Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03491


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Full Text
Vwio XXV111
Segunda leira 30
DIARIO m
de Agosto de 1852.
iN. 19 .
py^*- r^i
PERMMBMO.
VBEOO sOBOKirplo.
Pu.siukto ADllNTiDO,
mitigue............ 4/000
por "0 .......'.....1/0.'0
PaOODKWT.0 DUr.OSESTRM.
MimirM].......,......V"'0
OTIOrADOlMFEHIO.
Par*-- .'1 de Agosto Mina*... ? deAgosio
iii.phio. !'l de ililo 8.Paulo. 7 dediln
loar .(delito R. deJ.. .1 de dilo
ihrahlba II e dilo Habla... IS de dito
Parahiha
DIAsD". IIMM1. ACDIEHIlU.
"Sc;. S. Ros. dcLI Juilot Orpho
Mi Tere. S: llayimn-, e5. lOhora.
do Nonato. I. vara do civil.
I Quari. S. F.gidio 3. e 6. >o 111,10-dia.
-'Ouiul 9 I- -.i.-v.i. Faltada.
1 .fet.S. Eufemia V. 3. e6. ,-.s 10 linr.n.
ISab. S. Roja de Vi- 2. roro rio eiei/.
torbo. 4. eiabadosao raeiod
S llom 14 N. S. dai Rtlfao.
Fenha. Tercas e sbado*.
Crearen ir i 20, a I hora e I minuto da tarde
Chela a 28 aa i horas 6 minuto* da .n,
Mingo.nir i 6, as 41i.ir.is JI i minutos da tarde.
Nova ii, as horaa c 21 minuto* da larde
. ran.ii 11 Hoil
Primctras 4 horas e .10 minutos da tarde.
Secunda i i horas e M minuto* da m.nha.
nanoii ioi ooBBKioa.
Oolaana e Parahiha, iiieguada* c lextaa-
leira.
Rio-rande-do-Norte e Victoria a* quinta*
reir*
Bonito, Garuar.., c Garanhuns no lc 15 decad"
mti.
florea,Ourlcury.Exu e Boa-Vlita l3 e28
Ollnria, todos o* da*.
Todos os Corrrios partera ao meio-dla.
aroTioiaa ir.TRiiiarr.iti,
Portugal nde Jumo-Austria.: a de Julho
Hespanha I de dito m. ..... 3 de dito.
Sin ii i. -ir. de I mili"
Inglaterra 8 de Jnlho
P..-Unidos 2(ide Juuho
Mxico... 3 de dito
California < de dito
ninamrca3S de Jnnho Chilt. 0 io Malo.
Ruasia... 2 de dilo l Turqua. 20 de dilo Montevideo 5de dilo
Franj .. 8 de dito
Blgica... 3 de dito
Italia..:. I dedito
1 h i.,.,nii i. 5 de dito
'r..ssia ... I dedito
CAMBIO! DI 28 DE AGOSTO
Sobre Londres.* 27 '/, 27 '|, por i/uoo il.
Paria,' 31,1
Lisboa,lOOpor cento.
METAEa.
Ouro.Oncas hr.panholaa............2I/U0O
Mncilas de /4U<< v.lh.is......... Iti/IH o
.Ir Ml'M unva.......... 1(1/000
de 4/000................ 9/.00
Prata. PatacAeabrasileiros........... 1/j2'i
Peaos columnario*........... 1/H2
Ditos lueaic.noa.............. 1/KC'O
1(10 I)K JA.NEH.O.
(AMARA DOS SENHORES DEPUTADOS.
-I\..ti Kll 4 lil. ACOST l'K 1852.
I'rnidrncia do Sr. Unciil Monleiro.
Sima.io Expedienta. Discussao' ile cnlle-
i/ios eleiloraes. Discursos dos Srs Paula
fatua, Sontos e Almeida, e llarbosa de
Almeida. Privilegio sobre carnes verdes.
iseurioi dos Srs. Pauta Uaptista, e Araujo
Lima.
As 10 hOM', feda a chamada, estilo pre-
entesosSrs. Maoirl Monleiro, paula Can-
dido, H"lii'. Araujo l.im, Paos Birrete,
Paula Konsec*. Barros Vasconccllos, Do-
mingues Sil", Silva Cuimarflos, Teixeira do
Snu/a, Aprigio, F.rmino, Aguiar, Cunda
Ciinha Rezan le
JJiviso de cotkijioi eteitoraes. mais ou monos pudiam ser trabillas pira a
Conlina l lerccir* discussflo do projecto qneslSo. Mas avanear faci-, cotnhalor ou-
sohre divisflo de collcgi.n eleiloraes. Los, nflo ha a ...esma cousa. Declaro que
OSr. Pauta fenseca :-Sr. presidenlo, j nflo cstnu disposto daqu. por diB.ite rele-
os metis (Ilustres collegas quo lom discut- va'essas ahe-ncoes da ordem. Sinlo que
ilo este projecto lernn .mostrado exuberante- i1""'" dopuLdo nlo possa agora defender
menina uecossidnle que ha do se consultar o seus amigos ; mas tem o meio de a-jre-
rhelhor os commoJos dos ele,lores, nSo s sfl,11,r um requerimenlo a esse rcspeilo,
da muira provincia como do todas as ou- motiva-lo, e entflo ness. occ.s.So poder*
tras do imperio. apresrntar aa considoracO-s que aqu nao
O lempo rscolhido para nsercic'S coiuci- sflo eahi.l.s.
.lindo com aquello m que as chuvas cahun Sr. ''' tmstea :-Ao menos Igumas
com mais frequencia principalinenlo na palayr.s cm rtefo da .Ilustrada sse.nbla
minha provincia, coi.vinha muilo que so provincial da minl.a piov.ncia devia-se me
oslaholecesse n alguna collegios elcitor.es parmiltir dizer : ella fo. aqu erguid, com
nos lugares mais prximo*, c alm disso bastante acrimonia ; p qu se diz iiestac"-
em lugares onde nflo se t nha de alravess.r mar repro.luz-se na imprensa ; pode fazer
ros caudalosos; heislooqui so faz polo Ig-im. rnossa, pode Tazer auppdr que ella
proierto .e por isto preslo-lhe o meu apoto. Km /"lo connivente com algucro, como
Ja que V. F.xc. tcm consent lo, Sr. presi- qoi lalsamente se disse...
dente, quo nesti larceira discussao um no- ,,Sr- *"><> -'"" un" n iic.co
Ficuelfedo, Carnairo >l -
M-ice'linii de llriln, CoutO, S.TflO Ljubaloliirn diyulado pela uinha provincia entrasse sr. I anio lonseca :i.reiam iv, Lbx.
lumor, l'enna, viscon le de ll.ependy, V|- pala poltica gnral, o trouxesse tribuna que se eu n5o tenho folio indicacoes ere-
ei'i .le Mallos, C'.sla Piolo, Das de Cirva-;a^-iicis faelos all acontecidos, iiun ello evi- qu.-nmentis para poder mostrar a falsid.-
I,, Mello Franco, I). Jos. Rocha, Aiitao.ldenleineiiteosexagerou, permillir V. xc. do do_quaaqui_so.liza r.-spmlo da negocios
lliuialho, juaqmm Villela, Monleiro de B-r-i lanoem quo eu oceupe por algum lempo lie minha provincia, he so por no desojar
Mmacs sarment, II 'iiriqucs Paula ]a atlencllo ua cuna
Baptista, Assis Rocha, Alenla Albuquer- qim cstou autonsa.lo
.ine, liis e Silva, conego AlTuns, Pnretti,'menta
para ne^ar squillo
a negar redonda-
lomar temno cas..
m Sr. deputado por Minas:Temos sjilo
atacados de emboscada.
Hen les de Almeida, Ignacio BarbSI, Bir- NSo f.llarci mais sobre esse lamentavel 0Sr- Paula Fnseca :.... lo\oi os tiin
icio Pwlroso, Corroa l.ima, iN.buen, Paula acuntecimenlo da villa de S. Joflo Neponu- vem qui a opposioao reproluzr factos ja
mi,lo-, l'.es deSoui*, l'erreira do Abreu, ceno, na minha provincia! elle osla sulli- mullas vozes rcsuondidos, o o pobre depu-
l'ol'oira, Pereira Jorge, o Victo-.
DapoiS da chumada compaieccm os Srs.
CiAulementa explicado no relalono com q o l"do ,la maioria, pelo respeito devido a me-
o Sr. x presidente Jos Hicar lo de S Re- liel brigacao de observar o regiment
olo desejo de evilar quesles OdiOStf, a
..na na.i azedar as discusso ts, ..-se obri-
gado a ueixnr os seus amigos indefesos, a
sua assembla pr .vinri31 insultada (apoia-
doi), refenndo-se a locuin'iitos que n3o
existcm como cu desijava mostrar. Por
Carnelro de Campos, 8a, io Lobalo, Nobias, go passou a adrninlslraco da provincia ai
Siheira da Uotla, Taques, Coas, Siqueira arlual S presidente, i Apoiados. ) Ah se
Secco, Souza Franco, Santos o Almeida, prova evidentemente quo o tiro dado oo Or.
Mcudunr;a, Cruz .Machado, Souzi llamos, o Honorio parti de una rinboscada ; quo a
l.u/ehiii. polica nAo poda de modo aUum evilar es-
Depois doaberla i sss:u, os Sis. bastos le aeuulccimento j e tanto assim, que os
do nliveira, Harlins Ferreira, Fernande* icios posteriores, os pastos quo a polica muame pois v. r,x. que eu renra so um
Vieir, Pacheco, vicario Silva, CoelbO, Go- deu para descubrir quiforam os autores f'Cto; scom istu (ico satisleito.
mei Ribeiro, Aambuj, Wanderlay, Ama- desle attenUdo, justilicam exubi-rantemen- 0_Sr. Preairfenie:llesejana minio, ale
ral, l.ivramcnlo, Olimpio, Julio do Miran- le o enverno da provincia. [Apoiados i Tam no inleresse da verdade que si disculissem
da, Pe lio Chaves, Usba, Barbosa de Al- b-ni juslificam o com; orlan.enlo do gover- cousas que pirecn que mo eslfio muilo li
maida, Fernandos d i Silveira, Va>concollos, no o pr'oprios periodicis do lado do noh'e qu'. s>br-ludo referlndo se a provincia
barbosa, Antonio Paco, Augusto do lilivci- diputado, que elogiavam o procedile .lo do Minas mas siulo declarar ao nobro de-
ra, JomSP.CO, Peroira di Sil-a, Angelo Ra- do cllefe de polica de oiit.lo, o Sr Joaquim pula loquo nao jode disroirer sobro este
DIOS, hispo lo Para, Figueira da Mello, Ara- CiOl.no Goimaias, o q'ual levo um proee- Pcl- '' '" requcriuenlo sabb.dn, e
. enlu lea occasiao de discutir este ob-
jecto.
nna, Augusto Chaves, Machado, Vianiu, di nenio m".eccdor dos applausos da op
Miiamli, Tilara, llelisario, BanJcira doMel- posidlo, empregou lodos os esl'orcos para .
lo, o Parca. d Sdbrir os criminosos, deu todos os pas OSr. I''" lomeen:-Bem; sirvam ao me-
F.llalli com causa panicipada os Sr.:. Nu- sos ac.niselha.los pela juslica e inparciali- nos as poucas palavras quo lenbu dito cu-
nes de Agolar, Oliveirs, Clvet, a I ves Iti- dale. ( ,lnoorfoj ) fu, pois, Sr. [.residen- o um prolestn solemno conlra as argui-
iioiro. Jos Mauoel, Lu.ae Silva, Magnlhes le. nfi-i uaererei mais cansar a nttenciio da ?0'S lo nobro deputado (apio Castro, e Soulo.
OSr. primeiio secretario d conla do
O Sr. Men&esde Almeida : Mas he o que
oto se faz.
OSr. Snnfo* c Almeida : Ht o que se fa7.
A multiplicidad^ dos collegios favorece es-
si abuso que o nohre deputa lo quer c irri-
gar, o a razSo he porque mais fcilmente se
polem falsificar acias em pequeos lugare-
jos do quo as grande povoac,oes, porque
all ha mainr ignorancia, o por consequenei*
rokis facilidade de se prrstarem a essos ma-
nejos.
Aproveitarei occasiilo para diz r ddas
pajavras em sustentculo da emenda que of-
fe.ici. A ornen la le por fim a iucorpora-
co dos eluitores da freguezia de S. Vicente
Frrer ao colleglo do Viainia, e as razfies
que me moveram apresenta-la me pare-
cem dignas da approvaclo da cmara. A fre
guezia de S. Vicente Ferrer acha-se eucra-
vada entre as comarcas de Vianna e Akan-
tara ; melado dessa Iregueria prrtence a co-
marca do Vianns, e met de de Alcan'ara ;
acontece, potni que a s le la freguezia s
ach* do lado de Alentara.
Ora, quando se p/. em execuc,3o a lei re-
Kularmoutar das eloiedes na desiguafiio los
Collegios, determinou-se que cada comarca
formara um colleglo ; por isso tem os edi-
tores de S Vicente Ferrer le ir votar ua ci-
tada de Alcntara, islo he, 35 a 40 leguas
.listantes de sus residencias.
O Sr. tiendes de Almeida da um apsrle
que nllo ouvimos.
O Sr. Sanio.i Klmeida : N3o p le ,lu-
vidar que I) jain mais de 35 leguas de S. Vi-
cent" a Alcaniara. E para que os eleilorej
dessa freguezia possam jr a Alcaniara, he
necessariu ou qu i vao primoiramenl-i a ca-
pii.1, ftzendo un i viagem do dous dina por
mnr, para dlli passTeo a Alcntara, oo
que I iciiin a vi ge n m ta le por Ierra e ma-
tada pelo rio do Aura, atravessan lo dill'"-
rent s habas, no quo n.'i i se polo g'star
retiularmenle menos de 3 dias, e com mul-
ta rapidez meuosde Jt se v porlanto
que hi grande inciivenienle em quo esses
eleitures se possam .presentar no collegio
do Alcsntara,
Esaminemos agora se o collegio de Vian-
na Ins ulferece mais commodidades. A
parte mais remola da freguezia lici distan-
te da villa de Vianna 12 leguas, e a parte
mais prxima 3 leguas ; lu, alom disto, to-
lo a conimuuicacJ para ali, qualquor que
ga as elelr,aes para que o systms repre-lcBo: primeiro, porque nSo bavia exemplo
lenta lifO possa fu accionar, a cinara, lan-I na provincia da Hahi.'dn collegio rreado
Cando suas vistas sobre ai Ioi de oleic s, em Ireguezias. Senhores, pode semelh.nl"
leudo de tratar desta m.leri>, resume todos) razo destruir o principio da commodi lado
na seus e-forens em creac.lo de coll-gios, dos povos? Pois porque na provincia da
content.-se, por toda a providencia, i or lo-'ll.hia n<1o h. ejemplo de collegio em fro-
da a salisfacSu as necessidades palpitanl'.sguezia, segu se queos habitantes dess. s
do paiz, em augmentar o n imcro do colle- ; lugares, que estilo alias as condir-c/tas ex-
gios! postas, nSo ilevem s>-r atlendidns P Nlo ha
Pensem os nohres (Imputados como qoi- por ventara col|eios eleiloraes em fregoe-
zsrein, ceilem esta siluaco, sustenlem a zi.s na provinci.de Pern.mhoro? NSo os
inlervencilo do governo na eleicilo ; eu Sr. ha na provincia de Minas? Pele porlanto
residente, leclaro que contino a condem- islo ser r.zlo para denegarse Aquella lura-
na la, que assim o systoona representativo lila le o commudo quo se concede a ou-
n.lo so eompreheu le. U mal dessa nter- tras .'
venco no esl smenl", co ,o oulr'ora ex-1 A segunda razo dada pelo nobro depu-
puza cmara, cm qu" a parte sojeila a ins-, t.do, que alias nflo sq mostiou infeno
perfJo a neutralisa naquell i quo ho dell
encarregada ; n.lo, vai mais longe, fere
mais doquea lgica, lesa o estado social.
,i creacSo desso collegio..
O Sr. Apriyio Apoiadn.
O Sr. II irOosa de Alineiilit:
Senhores, a mlluencia administrativa lias de c mcnociniouto da vonliul
eleices, diz um dos mais moderos v insus
peilos publicistas, nflu leni sen.lo um meio
de lazer-se sentir, o he substituir no espiri-
to do eleilor o ioteresse particular ao inte-
resso publico,e matar o seuso moral no sen-
so politico.
t) projecto que so discuto, senhores, he
urna medula poltica, um meio de cortar
lilliculda les, para quo os nolires depulados
possun ler por certa, inf dlivel a victoria na
en.'flo ? Se he i lo crer-se que ou ho una
medida intil, nu luna iisl.eiitir;.i do mero
... Foi a lili a
desses pleito
res un sent lo deisa crlicto, a falta il
dido dells aos depula ios pela provincia
da Babia...,
0 Sr. Aprioio -. Falta do represenlacSo,
disse ou.
G Sr. Barbosa de Almeida : Ou n de pe-
dido aos representantes da provincia, tam-
bero di ASO. Eu invoco contra rst r.zlo os
mesnios .rgu nenies que combaten! a iri-
meira. E em Indo o raso asa falla polo
servir do fon lainoiilo para que a cmara
lian satisfaga a urna necessidade, quando
luso. .Vilo estilo por ventura dad :s todas as J alias o projecto ragula-sepelo principio da
comino lidade .' E dentis, nil-i deslacam os
nohres deputy los os eleitures da freguezia
de Sauhara do collegio da Maragogipe a que
perteiicoui para un-los o il Sanio Am.ro,
no s sem que esses clcilores tivessem pe-
di lo es 1.1 providencia, cuno mesino conlra
a volitado dell.s '
Pois se os nohies deputados aqui nao < \i-
gam reprcsenlacilo nos eleitures par. o
resolver m assi-n. Como polem exigi-la p.-
ra ciotr-se um collegio ua freguezi i do
Maracas K sera .mesqio exacto, Sr. presi-
dente, que os eleitures de Maracas ilu ro-
provid.'nci.s ? As provincias ja nilo oslo
distribuidas? As chapas ja nfloOStRo 0"ga-
nisadas? governo nflo si encarrega de
aplaiuar toda e anal |uer dilliculdado ,
para que nilo poss i ter assonl.i necias ca ioi -
ras SenlO uini nica npiniflo poltica ?
OSr. Monleiro de Horros : He uini ver-
dadeira declamai'So.
OSf. Cruz HachadoSj a liSflUSSflo con-
tinuar ueste lo1, e.itflo p -oo quo se m i con-
llntl que responda do mesmo mo lo.
O llarbosa de \lmeida : Admira quo
os nohres deputidosme nter ompam co-
mo 10 por ventura OflO eslivesse eu na or- el.mam esla provi leucia ? Vejo-mo obriga-
guinta
EXPEDIENTE.
Ura requorimenlo da directora
helecimento do tuonte-pio dos servidores
do estado, pedindo o usu-frucl i de um pro-
prio nacional quo lica defionta do edificio
das bellar-ntes.- A' commisaSo .11 falten la.
Ilfles le. iifl-i quererei mais oansar a aUencflo da co-s lo nobro deputado (apilados dos srs. seja a estacilo os eleitoos podem ir n um
cmara respondendo quillo que ja lem si- deputados di Minas J; parrcd-m.i que, a mi- da o voltar no outro p.ra suas casas, como
i se- do mullas vezes respondido nota ca-a, o nha provincia vera nellas um iiocirneulo de sempre prnticaiam quando era permillido
dem, onsi loiando a m teria no sou devido
terreno '
OSr. Monleiro de uniros : Appello para
0 Sr. Moraes Sarniento.
OSr. Presi lente : -0 nobro depula lo esta
suscitando questOas polticas que no po-
dem ser ventiladas hoje, que lerian t do o
do a declarar a cmara que daquella f:
guezia receb) carta em que se ni dizia qne
o nobre'deputa lo pola provincia da Baha
o Sr. Wanderley, estiva encarregado da'
promover csla creaeflo, e nessa caria se me
p.'dia quo eu n3o lizesso op -osii;;To ; e po'
quo mo pareeossequirnao linda havido se-
que nflo sei porque mais se 'cpioluz.
estaeflo; os eleiteret podem ir n'um
cihimonto na liscussJo da respOStas a falla n io mero es inecimciito, nao dovidoi apre-
do Ihrono. sentar a omenda a rospeito desSl creado
que nobro depulado nflo p lo vir aqui, aos eleitures votirom nos Collegios que lliesj OSr. Barbosa de Almeida : i\c pareca, da collegio de Maracas.
ICraoVnobre impunomonle, diztroque quizer sem res- fossem mais coinmodos, preferui'lo os elei- Sr. presidente, qu as rellox'Squo tonho OSr Aprioio :--Ignoro so.
do esta- de ulado pela minha provincia foi d-SCO- l'osta (apoiados); ella conhecqra que s a lores de 6'. Vicente 0 collegio oo Viaiins.ein i pro luzi lo liiihain toda a lig.ijio Com a ma- O Sr, llar bisa de Almeida : Nflo Seja
brir.luuns factos acontecidos na villa da obediencia a V. Ex. e ao regiment da osa quo constantemente votaram, a outro qual-; teria que se discute (apoiados) ; -no pareca bastante que eu O dissesse ? Ou ere 0 DObre
li'.'lia iiiira com e|| s faz -rubra conlra. he que mo faz calar, e nflo a pobreza de pro- quer, aiuda niesmo ao de S. Dent, que he mesmo que uesla occ. silo ua po lia pees- deputado quaJnSo SOU do numero d.quelloa
polica da rovinci. le Minas.
putdo nflo a.ic-cntou docom-nto algum que '""'r0 depulado avanrjuu
-....._ II__. .1. aarl. &'.;
O Sr. Sidos e Almeida : Sr. presiaoovo, \ io p'ml'Vrosas, e quo a cmara, pela oinon- para que a liberdadu
p. din lo ser aposentado cin alteni.ilo nflo s a repulacflo do honrado .t
rubra contra, he que mo faz Calar, e nilo a pobreza de pro- quer, aiuda niesmo ao de S. Denlo, que he mesino que uesla occ sflo nJ polla pros-
ios O nohre de- vas que t'iilio para negar reuondameute o no mosmo municipio, mas onde nflo tem Cindir de|f>ze-las. So a propria Coroa no
,uio lanas rol(.'(escorno em Viin ia.
layara- '"; Ptjrr'ce-uie que estas faZOD* 3o bmUn ,oUiiinva lu eorp ) I gialali vo pio/llencns
eViii*'""
'discurso de ab-rlur., do anuo pasa
0*1
idease
i na nccasiaoakiii.
brea deputa los a : "-e i ioi um
lo re
guarla^rn^'sec^":^ di.". c^ IZtVZ ^J?*; ..^e nde m.re.r O Sr. Samse A.me.aa : sr. presione.; n pmnerosas, e que a cmara, pola amen-
entado cin altencilo nflo s a repulacflo do honrado Sr. padre Rocha, pa'eceu-j.e lao niconvoniente, e mesino ;da, to n.ra urna mad. la conveniente a ,1- garant la, cokio na ncaasiaottiii qu os no-
is de 30 aonos de serv.co, dignojuiz municipal da-iueli. villa..... nexaeis, maneira porque o meu nobre minctracSo publica o a commodidado dos brea deputa loa aprosenlam um projeoto
on......seu mao estad ..le saule. -A* com- O Sr. atoros* Sarment :- Est. fallando Collega pelo Mar.nbflo se espnmioi bonlem eWtores. jdssUordora.oo aa fosse.esta a unicasi-
rri "i la me~ i lora u i or" n ausleniando una emenda ou artigo addili-! OSr Bnroosa de Almeida : Ioi sempre ni tisiacAu a lar o paiz, nao me sera licito ol-
s's,". Ii'dus o'approvados os seg.intes p.- o Sr. Paula >wiMC:-EstOU apenas res- voquoollereceu, que nflo pude deix.r de lerjtfr. minha, Sr. presidente, nao turna; ferecer a ca
arguices infundadas pe lir a palavra paca protestar contra essa l'irtaaia discussau desta puijeclo, alias tflo esposlo, o
o|j- eleito'acs, polo contrario exprimio-se
P
i.anilina, e outra da cmara municipal res- q
peuliva, pedem a desmemhrafflo do moni- m, sagundo si diz, de provar que a p-..
cipidaquellenomedo provincia de Coya/, cia des lo ja se pro,.ara para o combate elei- "'" "'" dar-ino ioi. iorc...
c SUS i ncorporacSo do U.ranhflO. toral, quesflo no lidaa o dispoaicoes do go- O iIr. **!*. de M,,cida:->ia apoia lo.
Da commissflo de CSUtistica, peJindoin- verno i d. poll.ria para vencerem as ele,- OSr. Santosc .,tmc,d,,:-k.u nflo dire que
roimacOel aogo.crno a res pe to Ja repre-1 cOes um-se julg.do que a lereeira uiscus- os negocios "leitoraes .,,,,,nh provincia
senl.ctlo da sembl' I ilativa da pro- sao lale proj co olfereco occaslflo propria saoescoiiuado>de vic.o.e abu.o mas o,
vinciuciadoMaranhllo, peliulu que v- li- para o tratar dest.s quest.s; eu, pois, vicios e .husos que al, >e com nollem sflo
xom os limnes entre aquella provincia o a visto quo nflo pude tar palavra na discus- inrclu....-i.i d.queiles que se cu,meti,,,
de Goyaz. Uio doorcamento. jolgo que eslou mor- em qu.si tolo o.imperio ; digo me... 10 que
i>a asma eotnmissflo, mandando ouvir dem respondendo alguna factos apresen- """!lh5'i.nnc* "S?iS!n E
o presidente de Goyaz scerc. da royesen- t.do. aqu pelo nubre deputado. (JpotaM procede,, com a ue11, .guiandade que i e
l.n;flo da assc.hla provincial de Matltf- ema'S, O Sr. presidente da cmara amia oesacrar uio r, rl.^d^id. pa z o ni o lu-
i.r,,so, pedindo a djcretacflo de I.....les nflo.....'ch.moJ aurdem epor,sso conti- ^^^Z^^^cZ
culi o a refer la provincia e a de Coyaz. nuir.iiiiiiiici proposito ..1an.111.1u4u ,.,,.,.
manifesUclo ao voto hvro de toJa
su de um 1110 lo que nflo jul- Pnr
reto do Sr. depula O Miranda aulorisan o
ogoverno para pagar ds dividas coutrahi-
das |ela ax-COmmiSSSo directora do lliealro
lyiico desta cpiial.
O Sr. Aprigio ( para ui a rrclam.(3o ) :
Creioque apenas r. clamo conlra un erro
ly 1 ..graphico. No discurso do Sr. deputa lo ....
.Mello Franco, publcalo uo Jornal do Com- ] O Sr Presidente : Consinla o uobre d .-
incid de hoje vem um apae 11,011 conce- puUdo que Ihe observe que a materia
hilo nestei termos: ... Oseohor Ioji ifloj.iiscu.-siio ne muilo precisa edeterminada.
[nenie nesta
go muio inoprio do seu carcter franco o
leal. Ello referise a documenlos-que es-
lou .mi. irisa do a dizer que nflo os possue.
O nohre deputado, com urna segura,nja 0-
coucibivcl, com todas as apparencias osle-
rioros da rbelorica, assevera (actos..
Consinla o uobre
da
lia (c... que se de,5.a Iludir e prega cada Trata-so da divisflo ou creaijflo de collegios
earapetlo..... Eu nflo disseprega--al eicitor.es; bem ve. o nobro depulado quo
nflo est na queslflo.
^i^^UKrli^Jq-Sr.1: .doturpado o espirito publ.CO pro-
Oibuir a ..reparativos eVilor.es; Jar. eu .-^""-. t^^SZS
lito seria contra.lirio- io com as nunhas pa-
livr.g, Seeu quera apresentar o nubre de-
|Hil.';..i como pcsS'ia de boa fe, oque reco-
nheco, e .ue se dcix.va illudlr, nflo podia
inda 11..... que me f.isse permitido, o
que nao he de modo algum ataca lo pnr es-
ta forma. Eu nisse :pregam-lho cada ca-
rapelSo. (Apoiaios.) lie assim quosede-
ve. Icr o meu aparte.
O Sr Mello franco (pela ordemj:Ag;a-
ileco, Sr. ircsi.loiile, a deelaraeflo quo o
obre deputado ac la de fazer; devo, DO-
lem, dizer cmara que nflo ouvi os ulti-
mas palavras do aparto do nube deputado
* que elle se referi. Eu fllava uesse da
.nimiaineuje incom riodu.io ; eslava com um
iccoso do febre i..1.1 (intento quo lenbo
tolTridooestes ltimos (lias; ac.ava-me nes-
la uccasio em um estado que nflo pu le
pieslnr toda attenc-10 quillo que se passa-
; mas eu tirilla ouvido o principio do a-
lirt do nobro repul-do, e nflo era possr.cl
qi e cu pudesso respondcr-lhe como conti-
111 ci nesse meu discurso, se por ventura a
Injuria das ultimas palavras do aparto ti-
V.sse sido proferida, e eu t ouvisse.
Asseguro, pois, a cmara que uo lendu
"mido ...|i ellas palavras que o nobro dopu-
'' lo ici lia de dizer que nflo asproferio, ns-
(piri-as do discurso que me foi apreseotado
Ura ndigir, e a red.cflo do Jornal as ic-
P 1 duzo. Como o nubre deputado retirou
u que eslava nu Jornal.....
O Sr. Aprigio :Nflo ictirei, rectifique.
OSr. tfeiio franco:.....corregi a ex-
Presaflo que se ach. impre.-s*, saassfar;o-ie
uru isto, f.zendo 00V*mete a cama.a a
1 '' ara de que risquei aquellas pal.vras,
'' illas forain rt-nlabelecidas pela red.cflo do
irnal..... (j ,
l*j O aparte decifrado diia : O senhor
lem iflu boa r..... prega cada carapelflo !..
'o uparte yublicado diz : O senhor lem tilo
'"le.....que .se de,xa .Iludir e ptega Cads
'ar0|,ciao !... o que faz grande differenca.
provincia.
11 M 1 anh.l.i li" s" n diivi.la de todas as
provincias do iinpe.ru> aquell ( e,n que o po-
yo lo.ni nina part-5 uais directa o acliva as
eleiCaOrS, e os husos que algumas vezes leiu
apparocido p.ovou. deque os vencidos, nflo
tendo a cor.gein de resiguar-sc a sua cun-
diese, recorrem a ineios embora reprova-
dos para nullilicar o triumphu dos adversa-
rios ; mas islo nflo sueco Jo s 110 Miran hilo,
desg-aca lamente temos mudos exemdos
cm oulras provincias
E se astim he nflu pudo do modo nenhum
poder dar o meu vol pro ou contra o pro- que segundo ponsa o honrado deputado,
Jecto que actualmente se discute, d.sejo se forma acerca das ele.ccs que nell. so fa
, co quo
analysar at que punto chega o recio de
que ogoverno inllua as elcicues. at que
uni sao verdadeiras cssas aecusaces de
zem.
O Sr. Mendes de \lmelda:0 uobre depu-
tado nflo me enteodeu.
pretendidos p-eparalivos eleiloraes..... I, O Sr. Santos eMmeida:- Estimo ...tes nflo
' OSr. Pre.doi-AsobservacOes. .lueo.te'-p..p.ehendido o nubre depulaiu;la-
Dobre deputado eat raspn e..do foram fe-.o-lho mesmo a jusuca decrorqoe nflo era
taa ua diicuasflo do orcameoto; abi'poJiam '"tencao; porania in.neir. por
ellas ter lugar, ass.m como a sua resposta., que *e expr.iu.o, a general, lado cuiu que
OSr. luS l'onuca -V. Ex. Sr. praai- '<. uWaiendocepeflo alguma, prca-
dente, permitlira que bu diga : mais du.S lava-sea ossa ...telligoocu aobro.uaueira
n.lavras; nflo .CWdllo, nem de leve quo ''es,.....ros. a nossa provincia.
V. Ex. oe'seje que eu me sonto deiX.ndu us Fe.ioeste protesto cous.derare. agora o
mus amigos de minha provincia ndefe- artigo additivo que foi olTerec.Jo OMftn
depulado pretende que scjai.i leslabeleCI-
da 0X0-
s oluiges, O
ca-
hVaobre m oueaconteceu'recabirein as:''" qolos sflo esses coilegios, o do que
cllexoes d' V Ex. tendentes a rea.is.r es- freguezi.s se cuu.puem, limiiou-aj un.ca-
rinexuos u. >. n .toiiiilailo meule a dizer que a med la era coovoi.i li-
le deseju. A.n la NatM o nobre depntaulo ^ ^ ^^ ^ ^Mtt^ das acUS( .
sa as cousi ler ..;i'i s que t 'lili '
as quo 11.SC1111 da niturosa da
ura,1,1, quo I ver,a ter sido para lo- que>tflo ?
deinua Jo i.Jo ver mais a luz do sol. O Sr. Presidente : Se se tr .lasso de urna
O silencio absoluto quo conserve, nos pn- Ioi de el"ii;-s estas observai;Oes loriam lo-
II";,",-- dias ua sua uscussflo, ain 1. inv c : ida a applicav'flo ; mas trata se d. creacn de
das nformacAes minl.as, por corto o con- ollegiis eleiloraes, que ho urna queslflo to-
lirma Mas esto proposito j me nfl era li- da material. (Apoiados.)
cito manter desde que o nobro deputa lo pe-1 O Sr. llarbosa de Klmeida : Eu nflo pos-
ta provincia da Babia pareceu COVOlver-me so deixar de obedecer aos preceitOS de V.
em IU.I refiexes, a mim que hivia gualda- Exc nflo s pela sympallija que nutro pan
du o mus profundo silencio. Cou.prei.cn- com V Exc, como mesno pelo lugar que
le pois a cmara que desde.ess-> momento V, Eso, uceupa ; nflo proseguir-, porlanto
corria-me obrigac ,0 iuueclinavel de occu- n.s reflexOos que ainba tnihii de fai r a es
jiar .-ua alten,,'!!!, para que ao menos nflo te raspeilo j cuitarai o meu discurso nesta
pareesse que, contra os nieuscosluii.es, parto, ja que V. Exc. me iin, e este precu-
conlra mulla vida bahiluil, procuro negar to, e passar. i a conSil 'lar o projeila em re-
trihutos a verd.de. Enipenhej-nic porUn- lacflo ao ponsamento qua os ..obres lopula-
l, immodialamente 011 pedir palavra; dos t-ni revelado que o dclerninou.
mas a rasa, no son syslen.a de encerrara- Tenho ouvi lo, Sr. presid-nte, i|Ud este
possa lamente as disc.iSsi'S, nflu mo deu projecto nflo traa senflo de coi.si.lt 1 r a
tugara cunpr.r um dove;iiojo pur na ler- comuodidado dos povos. lie corto, S01.I10-
ceira dlSCUaSflO dabilita-me feliz 1 ente para res.qil est. comino lidade est consultada?
quo possa dizer alguma cousa sobro a ma- He por semelliaut! man i .1 ,|.i, se cn.-ul-
leiia que a discute, anda quo en. muilo ti uummodi la lo dos povos ucsle objeclo?
breves palavras. .Temo cmara ludas i.s indispensneis 111-
soi.dorcs, se a cmara precisasso do ra- foruacoes para decretar a divisflo decolle-
ziJea p.ra rejeit.r este projecto, ao menos gios ilebaixo desle pei.samenlo, de molo
na paite que respeil. a piovui .a la Babia,
por ce..lo encunlra las-hia 1.0 discurso do
nohre deputado por aquella provincia, quo
alias eaearregou -so do o sustentar. A s >r-
pres. quo ello causou a Cam.ra com a reve-
la{flo que fez de que o collegio da cid. le
que baja a precisa ,gualda le, que luja a
precisa e Id dispense Veljuatica aflin deque
os povos iiis diireieotes looali lados possam
go/ .r lo Ioi ao m sino to upo deste heneli-
co i Eucrioquo uflo. E tanto mu pareoe
qu osle nflo be o pensamento genuino do
d.Cacho'ira, do qual faz parte Tapera,' projecto, que a cmara ha delembrar-se
era l.1o exagerado que representa, conlra a que na segunda discussflo offorecl emendas
irj'iiai contra u fado, urna populacho crean lo dous collegios, un. om Maracas, e
superior a da Capilul da pr-ivincia, a da cor- o airo na Sauhara.
te do imperio, e aioda a do^rovicias inle-, O Sr. Cruz Hachado: Est inodus in ra-
ras unidas, dnvia levar a cmara a convic- bus, o nflo se p le levir a divisflo ao infi-
nito.
OSr. llarbosaile Almeida As mesmas
razos, senflo mod.orus do que as quo se do
7
.;.'.ti de que se medidas couveui lomar a res-
polio do materia de eleicOes, por ceno que
deveriam ser oulras qu nflo estas que s
que elle con.idea representantes pdi
vinca d 1 Baha ?
Seniioros, nflu posso presoiu nr dosla oc-
Ctsiflo .I-i fazer sentir cmara que nflo ha
d.i minha pare interesse algum poltico
n isla creaeflo, e baslaru. (|uo se reflecllsae
que o mesmo nobre depula lo pela Babia
declarou nflo ler luvidas um votar por osle
collegio para que lieassc evidente que nflo
lia nesto ohjeco interesse poltico nenhum
de uiinlia parte.
USr. Aprigio : Apoia lo,
O Sr, barbosa da Almeida : --E lanto mais
quauto essos ele,toros aceitar un lo los os
Candidatos do governo na provincia di
Babia. Em favor da *)re icflo deste collegio
accrescem tolas aquellas (azOs que o no-
bro doputadu offereceu a consideradlo' da
can.ara para just.licar o collogio da Tapera.
Ioi nina deltas os inconvenientes porque
passaiu e soll're 11 os eleltores de uu.a loca-
h la le um pn.!.' > (lisiante quaulo te... de
votar om collegios numerosos, esta cu-
cumatancia da-ae exactamente a respailo
dus eleitures de Maracas votan lo .10 eolio
.10 de l'jraguass ,ior quo esse coilug.o be
t.lvez do 170 el -llores.
E cabe aqu responder reflexflo do no
hro depeli'.o quando deu a entender que a
freguezia de Maracas .lava um 1 uqueno nu-
mero de eleitoros, como querendo mostrar
que por osle lado nflo deveria ser atteudi-
da. Esu freguezi., Sr. presidente, dSi
oledor--s, e se 08 nnh es depulado* creaui
um collegio em Monte-Alto, quo nflo da
esto nuineio do eloitores, se o crcam em Ja-
guaripe, q.te crcio ,que tambom nflo da este
11.1 mero de eleitoros, o se.11 provincia ha u-
tios collegioa,comu C.navieira, Porto-Segu-
ro, Belmo.ile, Marab ele., que nflo dflo esto
numero de eleilorcs, ota.a por ventura a
freguezia da Maracas, tmenle ella, por es-
te mutivo fra das circnuiSlancias de poder
ser collegio? .Nflo ostara ella aliasen, mo-
ll.ores c ndnOes a este respailo -* .Nflo me
parece isso conleslavel, n nflo me parce.
conteslave! pelas mesmas raides produzi-
das pelo nobre depulado, razos quo invoco
o aceito em fav .r deSla medida.
A outra emenda, Sr. presidente, qi.e of-
fereci na i." discussflo desle projecto, linha
discusin, devia levar a cmara a cuuviccflo I rain pira a creaeflo do collegio da Tapera,, por din ere r um Collegio na Ireguezia .1.
de quo, so as bases da elecio ostflo altera-lao qual declaro que mo nflo opp.uiho, por- Sauhara. llevo dar a casa uu.a idea pur
d*s, saasquihloac.sestfl.) iciaiaso al-'quo ho p.ra mim cousa 111 Diferente | .i M1' es-os eleltores tem periencido ora a
sific.das, se os diroilos de urnas locali la- mesmas razes que doierin.naram a cre- Santo Amaro, ora ao collegio de M.ragom-
desestflo nuiquilados pelus excessos de cao desle Collegio e do Jaguar. Me o Monto-pe- Senhores, os elei
oulras, do modo que a repreeenlacflo da|Alto militflo co.n mais vantagem em favor,
provincia nflo exprime senflo uperlezaa el da freguezia de Maracas. Se foi a distancia |
alicantinas, a nflo a verdadelra o legitima quus.ilou.ou por baso, se o nobro depuli-
o.dnilo de provincia, a in.lispeusjvel ver-, do pola provincia da Baha quo ausl.-nlou a
dado da urna, oulra:, o nflo as que so dis-
cuten!, cuinpria quo fosse... as providen-
cias; devt ( levara cunara a coimcco de
que, sol. esla lao iuiporlanto. rovelaiao, u
lavam
Amaro I
pr.ij.iciu he.ufliii um fruclo pecu, puriu
desventurado d legislatura actual.
O projecto n.ola/ ruis do quo sancio-
nar todos esses 'vicios, tojas essas f.lsida-
des du quo he* victima a urna ele.loral,
creando cullegiosque parlicipain deseas es-
perlezaa coudoumaveis, e fechan lo deale
uodo os ii.ni- as uecessidades reaes do paiz
(apoiadjs), o a Crimea que era di sua digui-
dade reprimir e couJemuar, a abusos que
era de sua digui lade antes quo tuJo remo
ver.
Som-dlianle procoJiment), Sr. presiden-
te, podo dar lugar a queso diga que a c-
mara quer o que existe, que a cmara cou-
v.n este espado, que 08 nohres deputados
lueram cnu elle em dossorvico publico :
ju.zo qui porcerto Uesejar* que nfloeu-
conlrasso en. meu espirito senao tanta re-
.i.-.i.'i.i daquello coll-gio lu 1 1 ni -o un.
q.ioa Tapora estando .lisiante da Ccl.uei-
ra 13 leguas devi.i tor un. cn.legio para
que os eleitures lali nflu soIlVessein os in-
convenientes que result.m desle fado, en-
tfl.) co.n muilo inaior fundamento deve pre-
valecer este motivo para creaeflo do colle-
gio om Maracas.
Eu fui juiz dediieito da comirca do Itio
do Cuntas, de que faz parle o Maracas, e es-
lou porlanto u s c.icuinslaiicias de poder
...formar a sou respeito. A freguezia de Ma-
racas dista di sede da comarca 40 leguas
seguramente, atravessala do ros caudalo-
sos quo solfrem gran les cheias, do correu-
les i opoluosas quu prolnhem o transito,
a pnucipio 110 collegio de Sinlo
mas Les rozes liveram para pro-
su.nirem, nflo sei se com fui. lamento 011
nflo, que seus votos crain ali cumplela-
meute annulUdos, quo be, crto, quo so
ii.osliaram disposlus a nflo voltar aquelle
collegio, o trabalua.-am incessantemenle
pac. que, segregados daquclle collegio. li-
cassem perlencendo ao de Maragogipe. Co-
mo pois, a vista disto, ao o projecto nflo
tem por liin senflo consultar a comm.1.1..la-
do dos povos, decreta a cmara quo essos
elei Ioi es liqiec.i do uuvo fa/endo pade du
coliegio de Santu Amaro, oonira a sua vun-
lado ?
So o nobre depulado pela proviucia da
Babia considera um inconveniente ( e foi
uma de suas razes fundamentaos) o cresc-
do numero dos el-toros de un. collegio,
cuja apuracSo demorada causa de certo
modo muitos iucom nodos a oleitoros .l.>
muiLs vezes por espaco de uiu mez ; disla -
ella igualmonto da sedo do collegio talvez o oulras localidades ; como do um collegio
mesmo numero de leguas com pouca dif- mo.ior, o de Maragogipe, composlo su do
ferouca : como pois, s 1 he commedidade tres freguozias, inclusive a de Saubra, o
que sa consulta no projecto, crea-se na Ta- de pouco mais de 100 eloitores, se desta-
pera um cullegio, que esta distante apenas cam os desla freguezia para uni-los ao col-
da sedo 15 leguas de buns c.minbos, e rojo.- legio do Santo Amaro, quo alias so compon
L-ae a emenda que olfo ec. creando eolio- do maior numero do freguezias o de porto
io e,o Maracas, quo estando equidistantede 200 eleltores? Se Jaguar.pe, que esla
d sede da comarca e do collegio por 40 le-, as mesillas cundieres ao disl.mia para
guas, esta, sem duvida em meliiores coudie- Nnzarotli que esta a Saubra para Sanio
cues? i Amaro, cousi icr.m os nobrea d'pntailos
isso purm u ..ubre depulado que por uas circuiuslancius .lo tor u.n cuiiogiu,
du.s razes nflo davu. seu yuto a esta croa- 1 cousa a quo nflo me opponbo, como nflu
I ILEGIVEL


-2
qiiernn ns Ssuhsra lambem un collegio?
como nlo N consulta laiiibitn aqu a com-
i <> i. la.tr dos habitante* tiesta fruguezia ?
Se Jaguan. o da, creiu, 9 eleilures e podo
mt rolli'gio rumiiilu a estes smente 11 de
Plrajuibs, e outru tonto da l.-lmi, c por
i ai.lo ciun o numero do 31 eleitores, a Sati-
bara d mais de 31 eleitores.
Creio pois, Sr. prcsi leiiii', ter dumons-
trado cun as mcstnas ravesdu nubredepu-
t .l.i en SusleuUfSu doc .llcgiona Tap a,
e que -.-i vfiu para determinar a atnara na
creaijflu dos domis iiovamonlo criado* ,
as mesmas circumsinnciss, porm por cer-
to era mais favor, vis.
Paseare! agora, Sr. presidente, a dizer bI-
gumas poucas palavras, ja quo fui isto
provocado especialmente acuca di T,>o
ra. Disso o uuiiu depulado quo uo po na
eu dar exactas informscOes, ou Informacoes
do vista coi rela.;ilu da aclualhiade daquel-
Ilagar. .au liego que nosto sentido nlo
as pns-o dar ; ms so polo quo vi cm ilezem-
lirotlo I8t, ou janoiro do 1815, opoca de
qu<> Iiiii nio nao record ueste montelo
podo fazerso ideado que ara boje aquoll.
localidade, devo dizer quo eniao nlo navia
a templo algum onde se celebrassum ns uf
licios divinos; en ja, emverd.de, urna ir
guexn, mas urna frique/laque tinba sido
creadi sem esta coudicilo os-eucial havl
apenas ali aliceices priuci iados para um
templo, mas nesss obra nao vi trabalhar
ao. E basta considerar a cmara que o uo-
bre diputado iiiesiiio nilu se miimuit a asi
virar que houvoseali una matriz, para que
nlo ni" fosse preciso estar deseen Jo a odas
minuciosidades.
Em punco lempo, Sr. presiilente, o segun-
do rovolou o "obre ilnputado 5 aun iS le-
pola, esti frcgUHia eslava elevada cstno-
goria de municipio !
Eu n.io desejari* enuiittir opiuiSo nenhu-
ma .....apello, da regulaiidadu com quo se
pincelen ni reselo loase municipio ; res
paito, como ja Uve oCCaaiSo do dizer, as
ilecisuesdas assembleaa previ leises; sao el-
las as competentes para avallar das uoco>-
m lides da provincia nealas qu/si-s, e po-
O as; mas obligado de algum modo peio
iuii.ro depulado, soja-mo licito dizer du >s
palavras.
lini 1815 au havla na Tapera mal iz, es-
tav por olilicar o temido; cinco ou sis
nonos depois creio que amia nao o n-
uha ....
O Sr. Aprigio : Ti tilia.
O Sr, Barbosa le .Mmeida ; admlr i ls-
lo, qoaudo o nobre depulado inosino alo
81 eOlUlOU UO SfU diSCUTSU il nS-o.YI'i-lo, o
apsius dase que lo loa os am
i lea provincial deorelav casi
OMi adiOcaclo Se o esta lo
Rr, de iuo fui testemunhi......
luja li se liirtia oreado fragui
raueiili nutro e j o e
para ..utonsar a eleve
DS n a-':n-
n.icd.'s pan
laquella lu-
UCial q.iail-
ia lio uilei-
m ponen tompo
i municipio, lie
sem .luvida ni ii 11 .i de admirar! Admira coin
i ll'eiti. i.....id se operou orapido orescimeo-
lo la populacho ali; como se operou o es-
I lutoso progresan em todas aa C0U8SS, de
mudo que aquella loOilidadoem pequeo
. s i(0 ja offerecla todas as proporcOes io>
i i ..i ns,ivois para satisiazer ns co.i lices .le
un municipio, culluc.do cuino se eolia em
urna postelo central. *.
II i verdade que, como diaseo nobre do.
jiula 10, he um luiar de BO eleitores ; mas
i inores, sn isto na miaba provincia um
lypoiara poder avaliar-ao dos progreaso
..e qualquor loe di la le i' Sira um lypj para
a cmara poder avallar o crescimeuto mea-
nio da p ul ic5o em qualjiertugar ? .No o
U po le ser cor corto ; OSO o pote ser pola
uronria ievelir;,io do nobre depulado quan-
do ae referi au collegio da Gacboelra, de
que faz paite a Tapera Senh iris, lie espan-
toso que ni acia da volacSo parochial se
la que rapra foram rcebidas 1,802 co-
dulas, o que da o na uente uuia populado
maioi t.iivez du 30,000 almas....
O r. ,\prigio: Tem.
O sr. Barbosa te Mmelda i Anima-sc o
nobre lepulado a couleslar-me nesta paite,
a inim que lui tcstemuuha presencial i' Bu
j.i ,iiso que nao me o ponlio i creaoBo des
aa i uiioio; tcnlio isto por cousa ndilTeren-
le ; mas a miiM como so aOlrma uoia jro-
pusicSo doslas. Seiibores, a Tapera com-
,ii-se do umi la que nao lea nom 20
casas, o ussas uiesmas do ordom infe-
rior.
Osr. Kprgio : Tem a populagSo sulli-
cienle para dar os eleilores que da. Osu-
i.boi .....ilevc regular a po,>ulatlo do una
i iKuezia pela populando uniotmeuto da sua
s lo
O Sr. Barbosa de klmtttla: Estimarla
que o nobre doeul.ido pude-SO du-me una
lornuea i ex u'li .las OUtraS localidid
O Sr. Barbosa de klmtlda :-0 nobre depu-; Anda mal. e medltou "I"*0. n'"'|"
lado sabe como a provincia nconhecequ, o ^^to*"^^^
Sr. Messiaa do Le3o lio magistrado honrado, %.^Xj*& poder admialslrallvo, e
ci.ial.io grave, sudo e probo em toda ex-,de'|er ,' |Ci nruvinclalque ecoohece
teusAo da palavia. (\poiados ) nnocaiUe> a embla provloclal de Pernain-
OSr. Sprigio :lie outra cousa. buco, queaeufna de nao preclaar de quein Ine
0 Sr. Bar/oa de \lmeida :Pois, senho- d llfOcide constiluctonalldade, e que _e le-
res, quem tem estas qualidades poder* por gracom o aentlmemo que a domina. densoiflar
vellora abusar nunca d& paderp.ra con- um .soque ai. sajad.c^r|0^; "%;
primira urna oleit .ral ? peder ..usar do ulo de'^X^'^V^TX.
poder a ponto do lan.i. mo d, lodos os re- ^ raapal c|kB1|m lodo cairespim.
cursis ilequidispOioKOVeriiDparahostili- dc 8lllcerid;u'c de seunentlincnto? Nao po-
sar especialoieiili; um individuo qualquor P der reluclar contra o acto, e ul Unamente nao
O Sr. Spngio :Eutaocomo llribuero ao eerlaaarimelra auloridade adminlstraiiva da
Sr. Naliuco inteivenens naseleieOes? OSr. proviucia, e no ineamo gnvcrno gem quem,
Hg&ffi\**m : M. bo &g"B2tiSr no'ilie^ acaldo
bemacliati. [Kisadas geraes.) ao fo.seaaiiMonada? Cielo qu slm. Logo,
OSr, ItarbuzH de Mmeida: A oleicao ilo tenlaliva. Iuutci e cicur.ea perdi-
IHtl foifeiti na Uslli. tflo regularmente, quo das; para que,como ji diascc auatenio.o hon-
appello para o nobre depulalo que he all rado meinbro, nesses seus >uppoatos inconve-
srlusluionte chefe de policis ; elle que mi- nlentei da execucao d. le de Pernainbuco, nao
lito.i comnosro debaizo n. mesma bao ieira egue logo a Itrada tojal^qos^se moiM. ao.
SCU4 ollioi, cuao ae dirige a pedir remcaio ao
"OSr. tolo :-ICst "ngaiJado. p0sClafCcro".l..,ler.tcs me parecen sulllGleales
OSr. Barbosa de Klmcida.-- ...elle quo es m0vcrein o animo da cmara do. Sr.. de-
leve comnosco em todas as combinaQOes ulallo, a reeiur este parecer da commiaaAo,
eleitoraes ilesas poca, elle quo loi eloilo le conllll c, s mesmo declaraca's que llic
uessa occasnlo, elle que diga se n.io he exac- ,io flUes, e cocerra em ai mesmo o. eiemtn-
tooquo digo, se cssas cloques nao foram tos de sua fraqoexa e ruina. ( ApoiadoiduJ s-
rius reaularmente. sem violencias, o com >alsa*j de fernamburo.)
tS>^B%%tM|0 a Co'aSOiea- M... .eob.,...ul,..aio.M.he.me..--
Aqu apparece a comml.io confundido ata-
da as cou.aa, destacado a medida do mal,
que a cidade do Recito soffrla, e para o qnal fol
ella appltcada domo remedio, equerendo va-
leres, de outraa localidades, onde o mal nao
xiate em ponto de produilr horrlvcls deiea-
peroa.
Seiiliores, a qurslo pd! se redualr a ter-
oi'is almpleai on na cidade do Recife bsvla
monopolio na venda da. carnea verdea, o qual
sr nutria e alinientiva com oa raes e* allllc-
uvos padecimentos da populca*o, ou nao ci-
Islia. Seealatlaquemhaver que, preaenclandoo
deaeipcroda lome, e ai nfleiibllldade do egos-
mo maia condeinnavel poiaa ausientar que o mo-
nopolio sobre osge eros le priineira necea.lda-
deque tm.nu ao rico e ao pobre, nao be i inmo-
ral ?
O Sr. Arau/o Lima E.la acabada enlao
a lilierdade de Industria.
O Sr. Paulfl npli>fa_ Esta conclu.ao nao
he a que naace de ineus principios. O honrado
mi nilu v ine convida pata urna discuaso que
pertence a o dominio do urna outra .ciencia.
Se acamara me quier ouvir com benevolen-
cia, e eu liver tcuipo, hel de salisfazc-lo nes-
ta, paite, c lalv.i po.sa mostrar-lhc que as
bellas theorias da liberdade de cmninerclo nao
podem ter a eupansao infinita que algn, ine
iiuercm dar as.iin por agora, anda eslou n
qucsliio de con.titucioualldadc. ou Inconsli-
tucloualidade, que he aqucllc em quea com-
misaaosc colocou, e nico em que poda ex-
plorar pretextos para pedir a revogac.ao da le
da provincia de Pernsuibuco.
Mas se, como ia dizeudo, nao cxi.Ua o mo-
nopolio eolio a nobre comiuissao tem por de-
vrr iodiclinavcl eutra nos exames dos faelos
x______-MMMaMi.Mi..aiia...aa.aagiaa^" i -gt.
OS' Paula Baptttta : Sim mai aeeile o" viagem.a exercer o seu lugar na relacao di cor.
raeu iiosaiiiento no aeu lodo c com loda a aus te, para onde, convm que derrame todo. esie.
Irildade, n.ra Uepois nao vir desvirtuado e for- conhecimenlos Infuaoa de geograpliia lopogia-
mar ca.lelloa no ar para combate-loa. Seinpre pbte., que fdrm.o seu nico apanagio aleaU-
eiitcudlaue a medida fosae lavoravel aoa cria- lico. O Sr. Mariani.uao qui que o aenadoi pelo
dorea que, vendo oa aeUa gados mala consum- Msraohao fo.aeo nosao Ilustre patricio, o Em.
dos c'iuaia procurados por um coniprador for- Sr. con.elhelroJoaquim Vleira.sollraporin.qne
" que Ihe lcarla
prliuei-
ve ha i entretanto que inuno me maravnnain ro, raic pciu rguuuu nuc que o uiga.
estas dlfferentea raide. que allegam oshon-:. Apenas chegou o llaluaima.e a noticia da esco-
rados inemliros, a saber, que oa ZYiadores he Iha do senador se cllvulgju, Vmc. mal conccbc
que tem sido os vencidos e preju icados ; e a alegria que se apuderuu de lodos o. habitan-
dlcolque me inaravilham, porque querjine pare-; tea desta cidade ; por toda a parle acou-
ccr que se o consumo creaceu ua ra.o dupla viain parabena e felicilacOe. : dirse-lila, quc
fcil Ibes he einpregarem resistencia com vanla- a populacao lutelra, por mullo lempo comptl-
bciii iininen.a contra o foroccedor de carnes. mida, s agoa resplrava ; ou que sujelta a
(.lOMiado.) I crucl 'yrannia, acabava de recuperar o precio-
1 -... rnimi i-iiisii me fa/em crer ouc i so doin da liberdade. Por loda a parteiouvc-
ram vivas, c girandollas defoguetes sublanao.
res, a repercutirn! asvozeade entliu.ia.ino
du e maia procurados por um comprador for- sr. conseineiroJuaquim neira.sourapo
cado e e.cravo de pt.ada inultas, Ihe haviam o aeja o Sr'. Vlveiroa. Nao aei o que Ih
linnor o preco c cosgi-lo a cahlr depola de gra- mal deshonroao ; ae ser preferido peln
ve lula ; eutrclanlo que mullo me maravllhain ro, ou ae pelu aegundn Kllc que o dig
e.le. allegado, prejui/os dos criadorca nao sao
reaca i que prejulso slm existe, mas he de
luda-, esas 30.000 pessoas de quo nos fallou um
do. honrados ileputadu. do Ceai, que se tm-
pregavam acsMS oppcrace Intermediaria
desde que o gado ahia do Ceari at o Recife,
e que lucravaiu cusa do. consumidores do
Recire.
isae ainda o bourado meinbro que o cx-
prealdenta de Pernambuco quii destruir um
monopolio crcamlo uutro.
Senborrs, asle argumento j nao aervepara
provar a inconsillucionalidade da le de Per-
nambuco ; he um argumeni de opinio em
materias econmica. Enlciidcu-se (e cui ge-
ral assliu he ;, quea liberdade de coiuinercio
era a piimcira oondleio para descnvolvlmen-
lo d.i liberdade do hoiucn e para o progresso
das i ique/s
qU
O Sr. C'ru: Vaeliado :-Esta fura da orden,.
O Sr. Birboza do Almtida :- em ttelri-
-'"" T "--------------- iiiftt. t) c uitiai'HJ'uu a ... v.- |-------- l^iiinriri
r,4o.p*mo.j.eslou-iiie.longsndoiliaisd0 |oc| rnmo nesou PVs,-' PaX ap "'/a : Sendo que u preco o, enerosdo l>,.cce...dade c.uprchendc.n n
l.sejarn... _____ O principio nao he verdadeiro, como pensou _0^';,^V,l"Jd" jote, quinze pataca./ goema arrisc.dos. para o, quacs uutro. nio
mili Millo Ordinario, nao; qucrcn concorrer,
, que a. aurlbuicaes da- oro em Pernambuco. K senbores, na Eranta ou he o pao tasador
ido caos.co quo resjlvou um i crise mi
rautir a
u quo couscieuciosa las faltas Cl5e, indiciara
nisioriai, .
em |iio loni incurrido, ds ligura que tem fe- divido jodiciaria das respectivas provincias,
lo ( oh '. oh ), do despiezo Coin que se tem augmentar ou diinioui. n territorio sobre que
delX.do tratar poli sdmioiatraoao, procura oajuue lein de exercer a auajuriadiccao.
apressada escinJer-se naa trovas quo em
breve a osperaoi, para que o estigma da opi-
iiio publica a .leixo Icaaquilla no descanso
eterno dos lina los.
A/yns Sn. Diputados iMulto boin.
O sr. ie.scnde --Isto he um insulto feitoa
ca un a
b7doriadoexaft i^Mf'dai de"-! priviiegio a alguein devcr-sc-hi
ua. pode legislar sobre a a propriedaue empregada r
iiideinnlsar faelos fall...
ui I i-n i i ; |.;1U,, 11,.tu. algmas conslilulcrs desses p-
pelo q'ue he lambem o rc.pcilo proprledade v09 eonliu di.posifiio Igual a nossa Mas nos
nina da razoca que e oppoem a lei de l'er- vivemo. fasciado com a liberdade em abstrac-
uaiuhuco, como contraria conslituicao. t,;0| a ponto de cnlendcr-se que ne
fas paicce, enhorca, que nesse arguinen- ,,ara o bcni dasclas.es pobres se deve laxar os
lo ha engao, e eogaoo exagerado. Invoco a vivercs que Ihe sao iinlispensaveu, que deve
benevoleucii da cmara do Sr. depulado aules 80Ifrer.
porque pude erqueo euganno teja ineu. o Sr. hsndei'rn di Mello Ha
. A propriedade na esphera Juridica he com ,|Ue, requeira lambcui o mouo|i
ruTlo'c cuiaerado no acto ad cloiial. I.ogo, eUello garantida pela conslilulcao c deve ser 5ecca, farinba, bacalhP
"u la he a quesliu que no deve oceupar, e respe lada cu lodo o sen. elle.lo ..rc.n.s- 0 Sr. Pauta Bsplbla:
OUtfOl os exime circumspecto que lemo a aive.. Mas desde que ella entra para a ope- 00Wunde .einpre o ono[
partido de lauto corac:. A' nolte, no thea
tro, i i mu-s mal saliente, essa dcinin.tra-
fdc de icrdadelro jubilo. No salao, nos cama,
role c ua platea, ludo panicipava da (ramlc
novidade trarida pelo altiarirta, O noinc de S M
Imperial foi milheidc veze abencoado ; e aiii
o bello sexo cun ea gr.ica natural deque he
dolado, o.""! ileixou de acompaiihar-nu no gcral
conlenlainento.
Ao pa.so porin, que por occasiao da chegada
do vapor, a graude noticia cnchia lodos de
cnthuslasiiio, o uosso Rodin, que segundo me
cuntou um dos seu. particulares amigo., acln-
va-sc a mesa ; e, ao ouvir a nova de auarat.il
derrota, tornandn-se livlilo cuino uin cadver
e nualoutro pai dua Nunie, arremessou lanu-
nba puntillada ineaa, que tudu eslremeccu
em roda delle, proroiupeudo em grito de tiai-
co (i .ii .ni! dcixando ao depois, cabir de
seus labiu una bia|ilieiuia, que irla salpicar o
manto Imperial, se este nao floasie distancia in-
finita de seu botes I Passado esse moineuti
de extremo de.prr.o, srmrihaulr ao de Audr.
de quem no. falla A. Humas euiaeu .W. C/ir
lo, ao ver-e conduiido s ao
pro.irado, Inanimado, como u
le inc.ino Infelis, logo .que u
Ihe sejiarou a cabeca do corpo
Para Ihe mistral at que pi
/inda a nos.i asscuibla provincial factura
i'i.igne ila BsIrtUa bjsta dlaer-s. que.....||
t do crrente, o Sr. Victorino apreiealau uiu
reuuerlmento que fui mmedlstanientesppro>
suplid cahio
> cadver daqurl.
eotello do al^oj
uto cacha ora.
Quanto ao conunercio, nao podem legislar de
modo que ullcuilaiu a impoilfSe geraes di es-
tado c o tratados, e ncui inesino obre dreitoi
de mportatao; pelo que lora de.se caso he
visto que pode legislar ; c he isto o que esta es
de haver
ulio da carite
.Nio achariam fa/eri uto he.se com ell'eito eua medula to- raf
pilapliiodoSr. Uirboza do Minas mada pelo honrado ex presidente de l'ern.m-. lica sujeita
r buco lacorro em algum dcfelto que a torne pulado que qua
mcrecedra da ju.la denomina;
coiu/iiieonal.
de nnli-
es induslraes, contrahe nova rcla;oe e
as teis. l'ois quer o nobre de-
ido se reprime um monopo-
lio por vexato"rlo e contrario ao bein particu-
lar e publico, quaudo nao se csbulha algucui
se diga que ha o'eusa
O .Sr. Moracs Sarment
iiisuiio no op
eui ist.
0 Sr. 'residente A cauar.i dos dopula
dos nJoliotr.it ida cun dosprozo pelo govo.--lv-,""o~-m"1- oa coi,iua;ao da exposicao do que llie perteuce, se diga que
nem eusuirreria que fusse por quem 0scrl|lla c seu parecer, Jiz que a exccu;ao da- directa ao dlreilo de propriedade.'
r qu seta. {Ipoiados | ja Pe de Pernambuco he contraria constt- O Sr. 6Wr.ru de Mello | = Nao esta na hy-
luicao. porque esta no j 21 do artigo 111) nao polheac.
per, u te a rohlblcso de algum genero de ira- O Sr. Paula s,.l..l i Tcntou alguein por
Callao, Industria ou comineVcio, enio qu.odo ventura espolUr de seu gados as criadores
elle oliendo os bou cuatiimc., seguranza e a
suidedos cidadaj, cao em que ella nao con-
sidera a venda dts caruei verde.
Paurt llap/isf'i : Sr. presidente, desde a vcuda da carne verdea cerlo nao ofiende
,lo.- honrados depulado pelo Ceara o bous costumes, nem a seguranca c nem a vi-
no parecer que esid em iliscussan, da doscida'dus; mas o que iucnutcslaveliucn-
|ie ni I o i rcyuga;ao ile Ulna lei provincial ae ic ultanau o l>o.. iiiuiui, conir'- > a
Pernsnibueo/ c ilcsdc que lodosos mais Sr. consciencia, era o monopolio que desc gene-
ilipiilnlos por asJBella provincia aprescnlam-se rofaiiam o airavessadore em Pernambuco,
uni em oorpo, e cuino urna opinio solidaria, cra gau irallcancia coin as neceisidade alheia ;
'easaoceupacao iininoral que sacrilicava a po-
breza aos Horrores da indigeucia e da fume.
tot l yi.'i/ii de Vcrntmbuco. } Del
.0 nobre dt-pulad
olio com o prvilegi
inupolio administrativo
A dSCUSSflO lie i adala pola hora
Vrtviliyi > sobre carnes verdes.
Contina a dlscussSo do projecto n
mo revnga
uto a le
50 desie
pcruainbu-
USr
iue do
proviucial
ircsiilentc, desde
lo
Ciar le preciso que baja ludeuinisscao j
du que? : ,
Pelo que me parece, nao se poderla dar un
passo no progreaso iuduslrial sem que elle nao
fosse logo acoiopanliado de mullas indemnisi-
i i\e da velhas machinase uteusi iolilisa-
dospel.. inven.... .oti..^ a- .u processo
Industrial.
que alguein chama m
nas cu guardare! einpre a devlds dlslin;--
entre o privilegio que uasse da le, que, antes
de conccde-lo, pesa e calcula o inleresses de
ludas as cla*ccinielaco ao inlcresse publi-
co, e o monopolio paiucular ; pelo que o mo-
nopolista, enccirado no casillo Je sua tndivl-
dualid ido, u.io ve outros inlcresse que nao
sejaia o seui neui imaglns que haja ouira se-
cessdade que mo seja a que ello seute de en-
riquecer. ,. ,, .
Em resumo, Sr. presidente, dire que lea-
nura dos sr. depulado deve ter comprc-
hendido adiniravelinciile.....
lint Si. Uepuiado: Admiravelinciilc .'
Usr. Paula liapliiltt: Digo admiravelinen-
le porque la;o jusli;a ua alia illuuracao.
Deve ter co.iur-uen.iiao admlravslinente que,
entend dever tomar \n
i.i com lingeagem de ao
railos
re
ilustrar
esta disc
go, c sem motivar
..Ut-razUO dessa prc-
ten;ao.
Analvsarel primeiro o parecer da comnii.sio,
depoll lespouderei aos arguiueuto. do honra-
do meinbro que o defeudeu.
A cotninlssso reconlaecen que n lei provincial
cuj.irevoga;ao pede est concebida em termos
"uuoccnlcs, e que reveala evidentemente a
competencia da asscuibla provincial para con*
Ircciiiua-la; qucixam-se, purm, desuaexecu-
ao, c dos'iiiconvciiienlcs da cxccu;o con-
lueui que se deve revogar a lei, causa ui
nal. .v
Senbores, nao quero molestar a commi.sao
mas permiti-inc ella que Ihe diga que com es<
se meiliodo de pensare discorrer o que se pre-
tende lie deixar a parte doenlia para se curar a
parle >iia lie abandonar o vicio que se imag
na para se cnmiiietier aggravo e tnbullos con
tra o que se rccoiihccc como puto e muocente
he Issu finalmente una j)icten;io illogica
itaitte. que nao he espirito serio, ueu
reconheeendo a oomlssio que a iei oa piuviu
O Sr. llandeira de Mello : Nao he cae o cla je pernambuco nao he contra a conatliu-
caso. Atienda o uobre depulado como o mo- j0i nao pode pedir com raio a rcvoga;ao
nopllo que se coucedeu aobre objecto fue- depa ,,ue a iiicama eseou(io que o noore
ariosse mdemnisou. ministro da |usilca, quaudo presidente dera
O Sr. Paula llplisla : Esa disuucfno he ,.uc||a ici, lainlieiii uao se excede e nem ul-
- iinpoilos pela Ici.
d um aparte. .
(i ; lie modo me o hon-
tVsr,V^ZW"a& de- i;\;m1'VTc"aba-r'co,.rvexame.- e opre0e, radTn,e-,broaLe nielhor las cousa, do que
&Sstsr*tai e,la:: rstaw-^n jk sr m,a^de tjma-
xado rm, po'r ora Iss., creio que poderel que eu nao sel aser, e ao olbo para iiarfo Wnassa osllraile.
mostrar quo t. nio a Ici con o sua execu;ao se expendida uo parecer da comin.ssao. So un. Um r Ihmstado (
.nnoi.in e.n um ai ligo da acto addicional privilegio fundado por interese imblico. para (JS,. Pt a(
eilln
intriga
ni i lo- rsm BSSonOVO municipio ; eslimnria |nie..nolmagin.no razoavel que espo
Quaudoappirccciu males naexecu;aodc um
sabor le que populacSo, deque nuin rojile
propriedade! se co llpa i nova villa ; mas,
.o existe cun etTeiUi e?isa populafOo na Ta-
pora, be preciso concluir ontJo que ella oSo
merece s sor villa, puicm eidaiio, porque
semduvida contaumi populacgo superior
i quo ti-m .qui a cidade de Nilherobv.
NSo tarminarei o met discurso, Sr. prc-
si lento seai dar urna poquena reapos-
Ic au nobre de, ul ni" a rcspeilodu que dis-
co el, Miluo a e|..ieo .le 1811 ua provincia
U.i I.,ihia .N3o quero de mod ) algum per-
turbar o nohre dcpnladu uessa gloria, quo
quii alardear de ter sido oleilo uessa occa-
siSo, ui corlo ponto Ioiivu.ossj exprsalo
de orgullio ; o ae o nobr.i depulaJo se tives-
luhii^doa isio, pur cerlo ndo me uceupa-
11 em dar-lbe resposls ; mas quoixuu-so de
guerra de advcrsaiios puliticos, JeiuimigoS
pessoaes, do guerra do govcruo da pruviu-
oia.
Sonliorcs, para responder ao uolir.Mlopu
1.1, .-.lu;.!e examinar se elle nasccui de vicios
c deleito, que s Inherente Ici, c a lornain
ineapsx de una applic.;:io lateral e positiva,
ou se da ui iiilelligeiicia do executor. Se a au-
loridade ou o poder que lein o direilo de Ins-
peceo solire a lei feita e promulgada he dis-
tincto do poder que afea, quaesquer que se-
jam os vicio dacxecu;ao, n.io pode revogar a
lei, qiiamlo quem a fas, e liuha a faculJade le-
u.ni i .II' i.i/.'-l i .'linio na espherajdc sua at-
tribui;es, e prucedeu constilucioualiiicnte.
Ora, se na hjpoihese dada a lei da proviucia de
l'i-i .i .u.liiii ., como rcconlieceu a caimuissao,
mo leu vicios que Ihe seja.u Inherentes} ese
o males apontidos iiascem do. defcito da
cxccu;ao, me jiarece claro que o cainiohn a se-
guir he outro, che o governo geral dingir-jc
auloridade administrativa provincial para cor-
lgir esse u|.posios Inconvenientes. 'Jada um
que obre cin sua esphera: eis-uhi o principi
iiiii!. benfico e que cada um de nos, sen
escrpulos c ante* com viva satisfa;io e pra/ei
deve seguir, susleular c defender; e nem uo
he licite seguir sculo cssaliutia justa e couve
que cu fo.se canal de lomar a palav.a par. sus- uauaento do rioMaracanaa, deve Ir.xer inUei...
?e",arak"dcPer,,aml,ucoco,.'raoparecerque <^W*2mL\T^iT\W>9*
c discute sem que tivese unta .neeridade de O Sr. Zroi.dc.ra de Mello Islo nao He m
de Pernambuco, teuhu ali
i relaccs, e nunca vi oa criadore. de
Pernambuco Icvaulareui osla oeleuuia contra
a lei, como os criadores do Ceara.
Um Sr. Depulado
Veri documentos nesse
qu
opiniio i lodi a prova, c sem que uvese em
lcmbran;a meus precedentes na ..sembl, oa
iiiinha provincia. Saiba que nuuca ali suatcn
le que a le era inconstitucio
iiiiuha npiii.au eu Ih'o direi
portun.
sentido.
O Sr. Paula llapli'ila
Cm Sr. Depulado : -
- Pode
Temo
ser.
ite documen
O ir. Paula Uaptisla : E que invento he o
de criar gados, para que mcre;a Indciunsa- ,us .
aln- (j Sr- j>au/,i iipUila : E por conseguate
uiuain deve a cmara do senhores deputados estar
bem convencida de que se parecer nao deve
Paseando a responder ao que bonlein dase o ser 0pprovado guaulo ao mais, que nao res-
lo de cunslitucionalidade, per
aoudcraco de que, ingeriudo-sc o i(taiai os honrados depulado pelo Ccar que
bre a polica c economa municipal.Preceden- ca a .u. paua J Je ,,, ga que, apear de seus bon de.cjo. pe-
do p.opo.ta da, cinara. A le. de .Sa8 creado- fcU4C,,; la^0 depoiJ os querer tala- J provincia de Pern
ra da cmaras inuuicipaea, confere a eata, eo- *"'" .-. V........ ..
tre uulra, a attribui;ao de cuidarein do abas
tecimeuto dos mercados
vr na cidade do Recife ( apoiados
igna;ao com que o povo sodreu os mouopo
al. eaual foi ali cao? e o que he que ha a indemuisar-se,
m oaoaalto op- da perguoio, qoaudo o criadores conln
no dominio de sua propriedade /
,n i___' l'assaudo a rcponder ao que honlcm d....
u.i o acto add.c.anal ( I" do ar igo 0 ) que JJJ .,,' declal (',uc acho nuil Ira- .,,.' f, ,ut
assemUas imM^l^a|Mr J0"^",,, podcraco de que, inge.indo-c o j,,,,,,,,, UJ
vado, nicrpellan lo ao governo o moUvopor-
que K achsvam iletidos uo qu.niil doc.nipo
dOuiiquc, os malvado \utouin Bernarda Co-
que, Da t.arneiro, etc., ele. ; cas tequila!
feas de Casias; de cuja prl.io re.ultou-aus
cssa scguran;a individual de que aquella cul i.
de aciiialmcnic goia seguran;! que um dos
retrospeclos seuianaes do eu jornal tuno ad-
miroii. Este procedimciito da assciulila, mos-
tra aloque ponto chega a cor.gemdecerugen-
te, nao 3e envergonhando de l'aicr Interpella-
;oes ao govcruo em favor, de hoincii, coberlos
de crimes, s-pnrque so seus srciarios, eua
indispeiisavei i.islrilinenlns de elri;oi'i, coui
o quaes esercein una iulliiencla de terror ;
Inierpcll icdes favor de horneo., que o gover-
no imperial, acaba de demitlir do alto, cargos
racimo da guarda nacional, por julgar lae. honra, lu-
co mpalvel. com ociimc. com a malvadma....
Ha das a esta parte, apparece. das 11 lioias
a meia-noite, certos sujcitos mascarados, qaa
tetn dado seu recelos A polica: uns, diiei.i,
que he negocio que cheira inia; oulros, ,ia(-
gibeiras e finalmente oulros, mortalha. Seja
o que for, ciiinprc que a polica tome as suas
medida.
A noite pastada ful roubada a loja do Sr.
Constantino Vianna por um prcto, eicravo do
Sr. Dr. llego, que mora por cima daquella loja.
Consla-ine que lodo o dinheiro c objeelos rou-
bados, foram hoje restituidos seu dono.
D gateta olliclal n. 1209 consta, que pilo
digno delegado da Passageui franca, ll.liiario
dos Aojos Franco, foram presu os celebre,
criminosos Alexaudre Gomes, Antonio Gomes,
eSlmiio Hispo Pereirados liis. OSr. Belisarlo
fui nomcado delegado daquellc lugar pelu Dr.
O. Machado, e he iucausavel coi perseguiros
criminosos, que aluda eufeilaiii os uosso cer-
tde. lie provavel que dentro em pouco aas-
scmblca aprsente nova iutcrpell.;e au go-
verno em favor daquella feral, U Coques,
talve nio teubaia mais direlios a urna lal pro-
lectiio. ._ .
i umo o!, weravo-lha pelo ol/inho, que ama-
nha. nove horas do dia, deve partir para o
Itio, tocando nesse porto. E.le vapor vaiiule-
ra.nenie cousenado, como Ihe i ver ua uiiulia
ultima i e a sua offieialidadc composta do capi-
lao lenle Aulonio >-ai IjJ Plguelra (com-
mandauli'/du pii.nclro lente Manuel Mara
Lubo Bolelho ; (iinmed alo) dos segundo l-
enles Joaqiiim de Paula Marlius, Aulonio Car-
los Cesar de Mello Audrada e Manoel Antonio
liegas, val balantcsaulina da nossa orinlaoY,
aonCc cousla-uie, que fura Iraclada como me-
reca. N.io escapaudu desse uuiiieio o respec-
tivo medico, o Dr, Nuno Eugenio Lucio de
Scibli. Um dcstes joveu, seguudo me coinuiu-
iiicaum do mea poticemen, que he abelliu-
do como as cou.as abelhudas ole va niiairs-
mi,Ai por cerns olkintuis que uao iio nenhuma
ainelra. Lstuu que a agoa do mar lavaro de
lodo as uiagoas do uosso cupido martimo,
A alfaiidega rendeu do da t a 14 do correle
32:z76)f1l9| do dia 22 de julho 9 do correle,
fallecern. 3< pc>soa.
. be... para oatlts JJe^"'dAd",,_.
A* vista do exnosto nob.es depulado. ignora.n sem duviua o. ca
.. A vista uo expolio, de 1U t0 iciupo c laiein on-
coino negar que o libertar .populacao de um m^r" V,*"iU?l Itecile (no.ado.J; e a re-
municipio du llagello inaupportavel do inono-
lio sobre o genero de pr.meira necessida-
d rnlicia en uadJre. asurque sea.cm de pedir un. re
,ore dPe.x?ofT corsso legal Ignora igualmente o graude
nin.ci deixemos debates que porveie e susc.lara.n na assc.n
b* d'e co.nb?- "'<* P'ov.ncial de Perombuco { apenados) Ig
cr para todo o ,,np,c M !%" ^SUJ^SA HH*L )
!*!"?*i-SSS^rrS: T2 dU0'.".0 horado me..broaquc.eu lu
de he um acto de polica
cuteud.da ? Porque, s<
theorias de liberdade de coinin
a i ii i 11 ii de opi.ies que se ho de comba
ibuco, nos entendemos
que ella nao desejarser privada do beneficio
que Ihe fel o cx-|ircideule, pelos quae ella
aluda Mocarra viva c gralas reconU;oe.
Muitoi Sr. Dapuladiij de Pcrniiiniuco : -- Mudo
be..., uiuilo bcn.
C'onliniiar-c-/u.)
l
ble. provincial de Perodinbuco ( apoiados) >g-
uorain a prudencia, os escrpulos e o uuu COItKESI'ONDEM'.IA l>0 DIARIO DE PER-
NvllBOCO.
Agora direi ao nooraoo memoro que ea.ui Maranhiiu 30 de agosto de l89t*
---------. 1....." .^-r.....--.--- ..-.-.....wK- w ......-----0-------------------~j."
lado l.asiar-me-liia ull"eiecer a consi lcrnr;,iO nlenle ira;ada pela consiguilo
.la Camera o quadro cumpa-alivu du resul-
ta lo da allala em tsii com u da el i^ao da
presento legislatura. Se o governo na pro-
vincia da Babia tiaqu'-lla n,uca, livesso em-
jircgadu US recursos di auluuda.lo, aci;au
ailiva na eleicBo, dara poi ventura ella o rc-
Uiu do. honrado, iui.ui do parecer, que.
retido pus. no .. conUra et.a verdadr, alias
Inconcusa, recorreu .a dill'ercntc bjpuihese
luds gratuitas, e unagiuou dillculUade c pe.
rigos que iiingueiii'os pude temer. Dl.se elle
Suppouh....e qjae o governo geral he da incs-
oii upioi.ioda l.i.e partilha o mes.iio pensa-
.-i.l o i qn :e eo', ii, |, .i'i..a actual ment de sua cxecu;ao, e por conseguinte que
allende ai reclamaves que por ventura
Ihe sejaiii dirigiilas ; suppoiiha-se ainda que o
espirito departido lucra com a etecu;o In-
constilucioual da le proviucial, c que poitan-
lo demora o remedio ; que fuer neste caso >
Quem argumenta por semelhaotc leor procu-
ra vantageu g ande, c a final nio lein neuliu-
maa. Vio poso conceber u.n governo interes-
ado'eui susleular violencias pralicadas por ou-
lros poderes ua lei fuud~mc..tal do estado ; me-
quindoi.sponlOaumaparl)dudi,cursodo r/o. ainda po.o conceber u.n governo abatido
Ufe depu&O pe,, provincia da Babia, quo fela^q^a?- aslSl SS.?*,?
ua ama accusa5auao prest lente daque la j' opoder.- geraesde atlribuifc. sua, para
Jiruvincia pur C.usa da oleiguo do Itill; ha incorprala ao po.iere pioviuciae.ou locae.
Ue mi.,ii.i ubngarao dtxer aluina cuu.a pa- para lal SUpprfi>ra preciso iippr igualmen
ra .il-n i .r au ui.'iio.s a i ni .io-s.iu qu- u no- ic umasocledade ja a borda do abysuio, coin
bre depulado poda por ventura lor cau- tuas i.ititui;cs j dcsinantelada, com oque
viurain 14 deputadus todos do urna toesiua
opima.i, to los Inscriptos a'uaii mesma cha-
pa, ns chapa do governo?...
OSr. Cnts Machado ;\ contiauar deslo
modo quero resmudor no mcsino loor.
O Sr. Barbosa de M.neida Julgo que es
Juu no mju diroilo quaolo respun lo a ac
c isafOea quo furam follas na casa por occa-
Sifio mesmo d:i discussSo deslo projeclo,
. i
lo : a aoeledade publica a nolto rtconcentratla
nue nao c malava diaiiamentc na decisao, que devea matar nu furlilcar os
tu numero d reic accomodado necessida bros desla provincia, foi cmliin salisfelia de
^s^rmVc^t^Mnoll7tlwM"^ttl'o de do consumo da cidade do Recife, lalve para Ui modo digno do alto .preco, qoc S. M. o lu-
acto addicional foi litlei-al.neole cumprido, c,,ofim calculado de coi. a caresta poder-e perador colu.na f./.er de nos. que tanto o ama-
-ebemiucle.nl., o, houve.am duas proposta.. I coo.ervar o alio preceda carne ; qu.lquer,
- que fose medida adoptada, deveria
Enole-sc que cssa medida de reprimir espe- em rcau.no.
cula;n s lo delcitaveis fui tomada depois de 5enlia.no
proceder propusta da cantara muuicipal do Re
, A/yun. a/>oiados. )
O Sr. HundeiVa de Mello : Nao Ii une pro-
posta.
O Sr. Auaulo de Olivsra : llouve, sim, se-
nhor, proposta i cu al a Uve e.n minha .nao.
OSr. Paula Uapiuia i -- Para que allinna o
honrado meinbro que uao houve propusta .' Pa-
ra que contradia uiiui, que eslive presente a
lodo ee negocio t
OSr. Augtulo de Oliveira : A cmara mu-
nicipal foi a priiueira a solicitar providencias popula;o
sobre o laclo.
OSr. Preiidenlt : Alten; o.
O Sr. Paula Uapiista m. Parecc-.ne, Sr. pre-
sidente, que algum* cousa ja lenhu ganho
coi. a d.lcuasao ja vtjo u.n d.llucio inem-
bro cantor do parecer que combato empe
pois. ^_- --
comer a cuudicao para o forueeedor de mal
u.n numero de ree proporcional ao consu-
mo. Scuiia.no lgualmeutc que coin essa me-
dida o numero de reies dever.a ser o duplo do
que ali ento e malava I tanto mais quanto
ever-se-bia esperar que, pela baixa do preco
da carne, o consumo e augmentas.c.
Ora pareceu-me scrapre impoi.ivel que tal
medida se podesse levar a clleilo em que a
depoi de algn eutaio, viesse
depoi a soffrer ; porque .ujeitar-sc um for-
necedor a abastecer o mercados de carne des-
de seis hora da inauha al a ci da larde
har-se com todo o acceulodeu.ua convlccio procura ma.or c.u ....y-- "-.-,
tgura em alarmar que nao houve proposta da wnpr* ,i! ,,S d,
.mar muuicipal parece asslm que va de-| mulla, por flUSlqueilllH|a
____i. i. ... -_ !____________...?:_ n.n.een-.iic oue tiesta, cniuusiau
S.lo.
' i/. Sr. Depulado : Mas isto uo so con-
.eliliu ao Sr. Paula PoDKOS.
0 Sr. Barboza de Mmeida : -Tenho conb;-
Cido quo os nubres depulsdos iiicomtnodatn-
so inulto quaudo fallo !
Me
ha de inaii precimo j desnaturado, e .em cal
culo humano que podessem susl-la.
Porlautn nesta parte aiulo praer quaudo me
olisiur. em peruadir-me que a bypotl.eies d
honrado uiembio sao gratuitas, aao laca po
demaia, c nao >ne revela... seno necessdade
de uslcnlar urna in causa. Outros
O Sr. Aprigto : -- Menos eu, que gosto do "es, sao os inconveniente que ha a temer, e
ouvi-lo. para que os rerdadeiro. males nao appare(aiu
OSr Cruz Machado:-O que queremos lis hcquesedeve deixar de .nao, c atirar-.e de
i .tica nara todos. una vei para o esquecimenlo aprelencao, co-
JJSIIQS para louua. Ulolca e exorb tante, de, a pretexto
OSr flartosaAA.mda:--Senboras. o ^"^K.ur outro dlre.lo, e, de' pre-
presidOUU da Babia nossa poca, o Sr. Mes- [l "" '^".tltucionalidade autoruar-.e urna
sias do LeSo, nao ura capaz de cnipregar iov,5o n05 poderes das a.embla provio-
xueos Untuosos, irregulares e vinlontn du ciae, commettci-c um cpolto de auas legiti-
a/.or guaira a ningue j em olei{0os, para uia aiirlbui;c, e revogar-.e um do seus
p.1u fafl-la so oobro d.qiutado... acto, que e coofei. practicado dculro da or-
CSr. Apngio :--PoS fez. bita de ieu poder
( hpoiados.)
diando da s.tua;o .pie eapontaueame.
para, para urna oulra que Ihe parece ago-
ra u.clhor: j procura armar-se de novas ra-
zes c motivos de legalidade para considerar
illega a medida que, e.n virtutlc de urna le
pioviucal, o honrado ex-presldenle de Per-
uambnco, hoje midistro da jusu, i, tomata.
Pol digo-lhe agora que est perfcltamenlc en-
gaitado; que precedeu proposta da cama.a, e
que cssa propusta foi a rcpe(i;o de u.ua ou-
lra que, j havla lempos, exista. (Apoiadot.
O Sr. Fernanda Pieirit ISo prova nada
OSr. Ver reir de Anular lie ve nl.nl e Se
houv proposta nao prova nad. ae uao houve
iinil.ni nada prova.
O Sr. Pauui Hapiitln Tendo mostrado que
tanto a asaeiubla provincial de Pernambuco
como o digno ex-preaideute Ua mesma ptovin-
cla obrara.n deniro doa lenles de auaa atribui-
;e, continuarei a re.po.ider aos argumen-
to do parecer da nobre cominU.o.
Di a coinmlssao que uao be contra os bon
coslumea, nem coulraa saudc do. cidadao* u
commerclo llvre daa carue. verde, tanto que
elle existe em todas as mais provincias.
com carne de pre;o raioavel, obrigar-sc
matar diariamente 8o rosee, e u duplo do que
at enlo le malava, devendo apparecer urna
procura malor em rela;o ollera, sendo elle
. rigorosas
cotilraclo,
pareceu-me que nesta. circunsiancias o cra-
dore haviao de Ihe dictar o preco e elle baria
de estalar, e o resultado seria licarem o cou-
anmidore. participante de loda tasa eveu-
luali.lades, c por coiucguiute mal servido e
foi por eta c outras raes de inconvenientes
pralicos que a assembla proviucial por una
lei coucedeu aulorlsa;ao ampia ao honrado ex-
presidente da provincia, sen. duvida mais in-
ruido dos meios pralico para libertar a popu-
lacao do llagello que suli'ria, autorisacao cujos
resultados logo depois moslraraiiiopalrioti.ino,
illuslra;o e experiencia com que S. Bf. se
houvera e.n negocio to arduo, pul que logo
depoi a popul.cao do Recile felicitou a ft. Kt.
(auoiadns ) pelo beneficio que Ihe fet c o cerlo
ne que at hoje u contraciador das carnes ten.
latiafeilo aeu e.npenho ( apoiados tem Ido
exacto ua obrigace que conlrahio (apo.ador),
e assim, deelaro, bquei illuilido cm uieu cal-
culas, em minha previirJei.
O Sr. .'.':! de M'lh : Enlao o nobre
depotado nao pode em ua prevuue compre-
hender os bellos resultado que tem traiidu
a lei ?
.. A nossa dignidade achuu-se e.n lula com
a malar alronla, que podamos soffrer, c a m-o
imperial llvrou-nos do oprobio Como outr'ora
l'er:...olimen, soube conquistar a dignidade de
ana posicao peranle o Brasil ioleiro, coulra
aquclles dos seu degenerados lilhos, que nao
ireu.eram arrogar-lbe igual Infamia tro-
co de seu partieulare inlcresse ; assiu
lambem, ns, soubeu.os, mo grado aos mallfi
eos iramaa da Estrella, e coi.fido na illustra
da posoa do ...onarcl.a, auatentar os uossos
bros perante todo o uossos r.no brasi
leros.
Com esla segunda derrota, o Sr. Marital, de
ve estar inicuamente convencido de que o .y
i das cu
ompresso
has. nuda uiesino as de mal alt.
acha-sc para sempre proscripto.
A sabedoria do uosso ...onarcl.a acabui ooca
ee meio iudccoroio de froniar o brio de
urna provincia lutelra, ainda u.eimo quaudo,
ella se veja na dura ... cessidade de ser repre-
aentada na cmara vitalicia por hoiueus de re-
conl.ec.da ignorancia. Horrliel paradoxo, que
s pude comprehenilcr aqoellea, que i.5o guo-
rain al que ponto o nosso partidarios sjen-
licani lulo os reaes inleresse de sua patria!
Com esta segunda derrota, o Sr. Alarla..! deve
citar capacitado de que elle proprio he una
das melhoret Cua/io. que pude existir ; capia de
faier saltar a. uuvena, como pouco dista o
Observador du Sr. Vlveiroa, aquello contra
quem exercer aui fo.;a de belepole.
m Se aqu houvcsae dous Mariauis, di.. hoh-
tcm o nosso Tniouco, perla da botica do Ma-
lillas cu apelar de todos o meus eulraves,
aprcscntar-ine-hiae.n concurrencia priineira
vaga do Senado, com tanto que ambas aquel-
las cwihas, fossem coiuigo na mesma lisia. E
que tal ? Por ah, j v Vine, qual'a for;a com-
presiva do Sr. Miiiiui para faxcr culrar a
qualquer no senado, ainda mesmo, que este se-
je da cathegorla do nosso M Desengaado o Sr. Mariaui de que pelo Har
nhao un ns poder ter um aeulo no seuadn,
ser bom, que quanto antes, depot de pagar o
seus credores, eulardandu a pacolilha, siga
KECIFE 28 DE AGOSTO DE 1832.
as 6 nonas oa tarde.
Kctrospeclo Semanal.
So dia Sido c irr.nilo tuvo lugar a rcu-
Oiilo do tribunal Jojuiy dcsta cidade, ai
qual compareccram smenlo l-i jurados,
sendo pur esse motivo espacada a sess.lo pa-
ra o dia 88, f sorteados de novo 36juizc
de ficto. Chega lo o dia -8, a mesma cou-
sa surceleu; pelu que trsnsforio ainJa o
juu presidente a sessf.o para o da 31. Fui
quanto subsistir a actasl organissfilo do
jury, em quanto as funcroes du jurado nlo
furein cercadas d" cortas honras o c uisi le-
ra;es, que as tornem ilezej.vois, podem s
estar coi tus do que.s a muito custo o com
a maiur repiiguanea dus cia Ius. se con-
seguir i faxor irabalhar sua 13o prolicua ins-
tituii;.io ; poim, anida assim, nunca su
podera esperar della toda s rrgulsridade,
lodos os bons fructos quuem si encerra.
Entregues o dedica los inteiramenle os
delallics e cuidados da vida particular, nem
todos os cidais podn clovsi seacon-
ceprao o so amor du interesse puldico ; o
esporr de tolos ilmilnsnte couss, seno
esconhecor s usturoxs bumsns, o correr
pos ams chimra porquo emlim, ia ui
um sabio oscriptor, o con tmo o tunde-
menlu o ra/.li), quo o Inimo i uo be so unn
Intelligencia, uns tambem utns pesaos, um
egosmo por sssim dixer, e que o moinor
meiu de assegurar a prospendado publ ca
he inleressar nella a mosma fores, que,_s
mais las ve/os, ihe oppe obstculos, o lo-
tcressepessuil. So queris pi.rlanlO, que
ranlo
o ciJadu brazileiro so resolvs faciimenie
aban lunar, todos os anuos, pur 15, nu mais
das, os seus negocios, os sous iulcr-.-s s
particulares, o quo somado DO tribuna uo
jury comproheuda altonto luda a grvida ao
la sua missao, nnoxai n runcijaodo JU'|
vsnt.geus honurillcassim.puicm resss e i"-
sitivas, lo sorte quo, alo o uns i^noiaiiw
possa con locfi-las, e, por assim dixcr, p
lar.Entao.o que liojo so procura inuliluir -
te obter por meio das multas, exped,. uit
sliss injusto por susdisigualdadc,sera BS"
fai liria monte olqilu pela r.cuilH'Ciisa,"1
SOmprn SUaVe OClliCaZ. tema
tala qaswu uouos governsnie., *"'-
..verd.delFque llgelrameoM aeJP?3.
acabamos de a.tignal.r .en. uo." pob" "' _
nica semanal, e propuze.srm reloru.a j
y, quasi null.ficado entre hu.
Subite ainda o costume abu.iv
iiotilicarem individualmente o juu-
festa infra oulra occasiao ...ostra."
de se nao
sorteado,
com man
segundo j e.n ~~~ arfelio,
.nuito conven, que 0 oqualoulemde invalidar multas elie.,'.
faier que sej.ni ejecutada lojustamco"
tra quem nao foi oolilicado nos devldo termo-
da lei.
*.w>m*
J MUTILADO


K
.\a tarde de ti do oorrente um boleelroei- CONSULADO PROVINCIAL.
iniiteadoalropelloucerlo homem.'que pamvi Rondimento do dia 28.....793,701
i.ela ponte do bairro do Recite, deiiaudo-o has-
Mn'teinente maltratado. Nao be a primeira vei PIUCA 1)0 RECIPE 98 [>E ACOST DE 1852
quo desastres desta ordem acontecem n'eala AS 3 HORAS DA TAHE.
cidade, pela m dlreccao (|ue os boleeiroi dao i Revista semanal.
aoi carros, inporuudo-ae pouco ou Dada com Cambio- NJo ae flteratn t'aosaccflea
os viaudaulcs ; e como quer que pela inalor depois da tbida do vapor Ve-
par le pasieui iucoluiuea oa leu) dlscuidos e lo- ,,,*, mas pde-se colara 27 l|l
soleociaa, uo be por sso de admirar que lo I d. por 1/.
frequcnlemenle sejun contundidos ou pisados Algodio- Vieram ao mercado 1.066 lie-
os peoei, Por esta occasiao nao podemos del-
iar de reclamarque a polica tome debaiio de |
sua vigilancia taes vehculos de conduccao, ar-
regimentaudoa gente encarregada do seuser- |
vico, faendo iiunierar os canos, etc., clcafi.u
de que o publico posia licir melhor guranlido
de todas as fallas e al crimes, que a esse rea- ,
1 0IIO lOllYCIII
O que acontece com os carros, venfica-se
igualmente com oa cavalloa e os chibantes ca-
valleiroa que com maior sem ceremonia os
Assucar -
cas, que foiam vendidas de
5/600 a 5/700 por arroba do
de primelra sorte, e de 6^200 a
5/300 do de aegunda.
- Hcm que s eiialam ordina-
rios, fe-sc venda do de ler-
ccira soile de S#I00 a 2f00,
da u uan de 1*900 a U950, da
quima c sexta de 1/700 a 1/800
e do mascavado eacolliido a
1|450 e do regular a IjHOi
diariamente pelas mas mais publicas e frequen
tadas da cidade. Tamben por csse motivo,
quanlos individuos nao ao airemessados oo
chao, quantaa criancas pitadas, sem c|ue a suas
desgranas possam obstar ns aincacas de multa e
prisao das posturaa da cmara municipal! O
que podem, porui. valer as lulmiuacoes da Ici
se nao ba voulade liriuc c constaule de faze-las
ellcctiva? tis cm qoe cousisie ames de ludo o
nosso grande mal. _
,\o da 27 co.ncc.ou a novena de Nossa Scnho-
radaPenha na sua igreja dos revciendos pa-
dres uiisilnuarina capucliinhos, c lem sido oita
com a decencia e religiosidade ooiluinadat, ha-
vendo aemprc giaude concurrencia de liis de-
vulos. O hospicio acaba de receber mais um
missiouario ebegaoo da provincia do iiiaianha i,
c une vem faior all a aua residencia. Te.u
piiriaulo a religiao, entre ni, mais esse zeloso
ministro: e mullo seria para desejarque o nu-
mero de lao di.uncios e prestrnosos padre!
I'osse elevado pelo menos a doie, de maneta
que pudesse haver inissao anoualmenle eui to-
das as villas do lulerior da provincia, pnis que
sao patentes c incontestaveis os inmensos
bens, que d.i suaaciivid.ide c evanglica abi.c-
ii.'io lem resultado a religiao c ao oslado, de-
vendo ainda eslar bem fresca a lembrauca do.
luneslos accoulecimenlos de Janeiro do cor-
renlc aoiin, que mil bayonetas nao Icru.ina-
riam lalvez, que um sm.ssiou.ri piidc acal-
mar rom o auxilio semprc clcar. e prodigioso
da palivra divina.
Couduio-sc a venda das accoes da compa-
nhia purtugueza de p.qiielcs de vapor, e OuO
lllguaturai foiam enviadas pelo Teviol aos
yus ilireclorcs uacidade do l'orlo. Entre ellas
iigurain cominerclaules de diversas Mlfaego-
rias, proprieiarios carlistas; c tal foi oseo-
Ihimenlo <|ue oblcvc essa einpreu, que eon-
cluidaa, como disseuios, as assignalmas disbOO
aeces, que para aqu vieram, jinda valias pes-
soas se quemo iuserever, au que o euearregi-
do de promover nao duvida aiinuir, segundo
nos consta, sob a COJldlflo de serini retiradas
assuasassigu ituiM, se os directores as nao jul-
garem precisas.
O Golfinho chegado hontem do Hanlo,
nada deu de extraordinario, c oponcoque b -
va se acba exarado na cana de nosso cor.es-
pondenic, que vai transcripta neste numero
Entraram durante a semana lOemba/cacOei
c -lu un 18. v
Renden a alfaudega UAljiiJ.
Fallecern) 47 pessoas : liomens, 10 inulhe-
res c 17 prvulos, livres ; 7bomcns, i uiulbc-
res c 2 parvqlas, cscruvas.
Publicaguo'a pedido.
Joiio araiva de Araujo Galvao, escrlvao da de-
legaeii do prirneiro dislrlctodo termo da ci-
dade do llecife de Pernanibucopor M. i. e
C.| que Dos guarde, ecl.
Ccrlilico qne o termo de que fai niriicao a
supplicaulc em sua policio relru he do leur
seguate: Perante o delegado de polica do
priuicirodlstric o do termo, obrign-nie cu abai-
\o anlgnado Joiio Loureuco do Llvramento a
casar-ine com Francisca Alina daConceicao, a
quem solicile e deivlrgiaei, c para que possa
ter lempo de cuidar das foi nulas necestarias
para a celebiaco deslc saerameuio, e para
preparar-me e a iniulia luiura noiva, obrigo-
mc de fosar valido e ejfeeliva este emirato de
boje a um Mil justo, ou quinde mullo al o
iini de aetembro futuro, licaudo sujeilo a qual-
quer piocedimeulo mal enrgico c activo da
pulila, seuao puzerem pralica rslaubrigacao,
i- de inialquer laclo que poi ventura posta ai>-
pareeer pira o liui de illudir a autondade, licu
retpoutavel e ella iuc impura a pena que en-
tender conveniente.
Delegada do prirneiro districtn do termo do
llecife II de agosto de I8ji. Joiio Loureuco
do l.ivrauenlo.
i. nialitenia oontlnba coi dito termo queeu
cscuvao no principio desb declarado c abaixo
assignado, bem e Belmente copiel do propno
oiigiual a que me reporlo c val sem colisa que
duvidafaca, escr.plo e assignado ne-la cidade
da llecife aos 27 de agosto de 1S.V. Eicrevle
assignei em f de verdade. Joan' Sarah/t de
liiaujo Calvao*.
Clausulas es pocilios da airomatacSo.
!. As obras du 20. lancu da estrada da
Victuria, sorSu feiUs d coiiformi.laile com
o Hicunciii'j e (llantas approvadas polfdi-
reciuria etn con.'ulliii, nestn Uut(15 do m ./-
Co) presentido > approv,r;Ho doExm. Sr.
presidenlo da provincia, lulu na importan-
cia de 22:663,594 rs.
2." u arreniitante comecar as obras no
preso de um mez, o concluir no do um an-
uo contado da data da assiguatura do con-
tracta
3 A imoortancia dcsta irremata^llo sera
paga e n quatro prosiacSe iguaes, da ma-
iieiru soguinle : piiuicira, quando oir-
reuiatauld tivor fritu a terrji paite da obra
lo suu Contracto; asegunda, quando lier
feito dous torcos dis obras; a terceira quan-
do for recebida provis .riamo.t',e a quarta,
SuanJo for doiiiiii.vaiiiciii recebida, nao
ovo.i lo olTecluir-su pagan) lito algum, an
tes Jo liu lar-s o pmneiro semeslredoexer
cicio ilo 1852 a 1853.
*. l'era tuJo o i.ais que n(o estivo; do-
toruiinaJo ii.s pros ntes clausulas, seguir-
sc-li i o quo dispon a le provincial n. 28C !
17 do H)4o do 1851. Confuriiio.-- UieOrtJ
tari, Ai.Ionio F. da Aiinunciacl).
O lllm. Sr. contador da Ihesouraria pro-
vincial, servindo de inspector da meama Ihe-
souraria, em cuinprineuto da ordem do l'iiu.
Sr. presidente da provincia de 20 do Brrente,
manda f itcr publico que nos dias 14, i5 e 16 de
selembro prximo vmdouro, ir a praca para
ser arreuiHlado perante n junta da laeiiria da
mcsina Ibeaonrarla, aiiuein por menos fuer a
obra dos reparos da poute de Tracuuhcm ava-
llada em 1:7"!OJIOOO.
A urcuijuc '. i ser feita na forma dos arligos
H e 27 da tel provincial n> 2S5 de i7 de malo
de 1851, c dbas clausulas eipeolaei abaixo co-
piadas.
As pessoas que e propozerem a esta arrema-
_i laclo comparocam na sala das sesses da mes-
Naviot entrados no din 28. uu junta, nos dias cima iudicadus, pelo lucio
II unburg) 50 dias, escuna dioamarqucza da. couipcieuleincute habilitados.
Danil, de 180 tonelada, caplo P. B'e- E para coustar se maudou llixar o presente
ckwoldt, equlpagetn 7, car,a faiondase epublicar pele DtVnie.
meis gneros j a Bruno Praeger. I'assa-
gciros.Maii.i.lLi- Aniuni'S.OlloScliwuiz,
Joinna Sebrciber, Juai|iiim da Silva Pi
nheiro, Custo lio Jos : isSioto, Jobam
P. W. Sclirucler o -u.i familia, o m ;is 3
pagsigei o c i passipi rtoa.
Rueos Ayrestocindo ni Balita -- 23 .luso
do ultimo por tu .1, polaca heipanliola
P rom pa, de nj loneladas, capillo R
lloss, rquipagem II, carga carnosecca; a
Uallli r c. Oliveira.
IVavios saflidos no tnesmo di%
II reelona escuna hespmhota Anta.capi-
liio Llomon, carga 11| odll
deltam a esquivar, e at correr toda brida, i Courossalgados-lla falta c sao procurados a 107
l|2rs. por libra.
liacalho-------llclalhou-se de I3/S0O a 14^500
por barrica, c licaram em de-
posito 3,700 dila.
Carne secca Vcndeu-sc de 3# a 3/100 por
arroba, e|liciram em ser 27,000
dilas.
Par. de trigo dem de 15/500 a tu/por bar-
rica, ficaudo cm deposito de
..un) a i>,JUi.dilas.
Mantciga dem a H0 rs. por libra Ja In-
glesa,
(.'retes-_______(.arregou-se assucar para Mar-
sclha a 4o a. e 10 por cento.
DllOOntOl O banco discoulou de 6 a S por
ceulo, e os particulares de 6 a
o dilos.
Picara m uo pono 35 emba cacOcs, sendo I
austraca, 1 brasileiras, 2 hespauholas, I diua-
marquea, 3 iuglezas c 2 portuguezas.
iir *-......>
Movimentdo porto.
Touro, ferro sueco surtido, dito inglez, fer-
ro em chapa, ariaiede ferro, limas suitijas
de diversas polegadas, limatSes, litSo o i
li'Dtol, cobre velno, zinro em barrs-, irame
de iill i groiso, dito de meia grossuia, p>-
dia i o i.s.ciiixis rom follus de (landres sin-
glas, c marca cruz, sola curtida, e peles do
cabra': quem l es geno o- liver e quizar lor-
necer,p lo dirigir-fe sal di directora do
nesmoarsenil, no dia 31 do crrante mez
ao uieio dia, munidos de suas proposlas cm O a1"'* signado, temi a ven ler na
carta fechada, o as competentes amostras, ra, em um laboleiro, o seu caixeiro Jos
- O arsenal do mannha compra carvSo S'biOO de Oliyeira Jnior, o qual tnm 20 a
doi.edra da Biir.elri qualidade, propriopannos de id^de, meu estatura, magro,
oaravopor, iquantilad quo se convenci | falla descansad, o natunl do Ceara, este
mesa a imitic.lo dos de Sovres, etc. ; tr
pois lugar o leilSo na quinta reir 2 do pr-
ximo mez de aetembro, as 10 horas da mu -
nha, na casa ondo residi o referido Sr. Dr
na ra du Trapiche Novo junto do Sr
Schramui.
^a^HipjMMapnMiiafasiaBiaswsiM
Avisos diversos.
I pedo as autoridades policiaes que a terem
Banco de Per.iaillbUO. 0ljcii delle^o fiim prender cara averigui-
O conselho de direcco declara que os JcS, pois cslcala-se em um cont do ris as
descotilos da semana que deoorre de 30 do
agostos do selembro, s3o do 6 por cento
atofim do outubro, 8 por cento at 6
mezes, e o expediente pan os mesmos des-
contos, das 11 horas da manl)3a as 2 di tar-
de. O mestno* conselho faz corto ao co h-
mercio Je-la pra?a, que o banco compra e
vendo blras do qualquer quantia sobre o
li n Jo Janiro, a prasos rasoiveis. Ilanco
do PiTiiambnco 28 do igosto de 1852 O
secretario, M. I. de Oliveira.
TMMTHO
COMMERCiO.
PRACA DO RECIPE 28 D ACOST, AS
3 MORAS DA TARDE.
COTASOSOFFICUES.
DoacoiltO de lolrns du 3 mezes 6 p. c< ao
anuo.
ALFANDEtiA.
UiMidinn.in.uiiu 1 u 27. .219:334,392
dem do (lia 28.......3:139,169
222:473,501
I .., orraja hoje 30 de agesto.
(alera Ingle- I-inda moicadorias.
li igue ingle/. Talbol buen lilao.
CONSULADO GERAL.
Rundimoiito ae 1 a 27.
37 990,642
ldcmdodia28.......... 740,297
38:730,939
DIVERSAS PROVINCIAS
Reudiineutodo I 27.
Idcnido dia2S.....
3:0)7,263
27,508
3 041,771
Secretaria da tbeinnrarll di fizenda provin-
cial de Pernamluico, 25 de agosto de 1852.
O secretario,
Antonio Ferrttra d'Annnneiarao'.
Ctauulas eiptciaes la arrematar au'.
1.a As obras dos colicortos desta ponte scriio
feitas de conformidade cam o orcamento uesja
dila (13 de agosto) aprescnlado approvafio
do lixin. Sr. presidente da provincia ua impor-
tancia de ii7fl/uf0.
2. E.ias obras devero ser principiadas no
prazo de um uiei, c concluidas no de cinco ine-
ic; contados como determina o artigo .'!t da le
provincial u. li,
3. Ai.upor'.ancia desta arrematado ser pa-
ga em duas preslnccs Iguaes, da maneira se-
A8s patacho braaileiro AmiSlde, capililo guate: a primelra quando oarrcinaiante u-
JoSu Di niKOn i d I Anejo, cm lastro. ver feito melado das obras, e a segunda quan-
raiiiln -- llialu braaileiro ParahlhUO do estivercm todas concluidas
llenriquo ,1c Souza Mafia, Carga Durante a c,ec,ivao
Passagoiro,
mai
mostr
vnrior. gneros.
reir Luna
I. Durante a eucucio das obras o arrema-
LucidatO Pe- 'amedra fcil passagem para o transito pu-
blico.
Tara ludo
.una i....... o, rara iuau iuma que nao esliver deter
Rabia escuna brasiloira A loliu le, mestro lllUl) ,l3s presentes clausulas, e neui noorca-
Izi lorio Jos BaptlSla, carga varios no- memo, seguir sc-ha o que iiiapdc a lei proviu
ros Passagelros, PellX Cypi iano da Silva Cial n. !8u de 17 de maio de 1851.
Teixeira, e Domingos Vimna dos StdlOS. Conforme. Oieeretarlo, Antonio Ferreira
Aracilv hite braaileiro Anglica, mestre t(KnnuniiaaO'.
Jos Joaquina vives di Silva, carga varios O 111
seeros. Pissageiros, Joiio Joaquim i'a- provincial,
Sf contador da Ihesouraria
sorvindo de inspector da mesma
gols, Aolooio odrigues Abrales, Anto- thosour ni, eme
i.. Francisco Rodrigues MsgalhSes, Jo Exm. 8r. prei.lnte d provincia, de so > Podro de Alcntara, Amonio Lomos Bra- eorronto, manda fa/.or publico qu- nos di s
'a A' Ionio de Castro e Silva, Emilia loa- 14, 15 e 16 do s.-tembro prximo vmdouro
uina Alvei. e Erancisea Joaquina Alvos ir praca para sor arrematado prmica
da fazoilda da Husma Ihesouraria.
A mor ni
EDITAE.
- Ollm senhor ollicial-maior, servindo 3
QUARTA RECITA DA ASSIGNATURA.
Terca fera 3i de agosto de i85a.
ESTRE4 iOlOh
BERNARDINO DE SENNA.
Reprusontar-se-lia o drama
(o r a ;:toi.
O papel do ceg ser des:inponhado polo
Sr. Senta.
Rematara oesneclsculocom o vandeville
Cosiiuo
ou
PRIXCIPE
l'riooipiara as8 horas.
avisos maritimos.
Pina o Rio do Janeiro Baba no dia 31 de
"gusto o brizne braaileiro Kecifo; .- icco-
bo passageiros ou escavos a fete, pira cujo
liin tiata-se na ru do Collegio n. I7.seguu-
ilo andar, ou com o capitSo Mu noel Jos Ri-
beiro.
i'ar.t o Rio de Janeiro.
Recebe caiga e passageiros unra o Rio de
Janeiro o patacho nacional Fernando Via-
ianlo, de primojia marcha, que segura
com a maior hrevidaJe : lrati-*e eo>n oca-
pitO a bordo, ou rom Balthar & Oliveira
na ra da Ca lea lo Recite, ermazem n. 12.
(Jear, ^Jaranltao e l'ar.
Segu na presente semana, o hrigue escu-
na nacional Graciosa, CapiUoO pralico Jos
Maria da Silva l'orlo, aiida i de recaberal-
gums carga [muda e lem e.c !ent"S com-
modos para passageiros: trula-.-e com o con-
signatario J. U. da Fonsoc.i Jnior, na ra do
vigaiio n. 23 ou com o r ipil io na l'ra;a.
Para a Parabiba.
Segu com brevidade o novo e
mos, contados, como dotc'rmlns osrt, SI'velero late nacional Santa Cruz,
'"Tim.'orla'iic?.; dSiu ohr. ser paga mealre Vicente Ferreira Lopes :
siagOes da manrira seguine: quem nelle quizer Cdrrcgar, din-
ii>Ltr< la trae ii !... .1 i ri. g-, r \
ra da Ladea Vellia n.
a ra do Trapiche Novo n
undo andar.
Ped
8
I ii.....
Ginraltir-- brlgue austraca Tries ti no, ca- junta
Pitno t; Bassicb, Ca assucar. quem por menos lizer, a obra do um enro-
IVatilos en Baliia-SdiiiS.lirutnlirasileiroConcoicilo, lora, vahada en. 950/000 rs.
lo 196 tone alas, cpitSo Jos Alvos da A arrematas, o sera loi a ntI forma dos
SMV. Flores equipageai l, em lastro a arls. 21 e 27 da le. provincial 0.1986 de ma.o
I mi ios, Veio a e>lo porlo de ISol, o sob S clausulas es .ociaos abai-
xo copiadas.
As pessoas quo so prouozorein a osla arro-
matasSo compansain na salo das BBSIOM
da mesma junta, nos das cima iudicadus
pelo moio da, coniielentemenlo habil-
talos.
E para constar se uiandou allixar o pre-
senta e puidicar pelo Diaiio.
Seciulaiia da tbesouraril provincial de
l'uruainbueo 25 du agosto do 1852.-0 socro-
recebor prillco o s guo p ra o Assu
iilin -5 lias, hiato brasil do C.prn-host,
de 15toneladas, nieslre II-ariqueVluire
da Silva, equipagem 5, carga virios gene-
ro; a Lino Jos do Castro Araujo. I'as-
sageiro, Pilippo da Silva Porto.
Navios sahi'los no nusmo dia.
Rabia c Rio do Janeiro-- va.'or do guorra
braaileiro Guapiss, conmian lauto o ni i -
mono lenen'o Joiio da Silva Uranco
ErricommiSsBO- brigoeasenas de guerra tao Antuuio rorreira o Anuuneiac.no.
"nseaMeiro ulii.ds.Joinmandantoo pri.i ci- Canlas espeemes da arrematado
S Be nardo Antonio Lo iroiro. l..Ser hila CSl. Obra da con oro,, lado
Marsolba-harc, rranc Zi Diana, CSpilBO com o orean, nlo nesla data ( 1.1 do agosto,
Dra i carga assucar u couros. Passa- aeres ntalu a app.ovacao do Exm. Sr. p,c-
aeiro Js lnolo Loiola. "Menta da provincia, ni importancia de rs.
I iv rnool --hriguo ingloz Richard, capit5o OJOaOOO.
V VVbite oargi issucar. 2.- As obras piincipin.ao no trazo de II
._L. i rmumii i w wjawisni" ~1 dias, osera,, conclu US no prazo de dousj
abaixo copiadas.
As pessoas quo se propiizorem a esta ar-
arreniat
sOos d
dicados, p, ------- ---. matado a q.
habilitadas. ... dtaa 27 o 31 desle n:oz, o 3 de selembro do compradora por qualquer preso, cl.aru-
t para constar NimlNdAsfO pr*sen do ,|nc,0 em cs,a ,s lt,hl;1 ,,o diversas qual, lados um car-
le o publicar ^,"2^"^^ enllocado o l.ospil.1 roglment.l, son as con rn do qualro rodas, o una parelha de caval-
sourariaodifiaend Prov>n0i* L"[aVlo diccOes abslao declaradas. As pessoas a los bons, e trotadoras.
yao.tdaariatoaJIM.-Oai^rtoi uJrallYI.rdU,arrein.iieaoiJewra0C0lll. A. equmimento do depositar... da mas-
, g|iu... ,-_ a sta ar. o II tm. Sr inspector da Ihesouraria de fi- do una gran le mobilia.e outros mullos Ob-
,eaSOiS quo se propt'^rern a es a ar cm yir s perlenoentM, urna pesso quo so re-
Itaelo compai ecatn ns sala das ses i, J^ llo ,. r(iu itlt B.tci assim como tambern i-a
o meamo r banal, bm^ias mb n ^ (lfl r a |elSo p,,lt0, ,]e panno (io Dditoen con-
,s, pcio n.eio da, cuinreltulcu.o..lo ,.li0 a r nic||0J rier ng u, cha em urna ou mais caixas a vonlade
'Antonio Ferreira da Ani.uneias.1o.
DxportaeJiO
Lisboa, brigue porluguoz Viajante, do 294
toneladas, con uzio u>eguinlo :--3,378 uc-
eas c 39 barricas con. 17,194 arrobas e 11 li-
luiis do issucar.
I.lem, brigue purtuguez Novo Vencador,
de 294 toneladas, ronduiio a soguinle :
1,909 saceos. 40 b-tricas, 32 caixas.o 5 quar
tolas com 11,693 .irrolnso7 libras d^ as-
sucar, 10 barris mel, 22 pranxoes vinlinlioo.
Iltienos-Ayiescomescla por Montevideo
litigue nacional llanil.al, do 196 toneladas,
conduzio o soguinle: 1,000 b-rricas e 200
barrlquinbas com 8,725 arrobase 2olibras
de tssncar, 1,500 cocos com casca, 212 Cai-
XOoS doce. '
I ivi r. ool, briguo inglez Richard, de 549
toneladas, conduzio o seguinte -.1,400 sac-
liS ci m 7,000 airabas de assuca-, 1,833 sac-
ras cun 9,891 arrobas o 21 libras de algo-
dio. .
I'arahybs, h'ato nacional Panihybano, do
37 toneladas, conduzio o seguinlo :-30 vo-
lumes fazcndBS, 3 taix>s de ferro 60 barri-
cas IV ruiha de t'igo. 25 ditas bacalbao, 3
caixas miudaxas, 1 gigo louca, 1 barrica ge-
iicti.-n. 4 barris manteiga.l caixa iletria, 800
arrobas carno secca, 6 barricas assucar, 50
cnixas sabilo, I sicca cale.
Aiacaly, l.rate nacional Anglica, de 87
loneladi s, conduzio o Seguine :-100 volu-
n es fazendas, 38 ditos ferragens, 20 pipas o
4 quai loUs vliiho, 10 volun.es mludczas, 58
Lames farinl.a do trigo, 4 calas rap, 30
b.r.icaa.ssucar, 3 caixas chapeos, 20 ditas
sibSo, 160 dilis charutos, 2 s.ccas caneiia,
12 burlis geuebr, 4 ditas licores, 6 gaira-
loes espirito, 169 Caias doce. ,.,.,.,.
KEl.EBEOORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Roudimento dodia88.....630,838
Clausulas especiaos para i arremata
i Esta obra sera ex -culada do conl.......
d.dc com o orcam-nt. nesla data apresen- das
lado a approvas.10 do Ex, sanhor prwd'- nr^'
cao parec.-r nesla reparusSo com: tenlo hal.i- sa fallida de Leopoldo Jos da Costa Araujo,
U rmi- litadas as II Horas Ja mmhao dos referidos onvi.i lo o curador fiscal respectivo, su rara
,,, leililo no da segunda -fera, 30 do correte,
mporlancia do 14:467882 provincia
le da pioviucia na nn|
rC2 > Ist is obras serlo principiadas no pra-
so de 30 dias, o concluidos n0 praso du 15
mezes contidos do coi.rormidade com 0 ar-
tigo 31 da lei provincial n. 286
3.' a hnporlanci
1852.
a da Ihesouraria de fizenda da ao mei dias om ponto, na praca no rom-
de Pcrnau.buco24 do agosto de meicio, por ordem do senhor juiz munici-
pal suppliu-te da segunda vnra do civel e do
cummercio.n por intervonso do agento Ro-
berto, dos dous navios denominados ero
e Destino, com lodos os sous pertenecs, e
O oihVial-maior interino,
Emilio Xavier Sobreira de Moli.
Condicso'S.
1.. 0 arrematante W sujetara Inteiramen- pelo "'<>'PS, !"*!/'*",Wi ,..
que ello adiar arruinadas no tolo ou par- ue, oruenou
-' te. o empregm lo somante aquellas que el- tda a mob.i
gero Pi-
com o artigo 39 da mesma le.. 4 /^,,'r^m do si no : le, nuu el- tod a mobilia da s:,a casa, consislindo em
4.. Para ludo mais que nlo estiva doler- e, I",, nre-i.-nlos claltsu as, seguir-so- lo acliai do Loa qualidjuc.
uunado na presente ci ^ ^ raW.bamaalr '
portal forma ast-Iha quo so nao
golciras quo ordinanamcnlo al
ce m
ha o quo
do 17 do ni
i., do 1851. -Conforme. Osc-
rtiiionio Forroia da anounciaSflo.
olllm. Sr. olllcial maior, servindo de
".?: i" iz" a obrado 20.o laIlC0
3iI cl?.T. da Victoria avallada em res
594
nmataoSo ser foin. na ltrdN
4 e 27 da lei provincial n. 286 de 17
ja
22:663,594.
A ai
ae Sato TmT*' b "i-sll",s vstc,'ei
"'"'^o^e sopropozercu, a esta ar-
ron..ta3?0 CO?np,r,-s'n. 'na sal, das S.fl
do mesmo tribun.l, DOS di. icima idica
dos, pelo meio dia, compelentcnonto b
'F. 8pa*ra constar se mandou slllxar o pre-
sente c publicar (ielo Durio.
Seo etari. da Ihesouraria da hiende pro-
vincial le Pernambuco 17 de ogo -
secretario, Antonio f
nuncinSo.
% ?elbXntodo talb. .o se nnirlo mesa ,od,,u.. de_'m+*Mrt- ,mMm
fazendas quo o mesmu conduzii no tabu-
le.ro.
Firmo Candido da Silva Jnior.
ERRATAS.
No cnmoinnicado inserido no Diario n.
193, liabas 32, em lugar de que o actual
governo, leia-so do que, do actual gover-
no e lindas 52, em lugar dea que ha che-
gado aquelles, leia-se que h8o chegado
aquellos.
Jofto R-'ptista Taimo, natural do Chilli,
retira-so para o Rio do ) m-i.o.
Est fgido o molequo aficano,de no-
mo Anlonio, bem c inliccido.por andar soin-
prn veudondo- lapiocas. grudas, etc.. ote. ;
sabio oom cimisa do ganga a/.ul do mingas
curtas, com colarinhn de ganga encarnai'a,
e cals azul; levou um UbuNro grande,en-
veruisado de e.carnado, co.n pos; a tambern
um i liinuleij.i grande,p-cta, dourada : quem
o pogar le'n-o a Solo.lado n. 42.
-- loto Fernandas Parante Vianna, avisa
a lodos ns senhoics dov-doresda luja de fer-
ragotisda ra lo Quoioisdo, quo portenc-u
outr'on a P'aociaco Jos Moreira, se sirvam
vir pa.-ir seus debito* contriludos na su ra-
d'ta lojl, na ni Nova n.20, e aquelles que
o deixaroi.i de hxer al o lim do m -z de su-
ton.hro do corrento anuo, serlo chama lusa
salisfaze-los pelus meios que a loi facult i,
sondo ant-'S seus niKi.es publicados so assim
o esigirem.
~ Ouom precisar de uma ama para o ser-
viso do casa, que lava engomma o cosinba,
iliiij.-se ra da Aurora, luja n. 36, queso
fara todo negocio.
o senln.r Francisco Mendos Pereira lu-
nior, qu "ira lt- a bondado do i- ou man-
dar a ra do Crespo n. II, buscar uma carta
com urnaencommenda, vinda doCeara.
Osonhorque ai.nuuciou querer com-
prar uma taberna em boni ocal, dirija sua
ra das Cinco Ponas n. 71.
MISSAS .
Osyodico da orloni tere-ira do S. Fran-
cisco faz corto aos sennores religiosos e sa-
cor lotes, que contina haver missas diarias
na igreja da ordem por alma de irmSo,s l-
timamente fallecidos.
Desapparecou no dia 15 do correntc
mez do agosto nm pardo por nomo Bene-
dicto, idsile 50 a 60 anuos, olhos pequeos,
pretos, cabello cairapinhado, prosista, al-
io e magro, donts limados, tendo om um
hiaco impressi urna cruz, e em ou tro un
B, pormneento Joaquim la t:osia narra-
das, e diz sor forro quem o encontrar
queira levar a casa do .Sr. W'.ndcrley LOS,
quo s-ra pago coiivenioutomoulo.
__A loja do cera do principio da la do
AragSo ii 17, f .i transs, i la para o largo da
praca n 7: os freguezos ali aehai.io s U'li-
i.ioiiti. a s- u gusto e tuir preso r.izoiveljo
se vende somonle de coentro a 100 rs. a gar-
rafa.
A possoa quo aiinuncioii no Diario de
siihlia io, 28 do correntc, querer comprar a
Mai'ia Hespnhqlifhisloi ia Hrija-s a livrana
da ra do Crespo n II, que aclia-a um. no-
Uva. Na mesma lojl cima vendam-se procu-
i i(i)i's o Apu lautas sella las u por soiiar, e
duas espingardas .lo caca^tondo una os sous
conji.eteiit-s airarlos. *
-- lia dous dias fugiu-me o nv-u escravo
Bernar lino d i gi-nlio de \ngOla, de boa os-
tatura, no ho fuio, tu a falla do lentos om
baixo, tom barb', mais trat seo.pro rapada,
n.lo tem dofeito visivol.s sim lio meio mou-
oo, quo he o melhor signal que tem, por isso
que so llio fallando l.a.xo na ottvo, reure-
senti ter 4o para 50 mnos, manso, pacifico,
toca marimba, supponhoque sabio para fu-
ra ; fui escravo do senhor Antonio Joaquim
la Cosa Figueira, morador nos Afog.dos;
islo posto, rogo a pnlicia da provincia e ea-
pilaes de campo o prendara, que gritiflcarai
geiierosamenle, levando no sil'o Capellinha
no Mondego. S-bastlo dosculos Arco-
Verde Pernambuco Cavalcanli.
A abaixo assignada, viuva do Francisco
Antonio Vieira da Silva, declara ao publico
qne ficou extincla a sociodadoo firma que
tiesta cidade liana sobre a razSo social, Viu-
va Vieira 6 Filhos, o que o estsbelecimento
ficou a cargo somonte 'le Jos Caolaou Vi oi-
r da Sdva, u para que assim o consto i ico
o presento anniincio.
Fiancisc. Rosa Vieira.
Os senhores conlribnintes do imposto
de agoardonte quo assigoaram n reprosen-
liSilo ao Ex'm. Sr. piesi lento da provincia,
queira m dirigir-se ao aterro di Boa-Vistan.
St, para verem o despacho du S Exc.; isto
con. lirviJad.
al.ixo assignado contina no son
exorcicio do advogado ; quem pois se quizer
conflsr ios seus cuidados, tanto no erime
como no civel, o p lo procurar das 9 horas
da inanha as 3 da tarde, no segundo andar
da casa -la ra di I'raia n 43.
Antonio Rorges da Fnnsoca.
A Revoluto de ytvemltro apparecor do
1." de s tembroe n v,.. 'diariamente. Subs-
creve-soa 1,000 rs por .ez, sendo a assig-
uatura para os quatro rnezos a lindar em d --
zembro : a vulso vonde-su s 60 rs.; no bair-
ro do Rocife. casa n. 11, loja dosapaloiro d
senhor Ans lino Jos Duarto Sadriin, na ra
da C-nz : casa n. 1 do senhor Romualdo Al-
ves deOlivoira, na ra la Cacimba : nosto
ba.rro, lojl do senhor Manoel do Am >aro
Caj', na ras Nuva ... 18 i lojl de alfa.alo do
senhor Viconte Alvos Riheiro, na ra estroi-
No dia 30ido correntc se deve arrema-
tar em prisa publica do Dr. juiz de o filos
um pequeo sobiadinho de um andar na
ra do Rozario do bairro da Boa-Vista, man-
dado demolir pela cmara por estar em os-
lado de ruina.
Francisco Malinas Pereira da Cosa, ix-
port para o Rio de Janeiro a sua esenva
mulata, do nome Antcuia, de i lado I-' mi-
nos.
Quem precisar comprar uma cabra, bi-
cho, com duas crias, parida ha poucosdiis,
o da muifo I)..!., feita : dirija-so a ra da
Sonzalla .Nova n. 92.
-- Offerece-su urna mulhcr parda, de meia
i Jado, para o aerviso inleino de qualquer
cnsa de homem soltafro, ou viuvo, cun mal-
ta apli iSo no STVisode ama: na ultima ca-
sa no fundo da ig cja do Rosario o. I, ao
-..can.inh-r-so a i oa-do Fogo.
. A i.i i-iM.-iiai.-.u. dos bons annunciados ,
por execusiV.-s da fizenda provincial, tei
lug^r imprcterivelmente as 10 horas do dii,
na sala das audiencias, lersa feira 31 do cor-
rente : quem q.iizer arrematar, comparesa
no lugar indicado.
Antonio Ricardo do llego embarca pa-
ra o Itio de Jatielio, o seu escravo pardo, de
nome Manoel, de II anuos do Ida Je.
- lloga-so ao S". J. A. G. queira lera
bon le le de ir.ou mandar pagar n quantia do
5.000 rs., quo he devedor ao morador do
prirneiro andar da casa 11. 22, i.a rui do A-
pollo, e se o Dio fizar por osles tres das ,
tora o desgosto du vei seu nome por eslouso
nesla ful!.a.
-- O abaixo assignado faz publico, quo
venden o seu eslabi-lecimenlo do pharma-
cia, collocada no largo do ('.armo n. 3, ao
Sr. Antonio Goucalves da Silva, aproveitan-
do ao mesmo lempo es'.a opporlunidido ,
para fazer scienle as pessoas que Ibe devem,
quo queiram ler a nondade de o indamnlsar
.la importancia do sous dbitos, o aquellas
que sojulgare.ii oie loras queiram exibir as
suas coutas, que serlo iiiiinediatainoiilo pa-
gas : na travesa deS. Pairo n. 10,segundo
an :., aoi.de actualmente sta real lili io.--
Frmrisco Jos da Siiv.i Araujo.
Quem pretender comprar urna inohilia
dejacaranls. em muito bom estado, o por
prego coma.o lo : dirlji-se a ra dos Marty-
rios o. 10, prirneiro andar.
-- Prec.sa-su lugar una p ola, quo saiba
lavar eengomaiar, o que tetilla boa conduc-
ta : na ra du Vig.no ti 3.
-- Roga-so ao Si. Ilelhaif, o f.vor do ap-
paiecer na ra ilo S, .Miguel dos Afogados, a
negocio quo n3o ignora,
-- Piolen lo-.sc comprar u.in inora la de
casa torrea, para pequea familia, enm quin-
tal o Cacimba, preforo se nassoguiiitos ras:
de Hurtas, dosMirtyrios, de Santa The oza,
da Gambos do Carmo, das Tnncliaira, do
AraglO, da Cono iso/inh.i, paleo da Santa
Cruz, ou no correr dacaixa d'agoa : trata-
se na ruada Sonzalla Vell.a u. 110.
Aluga-su o segundo andar, da casa da
ra do Torres ti. : a tratar na la da Cruz do
Roclo n. 33.
anata
Gompraa.
-- Compram se is obras Defensa do la
aulorida 1 do los Gobiernos,o do los Obispos,
conira las pretenciones de la Cura Romana,
por Francisco de Paula G V.g.l Lim .-1848,
Carta al papa, yanilisodcl Rrove da 10 du
ju..no de 1851. pelo mesmo : quem tivor o
quizer veudur, auiiuucio para seren procu-
radas.
-- Compram-sn 2 OlCraVIl crenulas, ou
par las, do 12 a 20 unos, e 1 moloquo do 14
a 16 anuos: na na Nova n 16.
Vendas.
-ni- Sn tnOSil IC -U-i 00 III'-IU uu ooi., i-....,,.. .................------. 'j 7 "
, Jeem a. usu.es, ditas do bracos, saltanas, sofas com ts de.Rozario... i no ba.r-oda Coa- V. a,
Tara, moissi sem ellas, ludo do mogm. o do me- cisi dosenhor Jeronymo Ce. ,\ iriuho I-al-
' ''l'ar- Ibor gosto fabricado polo mais hbil artista alo, ni.ra_da Gloria,: aos Afogs^s
mais considoravels o arrematante ser
seu valor indoinnisado, son
mente orsa.las o definiliva
du pelo governo, assim tambom soalgumas
Unta ser do marmore, aparauor, pu..u. .uuS, .-...
i I ,s movia dore*, lavatorios, sondo um oestes multo r-
mente aorova- O. com cspelho. baca, ele marq.tez.s 2
K--.V-P.^.leOellentes guarda vestidos. 4 liados c.nd-
ui.vsw.i".-.-.....-- ----.---- dros para cuchos o uiuo.io uo ion.""-.
lio do 1852.-Jos6 Joaquim Rolnguis Lopes ,a'|ico ,,.ld,,jis, L.,pell.ns de parode,
iiajor do corpo de eiigonheiros. : bicii de folha, lavo do cobre, um violo com
' "~** IcilXl, jarros, baldes, ilguidares, quidros,
Deca racoes
O irsenal do guerra precisa comprar
, venesiams, litante, machina do hzer cale ,
icandieiro de globo, linteiro da bronze, e
' muitos outros objeclos, corao sejim, leito
, hienda pro- -- O arsenal eo gueun. ... ffince2;, um pj,DU com moxo. um tico apa-
gosto de 1852. costados' Jesmsre lo de 8 na un .a e ^too louca do porcelana para.no-
eira da An- Pj;^,1^^;^'dlis du assoalbo de Isa o pintada a chiuoza, um dito para sobre-
MUTILADO
lo senhor capit3o ilatbias de Albu (uerquo
Moli: em 01.oda, casi dosenhor c.pitfio
lo3o Uiptista do Amarnl e Mello. A v-nda
faz-se om nulo dos distribuidores o as ca-
sas dos senhores Sedriui, Romualdo, Caj' e
l'a.auhos
a O abaixo assignado agradece cor- <%
i, di.liucu'ea todos os sous ai igos o '".
i) mais seuli ii -.s i[ii boiiraram em >
fl .uo u i.ioh ir os roslos finaos do sua <#
y. cara e preztda soliriuha au cemileno *
fc. publico,en. a lardo do 27 do corrento, +
til oll'oioceudo aos mesinoi seuhoros un) <#
tv voto de eterna gritidlo. 4
aj F. II. dos Sanios Lima. 4
**.**.*4>* .sV***.*.**- ***.
O. seja-su sabiir a inrala do dono do
suhn lo, da ra das_Agois Verdes n. 48, an-
uunciada nes'.e lliario.
__Cxporlani-so para o Rio de Janeiro os
oscravos cabns; Vicente, do 12 anuos, Cor-
mano, do 14, Benedicto o Jos, de 16, e Sim-
plicio, mulato, do 9, perlencontes a J0J0
Antonio Alvcs de Brito.
Para o iia 7 de aetembro.
Na ra dos Oua.teis n. 24, loja de miudo-
zas ile Cruz & Bastos, existo um completo
sorti-nent. de luvas do polica. tanto para
hornern, como para senhor; ditas de lorcs.1
ii60H,l,000 o 1,280 rs. o par; bom como
litas de v.ludo, tanto para peiCOCO, Como
para -julcoira osinto ; meias bnnCSI deal-
aodilo, o mais lino possivrl o por preso mais
mdico do que an outrs qualooerpirle.
-. Vndese list. dos premios da lotera,
a 'ayer das obras da ig cja do Nossi 8nho-
ra do Rosario : na prasi da Indepsn lonca ,
liviaria n. 6 e 8.
Cal virgem 'le Lisbo t
Voudcm-se barricas c im cal virgem da
Lisboi, da mais nova quo ha no morcado, e
por preco milito co nmodo: m ru< do Apol-
lo, armzem -lo assucar n. 10.
Pentes pira prender cabello
Ven lo n-so paules do lartaiuga, para pren-
der cibello, bim como do massa, do muito
bom gusto, o por preso mais commodo, do
queem out'a qualquer parle: 111 ruados
yuarlois. loja do miudoza do Cruz & bastos.
Oh que 111 andar sem luvas.
Vendem so luvas do fio da Escocia, a 300
rs o par, o por so nelhi.ut 1 preso quem nlo
ha de comprar; a ellas antes quo M aca-
ben): na ra dos Quartois 11. 24, luja de mi.l-
dezas do C'uz& Bastos.
Aos amantes d. bella pitada.
Ve.de-so o verdad-oro rap Moiron, Gas-
so o Caulua, 0 mais fresco possivel: tu ra
,os Duirteis ii- 34, I-ja do Cruz & Bastos ,
sonde sempre os amantes da bella pitada s-
CharlO as dilas qualnlades do rapo muito
f.esco. ... 1
A rapuzada ilo bom tom.
Ricas bengalas do todas as quilidades, pa
ra a bolla rapaziada, quu so ve .-dem por
proco mais mdico, do quo em outra qual-
quer parlo : na ra dos Quarteis 11. 24, loja
do miudezas de Cruz & Bastos.
Sempre lia d>- haver desacau-
telados
in destes dias appareceu um sugoito cho-
rando o m .1 do sua desgrsa, porque tmlia
perdido duas sedulis do 50,000 rs poras
lino tor acauteladas, diuheiio lie sanguo ,
por isso, que se vendem nquiss.mas carlei-
rinh.s para guardar dinhoiro, do melhor
gosto possivol, e pelo mdico preso do 800
rs cada una na la dos tjuarteis n. 24 ,
loja demiuJezasdeCriize.- Bastos.
___ Vemle-se a taberna, da es-
trella da pras di lloa-Vista n 5, pelo moti-
vo do dono della se querer retirar para foro.
I .i- 1 tissini .
Vondem-so bons manloloios furia-cores,
o do diversas qttali lides, pelo insigniliciu-
to preso no 8,000 rs. cada um; a ellos quo
he para acabar : na rua do Crespo n. 16, es-
quina daruadasCruzos.
Aleil' freguezos
1 id- silo cliegados,
Cobertores do algoJSo
Muilo rncorpados.
Na rua do Crespo,loja da esquina que vol-
ta para a Cadea, a 1.600 rs. cada um.
Vendom-seum bo-n epreito cosnheiro,
um lindo molequo creoulode 14 annos.umu
bonita negrinha que coo, o tem Uaiinos,
projiia para uma menuis sa acompauhar, e
urna preta vendedeira, cosmhaira e lavadei-
ra : ni rua larga do Rozario n. 3S. loja.
Carnauba
do primeira sorte I ni rua da Cruz do Reci-
fu B. 33, dinheiro a vista, 7,000 rs. a ar-
roba em saccas.
- Vendo-se uma escrava : ni rua do A-
iag3o ti. 38.


->-.-
Moinhos de vento
com bombas de repuxo para regrar hortis
e baixas-lecaplm na fundigaode D. \V. Bow-
uim; na ra do Brumns.6,8e 10.
Fazeada da moda.
Vendem-se superiores cortes de cimbris
do salpico* brancos do cor, pelo diminuto
prego de 3,500 rs.: na ra do Crespo, loja
n. 6.
Cal virgem.
Vende-so cal de Lisboa a mais nova do
mercado: na ra do Vigario n. 19, primei-
andsr, escriptorio de T. de Aquino Fonseca
& Filho, ouna ra do Trapiche, amazem de
Antonio Augusto da Fonseca.
Depsito de cal e potassa.
No armazcm da ra da Cadeia
doUecifc n. ia, *a muilo supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
wim como potassa chegada ltima-
mente, a precos muito rasoaveis.
I'otassa americana.
--No antigo deposito da cadeia vellia.n.
19 existe ui.ia pequea porfo de potassa
americana, chegada recentemente que por
superior rlvalisa com adaUussia: vnde-
se por preco razoavcl.
Agencia de Edwin Maw.
Naruadc A pullo n. B,aruia/.em de He.Cal-
men tfc Companhia, acha-se constantemente
liona sorlimenloa de taixa de firro coado-
batido, lanto rasa como fundas, inoendaa in-
ri raa Indas de ferro para animar, agoa, ele ,
dilas para armar em madeira do todos os ta-
niaubos r uisdrllos o mais moderno, machina
burisontal para vapor, com forja de i caval-
lui, coucos, pasaadeiras dr frrro rstanliado
para casa dr pulgar, por inenoa prreo que os
dreobrr, cscovrns para navios, ferro inglrz
tautorm harrascomo rin arcosfolhas, eludo
por barato preco.
AGENCIA
da lundicao Low-Moor.
RA KA SL.V.AI.LA NOVA N. 42.
Neste estabeleeimento conti-
na a liaver um completo sorti-
mtiito de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os lmannos, pa-
ra dito.
Vcndotn-se os verdadeiros solinsin-
glezos, patento, do molla o sem ella : na
ra daS'Mizalla Nova n. 42.
Venilem-se relogios de ou-
ro eprla, patente inglez : na ra
da Senzulla Nova n. li.
Arados de ferro.
Na fimdigSo da Aurora, em S. Amaro,
tandem-se aradosdo ferrode diversos mo-
delos.
Deposito de panno de algodao da
fabrica Todos os Santos da Ba-
nhia.
Vende-se por preco commodo
o bem conbecido panno de algo-
dao desta fabrica; em pessa, a
voutade do comprador .* no escrip-
torio de Novaes& Companhia, na
rua do Trapiche n. 34-
-- Vcntleni-se as seguintes sementes:
nabos,rbanos, taha no les cuca ruados o bran-
cos, sobria, rouvo trinxuda alfacc ala-
mda, repuliimia, chicoria, senoulas, feijflo
cairapaln do tres qualidades.rrvilha torla e
direitl, fava, coentro de touceira, salga, t-
males grandes, repolho, couve lombarda,
saboia, u muslarda : na rua da Cruz n. 46,
dolrunte do Sr. doulor Cosme.
Taixas para etiyenhos
Na lundicao de ferro de D.
\V. fJowman na rua do Brum,
passando o cliafariz, contina a
haver um completo sorlioiento
ile taixas de ferro fundido e ba-
tido, de a a 8 palmos de bocea,
as quaes a cha m-se a venda por
preco commodo e com prompti-
dan, enibarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com-
prador.
Vcndem-se amarras de ferro: na "ia da
Sen/.illi. .\ova 11.42.
. .'rVvv'i.Yvvy'Vv V V Y v V
* Farinha de mandioca
> ^f>
j. Vende-se, por preco rasoavcl, la- <
-j. rinba do S. Malheus a mais nova <
' que existe neste mercado : na rua f. da Cruz n. 34, delroute da I ingoeta. .g
.AAAiaSiliAAAA AAiAAAAAAi^
Vendem-se lonas, brinzo, biins, e
meias lonas da l'.ussia ; no artnazem de N.
O. Bieber o; Companhia, na rua da Cruz
n.4.
Algodao para roupa de escravos.
Vcnde-se algo do multo encorpado, pro-
prio para roupa de escravos, com pequeo
toque do avaria, a 14 rs. a jarda ; dito
linipo a 180 rs. : na rua do Crespo 11 5.
Sortimentos de panos finos e case-
miras de todas as qualidades.
Na ruado Crespo luja da esquina que vol-
ta para a cadeia,veode-se panos linos prelos
a 2,800, 3,200, 3,500, 4,000, 5,000 rs., e Iran-
ecz mimo superior a 6,000 rs., o covado,di-
to verdea 2,800 rs. dito a. ul a 2,880, 3,500,
4,000 o i-ovado, corles de caiga de casemira
prela entestado a 5,000 e 6,000 rs., dita fran-
ela elstica a 8,000, 9,000 e 10,000 o corte,
o outras muilas fazeudas por preco com-
modo.
Mociidas superiores.
Na fuodigo de C. Starri Compaohia,
um S.-Amaro, ucham-se a venda moendas
u oanna, todas deferro, o um modeloe
coiistrucgSo muitosuperior.
Cortes de brim de puro buho.
Na rua do Crespo loja da esquiua que vol-
ta para a cadeia, vende-se cortes de caiga de
brim de quadros, e listras de puro linhoa
5,280 e2,000 rs.,ditointeiro pardoa 1.280e
,000 rs. o corle, riscado de lobo de listr'i
a 720 rs. o corte.
Luvas de seda.
Vendem-se superlorea luvas de seda de
cores, para homein e s"iihora, viudos pelo
Havre : no aterro da Boa Vista, loja de cal-
gado n. 58.
Yendem-se accoes da ext i rie-
la companhia de l'ernambuco e
Parahyba no escriptorio de Au-
gusto 0. de .Miren : na rua da Ca-
deia n. 48-
. Vende-se urna morada de
elfj
Precos que pareceni impo-sivnT.Leja nVa na rua do Hangel n- 8.
160 "OO 2io. Continua a haver um romelo sortimen-
Mad.po.0es Mslra-sJ.. -iscadoa^io. j m^Z^ Sen'
progo de 160 rs. o BnV
lad.s eh.l.s chuela, muilo hx.s a 200 rs. I '^ 0 me|nor que h
o covado; as mais finas C l .rom no-,,,,, t hMBI| ditas oe tasos com do-
vos desrnh". fazenda do 1. Illat- guijo e ,,.ln,,va9 hom gorliinenl de l.lhos de bico
A 5,ooo rs.
Superiores chapeos de sol de seda ingle-
zes ebegados pelos ltimos navio", pelo di-
T i uto prego de 5,000 rs. cada urna : na
rua do Collegio n. 4. '
Aviso aos pais de familias.
Na ru do Collegio 11.7, acha-se um lorti-
mento de louca do Porto de diversas quali-
dades branca e do cores, a qual se vende por
prego muilo barato e serve para quem tem
pouco dinbeiro; a ella antes que se acabe
porque he pechincha, e depois 11S0 val nada
ose eu soubera -vamos, vamos fregu-
zes. Na mestna loja se vendem treze caixas
vazias em que veio a louga.
Vende-se a excellenta typo-
graphia do Diario Novo estando
bem montada, tanto de bons pre-
los, como de lypos quem a pre-
tender, dirija-se a rua da Praia
n 55, a tratar com a Viuva Roma.
Di |)-uo Snnlos 1111 JJnhin.
Vende-se,em.casa deN. O.Bieber&C,
na rua da Cruz n. 4, algodSo transado a-
quellarabriCB.muitopropriiiparasaccosde
assucareroupadoescravos.porpregocom-
modo.
Brim trancado de puro linho a 020
rs. o covado
Na rua do Crespo loja da esquina que vol-
ts para cadea vende-se hrin trangado par-
do da linho puro a 320 rs. o covado.
Farinha de mandioca a 1,600 rs. a
socca.
No armazem do J. J. Tasso Jnior: na rua
do Amorim n. 35
Vendem-se novas cassas chitas de lin-
dos gostns a 2,240 rs. o corle, cassa de qua-
dros lina a 280 rs. a vara: na rua do Crespo,
loja da esquina que volta para n Cadeia.
Vendem-se saccas con fa,
reos : na rua da Madre de Dos ,1
armazem n. ao.
Cortes de cambraia de salpico
brancos e decores, a 3,5oo rs., o s8jopjduiOD
corte. I su s.nuaied oes onb sapuozaj saiiniu s -Jino
Na rua do Crespo, loja da esquina, que omojmiss.'oSaJdoi.j.qoniui wdNoyjpid
volla para a Cadoit, vendem-se cortes de| OMBoq oi|nn_9^ MOJ|01|floi tquipepuM
vestidos ie cambraia de salpico brancos e
' 7,do0.sPn!uitoe,nedi-1l0 d0 c'mbr"i" de 8cd> de muil om go-
Uo, chales de seda e mantas de muilo bom
" a no ni "ca 10, luvas
tas de Lisboa Com bo-
i"""' l.tmhas, bomaorlim
Kua doQueimado n ig
Loja completamente sortida de fizendas
de fitas e
e outros
rgu
paca, de cores a Oto rs. o covado ; ditas
com Dos de sela a 800 rs. ; Jilas pretss a-
chamaloladas muilo linas a 880 rs. ; meri-
nos prelos do superiores qualidades a 1,800,
2,500, 2,800, 3,2(0 rs. o covado ; pegas de
herlatiha do puro linho com cinco varas
fazen la muilo lina a 2,800 a pega ; dilas de
algodSo com riez varas a 1,800, dem com
cinco varas ; n Ij muilo enrorpada a
960 camliraias franceyaa muilo finas e pa-
drOes inteiramonle modernos a 640 a vara ;
brins de linho msela lo proprios para pa-
litos a 320 o rova'do, cobertores de algodSo
brancos e decores proprios para escravos a
1000 cada um ; assim romo um grande
soitimento de muitis outras fazendss que
se vcnderSn por menos prego do que em
outra qualquer prrle: na loja da ruado
Crespo, n. 14 de Jos Krsncisco Uias.

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de cores, pelo diminuto prego de 3,500 rs.,
o rorte ; meias muilo linas, para homem ,
com pequeo defeilo, a 2,400 rs. a duza.
Ancoras para rfftvios.
Vendem-se em casa de Iticanlo Koyle, na
ruada Cadeia Velha n. 37, ancoras de supe-;
rior qualidade, o por commodo prego.
Chita para cobirta, cor fixe a
2oo reis covado.
Na rua do Crespo.loja da esquina que vol-
ta para a Cadeia, vende-se chita para cober-l
ta de novos padres e cor lixe a 200 rs., o
covado.
A 160 rs. cada um.
Defronte do beceo do Peixe Fri-
to, loja n. 3, vendem-se Icncinhosi
de cambraia pintados para mao,
ile meninas c .senhoras, de muito
bonitos desenos, pelo baratsi-
mo preco de n eia pataca cada um;
dar-se-ba amostra com o compe-
tente penhor.
Panno preto, fino, francez, a 3,000
rs. o covado.
Vende-se panno preto, fino,
rancez, a 3,000 rs. o covado : na
I
os uioa umss cpuAoa o 'SJOriop niaJd
OlSjaq o|8d *sa|JOj oimu souuad uioo "bzoj
ep joj spmi!i8J sunqa as-uiep >0A 'snbjj
-U3|| losaujaum;) ap'oiSj||03op eiu 8 Jd
Buinbsa zuj anb 'c -u nfo[ pj
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1 -> "
I P o
s a
c-2 2 2 o.
= 0.0 2 =
or 8 .' a
de todas as qualidades a vonlado Moolbl
dos freguezes. Vende-so pao do linho da
feira muito bom por 6,000 rs., pegas do 15
varas por 12,000 rs., dilas do 30 vaias, e a
relalho a 410 rs. a vara, osleirns di India
com 8 palmos de cumprimenlo e 7 de largu-
ra, a 2,800 is. cada urna, panno fino ireto
a 3,200, 5,560, e 6,500 rs. o i-ovado, e azul
muilo proprio para fardas e lib's, a 3,20o,
4,000, o 4,501) rs o covado, sondo lodos no-
ves e do superior qualidade, tn rolagio eom
Li prego : chales de algodSo. pa Iroescscuros,
e mullo boa fazonda a 2,000 rs., muilo pro-
prios para andar em casa, pnncipalnients
lias estagoes chuvosas, cortos de cambraia
branca com salpicus a 3,800 rs., cada um
com mais do 5 varas e muita largo. Icngos do
seJa para meninos a 500 is. cada um, ditos
do seda pai homem, a 1920, e 2,240; muilo
ha fazonda e pad'Oes novas, ditos de cam-
braia di; linho a 560 rs, cada um,sendo gran-
des e muito boa qualidide, ditos de garga
pira senhora a 1,000 e 640 rs dilosde cas-
sa com palma as puntas a 240 rs., ditos com
barra aheita brancos a 200 rs alpaka nics-
clada a 800 rs. o covado, ganga parda e a-
oiarilla a 200 rs. o cova lo para acabar,
meios lengos de se-Ja para grvala padrdes
novos e sem mofo a 1,500 rs., ditos de cas-
sa a 400 rs., e finalmente, rap princesa do
llio do Janeiro feilo pelo prego da fabrica de
Lisboa a 1,000 rs. a libra, e em meias libras
a 540 rs. cada urna, esto rap lurna-se re-
coinmendavel por que sendo a sun compo-
sigSo superior do rape Meuron, area pe-
la, eimitante ornis possivel a uo rape de
List>a| he mais haraln do que qualquer 00-
lio e prelVnvel om ludo, mas vendo-se por
esto prego, para acre litar asna qualidade,
anda punco condecida mste mercado.
Palitos parisiense.
Vendem-se palitos, a ultima moda do l'a-j
ris, de bunilos pannos uiesclados a preto ;|
na rua da Cadeia dultecifo, loja 11. 50, por
menos prego do que em oulras partes.
A 3,5oo, 1,600, e 4<3o rs
Vendem-se borzegoms gaspeados para so-
nhura a 3,500 rs sapatos Iraucezes-du lus-
tro muito bons paia senora a 1 600 rs., as-
sim como linas escovas para denlos a 400 a
480 rs. : no aterro da Boa-Vista, luja 11. 58,
junto ao seleiro.
Tudo sao pecliinclias!
Veniiem-se superiores chitas de coros (1-
xas, a 140.160, 180 e 200 rs. o covado ; dita
francoza larga, a 240 ra. o cova lo; chitas de
coberta, cores- lizas, a 200 rs. o cuvado; pe-
ca, de algodSo trangado, p-oprio para toa-
Ihas elengoes a 3,600 ra. a pega ; pegas de
cassasp8ra bailados a 2,400 rs. ; chales de
talagarga a 1,000 rs. ; cortos do casimira li-
nas a 5,500 rs. ; ditos do mcia casimira a
3,000 rs., do ISa; brim trangado de puro li-
nho, milito fino a 1,400 e 1,500 rs. a vara;
cortesdebrim para caiga de cor a 1,000 e
1,200 r., com iros e meio covado, o outras
muitas fazan las por precos hara'.issimos: na
rua doQueimado n. 7, loj'-di estrella, con-
fronto ao becco do Peixe Frito.
Cortes de vestido a 2,000 rs.
Na loja do sobrado amarello, nos quatro
cantos da rua 1I0 Quoima lo n 29, ven lom-
se cortes do vestido de chita Iraneeza, larga
do padrflos de cassa e cores lixas, p**lt> bara-
to prego do 2,000 rs. cada corte.
Uiscailo lugo a aoo rs. o covado.
Vende se riscado francez, largo o lino, do
linli s pndrOes, a 200 rs o covado : na loja
do sobrado amarollo, da rua do Quoimido
n. 29.
Ol que pechincha! !
Anda existe uro rento docolarinhos para
bomom a 1,600 rs. a duzia ; na rua do Ca-
hugt n. 6.
Meias cruas para homem.
Na rua do Cahug n. 6, vendem-se magos
di inciascru'S a 3,200, ditas brancas para
senhora, muilo finas a 4,800, ditas mais in-
feriores a 2,880, ditas prelas a 360 rs. o por,
assirn como um sortimento do dilas do me-
ninos e meninas, por pregos muito nm-
.....1I1IS.
li'iii's de madreperola a 56o rs.
a grosa.
Na rua do Cabuga 11. 6, vcndem-se botdes
de madroperola,muito finos, a 560 rs. a glo-
sa, ditos do gata a 240 rs. a grusa.
(ordas para violo.
Na roa do Cahug n. 6, vciidem-so conlas
para violSo, muilo novas, por prego muilo
eommodo.
Uicas lilas de seda.
Ni roa do Cabug n 6 vendein-se, ricas
filas, proi'ras par ejnleiro, 11 800 rs. a vara ;
ditas achamaliiUlas n 1,000 rs.; ditas pro-
prias para chapeos a 1,000 rs ; assim como
Pa.stilhns vermifuga*.
Chagaram ltimamente is mui desojadas
paslilhas vermfugas, excellente remedio
para lombrigas, muito bem preparadas, de
aromtico paladar, que no incommodam a
quem as toma ; vendem-so na botica da ru
Nova n. 53 cada boceta leva ocompelentn
receiluario, indicando a maneira pela qual
se dnvem administrar, dos le a ida le de um
a dous anuos at 12: augmentando-se a dse
em proporgo para as pessoas de maior
idade.
Fazendas boas charatas.
Na rui da Cadeia, loja n, 50, vendem-se
chitas boas a 110 e 16O rs. o covado, e ditas
de ramagons para cobeita a 200 rs., riscadi-
11 lm franeczes a 200 rs., e acenlado em cas-
sa a 240 rs cortos de Caasai de cor 's com
sete varas a 2,210, ditos do cambraia lisa e
de salpicos brancos enm nito varas e meia a
4,000 rs curtes de cambraia de seda borda-
dos a 12,000 rs., lengos de cambraia de li-
nho, (nos, bordados, a 5,500 e 6,000 rs ,
calbrala do linho, fina, a 6 000 rs. a vara,
pallas da seda bordadas de inalis para pes-
i-'m.-m de senhora a 3,000 rs mantas de se I 1
do coros a 7, 8, 9 e 10 O0J rs., cassa do listra
a 28o rs. a vara, c 2,200 a pega, dita de qua-
dro bastante larga a 320 rs., meias finas pa-
ra senhora em caixinhas de duzia por 5,000
rs e ditas cruas para hoinom a 2,600 a du-
zia, e 210 o p ir, luvas de fio da Escocia do
boa qualidade a 200 rs. o par, ditas de seda
de cores a 1,000 rs., cortes de colote de fus>
tilo branco a 400 rs., ditos deco'eg e lansi-
nha a 1,000 rs., grvalas de soda de cores a
1,000 rs moios lengos de cimhraia de seda
para grvala, a moderna, a 800 rs alpaka
de cordSo de cores 1 120 rs. o covado, me-
rino preto, muito fino, a 4,500 o 5000 rs ,
dito -ei 1 m preto e verde escuro, ptimo para
palito e voslido de montana, a casemira
prila a 8,000 rs. 0 corle, corles do coleta de
cacinela preta, borlados, a 3,500,dito de so-
l rn, bordados, a 4,000 rs., lirim trangado
luani-,1, boa i.i/en l-i, e bom encorpado, e
dito com lucido de luna a 1,100 rs a vara ;
e outras muilas fazendas que a dinheiro
visla se vendem por barato prego.
A (lies.
Vendo-se muilo superiores charutos de-
nominadas constiluintesecaoarios, por pr go quo faz admirar, a olios antes quo se a-
cabem na rua do Crespo es luira da rua
das Cruzos 11. 16.
Vende-se superior pimo de

um sortimonio do ditas estrellas, por prego ( algodao da trra, proprio p ira cs-
muiso cummodo.
Meias de linho
Na rua do Cahug n. 6 v-n V : meias
de linho a 4,000 rs. o masso ; ditas, de lis-
tres, de algodao a 3,400 rs. o masso, e em
pares a 300 r.
l'Vocos de todas as cores
Na rua 10 Cahuva n. 6 vende-so pessas de
Troco grosso a 500 rs., dito mais lino a 400
-- Vende-se ou permuta-so porc.-cravos, rj. ,ssm como um rico sorlimenlo do
a torga parte de um sobrado do um andar o, frtnjas e trancas protes para manteletes,
1 1
1
Soitimento de panno.
Vi rua da Cadeia do Itecife, loja n 50,
vendem-se superiores pannos prelos a 4,000,
4,500, 5 000, 5,500, 6,000 e 7.000 rs. o co-
vado ; dilo azul e verde a 4,500 c 5,000 rs. ;
assim como pannos mescladus, dos melhu-
resgoslos quo lanosle genero, por 3,500
rs. o covado.
oja de 1' lores & S, na rua da Ca| Enfcites de senhora para theatro.
deia do Becife n. lin. Na mesma Vendem-se, chegados recentemente. n-
. ] -i eos enfeiti-s para cabega de senhora, tanto
loja vende-se Uin roape novo e pira ihealro, como para bailes e casamen-
labvrilltho, por preco muito CODl-1 los; licoscahogOrs e rom-iros dehico, flo-
J, W I reS| (tus ,. bieo fiuus, ele. : na loja do ma-
n'0"0, 1 damn Millochoau Kuessard, 110 alerro da Boa
5,000 rs. I Visla 11. 1.
Ilicos capolinhos de cambraia transparen-l fta rua do Crespo, loja 11.fi.
te bordados com muito gosto. quem 11S0 li- Vcndem-se superiores corles de cambraia
dosulpioos, rom 6 1|2 e 7 varas, a 3,500 e
1,000 rs ; coitos de cassa chita, de novos
gustqj, a 2,210 e 2,500 rs.; cass-i francoza a
410 rs. a vara ; cotes de hrim trangado os-
curos c inescladns, a 2,000 rs, ; panno lino
I rolo, a 3,000 e 4,000 rs ; lencos de cmbrala
de 1 lu", 480 is.; ditos 00 cassa grandes,
a 160 rs.; 1 iscado de linho a 180 rs. o covado
e muitas outras fazendas 0111 cunta.
vendem-se corles do seda, para vesti-
vor de seda apioveile a occasiSo, e prego do
5,00,queiiriopaga o trriballio; siioeconomi-
cos porque se laiao,e graves por que .-3o de-
centes : no rua do Crespo loja ue 4 porlas
TflIlAUE DE PARS.
Fabrica de chapcos de sol, na rus
do Collegio n. /
Alm do sorlimenlo j annuuci.ido, rece-I dos, por 10,000 rs cada um : na loja da rua
bcu-se pelo navio Havre, ultimo viudo de| do Crespo o. 3, ao lado do pico do Sanio
I-ranga, um novo soilmenlo de chapeos dei Antonio.
sol do seda e do panniubo, para homens ei IWrKiUn dp ral e nota-isa
senhoras, dos ltimos goslos; superiores' UepoSUO de cal C potassa.
chapeos da sol de seda com cabos decana.ie Vende-se superior cal e potassa,
outros dos melhores que tem viudo a esla e por ,)re,;0 commodo : DO anna-
praca, que se coiilinuiim a vonder por me- j ir 1
nos prego que em outra qualque- parte. : zem do caes da Allandega n. 7.
Vende-se urna negra crooula do malo, (Jnia encummenda do cohorloros,
moga, e propria para qualquer servigo : na Que por seren poucos
rua da Cadoia Vellia n. 21, primeiro andar. Vn> podem chegar
Feiiao novo a 6,000 rs. A lous os compradores,
No armazem de Couvcia & Di, confron- a rs- rada um : rua do (:resP '-
le a escadinba da Alfandega. J* n-* .
Frutas novas. fllarroqums c couro de lustro.
Na rua e.-tre,l du Rosario n. 11:vendem- ya rua do.ub'*- 6' vondom.se peles
se as sogu.ntes fruas: damascos, pecogos, de niarroquim 1,500 r.c.d. una,
ameras, morangos, peras e ser.ij.s. de cou.ro du lublro 2'500 rs- a ella
i\ J 4- se acabam.
yueijOS do sertao. f,a riia do Cahug n 6, ainda existe
Vendem-se muito bous o rescaos quoijo. um re.to do filas de veludo, quo so vendem
do sertSo ; na rua doQueimado 11 14. muilo baratas por se querer acabar.
Na loja do sobrado amarello, da rua
du Queimado 11. 29, r'ntinua a ter para ven-' AOS 10 OOO.S E 5:OOO.S DE BS,
der um cmplelo s imento do palils fei-! () cauteli.sta Salstia'no de A-
tos de panno J1110 elo e de cores, por pro- .....
go muito commodo. quino rerreira avisa ao rejpeita-
lli em latas. vel publico, que as suas mu afor-
Na rua estrella do Kozario, travessa para o tunadas cautelas da lotera da ma-
Qucimodo, dc,.usilo u. 39 A, do Juilo Joso n ir .*
Mendos da Silva, vendem-se latas com supe- i triz ca Boa Vista, estao expostas
norbolachiiichadLi,boa, o juntamente la-1 a venda na praca (la Independen-
tas do bolachiuclia do Aramia, c cliocolalo, / 1 j j j r
de Lisboa, e dito da Ierra com preparagSo cia n 4? 'Oja de miudczasde for-
tnalo Pereirada Fonseca Bastos;
ditas
as que
casas, feita a moderna, com tijolo e
cal, sita na rua do Motocolomb,
por preco muito em conta : a tra-
tar na rua Imperial n. 3i.
do canella por ser muito ulil para os pade-
conles do nervoso.
Esporas de ac.
Na rua do Cahug n. 6, vendem-sc as me-
lhores esporas do ago quo tem viudo, por
1,800 rs. o par, ditas dito pouo mais infe-
riores a 1,500 rs.
Vende-se na rua do Vigario n. 25, so-
gundo andar, urna pr. ta creoula, com 23
annus de idndosabeengommar pefoilamen-
te, e cosinha bem qualquer um banquete ;
urna uutra preta creoula com 29 anuos, lava
bem roupa; e ba quitandeira ; tulo islo
pega e por prego aasoavol.
Ven e-se um lindo boi inteiro, de raga
Turina, sem casta dos do paiz, tem cerca uu
quatro anuos, muitu proprio para qualquer
senhor de engenho, ou pessoas quetouham
vaccas deleite; tambem se Imca por algu-
na vacca ou bui manso para carro; para o
ver no engciiboJTorno da Cal, e para tratar
do ajusto, na rua da Sonza 1 la Velha n. 112,
ou no sitio-Agoazuiba, adiante do mencio-
nado engenho, procurando a estrada para o
Poilo da Madeira.
-- Veude-su um piano de collard, grande,
novo, o de exceli-ies vozes: na rua do
Trapiche n. 14. v
n. i3 e i5, loja de calcado do A-
rantes ; n. 37 e 39, loja de calca-
do de Porlo & Companhia e na
rua da Cadeia do Becife n. 46 ,
loja de miudczasde Jos Fortuna-
to dos Santos Porto.
Quartos a,600
Quintos 3,100
Uecimo) i,ioo
Vigsimos 600
Una encomnicnda do cobertores,
I.I1.0 pin-si'ii-ui poUCOS,
N5o pdem chegar
A todos os compradores.
A 1,lino rs. cada um,
na rua do Crespo, loja da esquina quo volta
para a Cadeia.
I.inhas de carretel de 200 jardas.
Ka rua do Cabug n. 6, vende-so duzias
Olio, sito na rua do Caldoireiro desta cida-
de, e urna parte de um sitio na M gdalona :
a Iralar na rua estr-ita do liozario 11 7, luja
de ourives, ou annuncie.
Cheguemao barato.
N> rua dos Quarteis n. 21, loja de miude-
zas de Cruz & Uastus, vondemse tida e
qualquer qualidade do miudozas, por prego
mais lm alo, que em outra qualquer parlo,
existiudo sempre um completo surlimontu
de miudezas novase modernas, tanto para
a praga, como para lora, as quaes se ir3o
annunciando por este jornal.
A a4o rs a duzia.
Vendom-se cixas com superiores ohrcias,
a 210 rs a duzia: na rua dos Quarteis 11. 24,
loja de miudezas de Cruz & Ilaslos
Aterro da Boa-Visti, loja de cal-
cado n. 58, junto ao seleiro,
Vendem-so caapeus pretos francozes para
homem do superior qualilade, e da ultima
moda, lengos prelos de selini macan, ditos
decores de lindos padrOos, chapeos de sj>I
di paniiiiihodosmollioresque exislom.agoa
de Colonia milito boa, um completo soiti-
mento de perfumaras, boizeguuis gasea-
dos para senhora, sapatos do luslro, corda-
rlo, se.iim, edo tapeto, sa. atoes de lustro
para homem o meninos v a 12 annos, i-.i-
du vindo do Havre, bezerro fiancez, dilo de
lustro, ni 1110 iiiins .lo coies, sapatos do A-
racaly; e u ni surt ment de espelhos o es-
covas para barba, c muilo commodo para as
pessoas que viajam, corles do tapete paia
sa .-alais de bom gosto; ludo se vendo barato,
iiim de apurar ilinhc 1, .
A verdadeira descjanlas.
Vende-se a verdadeira linhi, om carrileis
do 200 jardas, por prego tais mdico lo
que en oulra qualquer parto- na ruados
Quarteis n. 24, loja de miudezas do Cruz o;
Uastos.
Contina a oslar p i: a ven le", a cscrava
de elegante figura, que coze bem um vesti-
do para senhora, engom 1 a o cosinha, ludo
bom feilo : na rua do Crespo n. 10, L-rceiru
andar.
Veinlem-sii dous moloques de 10 a 12
annos, qualru pretos do 25 a 30 anuos, pro-
prios para lodo o servigo, duas protas do 20
annus com algumas habilidados.e outra do
meia idade quo cosinha o lava do .-alian, e
urna parda de 20 annos com habilidades; a I-
verto-sequoa parda soso vendo para e^a
praga : na rua do Collegio n. 3.
-- Vende se urna canoa docancira, uuva,
por prego commodo : na rua da Souzalla 11.
18, primeiro andar,achar corn quem l-al.u
-- Vende-so um hunito cavallo, bom an-
dador e novo : na rua da Cruz do Itecife
o. 23.
l>o Cliili a 60,000 rs.
Vendem-se chapeos do Chi-
. rari_ I i, fazenda a mais fina que
tem apparecido nesta cidaile : na
praca da Independencia, fabrica
de chapeo- de Joaquim de Oliveira
Maia.
Aos senhores alfaiatcs.
Vendem-so superiores tosouras, para al-
faialo, lo-iii cono ricos hotOes dnurados pa-
ra casacas ; ditos de sotim preto os mais
modernos quo tem vindo a osle mercado ;
butOes brancos para caiga, a 280 rs. a grota,
muilo finos ; retroz azul frrete o mais fino
possivel, o ludo por prego maismolico, do
queem outra qoalquor parto : na rua dos
Quarteis n. 21, luja de miudezas do 1 ruz &
Bastos.
(Jarteiras para guardar dinheiro ,
ou letras.
Vendem-se superiores carteiras para guar-
dar letras, ou dinheiru, com lechadura e
sem ella, por haralissimo prego: na rua dos
Quarteis n. 24, loja de miudezas do Cruz &
Bastos.
F.sliii-sr acabando !
Ven-lem-se coitos de cambraia de sal picos
azuos, rxos o encarnados,com cinco e moia
varas, a 3,500 rs. o corle ; ditos para meni-
nas com tros varas, a j.nuo rs., fazenda fina
e do ultimo goslo ; a olios antes que se a-
calieni: na luja da estrella da rua do Qu i-
mndo 11. 7, confronte ao becco do Peixe'
por pregus muilo coinmodos.
hicas franjas para corlinailos.
Na rua do Cabug n. 6 vendem-se pegas
de franjas do lo las as coros, as mais ricas
que aqu tem vindo, por prego mais barato
ilo quo em outra qualquer parle.
Papel de peso a -2,000 rs. a resma.
Vende-so na rua do Cabug n. 6, papel
de peso a 2,000 rs. a resma ; dilo almaso a
3,000 rs.
U antigo baraleiro.
Na rua do Cabug n. 6, vendo-se caixas
com colchles a 60 rs. ; ditas do ditos fran-
cozes a 70 rs. ; luihas de marca a 20 rs.;
ditas de ditas muito linas a 30 rs. o novollo.
Uicos pentcs de atar cabello.
Na rua do Cabug 11 6,vendo-se pontos para
alar cabello imitagilo do tartaruga, os mais
bem fcitos quo aijui tem viudo, polo dimi-
nuto prego de 1,000 rs. cada um ; a elles
que se 0.1,01 acabando.
Altenco.
Ven lom-so cem espanadoros, muito hom
folios, pruprios para ombarqu-, e um lindo
moloque ptimo bolleiro, e nao sa vonde
a gaunador : no atorro da Boa Vista, n. 84
-- Vondem-se as duas casas ns. le 3, na
travesea da roa Augusta, em cbilus piornos,
livres e dosembaragadas: a tratar na rua da
Soledade, casa n. 42.
Na rua das Cruzos 11. 2>, segundo an-
dar, v. n lo-sn urna linda mulata do 20annos,
que ungomma, coze chita, cosinha e lava ; e
urna crooula de 16 anuos, recolbida, que
coze chaa e tom principio do cngoinmado ;
urna dita do 35 anuos ptima lavadelra o
cosinlioira ,- e un cscravo para lodo servigo,
-- Vendo-se um casal do escravos prolos
em conta, do servigo de campo, isto por son
senhor querer mudar do estabeleeimento;
quem pntonder dirija-so a Soldale, no
principio da estrada do Joiio de Barros, fin-
dando o muro na piimoi>-a casa que loin cer-
ca do lim.lo.
Veudeu-se volas de cera do cirnauha
pura, do sele om libra, e de seis sondo d
carnauba confeccionada, brancas de p'imei-
ra quali lado de nove em lihra para lam-
proos, tambem do coros de diversas quali-
dades sondo de seis om libra,viudas ltima-
mente do Coar, a 300 rs. a libra e caixas do
urna arroba : na loja 11. 45 do Francisco Ig-
nacio Ferrcira I)ias,na rua do Queimado.
liNUUSUUA NACIONAL.
Imperial fabrica de velas stea-
rinas.
J. E.Ljoux proprietario da im-
perial fabrica de velas stearinas do
l\io de Janeiro, fornecedor do pa-
co, arsenaes e repartices publi-
cas, faz saber ao respeitavel pu-
blico, que acaba de fundar um de-
posito de su,t manufactura, na rua
da .Madre de Dos, no armazem do
Sr. LuizJo.sc da CoSbl Amorim ,
sonde sempre baver porcao des-
te ge.ero., para o consumo da pro-
vincia. O preco em cxa ha de
cravus, por preco commodo : nos
quatro cantos da rua do Queimado
n. ao.
Potassa a a4o rs. a libra.
Na rua do Apollo, arinazem doassucar 11.
2 B, de. Lea I liis, tem superior potassa do
B10 de Janeiro, chi-gada ha poucos dias.
Luvas de todas as qu ilidades.
Na rua do Cabuga n. 6 vendem-se luvas
do pellica para senh ira a 800 rs.; ditas
muito ricas rom onfoites, proprias paraca-
smenlo, a 5,000 rs. o par; ditas decores
para lio 1 em, co n algum mofo, a 400 rs.;
dilas doli da Escoc, muitu linas, a 320
rs.o par; ditas de torgal, pretas, para s.--
uhoia a 610 rs. ; ditas muito linas a 1,000
rs. o par; e oulras mutUs qualidades, por
prego muito cummodos.
Escravos fgidos.
65o rs., e em porcao de 10 caixas
com reduccao muito satisfatoria ,
os compradores que reexportarem
de 10 caixas para cima, para ou-
tra provincia, terao o direito a re-
ceber o frete do seu agente, a-
presentando oconhecimento. Ufa-
bricante julga por este meio faci-
litar a compra do dito genero, e
espero que os consumidores nao
deixaro de apreciar sua bella qui-
lidade, e dar sua prolecao a esta
nascenle industria.
AllencSo.
Vendem-so boas btalas ingUzji a 32') rs
a arroba : na travessa da Madre do lleos.ar-
111 ./om n. 5, de Caucio.
Hincados francezes finos.
Voudoni-se riscados francezes, de bonitos
Desappareceram dous escravos com os
signaos seguintes: um preto de nome Basi-
lio, de idade 35 a 40 annos, pouco mais ou
menos, alto, cor fula, olhos claros, pouc
barba, alcija lo da mflo esquerda proveniou-
lo ilo um tiro, pernas finas, pus turtos, ho
mii'to ladino, o sabe algarismos, oslurr.a
I1.1I1 ilnar ion casa de caldeira. oatro he
pardo, do nome Miguel, bastante mogo,alio,
de cor clara, pouca barba, cabello crespo,
nariz afilado, tem om um dos bragos abaixo
do sangra louro signars provenientes de
um tiro.assim tambem una cicatriz no pai-
to do pe, be carreiro o olficial do sajialeiro :
advorlo-sc quo o preto desappareceu no mez
de margo prximo passado, e o pardo em
outuhio de 1816 : qbom os apprehender po-
dera leva-Ios ao engenho Independencia do
Manuel Corroa do C'liveirs, qoo sera grati
licado.
AtlencSo*
Continua a estar fgido o preto Miguel
desdo novombro do auno p. p., olficial de
sapnteiro creoulo, um tanto fulo o gago, e
do 25 annos do idade ; ruga-se as autnoii-
dados policiaes, capilaes do campo e a qual-
quer pes-oa quo o encontrar, o lovom a seu
Sr. (ir. lanoel fumino do Mello, juiz mu-
nicipal da comarca do cabo, e nenia praga
ao commoudador .Manoel Goncalves da Sil-
va, quo generosameiitis recompensar^!).
No da 31 do levereiro prximo pasu-
do, fugio una escrava du nomo Joaiiua, de
idade 50 annos, pouco mais ou menos, rom
falta do denlos, rosto um pouco picado do
boxigas; levuu sia preta, o foi cscrava ik)
finado Amato Domingos Carneiro, e depois
da niorte desto passou a sor do alfores Fran-
cisco do Assis i'adilha, ambos moradores em
l'o-i'Alho ; suppOe-se ter ido para o serto
dono lunado liussas, onde he vigario o re-
vciendo Joaquim uminos Carnoiro, lillio
do referido Amaro Domingos Carneiro, ou
estar agregada om algunin casa como forra :
roga-so as autoridades policiaes e capilaes
decampo, a caplura da mcsuia, que levando
a rua do Crespo n. 19, sera generosamente
recompensado.
lo,000 rs. de gr tilicacao.
Do abaixo assignadu, morador na tua do
Crespo n. 10, fugio no dia 16 do corrente,
um seu omt.iv i por nomo Hoque, creoulo, o
qual represouta ter 45 annos do idade, pou-
ca barba, foi vosti lo com caiga de casemira
preta e camisa de algodao azul, e tem os
siguaes seguintes: alto, um tanto seccodo
corpo, i-i'ir fula, descarnado do rosto, olnos
pequeos, c tem urna cicatriz em um dus
dedus da nooi por tor sido uiaxucado pu-
xundo u 111a liavo, feo do cara, e costuma a
embreagar-so, cujo escravo foi ao senhor
Joao O/uriu Maciel Montn o, o lio do presu-
mir que ando por aqui mesmo.vislo ter mu-
Iherc lillios, ou na ilha do llamaraca donde
ho lilho : o mosmo abaixo assignado protes-
ta haver seu direito contra aquello quo o oc-
cuitar :%roga-se porlanto as autoridades po-
liciaes e capilaes de campo a captura do
mesino.Jos Congalves Malveira.
1 lesa o pareen em 8 de julho do corren-
te auno, um caboclo de nome Jos, oseravo
de Pacheco Filho & Mondes, da cidade do A-
raruty, o qual lem os signaes seguintes : o
brago esquerdu quobrado na muuheca, ca-
bellos pretos, as pomas um tanto arquiadas
para Ion,lio de boa estatura,e chcio do cor-
po, bem Calanlo, |i.iren quando falla aperta
alingoaenlre os denles, tem por cosluine
|iiando se llio porgunta alguma cousa res-
ponder senhor sim ou senhor nSo, levou um
cobertor de ISa ordinario ainja novo, cha-
peo do | alna da Italia j usado,1:001 fila pre-
la, caiga do algoJSo-iiiho azul ou com lis-
tras, camisa da mesina fazenda uu blanca.
Este escravu lem viudo du seralo por Ierra
a esta praga, e muito gosla do lugar de Po-
dras de Kogo, aonde p le sor que estoja
acollado, e foi cscravo na villa do l'omhai ;
quosi o pegar lovn-o a rua da Cruz do Ito-
'cife 11. 33, casa deLuiz Jos do mi Araujo,
de linhas de carretel, coro 200 jardas, a700|Frito p.dros olargos, pelo diminuto iireco'H: onue 8e acbava o mosmo oscravo para sor
rs.; ditas de dilos com 100 jardas, a 300rs.| -- Venii8iii-se60 oilavas de prala, e 10di- no rs o covado : na praga ua Independen-! vendido, e se recompensar.______________
.cia 11.10 5. l'KRN. : Tvh. ur M. K. dk Fahu. IS02
II du
zia.
[tas do iniri) : quem quizer, annuncie.
f
MUTILADO
^F
^P^-4
J^


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