Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03483


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Full Text
Anuo XXVIII
Sexta feira 20
.
DIARIO
rnioo HVmamrqlo.
PlQtMINTO Anusimo.
ffr trimestre. ..........
for leraestre >
Por noo ..............
PiaODEHTtO DlirmtlF.STlI.
Por quirtel.............
OTiciisnoinrtnio.
Para.-.. l de Julbo Minas... M de Julho' ab.dnntorda Igrcjs
Maranbao. 2 de dilo S.Paulo 17 de JdIIiu 'ISab. S. Joanni K.
Cear.... aodedito R.deJ.. 1- de Julho 22 Donv |2S. Jo.qui'e
Parahlba 13 le Agosto habla... .'(de Agosto Pal da S. V. M. de f>.
DIASDA IIM1M, ADBIMOIA-,
de AosIo de 1852.
R. 186.
?"**
PRV4MBI0
4/000 he Se. S Hoque.
8/000 ,7 Tere. S. Mainede
15/00 m.
| 18 nuil iS Liara.
-t/.'OO n Miiii.i S Luir.
20eit. .". Bernardo
Juisods Orpaa
I, e.'). as 10 horas.
1. vara d" civil.
3. e 6. ao meio-dia.
f'alenda .
3. e 6. al 10 horas.
2. ora do eivel.
4. eiabadoiao melod
Tercas e sibadoa.
iimiiiii,
Creacente i 22, ai 3 horas ti* minuto! da m
Chela a 29, ao> 48 miuiiloi da larde.
MlngoanteiS, aoa .12 minuto da m.
Nova i 16, aos 21 minutos da tarde.
rarmiiDr aOJ*
Prlmeiraas s horas t 3o minutos da manhaa.
Segunda as horas r 54 minutos da tarde.
FABLTIDAl DOS OOBBIIOI,
Qoian e Parahlba, as segundas ( leitas-
elras.
Rio-Crande-do-Korte e Victoria as quista
letras
Bonito,Carurn,eOaranhus no l'e ISdccad
r"loa,Ouricurj,Exu e Bol-Vista al3 e28
Olala, todos o das.
Todas os Corrpios partem ao meio-dia.
MOTioiai isTBinonai.
Portugal
llespanha
Franca .
Blgica...
Italia..:.
Alemhnlia.
Prussia ..,
Dinamarca
Russla
Turqua.
Itde Julho
i de dito
8 de dito
3 de dito
3 de dito
2 de dito j
1 dedito
35 deJnnho
2 de dilo
20 de dilo
Austria ..
SlllS-.'l-----
Suecla...
Inglaterra
E.-Unidos
Mxico...
California
Chlll.
Buenos-A.
Montrvlde
2 de Julho
3 de dito.
i< de Junho
8 de Jnlho
2I> de Junho
3 de dito
l dedito
0 de Malo.
*de Julho
n fide dito
CAMBIO! BE 19 BF
Sobre Londres, a 27 7, a 27 *|3
Paria, 34.1
> Lisboa. MI por rento.
HETAEB.
Ouro.Oncas hespanholas....
Moedas de 6/400 reinas.
de 6/400 novas.
. de 4/000........
Prata.PalaeSeabrasileiros...
Pesos coliimnarlns..
Ditos mexicanos.......
AGOSTO
por d.i/ooo
MMM
16/00*
16/00(1
/>tlll
1/J20
1/090
1/800
PARTE OFFICIAL.
G0VEI.NO DA
-. 16. Exieiirisinslruccoes, que julgsr
precisas ou vantsjosis para o expedionte in-
terno o econmico das reparlicOcs de fazen-
l'KOV liNt I A. da, quo lhe>o subordina las, e para me-
llior oiecuqo dos regulamenlos e ordons
O Presidcnto da proviocia.aulurisado pelo | (|0 presidente 'la provincia,
art. 34 da le provincial n. 300 Je 7 de maio ^ |>r,ipnr toilas as cedidas, que jul-
docqirente nno, ordena que se observe o D,r conducentes ao melhorsmento da ad-
r ii 111: s t r ;i <,- ~' >, arrecadac..1o, ilo.sii ibu <;"i-> e
fiacalisacao das rendas c bons da provin-
cia.
t 18 Resolvrr sobre a idopcSo do sysle-
m.'i ile escripluracSo e conlibilidade, que
seguidle
Regulamento.
CAPULLO I.
Da thesouraria provincial e sisas attriOuico'es.
Art. |. A thesouraria provincisl se com- mais conrenha seguir-so om todas as repar-
porde um inspector, uin contador, un pro- ticoas de f zonda, e das normas palasquaes
curador fiscal. Para o desemaenlio dos no- jdevam ser organisados os Inlancos e orca-
gocios de sus competencia sor-llie-li3uane- I ments
xas as segn,tes eslaces : secretaria, con-
Udorii,pagadorii, tendo tambem a seu car-
go a guarda de todas as rendas e de quaes-
quer valores perlcncetiUs a fazen la provin-
cial, e um cartorio.
Art. 2. Compele thesouraria provin-
cial :
1. julgar os recorsos inlcrposlos il'is
decises dos cnefos das reparticocs. que Iho
silo subordinadas.
2. Tomar es contas em lempo compe-
tente de todss as repartieres e pessoas en-
carrega las do arrecadseo, o despendi de
din'iuirtis ou valores porteneentes a pro-
vincia, litando, no caso de alcance, i> debi-
to do cada um oos responsaveis
3. .Suspender os empregados eucarre-
gados >>a arrecadac.no o des.eiidio dos d-
nheiros pblicos, que tifio salistizereni a
prestacao de contas, ou lio entreguen os
livfos, documenlos a saldos nos prasos mar-
cados as leis o regulamenlos o determi-
nar a prisilo e .loquestro dos quo os n3o
aprcsenlarem no praso, qu llios lor dn uovo
concedido.
4. Iteiirescntsr ao presidente d provin-
cia sobre a ies| oiisabilulade dos quo nao
forein empregados pblicos, e su acharen!
no caso do $ antecedente.
j. Mand ir passar as i|uilacO''S IOS tile
sureirus, rec ib-dores, pagadores, almoxa-
rifes, o a quaesquer oulios respooMVeis,
quando raa colitis ostfvorem ooireutea ; e
levantar ossequesiros aqu lies, queso moa
Irarem quites para com a fazen la provin-
cial.
6 No caso 'le peni i, ou arrcbntamenlo
de" dinheiros pblicos por foros niaior, ac-
;. 19 Informar sobro a possibilidatle de
sealianlarem dinheiros para quaesquer
despezai.
20 ll'p'eseiiUi sobre a falta ou msuf-
liciencta dis consigiiacOs de despezas, quo
nilo pu ierem ser demoradas, dan lo o scu
parecer aceres da possibilidado e modo de
as sstisfazer.
S 21 I npor rrullas nos caso*, em que as
leis e regulamenlos llio confi-rirem essa al-
tribuiefio. a dispensa porm das multase
das restlluico'il devidas larenda a pildo-
ra sor-:nncedida pelo presidente da provin-
cia.
CAPITULO II.
Ha unta di thesnuraria, las scs.soVs s do mo-
doile resolvern se o negocios da faienila
provincial
Arl 3 A junta da fazen la da tliesouraria
provincial su conipora do inspector, do
contador) lo prosurador MsCal.
Arl. 4. (i inspector lera voto iloliberali-
vo em todos os negocios da cim.eloiiCls
da junta, o os outros membros o consulti-
vo ; ten,lo pon'vn esle direitos de o*i|tir
que so drt'lare na acia sua upinio, 0 a obn-
gicoo de ilar conti ao prcsidnle d* pro-
unica las deciduos lomadas pelo inspector,
quando i'iileiideiein que so contrarias os
interesaos da fazenda. SerSo tolos ros
p,msiveis pelos votos quedeiein oppostos
as leis, ou contrarios ans interesses da fa-
zenda, ou de terceiro, so foretn manifesla-
mente dolosos,
Arl. 5. lodosos negocios la competen-
cia da tliesouraia piovmeial serlo resol-
vi los en junta, com escpelo dos un mero
expadien:e,e dos despachos inlerlocutorios,
gocios da cometencia da thesouraria pro-
vincisl dcvero st dirigidos sicretana
por intor.no.lin do porleiro, pirs seiein
destribuidus pelo secretario as estarces
que peri 'i.r em depois de lerem sido vis-
tos pelo inspector.
A't. I* Para a escri diiracSo, que se lle-
ve fazer nests repartn;fio, haver os livros
que o inspector entender necessarios.
CAPITULO IV.
Da contadoriae suns se-cOe.
Art. 15. A e iiiln In i i hl) ene il e.-.i la da
escripturacao e contabilidada da receita e
despeza. Com pete-I he :
>, 1. Tomar nos prasos marcades as leis
e n.'gulamentos a* comas de todos os en-
cirregados da arrecadacSo e dispendio dos
diiihoiros pblicos, e oulios v^1 s; eex-
traordinariamente todas as vezes que as
circuinstanciis o exigirem, fazendooexa-
iii" moral e ariihoielico dessp.s cuntas.
reiros, recebedores, pagadores, aimoxari-
fes, e quaosquer outros responsaveis, quan-
do soas contas esliverem conentes.
3 Liquidar a divi la activa, o escrip-
tural-a em livros auxiliares, segundo a
forma que. for eslabcbciJa.
tj 4. Kazer assentamento dos proprios
Art. 25. O inspector prescrever o Ijrste-
ina porque ser3o cla que deverem ser depositados no cartorio, e
regular a maneira porque prestarlo 'OS
exames, que se fizeiem necessarios.
Art. 26 O Carliir rio alnm do ordenado
vencer o emolumento de 1,000 rs. por cer-
tidoes em g-rsl, nSo passando a escripia de
quatro laudas, e excelendu vence 320 rs.
por lauda, o 200 rs. de busca por cada an-
no, contados do 2." por diante.
CAPITULO Vil.
Do allribuico'es e deveres dos entongados da
thesouraria provine,*!.
i. Do inspector.
**t,. 27. O inspector he o chele da liiesou-
rana provincial, o IhesSo subo'dlnadas as
mais repirticoesda fazonda provincial com-
prlem-lhn as M'.-nin'es attribulcOes :
vico da contadoria, o SOlicitir do mesmii
inspector todas as medidas, que julgar con-
venientes para o melhor deseaipenho e re-
gularidade do servicn.
5. Rubricar os livros de receila o di spe-
za do consulado, c os conhecimenlos e livros
das agencias.
j 6. EXTCer sbreos empregados da con-
tadoria o direito de advertencia e reprehou-
gidos por meios ma< severos. Nesla dispo-
slcfio nio leoomprehendem osmmbroi da
luiili. .N'o caao de desnbediencii formal po-
llera com cerli-lo do continuo autnar os
empregados insubordinados, lemeltendo o
auto aojoiz competente para Ihes man lar
formar culpa na conlormidade das leis.
Art. 29. O inspector snr substituido na
ua falla ou impodimenlo pelo contador, e _
na falta deste pelo 1." escripturario mais I silo particular ou publica ; re rnser.tando ao
anligo.ou por qum for nomeado pelo pre-1 inspector, quando a filia exigir pena mais
sidente da provincia nao hnven io primi-
ros escripturarios. Em igualdade de cir-
cumslancias o presidente da provincia de-
signar o primeirn escripturafio, que lleva
servir.
Do procurador Hscal.
Art JO*. Ao prncurBifoT fTtca* cimpcte :
j. 1. Vigiar quo as leisde fazenda sejam
fielmente executadas, solicitind ) as provi-(
. t. Dirigir e inspeccionar os trabalhosldencias, que para este lim julgar necossa-
sevea
S 7. O contador ser substituido pelos es-
orlpturarios, segundo a sus ordem e anti-
giiidado, e na falta desies por qnem for no-
meado polo prosidente da provincia. Em
igualdade de circumstancias o presidente da
provincia de:gn a o que dova servir.
Do thesoureiro.
A>t. 37. Ao thesoureiro compete
t I. Fizcr effi Ciivaa rmciiilaco e 1er om
da thesouraria, e de loJas as cstacOes, que
Ihe -,1o subordinadas, e decidir os negocios
>la competencia dellas.
2. Assignar as quitacins, que so pas-a-
rnu em virtud* de resolucSo tomada em
junta depois do subscriptas pelo con-
tador.
3. Assignar os Quicios, ordons, e roso-
P7rscrplorar os litros mostres, ,,. Iuqoos concrernontes aos negocios da com-
no, e o da divida publica, e os auxiliares,
pelencia da thesouraria, o oxpedil-os om seu
nomo pola forma proscripta pelo arl. 52
4. Proferir todos os desp enos de mero
expediento, e os interlocutorios, ou ten-
dentes a exigir eselarecimontts e informa-
tfift paia o preparo dos negocios.
ij 5. Nomear e demillir os collectoros e
seos escrivfies, o o correio.
q io esliverem, ou forem creados.
; 6. Organisar os orfamentos de reeoita
e despesa, os balancos ineusies, os semes-
traes, c os detinilivos, c os quadros da divi-
da activa o passiva.
tj 7. Ka/e r o exanu moral o arillim-lico
lis guus do entrada (L; dinheiros da the-
souraria, o he n assiiil O de todos OS papis,
om
cheles das divers-s estacaos de arrecida-
I Vi Ot/llt IHO UUillWIIVA JVillli llf.
$8. Liquidar a divida psssifa, ciijopa-,*"' -tmre-. _,, m. flaelisacfio
lutentu for ,euer,do pelo ere lor. .... ^J^^d".^**S-W
rorm, e for eTa I, eci'ia contahilidalo da ,eda Vlica.
lorna, ;ju.. lureslaiieleciid i. 8 Ini eccionar por vi i de commis- -s
e organisar as lolhas
seus vecimenlos e da
decretadas
. 10. Examinar os precatorios do embar
go's, ponuora toMnUBieo^de^ peloirem neeesssrias p'a defender o direito e
os h-ns do evento, e qnaesquer dinhei-.........,a,!,,,,r uiii.u m.-m,.r,.r. da nani-los interessesda lazend. as causas, que Ihe
i., 1 ..J. I '"> notneart todas as vezes que julgar con- isahilidade dos ei
.. nRif.J,lJ., ,. I vcoiento. as i eparlkoes, quo lbe SlO sobor-1 cu jos dolidos, 00
as ouiras uespcas i dlna u. p (1(|r Qu 1,ro()or ao p,si ras.
$. 2 llar o sou pirncer verbalmonle ou
por rsoripto a respeilo de tolos os negocios
lo admmistracfii da fazenda, que versa re m
sobre a inteiligeueia ou oxecueHo de lei
nao poden lo ser deoi na qu-stao l.:ii'i- i
que exijia exame do direito sem sua audien-
cia.
$ 3 Promovoi a cobranca da divido ac-
tiva, liscalisaiidn a marcha das PXecucfl
da faZ-Hidi publica, indicando os meios le-
g.ies, quer sejs para defender o direito, e
os iutoress s a mesma fazenda, quer para
competir os deve lores remiSSOS, dandi ms
t'uci,'oes aos agentes delta para n melhor
andamento das causas, e representando a
tnesooraria sobro a negligencia dos julios,
o mais funccion nios encarregalos das ditas
causas,
legaes das fiancas e hypotliecas dos thesou-
reiros. recebe lores, pagadores, al uoxaiiles
e mhis pessoaSi que as dcveni prestar na
thesouraria provincial.
5. Requerer so inspector em sesillo da
jnita que mando fater elTueliva a respon-
los empregados de fazen la, de
erros de ollicio tiver co-
I provincia as providencias que forem neces-j 6. Ministrar ao procurador da corOa lo-
' sa as psra o melhorsmento dellas. } las as informacoes e documentos, que fo
lo
I, olor ..ando, a vista o qu conslar da I ffiSftJg,'*1
si da sua ausencia nilo re-iicompete advogir.
lulos I-gao-; e que sejuu in luid is em fo-
Ihs, depois de pagos os dire.ilus o emolu-
mentos devidos; oiesolver tolas as ques-
les, ou duvidas, quo so !-u>e.ilaroni sobro o
mes i o assenlamenlo, ou veiicinicilos cor-
rentes.
9. Ordenar o pagamento dos venci-
niciilos crrenles, o o das dividas paSSIVSS,
,| u n lo liouvcr para SS0 crdito.
>ilO. Recouh'Cer as divi las, cojo paga-
mento for leclsmado por vntiide de seuteii-
cas passadasemjulgado.oit de oulros quaes-
quer documenlos, que oxij exame, o inl'oimacao, depois .le feiti a l-
quidaeflo pela coitadona ; ordenando o
seu pagamento quando hnuvcrcrdito.
ti. Administrar os proprios provin-
ciaes, quo nao eslivo em por le, ou orle n
do presidente Ja provinc* cargo alo oulra
repaiticlo publica ; mandar proceder ao
loinhamonlu dalles, e arrenda-los, quando
nao forem precisos ao -e vicj publico.
12. EfftfCtU.-r os contratos de receita ou
dospeza, c ostibelocer as respectivas con-
dicefles, tenlo esliverem estibelecidas pre-
visqicnto em le, ou regulamento, submet-
len Jo os a approvaQlo do prest lente da pro-
vincia.
13. Resolver quaisquer duvidas ou
quostes,quo possaiu occoirer no expedien-
te dos negocios de sua comp tenci' acerca
da Intelllgencil e execucilo -Jas leis, regu-
lamontos e instruc(Oes conc-rncnle a al-
mini-lracilo da fazenda o inanlar execu-
tarasresolucoes que tomar depola de ap-
pruvadas pelo presidente, da provincia.
$ t. Levar tsoibem ao coiih-cimenlo do
presidente da provincia os defe.'toj, Incohe-
ienca, ou insuflicieucia, que encontiar as
leis, regulamenlos, < instrucfOen
15. Informar cornos documentos om-
probalorios dos factos occoni los, si algum
dos tributos creados, ou que para o futuro
se cr. areni, sao nuevos a riqueza di pro-
vincia, eertibaricam o scu desenvolvlmen-
lo, ou irogresso ; e piopor a lal r-iipolto o
que julgar mais vanlajosir____
FOLHET1M.
0 CONDE DE GARHAGMOLA, O
(por holk gentiliiom.me.)
PBIME1I1A PARTE.
XI.
O tlea/io.
Ao uonic de Michaella dissipou->c o terror
superMicioao que se tinha apoderado do duque
e de Ei ieelo.
Que mulber he esta? ciclainoii Visconli
com allivez, c como ousuu ella penetrar al
q__ Quesii sou? respondtu a rapariga, per-
gnntai aoscorlezaos que eocbcui esta galera
ornue raso se pro.liarain, quando passii.
cheios de respeilo e terror, prrgunlai rossas
.entiuellas porque razio iiiedelxaram passar en.
vez de r.-pcllir-uie, perguntal ao voaao proprio
roraco.einliiii, porque razio sesenllodcsUlle-
ccr ao mea aspecto, e vossos corte/aos, vossas
MBlincllu, vosso coiaci" iiienno vos dluo que
viran, em inini a itnagfiii viva da duquesa
lli-airn.
( ) Vide 'iario o. I8.
deiignicSo doj diasdll lossOes orJinanas
nilo deveri ser atiera la seilfid por motivos
do conveniencia publica
Art. 7. Para haver sessiio da junta lie
indlipeosavel que estijam preanles todos
os membros delta, ou os eiopcegados a
iiuom compele substilui-los.
Art. H. Niu sera decidido om aello do
junta negocio algum que exija examo do
direito se n parecer por escripto do procu-
rador fiscal, e quando lamboin exija exame
do fado, letn o do contador, o neuliuin ne-
gocio ser .i i----i.ia I i para ser resolvido
setu oslar assim preparado, salvo so por
sua innplicidadsde pudor sor decid lo in-
dependeulemente de nformicSo.
Arl. 9. contador e o procura lor fiscal
toui direito de exigir, ara exainina-los,
os pa,"is que forem a presentidos ero ses-
Silo, quando no esliverem bem iutrira los
da questSo, ou iiilosa conformaiem com o
parecer inscnplo, e uesl uiliu'.o cato escrc-
vci.io tmbenlo scu parecer.
Art. 10. As parles po lorio recorrer do
despacho da junta, para o presidente ua
provincia, quo decidir definitivamente.
Arl. II. A junta depois -le dar o blIlOCQ
do I.* semestre, o o dos novo mezes, que
completan) o exercicio verificar presen-
cialmente! exisleucia dos funlus nos co
fres da lliesouiarii
CAPITULO III.
Da Secretarla.
Art. 12. A secretaria sera regida u-lo se-
cretario sob a direceflo do inspeoior; com
pete-lite :
j 1. Kazer o expediente e correspondencia
da junta o do inspector, o rc,slia-la, bem
como as provtsOes e iiomeac-s dos empre-
gados provincues.
$ i. Escrever lodos os termos de posse
c juramento dos empregados, de lianca,
contractos, e arremataces, que forem foi
tos peraule a junta, e passar os litlos dos
empregados, que forem de nomcacao do
inspector.
Art. 13. Tolos os papis relativos tne-
tMsmsmstt*swmmit^stwmmm-
dtsse i ai ni i.;ii |)ora do um prinioiro escrpluarto, um se-
gundo, e um amaiioetiso e compcle-lhes :
a prinioira dosemponliar osiraiiilhos oxpe-
cilica los nos ., i i > i. do arl. 15;
a segunda os dos n. ; e a terceira os
doi S 7, 8, 9, o 10 Os pralicantes traba-
na
posse o j
ment dosempu'gadns, os el i fiancas e con
tractos, o d dos registros do seu expediente, e as foltias
de pagamepio.
II.
ca lodas
ontiald, propoudo o quo julgar a bem
nes i a arreca lat;ao d-.-ci dilo quadroa rrecadacio Jo.' semes-
tre, o a do anuo do exercicio inleiro.
tem tlcr so presidente urovin-i Art. 31 O procun-lor fiscal sera sulisti-
ct.iuuaais semanas urna nota do saldo exis luido, em sua falla ou imnednn uto, pela
lia secretaria, Inirflo ou na coik doria.e principio do cada niez pessos que interinameiile r Horneada pelo
faraooserv.eo, quo for coinpativel com o oalanc,to ua recell/eue^Hia 0 m,,z an. presdeme da provincia.
seu tirocinio. lecedente, e um mei pelo nonos anlus da Art. 32. O procurador fiscal interino p.ir-
laiiiulov. abertura da assemhla provincial, 0 orea- cebera os vmiciineiiios do elfectivo, qu nido
Da thcsouraiia epagadoria. ment di receita o despeza provincial do esto nflo livor oiioito a elles : noCaSOCdu-
A,t iq A lliesnoriria de nuetnta i se- 'exercicio prximo fuluro, o balam;o resu- ti -rio vencer umi gratificado igulame
, se dove verificar a entrada do 1odas I WN*^!^*^ Arl. 33. Aos^tVrtS do quose acha
le-lara lo nos rls. 12 o 13, incumbe
sommas provenientes 'los imposlos, mov
guarda Iotas ren la provincial,quilqncr que
seja a sua origem.
S 2 Fazer o pagammilu de todas as des-
pezas, quo coinpeleiilcmetilc Iho tf>r orde-
na lo.
3. Dirigir o servido da thesoii'ana sob
as ordena o nsealissfjlo do inspector.
\rt. 38. O thesoureiro no principio do se-
gundo semestre, o depois de lindo o excrci-
eio, prestar contas junta.
Do carlorario, escritio da receita c despeza,
escrlplurarlos e amanuenses
Alt. 39. Ao carlorario Compele as incum-
bencias designadas no capitulo 6 u, oao es-
crivoda lecoila o despeza, escripluraiios o
amanuenses, aliiin das mencionadas nos ca-
pitules 4e 5, clesen>|ierihar o t bal lio, quo
lies for incumbido pelos sous respectivos
cheles.
Do porleiro e con Un lio.
Art. .|o. Ao porleiro compete ;
I. Abrir e fechar as portas da casa da
thesouraria s lloras de romecar o lindar n
ti'ha,lio, n cuidar da limpOZl delll, e da
cunservacSo dos movis, e mus ohjoctos alu
existentes, dos quaes lomar conta por in-
ventario, sondo responsivcl pe i guarda del-
les, bem como dos livros e papis.
2. Tor a cnsve da caixa nudo ss partos
levein lancar os requerimentos, ollicios e
mais papis dirigidos i thesouraria, e fazer
Cbegar ao seu destino os papis, que ahi t n-
conlrar.
3 Laucar por emcnti em livos compe-
tentes todos os papis, que onlrarcn e sahi-
i'.'ii ,la thesouraria, nolando o destino, quo
liverem at quo linde o negocio sobro quo
versaren).
4. Poro sello das armas inlferilta nos
ilutse mus papis do expediento da llio-
souraiia, que devam ser sellados ; entregar
partos, mediante sun assignatuia no livro
respectivo, os icqueriineiilos o quaesquer
|iapeis que llics possam peden-er c reuiel-
ter au sen dejtuio a oorrespoodedcia ofli-
c ai.
5. Jlanter a or.loni e o respeilo entro as
essois, que se acliaiem lera dos respostei-
ro, lequerendo ao inspector as providen-
cias, que forem preciis pura esse lim.
6. Cumplir tolas as ordene do inspec-
tor, quoverssrcm sobre o servico da repar-
11(90.
Art. 41. O continuo far o servico, que
Iho he proprio, e substituir opoiluiroom
sua falla, ou impedimento.
CAPITULO VIII.
Da orneardo e licenc'ii dos empregados.
lia iiouicacSo.
Art. 42. Minguen) sera Horneado para o
emprego de segundo escriplurano da lliu-
sourana, ou das estates, quo Iho -5o subor-
dinadas, sem mostrar por mcio de concurso
que -abe a rainniatica da lingoa nacional, o
eSdes"pc,' na'"sua"fall oti'impedimento delles i ?.e7,0,.,U
por qualquer dos escripturarios das srcfOis possibilidade
da contadura, que for designa lo polo ms- despezas do c
D) cazo I' | le
cerca da
^Artl^J. O fiel serdenomeaQilodothe-jque? dcverSo adoptar para evilai i devida
soureiro, e servir sob sua responsabilidl- P"8s,t'J
de, podetido exigir delle as segurancas e'
llancas, que Ine pa'ecerem necessaiias
CAPITULOTI.
lio cartorio.
Ait. 23. U cartorio he eslavo di the-
souraria provincial om tino deve.n ser
>-......ini'I.i e seguramente depositados, e
clasificados pela maneira mais Convenien-
te todos os livros e mais papis finios del-
ta, e das reparlicO-s. que llie s3o subor-
dinadas
Ari. 2t. O servido o guarda do carlorio,
em qoanto no hoover um emprega lo es-
pecialmente destinado para elle, licar a
cargo de um amanuense sob a directo do
cantador.
iiiiura oseo juizo a cerca ua ...........-"....... .. ,, ...,., ,i,ls relVrid ,s mearLiriies os auu
do pagamento do restnile das A't. 35. No seu impedimento OU MU M- 2S5!^^^^Mi
JXerciCio Correte, propon Jo substitu lo pelo escriturario, que o ms-. sou em liiibo -s tl. nge j.
licencia de rend. s'melidas, pector designar ^l^^A^ZZtZ*
De contador
Arl. 36. O contador he o ei.c:e da coilla-
^. 13. Verificar o.saldo mcnsal, e o esla-! Joa, ocompote-liiu :
do cofre da thesouraria tolas as vezes, uuel $ I'it igir, inspeci mar e hscilisar nn-
julgir conveniente I mediatamente os trabalbos da coulaloria.
U. Kiscalisar a observancia das condic- S Inl'ortnar por escripto e dar o seu pi-
coes dos contractos. recer sobre todos os negocios da coni|ieten-
15. Uir verbal nenie as iiiformacocs o ca da contadoiia.
eschrucimeutus precisos sobre os iiugoctos,; S 3- BmmiMar, segundo a ordem nume-
queliveremsiioou devam ser tratados em rica, e chrouologica, to las asrdeos, reso-
junla. j lu^Oes o instrucros expeuidas pela sacreta-
Art. 28. 0 inspector tora o direito do ad- ra da thesouraria sobre a dirccg.lu do ser-
vertir o reprehonler particular ou publica-i Vico, arrecadacSo, sdniinlst acao, dislnbui-
lueiilo, emesiru do suspen ler po, lempo, iio, coutabilidado u liscalisacao das renJas
que nao exceda a 15 dias, aquellos dos etn provincia s ; e I tze-llS enea leriur com um
pregados, em quem echar negligenca ou index de suas nulO' ias.
falla, dan lo coola ao presidente da provui- $ Representar ao inspector sobre as du-
ela, quando entender que devein ser con i-'vidas, que uecasionarein embanco ao ser-
Imprudente menina! dtsse Carmagnola,. bem oque acabasles de dlzer, vede que quero
deitasips-vos a perder. \ pravas e nao patarras.
onde de Uarniaguola, disse illa com un Encelo llcou coiiiplctainente tranquilliiado
lom cheio do nobreta, teuho que cumprlr um por cssas patarras do duque. Que poda tllier
derer, cuja graudeza deve doinitar os conse-' Michaella com rffeilo? Que Icstcuiuulio poda
I in,- da pi udencia, um derer que oeulium pe- ella dar de scu nssciiticulo ? Neuhiiin eviden-
rigo no mundo me leria ctnpcdido de cuinprir. i teniente. Mostraudo-se indulgente, a seu res-
Dcpols dirigindo-ac a l'liilippc Marta, disse : peito, Visconti aruiara-lhc um !;.'>. que ella
Duque Visconti, leinbr.iis-ros atada de I nao poda evitar.
unta itiulher que unidla, da" nefasto c so ni-1 Qureis proras ? dlssc Michaella, sso he
bro, perdeu a rida nesta praca condeinnada jmul justo.
como adultera ? Essa uiulhcr, essa manir, pols I E tirando un papel do bolso do vtstido, mos-
ii un- i a Viscooll.
Aqu est urna que nao dcixar a menor
durla em rosso espirito, acresecntou ella.
Que papel he esse? perguulou Viaconli
com algiima inquielacan.
Eu o lerci ; esculai pois, duque Visconti e
ros i mili u ; setihorcs, diste ella as leunuiu-
nhas dessa sceua, pois o que ral aqu decidir-
se lie da mala alta graridade.
Eate papel, eoutinuou ella depois de um
momento de silencio, foi escrito pela duqnria
iiealrlx, duas horas aules de sua uiortc; estes
caracteres loraiti trabados com seu sangue, es
se sangue que ia correr sobre mu cadafalso....
il que est aqui escrito he, pois, tao sagrado
o os santo erangelbos, e muguen! no uiun
onsiri
vras de
moriera iiinocenie, pois etn toda sua vida dera
oexeinplodc lodas as virtudes, e>sa uiulhcr
era miiiha tnai '.
Ericcio scnlio um suur fri ioundar-lhc o
resto; elle coiiiprchendeu que se Michaella
consfgise provar scu na*ciioenlo de um mu-
do de lal sotlc palpave que o duque nao po-
dase rtl'usar-sc a reconhcc-la, seria preciso
adiar uin culpado para cobrir a innocencia de
Visconli, e cotiheceudo bastante! seu amo, es-
lava convencido de que nao hesitara em sacn-
lica-lo ao seu proprio interesse.
Prlnelpe, cxclamou elle com torca, esla
itiulher he una luuca ou una rcnlureira, to-
o a 1. mili o ih i sabe que nao tivestes seuio
mu. rilha da duquria Uialiix, e que essa lilha Ido ouaara po-lo ein dunda ninguent
heapriuccaa Blanca. iqualihcar de mentira as ultimas pala
Duque Visconti. disse Micliaclla por sua ,utna nobre uiartyr.
ves, designando Ercelo com um gesto chele de I E como pretendes raici-iius erar, dtsse
orgulho e de desdein, tnipondc silencio a este Viscotili, que a duqueza Itcat.is llvesM Fsito
hoturin, e digna-vos aseular-nie. Aules de chegar-vos al luios eaae escrito do tundo da
condeiniiar-iiie, nao podis da-i.ar de ouvtr o prlsJo em que se passadin ai ultimas oras ae
que tcntin que lierV pror.tr o que as- sua rida. dode nao poda eommttniear can. \^^^'^ZZ.^J'':^
"co'nsln.u nissu, dls.e Visconti, o qual creo Que I.......rU que laso ros parrea civel \^'^'-^^'!'^0'^^lu*m*'
adiar ahi una eaeellenie oeeilMo de mostrar nao, responden Michaella, con, tanto que seja -. ses, de a 4MbemibnUl '"
Se impares! scn. nenhuin perigo ; mas pes a vcrd.de, com t.tit que tornes a adiar nes- Pela nolte, emquanlo eu doiuiia, miaba
ses caracteres a escritura da duqueza7 Com
tanto que os senhores de rossa corle, que ou
tr'ora riratn lein duvida essa escritura atlesteiti
que recouhccini estas liuhas como sendo de
sua mi? E elles as icconhcccrao, eu VO-IO ju-
ro ; WUS escutal, ros julgareis depois.
Escutando a Hlohiella, admirando essa ao-
breca e eaaa euergll tpic couliaslaram t.-io ej-
tianhatiiente com o carcter que Ihe tinha co-
nbccldo al entao, Ci.....;;nli laucara otila-
res frequentes pata a pract. Ella, estara cheia
de soldados como elle Imita recouiiiiendado,
betn decidido a render charo sua vida, se Vis-
conti qtiizesse alternar cuutra seus dias ou
contra sua llberdade mas elle observou cun
iitqulelacio que llramante nao estar mais no
lugar etn que u tinha risto tima hora autos,
llramante que era s quem couhccia o signal
convenctonadoeutre elles coi caso de perigo,
bramante que era cabeca nico de lodos ea-
ses brafos. Bramante na ausencia do qual Car-
iiiagnola podia perecer sem que nenhuin des-
ses homens fitesse uin so moviineiilo para soc-
corre-lo. El.e lattc >u os olhos rtti lodas as di-
reccoes, mas etu vio, puis nio o rio cm ne-
nliiiin i parle.
Me i-cita leudo dcsenrolado o pcrganiinbo,
leu o seguiule :
Uiaue de Dos que ra Julgar-ine daqui a
pouco, declaro que sutt ionoccnle di ciiine pe-
lo qual loffrl a tollina 0 rou receber a itiurte.
Diantc de Dcus i|lle recoltte neslc momento
iticus pcusaittciitosc tuiilias palivrjl pan tu'as
lembnr quan la eu for ippirecer (liante de seu
tri unal lernrcl. ciaqui a verdadeln causa
lilha fot lirada de seu berco, e a lilha da canto-
ra posta em scu lugar. Eu Icriascuijirc ignora-
do este crime se nao lora a dudicacio de uin
juren lidalgo, o infeliz Miguel Orotubclli, o
ja ii atormentado iiiultosannoi pela posse dcs-
sc seg edo lerrivel, e creado que Deoi punirla
o seu siieucio, veio unta nolte rcvelar-mc ludo.
Desgra9adaiueiiie lia multo lempo se espettava
urna occastiu de perdei-ine; Urombelli loisor-
prelteudtdo coi minlia cmara, e tumos ambos
declarados culpados do ciiiuc de adulterio. Eu
me propulta declarar ao poro tuda a rerdade no
-lia de iiniiii.i iifi H, ni, mas inda agora, islu
he, duas horas aules do iiiuincuto lixadu para
me ciudiuirctn ao cadalalso, o secretario Erc-
elo, aquelle <|uc me rouhuu lunilla lilha.....
Eu.' exclainou Ericcio.
Abl Sol! volque sois Eriocio, disse Mi-
chaella laucando um olliat* suure o secrelariu,
a i,.ni o suspeilava pela espressio de vosso
roslo.
ijarttiagnola nio cessava de percorrer a praca
com os olhos.
- E lltauanli/ murmurara elle entre os
deules, Bramante que nao apparece !.....
Michaella cuiiliiiuou sua Intua.
O secrelario Ericcio ctilroueiii raluha pii-
sio, c disse-ine (|ue uteu coufessur, ao qual eu
liuha i mu "'" luda essa enlriga c itnluosa,
lionera i entrar em casa. Elle acresceulou
que se eu revelma ao povo a cxisieucia da fl-
llia leeilluta de scu amo, essa menina que elle
labia onde cativa, serla limucdlaiaminU mor-
a. Esla he a lazaa porque aldl dirll,
Declaro que nal Itohai escrltu eom mau
nruprio sangue, coiilem a pura rerdade. Es-
pero que Deoi, n qual protege a innocencia c
coul'uude OSluAul, In de pie,,'ivir mulla li-
lil qucilda, dus perigoi que a ceicam e ba de
icslituir-lhc a pusijio que um pal desnatura-
pur accesso a emp egados de fazeudas Itubi-
liladus na forma do artigo antecotlente.
Osaccessos (odcm terlug.rd-i umus para
ouiras rspirlifOefl,
Arl. 44. Os accessos dos eiupregatlos do
igual calhegoria, moreciniinlo e aplidio
professional acifiu regulados pela a.ligut-
d.Je : uo caso poioi de desigual lado pre-
ferir o Dfllis ipto.
AS couiini3:0es nao prejudicam o direito a
accesso.
Ait. 45- iNl falta do pessoas liabiliUdas
na forma dossrtigos 42e 13, podero ser
providas nos lugares ahi mencionados a>
pessoas, que so mostrareui mais ajilas pata
bea aervi-los, devetido preferir os omproga-
jos de Isleo ia. ..
i _, i 11 _. i' .; i -"
do HieTein"roubadii. Conjure os Lombardos
que a teconbecu por sua nica soberana no
oa cm que a Providencia a levar ao mcio del-
les.
i Escrito por uiiin, duas horas antes de appa-
rceer dlaule do tribunal de cos.
s 0a/ri.c Tend, duquea de Slilao.
Acabadi a leitura, muguen) se moveu.
_ Bati, duque Visconti, nao vos parece
sullieieulc cita piova ? Screi anda utna aven-
luriira aoi vossos olbos, ou consentiris oiu
lint etn rccouhecei etu tuini rossa lilha, vossa
lilha legitima? ,
Visconti e Ericcio tiuhaiii esculado essa Ict-
lura com uin assutnbio profundo ; elles crin
nuc cun a duqueta Ucalrix liuha dcsapparect-
do lodo o tracu dessa historia. Ericcio princi-
palmente se tinha lisongcado de que essa inc-
lina perdida em u. canto do Ptei.ioulc .o de-
le conhecdo. Ignorara seinprc scu "I""""
e todava a hi.luria c a..euia su.giam de l-
pente e ao mes.no tc.npo das Leras onde elle
cria Ter para sempre sepultado urna I oulra.
Visconti terou alguiu lempo cm tornar a si
de um golpe lio luesperado mas curcrgo-
uhaudosede aehar-se l'raco c descouceilidu
dianle de utna rapariga, recubrou logo todo
seu sangue trio.
Miliaella, dissc-lhe elle, rtslo que tal lie
vosso uome, eu poderla usar de ligot cunta
ros, mas rossa iiiocidaJe bailarla para desar-
mar iniuha colera sois o Instrumento de al-
gutis conspiradores aos quaes rossa pareceu-
cta com a duqueza Ucalrix inspiou a Idil dcs-
ta ridicula comedia ; mas, ciiide-ine, retiuu-
ciai a represeular um papel lio pcrignso salu
a Ja desle palacio c consinto cm peiduar-rus.
Duque Visconli, responden Michaella, lia
um mcio de veiiiicarie Invento utna historia,
ou se dieo a rerdade; nenhum dcsles donse-
l
MUTILADO


'/m
--ji.__.
Al. 46. ft os cmpregos nSo compro-
hendidos nos incluios artigos2 a 43, pde-
nlo sr Humeadas quno.-quer pessoas, qun
i v. i .-iii a aptidao precisa, ainda que n;
perteocam reparllcaOei do fazenda.
Art. 47. O procurador (iscal dcvo sor ver-
sado na legisl icfl i de fazenda, o ; ri os-
lo lugar ser preferido baclurel cal di-
reilo.
Art. 48. Todoi os empregados da thesoura-
ria, consulado e agencias, sero auiucados pelo
presidente da provincia.
Exceptuam-sc os liis dos thesourclros, cuja
Art. 60. A despeta com o tipedlente de to-
das as rsiacoes de fazenda ser fcita custa da
renda publica.
Art. 61. Nenhum einpregado entrar no ej-
ercicio do lugar para que for iiompado sein por
si, ou por seu procurador, prestar Juramento
de In'in servir, sob pena de nullidade do actos,
que pralicar, alin d .s declaradas no cdigo
criminal.
Esta soleiuiiidide couslilulr lainbem o acto
de sin posse, da qual datar o direlto per-
cepco do vencimrnlo, <|ue lile competir sendo
acompanbada de exercicio
Art 6*2. Todos oa livros nao mencionados nos
a-
H
seu cargo nos (rea ltimos annos fioancelroa nDa de botar o engenho no fi n do mez, pa Mora Da villa do Rosaiio do Ctele ucna ou segundas tencoes que no ousa publicar,
pioiuno lindos, mencionando o numero dear- n dar t ulpo a que oais engorden) os tneus. irtiiBa de Joaquim Pinto Madeira chafe mas que nein por isto deixam do existir,
robas, volumea ou quaesquer outras unidades animaes. (da revolla do 31 no Cariri-Novo. Fui v-la ou taita de plano, de vistas politicas, de
sujeitas easea linpoaioa. I O invern lem d'esses miles, produiiu 5 por curioiidade : chama-so alaria de Goei,' coorgia, de disciplina, ou quilquor outro
*rt. 78. O procurador fiscal nao podera se umt febre Mt,rrha|( que vai leudo epida- tem seus 50 annoi o lio (lilla da villa do Cra- vicio interno.
CIArt ^""Tcfeado ua ihsourarla provlo-1mici' ;e como chogou ao ponto de lenr si-1 lo. Dueu-me n'ilma ouvindo-a fallar do A pritnctra me.'iJa quo os apostlicos se
clal olugar de contador c abolido o de oflicial 8uns ninos ue rva d'este dierro pira a ver- Alinear : dina que ello como republicano apressiram em lomar, pira disporom is
maior. i dadeira patria, d'ahi o vulgo concluiu quo desde menos i lade buscou sompro doscarUr cousas de modo venoorum as eleiedes, foi
% nico. O acluil ofBclal maior passar a era o reipparecimento da febre amarella, ise de seu mano por ler amigo do rei, o que crearem nests capital urna sociedade, que
cr o contador com o niesmo ordenado, e inde-' no se attendendo os symptomas do tio dif-
peudeute de uovo titulo
Art. 80. Os actuaca empregados da thesoura-
ria rontinuaro a servir com os incsmos ttulos
contaro a antiguidade de ser-
nomeacao pertcnce a esles com approvac'o do aits. 17 10 e 36 5 crio rubricados pelos em- c ordenados, c contar,
inspector os collccto.es c escr.ve. da, calleo I-regados, que foieu. para .aso autorlsado. pelo vico que lem vencido,
lorias, uue serao Momeados pelo iuspcelur, c o, iuspeelor. Art. 81. ludo quanlo
i-orrel *" llavera para o acrvlco citerno da |nao esilver prevenido ae
por eate regulamento
; reger pelas lela ere-
theaouraria um con co, eeodo o seu vcnclmen- gulauentos provioclaca em vigor, c pelaa lea c
o que obtivcase liecnca, passados quarenla
dias.
Aa liecucas reformadas ou de novo concedi-
das deutro de um anno sero juntas s antece-
dentes para faier-se o descont da terca parte
ou da metade do vciicimenlo, desde o primeiro
da em que exceder o praso de tres ou de aels
mezea.
Art, 50. Neiihum empregado poder obter
liceuca antes de haver entrado no eli'cclivo ex-
ercicio de seu emprego.
CAPITULO IX.
qs exercicios.
Art. i. Pica adoptado na thesouraria pro-
vincial o systema de cscrlpturaco c contabili-
dado por citrrcicios, com um Iriincslrc addicio-
nal, t para isloae observar o seguintc ;
; I. Ko be permltliilo fazer ou ordenar no
triuieslic addicional servico algum novo por
ooOla do anuo linanceiro lindo, ainda qumdo
liqueni sobras em algum dos crditos da le do
o remenlo.
2. O referido trimestre servir snientc pa-
rase arrecadar o resto da rccella do auno lin-
do, e para se iiquidarem e pagaren! os servicos
deniro delle :
'. 3. As despezas, que cslivciCiii no caso ilo
. antecedente sero cxclusivauculc pagas com
u aaldo, que exiatir no ultimo de j'unlio, c com
a renda que no trimestre addicional so for arre-
i idaudo ; se porm niio ebegar esta rcceitl para
fazer face no atraaado passivo, nao lera lugar o
pagamento do excesao da despeza sobre a recei-
ta, aem que aeja volado o neeessarlo crdito
pela asaainbla provincial, jn.-iii se recor-
rer.
vida activa toda e qualqucr renda pertcnceule
ao auuo linanceiro lindo, que licar por cobrar
ou arrecadar, c como tal ser eacripturaa a co
branca ou arrecadaco, que della poslehor-
iiienle se fuer.
;. 5. Ficaro sem ellelo, sein prejuizo dos di-
' rotos dos credores, todas as ordena de paga-
mculo perlciiccul-:a ao exercicio lindo, quinao
forcm dentro delle aprescutadas, e os respecti-
vos pagamentos reclamados.
, So ti na do primeiro tnei de scsso da la*
semblca provincial, o inspector da thesoiir.iria
remetiera ao preaidentc da provincia para ser
enviada iiiesma aascinbla urna relacio dos
credores por dividas de exercicios lindos, que
tiverem sido liquidadas requeriineuto dos
inesiiios credores, mencionando por elasses
toricspoiidcutcs s das respectivas leis do orca-
mciilo, a iuiportaucia de cada divida.
CAPITULO X.
i.t/wsices geracs.
Art. 52. O.inspccior dathesourariacorrespon-
der-se-ha por ollicio com as repartlccs e auto-
ridades, que nao forcm dependculcs della, c
por ineio de ordens com as que lhc sao sebor-
diuadas, usaudo da seguiute formula : U ins-
pector da thesouraria provincial ordena, decla-
ra, ele. etc.... ao hr ...quando a oidem, ou
exigencia nao for expedida em virtudc de reso-
luco lomad.i em scsso da junta ; no cso con-
trario us ti a daieguinte O inspector da the-
souraria provincial de eonformidade com a re-
aoluyo lomada em sesso da juula, ordena,
declara, ele. ele... aoSr...
Os despachos inlerloculoiios, ou que tivcrcui
por lim exigir informaces ou isclarcciuiculos
dos empregados, que lhc sio subordinados, se*
rao proferidos nos proprios rcqucriiucntos, ou
papis pela seguintc formulaInforme o Sr.
etc.cae forcm dirigidos ao procuiador lis-
cal, deste modo-ilaja vlsla o tr procurador
fiscal, s chefes das reparticesde hienda pro-
viucial, o contador c o procurador fiscal coires-
pouder-sc-ho (com o Inspector por olcio no
que for relativo a objeclos de aun coiiipelcncia.
O cmpregad'ts subalternos devero fae-lo por
va de reprcsculaccs.
Alt. 53. Todos os empregados da thesouraria
provincial sao sujeilos ao ponto, com excepeo
do inspector e procurador fiscal, os quacs to-
dava devero comparecer, aquelle diariamen-
te, e estes uoi dias ciu que lhc for nossivel lien
dos daa seases.
Arl. al. U poulo de lodos os empregados se-
r lomado pelo contador, c as faltas sero jul-
gadas juno do in.peclor.
' Art. 55. O trabadlo da theinuraria provin-
cial c daaeslaces, que Ihe sao subordinadas,
principiara cui lodos os das que uo forcm do-
mingos, dias sanios de guarda, ou de testa na-
cional, s 9 horas da inauha, e terminar s 3
tres da larde, salvo os casos urgentes c extraer-
diarlos, em que os respectivos chelea podeio
prolongar o aervico, ou determinar que se faca
i in dia feriado.
Art. 58. O empregado, que ale a 9 horas e
umquarto nao liver comparecido na reparli-
o, ou que ae ausentar aem licenca do seu che-
antes das 3 horas, se considerar como falto i
c se faltar 8 dias uteis e consecutivos, po-
der ser suspenso pelo inspector por 8 al 15
dias.
Art. 57. O empregado suspenso nos casos dos
arta. 28 e 56 perder lodo o veucimento duran-
te a auapenso.
Art. 58. Os empregados, que forem incum-
bidos das iiispcckes de que trata o 8 do art.
'27, e de qualqucr servico fra da ciuade do llc-
cife, percebero una ajuda de cualo para as
despezas de viagem, a qual ser arbitrada pelo
presidente da proviucia.
Art. 59. Aquelles que forem nomcidoa para
rmpregos decoinmisso, contiuuaro a perec-
her os vcnciuicntos dos lugarea que tempora-
riamente deixarem al entrar no exercicio doa
que forem aervir, e dcade que ceasar eaae exer-
cicio at que voltciu seus lugares, contanlo
que o i ii, na nos prasoa marcados pelo go-
verno.
u- mi" -.".-.~vsirBaB8aggawx1mM<)
nhorca vio ouir ora a letrada dupueaa Kcalriz?
O conde Grimaldi c o acnlior de (.arrara, aos
quacs esla queato se diriga directamente,
olharam um para outro, c depois vollaram-sc
para o lado de Visconti, procurando ler uaex-
preiso de sua phyzionoinia a conduela que di-
viain ter.
O silencio deslcs fidalijos vos prova, res
pondeu duque, que a lelia da duquesa llca-
Iri Ules he descouheclda ; mas quando toda
miiiha corle aqu leunida attestasse que easc
escrito emana di ino da duqueza, en uo dei-
xana de peraislir em declarar que nao Uve ja-
mis seno urna s Alba, que essa fllba lie a
prlnceza Panca, e que oulra qual quer qu
prctendesse eale titulo, uo leudo outro fin
l o de perturbar a pai de meua cstadoa, he
urna aventurara digna do ultimo suppliclo. E
quem pois pollera hesitar entre a palavra de
um Viaconli e a de uina inulbcr convencida do
crime de adulterio? Mas creio que tenbo dado
provaade urna paciencia mui graudc, be lem-
po de acabar com laso. Ercelo, fizci entrar
seis de iiicus guardaa :
i. itin i riul i desviou oa olhos da praca para
dirigi-loa brilbantea de energa e de resoluco
sobre o duque Visconti.
Michaella, sein mostrar a menor emoco, le-
vantou a ino como para pedir anda um mo-
mento de silencio, c fxando aobre Pbilippc.
.Mara aeu olbar ao ineaino tenpo lio calmo e
to puro, i ii caatoe to eloquente, dlssc-lhc i
Ouque Visconti, o proprlo criinc de que
vos tornastes culpado para comlgo, vossa Alba,
me prova a graudesa do amor que tendea
prioceza Blanca..... Conebopols que vosrefu-
seis absululameiilc a reconhecer-uie quando
este recouheciinento tera em resultado laucar
uas ultimas elasses da aociedade a lha que dea-
tiutea para ter um dia a cora ducal da Loui-
linadas, poder aer procurador de partea da activa c passlva, coinecando a correr o pra-
em negocios, que directa ou indirecta, activa, ao daproscrlpcao do primeiro de juiho dcatc
ou passivameulc pcrtcncain, ou digain reapei- anno em diante, o que a thesouraria far au-
to l i/, ii.1.1 pioviucial, uciu por si ou por iu- nunclar pela Imprensa. No que pnrin dlsscr
teiposta pesaoa lomar parle em qualqucr con- respelo ao augmento de despesa ser preciso
tracto ila mesilla faienda, tanto as icpailicues acto legislativo expresso.
em que eiercer emprego, como ciu qualquer Art. 83. Todos os empregados da fazenda
outia, sob pena de ser diiuilldo. provincial ao amoviveis, e por Isso podem ser
Da prohlbico da procuradora exccptuaiu-ae dcmlllldos os empregados pelas autoridades
os negocios de mercase dos asecudentes ou que tem o dircilo de nomea-los, quando asslm
desceudeolcs, iriuos ou cunbadoa dos empre- exigir o servico publico.
gados, fora dos casos de deverem ser por estea Art. 84. A' excepeo das despezas ordinarias
despachados ou expedidos. cargo da thesouraria, c que por sua naturesa
/.rt. 66. Os lliesourelros, pagadores,lagentes uo dependem de ordein especial, nenbuma
a quaesquer exactores ou collectorca das rendas oulra mandar fazer o iD';-^ctor aem ra. ..n
prov.nciaca devero, antea de comecar a aervir, expressa do presidente da proviucia, ao qual
prestar iianca idnea do valor arbitrado na for- lica reservado o dircilo de determinar qualquer
na do art, 2 ti 8. despcza.'que for reclamada pelo nrvleo publl-
Arl. 67. Othesourciro que nao tiver fiel, no- co e loleresses da faienda provincial, sendo taes
mear pessoa de sua coufianca, que o subslitua despeaaa classilicadas no lugar competcntr.
quando impedido, com audiencia c cousculi- Arl. 85. Seio centralisados ni thesouraria
ment de seus fiadores. todos os pagamentos, qualqucr que >rja a sun
Ait. 68. Faltando algum tbesoureiro, e nao origem. como parecer conveniente e for deter-
havenio pessoa aliaucada que o subslitua, o minado pelo presidente da provincia, expedin-
presidente da provincia nomear provisoria- do para esse lim as ordens c iostruccocs neces-
nunle pessoa idnea para fazer as suas vezes sarias as reparlicoei provinciaes.
sem dependencia de fiauca. Arl. 86. r'ica revogado o regulamento pro-
Art Cu. O Ihesourciro da thesouraria pro- vinclal de It de seteinbro de 1848; c bem as-
viucial nao pagara ordenado ou gratifica(o aini quaesquer dcliberaccs em murarlo,
empregado algum sem que aprsenle atiesta- Palacio dogoverno de Peruaiiibuco 3 de agos-
fao de frequeucia ni lumia das leis c regula- to de 1852.
uieulos em vigoi, ou esleja provada cssa fre- Francitco Antonio Ribeiro.
queucia pelo respectivo pomo exceptuam-sc TABELLA UOS EMOLU.ME.NTOS DA .SECRE-
os cheles de repartlcuea c o procurador fiscal. TAlll \ DA TIlfcbOUllAHIA PI'.OVINCiAL.
Arl. 70. As ordens de pagnnento suicnlc Ccrlidcs cm gcral,......IjOOO
deixaro de ser cumplidas felo Ihesourciro da Penando a escripia de qualro laudas
thesouraria, quando por elle for reconliccido mais 320 rs. por cada pina.
que ha oiiii.sn ou irregularidade material as De busca por cada anuo, contados do
pecas justificativas, que forein producidas. segundo por diante......
;, i. llavera Irregularidade material todas as Tenuo de contractos......
vezes que a quautia da ordein nao estiver de Dito defiaocas........
accordo com as InfortnacSe ou com as prcas uegistro de provises, uoineacoei c
jiislificilivas anuexas incsnia ordena, c quau- verb>a..........
do cssas pecas uo cativcrein de accordo cun as Ttulos dos empregados de nomeacao
formalidades eslabclecidas. do inspector 3 por cenlo do venci-
s 2. No caso de recusa, o ihcsourelro entre- memo at um cont de rcis, edahi
gara ordein parle com a declar.ieo no verso por diaute.........
da irregularidade ou omisso que encontrn, >. |;. As certiddes passadas pela contadoria c
3. Senlo obstanlc a irregularidade ouomis- pela thesouraria;eslo sujeitas aos meamos eiuo
sao notada o inspector ordeuar de uovo que se funculos
200
SOOii
2*000
35#000
ferentes molestias. Os allopathas empregaiii
quosi snnipro eru til caso a sua misturada
do sal c im niank ( sem ser o dido uo deleito
un poro to Dos.) A homcoopilhii, como
nao tendo um s do seus minitros favorece;
pouco n'esta provincia, e so algum bem
d'i'lln v m he lh'i da curiosidad i do al-
gum medico, ou ds liumanidade de outros
que nao sendo da proflssSo do hypocnti,
gostam com ludo do abra;ir os melhora-
montos da silencia. E no iel porque nSo
tem vindo pur c cssa propaganda, que por
ah vai pelu ii.mi o pois saiba-se que
muilii lucro poderla tirar algum il'......s
apostlos.
Tem apparecido varios assassinalos.
No lugar chamado Patioba termo do Ho-
zarlo, um le Fernandos matou om roda do
um mez um hometn, urna mulhcr, e urna
mr-nina, s*m lo s ultim pur moru sccaso.
\ polica ontrou em pesquizi, mas ainda
mo polo capturar esse reo de tantos crimes.
I. ii a villa do S. Amaro foi timbom victima
do bacamarca um tal Joaquim l'ainimeriin ;
o foi tilo certein a m.io do assissino qun
no f"z o mais leve ferimento em urna chun-
ca, qun tinha o infeliz nos bracos, mal-
vado ovadiu-so. Ilontom pelis 8 horas do
dia, foi invadido o engonho Cacalo-pro-
priedade'i" etpjto Gon(alo Rabullo Leite
por 10 assassinos, os quaes encontrando no
i i 1111 i; i o mataram cotn 3 descargas, sahiu-
do com fon lientos 3 do seus lilhos, e logo
depois do contenido o crime com tanta os-
tenlaflomuntanm-se osmilvadosnm gor-
los cavallos o fugiram. Dizem que os ohe-
fos s3o illios ou prenles de um tal Caval-
eanto dessa provincia quo ha mezes airas
luvia sido iqui ississiuido. O capil.1i) (;on-
Ci .i i-.i iHun-ni de importancia-das mo-
lliores familiasde haveres ; foi bom pai,
ainda a puucote.upo formou u'essa acade-
mia umlilho. Ujosilieda gloria; e a justica
da torra cuide dos criminozos, pira exotn-
ploegiriotill dos mais, porque a verda.lei-
n pi.ni ;.'i i dii.->|malrados esti ni eterniJade.
Uorren no I" do coironto o coronel Jos
Itodriguos Dantas o Mello em seu engenho
Lomblda. Talvc/a 10 n. so dizer que era o primeiro homom desla
trra pola sua riquoza, pelo seu luso, e a
lem de ludo pelas suas excelentes quali-
dades. ccnpiiias primeiras posit;6e< na
provincia cuiuideracjio dada por ambos
conseguio mandindoo fusilar na villa do pelo titulo nSo pnrc, e osleudorem us suis
Crato ; eu onlSo lomDrei-mo do quo dase ramilicac,<3es por todos os pintos di provin-
a respailo o sempro lombrado Marlins Frau- ca.
cisco na cmara dos despulados. Coitadi Quo a idmlnitraoSo publica nHo procu-
vivedorrimando lagrimas do pobio quando rou nomdiiectu, nem indirectamente est9r-
o roubador do si u amparo vive na opulen- va-los nesso ruvolver de formigas, he um
ca da socicdade. Feliz quom chora, e dos- fado de taminha evidencia que jmala po-
grarjedo quem nutro sua ulogria com lagri- der si r contestado.
mssalhoias Dos est no C>. Que cssas sociedades, ou ninhos dralo
Vivo na missiio de Jipiralubi Jos dota- foram fundidas no sentido positivo de iltra-
ii i le .Mniii.i leiido de i.lado porto de UO hir as adheses po,.ulares em favor da pro-
anuos, com todo vigor an la a c-vallo, com paganda rovoiucionaria, lio tanbem outro
sita ra.-.M dirige a sua casi o beos ; o o que faci lo dillicil contcstafSo : porquanto elle
mais admira lie v-lo froquentar as casas se acha consigna lo n'uma inlitiidade de ar-
Jal filhas deerusatem, oquanlo so zornbi tigos publicados no Olgilo principal da pro-
com elle, metiendo a bulla a idade, olio diz pagana, o qual multas vezes nos disso :
3uo quem n3o bobo na tavoina lambcni so vos vos atfigis com as nossns socieda-
anga ii'ella. Pobre dovclho, quo sdevil des, he norquo temis o gruido mal quo
resir, quor linda cbalicar no mundo.
Aqu paro ilizondo li por ultimo que
muito ha que uno recebo os diarios.
Adous receba do
Colimjuibeiro.
P. S. Agora -.ii'-ni i soube que o I).. Frau-
cisco Kibello Loite lovou 3 tiros na mesma
occasilo em que assassinaram leu pai, e
ellas vos bao de fazer nas eleir,es.
Ora, no havendo o govorno prilicsdo
um s aclo de hoslilidade contra calis fo-
cos do sedcelo permanente, porquo moti-
vo os seus fundadores arripiaratn a cir-
reira ?
A razao be mui obvia e clan.
A razUo est na cuniciencis da popula-
que sopor milagro nilo levo o menor feri- r3o.
irento. Kste factodeve merecrsenos cui- i A populaco scismoucom essas novas ar-
didos do governo n3o s dests provincia, madilhas do g'tipo conslilunto : reconbe-
co no das que ficam alrn do rio deS. Frau- cou nellas o dedo ccruptor o hervido des-
cisco.para uode refugiaram-se os ississinos so partido obstinado, cojos crditos lis mui-
segundo be vos goral.
PERNAMBUC0
to que so perderam na voragem immensa
de mil prouessas insensatas, lila- ao po-
vo ; e o povo, que ji adquiri i lgica de
tuna ilolorosi expetieneii, vai repollindo
com despreso o vantigi m essos embustei-
ros ilequinli easencia, eses assnpra lores
do -r -ni o < i n iir.is, quo oiivorgnnham a
philosophia do-'tu1.1, enea inimigos jura-
l(('j),irl.irao da polica.
DIA 14 DE AGOSTO.
Ilm. o Esm.r.-lii* parles hnjo rocobi- os u0 meS!o povo, a quem prclondom
das tiesta repartilo, consta tenido hon- conven cr em machines do proJurco, e em
tem preso: a ordein do tubdelrjgado da fre- .instrumentos de suas duravadas ambiQes !
guezia dos AfugiJos, Francisco Jos liaplis- E Porque hilo solTndo todos esses revezos
la, iiurcnino de fuilo. em seus designios snirchico", ci-los quo
Por ollicio do delega lo do termo de Maza- bradam a insurreicSo contra o governo, m-
rethcutndalido IJdocorronio me foi cmn- vadindo o foro de sui consctoncia, invectl-
tnunicadotoi sido assasstnado no da auto- vando crueluionto a sua personali.lide, ca-
co lente pelusa horas da inaiihaa com um lumniando as suas intencOes, o, o que lie
tiro do emboscada o sexagenario Juo Pe- mais, censurando ato os sous actos do sim-
lippe llazerra, ten lo-se o assassino evadido, P'fS expo lionle .
sem que livosso sido cunlit'Cidu. He isio urna atrociiade, que a opiniao
cos guarde a V Exc. Sicreturia da poli- ; pi,ll?ll_1ilm;nM '"itffc-'SW *
cia de Peruambucj 14 di ogoslu do 1852.--
E ainda isso tillo he ludo !
Ellcs pretendem ligar essa especie de
lyra'ina urna desleal lado monstruosa I
Avisos n milicias que hnvemos tido do al-
gnmas comarcas do interior nos sseguram
que ns agentes da propaganda infernal pro-
curan! arteira nenie aviventar no scio da
cll'ectuc o pagamento, o iheaourero o far sem
lciiiora, podendo levar o fado ao conhcclmen-
to do governo.
Arl. II, Todos os empregados provinciaes
iLibii.i.1 seus ordenados, c quaesquer venci-
inciilos pela thesouraria provincial, eiceptunn-
sc os euipiegados encarregados da cobranca da
renda provincial, que podero ser pagos pelas
respectivas reparticues, se assiiu for ordciiado
pelo presidente da provincia.
Arl ?. Ecain prohibidos os adiantimenlos
le ordenados, exceptuam-sc i s adiantaiueulus
Palacio do goveruo de Pernambuco 3 de agoi
to do 852.
Francitco Antonio Ribeiro.
i ominando das armas.
Qunrtelgeneral na cidadedo Rccife 18 iea.joi-
tode 1852.
illilil.M DO DIA N. 122.
O marechal de campo coui mandanlc das
de que precisaren! os ufliciaea do corpo de po- urinas attendondo, que o servico do hospt-
lica quando destacare:, c os empregados que U| reg,.,lCUt ,1 desla cid lo pelo ciesciJo
forcm em c unmssao lora da capital, os quaes ,, ,, doonlos se torna asss pesado, o
3ezr^r:o^rrt p* ^v}** fe
nhciro para qualqucr despexa sera felto lenio "l'aJl> somonte por dous f icultat.vos incu.n-
depois que forcm preladas c tomadas as contas bidos de fazer da no esliMecimenlO, de-
do ailaiiiaincuto precedente, quaudo lenha c- lermina portal motivo, que o Sr. segundo
cedido i um inez eiceptuain-se desta regra cirurgio alferos du corpo do sau le do exer-
os adianlaiiieiitos de que precisar o corpo de cito Francisco Congalves do Morios, a!om do
polica eos que requisita!' a reparlico das exercicio de suas funcs;s no quarlo bata-
obras publica, precedeudo aulonsacao do pre- iu;il) Ju art,||lara pe, uo qual e ach ser-
aidrnte da provincia. viudo cm ooinmisso, passea ser empregado
Arl. 74. Nrniiuma arrematacao de contrato, ,.......,-!
ou seja de receila ou de despega provincial, se- "u icfendo bMpiUI
r ultimada na thesouraria provincial aem ap-
vnlver Ueiiuu lilllos,entro os quaes um un
co liomnm educado em Pars. Teve a glo-
ria do ser lio e sogro do l)r. Coes Barroto,
Antonio Corra Sera.
INTERIOR.
pruv.it. ;jt) (1 i .K-si liiiL- da proviucia, que po-
ilcr.i i'naiiil ir renovar os lelca quando julgar
cunviMiii'll'r aos intcrt's ..- il i I.i/fiii| i, OU Cll-
icmla cjur fui leita contra as leis c inslruccOcs.
*Zh&ZZTZmHteA*mil CORRESPONDED DO O.AItlO DE PER
i,... ser itciin ulus sob a garanta d dous N \MltUC0.
fiadores idneos, que tenham beus de rait na s .rgp;. d'EI-Rei 7 lo pgosto do 1852.
c i da de do fccile, ao menos um dellcs, urna vez .. .. ., .
que o outro laja notoriamente abonado. csconliado llco da entregl di cirta som-
Art. 76. As na-ni it n oes podero ellectuar- j Pr" Qu
se pela maior ou menor licilaco olerecida cm
caitas fechadas
^ nico. Essas cartas com o sobrescripto
Proposla para a arrcuiatac.'io tal. Ao Sr. ius-
peclor da thesouraria provincial acro aber-
tas cm junta no dii cm que ae lver de cll'etuar
a arrematacao.
Arl. 77. As eslaces encairegadasda cobran-
ca da renda provincial contnuaro a regular-
se cinqiiunlo nao forcm reformadas pelas res-
pectivas leis e regulamenlos, com as scguinles
alleracoea
^ I. Prcstaro contas thesouraria at o ul-
timo de dezeinbroda cobranca feita no exerci-
cio prosiuio findo
. 2. O administrador do consulado provincial
remetiera ao inspector da thesouraiia ate o ul-
timo de iiovcmbro un relatorio clrcuiiislincla-
do do i si.ida de sua reparlico, indicando as
providencias e reformas que entender conve-
nientes para o seu mclhorainenlo, inelbor ce
cuco das leis e rcgulaincutos, e augincnlo da
renda publica.
A' este relatorio acompanhar um mappa do
mi.iici.i de arrobas e voluines dos gneros que
piigaram direitos de es|ioilaco, em cada um
dos tres anuos linanceiros prximo lindos, men-
cionaudo-sc especieadamente o rcndimenlo
aunuo desses diieilos, e o que produziram os
outras iuiposlos.
C A fiscallsacio imuicdiata do lancamento,
coi-ranea c remessa da renda que arrccadaiu aa
collccloias, coutinuar cargo dos promoto-
res pblicos.
*j 4. Us agentes remettero ao inspector da
tai -un 111.1 at o ii; lia. i de novembro um map-
pa etplicallvo do rrndimeiilo dos impostos
balda ; mas iiaiaquillisai-voa, viudu a este pa-
lacio proclamar meu nascmciito com naco de
vida, nao foi este o lim que me propuz.
Visconti fez un iiiovimento do surprcia.
Siiia, i oiiinii ni Michaella, meu nico lim,
iin-ili.i uuica ambico he laicr reabllltar a o-c-
iii na de iniuha mi. Ilcparai un.a parte do
mal que ihe baveis feito, apagai. a ininclia
que liaveis imprimido sobro seu lime sagra-
do, que Juro-vos pelo amor e pela vciicraco
de .|iic meu coraco esla ebeo para com essa
doce c venerada uiartyr, rctirar-me iinmcdla
taincnte para a obscundade cm que tenbo vi
vido ate ao prese itc e nunca mais della sabir ,
juro-vos que ninguem no inundo coubecer o
segredo de uicu nascimeuto, ninguem excepto
estes dous seiihurcs que o iguuravain, exceplo
vos, o signor Krlccio e o conde de Caruiagoola,
de quem elle era condecido.
Visconti ia responder, quaudo Carmagcola,
deiXKiido de repente a janella junto da qual li-
nli i permanecido ate emao, e marchaudo reao-
lutaiuenle para o nielo da aala, exclamou :
_ Que dlzeis, slicbaella? renunciar po-
sico que vos peilence be iuipossivel ; pois ab-
dicar vossos dlrcltos carda da Lombardla be
infi iugir o vol supremo de vossa mal, he que-
bnarpor voi mesma o ultimo soubo de sua vi-
da, o siinho que si) suslcntou sua curare ni na
hora suprema da inoi le. Voi nao pdela fazer
tal, pois restaurando a psito que vos penen-
ce, provandoa legitiiniladc de vosso nasclmcn-
lo, consagrareis ao ineaino lempo a authenti-
cidade desse escrilo, Isto lie a innocencia de
vossa mili de um modo cem vey.es mais claro e
mais evidente do que fariam todas asdcclara-
cim's poasivcis, aobre tudo as decl.irac.0es dcs-
le bomeiii que a llalla inteira coubece como
um principe sein escrpulo, sein palavra e
aein le.
Ihe oscrevo, ou pelo menos cerlo
da grande demora ; po'quo primeiro que va
um esta fe ti diqul a Kalna citr'80 I ,.- m- do
c um ii n cm tiMipus raaos, como estes eque
l chogue o vapor para tomar a mala, hi
lempo, o tampO muito. J que notocim
em nossns porlOS os vapores da carroira,
na.i sei porque, ao monos deveria o governo
d'esta provincia combinar com o leAlagoas
a lim dse communicarem os correios da
villa do l'ropri o da nidada do Ponedo, o
que conseguido lica s cotn a mera passi-
getn do llio do S Francisco : assim torna-
va-se brevo nSo s a correspondencia d'el-
las du.is, como a d'esta com as miis provin-
cias do .Norte. O govorno daqui | olera at
com pouca dspota unir-se cum a casi de
Sciirame 61 C para tornar publico o cor-
reio mensal, que conserva esta siciedade
enlreesla provincia e a de Pernambuco. De
qu ilquer modo quo fosso no chegariam as
nolicias do c com o m-'srno lempo qoo cli -
gam as da Europa, o que he do lastimar I
Assim inc-iiin em duvtda vou continuar.
Felisinonle etilrou agoslo com aluma es-
tiada.e uoosqueira que vi diminuitido a
grandeza do invern, para proveitoda safra
da caima. A inuita cliuva embrojou quasu
todo o iiiil'iu e d'ii j i, o niesmii acontecondo
Com a mandioca volha. Teromos falla desto
genero. Ja principiam alguns senliorcs do
cubetillo pegar fabricas no sorto ; o segun-
do mfurinain os vaqueiroi estilo mullo ma-
gras ; pelo que deixei as intencO 'g, que ti-

lilm. eExm. Sr. Dr. Francisco Antonio lli-
. beiro, prosideute desla provincia.Jos Ni-
os lados polticos, dos quaes sempre foi |colo Itiguein Costa, chefo do polica inte-
amigo, mis do nonlium correligionarij : 0 rioo.
que he muto de i ltnirar na vida d'este ho-1 DEM DO DIA 16.
mem alten leudo i forca contagiosa di;>o/i'-[ lllm. c Exm. Sr.--Das parles boje recebi-
/i'eae.m-isq.ie ludo notando se o esqueci-i das tiesta rupirtico, consta terem sido pre-' populacao ignorante is fatscis do exeenn-
inetiloilaqiiellesquon'ellanaosoqueremon- sos: a minba ordein, l.ourenco Gomos da do seisma do Janeiro deste anno, razendo
Silva, llomualdo Jos dos Santos, Jos Cae- ct<* 1"e no da 7 de setombro, da designa-
tino de Mello, l.uiza Mara da Conceicao, e do para as olcicOes de vareadores o juizes de
,, Joaquim, cscravo do Dr. bellrflo, para ave- Paz. lera Iugir a publicarlo do celebre de-
um dosmaiores genios, que tem tido o lira- rigu.Kjes poltciaes ; orlom do dolegado creto do captiveiro !
zil, cujo nomo sempreestevo cima do mi-Ido primeiro districto desto termo, Antonio I Duplo he o lim desse desgranado a mise-
Iheros de estudantes da escola-central de Joaquim da Costa Guimares, sem declara- ravo1 embuste; ou pira afugenlar o povo
Paris : morrou do paiz bem pouco conhec- IcSo do motivo ; a ordom do subdelegado d,i da eloicSo, e poderem vangloriar-.-e deque
du com 21 annosde idade, o 2 depois de l'roguozia do S. Jos, Mallious Teixoira, por Pov" OUItO os seus consolhos, deixindo
sua volla patria : 0 coronel Jos Rodri- Idcsordom, Agostiulio Fermndes Vieira, d cnniparon-r nesse aclo; ou pan motivir
gues fui sepultado no dia 3 com pompa cor-Francisco Jos Alves Brinco, para averigua- "Iguma sublevarlo sediciosa nesla ou n'a-
rospondeiitoa sua posic3o na matriz do S. kOes policiaes, Ignacio Jos. Gomes, C'audi- 'quella icguezia.
Amaro. A Ierra Ihe seja leve, e lecoba sua no Jos Theodoro, sem declararlo do iroti- ] Ese dizem, com toda a impudencia, iml-
ilma di Dos o premio de suas virtu les. vo, Manuel Itodrgucs de Souza a Benedictu gos do povo..
O Zacaras fui reeleitoquasi por unanimi- da Costa, por infaccOes de posturas muni-I Quom ama o povo prorun alinr-llio os
dado, e para melhor asseverar basta diz>r- cipaos. iolhos vordade, inslruindo-o na setnela
Iho que o primeiro supplente leva + votos,
n qual he o Dr. ,\.irberto Villasboas. Uoi-
ram-se os partidos no parecer de tal reelei-
co. Convem notar que nflo devido i poti-
clo do illuslro minislro, mas sim as sym-
pathias, quo elle doixou com a sua idmi-
riistnco : e lique por osle ficto certo lodo
o Ilrazil que a doputicaodo Sr. Dr. Zacanas
foi o piemio de seus servicos e nao devilla
ao fado isolado de ser presilonte.
Sihiramaluz dois peridicosum cha-
mido {/llio, cojo lexto he ConitituicSo e
Throno, ustita e Vroiperidade e outro quo
anda com o nomo do L'rttga, he da lea
do Postilhao, esqueleto etc. A Una o, que
he o verdadeiro org3o, se tem declara-
do di opposicao, nao s a piesidencia,
como j at ao gabinete apezir de algu-
ma embu'.adetla : mis l'.ico Iho justica dizen-
do que lie Iusia verdaeiro, a nao consii-
tuinto. Forim deste modo pensadores os
logaes em se desviinJo dessi onarchica
pro/iai/antla, molestia do Contagio mais per-
nicioso do que a propria tabre amarella. Pa-
ra maior debate sahiram a cumpo 2 peridi-
cos governislas.0 Siquirema o o Mori-
bondo. Eu espero que d'este choque resul-
te a maior pureza dos principios. O gabt-
neto parece quo vai abracando os camon-
dongos, ao menos se collige da approvac3o,
que deu eo proceder do presidente em nSo
querer sinccionir as leis da assembla le-
gal. I'.u mu expecladorquoro nuda as-
oos guardo a V. Eic. Secretaria da noli- .dos seus ileveros polticos e religiosos.
cia de Pernambuco 16 do adusto de 1852. -
lllui. o l'A'.i. Si. Iir. Francisco Amonio lli-
beiro, presidonte desla provincia. Jos .Ni-
colao Itiguoira Costa, chofe do polica inte-
rino.
CotiHuuilicados.
AI.NDA O AIIANDO.NO DAS ELEICES.
lia cortos fados na ordein poltica que he
mister que nao passi-m desapercebidns;
i urque ellos muilo importan! para a histo-
ria ; e d'ahi a necasstdado do oncara-los
sob to los os aspectos que so elles apresen-
tam lo observador.
Ouo o apostolado consliluinte, conscio
do sua banca-rola no gran le mercado da
opiniSo, renunciasse ao dirrito de concor-
rer cotn a maioria da provincia nBS prxi-
mas elcicfies, exibindo sinceramente ao
paiz as verdad 'iras causas da sui revolu-
cSo, procedimentn oa essa al certo ponto
louvavel pela razilo de.u un, ao menos
em appaiencia, o mrito da franqueza.
.Mas 0 quo be que ah vemos !
Vemos acalumnia e oombuste.
Vemos quo os apostlicos, em voz do con-
fessarem o seu peccado ante o supremo tri-
bunal da CODSCienCll publica, teem o pro-
verbial descara.nento de recorrer aos artili-
cios mais grossoiros, deturpando a origem
sisttrdo gatera, para tudo Ihe contir de legitima das cousas, descreyendo em sua
InaginafBO febril quanlos horrores hi no
ififoino, c concliitnilo por declaratem, quo
i !' tu^i^Ma
A cobarda uatuialdo duque redubrou dlanle
le tanta audacia c resoluco ; elle eslava em
seu palacio, cercado de guardas e de corlezos
dedicados, e. lodavia tal cra o imperio que
excrciam sobre sua alma a coragem e a Ical-
dade, que seiilio-sc tremer c cmpallidccer de-
luu.i da intrpida amcaca de Cannagnola.
I-i'- replicou, cucarando o duque :
lleiu vedes, principe, que os boatos que
cnii i un sobre a existencia de uina segunda I-
Iha esobre a illcgitiinidade da princeza liianca
nao eraui to fallos de fundamento quanlo dis-
scslca. Vos me teodes aceitado por genro, pe
lo que vos sou mu recouhccldo : mas compre-
bcudeis bem que o conde de Carmaguola nao
pode jamis aspirar seno a ser esposo de vossa
tilha legitima, coiiiprchendels cin Hin que he
mo de Michaella, (Iba de Deatrix Visconli,
aqu presente, que eu vinhl pedir-vos e nao a
da aiguora biauca, lllha dessa famosa Azzoiet-
ta que era cantora c prostituta antes que a tl-
veascls nomeado condessa d'Agione.
Dividido entre a colera e o inedo, pois a
audacia de Carmaguola Ihe gelava o corafo ;
Visconli licailou um instante antes de fallar
em fim o inedo acabou por vencar:
Cunde de Carmaguola Ihe disse elle, a
chai-vos ueste moineuio dcbaixo da influencia
de urna verligcui que vos cega. (Quaudo ella
paasar, vollareis, estou certo disso, a aenli-
mciitus dignos do vosso carcter e da vossa al-
ta razo. Nao lenho se nao una tilha, repito,
c cala lilla he a princesa Hanca; eu vos cou-
ced sua mo e cstare sempre prompto a < um-
prlr a palavra que vos dei A inanba, conde,
nos tornaremos a ver e fallaremos oulra vez
desta alliauca. (uaato a essa aveulureira que
voi tras engaado,acreaceulou elle desaguando
com o dedo Michaella, ordeno que seja j e j
expulsa de meu palacio e recouduaida dcbaixo
sangue-lrio
1.1 o projeeto, em que se pede augmento
de mais 3 deputados por esla provincia. Di-
vras he injustica ter Sergipo 2 deputados,
londo miis populicSo e osporlicao que
Alagois e l'arahiba etc. Dos quaira que
n.1o h i a" em projeeto o que ji de muito de-
vora de oslar feito. Quaudo fallo nessas
cousas esqueco-mediscanas, e d-me urnas
vontalesde serdepulado.,.. eu tinha tanto
ih/.er.'.. mas como o querer nao he podar
(apezar de sor o coulrario homcaopathico)
e a lem ta ludo o quo l furia um velho p
dolama?! He melhor orar do meu engo-
nho descansado, seui compromettimento, o
Ilrazil ouviri sempie minha voz. .Nao quo-
ro ser dopulado. Ja me irrependi do que
disso Fique o dito por no dilo.~~.it uvas es-
li verdes.
ip pi iu.....m^*m-mm^^-+ m*mmtwtmammmwtt^mmmima .
de uina boa cacolta al s ponas da cldadc. Illlc "ic nceltavcii para vosso genro/
Erlcio chamal meus guardas nhor, nao, tenho o juizo maia seguro e o esp-
l'.riecni quizsabir, mas Cannagnola lancou- i rito mais penetrante do que vos dignaste! sup-
sc sua freote, e levando a ino ao punbal l'r -, porm ae concedcudo-mc a linio de vossa
quellie penda do cinto, disse: filln linheis vosso pcnsainenlo secreto, bem
Se derdes um passo para diante, estendo- | vedes que cu pediudo-vo-la, tinha tamben! o
vos inorto a meus pcs.
dcixum decompirecr uas prximas cloi
Cfl"S, porque o amor da ordem exige dellcs
esse sacrificio, visto que reconhecem que
grav "S conflictos seteriam dudar, sopor-
ventura ellos nao ilciii lun i -"iu o campo
ele tora I!
Cro-lo-heis, vinlouros?!
Quanla ilinegacao junta !
E com tudo, nos pillemos desde j allian-
51ra essas victimas abnegadas, que o pu-
blico n.lo ci em laes abnegarlos ; que po-
de comprebcnde-las, e mesmo admira-las
em um noineni, o quo .un ia assim he raro,
mas cm pirtidos, nunca So instam quo el-
le crea, a ica de repelidos protesios, en-
tilo, danlo as suppostas abnogacOes outras
causas, imputar ao partido que as inculca,
Quom ama o povo nao procura desva-
lo do sitas 1 r u|..i;i"ii-s paciticas, agilatido-0
com seduccOes e embustes giosseiros.
Quem a mi o povo mo se rsforca em al-
ra-lo nos caminlios da perdicao, proinoveu-
do conllicio- entre elle o o governo, cujo
Iriumpho sera sempre completo.
Quem ama (inelmenle o povo reconimcn-
di-lho obediencia is legitimas autorida-
des, como 1 riuu'iia vi'lude do homem reu-
n lo om sociodade, segundos. Paulo.
Tais sao. pois, os manojos suidos des-
ses senhores, quo por amor i ordein n.lo
quercm comparocor nas eleirjCos; emqum-
to quo aculan) os ignorantes do baixo vul-
go para pm turbaretn as mesmas cloicOes I
Quo o governo, porm, nao durma !
O Canco do Capitolio.
N.io, ae-
I.IXIIX DI. VAPORES ENTItEPOHTUGAL E O
BRASIL.
0 projeeto de urna Hulla de vapores que na-
veguen! entre Portugal e este imparlo, he ein-
ic/. 1 to ardeiilciiieiite deseja la no llrasil, sual
vantagens sao too evidentes, e sua necessidade
to palpitante que julgatnos cscusado repetir
aqui verdades geralmente conhecidas e senti-
das.
O genio einprehendedor dos habitantes da
cldadc cierna nao foi indilferentc a to pronun-
ciados desejos, e o Porlo essa segunda cidade
dcPoilugal, que cm nada he Inferior a corle
na cxlenso de suas relaeoea mercantil, ainda
por mais uina vez foi a primeira a dar prova
exuberante c manlfesta de seus progrrsslvoi
anhelos, e da actividade e tendeucias indus-
triaes de seus lilllos.
O prospecto da companbia para o cslabclcci-
meiito dessa linha, e ai bases para os estatutos
porque aquella se deve regular, foram ha das
publicadas ueste Diario. Saudamos como um
laclo esperanzoso a apparico desla enipreza.
As pessoas dlstinctas que se acham aua tes-
ta, representando fielmente o peiiaaiiienlo dos
iiistalladores cm cujo uniucro se cncerram ne-
gociantes eproprielarios nolaveis d'aquella ci-
dade, ao sullicieulegarautiapara o seu promp-
to C lian C.Vll'i
A digna dirceco nao poda csquccer-sc na
sua tentativa, de convidar as tres primeiras pra-
{as do llrasil para a coadjuvaicni neste sen
empenho, e inslruccoes foram enviadas para
easc lim i'O llio tic Janeiro, Iiahia c Pernam-
buco.
Ericcio recuou
Eulo t;armagnola dirigise para Philippc
Marta, sobre o qual fixou um olhar cheio de
altivez e desdein :
E agora, duque Visconti, dlsse-lhe elle,
he ebegado o momento, para vos como para
mim de depor cm flu a mascara com que nos
temos coberlo um c outro ha inulto teinpo.
Michaella, 1S0 determinada emquanto nao se
tratara senao de sua propria existencia, senlio-
se tremer quando vio Cannagnola quebrar pes-
soalmentc os ltimos lieos que o ligavain ao
duque.
Francesco, Ibc disse ella, calai-vos por
favor I
Calar-me! disse Cannagnola, e porque?
Michaella, qur que eu me cale, qur falle, mi-
nha perda est rcsolvida ; lalvcz ella esteja pre-
parada mesilla ames que cu tivesse Irausposto
o I i unir deste palacio!
_ Conde de Cannagnola, exclamou Vlacon-
ti, um 1 aupposlco la ullrajaote., ..
Duque Visconti, interrumpen Carmaguo-
la, j vos disse que era lempo de alir.-ir para
lougc uossas mascaras, c dou-vos o cxeinplo
disso.
Depois elle acrescentou com 11111 toin mofa-
dor e desprezinte:
Em verdade, duque Visconli, como podes-
tes ciei-mc lo ignorante do que ae passaaqui,
to descoubecedor de vosso caiacter, to cgo,
to confiado em vossa honra que me persu-
dase que era de boa fe, c aeiu acguuda leu.,iu
meu. Vos no podais suspellar Isso, confesso ;
mas como be que um lioinciu lo nsluto, lo
iuti'lligente como o duque Visconli nfio com-
preheudeu o que nao escapa quellcs que se
aproxiinan delle, isto, lie, que um carcter co-
mo o aeu nao pode inspirar nenhuma syinpa-
Ihia, e que elle deve desconfiar de todaa as de-
dieaedes ? Como be que elle nao coiiiprcheu-
deu que srmeando a crurldadc, a baixeza, a
perfidia c a infamia, nao podia jamis colher
senoo egoimo c a vinganca? Duque Visconli,
leinnrai-vos de uoi menino, cujo roslo cortas-
tes com uina chibatada poucas horas antes da
execucu da duqueza Healrix? Esc menino,
sou cu leu odio contra va data dessa hora.
A esta I' mil' ni. 1 e diaute de uina amcaca
to violenta, Viscoute tia pdc deixar de ca
tieinecer.
Nessc incsmo da, um acaso providencial
me revelou o segredo do nasciinento de Mi-
chaella. de Michaella que eu ainava c ale quem
era amado: uuaa circumstancia, que nao preci-
so explicar-voi poz cm uiinli.s inos esse escri-
to terrivel, e se cheguel a distiuguir-iiie entre
01 condoltich desse lempo, de modo proprlo a
un .lu- vossa aliene.iu, c obter o commando
de vossas tropas; se depois tenbo quasi dupli-
cado a cxtcnao de vossos estados forca de co-
ragem i- de habdidaJe, he porque queiia subir
asss alto para licar digno de Michaella, lilha
da duqueza llealrit; he porque quera adqui-
rir birlante gloria e poder para susteniar aeus
dlreitos ; he porque quera ver-vos a meus ps
paludo e tremido como estis E agora que ros
tenho dito com franqueaa os papis que temos
representado aiulios, agora que tenlio clara-
mente eslabelecido o que eramos um para com
o outro, agora, duque Visconli, resla-iue du -
vos un avlsoantcs de da'spcdlr-ine de vos. Se
nao na; deixardes salur livrcnienle com a prin-
ecza Michaella, ac voasos guardaa inosirareui
sequer r|uerercin oppr-ac a minha m -. c.etn
picclpito-inc a unta dasjanellas que do para
a praca, dou um signal, e todos esses anidados
que podis ver do lugar cm que eatals, invadi-
ro este palacio como una foitalcza inlini^a. Se
cu cstlvcr vivo, guia los-hei em pessoa,... se
liver siiccumbido, um oulro se encarn-gar dis-
so, c juro-vos que a uiinlia unirte sera cruel-
mente vingada.
Depoil, vollandose para a doniella que olha-
va para elle com una admiraco misturada de
terror, disse :
ai-me vossa ino. Michaella, nada mais
temos que fazer aqui. Duque Visconti al ou-
lra vista.
E diiigio-ac com um passo lento c calino pa-
ra a |iartc que communicava com a escada de
Hcrcu'es.
Ericcio levanlou-sc sbitamente, e enriendo
para a Janella o lineada direlta de Visconli,
dase :
Voasa alteza parece indeciso, importa
abrir cata janella.
Sim.....sim, abri esta janella, balbuciou o
duque, cujo roslo cobrio-se de moa pallidct ca-
davrica cuidando no qu ia passar-se.
Chegado porta, Carmaguola empurro .1
com energa, lancou 11111 ultimo olhar de desa-
fio a Visconli e a Ericcio, e lomaiijo o braco de
Michaella, pos o p sobre o pata 01.11 descoberlo
da oseada,
Cim/muiir-ie-nit.)
MUTILADO 1


* Incumb,
4>
Incumbido o Sr. Manoel Duarle Rodrigue)
daableacao aqui ds uin uuwero limllado de
apolices, cada urna das quaes, por bem enten-
dido calculo, he do ralorde 100/, inoeda por-
tuguea, fea elle no sentido indicado a ieua
convites nu meamos Diarios era que foi publi-
cado o prospecto,
A elle appello reaponderam prouipta c bisar-
ramete inuilas pessoss. Como irmos e como
amigos, coin um s pensar e querer.
PrasileiroB e l'ortugueaea prestaram sua es-
pontanea aaslgnatura, e ein breves dias aeni o
uiais pequeo esfotco ou trabalho se achaiaiu
iusciiplas nao 260 aeces numero que se bavia
marcado para a aoqulilcao Desla cidade, mas (IOS
como pude ser verificado em caa do ineamo Sr.
Rodrigues.
Esta boa recepcao era esperada, motivos pon-
derosoa no-la atfiancavain e teinoa linne ren-
la que oa habitantes do Uio de Janeiro c da lla-
lli.! abundando as mesmas raides, conespon-
derio merecida eipeclaiiva concorrendo pela
>a parle com 2,000 acedas. Temos como cor-
to este resultado, e asiiin licar a nova compa-
nhlasomcnte pelos aeus accionistas neale nal
peiio com iim capital de *7 conloa fortes, po-
dendo elevar o seu fundo a 40c conlos ou mais,
c dar a einprcia maior amplitude, como lauto
ac dsela.
He opiniao geral c bem assentada que doua
vapores de 00 a 00 toneladas, como se Indica
no prospeclo, nao podem sallslaier s necesai-
3
ANEDOCTA.
^.rarnaiiha s dnnnailna ra folhi ibarricis, Ten lo de comecar a 21 ao crreme as re- aduui.ia.
f baclho P presenlacoes da Irspeh nova empresa ella No mez de agosto do anno de 1851 havia
HFCKiiFiinniA liF K.FNDAS INTERNAS GE- faz publico que ilem do qtiasi lodosos bons urna caza do neiiocante de tizeodas ingle-
M(5 DBPniUkSBlICO. artistas aqu existentes, lem contratado o zas, a como fo?o po co frequentida pelos
Rendmanto dodia 19
CONSULADO PROVI
Randioianto do dia 19. .
3057.230
Movimento do porto
Navio sahido no dia 19.
Pa rali iba --hiato brwilelro l'au iota, mostr
JoBn Poreira fin Silvn, carga farinha de tri-
go e mais gneros. Passageiro, Antonio
Vicente de MagalhAos o 1 subrinln).
iDITAES.
O lir. Custodio Bao I Silva (Juioaraes,
juiz do dir-ilo do civel da pnuieira vara
o do commeicio dcsta cidade do Hecife
de Peruambuco, por S. SI. I. e C, Ac.
Faco saber aos que o presente odiUI v-
rem, que nodia 28 do mez de agosto do
corrento anuo, se lia de arrematar por ven-
da a queui man iler, depois da audiencia
desle juizo, na casa das audiencias, urna
armario da luja Caieia do Itecife D. 9, avallada em 2500000
1:053,805. Sr. JoBo Antonio da costa, equoesierado loglsta-', ( nSo se sabe pelo que) assenlou
\(:l \'l uio de Janeiro o de Lisboa os artistas l.eo- de f>zer um leilao; msis para este lim hu-
nnr Orsat, Uanool JosMendes.e Josenhina mildernonle se dirigi do digno Direclor da
Soller. A empresa procurara levar sena .ocie lado de loglstas, para este pela sua in-
ili-.i iti.is de grande mereciinento Iliterario fluencia conseguir um leilao monstio,assim
e intere-santes Taudvilles, bam como fa- acontecuu, vendeu tudoquanto tiulia de la-
zar lodosos inelhoramentosque a concor- zondas,e por ultimo foi convidados ven ler
reneia do publico perruitlir. a carlerajqu* nasalanada mais tnha.esto
O preco dos hilbetos seri o mesmo da negociante grato ( nqu lia occasio) sobe
empresa anterior. As assignaturas sarSo por emuma cana do chitas, o pegando em un
50,25 o 12 recitas, teado os que assigna- copo devinho ou serveja assim disse.Vou
n-ni por 50 recitas, o (batimento de 20 0|0, hobor a .-.ni le do director o da uniSo da so-
por 25, o abatiment) de 12 0|0, e por 12, o ciedado dos Logistas........ e este
peicunlode 80|0. negociante o que faz boje .' he um inimigo
De 7 dodezemhro ao fim dejanei'O n.lo da sociela le dos logistas, protector dos nt>
se darSo r>citas de assignatura, goriantes do fazendas.
as pedias quo desejurem ssignar poion Companhia de seguros martimos.
desdo, ja comparecer no escriptono thcatro oj." ___o. ;ji. ,i .
di. io at as a bons. l endo 8r- presidente do con-
selho de din: :co doLanco de l'er-
nambuco, de conlormidadc com a
dadea do aervieo da linha, cuja regularidade e pehoradas por Feruaudo Beluot Con-
e.ac.idao.e ^^*aja&ft" Anasl.cio do Albuquerque. E par.
viria seno descrdito companlna, e por con- Sar eaitaes que sorSo publicados pelos jor-
sequencia diinlouicio nos aeus inlcreases aenao nacs e alisados na prac,a do Commereio e
o aeu anniquilamtnto mais cedo ou urde. casa das audiencias.
Com o capital presumivel de aOo conlos Pica njdo o psssado nesta cidade do Itecife aos
a coinpanhia habilitada para a compra de tres ,g j0 ,g0St de 1852. Eu Manon! Jos da
barcos de mil loueladas, pelo menos, cada um,
com a forca sufficicnlc para dci mllbas de ve-
locidade por hora, de segura c elegante cons-
Iruccao, com todas as coinmodidades necena- ,
rias e confortaveis para grande numero de pas-
sageiroa c muito eapaco para carga c combusli-
vel, |iois em vi-u do orramenlo apresentado,
se dnus vaporea daquella prim-ira lotacao nao
cuslam mala de 38,000 libras, o Ire iudicadoa
Molla, scnvAo, o subscrovi. Custodio
Manuel da Silva GimarSei. ________
Deca ra9oe8


Avisos martimos.
I'ara o Ass.
patacho Amisade salie ne.st:s
u |.auc o rin,. u. u,. QS maritimos
8 din., e recebe carga para aquel- Jr ..
le porto : quem nelle quizer car- ", .
dispo icao transitoria do projecto
de estatutos di companhia de se-
desla iraca, de
porto : quem nene q
regar, dirija-se a ra do Vigario
n 5, ptimeiro andar, ou com o
capitao Joo D.imaceno de Araujo.
ara o Aracaly sho com brevldlde o
ira assembla ge-
ral dos accionistas de.ita compa-
nhia ; por ordem do mesmo Mr.,
se annuncia que esta reuuio, pa-
ra a discussSo do mencionado pro-
l.i.il" brasileuo Anglica; para carga epas- jecto, ter lugar no da 2 do cor-
sa
Bel
geiros trata-se na ra da Cadeia n. *9, pri- reiJ(e no segundo andar da casa do
eiio andar. / D ,n ,
Tribunal do commcrcio.
De ordom do tribunal do commereio
Para o Aracaly ou l'arahyba
"".PropOe-soa sahir co'm toda a brevidadn o
'v leiroebemconhecilo Inato nacional Pa-
da|rabybano, forrado de cobre e de primeira
nao podem ir alm de(15,000 libras, ou 3 con- provincia de Peruambuco, S Taz publico,. marcha : quem no mosnio quizer carrogar
" pela secretaria do mesmo, que na lat de.lrt,en ru, ,|a Cadeia do Itecife n. 23, "
tloje foi matriculado o senhor Frederico Ro- com 0 m,.strii Honiiquo do Souza Mallra.
los de res moeda porlugueza. L linda assim
reslarao mais de loo conlos de ris que podem
ser appllcadoa a compra de dous vapores mais b|||iar j corretor go-al d'Sta praca. Secre-j _piM L|abO
lanado com a que existe naquella primeira de Souza, ollicialm.iior. seguir viaC3i ni
iiracaparaacommunioacoenlreaubosospor- O arsenal de marinha Compra 120 travos ,, meg.n0 qui
los, oque boje lem nicamente o vapor Vetuvio. de 4j palmos dn comprido, leudo por una'ge|||| rjirlja-se os consignatarios T. d A- ca da S. S., a do curar pela
Lenibraicinoa daqul aos seuborrs dircelores f.,c olio polegadas o por oilra nove, sendo u|n0 i.onceca & Fllho. na ru do Vigario porque para islo o Sr. Dr, ,M
Ja compauhia a conveniencia da entrada dos
vapores ncsle por lo, porque da coniiiiodidade
do embarque e desembarque de passageiros c
de algum pequeos volumes resullarao maio-
res vanlagens coinpanhia. Fura da barra,
alada na mais pequea distancia do poilo, o
luudeadouru be scnipre incomiiiodo e uiuius
\ctcs perlgoso para as pessoas que lenliainde
leinandar O tapor ou a ierra, /ulgamos este
noiso pedido tilo cxequivel, quanlo nao ha o
menor obstculo ao accesso de harcos de lal to-
le nelle porto, pois o vapor de guerra brasllei-
ro A/*!Min Ierra, de mais de 1,400 loueladas, nao deman-
da carrrgado com ocarvao neccssarlo para una
viage;u de 12 dias mais de 13 pes e meio d'agoa'
e eutroueui mares d'agoa monis ueste porlo,
cuja barra e banco aiuda nos preamares dcslas
agoas, nunca lem menos de 12 pes e meio. A
companhia apenai lera com isso um pequeo
de despeza com a prallcagem uas
referido bancoj na ra do Trapi-
che n. 3a, pelas n horas da ma-
nliaa. Hecife 18 de agosto de
I85i.
- Preclsa-se de um foitor, para sitio, pre-
ferindo-se pnrluguez, equnsaiha desempe-
biipue porluguez Via nhar esta lugar: no Passeio Publico, lo-
Manoel dos Sanios, pretende ja ti. II.
luir vicai no dia 30 do crrenle : quom -- Pergunta-se ao Sr, D'. Sabino, quo ve-
no mesno quizer carregar ou ir do passa- zes lica oSr. Itr. Moscoso fa/.endo na ausen-
-'-, sua arte, n3ii,
quino Foneeca o runo, na lunuu najauu puiqno im luvvsti !* .-iOSCoso n3o pre-
maca- (|. (9 j andar ou ao capillo Di pfaCa. cisa serlembrado porS S., tanto maisquan-
Para Lisboa o brigue portugus Novo lo o seu discii uio o Sr. Pires Ramos boa
a mideiri do embotina, sapncaia
ramduba ou corH^Do de negro ; coin onctia-
meis le finta dous palmos de compiilo,' Vencedor pretende seguir viogein por lo lo quem S. S. deixa asna clinica incumbln In-
teodo em quadro por Oda Uina face seis DO- 0 correnlo mez: quom nelle quitar carro- o de doslribuir rome lios gratis aos pobres,
legadas para nnis, do piimeiri qua'idade; e ,r C1U r ,iP passagem e,ntenda-se com os o o apresonla como o seu todo : sirva-se
cincoenti dilosdc irinta osis ditos decom- sauseonsignalarioi T. d'Aquino Fone.eo & pois S. S. de declarar-so para esclarecimen-
pri lo, com seis ditas om quadro, sendo a p,|no nn rua do Vigario, n. 19, I. andar, ou to de um seu freguez. Ignrame,
madeira de smberiba : todas oslas madeiras com caillij0 Borges Peslan.i ua praca. -- O l)r. Jo8o Nepumuccno Das Fernn-
dovein ser de pnmcia quali lado e som do-|___ j'aia o Uio de Janeiro sabe Jes, retiran lo-so com sua senbora, e uuia
feto algum : is pessoas que se propozerem ; escrava com cria, para o Rio de Janeiro, ci
vender taus inadeiras deverilo dirigir-se a ate o da a5 do COrrentc, 0 Ullgue nada devee nesta cidade, se porem alguem
secretaria da lOspeCcBo com as suas "ro- aciona| |\ecife, O qual i lem a iulgr-sa seu credor, pode, durante estes
posliis em cartas fechadas, nu dia 20 do' J 3diasdlrigir-se a travessa da Madre de Dos,
crreme nmzao meio dia. inaior parle ua carga prompta, e e3Cript0rio de Jo3oTavares Cordeiro.
tanco de Fernambueo. para o resto, passag iros ou osera- Uai rapaz brasileiro, de i anuos d
ii I ri .... s.m n^,.;< idade, se offerece para caixuro do qualquer
oconsaiho de .unccao declara que os vos a Iretc, para o que tem muito eslau,.|(,cn)enl0( mc|uslvc venJa( ,0 quo
descomo* dasemana que decorre de 16 a 21 cornmodo, tiata-se na ra do lem bastante nratica : no pateo do llospi-
do corronle agosto, continua m a ser os de 6
":
Quem precisar de um hornern para foi-
tor de um sitio,ou para servico de urna casa,
dirija-se ao paleo do Paraito, casa por cima
da sarhrlstia.
ANUAL DO I1R. JAKII,
THAUZIO EM PORTlJGUKZ.
i6,ooo rs. de essignatura.
Sahio aluzo primeiro volume desta obra,
a melhorde todas om seu genero : o nico
verdadeiro livro, por onde so pode estudar e
pralicar a homeopathia. Est nitidam'nte
imprrsso em excellente pspel, com todos os
signaos que conlm o original para denotar
a dilfereuca do valor dos symploiras.
Cootinft*. a assignatura no consullo'io ho-
meopalhico do Ur. Moacoso, onde os snnho-
res assignanlos pdem mandar rreober o.<
scus oxemplares
No mesmo consultorio ha todos os medica-
mentos homeopalhicos VEIIDAOEIROS ; as-
sim oomo ricas caiteiras, e refirmam-se
quaasquer boticas, cojos medicamentos se-
jam falsos, ou deteriorados.
~ Precisa-se de um caixoiro, que enten-
d do pbarmacia : na botica da ra do li.m-
gel n. 6t.
I.uiz Correia da Conceifo, estabelecl-
do com loja de alfaiale, na ra do Vigario Pvai\n
n. 21, faz sciente ao publico, quo de hnje '
em di o,ie, se as>ignaia Luiz Curreia Duar-
te, por iiaveroutro da igual nome.
Precisa-se de u,i a ama, para cosinhar
o diario de uina casa : na travossa do i)oi, o
Santo.
Quem precisar de um mestre para bar-
caca i dirija-se a ra do yueimado n. 21 ,
o la so ,i 11 ,i lian;a a sua conducta.
-- Lava-so e engomma-se, com multa por-
feifSo e asseio : no pateo da Ribeira de S.
Jos n 13.
-- Precisa-so de um feilnr, quo eutenda
do borla e do trato de animaes : na ra da
Cruz n. 20.
Ileseja-so alugar una sal e um quarto
para um hoiuem solloiro : quem liver (ara
alugar niinuncie.
Aos senlinres do cngculios.
A i>essoa que anniinciou para adininisl ar
eugenbos, levando 10 a 12 esclavos, avisa
Yendem-se chitas Cdssas pre-
tal, para luto, a /oo rs. a vara ;
chales de 13a pretos e de chita; as-
sim como lencos grandes de 13a ,
pretos e roxos, para luto, faieuda
de gosto : no Passeio Fublico, lo-
ja n. 11.
Vende-se um ptimo cscravu
ferreiro: na ra do Vigario n. a3,
segundo andar.
-- Vande-seum bonito moleque de 14 ali-
os, bom cosinhairo para casa estrangeira,
o qual tem boa conducta, a urna boa escra-
va, que cosinba, vende na ra a lava : na
ra larga do Rosario, loja n. 35.
Vende-se cal virgeqj do I isboa, da mais
moderna, que existo no mercado : no es-
eriptorio de Francisco Severiaoo Rabollo eV
Filbo.
Na ra do Crespo n. 17 ,
vende-se ca mi chita, jnconat e or-
gandy, de inissimo panno e b mi
tos padres, a ,'jo, 3Go e ^oo rs.
Enfeites de scuhora para tliealro.
Vendeai-st, ebegados re. enlmenle, ri-
cos enfeites pata cabera de sonhora, tanto
para Ihoatro, nomo para bailes ecasameu-
tos ; ricos cabecOts o 11......iros do bico, flo-
res, fitas e bicos linos, ele. : na loja do ina-
dame Milloclieau Uuossard, no aterro da Boa
Vistan. 1.
1 ^ia praca da Independencia 11 1t o 16 '
? vendem.se chapos francezes, do boa >
4 qualidado, a prer;o cornmodo; ditos #
a) envernisados para pagens, chegados #1
.4 ultimanienle do Paria. fl
luo nilii sadminislra como lanibem arien ,, 1 1
la um quo nao diste mais d" 10 legoa:,|uem zc"' ''u *"' s "'
Deposito de cilc potassa.
Vrnde-.se superior ral e potassa,
c por proco com modo : no uruid-
1 I IfsfiJesi n.
acresciino , m, crreme ajoaiu, wiuhiiii"m vmow
iiiir.id.is e >,huas, e a demora nealas, urna ou p0r Cl,.nli> ao anuo paraas letras a vencer a- C olleglO II. 17, segundo ailar, OU
SVV^.SSSUSSSt. ^MXSaSffT^!^^ ta',ili Manoel Jos Ui-
rem;\XSSitSmu5S, e obseivaremo, ope- nhila as duas da la.de. O mesmo consclho ve O br.gue Soe.al por ter parte do seu Car-
uaaquea rccella est all calculada pelo milis resolveo, e faz certo aos senhores accioms-.regamento promplo, O qual pode recener
baim, c queainda auginciiiada a despeza orta- tas, que a ultima prostac,.1o de 25 por cenlo .alguma carga a frete, o quem prelender
,i.i nuil io pul ceuio, os lucros annuaes desla
empresa nao dciceraiu de 12 por cenlo sobre o
capital cniprcgado. As conveniencias para o
coiuiurrclo, para a noca das noticia, daa ma-
las, e para bom iralaiiiemo dos paisageiros bao
de ser aliendldas pelas pessoas encarregadas
da couipauhia
com que de ciiuformidado com os respecti-
vos ^lslulos deveriam entrar de 15 a 31 do
currente, para a ci xa do Banco, lica trans-
ferida para occasiSo opporluna, que sera
devidamoiile aiinuuciada por e*te mesmo
Diario. Banco de Pernainbnco U de agos-
Acsleiespeitojulgaiiiosdesnecessarii i|ual- lo de IH.2 O secretario do mesmo cou-
quer observacao, poique o bom agasalho a to- aellm, Manuel Ignacio de Uiiveira.
dos os respeilos usualmeutc seguida nos navios ueaL COMPAMIlA HE PAyUElES l.NGLEZES
poilugueics que cunduiem passagciios de cer A VAPOR,
la ordem doi porlosdeste imperio, lilla nuil ,\,, uia 20 dPSle mez, espera-
alto que as uoasas palavras a favoi da pr.ceii- X^ doSul. o bem condecido
.,, que elle, lao justamente lem adquirido. : '{Km^ ''' '! ,-,'' cuo,UMnd.nte
r'icaremoi aqu, lemoi mulla coubauca nos r>JMK l,ul *">' '...,' ,
,S,s. dircelores, c nao desejau.os passar por ID.- J^"^" OnslOW, O qual depois da no-
nos polillos ou iiiipcrliuenies lembrando cou- ronra do costume seguir para ar.uropa: pa-
sas que cales senhores devem ler inuilo ;.j>eilo. r, passtgeirot trala-so em casa
roa no Trapicho Novo 11. 42.
TlIMTiiO
Se lodivia o julgarmos preciso vollareinos pe-
dir aos Srs. redactores, um pouco de eapaco
mal no seu acreditado jornal, para nelle fazer
inos as observaces que nos suggerir a nossa
achanbada inieiligeiicia, ou nos lorcm lembra-
ii.i- por pessoas malaconipcieniescexperimen-
tadas. A materia, iuleiessaute cuino be, oU'cre-
ce campo para mais ampio deieuvolvimciiln, c
lia aluda occasiao para o fazer, pois, apelar dos
bous desejos de lana gcnlc, uo ser possivcl
que o primeiro dos vaso dasia liulia poisa la-
/.cr a tua piimcia visita ao porio do Itecife
antes de malo fuluio.
Correspondencia.
-------------------------------------------- Primeira recita da nova empresa
Senhores redactores.Por especial favor pu"
bliquem no seu cooceiluado jonial a lista nu-
la para camaristas, que pencudo levar no dia
7 do viudouro.
O votante.
Commcndador Pedro Kiaucisco de Paula C.
valcaute de Albuquerque.
Oencral los Iguacio de Abicu c Lima.
Ilaro de Capibanbc.
Tcnenic-coronel Manoel Florencio Alves de pedro Nolasco llaptisl, subir a stena o
Moraes.
Majur Aulonio da Silva Gusino.
Justino Peieira de Farias.
(iuslavo Jos dj llego.
Ncgociaule Jos Pires Ferreira.
Ur. Jcioiiiiuo Villela de Lastro Tavares.
4B"
COMMERCIO.
PBAgA DOBECIFE 19 l)E AGOSTO, AS
3 HORAS DA TARDE.
UOTAC.0KS OFFICIAES.
I.amblo sobro Londres: a 27 l|i d. por l#
Oscoulo do letras de 2 mozes 6 p. c. ao
anuo.
Dito de ditas do mezes 8 p. c. ao auno.
A1.IA1NDKGA.
llendimei.U. de la 18. .12t:923,49l
Idcm dodia 19.......20:130,152
1*5:053,643
Dtiearregam Aoje 20 til agotlo.
Galera Ingleza HtUa taxasoleiro.
Biiguo ameiicano Brandy Wiie farinha
de tiigo.
Hialo -- Aguia llraiiliira gneros do paiz.
1.11 vsl I Al'll I.Ml.M .
nnudimenlo de 1 18.
dem do da 19 -. .
17.469,727
. 5:402,213
22:871,940
DIVERSAS PROVINCIAS
Rendimentode 1 a 18.....1:019,389
dem do di 19. .1 ........ 20,593
1.039,982
Kxpoiluco.
Bio de Janeiio, escuna nacional Galante
Mara, de 149 loueladas, conduzio o sc-
uginta ;
120 toneladas carvSo de ledra, 35 pipas
agurdenlo, 179 duzias cocos de beber agua
Parahyha, lancha nacional Paquete, de
31 toneladas, conduzio o seguiule :
64 volumes fazendas, 4 banis vinho, 69
barricas farinha de trigo, 2 caixas miude-
xas, 2volumes drogas, I caixa louc.a, 600
arrobas rarne, 79 vilumes forro, lOsaccas
liolaclus, 10 fardos fumo, 36 eli.n eos de
seda, I2accas atroi, 4 saccas caf, bar-
ricas assucar refinado, 2 caixit vollas de
da asignatura
ESTREA DO ACTOR JOAO ANTONIO D.V
COSTA.
Sihbado 21 de agosto de i85i.
Dapoil de urna brilhanle ouvertura de
composicSo do director da orchestra, o Sr
Pedro Nolasco Bautista, subir a scena 1
drama do Mr.Felix Pyal, em 5 actos, 12 qua-
dros c 1 prologo.
O trapeiro de Fans.
PROLOCO.
Persorjagens e actores.
JoSo trapeiro -- O Sr. Joan Antonio da
Costa. ,
Pedro Carousso, idem-- Joaqun) Jos Bi-
zarra.
Jaques Didior, caixeiro decobrancas Joa-
q 111 ni Jos, Perelr.
Um cabo de esquadra e urna escolla de
linha.
DRAMA.
Jo5o, trapeiro O Sr. JoSo Antonio da
Costa.
Pedro Carousse, sob o nome de barSo Holl-
inan OSr. Joaquirn Jos Bizerra.
Ilenrique Bervillo O Sr. Luiz Carlos A-
modo.
Conde de Krinlair -- OSr. Besende.
I.oisau O Sr. llaymundo los de Araujo.
Lonrdois -- O Sr. Manoel Jos Pinto.
GripartOSr. Pedro Baptista de Sania llosa.
I.aurentino, e Luiz, criados do bar So Os
senhores Luiz Antonio Monteiro, o Aulo-
nio Jorge.
Un magistrado OSr. Manuel Jos Pinto.
Caixeiro da casa dourada N. N.
Mara Didior -- A senbora t. Manotlla Cao-
lana Lucci. ,
Clara HolTman-- A senbora D.Ca mella Lucci.
Madame Polarl, pniteira- A sonhora D. Ma-
ra Amalia Monteiro.
Rosine, criada grave de Clara -- N. N.
Mazagran, a Paulina, costureras-A senbo-
ra D. lesuini Josaphina Campos.
viga de S. Laaaro--N. N.
Urna criada de madame l'ot-rd -- N N.
Agentes de polica, guardas mumcipacs ,
criados, etc.
A scena passa-se om Pars.
Por causa da grando extensSo do drama
principiara o espectculo as 7 l|2 horas em
ponto.
Os billieles achar-se-ISo venda do meio
dia em dianle.
Como existe maior numero de bilhetsde
camarole e de cadeira eucommendados, do
que os que ha 110 llieatro, adverle-se que
al ao m io da se recebem assignaturas
que
prelereoci*
pede tratar com Amonm Irmios : na ra
da Crus n. 3.
Waranliao e Fura.
Seguo em poneos dias, o brigue escuna
Graciosa, ja lem a bordo a maior parto da
carga : para o loslanlo e passugelros, trata-
te com O consignatario J. B. da Fonseca J-
nior, ua ra do vigario 11. 23, ou com o ca-
pillo na Praca.
__Para o Ccar segu com brovidade o
patacuo Sania Cruz, recebe carga de frete e
passageiros : a tratar ao lado do Corpo San-
to loja de missames 11. 25.
Fara a Babia
A escuna Adelaide segu tt
o lina da presente semana : para o
resto da carga, trata-se na ra da
Cadeia do Fiedle numero a3, ou
nado Trapiche iSovo 11. 1G, no se-
gundo andar.
tai n. 10.
precisa-sede urna ama : na travossa do
Paraso, que vai para a Florentina, sobrado
de varanda encarnada.
Leilao.
-- Miguel Csrneiro fara leilao no da terca
fcia 24 do correte no seu ai m izem na ra
do Trapiche 11. 38. por intervenctlo do agen-
ta Kobcrts doseguinto : moliilias para sala,
gabinete, quartos sala de juntar, cosiulia
etc. ole.,assim como pi ino-,cortinados,lou-
ca.vidros, caudieiros, candelabros, urna rica
caixa d tartaruga para rap, quadros com
estampas, vazos para (lores, espingardas pa-
ra ca^a, pislolas, c oulros mu tus objectos
que nSo dallarlo de ser arrematadas, eao
meio dia em ponto lambcm ir a I o i 13 o urna
porcSo do palitos, caixas com cha verde, o
prclo, um cabriole! patente inglez, e um
cavallo para carro.
-A requcrimenlo do depositario da massa
fallida de Leopoldo Jos da Costa Araujo,
ouvindo o curador liscal respectivo, se fa-
ra leilSo por ordem do Sr. juiz municipal su-
plente da 2 vara do civol o do commereio
e por ioleivencSu do agento Robera dos
brigucs nacionaei denominados Destino,
ero, e paquelo de Peruambuco, com todos
os seus perteuc-s taes quaes seacham an-
coiados ii'ste porto, onde os pretndeme!
podero examina-los co 111 anlecipacSo, per-
tencentes a referida massa : segundi-feit
23 ,1o correte as 11 hurta da uianhSa em
punto na porla da associacSo commercial
desta praca.
Avisos diversos.
cy O aliaixo assignado nao po
deudo mus s ilTrer o paiavriado do
Si. Augusto (Jarlos de Lentos Fa-
clieco, lente do corpo dt polica,
previne ao mesmo Sr. t|ue seno
lor tirar o seu cavallo da coclieira
da travessa da ra Helia n- 1, lioj
20 do cmrente mez lira 1 o dito
cavallo para a despeza leila do sus-
to .to, na importancia de 80,88o
rs visto nao se poder mais acre-
ditar no senlior tenenle, de ir ti-
rar lioje, amanhaa, depois etc.
Alanoel Fereira do Canto.
yuem precisar de um homom para fei-
or de sitio ou pa Jara : dirija- se a ra das
l.araiigeiras o. 2.
ilirereco-so urna ama, para todo servi-
co de portas a dentro, lava, ongomma e co-
sinba muito bem, ludo com perfeicSo 1 na
ra dos Burgos 11. II, primeiro andar.
-- Quem quizer comprar os 100 estaa-
dores : dirija-se ao alerto da Boa Vista 11.
84, ou iiuuiiive sua morada.
r".iZ-S'.- lodo e qualquer negocio com a
""'"."""TT .sai8u.u..=, j-omjy... n0 ateiro da Boa Vista 11.
"le, e com um terreno noCoelho, a tratar
na mesma casa.
Jos Auacleto, dmlisla e sangra
lor, declara ao respeitavol public 1, fjji
o particularmente aos seus fregu- t
zes, quo s aclis resldindo j.or em- J>
quaulo no largo do Carino, defron- j&
to de Santa Tlietoza, casa do lam- i;
pio n. 21. aonde o acnarSo promp- i
j to desle as 9 horas da man'iSa ateas tC
6 da tarde, para ezeretr as funcfOea >
) de sua arto, como do costume. %
-- llontem, 17 do do correte, fugio da
casi do san senhor o escravo dame Ma-
noel, creoulo, com os signaes seguimos
baixo, cor bem prela, falla algmna cousa
atnbatacado, lie quebrado, ttaz 111111 Ion 1 1
le mola, nal palmas das milos tem grandes
falos quo parecoui cravos, foi estivador do
navios, tem na tosa urna cicatriz pequea,
e falta de um dente ua frente, no queixo de
haxo, quando and 1 abre as peruas algmna
cousa levou caichi de algodSo azul, camis
de dito branco: quom o pegar leveo-o ao
.isleo da Sania Cruz, paitara n. 6, a JoSo
i.uiz Ferreira Ribeiro, que ser gratificado
D. Auna M-.ni llie.i iota Pereira Du-
rilo, faz publico que as casas sitas na ra
dos Copiares ns. 1 e 3, perlencenles a Jos
Das da Silva, estilo bypollieca las 11 mes-
ma que o m.'Sii'O Sr. Jos Dias da Silva
indivldatnente annuncia a venda das ditas
casas, visto nSo se entender pteviainenle
eom a hypothecaria, sem o que mo podem
ollas ser vendidas, sobre screm millas as
ven las.
-- Desappareceu do engenho Novo do
Cabo, ha 15 dias, o negro de naci, Jos,
conhecido por garapa ; lia alto, relorcado
do do corpo, cor muito fula, com falla de
lentos na frente, e falla multo descaecada ;
quem o pe^ar leve-o ao dito engenho quo
ser bem recomcnsado.
__Desappareceu do engaito Salgado ,
da freguezia Je Ip.ijuca, no dia 2 do crran-
lo um negro, carroiro, de nome Antonio,
de altura regular, cor^o magro, nSo he pre-
to relimo mas sim avetmelhado, lem urna
orelha com a motade murclia, donde se Ihe
lirou ha dous mezes um lobinho quosacus-
tou a curar, he de Angola, de mais do 40
annos do idade, falla muito bem, he muito
altencioso, om qualquer parte pola minio
bem dizer quo he forro, porquo assim o pa-
rece : roga-se porlanlo as autoridades poli
ciacs e eapitucs de campo a ciplura do mes-
mo, mandando lev.r ao dito engenho, ou
no engenho Novo, do Cabo, ao Sr francis-
co Jos da Costa, que ser b'm recompen-
sado
Furlaram do engenho Novo, do Cabo,
um cavallo caslanlio, grande, magro, ca-
pado, com signaes de ler sido de cingalha,
anda do pasto baralhado e lem o ferro PC
quem o pegat leve-o aodito engenho, que
ser recompensado.
O lente Candido Leal r'er-
reira, ajudaute d'ordens do com-
mando das armas desta provincia,
est residind > na ra do Sebo, ca-
sa n. 39.
Manoel Jos Fernandas Eiras, vai a Por-
tugal.
A pessoa que liver urna carteira de es-
criptuno, em bom eslado, sendo de urna fa-
ce : "rija-sea ru doirapiciie Novo n. 14.
Precisa sa de urna ama, que saiba co-
sinhar, e quo tenha boa conducta, para ca-
sa do lamilla : no alerto da B01 Vista n. 58.
Quem precisar de uina ama, para casa
de homem sultoiro, ou do pouca familia :
dirija-se a Gamboa do Carmo, no primeiro
hecco, vindo da ra Nova do lado osquordo.
-- Quem precisar de um criado estrangei-
ro, com as mcassanas qualidadcs! dirija-so
a Fra de Portas, coxoira do Sr.Pedro Alem.
-- O annunciante de cem espanadoros,
declaro a sua morada para ser procurado.
Dinbeiro a premio, com seguranza,
em pequeas quaulias: na ra esfoita do
Bozario n. 8, no primeiro andar por cima
da loja de cera, se dir quem da.
Precisa-se de um pequeo, de idado
do 10 a 12 anuos, que tenha algunla pratica
de venia : no Forte dn Mallos, ra do Co-
dorniz 11 ii
pretender qualquer do referido negoe,os, | Salsa |i 1 r 11 1,1 (Ir Sailds.
afiancen luoauuunciaiit.-iiiuitas vanlagens, Vicente Jos do llrilo, nico agento oui
procure na ra Augusta ao pedo vveiio. Peruambuco de II. J. I). Sands Clllniioo
-- Coegou ra do yueimado n. 31, niwo americano faz publico que leu chegado a
soitimento de vidns con agoa pua fazer esta piafa una guinde porcilo lo Trapeos da
os cabellos e suissas piolas ; a ellos ules
que so acahem.
- Precisa- se de urna ama de leite que u.lo
seja 1 a :!, 1 quem estiver instas cucuuis-
tanciai, dirija-so a esta lypograplua que se
|ho dir quem precisa. _________^^_
Compras.
Compra-se a obra que tem por titulo
A mocidade ougauada e desenfrailada
convenida o instruida ; quem tiveraniuu-
cin.
Compram-so escravos do ambos os se-
xos, de bonitas figuras, do 10 a 25 annos,
lano para a provincia como para fra, pa-
dem-sa bem : na ra da Cacimba n. II, on
ga mor.ni o finado vigario do Itecife.
salsa parrillii de Sands, que silo verdadei-
ramente falsifica.ios, preparados no Ro do
Janeiro,pelo que s < devem aeautelar os con-
sum lotes do t.lo precioso Talismn, de ca-
hir ueste engao, loman lo as funestas con-
sequencias quesomnro costumam trazer os
medicamentos falsificados e elaborados pola
m3o daquelles que ttnloaiioin seus Inleroa-
ses aos malos e estragos da humanidadu.
Portanlo peda para quo o publico se possa li-
vrar desta fraude o distiiiguaa vordadeira
salsa parrilha desandada falsificada ereceu-
tementeaqui chegadajoannuncianto faz ver
que a verdadeira so vendo nicamente om
sua botica na ra da Coiiceiijiu do Recite
11. 61 ; e, alm do recaituario quo acompa-
nha cada frasco lem embiixo da priuiuira
pagina seu nomo impresso, e se achara sua
Compra-se um escravo, proto, do maia i Urna em manusciiplo sobre o invollorio
dado, quo seja muilo fiel, e no soja heba-' impresso do mesmo Irasco,
do: nonlorroda B >a Vista 11. 80. Ven lo.n-se saccas com milbo gran-
-- Compram-se cattas-l'hysico-mathoina-
ticas de Tlieodozio a Eugenio, para servir de
supplcnicnto a recria^o pbilosuplica por
T. A. ('. O. : qusm as tiverdinja-sca ra do
lacaiiiainenlu, 110 Itecife, loja de bahus.
Gompia-sem una prota quo tenha algu-
tu.1 lialiilidade, o um preto quo seja forte,
ambos de bonitas figuras, e que nlo teuliam
vicios nem achaques: na ra do Amonto
n. 25.
Compram-se dous mulatos do 12 a 16
annos ile idado. & que sirvaiu pata pageus :
a tratar com Luiz Comes Ferreira, no Mon-
dego.
des, a 2,400 rs. cada uina; dt.is mais pe-
queas, a 2,200 rs. por sacca de arroz do
casca, al|ueie modi la volba, a2,t00rs.:
nos arma/ens do hecco do Carioca.
A 5,ooo e 6,000 rs., pe^usdn chita.
Chitas de cores lixas, com 38 covados;
Helo diminuto piuco de 5,000 e (.,01111 rs. ,
na 1 u 1 do Crespo, luja amaielli 11. 4.
Feijo novo a 6,000 rs.
No arinazcm de Gouveia & Diis, condn-
te a escidinha da All'andega.
Venlc-e sal do Ansa, a bor-
lo da escuna Harll Firinina, fuidoalado-
casa torrea do 5 a 5 1|2 palmos de largura e
II a 12 de altura, o 2 ou 3 portas com a mes-
ma altura e largura, em bom eslado : na ra
da Cruz n. 62.
Vendas.
Compra-se uina ou duas rotlas para i fronte do trapiche doalgodso I a tratar na
" la da Ciuz do Berilon. 33.
Chapeo do Chile.
Vondem-se chapeos do Chile do lo las as
quadados, por proco entumo lo; na ra do
Crespo n. 23.
Fao de Frovenca.
Vcude-e o muito bom pSo do Provenca ;
' na la da Somalia Vulha, padaria u. 98.
Aviso aos hluis 6'rs. acadmicos do
5 auno.
Filas encarnadas proprias para carias de
hachareis : na loja n. 2, da ra Nova alraz
da matriz.
A i ,6oo rs.
Lencos do seda da India, para homhrus do
Lotera de Nossa Seuhora do
Rosario,
Cara da Fortuna, na Dircita n. 7..
As rodas dota lotoria amlam no da 26 do
concille, iiilnlivcl, na casa iCima, cna pra
ca da Independencia, loja do Sr. Fortunato,
est a venda um cimpleto sortmento del
cautelas o moins billietes. senhora o algibeira dohnmem, omaisliuo
Meios bilhctes 4,000 je mo lerno, qu lem vlndo a este mercado :
Quartos 2,200 lla rui do Crespo, loja amarella n. 4, de An-
Decimos 1,000 tonio Francisco Pereira.
Vigsimos 500 --Vcndo-se agua do colonia, muito supo-
Vendcm-se tres podadas de rollas com rior : em frascos grandes : ua loja n. 2, da
pouco uso, muito bom feilas, de madeira do j ra Nova.
amarello, por bnalo preco; na ra da Sen-, -a Colombiozcom loja o. 2, na ra Nova
Zflla Velba n. 98. atr.u da matriz, lem para vonder a dinheiro
Espanadnres. a vista, ricos encera los de bonitas cores, do
Vendem-8! loo espanadnres : na ruaos- 6 a 12 palmos de largura, quo servem para
treda do llosa'io n. II.
Frutas novas.
Na ra cstreila do Rosario n. ll.-vendem-
cobcrlas do pianos, o do mezas do janlar.
Os lllms. Srs. estudanlel do 5. anno.
So convidados para comprar com dinhei-
SegUlnles fruas: damascos, pocegos, | ro a vista, lilas encarnadas que servem para
amoras, moraogos, peras e ser, jas! ;s suascarta. do hacharo.s om sc.enc.s ju-
- Veude-se o engenho Santa Mara, ha r.dicas, fa emeom o Sr Nahuco na toja Un
pouco levantado, ni comarca do Cabo, o: A- Colomh.ez n. 2, da ru. Nova airar, da
..... .--- ..- oit.. .1. niatnz.
qual divido com os engeiihos do Sibir do
Santa Cruz, Caxoeira, Oueluz, Gaip e Jus-
iar.i; he do boas Ierras, matas, bom cerca-
do e do muda prodcelo : trata-se com seu
proprictario, no mesmo engenho, ou nesta
-- Dina ancommenda de coberloros,
Que por sorem poucos
N.lo podem chegar
A lodos os compradores,
III 41 I 14 Vltl *W. mr iiiijiiav viiAi/wiiu. "u j* i
praa com o abaixo assignado. Jos Mar- I ? .6? ca'' ul" : na rua uo ('rMP. >"-
nes da Cosa Soares. I jn n. to.
- Veudo-se.um cavallo de estribari, sem ~ Vonde-so urna canoa do carreira, bom
o menor achaque, multo barato, com sella, construida, para uso de navegar para sitio,
ou sem ella : ua Estancia na primeira casal "slm.c!"uo '""o um canoa aberta do
:,. nuMlla mil lijlos : no armazem de uiadeira, do-
junto capm.a. ^^ ^ por(o dj can(jM dg n|a ^^
I dCRfil pon. .-Nali.ja n. 2, da rua Mova, ven lom-so
Papel tino, O-inelhor que tem sapl0es de lustro parabomem francezes ili-
,.i,.l a Ma inrri uin iiriiimn na- 'lostle ,,lzerr0> sapts "> lustro para senho-
VllVloaesU mercado, propnopa ra>d08 ,te marroquioi decores, dilos do
ra caitas, pelos vapores inglezcs 1 niarroquim proto, ditos do duraque, ditos do
por pieco cominodo : O loja de
terragena de Antonio Joaquim Vi-
dal, na rua da Cadeia do llecife n.
3q A.
Vende-se o engenho Junqueira, sito na
freguezia do Cabo, e distante 5 logoas des-
ta cidade, o qual lie do bous pastos, e de
hons cercados, sado o de excellente pro-
dcelo, e com bous partidos, augmenlan-
do-so com mais um outro, que lomara dito
engenlio com sulliciencia para saftejar tres
mil pScsannualmenle ; elle he abundante
de agois o tem o embarquo na porta, donde
pdem paitiras buretas para esta ciJade :
os preten lentes dirijamse a seu propieta-
rio na comarca do Cabo, o coronel Bento
Jos Lemeoha Lius, ou nesta cidade a An-
tonio da Costa llego Monteiro, ua rua do
Crespn. 23, a saber o preco e as condi-
c,0es.
Queijos do sertao.
Vondem-se muito bous o brscaos queijoi
do sertao ; na rua doljueimido n 14.
-- Vende-so n rua do Crespo n. 16, es-
quina quo volla para a rua datCrUZM, su-
periores charutos denominados consltuin-
les o canarios, por preco muilo rasoarel.
setini brauco.bulinsde duraquopretogaspia-
dos pua senbora. ditosde ganga pont* de lus-
tro a 1,600 rs., ditos de meninas, 2 a 180 rs ,
ditos al,)! rs.chinolasdo ISa ;iarasenbora,di-
tas para homem, chapeos de renda com fitas
para sonhora a 10,000 rs., ditos linos para
homem a 7,000 rs., ditos da merino pretos,
5,000 rs. ditos de palha amarella a 2,000 rs.
dilas para menina 1 1,000 rs., ditos de palha
fina para senhora a 4,000 rs ditos de pello
do seda para menino a 1,000 rs ditos para
homem a 8,000 rs.
Attencao senhores ioguetciros.
Vende-se baratinho superior
plvora ingleza cm massa : a tra-
tir na travessa da Aladre de Dos
n. 4 e 6.
Conlinua-se a vender farinha do reino
e tapioca, a 80 rs. a libra; vinho de 160 a 320
rs. a garrafa ; vinagre a 80 ra. a'garrafa, o
500 rs. a cinada ; caf de caroco a 140 rs. a
libra; grata cm latas a 100 rs.; vinho mus-
calel a 500 rs. a garrafa, tu lo do bom e mo-
Ihor, e bem pesado, e outros muitos gene-
ros, que so nao menciona m : na esquina do
becco da Bomba, venda por baixo do sobra-
do de um andar n. 13.


-
Moinhos de vento.
rom bombas de repulo para rc.grar hurtas
e haixasdccaplm na fuudigSode [). W. Bow-
man: ua.ruadollrurnns.6,8el0.
I .1 ixnda da moJa.
Vendem-se superiores cortes de cambraia
de salpicus brancos d. cor, pelo dimmulo
prego de 3,500 rs.: na ra do Crespo, loja
n. 6.
Cal virgem.
Vende-so ral de Lisboa a mais nova do
mercado: na ra do Vigario n. 19, primei-
an lar, escriptorio de T. de Aquino Fonseca
& l ilho, un na ra do Trapiche, amazem de
Antonio Augusto da Fonseca.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da (Jadeia
do Recifc n. ia, lia muito supe-
rior cal de Lisboa, eni pedra, as-
A 5,ooo rs.
Superiores chapeos de sol de seda ingle-
res chegados pelos ltimos navios, pelo di--
Tinulo prego de 5,000 rs. cada uma : ni
ra do O llegio n. 4.
Aviso aos pais de familias.
Na ra do Collegio u. 7, acha-se um sorti-
mento de Ion," do Porto de diversas quali-
dades branca e de cores, a qual se ende por
prego oiuilo barato e serve para quem ten)
pouco dinheiro; a ella antes que se acabe
porque be pecliincha, e depois nfi.i val nada
o ae eu soubera -vamos, vamos fregu-
zes. Na mesma loja se venden treze caixas
vazias (mi que vcio a louga.
C^~ Palitos Feitos. ,^>
Na ra Nova n. 26, tcm para vender-so pa-
litos de panno verde e prelo.muilo bem fel-
tos.o mais barato do que ero outra qualquer
parle; a elles antes que se acabem.
Vende-sea excellent: typo-
4
SALSAPAJIRILHADEBRISTOL
SAlSllMEliTlfsANDS.
aiin como potassa cliegada ultima- graphia do Diario Novo estando
mente, a precos muito rasoaveis. [bem montada, tanto de bons pre-
A no rs. o covado.
Na ra do Queimado, del ron te
do becco do Peixe Frito, loja n. 3,
vende-sc riscadinho azul, com a
largura de tres palinos, Pe' hara-
tisMino preco de seis vintens o co-
vado; esla fazenda he muilo recom-
mendavcl aos senliores cheles de
lamilia; d-se as amostras com
penhor.
l'otassa ameiicana.
No anligo deposito da cadea velha.n.
12 existo urna pequea porgSo de potassa
americana, cliegada rocentenienle que por
superior rivalisa com adaltussia: vnde-
se por pr eco razoavcl.
Agencia de Ldvvin fllaw.
Nal ua de Apollo u. 6, armazem de Mc.Cal-
1UOUI& Companhia, acha-ac conalanlemente
bmia aorliiuentua de taia de ferro coadoe
balido, tanto rasa como fundas, moendasin-
dias ludas de Ierro para animara, agoa, etc ,
ditas para armar em i.iadrira de lodos o* ta-
maitos c modlica o mais moderno, machina
tlorisnitlal para vapor, com forja de 4caval-
his, coucua, passadcias do ferio estan'iado
para casa de pulgar, por menos prffO que os
de cobre, escoren* para navios, ferro inglrz
tanloein barrascomo cm ircoslolhas, e ludo
por batato preco.
AGENCIA
da luiiilicao Low-iiooi.
IIUA DA SE./.AI.I.A NOVA N. 42
Nosle estabclccinicnlo conti-
na a ha ver um completo sorti-
mcnlo de moendas 0 meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de lodos os tamaitos, pa-
ra dito.
-- Veinieai-sc os verdadeiros selins in-
glozus, patente, de molla e sem ella : na
ra daSnzalla Nova n.42.
Venilem-se relogios de ou-
ro eprata, patenteinglez: na ra
da Senzalla Nova n. l^i.
Arados de Ierro.
N i (u iidigo da Aurora, em S. Amaro,
voudctn-sc arado de ferrode diversos mo-
delos.
Deposito de panno de algodao da
ebiica Todos os Santos da Ba-
nliia.
Vende-se por preco commodo
o bem couhecido panno de algo-
dao dcs:a fabrica ; em pessa, a
voutade do comprador no escrip-
torio de Novaes & Companhia, na
ra do Trapiche n. 34.
Vcndein-se asseguintes scmcnles:
nabos.rabanos.rabmcles encarnados c bran-
CO, .-('lilla, couvo trinxuda 8lface ala-
im'ia, repulhuda, chicoria, senoulas, feijao
i arrpalo de tres qualidades, ervi I ha loria e
direita, fava, coenlro do touceira, salga, t-
males grandes, rupolhu, couve lombarda,
saboia, o inii.-iai da : na ra da Cruz n. 46,
dolime do Sr. doulor Cosme.
, Hl 1 uu IllLHU 11. I LIO
J \Xa Pr? C!"!! ")S n ,0Ja vend- u'n rodal' n
"a ''yac de ierro >.c |aby|tntho, por preco muiii
los, como de lypos : quem a pre-
tender, dirijase a ra da Praia
n 55, a tratar com a Viuva Boma
Farinha de mandioca a i,6oo rs. a
sacca.
No armazem de J. J. Tasso Jnior: un ra
do .mii.it i ni n. 35.
-- Vendem-sc novas cassas chitas de lin-
dos goslos a 2,240 rs. o corle, cassa de qua-
dros Tina a 280 rs. a vara: na ra do Crespo,
loja da esquina que. volta para a Cadeia.
Deposito la fubrlcn ce Torios os
Sanio-, lili l'aliia.
Vende-se, oiii casa de .Y II. Iliebei .v C,
na ra daCruz n. 4, a IgodSo transado a-
quollarabrica.muitopropno para saccosde
assucar eroupa deescravos.porpregocom-
modo.
Brim trancado de puro linho a 3ao
rs. o covado
Na rus do Crespo loja da esquina que vol-
ta para codea vende-se hrin tramado par-
do de linho puro a 320 rs. o covado.
Vendem-se saccas con fa-
rdos : na ra da Madre de Dos ,
armazem n. ao.
Cortea de cambraia de salpico
breos e de cores, a 3,5oo rs., o
corte.
Naiua do Crespo, loja da esquina, que
volla para a Cadeia, vendem-se cortes de
vestidos de cambraia de salpico brincos e|
de cores, pelo diminuto proco de 3,500 rs.,
o coi lo ; meias muilo linas, para hoinem ,
com pequeo defeilo, a 2,4u0 rs. a duza.
Ancoras para navios.
Vendem-se em casa de Idearlo Rujie, na
ra da Cadeia Velha n. 37, ancoras de supe-
rior qualidade, e por commodo prego.
Chita para cobi rta, cor fixe a
2oo reis covado.
Na ra do Crespo.loja da esquina que vol-
la para a Cadeia, vende-se chita para cuber-
a de novos padres c cor lixe a 2C0rs., o
covado.
Vendem-se chapeos do Chily, bons, por
prego c miro.lo : na u:a do Trapiche n. 8
Vendem-se acres da extinc-
ta companhia de Pernambuco e
Parahyba no escriptorio de Au-
gusto C.de Abren : na ra da Ca-
deia n. 48.
A iCo rs. cada um.
Defronte do becco do Peixe Fri-
to, loja n. 3, vendem-se lencinhos
de cambraia pintados para mo
de meninas e senhoras, de muito
bonitos desenhos, pelo baratsi-
mo preco de .'i:eia pataca cada um;
dar-sc-ha amostra com o compe-
tente penhor.
Panno preto, fino, francez, a 3,ooo
rs. o covado.
Vende-se panno pelo fino ,
Irtncez, a 3,ooo rs. o eovado : na
loja de Flores & S, na ra di Ca-
deia do Becife n. 47 Na mrsma
ovo de
A salsa parrilha dellristol data desde 1832, e lem constantemente mantido sua roputa-
cSo, sem neeossidade do recorrer a pomposos annuncios do que as rrnparacAcs de m-
rito podem despensar-se. Osuccsso do l)r. Ilrislol tem provocado infinitas invejas, a
entre nutras, as dos Srs. A. II. 1) Sands, de New-York, preparadores o proprielanos de
salsa parrilha conlfcula pelonomede Sands.
Estessenhoressolicitr5ocm18t2 a agencia de Salsa parrilha dellristol, e como nSo
o pudessem obter, fahiicaro unta imita(3o de Ilrislol.
Eis-aqui a carta que os Srs. A. li. Ii Sands escreveram ao Dr. Ilrislol, no dia 20 do abril
de 1842, e que se acba cm nosso poder :
Sr. Dr. C. C. Ilrislol.
falo, ele.
Xosi) apreciavcl snnltor.
Em lodo o auno passado temos vend !o quanlidailes cotsideraveis do cUrarlo de
salsapiirrilha de vm. e polo que ouvimosdizer de suas virtudes quelles que a tem osa-
do, julganios que a venda da dita medicinase augmentar muitissimo. Se Vm. qmzer
fazer 11111 convenio comnosco eremos que nos resultara multa vantngem, lano a nos
como a Vm. Temos muilo prazer que Vm. nos responda sobreest assumplo, o se Vm.
vier a esta eidade daqui a um moz, 011 cousa semelhante, loriamos muilo prazer em o
ver em nossa botica, ra do Kulton n. 79.
Ficilo es ordens de Vm. scus seguros servidores.
(Assignadosj A. II. D Sands )
CONCLUSA-
I.* A antiguidade da salsa parrilha de llristol, he claramente provada, poli que ella
dala desde 1832, e que a de Sands s appareceu em 1842, poca na qual esto droguis-
ta no pode nbter a agrneia do Dr. r.-*lol.
2. A superioridade da salsa parrilha de Brislol he incontestavcl, poisque nflo obs-
tante a concurrencia da de Senda, e de uma porfo de outras preprateos, ella lem man-
tido a sua reputaban em quasi toda a America.
As numerosas experiencias fritas com o uso da salsa parilha em todas as infermi la-
des originadas pela impureza do sangue, e o bom xito oblido nesta corle pelo lllm. Sr.
Dr. Sigaud, presidente da academia ioipciial de medicina, pelo lllustrado Sr. Dr. An-
tonio Jos l'eixotocm sua clnica, e ern sua afamada casa desaudena Gamboa,polo lllm.
Sr. Dr. Saturnino de Uliveira, medico do exercito, e por varios onlros mdicos, per-
mittem hojo de prorlau-iar allamcnle as virtudes ellicazes da salsa parrilha de llristol.
Em coii.-e luenea dse ler feX'do a botica do Sr. Jo .- Maria, BUdon-sfl o deposito da
salsa p -rrilhadc Bristol para a bolica ingb-za ra da Madre de Dcos n. l,e vendo-so a 5/000
O vidro.
Jurel os mius das findtr,
S nella he que i xisle amor,
S Lilia me sabe amar.
Por ti o Lilia
Quero vivor;
Vida sem ti
Antes morrer.
A nni.lii.lii .'ciina, I -ni mais duas quadras
Polka e\lnlnd 1 da la Hnnqu-lire, e unta
linda valsa dos noivis, tudo em um Iblheto
por 1,000 rs.; a valsa dos bom casados, pe-
lo compositor di' mnzica italiano o Sr. Fa-
chinell, por 640 r. n oulras militas muzi-
ces modiTitis-imas j annunciadas : na im-
prensa dn muzca deM. J. II. Vieira, na ra
Bella 11. 28.
-- Vendem-se remedios para quebrado,que
s.lo boas fundas, forradas de cantura : na
loja n. 2, da ra Nova.
A 45oo rs. a peca.
Pegas de bretanha deluihn, com 4 palmos
d^ largura, de 6 varas cada pega : na ra do
Crespo, loja amarella n. 4.
Cortes delaa, com iS covados.
Fazenda de muito gostn, cores escuras e
fixas, a 3,500 rs., pnra acabar: na mi do
Crespo, loja amarilla n. 4, do Antonio Fran-
cisco Pereira.
Vende-se um cavallo de estribarle na
ra Velha n. 55.
hoteria do Bio de Janeiro.
aos '0:000,000 de rs.
Ni casa feliz,
dos qualro cantos da ra (!o Qucimadj n. 20
ven lem-se os muilo feli/es hilho'cs, -reos,
qiiHitns, oilivos e vigsimos, da iiicima
quinta loterii da Candado iliilcima
lo n 1 loleria da Misericordia, cujas :i lat-i
chi'gam at o di> 20 ; a elles que etilo no
reslo.
- Veiiilnm-se oito escravos sendo lint ha-
tillo carreiro, o i|tialro dilos de lo In aovico:
Ires escravas quilandeiras, e urna dellas 00-
smha o diario do uma casa ; e uma mulati
do bonita ligura na ra llireila 11. 3.
Ufi*
o
O cauteiista Salustiano de
Aquino Ferreira avisa ao re vel publico, que as suas mu afor-
tunadas cautelas e bilhetes da de-
cima quinta lotera das casas de
Caridade, e da decima quarta lote-
ra do hospital da Santa Casa de
Misericordia, esto a venda na
praca da Independencia n. i3 e
15, loja de calcado do Arantes, e
na ra da Cadeia do Becife, loja de
miudezas de Jos Fortunato dos
Santos Porlo. A decima quinta lo-
tera das casas de Caridade corren
no dia a8 de julho do corrente an-
no, eas rolos da dcima quarta lo-
tera do hospital di Su ni 1 Casa da
Misericordia andaram no dia 7 de
agosto ; esperam-se as listas de
ambas as loteras no di j 19 deste
mez, pelo vapor da companhia bra-
sileira, e no dia ao pelo vapor in-
glez Teviot; sao pagos em conti-
nente sem descontalgum, todos e
quaesquer premios vendidos as
lojasncima mencionadas.
Meios bilhetes 11,000
(Juntos 5,5oo
Oitavos a,800
V regimos i,3oo
Na ruH do Crespo, loja u- 6.
Vendem-se supuriores cortes de cambraia
desalpicos, com 6 l|2 e 7 varas, a 3,500 e
1,000 rs ; cotes de cassa chila, de novos
goslos, a 2,210 e 2,500 rs.; casst franceza a
410 rs. a vara ; cortes de hrim trancado es-
curas e mesclados, a 2,000 rs. ; panno fino
pelo, a 3,000 o 4,000 rs ; lencos do cambraia
de linho, a 480 rs.; ditos de cassa grandes,
a 160 is.; riscado de lioho a 180 rs. o eovado
e mudas outras fazendas em ennta.
'":ooo.s pebs.
A-
'quino Ferreira avisa ao rc.pcita-
vel publico, que afl suas mu aftr-
Befrescos e xaropes a 5oo rs. a
grrula ,
Vendem-se na travessa da Madre de Doos
n. 4 o 6 ; sendo de grozelhas, capil, oreba-
ta, tamarindos, laranja, limSo, cidra, gom-
la, e muilos outros do differcnles qualida-
de*.
-- Vendem-se lanlernas pequeas com ps
de bronze que servern para pianos : na ra
Nova loja n. 2, atraz da matriz.
Vende-se urna prela, um molcula e
um mulato, proprics para servico de cam-
po : na ra .lis Cruzes n. 40
Escravos fgidos.
* -
Doabaixn assignado, morador na ra
do Crespo n. 10, fugio no dia 16 do corre-
le, um seu escravo por nnme fioqup, creou-
lo, o qual representa ler 45 annos de idade,
fui vestido com ealct de panno preto e ca-
misa ile a'- 1 I "id azul, e tem ossiiinaes .se-
gulntes : alto, um tanto secco do carpo, cor
lula, descarnado do r.^sto, ollto poquenos,
e tem uma cicstnr e'it um dos dedos da mo
por tor a-si 111 sido maxucado puchando uma
Irave, feo de era, cosluma a se emhreagar,
e he 1e presumir que ande pelo bairro da
Boa Vista por lili ler a mulher com quem he
casado, e t"m filhos : recommenda se as au-
toridades pnliciaes e capitdes da campo, a
captura do mesmo, que sera generosamente
recompensadoJos Goncalves Malveira.
-- i ii-s.i pp ir-i-.-ii em 8 de julho do crran-
te anno, um cahoclo de nome Jos, eseravo
de Pacheco Filho & Mendes, da cnlade do A-
raraty, o qual lem os signaes seguintns : o
braco esquerdo quebrado na munheca, ca-
bellos preto?, as pernas um tanto arquiadas
para rra.hnde boa esiatura,e cheio do ror-
po, bem fallante, porm quando falla aperla
alingnaentre os denles, tem porcostumo
qnan lo se Pie pergunta alguma cousa res-
pondorsenhor sim ousenhor nSo, levou um
cobertor de ISa ordinario amia novo, cha-
peo de palha da Italia j usado,c un fita pre-
la, calca d.! algo.iaosinho azul ou com lis-
tras, camisa da mesma fazenda ou branca.
Rst-t escravo lem vin-lo do serlSo por trra
a esta prarjB, e muito gosta do lugar do Pu-
dras do Fogo, un le pule ser que esteja
acollado, e fui escravo na villa do Pombal ;
quem o p^par leve.o a ra da Cruz do lle-
cife 11. 33, casa del.uiz Jos da S Araojo,
sonde se acluv o mesmo escravo para s~r
vendido, e se recompensar.
-- Ainda acha-se alsenle a negra, escrav,
de nome Hollina, que desappareeeu 110 prin-
cipio de mam do crlenle anno, a qual foi
comprada ao senhor Mannel Joanuim Pas-
tunadas cautelas da lotera da ma- choal um*MmortfumwHUfaimiU.
triz da Boa Vista, estao expostns j do 50anuos, pouco mais ou menos, levando
a venda na praca da Independen-1!T Jpr chil" e ou" df risca'l. ,he
" r V ', r "l;'8r"> P C01 puncos denles na frente,
ca n 4 10j-i de miudezas de Tor--levou comsino u Innato Pereira di Fonseca Bistos: 1f"st1u,re *s T'zw al""r ven'l,n'1" "!" e
, p 1 1 1 1 tambent rruclae; roga-se a lo las as autoi-
n. 10 C U, loja de Calcado do A-.mdespoliciaesccapuaesih
aos 10 ooos e 'irooos de bs.
O cauteiista Saliistiano de

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a -o .. o
2 o B-9
ai .0
M>2 M
\\, Jiowinah na ra do Brum,
paseando o chafariz, contina a
liaver um completo sortimento
de taixas de fci ru fundido c ba-
lido, de 3 a 8 palmos de bocea ,
as quues acham-sc a venda por
preco commodo e com prompti-
dao, cnibarcant-sc, 011 carregam-
sc em carros, sem despezas ao com-
prador
Vcndcm-soamarras iloferro: na "ni da
Senzalla Nova 11.42.
V v f ff V'f'f v V^VfV WV Vf
Farinha de mandioca
Vende-se, por prego rasoavel, la-
a>
1 iiiii.i de S. Malhcus a mais nova ,
<;
> i|iin exislo neste mercado : na ra ^
Ij. da Cruz n. 34, detronte da j.ingoeta. jg
Veudeni-se lonas, hrinzSo, biins, o
iiteias lonas da Hus-.ui ; no armazem de N.
O. Uiuber '. Companhia, na ra da Cruz
n.4.
Algodao para roupa de escravos.
Vondo-soitlgodSo inulto eucorpado, pro-
prio para roupa de escravus, cum pequeo
loque dn avaria, a 146 rs. a jarda ; dito
limpo a 180 rs.: na ra do Crespo n. 5.
Soiiuncntos de panos finos e case-
miras de todas as qualidades.
Na ra do Crespo loja da esquina que vol-
ta para a cadeia,vende-se panos finos pretos
a 2,800, 3,200, 3,500, 4,000, 5,000 rs., e fran-
cez utuiio superior a 6,000 rs., o covado, di-
to verdea 2,800 rs. dito a-ul a 2,880, 3,500,
4,000 o covado, cortes de calca de casemira
prola enfeslado a 5,000 e 6,000 rs., dita frao-
cexa elstica a 8,000, 9,000 e 10,000 o corte,
o outras mullas fazendas por preco com-
modo.
Morinla* superiores.
Na fundicSodeC. Starr& Companltii,
em S.-Anta ro, a cha iii-se a venda moendas
de canoa, todas deferro, e um modeloe
cooslrucc.So muiosuperior.
Cortes de brim de puro linho.
Na ra do Crespo loja da esquiua que vol-
ta para a cadeia, venue-se corles de caiga de
brim de quadros, e listras de puro linho a
1,280 e2,000 1.-., 'Uto 111 le 1 o pardo a l.280e
.i.ooii rs. o corle, nscadu de linho de listra
a 720 rs. o corte.
Taixas de ferro coado.
Vendem-se taixas de Ierro coado, de su-
perior qualidade e por prego commodo : na
ra da Cadeia Velha n. 37, casa de Ricardo
Koyle.
10 com-
modo.
Na ra do Collegio n. 7, acaba de abrir-
se um pequeuo, mas mimosamente sorlido,
armazem de louga do Porto, do dilTerentes
cores c delicados gostus: e vende-se por me-
nos do que em outra qualquer parte; a elle
pois que be pechiucha.
5,000 rs.
Precos que parecem impossiveis
lliu, 300, 24o.
Madap 1 ni s Jo listras uu riscados proprins
para camisas ou vestidos pelo diminuid
prego de 160 rs. o covado. as muito acredi-
tadas chitas caloclas mu^o (lxas a 200 rs
o covado ,- as mais finas chitas com no-
vos do-i ; li fazenda do ultimo gosio c
cores iituiiu inns puiu baratissiutu preco
de 240 rs o covado ; o uUmado atoalhado
adamascado de puto linho com oilo pal os
de largura o 1600 rs. a vara ; linissimas al-
pacas de cores a 610 rs. o covado ; ditas
com los de seda a 800 rs. ; dilas pretas a-
cltamaloladas muilo linas a 880 rs. ; meri-
nos .icliii de superiores qualidades a 1,800,
2,500, 2,800, 3,200 rs. o covauo ; |egaslc
berlanha de puro linho com cinco varas
.-, c =
o.y-s c*' o
c -o -r 2 o Q. -o
eo_-Q.O -oas
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soijuoq oiiniu ap s sauu ojinu sniiqaepuaA
.1-' uim missa : jt ir a .1 o --i o,-1 ,ip ojjjd
otaiaq o|ad 'sajioj onnut soiiumi uioo 'zoj
ep JO.i s-pi ni i.1,111 saj|i|D ii.--ni,i|i i.n 'saitbu
U9H iost)i;jBQ)in:) ap 'oijiioo ,.,< nnj o uid
uinbss zbj ..u!i g u foj p|^j
l0J
rantes ; n. 3j e 3i), loja de calca-
do de Porlo & Companhia e na
ra da Cadeia do Llecife n. 4(> ,
loja de miudezas de Jos Port 11 na-
to dos Santos Porto,
Quartos 2,600
Quintos a, 100
Dcimo* 1,100
Vigsimos (loo
A t,ioo rs. a vara.
Brim trangado, branco de puro linho na
ruado Crespo.loja amarella n. 4.
Vendem-se sup-noros vellas dncar-i',, ,
ruuba em caixinhas de tr.nl. e Untas libras, P"nrs camP hJ
sao do mndello das do espcnnacele, assim 1','"' 1un"l"-r 'ugar t
como queijos do soitao muito bem feitos. I a'-'" C0"Jlu!r a "sa ,ue seu ''"no, Nor-
obra muito agradavel; no Becco Largo do | ,1"'r1l,,i'r"qU"n 'T Gae?,M' tm,'railor i"nlr"
llecife n. I, segundo andar. do llecife n ra do Alilo, tsl- escravo er,
-- Vendem-se dous depsitos de folha.pro- Pagado em servico de canoas e alvaren-
ios para azeite de carrapato, que levaBi
de CMit 1,-di qual-
quer pessoa que della tiver noiicin, a man-
de apprehondern levar na rua do \pol|o,eiu
rasa do senhor Norberto loaqu des. Ksisleni suspeilas que esta nccullada
lila escrava ; as pessoas que Iroux-'rem sc-
rln generosamente recompensadas
Em 15 de agosto de 1852, sen lo licen-
ciado para passear, fugio un eseravo, creou-
lo, do lertSo, de nomo Simplicio, de ilndc.
pouc > mais 011 monos 32 anuos, estatura al -
la, bem Yeito, pcitos laigos, pernas delgadas
propoicioialmenle, pouca barba,descarnado
das faces : j em litis de 1850 fez nutra f-
gida e fui apandado em .Maiia Pnla indo
dislargado na quallda le do porla.ior de cir-
tasque levava para entregar a nlguem : ro-
todas as autoridades pnliciaes e ca-
de o mandar apandar
m qualquar lugar em que elle apparecer, o
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um, oilenla cariadas, e nutro, nula e cinco;
em bom estalo: na travessa Uu paleo do
Haraizo 11. 20.
-- Vendem-se dous caixas de armagode
100,000 rs. de gratieagao.
Desappareeeu no dia 7 de maio prximo
passado, o pardo Leonardo, de Idlde 18 an-
a. 3 ft O,f0 i X w
ticos capolinhos de cambraia transparen-' fazenda muilo lina a 2,800 a pega ; dilas de
le bordados com muito gusto, quem nao ti-! algodo com dez varas a 1,800, dem com
vor de seda aproveilo a occasiao, e prego doi cinco varas fazenda muilo eneorpala a
5,000,que nao paga o Irnbalbo; sHoeciiuomi- 960 ; camhraias fnncezas muilo linas e, pa-
cos pul que se Iav3u,e graves por quesio de- drOes inteiramuiite modernos a 640 a vara ;
cenes: no rua do Crespo loja de 4 | orlas, brins de linho msela lo prnprios para pa-
D, 12. Iilos a 320 o covado, cobertores de algolo
I ( tullir IIP lilil 11 ''raucos it decores proprios para cscravosa
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s.
1000 cada um ; assim como um grande
isoitimenlo de tnuitas oulras fazenlas que
fabrica (le chapeos de sol, na rmae venderiln por menos preco do que em
do Collegio n. 4 1 outra qualquer prrle: na loj da ruado
Alcm do sorlimcnto j annunciado, rece-1 Cre8P> de Jus ""*" Ui,s .
beu-se pelo navio Havre, ultimo vindo de As pechinchas acabam-se-
Franca, um novo sortimonlo dechapeos de Vendcm-se chitas finas a 120, 140, 160,
sol de seda e de panmnho, para dmense, ,80 n 20o rs 0 cov,rt ,,eca, de ditasa
senhoras dos ltimos goslos; superiores' 5 00O 5 500 ,500 e 7,000 rs.,.chitas par
chapeos d sol de seda com cabos de cana.e; Cbprla c ror ,xa ,,00 rs su;.eriores cor.
outros dos roelliores que lem viudo a esla ,es j CflS(.n,ir dl. ,3, pur a 5 500 l|ilos
praca, que se continuara a ven ler por me-1 de m,.ia CSSPrniril ,an,|,^m (le ma 3,000 rs ,
nos prego que om oulra qualquer parle. eoites de caiga do gambteo a 1,800 rs., di-
\eiidem-sa queijos frescaes do Minas, tos de brim a l,0"0rs. e 1,200, chitas I an-
vindos pelo ultimo vapor, c canas cum 10 cezas larcas a 280 rs. a vara, ruadapnlues II-
hbras de hgos de comadre, superiores : na nos a ,20 ,00i lso, 200, 220, e 210.8.. e
rua da Cruz, venda n. 48 deronte do Sr. mulo lino a 280 rs. a vara ; peras de mada-
Iir. S Peroira.
Vende-fe uma morada de
casas, feita a moderna, com tijolo e
cal, sita na rua do Motocolomb,
por preco muito emeonta: a tra-
tar na rua Imperial n. 3i.
--Vende-so uma negra creoula do malo,
moga, e propria para qualquer servigo : na
rua da Cadeia Velha n 24, primeiro andar.
Vendo se um bom sobrado de urr, an-
dar, sito na rua de Moras n. 104 : a tratar
na rua de Santa Theresa com .Miguel Jos
de Almeida Pernambuco, que est aulorisa-
do para o vender.
A 18,000 rs.
Palitos de panno fino preto e de cores, fa-
zeuda a mais lina, que se tom apresentado
em palitos : na rua do Crespo, loja amarel-
la n. 4, de Antonio Francisco Pereira.
Vende-se oleo de linhaca ,
muito superior, chegedo da llol
landa, em boliji.es de 20 libras ,
por 5,ooo rs., cada botijSo; na rua
larga do Rosario, botica n. 36, de
Bartholomeu Francisco de Souza.
pol3i> a 2,200, 2,800, 3,000, 3,400, 3,600 e
4,000 rs e muito lino a 5.200 rs., pegas de
algodao (rengado proprio pura escravos e
toalhas a 3,600 rs pegas de cassa paia b-
badoa a 3,400 rs., o outras milita fazendas,
por 1 regos extreorJinriamento baos : na
loja da cslrella da ru 1 do Qm-iinado n. 7,
confronte ao becco do Peixe Frito.
-- Venee-se un hurn cavallo, minio novo,
comandares ensinado para carro, ou ci-
briolel: na cnclteira do Sr. Vollirhar nu Hm
da tua da Cuia.
Vende-sc uma escrava creoula, de 25
annos de idade : as Cinco Ponas n. 82.
Vende-se a nova luja de calgado da rua
Direita 11. 50 a tratar na mesma loja, ou na
mesma rua n. 4, segundu un ir vende-se
por motivo do dono retirarse para lora.
Calgado barato.
Sapalos de cuuro de lustro para senhora a
1,280 rs., ditos e inarroquim prelus e de
cores a 5uu rs., sipalinhos de coletes a
400 rs., sapalos do AriCatl para menino a
500 rs], sapa loes para homen: a 3,000 rs., na
praga da Independencia loja do calgado do
Arantes.
Ven .'o si! vinagre aromalico proprio pa-
ra tirar pannos do rosto, sarnas, amaciar a
I rlli' a 1,000 rs. o frasca : na rua !\uva luja
n. 2.
Troca-se calcado por 700 rs. o par
por se querer liquidar.
Noalerrodi Boa-Vista, defronte da none-
ca n. 14, acha-se um grande deposito dos
melltores sapalfios que tem vindo do Araca-
ly, para lodosos tamaitos, lano fiara ho-
menscomopara meninos; assim como um
novo e comolelo sortimento d calgmlos
1 a 1 i- /.-, de todas as quali lades, tanto pa-a
hornero, como para senhora, meninos e < e-
nins, tudo por prego muito commodo, alim
de Se apurar dinheiro.
Calcados a 4oo, 700, 800 e 1,60o
rs. o par, no aterro da Boa-Vis-
ta, defronte da boneca n. 14.
Trocam-se os mais superiores sapalos de
courode lustro francezes e de Lisboa para
stMihura a 1,600 rs., dtlos de cordavo a 800
rs., ditus para meninos a 4i 0 rs., sapaie
do Aracaly para bomens e meninos a 700 rs.
Bom e barato, I asseio Publico loja
11. 9,
vendem-se ricos chales de ISa eseda a 3,000
rs., ditos de lila padrOes lindos a 1,280 rs.,
ditos hrancos a 1|000 rs., chapeos dn sol
a 1/000 rs., longos de vapor padres ri-
cos a 200 rs. ditos rodiados de bicos a
320 rs. ditos encarnados proprios pa-
ra tabico a 160 rs., meias cruas para l:o
ini'ii- a 2 200 rs. a dusia, cambraia la ludia
borda lo a 320 rs. a vara, grvalas de selim
a 1,280 rs., ditas de seda a 1,000 rs., ditas
de cssa, a 100 rs., dulas para cubera a
160, 200, e 210 is o co'ado, dilos para ves-
tido a 160, 200, e2l0 rs o covado, cutes
decassa-ehila, a 2# rs 1 e outras mulls fa-
zendas por precos commodos.
Vendase
no Passeio Publico loja n. II, ricos mante-
letes e capolinhos de selim dn cores, a 10,
12, e 14 000 rs f.izon la de gusto, riscadi-
nhos francezes a 160 rs. o covado, cortes de
la a eseda a 6,000 rs., chales de la de maia
1,200 rs. lengos da mesma quallda le
-""""" "'"" r.i.d,uu0 nos pouco ,,, ou menos, e tom os signaes
venda.e uma mesa grande com treze p.|- MgutM :_b,xo,o peiloum tanto mell.do
mosde comprlmeotoe cinco ditos de largu-ptr(|deolro cab(.1!o e.trarjinhadn c li i
ra, propria para qualquer est.belec.meii, o, meio ,, tesl, eri||, de vagar. Este escravo
ou mesmo para casa de pasto; na rua da lio- vinhl ,,,,, os ,,s V9n,w wn no (ta(.|f(,f
mSWmfffffffffff.fv|fVn:.J.V.^
*" Deposito de tecidos da labri-"1' vo : quem oapprehenler e le ca de Todos os Santos, S"!1""" Ve.ln,> derr<,',,n ? '*? seu"Jo
Bal
na lialiia. *'
Vende-se om casa do Domingos Al- ves Malheus, na rua da Cruz do lte-*5
w cifen.52, primeiro andar, aigoiiao*
* l ra usa do da quel la fabrica, muilopro-'*5
prio para saceos o roupa de escra-Jj
,:> vos, assim como lio proprio para rc-^J
f> desdepescar e pavios para voilas,<
;> por progo muito commodo. <:
&AAfiA4j|iMAfiiAA)kA*Ai!k.5iA4\A
Uua doQueimadon 19
andar, recebera a gratilieagao acuna.
Anda so arli.i luRiua a prela Verdiana,
com 24 annos do idade, cor fula, cabellos
glandes e reparlidus, corpo secco, peilos
grandes,esUlora baixa, olitos pretus o vi-
vos, pliisionomia ctrr-ncida ; a qual ful es-
crava doSr, Francisco de Cirvalho, e do i>r.
negociante Vianna : quem a encontrar levo
ao seu senhor Joo Valeatim Villxla, mora-
dor na ru larga do lio/ario segundo andar
da casa n. 28, que sera generosamente re-
compensado.
Desappareeeu no dia 31 do mez passa-
Loja completamente sorlida de raleadas do, da c->sa deseu senhor o abaiao assigna-
de todas as qualidades a vonlade e escolha do, a escrava Thnreza, do 60 annos, estalli-
dos freguezes. Vende-se pao de linho da ra regular, cabellos brancos, nadegas gran,
feira muito bom por 6,000 rs., pegas do 15 des e um pouco empinadas,leo, o dedo gran-
varas por 12,000 rs., ditas de 30 varas, o a de de um dos pes trepado por cima do out.o.
e um calomho sobre as costas al quasi o
pescogo, islo do lado esquerdo; tom mais
em ambas as mSos os dous dedos monores
eiicolhidos : levou sia cor de caf o vestido
de baieta verde (novo) ; sua occupagSo he
lavar roupa ; suupoe-so aoJar por Ucbenbe
ou i'iili o lugar on 10 hajam lava letras: quem
a pegar leve-a a rua Imperial 11 64, casi do
majur Antonio da Silva CusmSo que sera
retadlo a 440 rs. a vara, esteiras da India
com 8 palmos de cumprimento o 7 de largu-
ra, a 2,800 rs. cada uma, panno lino 1 reto
a 3.200, 5,500, e 6,500 rs. o covado, e azul
muilo proprio pan fardas e libree, a 3,200,
4,000, e 4,500 rs o covado, sondo todos no-
vos o de superior qualidade, em relago com
o prego : chales de algod3o, pa Jroes escuios,
e muito boa fazenda a 2,000 rs., muilo pro-
prios para andar em casa, principalmente generosamente reco npensado.
nas estages chuvosas, cortes de cambraia .> ... _
branca com salpicus a 3,800 rs., cada um lsoa gralincacao.
com mais de 5 varas e muila larga, lengos de Cralifica-se com 50,000 rs. a quom apprc-
se la para meninos a 500 s rada um, ditos hendor o moleque Luiz, que fugio em 21 do
de seda para homem, a 1920, o 2,240; mno julho da corrent taimo, de 1 ade 10 a 12 an-
ha fazenda e pid Oes novas, ditos de cam- os, natural da villa de Caraultiins, conpra-
braia de linho a 560 rs. cal 1 um.seii lo gran- do a Manuel Jos Mendes llastos m trador
des e milito boa qualid.d>', dilos de garga na mesma villa; levou caiga de listras, c
p ra senhtira a 1.000 e 610 rs di os de cas- camisa de riscado, de cor fula, olltus vivos,
sa com palma na* punas a 240 r*., ditus cum ps pequeos, lem um la I lio no rosto de
barra liberta blancos a 200 is alpaka mes- ",lia queda; julga-se que esleja nlrodiizi
ciada a 800 rs o "ovado, ganga parda e I- do em slguma casa, iiilitulando-sc livre, e
niar-lla a 20(1 rs. o cova 10 para acabar, al com nome trocado para o que le., mui-
meios l'-ngos de soda para gravita pad.Oes ta astucia, poisj commelteu igual crime;
novos e se 11 mofo a 1,500 rs., dtlos do cas- porlanlo roga-sc a todas as autoridades po-
ja a 400 rs., e finalmente, rap priueOM do liriaes c capilSes de campo, que o peguom o
llio de J meiro falto pelo prego da fab< ica de lcvin na rua Direita, venda n. 76, que rece-
Lisbia a 1,000 rs. a libra, e om muas libias beriio a graticagSo cima,
a 5t0 rs. cada urna, est rap lurna-se re- *" Ha dous para tres meZM appareceu no
cotnmendavel por que sendo a sua compo- engenho Cachoeira-.\ova, termo de Seri-
sigSo su(ierior a do rap louron, aroia pre- nhaem, propriedade do ahaixo firmado, um
la, e imitante o mais possivel a do rap de P^1" de nome AloxanJre, cr.oulo, de ida-
Lisiii, he mais barato do que qualquer ou- de pouco mais ou menos de 24 aiinus, di-
Iro e prefitrivcl em ludo, mas vende-se por zondoserescravodeu.il Sr. AI.1xim1.1no de
este prego, para acreditar a sua qualidade, tal, agricultor da provincia das Alagoas; e
ainda pouco coniiecida nesle mercado. como pelo correio ja so dirigissem ires car-
-- Ma ni 1 da Ca lea, por cima da casa da tas a e-.-e senhor, das quaes nao se recebeu
guara, vendem-se dous jogos decaxilhoj rcsposla, o abaixo li mado por nn-io do pre-
da aicova. senle u avisa paia que venua uu mande bus-
--Na rua .Nova, loja n. 2, atraz da matriz, car diio escravo, c;rto deque nao se rea-
lero um grande sorliuierilo de casacas de pa- ponsabilisa por mulle, fuga OU qualquer
VIH
i
s do cores que sao muilo em cunta, um eventualidade que possa occorrer.Caetanu
grnde dito do coletea de Varias quali ladea ri'ranctscu de barros Wanderley.
de fazendas, um bello sorlimento ilc cilgis D'Sappareceu no dia 15 do cu rente o
a 360 rs., e oul.as in.nlas fazendas |ior pre-mic vanas fazendas, um bello sortimento de escravo Francisco, de nacSo Mofambique,
go commodo. [pililos de 'minios pannos,chapeos dauln.a ceg de um olho ; k-vuu caiga e ca-
- Vi-nde'n-s-'dous sohradns de um andar moda dn pars, grvalas, Culliriunot niisa de ilgodSo da ler-.; o dito preio id-
eada um, silos na rua dos Cunares 11 I e 3; peilos de merculma para camisa, lengoi d baino e reforgado: qualquer capiUu de
os preten lentes cuten .lam-se com Jos l.ias selim prelo, luvas, sapatos de lustro forma campeo podei pegar e levara seu senhor,
da Silva, na rui da Cadeii do llecifo n. 50; iugleza, dilos ruciana, um bom sorlimon- rua ',a (;,,lz i> I"" ha Juilo l.eile Pi-
oquitlseacha autorisado pela eommissao lude casentiras, e de pannos linos ; ven- ta Ortigueira.___________
de scus credores, para fazer dila venda. de-se barato 1 dinheiro a vista. I'ern. : Typ. de Al. K dk Kabu 1852
'
1
i


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