Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03484


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Full Text
. '
Anuo XY11I
Sabbado 21
DlilllO DE
niKpo DBoairqlo.
PaOtMItlTO ADIlNTiDO.
bi trimestre............
Por semestre .....
Por nao..............
PiaODINTKO DoralMKSIB.
P01 qu.rtel.............
vorioiAiBolmrEnio.
Para.... l de Julbo Minas... M deJiilho
Maranbao. 2! de ililo S.Paulo. 17 de Jnllio
lV.ii.>.... ao.de dito R. deJ.. 1- de J11II10
1 ic-.-ti.il> > 13" ie Agosto .lahia... (de Agosto
4/000
8/000
15/000
4/500
diada iiniai. ADDirwclAs.
iGScg.S Moque. I Juliod Orf3
l7Terc. S.- Mamcde ', e5. s 10 horas.
i m. I, raradoeiwl.
18 QuartS. Clara. 3. e 6. ao melo-dia.
lOQuihl S I.ui. fasenda.
10 v.i. S. Iternardoi. e 6. as 10 horas,
ab.doulorda Igrrja 2. vara do civel.
l|8ab. S. Joanna rjt, e sbados ao melod
32I)oin 188. Juaqui i Belacio.
Pai da S. V. M. de D.JTercas e -libados.
FBHimlBBI.
Crescete i 22, as 3 horas e 48minutol di m
Chela a 29 aos 48 minutos di tarde.
linguan le i 8, aos 32 minutos da m.
Xova 14, aos 21 minutos di larde.
rsuaisriiOJ
Prlmelra s n horas e 18 minutos da manhaa.
Segunda s d horas e 11 minutos da tarde.
Je Agosto de 1852.
N. 187.
rAKTiDA oi oounrios.
.Lana e Parahiba, s segundas c seitu-
tiris.
Jo-Crinde-do-Rorte e Victoria is quintas
|felral
mito, Cmaro, e Garanhuns no i"e IS decida
ms.
lores,Ourlcury.Exu e Bol-VIsti l3 e 28
lllnda, lodosos das.
fodos os Corrriospartemaomeio-dl..
OTICUI HTBiNOIIBll,
Portugal nde Julhr Austria a de Julbo
Heapanba 1 de dito Suissa.... 3 de dito.
Franca.. 8 de dito Suena... QiideJuobo
Blgica... 3 de dito Inglaterra KdeJnllio
Italia..;. de dito E.-Unidos 2(de Jnnho
Alemanha. I de dito IMexico... 3 de dito
Prussia ... dedlto .California Idedito
Dinamarca 3 deJiiuhoChili. 0 de Malo.
Itussla... 2 de di(o liucuos-A. ideJuIho
Turqua. 20 de dllo iMontevIdeo 5de dito
C1MBIOI DE ao BB
Sobre Londres,a 27 '/, a 27 'I,
Paria, 345
Lisboa, lOOpor canto,
tTAtl,
Ouro.009a he.panhol.s...,
Moedas de fl/40u velhas.
. de 6(400 novas.
de 4/000........
Prata.PataerJesbrasileiros...
Peaos columnarios....
pitos meiicano.......
AGOSTO
por d. 1/000
, 19/000
IrBOOa
,000
tooo
1/920
1/020
1/800
PARTE OFFICIAL.
alInlSTEHIO 00 IMPERIO.
RolasSo dos d'snachos publicados pela se-
cretaria de estado dos negocios do impe-
rio no da 29 de julhode 1852, anniver-a-
rio natalieio ile S. A. I. a Sercnissima
princeza I) Izabel.
Corle e casa imperial.
Titular sein grandeza.
Ral ."! 1 li' l.ri ..'i I ht 11 C iilllll 111 I illl-' SU
perior JoSo Baptisla da Silva Perfila
MINISTERIO DA JUSIICA-
Por decreto de i dn I gusto contento foi
perduada a Antonio Concilles Netto pona
de oito dias de prisSo que Ihe foi imposta
por sentones do juiz municipal da terceira
vara da corte.
Por decreto de do iresmo mez foi no-
meaJoobscharel Pedro Francolino Guima-
rSesjuiz municipal fl doorphSos do termo
de Grremnabo, na Baha ; oi removido,por
o hiver podido, o juiz municipal e de or-
phSos 1.1 mi Vctor de Girvallio, dos turlos
reun los da Marra e Ghique-Cliique para o
voa-
cior honorario, o comm.nd.nte superior Joto I de Poito Seguro, Santi Ouz eTrancoso, na
Rodrigue nibia. I Baha.
iiidtm imperial (lo cruzeiro.
Dignitario.
Tenante coronel Francisco Viclor Je Mel-
lo e Albuquerque.
llr/m de aviz.
Commendadores.
Teneiite-coronel do estado-maior Jos Mi-
riano de Mallo, coronel do dito Vicente
Paulo de Oliveira Villas-Roas, coronel de
infantil1.1 Lu? Manoel de l.itna e Silva.
Ordem de christo.
Commendadores.
Cirurgio-mr reformado Christovao Jos
Vieira, Chafa da p.gadoria mililar Luiz Ce
gar de Athayde, coronis Jos Joaquim de
AndradeNeve, Francisco Xavier Torres e
Jilo Antonio da Silvi'ira.
Cavalteiros.
CapcIISo padro Antonio Jo- dos Innocon-
t6, pagador Antonio de Campos Junior, 1111-
jor graduado do eatado-uiaior Pedro Alw
Caliral da Sdveira da Cunlia Godolnhim, ca-
pit30 do -I ido-maior Joilo do Souza da
Fonseca Costa, capuSo Franklin Antonio da
Costa Kerreirs, tonidile do I" regiment de
cavallaria Garlos Bethz de Oliveira Nery,
primeirn lente do 1" batalhSo de a'tilna-
ria a pe Jos Joaquim de Cima e Silva, pri-
mero tensla Jos Thomaz do Alenla Pe-
roira Valente, capio do corpudo engenhoi-
ro Jos Basilio iNevesGonZiga, capilSo da
guarda nacional Jos de Miranda e Castro,
capilSo Jos Auto da Silva CuimirSe.
Ordem da rosa.
Dignitarios.
Tenentc-gcneral Benlo Manoel Ribeiro;
brigadeiro Jos Fernandas dos Santos Pe-
rein "coronis commandantes superiores
David Gsnavarro, e Joiio Propicio Mena Br-
relo.
Commeri/arfores.
Coronel graduado Solidonio Jos Antonio
Pereira do Lagojlenente-coriuiel docstado-
niaior Alexanlre Manuel Albino de Carva-
JI10; coronel do estado-maior Miguel de Fras
Vasconcellos ; coronis Mino-I lluniz lava-
res, Severo Luiz da Costa Lbaro la Prates,
JiTonymo Jaciutho i'ereira, liarlo do Jac
iiy, Jos (ornes Portinlio, Mano d Pereira
Vargas, e Francisco Antonio da Silva Bit-
lencourl; lenle coronel Sevormo Ribeim,
majur Joaquim Feliciano Co I lio Kelly ; co-
ronel graduado Ignacio Coira de Vascon-
cellos ; Manoel Lucas de Oliv ira ; tonente-
coronel da guarda uiciouil Manuel de Oli-
veira Bueno ; JoSo AnooioSjvero.
U/ficiaes.'
Tonenlcs-coroiiois da guara nocional do
JuguarSo Maxiininiano Soares Lima, Floris-
bello Antonio de Avila, Antonio Dil da
Silva, c tencnte-coronel da guarda nacio-
nal de P. Iotas A'eralim Ignacio do* Anjos ;
Biajor da guaida uaciaual do Boqueirao Vi-
cente Vieira Braga; capitn do I." regi-
ment de arlilharii a cavnllo Kmillio L'iil
Usllelj capcIISo padre Antonio Jos de
Mello; {". cirurgiOes JoSo Pires Familia e
Justino Jos Airea Jacolinga commissano
Aceitou-so 1 renuncia que fez Francisco
Alves lluarte Silva dos olllcio do priineiro la
liellioeescrivaodo crime, i-iveloorphaos,
e privativo de espillase esidiios, e do ju-
ry o ex'-cuedas criminaesdo tormo de Pi-
rahy, da provincia do Rio de Janeiro.
Por decreto de 7 do mesmo mez foram
nomeados :
Alferes da 6' companhia do l. baUlniio
de infantarii da crie, o-2 argento Jos
Ferreira de Paiva ; da 7." companhia do
mcsino balalhico, GeraldoCaetaoodos San-
tos ; commanoante luparlor da guara na-
cional do municipio do Marianna, da pro-
vincia de Minas Geraes, Jos Carvalho de
Soma ; major commandanle do esqua Irflo
de cavallaria da mesma guarda, Jos Luiz
da Silva Vianna) taaente-euronelscomniin"
danto do 1. I'atalho da mrantari, dita,
Francisco do Piula Ramos llorl; de 2.
balalli.iu, Francisco Jos da Silva Bamos ;
do 3.", Miguel Joaquim Gomes do Figueiro-
do ; do *., Dimingos Jos Alves do Souza;
quali, caudilho de muito prestigio en
Corrienles.
O Rio-Grandense do I.' do correte, refo-
rindo-se follias de Montevideo de 15 do
passa lo, diz:
Foi instigada a junt* de crdito publi-
co no illa 7 do passado, compondo-sn dos
Srs. ministro da fazenila co-no presi lente;
Braga, presentado pelo ministro hrisilei
ro; D. Alexsndre Chucarro, D. GhristoTo
Salvanac e D. Vicente Vasquez: nomeados
pelo governo. No ministeio da fazenda
ranjou-seuma gala para ostrabalhos da
junta, e conita que breve principiar seas
frrenciai com is melhores disposir,6?s; lioje
termiuou a negocisc9o.
Quinto a limites, o Paraguay entrega i
Confederaba') todssag missOes que possue,
fleando o Paran por limito entre ambos os
estados, des le as possessOet brasileiras at
a ua confluencia com o Paraguay, duss le-
goasabaixoda ilha do Atajo, dnsde a boca
nperior d ste rio. Esta Ubi est na mesmn
confluencia dos dous rios, equidistante das
suas costas, o por ser alegada quasi em sua
totalidade n9o tem destino til seno para
cOrtode madeiras.
Por todas estas rasV (lea conveacionado
diridi-li entre ambos os estados, na distsn-
(rabalhos
Na ConfeJeracSo Argentina a proviney: 1 referida de du s legoas abalxo da boca
deS. JoSo demittio o governador, o ger1' "riordo rio Paraguay, de mineiri que
ral R ,-ivi'l-'s, dando por motivo a falla de
conlianca que tinha aquelle povono gover-
naoor.
Esta provincia adherio ao convenio de
S. Nicolao.
Continua em Buenos-Arres uma extra-
ordinaria escassez de meios'monetirios, e o
governo admitte a enlradi do familias de
trigo e legumes, que al entilo eram prohi-
lii ios, a ver se assun entra psra os cofres
publ.cos alguns recursos. Mas isto foi li-
mitado gmenle at 31 de dezembro do cor-
rente anno. Afsnnha pagar porcadi bar-
rica, ou 8 arrobas, 20 reales, muela meta-
ica, e os g'Sos o legumes os metmos diroi-
tos que os comestivois: eremos que sio
28 X.
0 ministro da fazen Ja de Ruenos-Ay-
res, vendo a exiguidale souro, pedio sua demissS.i.
a Foi pedido pelo governo ao lliesnu
commandiot* superior da cinrd nsclooal ro (0,000,000 de peto*, o o general Urqui-
du Mac ioo Villa >lu Norte, a provincia das z pele tambem *'000,000, c mo haven lo
Alagas, Dr. Manoel Sobral Pinto; cli :fe essas quaulias suppOem-so novas emissOes
de estado-maior da mes na gnarda, o coro-1 de papel. Ongas a 285 1/2 posos, e subiriam
nel Manoel da Costa Moris ; tenente-coro-1 anda.
nel do I.0 batailiilodc infaniaria dita, Fran-| O poder legislativo em Montevideo abo-
cisco de Meira Lima; tenenlos-coronei* lio o imposto chamado de alcavalla-
comman lano do 2.0 balalho dito, Manoel Eji Montevideo haviam celebrado com
do N'a-cimcnto Lins ; do 3.*. Jos Rodrigues enlhusiasmo os testas dejulho
l.eile Pianga ; coininaudante superior da.
(Jornal do Commercio.)
guarda nacional de Porto-Cal e Poilo de Pe-; _^____^_
dris, Dr. J.cintho Paes de Mendonco ; ene- I0KM 11.
fe doestado-maiordito, Joao Mannho Si-| Enlrou hnniem Jo'ro da Prata o piquete
cupira ; Lente! coronis conimanlanto ,ft_,el frHet_ Traz d-tas do Buenos-Ayre
do l.' batalhlo do infanlaria da mesma ale o e de Montevideo at 5 do corrente.
guirda, Jos Ignacio de Mencione j; de1 2 A noUc|| m,|s jp0rUllie |. ( ,io reco-
Sebiatiao l.m, Wanderley ; O "< nhecimento d. iniependencia da repblica
cisco Goncalvos Jjfeinz ; do*. laulocacla- Jo |,aragU8V pe|0 goVPrno ds Couroderacao
no SimOea ; coinmaiidante superior da Argeiltjna. NlS doeumenlos que abaixo
guara nacional de S. Miguel, Atilaia e A- lransl.rtVe,oS oncontrarSo os leitor.'S os
la^ss, E-I ix Jos da Costa; dieres do es- p0riII0nureg ucsle transcendente aconteci-
lado-maior dito, Joaquim Tmmoteo llomci- \,eni0 .
ro ; lenenlos-coron is cummandanle do 1. nnnriiiv
lial.ih.iodeinlauura, Francisco do Paula VIVA A REPBLICA DO PARAGUAY.
Heaquita Cerquolrs; do ., Nicolao Aire 0p'"'fn'en\T?lirrBn,
llud igocs ; do JoSo Cor ca le Araujo ; Tendo designlo o di. 17 do corrento, de
coronf commandanta do*', JoJodeFa- aecordo com r-enwrrw a0^de negocios
nasllitincourl; commsndsnle super.orda guarda nacional de Aasembla a imperalriz,' pecul junto a este governo, para o eioso-
Jl.nol ioFanas Csbial ; cliefo do estado- fna .10 reeonl.ec.menlo da repblica do
m,ior.Ma.....il MaroueM-adillia lenles- Paraguay pela CoofederacBo Argentina e
".'ro isco1,,i,Vl.,,|odo..o blllhflo do Msa.ndo nessedia o motivo para o brado
inf ria.Jise Lopes Ferreira ; do20,Jo- patritico --Mependcnoa oumor,e usado
li r > l.-ite : lo 3 '. .M.n'.ol Alberto os actos ollicae, resolve e dec.ea :
; l .Ag'tumo taliaira de liocedo;! Art I. No d,a 7 deate mez 3 |,,bos da
cun lindante superior da guarda naoiona republ-ca usarao do l-co mconal, coi um
oe^,a1iacl.oxu, Manoel Lino ds Silva lete.ro que dig.-V.va a r.-pubhca do P.ra-
Tavares ; chele do cslado-maior dito, Jos .J*
Soarea do llego; teueutes coronois com- *r.
Art. -2. Di3ssc da 0111 diante nSo ser obii-
Sintoa ; commandanta auperior da guarda
nacional do Penado, Manuel Gomes Bibciro
nacional. Assumpc3o, 10 dejulho do 1852,
l 1 i .1. : da independencia nacional.--
grrai"AbefcoV,'e7 dVcam"",; ;" tcnent ^0" Wo'!0f- 1!?V!S^ CoWera&
ronel de ostadu-maior Joaquim Pioeopio cleo Antonio FtnuniliS 1 nen t.....,.........fn ,..,,_ ,,, ,,.
Fraii- Carai Antonio Ltfts,
.enen -1 Exm. Sr. director pro
iatalhaoi Argentina, general I), insto os deVrquiza
ronel de osladu-inaior joaq,... ..v.r..
corpo de engenheios Antonio Pedro de Jos Vicente de_Me,le,r,,s; com uiandan-j j ch ,, j r, rH.ntl.go Itarntl, no
Alencast.o; major .1. guaro uacioim a..- "-PJ"*^?* ^T;nu;,'n;V^G"c\l^VU-,cl'o-l^''ctor"que V. Exc. foi erid"u conenr-lhe
0d.C8T 2 ora.;Jor'.')on rngoVdo Z^n00 R*be',o e ]d encarregado de negocios da Confedera-
^!L^a^'SS^lMia^3&t^ Silra taneniea-cornelcommandanle do u;. Argentina em m.sso especial junto a
M^VSSb?u ".Ulbau de inlanl.ria. Mano I severo leste governo, proporc>onuu.ma. grata oc-
al aqui continua a servir do limite com-
mum o Paran. Quanto parte do rio Ver-
melbo, em conformidade c >m minhas ins-
iru-ri -, deixei sein especificaQo os limites
por esla parte, es'.abelecendo porm a coin-
munidade da navegaQlo dos ditos rios, e
maniendo corso inJiputavel o dominio ar-
gentino em to I mi Chaco, at a sua margem
direita, sobro o que poderojfazer-so ajus-
tes ulteriores se S'i julgarem necossirios.
Cuneen' le em neutralisar uma porco de
terreno na Rost direita do rio Paraguay de
uma legoa de largura desJe a embocadura
dorio Vermelho at o Paran, que formara
uma distancia pouco mais ou menos do do
ze legois. Julguei dever ceder a osta insis-
tencia do governo, quan lo em troco obti-
uba valiosissimss BonoesaOea para attrahir
sem didlculdade alguma o commercio de
llolivia para os nossos portos; sHo essas
concesses as seguidles :
O governo do Paraguay so obrigou a
empregar os monis que llie proporciona sua
situacSo lopograplnca para Facilitar a 11-vn-
gscSu do rio Vermelho, deslruindo os obs-
tculos que se tiverem croado no sen canal,
fazendo as obras que forem praticaveis para
melhon-lo, e egtabeleceiido, posices da
costa de aecordo com o governo argentino
pira estabelecer pontos do escala s embar-
caedeg edefendedas quanto possivel frdos
barbaros que habitan a maigem esquerda.
Oh igi-se tambem u eslabelecor e guar-
necer um porto no rio Pilcomtyo na maior
altura em que elle seja navegavel, e segun-
do fi) indicado pelo governo argentino de
modo que d.li se possa dar ao commercio
urna via terrestre a mais curta possivel al a
l'........na de Bulivia, por cuja va lica esta-
belecido do uma m.ueira absoluta o livre
transito das mercadorias despachadas de
portos ou para portos argentinos.
Sob as bases que deixo referidas, estamos
redigiudo um tratado de limites o navega-
(iii qne licura assiguado no da 11, e rali*
in-.i ui no da 16, por parle deste goremo,
atteodendo ao que, concorde e,n fazer o re-
conhocimento ila independencia desto paiz
no di 1 17, confornie rriiulias instrucciie-s
O presidente osla bam componet'adodo
que o bom resultado ulterior do tu lo isto
depende da conscvaco da actual ordem do
cnusis na CoifeleracBo, y e.slou ceito de
que nada omillird por sua partuqueparu
isso possa contribuir.
Deseja ello cultivar relacOes particulares
com V. Exc e com eale Uro escreve-lha
cuutidonciilmente. Eu, por niinba parte,
cultivo quanto posso estas disposices, por
isso queasjulgo de uma conveniencia 111-
culeatavel.
Daqui a oito dias devo remetiera V. Exc.
o trata lo celebrado e sua raliliracBo por
parle deste governo ; c nessa uccasiao da-
rei asexplicagoes necessarias ; por ora li-
milo-mea dar a V. Exc por parlo do mi-
nisterio, a nolocia ollicial da niiulia choga-
nuil'' assumpos importantes.
Ai'.provou algumas leis de u'dem nlerna,
taes como a* de patentes, ptpel sellado, or-
cam nto geral de despezar, etc.
O orcamenlo geral do despezas, esleulado
para 18 mezes, sobe a 2 611,319 pesos, o o
da receita a 2,419,706 pesos lican lo um d-
ficit do 221,618 pesos. Este dficit augmen-
tou com a abolltlo do imposto municipal
creado em a do abril da 1819, e cuja renda
om um anno era oreada em 180,000 pasos,
de orle que oestes 18 mezes lera o gover-
no de fuv.'r face a um dficit de crea de
meio milhSo do pesos. SuppOe elle porm,
e com razio que a renda proveniente desee
imposto ser mais queconpentada peloaug-
monto da importacSo.
Em 9 de julbo foi promulga I um. lei de
su 111 un importancia. He a s'guinle :
Art. I.o Todas as trra o propnedades
publicas se declaran, esp-cislmenlc sITecta-
das amorlizacilo da divida geral do Esta-
do. 2 Fica absolutamente prohibid! toda
e qualquer alienado dessas trras o pro-
piedades.
A aulorisscito pedida pe'o govarno para
entoni r-se com os credores do Eslado foi
Odlorgada pela assembli geral
A' 8ancc.Hi) desla lei seguio-se outra de
reconhecida equidade, e que leve geral ac-
ceilacB'i, a que aboli o direito de alcavala
que iiesavt sbreos bens dciaz com* por
cont sobre o sen valor sempre que eram a-
licna los.
tt nssembl* concluioseus Iraballios oll'e-
recendo um esjieclaculo de alto interesan e
moralid.do que faz honra ao paiz. Na re-
vista do mez passado publicamos um pro
jectodelei que depois foi approvado pelas
duas cmaras. Estatua:
I," (J110 todas as quest-s sobro juro*
vencidos en ro 6 de dezembro de 1815 dia
em que romecnu a guerra no territorio da
repblica) e 8 de oulubro de 1851 ( em que
se celebrou a piz ) quer as ubri.^acos
fossdin c intrahidas ou vencida* antes ou
durante a poca referida, ficavam lujeitai
para sua resolulaqBo aos principios esl.be-
lecidos pelas leis para os esos lorluitos e de
forca maior.
2." Que esta lei nao comDrehendia as ques-
tes que s suscitassem sobre obrigarf)es ja
compridas.
Esta lei foi goralmeuto desapprovada, e
muitas pessoas respeitaveis dirigiram uma
repre.sentaio ao governo reclamando con-
tra semelnanle disposii;ao,relroictiva.
O governo devolveu a repres-niacBo em
a lomar em consideraefio, por l-r resolvido
pudir a assemhla geral reconsiderasse a lei.
NSo a pi-ninulgnu pois ; usou do velo e de-
volveu-a as cmaras.
Gumpria que a assembla se oeciipssse
novamente doassuinplo, n para esso fin 90
re o 11 i rain ambas as cmara* na uoute do II,
estando presente o ministerio
Eni.io presenciou o povo um e.peclaiolo que
deitou em sua niciiiuria aura.lavis recorda-
cOes. A as.embli leve uma sesso calorosa,
mas 11A0 tempes.liosa. A le. fui su-leni id 1 e
combatida coro (..lento, c rejeitada indi quKro
horas de diMUasio, pnr nao er a seu livor duas
lercas parles do*.uffragio* quea uonsliiuicao
exige. O ininisierio labio airoso de um. pro-
va5.n0 dlllicil em que pudciia (cr snllriilo urna
derrota estrepitosa,
No dliseguinte devii procederogoverno.no
encerramciilo da sessao, depoi. de Horneada
pela assembla acoinilllssio pennnneiiie de c-
te Miembro, que deve estar eiu eiercicio du-
rante o iuleivailo das sesses. Fota.u cleilos
para cssa i-oiiunissao ossenhnrcs senadores Coa-
la c Antuna, c representantes Acevedo, Ataa*
sio Agulrre, luanlcd Garca e Gayuso.
Tcve lugar esle >nc um acciiiueciiiie.iionola-
111 1- que n;io causo.. ,n menor impresso
de-la a (odns os barcos mercan(es, sem ezcep-
fc de bandeira. Parece-nos naluralquen (e-
neral L'rqulia, Enlrerlann. queira a uavega5.n0
livre dos anllenles do Pral, e que o cooselbo
de eslado de Buenos Avres, compos_(o de por-
(enhos, se npponham a essa concesao.
Annunciava-aequr. ia ser levantado o seques-
tro dos bens do general Rosas.
Dissemos no supplemento do Jornal do Com-
mercio publicado anle-hontem que o general
I fijiu.'.i iinli.i assumido o governo provincial
delluraos Ayres. Sabemos boje que o general
anles de dar este passo, e apenas recebera o ol-
ficio em que o governador Lpez se deiniUia,
leu 1.u-i ou(raa i-iunlon i.,-.ies para conseguir o
es(abelecimen(o deum governo p.iramen.e pro-
vincial, mas que Indos os individuos que elle
convi'lra para tomaren conta da adiu.nis.ra-
5ao se rccus.ram.
En(re>lles diz-se que fura convidado em |ir.
ineirn lugar o general Pinto, c que eiiglra o
reslalirleciiuciKo da ordem publica eiislen(e
cin 23 de juuho, quando foi dissolvida sala,
eilgeaelai que o general TJrquia emenden nao
dever aunuir. Accresccnla-se que lbram convi-
dados tambem n general Guido e D. Nicolao
Ancborena, c que ambos reciisaia.11 aceitar,
posto que por ino(ivos dilTerenes.
O general Galas fui nomeado minislru da
guerra e tnarinha da confedera5ao.
A .llu.cio (inanceira era deploravel, C falla-
va-se cm novaemissao de papel.
(dem.)
IDBM.
CAMBIOS NOu.A l3 DE AGOSTO.
Londres 27.n2/li4d|V
Paris. ;ii8a353d|v
Lisboa !irt por cenio de premio.
Ilainbiirgn. 656. (i" di.
HETABS E FUNDOS PBLICOS.
Me(aes. Uncas bcsp.nnl.Olas 28^900
. da patria S#900
Pcf.ns de (i/4011, velhas. I6>tMI0
iMocdas de i#000
Pesos hespanlic.
- da patria. .
Patacdes .
Apoliccs de li por ccnlo.
0^110(1
1 f\)IO
i/MO
ifilO
101 1(1
100
a 1"J30
a l||0
prov.nciaes .
^Jornal do Commerao)
BABIA.
CAMlle. NO DIA 18 DE AGOSTO.
Londres........2"
Pars.........d.)S o ir.
Ilamburgo.......B58 o marco.
Lisboa j......., 0 por c.
mi 1.1 .. Dobrdcs hespaiihcs. jlO/100
m mexicanos .... 3i'i00
Peeas de (i/400 .... i6#U00
Moedas de 4/000.....vi'000
Palacocs brasileiro. 1/9*0
.\c50cs do banco.....o porcento 11.
((orreio Jlercaalil.)
Bitancourl;
un r linuipl 11 lh, o Jos Alves V.1 lenca 111
ores da guarda nacional Jos Antonio do "lor- .
Souz. lose Rodrigue vergueiro, o Ju- da l'oram reformados nos mosmo posto :
Luz Cunha ; tanente-coronel Eliseo llaciel; Oscuronois cummindu.tw superiores da
eJos Joaquim Candido de Mace lo; major
commandanle mlerido do li.u 1H1.V1 dn ci-
dade de Pelotas Joiquim de Sa Araujo ;
tcnoiites-coroneis J0B0 Baptista deOiiveira
Mello, Patrelo Vieira Hodri^ues, Jos Joa-
quim Machado, e Jos Joaquim barbosa ,-
major graduado J0B0 luiz de Abreu e Sil-
va; capilHo-leuento da armada nacional
Antonio Caelauo Kerraz ; delegado de po-
lica do municipio de llag Joaquim Perei-
ra Fagundes ; coronel Severo Jos de Sou-
za Lima; brigadeiro francisco Sergio de
Oliveira ; major da guarda iiacioiul Eran-
risco Manoel de Oliveira : major Guilher-
ine Xavier de Souza.
Cavalleiros.
Antonio Jos da Lunba ; o major ajudante
d'orJan 1I0 extin to comman 10 superior
da guarJa nacional de Itsidcur da mesma
provincia Francisco Ju5o Oassiano Lisboa
Sorra ; o major da eUiuct. legiBo da guar-
da n -.n-.nal de Piraliy, na provincia do K10
de Janeiro, Caetano Josd Cunes.
INTERIOR.
va-ho ; capitBo coinmandante do esqua lro
da villa do JaguarBo Canlano Augos o Pe-
nado ; capitBu do esquadrSo do Estado O'
rn-iiiii Salvador Feroua ; segundocirur-
giBo reformado Jo* Flix da Moraes ; pa-
gador Jos Jo'qiiini Lu do Castro J-
nior; capitBo do 8.0 regiment do cavalli-
ri. Jos Ferreira da Silva Junior e opitlo da
Iguarda nacional Joaquim da Cunha o Silva ;
capitBo do 7.' balalhBo de inl-nlaria Jos
Antonio da Silva Lopes; tenente do II.' ba-
talhSo de infantina Anlouiu Jos Ferreira
Cavalcanli; capilSo do 14. batalhSo de in-
fantina Sallusli.no Ji.Toiiiiiui dos Iteis ;
major da guarda nacional Ignacio Primito
do Prado : lenle da guardi nacional Feli-
ciano llibeiro de Almeida; capitBo da
guarda nacionalAnlonio Mancio llineiro;
lenente do quaito regiment docavallf.-
ria Francisco Maiques de Oliveira; tenen-
tes da guarda nacional Aureliano Amaro da
da Silver, e Pedro Jsclutho pereira ; alo-
rrs da guarda nacional Manool Lupes da
Silva, Jojqaim Ueslra Fa,undes, e Jos
Bic.rdo de Mig.lhBes; tenentes-cjroneis
Francisco llamires de Souza Feij, o Ma-
noel Muceilo I'.r 11 m.
Secretaria do esli lo diis negocios do
imperio, em 29 do julbo do I8>2 --Wo irape-
dimcTilu do ollici.l maior, Joaquim Xavier
Oarcia le Almeida.
Soares de Mello ; do 2.o, Pedro Vieira Ju- lcasi'o ue manifestar a V. Exc. a symp.lhia
'que sempre Uve pela causa que Iriumphou
do poder ominoso que tyranuisava as duas
republios Os brilhantes successos de oulubro e de
fevereiro prximo passsado demonsiraram
s inici vene/es do velho mundo quo essa
glori 1 eslava reservada para a mBo destra e
firme de um general argeulin .
G'ato a V. Exc e convencido dos justos
sentiuiontos que o aninnm a favor desee e
desle paiz, prestoi toda allcncSo as Bondi-
c.);-s com que V. Exc. resolveu reconhecer a
i-.'in.ih'i .oc paraguaya.
Um tratado do navegar;Bo o limites fici
convencionado, e dentro de poucisdias se
preoiiChcr Sotodas as formalidades uo es-
telo, licundo j desigualo o dia 17 do cor-
rente pra solemnisar o reconbecimento da
repblica pela Confederadlo Argentina, co-
mo adiar V. Exc. no impresso qunteiihoa
MtisCefiO de incluir, e de ludo sera mais
bem informado pelo ditoSr. eucarregido de
negocios.
V. Exc. deu ao Paraguay um dia da gloria.
a feliz posicBo de cultivar sui industria e
commercio livro de e nbareos exlerio es.
\ repblica mostrara gratldloi V. Exc. por
meio de uma poltica sincera, leile ami-
gSVil.
Queira V. Exc. aceitar con a expressBo
dos meas .denles votos pela sua gloria o
pea pi-nsperid ule da ConfederacBo Argenti-
na a mellior vonlade e lino altelo cim quo
me aasigno de V. Exc atiento cralo
Carlos Antonio Lpez.
viva a co.\FEoi;n.\(:\0 argentina.
zn. Sr. general l). Justo os de lirquza.
ASSumpcSo, 12 dejulho de 1852.
Piiocii iarei tor felicitar 1 V. Exc. da 1111-
neira mais cordial pela auloridade nacio-
1110 DE JXNEIHO 9 DE ACOST.
F.nlrou hontem do pollos do gul o pa-
quete a vapor Imperador. Traz datas de
I' o 1 > \ e-u ato 31 do passado e do Rio-
Os m.jores da guarda nacional Balblno! Craude at o 1 do correnle Na provincia
Soares de Souza, JoSo Mendes de Santa' "
Barbara, Leandro Jos da Costa, JoSo Mi-
cliado da Costa, o Auloino Telufifl de (lar-
de S. Pe Iro nada linba occorrido dn im.io.'-
tante, o conlinuava a reinar cin toda eila o
mais pe'foiio tocego.
As noticias di Ironteir.i conflrmim os
boatos quocorriam em Montevideo 1 sabi-
da dn paquete ingloz Irnre, 0111 5 do mez
passado, de loe havi lo em Co nenies urna
sublevarlo conlra o governaJur Virasoro.
0 Mercantil de Porto-Alegre de 27 do pas-
sado transcreve uma carta de Algrete,
com dala de 29 de junho, naqualsedizo
seguidle :
No dia 2t do correnle cheou emigra-
do a villa da llrugu yana o coronel Jos Vi-
rasoro ( IroiSo do govornador), quo ira
commandanle geral da frontcira do Uu-
guay em Corrientes. Ilouve um movlmen-
to n.quelle paiz, appmcenlo como cahe-
chs o coronel HemarJino Lpez ocom-
mandant i Nicanor Cacercs. Lpez lomou
o lugar de Virasoro.
Dia 30.Nada m.is so soube nesla vil-
la sobre o movimenlo de Corrientes.
Julbo :i -II nil un ebegou O correio d.
Uruguayma, e nada avanca sobre o que
precedo; mas coufirma-n.
Explicando a noticia anleiior, diz o
HercantU, diremos que o coronel Lop:z,
primo dos Madarlagas, foi um dos que emi-
graran) a osla provincia quan lo aquellas
cahiram do poder, leudo mais Isr le licen-
ca para rollar sua.
O coronel Nicanor era o commandanle de
um dos principies departamentos, Curuca-
da a ests cidade.e o estsdo em geral da ne- espirito publico. l-.,te acoi.tecln.rnio he a chc-
,.i,1,,, gada s nossos agoas de urna missao .Dglo-fr.n-
"' IU ,,.. ce/.i compus.a de sir Charles llolbam c do ca-
anliago i/erqui. j vllncro jc SaiiilGcorgcs, o priineiro Investido
Oencarreqado de negocios da ConfttUrafOO, I omo earaeter de ministro plenipotenciario de
Argentina cm missao'especial /itntoaogo-' "
rerno do Paraguay.
AssumpgSo, 12 de julbo de 1852.
Ao Exm. Sr. ministro dos negocios e'tran-
geiros da Confederado Argentina.
Tcnho a honra da levar so conhecimento
de V. Ex., para que se digne lova-lo ao do
Exm. Sr. director, que, tendo chegado a
esta capital em 20 de junho ultimo passado,
fui recebido no dia 23 do mcsaio mez, na
forma do estylo, 00 carcter de queeslou
investido junio a osle governo, tundo rece-
bido na viagem a mais obsequiosas de-
monstrares e cousiderec.Oes do mesmo go-
verno.
Logo que abri as minhas conferencias com
S Ex. o Sr. presi lente do Paraguay, en-
conlrei nelle os mais amigaveis senliinen-
tOSi ea mais perleita disposicao para esta-
belecer urna iiHVega;3o perfoilamente livro
do rio Paraguay o seus aUluenlos pira a
handeira argenlina o para as expedijoes
mercante mtndada do outro portos da
CoufedcrafBo nos termos embrega los as
minhas inslrucces; o concordando ilm
dissoem adoptar medida ellicaz'S para fa-
cilKara navegacBu dos rios Vermelho e l'il-
comayo al proporcionar a nuil fcil com-
munica(,1o com a fionlelra de Solivia.
Concorda esle governo em reeoiPircar
comolTritorio argentinu odas misses de
que eslava do posse, oslabelecendo o rio Pa-
ran como limite entro ambos os Estados,
desde as possessOcs brasileiras al sua con-
fluencia com o paraguay.
Sob estas bases la esl formulando um
tratado quesera c incluido e ratifica lo por
este governo em 10 do coirente.
No da 17 do mesino mez, em cumpnmen-
todoart. 2 das mineas instrucv'Oes, farei o
reconhecimeiito formal da independencia
desla repblica, nos termos que ellas me
pruscrevem. E ludo traiismittirei com a
maior brevidade ao conhecimento de V.
Ex.
Dos guarde a V. Ex. muitos annos.
Santiago Uerqui.
nal quo as provincias da ConfederacBo de-
positaran! as dienissiinas mBos do V. Exc.;
della he que ospero patria e ordem consli j N repblica oriental reinsva o maior so-
luciona! 'ceg a o paiz conecava a entrar compaso
Sent nfinitamenlo nSo me ter adiado seguro lias vas do progrossu e do engrande-
junio a V. Exc. para participar ao menos dos cimento. .... 11
desgoslos que ihe devem ter causado tanta Do retrospeclo mensal do (.ommercio del
falta de painutismo, tanta deslealdado nos- Vala extractamos o seguinie :
s.s exclusivos, de quein se podedizer o mes-1 O socego publico tem continuado mane-
lo quo dos unligos republicanos francezes, ;ravel. .
que om 20 anuos do peregrinacBo Dada A legislatura durante o primeiro periodo
aproiid.raiii e nada esquecerain. ordinario das suas sessOes, nao pulo oceu-
Cheguei a esla a 20 do pioximo passsdo, j pr-se de muilas questes luiporlanles ion-
io
no
ni
d
ns
3. .11. cm niisauu eapeuiai junio uu uosso n-
venlo, eo segundo 110 de enviado cilraordina-
rio c iniuislro plenipotenciario da repblica
Iranceza.
No dia 2 foram ambos recebidos por S, Ese.
co.n s formalidades do es.) lo.
O ministro francez disse nessa necasio que
o seuguverno, be.u comu o de S. II. II., descla-
va tiriiieiuenie cultivar as mais intimas e ami-
gaveis re 5es com o governo orlenlil; que
desejava cstretta-ias anda mais tanto no inlc-
resse reciproco e bem entendido dos dous pai-
zes, como no inlcresie coiu.nuin de todas as
11 i','" -. amigas.o
Sir Charles lio.ham disse que o seu gjverno
desejava estrellar, se era pussivel, as aiuUiavel
rcla()es ipie eyisicm cnlre os dous paizes,
e eslava convencido de que nac havia meio mal.
seguro para ebegar a este (iiu doque o de adop-
tar medidas que, sendo de vautagens mutuas
para ambos, produzam ao mesmo lempo senli-
mealos de amu.ade e de lienevoleucia..
No dia 3 scg.iiiam de Monlevido para l'ue-
no-ayres os ministros iuglez e francci. No da
J tivciain elles urna nodcla dcsagradavel. Ca-
rece que o geucral Urqulia, lofurmado deque
estes cavalhei os, apenas souberim em Monic-
vidiio que um vapor de guerra brasileiro se di-
riga a Assuop5iio, llnlMn resollido subir o
ro Paran sein pedir venia ao governo da coa-
fedcra5io, mandara sabir para Marlim (jarcia
os vapores Merced c Correo, alioi de se opporc.n
aquella pass.ige.n,
O encarregado do negocios de iuglalcrra cm
filenos Ayres, que sabia ser Ineiaeta aquella
noticia, deu ao general Urqua as necessarias
eiplieaedesc c a ordem espedida aos vapores I'j
contramandada.
OSr. Schriii'k, iniuislro dos halados Unidos,
linlia regreslsadodc nueno Ayres a loulevidco.
Asnoucias de buenos Ayres aprestuta.u a-
quclli cidade c cm geral (oda a confedci5ao
.111 eslado nimio melindroso.
A moler paile das provincias mudaran), por
meio de inovimcntos populares, os amigo! go-
verno* da dictadura, li.11 alguma*, como tr-
nenles, qu: se levantou coi inassa contra os
Virasoros, e collocou trente do governu aoSr.
Puyol, nao apparece oepos5o a essas mudan-
ras iiem da parte dessas mesillas provincia,
1" ni do governo central. Em oulras, porm,
como S. Juan, ditputa.il as auloridadcs depos-
las de seus lugares; e sao sustentadas pelo d-
rcc(or da confederaso. Parece po.s iueviUvel
a guerra civil, que 11.10 pode deuar de adiar in-
deliul l.iinenle O Cllabelecillienlo do ICglnC.1
constitucional.
I.Miri-i.into o congrrsso constituate, que
tem de reunir-secm Santa P, estiva convoca-
do para o dia 20 do correnle. Conliainos alo
tera sorle da sala dos representante, de Bue-
nos Ayres.
O general Urquia lomou posse da ilha de
Martlin Carcia em noinc da confederasao, c
inaiion-a furlificar.
Itli) lili JANEIRO.
Resumo du extraerlo dos premios da 14- lote-
ra abcnecio do hospilulda sania casa da
Misericordia desta corle, extra hida em 7 de
laoslo de 1852.
1 N. at)H2...........2O:000IHIII
I arso...........10:000ail00
I lli-27........... 4000/000
I SSS3........... 2:000,(WOO
(i ., I8S- 458-l3ao-.ii7-Sl36j I:u0ojoou
i'i.V2...........\
10 1179Ud31W738S73f38
isi,'i--52liS--5:M!>"56019718
20 0 81 IHO 00- 951
0J51091113120972420
84753711-38223337-4084
4201 431-521I570.1 -5812
00 17- 123- I88-- 194- 5i3\
579- 502 6W- 788 837
1124-1351-I385I428-I70S !
I7I6-1787-I868-I876-I9I0J
[9781Me7i248488531
'782-2808281928!l.)--3lnb\
fi 121-3187 3279"3285-3358i>
8400- 34x83581--4056-40591
43114-448044'J.i--457847521
498350*8--5(W i -5097-8*49 \
53l;i-54ii8-5(U2-5l9l-51ilO
5514-5707570J573(i-583(i I
400.D0O
aWl/UOO
(Uo/oou
100 de.
1800 de.
40/000
211/000
$000 nremios.
O pagamcn(o dos premio desla loieria prin-
cipia a (er5a-feira 10 do corrente, cm casa do
thesourciro, JoSo Pedro da Veiga, ra Quitan-
da n. 141.
Rio de Janeiro. 7 Je agosto de I8o2-0escn-
vo, b'rnnciseo de Asiir Tacares.
{Jornal do Commercio.)
correspondencias do diario de pei1-
NaUBUCO.
I.lborio de meus peccados, que vida he a la.'
O que leus til lialto, oque rsi.no fiiendo. Lar-
gaste acaso o habito do seralico patriarcba.
Trocaste o nomc j ni" coiibecido de irino Li-
boriu pelo descniabiilo de Libarlo da Cu-
nha Esfola? Ab! Liburio, Libarlo! Quoril (c
estillara o costido com una correccional sa-
peca do seralico cordiio ah mcs.no onde en-
f.ircaslc o habito, visto que a pena de Ta-
llaa dlieiu estar ah em vog.i, como aconleceu
ao. uiiscravel llayinunilo. Mas i|ue digo (O F
Nao penniKa Ueo's que esses fictos se inulli-
pliqucui, c iue Hayininidn nao ache quem u
que.ra vulgar pela nies.ua forma. Purciu pas-
semos por isso como galo por brasas, c vamos
ao mais.
Com que tu tens lempo (se he que es lu mes-
1110 ) para escrever a tua tia, c escrever em ver-
so, que niiusei que nomc Ic.ncn poesia, porque
nunca fui poeta, c nao teus u.na tira de papel,
nem um momento para escrever-me Pense!
que os irabalhua do convento le nao drixav.m
lugar, mas agora.....Mas einfiui es (u mesmo?
E onde bcbesic (u? Na Caballina, uucni alguma
j.i.neulina ? Srj 1 onde fur, o cousa tem sua gra-
5a, e recomniendo-ie que contines ; mas que
te nao cxiurcas de iiiiiu, puis que a tal senho-
ra la lia uo saber melhor estimar o que fa-
zes da lu donalal cachola do que o leu vclbo
iriuao AnJr.
Pelo vapor chegado a Jl do passado julbo ti-
vemos urna carrada de deputados velho. c no-
vos, a saber: dous do 1'ar.i, e um de duas ge-
mas do Rio Grande do Norte: este lo! pari
choco da commissSo, e nao sel quai das duas
dai piulo, e ambas tirarao, ou se pelo contra-
rio eoraroainba, cmoda ve. passada: a la
vaiparaoiiiingoaute, pergunta l a tua lia o
nue noder sabir. ,___
Una cousa esl dando aqu. agoa pe a birba,
seuuudo diicm, e he um ebefe de polica para
Pcrnambuco : o Dr. Taques foi multo instado
nara ir, mas elle se recusou decididamente, e,
seaiindo disse boje ( 2 de agosto) o Mello r ran-
eoua cmara, consta que Tora apresentado o
deputadu Pacs Brrelo, mas que o Souia Ra-
mos arrebilrao uarit, c dissera que nio servia
esse Sr. porque era candidato a depulasao por
essa provincia. Km ludo caso tcnho por ceno
que o Kigutira de Mello nao vollar nessa ca-
pacidade. Isto era fcil de prever, nem creio
que elle livesse taes esperabas.
Boje, de agosto, cabio cm prlmcira discus-
" a lei J"l o unliue 111.1,
edidas
los do
nena,
a pro-
e elle
l
MUTILADO


i.----------
scnfio coiueciam de seus iDteresse, e que bem
n.-i.-. i mi a suacouflanca : estavaiu no eu di-
ii im, cwio os pademos censurar; e, aqui para
nos, ie a qucslo fuste tratada eiu algum jury,
terlam ganho de causa, mas na cmara dos de-
purados composla d hoiucns que saliem, a cou-
l. nio era possivel: os sophlanias eram inui
transparentes, c uioguem Ibes quii fazer a
vouladea acreditar, que a lei era ante-cmisli-
tuclonal por inais que o losscui o regulamcn-
to c o contrato, cuja inconslilucionallilade el-
les queriam gruJar na lei, c ncsse terreno col-
I". n un todas as suas bateras. A fallar a ver-
dade todo inundo tciu adiado mo esse modo
de esecutar a le, mas iiem por isso acreditan!
queseja inconstitucional oeiu o contiato, ucn
o regulamcnlo, e etendeu-se que ludo licaia
fra da aleada da hsseniblca geral.
Dlieui que o Paracnie (o de guerra ), sahido
lia poticos dias para o Rio da Prala voltura com
tanta agoa aberta, i|ucquasi fica no fundo do
mar, porque oilo bombas nao baslavam Nan
garanto a historia que le vou contar, pari'in
caso cont como o caso ouvi. Este narco es-
tando aqui no porto, faiia, segundo afw
nava o coinmaudantc, dote pollegadas da-
goa em Jl lloras ; mas logo que se fallou cm
sabir em coinmissao, deram suas di-iinssoes
tanlo o primeiro, como o segundo cominau-
dinie, c o novo logo que tomou o coin-
inando uchon que fana pur hora as lacs 12 no-
legadas. Incrivel me parece que o governo li-
zesse sahir um barco cm taes circuinsiaucias,
creio antes, que no mar he que se deu por li-
so : mas que vol pode ler uessas cousas um
pobre donato, aiuda ,que seja dito cm outra,
que tao habilitado me julgava como os senho-
res Anto e Zacaras ?
A questao de thealro provisorio tem dado
agoa pela barba ao dcscuibatgador dcpulado,
e director do theatro, successor In cunclis do
Jos Clemente Percha. Kol elle que se apre-
zentou peduido um crdito para pagar todi a
despesa com o iugajamento na Europa de can-
tantes, e dansantcs, passancns, compras de
objectos, venclmentos do enlistarlo, dividas
etc. ele. ele que neiu tu, nem cu, I pesar de
rtannos costuinados a calcular as esinolas do
convento, somos capases de souimar, a islo
acresce o despeudio aunual, que anda, diiem,
As cmaras contlnuavam em.aus trabi-
Ihos sem novidade alguna de importancia,
i imperial osdous projeclos de lei, um flxan-
do as forcas de trra, e outro augmentando
os ordenados dos presidentes de provincia,
ministros de estado etc. etc.
Por decreto de II do crrente liouve 8.
M. Imperial por bem perdoar.o preso poli-
tico Antonio Borges ds Fonseci a ena de
pis3o perpetua a que o con leinnou ojuiy
destu cidade, e amnislia-lo do crimede ro-
bellio, pelo qul se achava pronuncia lo na
"i
ms talo e|qualquer cldado tem dlrelto de fa-
l-loj Isto sopara desconceltusr o patricio au-
sente, o padre virtuoso, o cidado honrado, que
tanto preta asua reputacao, essa senha Indla-
pensarel para um lugar no clroulo dos hotnena
de moralidade.
O parallelo que atestes, senbores da mpren-
i, do nosso amigo o padre llochael coro tro-
pa de priinelra linha, considerando aquelle co-
mo ineinliio de uma classe desapreciada, e esta
como a corporaeao mais indigna da sociedade,
he uma nilnuacao torpe, e so digna de vOs.
Sim, vos com o poder que lendes de desvlrlua-
lissr ludo que he santo, devels considerar-vos
com o direilodesoprar o p do ridiculo sob i
REVISTA DE PARS.
Miio 30.
0 mez de majo maniere at Anal mas brl-
Ihanles promessss.
Ante-hootem aiuda houve baile no Eliseu,
ahoje ha fcsla no Hippodromo em benellcio
dos pobres O invern n a primavera confun-
den! -se. Dans.-se simultneamente na cilia-
da e no campo, nos salOes e deb.ixo das ar-
tores frondosas, no arrebalde de Sanio lio
orato em Ranclagh, na cicada d'Antin, a
ojardim Mabille.no arrebalde de S. Ger-
mano, e no parque d'Asnieres.
0 eco para se [i6r de accordo com esta har-
O capillo de m e guerra Jesuino L.magO "^J" ~'omr"."ilignaude que Ihe lie iuheren-
Cosla, em lugar dorh-fe delivisao Cui- ,e. a lron, de linha.....a tua gloria he tao
lliermo Parker.que oexercia inlcrinamen'e, grade, que mal cabe naa pagioas da historia,
e devia recuIhiT-se I corte ; do vapor 4ma- Nao se comentaran) os redactores deesa ena
sojmi o oapitSo Je fgala \M^n^VxmfmH^^tmgmmmm^mi^^^
m
que!
que; do vapor Alfonso, em que se acnaya como apparecei he um golpe que tempre lere,
aquelle primeiro ollicial, i) capillo lenle nao _0(le ler reDaildo pelaaarmasda defesa:
Jos Anlonio do Siqueira, que oceupava o he mal uiua prova da inaneira desleal e tral-
commando da barca Berenice, para o qual coeira pela qual oa nostot adversarlos aoem
Uav.obrigueCa,,^ onde fu, substituido *%^^&^$&'1
P,el0-.pr.""":1!0 ,e"0"t'' TI"MDI,Z da CU""' eu asslgnantc 0\apreeindar do metilo.
i lev.a reC'iini'r-so i cune '* n' i.ou c .ume-u< *------------------- ,
onai o capilao de fragata Joaquim Hay- saque te chama lmprenso com '""'"J1,, a
nuudodeLa.Dar.!,einsubstiluic,lodo ca- sa nomeapo. aiuda oalim l""}"" '^J
". i i IH.I..I. ,i. G,nlna acucio, culo noinc nao ousarain declarar, um
,Hao lenle Elinano A .dos SanW, a g J |p|e de pcry |(Ud por
|Uum se inandou passirguia dedes-musr uml ,io vl, e ,nd|g. allusao ambigua,
Vssconcellos.
L-se no Carrafa Mercantil do Rio o se-
guinte :
Algnns dos membros do carpo diplo- -- "^- orUnlo rogo.|l,e. de aP-
malico nesla corte foram nomesdos para lie(arcill, coacidVco dos nossos municip..
diirerenles logacOes, a oulras pessoas n0Te ,egu|dies ames dos cldados, queme
virio substituir. As novas legacOes de j p,receill ,,,t0J para vereadoret no quatrlenio
uns e os mimes das pessoas qu'i oqui os |,IO>iino:
v'iu subsliiuir be o que vamos noticiar : ullllav0 j0, do Reg.
Sr marquez de l'isle do Siry esta no- ur, pedro Francisco de Paula Cavalcanll de Al-
inislro plenipotenciario pira l.is-
liepnis da venda das pinturas, que Fez tan-
ta bulha oamonloou tanto dinheiro, nestea
ltimos dias, lemos agora a vendados au-
lliographos.
Asearlas do punho dos grandes homens,
das persouagens celebres aoligas ou contem-
porneas, .-.o procuradas com empenho e
compradas or alto proco He uma inania da
muda, que substituto os albuns. 0 gosto
moderno proscreveu o livro de Tullas doura-
das, pretencioso e indiscreto, que se apre-
seolava a todo aquelle que cliegava, e a lo-
do aquelle que parlia, a pedir urna amostra
ou relalho do talento positiva ou negativo,
a esle um desenbo, aquelle um trecho niii-
ical, a um verso, a outro prosa, recebando
Sr. redactores. Tambera sou votante, epl" lJos "m tributo de opsculos trabalho-
tambem loteressado pelo ,boui andamento dad smenle improvisados, com pertencOes a
")duzir eOeito, alambicados, ambiciosos e
...sssadores. As cartas aulhographas tem
.G
mea io ministro plenipotenciario pira i.is- i buquerque.
paramis, mullo mais de treici.tos conlos, e j,01 e0 Sr_ g yi_ Jeorges, actualmente Joaquim Francisco Uuarle.
para eobrir estadespeta proliiben.-se fulasas |() em ^ Mpecl| n0 r0 da Ur. Vicente Pereira .lo llego,
loteras concedidas a outios objectoa intlii.e < .-nnlinei In e eslima In nesla ca-' "arao de l-apibaribe
matri!.es para scoriercm a benelieio do lliea- I MU, Ho ton Ieci 10 e LSlima lo D< lia ca ^ ^ ernanilo Ca,vSu A|canlorad0.
trnficaiiduas d >anU Casa da Miscricrdia, [>ltal. vira substituir oSr
Dolisio.
I'adre Joaquim Raphael da Silva,
edoinoDtepto dos servidores do rstado. Mcu I U Sr. Brtfleilit, d.li.i a |pg4g5o franc!- Df pcdro oruellas Pessoa.
hom I.iburlo, o inundo, nao cessar*i de repe- za uu H'asil, ouio actualmente servia do j ^e> crraiio GoufaWes da Silva.
iir, vai de mal apeior torlAeani-ieMinatrl|gecr<9tirio iulenno. esta nomoado sonre-
res aoa (.euros, o culto d-> Dos vivo i a- lall) dc legacao pira lUmburgo.
doraces deaal. B lie um pall caiholico i M Q gr< ||(J st Kohert, swcretiri
_.irio da le-
8etudaMea^D^ogpor^ Iranceza no Brasil, fui lAmcatlo na
iiasobollcio coiiiinercial, as lo.as auerias, c b J__
rmbauddradascouio non dias de semanarios, mesma C*t erforw para Lisboa.
Brandes caldelrai c nebros pondo asfalios as i O br. II. d Casldoo do sl-\lCtor. addi-
lojaa e corredores t os (jrpoa do jornal tem ge- do a esta nieama legago, ira taaibem pnra
mido debaixo dos annuncios diauos contra iacs |j3ho-.
abutosj pastoraei tem sido publicadas pelo | ( r# (roslvii. actual secretario da le-
Sr. bispo, porema nadase move o bruto Ra 3|) fiailCtZd 0, Madrid, vira no mesmo
governo oeoupa-ae muito com os .'"P'J'^'cirHcier para esta corte, e r.-gera a legado
eclesisticos, eutroniete-sc iiiesmo no culto su-! >^ St-Kenren
(trno da iff reja, porcino culto externo, apo-i8 Usencia do r. e ai-t.LOrgo.
lela extrno.Muiolhc merecen, aiiensao. Algn* coa de febre t.nliam de novo-ap-
Hoje tomou acento na cmara dus deputados, recido na curto a borlo das embarcacnes,
o tao lallado Wandeiley, sendo rrgeiado o e mesmoem trra, svn io elles ntlribuidos
deploma do outro contendor. Doutures tem a0 augmento da temperatura quo por aliso
a Santa Madre Igrela, e como sou um pobre oxperiioiit4r.i O O ultidius das antes da
voltoa fola, e va-
donalo. c nao vi os papis
mos alen.
Dizem que o Imperador dar um baile aos
deputados na sua final retirada; mas algum,
que n-otei farda, assimeu teubo capuz, sevo
embora valha a verdade, antes desse da ; eja
os intrigantes diiem que sabio um auiiunciu
por estar em diseusso a questodo theatro,
a favor do qual todo o argumento be ou a bol-
ea, ou a vid* : ou ho de dar (udo, tudo e
in.it que seja, ou caba a houia do go-
verno : cu poreo se fora drpmado, di-
ra
da cmara, e do sytema
que paitar sommas enormes bCt aulorisai-
cOi c Win urycnlc necessidade para o palt,
e depois diii-r aocorpo leginlativo ou
denle ou queixo e he eolaa inademissivel,
lu a Eurnpa cugajar essa coinpanlua, nti s
levou lunj i-ls meoaaea, na* lem disto por
cenlo lias quantlai drsses contractos, e de to-
das as compras ete. etc. isto ouvi eu estar di-
zeodo u ca*a do mcu protectur, e pur ah cal-
cula o mais ; porem ludo lias sombia> do mis-
terio, nad. se dll i cuninra, vrnlia o dinheiro,
i' nao se riuporiem com o mai. Engrasada
fol a lenibraoca do pa co*i.parou lato com o gracejo dos meninos
abra a buca, e (elche os olhos. -- Has aqui o
caso nao he para gracas.
PatloO em Ia illseutado o projecto do dcpu-
lado de S. Paulo Sdvellra da Mota Einpoado
l/'<'"ii-is no ianuo, e IjUOo reis iniis em ca-
ild um o> annos eguinlri nnbre cadaescrav^
lias eidadei do llio de Janeiro, baha, l'er-
ii i.m1iii< -. iMaranho, c llio Grande lo Sul,
e outras dUposicdcs inda pciores. Uia,
amedidahe boa, por que no hade ser para
ludas as provincias. Se he m para que II.*-
trlai essas cinco cidades? ;iiocou/-as dos Pa-
dres definidores, dc que nao emenden, os
donatos; mas como lauhciu estes l-'m oltlOS
para ver, ouvidos psra ouvir, e boca para fa-
iar, sempre dre que isso he atormentar a
gente sem que a isso nos ohriguc ueuhuui
tratado com a Inglaterra,, ncm nacao al^uina:
ser e en n relo conveniente '....'
scrvico.de eieravoe pormalfl de uma raiiOi
mas (|uaudo se acaba deilar um golpe de mor-
lc na importafao de Afilcauos, fcrlndo lao
piofuudamenlc a agricultura, he preciso del-
xar respirar um pouco os liraiileiros,
oprimir assim o povo dessas cidades, qur nao
encoi.lram bracos livies para o servco do-
mestico, emesmo para o de ra, por que nfio
estamos aioda acu vida, logo mais para adiaute, pouco a pouco;
nao se .ii i .tu. ni derepeute lodos os prejuicios
Verdade be mcu amigo, f]ue em muilas fami-
lias ha escravos mais que muito estuados;
cu vi ir urna menina para o collego com ires
mu .nn.ts. urna de estado, oulta com a ces-
(iiiIm outra com o chapetuho de sol!. Ora
isto com elTeito irrita, mas nem pur isso
deve flagelar aqu> lias familias, que lem
apenas o mdisjensavcl. Talve em "J" dis-
CUscao sejo feilas convenientes alteraces,
ou mesmo uo passe, ao menos esle auuo.
Dos o permita.
Algnma cou/.a mais quiera dizer-te poreiu
daqui me aprrta o portador para o crrelo,
dali me chama o Padre Guardio. Recebe as-
sim caros votos do
Ir. A'idr,
sbila antes dos vapores.
AgelciM ingleza Amidas, -alia do Liver-
pool com ostiuo a (.oquimbo, carrogada
do carvHo depedra, iucoiidiou-so no da 21
do passado, achando-se em tal. 38 s.. e n;V>
poden lo a liipuld^ilo apagar o fogo, aban-
donou-a no da'2i, desappareceudo a mes-
mi poucos minutos depois. A tripulado Coi
toda salva pelo bnguo inglez Paquete \>ne-
lat quo a encontrou nos escleles no dia
ou se hade negar, ou cah.r a honra 31 e iovou i;ara Moulovida.
dosytcnn conslilucional, por- l-c-se 00 Sornal Uo CommerctodMl do pas-
sa Jo :
i Candi lato a do^uUco geral.O Sr. Ur.
Angelo Moni/ da Silv Ferraz, inspecto' ds
rom* alUnJeg, he aprosoaUdo tolo par-
tido miiiit'ial os uleitures da baha co-
mo cm lid i toa doputigao geral as pro&i-
tnas eleicfiea
No dia primeiro do curreuie fura iostallada a
assembla provuciu da pioviucia do itio de
Janeiro. A lfjiidcga linha rendido do primeiro
a 13 do crreme risi5:ii59,i27.
Da Uahia nao ha uovidadealguma dc iuteres-
e. A alfuidega tmlia rendido Uo primeiro 17
res l'J2:4(JO."oii,
I,e-sc 00 Timbre \lagotino de 1 do crtenle:
i Y' da i do corr-ule chegou a esta capital
o Sr. I chefe de polica vuliaudo dc sua tra-
alhusa (arela a pemeguicaa da iosurreico,
ua i|ualdeiuorou-se quasi um mes.
Cai suplantado eaie movlmeato horroroso;
graejs Js diligencias do chele que bem dirigi
os lili' i n> e pracas de liuhaque o acumpauha-
ram, merecedores tojos, p lus servicos pre*ia*
(Ijs, de grandes elogios; igualmente o sao os
prestrnosos oidados. (|ue corrern pressuro-
sos .ii eucontro dtis insurgidos c aot ija.it tal
res seja dcvido o nio deplorar-se buje graude
11 ii i i i o de morles e maior suiuma de estragos.
Poiam presos 2 negros, *dos|quae* morreu
em cami'iho um prelo j vclho ; cnlrc morios
na resistencia e suicidados coutaram-sc 2i: do
inteivogalorio ulio a vanos uegros deprchen-
j dc-90 que algUOj uioa >. .i i i i, '> se acaain presos.
' \ litsurrelcdo, como se sabe, appareceu no eu-
geuhu do rvi\'\ e pelo que declaramos inter-
rogados ha raoes para crer que teniia ella par-
t.lo dc um preto coslnnelro que viera da Haba
para o dito engenho. Couta-seque era admira-
vel a lacilidade com que os negros se suicida-
vam e o modo porque o fallaos; uas matas da
Jucra encontraran.-se tres enforcados n'uma
misma arvore, vestidos com tres ou quauro ca-
misas, palhit, luvas um chales vermeluo
passad > na Cintura que Ibes servia de banda.
Os apprehendidos acham-se j na cadcia desla
capa ti, onde aguarJam sua coudemnafo.
O > in Satvador trouic a seu bordo para esta
provincia -.!?. pracas, 9 ofBciaes e 12 cadetes
do secundo Italalhao dc iofantaria, coinmanda-
do pelo Sr. in i ii Kelly.
Um votante.
VARIEAIJfS.
DIARIO DE PERNAIBCGO.
RECIFE -20 DE AGOSTO DE 185.
Entraran! hoja do sul os vapores brasile-
ro S. Salvador, e Tcviot inglez, e por elles rn-
col>emos jornaes do llio de Janeiro, que al-
r.iiii; !!. .i lt do correnle, ila Kaliia a 18, e
do Mncei a 19.
Todns as provincias .'e-s-r lado do impe-
rio lertnaiieciain enilranquillulaJe.
O que a respeilo do9 Deg.O0.loi do I'rala
encontramos nos jo'tues da c rado cm lugar compet' nto; e ao que nos
coinmunica o nosso correspondente em sua
caria, tambero transcripta em outra part-,
coln' nos accrescentaroseguint :
Por (nvii-ifio do anniversario natalicio de.
S. A. I., a serenissima princeza D. Iz.iliPT.
Iiouva varias condecorarles pelo ministen
do imperio, e algumat remoldes o promo-
QOes no corpo do exorcito pulo da auerra,
do que ludo iutoiramos os leitores no pr-
senle numero.
Por dflerelo de 7 do correnle foi concedi-
d.i aos Srs. Eduardo de Moroay e Alfredo de
Jlornay privilegio exclusivo pelo lempo de
90 annos para a conslruc;3o do projectado
caminhode ferro ao sul d'esta provincia,
com as condicOes que em outro numero pu-
blicaremos, (cando porm este contracto
dependente da conflrmac,So do corpo legis-
lativo na conformando da lai de 26 de ju-
nbo do correnle anno ; confirma^So que
segundo presumimos no oler mais ser
oblida ni pr.tsento sessao, ltenlo o pouco
lempo que Ihe falla para cncerrar-se.
Correspondencias.
A IM PRESS A E NOSSO AMIGO O PADRE
IIOGUAEL.
Na laqnstua de IB do correnle, na parle que
lem por titulo m O Corrcio di Provincia = de-
piramos com um artigo, cujo objecto lie a pes-
soa do nosso eatiinavel amigo o padre llochael:
cuinquanio o Diario de Pernambttco e a Unan' j
tenliaiu rcpellldo a vil ugressu i|ue all se con-
ten, nao podemos furtar-noi ao sagrado dever
que suavemente us inipe a ainlzade, de tam-
bem pulvensa-la.
J nao heolranhoaorcspeitavel publico del-
ta cidade a maneira escandalosa e indigna, por
que aquellcjornal costuma deuegiir a reputa-
(o daquelles que MMisaMalt nao trazein es-
tampada no seu escuilo a sania divisa d.i espr-
tela, estrategia, cugano.
O aimso da Hondada de cscrcvcr, que essi
follia tem fcito desde o sen apparecimciito lia
sido mais de nina ve/, aponlado pelos jornaes,
j lj. Ihe tem feito a honra dc aualysar os seus
artigos : uo nos admiramos ponaiito de ver o
iioiue do nosso amigo apparecer em publico
como llieuia dc urnaasqueroin baforada dc in-
dignas espressoes, e assumpta ridiculo docoin-
inenlario virulento dos proslito* da prala.
Qual sera o cidado pacifico c liourado, que
possa contar boje com a ininiuiiidade de sua re-
( utaco, aiuda iiiesmo uo santuario da vida si-
lenciosa, toda dedicada ho trabalho, se o orgo
da calumnia e da intriga nao poupa niugueiu ?l!
i O reverendo Sr. Bochad foi nome.do de-
legado do llrejo da M idre de Dos { di o tal
artigo ), e foi acompanhado de soldados de ca-
vallaiia tratar de clclces. > Nao vos envergo-
ahais, senhoresda Imprenta, de inenlirdes lo
despejadanieute ? Queconcelto queris ineie-
cerno tribunal da opinio publica? Nao bas-
i m aluda ks aleivosas caluiuiiiai, que lendes
feito cbover sobre lautos cidados honestos,
victimas da vossa implacavel sanba? Timbris
i-m mentir nimia poca, em que a verdade de-
veria Ir sendo a devisa do hoinem social? Ou
pensareis acaso que o votto fin juslilica os meios
indignos e niinoiaes.que ides to bellamente
empregando?
Saiba Pernainbuco iuteiro que o padre Ro-
chad nao foi nouieado delegado suppleule
que a Imprenta menlio uiistravelinentc, como
costuma, aproveitando se do fado iuuocentc
de ler ido aquelle Ur. ao Rrejo da Madre de
Dcos a tratar dc seus negocios particulares, cu-
A EMIGIUC40 ALLKM.U.
Todos os joinaes tem nota lo a passagem
em Paris de un comboio de 700 emigrados
anemias.
Em mullas gizetas se annuncia que a ca-
pital ser de novo atravessaJa eu poucos
das por outro comboio do musmo genero.
lenta vez o comboio se compor de quatro
mil emigrados, inteiramenle tudescos.
II i mmi is annos que estas passagenssuc-
cessivas de cotnbois tem tido lugar! s ago-
ra se cometa a reparar nisso.
A despo, ulai.-ij sempre cresceote da Alle-
in i iiIm, he um Tacto desde ha uiuitoconhe-
cido. O sabios t'tm procurados causa, mas
elles a n<1o tem podido encontrar.
Uns pretendem que os allemSes esli en-
fastiados de seren allemes.
(Jue o ar da Allemanha est enfuetado de
miasmas philosophicos, que adulterara o
paiz.
y o o a miiur parle dos allemes chegalos
idade da rasSo, comprehen lem que o seu
paiz mudara, e que convm a todo o hornera
de senso procurar outra patria.
Outros sustentara que nao silo estas as ver-
dadoiras causas da despopula(3o da Alle-
manha.
Os piannistas, dizem, ha anno< a e-i.i mr-
tc se lom multiplicado prodigiosamente na
\.I n.mil i, levando uiant de si todas as
i' i i.iyi 's, o tomando conta do terreno.
Hordas de pianistas acimpam sobre as cam-
pias oulrosse apossam dos povoados. dos
lugarejos, das villas e das aldcias Ellos
un,ni' a sua conlribuifo aos habitantes.
Aqnol es que u3o s3o assas ricos para pagar
esle resgate aos pianistas, veem-se na neces-
sidade de emigrar ; he esta a causa da emi-
giieo desses comboios dij quo acabamos de
rallar
Esta vers3u nSo he de todo destituida de
fundamento. Aules dos pianistas, a Allema-
nha era a prez dos pluloso Jlios e dos mela-
physicos. Esles conquistadores crueis ha-
v i .ni reduzido todas as classes a serviJilo
O titulo do doulor confera direitos os mais
extensos. Os doutures liuliam servos de gle-
ba, gozavam do direito il ;i 11 -mu liana e
baixa-jusLioa i o direiio de portagem n3o Ine
era euiii.-M nio.
I n.i grande batallii ha ti lo lugar as tn.ir-
gens do linio, entre os philosophos e os pia-
uisias a. vicl iri.i daolarou-86 fa?oi iles-
los ltimos, que desapossando os anligos
lyr.iiintis do paiz, lem guardado para si lo-
dos os privilegios delles.
Os pianistas exigem a mais absoluta sub-
missSo nos seus uovos vassallus (Juan lo
elles tocam pimo, cumpre que todos ve-
uliain e-C'ila-lo-, e se ,le-i.ie un em enthu-
siasmo. Aqui'llesque assiro nSo praticam,
recehem o schlagut.
Ora como os pianistas tocam piano sem
cessar, bem se ve que he um impossivel ga-
libar a vida neste hu.
Os diversos soberanos da Allemanha, im-
peradores, res, duques, gr-duques, eleilo-
res, margraves, rhingravos, burgravos, fi-
zem lodos os esforcos imaginaveis psra sur-
prehendera despovoai;3o do seu p^iz.
mu distincto sabor; ellas mostram os gran-
des liomeus em neglig, na familiandado do
estylo euistolar, e nu abandono de uma con-
versa intima ; a epistola, algumas vezes. li-
ga -se a uma circumslancia histrica, ou de
um curioso iuteresse particular, o conlm
inleresssutes detalhes, preciosos documen-
tos e curiosas revelares.
Uma das collocsOes, que vSo por se i
venda, conten, segundo si diz, lu lo o que
de melhor so pode desojar nesse genero.
Os comlemporaneos, tem ah o lugar mais
ampio. Algumas persouagens notavels ap-
parecem rellecti las por nova luz, ou antes
por uma autiga luz, sombreada de diversas
cores. Quasi lo los os esc plores da epo-
ein apparecem ali, e j o annuncio da ven-
da e as ni i i-cn peoi's do catalogo tem aba-
lado fnrlemenle alguns dos interessa los.
Kalia-se ja n'um incidente bastantemente
grave. Um escriplor, condecido, dis-
Uncto, celebre, illustre -nflo diromos
qual dest.s qualnicar,6>s deve seguir o seu
uome, gura na colleeco com uma meia
duzia de cartas cinfideneiaes dirigidas a
uma joven amavel actriz A correspon-
dencia esta escripia em um estillo pouco
acadmico, mullo vivo, extraordinaria-
mente piloresco, romntico al ao delirio .
o escriplor he casado ; sua mulber, leve
suspeitis; foi ver as cartas, leu-as, e (al-
la-se j de uma grande desorden), de um
romp ment, e de separarlo judicial.
N3o pode, nesla questao, dar-se o caso,
succedido com o inarquez de II... em um
negocio quasi semellunte, e que Tez algum
humillo no arrabaldo de S. Germano. O
marquez esposara um. menina capitalista,
multo rica; apresentou-se logo com gran-
de trem, gozando, e pondo em pratica o
nelhnr que poda os costumes allribuidos
ao bom u antigo t-mipo da regencia.
A marqueza guarduu por muito lempo
silencio, porem um cerlo dia armada com
urna corrospon lencia amorosa do punho
de seu espuso, ella Ihe declaran qne la
requerer reparac.3o de pessoas e bens.
ste ultimo artigo commoveo prolunJa-
un-iiLe o seusivel marquez. A separar;9o de
bens, imporlava para elle o separar-so do
quo elle linha do mais precioso, eo privara
de lodos os recursos. Um amigo confidente
de todas as suas penas veio em seu auxilio
em too critica circumstancia, e Ihe disse :
Tranpuilisa-te eu te tirarc do embara-
zo! O marquez nao iicou de todo descan-
sado, e irabalhou por sua parle em repa-
rar o mal.
Passados alguns dias o amigo voltou, o
achou o marquez conlenlissimo, que Ihe
disse logo :-- Tenho uma boa noticia a
dar-te |. .
E en lamuem replicou o amigo quo
a tolo o cusi quera Miar primeiro : te-
nho aqui o quo lio preciso para chamar tua
mulber raz3o. ~ EnlSo oque he.' Ella
tem carias escripias por ti, eis aqui carias
escriptis por ella ; cartas por cartas, licais
quites ?
Ali! desgrasado .' exclama o marido
confundido, eu queria dizer-te que ella me
perdoou, e queimou as miaba! artas a
que ja para nos nao ha nem separagSo de
pessoas nem dc bens !
Pois bem he mister imitar essa ge-
nerosldade, respondeu o excedente a-
migo, -- e pegando as cartas, que o mari-
do procurava ja rom os olhos, as lanc.ou ao
fogo, dcclsraudo, que a deniais disso ellas
eram mais imprudentes que criminosas.
Porem o marido nao quiz acreditar na la,
a moslrou-se nimia mais furioso por Ihe
trien mostrado as cartas, e n3o Ih'as
darem.
< Podiam servir-me para outra vez!
disse elle ; e in lispoz-se e desaliou o olli- I
cioso amigo, que a primeira asneira juulou |
Assim nos liuos nos Mw afUclu os n- d(J n0 querer dizer a qu-m tinham sido
nuncios seguintes :
Pe lum-se voluntarios para povosro Wur-
(emherg.
Aquelles que quizerem abracar a prolissSo
da wurtemberguezes gozaro dasseguinles
vanlagcns, casa, cama, mesa, um florim e 3
lili hs do coiiv.i i-osija por dia.
He intil quo sai lia primeiro oallemSo, o
governo n3o exige para os novos wurtem-
liurgue-recoiibecimanlo da sua lingos ma-
terna seoo na segn la goragJo.
a ii-eiipiieao do wurlemburguez consiste
em beber corveja, fumar o seu cachimbo, ou-
vir os pianistas, e abrir a boca no resto do
lempo.
.Vi legsc,3o do Wurtemberg so aceitam hes-
sezes, lar,mu le/es, de Lipue-Lippe-det-
moldtczes, e os de Sigmario jenkezes.
0 duque reinante de Gotta acaba de fazer
equipsr um navio om Londres para trans-'^
portar lroquezes.
Pertende-se fazer um desembarque neste
paiz de selvag'Uis, e apossarem-se de uma
parlo da ,,; mi Iroquuza, para povoar Gotta.
Par outra direccAo recebemos o seguinte
prospecto
Grande lotera Badeza.
Quatro nmeros com premio.
1 proinio.-Uuia bana do uuro do valor
de 400,000 francos.
2." premio.Una barra de prala do valor
de 300,000 fr.
3 o premio.Una barrado platina do va-
lor de -.100,000 fr.
4. pre.mii.--Urna barra de la!3o do valor
de 100,000 fr.
Os productos das loteras s3o destinados a
transportar 5,000 e ingrados em o ducado de
Badea.
Pieeo lo bilbete 1 franco.
Espera-so, grarjas a eslos meios enrgicos,
tornar a Allemanha os habitantes de que
tem uecessidadepsra figurar de urna manoi-
radecoute na Garla da Europa.
Taxille Dalord.
Charivari.
dirigidas as cartas, mais imprudente! do que
criminosas, o por que molo as houvera a
mi.
O duello deu publicidade ao negocio, e o
marquez coroou a sua iogr.Udfo pagando
com um golpe de espada o servco quo se
Ine quizera fazer
Estas vendas de codeces de autogra-
plios, esle commercio que se faz do cartas
comiemporaneas, he um abuso iue bom
sena reprimir. O respeito devido a uma
caria n3o se limita a inviolabilidade do seu
fechu ; ha conveniencias que devein anda
proteger as carias abertas. He ferir ladas
as leis de delicadeza, fazer trauco e mer-
canca de uma eorrespondencla intima, es-
peculando eom o nomedo autor, e com a
pnsie.iii quu ello tem na sociedade.
Tola a caria tem dous propietarios j
aqelle a quom lio dirigida, o o que a escre-
veu ; se o primeiro se desapossa delta, Dio
porleuce enl3o seuao ao segundo.
Deveria ser expressamento prohinido,
pr a vonda ou publicar carias anda as
mais insignificantes de qualquer pessoa
Viva, sem sua autorisac.3o formal.
(Pierre urant)
(lira; Tisana.)
CARTA DO lURAO' DB KIKIRIK.I, EX-DE-
PUl'ADO, A SUt ESPOSA .1 HARONEA A
DO MESMO TITULO.
I
Pilalguisslina senhora,
Mas nobre que a uobre la ,
Vejo o que me diz na sua.
De iimi i do mes passado.
nne me poz atomatado.
Nao goslci, fallo-lhe serlo,
Da que fes do beija mo.
Os dous jodhos no cho 1
He (ru/> (or um joclhilo,
Quando mullo, era do rilo.
IV
Masdobraros dousjoelhoa !
Os dous joelhoa, Baroa !
Ha s de qneiu come broa!
He s de quein inalfadado
Bebe vinbo de enforcado /
III
Qucm lem langue azul nao deva
Os seus jodhos dobrar,
Isto a nao querer passar
Por burguesa ou aldea,
D*AvDtes, ou Cainpaoba.
V
Heijar-lhe a mo, apoiado ;
Porm bcljar-lh'a de p.
Cada um como quein bf.
0 nos i/uoaue em lodo o caso,
Alias vai tudo raso.
VI
Eu espero que a baroa
Outra ves em tal nu cabia.
Seoo nao quero que saiba
Do seu solar, onde lem
Tudo o que Ihe rica bem.
Vil
Eu nao Ihe disse, senhora,
Que iiin desse i tramela I
Por in sempre cahlo nella !
Fallou pelos cotovdos.
Km ni i.- un, ,i-i. nodlos.
VIH
Sempre disse que a Haroa
Nao dava carrelr. direila.
Nestas cousas nao se sgeita
Tem cena semsaborla
Que trezanda a burguezla.
IX
Voto, senhora, que venha
Estar na corte seis mezes :
Ir ao paco algumas vrzei ,
Tomar licns dc diquela,
Delxar-sc de ser jarreta.
X
Aqui p'ra nos a senhora
Tem a casca muito grosaa,
Cbcira a cousa dc coro(a
He preciso descasca-la
l'ir.ii -llie a la, tnsquia-la.
XI
Quem -Inli i Ihe mclteu
No toulico que fallasse .'
Sue toda se alaubicasse.
por in fuzos e rocas,
Novellos c massarocas !
XII
Na verdade que l.(uei
Altamente serlngado !
1, tili,i sido cassoado
Nos pasmatorios per Bacho
Oue lenbo dado cavaco !
XIII
Bem dizla ininha av.
Matrona de grande ulfato
Que ovelhas nao sao p'ra malo.
Minha avd, senhora mioha,
Era um i tal cabeciuha.
XIV
Consta al que no seu lempo
'iiiinp o seu reportorio I
A' cerca de lalinorio,
Dava sola, e dava at
Ao fradepio mais loquaz.
XV
Cacava ratos uuha .
E inatava o seu lrgalo.
Vlrgem lol antes do parto
E seguudo a historia canta,
slorreu emebeiro de Sauta,
XVI
Todas as noiles me chucha
1 in padre nosso resado ;
Que eu recebi por legado
Dos nobres pausados meus,
Mullo leuentes a Dcos.
XVII
Mas toro and vaca Irsa,
Noposso delsar, senhora,
De ili'i'i que melhor fora
Muito melhor sem paixv
O nao blr ao beljamio.
XVIII
Mis cinliui agoas passadas
Nao pdem moer inoinho.
Tudo procede do ninho.
8ue bem diz o rifo
u ler saugue, ou erl
XIX
: saugue, ou criar.o.
Nio se esquente, nao aniuc,
Me Ihe lili, oeste lom.
O dtbute nao foi bom.
Fez /Sosco a Baronesa,
Isto com toda cc< teza.
XX
Arespelto dosarreos,
Sei que foi no grande lom.
Que o seu vestido erahom.
Todo bordado a matiz,
Cor de lama de Parlz.
XXI
bel que o nosio bom Marsoo
[.he melieu mal bem a unba...
De que he viva trsleinuuba
O tal rol que me inandou
E iiue a bolea me efilfou.
XXII
llem sel que levou tres duzias
De diamantes, nao seus ;
.Mis que aineara aoMatbeus.
Por signal, livre de pela
L!>e despio a iuboieit.
XXIII
C vl a conla medouba,
Que cuslou a traquilana !
He cousa pasmosa, insana t
Dcspeudeu modas duas,
E andar smente tres ras I
XXIV
E que ine diz da parellia ?
I.ra cousa de chpela !
Eo criado de jaquata '
E nataboa iinpertigado
O Jos, moro do gado I
XXV
O pobre Jos pequeo
Meltido na grande farda,
Qu'a mo do lempo lez parda
E que oruada de alamares
l.he balia os calcanharcs!
XXVI
J se fura um bom calecbc,
Cabilolcl elegame,
Daria o metal sonante,
Sempaixo, mas foi asneira
Sendo velhacapoeira.
XXVII
Com ritriin, na verdade,
A l'i iiniiilia f-la boa !
Entre os ralas de Lisboa,
Mesmo deutro em qualquer sala
N'outra cousa nao se falla.
XXVIII
Acredile-nie, baroa,
A lal da ao beijamo.
Me causou fatal sesao.
Estou trmulo, convulfo,
E tcnbo febre no polco.
XXIX
Anles, senhora, livesse
Um ataque dc loiubrigas.
Se i i.....I iile bengas
Lheaeiasse o nobre rosto,
Eu linha menos drsgoslo.
XXX
Emquanto senhora minda
Me nao passar a vergonba :
Faca ponto ; e nao iiispouha
li. bolea, como al aqui
Dcsle seu Kikirlki.
(Uo Ora: Tiatna.
COMMERCIO.
PRAGA DO REGIKE 20 DE AGOSTO, AS
3 HORAS DA TARDE.
COTAQdESOrKICUES.
Descont dc lotras de 4 mezes 7 o 8 p. c. ao
anno.
ALKANDECA.
llandimento de 1 19 .145:053,643
dem do dia 20.......17:626,964
162:680,607
Descarregam hoje 21 de agosto.
Galera ingleza /7e//o ferro.
Urigue americano -- Brandy Wine f.rlnba
de trigo.
CONSULADOGERAL.
Rendimeato de 1
dem do di. 20 .
a i.
. 22:871,940
. 3:577,675
26:449,615
DIVERSAS PROVINCIAS
Rendimentode 1 19.....3:0*0,0311
Idmnilo di. 20. ... .,.,. 306,868
2:246,900
Kxiiortncuo
Alcoba;., sumsra nacional ConceicSo da
Jo.nica, de 38 toneladas, con.limo O sa-
gtiinle:
I pacole fazen las, 2 barricas bac.lho, I
caleleira o 10 pares de il,i!n.lii;.s, 3000 d-
jollos do alvenana grossa, 50 arrobas car-
ne secca, I pacole algodSo da ierra, 1 gar-
n.in azeite de coco, 4 barricas farinba de
Irigo, 2quint.es e 2 toneladas ferro, 4fe-
ehaduras de broca, 50alqueires cal, 15 bar-
rios assucar, 1 garrafa aguirdrnta de a-
rQa.
REGEUEDOKIA DERENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento odUM.....966,664
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do dia 20.....3:358,148
Movimento do porto.
Vanos entrados no dia 20
Rio de Janeiro 5 di.s, v.por inglez Teviot,
commandsnte Ouslow. Traz a seu bordo,
para esla provincia, R. ('.. de Albuquerque
c 1 rriadu, M. F. da Silva, Dr. Francisco
de Paul. Baptista e 1 criado, J. F. de Sou-
za, e 110 passsgeiroa para a Europa,
dem e portos intermedios -- 8 dias e 18 bo
ras de ullimu porto 20 horas, o vapor
brasileiro S. Salvador, de 350 toneladas,
command.ntc l.uiz Gorrera de Mollo.equi-
pagemSI. Traz a seu bordo : p.ra esta
provincia, o commend.dor major Joa-
quim Rodrigues Coelho Kelley, 9 ollici.es,
12 cadetes e 275 pracas de prclt do 2 ba-
i i.hni ue infautaria, capitao Wenccslu
de Oliveira Bello e um ciisdo, primeiro
cadete Manoel do Reg Ranos, Eduardo
I iimiii i da Silva, Joto Francisco Gomes,
soldado Pedro Gomes dos Santos, sua se-
nhora, e um lilho monor, ex i nca H.rli-
nho Lopes da Cruz, Joto Joaquim Alveso
um criado, Jota Jus de Miranda, Gerva-
z<0 de Oliveira Coelho, JoSo Diogo da
Mello, JoBo Correia de Lima Converso,
Manuel Lucio do Souza, loto Alves Paes
de lio o liiii, ex cabo Claudino Manoel
Alves: para o llio grande do No te, ex-
i i,;' -, Anlonio Jos Duarle e Joo Pedro
Pereira : para o Gear, alfere se.-iiiulo ci-
rurgiSo Jos Jo veira, Jos Co Ibo de Souza Moreira, Joto
Fraecisco Das Nogueira, soldado Vicente
Ferreixa Praxeles, aua .-enhora, eurn li-
lho, ex-piaca Leopoldo Ignacio de Quei-
roz : pura o Maranhio, Dr. Joso Candido
Ponas, sua lilha e dous escravos, ex-pra-
cn Jos Francisco dos Santos o Fabio da
Cunha Lusicza : para o Para, Dr. Joso Joa-
quim 1>iiii- iiia de M if.1.,iio'-e- e um criado,
Di. Ambrosio Leiiao da Cunha, npililo
Antumu Jos Fauslo Garrilha, ex-prafa
Francisco Gomes.
Ilh i de Fernando de Norouha 6 das, pata-
cho transporte Pirapama, commandante
Gamillo de Lelles Fonseca. Passageiros,
o cu pilan do terceiro haialha i de artilha-
ria AIT01180 do Almeida e Albuquerque ,
com sua familia, alferes do dcimo bata-
Hito de infamarla Theotollio Joaquim de
Almeida Fortuna, cadete do mesmo bata-
lllo Luiz Aurelio de Godois e Vasconcel-
los, o preso poltico Antonio llorges da
Fonseca. Manoel Tbomaz dos Sanios, Mi-
guel lexamlrino da Fonseca Galvto, Jos
Rodrigues Lima, RaymunJo Jos de Sou-
za Lobo Jnior, chrlstov3u de llollamla
Cavalcaule, a familia do escrivilo da ilha
e urnas crianzas, lOpnsos, e 5 ditos que
lindaran! a sentenr;a.
Navio saido no mesmo dia.
Rio de Janeiro--escuna In asilen a Galante
Mara, c.pitSo Jos Men les de Souza, car-
ga carv3o du pedia. Passageiros, Napolen
Cabriel Bez e I escravo, sua seuhora, eom
6 escravos Francisco Cuelbo da Silva ,
com 4 esclavos e 34 ditos a entregar.
**ws*m
RDITAES.
Wl
O I ti-. Custodio Mano-I da Silva Guimaraes,
juiz de oneiio .lo i'ivel da primeira vara
e do ciuiiiie 11 o dcsta cidale do Recife
de Pe'iiambuco, por S. M. I. o ('.., &c.
Faco saber aos que o presento o.lilal vi-
rem, que no da 28 do mez de agoslo do
correnle anno, se ha do arrematar por vea-
la a quem mais der, depois da audiencia
deste juizo, na casa das audiencias, uma
ano n.."i da luja de cale ,,ln, sita n. ra da
ai ca dollecife n. 9, avahada em MOfOOO
res, pnnli n-.iilas por Fernando Uelnot con-
tra Jos Anaslacio de Albuquerque. E para
que chegue a noticia de lodos mandei pas-
sar edilaes que serto publicados pelos jor-
naes a alixadns na praca do Commercio o
casa das audiencias.
Didoe passado nesla cidade do Recife aos
18 de agoslo de 1852. Eu Manoel Jos da
Molla, escnvo, o subscrovi. GuslodlO
Manoel da Silva Gimar3es.
Declarares
COI1REI0 GERAL
As malas que deve con luzir o vapor S.
Salvador para 08 portos do noite, princi-
piam-se a lechar boje (21 ) uma hora da
larde, c depois dessa llora al o momento
de fechar-se ncebe-se correspondencias
com o porte duplo; os jornaes doverSo
ach.r-se no corioio qualro horas .DUI.
l! nuil de i'ernambuno.
O conselho de direcc3o declara quo os
desconlos da semana que decorro de 16 a 21
do crrenle agoslo, continuara a ser os de 6
por cento ao nnuo para as letras a vencer a-
l o fim de outubro, e do 8 por cenlo al 6
mezes, sendo o expediente para os mesmos
descont, lodos os dias utois sem ex-
cep.So de al^um, desde as II horas da ma-
nh3a as duas da tarde. O mesmo conselho
resolveo, e faz cerlo aos senbores accionis-
tas, que a ultima prnslac,3o de 25 por cento
com quede conformidade com os respecti-
vos estatuios leveriam entrar do 15 a 31 do
correnle, para a caixa do Raneo, fica trans-
ferida para occasiSo opporluna, qnn seri
devidamenle anuunc.da por este mesmo
Diario. Raneo de Pernambnco 14 de agos-
lo do 1852 O secretario do mesmo con-
selho, Manuel Ignacio de Oliveira _____
THEATRO
Primeira recita da nova empresa e
da assignalura.
ESTIIEA DO AGTOII JOA ANTONIO DA
COSTA.
Sabbatlo 21 de agosto dc i85i.
Depuis de uma brilliante ouvertura de
r
l
MUTILADO 1


-
cnmpnglcSo do director da orchestra, o Sr. desuamui digna e presada esposa e hnncatoi
Pedro Nolagco Uaptist, subir a sceni O 81ll0- K que sustos nao soffrerlam elle, ven-
!!! .>! .11 :l 1 > I l j W .- -^ .- ~ .lili. I |
drama do Mr.Felix Py.t, em 5 actos, 12 qu- ?** "" ccomm.ttldo.! 1 Ou sejam plano,
.i.... .i., i elelloraee ou mero lulo e ostentoso de torea
uros e 1 prologo. emprestada! pela autoridade algum CUraclo
U I ruin'lio (ie I oll.s. 'd'aquclle nosso amigo, o certo be que (ese
trapeiro ue rana. d'aquclle nosso amigo, o cerlo be q
PROLOCO outro. choques vilenlos, levando loeiperada-
' mente ao centro de una ramilla, que s inspl-
Personagens e actores. ra ptl 0 terror e alfllcfao, aJo de ordinario
JoSo trapeiro O Sr. JoSo Antonio da conductores de Incommodos morlaes senoda
Costa. propria inorle. Talve quelram dest'arle por
Pedro Garousae, dem Joiquiro Jos Bi- : termo a existencia do nosso amigo; porcina
Jarr, i Providencia Ihe ha de dar valor para superar
I------._. .i.......... .-. > nreclotia
--Preclsa-se de um redor, para sitie, pre--. 4^* Reccbi m-seescravos Je commi.iJo,
' Uro
das
ferindo-se portuguez, e que gaib desempe-couipuni-ae e vn lem-se, tanto pare dentro
jgar ; no Paaseio Publico, lMfda provincia, comodn Ion: na ru
W
ciliar este lugar .
u n. ii, *|Jfl.arangeir-s n. 1*, segundo an lar.
A administra^ da compa- UTerece-se um 111090 brasi-
nhia de Bebiribe, transferio para leiro, para lazer a escituracao em
Jimia* n lidia* r.ivpirr drnhranr lerjCaixeiroaeCODrancas J" ;lda| e a n, dlsposlcao para levar ao conheci-
reira. ment do publico, a quem denunciamos o oc-
quiro Jos Pere
Um cabo de esquadra e uma escolta de
liaba.
DRAMA.
JoSo, trapeiro -- O Sr. J080 Antonio da
Cosa.
Pedro Gsrousso, sob o nomo de barSo lloff-
man OSr. Joaquim Jos Kizerra.
Ilenrique Bervillo -O Sr. Luiz Carlos A-
modo.
'Conde de Frindair OSr. Itesende.
Loisau O Sr. Raymundo Jos de Aratijo.
Lourdois -- O Sr. Manoel Jos Pinto.
Cripart --OSr. Pedro Bautista de Santa Rosa.
I.aurenlinn, e l.uiz, criados do bario Os
senhores l.uiz Antonio Monteiro, e Anto-
nio Jorge.
Um magistrado OSr. Manuel Jos Pinto.
Caixeiro da casa dourada 1S. N.
Mara Oidier A seuhora I). Manoella Cae-
1 Ma LUCC.
ClaraHi)lTiiian--AscnhoraD.Carn)ellal.ucci.
Mdame Polart, paileira A seuhora 1). Ma-
ris Amalia Monteiro.
Rosma, criada grave de Clara -- N. N.
Maz.gran, e Paulina, costuroirasA senlio-
ra D. JesuinaJosephina Campos.
viga de S. Lasaro -- N. N.
Uma criada de madame Potard N. N.
Agentes de polica, guardas municlpaes ,
criados, etc.
A sceua passa-so em Paris.
Por causa da grande exteusSo do drama
principiar o espectculo as 7 l|3 horas ero
ponto.

Avisos martimos.
Para o r\88.
O patucho Amisade saln nest's
8 das, e recebe carga para aquel-
le porto : quem nelle quizer car-
regar, dirija-sc a tua do Vigario
11. 5, piinieiro ailar, ou com o
capilao Joo imaceno de Araujo.
Para o Aracaly s-he com brevidado o
liiale brasileiro Anglica; para carga o pas-
sageiros trata-se na ra da Csdeia n. 49, pri-
meiro andar.
I'ara u Aracaly ou l'araliyba
Prope-se a sahir cun toda a brevidade o
veleiro e bem conheci lo Inate
_. publico, a q
corrido, o quantose for passando, aguardando
informales para o fazer mais detalladamente
a respeito do que dea exposto.
Agradecimento.
Caelano Pinto de Veras, reconhceendo
que a prmeira virlude da criatura vem a sor
o reconhecer os beneficios que Ihe lijam
feito, por mais pequeos quesejam, firma-
do nestes principios ( que o modernismo
chama irnico ) faltara a seu rigoroso do-
ver, se, mudando-se do lercelro mular do
sobrado n. 14 da ra do C ospo dcsta cida-
de, em que morava ha quatro anuos, nilo
deixasse de, por mel desle, agridecer ao
Sr. Jos Francisco Dial os immensos favo-
res que del e recebeo, que deixa do os men-
cionar para nilo offen ler a sua sinceridad',
durante o mencionado cspatjo de quslro an-
uos que foi seu visinho, por morarem cada
um em um andar do mesmo proJo do
qual so dispelo muito saudoso, e Ihe afir-
ma que s a morte do seu nico escravo,
de nome Pedro, faria deixar de cuiilinuar a
ser seu visinho, mudando-se para a ra de
S Francisco sobra !o n. 8, em cuja habita-
gao o achara sempre s suas ordens ; n ce-
ba, pois, o Sr Das cite como signal do gra-
tidSo e reconheciroenlo.
No engenho Agua-Fria precisa-sc de
um bom fcitor.
O abaixo assig ado responde a Sr I).
Anna Maria Theodora Pereira IjurSo, que
expoz venda os seus dous piedios annun-
ciados mesmo para Ihe pagar o que Ihe do-
ve.Jos Dias da Siha
A pessoa que precisar do uma criada
para o seivico V casa, islo he das 6 horas
da matihSa at as 8 da noite, procure na
ra da Calcada 11. 36,
Precisa-se. alugar um sitio margem
dorio, rom baixa para opim e a'voredos
de fructu; na ra Nova n. 4.
Aluga-se urna casa terrea, com quin
tal e cacimba, em urna das melhures ras
do bairro do S. Jos, ou Santo Antonio ;
na run da Cadeia do Recife, loja n. 50-
Aluga-se o tereciro andar e sotSo da
casa la ra do Nogtteira 11. 5 ; irsts-so no
armazem da mesma.
~ Constando-me que o met escravo de
nome Manuel, creoulo, como consta do an
nuncio netti folha, se encaminhra para o
engenho Jangadinlia, sonde o dito escravo
lem um cunhailo mulato de norr-e Raphael,
peco ao senhor do dito engenho que por fa-
narional
ra"t'.y'n.no. "forrado de cofre c1 de |primriri ; e ;()pareC9r nu teu
marcha; quem no mesmo quivir lr.leu.iua da (.leu do RCi'eo.a8, ou ( ,b Jdo s necessars dM,,eH.,
com o mestre Manrique de SouzaMairra, b obrig.do.-Joao
-P.ra Lisboa o bugue portuguez \ a J .
j.nle, capilfio Manoel dos Santos, pretende L
scguirvagem no da 30 do corrale : quem
no mesmo quizer curregar ou ir de passa-
gem, driji-se aos consignatarios T. il'A-
quino Fonceca & Filho. na ra do Vigario
n' 19, I. ailar ou ao capillo na praca.
Para Lisboa o brigue portugus Novo
Vencedor pretende seguir viogein por lodo
o correntc mez : quem nelle quuer rarre-
gr cu ir de passagem entenda-se com os
seuseonsignaltrios T. d'Aquino Fonceca 6
FilbO, na ra do Vigario, O. 19, I. andar, ou
com ocapiUo Borges Pestaa na praca.
'aia o Uio de Janeiro alie
at o dia a5 do coi rente, o brigue
nacional Recite, o qual j tem a
maior parle da caiga proinpta, e
para o resto, passag iros ou escra-
vos a lete, para o que tem muito
bom commodo, trata-se na ra do
Collegio n. 17, segundo andar, ou
com o lapitao Manoel Jos R-
beiro.
Para o Rio Can.le do Subseguir bre-
ve o briguo Social por ter patledoscu car-
rrgainento pruinplo, o qual pode recebar
aleuma carga a Inte, e quem pretender
pode tralar com Amozm Irmlos 1 na ra
da Crua 11. 3.
MaranhSo e rara.
Segu em poucos dias, o brigue escuna
Graciosa, j lem a bordo a maior part-i da
carg : para o roslanlc e passageiros, trata-
se com o consignatario J. II. ua Fonseca Ju-
niur, na ra do vigario n. ou com o ca-
pitdo na Praca.
Para o Cear segu com brcvi lade o
patacho Santa Cruz recebe carga de frele o
passageiros : a tralar ao lado do Corpo San-
to loja de massames 11. 5.
I'ara o Uio de Janeiro.
Recebe
Janeiro
jame, de primeia marcha, que seguir
com a maior hrevidade : trata-sa rom oca-
pii.in a bordo, ou cum llalthar & Oliveira
na ra da Caiiea do Reelfe, arinazein n. 12.
o dia ao do correntc', sexta leira,
a conclusSo do contracto da arre
cadacao da laxa de a rs. por bal-
de d'agoa : as pessoHS que quie-
rem contractar, dirijam-se ao es-
criptoriodacompanhi.i,peUs 4 bo
ras da tarde do referido dia.
-- Precisando fallar-so zo dono do sitio
denominado Catle, da fregue'a de Taque-
ra, provincia da Parahyba, quefoidoRvd.
padre Francisco Carneiro, a negocio relali
vo ao mesmo sitio, e ignorando-so quem
seja, pede-se a declarado di seu nome e
muradla, oin rasa de Joaquim Flix Macha-
do, para ser procurado.
Tinturara nacional.
Na ra do Padre Flnriano n. 46, tinge-se
todas as qualidades de roupas. e fazendas
de todas as cores, por prerjo commo lo; t
quem liver obras j lindas, na mesma casa,
nu prazo de oito das as vio buscar, quando
nSo ser3o vendijas para pagamento do tra-
balho.
Precisa-so do um homem de meia ida-
de, para mestio de meninos, para o maito
que saiba ler, escrevor, e contar : quem es-
t'ver tiestas circumstancias dirija-se a ra da
Cruz n. 43.
-- Um moco soltciro, que tem bastante
pntica, se offerece para criado, ou mesmn
para urlcISo de qualquer sitio; polendoser
procurado no aterro da Boa-Visla venda
n. 49.
Oah.ixo ssign.do acha-se em acliva
cobranca 1I0 avultadas quantias de diversos
dos seus devedores, que sao bem couheci-
dos em Pern.mbuco, na qualidale de gran-
des proprielarios na freguezia do Cabo, o
deixou na sua luja da ra Nova no Recife ao
senhor Caelano Silverio da Silva, eucarrega-
do do comprar e vender, pagar os credores
da dita loja, e receber d03 devedores, com
plenos poderes para fazer qualquer transac-
Ciio em favor da dita casa de comoiercio ; e
par. que chegue .0 conhecimeuto de todos,
I'i/.-m' o prsenlo annunoio.
Antonio Comes Villar.
~ lio dia 3 do correiiteJmez,|desappareceu
do litio de Francisco Carneiro Machado Ros
nos Afogados, um seu escravo por nomo An-
tonio Cassaluba- pnto, de Idad 38 ti-
nos, o qual leudo sido iccummetli lo de apa-
(dexia fuliuinaiite, no dia 28 de ab'il, lirou
depois disto leso; Iivou camisa de mada-
poln lino e caigas do riscado : quem tiver
noticias do mencionado prelo participe o
annunciante no dito sitio, ou a seu manu
Antonio Carneiro Macha !o llius, na Boa-Vis-
ta, que ser recumpcnssdo.
-- No domingo 8 do correnle fugio um
preto de nomo Agostinbo com os signaos
seguinles : cur ful, roslo ro londo, subran-
celhas pretss e fechadas, levou calca de al-
,:o Mu branco da lisias ; saino da Estancia
para ir receber 16,000 a alendado de seu se-
nhor e recebendo-os nBo voltou mais : ro-
ga-sc a quem o apprehender o Inve a ra
do Collegio n. 3, ou ao Mondego a Polis.
bino de Carvalho Raposo que recompen-
sara.
^ Mu laura de eslabelecimeoto. )
^ Jos l.uiz Guaiaco tem a honra de fa- 3#
af zer scionleBO respeitavol publico, e |
^ em particular loa s*us benignos fre-
^ guezes,que transferio a fabrica el ja 9
%, de chapeos que tinbl na ra Nova n. .>
^ 52, confronte a cocheua do senhor :
ifci Adolpuo, para a mesma tuh n. 4,]un- <
t lo a loja do senhor A. Colomhiei, on- j>)
W de estara sempre promptoa fazer to- J
dos os esforcos para bem servir a 4
quem se dignar de o honrar com a sua
qualquer estabelecimenlo nesta ,
ou em otitra praca ; tambem para
caixeiro de cobranzas, administrar
engeobo?, 011 casas de negocio no
mato, piomeltenilo ludo desem-
penhar da mellior f.ma, por aso
que tem bastante pratica dando
liad o r a sua conducta : na ra do
Hangcl n. 36, segundo andar.
Dos isp5e.
Acaba dechegar do Rio de Janeiro, tradu-
zido em portuguez, o excedente romance de
Alexaudre l)utn.s,que tem por titulo, I) mis
lii-pe, veude-se na livraria da prarja da In-
dependencia n. 6e8, a 8,000 rs. constando
de 6 volumes.
S O hacharel Vicenle Ferrei'a Gomes 4
/ mudou seu cscriplorio de advogacia, <)
W para o largo du Collegio, casan. 6, 9
jt, primeiro andar. ?
+ *. ****.**'*# *
-- OfTerece-se um rapaz porluguez, de
idade 16 a l8annos, par. c.ixeiro de venda,
que da mesma tem pratica ; quem o preten-
der diiija-se a ra da Stnzalla Velha n. 98
-- .No dia 21 du correnle mez de agosto,se
ha de arrematar em prafa publica uma casa
terr" ita na Cssa Forte, com quintal 111 u-
i-..d.i, avalisda em 450,000rs.; e vai praca
a requerimento do teslamenteiro da finada
I). Francisca Jovtta de Paula, para pagamen-
to de legados.
-- Offerece-se um rr.enino de idade 12 an-
nos, para caixeiro de qualquer elaheleci-
riii'iiiu, o qual he 111 lio de Porto de Pedrs, e
nunc dalli sahio : quem precisar dirija-se
a ra do Livramcnto, sobrado n. 6, segundo
andar.
Aluga-sn o segundo andar do sobrado
l,i mi 1 da ni/ 11 18, proprio para homem
olteiro, ou familia que coma do hotel; as
tratar no armazem do mesmo.
--l'recisa-se de um copeiro e um esliibei-
o.ambos forrse que cuten lam bem do sou
SertiCo; na iua da Aurora, casa do senhor
Fre'eriro Rnbilliard len lo obtid 1 d
miMitissiino tribunal do commercio o com-
petente titulo de corretor geral desta pr.c.
em virlude do que, faz sciente ao res.eita-
vel publico, que ust esltbelecido nesta qoa-
lidade para exercer todas as funeces, que
marcan] o cdigo commercial no titulo 3.'
capitulo 2.* dos correctores no art. 45, que
diz o seguidle : O corretor pode intervir
em todas as convences, transado e ope-
1 jimios mercantil 1 eassim osaeus principaes
negocios serSo de comprar e vender g-
neros do pai/., e fazendas de impnrtacSo de
todas as qualidades, uavios, accoesdo banco
eoutros titulos, metaes, negociar leltras de
cambio, descontar letlras da Ierra etc. etc.
Aproveilando esla occasUo para publicara
tabella das cummisses dus correlores desta
pra(a, marcsdapilo governo.e mandado ob-
servar pelo respectivo tribunal do corumer-
cio, na conformidade du decreto n. 808 de
28 de jolln d 1851, que he da forma seguin
te : ron-.ir.oi os correlores da praca do
commercio da provincia de Perna ubucu de
CommisaSo, o seguinle:
Oijicloi.
*
Ohtervfifei.
Apolices (Ja
divida publica.
Acfes de
coiupanhijs.
.Metaes pre-
cilos.
I.fUrat de
cambio.
Ditas da pra-
ca at t aono.
Por mais e
l anoo.
Gneros oa-
cionaes le ei
porta(o.
Ditos estran-
geiros de im-
portaco e de
reetportaco,
Venda de na
vios.
Frrtamenlos
de diios.
Agencia de
... nao* ....... 3fBUru.
tilias li i< l.M.i, pntn il t rasa 1 "Xposlos.
, v-rvWivvV -v........
>
a>
>
!'l'BJym
-
''
Rulino Rodrigues da Silva avisa a
quem enteressar, que lem contratado a
compra da metade uo sobr.do dedeos an-
dares n. 69 silo na ra Nova desta oii.nl .
com o Sr. Manoel Pachaco de Queroga ; fa-
zondo-se igualmente sciente que o mesmo
predio se aclia hipolhecalo ao annuncian-
te na parle .>ohredila, especialmente, e com
preferencia a outra qualquer divida; se.
pois, alguem se julgar com direilo contra
tal venda, queira annunciar por este Diario.
Vende se um selim ingle, de hurranea,
5o,ooo rs. de gratilicacao
.Na noile do 26 de jullio fugio da casa do
sonlior a escrava Marianna, com os signaos
seguinles: cabra, hasianle escura, de bom
cabello, alguna uos quaes ja brancos, cos-
luma traze-los cortados alraz e cresenins _
na fronte, lorridis as ponas o seguras cun (f} confianca, ele.
grampas, al'uru o grossura regulares, ns- t> *** ',a -*#*#* */&f4H4i >>*)
to bexigoso, olhos fundos e vermclhos na-1 .Na ra do Brum, arreuda-se o quaito
riz u uilo pequeo, denles um puucu sahi-lan larda cusa de A. F. da Cunlia, udilicada
dose grandes, limados, levou bastante rou-' a moderna, e com asseio, tendo excelleules
pa : quem a pesar nesta praca, leve-a a seu commodus para uma familia: tracta-sn na
senhor, A. Cwe, na ra do Vigario n. 25, ra do Vigario n. II, noescriptoriodo mes-
qae se reconipeii.sara com a quanii. cima rao,
jila. O Sr. Joaquim dos Santos Azevedo v
" Anlonio Agostinbo Pires, subdito lies- pagar 17,000 rs. que deve na olaria doa t'.oe-
patihol, reiira-se para Portugal. Ihos, que em quanto nilo o lizer vera sem
Antonio Ricardo i'o llego, embarca para pre seu nome nesta folha.
o Uio de Janeiro os escavos Jos, pardo, de ___ & luga-rSC uma esa de dous
Idade de 17 anuos, Sabino, pardo de idado ,1 m aJ.P ,. ,i ,,,
,te 8 anuos, luy.nndo, cabra, de i iade do andar)., ou de um andir e sotao ,
J\ anuos, Joaquim, creoulo, de idade de 13 COm comuiOtldS SulllCieilteS para
annos. erando familia, nos baitros de S.
Novaos & C, embarcan! para o Rio do *}"u '
Janeiro a escrava parda de nomo Jomna, oe tntonio, Ol Boa Vista: a tralar
idade de 18 tinos, a entregar a seu senhor, na j.0|edade, sitio dos l.eot'S, a
liento Jos Fcrnandes. ,.
Precisase .10 uma pessoa de boa con- qualquer hora do da.
duela, para cozinhar, cngommnr c fizer o T,faf)&-tQ9)l-G)f&G91&QQ9&1)i&
mais servido de dentro ile umi ca-a d" bo- j| Alugatu-se e vendem-se bixasna J
Traducdesd
manifestos.
VsP-c
V.p.c.
VsP-c
7sP-c
HOMEOPATHIGA. i
28 RA DAS CRUZES 2H,
Dirigida por um pharmaceutico 4&
npprovado.
5 Este estabelecimenlo possue todos *>
os medicamentos at agora expen-
,0. mentados, lantu na Europa como no
.) Brasil, e preparados pelas machinas
^ da inveneoii ,iu l)r. Mure.
5* Carteiras de 12 tubos at 160, por
* precos variaveis, conforme a quali-
'*" dadu das caixas, a quanlidade dos re-
* medios i' Mins '.) na n. i-ai -.
mem solleiro; na praca da Independencia,
loja n 3.
__O Sr. Antonio Pereira ue Olivoira li-
is carga e passageiros para o Rio de (i.j. ira dirigir-se ruadas Larangei-
o patacho nacional Fernatido Via- ri)S SPgundo an lar, a receber uma Loinpanllta de si
V prava da Independencia n 10, cun
frutite a ra das Cruzes.
Leilao.
Miguel Carneiro fura leilono dia terca
feir 24 Uo crrente nu seu mazern na ra
do Trapiche n. 38. por iniervenefio do agen-
te Roberts dosoguinte : mobilias para sala,
gallineto, quartus sala dejantar, cosinha
etc. otc.Bssim como piano-,cortindos,lou-
Ca.vidros, caudieiros, candelabros, urna rica
cana de tartaruga para rap, qtiadrus com
estampas, v.zus pata flores, espingaidas pa-
ra caca, piallas, e outros muitos oijectos
que no deixarSo de ser arrematadas, eao
meio dia em ponto tamboril ir a leii.io uma
' i i,.in de palitos, c.u\ s com cha verde, e
preto, um cabriole! patente inglez, e um
cavallu para Carro.
A requeruueulo do doponitanoda massi
fallida de Leopoldo Jos da Costa Araujo,
ou ni lo o iMiiv.doi liscal respectivo, se la-
ra leiio porordem doSr. juiz municipal su-
plente da 2 vara do civel e do commercio
e por miei \. ne,o do agente Rohcrls dus
brigues nacioiiau duuuiuina.los H .-liiio,
Mero, e paquete de Pernambucu, coai todus
us seus pertonces taes quaes ,-e r.iun , curados tu sle pinto, onde us prelendenles
podero exsiniua-loacom .ntecipai;o, per-
lencenles a referida massa : segunda-lena
23 '.o crrenle as II huras da uianha em
punto na porta da assuciacu cumtnercial
desta ir .11,11
o___i BMgBMKajgasaasMMiiSiaMM^gs
Avisos diversos.
MUITA ATTP.NCtO'.
Ac.b. de ser assalladn em seu engenho Tab
onde mora coiu sua familia, o noaso amigo o
Illin. Sr. coronel Estevo avalcante de Albu-
querque, ctdado prestante e aballado propie-
tario, por uiu troco de tropa que Ihe pos em
cerco e varejo a su. proprledade, aluda agora
em estado de sitio por 12 soldados e un sar-
gento, que alli licarain como em guarda ou des-
tacados. Ignoramos a causal de semelkantc
violencia, loas lastimamos que assimse^a Inva-
dido oasylo Invlolavel do cidado pacifico e la-
borioso, cujo nica escopo, no ultimo quartel
de tu. vida, he velar n. guarda e conservado
carta vinia du Bul. I Tendo o Sr presidente do con-
-- Precisa-se do um caixeiro para urna ,, ,. J ,______j. ,.__
padari-, que aej, bom para baleio e que seibo de direcrao do banco de l'er-
lenha pratica dest': negocio, p.ra poder.id- nambuco, de conlormidadc coma
ministrar OS Irabalhos .a mesma, sabemlo ,. |rancinri do nroiectn
bom ler e escrever : o que se ach.r nesias disposigao transitoria (10 projecto
circunstancias e abonar a sua con lucta i -' de estfatutos da COinpaullia de se-
dedrrigir-sc aruaNuva n 16, lojade fer-l it ,a praci, de
ragens, onde achara com quem se en-,fe"'" .'"" ,'. '
lenuer. presidir pnmeira assemblea ge-
- (aciano Pinto de Veras, tem mudado' ra| j0. ucci0nstas desta COmpa-
nia residencia da ra do Crespo, para o so- J
alo n. 8, i.'a ra de S. Francisco desta; nina ; por ordem do mesmo .*>r.,
lade. fsc annuiicia que esla reuniao, pa-
-- Para que no haja ignorancia, avisa-se, I ,. -'i ._,,,i r
ue nmguem conlr.le negocio algum cum W a dlSCUSSao do mencionado pro-
a SI)
bra>
cidade.
UV/S.I i
ter-
Jus Francisco Tava es, sobre uma casa l'-r-jjecto, ter lugar no dia a3 do cor-
rea, e um terreno sito na ra Imperial, sem
que seja ouvida sua mulher.
-- Aluga-se a 1 >ja e um sobrado da ra
do Raugel, com tres camarinhas, e em mui-
to bom lugar para negocio : na praca da In-
dependencia n. 6 e 8.
-- Offerece-se um rapaz br*sileiro, casa-
do, que sabe ler, escrovere contar, com ca-
me de lingoa nacional e principio de lingoa
laim i para ensinar prnueiras letras no
mato, ou mesmo em qualquer cnuenlo :
quem do seu preslimo se quizer utilisar, di-
rija-se ra Bella n. 22.
Uma pessoa com as habiliticOes nec'S-
sari.s, se offerece para ensinar primeir.is le-
tras em qualquer engenho, ou faz'nda fra
desta praca : que n do seu preslimo se qui-
zer utilisar, dir ija-se a ru. du Vigario n.20,
segundo andar.
"uom precisar de um homem Jara lei-
lor de sitio ou palana: dirija-se a ra das
Lsratigeiras u. 2.
oHerece-so uma ama, para lodo servi-
co de portas a dentro, lava, engomma e co-
sinha muito bem, ludo com perfeico : na
ra dos Burgos ti. II, primeiro andar.
Quem quizer comprar us 100 estaa-
dores: dirija-so ao aleo da Ba Vistan.
84, ou .. inmuno -un morada.
Faz-se todo e qualquer negocio com a
loja de ourives, no aterro da Boa Vista n.
61, e com um terreno no Coelho, a tratar
na mesma casa.
Precisa-sede una ama : na trave-si do
Paraso, que vai para a Florentina, sobrado
de varando encarnada.
rente, no segunde andar da casa do
referido banco, na ra do Trapi-
3a, pelas 11 horas da ma-
che n.
Recife iH de
a"osto
o
de
(B> Tubos aculaos (cada um) 1/000
Tinturas de lodos os mediciimen-
tos em frascos de 1|2 tinca 2*000
J AVIAM-SE GRATUITAMENTE
^ para os pobr s,todas as receilas que ^
js> para ali mandar qualquer professor. .:
H0ME0PATHICA.
28 RA DAS CRUZES 28.
i.im tldoes.
Ditas.
/000
JJODO
.'mu
V.pc.
V.p.c
Vi pe.
I, p.c.
VaP-c
/,.p-c.
Sobre o valor
eflfectivo.
Dito.
Sobre mi< im-
portftDciaem mu-
dacorrcDte.
dem.
dem.
Conforme acoa-
venfo mutua.
Sobre sua iin-
portaucla.
Dito.
Dito.
Pigog pelopro-.
prietario. ou con
igntario sobre o
valnr do frele.
Pago pelo se-
gurado.
Pagos pelo pro
pnetario, nu con-
signatario porca-
da urna dai tres
paginas, e rs. ig
por cada urna das
seguintes, nunca
excedendo a im-
portancia total a
mais de 40/rs.
.i'l.t una nao
excedendo a uut
mez a cotaco.
Kxccdendu-a i
mez.
4 .\2odevo nada ningurm KeciT ti
# '20 de Agosto de 1852.Dr. Sabino >
;4 Olegario Ludgero Pinhu. l
9'm*9*m*9mmm*
Ck>i
>mpras.
Compra-se a obra que tem por titulo
A mocid.de engaada e desengaada
convertida e instruida j quem tiver aonun-
cie.
-- Compram-se escravos de ambos os so-
los, de bonitas figuras, de 10 35 anuos,
lano para a provincia como para fra, pa-
dem-se bem i na ron da Cacimba n. II, on
ga morn u finado vigario do Recife.
Cornpra-sem uma preta que tenha algu-
111:1 hahililadi, o um preto que seja forte,
a mi' s do bonitas liguras, e quu nSu leitbam
vicios nem achaques: na ra du Amonio
n. ib.
Compra-se uma taberna, sendo em bom
local : quem tiver, annuncie.
-- Com nuil-si: dous mulatos do 12 a 16
.nnusde idado, 6 que sirvam para pageus:
a tratar com l.uiz Comes lorien>, no Mou-
dego.
Compra-se uma ou duas rululas pira
casa terrea de 5 a 5 \\i palmus de largura e
11.12 de altura, e i ou 3 portas cum a mes-
ma altura e largura, em bom estado : na ru
da Cruz n. 6-2.
a.......
Vendas.
NOVO MANUAL de molicina homcBopathica
pelo Dr. JAIIR, volumes, com a palho-
g nesia de 210 nieilicsmenlos 11,000
Doutrina e tralamcnlo das liOlestias clironi
cas, por IIAIINEMANN, 3 volumes 20.000
Retrato dellMINEMAN.N 5,000
Manual de medicina veterinaria bomojopa-
tbica, por Gunther 6,000
llomceopatliia domestica s.ono
Memorial domedicu liomoeopalha
O medico hoino?i'allia dascrianOas 1,000
Trat'ment liomceo|ialhico ilas molestias de
pello *.0
Diccinir'o de medicina, cirurgia.cte. 8,0.<0
Manual pratieo do niagnoiismo animal 5,000
Curso do plirnologia, por R oussais 8.000
Elementos de homceopalhia, por Cos-el Bi-
mont 8.<0
Traiamenlo homcoopathico das molestias
venreas, por Gussi-t Dimont 1,00(1
Aviso para quem quizer.
A.Coloinbiez avisa aos seus fre-
guezes, da sua loja de all'.iate, c m
roupa 'elt que translerio-a para
a esquina atrs da matriz, loja n.
a, em que e-to Sr. Nabuco, sen-
do sempre o Diestra da ollicina o
brasileiro Manoel Jos b'eneira :
na mesma loja cima, tem sempre
um compiti sortimento de ropa
leila.
Loterio de Nossa Seuhora do
Rosario.
O respectivo the-oureiro desta
lotera, unnuncia que as rodas an-
dam fio dia 26 do correnle, impre-
Icrivel, e s ha 1 venda um pe-
Prometiendo o annunciante omainrzelo
e actividad" no cumplimento de todos os
negocios confiados an seu cuidado, e con-
vida a todas as pessoa*, qu" com elle quize-
rem tratar, para se dingirem ao seu arma
zem, na rui da Cadea do Recife n. 4,aon-
de tambem recebe qualquer lamida para
vender ou em deposito
D. Auna Mari Theo iora Pereira Du-
rlo, fiz publico que. as casas sitas na ra
ilos Copiares ns. I e 3, p Ttencenles a Jos
liias da Silva, estilo hypolheca las 11 mes-
ma, oque o mesmo Sr. Jos (lias da Silva
inilividam-n!'' annuucia a venda das dilas
casas, visto nJo se entender pieviamcnte
cu n a hypothecaria, s;m o que nilo podem
ellas ser vendidas, sobre serem nullas ns
ven las
O lente Candido Leal l'er-
reira, ajudante d'ordens do com-
mando das armas desta provincia,
est residiod-i na ra do Sebo, ca-
sa n. 29.
Manoel Jos Fernandes Eiras, vai a Por-
,000|lugal.
-- A pessoa que tiver uma carleira de es-
criplur o, em bom estado, sendo de urna fa-
Loteiia de Nossa Senhora do
l.o-ario.
Casa da Fortuna, ra Direila n. 7.
As rodas ne-ia loteria andam no da 26 do
correnle, infalivel, na casa .cima, e na pra-
ga d. Independencia, loja rio Sr. Fortunato,
sta a venda um completo sortimeuto do
cautelas emeins bilhetes.
.Meioslulbctes 4,000
Quartos 2,200
Decimos 1,000
Vigsimos 500
frutas novas.
Na ra cstreit. do Rosario n II: vendem-
se as seguidles fruta-: damascus, pocogos,
amuras, morangos, peras e sortijas.
Vende-se o engenho Bail Alaria, lia
pnuen levantado, 111 enmarca do Cabo, u
qual divide com os engenhos de Siluro de
Santa Cruz, Casoeira, (Jueloz, Gaipi e Jus-
iirl; li' d<- boas ierras, matas, bom cerca-
do e do muila 10 'u u : trata-so com seu
pro: rd tatio, no mesmo engenho, eunesta
praca com oabaixi assignado. -- Jos Mar-
ques da ('.osla Vi.iio.
Vende-se um cavallu de estribara, sum
0 meiMir achaque,'iiiiiito barato, cum sella,
ou sem ella : na Estancia na pnmeira casa
junto a capella.
Vcnde-sc o engenho Junqneira, sito na
fregue'/ia dn Cabo, e distante 5 legoas des-
ta cidade, n qual he de bous paslos, e do
bous cercados, sadio e de excedente pro-
dcelo, e cin bons partidos, augmentan-
do-se corr mais um outro, que tornara dito
engenho com sulliciencia cara safrejar tres
mil peanualmente ; elle he abundante
de Igotl c tem 0 embarque na porta, donde
|.n 1 ni partir as harec/ss para esta cidade :
os pnlendentes dirijam-se a seu proprieta-
rio na comarca do Cabo, o coronal Botito
Jos Lemeuha Luis, ou nesta cidade a An-
lonio da Costa Reg Monteiro, na ra do
1 n-10 11 23, a saber o preco e as cotidi-
QOeS,
Qiieijo.s do srrtao.
Vendem-ae muito bous e Irescaes quoijo
doaerlfoj na ru ilu yuennado n 14.
Vende-se um bonito moleque rio lan-
nos, bum cosinh.'iro para casa estrangoira,
o qual tem Dos conducta, o urna boa escra-
va, que cosinna, vende na ru< e lava: na
ra largo do Rosario, luja ti. 35.
Vendem-se saces com milito gran-
des, a 2,400 rs. cada una ; ditas mais pe-
queas, a 2,200 rs por -,100.1 de arroz do
casca, abineire med la velha, a 2,400 rs.:
nos armi-zens do beeco do Carioca.
S01 tmenlo de panno.
Na ra da Cadeia do Recife, loja 11 50,
vendem-se superinres pannos pretos a 4,000,
4,500, 5.000, 5,500, 6.000 e 7.000 rs. o ca-
vado ; dito azul e verde a 4,500 o 5,000 rs.;
assim COOIO pannos mesclaios, dos melho-
res gustos que ha nesle genero, por 3.500
ce : dirija-ae a ra do Trapiche Novo n. 14.
-- Precisa sa de uma ama, que saiba co-!rSi q (-ovado.
sinhar, n que tenha bot conduela, para ci- l>alil nnriaianasi
sa de familia : no atrio da lio, Visla n.58. l aillos a paribieilsC.
- o.....11 precisar de umcadoostiaiigci-! Wndem-se palitos, a ultima moda de l'a-
rn, cun as nece-sanas qualidades' dirija so risi de ,",nl1" l'onos niesclados e preto ;
a Fra de Portas, coxoira do Sr.l'edro Alem. na ra da Cadeia do Recife, loja 11 50, por
Preclsa-se d- um pequen.., de idade "'"os P'OQo do que em oulras parles.
de 10 a 12 anuo-, que tenha alguma pratica em nieio uso. cum lodo* OS arelos; ua
de vend 1 no Forte do Mallos, ra do Co- praca 'la Independencia n. 14 e16.
dorniznl2 '" Ven le-se a obra de l.obflo, olas a
-uem precisar de um homem par. fei- ">ll'> i Prs <" Independencia n 12 '
Na antiga padana da ra da benzalla
Nova n. 30, un 1 111 -- a vender a verda-
deira bolminha doco d I ite.
I',ni de senleio.
Moje das 10 para as II horas da maubSa,
acharSo ns fregue/es o verdadeiro rijlo de
enteio, e continua tiasquartas esaMiados,
as in sum- horas, e s se guarda para os fre-
guezes : na ra da Senzalla Nova n. 30.
Vende-se uma excedente escrava, cora
habili -lados, e do muitu bonita figura: na
tur de um silio.ou para seivico de uma casa,
dirijl-se ao paleo do Paraj-o, casa poi cima
da sachrislia.
HAM'.IL DO lili. JARII.
TRADOZIDO EM PORTUGUEZ.
16,000 rs. (le assignatura.
Sabio a luz o primeiro volume desla obra,
a mellior de todas ero seu genero : o nico rua do Crespo n. 10, terceiro andar.
! verdadeiro livro, por onde se pode estudare .. Vendem-so quatro rebolos de pe Ira,
pratirar a homenp.thi. Est nitidam'nle parn n oinhos : na rua do Crespo n. 10.
imprrssoem excedente papel, com tolos os .. Vonde-sc uma puri;Su de espanadores,
signaes que conlcm o original para denotar ,| melhor goslo pussivel, e que fazcm dif-
a differenca do valor dos symptonas. ferenca do todos os mais que se achar a ven-
Cootin. a asiignatnr nu consultorio ho- ,)B na.ll pra<;a, a o desengao he a vista: no
meopathico do Dr Moscoso, onde os smiho- itrro da boa Vista, venda da esquinado
res assignanles |lem mandar receber os Hospicio n. 88.
seus exemplares Vende-se um sobrado de 3 andares ,
No mesmo consultorio ha todos os medica- hem construido, e que ren le 1:200,000 rs ,
tratar na rua
nba.
i85i.
0 I)'. Ju3u .\ pour.ci un Das Fernan-
dos, retiran lo-se com sua senhora, e uma
escrava Com cria, para o Riu de Janeiro, ci
nada dever nesla cidade, se porm alguem
julgsr-se seucrelnr, pode, durante estes
3diasdirigir-sea travessa da Madre de Dos,
escripturm m*b^99G9 0-
# Jos Adelo, dentista e sangra ai
3 do-, declara ao respuilavol publicd,
s) o particularmente aos seus fregu- S>
o) zes, que se acha residindo |or em- $
4 quaulu no largo do Carino, defrun- ft
4 10 de Santa Tnereza, casa do lam- ^
(< piao n. 21, aonde o acruro promp- A>
r to des ie as 9 hur.s da rnanhSa ale as f
4 6 da larde, para exerctr as func^Oes Q
,j de sua arle, como de custume. 4$
*##!!*'**
--O abaixu assignado unici agente 0111
Pernambucu dej. R. D. Sands, ebioneo
americano faz publico quo o deposito cons-
tituido por seu autor, ho em sua butica na
rua da (adeia Velha, n. 61, e para evitar
qualquer engao, se achara assignatura
do ahaixo assigaao em iiianuscriplu, so-
bre o iuvultono 1111,11 -essii du inesmu frasco.
Viciiule Jos de Unto.
queno resto de meios billutes, que
arham-se 110 lunares i aiinun-ime"los hotneopalhicos VEItADEIROS; as- sji_0 a melhor rua du Recife:
J sim como ricas cuteiras, e refurmam-se do Collegio n. 13, segn lu andar
Ciados. I quaesquer boticas, cujos rnedienmentus se- .. Vende-so uma preta creoula de bonita
-O abaixo assienado pede as pesaos quea ijam falsos, ou ueteiiora los figura, que cosmba o diario de uma casa, e
Ihe silo devedoras de contasanligss, de vi-' Cnegou i rua do Qui i nadu 11. 31, novo tambem se verido para lora da provincia: na
rem nu seu armazem, na rua da Cruz n. 5, sortimento de vidrus com agua para fazer rua do Rangel. venda 11. II.
satisfazerem seus dbitos al o dia 31 do jos cabellos e suissss prelas ; a riles antes wamaf9 fWIVff VW^t *'
correnle du contrario ver-ge-ha obrigado a j que se ac bem.
promover a cobranza judicialmente, Precisa- se de uma ama de leile que nlo
William B.urh. i seja captiva; quem rstiver neslas circums-
(i8,%?'' ff?*" juncias, dinja-su a esta ly|iograplna.que se
8 t'tiulo i.uli,rnoii\ tlcullslit, ihe dir quem precisa.
Si de vollti a esta cltlude, pode. |
$ ser procurado a (iiiuI.iiici- ^\ \os tientes.
9 Dciiiisilu tic ti -tulls ila luliii-"
. ,n .-
liiu.'. em sao custi : nu rua
\> larga do Kosario n. 30, se- v
^liiiiln ainliii
*''"***,*"--
hetrutodi Daguerrcoly|)o.
No II -1 rn 'i Una Visla n. 10, subrado ti-
ra-seretrato por Dsguorreutypu com toda a
perfeicSo conhecida al agora (l artista,
tendo pois de se demorar poucos dias nesta
ruda le, avisa as pessuas, que de seu pres
J. Jam dentista, noticia au publico que
contina a por denles arliliciaes do porce-
lana incorrupliveis; oannunci.
de um ou todos se fr preciso, asseverau lo
atodasas pessoasque se quizerem utilis.rdo 84*
gnu preslimo, que nSo exige paga alguma
mu, Mean 'n os denles 10o be 11 enlloca los
que nilo se possa difTereOfar dos proprios
ca de Todos os Santos,
na Babia. *1
Vendo-se 0111 casa de Domingos AI-<6
ves Matheus, na rua da Cruz do Ite-^g
cife u.52, primeiro andar, algodSo"
S4> transadodaquellafabrica, muilopro-J
is do porce- j> rj() para sacc0s e roupa de escra-S
uteencherta 4* vu8> 888im como lio proprio para rc-^g
des de pescar e pavios par. vedas,<
_ por pretjo mnilo commodo. -m
Afti^AoiAisliAiAAkllAftAM
Instrumentos de muzica.
n.liiraes,podendo-so mastigar qualque cu- yon le-se toda a quali Ja le de instrunieu-
iiimI.i se in sentir menor dur nem receio (ns do muzica, para muzica militar, por bu-
liinu se quizer, >m utilisar para queo procu-j de os quebrar, l-mbem calsa 03 denles na- rato preco e para liquidar coritas : em casa
rem das 9 horas da manh.1i as 4 da tarde I lur.es Turados da caria com ou-o ou p ata, ,(,, Krunn Praeger & Compaonia, na rua da
-- Furtaiarn do engenho Novo, dn Cabo, i preveninlo assim a cuntniuacao da c u 11 o cruz n. 10.
um cavado caalanho, grande, magru, cV- | dores o mesmo evitando por essa forma de jA^f^'ll^mW^WW9^l9W99WW

-- Precisa-se de um feitor, quo enlend. I iesse fungo lempo ser quanto hasta uaraj pequetas porces pelo p,evu estabe-*
do borla e de trato de animaos : na rua da garantir sua residencia na rua .Nov 1 n. 19, 4 leculn. ,-.lm.mt**irXmMi*
Cruz n. 20. nrimoiro andar.
: primoiro andar.
MUTILADO j



r-
mm
4=4
Attencao senliores fogueteiros.
Vende-se baratinho superior
plvora ingleza cm massa : a tra-
tar na travessa da Madre de Dos
n. 4 e 0.
Na ra do Crespo n. 17 ,
vende-se cassa chita, jconat e or-
gandy, definissimo panno e beni-
tos pudrde.i, a 3ao, 3C>o c 400 rs
o covado.
Moinhos de vento
cora bomba de repuso para regrar nortes
ebaxagdecaplm nafundicflodeD. W. Bovr-
nuil; na i'1111 do IIruin ns. 6. H o 10.
Fazenda da moda.
Vendem-se superiores cortes de cimbraia
de salpioos hrancos de cor, pelo diminuto
proco de 3,500 rs.: na ra do Crespo, toja
U. 6.
Cal virgera.
Veude-se cal de Lisboa a mais nova do
mercado: na ra do Vigario n. 19, pnmei-
andar, eacriptorio de T. de Aquino Eonseca
& Filho, ouna ra do Trapiche, amazem de
Antonio Augusto da Konseca.
Deposito rie cal e potassa
No armazem da ra da Cadeia
dollecife n. xa, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
oiin como potassa chegada ltima-
mente, a precos muito rasoaveis.
l'otassa ameiicana.
No antigo deposito da cadeu velha, n.
12 existo urna pequea porco de potassa
americana, clicgada recontemente que por
superior rivalisa com adaltussia: vene
se por pr eco razoavel.
Agencia de Edwin Maw.
Narua He Apollo n. armazem de Mc.Cal-
uonlfe Companhia, acha-ae constantemente
hnns aorlimenlos de taina de ferro coarto e
balido, tanto rasa como fundas, mof ndas 10-
eiraa todas de ferro para animaea, agoa, etc
ditas para armar em madeira de todos osi ta-
manhos e lusriellos o niaia moderno, machina
hurisontal para vapor, com forrea de 4 caval-
los, coucos, passadeiras de ferro estancado
para casa de pulgar, por menos prefo queoa
de cobre, escovens para navios, ferro iogle
tautneni barrascomo cm arcosfolhas,eludo
por bara to preco.
AGENCIA
da fundicao Low-Moor.
ItUA DA SENZALLA NOVA N. 42.
Neste estabelecimento conti-
oa a ha ver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
daspara engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamaitos, pa-
ra dito.
Vendem-so os verdadeiros selins in-
glozes, patente, de molla e sem ella : na
ra da Senzalla Nova n. 42.
Vendem-se relogios de ou-
vo eprta, patente inglcz: narua
da Senzalla Nova n. l\i.
Arados de ferro.
Na ((indicio da Aurora, em S. Amaro,
vondem-searados,leferrodediversos mo-
delos.
Deposito He panno de aluodao da
febrica Todos os .Santos da Sa-
ndia.
Vende-sc por preco couimodo
o bem conhecido panno de algo-
dao desta fabrica ; em pessa, a
A 5,ooo rs.
Superiores chapeos de sol de seda ingle-
zes chogados pelos ultimo navios, pelo di-
rinulo pret;n de 5,000 rs. cada urna : na
ra do Cillegio n. 4.
Aviso aos pas de familias.
Na ru dn Collegio n. 7, acha-se um sorli-
mentn do loma do Poito do diversas quali-
dades branca e de cores, a qual se vende por
preco mtiiio barato e serve pra qaem lem
pouco dinheiro; a ella antes que se acabe
porque he pecliincha.edepois nao vainada
ose eu squbera-vamos, vamos fregu-
zes. Na mesma loja se vender troze caixas
vazlasemquoveio a louca.
C5- Falitos Feitos. _s?
Na ra Nova n. 26, tem para venderse pa-
litos de panno verde e prelo,multo bem fel-
tos.c mais barato do que em outra qualquer
parte; a elle antes que se ac bem.
Vende-se a excellente typo-
graphia do Diario Novo estando
hem montada, tanto de bonspre-
los, como de typos : quem a pre-
tender, dirija-se a ra da Praia
n 55, a tratar com a Viuva Boma,
Farinha de mandioca a i,Goo rs. a
sacca.
No armazem de J. J. Tasso Jnior : na ra
do Amorim n. 35.
Vendem-se nova cassas chitas de lin-
dos gosto a 2,240 r. o corle, cassa de qua-
dros fina a 280 rs. a vara: na ra do Crespo,
loja da esquina que volla para a Cadeia.
Deposito 1 fnbrlca de Todos os
Suatos nn llalita.
Vende-se.emcasa deN. O.Bieber&C,
na ra daCruz n. 4,algodSotransado a-
quolla rabrica,muitoproprio para saccosde
assucarcroupadeescravos.porprecocom-
modu.
Bt im trancado de puro linho a Sio
rs. o covado
Na ru do Crespo loja da esquina que vol-
ta para cadea veude-se brin trancado par-
do de linho puro a 320 rs. o covado,
Vendem-se saccas con fa-
rdos
CANTO E PTANOFORTI'
junl'.i" ladode l.i lia
&:iC V,V.
Juri-i os mcus illas (Indar,
S nella ho que existe amor,
S Lilia me sabe unir.
Por ti o Lilia
Quero vtor;
Vida sem ti
Antes morrer.
A modnln cima, tem mais dtias quadras
-- Polka extrslnda da la Bouqu'tire, e urna
linda valsa do9 noivcs, tudo em um folhelo
por 1,000 rs,; a valsa dos hem casados, pe-
lo compositor do muzica italiano o Sr. Fa-
chinelt, per 640 ra.eoulras muitas msi-
cas modernis-imas ja annunciadas n im-
prensa do muzica doM. J. R. Vieira, na ra
Helia ii. 28.
-- Vendem-se remedios para quebrado.que
s9o boas fundas, forradas de camurca : n
loja n.2, da ra Nova.
Preces que parecem impossiveis
160, aoo, 24o.
Madapolflesdelstrasou risca lopro||rio8
para esmisaa ou vestidos pflo >* -imito
preco de 160 r. o covado, as muito acredi-
tadas chitas caboclas muito fizas a 200 rs.
o covado; as mais finas chitas rom no-
vo desenhos fazenda do ultimo gosloe
cores muito fixis pelo baratissimo preco
de 240 rs. o covado; o afamado aloalhado
adamascado de puro linho com oilo palo 0
do largura a 1600 rs. a vari; linissimas al-
pacas de core a 640 rs. o covado; dit
com los de tola 800 rs. ; ditas pretfs a-
chamnlntadas muito linas a 880 rs. ; meri-
nos pretil de superiores qualidades a 1,800,
2,800, 3,2(0 rs. o covado ; pecas de
, 2,500, .
na ra da Madre de Dos berUnhi de puro linho com cinco varas
laxen 'a muito lina a 2,8o0 a peca ; ditas d
algmlo com dez vai as a 1,800, dem com
cinco varas fazenda muito enroipada a
960 ; cambraias francezas muito Boa o pa-
droes inteiramonte modernos a 640 a vara
brini de linho mesclalo proprios para pa-
litos a 320 o covado, cobertores de algodSo
armazem n. 20.
Cortes de cambraia de salpico
blancos e de cores, a 3,5oo rs.,
corte.
ama do Crespo, loja da esquina, que
volta para a Cadeia, vendem-se cortes de| hrancos e decores proprios para escravos a
vestidos de cambraia de salpico brancos e jooo cada um ; assim como um grande
de cores, pelo diminuto proco de 3,500 rs
o corte ; meias muito tinas, para hornero ,
cum pequeo defeto.a 2,400 rs. a duzia.
Ancoras para navios.
Vendem-so em casa do llicardo Koyle, na
ra da Cadeia Velha n. 37, ancoras de supe-
rior qualidade, e por commodo preco.
Chita para cobtrta, cor fixe a
2oo reis covado.
Na ra do Crespo.loja da esquina que vol
ni lmenlo do muitas oulras fazenda que
se vendern por menos proco do que em
outra qualquer prrte : na loja da ruado
Crespo, n. 14 de Jos Francisco Dia
As pechinchas acabam-se.
Vendem-se chita finas a 120, 140, 160,
180, e 200 r. o covado, peca de dita a
5,000, 5,500, 6.500 e 7,000 rs., cintas para
coherta de corlixa a 200 rs superiores cor-
tes de casemira de 19a pura a 5,500, o ditos
"I de mia casemira lamhcm de ISa a3,000 rs
ta para a Cadeia, vende-se chita para cnber-; coltes e calca de gambieSo a 1,800 rs., di-
la de novos padrOes e cor fixe a 200 rs, o
covado.
Vendem-se chapeos do Chily, bons, por
preco commodo : na la doTrapiche n. 8.
Vendem-se acees da extinc-
ta companhia de l'ernambuco
Parahyba no scriptorio de Au-
gusto O.de Abren : na ra da Ca-
deia n. .'|H .
A 160 rs. cada um.
Defronte do becco do Peixe Fri-
to, loja n. 3, vendem-se lencinhos
de cambraia pintados para mo
te meninas e senhoras, de muito
vontade do comprador: no escrip- bonlt08 esenhoa, pelo barat.ssi-
. ..,,* nimn ,n 11.01*1 n:i :ir i railn iilli!
torio de Novaes& Companhia, n
ra do Trapiche n. 34
~ Vendem-se as seguintea semenies:
nabos,rabauos,rabanetas encarnados e bran-
cos, sebola, couve trinxud alface ala-
moa, repulhuda,chicoria, senoulas, feij3o
carrapato de tres qualidades, ervillia loria e
direita, lava, coeulro de touceira, salea, t-
males grandes, rcpolho, couvo lombarda,
saboia, c moslarda : na ra da Cruz n. 46,
dufronto do Sr. doulor Cosme.
Taixas para engenho*
Na fundico de ferro de D.
W. Bovvman na ra do Brum,
p.->ssando o cliafariz, contina a
haver um completo sortimento
de taixas de ferro fundido e ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bocea ,
as quaes acham-se a venda por
preco commodo e com prompti-
d5o, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezus ao com-
prador
Vendem-se amarras de ferro: na ni da
Senzalla Nova n. 42.
v.rVvvW.Vi''rVf/vft y1/
Farinha de mandioca
S| Vcnde-se, por preco rasoavel, la- ^
. rinba de S. Maiheu a mais nova -,
g, que existe ueste mercado : na ra 2
p da Cruz n. 34j delronte da l.ingoeta. ^
-*Vendem-se lonas, briuzo, biins, o
innias lonas da Russia ; uo ariuatom de N.
O. Bober & Compauhia, na ra da Cruz
n. 4.
Algodao |>ara roupa de escravos.
Vende-se algo dSo mullo encorpado, pro-
prio para roupa de escravos, com pequeuo
toque do avaria a 140 rs. a jarda ; dito
limpo a 180 rs. : na ra do Crespo n. 5.
jortitnentos de panos finos e case-
miras de todas as qualidades.
Na ra do Crespo loja da esquina que vol-
la para a cadeia,vende-sc panos linos pretos
a 2,800, 3,200, 3,500, 4,000, 5,000 rs., e fran-
cez mutio superior a 6,000 rs., o covado, di-
to verde a 2,800 rs. dito azul a 2,880, 3,500,
4,000 o covado, cortes de cale de casemira
prela enfestado a 5,000 e 6,000 rs., dita fran-
ceza elstica a 8,000, 9,000 e 10,000 o corte,
o outra muilas fazenda por preco com-
modo.
Moeudrts superiores.
Na (undicSodeC. Starrot Companhia,
em S.-Amaro, acham-seavenda moendas
de canoa, todas deferro, e um modeloe
construcco muitosuperior.
Corles de brim de puro linho.
Na ra do Crespo loja da esquina que vol-
ta para a cadeia, vende-se corles de cale de
brim de quadros, e lislras de puro linho a
1,280 e 2,000 rs.,ditointeiro pardo a 1.280 e
2 000 rs. o corle, rtscado de linbo do listra
a'720,rs. o corte.
Taixas de ferro coado.
Vendem-so taixis de ferro coado, de su-
perior qualidade e por preco cummodo: na
ra da Cadeia Velba n. 37, casa de Ricardo
Koyle,
tos de brim a I.Oi'Ors. c 1,200, chitas lian-
cezas largas a 280 rs. a vara, roadapoloes li-
nos a 120, 160, 180,200,220, e2i0rs., e
muito lino a 280 rs. a vara ; pecas de mada-
polSo a 2,200, 2,800, 3,000, 3,400, 3,600 a
4,000 rs e muito fino a 5.200 rs., pecas de
ligodlo trancado, proprio para escravos e
toalhas a 3,600 rs., pecas de cassa para ba-
badosa 2,400 is., o outras muila fazenJas,
por i re,,n extraordini iameute bratua ; na
loja da estrella da roa ilo Queimado n. 7,
confronte bo becco do Peixe Frito.
Vendo-se urna esorava oreoull, de 25
anuos deidade: as Cinc Ponas n. 82.
Vende-sc nova loja de calcado da ra
Direita ii. 50 a tratar Da niesm, Inja, ou na
mesma ra n. 4, segundo andar vende-se
pur motivo do dono retirar se para lora.
Calcado barato.
Sapatos do couro do lustro para sonhora a
1,280 is ditos ue marro iuini pretos e de
coros a 500 is., sspalinlios do coludos a
400 rs., sai utos do Aracati liara menino a
500 rs sapa tries p*ra liomen: a 3,000 rs., na
mo preco de ineia pataca cada um;
dar-se-ha amostra com o compe-
tente penhor.
Panno nreto, fino, f.ancez, a 3,oooi praoa da Independencia loja do calcado do
1 Arantes.
Ven lo-St! vinagre aromtico proprio pa-
ra tirar pannos do rosto, sartus, amaciara
pello a 1,000 rs o frasc : lia ra Nova luja
D. 3.
Lotera do Rio de Janeiro.
aos 20:000,000 ni: hs,
Nn casa feliz,
dos quatro cantos da ra do Queimado n. 20,
vcnlem-se os muito feI17.es bilhetos, meios,
Troca-s|e calcado por 700 rs. o par
por* se querer liquidar.
No aterro d< lloa-Vitla, defronte da bone-
ca n. 14, 8clia-s.o um grande deposito dos
melhores sapalrtes qua tem vindodo Arad-
ly, para lodosos lipmanilos, tanto para hu-
men como para meninos; assim como um
novo e complela xorlimcnlo do calcados
franC'Zesde todaf* as quali lados, tanto para
hornero, como para senhora, meninose n e-
ninas, ludo por prec0 muito commodo, alim
de si apurar dinlieiro.
(alcedos a 400, 700, 800 e 1,60o
rs. o par, no aterro da Boa-Vis-
ta, defronte da boneca n. 14.
Trocam-se os mais superiores sapatos dn
couro de lustro francezes e do Lisoa para
senhora a 1,60o rs., ditos de cordavSo a 800
i., ditos par meninos a 4i0rs., sapatoe*
do Aracaty pata bomens o meninos a 700 rs.
Bom e barato, i asseio Publico loja
11. 9,
vendem-se ricos chales de ISa o seda a 3,000
rs., ditos de lita padioes lindos a 1,280 rs ,
ditos brancos a 1|000 rs., chapeos de sol
a 1/000 rs., lencos de vapor padroes ri-
cos a 200 rs. ditos rodiados de bicos a
320 rs. ditos encarnados proprios pa-
ra tabaco a 160 rs., meias cruas para ho
inens a 2 200 r. a dusia, cambraia da India
bordado a 320 rs. a vara, grvalas de setim
a 1,280 rs., ditas de seda a 1,000 rs., ditas
de cassa, a 100 rs., chitas para coberla a
160, 200, o 240 is. o covado, ditos para ves-
tido a 160, 200, e2t0 rs o covado, cutes
de cassa-clula, a 2| rs. : e outra muilas f.i-
zendas por precos commode9.
Vende-se
no Passeio Publico loja n. 11, ricos mants-
leles e capotinlios de setim dn cures, a 10,
12, e 14,000 rs fazen !a de gusto, riscadi-
nlios francezes a 160 rs. o covado, cortes de
ISa eseda a 6,000rs., chales de 13a de maia
a 1,200 rs lencos da mesma quilidn le
a 360 rs., e oulras muitas fazendas porpre-
C0 commodo.
- Vendem-se dou sobrados do um andar
cada um, sitos na ra dos Copiare D 1 O 3;
os pretendentes entondam-se com Jos.Dias
da Silva, na ru da Cadeia do Recifen. 59;
o qual se aelia autorisado pela commissHo
de seus credores, para fa/.era dita venda.
Na ra do Crespo, loj* u 6.
Vendem-so superiores cortes de cambraia
desalpicos, com 6 l|2 e 7 varas, a 3,500 e ; j0 um anjr n. 13.
1,000 rs.; corte de cassa cliila, de novos j .. A rjolombiez com loja n. 2, na ra No-
Refrescos e xaropes a 5oo rs. a Vende-se um ptimo escravo
garrola ferreiro: na ra do Vigirio n. a3,
Vendem-se na travesa da Madro de fleo segundo andir.
n. 4 o 6 ; endo de groielhas, opil, orcha-1 ..wndem-se tres pollada de rotlas com
l, tamarindos, laranj, lirnSo, cidra, gom-i 0 ,_ muHo bam feitlSi de mieira de
ma, emuitosoutros de difTerenles qualida-. marello, por haralo preco; na ra da Sen-
z-lia Velha n. 98.
Kspanadores.
Vendem-3 100 espanadores : ni ra es-
trella do Rosario n. 11.
Escravos futidos.
-- Ilesappareceu em 8 de julhodo corren-
te atino, um cabuclo de nome Jos, escravo
do Pacheco Filho 6t Mende, da cidade do A-
racaty.oqual tem os signaes seguintea: o
braco esquerdo quebrado na munheca, ca-
bellos pretos, as pernas um tantoarquiada
para fra.ho de boa eslalura.e cheiodocor-
po. bom 11lliiiitn, porcm quando falla aperla_
a lingoaentre os denle, tem por entume
quando e Ibe pergunta alguma cousa res-
ponder senhor sim ou senhor nSo, levou um
cobertor de ISa ordinario anda novo, cha-
peo de palha da Italia j usado.com fita pre-
la, calca dn algjdSosinboazul ou com lis-
tras, camisa da mesma fazenda ou branca.
Este escravo lem vindo do serlSo por Ierra
a esta praca, e muito gosta do lugar de Pe-
dra de Fogo, aonde pode ser que estoja
acollado, e fui escravo na villa do Pombal;
quotn o pegar leve-o a ra da Cruz do Re-
cite n. 33, casa deLuiz Jos de S Araujn,
sndese achava o mesmo escravo para sor
vi-miui i, e e recompensar*.
Desappareceu do engenho Novo do
Cabo, ha 15 dia, o negro do nacSo, Jo,
contiendo por garapa ; he alto, ralorvado
do do corpo, edr muito fula, com falta do
denles na frento, e falla muito descancada ;
quem o pear leve-o ao dito engenho que
ser bem recompensado.
Deaappareceu do engenho Salgado ,
da freguezia do Ipojuca, no dia 2 do corren-
to um negro, carreiro, de nome Antonio,
de altuia regular, corpo magro, nlo he pre-
to retinto mas sim avermelhado, ten urna
orelnn cum a melado murena, dundo se Ihe
tirou ha dous mezesum lobinho quosecus-
tou a curar, he de Angola, do mais do 40
anno do idade, falla muito bem. he muito
atloncioso, em qualquer parle pote mullo
hem dizer q ie he forro, porque assim o pa-
rece : rogase ponanto as autoridades poli-
ciaes o raptites de campo a captura do mes-
mo, mandando lev.r ao dito engenho, ou
no engenho Novo, do Cabo, ao Sr Francis-
des.
-- Vendcm-sa lantcrnas pequeas com p
debronzequo servem para pianos : na ra
Nova lojs n 2, atraz da matriz.
Vende-ge urna prela, um molecnle e
um mulato, proprr para servico de cam-
po : na ra das Cruzes n. 40.
--A Culombiozcom loja n. 2, na ra Nova
atraz da matriz, tem para vender a dinheiro
a vista, ricos encerados de bonitas cores, de
6 a 12 palmos de largura, que servem para
cohertas de pianos, e de mezas de jantar.
Os lllms. Srs. esludantes do 5. anno.
SSo convidados para comprar com dinhei-
ro avista, filas encarnadas que servem para
as suas cartas do hachareis, em sciencia ju-
rdicas, falcmcom o Sr. Nabuco : na loja de
A. Colombiez n. 2, da ra Nova atraz da
mat-iz.
-- Urna encommenda de cobertores,
Quo por sercm poucos
NSo podem chegar
A todos os compradores,
a 1,600 r. cada um : na ru do Crespo, lo-
ja n 6.
Na loja n.2, da ra Nova, venilem-se
sapates de lustro parahomem frauceze di-
tosde bizerro, sapatus do lustro para senho-
ra, dilos de marroqnim decores, ditos de
marroquim prelo, ditosdoduraque, ditos de
setim branco,boliii9deduraqueprelogaspia-
dos para senhora,ditosde ganga pon) de lus-
tro a 1,600 rs.. ditosde meninas, 2 a 180 rs.,
ditos al/ rs.chinelasde ISa arasenhora.di-
tas para homem, chapeos de renda com fita
para senhora a 10,000 rs., ditos finos para
homem a 7,000 rs., ditos do merino pretos,
5,000 rs. ditos ile palha amarella a 2,600 rs.
ditas para menina a 1,000 rs., ditos de palha
fina para senhora a 4,000 rs ditos de pello
deseda para menino a 1,000 rs,, ditos para
homem a 8,000 rs.
Con(inua-se a vender farinha do reino
e tapioca, a 80 rs. a liliru; vinho ire-lSO a 30
rs. a garrafa ; vinagre a 80 rs. a garrafa, e
500 rs. a caada ; caf de caroco a 140 rs. a
libra; graxa em latas a 100 rs.; vinho mus-
catel a 500 rs. a garrafa, tu io do bom e mu-
Ihor, o bem pesado, c outros mudos gen"-
ros, que se nilo mencionain : na esquina do
boceo da Bomba, ven la por baixo do sobra-
gostos, a 2,240 e 2,500 rs; cassa fraticcza a I Vd a|raz ja m,irZi tem sempre um grande co Jos da Costa, quo sera b-m recompon-
rs. o covado.
Vende-se panno preto fino,!
rancez, a 3,ooo rs. o covado : na,
loja de Flores & S, na ra di Ca-j
deia do Becife n. 47- Na mesma
loja vcnde-se u.n rodap novo de
labyrintho, por preco muito com-
modo.
Na ra do Collegio n. 7, acaba de abrir- quailos, oilavos e vigsimos, da decima
quinta lotera da Candada, e da decima
qusrta lotera da Misericordia, cujas listas
chegsm at o da 20 ; a elles que estSo no
resto.


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seum pequeo, mas inimosanieule sortido,
armazem de louca do Porto, de differentes
cores e delicados goslos: e vende-se por me-
nos do que em outra qualquer parle; a elle
poisque he pechincha.
5,000 rs.
ticos capolinhos do cambraia transparen-
te bordados com mu ilo gosto. quem nao li-j .
ver de seda aproveitc a occasio, e preco de <
5,000,queniiopaga o trnbalho; s3oeconomi-| T3
eos porque se la>3o,e graves por quo SiSo de-I u
cenes: no ra do Crespo loja de 4 portas =
"A CIDADE DE PARS. |1
Fabrica de chapeos de sol, na ru, o
do Collegio n. 4' g
Alm do sorlimenlu j annunciado, rece-] i
heu-se pelo navio Havre, ultimo vindo de
Franca, um novo sortimento de chapeos de
sol do seda e de panninho, para homens e
senhoras, dos ltimos gustos; superiores
chapeos da sol de seda cum cabos de caiia,!e
outros dos melbores quo lem viudo a esta;
praca, que se cunlinuam a vender por me- ni saiuoted oes onb s-epuazej sniinu suino
nos preco que cm oulra qualquor parte.
Vendem-so queijus Irescaes de Minas,
vindos pelo ultimu va,,nr, o caixas com 10
libras de figos de comadre, superiores: na
ra da Cruz, venda p. 48 dofronle do Sr,
Ur. Sa l'creirs.
Vende-sc urna morada de
casas, feita a moderna, com tijolo e
cal, sita na ra do Motocolomb,
por preco muito em conta ; a tra-
tar na ra Imperial n. 3i.
Vende-se urna negra creoula do mato,
moca, e propria para qualquer servico : na
ra da Cadeia Velba n. 24, primeiro andar.
Vendo so um bom sobrado de um an-
dar, sito na rus de llortas n. 104 a tratar
narua de Santa Theresa com Miguel Jos
de Almeida Pernambuco, que esla autorisa-
do para o vender.
Vende-se oleo de linhaca ,
muito superior, chegado ta llol-
landa, em botijdes de 20 libras ,
por 5,ooo rs., cada botijSo; na ra
larga do Rosario, botica n. 3(3, de
Bartholomeu Francisco de Souza.
FeijSo novo a 6,000 rs.
No armazem de Couveia & Das, confron-
te a escadinba da Alfandega.
-- Vende-ae umcavallo de estribara : na
ra Velh n. 55.
ouioamissi'oSjJd o|jqul|nui jod 'sopjpid
soijunq oiinu op e 8uu 04)010 sniiqa apuaa
os uioo uiisse r,pAia o 'SJor-iep olajd
n|i: 11:,1 u;,id '-olio, ") na SOUllud 0111,1 'azOJ
..I, jiu s-1 11 u 1 ,1.1 spi|0 es-ojop '8A S'JiibiJ
-iiail iosdRJuiin'jap 'oi8d||OD op em a aaid
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Vende-se sal do Ass, a bor-
do dn escuna Mara Firmina, fuica Ja de-
fronte do trapicho do algodio : a tratar na
ra da Ciuz du HeCfe n. 33.
440 rs. a vara ; corles do brim trancado os-
curos e mescladus, a 2,000 rs. ; panno lino
prolo, a 3,000 e 4,000 rs ; lencos de cambraia
de linho, a 480 rs.; dilos de cassa grandes,
a 160rs.; rseado de linho a ISO rs. o covado
e muila outras fazendas em couta.
aos io ooo e 5:ooos debs,
O cautella Salustiano de A-
quino Ferreira avisa ao respeita-
vel publico, que as suas mu afor-
tunadas cautelas da lotera da ma-
triz da Boa Vista, estao expostas
a venda na praca da Independen-
cia n 4? leja de miudezasde For-
tnalo Pereirada t/onseco Bastos;
n. i3 e i5, loja de cal?ado do rantes ; n. 37 e 3g, loja de calca-
do de 'orto &c Companhia e na
ra da (Jadeia do lecife n. 46 ,
loja de miudezasde Jos Fortuna-
to dos Santos 'orto.
Quartos a,600
Quintos 3,100
Dcimo 1,100
Vigsimos 600
A i,aoo rs. a vara.
Drini trancado, branco de puro linho : na
ruado Crespo, loja amarella n. 4.
Vendem-se superiores vollas d'i car-
nauba em caixinhas de trinta o tantas libras,
sAo do modello das de espermacetc, assim
cumo queijos do sertilo muito bom feitos,
obra muilu agradavel; no Hecco Largo do
Itecife n. 1, segundo andar.
Vendem-so dous depsitos de folha,pro-
p ios para a/eite de carrapato, quo lovam
um, iiiieni 1 caadas, o oulro, trila o cinco;
em bom estalo: na travessa dn paleo do
l'araizn 11. 20.
Vendem-se douscaxas de armacode
venda, o urna mesa gran lo com trazo pal-
mos de comprimonto e cinco ditos de largu-
ra, propria para qualquer estabelecimento,
ou mesmo para casa de pasto; na ra da Ko-
da n. 52.
liua do Queimado n 19.
Loja completamente surt la de fazeudas
de todas as qualidades a vontade eescolha
dos freguezes. Vonde-se pao de linho da
feira muito bom por 6,000 rs., pecas do 15
varas por 12,000 rs., ditas de 30 varas, e a
ntalho a 440 rs. a vara, esleirs da India
com 8 palmo do cumprimento o 7 de largu-
ra, a 2,800 rs. cada urna, panno fino 1 reto
,1 3,200, 5,"11,11, e ii.")' o rs. o covado, r azul
muito proerio para fardas e libr, a 3,200,
4,000, o 4,50!) rs o covado, sendo lodos no-
vos e do superior qualidade, 0111 relacto com
o preco : chales de algodSo, pa Iroesescuins,
o mullo boa fazenda a 2,000 rs., muito pro-
prios para andar cm casa, principalmente
as estaces cliuvosas, corles de cambraia
branca com salpicus a 3,800 rs., cada um
com mais de o varas o muila lar;a. lencos de
>ola para meninos a 500 >s cada um,ditos
do seda para homem, a 1920, e 2,240; mullo
ba fazenda c pad Oes novas, dilos de cam-
braia do linho a 560 rs. cada um,sendo gran-
des o muito boa qualidide, ditos de garca
p'i'a senhora a 1,000 o 640 rs dilos de cas-
sa com palma lias pona a 240 rs., ditos cum
barra aheita branco a 200 rs alpaka mes-
ciada a 800 rs. o covado, ganga parda e a-
marella a 200 rs. o cova o para acabar,
meios lencos do so.la para grvala paoies
novos e sem mfu a 1,500 rs., ditos de cas-
as a 400 rs., e finalmente, rap piincesa do
Itio de Janeiro feito pelo i i ><; da fabrica de
Lisbua a 1,000 rs. a libra, e um meias libras
a 540 rs. cada nina, este rap turna-so re-
coinmeudavel por que sendo a sua cumpo-
siCi> superior do rap tleuron, arcia p e-
la, e imitante o mais pos.sivel a ilo rap de
Lisboa, he mais baralo du que qualquer ou-
tio e prel'erivel em ludo, mas venJe-se por
este prefo, para acrclitar a sua qualidade,
anda poucu condecida nrste mercado.
Na ra Nova, luja n. 2, atraz da matriz,
tem um grande sortuienlo do casacas do pa-
nos de cores que s3o muito em cunta, un,
grande dito de coleles do varias qualilades
do fazendas, um bello sorumento ile < le
du varias fazendas, um bello sortimento de
palitos de buuitos pannos,chapeos da ultima
moda de Pars, grvalas, ( II rn.hos,
peitos du merculina para camisa, leucos ile
setim preto, luvas, sapalos do lustro furma
um bom sortimen- '
sortimento de roupa feita, que venJo uarato sado
~ llonlom, 17 do do correle, lugio da
20,000 cas de son senhor o escravo do nome Ma-
14,000 noel, creoulo, com os signaes senuintes:
12,000 baixo, cor bem preta, falla alguma cousa
20,000 embaracaido, he quebrado, traz nina nula
20,000 de mola, nss palmas da m9os tem grandes
12,0ti0 calos que parecem cravos, foi estivadnr da
8,000 navios, lem na testa urna cicatriz peguen,
2,000 e falta do um dente na frente, no queixo de
2,000 baixo, quando an la abre as pernas alguma
2,000 cousa ; levoo calca do algodSo azul, camisa
7,000 de uito branco: quem o pegar leveu-o ao
3,000 pateo da Santa Cruz, padaria n. 6, a JoSo
Baratos Luz ferreira Itihciro, que ser gratificado.
dem: Em 15de agosto de 1852, sendo licen-
Idem ciado para passear, fu?io um escravo, cre.ou-
llam lo, dosertSo, iie n une Simplicio, de ida lo
Aviso aos homens que quizorem andar'pouco mais ou menos 32 annos, estatura al-
vestidos com promplidilo da cabec aos ps;' ta, bem felo, peitos largos, pernas delgadas
vendem se chapeos finos franceze, camisas proporcionalmcnle, pouca barba,descarnado
hrancis linas gavalas de seda, casacas de| das faces : ja em fius de 1850 fez outra fu-
panno fino, palisde casemira de cores, cal-: gi,la e foi apanhado em Mara Preta, indo
Cas de cazemiras, ditas da brim, coleles do Ulialarcado na quahda lo de portador de cr-
selim, dilos dn fuslOesbrancns e de cores,Ion-, tasque lovava para entregar a nlguem : ro-
Cos para algibeira,luvas de pnlica.colarnhos ga-se a Indas as aulorida ios policiaca o ca-
para carnizas, meias de algodlo. sbalos do pilOes de campo Dljara do o mandar apanhar
lustro poni inglez, bengala linas, peitos Ion qualquer lugar em que ello aparecer, o
de mercollna para camisas, com o dinheiro j fa/.o-lo coudtizir a casa de seu dono, Nor-
na mSo acham tudo com promplidSo : na berto Joaquim Josc Cuedes, morador dentro
Com dinheiro a vista.
Cazacas de panno lino preto a
Ditas de panno fino de cores a
Ditas a
Palitos i, a
Ditos de Casemira mesclada a
lili s. i.
Cnleles de setim preto a
Ditos de seda decores a
Ditos de fuslilo de cores a
Ditos de dito branco a
Calca dn casemira Je cores a
Dita de brim a
Palitos de brim
Ditos de riscado
Jaqueta do riscado
Cazacas de brim branco
ra Qova loja n. 2, atraz da matriz.
Urna encommenda de cobertores,
Quoporserom poucos,
NSo pdetn chegar
A todo os compradores.
A i,Ouo rs. cada um,
na ra do Crespo, loja da esquina que volta
para a Cadeia.
A i.Goo rs. o par.
Vendcm-se sapatos francezes do couro de
lastre.pan senhora, do supjrior qualida-
de, a 1,600 rs. o par ; assim como burze-
Kuins gaspeados a 3,500 rs. : no sierro da
lloa Vi-la, loja declcalo n. 58, jnnlo ao
leleiro.
Vendem-se duas cscravas creoulas:
urna he recolhida, sabe engommar liso, en-
saba bem, 00X0 e fiz hem laberynlho, o
motivo da venda se dir ao comprador ; ca
oulra sabe co/inhar o diario de urna casa,
e engommar, e ho do servico exlerno; pre-
fere-se vendo-las para fra da Ierra : na ra
Direita n. 78.
Atlencao.
Bom e btrato.
No armazem le Cancio, travos da Ma-
dre de Dos n 5, vomle-se farinha do man-
dioca a 1,600 rs. a sacca ; latas com bolachi-
nhss do aramio, erva-doce, etc., a 1,400
rs. a lata.
I'acket post.
Papel lino, omelhor que tem
vin loa este mercado, proprio pa-
ra cartas, pelos vapores inglezcs ,
por preco commodo : na loja de
do Itecif..- na ra do Anollo. Este escravo era
empregadocni servico do canoas ealvarcn-
gas.
100,000 rs. de gratificarlo.
Desappareceu no dia 7 do maio prximo
passado, o pardo Leonardo, do idade 18 an-
nos, pouco mais ou menos, e tom os signaos
soguintes : baixo,o peito um lauto mullido
para dentro, cabello carapinhado e al o
meio da testa, e falla do vagar. Esto escravo
vinha to los o dias vender leito no Recif",
de um sitio da lloaviagem, pertoncento a
Joanna Mara dos Pagaos, de quom foi escra-
vo : quem o apprchoiidcr e levara ra da
Senzella Velha, defronle o n. 144, segundo
ndar, recebera a gratiliccIo acuna.
Amia so acha fgida a piet Vordiana,
com 24 anno de idade, cor fula, cabellos
grandes c repardos, corpo secco, poilos
grandes, estatura Oaixa, olhos pretos o vi-
vos, plnsionomia carrancuda ; a qual fui es-
crava doSr, Francisco de Carvalbo, e do Sr.
negociante Vianna : quem a encontrar levo
ao seu senhor Jo.lo Valentn) Vill.da, mora-
dor na ni i larga do lln/.irio segundo andar
da casa n. 28, quo sera gonerosamonle re-
compensado.
Desappareceu no dia 31 do mez passa-
do, da C'Sa do seu senhor o abaixo assigua-
do, a esorava Thoreza, do 60 annos, estatu-
ra regular, cabollos brancos, nadegasgraiu
des e um pouco empinadas,tero o dedo gran-
de ile um dos ps trepado por cima do outio,
eum calumbo sobreseoslas al quasi o
pescofo, islo do lado esquerdo; tom mais
em arnlias as m3os os dou dedos menores
encolliidos : Ijvou saia cor de caf e vestido
de baieta verde (novo); sua occupacSo he
lava i roupa ; su apOe-so andar por Beberibe
lerragens de Antonio Joaquim Vi- ou oulro lujaron lo liajamlavaJeiras: quem
d al, na ra da Cadeia do Kecife n. i Pfg[ 'f; a r,,. imperial n. 64, casi do
r.' major Antonio da Silva CusmSo quo sera
J gcnerosamenlo recompensado.
Vende-so na ra do Crespo n. 16, es-
quina quo volta para a ra das Cruzes, su-
periores charutos denominados cnnstituii-
tes e canarios, pur preco muito rasoavel.
Vi nde-so cal virgem do I isboa, da mais
lloa gratificado.
Cralilica*se com 50,000 rs. a quem appre-
hender o molcque Luiz, que fugiu em 2 de
julho da correla anuo, do i 'ado 10 a 12 an-
uos, nalural da villa de C.arauliuns, compra-
Jor
o
camisa du riscado, de cor fula, olhos vivos,
ps pequeos, e lem um lallio no rosto de
.urna queda; julga-se que esleja inlrodiizi-
Ella encarnis proprl.s para cartas deld()el|^|maJ imai.ndo-so livro, o
Iharei na loja n. 2, da ra ova aliaz j alcum lll)me lroc,d0 para o que lem mui-
ta astucia, |ois ja commetteu igual cune;
------------------------------------ (| na i lilil na vina ur. i.araouuii, cu o n id
moderna, que existo no mercado : no es-'d Mendes H.stos, morado
e ptoriodoPrancxcoSaveriaoo lubello & mes,n. villa; levou cale do llatras.i
I'"'1"' '........., ... ,1,. I,. ,-,-,, l',,l., MlkMMI
Aviso aos lllms Srs. acudemicos Jo
bacl
da
-- Na ra da Ca lea, por cima da casa da
guarda, vender so dous jngos decaxilbos
,1c aicova.
J>?tlavajPSlrfi;S9**yt
i Na prac ua Independencia o. 14 o 16 9
c- veudem-se Chapeos francezes, de bda t
a) qualidado, a i>ie,;o commodo; ditos ij
.a) cnvcrnisados para pageos, chegaJos <
) ultima nenie de Pars. ?
Eufeitcs de so llura para tbeatro.
Vendem-se, ebegados recentemente, ri-
cos enfeit^s pa para llioalro, como para bailes e casamen-
los ; ricus cabecijis e romeiros de bien, (11-
res, filas u bicos finos, ele. : na loja de ma-
dama Millocheau Uuessard, uo aterro da Roa
Vista n. 1.
Vendem-se chitas cassas pre-
8, para luto, a 4oo rs. a vara ;
ingleza, ditus a ruciana
to de casemiras, e do pannos finos ; ven-
de-sc baratoa dinheiro a vista. cbalt'S de lu t pretos U de lilil; as-
Dcposito deca e potassa. sim como lencos grandes de Ii i ,
Vende-se superior cale potassa, pelos e rosos, parlalo, fazenda
-.Vendo-se agua de colonia, muito aupc-'e or preCo commodo : no arma-, de gosto : no Passeio Publico, lo-
i* ff8SCOi s'""eS: "a l,,J> "' "d,.em decaes da .MfanJe
nor
ra Nova.
lega n. 7. ja n, 11.
porlanio roga-so a todas as autoridades po-
iiciaes c capitoes de campo, quo o peguem o
b'vein na ra Direita, venda n. 76, que rec-
benlo a gratilicacSo cima.
Ha duus para tres mezos appareceu no
ongenho Cachoeira-Nova, termo de Seri-
nhaom, proprielade doahaixo firmado, um
prelo de nome Alexandre, creoulo, de i la-
do puuco mais ou menos de 24 annos, di-
zendo ser escravo de um Sr. Maximiano de
tal, :\ 1 ii'ul ur da provincia das Alagoas; o
como pelo correio ja so dirigissem tres car-
las a esse senhor, das quaes nflo se rocebeu
rcsposla, o abaixo firmado por meio do pre-
sento o avisa pan que veuha ou mando bus-
car dio rscravo, certo de que nilo se res-
pousabilisa ;or morte, fuga 011 qualquer
oventuulidado que possa occorrer.Caelano
Francisco de Bairos Wauderley.
Ii.'sappareceu no di 1 15 do enrrente o
escravo Francisco, do nacilo .Mocambique,
ceg de um olbo; levou caica o ca-
misa de alendan da Ierra; odilo preto ho
baixo o 1.-1. 1, 1,1., ; qualquer capiUo do
campo o podoia pegar c levar a seu senhur,
na ra da Cruz n. 12, quo lie Joo Leite l'i-
ta Orllgueira. ________
PWW. : Tvp. os M. K, de Eakia. 1802.
------*r
1
MUTILADO


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