theus a mais nova ?J que existo ueste mercado : na ra ^=
U da Cruz n. 34, delronte da I ingoeta. -,
fcM A&AM A Ai, 4 A ftii.'u.v.
Vendem-se lonas, brinzSo, biins, <
meias lonas da Russia ; no armazem de N.
O Bieber & Companhia, na ra da Cruz
n.*.
Algodao para roupa de escravos.
Vende-se algo do muito encorpado, pro-
prio para roupa de escravos, com pequeo
toque de avaha, a 149 rs. a jarda; dito
limpo a 180 rs. : na ra do Crespo n. 5.
Sortimentos de panos finos e case-
miras de todas as qualidades.
Na ruado Crespo loja da esquina que vol-
la pata a cadeia,tende-se panos linos pretos
a 2,800, 3,200, 3,500,4,000, 5,000 rs., e fran-
cez muiio superior a 6,000 rs., o covado, di-
to verde a 2,800 rs. dito a til a 2,880, 3,500,
4 000 o covado, cortes de caiga de casemira
rela entestado a 5,000 e 6,000 rs., dita fran-
ceza elstica a 8,000, 9,000 e 10,000 o corte,
o nutras mailas fazendas por prego com-
1I1IIU11.
ocmlas superiores.
Na fundigSo de C. Starr Companhia,
em 8.-Amaro,acham-seavenda moendas
de eanna, todas deferro, e um modeloe
construego muilosuperior.
Cortes de brim de puro Imito.
Na ra do Crespo loja da esquina que vol-
ta para a cadeia, vende-se corles de caiga de
brim de quadros, e listras de puro linhoa
i 380 e 2,000 rs.,ditointeiro pardo a 1.280 e
2 000 rs. o corle, rlscado de lobo de listra
1*720 rs. o corle.
Luvas de seda.
Vendem-se superiores luvas de seda de
cores, para homem e senhora, vindos pelo
Havre : no aterro da Boa Vfsta, loja de cal-
gado n. 58.
Vendem-se accoes da extinc-
ta companhia de Fernambuco e
Parahyba no escriptorio de Au-
gusto C de Abreu : na ra da Ca-
deia n. 48-
_- Vende-se urna morada de
casas, feita a moderna, com tijolo e
cal, sita na ra do Motocolomb,
por preco muito em conta : a tra-
tar na ra Imperial n. 3i.
Pre$os
4
3*^

A 5,ooo rs.
Soperiores chapeos de sol de seda ingle-
zea chegados pelos ltimos navios, pelo di-
rrioulo prego de 5,000 rs. cada ama : na
ra doCollegion.4.
Aviso aos pas de familias.
Na ra do Collegio n. 7,cha-se um sorti-
mento de louga do Porto Oe diversas quali-
dades branca e de cores, a qual se vende por
prego muilo barato e serve para quem tem
poucodinbeiro; a ella antes que se acabe
porque he peehincha, e depois nSo val nada
ose eu soubora-vamos, tamos fregu-
zes. Na mesma loji se vender treze caixas
vaziss em que veio a louga.
Vende-seaexcellente typo-
graphia i'o Diario Novo estando
bem montada, tanto de bons pre-
los, como de typos : quem a pre-
tender, dirija-se a ra da Praia
n. 55, a tratar com a Viuva Roma.
Deposito da fabrica le Todos os
Muito- na Italila.
Vende-se,enicasa deN. .Bieber&C,
na ra daCruz n. 4, algodao transado a-
quellarabrica.muitopropnoparasaccosde
assacar eroupa deescravos.porpregocom-
iiiniiii.
Brim trancado de puro linho a 320
rs. o covado
Na ra do Crespo loja da esquina que tol-
ta para cada vende-se brin trangado par-
do de linho puro a 320 rs. o covado.
Farinha de mandioca a 1,60o rs. a
sacca.
No armazem de J. J. Tasso Jnior : na ra
do Amorim n. 35. ,
Vendem-se novas cassas chitas de lin-
dos gostos a 2,240 rs. o corte, cassa de qua-
dros Tina a 280 rs. a vara: na ra do Crespo,
loja da esquina que volta para a Cadeia.
Vendem-se saccas com fa-
rdos : na ra da Madre de Dos ,
armazem n. 30.
Cortes de cambraia de salpico
brancos e de cores, a 3,5oo rs., o
corte.
Narna do Crespo, loja da esquin, que
volta para a Cadeia, vendem-se cortes de
vestidos de cores, pelo diminuto prego de 3,500 rs.. o
o corte ; meias m
com pequeno de
Ancoras p
Vendem-se em casa de Ricardo Royle, na
ra da Cadeia Velha n. 37, ancoras de supe-
rior qualidade, e por commodo prego.
Chita para coberta, cor ixe a
2oo res covado.
Na ra do Crespo.loja da esquina que vol-
ta para a Cadeia, vende-se chita para cober-
ta de novos padrOes e cor lixe a 200 rs., o
covado.
A 160 rs. cada um.
Defronte do beccodo Peixe Fri-
to, loja n. 3, vendem-se lencinbos
de cambraia pintados para mao
de meninas e seulioras, de muito
bonitos desenbos, pelo baratsi-
mo prego de meia pataca cada um;
dar-se-ha amostra com o compe-
tente penhor.
pacas de cores a 640 rs. o covado ; ditas
com (ios de seda a 800 rs. ; ditas pretss -
chamalotadas muito tinas a 880 U.; meri-
nos pretos de superiores qualidades a 1,800,
2,500, 2,800, 3,200 rs. o covado ; pegas de
liertanha de puro linho com cinco varas
((Oda muito lina a 2,800 a pega ; ditas de
algodao com dez vaVas a 1,800, dem com
cinco varas fszenda muito enrorpada a
960 ; cambrsias francezes muito linas e pa-
drOes inteiramente moderos a 646 a vara ;
hrins de linho mesclado proprios para pa-
litos a 320 o covado, cobertores do algodao
brancus o decores proprios para escravos a
1000 cada um ; lalim como um grande
sortimento de muitss outras fazendas que
se vendern por menos prego do que em
outra qualquer prrte: na loja da ruado
Crespo, n. 14 de Jos Francisco Das.
I
*--4sf S22.
a-
8"
.5 2
1- o..?
que parecern mposive|-, Loja nova na ra do Bangel n-8.
.c- nn o/,n Continua a haver um completo sortimen-
100, 3uu, -*1*"- il0 de mantelete e espotinhos, ollas de
Msdap.oloes Jelistras ou riscanos proprios bicog de ,nno ptri gerrooras, um sortimen-
para esmisas ou vestidos pelo diminuto (0 de c,mbraias de seda de muilo bom gos-
prego de 160 rs. o covado, as niuitu acredi-it cni|eg de soda e mantas de muito bom
tadas chitas caboclas muilo lizas a 200 rs. j 0 o covado; as mais tinas dulas com no-!detorta| frlncez,Si ditas de LisbOa com bo-
vos desenhos azenda do ultimo gosioe. lljln|,B cores muilo titas pelo baralissimo prego (de Unho rara genhora. com lagos de fitas e
de 240 rs. o covado ; o afamado etoalhsdo gUirnecdos com trancas de cores, e outros
adamascado de puro linho com odo palmos mu,os 0bjectos que se vende por prego
de largura a 1600 rs. a vara S^nnjsinuajl- comaicdo.
Hua doQueimado n 19.
Loja completamente sortida de uzeadas
de todas as qualidades a voolmle e escolha
dos freguezes. Veqde-se pao do linho da
feira muito bom por 6,000 rs., pegas de 15
varas por 12,000 rs., ditas de 30 varas, e a
n I al Im a 440 rs. A vara, esleirs da India
com 8 palmos de cumprimenlo e 7 de largu-
ra, a 2,800 rs. cada urna, panno Tino preto
a 3,200, 5,500, e 6,500 rs. o covado, e azul
muito 1 rn, im para fardss e librea, a 3,20o,
4,000, o 4,500 rs o covsdo, sendn todos no-
vos e de superior qualidade, em relago com
o prego : chales de algodSo. pa Iroes oscuros,
e muito boa fazenda a 2,000 rs., muito pro-
prios para andar em casa, principalmente
as estagos chuvosas, coitos de cambraia
branca com salpicos a 3,800 rs., cada um
com mais de 5 varas e muila larfio. lcngos de
se Ja para meninos a 500 rs. cada um, ditos
do seda para bomem, a 1920, e 2,240; muito
lnVi !/. ma e pad Oes novas, ditos de cam-
braia de linho a 560 rs. cada um,sendo gran-
des e muito boa qualidide, ditos de ga'rga
pira senhora s 1,000 e 640 rs ditos de cas-
sa com palma nasponlus a 240 rs., ditos com
barra abeita brancos a 200 rs alpaka mes-
ciada a 800 rs. o covado, ganga parda o s-
marella a 200 rs. o covado para acabar,
meios lengos de seda para grvala padiOes
novos e sem mofo a 1,500 rs., ditos de cas-
sa a 400 rs., e finalmenle, rap princesa do
Mi de Janeiro feito pelo prego da fabrica de
Lisboa a 1,000 rs. a libra, o em meias libras
a 540 rs. cada urna, esle rap lorna-se re-
cotnmendavel por quo sendo a sua compo-
sigSo superior A do rap Mourun, aroia pre-
la, e imitante ornis powlvsl a o rap de
Lisboa, he mais baralo do que qualquer ou-
Iro e preFerivelem ludo, mas vende-se por
este prego, para acreditar a sua qualidade,
anda pouco conhecida oeste mercado,
l'alils paiisiense.
Vendem-se palitos, ultima moda de l'a-
ris, de bonitos pannos mesclados eprelo;
ta ra da Cadeia do llecife, loja n 50, por
menos prego do que em outras partes.
- Cnnliiia a eslar para vendor, a cscrava
de elegante figura, que coze bem um vest
do para setihora, engomu,a ecogulla, tudo
bem feito : na ra do Crespo n. 10, icrceiro
andar.
Vendcm-sc dous moloques de 10 a 12
a 11 ni,s, quatro pretos de 25 a 30 anuos, pro-
prios para tudo o servigo, duas pretss de 20
annoscom aigumas habilidades, e nutra de
meia idade que cosinha e lava de sabao, e
urna parda de 20 annoscom hbil i Jades; a verte-se que a parda s se vendo para esti
praga na ra do Collegio n. 3.
- Vende-se urna canoa decarreira, nova,
por prego commodo : na ra da Senzalla 11.
18, primeiro andar.achar com quem 1 ai.. 1
Vende-se um bonito cavallo, bom an-
dador e novo : na ra da Cruz do llecife
lio ( liili a 30,000 rs.
c c o 2 ? a
? o "S'5 j; B 5 2
|l|il|i1i
S 5"&.2 o fa .- .
a 1vv a
1 o o
I T, "O ..
roo.
*!M
'5 o"'5 -,
S"J.oi
g-
a
o

3
z-=2
cruBSo ou
'sejopudujoo
so s,i-(ti.ii;ii obs onb supuozvj saimm sajino
omoa mi--. 11 'oSaJd oitJiqo)inui jod 'sagjptd
a Cadeia, vend7m-7e''"corYes",d; oimnqomu ep o sauU ojini VMPMA
ihraii de salpico br.ncose, es emoo oi|> cpiaoo o -w wi P owd
hminuto prego de 3,500 rs..' oitnq o|9d 'aijoj oiinoi souu.d mo3-zo
muito linas, para lomera, aP joo s.p.u^eD. .m os-mepue* Mu
"lVilo,a2,400.s. a duza. -eil ^"""0 *P 'oito||op op -P.J uid
-as para navios. eumbsa zej anb 'c -u joj c^I
n casa de llicardo Royle, na ( |f j! ."'3?i^ci"z
Poli?
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= C aa ~ ro -i. -_ -- s z
I
I
a
Na
Soitimento de panno.
mi.1 da Catleia rio Recite, loja n
50,
Panna nreto fino fianccz. a 3.0001 vendem-se superiores pannos pretos a 4,000,
I auno pratO, uno, iiaucz, a j,uuu ^^ 5QQ0^ & J0()> g 0Q0 fi 7 0QQ fs oc;i
rs. O COVado. | vado ; dito azul c verde a 4,500 o 5,000 rs. ;
V,JP.< -.,1,1111 meto fino .1 assim Cmo Pnnos mesclados, dos melho-
venae-se panno piciu 11,,u i r(,sg,,sl09 ,lue ,, 00 601lro> vor ,too
(rancez, a 3,ooo rs. o covado i ua rs. 0 covado.
loja de 1' loi & ^''i,u' "' l'a Ca~ Knfeites de senbora para theatro.
dci< do ecife n. At. Na mesma Vendem-se, chegados recentemente. ri-
. ', i eos enfeitps para cahega de senhora, tsnto
loja vende-se Uin rodape novo Uej piralhealro, como para bailes ecasamen
labyrintbo, por preco muito com-
modo.
5,ooo rs.
Ilicos capotinhos de cambraia transparen-
te bordados com muilo gotto, quem nao li-
vor de seda aproveitc a occasiao, e prego de
5,000,quen.1opaga o trnbalho; s3oeconomi-
cos porque se la>So,e graves por quesSo de-
centes : no ra do Crespo loja ue 4 portas
" A (IDADE DE PARS.
los ; ricos cabeges e romeiros de bico, flo-
res, lilas e bicos lios, etc.: na loja de ma-
dame Milloclicau Buessard, no aterro da Boa
Visla n. 1.
Na ra do Crespo, loja u- 6
Vendem-se superiores cortes decambrais
desalpcos, com 6 l|2 e 7varas, a 3,500 e
4,000 rs ; corles de cassa chita, do novos
gostos, a 2,2(0 e 2,500 is ; cassa franceza a
440 rs. a vara ; cortes de hrim trangado es-
curos e mesclados, a 2,000 rs. ; panno Uno
prclo, a 3,000 e 4,000 rs ; lengos de cirobraia
de linho, a 480 rs.; ditos de cassa grandes,
l-',;*a'V.aneiia Hp^nl na rni> a 160 rs.; riscado de liuho a 180 rs. o covado
Fabrica de clt-peos de sol, na un. muiM Mint fdZOnd,sem conla.
do C ollegio n. 4- \endeui-secorles do sed,- para vesti-
Alm do sorlimento ja annunciado, rece- dos, por 10,000 rs caJa um : na loja da ra
beu-se pelo navio Havre, ullimo vindo de do Crespo n. 3, ao lado do arco de Santo
li-mii.v, iimi novo soitimento de chapeos de: Antonio.
sol do seda e de panninlio, para homens e
senboras, dos ltimos gostos; superiores!
chapeos de sol de seda com cabos decana.'.e Vende-se Superior cal epotassa,
outros dos melhores quo tem viudo a MU e commodo : no artna-
inin.il. que se conlinuam a vender por mo-l
nos prego queem outra qualquer parte.
Vende-se urna negra creoula do malo,
Deposito deca e potassa.
moga, e propna para qualquer servigo : na
ra da Cadeia Velha n. 24, primeiro andar.
Feijao novo a 6,ooo rs.
zem do caes da Alfmdcga n. 7.
Urna encommenda de cobertores,
Que por serem poucos
N3o podem chegar
A todos os compradores,
ja n. 6.
Marroquins e couro de lustro
.Vi ra do Cabug n. 6, vendem-se peles
de marroquim a 1,500 rs. cada una, ditas
de couro de lustro a 2,500 rs.; a ellas que
se acabam.
No armazem de Couveia & Dias, confron-l f.1* caUa um : na ru do ^resf' '-
te a escadinha da Alfandega.
Frutas novas.
Na ra estreila do Rosario n. 11:vendem-
se as seguintes frutas: damascos, pecegos,
amuras, momigos, peras e sem'jas.
Queijos do sertao. Na rua do c,bg n 6> ,,, cx8|e
Vendem-se muito bons o trescaes queijoi: Um resto de litas de veludo, que se vendem
dosertSo; na rua do Queimado n. 14. muito baratas por se querer acabar.
Nu loja do sobrado amarollo, da rua' ir
doQueimaJon. 29, conlinua a ter para ven-I AOS 10 OOO j t'j:ooos iifiBS.
der un completo sortimento de palitos fei-. () cautelista Salustiano de A-
los de panno lino preto e do cores, por pro- ,,
go muilo commodo. ] quino I'erreira avisa ao respeita-
Esporas de ac. vel publico, que as suas mu afor-
Na rua do Caouga n. c, vendem-se as me-! tunadas cautelas da lotera da ma-
Ihores esporas de ago que tem tindo, por'. j o, v.at. ,,,-; ,
1,800 rs.b par, ditas d?lo pouco mais infe-itr,z da Boa Vista' es,a0 **poatM
rioresa 1,500 rs. a venda na praca da Independen-
cia n. 4) leja de miudezasde For-
Para odia 7desetembro.
Na rua dos Quarteis n. 24, loja de miude-
zasdeCruz abastos, existe um completo
sortimento de luvas de pelica, tanto para
homem, como para senhora; ditas de torgal
a 600, 1,000 e 1,280 rs. o par; bem corno
Gtss de veludo, lamo para pescogo, como
para pulceira esinto ; meiss brancas de al-
godSo, o mais liini possivel e por prego mais
mdico do que em oulra qualquer parle.
Alerta freguezes
Que so chegados,
Cobertores de algodSo
Muilo encorpados.
Na rua do Crespo.loja da esquina que vol-
ta para a Cadeia, a 1.600 rs. cada um.
VenJe-se um lindo boi inteiro, do raga
Turina, sem casta dos do paiz, tem cerca do
qualro anuos, muito propriu para qualquer
senhor deengenno, ou pessoss que tenham
vaccas deleite; lamben) se Imca por algu-
na vacca ou boi manso para cairo ; para o
ver no engenho Forno da Cal, e para tratar
do ajuste, na rua da Senzalla Velha n. 112,
ou no sitio Agoazinha, adianto do mencio-
nado engenho, procuran Jo a estrada para o
l'oilo da Madeira.
Vende-se um piano de collard, grande,
novo, o de ezcellentes tozes: na rua do
Trapiche n. 14.
tunato 1'ereiiada Fonseca Bastos;
n. i3 e i5, loja de calcailo do A-
rantes ; n. 37 e 3g, loja de calca-
do de Porto &c Gompanbia e na
rua da Cadeia ,do Recite n. 46 ,
loja de miudezas de Jos Fortuna-
to dos Santos Porto.
Quartos a,600
Quintos 3,100
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Urna encommenda de cobertores,
Queporserom poucos,
NSo pdem chegar
A todos os compradores.
A i,Goo rs. cada um,
na rua do Crespo, loja da esquina que volta
para a Cadeia.
l.inltas de carretel de 200 jardas.
Na rua do Cabug n. 6, vende-se duzias
de lindas de carretel, com 200 jardas, a 700
rs.; ditas de ditos com 100 jardas, a 300 rs.
a duzia.
Tudo sao pechinchas!
Vendem-se superiores chita de cores fi-
zas, a 140.160, 180 e 200 rs. o covado ; dita
franceza larga, a 240 rs. o covado; chitas de
coberta, cores flxas, 200 rs. o covsdo; pe-
cas de algodSo trangado, p-oprio para toa-
Ihas e lengoes a 3,600 rs. a peca ; pegas de
cassss para babados a 2,400 rs. ; chales de
talagarga a 1,000 rs. ; cortes do casimira fi-
nas a 5,500 rs. ; ditos de meia casimira a
3,000 rs., de la; brim trangado do puro li-
nho, muito fino a 1,400 e 1,500 rs. a vara ;
corteada brm para caiga de cor a 1,000 e
1,200 rs., com ires e meio covado, eoulras
multas fazendas por pregos haralissiraos: na
rua doQueimsdo n. 7, loja di estrella, con-
fronte ao boceo do Peixe Frito.
Cortes de vestido a a,000 rs.
Na loja do sobrado amarello, nos quatro
cantos da rua doQueimaln n 29, ven lem-
se cortes de vestido de chita franceza, larga
de padrOosde cassa e cires lixss, pelu bara-
to prego do 2,000 rs. cada corte.
Kiscado largo a aoo rs. o covado.
Vende-se riscado francez, largo e fino, de
lindos padiOes, a 200 rs. o covado : na loja
do sobrado amarollo, da rua do Queimado
n. 29.
Oh que pechincha! ,
Ainda existe um resto decolarinhos para
hqniem a 1,600 rs. a duzia; na rua do Ca-
bugt n. 6.
Meias cruas para homem.
Na rua do Cabugi n. 6, vandem-so mago
d 1 ninas cnifs a 3,200, ditas brsncis para
cenhora, muito finas a 4,800, ditas mais in-
feriores a 2,880, ditas pretss a 360 rs. o par,
assim como um sortimento do dilasdo me-
ninos e meninas, por pregos muilo cum-
modos.
iotoes de madreperola a 56o rs
a grosa'.
Na rua do Cabug 11. 6, vendem-se bteles
do madreperola,muito linos, a 560 rs. a gro-
sa, ditos -le agola a 210 rs. a grosa.
Tordas para violao.
Na rua do Cabug n. 6, vendem-so cordas
para violSo, muilo novas, por prego muito
eommodo.
Ricas lilas de seda.
Na rua do Csbug n. 6 vendem-se ricas
filas, proprias psr cinleiro, a 800 rs. a vara ;
ditas acbamalutadas a 1,000 rs.; ditas pro-
prias para chapeos a 1,000 rs ; assim como
um sortimento de ditas estieitas, por prego
muiso commodo.
Meias de linho.
Na rua do Cabug n. 6 vendem-se meias
do linho a 4,000 rs. o massp; ditas, de lis-
tras, de algodSo a 3,400 rs. o masso, e em
pares a 300 rs.
('reos de todas as cores.
Na roa do Cabup n. 6 vende-se pessis de
froco grosso a 500 rs., dito mais lino a 400
rs.; assim como um rio sortimento d
frenjas e trangas pretas para manteletes,
por pregos muito commoJos. .
Rims franjas para cortinados.
Na rua do Cabug n. 6 vendem-se pegas
de franjas de tolas as cores, as mais ricas
que aqu tem viudo, por prego mais barati
Papel de peso a 2,000 rs. a resma
Vende-so jia rua do Cabug n. 6, papel
de peso a 2,000 rs. a resma ; dito almaso a
3,000 rs.
O antigo baraleiro.
Na rua do Cabug n. 6, vende-se nixas
com clcheles a 60 rs.; ditas de ditos l'ran-
cezes 1 70 rs.; linhas de marca a 20 rs. ;
ditas de ditas muilo linas a 30 rs. o novello.
Ifnos pentes de atar cabello.
Na rn do c.ling n 6,von Jo-eo ptules para
Im cabello a imitagSo de tartaruga, os mais
hem felos que aqu tem viudo, pelo dimi-
nuto prego de 1,000 rs. cada um ; a elles
que se eslSo acabando.
/MtencSo.
Venlem-se cem espanndores, muito bem
fritos, proprios para embarque, e um lindo
moleque oflimo bolieiro, e nSo se vende
a ganbador : no aterro da Boa Vista, n. 84.
INDUSTRIA nacional.
Imperial fabrica de velas stea-
rinas.
J. E.Ljonx proprietario da im-
perial fabrica de velas stearinas do
Rio de Janeiro, fornecedor do pa-
90, arsenaes e repartices publi-
cas, faz saber ao respeitavel pu-
blico, que acaba de fundar um de-
posito de sua manufactura, na rua
da Aladre de Dos, no armazem do
>r. LuizJos da dista Amorim ,
aonde sempre haver porcao des-
te ge ero, para o consumo da pro-
vincia. O preco em cxa he de
6fors., o em porcao de 10 caixas
com reduccao muito satisfatoria ,
os co.npradores que reexportarem
de 10 caixas para cima, para ou-
tra provincia, terao odireito a re-
ceber o frete do seu agente, a-
pre.sen laudo o conhecimento. O fa-
bricante julga por este meio faci-
litar a compra do dito genero, e
espero que os consumidores nao
deixaro de apreciar sua bella qui-
lidade, e dar sua proteclo a esta
nascenle industria.
Riscalos francezes linos.
Vendem-se riscados francezes, de bonitos
psdres e largos, pelo diminuto prego de
240 rs. o covado 1 na praga da Independen-
cia d. 1 e 5.
Vende-se superior panno de
algodao da trra, proprio pira es-
cravos, por preco commodo : nos
quatro cantos da rua do Queimado
n. ao.
Potassa a a4o rs. a libra.
Na rua do Apollo, aroiazem de assucar n.
2B, de Leal Iteis, tem superior potassa do
Rio de Janeiro, chegada ha poucos das.
Luvas de todas asqu .lidades.
Na rua do Cahuga n. 6 vendem-se luvss
de pellica para senbora a 800 rs.; ditas
muito ricas com enfeites, proprias para ca-
samento, a 5,000 rs. o par; ditas decores
para homem, con alguin mofo, a 400 rs. ;
itas de lio da Escocia, muito finas, a 320
rs. o par; ditas de torgal, pretas, para le-
nhoia a 610 rs. ; ditas muito linas 1,000
rs. o par ; e outras muitss qualidades, por
prego muito cummodos.
Na rua do Cabug n. 6 vendem-se ri-
cas mangas de vidro, pequenss, com figu-
ras, proprias para por-so em cima do mesas
ile salas, muito baratas.
Capungs, com duas casas, sendo urna gran-j licsso.
de e outra pequea, e tambem so vendem' Veode-se,gesso em barricas, chegado ul-
seporadas, com bastantes arvoredos de fruc- tintamente : em casa de I. Keller& Compa-
1 tas : trata-se ua rua da l'euna, loja n. 1. .quia, u, rua da Cruz n. 55. 1
Vendem-se chapeos do Chi-
_Fti_':, fazenda a mus lina que
tem apparecido nesta cidade : na
praca da Independencia) fabrica
de chapeos de Joaquim de Oliveira
Maia.
Vende-se a lista dos premios da lotera,
a favor das obras da igieja de Nossa Senho
ra do iinMinn : na praga da Independencia
hvraria n. 6 e8.
Cal virgem de Lisboa.
Veudem-se barricas com cal virgem de
Lisboa, da mais nova que ha no mercado, e
por prego muito commodo: na rua do Apol-
lo, armazem de assucar n. 10.
Pentes para prender cabello.
Vendem-se penles de tartaruga, para pren
der cabello, bom como de massa, de muito
bom gosto, e por prego mais commolo, do
que em oulra qualquer parie : ua rua dos
Quarteis, luja de miudezas de Cruz & llastos.
Ol quem und.ua sem luvas.
Vendem-so luvss de fio da tseocia, a 300
rs. o psr, e por semelhaiite prego quem nflo
ha de comprar ; a ellas antes que se aca-
dem: na rua dos Quarteis n. 24, luj 1 de miu-
dezas de Cruz .\ llastos.
Aos amantes da bella pitada.
Vende-se overdadeno iap Meuron, Cas-
se e Caulua, o mais fresco possivel : na rua
dos 1.10 i 1 -i-, n. 21, loja de Cruz ,v Bastos ,
aonde sempre os amantas da bella pilada a-
e 1.1,10 as ditas qualidades de rap muito
fiesco.
A rapaziada do bom tom.
Ricas bjngalas de todas as qu ra a bella rapaziada, que se vondom por
prego mais mdico, do que em outra qual-
quer parle : ua rua dos Quarteis 11. 24, loja
de.miudezas de Cruz & Bastos.
Sempre ha de haver desacau-
te lados.
Um destes dias appareceu um sugeito dio-
raudo o mal de sua desgraga, porque liona
perdido duas sedulas de 50,000 rs poras
n.i.i ter acautelaaas, du.heiro he sangue ,
por o...,, quo 00 vondom riquiasiuias carlel-
rinii s para guardar dinbeiro, do melhor
gosto possivel, e pelo mdico prego de 800
rs. cada urna : na la dos Quarteis n. 24
loja de miudezas de Cruz >. Bastos.
Vemle-se a taberna da es-
trella da praga da Boa-Vista n. 5, pelo moti-
vo do dooo della se querer retirar para lua.
(Jura ti.s-.iiin 1 .
Vendem-se bons manteletes furtt-cores,
o de diversas qusli lades, pelo insignifican-
te prego de 8,000 rs. cada um; a elles que
he para acabar : na rua do Crespo o. 16, es-
quiua da rua das Cruzes.
Vendem-se um bom e prelto cosinheiro,
um lindo moleque creoulo de 14 annos.uma
bonita negrinha que coze, o tem 14 anuos,
propria para urna menina se acompauhar, e
urna preta vendedeira, cosinheira o lavadei-
ra : na rua larga do Itozario n. 35, loja*
Carnauba
de primeira sorto :. na ru.i da Cruz do Reci-
fe n. 33, a dinbeiro a vista, a 7,000 rs. a ar-
roba em saccas.
Lsto-se acabando !
Vendem-se cortes do cambraia de salpicos
aues, rxos o encarnados,com cinco e moia
varas, a 3,500 rs. o corle ; ditos para meni-
nas com tres varas, a 2,000 rs., fazenda lina
o do ullimo goslo ; a elles antes que se a-
ealiein: na loja da estrella da rua doQu-i-
inado 11. 7, confronte ao becco do l'oixe
Frito
Vendem-so 60 oitavas de prala, e 10 di-
tas de ouro : quem quizer, annuncie.
Vi 11 ie-Mi, ou permula-se um sitio na
Pastilhas vermfuga.
Chegaram ltimamente as mu desejadas
pastilhas vermfugas, excellente remedio
para lombrigas, muito bem preparadas, de
aromtico paladar, que nfio incommodam a
quem as turna ; vendem-se na botica da rua
Novan. 53 i cada boceta leva o competente
receiluario, indicando a maneira pela qual
se devem administrar, desde a ida lo de um
a dous aunos at 12: augmentando-so a dse
am proporgSo pan as pessoas de maior
idade.
Fazendas boas e baratas.
Na rua da Cadeia, loja n, 50, tendem-se
chitas las a 140 e i69 ra. o cotado, e ditas
de ramagens para coberta a 200 rs., riscadj-
nhos francezes a 200 rs., e acenlado em cas-
sa a 240 rs cortes de cassss de cor >s com
sete varas a 2,240, ditas de cambraia lisa e
de salpicos braucos com oito varas o meia a
1,non rs cortes de cambraia de soda borda-
dos a 12,000 rs., lengos de cimhraia de li-
nho, Anos, bordados, a 5,500 e 6,000 rs ,
cambraia de linho, fina, a 6.000 rs. a vara,
pallas de seda bordadas de malis para pes-
cogo de senhora a 3,000 rs mantas de se la
de cores a 7, 8, 9 e 10 00J rs., cassa de listra
a 28o rs. a vara, e 2,200 a pegs, dita de qua-
dro bastante larga a 320 rs., meias finas pa-
ra senhora em Caixinhss do duzia por 5,000
rs e ditas cruas para homem a 2,600 a du-
zia, e 210 o p ir, luvas de fio da Esccia de
boa qualidade a 200 rs. o psr, ditas de seda
decores a 1,000 rs., cortes de coleto de fus-
18o branco a 400 rs., ditos deco'es e laosi-
nha a 1,000 rs grvalas de seda de cores a
1,000 rs meios lengos de cambraia de seda
para grvala, a moderna, a 800 rs. ulp.il> t
de cordSo de cores a 120 rs. o covsdo, mo-
ri preto,, muito lino, a 4,500 e 3000 ra ,
dito setim iireto e verde escuro, ptimo para
pililo e veslido de montara, e casemira
preta a 8,000 rs. o corte, corles de colete de
cacioela prcla, bordados, a 3,500,dito de so-
tiro, bordados, a 4,000 rs., brim trangado
branco, bia fazenda, e bsm encorpado, e
lito com tecidode lona a 1,100rs. a vara ;
eoulras mullas fazendas que a dinbeiro
visla se vendem por barato prego.
A troco do bsrato
Vende-sn una porgSo de bezerrns de lus-
tro avahados: na rua da Cruz, armazem
n. 48
Escravos fgidos.
-- Esl fgido o moleque africano.de no-
me \ n o 11.1, hem canhecido.por andar sem-
pre vendendo tapiocas, gru les, etc., etc.;
sabio com esmisa de ganga azul de mangas
curtas, com colarinho do ganga encarnada,
e caiga azul; levou um tabuleiro grande,en-
vernisado de encarnado, com pea; e tambem
urna handeija grande,preta, lloarada : queB
O pc.'ar levu-o a Sol la,le 11. 42
Ha dous dias fugio-me o mou escravo
Uernardino da gento do Angola, do boa es-
tatura, nSo he feio, tom falta de denles em
baixo, tom barba, mais traz sempre rapada,
n.lo tim defeito visvel.s sim he meio mou-
co, quo he o melhor signal que tem, por isso
que se Um fallando haixo n.1o ouve, repre-
senta ter 40 para 50 annus, manso, pacifico,
loca marimba, supponhoque sshio para f-
ra ; f.11 escravo do senhor Antonio Joaquim
da Costa Figueira, morador nos Afogadoa;
lato posto, rogo a policio da provincia e ca-
piles de campu o urondam, que gratificarei
generosamente, levando 110 sitio Capellinha
no Mondego.Sebaslio dos Oculos Arco-
Verde Pernsmbuco Cavslcanli.
Uesappareceram dous escravos com os
signaea saRninles: um preto de nome Basi-
lio, de idade 35 a 40 annos, pouc) mais 011
menos, alto, cor fula, olhos claros, pouc
barba, aleija lo da o .lo esquerda provenien-
te de um tiro, pernas finas, ps torios, he
muilo ladino, e sahe algarismos, osluma
trabalhar em casa de cal leira. O outro lio
pardo, de nome Miguel, bastante mogo.allo,
de cor clara, pouca barba, cabello crespo,
nariz afilado, tem em um dos bragos abaixo
do sangraJouro signaes provenientes do
um tiro.assim lambem tmu cicatriz no pei-
to do p, he carreiro e ofilcisl de sapateiro :
adverte-se que o preto desappareceu no mez
de margo prximo passado, o o pardo em
outubro de 1816 .-quem os apprehender po-
llera leva-Ios ao engenho Independencia de
Manuel Corre i a deuliveira, que ser grati-
ficado.
\ lleneair
Continua estar fgido o prelo Miguel
desde novembro do auno p. p., official de
sapateiro creoulo, um tanto fulo e gago, e
de 25 annos de idade; roga-se as autnori-
dades policiaes, capitaes de campo e a qual-
quer pessoa que o encontrar, o levem a seu
Sr. l)r. ,il iiin-l fu mino de Mello, juiz mu-
nicipal da comarcando cabo, o noata praga
ao commeodadur Manoel Gongalves da Sil-
va, que generosamente recompensaro.
No dia 31 do fevoreiro prximo passa-
do, fuiio una escrava de nome Joanna, <
idado 50 anuos, pouco mais ou menos, com
falta de denles, rosto um pouco ni'*'" '"" ,
hexigas; levou sala prela, *f' ***'"* do
finado Amaro l..^- t-'rne.ro. e depois
,1. __, iu ueste passou a ser do alferes Fran-
cisco de Assis Padilha, ambos moradores em
l'u-i'Alho ; suppfie-se ler ido para oserlSo
denominado Russss, onde he_ vigario o re-
verendo Joaquim l> mun _>>> Carneiro, filho
do referido Amaro Domingos Carneiro, ou
eslar agregada emalgums casa como forra :
roga-se as autoridades policiaes e capilSes
decampo, a captura da mes na, que levando
a ruado Crespo n. 19, ser generosamente
recompensado.
lo,000 rs. de gr tificaco.
Do abaixo assignado, moradot na tua da
Crespo n. 10, fugio no da 16 do corrente,
um seu escravo por nomo Hoque, creoulo, o
qual representa ler annos de idade, pou-
ca barba, foi vosti lo com caiga de casemira
preta e camisa de algodSo azul, o tem os
signaos seguintes: alto, uiu tanto seccodo
corpo, cor fula, descarnado do rosto, olhos
pequeos, e lem urna cicatriz em um dus
dedos da n,o,, por ter sido maxucadu pu-
xan.lo urna Irave, feio de cara, e cosluma a
embresgar-se, cujo escravo foi do seohor
Juo OzorioMaciel Monteiio, e he de presu-
mir que ande por aqu mesmo,vislo ler mu-
Ihere filos, ou na Iha de llamaraca donde
he lilho: o mesmo abaixo assignado protes-
ta haver seu direilo contra aquello que o oc
cuitar: ruga-se portanto as autoridades po-
liciaes e capitaes de campo a captura do
mesmo.Jos Congalves Malveira.
Desappareceu em 8 de julho do corren-
te auno, um caboclo de nome Jos, escravo
de Pacheco Filbo &. Mendes, da cidade do A-
raraty, o qual tem os signaos seguintes: o
brago esquerdo quebrado na munheca, ca-
bellos pretos, as pernas um tanto arquiadas
para Tora,he de boa esiatura.e cheio do cor-
po, hem fallante, porm quaodo falla aperta
a liugoa entre os denles, tem por castume
quando se lite pergunta alguma cousa res-
ponder senhor sim ou senhor n9o, levou um
cobertor do 13a ordinario ainda novo, cha-
peo do palha da Italia j usado.com lita pre-
la, caiga do algodflotinhu azul ou com lis-
tras, camisa da mesma fazenda ou branca.
Este escravo lem viudo do serlo por torra
a esta praga, e muilo gusta do lugar de Po-
dras do Fugo, aonJo pode ser que esteja
acollado, e foi escravo na villa doPombal;
quem o pegar lee-o a rua da Cruz do Re-
cite n. 33, casa de Luiz Jos do Sa Araujo,
sonda se acbova o mesmo" escravo para ser
vendido, e so recompensar._____________
.'I


;
l'KRN. : TF. DB M. F. DB Fahi. 1852'
I a}\*>^~\>!^-/V ***>;*


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