Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03481


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Full Text

*m

s
b-
Anuo XXV111
Quarla feira 18
DIARIO DE
'su SBSfairA.
nui)iroiis.
ruego ni numcni-pijAo.
PlOtMINTO ADllimn...
i trimestre............ 4/000 ifiSeg. S. Roque. Svitait OrphS
por semestre ......... 8/(100 i7Terc. S Mimcdr e5.s 10 horas.
ro aun .-......-.....15/000 m. I. rara do civil.
Pioonanrao noratxasTaa. 18 Qoarl.S, Clara. 3. e 6. ao raeio-dia.
Por quartel............. 4/500 Italnt s Lol. fatenia.
MOTIOIASDO IMPERIO. |J0eil .S. Bernardo 3. e 6. s 10 lior.ll.
Par. .. I de Jnlho Minas... M deJiilho! ab.dnuinrUa Igrrja 2. Boro do civil.
Maranban. 41 de dito S.Paulo. 11 de Jnllio 'ISah. S. Joanna |. rsbadosao welod.
Ceari .. -19 de dito I, de J.. 1-, de Jiilho 8 Dotn |4S Joaqnii Rtlifv.
la ahina II leAgoato ahia... .'i di- aromo Pal da S. V. M. dp D-ITercas e mbadoa.
Cresceate i 24, as ) hora e 4 minute a da m
Chela a 29, aos -i* mlnutoi da tarde.
Mingoame8, aoi 32 minutos da m.
Kova It, aos 4l minutos da tarde.
Pnmeira s (i horas P 5 minuto" da manha
Segunda al 7 horas p ih i,iunios da tardr.
IrJTERfOR.
RlODli JANEIRO.
CAMAR*. DOSSENIIOMF.S DEPOTADOS.
Discurso do Sr. r. Jote Thornaz Nabuco de
Araujo. depuladn por l'cmnmUuco. im rcipotla
no Sr. Pacheco, sobre os negocios de S l'aulo.
O Sr. Sabuco:-- Tenlio negocio urgente ; pe-
co a palavra.
OSr. Presidente; -- Tem a palavta o Sr. Na-
buco.
OSr. Nabuco : Sr. presidenle. peen urgen-
cia para responder ao discurso proferid na ses-
sao passada pelo Sr depulado por S. Paulo, que
eatigmatlaou a mlnha admiiiistracao naqurlla
provincia. A cantara que volou urgencia para
a aderuacSb eaprro que a votar tambem para
a defesa. ( Apoiadoi. )
Consultada a cmara decide aflirmaliva-
inentp.
O Sr. Presidenle : Tem a palavra o Sr. Na-
buco.
OSr. Nabuco: Sr. prcsidcnlp, eu cnineca-
rel fazenfln mn reparo a respeilo da generosi-
dade do nohre drputad que me aecusou.
Achando-me ainda na provincia de S. Paulo, o
uobre depulado me rinpratava para una dis- \
cusso regalara respailo .los negocio! d.iquel|.i
provincia ; simo que ellcachasse que un re-
j.iii i I" up > /, dado inc-mn que liouvessem
que nao digo neui desdigo, qnp importan
psta cmara ? que iinporlam ao palz, quando a
final oque apparrec he a conlormidade, o
srnliuirnlo, cooperar,;! do partido do gov
no COIU o presidenle da provincia ? Esta diio
sao rnente podarla inieressar opposicao
romo un nielo de fomentar a intriga e a divi
sao ; ja disse, nao ac unpanho o uobre doputa
do oeste terreno, qmesquer que sejain sin
provocadora.
Eu disse, Sr. presidente, que a final o que p
pareca era a-coperacao, era o asseiitimento,
era a conf.irmidade do partido do governo con
o presldeute da provincia, quaesquer que fos-
sein as raides e os antecedentes pelos quaes se
cliPgou a este fin, me he l'acil a prova deste
presupposto.
Oa ele.llorca da provincia de S. Paulo sao os
meifnoi peale elelcSo de senadores que sempre
foram, sofll rarissliuaa eicepcdes, as eleifdes
feilas sob a douilnacao du partido saquarema ;
sao as tu nas Influencias locaes. O presiden
te da provincia nao fet eleitores scus, o'corpo
clriloral he o mesmn.
Sao as.....mu- influencias loeaes, sao os mes-
mos iMii.....saquareiuas ; pois Ueni, csies elei-
tores, por i u- de riotis tercos acolheraui esjes
es que o Sr deputado suppc odiosos e re-
pugnantes provincia ; o numero total dos elri
lores lie Iil7, e o menos votado tem 4ii votos
y municipal dessa cidade, a escusa quedesse car-
go ao depois uliteve nao o habilita para reassu-
mlr as funeces de jnii de pal, que ucilamm-
te renuoelou pelo eterelelo do referido cargo
de substituto do juii municipal, spguudo se
acha erpressainenle prevenido e declarado pe-
lo aviso n, liO de 6 de outubro de 184"', I." e
i,! ein consequeocla ordeno a Vine. que. reas-
suma logo o cargo de juiz de paz que Ihe com-
pete.
n Dos guarde a Vine. Palacio do governo de. ae
San Paulo l9 de seleinbro de 185I. -Jo aun Nabuco de Araujo. Sr. Antonio Jos Pe-
reir Tinoco Jnior, juiz de paz deCoritiba.s j
Oulros conflictos comu esle, oulras queatdei
de Incompatibilidades, lainbein decid ein fa- j
vor da oppoalcao, e cojitra os intciesses do par- d
lido domname. Chamo a atlenco da casa pa-' agv
ra estes fados. I in ou oulro n.da provana ;
mas o completo dilles estabelecnn urna pre-
sumpcao ein favor daquillo que aventure!.
A pproxlina-se a eieicao ne senadores : na c-
mara de Curiiiba come^aram a instaurar-se al-
gn* processos que me parcceraui de carcter
poltico; immedlatainente del as ordena as mais
enrgicas para que cessasseiu esses processos,
eoiou ceasaram.
A canora sabe do que houve as rli-icos de
5 e li de agosto de I8S0 eui Coriliba, poique es-
ses lacios foram discutidos nesla casa : por cau-
sa desies fados, a reUco do distncto maodou
processar ao delegado de Coriliba ; loi elle pro-
W
de Agosto de 1852.
jN. 184.
PERMMDICO.
ranlas oa oomioa.
oTioiii iiTuaomii.
ae Parahlba, s segundas c teitaa-lPorlugal Itde JuIhoAusIrla
Hespanha .' de dito ISuissa
rande-do-Horte e Vleloriaa 1al",a*|n""f*
M Daifa"
.Cariiarn, e Garanhun no l'e 15 Prasela
i,Oarlcury,Exu e Boa-Vlata 3 e28
Iodos os dias
os Crrelos partetn ao melo-dia.
8 de dito
3 de dilo
3 dedito
2 de dito
S sledlto
OlnamuroaJS deJonho'Chlli
Ruesla... 2a de ililo Hiienos-A
i de Jnlho
3 de dito.
Sueeia... :' de Jiiulio
Inglaterra 8 de Jnlho
K.-Unidos ?(ide Jiinho
'Mxico... > de dito
California l dedito
9 de Malo,
a de Julho
| Turqua. 40 de dltn JMontevIdeo 5de dito
caamos de 17 d
Sobre Londre. 47 '/, > 47 '|,
Paria, 345
Lieboa.iOOpor canto.
JS1ETAE.
Ouro.Oncea heapanbolas...,
Moedas de li#4n velhas.
. de 6#40O novas.
> de 4/000........
Prata.PalaeOeabrasllelros...
Pesos rol o nina nos.. .-
Ditos mexican-'S......
AGOXTO
por d. i/OOll
.... 19/OCO
.... lfcVOtiO
.... 1600O
... 9/utMI
... 1/0
... 1/940
... 1/800
provincia ; simo que eiieacnassc que mu re- ; (| uc s, 0(0J Ora, este resultado pro- processar ao delegado ue Loritioa ioi ene pro- putadoserrlere.es
querioipnto, era o mel mais asado para pre- | .r ,mr, nr,.nosires que aventuro v Sr. cessado c pronunciado : eui su. dclea produ- Inlervelo foi ganha
hencer este fim un requeriinenlo, que. se- id ',,, N.io hP p0iilT(.| qe todos esses rlei-| aio c.-e delegado urna jusulkaca peante o nao havia rar.o par
sseno cuuiprir as fnstrucv'des que o prt-
te Ihe navla dado c eu lili alroimente in-
do! Retire! o omclal comujandante do
camenlo, cujo procedimento nao me tlnha
Sabis o que disse a opposlcj? IJue
no para corn os militares, que os
ni.i...l.va commetter vlolerrelis e os-eastlgsrra O r. Fiyuir*da Millo
porque as cominettiam.
0 Sr. Pacheco : E quem foi que o promoveu?
OSr. Nn6uco; A promocao coube-lhc por
antiguldade.
O Sr. Sousa Franco d un aparte.
0 Sr. Nabuco: Nao, o official gauhou a
elelco.
O Sr. Mello Franco : Apoiado, o ofncial ga-
nhoii a elelco (Risadas.)
O Sr. Nabuco: E-capou-me essa cxpresso ;
o que eu digo he que a cleico a que o Sr. de-
putado se refere, essa em que suppe o official
inlervelo foi ganha pelo parli lo da siluacio,
c inundar centi
gundo o nossb legimento, he o m-io mais s
inario de se discutir oualquer negocio.
Sr. presidente, consultado a respeilo dipre-
sidenciada provincia de 8 l'aulo, beailel por
alguns das em aceita-la, porque suppunlia es-
sa tarefa superior s minlias ftircaa, porque au-
tolhava as ilifflculdadca da mlnha siluacao, e
rabia que por mais honesl que i^t*e o uiut
proceder, ainda que eu loase un anjode pure-
'13, a calumnia me devia esparar na poca da
eleicao f apoindos ); todava acellel essa presi-
dencia pdra nao rallar conancadogoveruo
imperial, porque devia conildrracao, reapello
e ainisadc as pessoas r|iie compuubaill o mina-
le todos esses rlel-|*io t-i-c uctcjaui/ u.> j.,i,h.j |.v.u.w v uno navia in/.iiu |,a,a retira-lu
lores essas mlluenciss locaes, esses homens! subdelegado, cuja ju-tificacao cumpromelila a i nuar a outra, ae u meu desejo fosse vencer
abastados, esses fairndclroa, foiscm siiboini- I inullos homens da oppo, 19,10 o subdelegado elelco a lodo o cus!
dos, fosscin corrompidos pelo presidente da pro-, quera, turnando essa jusulicacao cuino corpo
vj11(j|a de delicio, instaurar processos comra esaea ho-
Ksle resultado protesta contra esses dcsaccor- inens da opponcao por criine de aedleiot ela a
dos, contia esssa divergencias que o Sr. depu- inaneira |ior que eu decid esta queman (le) :
tadoaupuo, eu que a".pareee Ha cooformlda-1 llccebl osen ofhclc-de 41 de uulubro lido,
de, he asseniin.e,,.. lie coopperacao. em o qual expe que da juslilicac.iu pro, linda
A a-sembl.i legislaliva que boje luncciona pcranie Vine, pelu es delegado Joao de Ulivei-
na provincia de S Paulo na foi eleila sob a ra Franco, para llie aervlr de defesa no prooea.
Influencia do aelual presidenle da provnola, so de respousal.ilnlade que contra elle mslau-
uao inrvelo elle ua eleicao dos seus 111. uilirus, ron o juis do criine, resulta prova plena de lia-
^ appello para o "-r. depulado o Sr, depulado sa- verem alguna individuos perpetrado nessa cl-
e auusa.le as pessoas que co.....uoii.niii o.....lis- iMe,|,ta ,le out,, do ptrlldo e oio dade a i e J de agosto de iSVJ o criine de aedi-
erio. doBoveroospara easa eleleio o nobre deputa- fo defloido no artigo 111 do cdigo crlmloal,
OSr. deputado na sc-sao passada disse, talvez Jcorrell, poi. bem, desta assem- porcuju 111 livo ordenou a Vmc. na sentenca
mais sincera1 ao MroVlpirnni"requeriuenW relativo a uiafu da culpa ousc .leve p.issar a vara a ou- OSr. Pacheco : Esse argumento veo -nuilo
r ein .l.lhculda- eM clrcuar ,- .raiiiada, motivou esse reque- 1ro, visto como lem escrpulos de mlervir ues- j a proposito : mostra que a segunda elei(So he
COIU iiin discurso acerbo, airo, contri se procusto por ler sido o subdelegado ua pu- que ae valida, que as violencias se drraiu ua
dente da provinri.i esse discurso loi ea 011) que osdilos lacios lOICIOlOs ocoorre aun; prlllicira.
upre Interrompido por vivas reclamacdes da e ein resnotta cumpre-ine aignilicar-lbc para I O Sr. Nabuco : ,\.io senhor
inainria esse rrqucriiuriitu foi repellldo nli- sua iiilclligciicia, quehe sumiiiani. ole desagra-1 O Sr. Pacheco: ilavendo violencias na pri-
,,. nnliuiu dos iiiembros da inaiorla o davel a est: governo que se esoirain judicial- mera, a segunda lie valida.
nenie os lacios eleuoiaes de > e 2b uc agosto O St. Nabuco : A representacao nao dist
Pacheco : Mas nao dcfcnderain a cii- coi outru lioi que nao ai-ja a defesa do cx-de- gue a primeira da seg inda ; BCCUSa aopresi-
legado Pranco, e lamo quanlu a uecessidade dente da provincia pelas violencias coiumctli
OSr Voouco : Ncniadiiiilliram qurslaoso- della o exigir, c se iii-laureni processos criines das lias rleicdes, violencias que elle alias re-
breelli, e contri o pres idele, Nio Irduve uin de caracier poltico cuino seria esse deque Vmc. parou.
s iiiembio da maioria que apoiaste esse re- irati, os quies dcvcui provucar reaeces e aui- Eu conlinuarci, Sr. presidente, ua provade
iiucriiiienlo, csabe o.ir. deputado que pelo re- iiiosldades, e coinpreiueUsr a prxima eleicao, meu presupuslo, Isl he, do espirito de juslica
micnlo da'assenibla provincial de S. Paulo seudu que se cawa |iroocssos forem por Vmc. que me anlinou durante as eleices.
cinco ineinbros battaiu para apuiar qualqoer ou por slgumaauoridade policial iusiauradus, 'ara dcslruir lodos os preiestos da opposi-
rcdiicriiiicutu este governo usar dos recursos que Ihe cabem cao. maudei aullar quasl todos osguirdas na-
O Sr depulido me suppoz solado na provln- para fate-loa cessar: ouirosim que nenhuuia cionaes que luiliam sido ou que craui presos na
ca de San Paulo alienado de tolos, encerrado prova plena resulta dessa juslilicacao, -;? be ; ojor.isiau da. e|Cic-cs. 111 unas veses seui ioiiuirir
ein ineii palacio, taires como......... Pygmallao. mu aelu extrajudlclal sem coutradicvo legiti-| a-razoda pnsao
O Sr. Vacluco! S KtC. iiiesmo se appelhda 111a das parles, s quaes prejudlea, e seiu assis-
Pvmii-li'i tela do ministerio publico, iire^ularmeiiic
i) Sr Sabuco: Delxeioo-noa deataa pulbas produzldo porque o juu coinpelenle pira a m- 1 da eleicao
quirico das lesieiiiunhas da delesa em crimes O Sr. Pacheco
(Aiioaai )
Alca ponto de sahir da provincia de San de responsabilidade lie o juu de direito (art,
aillo eugozei da alleico e di amitade das 40 e tul do regulaincnto 140 de IS4J), cuno 1
eu que consagrava adliesao a in
ministerio, e nao o desejava ve
des quando careca do meu peqoeuo preatli
antes me sinlo homado por se me considerar ",,,,
digno de unta presidrucia que antea fa ollc-
recida a varees lo respeilaveis comosau aqnei-
les que o uobre depuudo menciunou.
Sr. presdeme, o i|ue previa succedeu, op-
poslcao pardea a eleleio ; los 850 eleitores que ""'" '
a provincia d, apenas a opposicao venceu 209.
A opposicao tem uecessidade de tomar o presi-
dente da provincia de S. Paulo responsavrl pela
sua derrota, lein neeessidade de Inventar vio-
lencias, calumniase Iudes para explicar o sen
revez. Tambein o nobre depulado nao foi con-
templado na lisia sptupla...
O Sr. Pacheco d um aparle que nao ou-
vimos.
O Sr Nabuco: .... c poi iso tem neeessida-
de de explicar a sua derrota com vloleoeiaa c
fraudes. Mas se a oppoS'c.ao vencease, se o no-
bre depulado irliiinphasse a mlnha posicao se-
ria a mesma. ( Apoiatloi. )
0 Sr. Soma Franco : -- Se a opposicao vences-
se, seria 11111 milagre.
Or .-V*.o: -Se a oppo..iv-.o ence,ae, ae p m ,|a Uel
o Sr. depulado iriumph isse, a miniia poal- ,,,, ttl-ajjj c Imporunlcs da provln- li-em gcral o julzo a quem a causa e>u allcc-
{o seria a mesma, ou nao seria melhor, por- li) la, ou aquellc por elle ileprecalo eiu foroia de-
que a opposi{3o e o Sr. deputado, pi- 1 glorifl- J'J pueixfg. .. par eoitetis. vida, seudo que quando mesmo se howvesscm
carem eealtareina aua victoria, ranam o mes. >r' sahmn- dessa. metraai pessoas p.rprovadnt oafletoi deque trata ajuatlflca-
ruo que boje faiem paia fapllca'cm iia ucr- g deputado referi, os aenhores com- ein ellea nio podlam constituir teuauocrime
ma, Inventariain, exagerarlain oe obstculos men(l4jor jiiiva e bario de Iguape sempre me previsto pelo artigo |no du cod. criin., oqual
para ser maior asna gloria { Apmailo.) deraui musirs de amiaade e oonaideracao, sem- eomo afiancarel, e realdindo, como me consta,
'O Sr. Pacheco da um aparte que au ou- mc fre<|,.,,,-,ra, ato que de Sao Paulo me as pessoas Inculpadas neese diatrloto est prm-
vimoa. .. rcl;n,j. MU,,,,5 lamillas inaiilivciain sempre cripto. Alinal cumpre me diier-lhc que deyc
relacoca de amizade, V'uic. reineiier ao delegado essa jiisucaco,
USr. Pachaco; Que bello modo de sede- porque quando devesse naver alguui prucessu
fender! Eiidlsai que eesea aenhdrea uio apoia- crlme do delegado, rile compele pela preveu-
ran .n sin 1 Imlnlsiraco, !cio fundada 110 lacio de baver decretado a prl.
O Se. Nlbuco : -- Nao sri se o Sr, depulado es-, .1o louli a os Indicados no inesuio criine de que
a di/.er que o Sr. barun ilc se trata,
rule eleleio c naoapoiou a .1 Dos guarde a Vine. Pal-co do governo de
,, ,_ Su, Paulo IT.Ie uoveiulirude ioi. Jorr 1 10-
lado, nao sei a que proposi- mal NtHUO d: Araujo. Sr. Praneiaco de Pau-
coili coja aiuizade me 11 u- la lou/.a, subdelegado suppleiiie de Coriliba.a
s qu as mi poso den ir de rendir nesia' O Sr. Pacheco S laso prov que nao eulruu
occaaiio um (nimio de mlnha conaideraci e naa eleices f
estima, osscnlloreadouloreaByppollloel.linaij O Sr. Nabuco : Prova u espirito dejustlca
o primelro, 110 exercicio boje de viccprcsiden- deque me moslrei animado. {Apoiadii.)
le; e o segundo, secretario do governo. Durante a miiilia adiulisira(ao, Sr. presi-
0Sr. deputado, quereudo tirar acsiesdous denlo, nao del demlssio a oenhum dos emprc-
senlieres toda a iniioruocla, deu-lhesurna lin- gados pcriruciMUes 10 partido da oppnsic.io.
portaolaextrauiliiiarla, porque coinelles, se-. US. PAcneco-. Oral ora! Quautos ha?
guodo o Sr. depulado, foi que se contegulo es-' 1/ Sr. Nabuco : lia mullos
iuildade de rotos que appareceu 1 U Sr. Pacheco : -- Amoviveis '
Eutao nao quer que di
17 Sr. Wandcrley
um apniado .'
O Si. Pacheco i O Sr. Wamlerlej nao sabe o
que l se passou.
OSr. Nabuco : --Srhe aquillo que o nobre
depulado refeiio no discuisu a que respondo,
nada se passou.
A opposicao para ostentar influencia, r o no-
bre depulado para ser lldo como um IPCunnCll
na provincia de S. l'aulo, lem uecessidade de
me lazer representar o papel de um dspota fu-
rioso.
O Sr. Pacheco d um aparle que nao ou-
vimos.
O Sr. Nabuco : A circular do nobre depu-
lado, em que elle provocas.! a guerra do gover-
no, suppc a Influencia de um o'Coiniell,
Mas, como diiia, a opposicao e u nobre de-
pulado tem neeessidade -te me faier represen-
lar um papel odioso, o papel d" um llulolerues,
de um Verrea; p.ia bem, lomarel toda a respoi
i.i autorlaado pa
Iguape lol lil'llll.-
mlnha ad......latra,
t'allou o Sr. depi
lo, de duas pe-
sa quasl 111
,11 ...11 ou, |i ..................... '..... ..! 1 ., 1 i I, 1,1
sabilidade dos meua acms porcm, mordido ue- '''''"'.,...,,
nao icm ellea tanta inllueii- < Se. Nabu:o : -- Ale alguns da niinha sccre-
sabihdade dos infusados ; porcm, moruido pe- .,,.,., ,,, llias s:0 liomcus que taria. os quaes cu salda que se esforcavam coti-
lo denle venenoso da caumuia a mais airo, '.,,,,',i,a c .,der..cAo, te......lo sempre Ira .1 gov. ...o. e cooperavam a favor a oppo-
alvo do despeno e rcseniiineolo da., lies cujo ,'",,, v m'exeroldo sempre o, elcio.
intrresse a amor-pruprlo parece que olleu- 1)ji4 eouriiti, a espada com E nao su, senhores, nao demilli a nenhu
di. eu desejava desta cmara una t COmpen- 1 J ,,, ,luil ferlr he de duu, gu- rmi.regado da oppusicu. mas ale nou.ee! .1-
aacao, e Je que ella olhaaac coi.....diligencia ,!,,., e ,0 Sr. depuUdo nao su li- gnus individuos desse p.rlido para empregoa
par. ininha poaleio, que deve mor.cer loda .,,,,., niu Jjo r, ,,.,. i,p,ianies. yucr o Sr. depulado que eu indi-
ayinpalliia. porque he a p si co de odoa T"rdade, mas u Sr. depulado lambe. nao he que alguns individuos a quem no.neeir
les que nesla poca se rncarrrgaiii da dilhcil "'' } ,, ,., ,,acncc0 Co,110 qu,r.
tarer. de: adminislrar urna proviiicir. ( A;.o- ;' __ { esc (JAV. .Vnouco:-^meel Ir, promotores : oa
dos.) Direi todava que esla poslcao nao foi tenhures doulores Gav.o. Aodrade e Lauriodo.
procurad, por m.m ; foi urna poaifau lilha e ,,. 0 t depulado Irouxe esta semallcncao sua crenta poltica, mas siuen-
nsequencia da iinnha lirmeta e lea ade. circurl,,,l,111c,a c, pa mostrar que ellos nao! le ao seu merllo.
llam mais.rio a e."av" o" JKSSIS&Zl diBo que esta espada he de dous gui.ics, e fere denl(. n;t.ucion.irei ,inda o I
I il i I .1 1 1 1 li 1 1 1 MI*V .. ( >* I ---. >
S. Paulo lo (jur lo noiin* diputado. O preal- a ",nDOi
denle de S. Paulo n;io (inh.i interessr Iguiu In- Vou agora ao -irchivo dos documcnlo
dlvidual na eleicfto parj
denles, paia arriscar sua rrp
deputado vencido, e pur ooil|6(|Uaaclt s.isprj. IffrJmUca a torios, Aluda rjuc para IV/e-la.........-.-------------
to efizeiuiu oque fteiD t-doi os ceneldoa, tal- [correjienn desagrado d.11 InBuenelat dominan- paaaupplebtc r alguns ele 110 re perieucentesao I Mande Vmc
lando com aoimoBldade, c.icaniiciiiiiMiM, o.io tea loi meu proposito que a eleleio folie Icita partido da sl(uac.io ton.aram conta da mesa, guardas Antonio Joaquiiu Itc.-lrigurs de-Ulive!
est no mestiio caso: mas he lal r.Halidadc de I com toril a liur>rdaile, e iutervcnciio da oppjsi- Icontinuaram a efclcao c a ronsummaram ; | o- ra, Joaquim Antonio Kodriguea de liveira,
le que prceiicln este da eu, como a oppi.sif.io vaticln-v, romo va-| Antonio Lopes de .uoraes .-bilva, Joaqun, dfl
eratn e adlaram, devendn no referido dia f O Sr. Nabuco -- Dessa manein he sempre
-se nessa cidade o chele de p licia, uo s'jfccll a aecusafo, imposslvcl a defesa: desla
providenciar sobre a niaoutenfo da or-' mane ira destrus toda a sanecao i:;=ra!. lodo o
publica, asslm como sobre a protecco datinlerese de ser hoin, presumlod sempre o
dade do voto. jpelor, Interpretando odiosamente, equiparando
eos guarde a Vmcs. Palacio do governofnquelle que f \t mal ci-m o qne faz bem, assin
o Paulo 13 de feverelro de 1852. Jme'jhe melhor ser mo, fs>er o peior, a conseqnen-
n-. Salmeo de Araujo. Senhores membro | ca he a mesma. f Apoiaiiui.)
esa da assembla parochlal de Snr.n-.iii i Aqu est a relacudos guardas uacinnaesque
' a cmara como a opposicao pagou esse mandel soltar { Mostrando. )
e Imparclalldade, esse acto dejustlca ? O j O Sr. Pacheco : Cuantos ?
de polloia foi elogiado por assisiir elel- O Sr. Aabuco Cuute-os ; nao llve o traba-
nSo lutervlr nella ; o chefe de polica que Iho de conta-los.
Tarabea fui, Sr. presidente, o mais severo
c lucnnsavel posslvel em obstar ai revistas da
guarda nacional e ostentacao d forca no lem-
po da elelcooa Aqu esto multas prfas olli -
claes oeste sentido ; as sujeito ao exame da
casa ; e se a cmara quer lerc uina por urna,
asta urna s.
0 Sr. y>buco ( lendo ) : -- Tem sido rei-
teradas as ordens deuta presidencia, ainda em
data de hontem, para que ocuinmandautc da
guarda nacinmal execule o art. loSda lei re-
gulamantar das eleices, abslendo-sc de qual-
quer ostentacao de forca, e de fa?er revistas ou
paradas no dia da eleicao ; sendo que, se al-
gum dos ditos facios realltar-se, este governo
dar as providencias que obe em sua autori-
dade ; e assni espondo o ollkio de Vmc. da
lado de .'>" do prcicritu, c rcccbldo hontem s
b horas da tai d
m Dos guarde a Vmc. palacio do governo
de S, Paulo, Io de IVvereiro de l85i. Jote
Thomit Xabt.ro de Araujo. Sr. juU de paz de
Itragauca
" Teudo determinado nesta data que proce-
da-se no dia I b do correte eleicao paruehlal
na IVeguezia de Santo Antonio da i achoeir
recomend a Vmc. que abatenha-sc de lazrr
qualquer ostentacao de forca que he expressa
mente prohibido pelo art. I" 8 da le de 19 de
agosto de i^-G, c de escrcer qualquer influcn
cia iudebita, dando as providencias que II
Utaatiribuic.tes cuuberem para nio lerein de
qual quer modo constrangidov, coagidos nu'
impedidos os votaiilvs de eicrceretn sen di-
reito.
n Dos guarde a Vmc. palacio do governo
de >. Paul", i3 de feveieiro de I-."?. Jos
Thomaz Nabuco de A mujo. Sr, comuiandante
da guaida nacional de Alibaia.
Igual a<.'subdelegado di fre^ue/ia de San-
to Antonio da Cachoeira.
Participando a esta governo ojulz de paz
Marcelliiii Pereira de Aiiioju, em ollicio d<* ij
docorrente, ter Vine, dado ordem par reu-
nir-sc a guarda nacional armada nesta vula
en o dia 2tt do corrente, para destacar ale o dia
it ,,e feverelro ; ordeno a Vmc que if'-'rmc
cncuinsiaueiadaiiicutc c com urgencia a res-
peilo desse fstCto, deveudo suspender c tornar
de neiihuiii effelto, sob sua respousabelidade,
quaeiquer ordeus para reuni.'io da guarda na-
cional, como se 1 e vsoii c recommeiulou ein
ollicio de l6do crrente.
a Dos guarde a Vmc. palacio do governo de
S. Paulos, "i" de Janeiro de i85. JetJ Thomai
Nabuco de Araujo Sr. coiiimaudanie da guar-
da nacional de Itragauca.
k Uc novo inuilo lerminanleineule, csob*ua
respuusab^hda.le, ordeno a Vmc. que revogne
as orienta que por ventura teulia dado para
alginiin revista da guarda nacional no dii iu le
levereiro, porque es tu revista n.io se pode dei-
ar de ler romo fatenlafau de (orc, prohl>i-
da pelo arta >U8 da lei regula meo iir das elel-
9es.
Ucos guarfle a VmCi palacio do governo de
Paulo, 30 de jauelro de I95a> Jos Tho*
maz Au/'i de Araujo. Sr. coiuinandantc da
guarda nacloual de Braga (a
Informe Vmc. subte o incluso ullicio por
copia do juiz de pal dt villi de INazarelh, e
Ihe recoininendo enlretanto que alisienha-se
dcpratlcar qualquer acto de coaccSo c co.-
traogimenlo c.ulra o volantes, e sob sua res-
puusabclldade llie aviso que deve Vine, cum-
prir cxactaiiienle, como ncllc se conten, o ar-
tigo 108 da ki de 10 de agosto de iH
Lieos guirdc a Vine, palacio do governo
de s. Paulo. "8 de Janeiro de is2. Jos TU Mii .Xiihuvo ile Araujo, Sr. cummandaute da
guarda nacional d.i villa tle \liliaa.
i Absieniia-so Vmc. de reunir a guarda na-
Aiilonio aonde se dizia .tos cioiial uo da I* de overelro, r de l'izcr qiiil-
Vos n-.o devel ai:udir < ici ostentacao di* forca( recommend Ihe, .sob
aua rcapoui..ielidade. a execucao i\o art. lt;K
(Cruzam-sc mullos apartes.)
Como eu diiia, Sr. presidente, a opposicao
chaiDOU-me ingrato para com ese ollicial, por-
que eu o havia retirado e reprehendido, quan-
do elle linna obedecido s iiainhax orden; de
modo que, o presidente ou he cumpbcc das vio-
lencias, e tolera os que as commeliem, ou he
ingrato: be preciso multa auiniosidade, multa
injusiie.a, para assim se proceder.
OSr. Fiqueira de Me/lo: Preso por ter co,
preso por nao ter.
O Sfi Nabuco: Queris s.iher como pioce-
deu a cmara municipal desse lugar onde a op-
posiro vencen a eleicao porque o presidente
O Sr. Pacheco
O Sr. Maco
-- (,'uando os mandou aullar '
-- Ou na occasio, ou depois
O Sr. Nabuco
gares ?
o Se. Pacheco
O Sr. Nabuco
Klles chegaiam t volar ?
. --Votaraui ein muitos lu-
! Rsta i>i""
deputadn
Um ou dous.
-- Ora, um ou dous
posico deve ser crida, porque o Si
be que:;: a '\n m-.gtstcr d-.xit.
Sr. Pacheco : -- llouve lugires em qne se
prenricram triol*, e lanas pessoas.
O Sr Nabuco : lie verdade, houve lugares*
ein que se prendern., nao lanos, mas aignus
guardas oacionaes insubordinaos por insullli-
(;io da opposicao.
O >r. Pacheco : Bul parle alguina houve
isso.
O Sr. Nabuco : --Smi, em aiguns lugares co-
mo liii- t, i e Sanl
guarda* nacionaes
ao chamado dos vossos cominaudantes, poique
tiurauc as eieives u servico ne li 'gal : de<
viam OS coiiimanlantes tolerar essa lASUbordl*
nacao s porque era lempo de elcic.io ? a elel-
eio suipende as Icis da disciplina?
O Sr, Nabuco = Rete-te, senhores, que
muilas de.sas providencias foram solicitadas
por um dos chefes da opposivao que, ou se
diriga a inim directamente, ou'por interme-
dio no secretario do governo. Els aqu essas
cartas do Sr. Gabriel Rodrigues dos Santos
pedlndo essas providencias,
OSr. Soui Kronco = Dando parte dos fac-
los.
O Sr. Nabuco = fie J tllm. Dr. = Hontem
servi')-me coui tanta proiuptido, que hoje
atrevo-me a voltar corn o ineluso ollicio do
JuU de paz de Nazaretl. sobre a mesma mate-
ria dos ue hontem. e o portador aqu esl com
urna cara muilo fea a exigir a r?sposta que.
espero me farapromptar. Seu collega amigon
obi i-.desuno, G. J. Rodrigues dos Santos.
- Km 2 de Janeiro de I8v>. *
Uin.. collega Achar Inclusos tres ofn-
cios um da cmara oulro do juiz de pas de Bra-
ganca, e ouro'do jnlz de par <)r Santo Antonio,
que me foram remetlidus por proprios que
esio aqu a espeadas respostas que me di-
zem serern urgentes, e eu creioque sao, por-
que sel mais ou menos o contedo dos ofti--
elos.
'< N.i pretendo oecullar o iateresse que
posso ler na prompta soluciin dos negocios de
que tratMin esses oflicios ; por Isso rogo-I he u
lavorde apresenla-los a S. Kx. ; e de Inviar-
ine ai respostas no caso que sejam dadas hoje,
para poder despachar os proprios. E'um favor
de que tmnai particular nota, Seu collega e
amigo. Rodrigues dos Santos.
n.S. C.i ?7 de Janeiro de l8fcs
Kurarn as rwpoaiis pelo proprio em o da'
87. P. J. Luna.
Assim s:io ss nutras ca-las. Estas carias
polo menos proraa.,que o presidente era ac-
cessive! a o,>posii;ilo, provam que a opposi-
eflo (Mniiava no espirito je Justina do pre-
sidente al o n.o r.ento om que se fez a eloi-
cilOf at i|uc :i i i't'i'.'u o resultado da elei-
tAo. Paree! que a 0PpO8$A0 quria que o
presidente Hzesse a eleigfio para ell( so as-
sim seria el le justo, c as eleices legitimaa.
[.4 miados.)
O Sr Mello iranio l.sto era I) uito.
OSr. Nabuco: Pla\, bem; parece-mo
que a isto n.io se resisle.
Sendo r; forQi de hnha mi provincia de!>.
Paulo .Hilo di01.0Uta para a giiarnigAtr.
lotnou-so absolutamente insullicieto dos-
de que :ilg'H.* destiiCitnentos foram oxpe-
ilidus pur occasiilo da tlei^o ; foi do mis-
tur aquarteUr algjma parte ;i guarda na
cional. 0raf desde que a guarda narionnl
foi sqaarlelada, oppOSicSO p'evaleceiuae .
liest-. circiiinstaneia para acensar o presi-
dente d provincia, paia dixei que a guar
Daclonal era aquarlelada alitn dn qu^os li-
hTfles fossi'm destacados e i npedidos do
li eito de rotar. Ku presento a eonside-
r.i. i.i d cosa u:) mappa do qual consta que
dos guardas na cionaes destacados apenas
13 era01 voimit-'s, os mais (ri9j uao raro ro-
tanles. A respe to 'lest is 13 dei todas as
providencias precisas alim >fo que votas-
m (ic') :
OS guardas naciiini.es d-lacalos, que
s! a el. o sob seu coiiiin-tti 'o o esliverum
qualiHcadosTetantes nss diversas ir-guc-
/ as i que perle.irem, tem o difeito do volar
como declara u aviso de 1- de abril do IS48,
c em consequencta ordeno n Vm sob sua
rc*poii>abiiid le, que determine e distri-
buao sitvqo d nodo qoe,seni prejoito
delle, pnssam us ditos guardas votar ; de-
ven lo os das freguo/MS de fra da Capital
seren dispensa Jos cm os diasl.e9,e on
di capital, p*rte nu dia i., <* parte no da
2, rerolhendu-se ao qualicl looque fOrem
lindas aseloiciD'Ss
r Deosau*rdea Vm. palacio do governo
de S. Pan!. -'" da Janeiro dfl 1852 Jos
Th'nnaz NubcuO de Araujo. Sr. major cotn-
mandauta do corpo de monicipans perma-
'ciile^. a
K Urdeooa Vm. que dispense do desta-
camento ate que sejam lindas as eleicOes OS
nSn frem da capi*
.p.
S. Paulo, i" v Janeiro de IS
Sabuco de Araujo. -r. com
governc
i. Jfui: Tlioma i
undante da guar-.
U Sr. Pacheco : (oacs foram as diligencias da nacional de Atbala
que seliieram ? Parcipaudo-uie o juu de pas mais vota-
Algun* Srs. eoulodor : Oeixc-o fallar, dei- 1 dessa villa, em ollicio Junto por copia, ei-
ae-o fallar. tareiu avisados o>.Vrtuco; Isso sera Umbcm declarado rerlatt di
em oulro lugar. ( le)
Couslando a este governo, por y <\ ( i,.
pposto, Sr. presi-
ficloque se deu em
Sorocuba. A mesa parochial daqucllc lugar, |
. To- pertencente ao partido da opp<.sicno, suspenv/eij-
derogarseuspr.ee- mando conta di .idmlnistraco da provincia de, os Irabalhos eleitoraes s-b pretexto de violen- ( S. I aulo, t de feverciro de I8jl.-Josc ihomat
pularo ; mas o Sr. Sao Paulo, Sr. presidente, foi meu proposito fa- cas e pcdlo-me providencias aflu de podercon- -. Nabuco de Araujo. -Sr. commandaute da guar-
ar esses irabalhos: nease intcrnu o juiz de ; da nacional de Atiba a -
do juiz de paz da freguezia doO' que h co antes de pmccdcr-sc a cleico n iquilla pa .
rochia, foi preso o guarda nacional Ignacio Lei-
tc, ordeno a Vmc. querm coulineiileo inandci
sollar, sendo preso ao depois do aclo da eleicao,
se por falla do servico leve lugar a dita prl-
so, e cumpre tambem a Vmc. adverlir ao com-
i.-iaii lame da compauhia que mo proceden com
prudencia fa/.en aquelle guarda tivesse votado.
Ueos guarde a Vine. Palacio do governo de
S. Paulo, I* de feveiciro de 1852. Josc Thoma%
Nabuco de Araujo,Sr. chefe de legio desia ci-
dade. -
Ordeno a Vmc. que mande por ein liberda*
de os guardas n drigues de Oliveia e Joaquim Anlouio Rodri-
gues de ()! i v i f.i, presos em o di i iu do corren-
te, e declaic a razao de sua prlslo.
Ueos-g*rdc .Vmc. Palacio do goverdo de
lin i
nosea poca, que presdeme qne nio era Candi- Cfip. fon lio consclcncia de que p
dato, que nio linha nteresst n i eleir..o, presu
ine-se ijue a violeniou, que corrompen, rjue iu- .
terveio uella indebitamente ; mas o uobre de-
putado, que era juu de din it >, que era candi-
dato, presume-se que proeedeu sempre con-
forme os cdigos, conforme a jurispruden-
cia.
Confesso, Sr. presidente, que lulo com urna
grande preveucao a respe 11 > dos negocios de S.
Paulo, formada s pela grita dos veucldosa e
linpreusada opposicao, hela sin mxima deque
verdade be a mentira repetida, mas lanibeiu
pelas correspondencias do Jornal do Comincrcio
escripias por um dos cheles da opposicaodMpro-
vincia.equegoiaiu do carcter de linparola ida-
de que esse jurual lites empresta ; uao obstante
cst&preveuc.o eu espern tnuuiphar rao s com
o 11v de Dos, com ajuda dos dociinieniosi| tenbo, como com o proprio discurso du uobre
Ueputadu proferido na sesso passada.
tierei breve, sr. presdeme, poique uio pre-
tendo acompanhar o Sr. depuudo no terre-
no em que elle collocou a disonasen. Urna grau-
de parte do discurso do Sr. deputado versoa so-
bre a desiutclligeuci* do partido do governo
com o proideule da provincia, sobre a desiu-
telbgeucia do piesidertle da provincia coui al-
gumas pessoas nolaveis desse partido.
Wo acompanho o nobic depulado ueste ter-
reno; dou de mo a esta discusso, que nao
inleresia de niaueira alguma o publico, as re-
proposlto; teuho cousciencia deque ufane-
guel jusiira a alguem, anda cortando por todas
as eon ultima eleicao de Sin Paulo foi livre e regular,
eomo podetnser as elei oes u > qosso pai'., .i vis-
la da uossa legitlacSo e dos defeilos da nossa or-
g nisafAo poltica c social.
Desafio a quem quer que soja para apresen-
lar acoMlecimeiitos em contrario a este propo-
sito ; em favor po'ui do que digo falnni mul-
to alio nio um faci, mas una serle de lacios,
um systems que segu coiu perseveranca, olio
nlolante lodas as proTOCacOea da opposicao,
uio obstante todos os de-gustos porque passei.
l>< poderei reproduzr, um por mu, loilos
os facios, isto seria fastidioso ; mas darei coula
daquellea que sio mais oaracterlatlcos, daquel-
leS(|oeso irrecusaveis
A pp ros lina-se a eleleio de senadores na pro-
vincia de San Paulo. INa Coriliba, um dos luya-
res mais importantes da provinci, un indivi
du pertencente ao partido dominante reassu-
mio o cargo de jui de paique havia t cita men-
te renunciado, poique Mola eaereldo o cargo
de juiz municipal bupplenle. Travou-se um
grande conflicto, multo importante a ambos os
partidos, entre rsse individuo prrleiueiiie ao
parlido da miuacao, aijuelle que eslava cih ej-
ercicio e que era da opposicao: para logo de-
cid! o conllic.o, Sr. presdante, em favor do io
dividuo da oppOlC'ii,pelas ra/es que veem aos
. \' i linha gaubo i t; t.i i
O Sr. Nabuco: entretanto dei as provlden- i c*Jo, como perante esle governo
cas propri s para que a eleicao coiilfnuasse. virlude da le n. 02 de I y de sele
lacea do governo com o partido que o apoia j olhos de todos, e cciisiam da peca olBcial que
tem um ceno carcter de domestico, de fanal- ., vou ler:
lia, que oio be do dominio publico ; esles des-* Havendo o cidado Francisco de Paula e
accordos, esta desiutelligeucia que o nohre de-1 ousa esercido o cargo de substituto do Juiz
llclnavain as cor espondencias do Jornal do Com* (Olivcira Pinto e Jos sntonlo Rodrigues de OH
m-rcV, considerar o laclo cousuiiimado e rel'e- veira, bem como quaesquer oulros que p
nr a quesla ao senado; mas nao, senhores,
dei as providencias precisas para que a eleicao
suspensa pelo partido da upp0si9.no coniiotiasse
e fosse consummada, e elfcMivamenie o foi,
vencf-ndo a npposicao.
O Sr. Pacheco : -- lie porque j tinha na algi-
i'-ir.i olrlumpho da eleicao.
O -T Nabuco : -- Talvez fos*c isso.
OSr. Pacheco: 0_uem j uao sabia que o

spezsrde ter sido frita outra pelo partido da nao pode ser considerado guarda nacional, por
sitnacao ; inandel chele de policiano logar, que tal qualdkaco smeuie deve comecar a
ordenando-lhe que empregass'! iodos oseslbr- (vigorar depms que se putar nesla provincia em
eos para minter aordein publica c a llberdsdc esecucao a dita lei, coulorine o art. 97 do decre-
do voto, [ton. Til de 25 de outubro i. 1890 I e ouiro-
Kis a portarla ein que decid a queatio (U) [aimque, se aquelle individuo he guarda na-
Km resposta ao ollicio d Vmcs., datado de cional antes da referida le n, 602. convui que
2 do correle, mi!, i> qn l remelleram as actas Vmc. o faca punir pela iniuliordinacao que
da mesa parochial, donde eonslam 01 motivos commetteu, nos teruuis e f ma da lei de 18 de
pelos quaes foi suspensa e adiada para o dia 0 agosto de 1831, e decreto de Jj de outubro. de
leste mea a eleleo dessa parochia, e pedem IW2, os quaes desconbeceui a pena de desla-
providencias para que po*sa coniluuar a lunc- cam-nto para fra do municipio, que Vmc.
conar, cumpre me sigmlicarlhes que licando quer que o dito guarda sollra ; em cousequeu-
rcferida c all'ecia ac poder competente a aj>re- cia inandel bollar ao mencionado guarda, 0 sig-
ciacao dos sobiedllos molivos e a declsiio sobre nil'ico a Vmc. que ohrou Irregularnieoic rcmcl-
a ralldade da eleicao que fui continuada e per- tendo-o preso a mlnha presenca.
feitapela mesa pari.chlal que em substituicao a leos guarde a Vine. Palacio do governo de
Vms. foi organisada pelos supplenles do juiz de H. Paulo, t de feverelro de lt'2. Josc Tbomat
paze dos eleitores, nesla data eapeco as con- Nabuco de Araujo. -Sr. com inundante da guar-
venfentes ordens para que possam Vms. livre- da nacional de a. Roque.
mete continuar no da 20 a eleicao que sus- 1 O Jr, Pacltcco : O lim conscgulo-se.
- MUTILADO ,
,s da
uiiiiha, c pt'duido providencias a respailo,
recoiumeodo a Vmc. sob sua responsabelida-
de, a ciecucfio do .rt. 108 da le de V de agos-
to de l84b\ cdos$g c lo aviso de A de
malo de is4S.
Ueos guarde a Vine, palacio do governo de
S. Paulo, ib* de Janeiro de 186?. Jos Thamaz
fabuco de Aroujo. Sr. coinuiaudaulc da guar-
da nacional de llragaoca.
Observe Vmc, pouciualmenie a disposlcau
do art. ls da le n, 387, do 1 de agosto d iHo',
ircoiueudai/do-lhe i|uc absienha-sc de faaer
paradas euf u 1" de feverciro futuro.
litaos guarde a Vine, palacio do governo de
S. Paulo, j'i de jiineiro de I Boa, Jos Thomar.
Nabuco de A'auj. Sr. teuenie coronel coin-
maiulaiile do batalhao de guardas mcionacs
de Itapetinmga. -
Tendo deleriniuado nesta dita que proceda-
se, 00 dia 2 du corrale, tleeu parochial
ua freguesia do >ocorro, recoiumendo a Vmc.
que absienha se de faier qualquer ostentacao
de fi'rca, que he expressamente prohibida pelo
art. JOS da lei de ID de agosto de ibMti, c de
exercer qualquer influencia indehila, dando
solar IramediStsmenle os' as providencias que em SUM airibuices cou-
berem, para nao seren de qualquer modo
constraugidos, coigidus ou impedidos os vo-
tantes de exercereui seu dlrelto.
Dens guarde a Vine, Palacio do governo
de S. Paulo, 13 de feverciro de 183a. Jos
/'/m/iii: fabuco de An>ujo.
Sr. c iiuman lanlc de guadas nacionaes de
Hraganca.
11 Igual ao subdelegado do Socorro.
lendo poi portarla desta data aulorisado
a mesa da asscuibla provincial dessa cidade
para continuar no dia 20 do cnente a eleir.lo
que suspeuJra e adiara, licando referida e
allecii ao poder competente tuno a eleicao
que val laxer-ac com a concluida pela meas
que, em SUDStftUicio actual, f ii organisada
pelos suppleme to juu de paz e eleitores ur-
lleno a Vmc- que cumpr< pouciualmenie oart.
IOS da le delude agosto de i8tif, c abste-
nha-se de la/cr qualquer ostentacao de for^a
Dos guarde a Vmc. Palacio do governo de S.
Paulo, '3 de feverciro de ISCii, .lo Tbotnaz
Nabuc de Araujo. Sr. commandante da
guarda nacional tle Sorocabi.
O Sr. l'achtcc K nao se ll/.cram as revis-
tas ?
O 'r. Nabuco l>igo que uo ; ao menos
ventura estejam presos, lim de csercnein o
seu dlrelto votando na elelco parochial, que
deve ter lugar uo dia ib do corrente.
Dos guarde a Vmc. Palacio do governo de
S. Paulo, 13 de feverelrode 1852.Jos Tkomm*
Nabuco de Araujo.Sr. teneate-coronel Joa-
quim Goncalves Ua Omina.
SotCDItcado da materia do officlo dr VlDO.
com data de 4 do corrente. cumpre-me decla-
rar-lheque, se liento M a noel Alves fu qual l-
allegou, em
hro de iH.'ii),
guardafl nacionaes q
icide iwueagosto do ibi < u, fregueiia doO'e Penha. augnieutan-
'rK l^j^Sffir&iZZ """ali:"';' 7"" -""'8-t- >
' (norias '. capital.
lieosKuarila a Vot Palacio do govci-
no il s. Paulo, :i 'le Janeiro ii iK62.=Joia'
Tiioma; Nabuco de .lrajo.Sr coronel che-
f do cgiilo.
O Sr. Puchero : l'lci foi na cidade.
O Sr i'ilmco : .Nos nutros lugares nfio
houve :;ui'ila nacmiial dcslaciiil a; por con-
Mquencia i Capital linqu- me rolir.i, Aau-
Ih'iil'Ciilaile ilesle mappa lin irrecasavel,
porijuR cu 'lirig a oda um dos juizes ilu
pa?. das fregueiias do l*rmo ci,.ilal uma
relarjflo dos guardas narlijna. destara ios
para i|iie declaraste li -i rnar^em lella quef*
os volantis, n essa. r-lacoes com as decla-
raQes respectivas aqu estilo.
11.Sr. debutado, na SdSSo ilu sbado, fez
urna accu.sr.ao ferie que causou alguma im-
pre-slo na cmara. Segu;i lo o Sr. depula-
,lo, cala um diis destacamentos que mar-
Chilll para dilV-renteS punios da provinria
levava m algibeira ordein de recrular o
maior numero que fosse possivel...
OSr. Pacluco: He do seu regulameiilu
ou porlaria.
O Sr. Sabuco :-Disse quo os il.--l.-n- uni-n-
losque saliiram levarsm ordom para re-
crular o maior numero possivel....
O Sr. Pacheco : NH- na quella occa-
siao.
O Sr. Nabuco : Enlo coiifcssa que nao
houve recrutimonto durante a cleiojo....
O Sr. Pacheco : Durante a alelgRo n.'io;
mas serviruui ora intimidagilo.
O Sr. Presidenle : 0 regi nenio da casa
orolllbe que dOUS 8rs. debutados fallnm na
mesma ncoallflo. l>ec,oque dnixem cinli-
nuar o orador.
0-ir. Nabuco : Not>, s-nhores, que as
inslruC^OSS rilalivas ao recrulameaio lio
de 15 do uulubro, os destara mantos sahi"
ram di capital em Janeiro, a rle'cSu fui em
fevireiro. Essai destacimentos nao leva-
ram as iiislruc.O"s que o S-. deputado dis-
se, pelocoolririotmoam nrJein de naoru-
crtar iluriiile os 60 lias da eleifSo
p otalo nesla ucc...siIo como ho^iieui du
honra eo le* pro|iosit;0o avenlu^ada pelo
Sr. di putadi, islo h ', que a wnlM do pre-
sidente da p'ovincia aos cooiman iaii'tes du
(Se-tacanienlDS e as aulondides era ven-
cer a lodo o cuate. 6o alifii'n indivi lito
i tiuuver quo islo diga, se alguin paeel assig-
ao"'r oX'-|UAo,m'cnos,d',|,'sua paile deu i liado por min, ofllciil ou nao olcial, con-
lodasas providencias, livor esta clausula de-vencer a ludo oous-
O-r Krieiir-o mu, dei lodas as provlden-j ij ou equivalente, eu ^erel um lioui-io
olas para que taet revistas nia UvaMem logar i infan. Mas pelo contrario a r cniiinii-
se ellas houveram, sr iniuha. ordena foraiu jai;5u goe a tldos ii^, a InttTUOcflo que a
iiiriio.caliadaa, provni-o, mi basta die-lo.
O .sr. Souia l'rancj ri-se.
O Sr. IFsktaso U nobre depulado ri-se
mas deve mostrar o coutrarlo.
O Sr. Soara Francos Peco i palavra.
lodos dei, fui esta nBu cuiiiinellaiu vio-
lencias, nSo cuncorram para violencias,
eviternas violencias. S.eo Sr. depulado
quer que eu exhiba do meu livro as corres-



que se runda essa disposicBo'das "'truc ^nWIWJ J"5"
melteu os presidentes do provincia au>o-| merosos, a Ssner
ridade do responsabilisar o [.unir com a po-. I"
m a pena de mull os S-|
(res freguezias
lentos mais nu-
Taubat, Coritiba, lupi-
na de pris5o 6M'_
gentes do reeruttmento, os poz lora da ac-
cBodag autoridades judicianas. Sem uro
absurdo que um agente do locrulamcnto
pelo mismo tacto fosse icsponsavol petan-
te o presl i'inte d provincia e portte o po-
der iudiciario, punid,. Com duas penas por
uoi s delicio. O que acontecera era uma
percna anarcha, um hon.em seria coiilr-
dctoriemente iiii.ocentido pelo poder a I-
minislrativo, e crimnalo n.'lo pnlorjudi-
cia'io ; 0 poJer judicisno nlorviri'i fliree-
tioiontono recrulaineut", poderla por to-
dus os das oni liramos ao poder administra-
tivo sobre o racrutainento. E que oulro
Um leria a dlsposicao da le, que nao fosse
esse oe lornir a responsabilidade dos agen-
tes do recrulamenlo especialissiuia, s de-
readente do goveroo ?
Eis-squi a disposicSo do artigo que ao
nobre deputado csusou tanta eslranhezn.
Tiivez fuese o nubre deputado a causa, in-
da que indirecta, de so inserir nesse regu-
lameutu essa disposicSo que elle accusa,
porqueconstou-me que o Sr. Reputado que
he juizde direito, entenda que era compe-
teiit.' pra respoosabilisar ou procasse por
crime do rcspons.ibilidaie aos agentes do
reoruta nonto, ei tuina inslauraJo procos-
sos do respoosabilidailo contra essi,-s acon-
tes.
0 Sr. Pacheco : (nando .' ncssa occa-
siflo. .
O Sr. Nabuco : NSo sei ; sei qu l tmhn
instaura lo u n.ou dous procseos por ler
U'ti agente dowerota nonio recrut ido i'iJi--
viduos nas circunstancias quo o Sr, depu-
tado enten i-u que .iio erain legaes
1'assarei agor-i a um dos poutosque me
pereceo mais impnrtaiit-' dasccusaclo do
Sr, debutado, isto he, sobro a expolien., de
deitacim'tilos cara lora da cipitil s-
gundo o Sr. deputado e a imprensa da op-
posicfio, o picsi lento do S. Paulo conquis-
tou eeea provincia por meio desses de.-la-
camentos, que numerosos si derramara u
|mr toda a paito. Convm que esta augus-
ta cmara, que o peiz.seibameui que fre-
guezias oa provincia de S. I'a lo huuvc O-
as destacamentos, e qual a foro, que os
uuinpunlia, afsi i. como qual a fai por [uo
ellaS fortn expelidos I as dcmunstracdes
rai"a Taubat mandoi um forte destaca-
mento pelas rasOes seguintes: foi lirado ilo
poder de uins palmilla que o conduza um
crniinoeo de mima JoSo Kodrigues dos San-
tos, e no conflicto que se travou entre os
ggressores e a patrulrm foi morto o perma-
nenle Francisco de A*sis Paula Macar ; as
autoridades locses que me deram parle des- auspe
l'Cacto s.iccedidonodia30 de dezembro de'seus -
185l,o imputaran una quadrillia que i 1-lale
festiva o norte da provincia desde Lorene cilicos escon
da pm aglasSo, porque se trata do um inte-
resse que tanto Ihe toca, quando os partidos
compelen! o porflam com lodo encarnica-
mento e animosidade, quando uma cir-
cumslaucia imprevista ldecompromeltar a
ordem publica, deve ser estranhado auto-
ridade quo mande destacamentos para al-
guns lugeres !
Senhures, so assim oSo Cora,'a poca do
oleicOessena uma poca de anarcbia, uma ,
oca climatrica: a accSo da Justtca licaria cesso por motivo das eleicoes ein quanlo
poJoriam os criminosos sahir de, nSo he julgada pelopoder competente O
Palacio do goveroo de S. Paulo, 23 de
fevereiro de 185-2.--Jos Thoma: iabuco de
Araujo,
O Sr. Pacheco : --NSo foi pelo cerco da
Igroja.
(l Sr. Nabuco : -- Pois cu podia man lar
processar o subdelegado quan lo mesmo o
caso exigisse ? O Sr. deputado nSo sabe
que a le de eleicoes prohibe qualquor po
escondrijos, os inimigos aproveilarem]que o caso pedia, liz, reprehend asper-
enselo para viugaoca, o os homens pa-; mente ao subdelegado quando voioa capi-
osesconderem-se. ConfessoeoSr.depu- tal participr-me essas ocor, encas.
atTV.e'Selo do^e Jac^h^o^e devi'a I Lato que tenho muito m.is medo doc.cete Em .Ilogi da.. Cnuer -
,f7,.r? esu-rarme a eleicSo fosse nnda ie de populeca desenreada do que da forga deputado tamben acc
Em Ilogi das Cruzes, cuja i-i.-p.-.i i o Sr.
ecusa de coacta e do
am quatro guardas
par,i providonci,.rr- a eleicao suspenue por : iiuunwi. k i. / "r-"r~X"l^.\mlir\imm aareieo
voiilura a accSo da iustica ? NSo. fiz mar- IsessSo pass.da aecusou o presidente da pro- policues em rvico
cn- um forte deslaca.nento, sendo cerlo vincia pela expedicSode Jestacameotoe, bo-
quuos individuos deesa quadrilha j forero je parece recuar.
pela maior parle preso*, cono consta das j
pai ticipacoes quo dirigi ao ministro da jus-
tica. i na WiUM ae preseoca da forca
Eisa peca official que prova o que levo : mas sito do abuso della.
dlty v v J--" H Pois bem, tratemos das eleicOes em de-
liecebio ofliciodo Vmc, detadodol.|lalbo- .. H. _...
lo crrente, em o quel participa que, sendo Eu me l.songeio. Sr._ presidente,_de_que
OSr. Pocjico:Fallei contra oe abusos.
O Sr. Nabuco :--J8 cm um aparte disse que
ica,
rec l)i lo na cide.a desta cidade o preso JoUo
Hodrigues dos Sanios, remellido p^lo dele
tendo a provincia deS. Paulo tt6 freguezias,
fossem aecusadas de nuiles e de violentas
gado de Pindamonliangaba no dia 30 do mez pelo Sr. deputado smentei aseleices de 7
prximo passado, e fazendo-o Vine, seguir) ou de 8 frcguezias; ja islo be um grande tri-
cara esta cpitel, que era o seu ddAtino, e- umpho.
com jauliado do u na escolta de tres perma- O Sr. Pacheco : Fallei de toda,,
nenies, Cliegaudo osla pouco adianto da juiz entre nnin e o Sr. presidonte ue S. Fau-
livijuvia nova de Cassapava, foi aggredida lo que los ha dejulgar.o publico.___
,,r seis horneas embosca los, os quaes de- O Sr. Nabuco :-Sim, eu appello para o pu-
ram um Uro no permanente Francisco do blico ; elle que nos julgue. ___
tssls Paula Macare, que logo morreu, re- Eu entro neU questSocom l"m fcr"'
sullando alinal dosseconnicto o ferimento pulo, poique DIO sel se s;nosc"m,;^,n'?*
de um dos ag ;ross .res, a evasSo do todos, o para tratar della e p.even.-la, porque anda
a ruga do pr.so. Mtribue Vmc. esla aggres- a sua dccisSo est pondeilte do juiz priveu-
Sfloa uma quadrilha de la IrSai e astissioos, VO, que he o senado ; ? em"8/-".T
4ue vaga des .o Lureua ate Jacireliy, pelo I putadu tratou della em detalhe, eou o acom-
lad.nie.S. Ji, a qual tem por priucipal ul.-| panharei. rfi,lo e.
i.-ctoo fuilo oe escravos, que sSo vendidos A primeira eleicSo. queobr. aepu auo ac
em lugares distantes, e por vinculo a pro-lcusou de nulla ede violenta foi a de Bragao-
leccao reciproca contra a justica, e o cm- ca. Segundo o Sr. depuUdo, ex.stiam nes-
eci;
promlSSO de tirar do poder da polica aquel-
lo quo por ventura I.V preso.
.i Refero Vmc. que ocliefe dessaquadii-
llia, a quem s i attiiuuea referid.. aggressHo,
lio um Cinco Correa, o qual lia um anuo
pouco mais ou menos, viudo preso da cadeia
dess.. cidaile, loi soito entre a freguezia no-
va de Cassapnva o S. Jos pelo mesmo meio
e l.-s forain eximidos: as ilcmonsiraoues -"""------- r-- -
.|..e vou fazer alo fundadas nos ippas que agora c.npregad,., sendo que ha ,,
aqu techo, e sujelto aoex-i.ie,le toios ease Unco Loncj matou cu. I'il
H ..'.. d ni. i.l i |i-. l'illl! I O
aa fri'guezia perto deOOhouens em armas ;
segundos inappas que lenho existau ape-
nas alh 7 pracasdo corpo do permanentes.
O Sr. PacAeco :h !
OSr. Nabuco: --llouve um deslacamento
da gualda nacional, lio verdade ; mas o mes-
mo Sr. deputado confessou que esse desla-
cemento eslava a mais de uma legoa de dis-
.0 .eos das i tancia do lugar da eleicSo ; e por ventura a
aiiionhau- le prohibe o movimenlo de orces ale.n de
s uro. Em u.ne legoa ? NSo, ao contrario expressamen-
Vmc. loo peruiitte.
que U quizere.n ler {mo,lrando-OS.) j galia a dous homens com um
em'^rnorp^e^oU^
Silvelril, II; Gueratloguela. 8 *;;"*M deTerMf ompregada activa c par. ter este desl.cameuio na distancia di
O t .-,,., ,!n:ftfiin..HTiri ilit (im mni llf
11 vol, omprcgou todas es provocares, amea-
i i cas o lutrigas; todas as pessoas, quer do
partido do governo, qur mesmo do parti-
S I. >t ai, UBatube, Cacen le, Franca.
Apenas houve destacamento de novo n's
tresfreguezias deS. Luiz, Itapova, Silvei-
ras.
iiesuita tanil.em desses mapp.s que ape-
nes se augmuntou a forca dos destacamen-
tos em 10 das ditas 18 freguezias que j os
liniiiiin, a saber ; reas, Guaratingiieta,Tan-
bal, Plndamonhangana, Camuas, Soro-
c-.ba, Itautiniuga, Santos, Fanos, Cori-
tiba.
Nas 8 restantes a forgn quo existia ao lom-
guarda'do da oppusicao, receiavaui que nesse lu-
...aresue'gar liuuvesse elgum deseillaca funesto.
Italia. Viuc. me da.a conta do resultado, ; Ora, essas provocares, essas apprehensoe,
sen lo quo o governo ter em grande apreco doierininam o proceder do delegaao ne
o s-rvico quo prestar, prendendo e destruiu- llraganca, tendo um destacamento a nma
do esa. quadrilha. i legua de distancia do lugar.'
a Dos guarde Vmo. Paliciodo governo!fazer a elei3o, pare manter a ordem pu
do8. Paulo, 16 lej.neiroda 185-2. Joarfjblica. o a segurausa individual daquene
Thomuz Nabuco de /iranio. Sr. delegado de povo i'
polica da ciade do Taubat. ||0 preciso, senhores, que nos entend-
is Sr. Presidente pe le ao orador que resu-1 mns tem-se de proceder brevemente a
n.a o mais que pud-r o que tem de dizer, I |gumes eleicOes, e he preciso que (ixemos
por eslar presente o Sr ministro da guerra, j ,s noSsas ideas, e consideremos eslas pro
OSr Nabuco -Eu nSo posso resumir; pOSroes de opposicjio A autoridade pode
aecusacao he quo dcteiniina a exleiisSo dolou ,,3,,, na poca da eleicSo, dispor da for-
ce publica como um elemento de ordem r
NSo p le a autoridade publica, durante -
OSr. PaeAeco : Pelo amor de Dos He-
vie inulta genio eroiada.
O Sr. Nabuco : NSo me constou islo, e
oBocreio na existencia dessa forfs, da qual
nam mesoio a opposicSo deu noticia.
O Sr. presidente -- O regiment nSo
permiti interrumpe.' o orador com jer-
guetas e respostas : esla questSo ser lo*
termina val.
O Sr. Nabuco : ~ A eleicSo deTambil
foi accusala de violenta peloSr. doputado'
simplesmente por presumpees: a opposi-
cSo sempre venceu ahi as eleifOes, logo a
nutra opinSo poltica nao po lia vencer de-
pois ; lia em Taubat uma gianlo influen-
cia da opposigSo, un Sr. Victoriano ; esla
influencia deve ser eterna! Ora, seulio.es,
nos sabemos que e popule;3o he cousa
.nuil-, precaria, he a maior das vaidades,
perde-se por qualquercircumstancia insig-
niiic.iiie; por quoum partido lem vencido
em um lugar seguo-se que vencer sem-
pre ? ( Apoiados 1
A essa elciQSo assistiuoSr. Coste, cujo
altesladoo.il. deputado leu ; este Sr Cos-
ta e outro da opposicSo faziam parte da
meza paroclnol, protesieram contra a elei-
cSo, nSo por violencias, mas por que o nu-
mero dos eleitores nSo corresponlia a qua-
licacSo por excessivo, o por que linham
sido rlaitores algons individuo* nSo qua-
lificados : sa houvessem violencias, leria
escapado a esses H ui ros protestar no
mesmo acto cootra ellas .' LJe a acta da
eleicSo de Tauoat, e veris que o protesto
uesses eleitores se reduz aos doos pontos
de que traiei ; agora, dcpois da eleifSo, e
para servir aum plauo, he que se lembra o
Sr. Cosa de dar esse allestado e esseattes-
lado deve prevalecer contra a acta.
Corra de plano em S. Paulo que a opposi-
cSonSo terneza perle na eleicSo de Taubat,
alguus tindividuos nesta corto tem cutas
que corroborem islo que vos digo. Aopposi-
o;".o doTsnbal, fosse pelo que fosse, enlen-
deuouasscutou dse retirar da eleifSo; seja
como for, o qne lie corto he qoe a opposi-
of.o nSo concorreu a essa eleivS ; e como
uSo concorreu, deve olla ser jujgada mil.a !
esla imaneira, senhores, nSo haveria
eleifSo alguma que fosse valida, porque
quando a opposicSo, calculendo a sua for-
vu, .iian contasse triumphar em umaeb-i-
c'i i, retirava-se, nSo concoma a ella, o
depp.o viulii. aqoi gritar : Keceiavainos
violencias, por isso nSo quizemos votar !--
Mes me parece que se devem decidir estas
quesldes pelos fictos, e nSo por Bpprehan-
sOes ou recejos. Creio que o Sr. deputado
uSo contesta que na acta da eleicSo de
Taubat uSo se acha protesto algum contra
violencias quo ahi se pi alic.iss -m.
O Sr. Pacheco : S5o teas de aranhs, eu
hei de responder a ludo.
O Sr. Nabuco -Pois nflo Quanto a Cua-
ratinguet ha mais uma prova que repelle
todas as conjecturas, todas as subtilezaa:
essa eleicSo, segundo o Sr. deputado, he
nulla eviolenta; os eleitores de Guaratiogue-
t pertencem ao collegio eleitoral desse mes
mo lugar; a maiorie desse collegio he de
ii '' iduos da opposicSo ; a mese desse col-
le^. foi da opposicSo; pois bem, senho-
res, a mesa do collegio do Cuaratinguct,
que he da opposicSo, julgou vallida as eloi -
i] ..o rol exagera
sentido me all ib
lo e I .mu soiii.
clcicflo. requisitor a guarda nacional.' Fica n
suspensa a accSo da juslica ? Ficam suspen- 5es a que se proca.leu naquelle lugar, dis
uro'a'oiHTsKVo^^eoi^ar-lsi'oilin'ilacSo aUuma para o Sr. doputa lo SB/as |eis ,la disciplina ? so que nSo havia razio nanhuma para quo
.nroV .oS' PaU "la responder ao discurso do Sr. Pacheco; ...asi A Ea ros..or,dcrei. ellM OSSem anulMil BtoOU(f<).
como presidente os cae., peco ao nobre Sr Wo*w:~HooMr.Dl prisfles de Quem diz islo he mesa do coli.-gio de
de resumir o seu uiseur-| r; SSZL ,"Z l.,r. disse o Sr.i Cuaral.ngueU, composl. de indiv. luos da
presente o Sr. ministro da
le dessa furca foi para as tres freguezias do
Taubat, Coritiba e llapiliuinga, pelas ra-
sesospeclaes deque ao dopois tratarel.
Em Cuaraliugucl, Campias, Sorucaba,;
Sanios e Franca, a forca dos destacamentos.
queja ahi baviam autos da minha almims-
tracSo foi augmentada por urna rasflo mera-
mente administrativa.
Quando clieguei provincia do S. Paulo
ach.i eslabeUci lo o sysloma de pequeos
uestacan.enlos derramados por toda a parto,
indisciplinados, relaxados, commaudados
por inferiores sein forca moral, engajados nu
lugar para sorvi.eu. souiente ah, adstii tos
por consequencia as considerares o respe)-
tos da sua I,.calillado : entend que esses
destacameiitus eram assim prejudiciaos ou
inuleis a or lem publica, e sein me lombrar
que ludo quo se faz antes e depois do urna
eleicSo se refere a ella ou be preparatorio
ou consequencia della, reformei esses desto-
can! utos, iuslitui-os por comarcas, con-
enntrei-os, e entreguei-os o com liando de
olliciaes, dei -Ibes maior numero de pracas
ha ahi quem om boa ( possa negar que es-
sa medida foi mer..meule administrativa ?
para influir nas eleicOes seria mollior e mais
tllicaz entes multiplicar do que diminuir os
irle do que todes as presutnpcoes c cjnjec-
tflo guardarei para ou
^SSSti Ochado, :~Nao, nSo, respon-1 ^^^^1'^^Zurdo ^ *
da noje mes.,,. i^o^ .'^K -- Im taaTbem'se deve, turas do Sr. deputado. tAptodo. )
OSr. Prndenle :Podo continuar. rliri ir oela sua O Sr. (.es :A isso nSo se respondo.
O Sr. Nabuco :- O desiaca.neulo deCoriti- *" ., ,.,... ,1 O Sr. No*o :-Tembem o Sr. deputado
OSr. Nabuco : Deve, por mMO de silvera9 ler con.
presumpcSo a meu '
que se
se. Em
deu a
por tere
rem eaceladas. Um guarda nacional, senho- km d|>s()- tenho Um_
ba quee.a um dos mais numerosos, levo
una rasSo e>pecial. A cmara sba dus fac-
los occorridos em 189 c 1830 nas eleicoes
desta freguezia ; fui para prevenir esses Tac-
tos que man le esto deidacamenlo.
Alyuns Sf. epulados : -- Fez nimio bem.
O Sr. Nabuco :- Eu. 849 e 1850 loi preciso
O sr. Nabuco :- Eu. '.8*9 e 1850 .01 preciso ...... -""" ."...-< un o foi mero comparece Alem di>so lenho lam-
queo governo .Dd.e_d..,. c.pit.1 *m\m "F^?"^A2! bem um documento deSilveir.,, pelo qual
ue hnu-
perar por algum elfe.to do eocaroioamentO NSo he nada: """"" .""' lentos votos, e foi o meis votado, entrelan-
o.mmosidaie dos partidos para entSo pro- PtlM, hWNIMB riMM "?"; to que os volantes deSilveir. sao.... Ora,
videnc.ar? Ilepois do mal feilo, quando ja d.nte da f***W*jKJZ2ffi^faufo urna elleisSo porpue foi pe-
nSo fosse possivel a repsracu, nSo he antes lorid.de *** ^S7mSSu queno o numero dos votantes?
, argumento a favor da eleicSo, que &\"*S!?XmELtS meza o.. OSr. Pacheco :-Foi pequeo porqu
fusse pfeeso que do llio de Janeiro se man-! .""*1" SK aISstSt ver.m prisa-s de guardes n.coo.os.
desse forca, que com e poquena guarnicSo, rocinal auspenaeu os """"" "" o Sr. Naiuco :-Tenho documentos para
-sseo mesmo Posesa uceo c ^'^^ p^rqu^^n^^^PT,.
-. --'aridade a >os> na vespere da eleicSo ounodia roram
go ella foi 'olios. __.., >
enta por que OSr. PacAwa -Quentos foram presos?
assistiu a olla o delegado, por cuja presen-
melhor e mais clllcaz que esses soldados
fossem antes commaudados por inferiores
do que por oOlciaes, que corlo inspiram mais
conlience a autoridade, mais garenlie e po-
pulacSo, e tem mais consciencia Jo dover e
da respdnsabilidade ; para Influir na eleicSo
seria melhor em i) eflicaz quo esses solda-
dos fossem capangas das influencias locies
antes do que disciplinados. Em virtude des-
sa medida pela qual os destacamentos to-
.am concentrados, e o numero de suas pra-
ons elevado, foi de mlsler que algumas [ira-
Cas fossem da capital perfazer esse numero,
fossem tantea quantas bastassem para pre-
faze-lo : e.se rasSo porque marchara Cuaranlinguete, 3t preces; Campias, 13;
Surocaba, II ; Santos, 3 ; Franca, 3.
Se uSo fosse essa lasSo administrativa, he
verosmil que o presidente maiidasse para
conquistare eleicSo i pracas para Sanios? 3
para Franca P A prova de que essa ni > n la
foi mera mente administrativa, h) que de al-
guns luga.es importantes," e por causa Ja
coi.cent.acSo dos destacamentos, foi relire-
,la durante e eleicS1* a forga quo entes sin
exista, v. g., do ll, municipio impor-
tant'!.
Pois bem, senhores, e camera do Itu, eon-
' Je a opposicSo vence a eleicSo, de ondo o quasi sempre vencer no Brasil, por causa do
a opposicSo apresentou-se,
capangas armados, menoscabou, ludibnou |
OS. Nabuco : NSo sei; forem alguns.
O Sr. Pacheco :Mas nSo votarem.
OSr. Nabuco :-N3o vote rem porque nSo
destacamentos, enlis derrama-Ios do que, ----------
concenlra-los ; pa^a influir na eleicao seria levo sua resSo especia nl, eujic^0 ae 1819. ---- ^ ollTreU,.to que esse mes-
iiiio deleitado assislu as do Soccorro, o a
8 venceu. O Sr. depulolo tem- quizerem ; porque ah, como em outros lu
is, ro pleno da opposicSo nSo votar, ou
i vir agora ti.ar desse fado argumento
as eleicoes, ou, orno se ditie em
S. Peulo, para so nSo gastar o disputar a
_.queseiiaorajeiisseoiecioui849: P',;',,uo'", eleicSo gerel de 1852 com todes as fnjas.
venceu a opposicSo a eleicSo, sem apresen- O sr ^^^iSS^L^S^1 Esles sSo es freguezias cuja elei5So o Sr.
uelo lado referiu lie inexacto a respe to da relio ,presentou como
ter-se armada como em 1819. A opposi
venceu a eleicSo, a sua imprensa acoimou o
ollici.il eoiiiniau lauto do destacamento de
cobarde.
Vede, he.n, senhores, cm alguns desees lu-
gares em que houve forca, a opposicSo ven-
ceu a eleicSo, como um Sorocaba, Campi-
as, Soccor.o, llapnin.nga ; se asenha dada
pelo presidente fossevencer a tolocusto--
esses o, stac menlos teria n vencido, ou a
desordem e scenes desagradeveis naviem de
occorrer; de que serve eie argumento vis
la de lgica da opposicSo? Quando perde a
eleicSo ne por causa ds violencias do go-
verno : quando as gachas he nSo obstante as
viileucias do governo, que he des provas
desees violeuciaa, deisas prisfles I pira que
provss ? tu lo se deve resumir : nSo sera
[i.,r.-,ii mais soguro presumir que sem vio-
lencies pJe a opiniSo dominante, eba ds
por
houve
que
nullas; sSo 7,
Paulo
que o povose reuniu na igrej, matriz : P F rovlnciil do S.
o essa reuniSo, mas nSo pela razSo B '*. '='"" *
n Sr. d ii.sl.uli. deu, de que essej in- '"',
K>rU. tZSSZZZSS. *,BR*paj. n.. -
m nara dah sal, rem quando vSo levaras eJital-
'.s cdulas urna ; .^posiclo destinou O Sr. Naiueo :-EstSo os meus papis 13o
pa" esse reuniSoo c'dro.dk igrej. matriz ; contundidos e JS me .che Uo cansado que o
OSr. iVaSBo:Tambem houve um ell-
tal em Braganca ; mas esle edltel lemb.-m
foi retirado: se oSr. deputado contesta es-
te facto, leio o documento.
Ore, se o Sr. deputsdo nSo foi feliz a res-
peitu das violencias, me parece que nflo se-
r tambem a respeilo de corrupcSo. Va-
mos eos ergumentos dos quaes o nobre de-
putido quizdeduzir que houve corrupcSo.
Osjuizes municipaos de Breganca, Gua-
ratinguel e Mogi-Jes-C.uzes forem chama-
dos a capital, o disse o Sr. deputado que
pare objecto eleitoral; mas eu digo que
para servico publico. Entre mim que neg
e o Sr. deputado que alrma quem deve ser
c, ido?
OSr. Pacheco da um aparte que nSo ou-
v irnos.
OSr.'Nabuco :Um outro meio de corruj-
CSo de que mo servi, segundo o Sr. deputa-
do, foi ..."." ler execulado a le da guarda
nacional. Se eu a tivesse executa lo, dina
o Sr. deputado : Corromaeu distribuindo
poslo ; e como nSo a execulei, foi pur-
tre : receita e despoza commum : 1818 --
189, receita oreada 386:160,000, despeza
oreada t9:586,000 receita efectiva 316:615/,
despeza eQectiva 333:6*0,000 ; ha dficit
tanto a repeitu da receita oreada, como da
effetiva ;189--1850,recela oreada 290,150/,
despeza oreada 365:783,000, recita effecti-
va 231.S5.000, despeza effecliva 3*:516/,
ha um delicil quanto a receita o.cada, e
quinto a eirectiva; I850--1851,roceiti orea-
da 364:950,000, deapeza oreada 428.356,000,
receita eff-cliva 378:821,000, despeza cffeo-
live 390:454/. O mesmo dficit tambem
se da na receita e despeza espeeises des Bar
reiras, como ver oSr. deputado pelo mea
rotatorio a assemble provincial Nesse re-
eloiio disse eu a assemble proviuciel :
i, II. ie lu.',.-i u ,. delicil (dlzia ru as-
sembl ,) o ja o havia nos annos anteriores,
como consta do refoiido resumo,como cons-
ta das leis respectivas, cuja deapeza,orcada
he inaiur do que a reicuita urgido : eiiste o
mal, e conviu d-.r-ll.e re ncdio porque oSo
dovemos contar Sinpre como al lioji. com
que queria ler esse meio Como um accesso | essa renda accu.nula la consislindo em apo-
pire carretar os eleitores a seus flns. a SO: Dees, a qual nflo he inexauhvel.
nSo execulei a lei, senhores, foi por enten-
der que ...in o devia fazer, visto, como nSo
conliecia bem a provincia, tena fazer no-
iiio.coes precipitadas, i.omeacOes de que
me tivesse de arrepender.
Um outro meio de corrupcSo foi a nomea-
CSo do Sr. Manuel Antonio CuimarSes para
chefe da 5.' scccS j das obras publicas no li-
to al da provincia. Mas o Sr. GuiuiSes he
cnmn udad ir de dues ordens, um dos ho-
mens mus abastados da provincia de S. Pau
lo; como podia eu corrompe-io com esse
iii.ineac.o gretuita e quo s da Irebali.o.
Nomeel a osee cidadSo porque lem muito
presumo, suui.ua dedicaeSo ao servico pu-
blico, e a 5.a seccSo das obras publicas que
comprehenle o litoral da provincia dcsle
Quanto a miulia aJimnislracSo nada di
rei a respeilo du bem qu.' fiz, meu proposi-
to he fallar sement o defender-ine do mal
qu>. nSo ii.
Fallou o Sr. deputado da nlie.iacfin de
uma typographya. Confcsso que nSo sei
de sementante alienecSo. Consta-ne que
a a typographya on le so impre.ue a Aurora
Paulislana. que o Sr, deputado diz que he
lolli. miiili i, h-' ii ni typogrephia arrenda-
da a orplilos ; nSo sei se foi alienada ; po-
ca in-se os osclarecimehtos pera eetisfazer_a
Curiosidede do uobre deputado.
Sr. presidente, suu ebegado a um ponto
talvez u mais difllicil da minha tarefe, ho a-
quelleon que o Sr. deputado fallou oom
mais enthuriasmo : trato da circular. Eu nSo
(.uara! .In. al Igual, he muito extensa e v-jo razSo, Sr. presidente, para a celeuma
nSo podia esler sob a vigilancia do engo- que se teai levantado a respeilo dessa circu-
nheiro que a diriga. lar que o Sr. deputado aecusou com tenia
Tanbem euviei urna carta, segundo o Sr. acrimonia, porque tenho conviccSo profun-
deputedo, e um seu amigo de Coritiba so-' da de que essa circular he um meio consen-
be o (ominando superior da guarda nacio-ltneo com o principio de que o governo
nal. Ha alguma inex.ctidSo a esse respei-
lo : eu consultei a esse amigo do Sr. depu-
tado, assim como a o.it.os de Coritiba, a
respeilo da organisacao do com man lo su-
ponor, mas nSo olfereci o commando su-
perior a este seu amigo.
A espi'iio do I', ni mal, devo rcctilicar
uma inexacti iSo. Eu, qu >n iq o Sr. depu-
i iili. fallav,, disse que us cartas para o ita-
liana, linham sido depois da eleicSo ; he en-
gao, foram anteriores; mas protesto que
uSo oflereci por ess.s cartas o commando
superior do No, te a ninguem, consultei nSo
aum so, seuSo a alguns individuos sobro a
nr-,.mis..; ni o coinprelieusSo toiriliri.il des-
nan p le deix.r de influir na> eleicjOes cuino
Oi-iniSu me parece que Soria o maior absur-
do eslabolccer que o governo que symbulisa
urna un..iS.i, que deponde de uma opiniSo,
n,in dova tor inleresse algum, deva ser in-
differoute ao Iriumpho de uma opiniSo ; me
parece absurdo que o governo nSo possa di-
zer aos seus amigos : O governo tem osle
desojo, lem desojo que sejam candidatos
lies e laes ompregai, nSo a violencia, mas
a iutelligeiicia legitima que exerceis nesse
lugar. .
i'i'u.i absurdo que o governo -I iu-n os
seos amigos ctt'aviados,a merc. disposi-
oii dos seus inimigos declarados : fra
se commando, e sobre apessia apta para absurdo ain la que o governo nSo inlervisse
verecidade e proceder-se'
cercou o templo sob o pretexto de q__
eram UdrOes: veio esle facto ao meu co- sevenllcara su
nhecimenlo, providonciei para que ceesa-' e- consequencia, eppello per. o Sr. chefe
sem os impedimentos, e a eleicSo, como de polica.
disse, se fez vencendo a opposifSo e assis-
OSr. Ferreira Jorge:Apoiado.
esse e,>uiin.iu lo.
I, i.li u, Sr presidonte, ludo quanto liz
desde que cheguei a S Paulo, mesmo os
actos puramente adinii.ist.auvos, ludo, no
pensar do Sr. depulado, ora urna corrupcSo;
de modo que lua a .....nn-'r icio se devia
suspender poi-causa da eleicSo, porque o
Sr. depulado refere a eleicSu a todos os ac-
tos a lininistralivos, mesmo aquellos que
iienhuma relacSo tem com a poltica.
Man le dar uo ungei.beiro Jos Porflrio de
Lime a quanlia de 5:000/000 ruis. O nobre
deputado paree : que me dirigi urna unsi-
nu leo suppiuid... que esse diuhuiro foi
despendido com a eleicSo.
O Sr. PucAcco:As folhas teem fallado
nisso.
O Sr. Nabuco :Ora, as Ceibas teom fal-
lado nisso !.-.
OSr. PacJieco: Pois bem, V. Exc. expli-
car.
O Sr. Nabuco: A respeilo desto facto
dos 5:000/000 ris quo mandei dar unie.'i-
genlieiro, nenhuiiia esplicacSo posso .lar
ao Sr. deputadu seuao aquillo que consla
do relatono pelo qual nnlregue a adminis-
traeSo da provincia auExm. vice-presideu-
to llippolilo Jos Soares deSouza (Wj:
c Por cuota do crdito conceliJo pira a
referida estrada mandei entregar a quantia
de 5:000/000 ris au eiigenli un Joso Porfi-
rio de Lima, a quem encarreguci de ir ao
sul da provincia, n.losexamiuar a dita es-
trada, seuSo tambem todas as oulras ge-
raes, e a exploroslo quo alguns moradores
de (,ua a.ioava, ajudados pelo l)r. Ka i ve,
llzeia-n de urna estada de Cuarapuava ao
Ivahy P'ra communicacSo di colonia Tlie-
reza, sondo a dita quaiuia, nSo s para as
despezas necessanas, exploraeOes e gratili-
caeSo ao mesmo cngenboiro, senSo tam-
bem para as obras quo fossem urgentes e
indispensavcis para aquella vxploracSo c
para cooserv.ieSo da estrada que Uo muni-
cipio de Castro vai ao porto de embarque
no rio Tibagy, na confluencia com o Jai-
hy, ondo commjava a navegue para o Bil-
xo-Paraguay, da pro 'incia de Matto Crosso.
A ida desse engeniieiro loi suspensa,
assim como a de ouiros, aos quaes encirre-
guei as com nisses de que aci na del con-
ta a V. Exc. e.n razSo ,los relatnos par-
ciees das es.'ectivas secedes, as quaes elle)
deviam prestar para a confi-ccSo do relato-
rio que apresemei sseinbla legislativa
provincial: hoje, desembalados, teem
ordem aum do seguirem p.rasous deSti-
nos. *
Protesto contra as allusoes que o Sr. de-
putado dirigi 1 esse engenheiro de cujo
preslimo e probi ledo faeo o maior concei-
[n. OSr. depuialo o suppde incapaz de
receber essa quantia de 5 contos, porque
era um homeui individsdo. Nao sei, sera
um lio nem individado, mas julgo quo ncui
lodosos homens indiviJados .-So capazes
de furlai; eio do n o i ii i n. ir i'si.in. c.i i em favor de
homens individados. Emllm esse homem
dar suas conlas.e vindicara a |njn uSr.depulalo Ihe fez.
OSr. depuado, frtil em inventar meios
do corrupcSo, nSo podia deixar de conside-
rar o diuiieiro como um dos mais foites.
NSo sabend) donde poderla o presi lente
tirar o diuheir i que ello SUpOe que se gas-
tuu, quer ostabelecer uma viuJicancia a
respeilo de todas as verbas do orcaiiento,
e psde no seu requenmenlo informacOes
sobre tods : estou piom.lo para prestar
meu voto ao se i requenmenlo, porque nao
s quero que a renta le brilhe para minha
honra, como que o Sr deputado lique soce-
gado o tranquillo a respeilo desses meios de
corrupcSo....
O Sr. PaeAeco : O delict nSo he exato ?
Sr. Nabaco : Segn lo o Sr. depula-
do, es despezas que liz na proviucia de S
Paulo -o todas pessoaes, lalvez no sentido
da eleicSo, e sSo tintas quo p-o.luzram um
delicil que uSo exista nos anuos antoriores.
Primeramente dire que as despezas ; es-
soses que, liz silo as da IpSliluioSo de ms-
IruccSo puulice e engajmenlos de eiiue-
nbeiros, e essas nSo exce leu a 20:000,000 ;
serSo improductivas e estaris essas despe-
zasque loJas as provincias lem ero i lo pa-
ra seu melboramento material e moral ?
OSr. PAaAeco : D'onile provoio o dfi-
cit?
OSr. Nabuco : = Esse dficit que o Sr.
deputado mo ettnbuo eziste desde 1848 :
pode ser augmentado uo auno futuro sea
assemhld provincial approvar es despezas
producuvas qoe propuz relativas aos me-
Iboremeulos >.ialeriaes, o nao approvar os
meios que tambem propuz a equilibrar a re-
ceita com a despeza orcade ; o delicil nSo
he porlanto couea nova ; esse delicil existe
em S. Paulo desde 1848, como vou deorons-
ir.i neutrailsr sa amiiieOes que podem
dar ganho do ciusa opposicSo por causa
de divergencia. Senhores, islo importara
om um suicidio, ou importara o principio
de que o governo deve vivar indpendenle
ds opinifles polticas; mas semelhante prin-
cipio seria uma cousa nova, urna cousa es-
tranha.
O principio do que o governo pode influir
na o,,oei i como opiniSo foi proclamado do
alto desta tribune por uma des maiores I-
lustracdea do partido libera!, o Sr. Antonio
Carlos llibeiro de Andrade ; e recebido em
Istt sema menor contestacSo, psssou em
julgadn esse priicipio ; foi levedo anda as
ultimas consoquencias por uma circular de-
nominada, dos direilos propnos, obra du
um dos homens mais eminentes do partido
liberal, o Sr. Mauoel Alves ilranco.
Seniiores, no um epigramma que se me
fez, acusando-se me por esto moiivo ; nem
sei mesmo cono podeiemos Iratar desta
materia sem nos nrnios uns com os outros,
o uns dos outios, porque em verdade nSo
Hz cous. que tolos, ou quasi todos nSo te-
nham feilo. Ha a meu respeilo uma fatalida-
de, o lu a tunean que descubri a ci.colsr,
fui esse traidor que mostrou urna carta que
Iha loi mandada cm conanca com a clausu-
la de reserva la, nu foi a subtrcSo. E, so-
unores,o que lem com essa circular a op-
posicSo para levantar tSo grande celeu-
ma ?
A circular refere-se a eleicSo secundaria,
nula tem coma eleicSo primaria, nada cqm
a opposicSo. A influencia que essa circu-
lar poduna exercer nSo era om relacSo ao
povo, nSo era em relacSo a opposicSo ,
era em i o i,; ... a amigos do governo ,
quollos que appoiam o governo ; o que
tem pois ella de extraordinario ? O gover-
uii apenas manifesla um desejo.
Mas diz o Sr. deputado : Faz promos-
sas. AS promessas consisten! om dizer-
se : > Ser nSo equivoco o mu reconheci-
menlo, etc. lie mo lo quo lodos nos. nue
sempre escrevemus as nussas cartas com es-
sa phraie banal obrigado, etc., temos
coi.tralndo urna obrigacSo do que so pode
prevalecer qualquor a quom sSo ellas diri-
g las
Tambem he urna amonen dizer eu : V-
de quo estaes illudidos, veje que a volaeSo
no Sr. Dr. Pacheco he urna bosliiidade ao
governo s Islo que he uma simples doclara-
(8o, quer o Sr. depulado que seja a .unoaca.
E querem mais.quere n quo eu seja leu, e
condeuuiado pelos tribunaes Dizie eu an-
tes de huntem, que s pele jurisprudencia
oriental, ou a jurisprudencia das in-
dceles o das consequeocias, podia ser
eu coddemnido ; sopor meio de conjectu-
ras e de illco>s se chege S concluso da
supposta criminalidades nenhum faci ha
certo o posilivo : que he do facto da promea-
soseroi olingdo ? que he do facto da
am- .(.a, que he do mal que a circular pro-
mette fazer ? He e deciaracSo de que o fac-
to da voteeSo he uma hnsl.iiil''
O que seria se o presidente de provincia
Uvesse dito Eu vos prometi tal empre-
go, eu vos bei de demilir se obrerdes desta
iii'iu ir.. Era a mesma cousa 1
ar. presidente, esta circular leve suas
i.i/ii s espeeises : nSo foi um recurso elei-
toral ; tem um alconce poltico.
Desde que o nobre deputa do por S. Paulo
publicou uuia circular, inlitulando-se che-
fe do partido que apoia o governo naquel-
la provincia, quoreudo dirigir esse partido
contra o geveroo, o Sr. deputado que se
entenda com o opposicSo, que eatava
com elle, e cooperava no mesmo sentido,
desde logo vi a necessidado de lazer esl'ou-
tra circular: devia eu deixar que o sepli-
cismo sub.-lilu'sse o antagonismo, quo es
ciee,.- se confundissem, si perverlessem
em favor di opposicSo contra o goveroo,
e que este resuliedo fosse devido nSo i
c ni virolo mas s illusSo?
Se o governo ple viver sem opiniSo,
indilTeieule sena que o partido quo o apuia
fosse commandado pelo nobre doputado
ou por oulro ; mas nSo he indifferente que
o partido do governo seja commandado
por um emigo ou inimigo, A circular tw
uha por (im to'ner as as posicoee claras.
lelini ias e francas. Sahisse embora a 8r.
depulado senador, mea sahisse sendo ce-
uhecida a posicSo om relacSo eo governo c
a opposicSo. Talvez eu commetlesss um
erro, mes digo com tode a sinceridrde que
uSo liz senilo aquillo que me ordenaram a
minha firmeza e a minha lealdade. {Huilo
bem, Apoiadot)
MUTILADO
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CORRESPONDENCIAS 00 DIARIO DE PER-
NAHBUCO.
Parahiba U de agosto de 1852.
Em mloha ultima nollolel-lbe oaisasiioAto
brbaro perpetrado oapesoadu Infeliz primei-
ro upplenle do aubdclegado da Uabla da Tral-
ylo, Luis Fraoclaco Lima, porm como alada
eolooaporuieoort daquelle alten!.do na ti-
nham cbegado ao tncu coohecimeoto o mi ni os,
agora que *<*' as clrcuinstaacias que o acoinpa-
nbaram nao quero eaquec-Us. k infeliz ricil-
roa lioha um llio duas legoai di-l-nie da po -
vuafu, onde la diariamente para admioislrara
plaatacio que nelLe fazla. Ein uina dessas vi i -
gen, no da 5 do correte, fui aisaltado pelo
perverso s seis horas da tarde em mu lugar
mala escuro do camlohn, por serem vaslai ai
arvores, que Ihe desfecbou um tiro de pistola,
ao qual succumblo duas horas depois, podeudo
antes,dar os slguaes de seu assassiuo, que elle
nao pode bein conbecer pelo escuro do malo.
Acha-se preso fiesta cidade um individuo em
quem recahem aa maiores auspeitas, e contra
quero exlstcm fortes indicios. Na-> psso deiiar
de mencionar aqu o subdelegado da liahia, a
cujos e*f asociedade estar preso o suppoato assasslno, c
descobertos os indicios He sua criminalidade.
Nada mal* tem occorrido que mereca uien-
(o nesta capital, a nao ser a priso do chefe
dos permutantes de cavallos, que em oulra llie
disse haver furlado o corpo a um salto da poli-
ca. Est finalmente eugaiolado aquelle passa-
ro de rapia, e Dos queira que os compadec
dos nao comigam, a bein do negocio licito, po-
lo u.i ra alada inais esta vez.
Foi pilhado com dous animaes de cujos dono$,
c in i-, dec mil ris em dinheiro, nico saldo
reallsadodeuma industria, que os uialdizentes
disein lucrativa.
Esquecia-mc dlzer-lheque grassa entre alguns
eaptritoi fracos, o appareclmento em certos
pontos desta cidade de uns mascarados noctur-
nos Eu nao crelo inteiramcote tal noticia, por-
que ella he chrooica, e peridica nesta capital,
e qu*si sempre sem fundamento. Se ella nao
paite de algum esperto, que deseja liviar-se de
algum importuno, ento talvez provenba de al-
gum amaute do progresso, que quer plantar
entre nos a moral inania dos bailes mascarados,
ou, quem sabe? Do carnaval.
0 que for soar, e cu, por cautela, recolher-
mc-Ibcl com as guliiilids, porque me tenbo em
ni ai. r preco do que estas para lecolber me
mala tarde ; ea polica que se emenda com os
taes tneteantes, e Ibes Indague as intencOes, da-
do o caso de sua esUiencia.
Na terceira comarca, creio que com a proxi-
midade das eleices, teem reapparecido cun a
ligeireza dos Iteduluos os desordeiros, c vo la-
zendo das suas e mudaudo-se.
ltimamente, nao sei se j Ihe referi, queren-
do vingar-se de um pobre humem, que se pres-
tara s autoridades quaudo elles lucram aquel-
la fallada resisteucia, dcsl'ecliaram-llic dous ti-
ro*, dos quaes mor re u urna meuiua de poucos
anuos, que a victima levava ao eolio, licaudo
ella mal ferida.
Daquicouclua ate que ponto tem chegado a
perversidade de taes individuos, e te eu errei
multo em chamar-lhes Hcduinos.
Eilo os borneas uo fervti oput das eleices
de juizes de paz e vercadores. J l se foi o
trapo em que valia a pena ser meinbro do no-
bre senado da cmara, quaudo ella, logo que
Ibe ebeiravam as ventas a mustaida, lomava
seu peodo, e sabia em procissao a lomarsalii-
fafo de quem a oftendia; mas hoje i .Nao que-
roa e nem querere tomar paite eui seus traba-
lhosdc concertadora de ras, iuimga de caes
c porcos, e avessa aos Toquetea ; portaulo de-
claro, que nao quero ser vereador.
Alada se se podesse cumprir cousclencosa-
mtntc aquelles deveres, tramen!, mas para ver,
tolerar esoll'rer quauU trangressu de postu-
ras ha por essas casas, beccos e ras? Certa-
mente tal emprego nao se casa com o ineu sys
tema nervoso.
Tamben, j la i st distante o tempo em que o
cargo de juiz de paz coi responda ao uume, por*
que para conservar a paz ihoera permiltidu i i-
zer a guerra, e assim eram senhores de harapo
e cuteto ; mas boje que os chefes de policia, de
legados e subdelegados despojaran, os pobres
juizes, deiaando-us unspeifeitissimos/ii.rron'i,
nao vale a pena o afn cun que alguns querem
ser tleiios, aumente para lerem o prazer de
uns pnucog de das de massada eli ttoi d.
Km ininli.i uiisaiva de V cscapou-mc diier
ihe que no din 8 tivemos de assislir no theatro
a repeltt^o da peca D. Maila de Alencastro
que foi, a ineu ver, muito mclhur deaempe
nhada Dc^sa vea o favorito Antonio Cont
uiorreu inorie de cstouro
Ua actoies estiveram muito bons, principal-
menteos Srs. Costa, Culmaraes, c Melli*. A
Sra. Carolina Contina a ser victonada pe-
la rapasiada, e eu, seu apreciador veterauo,
tive varios momeutos de cntliusiasmo. Mada-
ma Henriqueta tambem fui aplaudida unas
duas vezes com suas rodas de palmas.
tu fcc::. di algumas palmadas ; p' urna platea iuteira, foi o rcspeilavcl.
Alguem me censura p^r eu tecer elogios a
madama Carolina, e coinpantiia, que nos
veio visitar. A isso respondo una vez por tu-
das, assim como alguem gosta ( e enchc colum-
nas c columnas de joruaes em honras de suas
favoritas ) da Hiderna, de Mauoelita, de l>.
Mara Lfopoldioa, de Candiani, e de ouiras,
eu tambem goslo ( e nao sou tu s he o rcspei-
tavel de iiiiuha lera ) de l>. Carolina, do Cos-
ta, do Guimares, de Tellea, do Mello, c es-
luu no ineu airelto. Vcuham para c essas
que se J'jlgam com o diieilo exclusivo aos elo-
gios, que se me agradarem dedicare! tambem
dous momentos de remiuicencia cm sua honra.
E eu nao falto ao que prometi.
Oepois do drama ti ve mu deapreciar nova-
mente alai, a o ineu compadre (aspar
Goslei iiiuilo da raivuili i da menina quaudo
Ibe fugio o canario.
I). Carolina faz uns artufos muito engracadi
nhos. assim nao quebrasse a louca.
Verdaderamente live pena do Sr. Guimares
quando o queria casar a 1019a o uiarquez com
urna meniia lio viva ; mas eos ajudou-o, e
nao leve outro fracasso talvez peor do que o
liando, que Ibe deu o marquez.
No final tivemos o duelo o <=> Carola -- que
acabou de cueber-me a medida.
Tocou aqu no ultimo vapor do Sul o Sr.
Germano em caminhu para o Maraobo. lieui
071/rra ouvi'Io, e aprecia-lo, mas aiuda espe-
ro le este gosto para enio dizer alguma cou-
sa a 1 r- pe lo de seu ment anistico com conhe-
ciments de causa, nois nestas materias nao
goaio de fallar por Infonuacdes.
Dos queira que no seu regresso elle nos fa-
Wada mais occorre. Eslimo que lenha apre-
ciado o celebre mgico Herr Alciandrw, e
eu coat pesar o nao aeompanho. Gose saude,
c largos dias, que eu por c vou me extorcan-
do por fazer outro Unto a despeito dos pra-
guentoij__________ ___.
supplente para o padre Rochael, o que n3o
tem ni/ ul s nem relac6>s con pessoa a
cuja influencia attrlbue a imprenta some-
Ihanie nomeac^flo !
O que dir qoando aouber que motivos
de Dreresses domesticas fcvaram o Rrejo
o padre Rocbsel, e que tifinhuma rela^lo
tem com os soldados da cavalUria que para
all fjrsm a pedido do delegado em exer-
cicio, li 1 1 (rito a primeira auloridade da
provincia 11!
Oqedira quaudo souber, que tongo ua
iiiiiui.i amizade e rolagOeis quo suppd,
exist-) inimizade e at indispoMCflo entro o
supposto prutegitlo e seu proteclor 11
Que iuteresse tem a linprerua lo mentir
tSo descaradamente, e de trazar pra su>s
1 ii
tui di SoMide n. 8, avallada em 800/000
ria, penhortdis por Lulz Uinoel lloli igue
Valenfa cootra Jonquim C.rnriro Leal e sut
mulber, D. Mina Snnhminha de Alirn-i la
Leal: e para qun cripgue a noticia de todos
mandei pastar edlttes <|ue saiSo publlcadus
pe.>s joruaes e alixn.los na pra;a do Com-
merclo e casa das audiencias.
ido e passido nesta cidade do Kecifa aos
i9 de julhii 'le 1854. Eu Hanoel Jos da Mot- 'o andar.
ta, escrivo, o subscrovi.Jos Kaymuodoj Para o arac.ilv OU l'araliyb i
da Costa Mnezes. PropOe^se a sahir co'm toda a brevidaile
-- 0 Illm. senhor offlcial-maior, ervindo T-Mroebem condec >o brigue nacional r-
de inspector da tliesouraria da fazenda pro | rahybano, forrado de cobm e de primeira
e porto : quem nelle quuer car-
regar, dirija-se a ra do Vigario
n 5, piimeiio andar, ou com o
capitao Joao Uamaceno de Araujo.
Para o Aracaly sjhe con brevidaju o
biate brasiluro Augelica; p.ra co ga ep.a-
sageiros trata so na ra da Cidcia n. 49, pri-
vincial.em ciiiprimuiilo da ordem do lu
seubor presidente da provincia, de 6 do cor-
renlii, manda / publico que nos dias 17,
columnas mi mu ~ e toriiez^s desa otdeui? 18 e 19 do mosino ira a prara para sr arre-
Sabninos doudo vein lo la esa misturada mtido pi'rauto o tribunal administrativo
I' gielos, anula incolierta com simulada d< inesna thosourana, a quem por mi-nos
mentira ae sir o padra llociiael sobrinlio Jo fi'.er a obra d i pintor do alcalrSo n oleo na
Infelil Cordeiro, qunlo he sobinlio da ponto do Catanga, avalia ta em 385,000 rs.
sua esposa, equu com olio nr-m um outro A arroma tarjan ser ft-ita na forma dosar-
parentrtsco linlia gen.lo de allinidade. tigos 21 o 27 da l.-i provincial n. 286 de 17
S3o tantas as inenliris, as calumnias c os do mnio do 1851,e sob s clausulas espociaes
aleives, qu para desmuscarar a Imprenta abano co .ia.las.
bastara >lizer-lbe uina e mil vezei : m 'lili- as pcssois que se propozerem a esta arra-
tis impudentes ments descaradamente matnco coniparecam na Sala dasssses do
Km ultimo desabafo s direi que, um pa- mesino tribunal, nos das cima indicados,
pe que nccup* as suas columnas com 13o pelo meio ilia, competentemente habilita-
nogentos duestos, e estpidas falsidades das.
mais provoca o desprrsoque a vingan^a, c Hipara constar s mandou allixar o pre-
marclia; quem oo mesmo quizar carregar,
traten, rui da Cadeia do Recife n. 23, ou
com o mostr llomique de Souzt Mall'ra.
Avisua diversos.
qua nos Ihe perdoamos a otTensa por n3o a
julgarmus digna .le urna represalia.
Itecife 16 de agosto de 1851.
Antonio Sos Vtreira de Uendonca Jnior'
1
Pubhcagao' a pedido.
Accord8of)om relilo ele Proeadl to o
sent n publicar palj diario. Secretaria da
thesouraria da fazenda provincial de Per-
nambuco, 9 de agosto de 1852.O secretario
Antonio Kerreira da AnnunciacSo.
Clausulas especiaea da arremalaglo.
1.a A pintura da ponte do Catanga ser
feita decouformidadecoai o orcameuto nes-
ta dala apreseutado a approvacBo do K\m
sorteio ereiaiono doeatylo: Que aggra- fenl.or presidente da provincia, na impor-
vado foi oaggrav.,,1., pelo juiz a quo no sea "} 383'0"0 m1m1i .
despacho da f. do que so aggrav, vistos os *' "rouiatante devera dar princ.pio a
autos: porquanto musirn Jo-so delles que "'". P">t'"- '"> praso de 30 d as, e con-
. aggravada, mulhtr do aggravante ofloiM c'u,ra no ""'V! a nieiM' SPX
uequeote, non. a seu fao""e requ-riman- Prs"s como determina o artigo 3i da le
to fosse feita alguma ponhora. c conslitui- Pr"1"!-'.-! 28
ludo a posse dos bens, pois quo est o ag. ^M-o le, p,v,.,cul ... 286 ....17JH mi
gravante seu mando nY.daiInutracBe do* do IS.l.-t.onlor.no.-.O secretario
Declara^des
Tribunal do cdiiihi.-icn>
Do ordem do tribunal do commcrcio da
tenida, tonto que a oxecucHn prosegue por
dianti-, he clarn n n o juiz a quo fet aggra-
vo ao agi?ravanle, mananlo passar man-
dado de captura, pur nlo'cumprir o mesmo
aggmvanto o mandado do lavantamenlo, e
enlnga dos hens pertencentes ao seu cisal, provincia de l'arnamboco, se faz publico,
do | i i lio cibeca e adminis'rador, e por p6|, secretaria do mesmo, que na data de
isso n. forma da lei is-nto da priaBo, dando ||0j,. f0 nictriculado o senhnr Frederico llo-
porlant') provimont-i aoaggravanto em sen bllli-ir.l, corretor goral d'-sta praca. Seere-
aggravo n f., manlam que o juiz a quo re- aria, 16 d.) agosto d-1832. Joo Silveira
forme o seu des.acho, pelo qual mandara deSouza, odicial-maior.
proced< r a irisilo do mesmo aggravante: .. o vapor lirasileiro Paraensn, comman-
condemnam a aggravada nal OUstil. dante o capito de fragata Manoel Francisco
da Costa Pcreira, deve cliegar dos porlos do
norte t 20 do crenla niez de agosto, e
seguwa para Macelo, Baha e llio de Janeiro,
uo dia seg.iinte ao da sua entra ta.
Itecif' 10 de agosto do 1852. Azavedo,
presidente. .Sou/a.Luna. V. Valla.
QMMERCIO.
aLFAI1EA.
Kendinio.ilo de I 16 .
dem du,dia 17......
.100:727,192
. 7:051,080
107:778,272
THEATRO
Oe.icnrrcgam hoje 18 de agoito.
Galera ingleza Bella mercaduras.
Brig'io americano --Brandy ffic f. rinha
de trigo.
ltate -Aguia Hrasileira --gneros do paiz.
llll|MH'tMCIuY
Brigue americano llran ly Wine, viudo de
PhiladeUd.ia.consignadoa Matiieus Ausiin t Primeira recita da nova empresa e
Cnmpaiihia, niaiiilestou o snguiute :
I caixa inrdicain-utos ev.dros, I dita ig-
da assignatura.
ESTREA 00 ACIOn J0A ANTONIO DA
COST*.
S.hbado 21 de agosto de i85i.
D.poil do urna brilhante ouvertura de
oomposieSo do diwctor da orchestra, o Sr.
Correspondencias.
Sis. Kedaclores.Acbaudo-se prxima a
aleicto da cmara municipal desta ciilade,
occorre-mo i idea que sera de utiliJade pu-
blica se foram eloilos para membros da nos-
sa cmara os seguinles senhores :
BarBode Capibaribe.
Jos l'iaco Ferreira.
Antonio Jos de Oliveira.
Francisco Baptista de Almeids.
I)r. Cosme deS Fereira.
Antonio da Silva Cusmao.
Jos Pires FreireyCameiro.
Fiancisco Carndiro Machado Bies.
Francisco l.ni/.piacicl Vianna.
Jm votante do n.-cifa.
uora-so ;a lieane Youle& Companhia.
275 barriquinbas bulaxililia, 630 ditas la-
milla de trigo, 37 caixas 81 fardo tocidos
de algudiio ; aos consignatarios.
630 harneas familia de trigo ; a Me Cal-
mo.it & Ccmpanb.a.
Escuna brasilea Maria Firmina, vioda do Pedro No'lasco Baptista, subir scena o
Ass, consignada a .Manoel Jos de S Arau- drama de Mr.Flis l'yt,em 5 actos, 12 qua-
jo, manifeslou o seguidle : dros'e 1 prologo.
to alqueires sal ; ao consignatario. (J trapeiro de Pars.
62U couros de caora ; a Jos Antonio da '....,,.
Co-ta I. ...aos. PROLOGO.
IIi.il: l.rasileiro Aguia Brnsilcira, vi"do Parsonagens e actores,
do Aearac, consignado a Manuel Coucal- JoSo trapeiro ~ O Sr. Jo3o Aulomo da
ves da Silva, manifest, o seguiule : Costa.
607 meios de sola. 1 bami toucinho, 1 Pedro Carousse, idom-- Joaqu.m Joso l!i-
reda, 2 saccas familia, 2 pacotas cuno, 530 zerra.
couros u.iudos, 25 saccas gomma, 2 barr- Jaques Di lier, caixeiro decobrancas Joa-
cas com niel, 3banis peixe, 2 barricas, I quim Jos Pereira.
Cuuhele e 1 caxole cera, 3 saccas leijilo, 1 Um cabo de esquadra o urna escolta de
masso peOOM de emula, 1 barrica, 3 fardos, linha.
6 caixes, 1 pacolo, 1 caixole 6 78 queijos ; DRAMA.
a or.ioui. Jo3o, trapeiro- O Sr. J0S0 Antonio da
CONSULADO GElAL. I Costa.
Rendimonto de 1 16. 13 863,487 Pedro Garnusse, sob o nome de bar3o lloff-
ldeuidodi17........1606,988 man OSr. Joaqulm Jos Bizerra.
______. Ilenrique Berville--0 Sr. Luiz Carlos A-
15:470,*75 modo.
..________ Con le de Frindair O Sr. Resendc.
DIVERSAS PROVINCIAS Loisau O Sr Baymundo Jos de Araujo.
Ilendimentode 1 16.....1:438,205 Lourdo.s -- O Sr. Manoel Jos Pinto.
Idemdodian. -.......271,645 Cripart--OSr. Pedro Baptista de Sania Rosa
________. I.aurenlino, c l.uiz, criados do barao Os
1:709,85o1 senhores Luiz Antonio Monte.ro, eAnto-
_________.1 nio Jorge.
RECEBEDOR.A DERENDAS INTERNAS GE- QSlgi^SSJrXtt ,'nt0'
-- TnrJo de faier um 1 viageni a provincia
dai Alagoas, oude me drroorarel por eapacu de
quatro ou aels meieidcuo fatei.do ai uiioliaa
vezeaein mlnha auieucla o 3r. r. Podro de
Auahyde Lobo Muscoio, dlallnctu medico ho-
ineopa.ha deata capital. O Sr. r. Pirra Ha-
mos Jnior tica incumbido de diitribuir de
graya aos pobrea o remedios de que precisa-
ren! ; elle pode aer lambein consultado com
vantagem em ludos oa caaos de mole.111. Trea
annos de pratlca em mlnha numerosa clnica,
acoinpanhada dos mdispensaveia eaiudoa para
o cieiclcio da hoineopaibia o tem habilitado
para deaemprohar a miaso deque o daito en-
carregado. Tambeiu fica o mesmo Sr. Ur. l'i-
n-s H.un.is Juoior de poasc de uilnha ptima
collcccao de medicamento* ho'neopathicos pre-
para 01 em grande parle debaiio de ininba
vialai, c doa quaea leuho aempre lirado os maia
fcluesjjreiuliailoa no tratameulo das molestias,
qoer abadas, quer chrooicas. Muilaa daa aubs-
tandas vegetaes sao colbidaa uesta provincia,
drveudo eu urna boa parle desle trabalho .10
no u li ou amigo o Sr. coronel Jo.viuim Canuto
de Figueiredo, proprletaii do eugenho bao
Fianclsco, a quem nesta occasio nao devo
lio v 11 de tributar um publico teatemuiiho de
gratido Aproveiloo enaejo para ollerecera
todos os Perna.nbucanoa ein geral, e muito em
particular aoa nieus amigos, meus fracos ser-
vifos oaquilla provincia para onde partir! no
priineiro vapor, que vier do fiorle. Rogo a
todaa as pcisoas, que comigo tem cuntas, que
sediguem de saplisfaic-las at o dia 20 do cr-
rente. Creio que nada devo a pessoa algoma ;
mas ae alguem se julgar ineu credor, teulia a
bondade de mandar sua cuula com a maior
brevldadc.
Dr. Sabino Olegario Ludgero Pnho.
Napolen Gabriel Bez relira-se para o
llio de Janeiro, levando em sua coinpaiibia
o seu escravo pardo, de nome Luiz.
- E. Trucl.on, ciJadlo fraucez, retira-se
para a Europa.
Fraucisco Moreira do Carmo, subdito
purluguez, relira-se para fura da provincia.
HOMEOPATHICA. S
28 RA DAS r.RUZES 28, ]
^ Dirigida por um'pharmaceutico approvado,
Z. Esteestabelecimento postue todos *j
^ os medicamentos al agoraVxperi- 2
aa. mentados, lanto na Europa como no ^-
f> Brasil, e preparados pelas machinas ^
Frederico Rnbilliaril tendo obt.do do
njtrilisiiuio tribunal do comroercio n com
patente titulo de corretor geral desta prace,
em virtude do que, fas 'cente ao respeita-
val publico, que ostaestibelecilo neata qua-
lidade para exercer todas as funccVs, qu>
marcam o cdigo commeicial no titulo 3 ',
capitulo 2.* dos correctores no art. 45. que
liz o seguinte :-O corretor pode intervii
em todas as couvenQOf-s, transar;Oi-s e npe-
racrie mercantis -.e assim os seus princinaes
negocios ; ser3o de comprar e vender ge
eros do paiz, e fazen las de importadlo de
todas as qualidades, navios, necoes do banco
eout'os ttulos, meties, negociar leltrag dr
cambio, descontar letlras da trra etc. etc.
Aproveilanto esta occasiJo para publicara
tabella das commissOes dos corrotores desta
praQa, marcada |ilogoveruo,o mandado oo-
M-rvar pelo respectivo tribunal ,1o comm 11-
cin, na conforml lade do decreto n.SllSdr
28 de julhod- 1851, qun he da forma seguin-
te : -- cobrarflo os cortotores da prac,a do
coinmerc oda provincia de Perna nbuco de
.-1 >-;> 1111.- n, o seguinte :
i,
41
Oiltrtirip.
da
InveneSo do Dr Mure.
Carteiras de l2tobos t 160, por *
prerjos variaveis, conforme a quali-
dade das ditas, a quantilade dos re-
medios e suasdynamisaces. -ai
Tubos avulsos (cada um) 1/000 *
Tinturas do todos os medicaren- J
tos em fraseos de 1|2 onra 2J0OO 2
AVIAM-SE GHATI1ITAME,\TE 2
^ paraospobr s,todas as receitas que <;
> paraali mandar qualquer professor. <-.-
Aviso para quemquizer.
A.Golombiez avi.sa aos seus fre-
guezes, da sua loja de alfiiatc, c ni
roupa feita, que transferio-a tiara
a
Apolices da
divida publica.
Acedes de
compaobias.
Metaes pre-
ciosos.
Leltrai de
cambio.
Dius da pra-
ca al I anno.
Por mais de
1 auno.
Gneros na-
ciooaes iie ex-
portaco.
Ditos estran-
geirus de im-
porlajo e dr
reeiportafo.
Venda de ua
vios.
I li I ilO. MI '
de dilos.
Agencia de
seguros.
Traduceide
manifesioi.
Ceilides.
Ditas.
V.p.c.
V.p.c.
/,p.c.
'/,p.c.
Va p c.
VaP-c
n/oeo
ajeno
4|0H0
/,p.o.
'/j pe
'/jP.c.
VeT-c
Sobre o valor
i'li. 1 livn
Dito.
Sobre ana im-
portancia emjno-
da crrenle, a-
Idem.
dem.
Conforme a con-'
venca mutua.
/
Sobre sua Im-
portancia.
Dito.
Dito.
Pagos pelo pro-
prietario, 011 con-
signtario sobre o
valor do frete. I
Pago pelo se- f
gurado.
-- OrTerece-fe 01 rrenino de Idide 12an-
nos, para caixeiro de qualquer stabeleci-
mento, o qual be fllho de Porto de Podra., e
nunca llalli sabio : quem precisar dirij.-se
a ra do Livrameoto, sobrado n. 0, segundo
andar.
Dessppareceu no dia 15 do correntp,
pelas 2 horas da tarde, da rus Augusta, so-
brado de um andar,ao p de um de var.ndi
encimada, da casa de Manoel Thomaz dos
Sanio, um seu oscravo mulato, de nome
Jorge, cojos signaes sflo os seguinles: bal-
so, secco do corpo, tem una queimadura na
parte esquenla do rosto, nariz afilado, pou-
ca barba, n los prelos, eludios pretose
crespos, he rendido das venillas, os ps po-
quenos, e os dedos rombulos, pernas linas;
levou camisa azul, caifa do 11 -c nimbo e um
bonet; quem o pegar leve-o supradiU
cisa, que sera recompensado.
Um rapaz brasileiro, com 16 annos de
Idadr, se olToioc.) para cai"iro de armazero,
loja ou ra ; qun'n de se presl.mo so qui-
zer utilisar, annuncie para ser procurado.
Quem precisar de. um homem para fei-
tor de um sitio,ou para servicode urna casa,
dirija-se ao pateo do P.r.lOa casa por sima
da saeh-islia.
laornpras.
Cnmpra-se a obra que tem por titulo
- A mocidade onganada e desengaada
convenida e instruida; quem tiver annun-
cie.
Compra-se
tima colxa ne damasco encarnado; neata
typographia, ou annuncie.
enijs.
excedendo a im-
portancia total a
maia de l^rs.
I ni 1 Hua oo
eacedeudo a um
n.ez a cotaco.
Exccdendo-a I
esquina atrs da matriz, loja n. de29d juiho do anuo prximo lindo, 01
em me- est o Sr Naliurn sen- l3 saliorao se o que o abaixo as-ign
, em que esta o ai. rtauuco, sen- auer, hrcoalTt lmlu0 di.eiio.,comoi
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento dodia 17..... 293,380
CONSULADO PROVINCIAL
Hend monto du dia 17.....1:074,143
Movimento do porto.
AnniOJ entrado na dia 17.
Aearac -- J2 dia i braslleiro Aguia "
I
d
eros

Mara Didier A senhora D. Manoella Cao-
lana l.ucci.
Clara II .iliiian-- A senhora D.Carme.lla Lucci.
Madame Potart, paiteira A seubora Ma-
ra Amalla Monleiro.
i-iii i, criada grave de Clara N. N.
ra li. Jesuina Jusephina Campos."
, viga de S Lasaro -- N. N.
eir, de b> tone as, .ne.tre If*']** v^ cria la de madame l'otard N. N.
^r^S^^^^dVXr'ds^ Agentes de polica, guardas muoiclp.es,
eiros. Josd tuymundo Ferreira e urna ei era-! criados, etc.
"a Joaqulm da Siva fereira, Jos Ril ciro A scena passa-Se em Pars.
Pereira, Aulonio Fernandes Res, Domi igoa Por causa da grando exlensSo do drama
Antonio dos Santos e\i escravoa aenlrrg: r. principiar O espiclaculo as 7 t|2 horas em
Parahyba 5 dias, hial* biaiilelro ParaliyD ino, DOnto.
de 7 toneladas, ineSlre Ilenrique de S ota i------ -
Mafra, equipagein a, carga loros de min; uc Tenlo de comecar a 21 do correte as re-
aumrstre. nresenlacOes dadas pela nova empresa, ella
Ais 2bd.as, escun "^isllcira Mara Fi mi- tl ,,ublico que alem de quasi todos OS bons
na, de l'2 3|i ,onc|ada>Veue Jos iv eira ,(_,,( aquj existentes, lemaconlratado a
Diai. en.-j.pagem 8, carga T fc' ,ros Sr. Jo3o Antonio da i.osta, e quo es era do
a .hanoeUos de Si AranJoVdM Maria Jnna ||0 de Janeiro e de Lisboa os artistas Leo-
Acaba moi de ler a imprenta n. 178 de
16 do actual, em que no intitulado cor-
reio da protvincia se alllrma que o Sr. padre
Kochael (Cra nomeado delegado supplente
do Brejoa Madre de Dos, e que para all
partir cibrn duas ordnanos de cavallana
a tratarla eler8o, devendo ir para isso lo-
mar conta do lugar (inmediatamente; ai-
llo exclama a desvenluradada Imprensa, ou
Ualiia lidias, patacho hollar.'r
de S76 tonelada, caplio M ..,
pagem S. ..ToL. -,ja" ge""
Manoel A Ivea Guerra Jnior.
Parahyba 0 dial, biaie brasilciro Espadarte,
niesiie Manuel Sophio da Penlia, carga tora
de mangue: a Antonio da Costa Ferreira Es-
trella. ____^_^^_
tiDlTAES.
0 lir Jos Itaymundo da Coala Menezes,
juiz municipal supplenlo do segunda vara
.locivel e do co.nmercio desta cidai.e do
Recife de Pernambuco, pur S. M. I. o C.
&c
Faco saber aos que o presente edital vi-
rem.'que no da 18 do diez de agoslo prxi-
mo lulu.o ae ha de arrematar por venda a
quem mais der, depuis da audiencia deste
qui- nur Orsat, Manoel JosMendes.e Jusephina
s:aSoller. A empresa procurar levar sena
i dramas du gran le niereciniento lilturario
le inleressanles vaudvilles, bem como fa-
, zer loJos os m-lhorameutos que a concor-
I redcia do publico permillir.
O preeo dus bilbetes ser o mesmo da
eu.pi i sa auloiior. Asassignaturas sarSo por
50,25 o 12 recitas, tendo os que assigna-
i .ni por 50 recitas, o abatimenlo de 20 0|0,
por 25, o abatimenlo de 12 0|0, e por 12, o
(jesconlo de 8 0|0.
De 7 du dezembro ao lm de fuvereiro nBo
se dai3o recitas de assignatura.
As pessoas que desejarem assignar podem
desde ja co i.parecer no escnplorio theatro
ds 10 at as 2 horas. _____________
g UrlOliiuii'Mu"- .---j---------w ( i mol i > -" r----ar----
alguem tur ella: ou soldados de primeira julZ0( na casa das audiencias, duas casas
linhi, ou um padre como o Sr. Rochael, lorreas, urna sita na ra das Cruzes n. s ,
s9o as pessoas mais aptas pa.a'os lugares de .y.ii.da em liOOOJOOO reis, e oulra sita na
polica, etc. Ora bem, oque diriO res- h,rem eom ,|gun, erros,
de no
Aviso martimos.
Para o Ass.
O patacho Atnisade salie nestes
8 dias, e recebe carga para aquel-
,.h/,-so.
0|-!ld0 I
r "dade.
i MUTILADO
do sempre o mestre da oflicina o
brasilciro Manoel Jos Ferreira :
na mesma loja cima, tem sempre
um completo sortimento de ropa
feita.
Loterio de No.ssa Sculiora do
Rosario.
0 respectivo thesoureiro desta
lotera, nnnuncia que as rodas an-
dam uo din a6 do corrcnle, impre-
terivel, e s ha a venda um pe-
queo resto de meios bilhete.s, que
icham-se no.* lugares j annun-
ciados.
D-se de grntficanSo ao,ooo
rs., a quem trouxer um gato mal
tez, grande, com a cauda e otelhas
cortadas: na ra do Trapiche nu-
mero 34.
oflerece-se um rapaz pnrtuguez, de
idade 16 a 18annus, para caixeiro de ven la,
qun da mesina tem pratica ; quem o preten-
der dirija-se ra da Ssnzalla Velha 11. 98
Aluga-so o segundo andar do sobrado
da rus da Cruz d 18, proprio para homem
solteiro. ou familia que coma do hotel; a
tratar no armazem do mesmo.
Precisa-se de um copeno e um eslribei-
ro,ambos forros o que enlendam bem do seu
servn;o ; na 111a da Aurora, casa do sennor
*"'js Baptista, janlo da nasa dosnxuostos.
f0tvj'-- --- .oiw*-"------. "...un,
'lirados da ra Augusta, p-rteocentes aus
lafslos do fallecido Jos Maria, pede ao tu-
rtos meamos, que os maule por em pra-
os'dr"1u0 ''''"'' forma mais poderBo lucrar
_Jtos orphSos.
te J Desappareceu em 8 de juiho do corren-
de a"""' ul" cabuclo de nome Jos, eseravn
Jacheco Fllho Oc Sien les, da cidade do \-
hfjty. O qual lein os signaes seguinles: o
helr" ''squurilo quebrado na munheca, ca-
los prelos, as pernas um tanto arquialas
' liira.he de boa estalura,e cheio do ror-
J'i], iem fallante, porm quaudo falla apena
ana K en're os dedles, tem por coslume
j* n lo se lio perguiita alguma cousa res-
!.lini ler senhor sim ou seubor ..3o, levou um
./., irtur de 13a orduiano ainda ..ovo, cba-
P de palha da Italia j usadu.com fita pre-
J, alca de algojaosinho azul 011 com lis-
;'."", camisa da Oiesma fazenda uu branca
ae,i escravo tem vin lo do serlBo por Ierra
.rH, i prarja, e muito gosta do lugar de Pe-
c I da Fogo, aonde pode ser que esteja
u, alo, e foi escravo na villa do Pombal;
JJj 1 o pegar leve-o a ra. di Cruz do Re-
aoni c,sa de Luiz Jos da sa Araujo,
vom a se achava o mesmo escravo para ser
_. ido, e se recompensar.
1 ". Toiiilo-se perdido urna letra da quantia
rj, exento, mil rs., aceila pur Bernardino
c- ingos Porto, a favor de D. Joanna Feli-
.y-lineiro, e vencida em 29 de dezembro de
,^I a qual flea de uenhum elleilo por se
_jpito nova a transaciSo.
un". Qnem tiver a traducc3odo Thompson,
Airjessa ou mauusciipta.e a queira vender,
Lotera do i'.io de Janeiro.
aos 10.000,000 de rs.
Na loja de iniideisda prnca da
Independencia 11. 4 vendem-sc
billietes inteiros, meios quartos,
oitavns e vigsimos da decima
qaarta lotera do hospit.l da San-
ta Gasa da Misericordia : vem a
li-ta no piimeiro vapor que clie-
gar do Rio de Janeiro.
Deposito de cal e potassa.
Vende-sc superior cal e potassa,
I e por preco commodo : no arina-
Pagos pelo pro- ( 1 Ir ,
prietario. ou con- zem do caes di MlmJega n. 7.
ttS'vrst sa|sa pariili,a ae Sandj-
paginas, c rs. i// Vicente Jos de Brilo, nico agente em
pur cada urna das Pernambuco de B. J. II. Sanls chimico
legiiinles, nunca amenemo faz publico que tem chegado a
esta piarla urna grande porreo do frascos do
salsa parrilna do SanJs, qu" s3o verdadei-
ramonte falsificados, 3 preparados no llio do
Janeiro,pelo quo se devem acaulelar os cou-
suni loies de 13o precioso Talismn, de ca-
lur ncslo engano, lomando as funestas cou-
sequencias que sempre costumam trazar os
medicamentos falsificados e elaborados pela
Prometiendo oannunciante omaiorzelo mSn d'.quelles que .Btaaoam seus interes-
e r.clividade no cumplimento de lodosos ses aos males e estragos da humanilado.
negocios confiados an sou cuidado, ecm- P01 lano pe lo para que o 1 ublico se possa l-
vida todas as pessoas, que com elle quize- vrar desla fraude e disluiguaa verdadeira
rem tiatar, para se dingirem ao seu arma- salsa pamlba deSaods da falsificada erecen-
zem, na ra da Cadeia do Rerife n 4,aon- temenleaqui chegadajoannuncianle faz ver
de tambom recebo qualquer Idead, para que a verdadeira sevende nicamente em
veo ler ou em deposito. sua botica na ru da Conceic>3o do Recle
-- O abaixo assigna.lo, em resposta ao avi- n. 61 ; e, alm do recailuano que acompa-
so dos senhores Manoel Jos de Souza Bello nha cada Irasco lem embiixo da piiuioira
o Jos Fclicio de Souza Cuito, inserto no pagina seu nomo imprcSsO, o aa aHib.r sua
Diario de Pernambuco n. 125 de 5 de junlio firma em manuscriplo sobre o invollorio
prximo passado, entende que s Ine cuoi- impressu do mesmo Irasco,
pre dizer que traten aquelles senhores do l,0teria de No.ssa Senhora do
demarcar judicialmente as Ierras do seu en- ..
gento Parol, que so convencerSo da exael- osario,
daodoquanloexizo mesmo abaixo assig- (JaSll Ja l-'ortuna, ra Direita II. 7.
nado no seu aviso impressono Diaiio d li A rod correle, infalivel, na casa cima, o na pra-
ca da Independencia, loja do Sr. Fortunato,
est a ven la um completo sortimeuto de
cautelase meios bilbetes.
Meios bilhclcs *.000
Quartos 2,200
Decimos 1,000
Vigsimos 500
Cortes delaa, com t covados.
Fazenda de muito gusto, cores escurase
- (xas, a 3,500 rs., nara acabar: na rut do
avis que publicaran no citado Diario n. Crespo, loja amarella o. *, de Antonio Kran-
125 de 5 de junlio do prximo passado, ao cisco Pereira.
passo que logo a denominan)-judicial em | A l8,OOOrs.
outro .viso da mesma data, e quo no mesmo | p |jl03 ,|e p,nno fin0 pret0 e de cores, fa-
Dar.o lizeram imprimir em r. snnsta ao oro- Mn(i. m|S fln< ..B se tem apresentado
prietario do rngenhu Universo, quaudo afir- |,0J. n, rrJI jo crespo, loja amarel-
mam que pela dita demarcarlo o engenho n Je Anl0l Fraucisco Pereira.
Parol .e tem de estender ao crcalo daquelle I c ,-, ra n.-r-amle rhifa
enaenho Universo, pegando-llic at o acu- A 5,000 e (>,000rs., p-casde Ctllta.
68
60-
alo
es
o dizem. De pi'ssatem accrescenlara o abai-
xo assignado que, se 111 quali lado do juiz
julgou por senlenQJ a demarcar;3o do enge-
nho Cuiambuca, foi por considera-la proce-,
lila na conforroida le du respectivo titulo,
podando quem quer que se considerasso lo-1
sa lo intentar os recursos del"rmmados pela |
lei; e admira sor esta demarcarlo apelida Ja |
DJudiei.1 -polos referidos senhoros no
del Declarand 1, enilim, o abaixo assigna lo
que d3o auparece escriptura publica nem
particular da compra que o fallecido pal dos
senhores Bello e (i ildo fez de urna proprie-
dade de ierras pertencentes a sismara do
engenho Cuiambuca. nSolie isto indiirerrn-
le ou cousa que lne n3o deva iinportar.visto
que, 10' mais esln falta de titulo, se conhe-
ce ainda a sem raza dos meamos senhores;
e com estas palavras so n3o quer al u lir aos
atrasos de ninguem, como parece que ma-
liciosamente se pensuu .10 aviso a que pre-
sentemente se responde. Nada maisdirao
baixo assignido protestando ser esta a
nica vez em que se oceupar em responder
pelo prelo aos senhores Bello e Guido, por
quanto de semellianle polmica nennum in-
teresse resulli, e emjuizo lera de desenvol-
ver e sustentar o direito que Ihe assiste.
Zeferino da Cunhi Bastos.
-- Do abaixo assignado, morador na ra
uo uiuiai a 10, logio no oa ib ao correTt-
le, um seu escravo por nome Roque, creou -
lo, o qual representa ter 45 annos de idade,
foi vestido com cal;* de panno prelo e ca-
111 isa de algodao azul, e tem os signaes se-
guinles : alto, nm tanto secco do curpo, cor
fula, descarnado do rosto, olhos pequeos,
o tem urna cicatriz em um dos dedos da m3o
por ter assim sido maxucado puchando urna
trave, feto de cara, cosluma a se embreagar,
e he le presumir que ande pelo bairroda
Boa-Vala por all le a mulher com quem he
casado, c tem fillios : recominenda se as au-
toridades policiaes e capitaes de campo, a
captura do mesmo, que sera gen-Tosa mente
recompensado.Jos Congalv.-s llalveira.
-- Desappareceu 110 dia 15 desle mez de
agosto as 5J horas da larde, da casa de Ma-
nuel Alves Ferreira, 1 escrava do nome Gia-
ciana, que representa ler 25 a 28 aunus de
idade, de nacSo Ci sta, mas nao 110 talhada
como uniros, bem feita, puxa du p direito,
mas pouco se percebe, isto causadu do ex-
tocego que deu no mesmo pe, do que Ihe
licou o tornozelo bastante grosso, falla bem
exei.cada, levou vestido de cinta rouxa com
flores encarnadas, porm novo, panno da
costa ja usado com franja branca, fui escra-
va .le Joan Evangelista da Costa desta pra-
;a ; quem a pegar ou della souber leve-a ao
becco do Ihealiu v llio por cima do bote-
quim do senhor Paiva, no segundo andar,
que sera bem recompensado.
No dia 21 do co' rente mez de agosto,se
ha de arrematar em prac,a publica urna casa
terrea, sita na Casa Porte, com quintal mu-
rado, avallada em 450,000 rs.,- e vai praca
a requenmonto do leslamenteiro da Uada
Ferreira, que se pagara con gene-1D. Francisca Jovita de Paula, para pagamen-
I to de legados.
Chitas de cores fixas, com 38 covados:
pelo diminuto preco de 5,000 e 6,000 rs. ,
na ra do Crespo, loja amarella 11. 4.
A 1,10) rs. a vara.
Brim trancado, branco de puro Imho : na
ruado Crespo, loja amarella n 4.
A 4.5oo rs. a peca.
Pecas de bretanha de linho, com 4 palmos
da largura, de 6 varas cada pega : na ra do
Crespo, loja amarella n. 4.
A 1,600 rs.
. I.-'neos de seda da India, para hombrus de
sennora e algibeira de homem, o mais Ano
e roo lerno, que tem vlndo a este mercado :
na ra do Crespo, loja amarella ... 4, de An-
in 1 1 Francisco Pereira.
Feijo novo a 6,000 rs.
No armazem de Gouveia & Dias, confron-
te a escadinha da Alfandega.
J7-------a^-----a-uati-j** -'. -I-----
a-se a rus du Crespo, a casa do bem co-
do da oscuna Maria Firmina, fu.ideaJade-
fronle do trapiche do algodSo : a tratar na
ra da Cruz du Recile 11. 33.
Vonde-se um cavallo de eslribaria : na
ra Velha n. 55.
Vende-se um bom sobrado de um an-
dar, sito na ra de llort.s n. 104 a tratar
na ra de Sania Theresa com Miguel Jos
de Almeida Pernambuco, que esta aulonsa-
du para o vender.
Vondem-se superiores vellas de car-
nauba em ea Ambas de trifila e tantas libras,
sao do no I lu das de espormacete, assim
como queijos do serto muito bom fonos,
obra mullo agralavel; no Becco Largo do
Recife 11.1, segundo andar.
VenJem-se dous depsitos de folha.pro-
P ios para a/eito de carrapato, que levam
um, oitenta caadas, e nutro, trinta e cinco;
em bom esta lo: na travessa do pateo do
Paraizo n 20.
Vende-se um mulatidho de 7 para 8 an-
nos, assi m como um ne do Cabug, loja do mindezas n. 1 C, de Gui-
m.ifo*.
Vendem-ie dous caixdas de armario de
venda, e urna mesa grande com treze pal-
mos de comprimento e cinco ditos de largu-
ra, propria para qualquer esiabeleciuienlo,
ou mesmo para cas. de pasto: na ra da Ro-
da o. 52.
Chapeo do Chile.
Vendem-se chapeos do Ctiile de tolas as
qualidades, por prefo commodo; na ra do
Crespo o. 23.
l'ao de l'rovenca.
Veude-se o muito bom pao de Provenja;
na ra da SeuzaiU Velha, padaria d. 98.
SJSJSjBJSjBBJSJJBJ. -


Moinhos de vento <
com bombas de repuxo para regrar hortas
e haixasdecapim na funditBodeD. W. Bow-
man:na ra do Hrumns.6,8el0.
Fazenda da moda.
Vendem-90 superiores cortes de cambraia
do salpicas brancos do cor, palo diminuio
lireco de 3,500 rs.: na ra do Crespo, loja
i. 6.
Cal virgem.
Vende-so ral de Lisboa a mtis nova do
morcado: na na do Vicario n. IV, primal"
midar, escriptorio do T. de Aquino Fonseca
y Filho, ouua ra do Trapiche, amazem de
Antonio Augusto da Fonseca.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
do Reciten, ia, lia milito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
tim como potassa chegada ltima-
mente, a preces muito rasoaveis.
.\ iao rs. o covado.
Na ra doQueimido, de fronte
do becco do Peixe Frito, loja n. 3,
vende-se riscadinlio azul, com a
largura de tres palmos, pelo bara-
tsimo preco de seis viutens o co-
vado; esta fazenda lie muito recom-
mendavel aos senliores cheles t!e
lamilla; d-se as amostras com
penhor.
l'otassa americana.
No antigo deposito dacadci telha.n.
19 existe uoia pequea porcao de potassa
americana, chegada recentcniente que por
superior rivalisa com a da Itussia: vende-
se por pr eco razoavel.
Agencia ile hdwin Maw.
Na rua de Apollo n. 6, armazem de Mc.Cal-
moutSt Coiiipanhia, acha-se consianlemcute
i....' aortimeiuo de laixa de ferro coadoe
batido, tanto rasa como fundas, moendas in-
ciras todaa de Ierro para aniuiaea, agua, eW ,
ditas para armar em madeira de todo! o l-
mannos e inadellos o inais moderno, machina
hurisoDtal para vapor, com forca do 4 cav.ij-
lus, couco, passadeiras de ferro esianliado
para caaa de pulgar, por menos preso que os
decobre, cacovens para navios, ferro iuglez
taotoem harrascomo rm arcoslolhas,eludo
por barato nreco.
AGENCIA
da fundicio Low*Moor.
HIJA DA 8GNZALLA NOVA S. 12
Roste esiatieleeimeno conti-
na a haver um completo sorii-
ment de moendas o meias mofli-
das para engenho, machina) di
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tumanhos, pa-
ri tino.
Vendem-so os verdadeiros solinsin-
glezos, patento, do molino sem ella: na
ra daSeuzalla Nova n. W._
Vendem-se relogios de ou-
ro eprKta, patente inglcz : na ra
da N'iizaiin Nova u. \i.
Arados de Ierro.
Na fundido da Aurora, em S. Amaro,
vendom-se arados Jo ferro de diversos mo-
ldlos.
Deposito de panno de algodao da
febiica Todos os Santos da h"a-
n la.
Vende-se por preco commodo
o bein conliecido panno de algo
do desta labrica ; cm pessa, a
vontade do comprador: no escrip-
torio de iNovaesikCompanhia, na
ra doTrapicnen. 3.'i.
Vendem-se as seguintes anuientes:
nahos,rahanos,ialiBn''li's encarnados o tran-
cos, sobla, couve trinxuda alfaco ala-
moa, repulhuda, chicoria, aenoulas, f.'ijS
carra pato do tres qualidades, i rvilha loria o
direila, fava, coentro do luiireira, .sel(a, l-
malos grandes, repolho, couve lombarda,
tboia, e muslarda : na run da Cruz n. 46,
ofronie do Sr. doulor Cosme.
Tai xas para enffenhos
Na fundico de Ierro ile D.
VV. Jownian na ra do Brum,
p.ssando o chafariz, contiii-i a
liaver um completo sortimenlo
de taixas de ferro fundido c ba-
lido, de 3 a 8 palmos de bocea,
as quaes acham-se a venda por
preco commodo e com prompti-
dao, embarcam-se, ou carregam-
sc em carros, sem desposas ao com-
prador.
-- Vondem-sc amarras iloferro: na "la da
Senzalla nova n.42.
WfffWWI'ffWff Vf W f v*
a* familia tte mandioca
A 5,ooo rs.
Superiores chpeos de sol re seda ingle-
zes chegados pelos ltimos navios, pelo di-
similo pracn.de 5,000 rs. cada urna : na
ra dOCollegion. 4.
Aviso aos pais de familias.
Na ra do Collegin n. 7, aclia-se um sorti-
mento de louta do Porto de diversas quali-
dades branca e decore, a qual se vende por
prepi muito barato e serve para quem tem
pouro dinheiro; a ella antes que se acabe
.porque he per-hincha, e depois nflo val aua
ose eu soubnra-vamos, vanos fregu
/es. Na mrsoja loja se vender treze caixaa
vazias em que lo a louca.
C3?" Falitos Feito. ^?
Na roa Nova n. 26, tem para' vender-so pa-
litos do panuo verde o preto,muito hem fel-
los.o inais barato do que em outra qualquer
parte; a riles antes que seacahem.
Ve'.nlc-se a cxcellent: typo-
graphia do Diario Novo estando
bem montada, lanto de bons prc-
los, como de lypos : qisem a pre-
tender, dirija-so a ra da Fraia
n 55, a tratar com a Vinva liorna
Farinlia de mandioca a i,too rs. a
MHcea.
No armazem de J.1. Tasso Jnior : na ra
do ai 11111 iiii n. 35.
Vendem-se novas cassas chitas do lin-
dos gostos a 2.2*0 rs. o corte, cassa de qua-
droi lina a 280 rs. a vara: na ra do Crespo,
loja esquina que volta para USVoslio la lubrica tle Todos o
Sanios na Unhia.
Vende-so,em casa deN. O.Biebert C,
na ra da Cruz n. 4, aIgodSo transado a-
lllarabrira.muitoproprioparasaccosde
ticr oroupa deescravos,porpretcom-
i o V.
Brim trancado de puro linlio a 320
A (IlUili: DE PARS.
Fabrica de chapeos de sol, na ru*
do Colegio n. 4-
Alm do sortimento j annunciado, recc-
hou-.se pelo navio Havre, ultimo vindo de
Franca, um novo sortimenlo de chapeos de
sol de seda e de panninbo, para homens p
sunhoras, dos ltimos gostos; superiores
chapeos de sol de seda com cabos de cana,o
outros dos melhores quo tem vindo a esta
prora, que se conlmuam a vonler por mo-
nos preco queom outra qualquer parle.
Vend m-st qunijos freseaes de Hias,
vindos pelo ultimo vapor, e caigas com 10
libras de llgos de comadre, superiores : na
ra da Cruz, venda n. 4 defronle do Sr.
Or. S Pe eir.
Vende-fe una morada de
casas, feit.i a mu.lerna, com lijlo e
cal, .iio ni ra do Motocolomb,
por preco muito em conta : a tra-
tar na na Impeiial n. 3i.
Falitos a 13,000 rs.
Vendem-so palitos de panno mrsclado, do
varias cores, pelo diminuto proru de 12,000
is.: na lua do sobrado amnrello, na ra do
Queimado n. 29.
Sal$a parrilha Je Sands.
Vende-se a verdadeira salsa
parrilha de Sands: ni botica in-
glesa, da ra da Madre de Dos
US
rs. o covado
Frecos que parecem impossiveis
160, aoo, 24o.
MadapolOes de listras ou riscados proprios
para camisas ou vestidos pelo diminuto
preto de 160 rs. o covado, as muito acredi-
tadas chitas caboclas muito lixas a 200 rs
o covaio; as msis finas chitas rom no-
vos dosenhos fazenda do ultimo goslo e
Na ruado Crespo loja da esquina que vol- cores muito lizas pelo baralissimo preco
tapara cadoa vende-so brin tramado par-I de 210 rs o covado ; o afamado atoalhado
do de linho puro a 320 rs. o covado. [ adamascado de puro Moho com oito palo os
- Vendem-se saccas con fa- Jo '"gur ,60 's- v" "" '
pacas
Lotera do Rio de Janeiro.
aos ao:ooo,ooo dbbs.
Na casa feliz,
dos quatro rnntos da roa do Queimado n. 20
ven lem-se os muito felizrs bilhetos, mcio<,
quartos, oitavos e vigsimos, da decima
quinta lotera da Candade e da decima
quirta lotera da Misericordia, rujas lisias'
chegsm at o da 20 : a elles que estilo no
resto.
5.3
. es o e u w0 = -
"i=? a ? a-c
=' 2 ? B e <>" =
"|!?ii S"-= 2
o
-3
ce
w-
c
ce .
-.
= ^SS e 5.'
j
w v

Ja
ca
b
P3
2 ooi J oor;
a-a c S 6X

5 =
O. 3 z 1 a. rs -
^ s 5 -a'
o-S o % o-= i
em-se sacess con
reos : na ra da Madre de Dos ,
armazem n. 20.
Uortes de cambraia de salpico
brancos e de cores, a 3,5oo rs., o
corte.
lo cores a 610 rs. o covado ; ditas
com (os do seda a 800 rs. ; ditas pretal a-
rhainalolaoas muito finas a 880 rs. ; meri-
nos prctos de superiores qualidades a 1,800,
2,500, 2,800, 3,2ii0 is. ocovauo ; i etas de
Pulan.ia do puro linho com cinco vaiasl 3' .
fazenia muito lina a 2,800 a peta ; di la de I c 2
algodSo com del varas a 1,800, idem com I
COI
a g a
=Ju ,
SS 3
f ? -j
lili':
MIS
1=s
n ^ gj m
* S S
= I w m
s 9 S
* 1. o
f = 3 '
uus
i 1-SslSi
1 ,so?
aunptJduJOO
sos s.iin.qi: I orjs 90b opuazcj . mi".) 11.1-.-0 'ii.Yud < 11 i!.l vq i.)i 1 111 jqi1 '..10 lio: I
soillloq oinllll 0p S smil n||i| 11 s>'-) 1 {.> .11.tl.iA
as ouioa 1111--11 : opaaoa o 'sj or.) ap oaajd
<) 1:1 :) il|.ld 's,l]lii| 11)111111 KllllllKll IIIO.I 'eZOl
Bp Jll.l S'i:pi:IM,l.lil -1'|I|.I O-" MMp n A 's.llllll.l
- uo|| ios9gjatD;no ap 'oii*a||0^ op mu e bjsiI
hiimiIk,. zbj anb '5 ii efo| pj
Na loja das seis portas.
Vndese panno fino de todas as cores, a
2,000 rs., proprios para palitos e vesiilos
para montana, por ser muito leve ; chapeo
de massa fiancezes, a 5,000 rs. ; caraputas
de velludilho, a 320 rs e umitas outras la-
zondas, que convidam a trocar por sdalas.
Vende-se, ou troca-se urna escava cre-
1 11/1, por outra que seja boa quilandeira :
tralar no aterro da lloa Vista 11.6, terceiro
andar, ou annunrie por osle lliario.
Vende-se um negro, do 30 annos do
idade, pouco maisou ornos, com oflloiu .lo
serrador: a tralar no aterro da hoi V'isln 11
6, lercoiro andar, das 6 as 9 horas do da.
O ." .}f.CL.t.Z
r.
Noiua doCrospo, loja da esquina, que'rj,ir0 viras faz'ii.la multo encorpada a
volta pura a Cadeia, veinleni-s" cortes de
Vestidos le cambraia de salpico br/ncos o
do cores, pelo diminuto preto ile 3,500 rs. ,
o roite ; meias muilo lina>, para liomem ,
com pequeo defeilo, a 2,4oO rs. a duza.
Falitos fetos.
Vendem-se palitos f -itos, de panno milito sortimenlo do inultas oul'as fi'en las que
lino, prelo o ue cor.s, poi prito muito om: > vcnderSn por monos preto do que en
contal na la 00 Queimado, loja dosolira-l outra qualqu-r prrle : na loja da n
ianiorcllo n, 29. Crespo, n. 14 dejse Krancisco Dias
Ancoras para navios. Ghegaratn em fim as n
Vcndem-si- em
ra da Cadeia Vell
rior qualidudo, o por commodo preto.
Chita para coln-rta, cor fixe a defronte di tonceicao, aonile se
2oo reis covado. I veudem pelo diminuto pievo de
Na ra do Cresoo,loja da esquina que vol-l 4,000 rs. Cada uma ; assim como
tapara a Cadeia vende-se chita paracober-i C0ln.,|ei0 s01(iment0 lie treni
la de novos pdroes e cor lixo a 200 rs., o
covado. de cosinlia, Ionio para assar ,ie-
- Vendem-se, a dinbeiro, saccas com fa- runs e galinhas; cailllieiios de la-
rinha, a 2.00U rs. caixaa iiini as oclhores; .. !_:. .,,.
velas de carnauba, viudas do Ccar, a 10,000 'So de dons lucos, para lujas, ou
960 ; cambraia! trncelas muilo Unas e pn-
dres ntelramente modernos a 640 a vara ;
luins de linho msela lo proprios para pa-
litos a 320 o covado, cobertores do algodSp
brancos o iiecores propiios para rseravos a
1000 cada um ; assim como um grande
.s pora iinviu. w..^0-.-... .......-- -----
casa il Itieardo Royle, na! de.-,ejada~ macltir.s de pressSo pa-
!"-I'"?"*"upe" racrisleis: na ra Nova n. 38 ,
rs. a arroba ; caixas para r.-p, que parecem
do tartaruga; esleirs muito grandes ; u:na
lina marea de 600 meiOS de sola, nimio gros-
sa, paia fechar comas : na ra da Cruz do
llcciie n. 33 armazem de Luiz Jos de S
Araujo.
Vendem-so chapeos do Chily, bors, por
preco commodo : na ra do Trapiche n 8
Venilem-.se acc5es da extinc-t
vendas; ditos de esluilintes, muito
baratos; pratos, chicras e pires, lu-
do muito bom e baroto.
Vi'ii.li 011 a escrava mota, do bonita
figura, boa engommadeira, Consinheira, c
que faz tojo o servico de umn casa na ra
00 AragSo n. 40.
Havre.
ta companhia de l'emambuco el fB**2 Sh,,p!-ifrK2?In..d. i?S
modernos, chegados pila barca Havre; luvas
l'araliyba no escriptorio de A ti desoja para honcm, muito linas; grvalas
gusto C. de >, bren : na rua da Ca-; uc fctim pretaa ; calcado pin
u seuliora : no itarro da Hua-Vista,
ocia n. 4. unto aoselelro.
homem
oja n.58,
As pichinchas acabam-se.
Vendem-se chitas linas a 120, 140, 160,
180, e 20o rs. n covado, prcas de ditas a
5,0i 0, 5,500, 6 500 0 7,000 rs., chitas pira
coherla 1 c cor lixa a 200 rs superiores cor-
les do casemira de lila pura a 5,500, o ditos
do meia casemira lamhcm de 13a a 3,000 ri
A 160 rs. catla um.
Defrontc do becco do Feixe Fri-
to, loja n. 3, vendem-se lencinhosl
de cambraia pintados para iniioj
?e meninas e senboras, de muito
, I." ni' 1,1 ^ -ui 1 ,t ,1 ;:: 111 1,1 1...... .p,i..ii. i. ,
bonitos descnlios, pelo haratissi- coitos de calca de g.imbrelo a 1,800 rj., di-
1110 preco de i.cia patar.i cada um;! "J"" \f'''"s- ? 1''00 Sli'1S"
1 l cezas largas a 280 rs. a vara, madapnloes ll-
ilar-.sc-ba amostra com o compe- IU)S a 120, leo, 180,200,220, eilOis., e
lente neiihoi' muito lino a 280 is. a vara ; petas de n>ada-
' o I llnll a .209, 2,800, 3,000. 3,100, 3,600 e
l'anno preto, lino, irancez, a 3,000 4,000 rs c muito lino a 5,200 rs., petas do
rs. O covado. algmlilo trancado, proprlo para escravos e
... c loalhas a 3.600 rs petas de Cassa para ln-
\ ende-se panno prelo nO ,j badosa9,400 ra.,e011 tras muis faz nas,
(rancez, a 3,000 rs. o covado : na! I,0r PtOi cxtiaoriinriamente baratos 1 na
,-,... o w' J i' i '"Ja d" estrella da rua do Queimado 11. 7,
loja de r lores & a, na rua da La-' confronte ao becco do Paisa Frito.
dea do lecife n. 47- iNa mesma; ^f ^^^g.-zv* '**?em0b-a
9
-.-. j
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v s.
a.0
** c Q n
-
3 = 0
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3 n rrs _
o 2. 3.

S'ils-sIIsssS
*o t.o
E-T-S 1
irt q 3 f* ? ^J!! X
K 3 o
- tt> O t 3" t
1 O -
8B
n
3 o
?88-l5-5B*S
SS'e.^.sis.rs

I Na loja das seis portas.
Vendem-se manteletes do fil preto a
quatro mil reis ; chales e mantas de seda ,
grand-s, a oito mil rls; chitas escuras a
seis vintens, seto e meia pataca ; cassa pre-
la, a renlo o violo rs. o covado; cassa para
habado, a dou.s tjst0",s a vara, e mais lina, a
pataca ; lentos para m.ios de senhora e me'
ninas, a dous tustSes; lentos para meninos,
a quatro vintens, o lentos de tife, para hom-
bros de senhora. a deis insto -.
aos to ooos e S:ooo.f nr. Rfl.
O canteli.-la Salusliano de A-
quino Firreiro avisa ao re peita-
vel publico, que s suas mu afor-
tunadas cautelas da loteiia da ma-l
triz da B01 Vifta, eslao expostas
a vnda 111 priic.i dd Independen-
lia n 4i hjade miudezasde For-
tunato l'ereiradi l'or,seca Bastos;
11. i3 e 1 5, loja de calcado do A-
ranlcs ; n. 3y c 3y, loja de calco
do de Forlo &c Companhia e na
rua da Cadeia do Uecile n. 4(> ,
loja de miudezas de Jos l'oi limi-
to dos Santos Forlo.
Quartos a,fioo
Quintos a, 100
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Vendase um sobrado de 3 andaros ,
muito bem construido, que rendo 1:200,000
rs. : a tratar na rua do Collegio n. 13, se-
gundo andar.
-- Na padaria da rua do Burgos, n. 31,
vende-se uma pequea porfUo de cera de
carnauba tanto por junto como a rutalho por
preto commodo.
Uom e barato, l'asseio Publico loja
n. 9,
vendem-se ricos chales de ISa e seda a 3,000
rs., ditos de 1.1a padiOes Unios a 1,280 rs ,
ditos brancos a IfOOO rs., chapeos de sol
a I/0O0 rs lentos de vapor padrOes ri-
cos a 200 rs ditos rodtados do bicos a
320 rs. dilns encarnados, eroprios pa-
ra tabaco a 160 rs., meias cruas para ho-
inens a 2 200 rs. a dusia, cambraia da India
borda lo a 320 rs. a vara, grvalas de selim
a 1,280 rs., ditas de seda a 1,000 rs., ditas
do c ssa, a 100 is., dulas para d berta a
160, 200, 240 >s. o covado, ditos para ves-
tido a 160, 200, a 210 rs o covado, cortes
do cassa-rlnla, a HHrs : o outras muitas fa-
zendas por pretos commodos.
Voodo-so nina historia da (recia em
ingle/, um diccionario illglezja usado, o
tima banda pan odicia! lamhein ja uta la,
no paleo do Collegio loja de barheiro.
Vond-so
no Passeio Publico loja n. 11, ricos mants-
lo es e ca.ioiiiiIio. Ir selim do cores, a 10,
12, e 14,000 rs faz"n a de giuto, nscadi-
iilios francezesa 16O rs. o covado, cuites de
ISa e seda a 6,000 rs., chales do la de maia
a 1,290 rs lentos da mesma qualidade.
a 3fio rs., e ouiias mullas hiendas porpro-
to commodo.
I
i
C \ M'O I I" \mh O RTF
Y, Y '
Jun tai io dode l.i lia
Juiei a. meas oas lindar,
S uella he que existe amor,,
S Lilia me sabe amar.
Por ti o Lilia
Quero vivor;
Vida sem ti
Antes morrer.
A niodinln cima, tem mais duas quadras
-- Polka extrahida da la Bouquetire, o uma
linda valsa dos noivos, ludo em um folheto
por 1,000 rs,; a valsa dos hem casados, pe-
lo compositor de muzica italiano o Sr. Fa-
chinetl, por 640 rs.. e outras muitas muzi-
oj mndemis-imas j annunciadas na im-
prensa do muzica de al. J. II. Vieira, na rua
Bella n. 28.
Vende-se um molequaalfaiate; na rua
do Cabug, loja n 3
Vinho de champagne.
Vende-se o verdadeiro vinhu de cham-
pagne, de excellento qualidade, ao preto
do 25,000 rs.; assim como de qualidade in-
ferior, muito cm conta : no armazem de
Rrunn Praeger & Compaohia, na rua da
Cruz n. 10.
Moendas patente.
Acaba .ti de chegar moendas e meia mien-
das ile varios tamanhos da patente de A e
R. de M0111.1 % 'ou casa de Itothn e Bidoulac,
rua du Trapicho 11. 12, sonde lamhom so
achara arados do ferro do 010 Irlo mtis ap-
prova lo para a pl.nilnr.1o da canoa. Kstes
atados s?o construidos na fabrica inais sc-
creilitada em Inglaterra n conlem TtnUgeni
sobre os outros arados.tanlo no seu ariatijo
como na sua duratio,
Vende-se vinho de cliampa-
nhe legitimo e de superior ojuili-
dade : em casa de J. Kcller &
ompnnb'H ni rua da Cruz n.
Escravos futidos.
11 'Sapi
Vendem-se duas barcat-s bem cons-| P'ssado, 6 pardo Leooar lo, de i laao 18 an-
doo rs. d gratificacao.
recen no dia 7 de mam pioximo
Iruidas, muito vob iras.ajpatelhadas de novo
da um tu lo, tanto a dinhciio como a praso,
1 i ri; tu 111 se permuta por casas ou escravos:
a listar com Jos llygino de Miranda.
Kap Fuulo Cordei'O.
Ven le-ie na loja de miudezas di pra?a Ja
In lepeudrncia n. 3, deste su Oiior rapo, em
boles.e mi.ios botes, e cm oilavas, por prego
commodo.
- Vende-se um sobrado de 2 andares, om
boa rua : a tratar na rua do Collegio n. 13 ,
segn lo andar.
Vendo-so na cocheira di tmvessa da
rua Bolla, utnquailo com bous andaros e
omito mantcudo, proprio pura quem qoizcr
fazer viagem para o mallo, por muito Para-
lo preto.
Vende-se uma escrava oraoula, lo 25
anuos de idade : lias Cinco Puntas 11. 82.
Ven Ic-sca nova loja do Calcado da rua
Direita 11. 50 a tralar na roesma loja, ou oa
mesma rua n. 4, secundo andar vende-se
Vende-so 1 chorfio e 1 banda de seda ,
(ara official do cavallaria da guarda naci-' por molivudo dono retirarse para fura,
nal: ua la Nova n. 16. Calta lo baralo.
O cauteiista Salustiano del Sapatoidecourodelualru para senhora a
i _..:_. u ...:__. :i. i 1,280 rs, ditos de marro luim pretos o de
Aquino rcnei.a avisa ao respeita-! (,;,ri.s a '500 n Mp,lin,;os da cotwU,,,
Vil publico, que as snas mili alor- 400 rs., sapa tos do Araceti para menino a
tunadas cautelas e bilhetes da de. 5<">.s sap.tocs P,ra troroems M*->n
I prata da Independencia luja de cacado do
cima quinta lotera das casas de Arantes.
Uaridade, e da decima quarla lote-' ,- Vendem-se oito eseraTos. sendo um bo-
.. 7 .....". ,, mo carreiro, e :iualr.i duos de lo'" S'-vito;
na do hospital da santa Lasa de hre eseraras quitaodoiras, a uma dell'S co-
iMisericordia, eslao a renda nalslnhi o diario do uma casa; euma mulata
raca da Independencia n i3 e
5, loja de calcado ;lo Arantes, e
11a rua dnCadeia dollecifc, luja de
mili lean de Jos Fortunato dos
Santos Forlo. A decima quinta lo-
tera das e.isas de faridade corren
no dia 58 dcjulho i\o correte no-
no, eas to is di decimaquarta lo-
tera do lnspilal di Santa Casa da
Misericordia rndaram 110 dia -j de
agosto ; esperam-se as listas de
ambas as loteras no dit 19 deste
mez, pelo vapor da comp.nliia brn-
silcira, e no dia 20 pelo vapor in-1
Te vi
loia vende-se um rolapc novo de *' ','"" ",,ilil"rM
1 { .- !fe Vendem-se luvas do relroz r
labyrinluo, por preco muito COtn-| (. toe* lisos doursdos, ditos de Pedro II, Inentesem descont algum, todos e, -
Vendem-se luvasdo'rel'roz preto, bo- i glezeviot; sao pagos em Conti-
de bonita ligura na rua ll'reila 11. 3.
Frensas para farinln.
PS.i fundii/o da Autora em San-
to Amaro, eno depozto da mesma
na entrada di rua do Brum a-
cham-se vend machinas para
imprensar larinhade mandioca, c
ouras para espresso do oleo de
ma.nona, de uma invencao intei-
ramente nova. Os annnnciantes
naohesitam em publicar,
las iiincl
.uperiores a ludo, quanto ale aqu
tem apparecido nc.ste genero, re-
unindo grande lrc de presado
1 a maior .simplicidadc de construc-
nos, ponco tnais ou menos, e teto os signaos
seguintes :baixo.o neito um tanto moltido
para dentro, caballo cararinhado e at o
meio da testa, a falla de yapar. Kslo escravo
vinlia lo los os das vender leitfl no ftecife,
do um sitio da Boaviagcm, pertc.ie.ente a
Jo. 1111.. Hara dos PlSSOS, de quem foiescra-
vo: quem o appreliender e livir rua da
SMizolla Velha, defronle o 11. l, segundo
andar, recehera a gratilieat.lo cima.
-- Anida so acha fgida a p el Verdiana,
fo.it -l anuos deidad1, c<>r fula, cabellos
glandes e repartidos, crpo socco, peitos
grandes, estatura haixa, olnos prelos e vi-
vos, phisionomia cirrucoda ; a qual foi es*
crav.i doSr, l'r.incisc 1 do Carvalbo, o do Sr.
negociante Vianua : quem a encontrar levo
aoseu sonlior Joo Valentina Viliela, mora-
dor na ni larga do Itozario segundo andar
da casa 11. 28, que sera generosamentH re-
compensado.
11 --.i ver 01 no dia 31 do mez passa-
do, da esa de seu s. nitor o ahaixj assigua-
dO| a escrava Thereza, do 60 anuos, eslalu-
ra regular, c.helio- brancos, uadrg-s gtaiu
des 1 um puUCO empin tilas,too. o dedo K' Hi-
le da un los pea trepa o por cima ilooul'O,
11 um calumbo sobre as costas at quasi o
pescof. lato do lado rsquurdn; tem mais
om ambas ss m8os os dous dedos iDaeorss
1 ncolllt los I 'Voo saia cor de caf e 1 estillo
de llanta verlo (novo); sua ocoupaelo be
lva; ri'iip.i; su o.O >-so andar por Bt'uerihfl
op utto lugar 011 le b'jsm lava leiras: 1 0111
a pegai lovo-a a roa Imperial 11 64, casi do
major Antonio d 1 Silva Cumiarnos, que sora
generosamente reco o >usado.
l5oa ralilicucao.
Cralilica-secnm 50,000 rs. a qunni appra-
liender o moleque Loiz, que fngio om 21 do
jnlho di correnta atino, ile 1 ada 10 a 1; an-
uos, natural da villa le (arauhuns, compra-
do a Manuel 'os Menes Bastos, morador
na otesnia villa; levou calta de listras, e
camisa tic riscado, to cor fula, olhos vivos,
ps pequeos, a tem um talhuno rosto de
urna queda; juLa s que nsteja inlroduzi -
doemalguma casa, iiuilulanuo-ao livre, e
at rom nomo trocado para o quo len mul-
ta astucia, 1 os ja commeileu igual crime;
, Vendo-se, por preto rasoavel, la- <,
',' rinha de s. Matheus a mais nova ^
,* quo exista nc.sto mercado : na rua ^
da Cruz u. 34, delronle da I ingoeta. -
AA'aAAllAAA 'Si AitAAAA&M
V0111lou1-.se Iiiobs. loitivau '"';--. "
lindas loti.i-Pa l'.ii--iii ; no nr .i/ein ,!. \.
(I. Bieber & Cumpaithta, na rua da Cruz
1..4.
Algodao para roupa de escravos.
Vende-se aIpi do mullo encorpa lo, pro-
prio para roupa de escravos. com pequeo
loque do avaria, a 140 rs. a jarda; oito
11 nipo a 180 rs. 1 na rua do Crespo 11. 5.
Son unen tos de panos linos e case-
miras de todas as qualidades.
Na rua do Crespo loja da esquina que vol-
ts para a cadeia,vende-se panos linos pretos
a 2,800, 3,200, 3,500, 4,000, 5,000 rs., e frau-
cez ojui'o supuiior a 6,000 rs., o covaao, di-
to verSe a 2,800 rs. dito ,1.011 a 2,880, 3,500,
4,000 o covauo, cortes de calta e Msemira
p'rela eufostado a 5,000 e 6,000 rs., dita fran-
ceza elstica a 8,000, 9,000 e 10.U00 o corle,
0 outras muitas fazendas por preto com-
modo.
aloeuiias superiores.
Na uuiciio de C. starrai Companhia,
em S.-Amaro, acham-se a venda moendas
de caima, todas deferro, e um modeluei
roustrucQoinoilosuperiot.
Corles de bnm de puro linho.
Na rua do Crespo loja da esquina que vol-
ta para a cadeia, vemie->e corles de calta de
brim de quadros, a listras de puro linho a
1 280 e 2,000 rs.,uitoiuteiro pardo a 1.280 e
o'ooo rs. o corte, riscado de linho de lisira
a 720'rs. o corte.
Taixas de ferro coado.
Vendem-se taixas de (erro coado, de su-
perior qualidade e por preto cummodo: na
rua da 1 .adela Velha n. 37, casa de Ricardo
Mofle. i
modo.
Manual clcitoral.
Vende-se este excellento manual conten-j
do a lei regulameutar das eloitO"s, a os de-
crelos do govetno sobro a me-.ma, om o-
las explicativas, pelo p.rro do 1600 : na i
$> gal3o de ouro largo e estrilo, e es-
fd( padas praliadas de boa qualidade; tu-
* do por commodo preto: na prata da
i Independencia n. 17. #
>e>#e>*i# W9
Vende-sc oleo de linhaca ,
prata da Independencia, livraria n. 6 o 8. niuito supcror chegado (la llol-
n. 7, acaba de abrir- o ,
.Na rua do Collegio
so um pequeo, mas mimosameute sortido,
iiiiw*......^n tiln,! 1O1 aixr-in, ....
landa, em boti5es de 20 libras
quaesquer premios vendidos as,
cao, e fncilidadc na operario, o
lojas cima mencionadas.
Meios-bilhcles 11
Quartos
Oitavos
Vioesimos
IV.- ,. ...^
^
000
5,5oo
>. .ii.i
i,3oo
crese delicados gosloa: e vende-se por me-
nos do que em outra qualquer parte; a ello
pois que he pechincha.
Vendem-se lualnas de labyrintho mui
linas e grandes, de tiretinba.com bico ao re-
dor, obra muito boa ; leiu;os de labyiimhos, i
de loe1 .Mitin, o leudas : na rua da Cadeia do
Itecife n. 49, segundo andar.
liobichinha de Liubntt
Muito lina, chegada recntementc, venle-so
em latas de 10 libras, por piet > commodo :
na rua da Cruz n. 31, primciro andar.
Vende-ae urna talicma na estrada nova
da Soledatlo para o Manguind, com peque-
nos I indos: 11 tratar Com J J Tasso Jiinior.
Vende-so urna bonita escrava que en-
gomis, cozo e COsidtlS, uma iiefjruiha do
13 anuos que COIS bem, uma prela do meia
idade mais omito forte o sndia por 320,000
rs Iros molculas, um prelo do 25 anuos
bom cosinlieiro, e mais alguna escravos: na
rua das Laiaogeiras uuuieru 11, segundo
andar.
5,000 rs.
llicos capotinhos de cambraia transparen-
te Lordados com muito goito, quem uo li-
vor de seda aproveilc a occasiao, e preto de
5,000,qtieiiupaga o trnballio; sdoeconomt-
cos poique se laSo,e graves por que s3o dr-
centes : no rua do Ciespo loja Le 4 portas
u.12.
Vende-se porque seu srnhor se retira,
um preto de nat, .io, muito fiel, e sem vicios,
perfeilo cosinheiru de casa eslrangeira : na
rua larg do Itozario, loja o. 35.
- No trapiche do Fenaira, na rua do A-
pollo, vendein-se barris com superior cal
virgem de Lisboa a 3,500 rs.
IUI J,wu
laiga do Rosario, botica n. 3G,
liartholomeit Francisco de Son,
Troca-se calcado por 700 rs. o
por SO querer liquidar.
No aterro da Boa-Vista, defronle da bo
ca 11. 14, acha-so um grande deposito q*'s
melhores -apaleos que tem vindo do Ara *'
ty, para lodosos tamanhos, tanto para h '"
menscomo para meninos ; assim como 1 n
novo e comolelo sortimenlo de calta*"1
franceses de todas ssquall atlas, tanto p '*
homem, cono para senhora, meninos e t
ninas, ludo por preto muito commodo, a
de su epuiar dinheiro.
Calcados a 4oo, 700, 800 e 1 ,bo
rs. o par, no aterro da Boa-V5"
ta, defronle da boneca n. l,
Trnrnm-seos mais superiores sapato
courode lustro fraucezes o Oc Lisboa d
senhora a 1,000 rs.. ditos de cor i.ivno a
rs., olios para nienuios a 4i 0 rs., sapa oe
do Aracaly pura liomi ns e meninos a 7tillr9>
Venue se uma preta, cre.uula, de exP"1"
piar conducta, chegada do Hio-Furinosop1"
r.t pagamento, a qual faz doro doto tai)"8
qualidades, cosinlia multo bem, e lio vrn"
dedeln do rua; uma out'a que cosinha, '"*;
'j-S -.Kv -' *'. "r J.....
*" Vendem-sn superuves corles de cambraia 1 .
desalpicos, com6 1,2 e 7 varas, 3,500 el *4>w2uXXLSK I'm 'a.?LuZZ
uso da salsa parrilha em .odasas enfermi-
de
ara
100
tara em publicar, que es-1porUnto roga-a a toda as autoridades po-
linis de sua InvencSo s8o|hciaea o capises de campo, que o pegeme
ilevn na rua lliretta, venda n. 76, quoreci-
[berilo 1 graUflcacAu cima.
-- No da 2 de julho do 1852, fugio um es-
i cravo de mime Ccraldo levando camisas o
j caltas to aIgodo da lubrica da llalli, de
idade 20 annos,pouco oais ou menos,'reou-
lln, estatura media puxando 1 a>a mais alto,
icorpodelgado o bnm feito, com maresdo
que laz com que dillicilmcnte se bexig-s em iodo o corpo, bem salientes
ipossam desarraniar. (no rosto em quantidado, nflo muito velhas,
iera empregado em seivico tle tlvarengas o
V' S I V' \ IH I)Mil II t canos, Igualmente anda fgido desde o
MLM I..llilli Lili domingo de pascua, um escravo 'e nome
|)i,' I Antonio, oeoulo, o qual falla muito bono
mnito1 ladino,, sem &l^\^!(llVW%f.
tS-JotiNarcilO Camello: roga -se a lo lasas
aulot-idades (toliciaes, e ca pides de campo
hajafni di; os mandar agarrar em qu j,;,,,.,'
lug r que olbsapparetam, e os fat-am con-
tz r a casa de seu dono, morador dentro
de Cassa chita, do novos "-;'.- "T".!' J~;......"
franceza a dades.originadas pela imflnroza dosangue,
Peijao novo.
vende-so saceos com fetjflo novo chegado
do llio do Janeiro do todas as qualol ol s rm
armazein de 6OVO1 & Illas loolronle a es-:
catiinlia da alfaiidega.
-- V 'ndem-se utna escrava, creoula, um
mulecote.e um mula(o,por precia Commodo:'
oa rua das Cruzes n. 40.
*.. cm que la ca regar agua ; 101
o de Manuel Falco Kncorrabodes Aze-
,| '". ni)'ador ni romaica do llio-Formo-
va.ebe vendeder; um prelo Cosiiiheirauet,;ri" "' 8> 3." aiidar,.ahi acbaraocom quem
p. oli.-s.i 1; na rua larga do Itozariu n. P5f lffciar.
\o\n, Vcnde-se um bonito molequ 1 que co-
Vendem-so travs de louro de 30 i|*8f smha e nflo tem virio, dous pretos bons pa-
1 almos, eiixamra de d,to, muilo grosstj8 B; ra campo, muito motos, dos ditos de meia
linheiros, e podras para filtrar agoa: na Jua Idade hons para todo o aervico, um dos
ia Praia, serrarla n. 15, de Antonio Diasda quaes be atraate, e duas prelas bois para
Silva Cardial. j todo o servico : na rua da Cacimba n. II.
Il E
: aac.59 ris'TB-aiiar^.-
(iSlJ rtrrA CTUTm duas libras
do liquido, e a salsa pnrrilna de Irrisfof fie .''" Murin o-pcrenen lor, 10 po lora levar
garantida, puramente vegetal sem mercu- i r."a ('"' K' 3> 1ue scr* recamponsa-
rio, iodo, potassmm. [do do seu irahalho.
Vende-tea 5/UOO rs. n vidro na botica do Al"da acha-se ausento a negra, osera va,
Sr. los Mari a Cor-talvcs amos : rua dos !(le F""!10 """'""i quo desipparerou no prin-
Vende-se uma negra creula do n,..tn, Quaileisocaatla noquirtclde nolicia. eipiu de maio do" correle mino, a qual foi
mota, e prop'ia pata qu.lquor servito.-na' Taclias tle ferro 1 comprada ao senhor U a noel Jdaquim Pas-
rua da Cu leja Velha n 21, primciro nndar. ., ,. ,. choal llamos,tem os signaes seguintes: ida-
--Vende-se um terreno 00, Santo Amaol rundlcBo da Aurora em Santo Amaro, de 50 annos, pouco mais ou menbs, levando
elambrn, no deposito na rua do Brum logo um vestido de chitaoouttodo iWado. he
r.a entrada, e defronio do arsenal do mari- .,!,,, m,gra| e corn poucoJ denteslpa frente,
tilia l.asempro um raode. sorlimo lo de |evou comsigo um panno da costal; tpmd
' p .si un e as Vuzes andar ventlend agoa o
a* auto i-
o,ou qual-
com 150 palmos to frente, o 3,000 do fun-
dos ten tu ja a melada atorrada, potlemlo-
so fazer viveiro.do qi.o ja tem principio, o
terreno he junto ao Sr. Kranci-co Mailins
Uastos, 0) preiendentes ditijSo-so a rua da
lachas tanto ile fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe- lambem fruclaa; roga-se a lo las 1
quenas, razas e rundas ; e em ambos os lu- dades policiaes e capitfles do cm o.,
garesenstein guindastes pan, carregaroa- noasou carros, hvreadedaspesa : os pretos do apprehendere levar na rua do Apollo em
sto os mais commodos. I C,M d0 sellhor RofDer|, ,oqttmJfSG^-
<->esso. ;ties. Kxislein suspeilas queest* occullada
VenJe-se gesso em barricas, chegado ul-l'1'1" escrava; as peisoas quo Irouxerem se-
smamente :em casa do J. Keller& Cnmpa-l ra generosamente reconii,eiig.Ua.
nhia, ua rua da Cruz n. 55.
1
Pas. : Ttf. iir M. f.
he Kasia. ly.
. MUTILADO i ILEGIVEL
!
4

v
*
V


Full Text
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