Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03490


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Full Text
.a.
*P
Anno XXV11I
Sabbado 28
DIARIO DE
de Agosto de 185*2.
N. 193.
vm-ier^m.
PERMMBICO
DIAsDA Mllll AVBIBJT01A8.
IHCpO A S\TBOB.irC/iO.
Piaiuinro Aduntido.
,r trimestre............4/000|>3Seg. S. Fellppe. I Juitode Orpka
rnrsenieitrc............. 8/000 24 Tere. Barlho-*, e 5. l lOhorai.
,r mu"........">.....I9/O0OI lomeo. I. tara dncivel.
P.n..... MtimiMi. i 25 On in. S I.ulz re 13. e 6. o ineio-dl.
I'.H rrulrtel.............4/500 On ii.t S /, ferino, fmrndn.
ortciAJDOiMPtnio. |7ien. S. Jos del.6. l 10 horas.
T\ri ". 3 de Agosta Minai. 2 de Agosto Cilaians, 1 2. vara do eivel.
Mir.nho. I de dilo .S.Paulo. 7 dedilo SSSab. S. Agostinho 4. eiabadoaao melod,
Ceari.... M dedti B.deJ.. i4 dedito : I Dota I3U Sagrado; Kelmeo.
IVahiba l0 ledilo Habla... 18 de .lito Coraco da S. V. M Tercas e libados
IfUMIlllII
Creicetei 32,113 horas ea'Sminutol da m.
Chela a 29, aoi 48 uiiauos da (arde.
ingoanie 8, aos 32 minuto* da n.
ova 14, aoi 21 minutos da tarde.
IIIM11I1 BOJ
Primeiras 2 horase f.4 minutos da tarde.
Segunda s 3 horas c 18 inlnulns da tuanhaa.
*\TIAi >Oa OOI1IIIJI.
+
Qolaana e Farahlba, is seguidas seitas-
felras.
Uo-Crande-do-Norte Vleloriaai qulala"
luirs
Soneto, Ciriiii n, e Caranhuns no l'e 15 decid8
flore, .Otiricui v.F.xu e Boa-Vista I 3 e 28
Ollnda. indos os dial.
Todas os Corrrjos partemao melo-dla.
BTOTIOIAS IITBlXOIall.
=5
Portugal
Hespanha
Franca..
Blgica...
Italia..:.
Alemanha.
'rusaia ...
Dinamarca
Russla...
Turqua.
I4de lulho \usirla 1 de Julho
1 de-dito Isulssa.... 3 de dito.
8 de dito 'Suecla... ai de Junho
3 de dito Inglaterra 8deJulhn
3 dedito F..-Unidos 2ile Jniiho'
S de dito Mjico... 3 de dito
l dedito [California > dedito
1 '"i.- Junho <:i, 111
29 de dili
20 Ir dito
29 de dito > ueoos-A
Montevideo 5de dilo
9 Je Malo.
Ide liilli"
CAMBIOS BB 27 DI AGOSTO
Sobre Londres.a 27 '/, a 27 '|, por 1/O00 d.
1 Paria, 345
a Lisboa,100por canto.
ETAES.
Ourn.Oncas heipauholai............20/000
Hoedaa de 6/40 velhaa......... lb/lMO
> dc6>400noraa.........IH/OOO
d'4/000................ />'00
Prata.Patacoeahrasileiroi........... ffiS
Pesos columnarl'M............ 1/1120
Ditos mejicano.............. 1/800
PAUTE OFFICIAL.
que a turna inconstitucional. C.reio que V. Acamara se lemb'ar deque o illustre 1 cidhide do Recite, principalmente a menos
Ble., Sr. presidente, n3o:eoppor a isso,' deeutado a quem me redro ilisse quo na | abastada, que n.lo po lia supportar oseleva-
correa muiloi provine a de Pernimbucu osatravessidores do* presos, anniquilar essa eompanliia .de
pO'que assim s discussno
ntcDAfifi HF l'FHN V MRIT'd mus regularmente. 1 de ga Ins estavam senhores do monopolio
BISrAUU UE. I EiiU! itUDUlU. 0Sr Bamlera de i,cUo:-\. Exc. nSo/di venda da carne verde.
Dm lo3o da PurlhragSo Marques I', rdigo, tem o contrato? O Sr Ilaslo de Oliveira :-Uue se diiia,
conegu regranle de Sanio Agostinho, pela 0Sr. Ministro da iusliea:Os illustres de- mas nSo era sentido pela no ul.ic.1u.
graga de Heos o da Santa S Apostlica, putados que propozeram a revngagSo da lei' O Sr. Paei Brrelo : lita he que he en-
hispo de Pernambuco, do conselho de S. j pi)r causa do dofeilo do contrato o devemgano.
M. lo Sr. I). Pedro II. ele etc. ter. O Sr Fornira de Aguiar:NSo lenti Jo
A to los os nossos diocesanos sa le, paz el O Sr. Bandeira di Mello: Nos o temos;'. para os seiihores, mas para a provincia de
heneSo em noine deiestis Chrisln. (perguntei a V. Exc. seotinba Igualmente. [Pernambuco muilo
Tendo -nos silo prximamente enviado! Del copia delle ao nolire depulado por Per-' O Sr. Ilastoi de Oliveira :NSo chegaram
relo Exm. llvlin Delegado da Santa S no nioitiuco, o Sr. Augusto de Oliveira, que a reconhecer o monopolio dos chimado-
Km Je Janeiro urn decreto, pelo qual o San- i me pedio, e nSo o Irouxe porque no sup-j atravja lo'ee, por IsswTlttsHirT que osseus
tissino Padre Po IX e-n suas apostlicas pon'ia que esta discussfio livess 1 lugar hoja. I gados goza va m do prego que ellos espera-
OSr. Mililitro da jusliqa :-l'Je entSo o,vim.
IIInstN depulado dar do contrato urna idoia 0 8r. Ministro da Justina Visto que o no-
mais exacta e coupleta do que a consignada: bre deputado tem rnodiHcado de alguma
no parecer ll.< do neC'Ssidaild qu : a cama-- maneia o que tSo claramenln dase nesla
Icllrasde 10 Je junho do anuo anterior, con-
demnoa e pio-creveu, depos de discreto
exime, a obra intitulada --Defensa de la Au-
toridad de los Gobiernos, e de los Obispos.
contra las jiictenciones de la Coria Roma-: ra i- nlic < o contexto do contrato, e as casa, ou eu o no co nprehriidi bem, o te-
na, por h'rancisco de Paula C. Vigil Lima mais nroviJencias que se dram, visto que nbo o dirello de ser acredi.ado [apoiadoi),
1818,prohibindo igualmente em 18 de mar
^o,io presrnte anno, sub pena de excom-
muiihao, ifso {acto, a lodos os deis Je qual-
quer gradimcSo, a leitura, rctenco e im-
pressSo (em qualque' lugar e i liorna ) do li-
prcauaa ie defeitos dolle he que a lei se I principalmente tendo o apoio do teste mu-
lo na inconstitucional no entender dos no-(nho dos Ilustres deputmlos residentes na
biosdeputados. Eu tenho aqu copia dess'eicapital de Pernambuco, riTeriiei a Tcrdade
do que hsvia.
Exista urna companliiaorgaoisada paramo
no.'Osara venda Jas carnes v>rdes nacidade
do lenle {Apoiadosdossenhoretde\'ernnmbu-
co. ) O consumo da carne verde, que u3o
poda m'i ~ li-l no i'ikii menos de 70 a 80
rele por dia, eslava reduzdo a 30 o a 40
confalo
O Sr. Bandeira de Mello : EntSo porque
vro como titulo de- Carta al Papa, y ana-j quiz provocar-mo, peigunlaudo se eu o U-
liselel Br.'Ve de 10 de junno de 18SI, por nha Seria para ver se apanhavu em
r'rancisco de Paula C. Vigil --; lambem con-fulla?
tleiniiidn, proscripto, e lanca.10 no catalogo! O Sr. Ministro da Justina : Quera argu-
dos livros prohibidos, pela adrada congre- inenlar com os propnos documenlos olleie-
gaco dos etniieiitissiiuos cardeaes, inquisi-ciJos pelos illustcs autores do projecto; foi'rezes, e o monopolio era iSj produciivo
lores geraes, contra a hertica pravidaJo ; 1 or iali razflo que diriii o meu pedido aus para os que o exirciam, quoatcertulempo
liiiveiiios por conveniente a vulgarisacSo 1 Ilustres depolados, e iiu para ter o p-azer, sendo a baso da arremataran da contrlbui-
deste saudavel decreto, digno do respailo, j de acha los em falta ; anda que alguma ra- Ufo provincial ilc 2,500 sobre cada rez des-
ipie devenios tributar ao Soberano Cliefe do zu livesse paia ac editar que o nJo conde-; tinada ao consumo o numero de 60 rezis
Christianismo, sempre tiento a providen- cessem, porque o 11S0 ii-f.-rirarn com exac- em cada din, luviam elles feilo com os ar-
Clirero favor das urgentes neoessidades de I tdSo. rematantes dista renda o juste de pagaron)
monopo islas ; e nSo s entend que devit
proceder assim rara o bem ecommoli lade
ila 1 upiii n'.io, como para a moraliJado pu-
blica. ( Apoiados. )
Jtutoiisado pela asseubla provincial para
tobar as medidas convenientes, celebrei um
coolr.ilo com diversos cidadSos ; pelo qual
aofcbrigaram a fornecer carne verdea po-
pulac.ao da ci lade do Recife iili.-n-nl para
oten consumo em lodo o anno, nSo poden-
Jftlevar prego maior do que o de 2.MV1 rs.
por arroba no lempo de tnrerno, ede 3,200
rs. no lempo de verlo.
Nosta condiccSo do contrato se ve quo na-
da ha de illegal, porquo s os contraa lores
soobriga los a fornecer a drne por aquello
preQo, e no outros ; e lia alguma lei que
prohiba a qualquer ajuslar a venda do seu
genero por preco que Ihe conven ? A isto
denominan! os illostres autores do prujecto!
c O governo da provincia, aceitando as 1 qo provincial Je Pernambuco, occuprei a
mencionadas c sua parle : l., a providenciar effeciivamen- tos para mostrar que os criadores de gado
te de modo que uo so mate rezes, nem se
expouhi venda carne v 1 1 tiesta cidade
as menciona las fieguezias, sem que pre-
vi-mente se pague aos contratadores urna
mdemnisacflo dos prejuizos que protrsvel-
mente I rao pela falla de consumo da carne
com queseo obrigadosa conservar ahiste-
ci los os agougues ; sendo calculada esta in-
demnisaclo em 8,000 rs. por ca la rez qu
no pertencer aos proprios criadores, que
mostraren) ser taos de modo a no se con-
loo ln 111 aura os alravessa lores, porquanto
nosle caso percebcrSo -o inr.ie a quanlia iln
3 000 rs. por cala rez que bouver de ser
murta p?ra o consumo publico.
2 A rrover pelos mei is legaes 10 seu
alcance c mira os ntravessadores, e qualquer
embiriro quo poaaa prrjudlcir a marcha re-
gular deste contrato.
3 A teros agentes precisos pura dsca-
Hut dlhnsem Jesus CI11M0
Por esta occasiSo lecomino. damos intei-
ra obediencia ao mencionado decreto, uuti-
dadi publicar para garl iiitelligeucia c oxe-
CufSo, pela q-iul evilom o> nossos diocesa-
nusa lenivel pena nello fuloiinada.
Palacio da Sol lade 25 de agosto Je 1852.
Judo, hispo diocesano.
INTERIOR.
Pictonle-se Sr picsid nti, que a le a conlribuicao nesta razilo, alim dn evitar
provincial de l'cri.ambuco, den. 278, 'e 6 que os ariemlantes lossem concorrer com
do roaio do 1851, deve s r revogada porquo elles na matinca do gado, pagando assim
em virtu le de.Ha o governo Ja provincia re- por cada re urna ioipusicao 11 uito maior
I-brou um contrato que offen lo a coiisti- duque a o'ecte'ada, e que saina di bolsa
lu co. A lei piovincial simplesmeiito au-
lons.iu o presi lente da provincia a empre-
r as medi las que julgasse cunvonientes
dos consuniJores
Ora, expondo-se i venda nnu diminuta
quaiitiJade de carne, e i-e modo uenbum
alim de remover as causas que puJessem !sudicienle lara s n,cessi lades podiam os
laxa de p-eco c mira a constituic3i>, que'lisar a exeo c>i deste contrato, quer na ar
girante o direito do propriedide, etc. ; l* relativa as ohrigarjiles dos c.imrata ores,
oasj se vio que falha inteiraniente a suppo-j '"ri1 o que eites Mies franquearlo os S'UI
sirjo dos Ilustres depota ios. 'estsbeleclmeulos, qunrpnraa puntual oi>
(1 Sr. Iliindeiru de Mello : KnlH 1 a carne se vancia das piovideunas '|ue o governo
nBo esta laxada ? expedir em vi tule dos a tigos antee -
O Sr. Ministro da Iusliea : Est ajustado fdenl'-s
o seu prego com os conliatadores, como se1 Este contracto durara por eseaco de
pratira com to los os 1'orn riu m-,s di gene- tres anims contados do 1." de julliu prximo
ros para os eslahelecimentos puhlic s ; aos futuro, em que c unecara a lo. o sou ef-
criadores ea quaesquer oulros he livre levar I lio
o prego que quizerem ; nilo ha laxa. Ja a cmara quo o prego Rxsdo para
O Sr. Ilandtira/le Mello : -Par* os estahe- circe obriga si 111 lesmento aos contrac-
lecimentos ou reparligOes publicas ple-se tadores qu" o quizeram muit > voluntaria-
fazer islo ; mas para a nagiio em geral n3o men'e (apoiadis; entreunto que uscriado-
se pode. res, mi outios quaesquer, pode u malar as
C.sr. Wi'n/'ifM iln Juslica :--Ijs 11 i>e d.is r.. rez-s e ex.or a carne a venda pelo prego
ses porque eu quera que os illuslros do- que hem Ibes parecer....
putados oflerecrssem o contrato ao conneci- O Sr. Ilandeira de Mello : -- Pagando urna
ment da cmara, parecia-ino que ellos nSo mulla.
o I11111 am lido... O Sr. Ministro da jusilla : llavendo os
O Sr. Bandeira de Mello :--0 Itimos multas convidadores tomado sobre s .1 obrigigio
vezes, e com toda altengao. de fornecer carne por precio mdico e ra -
Or. Ministro da Iusliea :K vou fazer a zoav I, >ie nutar urna qu nli 1,'de di tcrmi-
leilura do contrato, que he o mellior meio nada de rezos, sujeiluu lose a urna multa
pioduzir o encarec 1.ciilo ..'ascarnes ver-! inonopolisidores eslabelscer elevados pre- de convencer do engao 001 que estilo os rio- de 8# por cala rez que fultassi para com-
des, e dillicul lar o seu abast'cimento. Es-'cs, e etfecti v 1 merit 1 o estabelecism de | bres diputados sobre as suas conJicgOes pialar o numero estipulado, de teretn os
t visto que a lei provincial nSo deu 10 pie-! 3f000 e tantos ris a 6/100. (II) : ago<>gu-'S HbMleci los desde as 6 lloras da
sidenlc da ,roiiiicia senao poderes que esti-1 O Sr //asios de Oliveira : -Em que m'/os Os cont"-atadores cima mencionados, iiniih.la al as 6 da tarde do carne sulli-
vessem dentro da conslituigJD, senilo pode- do anno? 1 Jlanoel Joaquim do Reg e Albuquerquo, cienle para o onsumo publico, era de oc-
res qui elle I. galineiil pudosse excrcitir. I O Sr. Ministro da jwtiqa :-Polos dados, Justino Pereira do Earias, Jos Joaquim Bo- ressila le que, quaudu 1 ola concu reuca Je
( Apuiados. I Assim a asseinhla provincial,' quo coln, e que n3o podem ser contesta- telho, o Mosquita e llulra, se ob.igaiu ao se- oulros nfio po lessem fondor a carne que se
ItltoriMado o prcaidente Ja provincia a! dos, lirados de esta beleci menos pblicos, gallito I Ibes ohrig"va a ter, fosse n 11 lemnisa los....
adopt-r estas (i.cdulas, procedeu em seu di- nos Jous anuos autenores a ests me.lu., a 1.a A matar diariamente, e espora en- O Sr. Ilandeirade Mello iN.lo toiuas.-em
nunca s linha comer.lo c roe na ci lade da ne do Recife a monos do 3/JOO a ^r oba, o che- goezias de S. Fre pe 1ro Gongslves, Santo O Sr. ministro da iustiia :-- E o povo que
gara a 6/100, ao mes 1 o lempo que na feira An'onio, S. Jos, lloa Vista, AfoglJoa e Pogo soffresse.
cada rez se ven lia multas ve/es por i2s e da Paueila, no lempo de invern, qu se con- O Sr. Ilandeira de Mello '. E industria
16/000 liS. Este estado, se 11 duvdi de- la do Io do man;o ao ultimo de ai >slo, 80 do Coir lieasse anuiqiila la !...
ploravel para que n Sab 1 que na ciJade do rezes, e 110 de ver.lo, qu ; si conl ra do i. O S. Ministril da Justina : Sonhores, os
Recife a alimunlagflo principal da pojuiagao d,; setembro ao ultimo de fevereiro, 70 re- inte'es.e. dos cna ores di provincii do
he ;i c i 1 nli 1 11. /.ido 11:111 vi ladrii.i cu- z-v nos ii s cirnio, o meia le nos de pre- Ceara lidr-in meluor cous.ilt idos [Signan
lainiJailc sob e a i|uii el 1. coito, excapluaJa a quaresma, porque nu de dcnegacSa da parte Os Sr*. deputados do
O Sr. Ferreira de Aguiar:Apoiado. lampo lella siextiora vonda nos Jo nui- Ceara )
O Sr. Ministro da luslicu :--Um dos Mus- jios a oiesmi quanti la le q 10 DOSdiiS car- O Sr lluslos de Olccira : N80 apoiado
tres "'i 111 es p 1 aq ella provincia che- n ea, as segundas, larcas e quanas-f "ras, soucri-dor na provincia Jo Cena, e 11 So
gnu a cominonicar-me os ioc>'ios que Ide duas torgas partes, as quarl* feiras nieta- Ide agradego.
inspirava un semelliautii estado de cousis, d", as sex'as feiras e Sibb 1J0S nina terga O Sr Vitro da instiga ; Sf presi len-
p.irqiio a i.'dignagSo contra semelliaiites Ira- parle, no so designando quaulldajo na se- te, tiavcnlo os eonlraclaJorcs tomado so-
rullo, e uo cabe na allribuigilu da assem
ble 1 g ralrcvogar essa lei ( Apoiados 1
yiuuiJu o presidente da provincia tivesse
fotcido 1 verdadeia intelligeucia oa lei,
qiiainlo l vesse abosado celebrando um cou-
tralo que contivesse coii.ii,0iis reprovadas
pela ConslituigUo, nulio ha O meio de se ro-
eaiar o ab .so commeli o, e com muilo
111 .'S faciliJ ule. ( Apoiados. )
OSr Ilandeira tic Mello : 0al se'ia ?
OSr. Ministro dausliva :-Os presidentes
de piovincia leeai um jeil assignalado, o
supremo t'iluiiial dejuslica, im-anle quem
silo res. otifaVeis pi los abusos que commet-
RIO DE JANEIRO.
CAARA DOS SENHORES DEPUTADOS.
m:ii : vi pa sesso UB 3 OE ACOST
OB 1852.
I'revilecio sobro carnes verdes,
tntra em disoussilo o projeclo n. 50 doslc
anuo, quo revnga i le piovmcial de Pernambuco sobre privile-
gio Je carnes verdes.
ttlitoi Srs deputmlos peden; I palavr.a.
OSr. .Sonsa llamos ( ministro daustica):
Sr. presi lente, a lei provincial cuja revo-
ga<3o se propOe por inconstitucional fui
sanecionada lormin quando presi lente da
!; 1:1 11 de Pernambuco tambein poi
ni.ni fui feitoo contralo a que allu le o pa-
recer Ja rouioiisso Ja v a cunara a ne-
cissidade em que cstnu de lomar parte na
JisCussSn, Je sustentar o aclo do -overnu
provincial de Pernambuco, a que nSo 1 u le
cabera qualiliraglo le iuconstituciO'ial que
1 lie he aliribuida. ; Apoiados. ; l)-ejo ser
brevo o no abusar da allengSo da cmara
rom um dbale ocioso ou inconveniente;
p 111 1. iaiei, po. lamo, pedindo aos nobres
autores do piojecto que mniistreni to lo* os
dados que teem para qualidoira n de incons-
Illucional le provincial, alim de que so-
bro elles e.i | ossa dar os necessanos escla-
rec mentes.
A dis.'OsigSo da lei provincial he conlicri-
d>, porque os nohres autores do prnjaclo 1
red 1 iram, o un verdade se concba pouco
niaisou menos noiOrmns BXnOftos no pa-
recer ; mas nao Itapropriamaota da dispo- ..
Sictn da lei p'ovincial que se qn ix im os til so lornaria em ronco tem; o o poder le- presiimo pelo colie provincial a quem fossa pOr a ven la para o com pelo do n 11 meio Oi- fez ; nio sendo a quantum que determina a
nohres autores do prujecto, c siin do modo gislalivo. > Jpoiados. ) Concorrer com os inono.olislisj eraintoi- lipulado, e bem assim a de 10 a o.OOO rs., ineoiislitucionaliJu ic di medida, con o
por que foi essa lei entendida ecxeculnda. | Eslis COnsidengOes, Sr presiden!, bis- ramete impralicavel, purqu-nto os mono- 'quando exijam pngo mamr que o esipula-roesmo direito co 11 que liavia a imposicfl 1
fleferem-SS OS nobres autores do projecto a tiriain para que a cmara dos Srs. deputa- polistas linhiiin gran le porc3od gado em do, ou exuonlum i venda carne arruina la, 1 le 2/5000 sobre cala rez h 1 agora inais a
um contrato celebrado pelo presidente da dos ie P'ovinria; e assim he nec -ssano que a ca- cuss.lo ern que se acha ( apoiados ); mas vou com.ianliia, en concurrencia, elles i Jiuiedia- der carne, a quom a va comprar levando aj Assim nada mais so lo/, d 1 qu ai
iinr.i, para decretar a revogacao da lei pro- adimie; aceito a di>euss80 do aoto do pre- lamente lari >m desdi o prego da carne, at sus importancia. mentar a imposicao ja existeme para pro-
vincial, qu>, no entender dos liobres drpu- sidente da jirovincia de IVrnambuco, o pre- anniquilar a concurrencia, como ja omou- I A imposig3o das multase a iecisSo so.lazer a 111 lenuisagao que ,1 p ovincia era
lados, he defeituosa pelo molo por que foi tondo convencer a rama adosSrs. deputa- tro lempo acontec 10, sem se impoitarem bre qualquei outras nrracgOas serSo jul^a- ohriunda aos lontracta lor. s....
entendida e execuUda, o conhega. .dos da sem razSo com que os illustres u- com prejuizos momentneos, que logo de- das por dous arbitros, um da nnm-ac,ao do j, OSr Bandeira de Mello v.lo osla ma e-sa
A iJeia que os nobres deputa Jos dlio o tures do projeclo o qualilicim de inconsti- pc-'s dse ubaragidos da Concurrencia res ir- presidente da provincia, oul'oda numeagtojia pos gio em provello dosacluiei co.lrac-
n o 10 poc que (oi a lei provincial entendida (ucional. ciruin com usura. E era lauto o empeodo 'doscuntratadores ; no caso de empale deci- tadores imposigllu que redun la em beiie-
iio l;c exacta nein compbta, e porque na Para islo exporei o estajo oin queso acha- dos monopolistas em vitara concurrencia, dir o presidente da provincia com audien- Qoio Jos cofres parttcularea.
sini insiilicagau devo ter em alleng3o dados vam as colisas, con relacSo a este objecto, 4uo arreiualaram lodos os a^ougues da ca- ciados contrata lores. O Sr Ministro da ftutlfa: -- Itnposifao
ex.cliis, de-java si r iuleirompido porl-na provincia do Pernambuco, na occas3o niara munici,u.l por alto prego, uiesmoos de j 4." A terem cadi urna das froguozias applica la a 1
gum dos iiobro-autores Jo projecto que qui-' em que foram adoplml s estas medidas, pIQueiio precisavam, para os lerom fecha-: mencionadas os agouxues (incisos para com- P'la provincia
tem, a nao so da este n curso, c"'n" "."?" Meantes que estavam especulando com o mi- mana sania ; den lo porui bem enleuJi 10 bre si a ohrgagao da l'oineccr u na quanli-
merqueo governo un, erial tem allribuigio Mrii publica linha chegado a um punto ex- queem lodosos cas is s3o ol.rigados osen- dado di terminada, de rezes, era Je nece-s-
pari instruir a sens deleg dos, elamli-m traordinario. [Apoiados.) E em verdade, de tratadores a Sat'.s'.zer aa justas exigencias dale que se icautelasse o prejuizo que
para ordenar a revogagao daquelles actos: ,j|oros'i vormela duza ue especuladores do consumo eublico, conservaiid 1 os acou de verla m ter no caso do concurrencia, o
queform esoibitantes e iltegaes.^ I oniiquocondo-se com os soirnmenlos do po- gues abastecidos de c-rno ilas 6 doras da falla di extracgSn o seu ge.iero por issu
1 a i1 '": E s" lsovarnol vo. ( Apoiados ) manluia as 6 da tird paia o que poJerflO garantiu o governo a indemniaacffo de
gcial nao quizori O Sr. Bustos de Oliveira :--l'oiia s< langar ser as rezes morlis Jurante esso lempo. ta/iino or ciia rez qui ves>o a concurren-
O Sr. Ministro da j'wigr ; Mas os illas- mo de modulas policiaes i o 2 A nSo perceber na vimi-I 1 o carne cia Esl visto que o onns da 111 lemnisagSo
tres aulores do projecto n.locntendein as- | O Sr. Ministro da Justina :-- Que medidas ve Je no designa o lempo do invern prego devia )> sr sobre aqi.elles que dessem ^
sim, e pretendem que srja revogaJa a lei s policiaca lOluiiam seivir ? 1 m'ior que o de 2,400 rs. a arroba, o no Je ve tivo a ella, e pnr essa raflo se impoi mala
porque em sua OpioiBo oeX"Cutor sedes- OSr. Bastos de Oliveira :Ou formar com- io o de 3,200 rs., sendo c carne da mellior a quanlia de SOnO sobro cada roz que fosaa
viou de sua verdadeira intelligeticii. pandi So sempic que booveau abusos na exe- OSr Ministro da JtiiYign :- Eu tcnlei este o sempresSa. criadores, por que estes ipius tem da pa-
cugjio Jas les so rs diivpsa: revocar, bem meio, COnSUltei a cmara municipal e a pes- 3 Ao psgamento Ja multa de 8,000 rs. gr impOSicSo Je 3)000 lira, por lei pro-
reduzJa ja estara a collecgilo dolas, c inu- sois milenJidas, dis, uz-ine a fazer um em-' no-cada rez que deixireni de untar e ox-i viucial ja davia im.osigo de 2?500 Sobre
.i ... >_. ___J__ 1 _..-. 1 a > ii^.i nl.. .-niiin 11 111111111I1111I nuu iliiluriliui 1 a
zesse ter a bondade de explicar acamara tiesta exiosicilo ui apoiarel no illuslio de-'dos ( Apoiados.) 'molidadedo povo, c mi i lioipez e aaseioj Agora, Sr. presidente, reconheclda, co
|uae,s3oasconiig0es dosse conliato. qual' pula !o que oilereceu a csi o projecto que! ciste estado de ousas, Sr. presi lento, era determinado nas actuaos posturas da cama- mo esta, a aem-rati.o com que e'[8u*_*e
se d>-u a I p OVlaeli se discute. '
ut- lliieneia 01
-. 1 ...1
p oviuciai
----
FOLHETIJM.
0 COKDB DE CARHAGNOLA,
(POB MOLE 1,1 M II.IIOM\l 1..
PRIMEIRA PARTE.
liscute.
H IJOI.K lllti n_
au fosse bem aculliido,
\iaU iiH"
1 de iiece-sniade,
' T---------1
bem da po ulagSo da'ra municipal
^si
tille'.I
e este peiisainenlu so deu a criada, que nao posso anda d
....uiclava-llie vivamente .1 alma. i di o
Depois de una meia hora de espera e de an-1 Una cousa extraordinaria/ e oquebe?
.ied.ide, i.i.inc, iiiandou Antonia, urna dasena-; pcrgnnlou Hianca loda trmula
das que cslavain constantemente com ella, aa-j Ol I signoraj uo e falla seno da auda-
bcr nolicia do que se 1.....ni Durante sua au-1 ca do conde de Carinagnola : dii-se que o du-
seucia.a pino n 1 recolbeu-se com sigo mcsina que, vosso pal, olltreiira-llic VOSI1 uiao
pensando com rinlinaguii prliiieirainentc em I De veras, Aalonia, dizeui Isso.
Carmagnola, deqiicui ae cria apaionadaincn-| K accrracentaui, e be isso oque eu nao
le ainada, depois procurando distinguir nas posso crer, que o conde de Carmagnola a re-
palavras que'ouviHi seu pa. prunuiieiai' sobre i'usia.
o conde c no lom dems palavraa, alguma cou- Kefusra! esclamou a joven princeza ein-
Sque podesse traiiquillisa-la sobre o resultado pallideceudo sbitamente, o conde de Carmag-
dacoala/ancla que llbana ambos juntos na- nolaielusar a minlia indo ah; isso nao pode
quelle momento. \ ser, isso nao be verdade. cnganarain-te
Parlo de uina hora se linha passado e Antonia
LLI
em
m
m j.i ia alo. tada 1 el 1 a !un
ll lili >s OIIC
istra-
Alll.
A fuijida.
uu vollava
I Ardenle de iuquiclaco, llianca approxiinou-
sc de una das j mellas que duininavaiii a pra-
ca, e pox-ta a contemplar a inuliidao, esperan-
do adiar nesse cspeclaculo Ulna diitraccrio ao
Kalralauto que Carmagnola contra a expec- borrivel aupphcio da espera que Ihe devorara "
'uva de Viscouli, ntravesiava a praca cm trl- coiacao.
i'i'lho, ii.no niulhcr nesse palacio que acaba- Dalo ella ouvio retumbar o grito de eniliu-
va ile dfiar soflrla peinando uelle ludas asan- slaamo que auiiiiiiciava l'arinaguula..... de|iois
unas da expeilacao c da inquielaeo, passau- vio-" sabir do palaciu e atiavessar a prafa te-
en Mate veril, no lucsmo minuto, da certeza do com sigo Micbaella.
"vida, da alegra ao desespero. A c-le aspeelo, una nuvein Ihe passou pelos
Juanea que espiara a ebegada de Carmagnola, olh
nao ic.puava oais desde iiue elle fura ulrorJu-
lonla.
-- lie i-soque todos repetem, signora
Hcfosra 1 repeli blanca coiu os olhos li-
tes para diaute, e com o rosto coberto de una
pallidez de mannore, refusra! E como pode
ser uso/ niio tenho por ventura a provade que
elle me ama ? nao lie ciu seu anuir para comi-
.0, Iiiiii cioiiu di'-c au i.ipiuu Hr.nii me, que
tem nradu loda a iotelligerrcia c loda a ener-
ga occessarids para clevar-se ao grao de glo-
iiu e de poder em que bojeo venios?- Mas de
nii 1 lado, essa inullier, esa muler que ella
que ene lora lutioOn. que marchav de braco com o conde 10111 a ca-
'100 junto de jcu pai. Combinando em seu es- beca alia como se loase sua irmaa 011 sua e,po-
Pinto usier
levava pelo braco, e no inesino insiantc einque
o'ncra essa iiher vestida de prrto acabo de Vat-la, e.sc boato que se espalha no
palaciu! Meo lii.ii uno Ucos.' como achara
verdade neste chaos?
1.1:1 periuaueceu alguna ioslantes silenciosa
he ere- oquesoUio, Aulouu. uoiiiprelieiidenaa que i-|te ous eav.il'lriros que corriam a toda a brida.
I so n.io he possivel. Val de presa, cute peco ; \ Pietro. Cxclamou elle, eudireilaudo-sc so-
cada minuto de demora he um tormento de bre a sella, demos de espina aui ca.allos c cor-
rois para meu coracao. ramos desfilada.
Ai,n.i.1 1 sabio. I Os dous aolinaes par iran logo como levados
Meia hora depois eslava de volta,
Ah! signora, disse ella i piinccca, ludo he
mystcrlo e prodigio buje !
Ilefusou por ventura o conde de Cariuag-
nol.i vir aqu? l'crguniou uia ca com una vos
que rcvel.ava una amargura e una anciedade
prufuudas.
11 cunde de Carmagnola deixou fl seu pa -
lacio.
Di zea a verdade, Anlouia?
Ao chegar em sua casa, achci no Miniar o
capito nrainante.
Ab/ Uraoi.nilc, -eu amigo. E que te disse
elle?
Pedi-lhe que 111c tevasse presenca do con-
de de Caiinagnola, e elle sem rcspondir-me
urna sii palavra, mandou-mc entrar a moslruu-
ine o p.o u i,, deserto,
Mas nao le disse onde eslava o conde '
Disse-me que u ignorava, e no momento
em que eu o dcixava, trouxeratn-llie um ca-
vallo, no qual montando, dciluu a correr a ga-
.Meul'eosl eiclanmu llianca balcndo na llagado de auor.
---------I ......- I I I, I I 1 I ,, ,, I 1 I I ,, ,,,,,.. ,1U .... .....U .| ..-----------------------
parcela, he verdade, animado das disposicdes cuse povo reunido /
a mal 1 1 vio ,,v, 1. para com Cannaguola ; mas Interiorndose as.im, llianca seulia apenr-
noslo que sua pouca Idade e tua nalurrza can- se-lhc o corajao debata de um siuistro pre-
1 ida nao Ihe peruiiliiaseiii pen, trar os abysmos leulimenio. O demonio Jo ciume iulrcduzia-se
ue lima alma como a de Viscunll, Biauca linha em sua alma, e diia-lhe em voz baiaa que essa
ja observado que a phvaionomia do duque ra- inulber inyslciiosa era o iiislrumeulo latal de
as vetes revelava seu segredo, c que de sua la desgraca.
pane a deiuonstiaco a mais amigavil occulia- Ella peigiinlava a si mesma pela vigsima
i" mullas vrui o senllincnto da mais pronun- re qut-in era essa inulher, quando vio Antonia
'""" averso ; ella nao tema ncnhuui perigo entrai.
Para Cam agooln, mas leiui.i que leu pedido Entao, |n iuiii,oi ella com urna impaci-
encia l'ebill, que aoubesie?
. Vide Uiano o. 10. lima cousa lo extraordinaria .... respon-

sosioha as ras de M l.i ?
Para servir-vus, signora, nao hesilarciem
f.i-lo. .
Bollo..... oh! he mu ariiscadu o que ta-
co, mas a.sim he preciso .. Viver una llora
ni 1- "ii o ji- 11- un,inu que me devora, me he
iuipossivel ; iras ao palacio do conde de a.ar-
inagoola, e dlr-lbe-bas que a prlnce/.a Uiauca
deseja fallar-lhe agora iiiesmo.
__ Son, aignoia .. mas tendea relleclid'j
beui?.....
Rellcctir! eicl-inou Blanca ; se loubesiea
testa com desespero, que ligntica ludo isso,
que dcsgtar.a nos auicacar
O fio de uossa liislorla obriga-uns a levar o
leilur a algiimas legoas de Milo.
Dous viajantes percorriam a eslrada a lite,
un ia alguna pasaos nli me do oiltro para de-
siguav sem duvida a distancia que a sorte li-
nha puslo entre elle e leu coinpaulielio. Com
clleito u primeiro nao era nutro que o conde
Crimal II, c o segundo seu criado l'ietro. tiles
gallopavamambos uiui tranquillaiiieule, o cria-
do meditando com sigo sobre a causa de una
partida lo sbita, e que nada pareca motivar,
o amo alagando o cavailo com a mo, e dindo-
llie toda* as lories de epilnetos familiares, co-
mo mu boinem que nada na alegra e no 011-
leataiiieuto, quando n uui ruido longinquo que
Ihe velo fejir o ouvidos, Crin, il li volWU-N de
repente para tancar una vista d'ulhos para
Ira*. Elle avltlou pruneirainentc cin distancia
de una ruillia urna nuvein grussa de poeira, de-
pois alravez desaa auvem, distingui clarainea-
por una venanla, mas cuino tivessem ti fello
umi lon;a viagem ao ardor do sol, 110 lint de
iles minutos o conde riinaldi perce''CU com
desespero i|ue sen cavailo e o de seu ni ido cs-
i.iv.ioi cansados, c que os dous cav .ilareuos de
quem quera rugir, cmvencldo dequeeraui
solJados de Viscooll, gaiihavain considcravel
terreno. Elle servio-se d.i espora, ponJn de-
balde, Os duus pobres animaes .1, ,;: 1 de
calor e de f.idiga, reusai un posilivanieole cou
servar o galope, e pamraui a um trole dos
mal modelados. O cuude rccoubeccu enlo
coui dor que era peono resigun-se. c rccoin-
nieodou-ae em voz baia a Nossa Beohora c a
sua estrella.
No liui de cinco minutos, os dous cavalleiros
eiiavain apenas viole paasosdislaotea, elle prc-
parava-se, |iois, Irislcinente a soll'rer a sua
surie, quando de repente ouvio um desses dous
bornea! pronunciar sen nome com um grito
de sorpresa riinaldi levanlou a cabeca, c re-
, onlieceu com laulaalegna quaula udmirayo
o aenhor de Carrara, lodo colicrlo de p e -
da provincia do Ceara nilo pi'nlem ter sof-
ftiJo com e-sa medida, e que, pelo contra-
rio, Jevi'iii ter lucrado.
Isto mesmo havia eq previsto na occa-
sio do adoptar sea medida agora 801001-
tida. Pego licenga pira ler um trecho do
r-'laiori 1 com que passei a adminisfrago
di provincia a mu honrado successor, em
16 de junho de 1851, e conliecerflo os no-
bres depuladus que esta opin3o nSo bo
nova em mito, nem formada agora qua so
quesliona sobie a legaliJado deasa me lid.
Ha multo tempo 1 esava sbreos habi-
to tes desta cidade um grmde mal, que
bem so podia considerar um dagello, pois
recan 1 sobre a substancia do p-ivo.alillt-
cullanlo a sobre molo, principal nenie ia
clas-.es menos abastadas, o por isso mesmo
dignas do to la atlongilo ; cusan loo catlo
tas feiras prego cnuimoilo, era entreliuto
bnsivel a caie-tia Ji carne verde n'sla ci-
lade. Pelos ass -utanclitos dos estahelle-
amentos di ca nlaJe, onde faz eonaumu
diario deste ^-n to, relativos aos dous ali-
es aiiienoios, v-se que ate 10 presento
nunca a arroba de carne cuslou menos do
3/30O, e s vezes subi a 6100, sendo o ter-
mo iiie lio do prego dest genero 110 men-
Ciudado i,111 ni 1/137 a arroba.
Anda agora o prego da carno verde
cuilractada pelo co Iselbo da adminislra-
e;lo inval para os navios da gnerra, no tri-
mestre a lin lar no ultimo docorren'o mez,
he o do 3/lO por 1 rroba. Em vftuda da
lei provincial n. 278 de bdo o.ez pioximo
en--...lo que aotorisa a presidencia a em-
preaar as me 1 las que julgasse convenien-
tes a dui do remover as cousas do encare-
ciment ,iesie genero, abrin lo para e>to
ti 111 um crdito extraordinario da quanlia
de 40:ii00} cabo do conlract ir com as ga-
rantas sullicientes, e com pessoas honea-
l.s e i icap.iz s do fallar ao seu compro
misso, o forneciment do carno bastante
1 ara o consumo publico das seis freguezias
desta cidade, ao 1 reg de 2/100 a arroba
nos 6 mezes de invern, e 3J200 nos 6 rue-
zes de verSo, devon lo comegar esl" foroe-
cimenlo do Io de julho prximo futuro,
a Para cunseguir-si tan vanlajoso o li-
lonjeiro resultada n.lo lera a provincia quu
despender mal de 3 30ll| com os emprea-
dos e excediente da dscalisago do contrac-
to, ficando para assim -liznr-se, intacto n
c ciilo aberto A provi lencia priucipai-
incnie necessaria sos fornecedoros .ara
poderem mmler o contacto, de a dalo*
demnisagSo do prejuizo que liajam Jisul-
frer pela falta de consumo da quanli I1J0
Je como quo s.ao oliiig.nlos a expor a veu-
da diariamente por mdico preco; a
Satisliz, elevando, em virtude da adtorisa-
g3o do meiisiouada lei, a iinposig3o sobro
o mesmo genero Irazi lo a concurrencia
com os l'o'iiecelorcs.
Esti medida nao so ha inuito legal,
pois se resal va ni as dispoeicoes relativas
das Icis geraes, estaas leis geraes, o esta
ns iitribuigOaa Ja adminlslrigllo provin-
cial, como ninguem contestara a sua con-
veniencia, refleclindo que ella s prejUdica
os uleros- ildcitos daquelles que ata
agora lein especulado com a subsistencia
du povo .Neo ..ni -1 1,1 ns consumido-
res os quu lerSo do lucrar; os iuteiesses dos
Criadores loram consulta los de um modo
inulto vanlajoso; subordinados at agora
aos marchantes', que conloiados entre si
restringan a seu ai bilrio o consumo, v3o
ter um marcado mais ampio par os scus
gneros ; e lie condecid 1 a necessidade eoi
que osl.io os fornecedo,os de conciliar os
snus com os interesses dos criadores, d 1
quom depeiiQc'ii para s-tisfazur a ohriga-
g3o do lornecimento de quiutidade de gi-
ao determinada. Creio que ninguem llave-
ra que em boa f conteste o grande benefi-
cio das providencias aJoptidis.
Ja espuz que un monopolio o Jioso para apu-
rar precoi elevad >s na venda de carne verde
li.iv 1 redlizldo 111 cidade du lie, ile o consoinu .1
au e <|U rezes e afislndo toda a concorrencia,
de modo que ere. usuncos |o appareclam na
l'cira i fezer compras. Se pelo contracto se
impz a obrigaeo do foiiiecimento de una
quiutidade determinada de cirue, deveudo 03
lornecedores matar de 7n a 80 lezes pur da,
conforme es estafos, he manifest que se
abri mu con.o no maior a esle geocro. Co-
mo pnis seubores pude daqui n-nll ,11 prejui-
zos aos criadores .' Os conlraeladorcs ., 1 o 1
sao olitigadus a malar conformo as calacees de
70 a 80 lezes por dia, quaudu autes se ntataviu
de 30 10, siio onrigailos a ler os icouguie.
Vos aqui '. csilaiuou elle apertandu a mo
do senhor de Carrara com toda a elloso de
um boinciii que acaba de escapar a um grande
perigo.
__ Vos nesta estrada cxclamou o outro por
sua ves.
Vos parecicis lau encantado de jamar eiu ca
sa de Viscouli I
Se a memoria me no falla, nao parecis
tambein mullo triste pur isso
__ Oh! betn vejo que sabamos ambos o
que deviaiuos pensar do i mi n que elle nos
preparara.
Mas porque nao me eommunicastes vos-
aiauapeltaa. em vez de einpenhar-me a ir a
es-e convite ? .
E vos, senhor de (.aerara, por qup nao '
inc aconselhasles francaincute que me prev-
nina ?
Ab i poique vivemos em um lempo cm.
que be pengoso ciprlmlr inu liomem o seu I
pciisainenlo.
-_aBsaafe
He piecnaineute oque eu ia ulzer-vos...
Esla razau ius justifica a ambas.
E esse pobre duque, accrcsceniou Cii 1 -
maldi rindo s gargaihadas, que nos espeta
talves para seutar-se meia !
Eesscbom Viiconii que deu-se ao Iraba-
Iho de mandar preparar espressameule par
ui alguun garrafa velha de viobo de Chvpic
ou das margan! do Danubio.' Eos duuslidal-
gos puzer.-iui a nr-se no meio du eslrada como
que a poilia.
Elles loram inlerroinpidos nesle agradavcl
passatenipo por um ruido que os fe eslremc-
cei ambos, laucaran! una vista d'olbos sobre
a eslraila do lado de Milio o Irocarain um olhaa
enipallnleceudo : dous noves cavalleiros vi-
uliaiii a galope, e insrchavaia com tal rapidca
q-ic es dous amigos nao tiveram ncui mesmo o
pen-1 n.i n i" de querer cvila-los 1
on! disseGriiualdi, nao sou eu nem vo,
ce 1 I amen le !
Logo, disse o senhor de Carrarn, nao a-
geules de Viseoiiti
Estamos perdidos ....
Esem recurso !
Illas com grande alhvio seu os dous cav.il-
leitos passir.im por elles, enterrando a gorra
sobre os olhos de inaneira que nao foi possi -
vel aos dous lidalgos destniguirem-llie as fe-
ees. L'm delles pareca de uiediaua estatua,
pureiu de una cuuslitulciio enrgica. O uutro
pequeo, delgado ellenvcl, sem pello de bal-
ba na cara, pareca um menino, de dasacels a
dezasete anuos. Pela delicadeza de suas for-
mas e pela graca de seu porte, qualqu,r te-lu-
tila tomado voluntariamente por umaniulhei.
Oh! Ainda por c>La ves lieainos qult-i
somenle com o inedu, mal nao esperemos uu-
u 1 |,iuv.i\.iii..... Eu nao deicaucarei leaio
quando liver posto o p sobre o territorio de
Veneza..... e ainda 1.....
lii/emlo isso dci on vigorosamente de espo-
ras aus cavados, c conliuuaram a viagem sem
parar.
lili DA PltltlElUA PARTE.
r',mliimai'-ie-/ia, J
MUTILADO


abastecidos de carne desde ti ti horas di ma-
uho as 6 Ja tarde ; temos pois, que o contrae -
to cstabrlece uui comprador fricado, neces-
ario deale genero, com tanta iiu miul ule quin-
to a cxlgcm as necesidades do consumo.. ..
O Sr. Bandeira di titilo: l'ropouba |>ara
lodas as provincias a nicsma medida, le he to
til como julga.
ir. Ministro da juilica: ..e nao assiin podem
Impar o precos aos criador. Aniel pelo
contraiio quando nao ouver abundancia do ge
ncro, podem DI criadores impora ici aos forne-
cedores, o que nao acooteeia antes, porque
deide que os criadores nao quiessem sujei-
lar-sc aos precos impostos pelos monopolistas,
viam-ic em tristes circunstancias, purque es-
lea icu arbitrio restringanlo consumo | en-
tretallo qje os forneeedorrs actuacs nao po-
dem fazer oulro lano, sao obrit prar o genero.
Sr. prciidente, o que acoulcccu com a medi-
da adoptada fui o seguinte : os contractadures,
obrigados a forneccr o geuero por preco mo-
derado, ii n ii i de mandar agentes seui ao
centro daa provincias comprar un prlinelri
iuio o gado ; daqui uasce o clamor que tein
apparecido na provincia do l.eai : mas cotn-
prebendem os uobres deputados que be clamor
dos atravessadorc, dos cspeculadutes em sc-
inelbaote nrgociaco. e nao dos criadores. Se
os ornecedures sao obrigados a espora venda
todos 01 das quantidade sullicienle de carne
sob pena de urna mulla, nunca podem os cria-
dores ler prejudicados. Tanto he a verdade
do que venho de eipor, que o nobre deputa-
do que offereceu o projecto dlsie que 30,000
pessoas que se oceupavam ueste negocio se
u li un privadas de seus meios de subsistencia..
O Sr. Vastos de Olliveira : Quem disse islo /
O Sr. Ministro da juilica : O nobre depu-
lado que me inlerrouipc ; e ic duvida, eu Ic-
rei o trecho do seu discurso ( le ); a Digo pois
que esta populaco que vive disseminada
aos serldes. digna de melbor solt, soflre
ir muito coma diminuico dos precos do gado
em Pernainbuco ; suppondo que sejam i ou
6,000 pessas que se ein pregain actualmente
neslc ramo de uegocio, iuppondo-c cheles
de familia, e que estas familia! le entupo
i oh mi, termo medio, de !i pelmas, ahi tc-
inos 30,000 pessoas que vem a sollrer clra-
nriliu.iri ini'iiii' com uina mediila que icm
de diminuir os lucros di seu trabalho.
Pouco excedendo de SO.OOO o numero de re-
tes que le con.onic na cldade do Itcclfe, se com
a medida adoptada sao piejudicadas 30,000
pessoas que tiravaiu da iiegoclacao do gado a
sua subsistencia, calcule a cmara o vcxsmc
que lofiia a populaco de Pecile, que ueslas
compras e vendas successivas contribua para
alimentar ,10.000 pessoas.
Mas como dliia, Sr. prciidente, os contra
dadores adues vo comprar directamente
aos criadores, tem agentes seus distribuidos
pelo centro das piovincias vitiuhas, e lie por
isso que podem vender a carne por mdico
preco, suppriiuida a ganancia dos alravessa-
dores, nicos prejudicados. Tambeui na cida-
de do Heclfe se levanlou o cluuor da nteres
ses Ilcitos oflendidos c logo cessou ; a me-
dida tem proiluiido seus salutares cleilos.
Se por ventura se reilringliM o consumo de
gado na cidade do Recife, e estes fornecedo-
res livessem o arbitrio de comprar ou nao
comprar gado, os criadores do Ccar c de
oulras provincias poderio ser gravemente
prejudicados; mas denle que elles tem obri-
gaco de comprar a quantidade necessaria pa-
ra salisfazer s iiecc-sidabes da cidade do Re-
cife, nenbuin prrjuiupde vir aos criadores
degidn, aniel acioditoque ellos dcvcn ler
lucrado bisianle. ."iole->e lamben! que o cou-
Iraclo coinprehendc lmente ti fre;ueias da
cidade do Recife; a una legua distante do Re-
cife, na cidade de Olinda, j he livre a qual-
quer vender a carne isenta da nova imposico
creada para i.ideinnisaco dos contiacladores
OSr. Ilamleia de Millo poique nao es-
lendeu esta providencia a todos os mercados
da provincia ?
O Sr. Ministro da Just'i porque uo ha-
via uos nteos lugares o mal que era de neces-
sldade remediar.
A illuslraco da cmara me dispcuaai de
icoiiipanhar o nobre depulado na aigumeii-
tafn tirad i dos differeules artigos da coosi
lulcao com que prelendeu mostrar a illegali-
dade da medida, Lioiilo-inc a esl.s cxplicaces
que subiiictto a sabed<>iia da cmara, que re-
golfara' coinojulgir mus acertado. ( Apiados,
muito Um.J
O Sr, tandeira de Mello Sr, presidente
desej.i entrar nesli diseusso com toda a cal-
ma, com toda a deferencia ao nobre depuia-
do que acabou de fallar. Direi antes de fudo,
Sr. presidente, triste da provincia do Cear
(apoiados): uo bailavo as seccas com que a
providencia peridicamente a llagella; nao
bistavaa febre amarella que actualmente a de
sola; cahio sobre o Ccar urna nova especie-
de secca, urna nova especie de lebre amarella
(opoiadoi), que he esta lei de Periiaiiibuco que
dicutiuios, porque ella causa to grandes
males que pode-se dizer qiic he a febre ama-
rella da iiidustiia do Ceara. ( apoiad*).
O Sr. Carntiro da Cmtha I. de oulras pro-
vincias.
O Sr. Bandeira di Mello K de oulras pro-
vincias, diz beiu uobre deputado.
Sr. Presidente, a iuduslria doticar solfee
imuienso com esta lei cuja iegalidade discu-
timos. Nao he puis possivel i|ue a depulaeo
do Ceara, que deve representar aqu os in
leresses dessa provincia advuga-los ptoinove-
los se mostr ioerta e frouxa, s por coushJera-
efio ao nobre de|>ulado que acabou de fallar.
Sr. preiideuie, ja por sortc do Ceara a sua
iuduslria predoinioaute, que he a do gado,
aeba-se sujeita a una especie de monopolio
natural, porque iodos ns gados da provincia
do Ccar su couduzdos para un nico merca-
do, que he o mercado de i ernambuco. Istojhe
mu graude mal porque se essa iuduslria tivesse
grandes mercados, se se multiplicasscm sem
duvida leria uials probabilildade de prosperar
do que tendo um nico mercado. Ura, aiem
deste mopollo, de que se nao pode libertar a
principal e mais iinporlaulc industria do Ceai,
acha-se esta gravada pela lei que passou ni
piovincia de Peruanibuco estabelcccudo um
privilegio, Ilegal sem duvida, e muito ofl'en-
sivo dos interesses das provincias que ficam
ao norte da de Pernambuco
cora o contrato, porque o contracta tem por
base a le.
O Sr- Feneira de A guiar: Multo bein; acho
que faz urna cenfuso inulto indigesta.
OSr. Banietra de Mello: Sr. presidente, de-
poii de ler mostrado que esta le be a inortc da
Industria principal da ininha provincia, d<-
monstrarcl que ella he Igualmente piejudlclal
a Pernambuco, ser tamiiem a secca de Per-
ii inihiir.i. At agora Pernambuco nao tem ver-
dadeirainente sentido os elfeltoi da lecca, nao
tem sentido falta de gado para seu consumo,
porque a liberdade que M eolao predomloava
no commerclode gado produzin este remitido
Os negociantes de gado fssiain grandes depsi-
tos as iminedlacdes de Pernambuco, armaze-
navam-os, por assiin dlzer, fazlam suai eipe-
culacdes; nesses depsitos recolblain-se os ga-
dos esperando una puca de maior preco para
os vender.
Vinba a secca, inorria o gado no Cear, eiles
depsitos forneclam gado a l'ernainbuco ; Per-
nambuco uo senta por isso falta de gado. O
gado se venda man caro; porque era natural
que baveudo falla obtivesse maior preco; be
ialo o que se da a respeilo de lodos O) mais g-
neros. Mas acabada a liberdade, a especula-
cao desapparecer, nao haver quem v guar-
dar o gado, a espera de maior preco ; nao he
isto possvel villa do preco lixo estabelecido.
Kst claro que esta lei, que assiin mata a liber-
dade de iuduslria no (Jear, vem igualmente
prejudicar Peinainbucouos tcuipoicalamitosos
da secca que assola aquella proviacia. (A-
poiados )
pagar a campnula tSo pesada alcavala. Logo
o monopolio he Inconteilarel, uem seriamente
pode ler poslo.cm duvida.
Agora vejamos qual a eiH'clencla doi meios
que o nobre deputado apresenlou para acabar
com o monopolio: dlsse elle: ie existe este
monopolio, c elle he inconstitucional, o recur-
so seria denunciar o presidente da provincia ao
supremo tribunal di juilica, Mas, Sr. preil-
denle, quando esta denuncia folie avante, o su-
premo tribunal de jusllca poderla revogar o
contrato e a lei ? Nao; poda punir o presiden-
te da provincia, mas nao acabar com a Ici: lo-
go nao be efticaz cite recurso.
Dlsse ainda o uobre deputado: Hivla o re-
curso de requerer ao governo ; o goveiuo Insi-
nuar ao seu delegado para que propozesie na
aiscmblca provincial a rev 'gucao do contrato.
Ora, suppnnha o nobre deputado que o govayno
entenda como o presidente.da provincia; eis-
aqui este recurso sem valor algum. Supponba
ainda o nobre deputado que o governo por um
principio qualquer, ciubora entendesse que a
lei era inconstitucional, uo promova a sua
prorogacaa pela asseiubla provincial, que era
n...... interesiado em que esta medida conti-
nuaste, porque limito bem pdese dar ocaso,
al por espirito departido, que urna lei anti-
constitucional conliuue i que remedio bave-
ria ueslas circonstancias?
Suppooba-sc anda que u uobre deputado,
ici nuil i-me que me reiira a elle, quiteise,
agora que eil no poder, sustentar esta le, que,
cuino presdeme de provincia, sauectoriou, e
cuja consliiucl iiialid.ide advoga, sin duvida
izel timben) que esta lei que parece que que es(e recurso procedente do governo leria
leve em vista beneficiar as classes mais pobres I sem valor, sem resultado. Porlanto, |para que
da cidade do Recife. nao Ibes presta eite auil- | negar-nos o verdadtiro recurso que he o poder
lio, este favor. (Xao a/ioiailos ) tomo se chama
a carne que se coaluma vender larde ?
U Sr. Fetreir de Agujar: Carne virada
O Sr. liandeira de mello : O nobre deputado
sabe que ha em Pcruambuco urna carne cha-
mada virada, que o pobre compra de tarde*
que guarda para o di seguinte.
(i Sr ferrtira de Agaiar: He carne podre,
carue corrupta.
O ir. Handeira de Medo : Carne corrupta
vende-se tambein i;in, o Sr. Vctor vio-se
militas vetes na rigorosa necessldade de pei-
soalmcute percorrer os acougues, porque as de-
nuncias erain frcquenles de que carne podre
se vendi no mercado ; portanlo o nobre depu-
tado nao falle na ausencia de carne podre como
grande vantagem do monopolio, porque ella
laiiibeiu boje se vende.
Sr. presidente, nao lio s o pobre que hoje
compra irais caro esto geuero de primera lien
cessldade, o rico (aiubeui compra carne mais
cara do que deveria, cm vrlude do contrato,
dandu-se ento urna iiiimoralidade revoltante
legislativo ? Late nunca lein ai inos atadaspa
ra deiiar a consiiluico correr revelta, lean a
seu cargo Uatar de emendar, de corriglr toiCt
as iofracedes que se poiaam cotnmelter contra
ella.
Um Sr. Deputado di um aparte que nao ou-
viinos.
U Sr. tandeira di Mello : Se o nobre depu-
tado reconhecesse a iofracco da coualtulco,
se adinlilca bypolbesc, eu nao posao adiintlir
u.o estado couslituido com urna asscmbla ge-
ral, a quem esta i u cu mili da a guarda da cons-
iiluico, sem que possa revogar uina le, quan-
do recouhece que ella be contra a conititul-
co....
Um Sr. lleputado : Mas se uo se reconhece
que he contra a conftituico t
O Sr. liandeira de ,tilello : Eu argumento
nesta hypolhese para mostrar que o recurso a
que alludio o nobre deputado nao he proce-
dente ; que nein o supremo tribunal de juilica,
nein o governo, dada a bypotbeic que figuro,
poderiain remediar o mal que leuho ponde-
OSr. l'aei Vanelo: Ora, pelo amor de Di'os!; rado
O Sr. liandeira de Ncllr\. Sabe, Sr. presiden -; O uobre deputado diste que at entao bavia
te, o que fazem os monopolisidores, os prole-'em Pernambuco um monopolio. Mas contraes-
gidoi pelo central1), csses hoiuens que tem di* se mouopolio estabeleceu o nobre deputadoou-
reilo de vender carne por um deteriuiuado pre.j tro monopolio. O uiouopulio, Sr. presidente,
(o? mandain vender a carne uiclhor que tem, | que resulta da liberdade da industria, monopo-
separam ai retes mas gordas, veudeiii-as no j lio que cin circumstanciat especaes .ilgumas
uicieado por 12 ou i I patacas, dizendo que est vetes se pode dar, be monopolio que nao causa
carne he vendida por outras pessoas. IJm lio- tanto mal, porque nao pode ser duradouro
iiiem rico, que quer comer carue mais gofda, Nao ha inercadoria que cm laes e laes circuma-
io tem duvida dedar iiiilor prec. tandas nao possa ser objecto desse monopolio ;
O.SV. t'encira de Aguiai: Pode dizer se ii- aquello que a possue a vender por uui preco
to he verdades mais alto mas este monopolio flho das dr-
OSr. liandeira de Mello: Sao iiil'orm.ices cumstaucias, resultado da liberdade da indus-
que ( uli >. tria, alm de uo poder ser duradouro, como
O Sr. Ferreirade Agaiar: Sao menos exac- dis>e, no pode ser objecto de quelsa, porque
las. todos se conformam comas cousas que uo p-
U Sr. liandeira de Mello: Sao as informa, nos dein >cr attrlbuidas ao bomein ; mal inouopo-
qiieicnho; demas quando o intercise indivi- lius reiultaotea da aeco goveroativa* apretez-
dual se acha de mistura nestas couaas, he muito ,0 ,le intereiic geral, esses sim he que sao luto-
de temer a sua prcapieacia. Quem pode garan- leraveis, porque vc-se a mo do hoinein, e
lir que o de>eju do augmentar suas renJas, de multas vetes sao altribuidos ao desejo de pro-
lazer lucros, se couleiiha dentro dos limites da 'eger a una industria com prejuizo de oulras.
uioralidade ? N.io pono descansar nos escrupu- r'acil foi, Sr. presidente, ao uobre deputado,
los d i Interesse iudivldual quando nao pode ser quando presdeme de Pernambuco, combaler
cohibido por meios directos e muito positivos, um monopolio natural por um outro uiouopo-
Mu'l i din-i, Sr. presidente, que esta Ici he ll0- l"-u quitera que o nobre deputado, inedian-
iniiitlssimo impoltica; S. Etc. sem duvida al- le *"l"' providencias que uo oil'endcssem In-
cauca j o ponto a que atliojt.. leresses alheos, remediaste o mal; uisio lie
O Sr. Vrcilenlc:... Nao, lenbor. 'Iue bavia lein duvida una prova da alta capa-
O Sr, Vandeira de Mu,.: V. Exc. conhecer cidade que atslste ao nobre deputado ; mas des-
sem duvida que os objectos de primera neces- '""r I"" este modo um monopolio, estabelecen-
sidade sao de tal importancia para o povo que ''" "Utro, be cousa que sem duvida occorre a
olio mo pude dcisardcser muiio solicito, mu- lodo '"uu.lo, que j foi tentada na Uahia, e
to desejoso de que Ule sejaiu fornecids por que resultado nenbum produzio...
um preco coinuiodo e barato. O governo, lu- O Sr. Mintitro da Justica : Ncm cu qucrVa
irouioiiendo-sc pela primera vez, dopols que pateute da myencao.
temos conslituif o em semeibante inatciaa, ein u sf' U""de' de Helio : -- Nem eu sou capaz
que perigo nao se loi uielter? O povo de Per- I *'e '".'a '{*'.
iiainbueo querer d'ora em diante carue bara-' Sr- 'erreiradc Agaiar: Ao menos tem o
la; c quando esta se nao otlerecer por baixo "'Crilo daeiecrfio.
prcf o se queliar do governo, dir que o go- I O *r\ Vandeira de Mello : O nobre deputado
veruo he iiiipievideute, he contra ui, nao esl i v'o que no estado anterior das cousas se dava
uos nos-os iul restos; mas, se acaso se deiras-' g'andc iininoralidadc ; maa me parece que a
se a iuduslria livre, o povo nunca imputarla ao i respeilo de iinmoralidadc, se ella se dava no es-
governo qualquer dainiio que pudesse sollrer! "uo a",e,ior' "ca coinpemadii pela queaclual-
em virludedaearl.tia dos gneros de primera I mente apparece entre os conlractadores, se-
uecessidade. Resultar pon daqui que se fur- gu"do as iiiforina(cs que me subministraran!,
maru em Periiiinbuco partidos com a liandeira tenais, o caso uau he verdadeiramente de mo-
conaiitiiico, e os poderes snpremos do estado
licaro de bracos alados, ditendo nada se po-
de lazer contra esse aophlsma He possvel ad-
nilttir lito ? nao, deceno; todas ai veset que a
aueinbla geral te adiar diante de urna necet-
tldade dcitai, estou certo que nao recuar ;
tlvez agort recue por cohsidracei particu-
lares. Nao he possvel qne a cnstilulco ie|a
ucriAcada a estes sophlsnns.
O Sr. lu eir de Kgular: Sopblimai he que
o nobre deputado est fazendo.
O Sr. Bandeira de Mello : Vamos a ver le o
contracto he Inconiiltucional. Eu coofundo o
contracto com a le pela dlHculdade que lenho
de dlttiDgui-Ins. Comque dlrelto se contracta
um monopolio semelhante ? A constitufco
permiue toda a industria una vez que nao pre-
judique a suade publica. Por ventura a liber-
dade de vender carne verde prejudlca a saude
dos cldados, os cosluines pblicos ? Nao. Por
. n ...; n 11.1.-, como he que te pddc estabelcccr
cata rost ic, io de liberdade de iuduslria ? Ella
lie pois coutra a consiiluico, porque estabele-
ce a desigual lado inalsllagranle entre osclda-
dos ; Isto be exacto.
Ora bem, anda digo que lal contracto he
contra a consiiluico ; porque ? Porque legisla
lobre materia coiumerclal ; em nenhutu dos
artigos da coustituico te d s assemblas pro-
vinelaesodireito de legislai sobre materia com-
mcrci.il ; sem duvida no caso flagrante d-se
lslo ; legisla-se em materia commercial, porque
se disse a urna provincia intelia nao digo a
mullas provincias): II i veis de vender ex-
clusivamente os vossos gneros a esta compa-
nhia.
Els-aqul, pois, um objecto inteirainente coin-
inerclal alTeclado pelo coolrato q.ie o presiden-
te da provincia le, e que sem duvida eslava
fura da rbita de tuai attrlbulc^ei, e fura da or-
ba daa aiiribulcdes da aisembla provincial,
porque, como j disse, no mcu entender o
contracto nao se pode destacar da lei, sob pena
de se dar o grande perigo que acabel de'pon-
derar.
Sr. piesidente, a inconstituconalidade da lei
de Pernambuco relativa ao contracto, j mos-
Irei que foi reconhecida pela mesina asscmbla
proviocial que revogou lei idntica; pela as-
sembla provincial da Rabia que revogou tam-
bein una Ici idntica, e tambem por um aviso
de 1842 asslgnado pelo Sr. vlsceodc de bran-
les...
Sr. Ferrtira de Aguiar : -.He preciso ver se
as dispnsicesdessat lela ao ideut.cas.
O Sr. Bandeirade Mello: -Sao Idnticas na par
le relativa a este objecto.
Sr. presidente, a bora est dada, c eu nao
querendo abusar da paciencia da cmara, ter-
mino aqui.
A discuiao lioa adiada pela hora.
O Sr. Presidente marca a ordein do dia seguin
te, e levanta a sesso.
ae aiinuncio o projecto no vingtria, porque
elle ia dar as providencias; para ser contra-
mina lo o plano. D'esti vi'/, o Arijos parece
ter feilo as pazes.com 8. xc, a reconliecer
nelld milito liu.i voiitit le de proteger o voto
livre. Valhi-nos iss. Tetrtos pois segun-
do os mais bem fundados clculos huma-
nos,que 0 Arijos vencer m pur si a eleifSo.
Tal he a fort; i suasoria do meu amigo, que
os taes saquareuias ou balasja pedem o
seu silencio por oito das !
So a carta n9o he paite de algum girlo,
que quiz pautar a custi ilo Sr. Bfag, e do
nuisalgiiem, entSo lio lillia de u tu cousa
chama la remarlo, se mo nao falha a meno-
ra ; porque, ai idi concedindo qun o meu
amigo iiros seja essa alavtnca eloitoral,
creio que o sraliur Rraga n9o he trasto som
S'th-ii o i,-1 i, para som elle nJo poder ge-
mer o prelo.
He ver lati que os bastos silo uns mos
prximos, o serSo capazos do Ungir, que
julgam quo irlo se p ledisoensar o Sr. Dra-
ga, c i./i'r.'iii-lli algum toureamvnto. A
ser oii.nigu a tal gricinha, pelo sim sim,
polo trio ii.u, ia requesitanlo urna guarda
pira porta, urna peca de fortaleza, umadu-
zia de frascos de opdoldoc, meia ai roba do
i'iiu iiii-sns, urna grosa de ataduras, cem bi-
chas, o quatro mdicos, pelo que desse e
viosse.
Quem nos diz quo os encaretidos no
lo 'in mu fin sinistro? Quem nos tliz, que
elles nSo querern arrolhar a bocea a o meu
amigo .*
Os |il.nii'j i loros ii'v.'in estar muito ea-
raivecidos, porque isso deu molivo a que o
partido liberal conhecesse as intenses ino-
fensivas de Sua Ezc o qud, eleitoralmen-
te fallando, nSu he pouco.
Nada h> mais de importante, que mereja
menffio a rospeito da tranquillidade publi-
ca, e seguranca individual.
Veiii-uie as mos poli casualidade mais
sejira chamado* aoa seus dovo.es por id-
venencias commedidas o rasnaveis, que por
corto convencen! miis do que esse lro,el
de improperio* vis, que venen os prelosde
generados.
E so vos dizeis que o governo destnorali-
si o paiz; porque razSn o nao confunlis
com prucedimenlos e praticas oppostas ?
Se o crime he detestavel ante vos, porque
sois os primeiros criminosos ?
Que futuro preparis as vossis ideas ?
Qual ser um dit o dolo dos tossos cul-
tos ? '
Quindono poder, zombsstesde todis i.
lels do decoro, e da bonestidade: fra do no.
der, confunds todas as no;0es do justo ,,'
do honesto!
Mas, em quanlo assiin procuris corrom.
per oscostumes pblicos, e entreter a no!
pulai.no com embustes e mentiras, o gnver-'
no actual se esmera e esforc, por elevar
nosso paiz s alturas da civilisac,So e do pro-
gresso. Forte pela consciencia de sua no!
bro misso, e mais forte anda pelo apolj
leal, e sincero ds niaioria incorrupta dos
Brazileiros, o governo n3o chegarj irjitj-
lentar e descrer no meio da vosena quo a|.
vantsis, vosena na vordade tumultuaria ..
dolo osa, mas ainda assim inferior s pro.
collas, que estouraram sobre o sou berco"
e que f.iram de promplo dissipadas pelo s
da rasao publica. Essa vosena he oarquej.
jar supremo da hy.lra d'anarchia ; he o ul-
timo brado do que agoniss no desengao e
no desespero, o governo trinspor segu-
ro s incapelladas ondas das ideas Inseiiu.
lis, que propalis ;e ISo (irme se acha en
suas bazes, que nSo cessa de dotar o pij
de nstituicoeso monumentos de sabo loria
e de vi.i i.i.l o i ni patiiolismo.
F. nilii estremecis ?
Contemplai bem esse grande projecto das
estradas de ferro, que acaba de sahir das
mos do governo imp'rial : dai esse icto
asdmensOes do que ello he susreptivel.
de: .. Carne barata e carne cara, a
l.'inSr. epulado: --Aniel Isso do que essa da
coustiiuinte.
O Sr. Vandeira de Mello : -- ilo de accrescer
ralidade, he de Iegalidade, he le o aclo he cous
titucional ou uo.
Disse o iioi re depulado que mu vet que o
conlrictadores lomavam a si fornecer carne
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
Paralujba 23 de agoslo de 1852.
A falta de occorrencias fez com que Ihe
ii.i escrevesse pelo correm de 20, e que
perdessi a moncSo do Haitiana, que para
esse porto seguio na quella data, e a iiumh
falencia de materia quasi boje me corta ns
bicos da polilla; mais nao quorendo cau-
ssr-lbe cuidados pelo meu silencio, e p-lo
em torturas na supposicD de que algum si-
nistro viera mais urna vez desmentir u
rif.io, vizn niim ii..i tem Um, e ou
polo menos para dar-lhe noticias minhts,
deixando correr a peona por entre a penu-
ria, que ma rodea sem to determinado a que dera ciiegar. Conlle-
vo em que torturas acha-se um pobre diabo
em um lugar mesquinho como este, onde
os acontectnentus giram em um circulo li-
mitado, onde as noticias s3o mono^olisi-
das, e enroupada s a capricho dos desejosos
de novillajes que sa acham em quasi com-
pleto ocio
Por un in o digoem urna occssiSo como a
presento quizera antes esraagar a penna.
derramar o tintoiro, o dilacerar o papel, d
que estar cida passo a suspan ler a mSo
em quinto occorre um uu oulro coado pen-
-a no .in com que nclia o (>.i."!, que tan-
to tem de pagar uo crrelo, quer escriuto,
quer limp>, como o fez o fabricante. Sei
lu'iii que muito loria a rabiscar se quizesse
dar palha, como se diz em phrasechula, '
coitos amigos, que me chamam a terreiro ;
mas como lenho feilo m -u proposito, e mo
leio os papis em que fazem exarar suas es-1
tupendissimas prndncoiles, lico na eslnrili-
dade a que me vuta o la In.
Nem ao menos me he permettijn poeli-
engrafada do mundo, o n. 74 da serie 5
do anuo 2. do Echo Vernambucuno, e nelle Sim : o governo reconheceuque o coriimer
Uepaiei com urna segunda bem lanzada car- ci interior he a base fundamental da ri-
ta, escripia por un tal alfstate Nevos a D. 'quesa das nac-Oes, e que nSo ha pussibili la-
Elpe lia do theatro desla provincia, em cujoide de anima-lo, se nSo fac lita nlo os trans-
comerjo com prazer e pasmo vi quo me lo-,' portes dos productos" agrcolas e labris, por
cava por casa; e do pesare prazer che- |meo do ampias vias do cummunicsclo. f.
guei a chorar por ambos os olhos. Do pra- por ventura ser mo o governo, que pro-
zer porque mcorguihei de haver merecido movn o desenvolvimentode lodosos ramos
um momento de alinelo de um liItralo, da industria, que favorece o trabalho, que
que gosta de avaiia as obras murtas da anima as emprezas uteis, e que apressa os
potipa, o de ser cossado por tremendo ca- descotnintentos mais prolicuos liumaui-
iabrole, no que mostra gosto apura lissi.uo, dade -
e superllno, quo s so herda de raca, o de: Quem ponsaria ver ISo brovo apparecer o
pesar, poaque nao Uve a distincta honra de vigorar no mcio de nos a idea gigantesc
ler a primera carta, que sem duvida dove de uina estrada de ferro na nossa provio-
ser obra primt. ca! Quanto nao he isto capaz de exaltar o
Como liquei penhoiadissimo ao til al- nosso entliusiasmo, e de enclier-nos di
faiate, quero dar-lhe um conselho, e vem a mais nolireorgulho !
ser, que n.lo se lie muito no bonacho, e lim- Esta gloria eslava reservada para a nossa
piarlo publico desta provincia a ponto de poca, o para o nosso o governo, allamenlo
doixr-se tentar pelo diabo, quando por credor das bencos da patria e da huuiani-
ahi o cilicio Ihe ronder pouco, para vir aqui dade inleira Aconlisnca que elle inspira
debutar; pois esse publico quo laso Ihe ali- dentro e lora do paiz he a mais poderosa
gura 13o fcil de contentar como chancas, aiiiinacSo dessa grande em^reza, que se vii
as vezes tem seus capricliosinnos, e entto realisar
sar! Sei bem quo o meu estro he mingoa-
nais csses partidos aquelle a que allude o uo- i barata, carne porceilo preco, justo era que re-
bce deputado. O governo nao ae iiitrometta em] cebcsseinaun iiidemnisaco, e que essa indein-
cousis desta ordein ; nao va acoslumar o |,ovo i nisaco uo era scuo o augmento do imposto
a exigir gneros de primera necessldade por quc recaliesobrc a carue verde, ileapiimeira
bai vu preco, quando o curso natural do consu- I vezoueouco dizer que urna inulta que reverte
uu o ni i uiiiuii! 11 ; isto he peigoso. Ento o em proveilo oa bolsa particular pode ser coo-
povn noattribuir a alta do preco ao govcuio, aiderada como uina impusico Oque pagam
Sr. piealdcute, he iiicuuiestavel que todas as I Pernambuco
lirigir Providencia suas places para que
mande chuva, para que o consumo traga o, g-
neros deque necessita ; mas acosttimado o po-
vo a exigir barato gneros de primera neces-
sidade, grandes males podem d'.ilii pruvir.
O Sr. Ferreira de Aguiar: Mellior he acos-
tuma-lu a inorrer de fome.
O Sr. Vandeira de Mello : Se esta medida he
conveniente da eanie verde, porque nao osera
a respeilo das caines seccas, a respeilo do ba-
caltio, da farinha oe trigo ? Porque nao orga-
iiisuu o nobre deputado, ou porque uo pedio
asscmbla provincial auiorisaco para orga-
uiaar urna roni(ianhia fiti de dar farinha de
trig e bacalhao por menor prec '
O Sr. Ferreira de Aguiar: Parque nao bavia
necessidade.
OSr. bandeira de Mello: Parccc-me que
seria uina providencia ad instar.
Nao sei, Sr. presdeme, se vista do esposto
V. Kxc. poder reconhecer agora que algum
perigo ha na conservaco da le adoptada em
industrias uecessitam de liberdade para deseo
volver-se ; a liberdade he a coudico udispen-
savtl, iudccliuavel, para que toda a industria
prospere. Ella uo pode entrar em especula-
ces, ella nao pode medrar, se acaso lein diau-
tc de si um s merdado, onde se oflerece um
preco ceno pelos seus gneros. Nao he possi-
vel que a cspeculaco, que o pensamentu iu-
iin.ii i il se deteuvolva, marche, leudo diantc
de si esta barreira. Daqui cuncluo queuohe
jiussivel t uubi tu que esta Ici permaueca em
I'. 11, mitineo ; nao he possivel que uina lei que
prejudlca lanos iuteresses, imei esses lo gra-
ves, de quasi todas as provincias ao uorte de
Ptiuaiubuco, possa permanecer. ( Apoiados I
O Sr. Arsua'0 iuu Ua de cahir iufalivel-
iii 1.1' ,
O Sr. Bandeira dt Millo Com o lempo vi-
ra a queda desta lei.
Por esta oecasio direi que j tentativas
iguaes ic tem feito as qoaes nao tem mai cha-
do para diaulc. J cm Pernambuco urna iei
igual a estas ou igual ao contracto que o
uobre depulado fez, lu promulgado, mas
< ii la ia tai preaideulc se alreveua executa-la,
porque era Impositvel deaaltender a Untos
lolcresses.
OSr. Paula Bnplisla: lato he contraprodu-
cente.
O Sr. Bandeira de Mello : Um aviso do go-
verno de IS: de. I.u.ni inconstitucional essa lei;
ella morieu no nascedouru, nao teve a menor
execucu. Esta lei nao podia ter execuco, nao
so porque era contra a consiiluico, mas i mi-
lico, porque feria iuteresses inulto serios de ou-
tras proviucias, que eram assiin sacrificados
nicamente ao pretendido bem-estar de Per-
nambuco; lio ilineoieVu i le foi revogada pe-
la assembla provincial.
OSr. Paula ttaplisla: A historia desla lei
he contra o uobre deputado.
O Sr. Vandeira de Mello: Eu moiirare que
nao. Estando na presidencia o nobre depulado
que acabou de fallar, a asscmbla provincial
sem duvida auimou-se, enlendeu que nu era
inconstitucional marcar um preco tito t carnes
verdes que se veniiain em Pernambuco; a as-
sembla provincial inarcooo de accordo com o
nolirc depulado; mal lica-tne a liberdade de
dizer com loda a slnseridade que esta le he in-
constitucional. (Apoiados j
O Sr. Ferreira de Aguiar: A lei.'
O Sr, Bandeira de Millo: Eu confundo a Ici
xr<
Anda he impoltica a le por oulra razo, por-
que pondo cm conilieio toterettes to impor-
tantes de duas proviucias, rompe o lacu que
sempre as prendeu em completa -fraternidade.
o he possivel que o Ceara veja abatida, an-
uiquilada a sua industria; ha de reagir, ha de
protestar, odios e inimitadea ho de surgir por
causa dessa le, odios e loiiuizades que nao ae
.1 ii i no te ella nao cxsllssc.
Sr. piesideule, agora toinarei em considera-
coas reexoes que acabou de fater o nobre
depulado que me precedeu, O uobre deputado
achou quo eu liulia.sidu inexacto quaudo no
parecer uo copiei lodo o contrato a que elle
se referia. Julgo, Sr. presidente, que para ti-
rar aa illaces que entend dever tirar, nao se
fazia inisier copiar lodo o contrato; apauhei
nicamente aquella dsposico que convinha
niiiili i arginuentaco, pondo de parle imlu
mais.
Ura, nao ha duvida alguiiia que o contradi)
organtsa, como refere o parecer, urna coinpa-
nhla que ae obriga a dar a carne, ein un ceno
teuipo, por sele e meia patacas, e em outro
lempo por dez patacas, que o contrato impe
multa'de 3s a8/a lodas as pessoas que quise-
rem i.tlli.r c vender carne, redundaudo o pro-
i'.lo desla mulla em beneficio dos contratado-
es. Perguolarei, sentimos, se uo se d aqui o
ni ns manifest monopolio ? Estou que nin-
guein o pode cnuleslar consclenciosainenlc;
he islo exactamente o que se faz quaudo se
quer cstabclccer um monopolio a favor de al-
guem.
Disse porm o nobre deputado : h nao ha aqui
mouopolio, poique lodo o inundo pude lalbar
em Pernambuco a carne que quizer, comanlo
que se subinetta a multa ; a seria o mesmo que
dizer : a lodo o mundo he pemi nido couimei
ter um crime, comlauto que sotl'ra a pena que
a lei iuipde.a (Apoiados.)
OSr. Ferreira de Aguiar: -- Acha paridade
nislo}
O Sr. bandeira de Mello : Toda a paridade.
he o mesmo que dizer : lodos nos temos a fa-
culdade de infringir as posturas da cmara mu-
nicipaf, c.mi iiiiu que paguemos as mullas que
aquellcs que quereui concorrer com a compa-
nm i nao reverte em proveito do thesouro, be
pata a bolsa dos actuaes cuntractadores ; mas
diz-ie que be una imposico, que nSo he seno
um augincuiu da imposico que j exista so-
bre carne verde Julgo que islo he um so-
ph Isma que uo pode proceder de modo algum,
nao pude resistir apreciaco da critica ainda a
in us iudulgeulc.
Disse m ns o uobre deputado que a providen-
cia tomada em Pernambuco nao prejudicou aos
criadores de gado. Admira islo : A quena no
Cear lie geral ; os nobres deputados pelas pro-
vincias so norte de Pernambuco levanlam o
ineamo clamor aqui; mas o nobre deputado,
coutra o que dizem pessoas que esto em rela-
co com os ciiadorea de gado, contra o que di-
zem alguns deputados meamos que sao criado-
res de gado, assevera que esses criadores nao
sao prejudicados .' Eu noposso admillir o re-
sultado da esperiencia que o nobre depulado
lein sobre este objecto.
Sr. presidente,ainda se pode notar que a-
quclles que ae oceupavam com a venda de car-
nes verdes em Pernambuco tem rato de se
queixar deste monopolio, porque estou que
mulla gente ficou privada desla industria, a
que noli uu applicado sem capltaes. Por ven-
tura pude um coulracio inmediatamente ftzei
retiiar de uina Industria os capflaes que quaes-
i|oer individuos possam ler empreado uella I
Eu vejo que aquellcs que negociavain aqui em
objecios funerarios, quaodo se eitabeleceu o
monopolio cm favor da sama casa da Mlieiicor-
dla tu i.i in i ii de milis ulus do prejuitoque solfre-
ram ; porque rato aquelles que eiu Pernam-
buco enipregavain seus fundos em comprar ga-
do para veude-to a retalho no mercado, pdem
ser prejudicados sem indeinnisaco alguma,
como podem ler retirados de una industria
que nao pode ser julgada nem perigota segu-
ranca, nem aos cosiumcs, uem piejudicial
saude publica, casos nicos em que a consli-
luicuadinilie previlegio ? O uobre deputado
suppe que a liberdade desla industria pode
l>i ojo licir a saude publica ? Como ento lodas
as proviucias cunsenlciii que esta liberdade ae
ni tillen!... Logo, nao se pode dizer que cou-
vm restiiogtr esta Industria por amor da salu-
bridade publica, quando mesmo em Pernam-
buco al salubrldadc publica sotfre, comeudo
os habitantes do Hccile carne m, como atis-
talo as excursoes que fez o Sr. Viclor quando
presideute de Pernambuco.
Sr. presidente, vuu agora ~ questo princi-
pal da loconsiltucionalldade do projecto.
O Sr. Ferreira de Aguiar: Ora, vamos a
islo.
O Sr. Vandeira de Mello: Oigo eu que a
lei he inconstitucional, uo pelos termos ma-
terias delta, vlsiveluienle ella nada tem na sua
forma de contrario coustituico ..
O Si. Fenelra de Aguiar: Rem.
O Sr. Bandeira de Mello : ... mas quando o
execulor julga-se por ella aulorisado a prati-
car actos incoostitucionaes, o poder supremo
que tem de velar sobre a consiiluico uao pu-
deiiar que esta seja golpeada, pelo respeilo ir-
racional a forma maieiial da le.
Se passar a doutrina contraria, enlo direi
ellas coiiiini nain. Nao he possivel, senborea, I viva o lopbiama porque toda as ve/.os que
que algnem se aujeilaudo a easa multa possa i una assembla provincial, de accordo com o
competir com taes conlraladores : uo lie pos- j presidente, quiter fazer p.ssar uina medida la-
aivelquc alguein possa talhar carne em Per-Jconstitucional, o far nos termos de uina sim-
nambuco, se einpreque nesaa industria com; pies utorisacio, o presidente munido desta
probabilldade de algum lucro, quaada tem de auiorisaco far um regulaincuto contrario a
do ; mais assim mesmo podia dar-lhe algu
ma produccSo de segn li sorte, se tal me
cunsentissem. Entremos em materia.
Reservo-me para noticiar-lhe o estajo de
seguranca individual no lim por|ueda'qui
at i podem chegar-me algumas noticias,
quo in -i.viiii es,-a(o.
.mi ia por aqui, creio que cabido da Con-
chinchtn'i, d'aquelle bello, e potico paiz,
que me n.io conseiitiram acabar de descre-
ver-lhe, um lindo joven de altas esperan-
fas, que creiu quer compor um Gil Braz se-
gun o.
Sobram-lhe para isso habilidades, e pra-
tica, pelo quo, Hf memento creio, o Gil Bf
brasileiro nada tora a iovejar ao hespa-
nhol.
Tem elle o dom de ubiquilade, o com a
prumptidodo raiocorro Je'um a nutro pon-
to, aoparece, e desipparece sempro com no
vo carador, rom ti mi miss3o nova, e de al-
ta importancia. Ora he, diz elle, um Roth-
cilJ incgnito, que viaja por desenfado, e
procura enriquecer um museu, em quanto
para algum u3o I ir recrutado ; outr'ora
he um joven juizde direito de Casias, que
segu por trra para sua commarca, por-
que tem muito horror ao saloo elemento ;
aqui he um rico marchante que vahe recebar
tantss mil cabecas de gado, cujos corpos li -
cario em poder de seus donos ; ali he um
philantropicu excntrico, qun procura urna
joven preadaJa.e pobre.que queira unir sua
sorte a delle, para com urna lal joia, dillcil
na verda le, tomar aos patrios lares, atado
a cauda de algum logete ; mais adianto he
um viajante universal, que esteva em 1831
em Lisboa, onde vio lindar o aquiductu das
agoas livres,e funJir a estatua equestre.m
Jos Balsamo,um JudeuErrante,uiii procura-
dor dos Santos Lugares, um nSo sei bem o
que ; e assim de ponto em ponto diz ludo,
menos em que se emarega. .Vi i sena mao
que a polica tivesse urna conferencia
secreta com o tal cavalleiro errante, quo,
tendo visio tanta cousa,bem poda dizer-lhe,
o que se faz nos paizes civilisados a quem
he ludo sem nada ser. Nao lome o quelite
digo por alguma extravagancia do mulla
imagina(iu escandecida ; nao seabor. O
que Ihe digo he (So real e perfoitamente
verdadeiro como dous o dous serem quatro ;
e o lal minino ainda nSo veio a esta ca-
pital, mas tem adejado desde a viII do Pi-
lar at Santa Rita seguudo me mfor-
mam.
O meu amigo Argos est bastante atTiic-
to porque deitaram por urna ion in da por-
ta do portuguez Uraga, admiinatrador da
typographia daquelle peridico urna carta
ein que ine foi revelado um segiodo do al-
ta lianscendencia. M'ada mais, e nada me-
nos foi do que a revelaeau do um trama in-
fernal, urdido om negro club, para fazer
calar uus oito dias antes das eleitjes o mou
amigo; o esse trama tolo ctfrava-se em
ti ti pequeo encomino lo a regulo corprea
laquellu sennerriraga, em altenc3o a sua fa-
milia, pelu que, e para evitar maiores en-
im iiiiiii lu, acjiselhava o dito annimo ao
mesmo senhor que fosse lomar ares do cam-
po por alguns das. O llr. Felizardo, diz o
meu amigo, foi imme listamente a palacio
poder-lhe-a arruinar n3o somonte a p-
pr, como tambem o Cachorro de proa, o
at a bella vereide, que pouco abaixo deve
trazer.
O seu erro polia ser-lhe fatal, e por isso
como afleicoado procuro dissipar-lh'o.
A compannia que aqui se acha no tem
recebido nossos aplausos por carotas, e mo-
mos, e sim porque tem se esforzado por de-
-"tu,, -uli .i s.-us develes na cena; e ncm
ella veio do pai/. dos Bugres. Todos sabe-
mos, que ella nessa provincia trabalhou no
Apollo, e creio qud os quo o frequenla-
vam n3o eram idlotif, < ur n "'iv.ip.'.h ;
porlanto mo podemos ser tachados de h.t-
nachos e limplorios, poique aplaudimos n
quem ah tambem foi aplaudido em uto
tiioit'O, feito, su-i tula I i por uina socic-
dade de homeus u3o bonac/ioi c limpinos.
V. ii h i tu para ca os reis e rainhas de se ma
ein cujo numero lalv-zS. S. entre, e entSo
conversaremos porque nisso caso mo lu
direitoa descilpa de algumas venialidades,
o i'ui.iu musliai-llieslioi, quo eu tambem
tcnlio um tinto ou quanlo de critica.
(Ira no ia eu dan lo o cavaco pelos meus
patricios Forte loleiina.
Saude e felicidades.
Sem essa c mliant; i nSo veriam agentes da
Inglaterra, cautelosa e atilada como be, en-
tabolir como governo contrario! tfloserios
o du tanta magoilude Isso he um pairan
de renome para esta actualidade feliz, em
que parece surgir urna nova era da engran-
iiii iiueiitii, edo pros penda le para o Brazil!
E quando assim conquistamos mais um
logar dislincto no grande mappa das aacOet
cull's, temos o intimo despraser de toste-
munhar a indilTerenca criminosa, com quo
a oiiposietiu requeitiiaila pelofgo do des-
peilo, e de paixoes odenlas, so ha poila-
do no meio do regozijo publico, por oeca-
sio de tralar-se do maior bom que se podo
fazer ao norte do imperio, especialmente
nossa provincia !
Islo afflige ; isto envergnos !
(Indo osla esse inculca lo patriotismo '.
A i nsien lado vos tomara estrellas coti-
las....
0 Ganso do Capitolio.
Correspondencia.
Coinintiiiicdo.
Se a lgica dos lacios lio mais vigorosa e
ptenle que todos os discursos, e argumen-
tos, juntos por obrada razo o deve se-
aluda mais, que todas as calumnias, que to-
dos os embustes, que todas as niiitnosida-
dos, em n o do frentico e turbulento espi-
rito de partido
O que ahi se 16 tem a mais dilecta refe-
rencia a marena dossuccessos polticos que
mo uaiii .....f nos llel'ore-se a esse mor-
mura' insensato, nsseg'ito de insolencia
brutal, esse aggredir de lera inulti i9o,
essa correolesa de insultos inauditos, es-
sa ni iti-l'misa radi simas, i ii ilu os -ti ni de modo asiustador
nos escupios penodicos;doapostolado cons-
tituinte!
Rbidos e iracundos, qua s osanjos mos
que ilei-a inri ni 'I i graca do S'tihor, la quan
do Lucifer embocara a tuba da rebelda, os
iniuilgos da soctedade brazileira, descouhe-
cen lo os beiielicios uimensos que a orden
actual da coisas tem trasi lo ao paiz, acom-
meltcm com desusado impelo os agentes
de que a divina pruvide icia se tom servido,
para arrancar da obscuridad! e do avilta-
mento este g'an le imperio, digno por sem
ilov i,i dosallnsdosliiios que hoja presi lem
ao seu Jcsenvi.lvitncnlo material, moral e
poltico.
Oescontntes, sem saherem mesmo do
que o actual governo, o al da felenidadeda
nac3o, quo o inesiio govoriu ha promovi-
do, no espaco d- 5 hh ios, no apoge das
mais arduas cotnplicacOes com o -st.aitgei-
ro, cujas prelenc'" s .i.idaoiosassoube h-
bilmente contra' lar ::-n' liant" o ninprego da
Torca, o os recuisus de urna diplomacia,
quo a vt-liii Europa admira, e inveja, o< nos-
sos adversarios a despeito deludo o contra
ludo quo a justica prescrove, recrudescem
un vil .s .! i mo'ii i do rancor, procuran lo
por moios os mais ignobeis malquistar o
governo com a liarlo, desnaturando suas
nileuct)es generosas, escuiccendo o bnllio
desiia gloria, por urna iiHorminavtl ca lea
i.- a-s ron 's embustoiras, o no lim de ludo
calamida le, loscein das coisas as pessoas,
e ei-los inv ssylo interior, o sancluario domestico dos
depositarios do poder publico !
Naja nos lem forillo lauto a nossa alma
como essa decadencu moral a qun ha che-
gado aquelles, que to teruvol uso v.ln fa-
zendo dos predicados da impretisa, cssetri
lente poderoso que Reos collocara na mo
do hotni'in, como motor das mais ctell in-
vcstigacOes, eda multiplieaelo indelini la
do peosament humano.'
Barbaros da civilisat;3o, que caminho vos
leva ?!
Om' miss3o lie a vossa i !
lie-c inhecais os dictames da moral ? !
A moral !
A moral he universal o nica. Os seus
principios sSo eternos, e iminulaveis. Eiles
s3o ciiinu us a tojos os homeus. A sus acc3o
ampia e benfica abrange mo s os govur-
nantes, como os goveruados. Se aos pri-
meiros corre o devr de uhserva-los ; aos
:s. Redactores.Permitti o nobre e,-
erlptor ilo Crrelo de Pernambuco, que se
publica no peridico Imprensa, no primeiro
da da semana, que eu ponha embargos ao
que ahi se 16, relativaoienlc an ttente-co-
ronel l'.ci lico Lopes de Siqueira ; por quan-
lo aiem do cnniioi un. tilo intimo que tenho
da regitloz do seus principios,eda lealdadn
e lirmeza de seu carcter, acabo de recelier
cartas suas concebidas em sentido mu di-
verso do que resumbra desse documcnlo,que
com O'jlros de igual mrito o veruciJade,
compuuha a mala do cilado Coneio.
Mu nobres s3o os seulimontos do leneii-
te-noronel Pacilico, e assas profundas as
suas conviccOos politices, para u.ue lusseni
abalados pelo supposto revez, ou mallogro
de prelenyos que ello nunca as leve, o que
se as l.o o, ha manifestado no seu prosegui-
.11 ir" toda a gravida.ie de bomem d-lica-
I i, e incapaz de sacrilicar o prestigio de
sen nome, o o futuro de suas ideas a lote-
resses particulares.
Estalle ajustica que Ihe fazem aquelles
qun o julga m com iinparciali lade, e que Co-
nhecenmui do perloo desintoresse patri-
tico, a abnegaco heroica, com que o dito
lente-coronel tem servido com lauta van-
t i.-; 11 no paiz, quu o vio nascer.
Cumpre, puis, que o Crrelo recommen-
de aos seus gentes do Ex, que sejam
mais escrupulosos na transmisso de suas
noticias ,sob pena do vnrg rem ao pezo do
ridiculo, do que se faz credo' todo aquelle
que fall verdade, no vil interesse de de-
primir um adversaiio generoso.
Recife 26 de agosto de 1852.
Joaqiiim Pinto de Campos.
Pubhcagao'a pedido.
pedir providencias a S. Exo-, que o tratou segundos pesa a oluigact de cuinpri-los
tom delicadeza, eouvio com atiene; n, as- Se os primeiros se descarrciam da sen la da
sevoraudo-llies, que se fosse verdadeiro es-' razio, da verdade, u da jusiica cumpre qde
3.a sess3o. Ministerio dos negocios da
justiQii. Rio do Janeiro em 27 de ju'ho de
1832.
Illin. e Exm. Sr. Constauln da relacSo
ilosafricanos hvres dostribuidos RrtM l'fO"
vincia a pariicul >res, e qun v.*io inclusa no
olllcio de V. Exc. de 29 de tnnio Ultimo, sob
n. 58, que os arrematantes de seus servicus
tem deludo do Salisfszer us respectivos sa-
larios, estando a maior parte delles a dever
quatitias avultidas; o governo imperial
manda devolver a V. Exc. a sobredita rela-
C,3o, paia que laca promover a coliranc,a dos
salarios vencidos, o recorninendar-lhe que
providencie de modo a n3o hivermaisa-
Irazo no pagamento de taes salarios; ll1
liando nutro sim a V. Exc, que no caso dos
referidos arrematantes deixareiii de fazer o
pag miento dentro do praso que lites Tur
marcado, V. Exc. fa^a levar os africanos do
polT daquelles que assiin procederem, e
ns dest' Iboa na forma da lei de 4 de setcm-
bro de 1850.
Deosguir.lea V. Exc. Jos IJell'onso
de Souza Ramos. Sr. presi lente da pro-
na du Pernambuco. Cumpra-so.
Palacio du governo de Pernambuco 2t ae
agosto de 1852. Ribet/o. lloforme. i
olllcial maior Joaquim Pires Machado P"'"
tulla. Conformo,
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
Illin. Se. Remello por copia V. S o
aviso da reaarttco da justit; i de 27 de ju-
bo ultimo, para quehciulo iuleirado de
quanlo ah se recommeuda, acerca .la co-
brama dos salinos dos africanos hvres,
procela a lespeilo dos arrematantes dos
servicos dos mesmos africanos, de confor-
V
MUTILADO


midade com o qoe determina no final do el-; de Dos n. 1, primeiro andar, do bairro do
*
tadn aviso.
Dos guarde i V. S. Palacio do gover-
node Pornambuco. 94 de agosto de 1852.
_ Francisco Antonio Itibeiro. Sr. inspec-
tor da thesouraria de fazenda, Cumpra-se.
Thesouraria da fazenda de Pernamhuco,
25 de agosto de 1852. Silva. Conforme.
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
COMMERCIO.
PRAGA DORECIFE 27 DE AGOSTO, AS
3 IIImas DA TARDE.
cotacoes orricitES.
Descont de lotras de 3 metes 6 p. c. ao
anno.
Mocdis de 5 Trancos.....1,630 rs.
ALFANDEUA.
Rnndimento de 1 28. .209:652,150
dem do da 27.......9:682,212
219:334,392
llecife, para numearem oa administradores
da casa fallida ; (cando os mesmos ere lores
advertido! que oSo aeran admiltidos por
procurador se este nSo tiver poderes eipe-
ciars oara o acto, e que a procuraeflo nSo
pode ser dada i pessoa que seja devedora ao
fallido, nom un mesmo procurador repre-
sentar por dous diversos creJnres. Itccife,
25 do agosto do 1852.O escrivSo interino,
Manoel Joaquini Baptista.
O arsenal de marinha compra carvflo
jde pedra da pnmeira qualidade, proprio
loara vapor, aquautidade que se convencio-
n 11 ; o por isso convida a quem setnelhante
venda convier, comparecer nesta secreta-
ria no dia 28 do crlenlo ao meio da, com
assuas propostas em cartas fechadas, as
quaes indicario os ltimos precos.
REAL COMPAMIlA DE PAQUETES INCLEZES
A VAPOR.
No iiia 31 delta mez, espera-
se ila Europu o vapor Tay ,
commandante Moss, o qual
depoi9 da onmuia docostume
seguir para os poilos doSul : para pessa-
geiros, trata-so om casa da agencia, na
ra do Trapiche Novo n. 12.
-- 0 arsenal de marinha admitte para os
Desappareceu no dia 93 do
Brrente da ra da Gnu n.
30, nm carrocho d'agoa,gran-
___de, coro a 19a crescida e toda
branca, orellms grandes e cabo cortado; ro
ga-se a quem o achou de levar a casa cima
quesera recompensado com generosi lade;
e do contrario se proceder contra o engra-
nado que j se sabe o tero guardado.
Jo9o llaptista Taime, natural do Chilli,
retira-se para o Rio de Janeiro.
Psecisa-se de urna ama : na ra do Ran-
sel n. 25. Na mesma se vende miilio ba-
rato.
I'recisa-se do um homem, que saina
trabalhar comemoca de cavallo, e que te-
lilla freguezia, di-si Iho int.iresse na mes-
ma : no becco I ,n;:o, esquina da Senzalla
Nova, Viinda. se dir quem precisa.
3
Dtscarregam hoje 28 de agosto.
(.alera ingleza -- Linda mercadorias.
K'iguo inglez -- Talbot -- bacalho.
Iinuortacad.
Brigue inglezTalbot, vindo de Terra No-lr,b,,,us do ni.-lhorameiito do porto seis
va, consignado a Le Bretn Schramm A C, e,n.lcu ?u enteros, quatro olTiciaes de pc-
m.nifestou 2554 barucas e 20 caixas baca- dreiros de P^etra que. saibam tra-
illan a orden) : balher com cimento, e trinta serventes It-
CU.SULADO GERAL. v^e8 8ei"*0 os jotaes dos serventes de 640
Randimentode 1 26. .37:262,404
|domdodis27. ....... 728,238
37 990,642
DIVERSAS PROVINCIAS
Hendimentode t 26.
dem do dia 27.....
, 2:906,625
110,628
3.017,253
ISxportAcO.
Bnceloua, escuna Annila, de 208 tone-
ladas, conduzio 600 suecas com 3,398 arro-j
has de algodo.
Gibraltar, biigue austraco Triestino,'
de 418 toneladas, conduzio 4,900 saceos!
com 24,500 arrobas de assucar.
llalli i, escuna nacional Adelaidp, du 60'
toneladas, conduzio o s guinte ; i
2 fardos e 3 Callas fazetidas, 1 caixa cha- .
pos do batH, 6 quartolas coi i renes!
arcos de ferio, 22 caixas e4 fardos rzon-l
das, 1 pipa em pe, 12 barns e I caixa azei-
te doco, acallas inacsss, 7 dita! diveisas
metoadriss, i barril pregos, 1 cuna ra-
me de Ial.1i>, 50 ditas cha, 1 embrulho cor
tes de ta>ete para sapatos, 1 caiiinha pil-
las ve^etaes, 1 caixS-i u-cas il litas, 6 pi
pas, 33 barril e3 meias pipas a/.eite ic oar-
raaalo, 200 oias ve.las decainauba, 204
molhos pelles de cabra, 6 formas encapa-
das assucar purificado, 20 saroul cera de
carnauba, 30 saccas feijfio, I embrulho do-
ce, 1 caiiSo estaadores.
Marsellia, barca franceza Diane, de 350
toneladas, conduzio o seguale :
4,350 sacos com 21,500 airabas de assu-
car, 16 ditas com 64 arrobas de dito, I sac-
cocom 5 arrobas de cera de carnauba, 400
couros salgados com 12,324 libras.
RECEBEDOR1A DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCU.
rs. por da .-O secretario,
Thom Fernandos Madeira.
Banco de Pernambuoo.
O conselho de direccSo declara que os
descontos da semana que decorre de 23 a 28
do correle mez, sSo de 6 por cont para as
letras at o fim de outubro, e de 8 por cen-
toatu6me7.es, sendo o eipediente para os
mesmos descontos todos os di.sulo.is, des-
de as 11 horas da manha as 2 da tarde.
Banco do Pernambnco 21 de agosto do 1852
O secretario, Manuel Ignacio do 011veira.
IflMTliO
Terceira recita da assignatura,
Sabbado 28 de agosto de i85i.
subir scena o drama em 12 quadros.
O tra'peiio de Pars.
Principiar o ospcclaculo as 7 horas
D6.ll.
Os bilhetes achar-se-ho a venda do es-
criplorio dotheatro na venera, e no da do
espectculo das 8 huras da mauliSa as 2 da
larde, e das 3 at a nouto.
Esta-se aproinptando para o dia 7 de se-
tembro, o bello drama a Senliora de Laval,
e Francisco I.
Adverle-se as pessoas que teem encom-
mendado camarotes de segunda o primeira
1:035 036: ordem, para o dia 7 de selembio, que a're-
Kendimento dodia 27 .
CONSULADO PROVINCIAL Cl desia da sera da assignatura, queda
Kendimentododia 27.....492.267segunda ordem su eiislem 4 camarotes por
assignar, o da pnmeira 7, e quo as pessoas
que quizercm assig'iar teiSo a prtl'erenci
**' i" ~~i"-~n~"~ ^ ^ ~~ir T~ ; TED
Aviso? martimos.
Movimentudo porto
A'ouio entrado no dia 27.
MaiatihSo 5 das e 18 lloras, vapor brasi-
leno de guerra Collnho, commandante o
ca|ilSo-teneiile Antonio Carlos Figueira;
-- Doseja-se fallar com loto Elias Piulo
deGouveia: na ra do Gabug, luja de Joa-
quim Jos da Costa Fnjozes.
Quem precisar de urna pessoa para ama-
mentar urna crianca: dirija-se a ra do Gal-
deireiro, venda n. 49.
-- Precisa-sa de um caixeiro, para urna
nuva Uverna, que teuhi pratica ed fiador
a sua conducta : a tratar na ra de Santa
Rita 11. 60.
--Aluga-se urna escrava, que compra, co-
s nba e engomla, e 2 escravos: na ron Di-
reita n. 24, segundo andar.
O abiiio assignadocom negucio de mo-
ldados na povoacSo de Apipucos, ro^ enca-
recidamente a todas as pessoas que Iho sBo
devedoras, o obseqoio de saldarem suas
conlas o mais breve possivel. O mesmo abai-
10 assiguado compra a crdito os effeilos pa-
ra sorur a sua casa, vencido o praso, lie-lhe
iodispcnsavel pagare so nSoreceber de seus
dovedores, seu crdito se arruinar. Apipu-
cos 27 do agosto de 1852. -- Jacint'io Jos de
Souza.
Na rus do Livramento, sobrado n 10,
se dir quem d dinheiio a premio, e quem
vende varias obras de ouro e prata.
Aluga-se um primeiro andar, proprio
para cscriptoiio, ou pessoa solteira : quem
pretender, dirija-se a ra do Encantamento,
vend 11. 10.
Troca-se urna casi no Monteiro do la-
do do lo000) 2 salas,-3 quarlos, estribara,
cosinha da lijlo, por outra om qualquer
dos bairros desta cidade, ou urna barcassa
nova quecairegue240 a 300saceos dndo-
se o oicedente que merecer : na ra da Guia
n. 64, S'g-indu andar ue I na nogocio.
TilEVTRO DE SANTA ISABEL
Consta-nus quo o Sr. empresario do tlioa-
tro deS. Isabil, leve touc3o de levar nu da
26 do crrente o d'a oa O Pobre Idiota, po-
rcm que nBo Ibc fui possivel pnr emprnvista
parlo do docnte da actriz Mana Leopoldi-
1 .... e qii" viu-sc torcido a l-'var 0 repe
tuto drama A GraQa nutrirmos senlimentus de o lio pelos ar-
tistas que lu a ui do Apollo, mas que no
vendo tanta predilecco porellc-,e por essa
razio tantos diicrtores, goiramos mal da
empresa, que j teria recuado... se no. fra
a acertada esculla de contraclar os artistas
No dia 30$ fo crrante se deve arrema-
tar em prara publicado Dr. juiz de orflos
um pequeo sobradinho de m andar na
ra do Rozario do bairro da Boa-Vista, man-
dado demuiir pela cmara por estar em es-
tado de ruina.
A vi uva de Ma noel Jos Flix da Rosa,
avisa as pessoas que tenbam carta de flan-
fas de- casa, que desde o dia do faleci-
ment nSo se responsabilisa mais pelas di
tas flancis, po^sest procedendo a inventa-
rio. *
~ Na ra do oiUo da matriz da Boa-Vis-
ta, n. 4, precisa-se de uan ama de leite.
--Precisa-so de um caixeiro, de 12 a 13
anuos de idado : na venda da esquina do
pateo do Garmo, que entra para Gamboa.
No aterro da Boa Vista, loja n. 1, pre-
, cisa-se de urna cosiuheira, forra, ou- capti-
ta, pagaudo-se mensalmente.
Cjuem precisar comprar, um cbsbI de
escravos, j de idade, multo proprios para
trabalhar em sitio fra da cida le : dirija-se
a ra da GaJeia Velha 11. 33.
O cauteliita Salutiano de A-
quiao Ferreira avisa ao respeitavel
publico, que piga em continente
sem descont algum, na praca da
Independencia n. i3 e i5, loja de
calcado do arantes, e na ra da
Cadeia do Recite, 11. 1,6, loja de
niiuJeza.s de Jos Fortunato dos
."santos Porto, os premios da deci-
ma quinta lotera das casas deC'a-
ridade, c da decima .iiiart 1 lotera
a beneficio do hospital da Santa
Casa to Misericor lia. Da decima
quinta lotera das casas deGarida-
de; em quarto e oitavos, n33,
10 000,000 de rs ; n. ao'i'i, atoos'
de rs., em quarto e oitavos; n.
i58, em quarto e oitavo, 1000I
den.; n. 3643, 200,010 rs em
quarto e oitavos: em qutrtos, 4028
100,000 rs.; 497' 100,000 rs. ;
53lt, 100,000 rs ; em meio b-
lliete 11 iip, 100,000 rs. rm bi-
lliete inteuo 11. ijiG, oo.ooo rs.
Da decima quarta lotera do hos-
dos n. 37 e 39, de l'o'rto 8i Com-
panhia foram vendidos os pre-
mios seguintes das loteras do l(io
de Janeiro, a saber : das Casas
de Caridade, cm quartos, n. 2115,
100,000 rs.: em uit vos, n. a35 ,
100,000 rs.: emvigesimos, n 4638,
400,000 rs. ; 9908 200,000 rs
296, 200,000 rs. ; 2739, 100,000
rs.; 2907, 100,000 rs., e da Mi-
sericordia, em meios billietes, n.
IIJI, 200,000 rs.: em quartos, n
1172, 1:000.000 de rs.; n. 1702
loi),Oi>o ra., e em vigsimos o n
2434, 100,000 rs e outros muitos
piemios de 4o,ooo rs. e 20,000 rs.;
convida pois aos possuidores a v-
rem receber as mesmas lujas di-
tos premios sem disconto algum:
as mesmas lojas, e na da ra do
(jueimadon. 12, de Jo5o Baptista
Uoilrigues de Souza ucba-sc a
venda um ptimo sorlimento de
bilhetes por 22,000 rs., meios por
11,000 rs., quartus por 5,5oo rs.,
oitavs por 2,800 rs., e vigsimos
por i,3oors., da decima lotera do
tli .'Mineo pulili' o di i! 10 (le Janei-
ro, aos jircros notados, da qual a
lista deve ebegar pelo vapor hrasi-
leiro, no dia 3 a 5 do mezque vein,
e logo que ellas cheguem sao pagos
em continente todo e qualquer pre-
mio sem descont algum Anto-
nio Jos Rodrigues de Souza J-
nior
Precisa-se alugar urna casa seja de que
tamaiiho fur, com lano que teuha quintal,
as ras do Apollu, Guia, ou senzalla, ou
mesmo sirva smente o quintal para se fa-
zor urna estribarla para duus ou tr>s caval-
los; quem livor aou lucio ou dinja-se a ra
da Cruz 11. 34.
.Na ra do Brum, arrenda-so o quarto
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 20.000,000 de rs.
Na proca da Independencia n.
i3e t5, loja de calcado do Vran-
tes, e na ra da Ga.leia di Recite
n. 46, loja de miudezas de Jos
Fortunato dos Santos Porto, ven-
ilcm-c bilhetes, meios e cautelas
<)a decima lotera do tbesouro pu-
blico, que correu no dia 18 do coi-
rente mez e espera se a lista da
mesma pelo vapor de 4 a 5 do fu-
turo mez; sSo pagos cm continen-
te o^ premios da mesma lotera ,
as lojas cima mencionadas.
Bilhetes 22,000
Meios 11,000
(Juntos 5,5oo
Uitavos 2,800
Vireinos i,3oo
Lotera de Nossa Scnbora do
Rosario da B01 Vista.
lu-i da Santa Lasa de Misericor-!"" r, casa de A- lVla <-unha, enhead
i; 11. ni/ a <"o\f.ma, o com asseio, ten lo excell-ole
(lia, em meiOS bilhetes 24^4, lOO commodos para urna familia: tracta-so n
5736,
bilhetes rua du Vigario n. II, no escriptoriodo mes
mo.
100,000 rs. ;
inteirosn-4o56,100,000 rs.; 5249, i
100,000 rs.: em quartos n. 171G, JlilJlilL IJU VU. JAIllI,
100.1.00 is,; 484' 400,000 rs. ;| ikaduzidu i:m rouii'1,1,/..
5246, 200,000 rs. 16,000 rs. de assignatura.
Na primeira audiencia do Illm. Sr. Dr. | Sabio a luz o primeiro volumo desta obra,
Manuelit, Bezerra, Montoiro a Itaymun lo" juiz dos feilos da fazenda, na sala das au- melhor de lodas em seu genero : o nico
._ -_ .... -.____*_____ ______.._.!-_____.&.___. vi., r.l 1 .(..i r.. Iiutm nnr mi I. ... .__1.. ... i ..... ..
-- l'ara o Rio de Janeiro .-alie no da 31 de
agosto o brigue b'asileiru Itecife; .- iece-
de Kiguciredo. Con luz dous passageuos j ue passageiros ou escravos a fete, pva cujo
para o Ido do Janeiro. |m trata-so na rua do Collegio n. I7,segan*
Navios saludos no mesmo dia. ; Jo anda-', ou com o capillo Manoel Jos Ri-
Liv-jipool biigue inglez Corsair, capitSo ] beiro.
Kane, carga assucar, algod3o e guano. --0 brjgue Viajante segu para Lisboa
l'assageira, Mariana Wdson. no dia 30 do crreme; para o resto da car:
llueuos-Ayies por Montevideo patacho i j, K passageiros, trata-se com os cunsigna-
holllDdez Mananta, cap!.do M. C. Feges, tarios T. de Aquino Konseca & Filho, na rua
oirgaiiacareigoirdente. 'du Vl^aiu n. 9, pinneii'o andar, OQCOin c
*- g?TH""rr> a-a >. capilao na praja ou a bordo.
JiaiJl 1 AJta!^. ObrlgOB Novo Vencedor segu para
____________________________________j Lisboa nu da 30 do correte; para o resto
etc., etc., e todos da empreza pasuda, que
presentemente, ievam a nova nos hombros,
salvando-a a cusa de si proprio o preser-
vando-a dos botes qoo ]lie aliram os ami-
gos que a vSo submergiudo i o abysmo do-
nada !... Cazpca.
Aluga-se um sitio na estrada do Mon- J
tetro, com urna grande casa de pedra 9
)i e cal, propiia para se pealar a fesla, a ^
-> qual tem urna gran le sala na 1 ente, <>>
^ grande gahineln, oito quartos 11 sala (ja;
aja) de detraz ecupia gran'o. cosinha f- ^
t> ra, mais dous quartos independentes <| j
fr, da casa, proprios para escravos, unta ^
> grande cacimba com bomba e carritel -> |
t para se tirar agoa, a qual agoa he su- % |
^1 perior lano que seive p>ra sebjber, a)
> mullos ps de arvnredos, como -.jan j
i jacal, loranjas, ubaias, oulis couis, -}
diencias tem de ser arrematados por execu- verdadeiro livro, por onde se podo estudar e
cSo da fazenda provincial os seguintes bens : praticar a homeopathia. Esta nitidam-'iite
a escrava Juliana, avallada em 2OOJO00 ris impressoem excellente papel, com lodos os
e outros movis penborados a Joo llaptista signaea que cenlm o original para denotar
Pereira Lobo, os quaes eslSo com segunda a diuerenca do valor dos symptonas.
raliacBo, como consta da relaco em m3o Contina a assignatura no consulto' io lio
do port'iro ; a casa de sobrado de um an- meopatbico do Dr. Muscoso, onde os senho-
res assiguatitos pdem mandar receber os
scus exemplares
No mesmo consultorio lia lodos os medica-
mentos lu ncopathicos VEItDADKIROS
dar 11. 5, sita na rua do Codorniz, avaliadi
por venda em 700/000 ris, penhorada a
mu .1 de Filippe Kandeira de Azevedo; a
casa terrea, sita na rua do MoloColotnb n.
t>; numerosos ps do flores de quilida- ra)
>} des raras, 1 te. etc.; bem como um 3f
fr pequeo pariutral : quem o qui/ir
Vi nlogar iior auno 011 por (esta,- qutira 1$
/. ter a bundade de dirigir-se a rua do >
r Livramenlo, segundo andar do so- <>
i;' lirado 11. 21. ^
0 Dr. Custodio Manoel da Silva (.11.......Jes, da carga e passageiros, trata-sc com os con
juiz de (lireilo do ctvel da primeira vara j signatarios T. do Aquino Konseca F1II10,
c docontme'cio desta cidade do Itecife Ii na roa do Vigario u. 19, primeiro andar, on
de Peruanibucu, por S. M. I. o C, Ac. cum o raiitao na iraca
. A*>*-.v*.**#9HrM #*##* i
Par.
o brigue escuna
IM.iranhao e
Segu en) poneos ilias,
Graciosa, ja tem a bordo a maior parlo da
carg : para o resiente e passageiros, traa-
se
nior
P'
O abaixo asigna lo deixou de ser cai-
xeiro dus senhures Joaquim Antonio dol
Santos Aodrr.de e Manoel Carneiro Leal, so-
bre a firma de An Irade & Leal, desde o dia
27 do Crrenle, o aproveita a occasiilo pa'a
agradecer aos DieiH)09 senhocs o bom lia,
lamento que recebeu duranto o praso de
Faco sabor aos que o presente oJtlal vi-
rem, que 10 da 28 do mez de agosto do
curente anuo, se ha de arrematar por ven-
da a quem mais der, depois da au iteecia
deste juizo, na casa das audiencias, urna
arniacSo da loja decalcado, sita na tua da
Cajeta do Itecife n. 9, avallada em josooo
res, penhoradas por Femando llelnot con- I
Ira Jos Anastacio do Aibuquer.iue. E para
qu-i ebegue a noticia de lodos inandei pas- ', Recebo carga e passageiros para o Rio de |he mostrar o quanlo Ibc he grato e a sua
sar eottaes que seiSo publicados pelolior- Jaueiro o patacho nacional Fernando Via- illustte familia.
naes e alixadus na praca do Commercio e jante, de primeira marcha, que seguir iUs Cuides Je Albuquerque.
ca.>a das audiencias. com a maior brevidade : Irala-so rom oca- .. Domingo, 29 do correte, as t horas da
Dado e passado nesta cidade do llecife ai ] P'tao abordo, ou com llalthur & Oliveita tarde, celebrar-se-ha na igreja deS. Consal-
1H do agosto e 1852. Eu Manoel Jos da | na rua da Cadeia do Kectfe, armazem n. 12. | J0 bairro da Boa Vista, a benco da ima-
Mutia, eaorlvto, o subscrevi. Custodio : -- Para o Aracaty sbe con brevulade o gHm du Senhor Bom Jezus dos Pobres Aftl c-
GimarSes. Itiate brasileiro Anglica ; para carga e pas- tOJ sflo pois pelo presente convidados pa-
sageiros trata-se na rua da Cadeia n. 49, pri- |a niesa rog lora, todos os finaos e pessoas
devotas do mesmo Senhor, aliui do assisli-
rcm a etl ceremonia religiosa, que certa-
mente deve ser celebrada com to la a decen-
cia c concurso dos liis
-- 11 --'1111.11 que aiinunciou querer com-
prar urna taberna em bom local, dinja-sa a
rua do Rozario da Boa-Vista 11 2,
dir onde exilie una muito boa.
-- Desappareceu do porto das canoas do
1*3, penliorala a Anna Joaquina do Sacra- sim como ricas cailetras, e refurmam-se
- quaesquer boltcas, cujos medicamentos se-
jam falsos, 011 deteriorado*.
-- Cnegou rua do Queioildo 11 31, novo
sortimento do vtdrus rom ngoa para fazer
os cabellos e suissas prclas; a viles antes
que se acabem.
l'iecisa-se alugar urna casa
terrea ou sobiado, que lenlia com-
modos para familia, em qualquer
rua dos bairros de S. Antonio e
S. Jos : na praca da Indapendcn-
ii>. tu. 1 ; h renda animal da casa terrea n. 9
da rua da Lipa, por 48/000, penhorada
vinvn de Joaquim Jos dus Santos ; a renda
atinual da olana n. 20, sita na travessa dus
Remedios, avahada en 100/000 ris, penho-
rada a Francisco das Chagas Cavaleatile Pos-
soa: quem quizer arrematar com.aicca
1.0 lugar 1111 inri 1.I.1 O solicitador da la-
S c inuitus outroi f-uctos, alrn dislu '-''"da provincial, Joso Maitano de Albujuer^
que
Lotera da matriz d.i Boa-Vista.
PLANO DA meia loteiia que com prebende a
2.' 4' partee meta le da 3.' da 4." nova Ca 11. 12, OU tiesta typograpllia.
lotera concedida pela le provincial n. mjj^umi 1 mim
10o de 9 de maio de 1842 a bouelicio das
obres da matriz da Koa-Vtsta
3,750 bilhetes a 10,000
19portento do benelicio
a matriz 4:500,000
3750 verbas do sello
37.500,000
aaaBWaai
Compras.
Manoel da Si
naja
Dt'cliirayocs
I roeiro andar.
! *
Leilao.
A escuna nacional Adeloide lecebe no
rorrcia a mala para a llahia liojct *) as II j
luirs da 1118011.18.
-- O subdelegado da freguezia de Sanio j veneau do agente Roberlo 110 dia tona-fei-
Antonio faz publico ans interessados, que a ra, 31 do rotrentc, as 10 horas da tnanhila,
sua ordem se acham recolhi los a cadeia por I no seu armazem na rua do Trapiche n. 38,
- Miguel Carneiro far leilBo por intnr-
15o reis
1 bilhete
1 dito
2 ditos
2 ditos
4 ditos
8 ditos
8 ditos
18 ditos
1205 ditos
1 ito
562,500
1 1 mu,i" ni
500,000
200,000
100,001
50,000
20,000
10,000
- Compra-se nu aluga-se urna prela quo
su iba cosinhar e engommar com perfoigilo,
Itvrc de lodos os vicios e ac'iaquos ; na pra-
: ca da Independencia n. 1.
5:062 500 Compra-se urna taberna,sendo em bom
_ ._____local : quem tiver annuneie.
32:437,500 ~ Gompram-se escravos do ambososse-
jJ=,==3 xus, de bunitas liguras, do 10 a 25 anuos,
10.000,000 tamo para a provincia como para tura, pa-
5 000,000 gam-se bem : na ruada Cacimba n. II, on
2.000,000 j do moruu o finado vigario do llecife.
1:000,000 Compra-se um carrinho de quairo ro-
800,000! dai, que seja leve, para um cavallo, e qua
800,000 tenha assenlos para qualio pessoas : quem
400,0eo o liver lirija-se a rua da Cadeia do Itecife,
360,000: armazem n. 4.
1250 ditos premiados.
2500 ditos blanco-,.
3750
12.050,000
275,00
32:437,500
fgidos, os creoulos Andf,escravo de Fran-j do urna grande tnobilia.e outros mullos oh- ^1,0 m de julho prximo passado,
!>0.?!^'cU'si'e:lenCenl'i^:"a:etT.^LSl -e; um. cLnoa de CtfreVl, abena, com urna t
nsc 1 Al\cs da Silva,da freguezia
'o e Tlmm, escravo de Manoel Jos Ferrei
tambem i-
*ar pata 2tji ra., como a mesma cmara propo-
^cta, optee.o de cada urna das calacuinbaacxia-
leule, 00 cemiieiiu publico, pcrienceoles
"uuicipalidade. Epatacuoatar se niaudou pu-
bllca o ptesente.
Pa(0 d'a cmara municipal do Recife cm sea-: otivindu o curador fiscal reipeclivo, se far
"rifle 25 de agosto de 185z. Francisco Anto-! IeilSo no da segunda -leira, 30 ilocorrcnte.
ro de quatr.. rodas, e una |,a,ellia de caval- ,-.A| ,,, uojti Clsill,la>c0n)
los bous, e trotadores. tal, sita n#l'ocu da Panella, a luir do rio,
- Areqiierla.entodcdepoiil.no da mas- ^ gm mon se':lhora D. ,,Ul,'
sa fallida de l^opoflo Jos da Cusa Araujo, JMonteiro os'pr.tendontes dirij ,m Se a rua
do Vigario n. 7.
M. B. Os qoatro |u nuciros premios es-
lo sujeitos ao descont do 8 por cenlo do
imposto gcral, que srSo exlrahidos no ac-
quo la Si; to do pagamento.
Tendoduixado da correr no dia 29 do mez
passado, a latera a favor daf|obras da gro-
ja do Itozario da Boa-Vista, o lliesoureiio da
da nutrir resolveu suspender osennuncios
desta para nao embaracar o an lam-inio da-
qoells ; agora potm quo paicce infallivel
a exlrac(3o da du Itozario, o thesoureiro da
da matriz avisi novamenlo ao respeilavel
publico que continan) a estar a venda os
bilhetes della nos lugares seguintes --bair-
ro de Sanio Antonio, botica do senhor Joflo
M ir ua Marques, rua do CaUUga ; loja do
senhor Fortunato, praca da Independencia;
loja do senhor Bernarlino Jus tlonleiio,
pracinha do Livramento; botica do senhor
ves da silva, Russell Mellors & Companlna,,
Joi Bodrigues l'ercita,Doane Youlle o Coin-
l'anhia, Antonio Francisco da Silva Carrisso, I
Amonio Joaquim de Souza Ribeiro, Novaes!
Avisos diversos.
jam sujeitos, porq
de cv-lii oais algum, dnve sua merc pu-
blica-lo quanlo antes pia ciencia .los mes-
-. para nSo chamar sobre mim odiosida- 0)01 contribuimos a que. sua merc traa
* Cnmp.nliia.Manoef Joaquim Ramos e Sil-1 des, Ue dato que nunca me passou pela idea de ignorantes ; o como sua merc nada ig-
y, Manoel Jos Ribeiro, Jos Cypriano de contrastar em scena com o senhor Germano
J|oraesLim
ora,tambem nSo dova ignorar a le provin-
0 do toen cial n. 300 de 7 de maio do 1852 artigo 42.
I'assos, noltio de Janeiro, Araujo & Carnet-
'". na Babia, Mano-1 Ferreira dos Santos
Sl>g'i o, em Santa Catherina, Antonio Fer-
ina da Silva", em Sanios, Manoel de Souza
'un,es, Manoel Jos Rodrigues Valladares,
6 Francisco Jos da Costa Araujo, no Rio
lirand- doSul. pars que comparecam por si
u por seus procuradores bastantes 00 dia
-" do curenlo mez a urna e meia hora da
larde em casa da residencia do doutor Jos
aymundo da Costa Mcnezes, juizdocom-
Drrcio da segunda vara, na rua da Madre
tavaaemptes.de levar scena a Graa do t.respo, a negocio de seu intetesse
Deul. areitei aparte do commendador. Sim- Manoel rrauciscoda Silva leudo encon-
les artista nSo tet.no poder de esculher pa- liando varias pessoas com igual nome.e as-
pis; coinpanheiroe amigo do senhor Ger- sim tirando-sa-lhes carias do crrelo; faz
mano, tentto bastante conc.oncia para co- scienle ao respeilavel publico, quo d ora a
nhecer meus fr.cos recursos artsticos, e vante se assignara com o nomo do Manoel
quere iubsltui-lo. F.sta declaracJo, creio, Francisco Luiz da
sera s.illiciciit" s pessois quo julgam o con-
trario do que acabo do expr.
Joaquim Jos Bezerra.
,\o bolequim tana-ua-linca, ir.. 1-
se de um cozinheiro, forro ou escravo.
Francisco Matliias l'areira da Costa ox
potta para o Rio de Janeiro os seus escra-
vos, Vicente cabra 21 anno, Alejandre mo-
Iatu8 anuos, e Ua\ intu .0 Iteis cieoulolS
annos.
siasmo que se vat devolvenoo pa
pra dos eus bilhetes, ulistoi-so de marcar
aquelle dia,porque se esse enlbusiasmo pro-
gredir espera faze-la correr em principio de
outubro : aoroveita porm a occasiSo para
afirmar ao publico que seja qual fr o dia
marcado, a extraerlo uflo ser por causa al-
guma espacada. O thesoureiro pede a atten-
cSo do publico oto tanto para as vantagens
que ollereceo plano, porm muilo princi-
palmente para o lili) a quo he applicado o
benelicio desta lotera que lio a conclusSo
das obras de um dos mais bellos lemplos da
provincia.
O ubaixo assiguado faz scien-
te ao respeitavel publico, que cm
sua loja de lerrageos, junto ao bec-
co da Liongregac3o,na rua do Quei-
mado n. 37 a, e na praca da la-
dependencia, loja nova de calca-I
Com.rase a historia de Mara llespi-
nhola, ou a victima do um Irade : quem U-
ver, annuneie e o prego, para ser pro-
curado.
-- Compra-so um selim inglez, em meio
uso ; na rua dosQuarteis n. 8, loja decal-
cado.
Compra-sc no pateo do carino, venda
n. I, um ini.-s I usado, porm quo esteja om
bom uso.
Comprau-so seis cadeiras, o um cana
p, ou marqueza ordinarias e alguns outros
movis e vende-se um Vlulflo f'rancez com
sua competente caixa, no 2. sobrado da ca-
sa n. 89, na 1 ua Direita, das 9 horas da ma-
nila 1 at as duas da tarde.
Compraai-se duus mulatos de 12 a 16
annos de idade, 6 que jirvam pata pageos:
tratar com Luiz Comes Ferreira, no Mon*
dego.
- Compra-se um IrancoJiin, ou crrenle
para relogio, sendo sem feitio : na ttavessa
da Cuncurdia, sobrado I). 5.
Compram-so 2 escravas crcoulas, ou
parlas, do 12 a 20 anOOS, e I moleque de 14
a 16 anuos : na rua .Nova 11 16.
"Vendas.
liiIhetes do itiodc.lanej.ro.
aos 20.000,000 tle rs.
Na loja de miudezas da prega da
independencia n. 4 vendem-se
bilhetes inteiios, meios quartos,
oitavos e vigsimos, da dcima lo-
tera para indemnisncao do the ou-
ro publico, que correu no dia 18 de
agosto, e vetn a li-ta no primeiro
vapor que ebegar do Rio de Ja-
neiro* ditos Htenos, meios, quar-
tos, oitavos c vigsimos, a benefi-
cio das obras da igreja matriz de
villa de ltibira, provin.ia de Mi-
nas Geraes, ficoua correr uno dia
28 de egosto. Na mesma loja rc-
EitSo a venda os bilhetes da quarta e ulti-
ma parle da terceii lotera a favor das obras
da igreja cima, om virtude da le provin-
cial n. 283, artigo 42 de 8 de maio de 1851 ,
nos lugares seguintes : rua do Calinga ,
botica do Sr. Moroira Marques ; praca da 111
lependencia, loja do Sr. Fortunato ; rua do
l.ivramento, hutica do Sr. Chagas; na rua
Direita, casa da Fortuna, c no aterro da Boa
Vista, loja do Sr. Viriato: o thesoureiro des-
ta lotera, espera fazer correr as rodas por
todo o mez desetomhro vindouro, trocam-
se por bilhetes premia los da mesma lotera.
Ven le-se un lindo boi inteiro, de raca
1111:11,i, sem casta dos do paiz, tem cerca do
quatro annos, muito proprio para qualquer
senhor de etigeuho, 011 pessoas qiietenam
vaccas deleite; tambem se troca por algu-
n;a vacca ou boi manso para cirro; para o
ver no eogenbo Fumo da Cal, o para tratar
lo ajuste, na rua da Senzalla Velha n 112,
ou no sitio Agoizinba, a li.nii do mencio-
na loengenho, procuran lo a estrada para o
Porto d< .Madeira.
Contina a estar para vender, a escrava
de elegante ligare, que ooze bem um vesti-
lu paia senliora, engim ,a e cosinha, ludo
bem l-'il 1 : ua rua do Crespo 11. 0, terceiru
andar.
-- Veiidem-so dous moloques de 10 a 12
anuos, quatro pretoi de 25 a 30 annos, pro-
prios para lo lo o servico, doa pretas de 20
anuos co 11 algumas habilidades, e oulra do
meia ni i.l" que cusinha e lava de sabSo, e
nina parda de 20 annos com habilidades; al-
verte-so que a parda so se vende para esta
praca : na rua do Collegio n. 3.
-- Vende se omi canoa decarreira, nova,
por preco commodo : na rua da Senzalla n.
18, primeiro andar.achar com quem tratar.
Vende-se um piano de collar.), grande,
novo, o de excellenles vozes: na rua do
trapiche n. 14.
-- Ven te-so, ou pcrmuia-se um sitio oa
Capunga, com duas casas, sendo urna gran-
de e outra lequona, e tambem se venden
separadas, com bastantes arvoredos de fruc-
toil trala-se na rua da Peni'l, loja n. 1.
Vende-se Ierro inglez em
barra, sortido c em quilquer por-
cao, a 45Hoo rs. o quintal, e sendo
de mais de 20 quinties a ,.">oo
rs : na rua d Trapiche n. 3.
Cal em pedra.
Vcnde-se cal virgem em pedjra,
a mais nova do mercado : na rua
da Cruz do itecife, aimazeui de as-
sucar da Vinva Pereira da Caoba.
Venle-se un bonito cavallo, bou) ali-
jador o novo : na rua da Cruz do Itecife
a, 23.
-- Vendem se 4 escravos do bonitas ligu-
ras, sendo 2 cabrocbas de 18 anuos, 1 preto
do 20 a 23 annos, o i mulatinho excellente
pura pagem, por ser muito desembaracado,
com i lade de 9 a 10 annos de idade; na rua
da'Cadcia do Itecife n. 19.
.Mtencao.
Ven lam-se cem espan;dores, muilo bom
feitOl, proprios para embarque, e um lindo
moleque oplimo bnlioiro, e nJJo.se vendo
a ganhador : no atrro da Roa Vist, n. 84.
-- vendem-se corles de seda, para vesti-
dos, por 10,000 rs caja um : na loja da rua
do Crespo n. 3, ao lado do freo de Santo
Antonio.
Vendem-se pers do cor cinzenti .
vin los do Rio de Janeiro : no tono di Boa
Vista n. 80.
Do Cfaili a 60,000 rs.
Vendem-se chapeos do Cha-
li, fazenda a mais fina que
tem apparecido nesta cidade na
praca da Independencia, fabrica
de chapeos de Joaquim de Olveira
ilaia.
fio paleo do Carmo, taberna n. 1, von-
de-se um preto de bonita ligera, do 25 a 26
annos, proprio para todo servico.
Vendem se projiriedades de
2 e 3 andares, casas terreas, e
sitios, assim como um grande ter-
reno, tendo este para mais de ri-
te mil ps de caf plantncao de
canna, casa de vivencia, dita para
escravos, etc. : a fallar com o coi-
retor geral Miguel Carneiro.
-- Vende-so urna preta creuola, de 30 an-
nos do idade, perfeila cosinheira, faz boli-
nhos, engomo)!, cuso, n lina assucar o faz
doces de lo las s qualtdades: na rua do Col-
legio n. 21, primeiro anlar, se dir quem
vende.
Vendem-se as duas casas ns. I e 3, na
travessa da rua Augusta, em clios proprios,
ivres edesembaracadas: a tralar na ru da
Soledade, casa n. 42.
- Vende-se urna morada de casa terrea ,
st,a na rua do Fogo : a tratar em Fra de
Portas, rua do Pilar n. tflt.
Luvas de todas as qudidades.
Na rua do Cabuga n. 6 vendem-se luvas
de pellica para senbora a 800 rs.; ditas
moito ricas rom enfeites, proprias para ca-
samento, a 5,000 rs. o par; ditas decores
para homem, con algum mofo, a 400 rs.;
dilas de (io da Escocia, muito linas, a 320
rs. o par; ditas de torzal, pretas, para sa-
nhota a 610 rs.; ditas muito finas a 1,000
rs. o par; e outras muitas qualtdades, por
preco muilo commodos.
Dentista americano,
D. W. Baynon, cirurgio dentista, conti-
na a exercer a sua protiss3o, fazendo to-
das asoperacOosqur furem precisas do qual-
i'ira como na sua
cebem-se lu hele- e Cautelas pre-;quernatareza, tanto por
miados em troca dos que tem a "". enconde pude aer procunOo a qual-
. -quer hora, na rua da Cruz no Itecife n. 7,
venda do Kio de Janeiro.
;q
segundo andar.


1"
**-*

Moinhos de vento
imi bombas de repuso par* regrir borlas
e bsixasdecsplm Da fundicllode D. W. Bow-
man: na ra do lirum ns.6,8 e 10.
Fazenda da moda.
Vondem-se superiores cortes de cambraia
de salpieos brancos de cor, pelo diminuto
preco de 3,500 rs.: na ra do Crespo, loja
n. 6.
Cal virgem.
Veude-se cal do Lisboa a mais nova do
mercado: na na do Vigario n. 19, primei-
andar, escriptorio de T. de Aquino Fonseca
* Filho, ounarua do Trapiche, mazem de
Antonio Augusto da Fouseca.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
doKecife n. n, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
im como potassa chegada ltima-
mente, a precos muilo rasoaveis.
I'otassa americana.
__No antigo deposito da cadeia velha, n.
18 existe una pequea porcao de potassa
americana, chegada recenlementequcpor
superior rivalisa com adaHussia: vnde-
se por preco razoavel.
Agencia de Edwin Waw.
Naruade Apollo n. 6,arina-*em deMc.Cal-
uioutsi Companhia, acha-se conaianleniente
bous ortimenlos balido, lano rana couio fundas, moeudas in-
eiras todas de ferro para aiiimaea, agoa, ele,
ditas para armar em madrira de todna oi ta-
uianhos e uiadelloa o mala moderno, machina
borisonlal para vapor, com forca de 4 caval-
los, coucoa, pasaadelras de ferro caiauliado
para caaa de pulgar, por menos preco que os
de cobre, escovens para navios, ferro ingle
tauloeui harrascomo em ircosfolhas, eludo
puf iiaralo preco.
AGENCIA
da fundicao Low-Moor.
KUA DA SKiNZALI.A NOVA N. 4S.
Pies le estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorli-
' lili de moendaso meius moen-
das para engcnbo, machinas de
vapor, c laixas de ferro balido e
coado, c todos os tamanhos, pa-
ra dito.
Veudem-su os verdadeiros selins in-
glezes, patente, de oolls e seru olla : na
ra daS.nzalla Nova 0.43.
VciiOea-se relogios de ou-
ro e prata, patente inglcz: na ra
da Senzalln Nova n. !\i.
Arados de ferro.
Na (uudicfio da Aurora, em 8. Amaro,
vendom-se arados Je ferrodo diversos mo-
jlos.
Deposito de panno de algodao da
febrica Todos, os Santos da Ba-
r hia.
Vende-se por preco coramodo
o beni conbecido panno de algo-
do dcsi a fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador: no escrip-
torio ic Novaes& Compa.ibia, na
ra do Trapiche n. 34
Vendem-se as seguintes sementos :
nabos,rabanos.iahaneles cncarnadose bran-
nis, schola, couvii Irinxuda alface aje-
mos, repulhuda, chicoria, senoulas, f-'ijflo
cairapato de Ires qualidades, rrvillia torla e
ilireila, fava, cociilro de touceir, salea, t-
males grandfs, repolho, couvo lombarda,
saboia, o musanla : na ra da Cruz n. 46,
defionio do Sr. doulor Cosme.
Taitas para enyenlios
Na fundicao de ferro de D.
W. Bovvman na ra do lirum,
pa88ando o cbalriz, ciu.u a
iiuver um completo sortimenlo
de taixas de ferro fundido e ba-
lido, de 3 a 8 palmos de bocea,
us quaes ucham-sc a venda por
preco coinmodo e com prompti-
do, embarcam-se, o ti carregam-
se em cairos,semdespezas ao com-
prador.
VeoJem-se amarras de ferro: na "ja da
Senzalla Vova ii. 42.
A 5,ooo rs.
Superiores chapeos de sol de seda ingle-
zea chegados pelos ltimos navios, pelo di-
rrioulo preco de 5,000 rs. cada urna: na
ra do Cillegio n. .
Aviso eos pais de familias.
Na ra do Collegio n. 7, cha-se um sorti-
menlo de louca do Porto do diversas quali-
dades branca e de cores, a qual se vende poi
preco muito barato e servo paraquemtem
pounodinheiro; a ella antes que so acabe
porque be pecbinchB, e depois nSo val nada
ose ou soubera vamos, vamos fregu-
zes. Na mesma loja se venden) treze caixas
vazias em que veio a louca.
Vende-se a cxcellente typo-
graphia c'o Diario Novo estando
bem montado, tanto de bons pre-
los, como de lypos : quem a pre-
(ender, dii ija-se a ra da Fraia
n. 55, a tratar com a Viuva Roma
i>c|i Sanios n llnliln.
Vende-se,em casa deN. O.Uicber& C,
na ra da Cruz n. 4,algod3o transado a-
qupllsrabrica.muitoproprioparasaccosde
assucar eroupadeescravos.porprecocom-
inodiii
Brim trancado de puro linho a 3ao
rs. o covado
Na ra do Crespo loja da esquina que vol-
ta para cada vende-se briu trancado par-
do de linho puro a 320 rs. o covado.
Farinha de mandioca a i,6oo rs. a
sacca.
No armazem de J. J. Tassp Jnior : na ra
do Aiii' 11111 n. 33.
-- Vendem-sc novas cassas chitas de lin-
dos gostos a 2,240 rs. o corlo, cassa de qua-
dros fina a 280 rs. a vara: na run do Crespo,
loja da esquina que volta para a Caleia.
Vendem-se saccas com fa-
rdos : na ra da Madre de Dos ,
armazem n. 20.
Cortes de cambraia de salpico
brancos e de cores, a 3,5oo rs., o
corte.
Precos que pBrecem impo-siveis
(60. "00, 24o.
4
Loja nova na ra do Rangel n. 8.
Continua a haver um completo sortiraen-
M.d.pol, s lejistr.., o. .!-rrttri ^\t!^$*~ $%
pira camisas W4 watdos-to diaMrte ,0 de r.mbr-i.sde sed. de rnuito ho
preco de 160 rs. o vado, as muito acredi-
tadas chitas c.bodas muilo flxas a 200 rs.
o cova lo; as mais liras chitas rom no-
vos de.enh s fjenla do nltimo^gosto e
coros muito fixs pelo bralissioio preco
de 240 rs o covmIo o afama lo aloalhado
adamascado de puro linho c 'm oilo.pal os
do largura a 1600 rs. vari ; finisidmas al-
paca de Crel 610 rs. o covado ditas
com lioi de se I *' 800 is. ; ditas prul -
chamahiladas rruil" liras a 880 rs. ; mori-
ns prelos de superiores qualid^dcs a 1,800,
2,500, 2,800, 3,2l0 rs. ocovauo ; pecas de
bertanha de puro linho com cinco varas
fazen 'a muilo lina a 2,800 a peca ; ditas do
alguJSo com An varas a 1,800, dem com
cinco varas fazenda muito enrorpada a
960 ; camhraias francezas oiuilo linas e pa-
drOes inteiramente modernos a 640 a vara ;
lirios do linho msela lo proprios para pa-
litos a 320 o envido, cobertores de algodlo
brancos e decores proprioa para escravos a
1000 i'nli um ; asim como um grande
soitimento de muitas out'as Uzenaas que
so venderSn por menos picgo do que em
mili,1 qualquer prrle: na loja da ruado
Crespo, n. 14 de Jos Francisco liias
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01 s,1 |u.iiii.l oes onb sapuaztj s ,:)i nu s J)no
Na ra doCrespo, luja da esquina, que ouioduus *o5ajd oivjaqomm jod saoipad
volla para a Cadeia, vendem-si- cortes de soiinoq oimiui ap saua ojmm *jiqaiu*A
vestidos b'ecambraia de salpico br.ncos e; as ouioo umsB opuaoo o -sj 0M ap oiajd
de cores, pelo diminuto preco de 3,500 rs., I ojeja.i o|ad 'saiioj <>iimu souu.d ujoo 'nzoa
o corte ; meias muilo linas, para hornera ap jo-> sspeui.aaa sejuia es-mepusa 'sanbu
coinpequeno difeito, a 2,400 is. a duzia. -ua| losaejamino ap'0i8a||0') up euj e ajd
vuiubsa zuj anb '5 *u fo| p^j
Ancoras para navios.
Vendem-se em casa da llicardo Koyle, na
ra da Cadeia Velha n. 37, ancoras do supe-
rior qualidado, e porcommodn preco.
Chita para cobtrta, cor fixe a
2oo reis covado.
N* ra do Crespo,loja da esquina que vol-
ta para a Cadeia, vende-se chita para cober-
ta de novos padres e cor lixe a 200 rs., o
covado.
A 1C0 rs. cada um.
Defronte do becco do Feixe Fri-
to, loja n. 3, vendem-se lencinhos
de cambraia pintados para mo
ile meninas e senhoras, de muito
bonitos desenhos, pelo baratsi-
mo preco de n.cia pataca cada um;
dar-se-ha amostra com o compe-
tente peiihor.
l'anno jirei<*#lino, francez, a 3,000
rs. o covado.
Vende-se panno prelo fino,
francez, a 3,000 rs. o covado : na
loja de Flores & Ni, na ra da Ca-
deia do Recife n. 47- Na mesma
Joj'i vende-se um rodap rovo de
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S01 lmenlo de panno.
Na ra da Cadeia vendem-se superiores pannos pretos a 4,000,
4,500, 5.000,5,500, 6,000 6 7.000 rs. OCi-
vado ; dito azul e verde a 4,500 e 5,000 rs.;
assim como mimos mescladus, dos melho-
res gotlos quo ha neslu genero, por 3,500
rs. o covado.
Eufeites de eenhnra para tlieatro.
Vcmlcn-se, chegados rjienteinenle, ri-
cos enfeiti'S pa>a cabera de senhora, tinto
para Ihealro, romo para bailes o casamen
labyrintbo, por preco muitu com- tos; reoseabefSn cronuiros de bico, flj-
"| res, lilas c bicos linos, ele.: na loja ie ma-
1 111. ; dame Milloclicau Itucssard, 110 aterro la Boa
5,000 rs. Vistan. 1.
Ilicos capotinhos de cambraia transpsren-i Na rin do Crespo, loja u. G.
to bordados com muilo gosto, quem dSo t.-| Vendom-se superiores cortes de cambraia
n. 12.
f'arinha de mundioca
Vcndo-se, por preco rasoavcl, la- 3
J, rinha de S. Matheus a mais nova, ^
<^ que existe neste mercado : na ra ^
ja. da Cruz u. 34, delronlo da l.ingoeta. -cg
fBlS*ASnli!iilift.i A*A4AMAAA<.i
Vendem-se lonas, brinzSo, biins, u
meias lonas da Kussia ; no armazem de N.
O. Biober al Compaulua, na ra da Cruz
11.4.
Algodao para roupa de escravos.
Vende-se algo d5o muilo encorpado, pro-
prio para roupa de escravos, com pcquuuo
toquo .! avaria, a 140 rs. a jarda; dito
limpii a 180 is. : nu ra doCrespo n.5.
Sorlimentos de panos finos e case-
miras de todas as qualidades.
Na ra do Crespo loja da esquina que vol-
ta pata a cadeia,veude-sc panos linos prelos
a 2,800, 3,200, 3,500, 4,000, 5,000 rs., o fran-
cez muuo Bupenor a 6,000 rs., o covado, di-
to verde a 2,800 rs. dito a. ul a 2,880, 3,500,
4,000 o covado, corles de calca de casemira
prela enfuslsdo a 5,000 e 6,000 rs., dita frao-
coza elstica a 8,000, 9,000 a 10,000 o corle,
o oulras muitas fatondas por preco cuui-
modo.
sloendas superiores.
Na fundicSo de C. Starri Companhia,
em S.-Amaro, acham-se a venda inoendas
dp eanna, todas deferro, e um modeloe
noostrucelo muilosuverior.
Cortes de brim de puro linho.
Na ra do Crespo loja da esquina quo vol-
ta para a cadeia, veude-se corles de calca de
brim de quadros, e lislras de puro linho a
1,280 e 2,000 rs.,dito iuteiro pardoa l.280e
2,000 rs. o corte, riscado de 1111(10 de lislra
a 720 rs. o corte.
I.uvas de' seda.
Vendem-se superiores luvas do seda de
cores, pera homem e senhora, viudos pelo
Havre : 110 aterro da Boa Vista, loja de cal-
cado n. 58.
Vendem-se accSes da exme-
la companhia de l'ernambuco e
Parahybu no escriptorio de Au-
gusto C de Abreu : na ra da Ca-
deia n. 48*
Vende-se urna morada de
casas, feita a moderna, com tijolo e
cal, ita na ra do Motocolomb,
por preco muito em coala : a tra-
tar na ra Imperial n. 3i.
euros e mescladus, a 2,000 is. ; panno lino
prcto.a 3,000e 4,000 rs ; lencos de cambraia
de linho, a 480 rs.; ditos de cassa grandes,
a 160 rs.; 1 iseaJo ife linho a 180 rs. o eovado
e mullas outras fazeuJas em cunta.
Vende-se cal viigem de Lisboa, da mais
Al.-111 do sortimenluj annunciadu, rece- moderna, que existo 110 mercado: no es-
A CIIIAUE E PARS.
Fabrica de cliBpeosde sol, na mu-
do Collegio n. 4
criploiiu de Francisco Severiano Kabello 01
Filho.
Deposito de cile potassa.
Vende-se superior cal e potassa,,
no arma-
beu-se pelo navio Havre, ultimo viudo de
Krunca, um novo soi tmenlo do chapeos de
sol de seda e de panoinhO, para honicns e
senhoras, dos ltimos gustos; superiores
chapeos de sol de seda cum cabos de cana,|e
onlrosdos melhores que m Viudo esta commod
praci que se con Un un ni a vender por me-; i |'"-^" .muiuuu
nos pteco que em outra qualquor pane. zi'in do caes da Alimdega n. 7.
Vende-se urna negra creoul do malo,! lima enconimonda de cobertores,
moca, c propiia para qualquer seivico : na Que poi serem poucos
ra da Cadeia Velha 11. 21, primetro andar. NSo poJem chegar
Feijo novo a 6,000 rs. A todos os compradores,
No armazem de Couvcia > Ilias, confrou- ? ,'600 rud u,n : m te a escadinha da Alfaudega. J* 6-
Frutaa novas. Marroquina ecouro de lustro.
Na ra e-treita do Rosario n II:tendeo)- Wa ru" ll0 <:,buK* 6- vendom-se peles
seas seguinles frutas: damascos, pecegos, do marroquiin a 1,500 rs. cada una, ditas
amoras, mora naos, peras o ser. ijas. de couro J" luslro 2'500 i ellas Que.jos do serto. se.".c f?ua do C.bug 6, .indi existe
\endem-se muito bons e frescaes queijoi um resiu de fitas de veludo, que se venJcm
do sertao ; na ra do Queimado n. 14. a,ul|0 baratas por se querer acabar.
-- Na luja dosohiado amarello, da ra
do Queima.lo 11. 29, continua a ter para ven-
tfer um completo soi tmenlo de pililos fei-
los de pauno lino pelo e de cores, por pre-
Co muilo conimodo.
He em latas.
Na ra BSlreita do Itozario, travessa para o
Queimado, deposito o. 39 A, de Juo Jos
por se q
AOS IO linos' E "1 :11:111 s ni- ] s
O cauteli.sta Salustiano de A-
quino Perreira avisa ao re.-peita-
vel publico, que s suas mu afjr-
tunadas cautelas da lotcria da ma-
de Lisboa, e dito da trra com prcparacSo
Je canella por ser muilo un para os pade-
ce ni es do nervoso.
Esporas de ac.
Na ra do i.aliaga n. 6, vendem-sc as mc-
,800 rs. o par, ditas dilo pouco mais infe-
riores a 1,500 rs.
Vende-se a casa terrea, sita na Camboa
do Carmo n. 36 livre e desembaracada :
queui a proiender, pJo ir exaiuiiia-la e di
rigir-.se Ponte Velha n. II.
VenJe-se na ra do Vigario 11. 25, se-
gundo andar, urna pi U creoula, com 23
anuos deidad* sabe eugommar pe foi la men-
te, e cosinlia bem qualquer um banquete ;
urna outra prrla creoula com 29 anuus, lava
bem roupa ; e boa quitandeira ; tuJo isto
peca e por piefo Jasoavel.
Vende-se urna porciio de espa na Jures
dos melhores goslos possiveis, e que faiSo
differenca de indos os mais que se achar a
venda nesta praga, e o desengao ha a vis-
ta ; no aterro da Boa-Vista, venda da esqui-
na do Hospicio n. 88
Vende-se urna bonita creoula do 22 an-
Mendes da Silva, vendem-se lillas cou> supe-, triz da itoa Vista, eslao expostas
rior bolachii.cba de Lisboa, e juntamente la-, a venda na praca da Independen-
las de blacluucha de Ararula, e chocolate 1 r.
ca n q, loja de miudezasde For-
tunato Pereiradi t'or.seca B.slos;
n. i3 e i5, loja de calcado do A-
rantes ; n. 37 e 3i), loja de calca-
Ibores esporas de co que tem viudo, por, do de Porto &c Companhia e na
ra da Cadeia do Kecife n. 46 ,
loja de miudezasde Jos Fortna-
lo dos Santos Porto.
Quartos 2,Goo
Quintos 2,100
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Urna encomnienda de cobertores,
Que por serem poucos,
N5o pJem cnegar
A todos os compradores.
A i,Coo rs. ca'da um,
na ru da Ciespo, loja da esquina quo volla
ara a Cadeia.
.inbas de carretel de aoo j irlas.
Na ra do Cabug n. 6, venle-sa duzias
m gos-
to, chales-do seda amantas de rumio hom
gosto, o melhor que ha nu meicalo, luvas
de toiriil francezas, ditas de Lisboa com bo-
litmhas, bom snrlimento de talhos de bico
de linho para senhora, com lacus de fitas e
guarnecidos rom trancas de cures, e outros
minios objeclos que ae vende por preco
commodo.
Ra do Queimado n 19.
Loja completamente sorti la de Tizeadas
de todas as qualidades a vontade c escolha
dos freguezes. Vende-se pana de linho da
feira muito hom por 6,000 rs., pecas do 15
varas por 12.000 rs., ditas de 30 vaias, e a
relalho a 440 rs. a vara, esteiras di ludia
com 8 palmos de cumprimento o 7 de largu-
ra, a 2,800 rs. cada una, panno fino ireto
a 3,200, 5,500, e 6,500 rs. o cova lo, e azul
muilo proirio para fardas e libes, a 3,200,
4,000, e4,00 rs o cova Jo, sendo todos no-
vos e de superior qualidade, em reUeo com
o prego : chales de algodilo, pa Iroes oscuros,
e niuilo boa fazenda a 2,000 rs., mcilo pro-
prios para andar em casa, principalmente
as estacos chuvosss, cortes de cambraia
branca com salpieos a 3,800 rs., cada um
com mais de 5 varas e muila largo, lencos de
se la para meninos a 500 is. cada um, ditos
lo se.! para homom, a 1920, e 2,240; muito
boa 1 /. -nd 1 e padOes novas, ditos de cam-
braia de linho a 560 rs. cada um,sendo gran-
des e muito boa qualid de, ditos Jo garca
pira senhora a 1,000 e 640 rs ditos de cas-
sa com palma as ponas a 240 rs., dilos com
barra aheita brancos a 200 rs alpaka mes-
clada a 800 rs. o covado, ganga parda e a-
oiarella a 200 rs. o cava lo para acabar,
meios lencos de se la para grvala pad'Oes
novos e sem mofo a 1,500 rs., ditos do cas-
sa a 400 rs., e finalmente, rap piiueesa Jo
1110 de Janeiro feilo pelo preco da fabnca de
Lisboa a 1,000 rs. a libra, e em meias libias
a 540 rs. cada urna, eslo rap lorna-se re-
coinmendavel por que sendo a sua cumpo-
siCSo superior do rap Mouron, are. p. fi-
la, e imitante o mais iossivoI a 00 rap do
Lisboa, he mais barato do que qualq irr 011-
Iro e prcf rivi lem ludo, mas v esle preco, para acrelilar a sua qualidade,
anda pouco conliecida ueste mercado.
Iftlill ##<*## #
9 Para criados 'i
H) Vendem-se chaios envernisa los >,
9 dos 111,0-ji \os que ha, galo Jo ou- (>
9 ro e prata para os mesmos, par com- %
'> molo preco: na prtQl da llliifipeil-
4 dencia n. 17. a
i I tf *S?9 M t
. Palitos a parisiense-
Vendem-se palitos, ultima moda d.) Pa-
rs, de bonitos pannos mesclados e preto ;
na ra da Cadeia do Recife, loja 11 50, por
menos proco do que em oulras partes
A 3,5oo, 1,6ou, e l\Ho rs
Vendem-se burzeguins gaspeados pina se-
nhora a 3,500 rs sapalos francezes de lus-
lro muito bons para senhora a 1.600 rs., as-
sim como linas escovas para denles a 400 e
480 rs. : no aterro da Boa-Vista, loja n. 58,
junio ao .-eleiro.
Vende-se ou permula-so por escravos,
a terca parte de um sobrado de um andar e
s Mu, sito na roa do CalJeireiro desla cida-
de, e urna parte de um sitio na Magdalena :
a tratar na ra estr-ita do Itozario u 7, loja
de ourives, ou annuncie.
N. 39 A.
Na ra ostreita do Itozario, travessa pira
o Queimado, deposito n. 39 A, nlm das bo-
lachinbas, biscoitinios, I.Jias do faiinha de
Araruta e de lugo, que Cultual voa lir,
lambem vende superior bulachincna de Lis-
boa e chocolate, lauto a rctalbo como em la-
tas qualquer dos objeclos.
Clieguem ao barato.
Ns ra dos Quarteis n. 21, loja de mluJe-
zas de Cruz & Bastas, vondem-S! tJa e
qualquer qualidade Jo miudo/as, por preco
111 hs baralo, que e-n outra qualquer parle,
exilin.lo sempre um co npleto silunento
de nnuJeJs novas e mudei iu, lauto para
a p'aca, como para fra, as quaes so irao
.1 n un ueaii lo por osle jornal.
A 34o rs a duzia.
VenJ 'm-so cixas com superiores brelas,
a 240 rs a duzia: na ra dos Quarteis 11 24,
loja do miuderas de Cruz & Bustos
Venio-s! 11 in macho gran le, proprio
par* carro, manso: no Trapiche Novo n. IV,
prim eiro andar, ou no Montoiro.sobra lo de-
fronto Ja Igroja,
Aterro da Boi-Visti, loja de cal-
?ado n. 58, junto ao seleiro,
Vendem-se chapeos prelos francezes par
homem do superior quali lade, e Ja ullima
moda, lencos prelos Je sotini maeio, d tos
decores de lin los paJri-s, chapeos Je s il
d panuiulio dos meitiorcs que exisieiii,a de Colonia muila boa, um completo sorti-
monto de pe fumarias, burzeguins gas..ca-
llos para senhora, sapalos do lustro, car la-
v8o, selim, e Je tapete, sapaldes do lustro
para homem o meninos He 7 a !2annos, lu-
do viuda do Havre, bezerro francez, dilo de
lustro, o, ni 111111- Jo cores, sa patos da A-
racaty ; e um surlimenlo Je espelhos e es-
covas para barba, c muilocommoJa para as
pessoas que viajam, corles Jo tople para
sapalos Je bom gosto; iu lo se veuJe barato,
iilim de apurar dinheirc.
A verdadeira de ivO jardas.
Vendu-se a verJadeira liaba, em caTitei-
de 200 jardas, por preco mais mdica lo
que earoulra qualquer parto- na ruados
Quarteis n. 24, luja de miudezas de t'.ruc o.
Bastos.
Capachos.
Vendem-se capachas para porlas e meio
desala, por proco mais barato, da queom
Tudo sao pechinchas!
Ven<1em-se superiores chites de cores fi-
zas, a 140.160, 180 e 200 rs. o covado ; dita
franceza larga, a 910 ra. o eov lo; chitas de
coberta, cores alzas, a 300 ra o covado; pa-
caa de algo 13o trancado, p oprio para loa-
Ihas e lencoes a 3,600 rs. a pega ; pecas de
cassas para habados a 2,400 rs. ; chales de
talagarca a 1,000 rs. ; cortes de casimira fi-
nas a 5,500 rs. ; ditos de moia casimira a
3,000 rs., de 19a; brim transido de puro li-
nho, muito fino a 1,400 o 1,500 rs.'a vara ;
cortesdebrim para calca de cor a 1,000 e
1,200 rs., com ires e meio covado, e oulras
muitas 1.1/ 01 las por precos haralissimos: na
ru do i.iu 1111 ulo n. 7, loja di estrella, con-
fronte ao becco do Ceixe Frito.
Cortes de vestido a 2,000 rs.
Na loja do sobra lo amarello, nos qualro
cantos da ra doQueima lo n 29, venlem-
se cortes do vestido le chita franceza, larga
de padres do cassa ecucs lizas, pelo bara-
to>preco do 2,000 rs. cada corle.
Ifiscado largo a 200 rs. o covado
Venda-se riscado francez, largo e lino de
lindos padifies, a 200 rs o covado : na loja
do sobrado amarello, da ra do Queimado
n. 29.
Ol que pechincha !
Anida existe um resto decolarinhos para
homem a 1,600 rs. a duzia ; na ra do Ca-
bugt n. 6.
Rap* de Lisboa e Meuron.
Vende-se a bella e fresca pita la do rap
de Lisboa e Meuron, pelo preco j estabele-
CiJo: na ra da Cadeia Velha n. 15.
M cas cruas para homem.
Na ra do Cabuga n. 6, vendem-se macos
di moiascrura a 3,200, ditas brancas para
senhora, muito finas a 4,800, ditas mais la-
ta iores a 2,880, ditas pretas a 360 rs. o par,
assim cuno um sortimenlo do ditas do me-
ninos e meninas, por precos muito com-
modos.
Uol5es de inadrepcrola a 56o rs.
a grosa.
Na roa do Cabuga 11. 6, vendem-se botoes
Je na.Ii .o ei n',1,1.orlo linos, a 560 rs. a glo-
sa, ditos -lo gata a 210 rs. a grosa.
tordas para violo.
Na roa do Cabug n. 6, vendem-S'i cor.las
para viol.lo, muito novas, por preco muito
commodo.
Ricas lita< de seda.
Na ra do Cabog n. 6 vendem-se ricas
filas, proprias par cinteiro, a 800 rs. a vara ;
ditas achamalot.i las a 1,000 rs. ; ditas pro-
pnas |iara chapeas a 1,000 rs ; assim como
um -or 1:11 olio do ditas estreitas, por preco
muiso comino,lo
Meias de linho.
Na ra do Cabug n, 6 ven lem-s meias
de linho a 4,000 rs. 11 masso; Jilas, de lis-
Iras, do algodSo a 3,400 rs. o masso, e em
pares a 300 rs.
Frocos de todas as cores.
Na ra >o Calme n. 6 vende-se ressis de
froco grosso a 500 rs., Jilo mais fino a 400
rs. ; assim como um rio sorlimenta de
franjas e trancas pretas para manteletes,
por precos muilo c mimo los.
Ricas franjas para co. tinados.
5(a ra do Calmg n. 6 veodem-se pecas
de franjas de tolas as cores, as mais ricas
que aqui tem vimlo, por preco mais barato
lo que em outra qualquor parte.
I'.iii. I de peso a 2,000 rs. a resma.
Vende-so na ra do Cabuga n. 6, papel
le peso a 2,000 rs. a resma ; dilo almas a
3,000 rs.
U anligo baraleiro.
Na ra do Cabug n. 6, vende-se caixas
cum clcheles a 60 rs ; ditas deducs fran-
cezes a 70 rs. ; hutas de marca a 20 rs. ;
ditas de ditas muilo linas a 30 rs. o novello.
Ilicos pentes Na ra do Cabug n 6,vendo se pentes para
alar Cjbollo a i u, i 1.1c.lo de tartaruga, os mais
bem feilos que aqui tem viudo, pelo dimi-
nuto peco Je 1,000 rs. cada um ; a elles
que se OStSo acabando.
Aterro da Boj-Vista n. 46
Vendem-se meias pietis de seda curtas o
BOU rs. o nar, (las do seda, bicos, luvas de
algodao proprias para montana a 160 rs. e
oulras muitas fazcnJas por preco coinmolo.
Na ra Jas Cruzesn. 22, segumlo an-
dar, v n lose urna IniJa ,ul 1.1 Jo 20 annos,
que engomma, coze chiia, coSinha e Uva; e
urna creoula do 16 anuos, recolbid, que
eozo ( .1,01 e t'*m principio do engommado ;
urna dita do 35 annos ptima lava lelra e
cosinheira ; e um escravo para lolo se vico,
-- VenJe-so um casal Je escravos prelos
em min, do servico de campo, islo por seu
senhor querer mu lar Je estabelocimento ;
quem pr< tender dirija-so a Sol-da le, no
principio da estrada do Joao de Barros, lin-
dando o muro na piinieha casi que tem cer-
ca do limiio.
-- Vende i.-.-e velas de era de cirnauba
pura, de seto om libra, e de seis soodu do
carnauba coiifocciuna.la, brancas de pnmei-
ra quali lade de novo em lilira para lam-
P' Oes, lambem de cores de divergs quali-
dades sendo Je seis em libra,viudas ltima-
mente Jo Ceari, a 300 rs. a libra e caixas Jo
urna arioba 1 na loja 11. 45 Je Francisco Ig-
nacio Ferreira Ilias,na ra do Queimado.
INDUSi'IU V NACIONAL.
Imperial fabri a de velas stea-
rinas.
J. E.Lajoux proprietario da im-
perial fabrica de velas stearinas do
Rio de Janeiro, fornecedor do pa-
co, arseuaes e repirticoes publi-
cas, faz .saber ao respeitavel pu-
os, recolliiJa, com habilidades de engom-lde linhas de carretel, com 200 jardas, a 700
mar, cozor com perfeicSo, ede boa couduc- [is.; ditas de ditos com 100jardas, a 300 rs.
la : na ra larga do Rozarlo u. 22. I a duzia.
blico, que acaba de fundar um de-
oat'a qualquer parle : na ra dos Quaiteis' |0sj,0 ,le sa niinofactlira, na na
n. 21, loja de miudezas da l.niz & Bastas. ,
Aos senuores alfaiafes. d,a la'!'e de Dos, no armazem do
Ven !em-se superiores tesouras, para al- Sr. Lili/. Jo-e da Costa Amorim ,
faiale, bem cama ricos hotOesdourados pa- aonde sempre llavera porcao des-
ra casacas ; Jilos Je stim preto os mus ,
modernos que lem viudo a este mercado ;.te gc iCro.parao consumo da pro-
boiOes brancos para caica, a 280 rs. a gioza.vincia. O preco eincixa ln de
muilo linos ; reros aiul ferrle o mais lino nc 1 j ..
possivel.etjo por preco m.isnioiieo, do 85 M e em porcao de 10 caixas
queem oolra qualquer parle: na ruados Com redllCCao muito satisfatoria ,
Bastos6'8 l0" de "* Z"S J" 'uz os compradores que reexportaren.
Carteiras para guardar dinheiro de l0 caixas para cima, para ou-
ou letras. Iia provincia, terao odireito a re-
Vondcm scsupeiiorescarteirasparaguar- ceber o frete do seu agenle, a-
tmMr'ir\?T'"!: c"'" lec,"dur" presentando o conliccimeoto. Ufa-
sem ella, por baraiissimu proco: na ra dos .
Quarteis n. 24, loja de iniudezas de Cruz 01 oricante julga Jior este meto iaci-
B,lus> litar a compra do dito jencro, e
Clieguem antes que se acabem.
Veudem-se espanadures, a 160 rs. cada
um : na ra dos Quarleis n. 24, loja do miu
dezas de Cruz \ Bastos.
Esto-se acabando !
Vendem-se co tes do cambraia de salpieos
aiues.ajjOxos o encarnados,coin cinco e moia
varas, a 3,500 is. o corle ; ditos para meo I,
as com Ires varas, a 2,000 rs., fazenda inu
e do ultimo gosto ; a olls antes que se a-
Cabem na luja da estrella da ra JO fin i-
mndo n. 7, confronto ,ao becco do Peixe
Frito
csjiera que os consum lores nao
deixarao de apreciar sua bella qm-
lidade, c dar sua prolecio a esta
lscenle industria.
Alinelo.
Vcnlem-se boas bslalasinglzas a 32irs
Pastilhaa vermfuga-,
Cimgaram ltimamente as mui desejadas
pastilhas vermifugas, excellente remedio
para lombrigas, muito bem preparadas, de
romstico paladar, que nSo inrornmoda'm 1
quem as toma ; vendem-se na botica da rui
Nova n 53 i cada bnceta leva ocoropetenla
receiluario, indicando a maneira pela qui|
se devem administrar, deade a ida lo de um
a dous annos at 12: augmentando-se a dsa
am p-oporclo para as pessoaa de rniior
idade.
Fazendas boas e baratas.
Na ruada Cadeia, loja n, 50, vendeoi-sa
chitas boas a 140 e .60 rs. o covado, e ditas
de ramagens para coberta a 200 rs riscadi-
nhos francezes a 200 rs., e cenia lo en ras-
sa a 240 rs cortes de cssas de cor.ai cprn
seto varas a 2,210, ditas de cambraia lisa e
Je salpieos brancos com oito varas o meia a
1,000 rs cortes do Cambraia de soda borda-
dos a 12,000 rs., lencos de cambraia de li-
nho, finos, bordados, a 5,500 e 6,000 rs
ca-abnia de linlio, fina, a 6.000 rs. a varal
pallas de seda bordadas de matis para pes-
coco de senhora a 3,000 rs mantas do se lj
Je cores a 7, 8, 9 e 10 00J rs., cassa de lislra
a 28o rs. a vara, e 2,200 a peca, dita de qua-
dro bastante larga a 320 rs., meias fins pa-
la senhora em caixinhas do duzia por 5,000
rs o ditas cruas para homem a 2,600 a du-
zia, e2l0 o p.r, luvas Je fio da Esccia de
boa qualidade a 200 rs. o par, ditas de -el,
de cores a 1,000 rs., cortes Je colete de fus-
Uo blanco a 400 rs., ditos deco'es o laosi-
nha a 1,000 rs., grvalas de se la de cores a
1,000 rs oslos lencos de cambraia de seda
para grvala, a moderna, a 800 rs alpBki
de cor.lDo de cores a 120 rs. o covado, me-
rino preto, muitu fino, a 4,500 e 5000 rs ,
dito selim nelo e verde escuro, ptimo para
palito e vestido do montana, e casemira
pr.ta a 8,000 rs. o corte, corles de colete Je
cacioeta pri ta, bor lados, a 3,500,dito de so-
tiro, bordados, a 4,000 rs., brim IrancaJo
hranco, boa fazenda, e bem encorpado, e
dito com lucido de lona a 1,400 rs. a vari ;
e outras n uilas fazendas que a dinheir.i
visla se ven lem poi barato preco.
Cartas para voltarete.
Ven'em-se as mais superiores carias pira
voltarete, e por prec mais baralo, duque
em outra qualquer parte: na ra dos (Jtiar-
teis n. 2 luja de miudezas de Cruz s
Bastos.
A elles.
Vende-se muito superiorescbaiulos de-
nominadas conslituintesecanarios, por prc-
C'> que faz admirar, a elles antes que se a -
cabem : na ra do Crespo esquiua da ra
das Croles n. 16.
Vende-se superior panno de
algodao da trra, proprio pira es-
cravos, por preco coinmodo : nos
quatro cantos da ra do Qucinia Jo
n. ao.
I'otassa a > 10 rs. a libra.
Na ra d> Apollo, anrarem do assucar 11.
2 B, !o Leal liis, lem superior potassa du
H10 de Janeiro, chegada ha poucos .lias.
tesso.
Vende-se|gesso embarrices, chegado l-
timamente 1 em casa Jo I. liellero; Compa-
quia, na ra Ja Cruz 11. 55.
Escravos fgidos.
-- Desapparec-Tam dous escravos com os
signaes seguoites: um pelo de nome Basi-
lio, de idade 3. a 10 annps, pouco mais 011
menos, alto, cor fula, ollios claros, pouc
lu1 lia, aleija lo da nulo esquerda provenien-
te de om tiro, peruas finas, pe, turtos, he
muito ladino, e sabe algarismos, costures
Iralialharem casa de cal leira. O oatro lio
pardo, do nomo Mi.uel, bastante moco,alio,
de cor clara, pouca barba, cabello crespo,
nariz, afilado, tem em um dos bracos aballo
do sangra louro signaes provenientes do
um tiio.asslm lambem urna cicatriz na pai-
to do p, he carreiro e ofiicial de sapateiro :
advcrle-se que o prelo desappareceu no mez
de marco prolimo passajo, e o par.lo em
outubro de 1846 : quem os aporehender po-
dera leva-Ios ao engeuho Independencia de
Manuel Corr ia de Oliveira, que sera grati-
ficado.
Attencao*
Continua a estar fgido o prelo Miguel
dosde novembro do anuo p. p., ollicial de
sapalei-o creoulo, um tanto fuloegago.e
do 25 annos de idade; roga-se as autnoii-
da.ies policiaca, espilles de campo e a qual-
quer pessoa que o encontrar, o levem a seu
Sr. in iloio'I Firmino de Helio, juiz mu-
nicipal Ja comarca do cabo, e nesta prca
ao commeuJaJor .Manuel oucalvcs Ja Sil-
va, quo generosamente recompeusarfio.
No dia 31 do (evereiro prximo passa-
Jo, fugio urna escrava de nome Joanna, de
idado 50 anuos, pouco mais ou menos, com
falla Je denlos, rosto um pouco pica lo do
besigas; levou sia prela, e foi escrava do
finado Amaro Domingos Carneiro, e depois
da non 1 e deste passou a ser do altores Fran-
cisco de Assis i'.i h'lia, ambos moradores em
l'ao-i'Albo ; suepOo-se ter ido para o sertao
denominado Kussas, onde he vigariu o re-
vlenlo Joaquim Domingos Carneiro, lilho
do refeii lo Amaro Domingos Carneiro, ou
eslar agregada em alguno casa como forra :
roga-se as auturidades policiaca o capules
de campo, a captura da mes na, quo levando
a ra do Crespo n. 19, sera generosamoulo
recompensado.
lo,000 rs. de gr tilicacao.
Do abaixo assignaJo, moraJn na ra d 1
Crespo n, 10, fugio no Jia 16 da correte,
um seu escrava por nomo Hoque, creoulo, o
qual representa lar 45 annos Jo iJade, pou-
ca barba, foi vesti lo com calca Jo ca-emira
preta e camisa de algodSo azul, e lem os
signaes seguintes: alto, um tanto seccodo
corpu, cor fula, descarnada do rosto, olhos
pequoiu.s, e lem urna Cicatriz em um dus
.ledos Ja na 1 por ter sdu maxucado pu-
\an lo urna travo, feto Jo c.ra, e cosluma a
embregar-se, cujo escravo foi do snhor
lo.io O/urioMaci.-I Monteiio, e lio do presu-
mir que ande por aqui mesmo.vistu 1er mu-
tilar e linios, ou na illia de liamaraca donde
lio lilho : o is. vini abaixo assignadu p'oles-
ta haver seu direito conUa aquelle que o oc-
Cultar: roga-se portantoasauloriJaJes po-
hciaes e capitSes Je campo a caplura Jo
iiiesiuo.Jos Concalves Malveira.
Desappareceu em 8 de julho Ja corren-
te auno, um caboclo de nome Jos, escravo
Je Pacheco Filho & MenJes, Ja ciJaJe Jo \-
racaty, o qual lem os signaes seguintes : o
brac esquerjo quebrailo ns munbeca, c-
bollos prelos, as pernas um tanto arquiadas
para (ora,be de ba estatura,e ebeiu do cor-
pu, bem fallanlo, porm quando falla aperla
a lingoa entre os .lentes, tem por caslume
quando se llie pergunta alguma cousa res-
ponder senhor sim ou souhor u9o, levou um
cobertor de ISa ordinario ainJa novo, cha-
peo do palha da llalla j usaJo.com lita pre-
la, calca de algo iSosinho azul ou com lis-
tras, camisa da mesma fazeuJa ou branca.
Ksle escravo lem vindo do sertao por ierra
esta praca, e muito gusta do lugar de 1*0-
a arroba: na travesa da Madre de l'eos.ar-jdras do Fog. aonde polo ser que estej.
mazem1 n. a. de Canco. acolla Jo> ebfui cscravo Flla vjiu du pou,ba,;
lusca los Ii .Hice,-e.s linos. [ quoui o pegar leve-o a ra da CiUI do Be-
Vendem-se 1 isc.1d.1s franeezes, .le bonitos' Clfe 3J. ct,t Je Luiz Jos de Sa Aiaujo,
padrO'S e largos, pelo dii.....uto preco de! aonde se acbava o mesmo escravo para ser
. d?mm^nfl 'Sjep"U' e ,0d|- 24u rs c"v"d0 : "" "a Independen.' vendido, e ae .ecom, ensar. _________
las de ouro quem quizer, annuncie. ci. n.lei. j PBRH. ; Tvp. Db U. F. os Kahia. 1852


Full Text
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