Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03487


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Full Text
f
Anuo X XVIII
Quarta f'eira ?5
i
MAMO
raEtjo A sDBoaipyio.
PiomiNro Aimnr.iiii.
Jjlrluxei-re............
f or semestre
Por anno ,*)
PiOOMNTto Duriursni,
Por quartel.......... .
f OTICIAI DO lMPEIMO.
Par..r. 3 de Acollo Minas... 2 drAgnslo
Marsnbo. :n de dilo S.Paulo. 1 dedilo
Ceari.... 14 dedil) ll.dej.. i-idcriiio
Parahlba IH dilo Babia... 18 de dito
OH'Dl IDUU. uoiaoUu.
4/000 ?;iSeg. S. Felippr. | i*Mit OrpM
8/000 2-] Tere. >B S. Berilio-i, e 5. as lOboras.
15/UOOI lomeo. I. tara do civil
I '. un in. s Lula rei 3. e 6. ao mcio-dla.
4/T.00 21. Qulul. S. /.rferino.' Pateada.
!78ett. 8. Jos dej.eS. s lo horas.
Cslasans, 2. rara do civtl.
2sSab, 5. Agoslinho 4, esabadosao rnelod.
59 Doio l3U Sagrado Melacao.
GoraefodaS. V. H Jertas e sitiados.
Crescente i 22, as 3 horas e 48 minutos da m
Chela a 29, aoa A mlnutoa da Isrde.
eliugoanles, aoa 12 minutos da m.
Nova 16, aos 21 uuuutus da larde.
niaJMBSl BOJ
Primelra" e 3 minutos da tarde.
Segunda 0 r 54 minut' a da manual.
de Agosto de 1852.
N. 190.
PERMMBICO.
nanais >oa ooimos.
oAana e Parahlba, i, segundas t seitas-
,ras.
Urande-do-Rorte a Victoria ai quit'
raa
H(B to,Caruain,eGaranhu no l'e 15 drcadi
Fifres.Ouricurv.Kxu e Boa-Vlala l3 e2i
oiin.ia. lodosos da*.
Todos os Cor reos parlemaomeio.dia.
BTOTIOIAI IITBiHOIail,
Portugal i ide Tulh Austria a de Julho
Hespanha i de dito Sulsss...- 3 de dito.
Franca.. 8de dilo Suecla... al, de Junho
Blgica... 3 de dito Inglaterra HdeJntho
Italia..:. de dito F..-Unldos 2(ide Juuho
Alemanha. 'de dito MrOcu... 3 de dilo
Pruisia ... dedito California 'dedilo
Dinamarca 35 de Jmiho Chilt. 0 de Maio.
Russla... 29 de dito Ruenos-A. de Julho
Turqua. 2o de dito iMontcviden 5de dito
ctaaioi DB 24 DB
Sobre Lond res, a 27 '/, a 27 '|,
a Paris, 345
Lisboa,lOOpor canto.
ITAF.I.
Ouro.Oifas heapanholas....
Moedas de 6/400 relhas.
de 6/400 novas.
de 4/000........
Prata___Pat3cdesbraslleros...
Pesos columnarlos....
Ditos mexicanos.. ..
ACOST
por i/OOO d.
.... 20/IHMI
... ni'i"
... 16/OIKi
... l^lOn
,... l/o
... 1/9211
... 1/800
PARTE OFFICIAL.
relio,
presos a calrrestos 0 s tainhem apreseutar o chele do ro ro o map-
pa dos csvallos conformo o modelo-C-,
MINISTERIO DA GUBftKV re|BCa ,le cada cum..aina, segundo
DECRETO N. 998 PE la DE JUIW10 DE 18S2. o modrllu-li declaran lose nella u pre-
dos carpos demfanturxa, eavattana $mtt-1"YJTl ,la.s.',0 am de Lulos os li-
Ihana do excreto. vrose'slabelecidos para os corpos do exer-
llei por bem pprovar o regula-iiento para rl| pP|4 pmvisao de 21 de novembro de
, nn lina as stias r-avallaricae vrcceber a continencia que Ihc perlencer qundo I jareienfado governo um rircumstanclado relx- do ccnselho geni de silubrldadr publica
se apreientar, mandar fater o maneja d'armas, I loarlo, nn que tratar dus diversos objeclos da quant.a de J21.J ra. que rile requisita para man-
os inspectoras dos cornos do infantina, -a
vallarla n artilliaria do oxrrcilo, que con)
esle baixs, asignado por Maniwl Felisar-
do Je Souza o Mello, do meu oonaelho, mi-
nistro e secretario de eslailo dos negocios
da guerra, que :ssim o lenha onlendido,
e exper;a os despachos nrcessirios. Palacio
do llio de Janeiro era 12 de juuho do 1852,
Irigosimo-primeiro da in lependencia e do
imperio. Com a rubrica dn S. MRC*tdo
o Imperador.Manoel Fclisardo de SoNM
Helio.
Hegiilamculo para os inspectores dos corpot de
infinitarla, cavatlaria e artiiharia do exer-
cito.
Art. I. O inspector, ante* dedal princi-
pio inspi'CcSo dos Corpus aquartollados
en quslqur-r p'ovincia, devora ulli<*i^lm*ii-
.819. fazendo olijecto da quarta inspi-cclto
O exame do livro mestre gerel das pracas
eftVclivas, dasaddi 'asedas coropiinhiss.con-
frnotando as notas que noli 'S esliverem lan-
as las rom os documentos archivados, e
com a i'srripturacao do livro ndice desees
loeumenlos, bem como com as relat;c"-.s
c nereidos de fogo, dcpols marchar em conli
nencia ao passo ordinario e dobrado, c ltima-
mente executai pelo corpo commandado por
seu chele diversas evolucoes, alim de poder
bem avahar o seu eslado de instrueco na sua
arma
Terminar essa Inspeccao pela marcha em
linha com lilelras aberlas, fasendo alio, e a con-
tinencia devida ao inspector, chefe entrega-
r nesledia o inappa segundo o modelo A.
Art. M. Constar a undcima inspeccao de
exerclcios por companhias sendo ellas coinman-
dadas lauto pelos capites, como por scus su-
balternos, e tambero pelo ajudante e outros of-
fciars subalternos da cl.sse dos combatentes
do eslado mainr.
O inspector far depois reunir o corpo, ,,ii ,.
deque igualmente os ofliciaes superiores man
archivo.
A esta insp-cCHOCuir.pfecer8o intsllivel-
mente os olficISM superiores do corpo, os
commandanles d riOi Hicm de quansqiier outros olliciaes, que
o inspector jolgr couv-nieute, nlo sopara
rreslarem os esclarrcimeiitos que Ih forem
de mislcr, romo mesino para InStruecSo
delles ueste ramo de SnrVtCO militar. E
como deve proceder om scmolhanlo Btamc
com a maior circuiispi'cc.'o, indi" se dem>-
le dirigir se ao prrsncnt^e so commaiidan- |0S diasque par esse elTeilo foreol
te das armas.parl.c-p-.iidn-lhes a sus no '"-j .is'.ensavis : o mas-no pr-licar n exa-
caoeadosoni.iaessobassuaso'dens.solici- mnilo leudo eomesm.. lempo q.iehajsdeexoedirss; dMIOepeCOOei mencinalas
oonwnienleecodimuiiicecftesefl.il de que oe su,,seuoles art,gos.
corpos cumpram ixaclamenle suas exigm-
cas em ludo qusotu Mf relativo esse oh- Art 8. M quiis "P^ "r-'.'"""
jecto, bem como os directores de arsensealo
ou armazens de
os inspectores d
s requisitos q
cerca dos abonos
entregues aos ri
parti(0es,- deven
viar no presidente e ao commandanle das
rm>s eopias sutheultess dos decelos, avi-
sos e cilli 'ios que tiver recebido sob'C a SU'
commi.ssflo.
A't. 2. l.->pois que o inspector re lier di
presidente e do command^nto das armas
resposla de seus oflicios, comecar a sua
oorrespoodencia com cada um dos cheles
de corpos.
Art. 3. O inspector deve informar por es-
c iplo circunstanciadamente ao governo
no fin dn cada inspeecRo sobre o estado om
quo se acham os corros, lano a regpeito
de SU oigaiiisacflo 0 adminislrsco mililar,
coreo sobre a disciplina e eronomn respec-
liva, procurando inst-uir-se pesioslmeole,
e por correspondencia de quanto Me fftr
possivel pa'a aquella lim; cumprindo-lhe
proceder na expodieflo de sua-s ordena c
desempenho dess comrnissao pela forma
seguinte.
locumohtos, uem T".?*, ".'ZFZ. den. separadamente eaecular asevolUdes que
de moslra das companhias existentes no jliuiclr' 0 corno dever receber o inspector
em columna abena de companhias, teodo cada
urna toda a forca que Ihe perlcncer, apresenlan'
dodhe o chefe o mappa do modelo A e os
cominandantesdas companhias os mappas con-
forme o modelo E.
Art. 15. O iuapector eligir que o chefe do
corpo Ihc envi os seguintes mappas e relacdes,
alim de proceder aos necessarios eiames : inap-
pa da carga e descarga do armamento, equipa-
mento e uieosls durante o anuo antecedente
desde Janeiro ate detembro, segundo o modelo
F ; orcamenlo da materia prima cinpic-
gada na manufacturado fardamenlo. modelo
G ; relaco Dorninal por companhias de lodas
as pracas do corpo, que forem credoras ao mes-
uro corpo, com declaraco dos gneros que, a
cada umasc esliver dt-vcudo e aua importan-
cia, modelo II ; retaceo nominal das prai;as
larnbem por co
ao corpo, com
OSpecco pela ordem em que a houver pasia- dar vir de Pars algn objecros necessarios
do, e tica determinado, untando a esse relato- mrsmoconselho.--Inteiroir-sc ao referido pre-
rlo urn cxemplar de todos os mappas, relaces sideule.
Vnrais papis que exigir do ebefe do curpo, que Dito.A' Sinla Casa da Misericordia, intei-
sero sempre apresenladns em duplcala [ raudo a de haver fincado sobre o requerltnan-
. Arl. 24. O inspector lera um ajudante de or- f lo de Jo* francisco da Silva, o despacho se-
den*, e um secretario, alcm das ordenartcas de
ivallaria que Ihe perlencerem, e um inferior
corpo que se achar em iospeccaj destirrado
trabAlhos de escripluraco ; e ae Ihe fareo
continencias desigrradas no ^ 30 da proviso
6 de marco de 1843.
Art. 35. O inspector nao poder dar aos njr-
outra* ordens, que nao sejatu as prrten-
oles a forma e regularidade das inspecedes, e
inenle durante o tempo em que elles se acha-
in mu inspeccao.
1/1.26. Os Inspectores lias provincias esa-
.....i iimi attentamenle o eslado de todos os ar-
ligos bellicos arrccadidos nos armazens ou de-
psitos, dando lambein conla ao governo com
a appreseotaco dos respectivos mappas.
Palacio do lilode Janeiro, em II de junhode
1852. Manocl Pttiiardodc Sorna t Millo.
do a R"ms S F.xc. revnendissima o senil >r
Foreade, hispo de Sames e vigario apo-toli-
co rio Japo, tra;endo con sigo as actas rio
nrinv'iro concilio celebrado na Chins. Es
te Cincilio fftr eomposlo do cinco bisro.-.
assislidos por Irma sacerdotes.
A BWaSa ordinaria dos conselhos legisla*
guite :Contine na posse em que se aclis,;' tivos da Suissa ahrio-se em Rernoaos 5 rio
pagando Sania Casa da Misericordia de Olin-ijulhn. Nn OOnMlho nacional, estando pro
da, o foro do seu contrato, ale ulterior delibe-|sontos 80 meinbros, islo he quasi dnrjs ter-
roco, cerra desle terreno, e de outros em Cs ,), asseinb a, silln elerto presidente
Igiiien circurnuanclas. ^ ____,. I porftt Vitos o Sr. Ilungerhnhler, e vico pri-
"'; si.lente o Sr.
GOVERNO \ l*l\OVlPCA.
EXPEDIENTE DU DA 17 DE AGOSTO.
OBIcio.Ao Iimi. presidente do Rio Grande
do Norte, rerneltcirdo errr salisf.cao a sui re-
qursiceo, o orcamenlo da drspeza necessaria
para se apromplar no arsenal de guerra nesta
provincia um reparo Onofre para peca de ca-
libre 12.
Dito.--Ao comuiando das armas, acensando
recebldo o prncesso de invesligaco, que se
mandou organlsar contra o sargento do corpo
" .*------; -.. ,..-. nijnjou oririnisar conlra o sargento ao corpo
compa.rh.as que fo.em devedoras df Kranc.sco de Barros Plelo, por ce-
n daclaracao dua geueroi que re-! ca>',ao ^ Ul de Mino(,, Bo,cmbg ue Ma.
PI lu.
No cnnaelhn dos F.stados, estando presen-
tes 38 menihros, sabio ele.io presidente por
27 votos o Sr. Ilnalte o vice presidente por
19 votos o Sr. hlumer.
Em Neufarhatel o povo reunio-so paclli-
Pall h-rca Linda, Cheglda hojd de Litar- |t''ne"- deelarou ser de sua vo.rlado per -
pool, recebemos g.zelastnglez.s at M do|BBewunWo* Conted.raeiq8ula,eser
uitio p. paeaado
DIARIO DE PG&NAHBUCO.
IIECIFE 25 DE AGOSTO DE 1852.
omcsmoqiie lies estabelecido no snlece- Ari. lo. o insprciur e.ig.ra que gncnin -., uu dcs,.,Camenlo, serla
denle artigo. : corpo informe se icinrcmelli lo regularmente -,. ,,,, 0 ,0|a'0 *c,e iecebesse, como cons-
Art. 9. seiSo examinados na sexta ins- l*i^^^SS^*.;'^*t^.^^S^i la de su. palelo i> qual p/oeesso sevcju
chefe, como aos commandantes lis cumpa
,c ior praca de prct ser castrg
mdmduos, informar ao governo na ...es.ua oc- 8cjs m^e/e pr|,flo-, porque vista dos dc-
10. Procoder-sch. na mima In.pec dividuo. do corpo ou. .lie f.,rai....,, ca- ffllSSTZ&X!KSK*, corpo.
Ciro ao exame do livro de ollicios dn l.;ldoS so alhrmalrvt. ordenara ao cl.efe que Ihe re.net- ()j Ao ,' .ra lllandar por em libr-
elo diere, n oda carga e descarga do or- la a rclac..o uoimaaldessea individuos com de- dade os reclulJo,c Alilonio Correa de Mello,
mmenlo, piitiipanv-nlo e UlensiS do Cir- ctaracao da quaut.as ciiipresiadas, e MCta c Joao lnl|sU da ST, qe lora,., julgados
,o; aasimtambamserSo vistos OS das es- 1^l2S2!fi&.l2E^ inca,,a,e, doservreo miliar ,.ra,icando o mes-
calas dos diffel enles se-vicos dos ofllcia -s e 1^,'SSSSiijo^a^^ ratauus "' "'" V M,m,E,i" Ju"-' df..U"h.'' '|Ue
inferiores, o do detalhe doaerrico ex.gido Mitom?d1ZV&?Pte se acb.no hospital, caso seja elle tamben co,.*
do corpo, ondo deve igunlmei le constar o iudu poder dar ciacli couta uo seu relatorio.
siderido lncapa para o ...esiooserv.co.Con.*
n.oii"tii-se ao chefe de policia.
y lugiaierr. n ii da extriorJioorio li-
nha lisio logar, as elelefleg geraes pan o
novo parlamento coneliram-se elli no
mero da mais perf, ita orilom o SOcegO. A
guerra com os cafres anida cootinuava, p
nSo navia esperanca de que iso oed > si
aoahas.se. Na India o general I.o Iwiu loma-
ra de nssilto a c. a le de llessenr, e deiXaO*
do nella urna forte guaroifUo, rollara para
llai'giii.a. Nids so sabia cercid-s inten-
cftis do-eide Ava nem das fuluras opera-
Ons.
A Franca Orara tranquilla; Mr. de Momay
e Mr. Punid, relirando-sa dn ministerio, no
linham si lo aii.da substitu los. ILis dwcm
i|U" isso he d.vido I nutrir o presidente es-
perancas de f ,zer com que essea sen llores
volt'in a oecupar as paslas poi ellea deixa-
d s ; oulros asseverrm q isso he devido
nlo ler podido echar quem queiri pros
tir-s' a ser ministro fleandn inloiramenle
de, cndeulc do sui voiilsiio sbsoluli
Goma nova nent em l'a is que so pro-
clamarla o imperio no da 15 de agosto an-
niversario do imperador Nepolnflu, 1'iiavi*
multa gente nSo cria em tal, u o proprio
iloiiileur linha procralo Iranquil'istr os
nimos d-smeniin lo i'ssos hiatos. Passiva
pom por carin que nesae dia acia pul.li
Cada urna auini-lia maisou menos exieose
om fsvordos prezoa.politicos de maio e ju
nlnr de 1818.
Gia aetambem que por occaiiSo dea f-a
tivi la les dess dia "S generaos Srhriinm
Cas'.eii.ne, St. \rniud o Uagnau serdm
eleva ios ao posto da murecliaes de Frene*
O r'si lente da repblica achava-se ei
Slraburgo, onde b in como em todos a> ci-
rlades poqu' pssss.a, tora ccnlhi lo con
scelamafftes enlh isiislicas de via Napn-
leflo!
Em Paria a temrt rat.ira linha sub to a
um gr.-.u muitoel r.do (J3 grnus contigra-
d"S na sombra), en Consequenc do qu
desdo quando, e por ordenr de quem. isiraco. fazendo esse une em das comecu-
Art. 5. Diver or lear que para a segn- .vos visla doi livrns c documentos de rrceila
da inspecci-r se arhe o co. pu frmalo em e deapea da admlnlitracio do fardaiuento, do
columna aberla por companhias, e em 0r- rancho, da msica e dos termos das tres admi-
dem de marcha com o segundo uniforme; nj-l.acoes referidas A' esta inspeccao se acha-
Neeta
versa
sen .
moltaneamente pelos InmbO-ea, enmelas, quarlel-mestre para manufacturar, c das pecas
Clarinse msicos; Iszendo nolir ao di'fe mainrf.ictu.adasi entregues ao mesuio quartel-
Igualinenle se apresenlarao os com
govemaJo por urna constiluicSo republi-
caira.
A .S'uissa linha concluido um tratado do
commeroio o amitada com os Eslados-L'ni-
dos. Na Aut'ia ra I do extraordinario ti-
rilla ti lo lugar, o imperad ir andar visitan-
do a Hungra onti por luda a parlo linha
sido utcllonternprile bem accolhido.
Na l'russia o congressn do Zollvenm con-
tniuava em seos tra'hallios, bem que delles
senil) esperaate uenhu n resultado vanlaj1 -
so para o paiz.
A l'niao Americana sollreuullin.amenle una
grande prrda. O dislincto patriota sir lliuri
que Cl.y Rnara-sa alli m< dia 29 de juuho p. p.
Tiulia havido iini.i divnao entre os vrhigs poi
causa da candidatura do general Scotl, que os
do norte nao querem paia presidente pela ra-
zio de H ler refusado obstinadamente a dar
sea opiniao acerca daseric de medidas adopta-
das pelo ullliuo congreso e co'ihecidas pelo ti-
tulo de compromisso.
r*allava-*e mu.lo no Mxico que o general
Arista, actual presidente ilaquella repblica,
nter.lava un. golpe de eslado para o lim de as-
sumir a dictadura.
b'ma grave ilcsi.rteliigciicia Un... lido lugar
entre o governo mexicann c o miuistro trance/,
por causa de urna exigencia feila por esle.
lint factn desagradavel que he provavel oi-
caiione perlurl.aces entre os dous governo* dn
Uetleo e dos E*lados Unidos, leve lugar e.u A-
capulco no dia II de juuho. Ocousnl a.uerica-
no, Mr. Rice foi preso pelas auloridseles mexi-
canas por caus de transaeces ligadas com a
venda do vapor Cemmoiiore Slocklom.
Km Lond.cs os consolidados Rearan), de lo i
l|4 a IDO 3.8; c os cinco por ccnlo brasllclro*
a |0t,
Correspondencias.
Srs. Redactores -Soccorro-mi sscolum-
nns do seu aciedita lo jornal, desojando da.
um publico teslemunhu de njinha gralidSu
su lllni Sr. Ilr. Sabino ('lgano Ludgeio
l'ii.ho, pulos obsequios que me lem pro li-
isado hoii'an lo -me com sua ami/.ade,
d i qual tiv.) provas niTo equivocas na promp-
ihlao o relo com quo Suoipre sccodid e tra-
tOU-ine. quando ior vez s i.upellido por
encommodOS da sui le me fui preciso recor-
Mr scionci.i inoJici, que elle com tanta
intelligencia eaeeerto oomprehonde e om-
P'eg, deixrndo por lato, o tainhem por
guudo o mourio n. resueclivo director, a quantia ue d:94-l/, --
" Art. SO. Examinar o ...e.hodo seguido as t.oe do pedido que remelle, para conlmuacao c "I"-*0'1 ;'" "'a' |,r0 "^.'l'Tm, l OSpirltO patritico, o conlieciinenlo dos II.-
escolas .egiu.cutae. dos corpos de artiiharia. c das obras feila. por adi..i..,slr.vao a cargo da- qi ) i.ciihuma quest.l.i poss.. s^r l miad por teres bsm assim Inspeccionar quaesquer oulras aulas quella reparlico -Cou.ii.ui.icou-sc o ulcndo ellas em conci.ieiac.ro smn que liles telilla ,nili 0 amor que consagra a sua provincia
primarias, que exista... nos oul.os corpos, exi- director. Sido aprsenla la pelo governo. S i es'a pro* sKu sinceras garantas para quo OS Magua
gind.i copia dos respecliros regnlamcutos, e Dilo A inesini, auior.sando-a cm vista de posta nSo for approv.nla, 0 ministerio dis- 0!, nunca se lonhiin no arrepnd :r, ha-
relaco nominal dos alumnos, com declaraco sua informacao, a mandar pagar ao presidente s,,lvijra as cortes e cslaiielli'cera por meio ven lo-llie preslado seus votos para dopu-
de seu aproveitamenio. | docouielbo geral de aalobriaa oepupjioa^pea j0 um ,eciel,. uma .,v, |ej eleitoral. tato geral us prximas eleicoes.
til IM UTJ limn.Mii .una *r rf- p.....- .....,.*,( ^ ,
enessencto apre.sentara o diere osliguri- rio preseotes todos0,om*'ior^m2~^nBJ
z^T^:znu*:^-^.rz^ik&zEs<&""^f"~Sm^^i?3 '^Ls^jsr/ssssssss:sz"sz^^s** ^h-itz^:::::i^rzs^rk^ui)^
"estasegundainspeeg3oexain.niraas.il* da c,a do conai.10 de ad.nlnislracao. edes- a relaco nomloal dai P ac que ja lent au ^^^^^^'^f^^l^. ais em Usdlld, est. ciado estiva quasi de- rcll|,s,dos seos dselos.
,s cadencias de marchas esta bolee, las, nPn,lida, na compra de genero, manuractuiado, coinp.e ad^a o tempo pelo tf ^Z^nZ^^Tu^Z^^. serta ; a ramha, os ministros lo la a corte '\S o inesmo Sonhor este frac .chu-
lo execulsd-s sepralas, e depois si- e poi...anu.curar, do, genero, reccb.do. do IJJJJJ; J*1,2, moleo ** S.-- i denle sclisva.n-se na (rsnja. lo ,e.......,a gratidio. doreodO ConUr, qul
nesla provincia, quer n'outra qualqucr pai-
\rl 22. A ullima inspeccao lera por obioclo : ilo.-A inclina, para mandar pagar a Sim- O l'iemo lie e tu los os mais estados ita-
ouvir verbal e secretamente a cada um dos iu-' plicio Jos de Mello, estandoi nos;__lrnl0 _'!!*; lanos licara n tranquillos, todava em Ve- lc rjde por ventura a surto me Col |Uc,
com o .lu.mulo prestimode
devendo o ins eclor examinar no mesmo ferrados, compra c venda de cavallos, e|o, dos
da as srrecadaces go ees, o -s das com* Ur^\x Conc|uida a Inspaefio dos livro, e
parrillas, o lancho, nrisO s e quarleis, pre- Ina objcc|0, d,. ,,,. |raMl 0s arligos auiecc-
SeoUudO O cll-.fo dO corpo o mappa da ror- dentea, ordenara o inspector que para a dcima
ca, segundo o modello A Nos corp"S de Inspeccao se ache o corpo formado com o ac-
cavallaria, serio tsmhem ex.mioado* nesla guma ailarme, no dia, hora e lugar que iud.-
insnercSo os doposiros de Cspl milli I, 'a- car, em linha corr Alelraa aberlas, c depois de
------ a. i ..ii r n i..... .i 'i*^.ml 'a
Que sigmlica Isso.' disse por sua vez fcric-
cio quasi (o pallido como seu amo, p.d. a res-
poosabilrdcde do golpe pe.va loila lobreclle ;
o secrelaiio linha que temer ao me....o lempo
Oaru.agula e o duque de Miln, sempre pron.p*
to a s u mi it sua scguraiirpa os instrumentos
de que se servia.
De repente elle sallou como se tivesse lido
picado por urna reptil.
Estis ouvindo I estis ouviudo, dis.ecllc
ao duque.
.Nao ouco nada, responden Viicooti apar-
tando o ouvido na porta.
Ahi nao; l embalso, na praca, dine
Ericcio.
ViicoDti levanlou-.e c esculou : elle ouvio
esle grito retumbar de lodas ai partea :
v Viva Oarmagnola viva i. inm n il.i!
Salvo I salvo/ riiirrniu.nl. o duque com
urna voz entnela.
FOLIIETlilI.
0 CONDE DE C.\II1I.1C\I)L...
(por mol: i,i \ in iiiimmk.
PBIHEIRA PARTE.
CQOOksUiS).
XII.
tiabrino.
Apenas Carn.agnola e Miclmella sahirain, o Ecorrcndo para a jiurlla, vio Caruiagnola
duque e Ericcio le.aularam-sc de leus amen* alravessando a praca, levando .il.chaella pelo
los e correram para porla, oude se comerva- braco, O mesmo ruello que prod.iz'a entre os
r.ni. mudos r mmoveis, esculamlo com todos corlezaifi o aspecto da l.lha delleali.x se re-
os signaos da mais viva anciedade. petia na praca publica. O conde Griuialdi e o senbor- de Carrara re, principalmente us velho, inosiravaii. uns
ol. ii un um para o outro iutciraiiieuie eslu- aoa outros, com urna curiosidade iiiislurada de
-(.ricio. ler.ui ede nlcrcssc, esa imagciu pcrfeila da
Nada! enclainou Ericcio depois de um si- dc.gracada duqueza, bella, paluda, magesto-
lenclo de alguua mlnulos: sa. vestida de prclo com sua cruz de coral, lal
Nada.' repello Visconli com o corpo tre- qjal ella comparecer out.'ora dlanlc de cu.
mulo, c com as felcdes desfiguradas pelo juizes.
:' ror Vis-ionll compiei.endeu a .nlliicucia funesta
O dous lidalgos nillaneirs loiiiar.m a olhar que devlt ter lol.re leu povouru lal espectacu-
um para o uulro parecendo que le Interrog.- lo, c o partido immen.o que delle poda tirar
va in lio r sigoaes le acaso o duque a seu secre- o... homei como Carmaguola. Lile peniava
laiio nao e.iariaiu lacados de urna loucura no ineioi de lazer abortar esle per.go, quando
. (. a porta da escada de Hercules abrlo-se cun
Anda nada exclamou de novo l'hilippe eairondo. Visconli voltou se c vio entrar dous
uuvir por escrlpto
do corpo acerca do que Ihe lor representado,
alim de mrlhor informar o governo, quando
der conla de sua corn.nisso.
Art. 23. Concluida a inspeccao olticiar au
prcsidenie da provincia, commandanle das ar-
ma, e chefe do corpo fazendo-lhes saber que
ic.n fi.ial.sado a in-peccao, e depon lev ira sua I"1""'IJ<:'|''
he esle.' per- l en. un. caula con.
Eicada, Alexan.lreNorberio dos dantos, a ini- projeclu de le sobre o css.meiitocivil, mas
porlaucia da p.imelra prrsiacao do seu cou- i.,.,, I0 |,isp,)S a resulta lo ao rm um pro-
iracio,.visto ler elle concluido a pr.mel.a ca* -u u ,,.,, ,
IIJM fliV UCBV->b**I* asinasBi>i i
lillo-A inesiii, para que, nos termos de visoriam ntn so seiilmr d Azeglro. pora que
n.nde adianiarao presidente o l i'iiasse em eoiisnleraelii finha rl|.ija-
i n i a na i i i Besana*ss-
piinhal :ia mo, eos yu.iudo esle du, personagei.s esapparece-
ssnBBnmnaBM*eieasiTi m
Ouc he isso? que lime..,
cuniou o duuue. olho filos na janrlU, promplo a oumprlr u.eu r.i.n. o .U|e prineou a t-uns iiitiiueiito. em ii-
- Uinmiseravcl que merece ter enforcado,1 dever em conicicncia. e eiplando o igual co..- lencio, litnido do quando em i|Ul
exolamou Ifr.imaulc oiiipurraudo para longe de
si o dosgracado, o qual caliindo de joelhos per-
itiaoeceu ncila pos.cao mais murto do que vivo.
Kofoicado! lepelio Viscouli, eque fe el-
le para isso!
Ericcio fez um signal ao duque, mas este nao
o percebeu.
__ Oque elle fez. dlsse Urainanie, ou anle n
que elle quiz fazer. isso se adevinha sera cunto
l'i jMiiih.il tjuc .ini.i.t h iu ni ni i r Anda, Ga-
iino.confessa 1'taucauieiitc a causa dlaote de
teu priucipe, visto que eslai em perigo.
Gabrino nao pareceu comprehciider elle
laucou em torno de si olharcs estpidos, e de-
pois dirigindo-se a Visconli, o qual pareceu re-
couhecer aps um grande eifurcn de intelligen-
cia, exvlamou arra>tando-so aijuntu delle :
Mvti principe, a culpa uo re minba, eu o
juro Ku recebi o dinhelro, lie verdade, tiuha
um puuhal bem agucado ; o golpe era seguro,
o traidor Carmaguola uao leria escapada. Obi
eu o prouietll au kignor Ercelo aqu presente,
e lena comprido lelmeute miuba palavra.....
U que be que esl dizendo este miseravel/
excl-amou Krn i.i '.
lie um louco..... tirem-uo daqul'. disse
Pbilippc Mara.
Nao ho louco, principe, disse (tramante ;
ella apenas assustado: eu o conbeco perfeila-
meulo, c asieguro-vos que est ei;i seu julio
perl'elto. Creio que o que elle teui uo passa de
um pouco de lebie, c uesses muineulos, bem u
abis,senbor, agente diz causado uulro mu.i-
do. Amia, meu lilbo, revela ao seuhur duque
ludu o que tena ii'alma, isso o culernecer, e au
inesmo lempo te all fia,
hl nao, impoude-llip silencio: disse
*.. (l......,utl-.i.i,fpm .Marro bateada na le, com deieiperc utm\, cuja, felcfles Ihe eraiu descnhecl- io. di.se o duque quero qua elle f.
"*" d.i. o outro irajando o uniforme ...llii.r, e no I Tende piedade de mliu.uieu iiriucipe,
( ) Vide iano n. 18<.
qual reconbeccu o capitao Urauante.
pllcou Cabi.no i vou ili/.ii-vu. tuda. Eu eslava
iu illi. e-
vencionado. Kmliin depollde uma longj espe- fsroi e sluislru sobre os dous lidalgo
ra r Himplo cria o golpe uiallogrado, ou /.es, principalu.enlc quaudo estes nao poda...
".'.'-' U-...C........ ........ vollaojo-je cata para vlrmos Juntos?
adiado pira ouiro dia, esla janella ai,ic-.e, o percebe*!-*, Kinlio. ello parou,
que sigitilicava, segundo noissscoovencocs, que para elles, dissc*lhes ;
Oarmagnola devia u.orrer. Apeno u puul.al na Coudc Gri.ualdi e vi, ae.ihor de Carrara,
mo, e aproximo-ine da porla, proropio para tcnlioreconlrecido, ha muilo le..i|)o, que os ein-
feri-io, logo que tranipoxenc o lim. ir. Elle ap- prrgos que oceupais em miiiha corte nao cor-
pareceu, vou lobre elle.... mas de repente..... icspoude.o allura dos nomes que leudes um
Pcrdo. piedade!..... o puuhal me escapa da e outro ; uSa he jusio que dou< de uieus i.iclho-
inao c calo de joelhos com a face em ierra..... res e mal, ded.cido, servidores cstejam leo
Ah! neo o sabis, nem lalve oqueirais crcr..... inodcilamente aquinhoados. Quero dar-vos a
eu vi erguerse diaule de mima sombrada du- ambos um lugar qneesleja ruellior em relacao
quexa Itealrixl .... a duqucii, aquern til con- com vosso nasciinenlo c co... vossos |.nereci-
deiuiMi a inm le, aecusando-a de um crline de u.cutos
que era innocente! Eu tiulia s.du pago para Os dous fidalgus incliiiaraiu-se buinildeii.eo-
denuncia-la, he verdade, e, greca, a eos, na- le, eegradeceraiu aoduque em Irruir que re-
da tenbo que exprobrar-me, lodavia quando in* vclavam urna alegra extrema cum. gramlao
da agora vliurg.r sui so.nbia de repente enire .em limiui.
iiiim e t.er...egnola, o terror apoder,,u-se-mc Vinde ler co.uigo euiauhaa, disse-lhea Vis-
do cor-cao, ecedeodo i.aosei a que Coica so- conli, quero que jamemos juulos, e que esle
brenaiural, cehi meiu muri aos icus pes Koi negocio seja cooclu.do se.u demora. ... mas
enUaiiueeeiehuinemiucagarruuelruuxepa- nao vos d.rci hoje qual o pro.eclo que lenbu
ra aqu. Perdo..... Pcrdao! be... vedes que -obre cade um de vos, na....esa lercis o praier
neo fui por mu.lia culpa que elle escapuu. da lorp.cio. At a.iiannaa. sciiuor de t.arrara,
- Oa esle hoineui he luscuselo, disse Vis- c vi tinrbco. conde Cumaldi.
conli, ou he culpado de u.ncr.me l.orrivel, pois Ale aineuhea, principe, respondern os
coulessa ler querido ai.assiuar o nobre cumie dous lidalgos incllnar.du-se de novo, depn do
de Carmaguole. Importa que se esclarece logo que reliraraiu-ieco.il ar de extrema alegra.
io eotrela.uo seja conservado preso. Chegad H ao peleo, ellos conservara...-sc um
- Eucarrego-mediiso, dis.c ii.e.uaule. iiiomculo silenciosos, como pei.oa. que hesi-
- 1'iesol preso! repello Olbrluo ooui iimi un cu. conhar u.nas ai oulrss leus peuiaiiieu*
vo lameuuvel. fui acaso culpado? Oh se- los. Por hu. o conde br.mald. dccld.o-se a
uli o i, .e liveisci. vislo cise pliautaso.a era fallar. .
ver.ladeirau.eule a su obra da duquesa..... lira- Euluo, senhor de t.arrara, que d./.c.s desle
manto ubscrvun mu judicioseuieuic que opa- convite I
bre Gabriuo iresveriava cada res me.., depois E vos? responden esle lencando sob.e seu
Seu amigo sincero e gralo
o bac iarel, S. A. Accioti Un*.
Sun I.....la 7 de seteml.ro prximo loto
ro o destina lo para es eleii;0es de vereado
res da ranura denla cidade, julgamns du
nosso dever apresentar a considerar.,,!) dn
publico ul nomesdenovecidadaosdiguoi de
rnerecerem os SuAVaglOSdo povo, que, seo.
duvnla eleitos desimpeniierao laes lugaren
Ci.n todo o selu, e prubidada : esperamo--
, ..-,.-! i ____"-: '''''-iiii'.a.nill.natiu.A
>11, ni.-Iu. bem de me faer esperar.
Pela mu.ha paite, pretendo eclur-me cu.
palacio pelo ...cuj urna hora antes da pro-
sada.
Ah! que vos c.npede de passar por mi.il.a
levanlaudo-u com ...ao vigotoia, cinpellio-o
vlvaiueule para diente de i, earraslou-u para
fi...
I)./ minulos depois, C.biiiio eslave debaiio
de chave.
interlocutor um olhar de trave/.
* Ku.'.... digo que be om favor .inmenso, e
que nos presagia a ...ais .. i.i forlune. .
Eate he lembem a miulia upiulao, dase
vivamente o leuhor de Cirrara ; por isso guar-
iNadacertementc.
Entio posso contar corn vosco I
Sim ; esl bem visto.
Al ainanhee.
Al un inli.i i
O seohor de Carrara apenas deixuu o tund
Giimaldi, po/.-sc a andar ...ais epressedo ; cu.
menos de cinco minutos chegou em casa.
P.etro, disse elle ao criado, prepaie de-
pre.ia u.inbaa malei. e aprompla-lc para p,.i
tir comigo.
Oh I une. lahe de Milao.'
Agora me).no, docontiario eslou perd
dn; deu.orar-meaqui, anda que leja adtente
urna hora, he expor-mc e urna mirle certa. I'o
breGriui.ldi, murmuran elle, que er as bel
las palevras de um Visconli.' Nao sou eu que
me deixu levar por esla bellas appareucies.
Ah! deprcs.e? depres.e! exclamou Gn-
meldi logo que eutruu em casa, enfarde... ludo
que Kobo de mais precioso sou mu defuolo
se permaurcoaequer mais mil minulo c.n Mi-
lao. Uesgrac.do do leiihor de Carrara, conti-
uiiiiii elle com um lom de piedade profunda,
que neo v o Uco hnrrivcl occullo deiiaixo da,
llore!, que ere ilmplesmeule que Ihe querem
bem, e que deiejaiu recompeuia*lo leguudo
leui mer.loi!..... Dcii;racado! he capa, de ir
a.neuhaa janler no palee, u de Visconli.....Su-
ger, se.ii.ssiina! esse j.i.in Ihe seje leve... .
Pela miaba parte irei janiar em ouiro lugar.
{CoHtiHuar-se-ha.
i
MUTILADO
i


.-,-
= 2
pjrlanto que a nossa lembranca merece to-1 senhora, e Ihcs canto o romance. f^jai is mais feiis,? mostrai indifTercnca as
.lo o Boulliimcnto. o quu casas possoisob- Eu olhava (ara Theresinha om quanto|bellia, heeste u neio da ser sempre feliz.
IcnliYin a inr voliclo'. Queiram, Srs. He- I ella mo cunUva a sua historia, e not'i que
ductores, imprimir estas linhas em a sua trazia sempre urna rosa no cinto
concoituaie Yolha, pois que milito obrigi-
r.io ao m 11 constante Intu, e assipninte.
O Jut'.iciiro.
Para venadores da cmara do lecife.
Os Sunhores.
BaiSo de Capihariho. l'roprielario.
Francisco Luiz Maciol Viainia. dem.
I)r. Kjanciscodo llego Barros Brrelo.--En-
geatwiru.
<>uslavo Jos do Rogo. l'roprietario.
Kiaucisco Uapllsta de Alineida. I lem.
Hi. loaquim Francisco Daarle. -- Advogado.
Iloilolplio J08.1 Barata de Aimeida. -- Sub-
delegado.
I)r. Cosme de S poreira Medico.
Anlonu da Mlva Cusniiln. --Propnel.rio.
VA1UEOADKS.
DAME ALICIIIEIII
OU A
poesa amorosa
Por Ei J. Delccluzo
A primeira vez quo entrei em Florenca
loi em una lude do eslo, niio me lomhro
mi i- oai que .ni mi En i i s a pe, o pai di-
ze-lo de passagem, tilo coborlo de poeira
como nina ligueira de estrada.
lie o lilbo do Judeu Errante! disso um.
guarda da alfandega, e para assegurar-se
disto, me pedio o meu passaporlo.
Elle o leu qualio vezes de principio a;
im, lendo-o s avessas c continuara anda i
a l-lo, se por acaso ru
mellido na milo urna mu la para terminar
a letuta.
Na piimrira ponto do Azoro cncontrei
urna rapariga que cantava defronto de um
ello ao som la guitarra. Ella tinha os
ullio:. pr l i-, ii sai curta, o buizeguini ju.i
to, c o veo florentino lanzado sobro os hom
Theresinha lile disse ou, para quom
pozesto ah esta rosa f he por acaso para o
gro duque?
Para ninguom, respondou ella, tenho-a
dedicado imigein da virgem a quiil vigia
a imIi coi .i do meu leito.
A o-l i palavra vi pasar uina nnvein pen-
sativa pelos seus olhos.
Has nh eu uilo obro sempre do mesmo mo-
do porque meus velhos babitos s8o incor'i-
giveis. Simples, terno. humilde, constan
fiel; amo as uiulheres como se todas e
fossem minhas irmSes. Oh fugi do se| I
o meu exemplo econservni bem na mei
ra os meus preceitos, e lemeisos torm
tos do amor. >
Rala llf3o de amor di murradas nao he i
plesmente o arrebatautenlo de um amaole
II. um momenlog.rdav.mos silencio, j MJg V>| X'da.Tl-"" E*
.sol j. so tmh. posto, oginolocava./i.:Pc;i0,=,^Ilcno, K danap,,ica da lllcia
Vara, urna prucissao de mulheros stravos de. Para JC car ceno disso, basta pausa,
sava o claustro da igroja para irem orar. j dlrcll de prelluacSo, o qual suluncltla i
Theresinha acompanhou a procissHo, e
cu segu 'i -ou 'x "ii lo No m dor do claustro ella su iijoelhou em urna
lag.m o resou s >u rosario.
Logo que acabou a sua supplica, persig-
nou-se e ergueu-so com osla pacifica ma-
ge-lilode mulher do povo ni liaba. Dd-
pois vendo-mi. anda em p 10 seu lado,
disse-me, balen lo na lagem com n | cot
uin ac'-nlodoinspiracflo :
--Sabes quom repona aqu om bailo?
Inclinei-tno o vi urna inscipcSo gothica
quasi apagaJi pelos pissos do liel :
Aqu dorme a fi 1 lia de Porlinari.
Da Vorlinari .'....repet ou procurando
encontrar esto nomo perdido na minha
memoria.
Sim, amante daquelle que volta dos
infernos
Do liante : lombro-me agora deste no
me. fallaste sem duvida de l; m'i i :e.'
--Sim, rospondeii illa, e se quizeressi-
n.lo Iba tivesse i l>e'' i bsloria, ei-la
Dizendo estas palavras, ella tirou do arja-
fito um volume pouco mais grosso quo urna
caixa de tabaco e ti.'o deu.
Era um hvro manascipto e encaderna lo
om cirnclia. A escriplura era moderna, de-
licada, fcil, elegante como a de urna mo-
ta. Julguei advinhar a mi da copista
hros; ella trazia con .garredice um bot3o Uoha por Ululo Viffl nuwa, era a *w*
de rosa no cinlo do |)ant,'> *u0 c-mtora trazia occulla .lo-
Logo quo meti, inlorrompeu aua can-jbaiso das Ooroa pelo moio da ruwdo FI-
i^o, vcio ao mou encontr, saudou-oio com rene,.
a n!ao o modisto sorriodo: Scbern vin<1ol Le 'sl. cquando Uveroshdo h,s Jevir
ontro nos. tu quo pareces ler vindo do t3o I "Igumas vozes meditar peste corredor,
longo do utro lado da nioiitantia voltou-se logo, desceu rpidamente
Se minha cauc3o pude agradar-te, para U cadena da igroja, sollou um sympathico
um inslauto para ouvi-la, em quanlo o Sol trinado a |
niio desapparece l cm baixo por t"s dos
cyprostes.
ceui-casada ao seohor, cxUUa aluda quasi
toda a parte
O trovador alm disto dcvla uolraoscu.a
lento de poeta, um sequilo grotesco de outroi
talentosa os quacs poiliaia dillicihnente leader
a espililualisar a poesia, c pela poesa o amor.
Nao siiieiUc elle era poeta, seno aluda cho-
carreiro. Nao su devia saber bein trovar, Uto
lie, rimar bein, mas aloda tocar bem tambor
arremesiar pomos au ar, e receb-loi na pona
deuma faca, Imitar o cauto do rou&inol, rou-
bar ubtihnente, saltar atraves de arcos, toctr
citbara, inenelaro mauocordio ou a gritar.a,
e compassar bem a danca para inais abrilh-ta-
tar a meiu da do psalicho.
Asjlin, pois, a cada pagina do livro de Mr.
Delcluze, encontramos alternadamente os dous
amores. Nao ha um s gcuiu depois de Plato,
que n.io lenba libado em urna dcstas duas ta-
cas, que ito (enha senlido a Influencia de u ia
ou de outra.
Dante conbcceu hcalrce; Koccacc, Fiamin^t-
la i Petrarca, Laura; Miguel Angelo, Viitor/ia
Colonna Bembo, Morosiva; Tasso, Leonor;
Uapbael, Foruariua, ou a moca sem nome que
a tradicao chama auda a Fornarina ; Pascal^a
duquea de Hoaunc; o abbade de Ittnc, i
dama de Moolbaion; S. Francisco de Salles,
madama de Chautal; Fenclon, madama de
a todo o da, e esta maldita Ronciglione me
olTereceu bospedagem na boca de urna espin-
garda
Dos seja louvado, disse ella pagare!
finalmente urna divida. Lembra-te do da em
ue me des te um >aolo, dizeudo-iue: Em des-
orra. Eu uu tluha naquella nolle um bolo ;
para celar, ia deitar-inc em jejum se nao fosse
a tua assistencia. Tu corres agora o mesmo
perigo. Mas o benhor que paga sempre um
srvlco felto, le trouie aqu. Vou lirar a mi-
nha desforra, ii.i-iiii" a mao. Acaba de tocar o
.iii/-.'h i A meza deve estar prompta. Tu me
contars a tua historia no deserto.
I, quauto ao principe o mais digno e crdu-
lo mcrcadorque jamis existi, eu Ibe agra-
decerci por ti quando vollar. Elle tem inedo
do cholera c para aTastar o perigo, fui faier
urna novena em Viterbo. Elle so're do espi-
rito c contia '".i um milagre de Santa Rozalia.
f.'iei com Thercsiuha, em compaubia do
confessor de seu marido digo de tea marido,
somente pc!o tcstemuuho do confessor, o qual
me esaegUTOtt que i'heresinha era verdadeira-
menie casada c por contracto princesa para
sempre.
Nodia seguinle pela manda, fui despedir-mc
da inhiba hospede.
Tenbo atada um livro para ti, llie disse
cu apertando-lhc a mao, chamando-a muiUs
veaes lu, para aprovettar a occasiao de tra-
tar por lu ao menos uiua vez na vida, a urna
priueeza; cu temandarci o leu livro ua prl-
iii ii i ucuasio.
Guarda-o, dissc-iue ella, com um tom .mu, '
eu te fasso presente dclle. E todaa as vete
que houveres de filUr ao publico d mulher,
ou somente quando meditares em segredo no
seu destino, poma uo Dante e uaquella que I
leve Uiubcm, como Dante, urna alma sagrada '
e que ha de deaar de existir sem o ter rev- '.
lado aos vivos.
Urna lagrima humedeceu-lhe *s palpebias, '
Deuei-a; ella me acompanhou um instante [
com os olhos, desde eoto uo lome! inais a !
vr-i t, mas quando examino o problema do
progresso no fundo do meu pensamcoto,
Gujoq; Rouueau, madama d-Houd.-lot Vou! e'J|B ultra de rUOjU me imc.uu co-
Ulre. a landgrave de BarcUh Mirabca, So-,n"' u,oly|uo "<"<" phdoioph de AiIicq..
phla Goethe, Beltioe; Ghaleaubriand. m.da-|no luor "g"du-
na llecainier; Leopoldo Ltoherio, (I.rlota V,
Por que, depois disto, a gavcla chameja- prac,a da Smli CroCB.
es'rellt Ja uoito que so-
l.in ueste'momento o campanario, o dosap
ureceu DJ meio dos gru.ios dispersos na
Assim tai ue conlioci esta roystiCl poesia
da Vita nuov'a a qual Mr. dlecluze acaba
de Irjduzir, e iendo-a pensova que um os-
rnpinr do talento devia cscrever um ou
oulro dia a historia do amor.
folgo do lombiar esta profeca ao ver
quo .Mr. Delcluze ro.ilisou c^la previsSo de
mancebo, proferid i no meio dus on las e
depuis exlineti com o m.irmuriu do Arno.
Com ell'eito, que bella historia que lie a do
amor, ou antes da influencia da mulher da
humanidad?, para um poeta instruido .' He
a historia da alui-t humana des le o primet-
ro dia do Gnesis, he a lutl da b dlezi o da
f n\' i, do pudor c da sensualiJa le, no a era
eterna gemondo eleriiament'., orguida dia
r no foglo pata a ceil e cu irc levar
u.inlii in.u o g nh i de meu dia.
Depois do trkjecto do Pisa Floronca
coiim'h iirioiiionie fi'ilo com o s.rc. as
costas, eu tinha a im,igina(3i> meliocre-
meiile volta,la nara a poesa ao som da gui-
tarra, trei pois da algil.iira um molo, era
se bem me Icmbro o ultimo, e dilse-lhe :
'lu i ;i l.ll.i touiou a minha ofTerla com
inuilo prazc, fez-mu una corlezia, poz n
lianJohm dehuizo do lirado o subi com p
ligoiroa ra do Long-Arno.
A cantura sem duvida, tiulia sido aquel-
la tardo milo ingrata, e n rapariga na la
linli i anda ganho para a ceta.
Uc meu lido foi descansar o Instilo e de-
ail.ir a (vela das polainas ua estalagcm da P"r 'lia J<" slla pnmcira quoda e levuilan-
stgnora Zilta. l)eos aheuijo.' para sempre '' boiiiem co n sigo pela graca mystono-
a signura, u pezar de sua velhice, pela hes-1 nusa ^ sua lernur^, conquistando suecs-
pilali lado que medeu. Ajulgar pelo rosto,' siv,.moi te o vestido, a lampada, o cinto,
ella dovia ter sido ceitameule stavllido'11 cisiida le, a digndade ; lio a mili, a ir-
lempo de Miguel Angelo. mita, he a noiva, a musa, lie a iiuciacao
O que ella chamavu um leito era simples i successiva do hoincm no ide:l, lie sua r-
mente uina grade do laboas postas sobe braceo, son prazor supremo, sua entrada
dous cavaeles do pao e cobottos de um no ICJom, lu. sua participajao na divin-
cnxergflu : Nunca cm iiiinli, vida encoiilrei dade.
um colcliSo ais brutal para o corpohu-. Hnuvo sempre duas espe:ies de amor :o
mano. O que .da rhamava uira salla d.. amor do eorpo e o amor do espirito; o amor
pintar ora mudeslanieiite uina adega aboba-'do Alcibudes e o amor de Diolymo a a ve-
dada piulada a fresco .. guarnecida de duas I us Vulgar, e a Venus Uriiina; a voluuluosi-
lilairil le barricas. Os coellios coniiim aos dade o a saiicliJadu, Aspacia e Hepathia Joa-
iiosos pos debaixo da meza e,o qu mo nos na d'Arc e .Ninon.
comamos om cima seus paise milis gui- Jlr. Deiecluze, enconlrou os dous amores
Sido*. na idado inedia e a.Tesoula ambos aos nos-
NflO importa: na volta de urna visita oo 'ses olhos, debaixo da ligura do lous poetas,
uiuseu eu enontrava sempre urna virtuJe "U antes de um poeta o de um trovador, de
lucoiuparavel no pralo d enguilos fritos, liante Alighie o de llambn, conde de 0-
e no vinho doce da siguora, por que gracus range.
a estes moJicos banquetes, claridade I Dante he discpulo do l'latao. Elle tem
do urna lanterna, pude frequentar nm mez i'mor a sua amante mystict perdida no eco
do mais a Venus do Tiliano o a virgem do i da poesa. Ello conheceu quando entro os
Chardoncret. vivos ella se ciamava lleattice. A noiva do
Um dia em que ausentada no ultimo do- sua alma Ihe appareceu um dia para desnp-
grio da igreja da S.nti Cruz cu eslava I parec r pira sempre. Ello segu sempre com
oteupado em uotar Dtoioi que Dlcrip(9oji vista a iucomparavel vis5o. Todas as ve-
do tmulo, erguendo a cab' i;n vi dwnte de : IM que scisma, sus meditacSo loma a forma
tnini a cantora de romances que tinha en-1 de lie.trico.
contradi) ua pnmcira lardo na ponte do; No ultimo desle,din diz ello, sueco-
Amo, deu que esta ii.aiavilhosa danta me appa-
Custou-mo ncoohece-la logo. Ella linha recesse, vestida do urna blancura deslembra-
d.izado o bandolin c mo se no iulervallo doia. Como quer quo ella passasse pila ra,
livesso mudado de rocaofiO, Irazia ntquelle voliou os Olboa pira o lugar em quu eu es-
niouieiito um cliapeu Je palha com lilas tava. Eu ineconservav.i elimo do um temor
sellas ao venlo e um ablale cl.eio de ra-'respi'ilozo, c por clIVito do sua inell'avel ur-
uialhetes. i banida lo a qual rocebo agora sua r compen-
Eis-aqui o meu agafale, disse ella, es- ; sa no cj, cortejou-mo e osla saudacilo pro-
collie a flur que to agradar, que advinharci diizoem mim tanta impress5o que julguei
a queni amas et'o direi. tociroa limites da boatificatilo. Eram nove
Tomei um raiiialh.ite do vrboni. horas do da qunn lo lecebi aquella sml.i-
Amas uuia mil, me disse ella. Es por' co lito lerna, e como fosse a pritnoira vez
acaso um sunlia ior da Allemanha cm pro-' quo suas palavras viessem ferir-ine os ou-
i:ura de urna elega? vidos, esperimenui um tito grande prazor
Enganas-te, Iho respond cu, nasci do- que louco dj alguma sotlo deixel a multi-
liaixo de um ouliu Sol, e so amo una musa, ; do.
devo confessar quo ella n3o recompensa. Quando ella passavt pel rui cada quil
bem o meu amor; mas quom es tu, para corra para v-la, isto me causava um pra-
que v.'iili is irazor ao ostrangeiro leu sorri-' zer meffavel; e quan lo ella se chegsva para
so o teu perfume? Es por ventura, dize-ialgum individuo esto senta ocoracSu clieio
mo, a irmUa mais DOCa de Mignon, I lada I de nina tal molestia que no ousava nem
errante do Arno i \ erguor os ullios, nem responder a sua enrte-
.Nada disso, responden ella c un una r,. Muilosque o espe imenlarnm polem
i'iic.inUndora vivacdade. Sou Theresinha Jar testemunho do factozquellesque fossem
So nlgum dia esqueceres oslo nomo pules tenlaJns a nega-lo. Quauto a ella, coreada
pcrgunla-lo outra vez a todas as pedras das I e rov.stida de modestia, caminhava, no
ras de Klorenca. Creio que todas ellas,' mostrando nenhum orgulho do que va e ou-
um ou oulro da, tem conhucido o chamado I va. i.iu m lo passavn, mis disiam :
Tiioresinlia. Na. he urna mulher, ho um dos anjos
Sou IImi de um sabio abb. pelo quo I mais bellos do eo.
me dizem, bibliotecario do Silo Lourenco,' t Outros :
0 qual inorreu de fome por ter amado bas-l Esta milher he urna in.iavilli.i. Bcn-
1 inte o estudo o a dansa na pessoa de mi-ditoseja o Senlior que fez urna obn to
o,,i mili, primeira bailarina de la l'ergol. ; [ bella.
mas antes de morrer quiz elle mesmo cui-1 Dante tinha vis:o passar Uoatrice e desde
dar de minha cJucacilo. Elle mo ensinou a'entJoamou-a o n-.re como a encha'istia vi-
poesa limada, e nao rimnh, hallada e le-. sivel d belleza. Amou-a at alm do tnmu-
... mii .Vi i ;. d do 10 mnos eu sabia Jejlo. Elle ouvia continua lamente e-tremeccr
Cr a Divine Comedie, e poda mesmo op- no aras dobrasde sui morialha quan Jo ella
potunaineute fazer um soneto. subia levada nos bracos dos anjos, aos pos
Depois de ter sido a gloria do minuete, do Senhor.
nimba iii.'h perdeu pouco a pouco ao passo j A este nomo, elle senta involuntariamon-
qi;e ia envolheceiido, agrada di pizoeta e to vibrar-lhe a carnoal a ultima libra e seus
acabou por cahir na ntisciia. Como quer I labios cnilavam :
quo eu tivesse urna bella voz e urna boa me-1 Parlo gentil baila la, disse elle em um
noria, ella mandou-me quo fosse cantar soneto, vai encontrar Beatrce, quando a
na pra;a publica as estrophes quo Uulia vejo no pensameul.) n3o tenho mas iiinni-
gos.
KaimbauJ d'Jrange, polo contrario, he o
puta sensual da cavalleria. Elle ama como
um cavalleiro, isto he como um palafrenei-
ro. A lingua Irancza te.n evidentemente
calumniado os barOes do seculo treze. Ella
Ibes tem attnbuido : n platonismo que elles
j nais no coiihecerjm noin desejaram co-
nhecer.
Ensinarei aos namorados, diz o conde
d'Urauge, a verdauoira manoira de unir.
Si seguirem miunas ligues la roo rpidamen-
te mullas conquistas. Queris t;r mulheres
que vos deem renouio? A'primeira palavra
iucve! que ellas vos respondorem, lomai
u.ti ar ameacidor. Se replicarcm, respon-
dei-lno con um murro no nariz. Se se mos-
trarem mas, mostrai-vos peiores, quo fazeis
dellas o que vos aprouver: esicredilar e
maldizer vos a procurarlo boas fortunas,
uiesmo das melhores com liuto que a isto
ajunteis muita presumpcao e orgulho, cor-
apprendiJo no eolio do abb,
Minhas calices agradaran! ao principio
aos dilletauti de caf, principalmente aos
cstrangeiros. Eis aqu a razSo yor quo te-
nho guardado no fundu docoracao algum
ecuiihecimento para todos os viajantes.
Mas depois quo cheguei a repetir muitas
o inultas vezes tneu repertorio a cada canto,
fui pordeudo pouco a pouco a alleiic3o pu-
blica. O proprio grSo-Juquedeixou de pa-
rar a raliec i pan me oumr ni volta de seu
passeio Cseme.
EniSo para chamar a atlencSo, entrei a
inventar ao acaso novas billiJit, Deus veio
em meu soccorro, e qundo principio a to-
cir minha guitarra, elle me enva alguem
para me dizer aa pilavras, eu nao vejo esse
alguem mas ouco-o. Os rapazei da cidadn
dizem em ilo que improviso, e quando elles
paiaam diaate do mm, dizem : Tharesi-
iili->, canti-nos um romance sobiea inor-
le de um pintor minora Jo de urna uobre
polciio.
Um dia vira emque a aova crilicapoder Jul-
gar o carcter de cada genio pelo carcter da
musa viva sentada cabecclra do seu leito. Di-
zc-me a quem tem anudo dir-le-hei que ni os
no panlhcon da historia.
I. ii |u niio nao chega esse dia, podemos allir-
ina. desJej, que a mulher, cada vea inail ele-
vada no poder de iiraca e de yiupatrna, obra
cada vei naala sobre o cspi.ito do boinein, pu-
iiici n, unobrece-o, coaverte-o cada vez inais
a esse ideial sagrado do coraco, que he o lie-
roimiio do amor.
Mr. Dclcluse den a conheccr a leu lempo es-
ta verdade. Elle lein por isso merecido i.inito
de uoisa gctacito. Elle tem demonstrado deale
nudo a lei a inais couteslada do progresio. Sui
demonslraco he inais que urna certezi, ella he
anda o ... couaolaco.
Li a Vita mu'i, r qui entregar a Therc-
zinha o volume que ella me havia prestado.
I't i. ni i i-.i durante uina semana no caes do
l.oii-Ajno, i.ude dava extraeco alternativa-!
mente aos aeus ramalhetes c as las canedes ;
mas nao pude ver em uenliuina parte teu cha-
peo de palha nem sua guitarra. Teria morri-
llo? Estara menle? i .ui-ni ui'u poderla dlier
naquella cidade onde eu coahecia quando mul-
to a lavada calcada?
O Amo couliiiuava a correr, era tudo o que
eu sabia, e o rapases a i hiu.ii teu charuto co-
mo no passado.
Para esclarecer este tnysterio, aveulurci-mc
um .1, i a interrogar a siguora Zilta.
Essa he boa me disse ella ao ouvir o nome
de Theresinha, ba de ser a quarta vez que el-
la parle este auno. Corre sem duvida o paiz
na calec de algum inglet. A Inglaterra nao
nos ha de dciiar urna llorista em Floren;a.
Devo crcr que do oulro lado da Mancha gostaiu
inuito de llores pois levain em cima quem as
veude.
Esqucci Theresinha e algum lempo depois
parti paraos estados romanos.
Tive a i.lni um dia de visitar os tmulos c
truscos de Corneto e de vollar Roma por Iton-
clgllone.
Sani pela manhi de Corneto, c conGando
ua carta de Nibby, aventurei-mc no deserto
do campo. Kiigaiiei-me sem duvida na direc-
cao c andel vagando um da inlciro atravez des-
te lugubte paiz de uina civilisaco desfalleci-
da seiu poder encontrar um pastor ao qual pe-
disse que me eusiuasse o caininho.
O sol apresentava perder de vista diante de
inioi, uina berra cor de betuine, quelinada al '
a raz pelo vento do esto. Eu segua utn trl-
Iho cu.poeirado, leito pelo p do rebanbos, I
onde o sopro da tarde redeinoinhava aqu c
all, c levava em seu turbilhiio uina espiral de i
pouzzulanc. O sol coinecava a descer e a estn-'
der sobre a inoDlanlia o manto sinlstro do ere- [
pusculo.
Acabcl por duvidar da existencia humana
naquelle paiz, c suba com este pensamculo a I
crtera extincta do lago Vico. Ah chegando,
vi llonciglionc descer em degrausinbos a ram-
pa alcautilada da collina. Mas na porta da ci-:
dade cncontrei um homcm armado de una es- j
pingarda, o qual me fez pontana e me ini'inou
que voltasse para traz. |
U cholera reinara cm Poma naquelle mo-
mento, e para evitar o contagio, a populaco
da vizinlianda entrincheirava por toda a parto
a cidade. Ku inorria de fome depois desse da
de jejiun forjado ; abia que o campo de Ro-
ma he mortal ao viajante em noile de esto,
c ii.al.luia a cuiiosldj.de dos tmulos e a car-
la de Nibby, quundo rlate! i dircili uina casa
de campo, qual pur sentnnenio de nobreza,
li-vi i couceder-uie hospitalidade.
_ fui baler pon. da casa i ella perma-
neceu inexoravelmente fechada. Todava era
habitada. Um cao ladrava, uina cliatnln l'u-
megava, mas ningueui n.c veio abrir a porta.
Rodeci a maldita casa.......de procurar oulra
entrada c depois de ter interrogado de todoi
os lados a pare.lc silenciosa, seutei-mc deses-
perado, junto de um terraco debaiio de uui
caramanchel de larangelrai.
Eu relletia no meio de enirar de noulc cuino
contrabando cm llonciglione, no risco de ser
apanludo cm caminho pela baila de uina sen-
linella, quaudo de repente ouvi um grito no
meio dos ramos du caramanchel, e vi cahir
sobre uiinhas polainas uina chuva de verbena!. \
Levantei a cabera e vi no terraco uina moca i
indulenlcmente recostada sobre o cotovello.
I. ella cstava toucada com as cores romanas,
ouro e purpura, e trajava um vestido de cassa.
Como eu tivesse a imaginaeo chela da no
.tii.o o, lomei-a por urna nova apparicao de
ilentiix. O sol que se punha a involvia intei-
ramentQ cm seu esplendor como em uina au-
reola, e contribua anda inais para a illuso.
Eu le reconheci, dase ella, pello teu ves-
tido ; mas parece que uo podes neste mo-
mento dizer o metmo de ll.lin. Vio ii:|..| | ,.
se quizeres subir, poderemos oulra vez tomar
couheciu.cnto.
Dizendo estis palavras, mostrou-me com
seu gesto mu i grade de ferro no im do ter-
raco ; ella mesmo me veio abrir a porta e cru-
sou seus bracos sobre o pello.
Ileconheces-ine agora, viajante esque-
cido?
5im, Ihe disse cu ,por la voz, por que tita
ligura tomou empoucos dias, nao sel que no-
va forma que he o complemento da beleza A
or cresceu. Es mulher agora.
Melbor anda, tornou ella; sou princeza aa
menos por agora: mas nao creas que por islo
sou unta fada como dalas, Sou simplcsiueiite
Theresinha. Aqui quem quer lie grande com
pouco diuheiro. Com um milhar de ducados
compra-se um principado, comprehendido o
brazao. O principe que me fes prluceta he um
carroceiro reformado da praca Navone.
Therezinha eslava ricamente vestida, eslava
coberta de pedras, trazia utu collar e brace-
is guarnecido de rolos. Um reloglo que eu
suspeilava ser de Brguet havia destronado a
roza de sua cintura e penda orgulhosamente
de seu lado.
Que Jitesle da flor que tinhas ah: Ihe
disse eu com um tora de exprobaco
Therezinha corou e licou silenciosa.
E o que dir a virgem?
__ A virgem nada soube, disse ella. Eu lin-
io, Ui laucado meu ven pela cabeca.
m A dedicacao te fjra soUVer alguma iufe-
licidade, Theresinha, mas dize-me, onde
esl o teu prncipe para que eu v faier-lhe os
meus coinpriuiculus e pedir-lhe que me da o
que ceiar' por que coafcsio-le, nao cotni na-
Hujeiih Velictin.
(Da Pnise)
CARTA DO 1IARAO' DE KIKIRIK.I, EX-DE-
PUTADO, A SUl ESPJS4. A HARNBZA
DO MESMO TITULO.
I
Eu jd Ihe disse, senhora,
E man he dize-lo eu ;
Sue o triste passo, que deu,
o foi h on : carambolava,
Se no chatheau se cava.
II
O seu padre capcl!o
Me diz em data de tres
Tuilo o que p >r l se fez.
E cu julgo, senhora minha,
Que o tal padre he thesourfnha.
III
Sempre assim o conheci .
Amiguloho de Indagar.
E ale mesmo de espreltar;
Dcscobrindo boca chela
Os podres da vida albeia.
IV
O seu padre, minha bella,
He de errto urna tal rolha.
Desconfo que elle lie trolha.
Deere vol, inaco
Pelo apenar da mao.
V
Sentido, cara Baroa,
Com o padre reverendo.
Olho o, lir : que em podendo
Llie ferra o mono assim eos
Di balxa aos peccados meus.
VI
En c por mim nao me rio
Em gente q.ic i, nli.i coroa.
Ser gente inuito boa !
Mas pelo sin. pelo nao
Eugir dill i he de razo.
Vil
Sabe o que me diz na carta,
O seu padre capello ?
Diz que certo ligurao
De bigode, c de perioba,
Anda atraz da dalguinha !
VIII
Sue he seu par sempre nos bailes
^ue he no wisto seu parceiro I
E Ihe serve de escudeiro,
Quando a prima ra sai,
E resalido a missa vai.
IX
O limo do padre recela
Que hija oslo o quer que seja.
Como v zelar deseja
Os privilegios fatais
Dos contractos conjugacs.
X
E que me diz ao tal padre '
Minha querida baroa !
Resava malinas, v..t.
E com cara penitente
Descobre os podres gente |
.. xi
Eu nao sou eu nunca fui
Cioso, gracas a Dos 1
Ca o ii,,, os principios meus !
Os principios de meu lio ,
Em mulbcrcs nao me fio.
XII
O bicho mulher, senhora,
lie bichinho mui sagas.
Malicioso, e capas
De a ferrar, mui de mansinlio,
Como quem vai de caminho.
XIII
Finge quamio quer fingir,
Chora quando quer chorar !
Sao capazes de embacar
Com astucia, com engao
Os padres do Vaticano.
XIV
Quem lhcs p<3e grades, cadeias,
Muros, iiior.illi <-.. gaiulas,
He de certo um grande Bolas 1
IIm grande parlapatao !
E leu. carta de asneiro.
XV
Talvez, senhora, que o padic
Tenha dor de colovelo I
Talvez que Ib'arda o cbelo !
Seja a cousa como l'or.
Nao me perca o leu amor.
XVI
A respolto de noticias
Nada sei de grande monta.
Anda muita gente tuuta,
Em reformar ministerios,
Em povoar semiterios.
XVII
Qualquer qudam pde termo
A vida qne Dos Ihe deu.
Em quanto no crneo meu
llouver mi ilo-, querida,
Eu nao descro da vida.
XVIII
Nao din-id> que este mundo
Dos mundos sefa o peor.
Mas nao o vejo inelhor.
Neste ao meuos ha Bardes,
Agiotas, flgures.
XIX
Neste, senhora, ha aorvrtcs,
Calechcs, bailes, mulheres.
Ha sopranos, c ba talheres,
Ha cavallos, e ha jumentos,
Ha prograimnas, e orcaineulos.
XX
Fallo-lbe serio : nao sei
Que lucra a gculc em tnatar-sc :
Que triste goslo enforcar-ic !
Ou .o i-,ooro lomar !
Ou no crneo un. liro dar.'
XXI
Se algum dia llie disserctu,
Que este seu Kikiriki
Jjisparuu un. tiru emsi;
Se Ihe diaserem tomou
Rosalgar, e se tnatou
XXII
Nao acredite, senhora,
To fallas, negro boato !
e certo que me nao malo
Netn racimo, cara Baroa,
l'or alguma cousa boa.
XXIII
Agora mesmo ebegou
O meu compadre alalina,.
Depoli de dar-me o bous dial.
Aliriu no' a cala dourada,
E soin-u longa pitada.
XXIV
Esle Malillas, senhora,
He moco de multo tino.
Dizetn que brbe do lino ;
Dos tnluistros he bein vino
Tem a comineada de Cbrlsto.
XXV
Dlssc-me elle, que sabia
Por um seguro canal .
Que este negocio val mal,
Que o Jeronymo, que berra
D em fim com ludo rm terra !
XXVI
Eu logo disse, Baroa,
Que o Jeronymo brilhava,
Quando elle trovejava,
Quando seus ralos paitiam;
Ambos os Polos treman..
XXVII
O ministerio, senhora,
Nao devia cahir nesla
Devia fazer-lhe festa /
E pr-lhe a indo pelo loniho,
Nao querendo levar tombo.
XXVIII
Mas em lim tiuha de ser !
O Jeronymo venceu I
O ministerio inorreu!
l'or su'alma un. padre nosso.
Eu nada mais dar-llie posso 1
XXIX
Que o tal Jeronymo viva
Anuos mil por tal aeco :
Jpartenccao Pauelo !
He Jeronymo immurtal!
Grande! nnmenso colossal.
XXX
Adeusinho, illustrc Donua ;
Meu thesouro, c meu amor.
Aqu iico ao sen dispor.
Como quem protesta ser
Todo seu al morrer.
{ Su: i u,mi.)
COMMERCIO,
ALFANDEGA.
itendimento de I 23. .I85:108,80
Idom do dia 2.......1:784,471
186:893,291
obras previstas por cautella no orcamenlo
se mil. I/.it ni por m'ii.o harer dellas n-
cessidade, o arremtenle entrar com o ra-
lor dellas segundo o respectivo orcamenlo
para os cofres da fazenda. Ilecifo 10 do jo
Iho do 1852 Jos Joiquim Rodrigues Lopes
major do corpo de engonheiros.
m
><
Deca raides
Descarrega hoje 24 de atjosto.
Biiguo inglez 7'a/fto -- hacalhao.
CONSULADO CEIIAL.
Rendimento de I
dem do dii 24 ,
23.
31:478,603
i 2:459,324
33:937,927
DIVERSAS PROVINCIAS.
Itondimentode 1 23.....2:589,571
dem do dia 24 ....... 148,611
2:738,182
lOxntu lnt.ii.
I'hila lelphie, lirigue escuna americano R.
E. Loper, do 208 toneladas conduzio osc-
L,'unito : 2,000 saceos com 10000 arrobas
jde issucar, 2,300 couros salgados com 75667
i libras.
!RECEBEI)ORIA DE RENDAS INTERNAS GB-
RAES DE l'Elt.NAMBUCO.
,Rendimento dodia 24.....1:392,246
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento dn da 24 ... 1:533,081
sM*HsaBaill.lHBaajBHBB|HEBgBM
Movimento do porto.
iVni.'io entrado no dia 23.
Rio Grande do Sui 29 das, brigue lirnsi-
leiro Principe I). Alfonso, de 212 tonela-
das, caldillo Manuel Luiz dos Santos, equi-
pagem 13, carga carne secca ; a Balthar
t Oliveira. I'asssgeiro, Anlouio Ignacio
Xavier.
0 arsenal de mannha compra carvAn
de pedra da pnmeira qualidade, proprin
para vapor, aquantidade que se convenci
nar; o por isso convida a quem s urlh.n,;
venda convier, comparecer nest. aocrcta-
na un da 28 do correlo ao meio dia, com
tauas prupostaa em cartas fechadas, nis
quaes Indicarlo os ltimos procos.
Petante a cmara municipal ,desta cidade
eslarno em praca nos dias 35 e 31 do corrente c
li de seiembro prximo vindouro, pariserrm
arrematados por quem mais der, por (empo de
un. anuo, os iiupostos seguintes: daaferico,
de u.ascates e boceleiras, de medidas defari-
nha, de alio rs. sobre cabeca degadovaecum,
do diiimo de capiu. de plaota, e os alugueis das
caslnhas da Soledade e da da Cinco Ponas. Oa
prclendcntcs podein comparecer nol mencio-
nados dias no paco da mesma cmara inuoidos
de fiadores idneos, pira poderem laucar, no
podendu ser arrematado qualquer dos linpostot
mencionados, sem que o aricinatante aprsen-
te dous dadores.
Paco da cmara municipal do Recife em ses-
so de 17 de agosto de 1SS2.--Francisco Anto-
nio de Oliveira, presidente. Manoel Fcrreia
Accioli, secretario interino.
Perante a cmara municipal desta cidade
estar de novo cm praca nos dias 25 e 31 do
correte a obra do acouguc da lloa-Vista, que
tendo sido arrematada por Manoel da Paixiio
Paz, deixra este de asslgnar com o seu hadoi a
termo que se lavroit da arremataco.
Paco da cmara municipal do Recife em ses-
sao.le 17 de .igosto de 185z. Francisco Anto-
nio de 011.- i i, presideute. Manoel Fcrreira
Accioli, secretario interino.
CORHEIO.
A carli nara Antonio Joaquim Seve no A-
riC'ty, deixou de ser remeltida por falta de
sollo.
REAL COMI'ANIIIA DE PAQUETES IMCLEZES
A VAPOR.
No dia 31 deste mez, espera-
se da Europa o vapor Tay ,
commenduiile Moss, o i'i l
depois da aemora docostuii.n
seguir para os pollos do Sol : para paasa-
geiros, Irata-so om casa da agencia, na
rui do Trapicho Novo n. 42.
-- O arsenal de marinha admita para os
Iraballms do mell.orimento do porto seis
crneos oo cinteiroi, quatro officiars de rc-
dreiros de pnmeira classe, que saiham tra-
balhar com cimento, c tnnta serventes li-
vres, sendo os jomaos dos serventes de 640
rs. por dia.0 secretario,
Thom Fernandes Madeira.
-- Os crednres do fallido Leopoldo Jos
di Cosa Ar iiijn, residentes uesta pa -a. Vi-
uva Amoiim & Filil), Oliveira IrmSos cv
Companhia, Antonio Ignacio do Medeiros,
Joo Tav.ires Cordeiro, Amorim & Irmuo,
lo.i.i Loite i'ilta Ortigueira, Manoel Gonca I -
ves da Silva, Bussell Mellors M Companhia,
JosC RodligUCS l'erenii, Henil,' Vinillo \
Companhia, Anlonio Francisco di Silva Car-
rilso, Antonio Joaquim de Souza llibeiro,
Novaes & Companhia, Mano I Joaquim Ra-
moso Silva, Manuel Jos llibeirn, Jos Cy-
priano do Moraes Lima, Jacintho ElesbDo,
Caet^no di Costa Moreira, Jos Antonio da
Costa & h ilion, Antonio Comes, Marcelino
de Souza l'ereira de Brilo, em Lisboa, Anto-
nio Ferreira da Silva Santos, em Marsnho,
Novaes & Pnssns, no Rio do Janeiro, Araujo
& c.rvillm, na Baha, Manoel F'erreira nos
Santos Mu .'iinii, em Santa Catherina, Anto-
. nio Ferreira da Silva, em Santos, Manoel da
Rodrigues Val-
ra el filho menor, F.rmino dos Santos g""*1*"* commercio. na ra da Ma-
Viera, o primeiro tenonto da armad Jo- re1l..e,,_ "u. b*[r[ do.K^L(.8.";.'_ prl"
s Pnreira do Lima Campos, 'ro Jos de
melro andar, no da 25
crrente moz
ario, com sui senhora e7escravos, 01 presentar procuraS:lo com poderes espe-
Exrn.Sr. Jos Francisco de Paula Civale.n- ??? ??.ra, ,,.ciL..?.u0... PfSfES!?.?!!
cravoi Antonio Jos de Brilo, s'ex-solda- Banco de Fen.ombuflO.
dos. 7 recrutas, 1 ex-musicodo quarlo ba- O conselho do direcco declara quo os
lalho deartilhana a p e 4 escravos. desconlos da semana que docorre de 23 a 28
rVavioi entrados no dia 24. do corrente mez, sSd di 6 por cont para as
Terra Nova 35 das, brigue inglez Talbol, letras al o li n de outubro, o do 8 pur cen-
de 207 lonclalS, capilo lloborl Pul, to al 6 mezos, sendo o exp -diente para os
equipagem 13 carga 2540 barricas com mesmos descontis todos os dias uleis, des-
bacalhao a Le Bicton Schramamc Com- de as II horas da manhSa as 2 da tarde.
panilla. Banco do Pernainbiico 21 de agosto do 1852.
Liverpool 32 dias galera ingleza Linda, O secrelario, Manoel Ignacio de Oliveira.
de 333 lonelfdas, capil3o Daniel Creen, Faco saber a quom convier, quo a bem
equipagem 16, carga Iszendas e mais ge- dosrvico publico, lica espassado o prazo
eros; a Deano Yunlie & Companhia. Con- mareado para o concurso da substituicSo da
duz D. Juliana Bobiliard, nnn 2 lilhas o 1 cadeira do rhrtoriOl Ojjootica, geographia
fllho monor.e mais 5 passsgoiros. e historia do collegio das arles por mais 20
favios saludos no mesmo dia. das, contados da data desle. E para que
Aracaty--hiato brasileiro Duvidoso, mes- chogue ao coiihuciment de todos mandei
Ir Jo3o llenriqio deAlmeila, carga va- allixar ente nos lugaros do costme, e pu-
lios gneros. Passagcios, Luiz Cunzaga blicar pela iinprensa. Olitida 18 de agosto
de MenezesLira, Francisco Jos Verino do 1852 O director interino, Di. padre An-
Anlonio Jos de Oliveira, Manoel Antonio Ionio Joae Coelho.
Ferreira Nobre, Joo Jos Jeronymo, An-
tonio de.Souzi Coulo, e Mariano Correin '
Lima.
Ilamburgo-- galoola hanoveriana llelim Es-
iimii. e-i| i.oi J. i. Lucnt, e 1...1 assucar.
(mi i u_ju m.immBBammm
KDITAES.
THEATltO
O llltn Sr inspector da thosou'nna de ta-
zn la man la fazer publico que, em viriu le
ilo nlli ni do Exm. Sr. presidente da provin-
cia do 21 do corrente lem de ir i praca para
ser arrematado a quem pur monos fizer nos
dias 27 e 31 desle mez, o 3 desolombro
vindouro, os reparos do aditicio tiu que osla
enllocado o hospilal rogimenttl, sol. as con
djCcOes nDaixo declaradas. As pesaras a
quem convierdilaarrematacSodeveraocom-
parecer tiesta repamcilo competente habi-
litadas ss II horas da manh3o dos referidos
das.
Secretaria da thesourana do fazenda da
provincia de l'crnambuco 24 de agosto de
1852.
OolhYial-uiaior interino,
Emilio Xavier Sobrcira de Mello.
Condicces.
I," O arrematante sesnjelar iuleiraucii-
toao que lbe proscrever o ongenheiro, di-
rector da obra substilunJo as tnaJeiras ,
quo elle adiar arruinadas no iodo ou par-
te, o empregando smanlo aquellas quo el-
le adiar do boa qualidado.
2.a No rctelhame.nto Jo tc'.ha lo so uui '8o
portal forma asMuas que so nao doem as
goteiras que ordinariamente alj appare-
cem.
3.' Sugeitar-se-ha o arrematante a algu-
mis Dequenas obras que o Dr. Dire'ctor do
hospital achirde necessi lado eo engeiihei-
ro approvar ser o seu valor de pequea
monta.
4" So poreni accrescarom ilgumas obras
mais consideraveis o m r.-;i. il mi ser do
seu valor indomnisado, sendo ellas previa-
mente mei las e delinitivamenle approva-
das pelo governo, issim timbem se a ignotas
Segnn.la recita da assignatura.
QUINTA FEI'IA 26 DE AGOSTO DE IS52
Represcntar-se-ha o drama vaudivillo,
A Giact de Dos.
Os papis deMirit e de Lous'alol, srilo
desompcnlialos polos a'listas Manoella
Lucci, e Joo Autonio da Costa.
Em seguida re/rosentir-se-ha urna come-
dia em 1 acto.
Principiara as 8 horas.
Os hilhctes acha.n sn j a venda no lugar
do costume.
Avisos martimos.
~ O brigue Viajante segu para Lisboa
no dia 30 dj correle; para o resto da car-
ga e passiigeiros, trala-sc com os consigna-
tarios T. de Aquino FonseCa & Fllho, na rua
do Vigario n. 19, primeiro andar, ou com o
capitaona praca ou a bordo.
-- O brigue ovo Vencedor segu para
Lisboa no da 30 do corrente; para o resto
di carga e passageiros, trata-se com os con-
signatarios T. do Aquino Foniecs & Filho,
na rua do Vigario u. 19, primeiro indar, on
com o rapitSo ni i.raca.
i'.iii o Hio de Janeiro salie
at o dia a5 do corrente, o brigu e
( MUTILADO J


"?
nacional Recife, o qual j lem a
maior parte da carga prompta, e
para o resto, passageiros ou escra-
vos a (rete, para o que tem milito
bom commodo, trata-se na ra do
Collegio n. 17, segundo andar, ou
com o capito Manoel Jos l'i-
beiio.
Maranhao e Para.
Segu am puucos dias, o brigue escuna
Graciosa, j 1 -ni a bordo a maior par da
carga : para n restante e passageiros, trata-
se com o consignatario J. B. da Fonsoca J-
nior, na ra do vigario n. 23, ou com o ca-
pillo na ri ac.
Para o Kio de Janeiro.
Recebo carga e passageiros paraoltiode
Janeiro o patacho nacional Fernando Via-
jante, de primeira marcha, que segura
uom a maior hrovidaJe : 1 1 cot o es-
pillo s bordo, ou cum llailhar & Oliveira
na ra da Cailcia do Recito, annazem n. 12.
Todas s pessoas que tivcrom eontai
com o brigue inglez Corsir, deverao en-
trega-las nn consulado brilsnico ao mais
tardar al 25 do correute n>ez, depois do
qual no se amitt'ra mais algumas. Con-
sulado britnico em l'ernambuco 21 deagos
to de 1852.A. Augustos Cowper.
Para o Aracaty shc com brevidado o
liiate brasileiro Anglica; para carga e pas-
sageiros tratase na ra da Cadeia n. 49, pri-
meiro andar.
Para Lisboa o briguo portuguez Via
jante, capilSo Manoel dos Sanios, pretende
seguir viagem no dia 30 do correntc t quem
no mesmo quizer carregarou ir de passa-
gem, diriji-se aos consignatarios T. d'A-
quino Fonceca & Filho. na ra do Vigario
n' 19, 1. andar ou ao captol na praca.
-Pan Lisboa o lirigue portugus Novo
Vonccdur pretende so^uir viogom por todo
0 correte mez : quom nelln quizer carre-
gar ou ir de passagem entend-so com os
seus consignatarios T. d'Aquino Fonceca t
1 1II111, n 1 ra do Vigario, n. 19, t. andar, ou
com o capiUo Borges Pestaa na praca.
'B -i .* IU
Avisos diversos.
Lotera de Nossa Senhora do
itosario.
Amanliaa 26 do correute, cor-
1 ctu as rodas dcsta lotera, no con
sistorio da igreja de Nossa Senho-
ra do Livramento, inda que (i-
qtiein alguns nietos bilhetes os
aunes s esto a venda, na praca
da Independencia, loja do Sr.For-
tunato, e na botica do Sr. ('hagas.
IrMA senhora, que borda per-
Ifeitamente de tapecaria, matiz
elabyrintho se encarrega da
lexecucao de quaesquer obras
desles gneros, feitos com preste-
za, muito asseio e commodo preso;
quem precisar, anuuncic sua mo-
rada.
Precisa-se de urna ama, para criar
sendo forra, seal filhos c com bom Icite: na
ra da Cadeia do lenlo n. 41 segundo
andar.
*= O Sr. Felipe Francisco P'feirs pratico
ila Costa, e que veto Ds ultimo vapor, t"nha
a :.....1 .! do uestes dous dias concluir o ne-
gocio quo no ignora na loja de trastes do
Pinto: na ra Nova, certo de que so assirn
o n3o fizer, mo se qucixe do resultado.
eseja-se fallar a lllm. Si' I). Marliiiian-
na Francisca A y res, a negocio de intercsse ;
na ra do Crespo loja 11. 3, ao lado ao arco
de S. Antonio.
11 bacherel J0I11 V S. Costa, professo-
substituto de Philosophia e geometra do
collegio das artes da academia, cha-so re-
sidindo no atierro da Boa-Vista casa n. 43
precisa-se para o servido da capitana
da mesa do consulado geral, de quatro 8"r-
ventes robustos, e de boa conducta, que te-
nharnja servido noexercito,aos quaess* da-
r sempre a preferencia :a qoem convi ir po-
de procur ao capataesda mesmameza no tra-
piche do algodSo.
A pessoa que annunciou um molequa
de 20 anuos que cosinha e engomma: dirija
so t rus do Collegio n. 4.
Attencao*
Continua a ostar fgido o prelo Miguel
desde novembro do anuo p. p., official de
sapnleiro creoulo, um tanto fulo e gago, e
de 25 annos de idade; roga-se as aulhoii-
dades policiaca, capiles de campo o a qul-
quer pessoa que o encontrar, o levem a seu
Sr. l)r. Manoel Firniino de Mello, juiz mu-
nicipal da comarca do cabo, o nesta praca
ao commendador Manoel Guiicalves da Sil-
va, que generosamente recompcnsaro.
Anua Ferreira da Silva, autorisada por
provisto do Exm. Sr. presidente, doulor
Francisco Antouio Ilibeiro, de 29 de julho
do crrenle auno, tem aberlo na casa do sua
residencia, na ra das Trincheiras 11. 50,
urna aula de instruc;3o primaria do primei-
ro grao, para o sexo fetninino : os pas de
familias que delta quiteem confiar suas li-
llias. poderflo dirigir-sc a mencionada casa,
n quaquer hora do dia, corlo .le quo a an
nuncianle empregar lodos os seus desvelos
em nSo desmerecer do sou conceilo.
O senlior Joaquim Ignacio da Costa,
queira vironden3o ignora, resgataro S'U
penhor que arha-se vencido ha multo
lempo
Quem precisar de una ama para casa
de pouc'i familia, dirija-se a Bua-Visti, na
ru do Tambia n. 19.
ricoja-se fallar com o senhor Teixeira,
procurador das casas da c ir idade : no Pas-
seio Publico, loja n. 9.
QUarta-feira, 25 do corrento, a urna ho-
ra d* tarde, na sala das au tiencias, se ha de
arrematar porante o senhor doutor Jos
Raymundo da Costa Menezes, juiz do civel
da segondi vara, mais da metade da casa
terrea, sila na ra Imperial n. 45, por exe-
cucSo de D. Anna Maria de Al' lua.
Existem carias na ra do Queimido 11
37, para Antonio Jos dos Santos e Antonio
Jos deSouza, naturas da freguozia de Mo-
nedo, lugar de villa-rouca em Portugal.
No dia 31 de feveroiro prximo passa-
do, fugio urna escrava de nome Joanna, de
idade 50 annos, pouco mais ou menos, com
falta do denles, rosto um pouco picado de
bexigas; levou sai preta, o foi escrava do
finado Amaro Domingos Carneiro, e depois
da morte deste passou a ser do alteres Fran-
cisco do Assis Padilha, ambos moradores em
Po-d'Alho ; suppOose ter ido para o serillo
dono 1 ina lo Russas, onde he vigario o re-
verendo Joaqnim Domingos Caroeiro, filho
do referido Amaro Domingos Carneiro, ou
estar agregada em alguma casa como forra :
roga-se as autoridades policiaes e capules
de campo, a captura da mesma, que levando
a ruado Crespo n. 19, ser generosamente
recompensado.
O senhor Antonio Paulino da Silva,tem
urna carta na livraria n. 6 e s da praca da
Independenca.
-- Qoem annunciou querer comprar urna
taberna om bom lugar, querondo urna nim-
io boa, dirija so a padaria do largo das Cin-
co Ponas, quo se Ihe Ina quem vende.
-- Desappareceram dous escravos com os
signaesseguinles: um preto donme Basi-
lio, de idade 35 a 40 anuos, pouco mais ou
menos, alto, cor fula, olhos claros, pouc
barba, aleija lo da rolo esquerda provenien-
te do um tiro, pernas finas, pes torios, he
mu 'to ladino, e sabe algarismos, cisluma
trabalbarcni casa de cnldeira. O outro he
pardo, de nome Miguel, bastante moco.alto,
de cor clara, pouca barba, cabello crespo,
nariz afilado, tem em um dos bracos abano
do sangradouro signaes provenientes de
um tiro.assim tambem urna cicatriz nopei-
to do p, he carreiro 8 olilcial de sapateiro :
adverte-se que o prelo desappareceu no mez
do marco prximo passado, o o pardo em
outubrode 1816 :quem os apprehender pe-
der leva-Ios ao ciigenho Independencia de
Manuel Correia de Uliveira, que sera grati-
ficado.
Precisa-se de urna ama forra ou capti-
va, para tratar de urna crianza na ra do
AragSo n. 10.
I'rocisa-se de urna parda ou prcta, para
oservicode urna casa, que cosinhe, engom-
lo, e seja de boa conducta : na praca da In-
dependencia, loja n. 3.
Jo,000 rs. de gritilicacio.
Do abaixo assignudo, mcadnr na ra do
Crespo n. 10, fugio no dia 16 do correnle,
um seu escravo por nomo Hoque, creoulo, o
qual representa ler 45 annos do idade, pou-
ca barba, foi vestido com calca de casemira
preta e camisa de algodiio azul, e tem os
signaes seguiotes: alto, um tanto seccodo
corpo, cor fula, descarnado do rosto, olhos
pequeos, e tem urna cicatriz em um dos
dedos da mito por ter sido maxucado pu-
xando urna Irave, feio de cara, e costuma a
embreagar-se, cujo escravo foi do senhor
J0S0 O/urioMaciel Monteiio, u lio de presu-
mir que ande por aqu mesmo.visto ter mu-
Iher c filhos, ou na ilha de Itamaraca donde
he filho : o mesmo abaixo assignado protes-
ta liaver seu direito contra aquello que o oc-
cultor: ruga-sa porlanto as autoridades po-
liciaes e espitaos de campo a captura do
mesmo.Jos Concalves Jlalveira.
Lotera da matiiz da Boa-Vista.
PLANO DA mcia lotera que comprebende n
2.* 4." partee metade da 3.* da i.' nova
lotera concedida pela lei provinciil n.
100 de 9 de maio de 1842 a beneficio das
obras da matriz da Boa-Vist
3,750 bilhetes a 10,000 37 500,000
t2porceuto do beneficio
matriz 4:500,000
3750 verbas do sello
a 15o res
562,500
5:062,500 32.437,500
1 bilhelc 10:000,000
1 dito 5:000,000
2 ditos 1 000,000 2:000,000
2 ditos 500,000 1:000,000
4 ditos 200,000 800,000
8 ditos 100,001 800,000
8 ditos 50,000 40l),0P0
18 ditos 20.000 360,000
1205 ditos 10,000 12 050,000
1 ..lio 275,00
1250 ditos premiados
2500 ditos raucos.
3750
32:437,500
N. B. Os quatro primeiros premios es-
tilo sojeitos ao descont do 8 por cont do
imposto geral, que sorlo extrabidos no ac-
to do pagamento.
Tendo deixado do correr no dia 29 do mez
passado, a lotera a favor das|obras da igre-
ja do liozario da Boa-Vista, o thesoureiro da
da matriz resolveu suspender os annuncins
testa para n3o embaracar o an lamento da-
quella ; agora porni quo parece infallivel
a exlracfSo da do Kozario, o thesoureiro da
da matriz avisa novamcnlo ao respeitavel
publico que continan) a estar a venda os
bilhetes delta nos tugaros seguinles :--bair-
ro de Sanio Antonio, botica do senhor J180
MoreirarMarques, ra do Cahuga ; loja do
senhor Fortnalo, praca da Independencia ;
loja do senhor BernarJino Jos Monteiro,
pracinba do Livramcnto; botica do sonhor
Chagas, ra do Livramcnto: bairro do Re-
-- Alugsm-so o primeiro e segundo an
dar do sobrado da ra das Aguas-Verdes n.
18,com bastantes commodos e fresco; quem
quizer annuncio.
Aluga-se o te celro andar do sobrado
da praca, com tres ricas salas e quatorze
quartos, boa cosinha, e muito fresco: na
mesma ra n. 67. .
Quem precisar de um foro 10, dirja-
se a ra larga do Bozario, aop da polica
n. 19.
Deseja-so fallar com as senhoras DD
Maria Candida dollollandi Cavalcanti.viuv
do fallecido doulor Manoel de llollanda Ca
valcanti de Alhuquorque, que servio do juiz
do direito do civel da comarca de Po-d'A-
lho ; e Maria da ApresontacSo, viuva do l-
ente Fraucisco Alves Monteiro, a negocio
de gran le interesse das mesmas senhoras :
e por isso se lh.es roga liajam de aniiucciar
por esta loiii: as suasmoradas,ou de dirigir-
si a ra Direila, sobrado n. 6, primeiro an-
dar ; assirn como se deseja fallar tambem
cum .1 senli >r Francisco da Costa Amaral.
Roga-se bo Rvm. Sr. J0S0 Chrisostuno
de uliveira l'inlo Brasil, que mande pagar
noltio Crande do Norte a D. II. de O., n
cidade do Natal, o resto da obrigacOo de
cento e quarenta mil ris que em 20 de ou-
tubro de 1845, sua itvnu. assignou, na villa
de Porlo Alegre.
Furto.
Da ra do Trapiche furtaram um relogio
do ouro honsontol.com o mostrador de pra-
ta, londo a caixa interior (por onde se da
corda ) esmaltada: eslava preso a orna cor-
renle comprida e de um gosto apurado : ru-
ga-sea qualqucr pessoa a quem fr offereci-
do, de aniiunciar ou denunciar a subdelega-
da do Recife.
O abaixo assignado faz scien-
te ao respeitavel publico, que cm
sua loja de lerragens, junto ao bee-
co da Oongreg*c3o,na ra do Quei-
maJo n. 37 A, c na prac da ln-
ili'jicn 'neta, loja nova de calca-
dos n. 37 e 39, de Porto & (Jom-
panbia ioram vendidos os pre-
mios seguinles das loteras do Uio
de Janeiro, a .saber : das (asas
de Caridade, em quartos, n. 2115,
100,000 rs. : emoitivos, n. a35 ,
100,000 rs.: em vigsimos, n 4638,
4oo,ooo rs. ; 2908 200,000 rs. ;
296, 2(io,ooo rs. ; 2739, 100,000
rs.; 2907, 100,000 rs., e da Mi-
sericordia, em meios bilbetes, n.
n3r, 200,000 rs.: em quartos, n
2172, i.-ooo,ooo de rs.; n. 1702 ,
100,000 rs., e em vigsimos o n
2484, 100,000 rs e nutros muitos
piemios de 4o,000 rs. e 20,000 rs.;
convida pois aos possuidores a v-
rem receber as mesmas lojas di-
tos premios sem disconto algum :
as mesmas lojas, e na da ra do
Qucimodon 12, de Jofio Baptista
Rodrigues de Souza acha-se a
vanda um ptimo sorttmento de
3
e outros movis penhorados a Jlo Baptista
Perelra Lobo, os q aes estilo com segunda
avaliafo, como consta da relaco em mo
do poileiiM ; a casa de sobrado de um an-
dar 11 5, sita na ra do Codorniz, avaliail
por venda em 700/000 ris, penhorala a
vluv do Filippe Bandeira do Azevedo; 1
casalerrea, sita na ra do Molocolomb n.
43, ienhorata a Anna Joaquina do Sacra-
mento; a renda annual dac-sa terrea n. 9
da ra da Lapa, por 48/>>00, penhorada a
viuva do Joaquim Jos dos Sanios; a renda
annual da olaria n. 20, sita.na travesaa dos
llcmedios avallada em 100/000 ris, penho-
radat Francisco das Chagas Cavalcante Pes-
soa-fe quem quizer arrematar comprela
no rf: 1 muendo.o solicitador da la-
zendS provincial, Jos Mariano de Albuquer
que.
Traspassa-se o anendamento de um
sitio, na estrada nova do Remedio, com una
boa casa de vivenda, estribara para quatro
cavallos, e bastante terreno com propor;0es
para plantar ou criar: a tratar na mosma
estrada, sitio em quo esteva o Macambira,
ou na ra d.< Cadeia do Recife, sobrado n. 1.
Precisa-se de um caixeiro, de idade de
vinle annos, que enten la do venda, e d
fiador sua conducta em Fra de Portas,
ra do Pilar n. 145.
O Sr. Joaquim dos Santos Azevedo v
pagar 17,000 rs. quo deve na olaria dos Coe-
Ihos, quo en, quauto no o lizor vor sem
1 re snu nome nests fulha.
* Alugam-se e vendem-se bixos na
praca da Independencia 11 10, con- 9J
O fronte a ra das Cruzas.
---i abaixu assignado nico agente cm
Pernumbucu dej. B. D. Sands, chimico
americano faz publico qne o deposito cons-
tituido por seu autor, lio em sua botica na
ra da cadeia Velha, n. 61, e para evitar
quaquer engao, se achara a assiguatura
do abaixo assignado em manuscripto, so-
bro o iuvollorio iniini'sso do mesmo frasco.
Vicente Jos de Brito.
{l^ Becebem-se escravos do commissSo,
co.npram-so e vn lem-sn, tanto para dentro
da provincia, como para fra : na ra das
Larangeiras n 14, segundo andar.
) Jos Adelo, dentista e sangra %
4 dor, declara ao respeitavel publico, f
i e particularmente aos seus fregu- ^
i zos, que se aclis residindo |or em- $
quauto 110 largo do Carmo, defron- |*
> te do Sania Thereza, casa do lam- $
4 piilo n. 21, aonde o acnarSo promp- lfc>
35 lo desleas9 liurS da mantia alas
) 6 da tarde, para exerctr as funches *
4 de sua arle, como do costume. :<
- OlYerece-se um moco brasi-
Offerece-se um rapaz br-sileiro, casa-
do, que sabe ler, escreverecontar, com exa-
me de lingos nacional o principio de lingoa
latina para ensillar pnuieiras letras no
malo, ou mesmo em quaquer engenho :
quem do seu prestimo se quizer utilisar, di-
rija-se a ra Bella n. 22
Precisando fallar-se ao dono do sitio
denomina lo Catle, da freguozia de Taque-
ra, provincia da Parahyba, que foi doltvd.
padre Francisco Carneiro, a negocio relati-
vo ao mesmo sitio, e ignorando-s-i quem
seja, pede-so a declaracSo de seu nomo e
inoradla, em casa de Joaquim Flix Macha-
do, para ser procurado.
"*'*'? ?.ff'SfcJ8fltiS
bilbetes por 22,000 rs., mtios por
11,000 rs., quart s por 5,5oo rs.,
ottavos por 2,800 r9., c vigsimos
por i,3oors., da decima lotera do
tbesouro publico d.i Bio de Janei-
ro, aos precos notarlos, da qual a
lista deve cliegar pelo vapor brasi-
leiro, no dia 3 a 5 do mez que vem,
e logo que ellas ebeguem sao pagos
em continente todo c quaquer pre-
mio sem descont algum. Anto-
nio Jos Rodrigues de Souzt J-
nior.
Aluga-sc urna preta para lodo o ser-
vico de casa, e compra na rua; quem pre-j do sempre O meslre da olliein 1 O
cisar procure na ra do Collegio n. 16, ter- bra8j|ejro Jlanocl Jos Ferreira :
curo andar. .
-- precisa-se lugai urna casa seja deque na mesma loja cima, tem sempre
tamanho fOr, com lanto que tenha quintal, uin completo SOI tmenlo de ropa
as roas do Apollo, Cois, ou Senzalla, ou ....
mesmo sirva somante o quintal para se fa- leita.
7er urna estribarla para dous ou tres caval- O abain r.ssienadn pode as pessosquna
los; quem tiver annuncio ou dirija-se a rua Ihe sSo devedoras de cotilas antigs, de vi-
da Cruz n.34. rem no seu annazem, na rua da Cruz n. 5,
-- Msooel Francisco Coimbra faz publico satisfazerem seus debilos at o .lia 31 do
aos seus llovedores, que tendo urgente ne- corrento; do contrario ver-so-ha abrigado a
cessi lado do pagar aos seus crodores, roga promover a cobranza ju liciaimente.
aos seus dovelores de Ihe irem pagar no Willtam Bauch.
praso de!5dias da data deste, (Indo que () cautelista Salusttano de A-
seja o lempo nlo pagando, serDo seus no-
mes publicados por este jornal.
leiro, para lazera escituracao em| ser recompensado.
quaquer estabelecimento nesta ,
ou em outra praca ; tambem para
caixeiro de cobrancas, administrar
engenhos, 011 casas de negocio no
mato, promettendo tudo desem-IE
penhar da melbor f.ma, por i.sso *
que tem bastante pratica dando
fiador a sua conducta : ni rua do
Kangel n. 36, segundo andar.
Dos Dispoe.
Acaba de chegar do lito de Janeiro, tradu-
zido em porluguez, o excellente romance de 5
Alexandre liumas,que lera por titulo, os *
DispOe, vende-se na livraria da praga da In- ?f
dependencia n. (e8, a 8,000 rs constando ^
de 6 voluntes. ^.
7>f,3J#f's*!t??flP-':* :>
i U bacharel Vicente Perrera Comes J .
(Ji mtidou seu escriptorio de advogacia, iSJ
ij8 para o Urg do Collegio, casan. 6, i<
primeiro andar. )
j,,,*,*,****^** **,;.*** a*'
Aviso para quem quizer.
A.Colombiez avisa aos seus fre-
guene.s, da sua loja de alfaiatc, c tu
rotina fe'la, que Iranslerin-a na>a
a esquina atrs da matriz, loja n.
2, em que c.-t o Sr. \abuco, sen-
Mudanza de estabelecimento. W
Jos I.uiz Cuaiaco tem a honra .lo fa- ''t
zer scienteao respeitavel publico, e .)
em particular aos s mis benignos fro- #
guezes.qiie transferio a fabrica e laja %
f de chapeos que tinha na rua Nova n. 10
? 52, confronte a coebeira do senhor >
0 Adolpho, para a mesma rua n. 4,jun- (%
(toa loja do senhor A. Colombiee, on- 4
O de estara sempre promploa fazertu- 4
, dos os i".l("\o- para bem servir a 9
H quem so dignar de o honrar com a sua 9
i confianza, etc. f;
4*-*---<******.***?*> >*<
Na rua do Brum, arrenda-sn o quarto
an larda casa de A. F. da Cunha, edificada
iiio lerna, e com asseio, tendo oxcellontes
commodos para una familia: tracta-se na
rua do Vigario n. 11, no escriptorio do mes-
mo.
n.i.\r.tL do mi. .mu.
TRAIIUZIDO EM PORTUCUKZ.
16,000 rs. de assignatura.
Sabio a luz o primeiro volme dcsta obra,
a melln do todas cm seu genero : o nico
ver la-leu o lino, por onde so pode eslu lar e
praticar a homeopathia. i:-u mtid .m uto
impresso em excellente papel, com todos os
signaes quocoiitm o original para denotar
a dilTerenca do valor dos symptoiiss.
Contina 1 assignatura no consultorio lio
moopalhico do llr. Moscoso, onde os sanho-
res assignantes pdom mandar receber os
seus excmplares.
No mesmo cunsultorio ha lodos os medica-
mentos ho iieopalbicos VER0A0EIROS ; as-
sirn como ticas c.rteiras, o r. formam-se
quaesque.' butteas, cujos uiedicamenlos se-
jam falsos, ou u'eteriorados.
Cnegou rua do '.u i n u 1 n. 31, novo
.sorlimcnto do vidros ron agoa para fazer
os cabellos e suissas pretas; a elles anles
que se acabem.
Furtaram do engenho Novo, do Cabo,
um cavallo casUnho, grande, magro, ca-
pado, com signaes de t-r sido de caugalha,
anda de passo baralhado o lem o ferro FC I
quem o pegar lovo-o aodilo engenlio, que
encarnado, e'tendo tambem pedra d'Ara :
quem tiver annuncio, ou dirija-se a rua do
ueimido n. 18, que achara com quem Ira-
lr.
-- Compra-se um Iraneelim, ou correte
pira relogio, sendo sem feilio : na travessa
da Concordia, sobrado n. i.
Compram-se 2 escravrs creoulas, ou
par las, de 12 a 20 annos, e 1 moleque de 14
a 16 annos : na rua Nova 11. 16.
-- Compram-se escravos de amhosos se-
xos, de bonitas figuras, de 10 a 25 annos,
lanto para a provincia como para fra, pa-
Jem-se bom : na rua da Cacimba n. 11, ou
ga morou o finado vigario do Recite.
- Compra-se una taberna, sondo em bom
local : quem ti>er, annuncie.
Compram-se dous mulatos de 12 a 16
annos de idade, oque sirvam para pagens :
a tratar com Luiz Gomes Ferreira, 110 Moo-
degn.
Veudas.
Aluga-se a casa da rua do S. Francisco cire, loja de Domingos Teixeira Basto, rua
n 7; a tratar na travessa do palco do los- da Cadeia ; e em casa do thesoureiro na rua
Di'tal n.18. do Trapiche. Confiado na proteccSo do pu-
fallar com o s.'nhor Jos I buco, o thesoureiro Icncionava marcar o di>
-- Precisa-se
L
E
das
ber
Trapiche n. 40, segundo andar.
Quem annunciou querer vender um
moleque, creoulo, que cosinha, engomma,
e que he ptimo para criado de casa e ps-
gem, queira apparecer na rua do Trapiche
n. 40, segundu andar, para se tratar.
__Na rua do oit3oda matn da Boa-Vis-
ta, n. 4, precisa-se de urna ama de leit.
t?Saj>jff-?'S!*,"l$!35
Ao ausenlar-mo desla capital devo <$
1' declarar quedeixo por mcu procu-
V riilnr bstanle o senhor Francisco v$
$ Accioly deCouveia Lina. Deixo urna }
(f piocurr;So especial ao senhor dou'or ;
Francisco de Paula Pires Ramos Ju- *
> nior, para cobrar todas as minhas
t) dividas. Dr. Sabino Olegario Lugge- 9
O ro Pinito. ___
- Precisa-se de urna cosinlieira ; na rua
do Trapiche n. 14.
O senhor Francisco Pires
Carneiro tem duas cartas na rua
to Vigario n. 19 segundo an-
dar,escriptoiio de Machado ct l'i-
uheiro.
quello dia,porque se esse enlliosiasmo pro-
greir espora faze-la correr em p incipiode
oulubro : aprnveila porm a occasio para
afirmar ao publico q >e seja qual fr o dia
marcado, a oxtraccjlu nito ser por causa al-
guma ospar;ada. O thesoureiro pedo a atlen-
que offerece o plano, porm muito princi
plmente para o fin a quo lio applicado o
beneficio dosta loleiia que boa conclusSo
das obras de um dos mais bellos templos da
provincia.
Jardim da.s;Damas.
Sabio 8 luz o oitavo numero drsto peri-
dico, conlendo como Iojos os outros mate-
rias de nslruccflu e de recreio. Acompa-
nba-o una eslampa grande coulondu lindos
riscos de bordados c iabyiintbos. As assig-
ualuras recebem-so na rua larga do Rozarlo
11. 35, primeiro andar, a razio do 2,000 rs.
por serie de seis nmeros.
Aluga-se um primeiro andar com qua-
quino Ferreira avisa ao respeitavel
-- 'precisa-so de um caixeiro, do 12 a 14 publico, que p >ga em continente
'ihannS46"raVe"Ja: ""rUa *S"nan' """ sem descont algum, na pra?a da
Domingos Francisco, subdito portu- Independencia n. t. e i5, loja de
guez, retira-so para Portugal, o tratar de sua ca|?ado do Arantes, e na rua da
""l Sr. Joao Frederico de A- (',,eia do Betite, n. 4, loja de
brea Reg tenha a bondade de ir, miu leas de Jos Fortunato dos
ou mandar alguma pessoa por si, "!< os P-;em'os J *-
a casa do abaixo assignado, para ma quinta otena das casas de L a-
um ajuste de contas. Jos Lucio ridade, e da dcima quarta lotera
Monteiro d.i Franca. a benehcio do. bosp.tal di Santa
.- No dia 27 do correte mez, se ha de ar- Casa da Misericor la. Ua decima
Lava-se e engomma-se, com muita per-
reicio e asseio : uo paleo da Riboira de S.
Jos n 15.

mmmrmrmrm.mz:jm.
HOIV1EOPATHICA.
28 RIJA DAS CBUZES 28, 43
Dirigida por um pliarmactulico <
approvado.
Este estabelecimento possue lodos-*.
os modiooniBiiios at agora oxperi- 2
mentados, tanto na Euro:a como no 3
Brasil, c preparados polas machinas g
da invongilo do Dr. Mure. -0
Carlciras do 12 tubos at 160, por ^
presos variaveis, conformo a quali- <<&
dado das caixas, a quanti lude dos re- *
medios e suasdynamisaces. < *
Tubos avulsos (cada um) 1/000 j|
Tinturas de lodos os medicamen- J
tos em fraseos de 1|2onc,a 2^000 a
AVIA.M SE GRATUITAMENTE 2
"> pata os pnlir-s, l.iiliis as receitas que <"
^ para al i mandar quaquer professor. 4|
A '" ft % > '< MaA *'**
Sa>
>

HOMEOPATHICA
28 RUA DAS CRUZICS 28.
romatar em prar;a publica do Sr. Dr. juiz lo
civel da primeira vara, a parto do um sobra-
do de 2 anJares o situ, na rua Nova 11. 69,
por exeeur;!Io de Jos Baptista Ribeiro do
Faria, contra Manoel Pacheco, avahada em
4:700,000 rs., be a ultima praca.
1 .lumia reir 25 docorrente, depois da i.ib.s, cm quarto e oitavo,
audiencia da segunda vara do civel, e.-cri- JerSi. n jgO
quinta lotera das casas de Carida-
de; m quarto e oitavos, u33,
10:000,000 de rs ; n. 1046, 2:ooos
de rs., em quirto e oitavos ; n.
1 ooo
vilo Santos, se h"a de arrematar por venda. uc ""' ,=*"> 0,O3<> rs., em
a maior parte da casa torrea n. 45, na rua quarto e Oitavos: em quartos, -SoS
imperial.
~ Precisa-se do um feitor
100,000 rs.; 4971,
, 100,000 rs.
que seja casa- .' '" ..
.lo, o que nSo tenha lillios, para um pequo- JO71, 100,000 rs. ; em IllCIO bi-
no sitio na Capunga : quem esliver tiestas Hiete n l()J, 100,000 rs. ; em b-
circuiustancias, dirija-se a rua da Cruz do u .c -.
Recite...ai.ielceiroaiidir. Hiele mteiro n. 3716, 200,000 rs
o abaixo assignado leudo de ir a Fran-Da decima quarta lotera do hos-
ca tratar de m^iM^ama-> tai da jja C, je ,>8ercor.
curadores tiesta praca, em primeiro lugar, I .
seu picsado pal o Sr. Iguacio liento do da, em rucios bilhetes ?-p'|, I00S
Loyolla, cosSrs. Jos Antonio de Araujo, o rJ Ijj^a I00 000 rs. bilhetes
Manoel Juvencio de Saboia: o mesmo aba- ..'.,-/- ,
xo assignado suppOem nada levar a pessoa mteiros n.4oa0, 100,000 rs.; U249,
alguma, mas se alguom se julgar seu ero l0o,ooo rs.: em quartos n. 1716,
dor, aprsenle por estas cinco das, na rua /Q/c / .
da 'raia n. 45.--Jos Ignacio de Loyolla. lOO.ooora.} 4845, 400>00 5
~ Manoel Marques de Lomos faz ciento 5a4^* 300,000 TS.
ao publico, que JoSo Nopomuceno do Mello .. A|ug,.8e (l)a de um sobrado da rua
Albuquerque, deixou d* aer soco da fabn- Jo b,,,^, Com tres camannlias, eemmui-
ca de charutos, que os mesmus tinhamem ( bom eg0CI0 : na praca da In-
OluUa, na ladeira do vaiadouro n. 38, desdo dl.penJn^a 6o 8.
o dia 16 de agosto do coi rente anno, e quem
se julgar credor da mosma sociedade, ou do
annuuciante, dirija-se a mesma casa para
tro quartos, e sotflo com dous quartos e sala, liquidar suas coutas, no praso de 8 das.
dejantare cosinha, e terreno ao lado, ca-, Na primeira audiencia do lllm. Sr. Dr.
cimba, o varios arvoredos, assirn como ro- juiz dos feitos da fazenda, na sala das au-
moiras. larangeiras de umbigo, e um p de dieucias tem de ser arrematados por execu- cidade, avisa as possoas, que de sei
sannli na rua da Trompe n. 5, achara com cSo da fazenda provincial o seguinles bena: Uoiu se quizerutn ulilisai para que o |
quem tratar escrava Juliana, avallada em 800/000 ris rem das 9 horas la uiauliSa as 4 da ta
pend
ttetratu da Daguerreotypo.
No alteiroda Boa Vista n. 10, sobrado ti-
ra-se retrato por Daguerreotypo com toda
perfeif3o couhecida at agora U artista,
tundo pois de se demorar poucos dias nesla
seu pres-
procu-
rde.
NOVO MANUAL de melicina homompathica
pelo Dr. JAlIR, 4 volumes, com a patho-
genesia de 210 medicamentos 14,000
Dotilrina e Iratamento das molestias chroi-
cas, porMAIINEMANN, 3 volumes -i n n
Rel'ato dellMINEMANN 5,000
Manual do medicina veterinaria homceopa-
thiea, por Ciiniber 6.000
llomoeopathia domestica 5,000
Memorial do medico tiomcBOpatha 4,000
0 medico homceopatha das crirteos 1,000
Trat'ment homceopalhico das molestias de
pe le 4,000
Diccionario do medicina, cirurgia,etc. 8,000
Manual pratico do magnetismo animal 5,000
Curso "le phriiologia, por Bioussais 8,000
Elementos de homceopathia, por Gossel Bt-
1110 il 8,000
Tratamenlo homosopathico das inoloslius
veneroas, por Cusset Blmont 1,000
AOS DJSjNTjES.
J. A.S.Jane dentista,noticia ao publico que
contina a por denles arliliciaes de porce-
lana incorrupliveis; o annuuciante eneberta
de um ou todos se lr preciso, asseverando
alodasas pessoas que se quizerem ulilisardo
seu prestimo, que 11.01 exige paga alguma
nlo licando os denles tilo bom collucalos
quo 11S0 so possa differencar dos proprios
iialuraes,podendo-so mastigar quaquer co-
ni'da sem sentir a menor dor nuin receio
de os quobrar, tmbem calsa os denles na-
luraes furalos da caria com ouro nu prala,
preveiiindo assirn a continuado da caria e
dores e mesmo evitando por essa Turma de
passar a caria dos denlos turados para os
outros silos, como beintalimpa os denles em
geral, tirando as carias ou podras quo tanto
os damnifica o coopora para o ntao alitoda
bocea no sen lo tirado; lia dez anuos que
o anuunciaiite excrce sua prussllo nesta
cidade, eos muitos cseui.'los que tem dado
ness lona'o lempo ser quanto basta para
garantir sua residencia na rua Nova n. 19,
primeiro andar.
Anda aclta-se ausento a negra, escrava,
do nomo Dclfina, quo desappareceu no prin-
cipio de maio do correlo anno, a qual foi
comprada ao sonhor Manoel Joaquiui Pas-
cboal itamus.lern os signaes seguinles : ida-
de 50 anuos, pouco mais ou menos, levando
um vestido de chita o outro do riscado, he
alta, magra, e com poucos denles na trente,
levou coinsigo um panno da costa ; lem du
costunio as vezes andar vendendo agoa e
tambem finetas; roga-se a todas as autori-
dades policiaes o capujes de o un o,mi qual-
quor pessoa que dola tiver noticia, a man-
de apprehender o levar na rua do Apollo.ora
casa do senhor Norberlo Joaquim Jos Gue-
des. Existem suspeitas que est oceultada
dita escrava; as pessuas que trouxerem se-
rio generosamente recumpausadas.
Compras.
Compram-se duas pecas de casemira
carmcsitn na loja da rua do Crospo n. 3, ao
lado do arco de S. Antonio.
Compra-se um ornamento que csteja
em bom uso. com duas cores de branco e
Bilhetes do 1! io de Janeiro.
aos 20; 000,000 de rs.
Na loja de rniudezasda praca da
Independencia n. 4 vendem-sc
bilbetes inteiros, meios quartos,
oitavos e vigsimos, da dcima lo-
tera para indemnisnc'odo the.ou-
ro publico, que correu no da 18 de
agosto, e vem a li-l t no primeiro
vapor que chegar do Rio de Ja-
neiro: ditos inteiros, meios, quar-
tos, oitavos c vigsimos, a benefi-
cio das obras da igreja matriz de
villi de Itubira, provin.ia de Mi-
nas Geracs, licoua correr ano dia
18 de agosto.
Cartas para vollaretc.
Vondem-se as uiats superiores cartas para
voltarete, e por pre^-o mais baralo, do que
em outra quaquer parle: na rua dos Quar-
leis n. 24 luja de miudezas de Cruz &
bastos.
I.nv.is de seda.
Vendem-se supe-lores luvas do seda de
cores, pera hometn e senhora, vindos polo
Havre : no aterro da Boa Vista, loja deca-
fado 11 58
Lotera de Nossa Senhora do
Rosario.
Casa da Fortuna, rua Dreita n. 7.
0 cautelista annuncia que as rodas tiesta
loteria an lam impretonvelmente, no da 26
do correnle, o resto de suas cautelas, eslo
a venda na casa cima, e na praga da Inde-
pendencia n 4, loja do Sr. Fortunato.
Yendem-se dous escravos
creoulos, mocos, e proprios para
todo servico : na rua Nova 11. 4'J)
primeiro andar.
-- Vendem-se 60 oilavas de prata, e 10 di-
tas do ou'0 : quem quizer, annuncie.
Rap de Lisboa e Meuron.
Vendo-se a bella e 1'resci pitada do rap
de Lisboa e Meuron, palo pre;o j estabele-
ido: na rua da Cadeia Velha II. 15.
-- Vende se urna escrava, que cose bom
vestidos para senhora camisas para ho-
mom, engomma eco>inha, ludo isto bem
feito.e he de muito bonita figura : na rua
do Crespo u. 10, tereciroandar.
Tudo sao pechinchas!
Veiilom se superiores chitas de cores fi-
las, a 140. 160, 180 e 200 rs. o covado ; dita
francoza larga, a 210 rs. o covalo; chitas de
cnberta, cores lixas, a 200 rs. o covado; pe-
Cas de algO'lSo trancado, p.oprio para toa-
Ihas o lencoes a 3,600 ts. a peca ; pecas de
cassas para babados a 2,100 rs. ; diales de
talegada a 1,000 rs. ; cortes d casimira li-
nas a 5,500 rs. ; ditos de meia casimira a
3,000 rs., de 13a; brim trancado de puro li-
nho, muito lino a 1,400 e 1,500 rs. a vara ;
eoit -d I mu para calca de cor a 1,000 e
i,200 rs., cor. lias 8 mel cavado, toulTM
muitas faz.-n las por presos baralissimos: na
rua do Queimado n 7, loja da estrella, con-
fronte ao becco do Peixe Frito.
Estao-se acabando !
Ven lem-se cortes docimbraia de salptcos
a. 11 -, r.'ivis e encaro.oos,eom cinco o meia
varas, a 3.500 rs. o coi te ; ditos para meni-
nas com tres varas, a 2,000 rs., fazenda lina
e do ultimo goslo ; a elles antes que se a-
cabeni: na toja da estrella da rua do Quei-
mado n. 7, confronte ao becco do Peixe
Frito
Vende-se a casa terrea, sita na Camboa
do Carmo n. 36 livro o desembarazada :
quem a pretender, rolo ir examina-la e di-
rtgir-sea Ponte Velha n. II.
Cortes de vestido a 3,000 rs.
Na loja do sobrado amarello, nos quatro
cantos da rua do Queimalo n 29, ven lem-
se cotes de vostido decbila francoza, larga
de padresdo cassa e cores lixas, pelo bara-
lo pre.;ii lo 2,000 ts. cada corte.
liiscado l.irgo a 200 rs. o covado.
Vende se riscado francez, largo e fino, de
lindel padides, a 200 rs. o covado : na loja
do sobrado amarello, da rua do Queimado
n. 29.
Vondc-se na livraria da rua do Crespo
n, II, os misterios do Caris em 10 volumes
'ne 1 leroae.oi nova e rini lindas e.-d Milpas
por to.otiii rs., um jogo de Diccionarios por
Fonseca e Boquelo por 6,000 rs., I dito pelo
capitulo Manoel do Souza por 6,000 rs., I di-
to 1I0 lingos portuguczi por Fonseca por
2,00o rs obras completas do Sill-istius.Vir-
gilios, Cornelius, fbulas de Esopo, selec-
tas e syntaces de Dantas, Indo a 800 rs., ca-
da obra, Virgilius obras completas por 3#
rs,o hailui";,o) deSalustio por 1,300rs.
Alinelo.
Vendc-so urna mohilia toda de jaciraud
sendo a meza redonda, o par de consolos
Je podra lina, e um palanquim tudo em
muito bom estado, venle-so por motivos
do o dono relirar-se para fra : 111 rua Di-
reila n. 4, segundo audar.
lie em latas.
Na rua estreita do Kozario, travessa para o
Que'mado, deposito n. 39 a, da J0A0 Jos
Mendes da Silva, vendem-se latas cotn supe-
rior bolachiucha do Lisboa, o juntamente la-
las do bulacnincha do Araruta, e chocolate
do Lisboa, e dito da trra com preparacSo
Jo canella por ser muito ulil para os pado-
cenles do nervoso.
CLIU EM VELAS.
Vende-se cera em velas dos
melhores fabricas de Lisboa e da
Bio de Janeiro, sortiuientos mui-
to variados e a procos commodos :
na rua do Vigario ti. kj, segundo
andar escriptorio de Machado &
l'inlieiro.
Charutos de Uavana.
Os molhores que teem vindo a este mer-
cado : vendem-se continuadamente, em ca-
sa de Brunn Praeger & Compaubia, oa rua
da Cruz n. 10.
I MUTILADO j


T
4
Moinhos de vento
r.om bombas de ropuxo par regrar borlas
a baixasdecaplm na fundigSodeD W. Bow-
min: na rua do Bruna na.6,8*10.
Fazenda da moda.
Vendem-se superiores cortos de cambraia
da salpicos trancos do cr, pelo dioiinuio
preso de 3,500 rs.: na ra do Crespo, loja
n. 6.
Cal virgem.
Vendo-se ral de Lisboa a mais nova do
mercado: na ra do vigario n. 19, primei-
andar, escriptorio de T. de Aquino Fonseca
& Filho, ouna ra do Tnipirhe, amazem de
Antonio Augusto da Fonseca.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
doHecife n. ia, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
nim como potassa chegada ltima-
mente, a precos muito rasoaveis.
l'otassa americana.
No antigo deposito dacadea velha, n.
12 existe uma pequea porcSo de potassa
americana, chegada recentemente que por
superior rivalisa com adaltussia: vnde-
se por prego razoavel.
Agencia de Edwin Blaw.
Narua de Apollo n. 8, arinazem de Me.Cal-
man I & Companhia, acha-e consianteiiieotc
Dona aortimenlos de taiaa de farro coado e
balido, tanto rasa COPIO fundas, inocndasin-
ciras todas de ferro para animaes, agoa, etc ,
ditas para armar cni madrira de todos O !-
roanhos e modellos o mala moderno, machina
horiaontal para vapor, com forca de 4 caril-
los, coucos, passadeiras de ferro cscauliado
para casa de pulgar, por menos preco que os
decobre, escovens para navios, ferro inglez
lano em barraacoino em ircoafolhas, eludo
por barato preco.
AGENCIA
da iiuilicao Low-Moor.
KUA DA SEiNZAl.LA NOVA N. 49.
Neste estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
uiento de moendas o mcias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e laixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
Vendem-so os verdadoiros selins in-
glezes, patente, do molla e sem ella : na
ra da.Somalia Nova n. 42.
Vendcm-se relogios de ou-
ro epr&ta, patente inglez : na ra
da Ncii/.nlla Nova n. \i.
Arados de ferro.
A 5,ooo
rs.
Superiores chapeos dn sol de seda ingle-
zes chegados pelos ltimos navios, pelo di--
"nulo prego de 5,000 rs. cada urna : na
ra do Collego n. 4.
Aviso aos phis ilo familias.
Na ra do t'.ollegio n. 7, cha-se um sorti-
mento de loma do Porto do diversas quali
dades branca e de cores, a qual se vende por
preco muilo barato e serve, para quem lem
pouro dii.heiro| ella antes que se acaba
porque he i echincha, c depois nfin val nada
oso eu soubera-vamos, vanos fregu
zes. Na mesara loja se vendern troze caitas
vazias em quo veio a louga.
csir Palitos Fetos. jstr?
Na ra Nova n. 26, tem para venderse pa-
litos de panno verde e prelo,muito bem fel-
tos.e mais barato do que em oulra qualquer
parte; a elles antes que se arabem.
Veade-se a excellente typo-
graphia do Diario Novo estando
bem montada, tanto de bons pre-
los, como de typos : quem a pre-
tender, dirija-se a ra da Praia
n. 55, a tratar com a Vinva Boma.
Deposito da fabrica de Todos og
Santos na lialila.
Vende-se.emcasa deN. O.ltieber&C,
na ra daCruz n. 4,algod9olransado a*
quellarabrica.muitopropnoparasaccosde
assucar eroupadeescravos.porprcgocom-
modu.
Brim trancado de puro linho a 3ao
rs. o covado
Na ra do Crespo loja da esquina quo vol-
ta para cada vende-se brin trancado par-
do de linho puro a 320 rs. o covado.
Farinha de mandioca a 1,600 rs. a
SHeca.
No armazem de J. J. Tasso Jnior : na ra)
do Amorim n. 35.
Vendem-se novas cassas chitas de lin-
dos gostos a 2,240 rs. o corte, cassa de qua-
dros lina a 280 rs. a vara: na ra do Crespo,
loja da esquina que volta para a Cadeia.
Vendem-se saccas com fa-
rdos : na ra da Madre de Dos,
armazem n. 20.
Cortes de cambraia de salpico
C WTO E PIANO FORTE
jnii t'ao la dude Li lia
dr
Jurel os meus dias (indar, \
S nella he que existe amor,
S Lilia me sabe amar.
Por ti o Lilia
Quero vivor;
Vida sem ti
Antes morrer.
A modinlia cima, tem mais duas quadras
Polka extrahida da la ouquetiro, e urna
linda valsa dos noivcs, ludo em um rolhrto
por 1,000 rs,; a valsa dos bem casados, pe-
lo compositor de rouzica italiano o Sr. Fa-
Rhinett, por 640 n, e outras multas muzi-
eaa modernis-imas j* annunciadas i na im-
prensa do muzca de M. J. R. Vieira, na ra
Relia n.28.
Precos que parecem mpossjv eis
160, ooo, 24o.
MadapolOes.lelistras ou riscadosproprios
para camisas ou vestidos pilo diminuto
preco de 160 rs. o covado, as muito acredi-
tadas chitas cabnclas muito (xas a 200 rs.
o covado; as mais finas chitas co-i no-
vos desenos fazenda do ultimo gosto e
cores muilo fixas pelo baralissimo preco
de 240 rs. o covado ; o afamado atoalhadn
adamascado de puro linho com oito palo os
dn largura a 1600 rs. a van ; finissimas al-
pacas de cores a 640 rs. o covado ; ditas
com (ios de seda a 800 rs. ; ditas pretas a-
chamalotadas muito linas a 880 rs. ; meri-
nos pretos de superiores qualidades a 1,800,
2,500, 2,800, 3,200 rs. o covado ; pecas de
bertanha de puro linho com cinco varas
fazenda muito lina a 2,800 a peca ; ditas de
algodSo com dez varas a 1,800, idem com
cinco varas fazmila muilo enrorpada a
960 ; camhraias francezas muilo linas o pa-
drees inteiramente modernos a 640 a vara ;
briol de linho mesclado proprios para pa-
AOS 10 unos' 1: r):oon.s i>K RS,
l) cauteli-ta Salusliano de in-
quino Ferreira avisa ao respeita-
vel publico, que ?s suas mu afor-
tunadas cautelas da loteiia 1I.1 ma-
triz da Bou Vista, eslao expostas
a venda na praga cia n. 'i, leja de miudizasde For-
tnalo 1'ereiiadi Fonseca Bustos;
n. i3 c i5, loja de cacado do \-
rantes ; n. !ij e 3i), loja de calca-
do de Porto & Companliia e na
ra da (iadeia do Becife n. 46 ,
loja de miudezos de Jos Fortuna-
to do Santos Porto.
Quartos a,600
Quintos 3,100
Dcimo 1,100
Vigsimos 600
Deposito de cale potassa.
Vende-se superior cal e potassa,
e por preco cotnmodo : no arma-
zem do caes da AlhnJega n. 7.
Befrescos e xaropes a 5oo rs. a
garrota ,
Vendem-se na travessa da Madre de Dos
o. 4 c 6; sendo de grozelhas, Oapil, orcha-
la, tamarindos, laranja, limSo, cidra, gom-
brancos e decores, a 3,5oo rs., o iitos a 320 o covado, cobertores do algodSo
-__._ brancos e decores proprios para escravos a
tone. 10))0 c>di um ass)11| como um grande
Na ra do Crespo, loja da esquina, que surlinlenl0 jH muitas Otilias, fazendas que
volta para a Cadeia, vendem-se cortes de' venu>rSn pQr nienos proco do que em
vestidos h'o cambraia de salpico brancos e, oulra qualquer prrle: na Joja da ruado
de cores, pelo diminuto preco de 3,500 rs., Cres., u de Jos Francisco Dias
n m..cI.i mili-i, mniln lin. riii -i linmam
o corte ; meias muito linas, para liomeiD
com pequeno defeito, a 2,400 rs. a duzia.
Ancoras para navios.
Vcndem-se em casa de Ricardo Koyle, na
ra da Cadeia Volha n. 37, ancoras de supe-
Na fundigSo da Aurora, em S. Amaro,
vondem-se aradosdeferrode diversos mo- I rr qualidade, e por commodo preco.
l0', Chita para cobtrta, cor fixe a
Deposito de panno de algodSo da
febrica Todos os Santos da Ba-
nhia.
Vende-se por preco commodo
o bem conliccido panno de algo-
do des 1 a fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador no cscrip
torio de Novaes& Companhia, na
ra do Trapiche n. 34 .
Vendem-se asseguintes sementes:
ualios,rbanos,rahaneles encarnados e bran-
cos, cebla, couvo trinxuda alface ala-
me, repulhuda,chicoria, senoulas, feijo
carrapato de tres qualidades, ervilha torta o
direita, faVB, coentro de touceira, salea, to-
mates grandes, repolho, couve lombarda,
oluih. e muslarda : na ra da Cruz n. 46,
dofronie do Sr. doutor Cosme.
Tatucas para engenho
Na fundico de Ierro de D.
VV. Bowman na ra do Brum,
pr.ssando o chafariz, contina a
haver um completo sortimento
do taixas de ferro fundido e ba-
lido, de 3 a 8 palmos de bocea ,
as quaes ucbam-se a venda por
preco commodo c com prompti-
dao, embarcam-se, 011 carregam-
se em carros, sem despezas ao com-
prador.
-- Vendem-se amarras de ferro: na "ia da
enzalla .,,,, d.M.
'* Farinha de mandioca <:
a
O.
o
fi
re
Vende-se, por preco rasoavel, la-
rinba de S. Matheus a mais nova ,
*
W
*ak
^ que existe neste mercado : na ra ^
f da Cruz n. 34, delronte da I ingoeta. ^
diAiA*ii*As^b AiAiAAA'*
Vendem-se lonas, brinzSo, biins, e
meias lonas da Itussia ; no araiazem de N.
t). Bieber & Compaulna, na ra da Cruz
1)4.
Algodo para roupa de escravos.
Vende-sealgodSo muilo encorpado, pro-
prio para roupa de escravos, com pequeno
loque de arara, a 140 rs. a jarda; dito
limpoa 180 rs.: na ra do Crespo n 5
or tmenlos de panos finos e case-
miras de todas as qualidades.
Na ra do Crespo loja da esquina qua vol-
ta para a cadeia,veode-se panos linos pretos
a 2,800, 3,200, 3,500, 4,000, 5,000 rs., e fran-
cez oiuiio superior a 6,000 rs., o covado, di-
to verde a 2,800 rs. dito a. ul a 2,880,3,500,
4,000 o covado, cortes de calca de casemira
pros enfoslado a 5,000 e 6,000 rs., dita fran-
co7i elstica a 8,000, 9,000 e 10,000 o corte,
o outras muitas fazendas por preco com-
modo.
Moendas superiores.
Na fundicSo de C. Starrel Companlii
i-ni S.-Amaro,acbam-seavenda moendas
do canna, todas deferro, e ummodeloe
i iiiisiruccJo muilosuperior.
Cortes de brim de puro linho.
Na ra do Crespo loja da esquina que vol-
ta para a cadeia, vende-se corles de calca de
brim de quadros,e lislras de puro linhoa
1,280 e 2,000 is., (Jilo inicuo pardo a 1.280e
2,000 rs. o corle, riscado de llnbo de lislra
a 720 rs. o corte.
Taixas de ferro coado.
Vcndem-se laixas de ferro coado, de su-
perior qualidade o por prejo commodo : na
ra da Cadeia Veloa n. 37, casa de Ricardo
Koyle.
Vcndem-se accoes da ex te-
la companhia de Pernambuco e
Paraliyba no escriptorio de Au-
gusto C de Abreu : na ra da Ca-
deia n. 48-
.__ Vende-se urna morada de
casas, feita a moderna, com tijoloe
cal, sita na ra do Motocolomb,
por preco muito emeonta: a tra-
tar na ra Imperial n. 3t.
2oo reis covado.
Na ra do Crespo,loja da esquina que vol-
ta para a Cadeia, vende-se chita para cober-|
ta de novos padrfies e cor lixe a 200rs., o
covado.
--Vendcm-se tres portadas da rotlas com
pouco uso, muito liom leitas, de mideirn de
amarello. por barato preco; na ra da Sen-
zalla Velha u. 8.
Vende-se urna prela creoula de bonita
Figura, que cosinha o diario do urna casa, r
lomImm se veude para lora da provincia: na
ra do Rangel. venda n. 11.
A 160 rs. cada um.
Defronte do beceo do Peixc Fri-
to, loja n. 3, veudem-se lencinhos
de cambraia pintados para nio
de meninas e senlioras, de muito
bonitos dcscnbos, pelo baratissi-
iiiii preco de rneia pataca cada um;
dar-sc-ha amostra com o compe-
tente pcnbor.
Panno preto, lino, francez, a 3,ooo p '-,
rs. o covado. g ^
Vende-se panno prelo, fino, 2
11 dice/., a 3,000 rs. o covado : na "^ S.
loja de Flores & N, na rua da Ca-
dea do Becife n. .]-. Na mesmaj
loja vende-se um rodapc novo de!
labyrintho, por preco muito com-
modo.
5,ooo rs.
Ricos c.ipoiiiilins dn cambraia Iransparfn-i
te bordados com muito gosto, quem nio li-
ver de seda auroveilc a occasiio, e preco do
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Vonde-seum negro, do nacSo, mogo o
5,000,quenilopaga o trnhalho; soecnnomi-l bom cosinheiro, sabe Cazar Unc de lodas as
eos porque se la>3o,e graves por que s9o de- qualidades, principalmente geleia, ; na rua
centes : no rua do Crespo loja ce i porlasj da Prma n. '20.
o. 12- i fiom e barato, I asseio Publico loja
I lllJlllL IlLl VlUkV vnndflm-se ricos chales de ISa c seda a 3,000
Fabrica de chapeos de sol, na rao rs., utos de isa pairos luidos a 1,880 rs,
do Collego n. !\
Mein do sortimento j annunriado, recc-|
beu-sc pelo navio Havre, ultimo viudo de
Franca, um novo sortimento de chapeos de
sol de seda o de panninlio, para liomens e
ditos brancos a 1|0u0 rs., chapeos de sol
a 1/000 rs lencos de vapor padrGes ri-
cos a 200 rs. ditos rodiados de bicos a
3-20 rs. ditos encarnados proprios pa-
ra l.baco 160 rs., meias cruas para ho-
liiuns a 2 200 rs. a dusia, cambraia da India
senhoras, dos ltimos gos.os ; SUper,o,csr ,orda )o 3Mts ^ grillM Je sctm
a 1,280 rs., ditas de seda a t.OuO rs., ditas
i de Casa*, a 100 rs., cintas para eobjrta a
160, 200, o 2i0 rs. o covado, dilos para ves-
] hd ( a 160, 200, e 210 rs o covado, cortea
de cassa-chita, a 2| rs : e outrjs muilas fa-
; zundas por presos commodos.
So 11 unen in de panno.
.Vi rua da Cadeia doRtCifa), loja n 50,
1 vendem-se superiores pannos pretos a *,ooo,
*,500, 5,000, 5,500, 6,000 e 7,000 rs. o C>-
vadu ; dito azul o verde a 4,500 c 5,000 rs.;
assim como prnnos mesclados, dos melho-
res gostos que lia neste genero, por 3,500
rs. o covado.
Vende-se um ptimo escravo
ferreiro: na rua do Vig.trio n. a3,
segundo andar.
Pao de senteio.
Mojadas 10 para as 11 horas da manbSa,
acharSo os freguezes o verdadeiro pilo de
tenteio, e continua nasqoartas esaobados,
as nn s i as horas, e s se guarda para os fre-
guezes : na rua da Sonzalla Nova n. :i;i.
Eufeites de se ihora para theatro.
Vendem-se, chegados recentemente, ri-
cos en fe i les para eaheca de senhora, t-ntu
para theatro, como para bailes e casamen
tos ; ricos cabecees e romeiros de bico, llo-
res, filas e bicos linos, etc.: na loja de ma-
dama Hillocheau Buessard, no aterro da Boa
Vistan. 1.
Na i ut do Crespo, loja u. 6.
Ven Jom-sa superiores cortes de cambraia
desalpieos, com 6 l|2 e 7 varas, a 3,500 e
4,000 rs ; coites de cassa chita, de novos
gustos, a 2,240 o 2,500 rs.; cassa franceza n
440 rs. a vara ; cortes do brim trancado es-
cures e mesclados, a 2,000 rs, ; panno lino
proto, a 3,000 e 4,000 rs ; lencos de cambraia
de linho, a 480 rs.; ditos de cassa grandes,
a 160 rs.; i iscado de linbo a ISO rs. o covado
e tnuiias outras fazendas em conta.
chapeos de sol de seda com cabos de cana,|e
outros dos melhores que tem viudo a esla
prata, que se conlinuam a vonder por me-
nos |''('i; i queem outra qualquer parte.
VenJe-se urna negra creoula do mato,
moca, e propria para qualquer servido : na
rua da Cadeia Velha n. 24, primeiro andar.
Feijao novo a ,ooo rs.
No armazem de Gouveia & Dias, confron-
te a escadinha da Alfandega.
Chapeo do Chile.
Vendem-se chapeos do Chile de tolas as
qualidades, por prego commodo; ua rua do
Crespo n. 23.
Vende-se 1 bonito moleque de 14 anuos,
e I bom cosinheiro para casa estrangeira,
o qual tem hoa conducta, e urna boa escra-
va, que cosinha, vende na rua o lava : na
rua larga do Kosario, loja n. 35.
Frutas novas.
Na rua e^treita do Rosario n II: vendem-
se as soguintes frutas: damascos, pocegos,
a monis, niorangos, peras e sen ijas.
-- Vende-se a nova loja de calcado da rua
Direita n. 50 a tratar na mesma loja, ou na
mesma rua u, 4, .segundo andar vende-se
por motivo do douo retirarse para fura.
Queijos do sertao.
Vendem-se muito bons e frescaes queijoi
do serillo; na rua do Qucimado n. 14.
Vende-se um sobrado de 3 andares ,
bem construido, e que rende 1:200,000 rs ,
sito na melhor rua do Itecife: a tratar na rua
do Collegio n. 13, segundo andar
Vende-se urna mulata de cor escura, de
25 anuos de idade, pouco mais, ou menos,
com as habilidades que se farSn patentes ao
comprador: na rua Direita n. 88, primeiro
indar, por cima da botica do Paranhos.
-- a loja do sobrado amanillo, da rua
do Queimado II. 29, continua a ter para ven-
der um completo aortimento de palitos fin-
ios de panno Uno prelo e de cores, por pre-
to muito commodo.
ma, e muitos outros de dillerentes qualida
les.
-- Umaoncominenda de cobertores,
Que por serem poucos
NSo i odeiii chegar
A lodos os compradores,
a 1,600 rs. cada um : na rua do Crespo, lo-
ja n. 6.
-- Conlinua-se a vender farinha dn reino
e tapioca, a 80 rs. a libra; vinho de 160 a 320
rs. a garrafa ; vinagre a 80 rs. a garrafa, e
500 rs. a o n.nl.i ; caf de caroco a 110 rs. a
libra; grata em latas a 100 rs ; vinho mus-
calel a 500 rs. a garrafa, tu lo do bom e mu-
Ihor, o bem pesado, c outros muitos gene-
ros, que se nilo mencionam : na esquin do
I uceo da Bomba, venda por baixo do sobra-
do de um andar n. 13.
Urna encommenda de cobertores,
Que por serem poucos,
Nio pdem chegar
A todos os compradores.
\ i ,(oo rs. cada um,
na rua do Oespo, loja da esquina que volta
para a Cadeia.
A i,6oo rs. o par.
Vendcm-se sapatos francezes de cauro de
lustre, para senhora, do superior qualida-
de, a 1,600 rs. o par ; assim como borze-
guins gaspeados a 3,500 rs. : no aterro da
Boa Vista, loja decalcado n. 58, junio ao
seleiro.
Packet post.
Papel lino, o melhor que tem
vindo a este mercado, proprio pa-
ra cartas, pelos vapores inglezes ,
por |u i i;o commodo : na luja de
ferragens de Antonio Joaquim Vi-
dal, na rua da Gadeia do Kecife n.
50 a.
-- Vende-se o engenho Junqueira, silo na
freguezia do Cabo, e distante 5 leguas des-
ta cidade, o qual he de bous pastos, e de
bons cercados, sadio e de cxcellento pro-
dcelo, e com bons partidos, augmenlan-
do-se com mais um outro, que tornara dito
engenho com sulliciencia para safiejar tres
mil pSesaunualmenle ; elle he abundante
de agoas o lem o embarque na poda, donde
pdem partirs barcicaspara esla cidade :
os pretenderles dinjam-se a seu propnea-
rio na comarca do Cabo, o coonil Berilo
Jos Lemeiiha Lins, ou nesta cidade a An-
tonio da Costa llego Monleiro, na rua do
Crespn. 23, a saber o prcci> e as condi-
cOes.
AttencSo.
VeuJoin-se caims de fcrramenla para
(mi(i,nun, as mais In.as,.iiic t 'in vmdo a este
inercado : na loja de ferragens de Antonio
Joaquim Vidal, na rua daCadi-ia dn Becife
n. 56 A.
Pechincha para os senhores
a I la ia tes.
Na loja du Leopoldo da Silva Quciroz. na
rua do iJuriiii ido n. 22, existe un sortimen-
to de sargelins de cores c lavrados, para for-
ro de ulnas, por preco muilo commodo.
Vende-se cal virgem dn l isboa, da mais
moderna, quo existe no mercado : no es-
criptorio do Francisco severiano abollo di
Pido.
Para bordar.
Ilisearn-se desenhos em loda a quali lade
de estofo, tanto de figura, como de palsa-
gem, e orinlo para bordar ; assim como s*
borda toda o qualquer obra de matiz, hran-
co, ouro e gravura, e se lazem ob-as de ca-
bello, ludo com a mair perfoicSo e | or pre-
fo commodo; ua rua do Apollo n. 20, ler-
.viro andar.
Loja nova na rua do Kangel n. 8.
Continua a haver um rompalo sortimen-
to de manteletes o capotinhos, gollas de
bicos de ni ni para senhoras, um soilmen-
lo de r.uiibi Has de seda de muilo bom gos-
to, chales de seda e mantas de muilo bom
gosto, o melhor que ha no meicalo, luvas
de torzal francezas, ditas de Lisboa com b>-
lotinhas, bnm sortimento de lallios de bico
de linho para senhora. com lacns de litas e
guarnecidos rom t'ancas de cures, e outros
muitos objectos que se vende por prec;o
commodo.
s*m,Mm%)mMm$ mmmmmsk <*!<*<*
Vende-se a Liberna da
estrella, da praca da Koa-Vista u. ',
pelo motivo do o dono delta seque- jj
rer retirar para lora,
Selins.
Vendem-se 2 selins novos, por preco com-'.80 ": no. f1""0 d8 Uo-Vi*ta, loja n. 58,
modo, na loja de ferragens de Antonio Joa- Ju,ll JgWra.
Uua do Queimado n 19.
Loja completa monto surtida de fazendas
de todas as qualidades a vootade e escolha
dos freguezes. Vendo-so vano de linho da
feira muito bom por 6,000 rs., pecas do 15
varas por 11,000 rs ditas de 30 varas, e a
retalho a 440 rs. a vara, esteiras da India
com 8 palmos de cumprimento o 7 de largu-
ra, a 2,800 is. cada urna, panno lino i reto
a 3,200, 5,500, o 6,500 rs. o covado, e azul
muito proprio para fardas o libios, a 3,20o,
4,000, e 4,500 rs o covado, sendo todos no-
vos e de superior qualidade, um relac.lo com
o preco : chales de algodSo, pa Iroes escuros,
o muito boa fazenda a 2,000 rs., muilo pro-
prios para andar em casa, principalment*
as estafos chuvosas, corles de cambraia
branca com salpicas a 3,800 rs., cada um
com mais de 5 varas e muila largo, lencos de
seta para meninos a 500 rs cada um, ditos
de seda para homem, a 1920, e 2,240; muilo
boa fazenda e pad Oes novas, ditos de cam-
braia de linho a 560 rs. cada um,sendo gran-
des e muito boa qualidide, ditos de garca
para senhora a 1,000 e 640 rs ditos de cas-
sa com palma as ponas a 240 rs., ditos com
barra aberta brancos a 200 rs alpalta mes-
ciada a 800 rs. o covado, ganga parda e a-
niarella a 200 rs. o covado para acabar,
meios lencos de se la para gravata padrfies
novos e sem mofo a 1,500 rs., ditos de cas-
sa a 400 rs., e (lnalmente, rap princesa do
Itio de Janeiro feilo pelo prego da fabrica de
Lisboa a 1,000 rs. a libra, e em meias libras
a 540 rs. cada urna, este rap torna-se rc-
coinmendavel por que sendo a sua compo-
sii,':'o superior do rap alouron, area pre
la, eimitante ornis possivel a oo rap de
Lisboa, he mais barato do quo qualquer ou-
Iro e preferivelein tudo, mas vende-se por
este prego, para acreditar a sua qualidade,
ainda pouco conhecida nesle mercado.
Quem namora be agora.
Obroias symbolicas, papel magntico de
Uerr Alexandre, quem namorar deve com-
prar; porque com taes dados nSo ha cora-
gflii de yaya que resista: na loja de Jo.'o da
Costa Dourado.
iilbinn o logro !
O cabalista quo quizar campar compr-
me deste papel, que cusa 3,000 rs. a res-
ma ; pois com elle se pule fazer urna tal
mgica que, qur queira qur n3o o unVo
volante esta pelo beico.
Demcratas, eis 0 que queris.
Democracia da Franga por Mr Guizot,
rica impressSo.e por que prego 1000 rs. N
loja de Julio de Costa Doura lo, no pateo
do Collegio.
Vende-se um Tardamente complclo,
para oesquidrSo de cavallina de guarda
nacional; na rua do ngel n. 17.
Vende-se urna escrava parda, do 25 an-
uos de idade, de boa ligura,engomma, cosi-
nha,cose, lava eentende de arranjosde urna
casa : na rua alias da Malriz da Boa Vista n.
21, se dir quem vende.
Vende-se tinta para marcar roupa: ni
rua da Cadeia velha n. 15.
Ve.de-se um riquissimo a-
dereco, contendo trinta e oito bri-
Ihantes de primeira qualidade ,
obra de gosto, muito forte, chega-
do ltimamente, no valor de 75ol
rs. : a tratar no armazem do cor-
relor geral M. Carneiro.
Vende-se o engenho Santa Maris, ha
pouco levantado, na comarca do Cabo, o
qual divide com os engenhos de Si tu 11 de
Santa Cruz, Caxoeira, Queluz, Caipi e Jus-
i.'Ui; be de boas Ierras, matas, bom cerca-
do e de muita pro lucgflo : Irata-se com seu
proprietano, no mesmo engenho, ou nesta
praga com oobaixo assiguado. -- Jos Mar-
ques da Costa Soares.
-- Vende-se um cavallo deestribaria, sem
o menor achaque, muito barato, com sella,
ou sem ella : na Estancia na primeira casa
junto a r (p lia.
-- Vende se um sclim inglea de burranea,
em meio uso, com lodos os trreios na
praga da Independencia n. 14 e 16.
Vende-se urna mulalinba de 13 a 14
anuos, com habilidades, muilo amavol em
seusservigos; na rua da Sanzaila-Nova n.
30 se dir.
l'ara criados >
Vendem-se chapeos envornisa los a
dos mais novos que ha, gahlo de ou- fr
ro e prala para os mesmos, p ir c.im- fe
modo prego: na praga da lu le, mi- (
i'"ru-iii n. 17. t
# t 991 ** +9 a
Palitos a parisiense.
Vendem-se palitos, ultima moda di Pa-
ris, de bonitos pannos rnescladot e prelo ;
na rua da Cadeii do Recite, loja n 50, por
menos prego do que em outras partes.
l5oas laten las e muito em conta.
Na loja de Leopoldo da Silva Queiroz, na
rua do Queimado n. 22, ven le se superior
brim trangado com list'as de c ir, de muito
bom gosto, smvn lo lano para palitos
como para caiga e jaquela, pelo diminuto
prego de 320 rs. o covado; leugos de can)
braia com flores de seda para senhora, por
5'>0 rs. cada um ; dilos de cassa com barr
de cor por 220 rs.; grvalas de cassa, de bo-
nitos padres, por 400 rs. cada um; ditas
lesetim deludas as cores, muito bem fol-
las, casimiras de cores para palitores e cal
gs, merino prelo superior, chales de 13a e
seda, luvas de seda prela c do pelica, tanto
paaa homem como pira sciihoa, cortos de
vestidos de camhraias abarlas, de bom gos-
to, ditos co,n barra, longos brancos brda-
los, e Outras muitas fazo idas boas e por
prego muilo baiato
- Vende-so ou prmulta-se por qualquer
ohjecto do igual valor, tres pequeas casas
terreis na cidade do Hio-Kormoso; a tratar
com L. J. de Castro Araujo, na rua da Cruz
n. 34
-- Vende-se urna negra, c eoula, dn 18 a
20annos, de bonita figura, cosinha e cozn
costura chSa, e engomm i, ludo solfivel-
mente ; na rua da Praia n 20
A 3,5oo, i ,6oo, c 4^0 rs
Vendem-so horzegums gaspeados para se-
nhora a 3,500 rs sapatos francezes de lus-
tro muito bons para senhora a 1.600 rs., as-
sim como finas escovas para denles a 400 e
Vendem-sf caixas com cem
charol, s, a 3,000 rs : na rua do
Crespo, loja de fazendas n. 3, ao
lado do arco de S. Antonio.
Vende se um relogo c >m cadeia, ludo
de ouro, hom regulador, o por prego extra-
ordinariamente barato : na loja n. 58, do
Aterro da Hoa Vista.
- Vendem-so quatro roblos de pedra ,
para 2 moinhos : na rua do Crespo n. 10.
Aterro da Boa-Vista, lojt decal-
cado n. 58, junto ao seleiro,
Vendem-s i chapeos pretos francezes para
homem de superior quali lade, e da ultima
moda, lencos relos de atim maco, ditos
decores de lindos padrOes, chapeos de sil
di pan ni olio dos melhoresque exislem,agoa
de Colonia muito boa, um completo sorti-
mento de perfumaras, borzeguios gaspea-
dos para senhora, sapatos de lustro, corla-
vSo, solm, e de tapete, sanatOes de lustro
para homem e meninos de 7 a 12 a unos, tu-
do vindo do Havre, bezerro francez, dito de
lustro, ni .oro i u i ns de cores, sapatos do A-
racaty ; eum sortimento de espelhoae es-
covas para barba, e muito commodo para as
pessoas que viajam, cortes de tapete para
sapatos de bom gosto; ludo se vende barato,
aliin do apurar dinhcirc.
-- Vendem-se 10 escravos, sendo um lin-
do moleque, de 13 a Uannosdeidade ; 6
escravos de todo sirvigo, um delles carrei-
ro, de bonita figura e 3 escravas quitan-
deiras : na rua Direita n. 3.
Vende-so ummoleque.creoulo, que pa-
rece ter ao mais 20 annos, de bonita figura,
muito activo, cosinha e engomma, he pti-
mo para criado de casa e pagem : quem
quizer, annuncie.
A lo rs. a duzia.
Vendem-se caixas com superiores obrejas,
a 240 rs. a duzia: na rua dos Quarteis n. 24,
loja do mu le/ns do Cruz & Bastos
-- Vende-so um exc'lente melhoJo de
violSo, perfeitamente nnvo, por muito bara-
to prego: no aterro da Boa Vista, loja u 58.
Clieguem ao barato.
Ni rua dos Quarteis n. 21, loja do miude-
zas de Cruz & Bastos, vendem-so t ida e
qualquer qualidade de miude/.as, por prego
mais barato, que em oulra qu existindo sempre um completo sorliinento
de miudezas novase modernas, lano para
a praga, como para fra, as quaes se ir.Vi
snnuuciando por este jornal.
A verdadeira deioojirdas.
Vendn-sea verdadeira linhi, em carriteis
de 200 jardas, por prego mais niodn > -lo
que en outra qualquer parte- na ruados
Ouarleis n. 24, loja de miudezas de Cruz >
Bastos.
Capachos.
Vendem-se capachos para porlas c meio
desala, por proco mais barato, di queem
outra qualquer parte : na rua dos Quarleis
n. 21, loja de miudezas de Cruz & Bastos.
Aos senhores aittuai.es.
Vendem-se superiores tesouras, para al-
faiate, bem como ricos botOes dourados pa-
ra casacas ; ditos de setim preto ns mais
modernos que tem vindo a este mercado ;
bulOes brancos para caiga, a 280 rs. a groza,
muito finos; relroz azul ferele o mais fino
possivel, e tudo por prego maismolico, di)
queem outra qualquer parto : na ruados
Quarteis n. 24, lo|a de miudezas de Cruz &
Bastos.
Carteiras para guardar dinheiro ,
ou letras.
Vendem-sc superiores carteiras para guar-
dar letras, uu iliolieiro, eom lechadura e.
sem ella, por baralissimo prego: na rua dos
Quarleis n. 24, loja de miudozas de Cruz &
Saltos.
Clieguem antes que se ncaliem.
Vendem-se estaadores, a 160 rs. coda
um : na rua dos Quarteis n. 24, loja de miu-
dezas de Cruz & Bastos.
Escravos fgidos.
quim Vidal, na rua da Cadeia do Itecife n.
56 A.
~ Vende-se u-na canoa granda que pega
de 1,500 a 2,000 tijolos dn alvenaria grosss,
- Vende-se um oscr.vo de nagSo, de bo- *m "uil bom e'1"10' Dor Pr.e cmm
n .(.-. (..(... ,...., .. .il...|. i Vil.va I lili II
nila figura, sem achaques, proprio para mi-
do : a tratar com a senhora viuva Cunha,
genhoou sitio, e mesmo para qualquer ser-, '.'. b' rrnc'sco
Jigo, be de mulo ba conducta, oque se1 ." Vende-se ou pe-muta-se por escravos.
alianga ao comprador; na rua do Livra- tca parte de um sobrado de um andar c
minio U. 38, venda. soto, silo ua rua do Caldcireiro de, acida-
*. .U ^_______________.1.1... ... I i i,, ll.l.l,.
Olho vivo com os marrecos. |d('' uma P"rle** um :a' "a Ml,8 Lei e todos osregulamonlos para aselei- "tr""r "a ru' streita do Itozno u. 7, loja
grtes, por 1,000 rs CidadSo! por liio pou-:de our,w< ou ,lul"-,e-
co nSo vades fazer papel de bobos, quando W- ^9 "
ten es do exercer a vossa soberana ; na lo-1 Na ru< estreita do Rozario, liavessapna
ja de Joflo da Costa lluurado. o Queimado, deposito n. 39 A, alm das bo-
Queni nio escrever I lachiuhas, biscoitiiinos, latas de farinha de
N3o sera por falta das melhores penas n Arerula e de trigo, que costiima vender,
mais baratas quo se deixai de escrover pa- tambem ven le superior b ilacliincha de Lis-
ra a California, paiz do ouro, mandando-se boa e chocolate, lauto a retalho como em la-
buscar 19o precioso metal F. as taes penas lasquaL)ur'dos objeclos.
de secretaria ? K as de n. 20? Mas de to- Veiuo-so um macho gran le, proprio Il" achar-se em trras da fregu, ia doici,,,
das neiihumos como as de rama furta-cres para carro, manso : no Trapiche Novo n. 14 "de procurou a francisco Alies de MuTall-
Ob I que penas! Na loja de Jo3o da Costa primeiro andar, ou no Monleiro,sobrado de- 1,a VarejSn para a comprar ; que Uourado. fronlo da igrej. '. hender ser generosamente recompensado,
Vende-se um casal de escravos e urna Vende-se uma bonita negrinba, de 13 'devendo conduz-la ao engenho nulos, ou
cria : na rua estreita do Rozario, venda n. annos, chegada do mato : na rua larga do!' r'Ja "ireia dest ridade n. 121.
16, de BernardinoDomiugos Porto. ozario, loja n. J5. I'ksn. : Typ. de M K. dk Kami* 1863.'
Desappareceu em 8 de julho do corrnn-
te aun i, um caboclo de nome Jos, escravo
de Pacheco Filho & Mondes, da miado do 4-
raraly, o qual tem os signaes seguintna : o
braco esquerdo quebrado na munheca, ca-
bellos pretos, as pernas um tanto arquiadas
para fra,he de boa estatura,e cheio do cor-
po, bem l.di.nilo. porm quandn falla aperta
a lingoa entro os denles, tem por costme
quando se llie pergurila alguma cousa res-
ponder senhor sim ou senhor u3o, levou um
cobertor de la ordinario ain la novo, cha-
peo de palha da Italia j usado.c im fila pre-
la, caiga de algo ISosinlio azul OUCOmlis'-
tras, camisa da mesma fazenda ou branea.
Este escravo lem vinlo do serijo por trra
a esta praga, e muito gosta do lugar do Po-
dras de Fugo, aon.le pule ser que esleja
acollado, e foi escravo na villa do Pombal ;
quem o pegar Live-o a rua da Cruz do Ite-
cife n. 33, casa de Luiz Jos de Sa Araujo,
aonde se acbava o mesmo escravo para ser
vendido, e se recompensar.
-- Desappareceu do engenho Novo, do
Cabo, ha 15 dias, o negro de. nagSo, Jos,
conhecido por garapa ; he alto, reforcado
do do corpo, cor muito fula, com falla de
denles na frente, e falla muito desrangada ;
quem o pegar leve-o ao dito engenbo quo
ser bem recompensado.
-- Desappareceu do engenho Salgado ,
da freguezia Je Ipojuc, no da 2 do corre-
le um negro, carroiro, do nomo Antonio,
de altuia regular, corpo magro, nSo he pre-
lo retinto mas sim avermelhado, ten urna
orelha com a melado mu relia, donleselbe
tirou ha dous ronzas um lobinho que se cus-
lou a curar, he de Angola, de mais de 40
annos de idade, falla muito b ni. he muilo
o 11 -iici riso, em qualquer parte p le muilo
bem dizer que he forro, porquo assim o pa-
rece : roga-so portaulo s autori la les poli -
ciaesecapitSes de campo a captura do mes-
mo, mandando levar ao dito engenho, ou
no engenho Novo, do Cabo, ao Sr. Francis-
co Jos da Costa, que sera bem recompen-
sado.
Hoa gratificacao.
Cratilica-secom 50,000 rs. a quem sppre-
hender o moleque Luiz, que fugio em 21 do
julho il i coituuI anuo, de i lade 10 a 12 ali-
os, natural da villa de Caraubuns, compra-
do a Manuel Jos Mondes KaslOS, limador
na mesma villa; levou caiga de lislras, e
camisa deriscado.de cr fula, olhos vivos,
les pequeos, tem um talho no rosto de
urna queda; julga-se que esleja introduzi-
doem alguma casa, iniilulando-se livre, e
ate com nome trocado para o que le.n mui-
la astucia, pois ja commetteu igual crimn;
prtanlo roga-se a todas as aetorilades po-
Iiciaos e capilSes de campo, que o peguem e
levn na rua Direita, venda n. 76, que rec-
benlo a gralicagSo cima.
-- Anda auda fugi la, desde abril do cr-
renle anno, a prela Joaquina, creoula, de
idade de 24 annos pouco mais ou menos,
te eslalulura regular, refeita do corpo, cr
prela; tondo no meio dos paitos urna cos-
tura bastante levantada ; quando fugio es-
lava jicj.nl (, e suppoe-se ja ler parido; cons-
'.
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