Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03478


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Full Text
Anuo XX\111
Sahbado
-4
DIARIO DE m PEBMMBTO.

maco aUBoairolo.
PaOsMINTO AMANTADO.
ertrlmestre. ..........
Por semestre .........
Por anuo .......-.....
Paooo.nt.o Duriimiiiii.
Por quartel .
OTICIA IDOlMFEHIO
Para.... 1 de Julho Minan... ii
Maranbao. i: de dllo
Cear.. 39 de dito
biaha iihhw avjbibwoiab.
4/000! o Se. S Rorno. I nfied OreMo
. 8/000 m Tere. S. Lou- '. e5. aa 10 hora.
. 15/UOOi renco. vmraoeivl.
III iiu .1 iS Tlbureio, 3. e 6. o roelo-dia.
. 4/500 l'Ouli.i S Clara, rateada.
i II Seit. Ss. Hypolllol. eB. s 10 hora.
,, de Julho: e 'S.Paulo. 17 de Jolito ,' USab. S. Euieblo. 4. eaabadosao melod.
R. de J.. 77 de Julho ISDo.n. 11 Assump-: sVMfMi
rimiliii.
Creaceale i 22, ai 3 horai es minuto! da m.
Chela a 29 ao 48 minuto da tarde.
Mingoanle i s, aos 32 minuto* din.
Nova 1 aos 21 minutos da tarde.
MIAMAlBl BOJ
iPrimelra s 2 horas e 51 minutos da Urde.
deAgoato de 1852.
IN.
181.

g O^C.,...^.:: '* a'.".1..' 1J^".s':rUI"P|Tert.,fXdo.. .Segunda a, boru o minuto, da manha..
PARTE OFFICUL
I1ITID1I oa COBK1IOI,
Qotaana e Parahlba, .egu.da r scitas-
RI*-Cande-do-Horte e Victoria ai quimtas
(Iras
BosBto.Caruarn.e Garanhua no le ISdecad
rAi.
Fic*es,Ourlcurr,F.xu e Boa-VIlta il3 e 28
Olihda, todos os diat.
Tow os Crrelos partcmaomeio-dla.
OTicraa UTOiaanaii.
Portugal
Heapanha
Pranca..
Blgica..
Italia....
Alemanha
'riissta ..
Oinamaroi
Russia...
Turqua.
Hde Julho-Austria ..
1 de dito ISuissa....
8 de dito
. 3 de dito
3 de dito
. 2 de dito
.1 de dito
ISuecia...
llnglaterra
F..-Unidos
Mxico..
.California
,11 .!, .'.mil" Chili.
29 de dito Hueoos-A
2 le dito Monlcvlde
CAMBIO > 13 -
Sobre Londres, a 27 /, a 27 '|
> Pars, 345
Lisboa, 100por canto,
ETAES.
Ouro.Oncas hespanholas...
Moedas de t/loo Tridas
> ,1,- lif-ltitincivas
dei/000.......
Prata.Pataci5esbrasileiros..
Pesos columnarlos....
Ditos me.ic.no......
9 de Julho
3 de dito.
?6 de Juobo
8 de Jolho
2(ide limbo
3 de dito
I de dito
9 de Malo.
. i de Julho
o 5de dito
idOITO
, por d. i/IH ii
,........ 2'/Wn
.. s.... 16/010
........ 167000
........ 9*J00
........ 1/920
........ 1/920
........ 1/800
TRIBURVL D KELACVO'.
SESSAO-DK7 DE AGOSTO DE MS(.
Presidencia do F.xm Sr. conselhelro Aievedo.
As 10 horas da manliSs, estando presente,
os Srs. desembtrgedores Villaros Leo,
Souza, Rfbello, Luna Freir, Telles, Pe-
municando que no brietic-escuua Laura se- re|ra Monteiro, e Valle, faltando com causa
nuera, para seretn entregues i S. Ec., algn. I gr dsembargador Bastos: o Sr. presi-
objectos, que com esse destino Tier.n, ,,0 ^^ dec|arI 8,)er|a ses,a0.
JULGMrlTOS.
GOVERNO D\ PROVINCIA.
EXPEDIENTE DU DA a DE AGOSTO.
Ofnclo Ao Exm. presidente do Ccar, com-
municando que no brigue-escuoa Laura se-
Umibl.I, UUC \,\llll ..... ....a*... ....... .... H.
seal de guerra da corte, e conslatn do termo
de contratoque remelle pur copla celebrado
pelo Inspector do arseual de marlnha desta pro-
vincia com o consignatario do dito brigue-es-
cuoa, Jos Daplisla da Fonseca, para o transpor-
te dos referidos objectos pela quantia de ria
I36J00C, pagavel naquella provincia. --Ofl-
clou-se ao mencionado inspector approvando o
contrato. ... ,
Dito-Ao Esin. presidente daParahlba, Inlei-
raodo-o de Q[ueao cuidado do Dr. Pedro Gaudiaao
de Ralis eSlIri val entregue, para ser presen-
te S. Exc. inn caixo com mochilas, que. pu-
ra ter csse destino, velo do arsenal de guerra
da corle; serviodo-se S. Exc. gar ao ineinto Dr. a quantia de 4/0 >n rs., por
que elle conlratou com o dono da barcaca que
o condux o frele do mencionado caixao. -- Ofli-
ciou-se ao inspector do arsenal de inarinha pi-
ra entregar o referido calxo.
Dito Ao commatido das armas, remetiendo
por copia o aviso do tninisierio da guerfa de 20
dcnovenibro do anno prximo passado, aliiu
de que Ihe di eecuc.o, na parle que Irte toca,
visto haver o lente da lerccir* ciasse do exer-
cito, Luiz Jeronyino Ignacio dos Sanios,
Aggravante, Jos Joaquim de Oliveira ; ag-
graradn, o juizo da Fazenda. NSo toma-
ram conheclmento du segravo.
A denuncia dada por Manuel Florentino
da Ciinh contra o juiz de direito o bacharel
Bizilio Quarastna TorreSo, eo promotor pu-
blico r|a cidade da Paraliyba, Julgarain im-
prtii-t.'ilenii! a iluu'jucia quaolo ao juiz de
Sireito, e quanto ao promntur no schatido
materia para responsabililade, nSo o man-
dam prucessar competentemente.
No crime da responsabilidada do juiz de
direito iulvino da cidade da Fortaleza, fi-
cou adiado por falla de juitos desempe-
didos.
Appellante, ojuio; appellndos, Fr. Anto-
nio do CoracSo de Maris e Francico Ma-
nuel de MirandaJulgaram improcodenle
aaypellacnn quanto ao primeiro, e quan-
to a Francisco Maiioel de Miranda, inun-
dar a m a novo jury.
I I i I I T I 1 .i I 1 1 I i I 11 I .
cito, Lua Jeronyino Ignacio dos Mantos, apre- App.,|Un,B uz. appellsdos, Jlinston
senado na .ecr.l.rla da presidencia o condec- PP ,-.,:'_^....tirmataa, a sen-
meato de ter paj;o a impurtanctn do* d.rpilos .
einolumeolos da llccnfa, que, pelo citado avi- j
so, Ihe foi concedida para residir nenia provin-
OtA. -- Coimnuiaicou-sc a thesourara de ti- '
xenda.
Dito -- Ao direclor geral dos Indios. -- A vis
ta da infurmaco do direclor da atdcia de Uar- t
reros, que V. S. me remellen com sen oflicioj
de 29 do passado, relatando u que inn uccoi ri-
do acerca dasteira* da uiesma aldeii, e das
Paler Compaobia.roDllrmirtB a sen
lcnr;a.
sepelanle, Matlnus Vaz de Oltvcira ; apel-
lado, Jos Francisco Carnciro.-Julgaiam
proc>'dciilo s appellaQo.
DlLIGBMCiaS.
Appcllanlc, Mina Theoilora da COOCei(Bo)
appellado, Aluxo Jo- d.i Oliveira, como
teslHinenlciro. Mainlarain com vista as
que possuc o inajor Francisco Kantiago llamos, | partea 6 II
Iciihu a dizer-lhe que, no caso de au ser du- *ppt)
I' un.i i ui.ci-iiii 'i"' "" *" M- .. -> .-'
vidosa a posse do mesmo nujor, no lutr rm
que os Indios levantaran ranchos, c ambara.
jatn as planlacdrs do engenlio Tlblry, como el
le sequeixa ein sua pelico, que V. S. fui prc-
sc&te, c ao duecior da aldeia, isto lie,-se esse
lugar se comprehende na denmrcaco judicial,
que elle allega etti seu favor, cumpre mi im-
pedir essa posse, qtialquer que seja o deleito
ounullidaie da dflnarcacAo, pois a lentenca
que a julgou subsiste rmt|uanlo au for dcslet-
ta por nutra; e como a inclina demarcacu nao
fol lela cotn audiencia di fa enda publica, ou
pelo menos de pessoa legitima, que represen-
tasse os inlercsses dos Iu ll.is, he evidente que
nao prohibe, que a aldeia procure, vista dos
seus ttulos, verificar o terreno que Ibe perlen-
ce, e demarcar-se, com audiencia dos heros
confinantes, e condecido o seu legitimo do-
minio devero elles faer retuar os limites ac-
luacs das trras de que eslito de posse, por le-
retn Ir.inposlo os que de direito estieinavaui as
Ierras elles perienccntes. E se de parle a par-
ta se proceder de boa l', romo de de suppr,
Dio mirando capricoos, neni se querendo cou-
tradiier a vcrtlade, lodas as questes cessato
de urna vez, feila utna detnaicayao, que bem
claramente mostr os limites das Ierras de ca-
dVo"iaolo, e'segunao as tnstruccoes ja oauns
a V S, sobre as ierras das aldrias, faca proce-
der a essa demarcacao, com declaracito de que.
apellante, Mariana Joa juina da Conceisflo
Moreira; appellado, Mano d Jos l'ereira
do Mello, curador da parla Benedicta.--
Mandaram com visla ao curador geral.
DMIOKACDn
titos de seguir ein ludo a poltica de seu prede
cessor, parece j invalida ein outros pontos, a
menos pde-se dlier que elles proaeguem con
utna rara persistencia os proleclos do principe
no que respeila a Piussia e o Zollvrereln.
Por esta raijo desde inulto lempo ein que i
combate foi estabelecldo no terreno poltico
podemos preoiier coro toda a certea que i
Prussla cederla di.ote de cada usurpaci di
'Austria, e que de derrota ein derrota, ella cite,
g.ria rpidamente i perda completa da seu po
der moral.
Fol o que teve lugar. Eolre a Austria empre-
ando o despotismo e a reaccao por natureta
e a Prussla obrando com a reaefao e o despeos
no contra a naturesa, as armas nao erara Iguars.
Por Istn todas as nossas preTlsfles necess.rla e
promplameole se conflrmar.m, e lora uro es
tranho paradoxo susteotar que Prussla occu
pa neste momento na Alleuianha e na Europa
urna posico Igual a da Austria.
Mas bofe que a quesillo mudou de terreno, to-
da cpnjectura fra Intil e arriscada. Os inle-
resses ltimamente debatidos em Vienna eetn
li.triiKtidi e que se debatetn actualmente em
Berllrh sao mu diversos e mili complexos para
que seja permillldo julgar, desde i, da situa-
vo. As probabilidades parecein ser ein favor
da Austria; mis ainda he possivelque a Prus-
sla retirada nos seus ltimos ctitrlnclielroinen-
tos, defenda com successo a preciosa posifao
que se Ihe disputa, a de guarda e senhora dos
ulereases materlaej da Allcmanh.
Nao farcinos prtanlo nenhum juixo, e nos
limitaremos smenle em expor a situado.
Os prlmeiros passos da Austria rcnionlam ao
I',ni de 184.1. Apenas desembarazada das guer-
ras da Hungra e da Italia, o principe de Sclt-
warliciubcrg vollou-se contra a Prussla, c mo
culdou mais scoio em late la espiar seu acces-
so revolucionario de 1848 e "S terrores que ella
tiulia inspirado i Austria. Elle alacou a sua
influencia por lodos os lados, c ao mesmo lem-
po que a huiiiilliava como potencia poltica,
emprehendeu anquilsr sua preponderancia in-
dustrial e comniercial no Zollvrereln, A tenta-
tiva era arriscada e lalve que um espirito me-
nos audax que o do principe de Schwaruein-
bergniio se llvessc leinhrado disto. Propondo
sacrificar sua liga d. alfandegas, a Austria, es-
ta potencia tan pobre, arrtscava contra inecr-
laa probabilidades, utna renda de pcrlo de 25
nilhues de francos.
Acresceniemos que, mesmo para os artigos
,, ?"n..:... -i r.ni.1- i enia entrada nao er. absolulameute prohibida
Appollsnle, JoSO Antonio IM.C.rs "PP6'-^^',1;,", nada se parece menos con, a tarifa
ladii, OjUIZO nn- da Austria do que a pauta do Z.llwcreln.
Appellable, OJUlZDj appellado, JOHO Uap | Ka, coni,iPrac6esnao fi lisli IVrcira l.uliu. sldcnte doconseldn. Era 30 de i
___'.m parar o pre-
sideiite doconseliio. Em 30 de deietnbro de
ISsa. os diversos goveinos allemcs, c i com-
missiio central de Francfort, a qual Iratava In-
teirainciile do negocios germnicos depois da
dissolucao da as.embla constituintc e autes
do eslabeleciiiieulo da dicta, foram entregues
de um memorial assignado pelo iniuislro do
comniercio da Austria.
Este memorial pronunha a convocacao de
urna assciiiblca de pletiipotenciailos de todos
IIJIil 1 lilil IiUI'Ui ,
AppelUnie, a juslic; nppclln lo, Antonio de
Paria Hrani.io Curdeiro.
Xppi'llautu, o juizu ; appollado, limito Josc.
Appellantes, Miguel GoiiQalves lio Ingles
Fran?i c outros; sppellados, Jos llomao
<; ittgalves Muniz e outros.
si viadas.
PassoJ Mo Sr. dosembargalor Rebollo Una asiCinBie.i ue pienipoicnciauoi ae i
ao Sr. dombargador Villares a seguinte | os gOVernos allein.1es, os quaes lossem encar-
appollacSo ein que s3o : : regados de estudar a qnesto e de preparar a
Appel,a,,leMaol.,a,,aisco.laS^;ap-jcn.,a^^^^
pellids, Alina Joaqun dos I >r.icri. rPcl.,ac0es uasi i.n.uitnes. Cilarc-
PlMOU do Sr. ,lesem.ar.i lor Luna m ^ ,. poderosos, .. protesto
Freir an Sr. deaercbsrgador lelles a se-
guinte tip|iellaf3o em quellu
dos Induitriaes da Hobeiia, datado de Id de
fevoreiro de ISJO, arrasoado vehemente em fa-
Appcllatite, Joaquim Conus (la SlWeira ; ap- vor do .ysletna prohibitivo, cuja abolicao fot a
pella lo, a..mnl,. PereJiaAm.ffipi. iiBOjis.cti'wnci.i a nnis Immcdiau ..*---
PiSsnnr...... ^V ,,r^* teiro as so- e de Indusltia de Pe.in, > qoai Ine pedn. que
-embargadnr l'ereiro MOIlUIro as se t ue inuu. ,.ullllnu011 firme e nao se dei-
a V.3. Soorea itn> .-.- ----,,.':' SP. il.-eaiuai (,>.. '.......----- pcrsislissc. Lite oiiiinuuu........-------.
der a essa demarcacao, con. dcclKaeiOJV*> uinll,s appcllai;0e Otn qu '.S'.- 'lou ,,,|,ar nem -pela resistencia da indus-
K as posses acluaes deveui ser respt i da ti., ,,,,.. ;o;1 AtTonSO l'.lgueira appel- ..clonal em pela reeepcao pouoo fvo.a-
ue,ti verifique oque ve,dde.ram.-nl pe 'M.' >:,, ,, Silva I.ou.e.ro. "c, feila pela i'.u.sia s suas primera, uego-
nuet ei'ifiq
ce a% aldcias c aos seus vixinhos, n.ti
cuco "i,.! nie be permill.dn pela M, oto M gUeg Cmpollo 6 OOlrO. fQ de alfandegas com a Austria; masera
con" "do em que permanece os acto, de pM,ari(I1 ,| S,-. dc-coib'.rgador Peieira ,,...iomm mi s ,va lralar cou,ai
po.se,"c esirnimUc o, '"'"If"'- '!" "J Montero ao Sr. tlcsembargad.ir Valle, as se- J*2"JS fi,. apresentava dtfflculda-
gar que vislvel.nente es.a de posse wgiii ja|M ,pp0l|if|Jei em que So : f,rllia. oommiMO central de Urano-
u>. do usurpador, k.c.."o .HerV. AppelUnto, M.llOtl Francisco \aquciro dM flrllc,allnrll,e provisorio, naotl-
porim. Uo o exce," roe do l. r. PP Juizo> ,do ,, racu,ua?e para convocar um
.ilus do norte, o Hanovre e o grao ducado de
OBetnbourg, tinham ficado fra doZ'dlwerein.
lima asaoclaco particular chamada Sreiver-
m um i i de tixas.) A Prussla coucltiio com
i, quasf revolucionariamente, isto he sein
lullar seus associados, um tratado de fusao.
tratado estiva nullo de pleno direito, por
os estatutos do Zollwereln nao podiam ser
locados senao pelo coosenlimeoto unani.
le todos os ineuibros da unlo. O que fet
issia ? I.einbrou-sc que o tratado que a
, aos seus alliados podia expirar ein 3l de
fmbro de 185*1, com a condico de ser par-
lado em 1S51. Ella o participou e chamou
lediatameute seus alliados a Berilo para o
[var sobre a base da adinisso doHanovere
rilo ducado d'Olderaboiirgo.
.alliados da Prussla, a Uavlera, o Saxc, o
kemberg, os dous llesse e Nassau quixeram
lor a proposta asstra estabelecida; mas ele-
,m a preleuco de tratar simultneamente
riaunlio da Austria, com a qual se tlnhatn
obrigado em Vleona.
Tal era o estado da questao e dos partidos na
abertura das conferencias de Perlin. Elle nao
mudou depois. Pelo cantrario, os tlous coraba
lentes nao team fcito senao firmsr-se em suas re
soluedes respectivas. A Prussia nao quer, ne
tratar com a Austria antes da renovacao do Ai i -
itverelo, era admillr que o tratado de com-
in.-i ii i que ella se dis prompla para discutir
era lempo e lUiiar, srja necessarianicnle segui-
do, no fim de cinco anuos, de um tratado de
fssao.
Do seu lado os adversarlos da Prussi, longe
de cedeicm, raclllicaraui as coiivencdes de
Vienna e de Darmstadtc os nolificaram ao gabi-
nete de Berln. A nica pretencSo que elles te-
nham abandbnado, he a de l'aier admittir im-
incdialamenle um plenipotenciario austraco
as confe encas de Berln. Mas no essencial
elles sao inabalaveis
As negoclatoes directas ltimamente entabo-
ladas enire a Austria e Prussia, liuiilaraiii-se
na trota de duas notas, as quaes longe de avan-
car a questao. leer irritado ai rclafei eulre os
dous gabinetes.
Nesle esudo de cousas Ircs solucocs sao pos-
siveis :
l. Eolrada triutnphal da Austrie no Zollwe-
reln ;
2.0 Oiviso da Alleinanhn em dous grupos de
poder igual; de um fado, a Austria com a na-
viera, o Sale, o Wurtemberg, os dous lleises,
Nassau e ogro ducado de l.ade ; do oulro lado
a Prussis com o Hanorer, Oldembour^o e lal-
ve Brunswick.
3." Isolamenlo ca Au/tria e da Prussia e crea-
cao de um novo /ollwerein composto dos esta-
dos secundarios: aviera, Wurleinberg e o
grao ducado de nide, etc.
Esta ultima solupo he a que esta na segunda
tencio dos estados de segunda ordem, e princi-
palmente da Baviera, mvejosa desde multo
lempo de ser contada para adunia cousa e de
eiercer urna surte de begemouia na Allemanlia.
Mas ella foi rcpelllda ao mesmo lempo pela
Austria e pela Prussia, as quaes temem iu-
lluencia da Franca nesle novo grupo, e a reapa-
rifo debaixo de urna outra forma, da conlede-
racodo llheiio.
A separaeflo da Allemanha em dous Krupos
parece m lis pl.uilvel; mas importa que se rea.'
lisera dilliculdades de um outro gegero. A Al-
leiuauhado meiodia nao solltcila o pilroualo
da Austria com a unauimldadc que fat suppui
o accordodos goveruos dTTfaudegsV tee-aiTm-... numerosos iiidus--
i.es do meloda ; mas nao he menos verdad.-
objectar que intereses nao menos numeroso.
variara rom dor urna separacao da Prussia. I
Sei.Sr. presidente, portanlo, que ninguem
leve asjtrar o poder s no pelos m<*ios e
tramites que a constiluiciu lem mircinlo,
e spguramento nao enxergo outros senllo a
urna, as eleir/Oes; mas quando eu tiv a
Honra de discutir n orcamenlo do imp-ris,
Hz algumss observaQdes qun S. Ex., talvoz
por n5(i meouvir, no Jnlgou daver consi-
dera-las.
lliinl.'in n met nobre amigo e collega por
Minas insisti nss mestnss ohser'acdos, dn-
senvolvendo-as e companhsndo-as de al-
gumas 11] L>- r .i-I i iei'i s ao ministerio ; com-
prelienilemos pois perfectamente, Sr. pre-
sidente, que he pur meio das eleiQOes que
os partidos podem e dovem regularmente
subir au poder ; estamos tamhem conven-
cidos de que spira au piile_,. n.lo para pqyeguir a seus
adversarios, ou esperular com is posicaes
olliciaes, levan lo as suas ultimas CO0M
queociasa inesquinlia poltica das rela^es
\. pessoaes.mas porquu ella lem de empreuen-
:- der reformas, e.-n sua opinio, indispciisa-
veisao paiz, que smente no poder poder,
ev.r a olloito e fa/.er quo nssas med:das ve-
tf^LWJW^
titlu o cio:i"- ."-------------
. rfitVtTi da iiiopricdade. puis em loQOOOa-
oconvln P?.-'-"'"'"1- Me pos.au. de-
generar e" violencia, e ataques as pessoasdos
?ontc..'"m.s. aos quae, a le ollcreec rectirios
.S^CoCmlcant. de Vasco,.- ^SStStSp^SSS
:Mc,roCMll.o; appellado, Matiocl Cuedes >^^^%^^
(ionni -.....-1"- -
rfoo7.'e"u."drelo..nSo poden- .^SmS oel P^eira de Carvalho ; tender-se/sobre algn, pomo, preliminares e
Sf.lguem ser juir. en. c usa prop ia, nem fa-j '.^ |,lJuS jug0 FianciSCO Pael Brrelo ae ^'J0,',,,,,,^,, j. dieta germnica veo logo
icr se iustica por sua litaos. I n.nllinr. ..... -. i'ni.sia un do. seus rrcui delatnos.
bu. A' thesoorarl.de fasend. rao..... i o w (u u I n ^ Cu Sn u u JM^ ^ ^ ^
.. Pa.ticipou-sc ao Exm. presidente daquel- Sr desemba^gador Villero a >eguinlesap Todos oeejwnw^ coimnervcia, c de aUa.
la provincia. ......,.....^ a. ,.,.. pelUr0es orn que So :
cootenlan.ento. c as cmaras de Uaru.sta.il
teem enrgicamente protestado contra as con-
vences de Vienna cm favor do Znllwercl. ,0-
'U.2e a separacao de que fallamos se operasse,
a Prussla nao acharia ua allianca do ll.novcr c
do crSo .Ideado d'Oldemburgo utna compensa-
caosullicieoie. Ella seria forcada.ncnte levada
se ni snstcntacS" delles vai l, como en-
tre nos sn lem feilo, conquistando as urn.8
e impon l i non.in .Imente os candidatos, de
cu|i docilidide estilo seguros, esli acabado
o systoma rr-prefenlativo o pnvo nS. lem
mais meio algum regulir par faxer adoptar
s medidas que julga necessarias a seu bem
estir; trauquidid.de publica torna-se pre-
caria, e a desconflanc ganha terreno pro-
pui i;.ni que o povo v e observa que se iho
tnm arrancado o nico meio pelo qual elle
pode intervir nos negocios de estado, no-
meando seus logiiimos representantes pira
tomar con'.s ao podor.
Se eu visse que medidas girantidorss da
Itlierdade do voto eram alopiadas, acredi-
tara que o governn linha consciencia do
sua fort;a ; mas S. Ex. apens nos duse que
a maiutu da provincia de Minas, decidida
como heem su oplnilo a favor d poltica
dominante, era utna especie de garanta que
dispensava as violencias. (Apoiado J Eu ou-
CO um apotado de um nobre .leputido pela
ininhi provnola ; mas entilo pergunto por-
que se derim tantas violencias em I89,
ptirquo no auno pealado so reproduzram
nlmn a ser adoptadas : seguir-se-li:a por- Pin inuitns collegios? Se oslis em maioria,
Unto destes principios que eu deveria de-i- ; porque emprogail a foriji o todos os meios
deja citicluir docl.rutilo ao lioiirado mi- i repruvadns pifa conquistar aquellas freRtte-
nislro que me apresenUrci este auno phi-lzias onde ji.lgiis que lie isto indispensavel ?
toiind.i pe i iirn essa poaieSo que juigo in-1 Sr. presidente, acredito que o meu no-
dispunsil pira que a opinifio a que perlenco uro amigo, quin lo disse hontem nest csa
possa faxer adoptar as medidas de que fallei,! que Ulvex nao tlvesse mais foren pra re-
e repulo lo lispensaveis a paz, as liberdade' contmendar a resiguafiln, nfio quiz com is-
publiCiS, a tntegriJade do imperto e sus fu-( lo fa'.cr nenhuma unieaca, nem desconeoi-
tura pruspendade : enlanto n nobre minis- litar o espirito publico da provincia de Mi
Iru me permitir quo Ihe perguule se se- as, que lie, como S. Ex. dissn, nimiamente
riam uto acre lita que b t possivel qu) um pacifica. [Apiiiiot) NOS todos reconhece-
partido qualquer posta ter conlimea i!o- mus is'o, estamos completsmento de accor-
pois do ludo quanto se lem visto entro nos, to a esto respailo ; mal o que o meu ami-
iicsso nieto recular porqu lo los os part go quiz foi estabelncor o segointe que sn
dos devora subir ao poder; fallo do jibu o governo ndo tomasse as me lidi que s.io
Jis eleites ? iiilispensavi-is pira garantir a lihnrdalo do
8e6 nobre ministro consultar su cons- voto, elle pela la pirle no quer tomar a
ciencia,no me rospundea seguram mtu pe- rpspn'iabilidade dos icios que se po lerSo
li allirinativa ; ptirquanto, seuliores, no seguir se por ventura a oppMltjIO M empe-
suu edstneiila que fallo dis violencias e nha.se no eornbateleitoral. Isto he muito
abusos que opal/, inleirn ha presenciado dilforenle daipillo queS Ex. unten-leu que
comasco; o proprio governo o tem reco- havia dito o meu nohro amigo. Onohrode-
nheci lo. declarando que a lei eleitoral a- puta lo pela minha provincia quiz definir a
Olia-se muito lefeituosi, ionio si'o adul- SU* potigao, quiz declarar que seria mais
tirado por mil formal sempre aconaelhadas conveniente que a oppiisicudeixisso o cam-
pelo espirito ficiioso das n-cessi lad-s d i po Itvre ao governo para evitar a ropelicAo
partido, como lie fcil iloiiioiislrar com os das violencias que des-Jo 1819 lem ali havi-
nuojerosos avisos que lem litio expelidos, do em pocas rleiloraes, pan evitar as de-
iiuasi todos contradictorios entre si, como sonlcns que multas vezes acoitecem nes-
tunbem em eonioquencil dos innmeros sos lugares ondo a opposi?Jo no se quer
busos que lem tido lugar em quasi totlas deixar vencer pelo sequilo de capitilos do
as parosnias i nputiemoulr. malo, ou da forja publica, que se remelle
Ja o discurso .la i-i "i. o anirt v i-i I-, para ossu lin as autoridades locaes.
lomliruu a necessidade de ^e rever ost i I ii. Ora. 8, Et, com a melhor disposiQo pos-
eo nobre initiisuo do imperto, chamando sivel, desejando mesmo occiiltar os .fictos
a Btuosjiodoeorpo legislativoJMra**r%'b- "!*"'* T"*T71':Jl.\.li.t nla's consequen-
_ rpo legislativo ar3i.i,'i!i- ")' ""'"",'.,. .'las consequen-
le
reco, pois, que uu.....--------
Jo1odM:i-lte,.l.-vras,Parsc.lu,eoUR
rcviso d.-sla le
EtiX&i um tm uta m i ?? Wy* p^^L
senao por esse meio foi que eu escrov. aos no c.nsar a p...o..a .1, rnara. P"
meu, songos da ; rovinca de MiaS pedio- concordo c un o me.i.nolire a ntgo e apro-
o-r.. uemodirigis.emos recursos quo ve.to a occ.s.o para declarar a S. Ex. que
" ,1 ino; J, opnosica abandone o terrouo, que detxe o
"hMU decl'ancaa pan mostrar i ca- tr.umpno so governo. mlriBta mgo-
J'i'o ESttS&FT -T pfiSfU ^' 'JEStt lt' SriS expltcto .es,e respeilo; declare!_,..
^-?;eum casatneotoentre P;:-;-:--^::;-
SfcAAtSpd^^^
iiu.rc.. .... .. ... -d.r.. minislerijdar.c.m.ihaviamosns. "So inlerve,.c3o por paite daopt^MMM MI
mando das armas.
Dilo Ao director das obras publicas, Intel-
rando-o de haver ordenado ao inspector da tlie-
aourarlada faienda provin. tal, que mande pro-
ceder ao .ccre.clmo dos concert, d. pele do
Moiocolombcomoabate de dous por etilo,
ottcrrcldo pelo arrematante dos concert da
raesm ponte, visto nao querer este 'Jeha.-se
a faier o mencionado aceresciuio com o abale
de viole por cento, segundo participou < relc-
rido inspector. Officlou-.e nesle sentido ao
d"i,io'.P-eAorcommandanlc do br.gue-e.cun.
Oliada, Inteirando-o de haver, para iiiaior regu-
laridadc dos pagamentos da reparticao da in-
rb., anouido'ao que propx o .ujpeclor da
the.uratia da fasenda nos dous ullicios, que
remeepor.Opla; e recomn.endando, que d
elaaua parte.s necesarias providenciae, pa-
raue dCa en. dlaole, se ellectuen. ..s paga-
raen" no. dias e hora, indicado,. Nes e ,en-
dci ofhclou-se ao mencionado Inspector
DUo--A-can.ar, municipal de Go.annii. dl-
aend. que na pode ter lugar 9*m'
terina que aquella cmara pede para as su.s
po tur, cuja copia remetleu, visto eslaren i .
me.ina. posturas allecia. a asseioblea legtslat,-
"a""ovincl.l, que opporluuame.ite della, lo-
mar conhecimento
O US UU liuiiimnv -------o-t-
a .Hi*StnU,n.. noca o \^ffa&^22ti& J
kPArr^Slnd. -CU...; n.ad0c metade & g c metade p.lo.
irristeri. dar, como haviamoi n*,Ino intervenco por patio da opposno as
rotada, dus. hypoli.ese, que acabamos de J"'*" "'",migo 6 wllegl por Minas, elel0ll lalvz faoilltslte essa conc.Ho,
los nboupoiados.)
J lie sobre isto que chamo a attencao dos
g*Ru tive ia oceasiao de fa/.er algumas ob-'homens escla-ccdos, daquellesiquo lo ea-
t r a es lele d,,s qoo Ihos detxa am- riam >nno se acliassetn NUWHN|W
dNl. di"equilibrio europeo, pdese la- ami(.0, para olT, otilar tolo o cynismo
neniar eitc resultado; s pode ser applau lldo |o(MJ11 cm ,,cs occisiOjs, dever laden a
se elle for considerado como um castigo do sugJ ,nsi de garaiitias, temos visto edijrn-,
aueoiado. coumeilido, pela Prussia contra a .
conimcrciaiiies c Indu.lriaes,
O nacloual austraco falla valer com Torca a>
vatitacens desla combinacao ; engratidceiraen-
10 de mercado Interno, parttpacao no cooimer-
ci universal, dominio do Adritico, du mar do
norte e do Bltico, monopolio do comniercio do
me
d
lieiiiaoda as acnutiay ., .-..----- -
i. divde dos d.st.icios d.s fregueii. de 8.
Fre Pcdo Gonf.lves, Boa-VIMa Poco da Pa-
nea e em re.posla se me ollcreec duer-ll.es,
nena, e em i d j, cmara a alte-
?.Uceao"da divSo do. di.tric.o, depa. feila cu.
anuencia da e.ecicSo do cdigo do proces-
eq.",n cotnpeliodi'-lltcs reprejeotar sobre
' enincia pira ser a ora divisan resol-
1Ua conveniencia, pr rn,0 sc v dos
^o.tJ^novZbrod.elHao.c^ejudio
oddl-
- ',' Ha al ulterior dehberacao,
,ao que exista >'e ,. do aclo
tambera era vista o ari go 103
clon.., que ~2&gSSS, qe a.t- IbUielo,
trelos de px, uao Pe.r,";i,....:.'li,. rl)viclaes
Ao Sr. ilosembargadr Lc3o o seguin-
lc recurso em que so : nlr'
Uecorrentclloberto da Silva Santos I ertin,
foenrrnta aftieada nacional. I norte c do milico, IUOUU1.U.. -........------
. '8,,i Ji. 'Pnicarpo jos de Albuquorque. 1)allllbio, va.l0s consd.u.1.0 pelo, porto do
*l^ta.dOI Souia o seguinte ma,. Negro fto.lm.nl. creacao de un. pode-
Ao Sr. leso I toja lllarinna mercante, e mesmo de urna ina-
rinha de guerra.
por mas seductoras que sc mosira.seni. esta
nropostas nao podiam leutar a Prussla que dcs-
' ,,, ,1,0, 1 ii dlaole da Aostna ncsla vasta com-
binacao. Ella nao pod.a todava repeli-la NO
dlscus-ao. Ella tomou porianlo um novo nielo
dilatorio, e convocoii cus partidarios em (."as-
id, alim de discutir as novas uesocisrdes do
gabinete austraco.
A conferencia de alf.vidce.as de Cassel abri-
se e-:i 2 de julho de I80O. Ella durou, sein nada
decidir, al 2 de nuvembro do mesmo anuo,
poca cm que a in.urrcic.ao da Hc.se Eleitoral
e aoccupacaodeCassel pelas tropas prussianis
obrigiu a separarse, lleuno-se depois se-
vex em Wlcsb.de, mas nao chegou a
niiorn esuliado.
Eotrelauto a asslslenda da Au.lrta cre.ee
com sua iolluencia na Allemanha. Graca
inexnlir.ivel fraqucia. poltica Insensata de
sua rival, quasi todos os estados secundarios,
ouir'ora satellnes da Prussla ae 11ui1.nn passado
para o se., lado. Ella julgou que era cliegado o
momento de oblcr um grande resultado, c con-
vocando sua prop.ia auiordade era Vienna, to-
das as potencias allemaes, para regular a qu :-
lio cm litigio. A Prussia o se fe. representar
ocslas conferencias, c pude verificar seu Isola-
'"l'odos os seu pr.nc.paes alliados do ollwe-
reio, a liaviera, o Saxe, o Woiiembcrg, o grao
ducado de Hade, o de llesse Uamst.di, a llesse
Blel'oral, Nassau, al.i se Iuera.n represeol.r e
a .ignara,,, com a Ao.lrladius ..rojeclo de ira-
lados: i.U.n tratado de coiiiiiiercio e de al
landega. entre a Ausl.ia c o Zollwereln por
Oerdade t seu proprio deslino.
,'.. he penoso ver urna forca tao colossal
eanccolrada n.s nios de urna potencia como
a Austria, deve-se ao menos rccoohccer que
grande c bello espectculo o de II mi-
hoe1 de hoincn. reunido, pela prtmeira ve. em
una .ociedade coiumuui por um oulro meio
"' 1 ,er o da forca da. armas, Fra como u...
pre.-glo das conquistas pacifica dojuturo.
(Preiie.J________
aggrava-la.Maiia Francisca de Sou Ra-
Appe'laiile, Jos Moreira da Silva ; appel-
lados, Vicente Alves Machado e outro.
Ao sr. desemhargador Itebello a seguin-
te appellacao em quo so
Appellatile, 0 julio! ippellado, Manool da
Silva Santos. .
AoSr. desombargador l.uua Ircira o se-
oUiiileaggravooiiques3o : .,,.
Aguravante, M.noel Francisco lijarte; ag-
gravado, LUilJos i'oudia
urava.lo. LUlX JOSU l'OUUia. olirlglll i.f'i"e. ...---
S "foram Ulg.dOJ OS de mais .eitos COm | BU11d. vex em Wleab.de, maa nao che
dilMllgnadopr haver faltadolaietaao o -
"*A conheci.nc.ito. _. Jia assignado por haver laiuuo a"-
Dito A" cmara municipal do Rec.fe. ro- | dojembai-ga.|oraci.na mencionado.
SffSSa ^i^1 nUdTp"- |hri.eva..tou-s, a^ssojiopois d^JJ^
EXTERIOR.
A AUSflUA B O ZOLI.WEP.EIN.
Os deban- polticos ieriiiuiiira.il, e os unimos
vestigios do movimento de 18I8 se apagaran!
a Alemanha. a. conitituieoei deaapparece.
rain c os povos vullaram 0111ra vei para o Jiiko
dos soberano. Acalma est csial.elecida por
Igutn lempo. Mis o iuteresse em Iu
Ars4UVdMlolruc't"oe.de 13 de de.cu.bro B ,H1 scl,a0 didlr-e. Omagran-
rtileos; a da entrada da Austrii uo Z...I-
Iwe.eln. Para faier comprcheiider a sua uiii.ui
tauola, basla die. que se trata da reui.11.0 fle
nina populaca de 70 uiill.es de almas cm um
centro continuo, de tnleressc indu.lriaes, com-
'interior.
t sil l..r iHIU 1I.MC "Hll''S tlil 1'tO't UCIeVi i 111- f i *' '''*------------------------- -_---
peito que aquillo que o Sr. ministro da JUS-
lica acaba de duernos lie um pouco dille-
rente na forma, porm no na essencia.
S. Es. prometi que ha de deixar to la li-
derda'ie opposic,9o, que espera que islo to-
ra luxir na provincia de.Mins, e em todas
as uulaas ; entretanto o Sr. ministro do im-
peiiodissu pue inda podia l.zer mais do
queaqmllo que esta escripto! accresjen--
lou mesmo que respeito de eleicoes o go-
verno nenhuma inlervoiicSo devia ter, que
eram at prohibidos os processos, ole etc.
Ora Sr. presidente, eu nao ignoro ne-
RIODE JANEIRO.
CMARA DSSENHOHES DEPUTADOS.
Presidencia do Sr. Msciel Monteiro.
Serano' em 10 rfe julho de 1852.
( Conclusas.)
OSr. Pnsidenti da a palavra a dilTe.rentea
senhures que no se achim na casa. nipj''dosaiig's .iai le eleiton.'iei qu.l
Algn, Srs Depuladoi: Votos, votos, niium' a08 ,. gVenio devia tomar
OSr. Prstenle: Tem a palavra o Sr. ^ P^,., ^liu J0 en. o seu proposi-
to c no dos seus delegados, 11S0 ruprodu-
ztr as cenas escandalosas quo ha milito
lempo se do entre nos acerca de leicOes.
CreioqueS. Ex. leudo administrado a pro-
vincia do Minas cm o anuo do, 1849, anno
deeleieo-s, nao pode ler-se osquecilo do
ludo quanto bouve ili se ia pois desne-
cessano queeu, para dcsperlsr a reminis-
cencia de S. Ex., da cmara c do paiz que
nos observa, Tuesse de novo a historia das
violencias e escanlalos que entilo se deram
naquella provincia, o que foram denuncia-
dos neatl casa, O comprovaJos con mais do
cetn docniienlos que a cmara no qui/.
lomar em cnsi Iciacilu, mas que todava
Mello Franco.
0 Sr. Anrigio : Ceda para votar.
0 Sr. Helio Franco : Pois nao (Roa-
da.) Nao era possivel, Sr prosiuente, pre-
sumir que a palavra podesse caber-me boje,
ttendendo a ordem que ou me achava ins-
cripto; todav, posto quo a hora esteja
bastantemente adi.nt.da, e ou prevej que
a c.m.ra esla resolvida a encerrar e,ta dis-
cnssao {apoiaios), lomare, comtu lo a liber-
dadederazeralgumas observa(oes a r-s-
peito do orcamenlo, principiando pe. par-
ta com que o nobre ininislro da juslica ter-
minou o seu discurso. i._-_
He verdade, senhores, que, como liomem
poltico, como meinbro de 11 n part lo que
ncooliece su. ubrigaedes e direiios, como
cidaiao do um paiz liv.o, cuja loi tunda-
mental estatuto sabia e liberaltnenl. qoe
todos os poderes nactonaes saodelegacOes
di nacSo ; por lodas estas consideracOes nao
podia eu deixar do cuiupreliender os deve-
_I 1.. lis >. 1. 1 1 .... 11 .1

("Mil tu u^iaoi ----------
landegas entre a Ausl.ia e o '-""<""!'" res que tentio como cidad.lo brazileiro, em
cinco ani.os. .00 primeiro de jane.ro de IS51 jo ,,-, a) ,, e conJlSl>eS do syslrina re-
prlraelro de Janeiro djbrj' -' lu"e. j prSentativo, nem 13o pouco os direims que
de unio da alfai.dega au.iriaia e do .olre garantidos, quer como nuli-
'WSZmwJZ^^ acorn memhrVde un. partido
A reolo "'es da" Score,ec,a. de Vteun. lo- J po|iUco. numorosJ 0 forte por suas coovic-
ruii coiiHro.ada. ua. conlcrcncias de Darin- C0M e Cunsta,icii com que propugna pira
d pelos [ileuipoleocia.ios de iodo, os estados c0.18egulr a ||UerdaJe e o sy-lein. repiesen-
,.uc tinliam"diierldospropo.tadaAuina. i iai0 MCjiu,ado dessa coraupco e violon-
lomprehed^q^.vtaf^lW_ cUqu6 u aJuUeiain. (Apoiadoc da oppou-
.pensamento do principe de SchwaUeu.Derg, o '"'7;, .',,,, ,ua desforra co.npeo- uq
|h'pn.rqu\^^^
IUill Ui'l *.s^.. .--,-----. p
esiltem, porque verdade existe sempre, a
despeiludeq.i-mquer quo seja, por mais
interessadoemocculla-la (dpoiadtis.) Pare-
canme poi tanto que S. Ex poda promelter
opposiv'do alguma cousa do mais positivo,
que o governo eslava na resnela obrigocao
de procurar que sua poltica fosse julgada
pela nacSo, o n3o pela poltica, que he
qucmhojelazaeleiao. {Apoiado* daoppo-
"TA EX. reconhece e coalla qojo gover-
no esliera oi.ior. eui toda par,j
SSS223SB
loral para facilitar esta conciliac^o doses-
piritos ; reunir e approximar todos os ho-
mensquose interessaopela causa publica,
n.lo por cspeeulacJo, mas por patriotismo,
por amor o s:u paiz.
Eu nao digo que S. Ex. fizessa orna insi-
nuarlo ; us pelas suas palavras p.receu-
me que S. Ex. tema alguma cousa da pro-
posicaoemillida pelo meu nobre amigo.
Comoestoicertodalealdade com que elle
so pronunciou, e como elle nSo proleno se-
nao um pensamento que a lopto em lodas as
suss partos, eu insisto em dizer que a op-
posicSo deve abandonara urna ua prsenle
eleicaoem Minas Ge>aes, porque onlendo
quo este f.cto ha de approximar os homens
que esiao separados, ms que devem estar
unidos.
OSr. Sonsa franco:Se devem abando-
nar em Mmss, devoro aban louar em toda a
parte sem excopr3o alguma. ( ponidos da
opponcio.)
O Sr. ello Franco : Sr. presidente, ou
nao lesejava tratar dosnegocios de Pernam-
buco ; nao esperava mesmo, como acabei de
dizer, ter hoje 1 pilivra, todava nao posso
deixar de fazer um reparo argumenlacuo
da S. Ex. Queren lo justificar a poltica se-
guida e-n Pertumhuco, declarou que ella ti-
olia sido a mesma.equeascircumat.ncias
he que eram .mT-rentei. _.k.,
S Exc. dividi a poltica de Peioambuco
em tres pocas; a primeira em vista da re-
vSta a sagund'a dur.ole a su. adm.n.str.-
Xedo Sr.viseoude de Olinda, e fioal-
oiente est. ultima. Nao examinare! boje o
comporta ment dos administradores duran-
te a revolta nd direi mesmo a respeito da
,dministraYao deS. Exc, allias geralmeme
louvada, como eu musn.o live nceasi.10 do
dizer aqui, assim como a do Sr. Vctor;
masS Exc. reconhece agora que o actual
presidente, comquanlo siga a mesma polti-
ca, talvez esleja ua obrigauao de ler um pro-
cedimenlom.is severo do que aquelle que
leve S. Exc. .
Segue-se, porUulo, da daclaracao de S.
Exc que o espirito publico lem solando all
MUTILADO
1
J ILEGIVEL


r

r
" -"
moJficacflo. -O nobro presdanlo da pro- resolvdos a abandona-lo. Com quanto
vincia das Alagaa declarou do seu lugar enlucida ou que o Sr. tx-uiinistro da jusli-
quo a constituidlo tinlia fcito muitos prose- ca no podia oferecer amnista a ninguem,
lylus; pelo que dedu/o que a necessidade l todava reconheco qqe essa dcclaracaoTpl
co acabar com a constituir he quo provo- bem accelta pelo pan, porque proineltia
ca a aave'idade do anual admiulslrador do olla un esquecimenlo que pareca inaispen-
l'ern.mbuc) Entretanto, Senhorea, eu nSo savel para evitar perseguicoes em conse-
oncherg nada que possa demonstrar eata quencia de um crime tolerado e publica-
ncce-sulade sonSo o mez de novembro que mente pralieado.
bate porta, lato he, a el-ico. No t-m o Nao iratare. desta especia masameu
da administrado de S. Exc. all so escrovia conhecimento chega que iu.lv dos collo-
a coiistituinto ,,el, m,s.na forma que hojo! dos "MmMM
ie r-i-eve n inda enm mmtn mais Vigor, um man favoraveis do quo alguna que na-
OTr aM -M o?e ,aC!U da ofl'r.m. e.UO aclualinente mtodos on,
OSr NcUo Franco'--No lempo do Sr. processo, viclimaa do que ru chamare, per.
Vctor o nTesrnco so ".y; entretanto aegulcHo atroz. E par. exemphficar refe-
i"oi o airaran mi iu so rire| oais resumidamente possivel o que
8. Esc. be quero abona o partido da oppos. em ^ ^ ^ ^ ^H^
S .. e m ir.B:,,,mb"C0,- a ennstituiltt" do nomo Jos Concalves Esto cidadlo tem
OSr. l'.Cor :-Porra nSoa constitua.. pub|iMjo al,un4vflnelos reipeito deum
oTr" M Fmo:-S. Esc. 0o fez dis- P'ocosso que se Ihe iutentou; supponho
linecao pareceu mesmo declarar que tuda
a opposiQio he con-lituiite.
OSr. Aprigio: NSn, sonhor.
O Sr. Mello Franco : Eu disse aqu ha
dous anuos, e o repetir! agora alode, quo
cram constituimos aquellos quoqueriam a
reforma da consliluicSu Oos mr-io coisig-
nados nella.que eu tambera o ora ; a acredi-
to que, com bem raras cXCepc'S. llavera
quem quera constituales por nutra forma :
ore.o que a imireosa .lo Pernambuco, de
pois da agitar eta ideia vaijaniento, se l"Ul
modifcalo sensivelmente ( apoiadui la op -
pojicSo); portanlo, segundo a hnguag m
da iinutensa ue Pernambuco, o sou admi-
ni-lr.idor dovia sor aluda mais brando do
que o fui S Exc. e o Sr. Viclor, so he que
se iodo julgar pela liiiguagcm da imprensa,
o llimamonte por essa tacto signilicalivo
,1 i.ui esses constituimos os quo maif
osfurens flroram par rc-tabelecer a ordein
Iterad em consequencii dos regulamento.s
de selnmbro. Fmlim, eu recebo jornaesde
Periiumbucn ....
OSr. Lcilo da Cunha : Leu o Apostlo
do Pernambuco.
O Sr. Mello Franco :Nao m'o manda-
ani; se m'o maodassem, r-u 0 loria, por-
que gusto muito da lor peridicos, princi-
palmente silo bem escriptos. Creio que
o orgflo do partido na conslituinlo be a Im-
prensa; o o que he facto incootesUvel be que
a iu. piensa em Pernambuco ae tem mo nti-
cado muito ; entretanto as cartas une lenlio
reoebido o quo dizem tie quo o Sr. Itiboirn
tem demlllido delega ios n aub lelegados
nomoaios pelo Sr Vctor, e que tem icin-
tegrado aquellos que foram deinittidos por
es O Sr. Ferrcira de Aguiar : N3o creas
liosas COU8 I
O sr. Mello Franco :Tenho lido isso na
Imprenta.....
O sr. Ferrcira de Aguiar:Mente todos
us das.....
OSr. Helio Franco:., tonho lido tam-
bein em caitas de ci ladBoa muito respeila-
veis, inoapazea do alterar a verdade |ioi
qualquer considerac*io que l'osse. Concluo,
portanlo, dizcnlo a esto nspeito que a o.i-
posvio em Pernambuco so acha em urna s>-
luaoo muito gravo; e por isso preteleeo-
ido da poaieao e n quo meachn para Ihe fa-
zer o-, .e.li'o solemne, o veni a ser que
nao caa no laco que se Ihe arma. Ha al-
guem quo conspira aesla curte conta ella
eu a idviito rtaqul, repellado o pedido para
quo ella se niio deixe levar pelas provnca-
coea o intrigas i conaeiye-se pactOcaj se
for nece-sario abandonar as urnas, faca-o;
proceda com prudencia, observe os exein-
que o jui/. formadur dello se acha na
casa....
U Sr. Aiambuia : Est engaado, flz a
ililigoncl ; o mais portence ao poderjudi-
ciario.
O Sr. Lello Franco : -- V. Ex foi o chefe
do polica, ecomo tal la foi o dnu rincipio
aludo. Musir enlrctanlo o cidadflo men-
cionado que no s hn victima de um pro-
cesso iniquo, m.isjque tambem de umeon-
lisco em sous heos.
O \Sr. Aiambu/a: No ha tal, he i -
nexacto.
OSr Mello Franco : Os foihetos ahi os-
tu : alguma cousa j tem apparocido na
imprenta, e ora iodo o caso o que estuu di-
zendo i di' i eco ao nubre deputado una oc-
ea.-i.io suleiime para defonder-se, ou expli-
car seu piocedioienlo.
aO Sr. .1;ii dSo no que diz a oise respeilo a impronsa,
O Sr. Helio Franco : N3o sei o que ha ;
reiiro-me aquillo que vejo e observo, ga-
rantido pela assignatura desse cidad3o;
ello oirerece ao publico documentos para
consultar, os quacs se acharo depositados
ni lypogra^ihia do Diarto do Rio, quo lie
lolha ullieial; sei que csse cidadSo tendo
sucios, devo ler co-reos no caso do ser
en ninoso, mdavia a espada da juslica n3o
eurontrou lento a elle....
O Sr. Asambuja : contra os outros nSo
appaiecer.iin ^lovasa tal respailo.
O Sr. Mello Franco : O que hosegura-
ni i.i muilo extraordinario a respeilo
lo trafleo, conmeicio que n3o pode sei
emprolicniido senSo por mullos indivi-
duos; rutrol.nl o creio que lodo esse pro-
cesso leve por lun lamento a escuna Hival..
O 6'r. Asambuia : .NSo foi por causa da
Rival, he mexato. O nubre deputado foi
mu informado, mo examinon os documen-
tos que Ozeram a base da accusacSo ex-
ollicio.
OSr. Mello Franco : I)iz-se que o prin-
cipal motivo do processo quo pesa sobre
esse individun he. essa escuna que foi in-
cendiada om (abo Fro por um vapor do
cru?eiro inglOZ-...
O Sr. a.w um NSo ha tal.
OSr. Mello Franco : .... onlretanto as
autoridades quo so acham anda em Cabo
Fri, todas, ouquasi todas compromettidas
nesse commerclo infame, ato as mesillas
que julr,aram esse navio por sentenca, de-
clarando quo elle nunca so linha emp.ega-
do no iralico.1 Concilio o nobre deputado
c-to procoiiinenlo comoquizer, eu n3o pos-
so ver i.elle sen3o parcialidade o injuslica.
.Mas ge o nubre deputado se refere a ou-
Iros objectos q-io iu luziram a InstauracBo
pos de sous irmBua do sul, que aoffrem tii-1, Jo processo contra esse cidad3u, eutSo Ine
to como ella... pergunlarei : por que depoi de Uioiou
.no pwfirnr. eerTo j^jw-j^^\p^m^a{^Mrr^ ?'''-
i niiiiiii
tras,
quoao rio das o
nennum no mundo que por mito"lel"DItali".M'm e"co"l1ra'"> s mes-nos objec-
^^"><">*<> P^>'>. AoKp^moT/.T ""i'CIOS "-e",'u"' pr-s-
OSr. Asambuja : Est ouganado.
O S.r McHutA'sr"fW.' O donn de.taa
de perseguIcSo, porque he de seu partido,
que eu me envergonharla de vir aqu dizer
que tinha coireligionarios piratas.
Aoreditei na exposicSo que fez esse cida-
dSo, poique vejo os contrabandistas mais
ousadoa paaaeiarem impunemente, ainda
me nSoesquecI do que se fe ao Sr. Uro ves.
O Sr. Azambuja : A iito ae tem respondi-
do soulcienteomnte pala imprensa.
O Sr. Mtllo Franco :NSo ao tem rospon-
diiotal.
OSr. aa/!-Eo consellio de estado
tambem ja respondeu a isto.
O Sr. Mello Franco :Creio quo o honra
do minislro deve estar convonctdo de que
nSo tuquei nesla materia san3o por eatar
profundamente convenc lo da injusliQa, de
que ho victimad mais atroz perseguicSo o
Sr. Jos Goncalois da Silva, que he saquare-
ma, segundo diz o nobre deputado.
O Sr.;Asai6tija:--Elle n3o tem posicSo po-
ltica.
O Sr. Mello Franco :He mais urna prova
de que em questoes tSo gravea orno estas
nunca me conduzi pelo espirito de partido
(Apotadosda opposico.) Quando se trata de
administrar justic,, quem quer que seja a
victima, ha dme achar sompre prompto
para advocar sua causa.
O Sr. Barbosa de Almeida :laso honra-lhe
muito.
O Sr. Mtllo Franco :He esta a pnaicio
quo deve oceupar sempro o representanlo
da inicfio, he a que uo podia deixir de a-
ceitar aquello quo comoeu, tanto prez os
principios liberaes. (Apoi'arios daminoria.)
O Sr. Azampuia :Esse individuo nSo tem
partido algum.
O Sr. Mello Franco :Chmerei a alinelo
do S. Ex. anda sobie um facto que nSo pjs-
so asarvarar, mas porque desejo dar exen-
plosda parcializado que censuro nos agen-
tes do governo, ou oflorecer occasiao para
que se destrua a impressSoque ha feito a
noticia de sua existencia.
Ditem-me Sr. presidente, que alguns des-
ses contrabandistas teimosos, como disse o
Sr. ex-miuistro d justica em seu relatorio
pretendern! organisar urna companhia nes-
U coi le, tendo j alguns navios despacha-
dos para ir buscar a tal mnreadoria, e que
cliegaudu isto aoconhecimenlo da autori-
dade, e estando multo publico o escan lalo,
os iuIv luoscompromeltidos nelle toram
cnamados polica e leculhidos prisSo,
Este laclo he publico, a imprensa deu conta
delle. Con5ta-me lambem que foi apprehen-
dida a cor.espondencia desses trallc-intes,
pela qual so demonstrava suas criniinabi-
lidada. Eiilrelan'.o, senhoies, se este laclo
le exacto, pergumo eu, porque rz3o con-
lentou-sea auloridade com urna fianca a
respeilo desses Iralicantes.
OSr. Vascoiuellos : --= l'.endi a dous indi-
viduos desses e uiandei-os processar. N3o
sei do resultado do processo.
OSr. Mello Franco : NJo me retiro ao
nobre deputado.
O Sr. Ministro da Justica: =omo era urna
tentativa, lalv-z que o juii onlendesse que
o crime era afliancavel.
O Sr. Mello Franco : Se S. Ex. entende
que esse crime nao .luye ser em caso algum
o
2
mmmm
ministerio, porque seria urna injuslica que
eaae magistrado viesse a flcir com menos
antiguidade, posto qne eom maia lempo de
effectivo servieo.
Eu pedirei a S. Ex. que tenha a bondad"
le f.izor, por meio do aeua delegados, com
queae compra a lei na mmha provincia. Al-
guna juizes municiones exigem diarias e e-
molumentos exlraordiaarins e eacandalo-
losos. Aquillo que se la em Minas be multo
natural que so d em muitas partes, altrn-
dendo a maneira pil qual sfio nomeados
esses instrumentos do part lo, titulado* do
substitutos dos juizes municipaes; nSo se
esculhe o cidadSo respelavel, nem este se
prestara a todas as exig"iieias ; nomeia-se
poitanto aquelle que he indicado pelo regu-
lo da respectiva al.lc, ombora nSn tenha in-
lelligencia, nem dignidade; e dahi resulta
que mullos desses miseraveisse prevalecem
da sua posicSo para faer as extorcas as
mais escandalosas. Ainda ha pouc lem-
po li um factu desles accontecido em....
Direl anda a respeilo de Miuas Ueraes que
applaudo o procedimento das autoridades
que pu Jera ni conseguir a prislo dos sssassi-
nos do infeliz senador Jos tiento ; mas nSo
posso, Sr. presidente, deixar de fazer um
reparo, e vero a ser que estes faccinoras
constablemente perseguidos durante o
tetnpo da poltica transada, evaJirem-se*
oara a provincia de S. Paulo, para luga rea
ermos, e nunca appareceram entretanto
logo que a poltica se mu ou, esses malva-
dos appareceram no tliealro de seu crime,
appresentaram-se em Pouso-Alegre, e foram
presos em urna freguezia pouca distante da
li in.ii-. Eu li urna correspondencia no Jor-
nal do Commerclo, que, elogiando as autori-
dades que onaeguiram semelhanle prisfio,
ao mesrou lempo declara o desgoslo que is-
to produzio is autoridades locaea. He tacto
que se as autoridades n3o deixassem de
cumprir com seus dereres, niio protegossem
os assasslnus, ha muilo lempo eslariam
presos.
He tacto sabido, o nSo contestado, que a -
quelles mlvalos (inham tola a protec(3o
Je algum is autoridades policiaes daquelle
municipio. n> Dicta S. Ex. ubre a conve-
niencia da deslituicSo desemelliantos auto
ridades, e su Ihe parecer cunvcnionte orde-
ne que sejam demiltidas. Eu reliro o tac-
to como elle se acha publicado, o geralmen-
le sabido.
or cousa, e nunca o farei; mas nSo posso
responder pela exaetidlo religiosa de ludo
quanto me for relatado, porque lodos sa-
bem, que a amplificarlo esta muito em mo-
do, isto seja dito para o publico, e em re-
lacSo a outros tactos, que nSo ao Sr. Aa-
sumpcSo de que me havia esquecido. Posso
porem aasegurar que tou bastante circuna-
pecto em admillir os tactos, e queso os
menciono quando o criterio dos que m'os
referom me aulorisa a cre-lus.
Fique o herue mutila lo certo de que o nao
oncoinmodarei om minhas noticias, so elle
esquecer a antiga vida militar, e deixar-sc
de andar capitaueandu os vinle e tantos ar-
mados da familia ; mas su seus brius guer-
reiros cuiiliuuaro.il, eul3o tenha paciencia
commigo, pois d'ora em dianto o n3o deixa-
rei por pem ramo verde, e n'uma das men-
(Oes que de seu nume (izer (jamis um ver-
so i ulv /. Ihe possa dizer o no no da velhi-
nha victima da dasordem, que referi. Pro-
meti ser o seu Homero em pro/, i, o S. S.
sera o meu inviclo Achiles. Hasta com oSr.
AssumpcSo.
Tivo noticia de Pianc, e naquello lugar
foi victima do furor Ihuggal um pobre hu-
mero, quo tendu-so prestado a diligencias
das autoridades paia perseguicSo dos per-
versos que resistiram forija do governo,
suilVou urna desea ga de emboscada, da qual
murreu urna (ilhintia que levara ao hombro
para o rossado, atravessada por duas bailas,
eelleescapuu gravemonta tendo por urna.
Ja uo lio a primeira vez que perversos da -
quelle lugar MaauinaO iuaucenles! Tal he
o furor de viuganga que lli s rala o peito,
tal a seje de sangue quo os abraza, que a
considerarlo do assassnar urna crianciuha
que acompanha sua victima, ibes nao obri-
ga a perder a occasiSo de reahar a vingan-
efl, e saciar a sede I Perversos, para quem
n3o ha pena cuniiecida .'
Talvo muito breve alguem tambem me
v.'iili.i tomar salisfa^Oes por esta noticia....
Tomar, e mais ainia, porque a coragem
nelles he assombrosa.
Aquelles desurdeiros, segundo as ultimas
noticias, r..iitiiiiii.ni a divagar dus limites
dessa provincia, o do i.e.u.i para aquelle
Ik;iiiim|. l'iauc, dando seus assaltos, fa-
zendo prompla retirada a maneira de ledui-
mos, que sJo da suite que dillicil, ou ImpOS-
sivel tem sido sua pcrseguicAu. Eu muito
conlio na actual a Iminisliacau pa a temor
Sr. prosidenle, como a hora est daJa, queelles reatisaeui tu ios os seus planos de
termino aqu as minhas observaefles. aangue ; e por isso es ero que brevemente
OSr Paula Candido ( Io secretario) pede ellos serao capturados, ou dispersos pur
dicto, escravos ; e k do subdelegado da fre-
guezia de Santo Amaro Jaboatao, Manoel
Joaquim do Nascimeuto, todos sem declara-
(3o do motivo.
Polo delegado do termo de Nazareth me
foi C'immunicado era dala de 31 do maz pas-
eado que indo em viagam para a comarca de
Coianna, Jos Flix dus Santos foi grave-
mente feri lo em trras do engenno Papc
do segundo districto da freguezia de Tracu-
nhaem com um tiro dado de emboscada,
sondo quo apezar das diligencias da polica
oSo se ile capturar o assassino pors ha-
ver evadido logo que perpetrara o d-licln.
Dos guarde a V Exc. Secretaria da poli-
ca de Pernambuco ti da agosto de 1852.
Illm. cExm.Sr Dr. Francisco Antonio Iti-
beiro, prosidente desta provincia.-Jos Ni-
colao ftigueira Costa, chefe de polica inte-
rino. ^^^^^^^
ERRATA.
Na publicarlo da corrospondencia do Sr.
Dr. Antonio J. do Moraes e Silva, publicada
em o Diario n. 178 de u do correnle deram-
se as seuuntes erratas, que por sern as
mais nolaveis, e poderem alterar o sentido
passamos a indicar:
Columna 1.a it lin. 8em lugar de nSo
comprehondendo leia-se nao co.upre-
hen.io.
15 lin. 5 om lugar de construccBo b-
lelicaleia-se-conslituicSo aIhletica.
Columna 9.' 9 Un. II em lugar de previ-
nienle lela-se previamente.
H lin. I3em lugardo chancelier Pojcl
leia-so -Chancellar Poy 't.
COMMfcRCIO.
ALKAPlDEGA.
I'.endimonto de I 13 .
Idom do,dia 13......
70:924,465
9:874,656
80:799,121
o enceramento a discuss3o.
Appruvado o oiiceiramenlo, procede-se
votac3o.
l.eianta-se sessSo as 3 horas.
urna yez.
Pela primeira c segunda comarca nada Iu
contra a leguranca individual.
Estove a fosla de uossa palroeira hontem,
lloda brilhiinlissima. Ha ndistvel o concur- ,' ,,. mercaduras, 44 barris
so das ultimas imites O madaiiismo steve 52 i0Iie|adas de pedra ; a ordem.
CONSULADOGEHAL.
Descarregam koje 14 de agosto.
B liaren i menean Edorado farinha de
'rigo.
I iniKirtni,1 -rt.
Briguo brasileiio Recito, vindodo Rio de
Janeiro, cunsignado a Mara FlorinJa de
Castro i.ai i ic ., manifestou o seguiote :
ion volumes barricas vasias I caixole
merca lorias, I caixa rendas, 7 volumes pa-
pel, 400 limas de vime, I barrica e 212 sac-
es cil, I dita inilho, ISO caixas sab3o,
10 barricas potasas, 10 volumes rap, 3 ci-
xoes chapeos, 1 calile lypos, I embrulho
ivrus, 222 rulos do fumo, 46 saccas feijSo,
touciaho,
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PER- bnlbsnle, como costuma ; e n3o tenho ex-
NAMBUCO. pressOes com quo o descreva.
A festa foi solrivol, e oserm3o mo osteve
Parallibd 6 do agosto de 1852. : mo, pregado Pelo paira Silveira, cuja ex-
Ila de ler hoje mais um pdcachito de pa- comuuh.iof do capillo do navio ) fui levan-
ciencia commigo, porque, alem da supera-1 tada pelo juizda festa.
bundancia de mateiia, eslou convidado, por Talvez se admiro dessa excomunhno, do
minha honra, a respun leraoSr. Assumpclo, que nlo tenha noticia, mas lio um incidente
enSoqueru faltar a um tal convite, embora quenSovom so easu, por isso basta dize'-
a'lliiucavul, cont com'o neu voto, porque!e|ie nao fossot3ocivil romo devia ; e por is- llie, queos elfeilos da oxciminunlilo ila-
l'm Sr.
^pilado :-i\ao ho pboaphorioa.
V Sr. Mci.u raneo:.....D/ilIn r enm-
pi unida por algum lempo, pode sel t,i,
ada a pretexto da n.iinuti'nclu da onl ni,
prelexlu de que o gov roo so lom servido
jara cnmi.ielt-r quaulas viol.ncias quer
com o fin de so conservar.....
0Sr. dpngio :lira, toda a violencia ci-
fri-se na mudaflCa de um delgga lo !
O Sr. Mello Franco :Se a opposicflo do
norte, a oppo-i;3o pernamburana, quo lie
a provincia inteira.....
II Sr. Ferrcirade Aguiar:Para quo estas
cousas!
O Sr. Mello Franco:Os senlioresem par
titular dizem quo u Pernambuco ho lodo
nppOSirjilo.....
O Sr. Ferreira de Agninr iNunca disse se-
melhauto cuusa, nao podia dizer lal blas-
pbomia.
Obr. Mello Franco:Alguns Srs. deputa-
dos em particular team dito: Nos penga va-
nos quo praia no na cuusa nenhuma,
purm cslavamos engalla.los. hu muito nu-
meiosa, he a provincia inteira. ...
O Sr. Ferreira de Aguiar :--yue n dia isto ?
O Sr. Mello Franco: Peco, portante..
csu part lo numeroso que tenha prudon-
cia, e espere, que odia du triumpho oflo
esta longo .. no esta lonne pelas razOei
que acabo de dizer, porque a opinlSo publi-
ca n.'io ha deesiar sempro coulida.
OSr. Ferrcira de kguiar :--lle ver.lade, e
1..ni.. .iie pm 1848 os senhores CahlraQ.
OSr Mello Franco : -Muilo regalamiento.
ii.l.i!' Os senhoies gauharam alguma eioi-
y,ao i ara subir ao poder, ou he ver lado qui-
se sorpielnnderain quaudo se viram nelle ?
OSr Aprigio : E tuda esta bulla por cau-
sa da d'-mi>so do um delegado!
OSr. Mello Franco i Como mo r. stam al-
guns momentos, occupare a aattenedoda
cmara com outro objeclo. Cnamo a atien-
CSo doSr. ministro dajuati i que mo parece de gr-nde luipurtanci
eral inloiesse para o paz ; chamo a alten -
c3o do S. Exc. sobro o procedimonlo de al-
guma auloiilado a respeilo dos traficmiies
de negros. Heconheco que oiioverno tem
ompregado os meios ao seu alcance (nao
...............i,.. .,_______j_ ,______.
conhecidii por lodos, passeia impunemen-
te quando outro he perseguido! A' vista
disto n3o poSSO dizor que s hn perse-
guifo ''
Talvez que o nobre deputa lo nao ignore
do que houve a respeilo do briguo Sagaz,
no qual vicraui 576 africanos de que neu-
liui: noticia so da, quando tic certo e go-
ra I mente sahiio que alguoaa deasas auto-
ridades existentes em Cabo Fro compra-
ra ni paite desses negros, naturalmente um
.nuco'(..ais barato do que, outros quo si
nao acbavam tilo vanlajosamento Colloci-
duS.... Seguc-se portanlo quo lia muiti
injuslica a oslo respeilo, perse^uinJo a uns
e mitios, nSo s detxando-ie impunes, cu-
ino ate conservaiido-lhes a auloridade uas
maos......
Eu sei o nomede todos esssM cintraban-
islas; Sei de uiuila cous que por alli tem
OCCorrido, porque tcnlio examinado a
quesl.o. Ho rerdide que no vim hoje
preparado para isla discUSSBO. no n ten'i i
os meus apoDlamentos aqu porque nSo
esperava que me locassi a pal.-.vra.
O Sr. Aznmbuia :Era mclhur que tivesse
vin lo preparado.
O Sr. Mello Franco :He verlade ; porm
so o nobre deputado leu o folh.'to qu cor-
re i mpresso, conhec.!dor dotla cssa his-
toria esta habilitauo para refutar minlies
proposicOes.
O S.r Aprigio :l)t sorte que o quo esl
em fnliieio he verdade !
OSr. Mello Franco:He facillimo poder
conlrarir-me, principalmenle aquelles que
Sabem del Ihdamenle de lodo o occorridu
a respeilo desse processo ; o nobre dopula-
do polo ter uma occasiflu qualquer para es-
el irecar-nos, e enISo me proporcionar tam-
bem um meio, ou de demonstrar quo n3o
le (estou engaado quando supponho quo he
njnsto o proced ment que se tem lido
com esse cIJadSo, ou de reconhecec que o
processo he regular; porque creio que os
meus precedentes e o meu comportamenlo
nesla eamari garantem-me bastante de qul
todos aquelles de quo podo disporjpara re-1 quer responsabilidade nesse cooimercio'in-
P'i mr o trafico ; mas lie para mim Inques-llame.
lionavel que muilosarbitrios, rnuilas injus- Eu n3o sou protector de negreiros, nun-
ticas ae lem dado no procedimento de Igu-jca tomei parto nesse commercio, nunca ti-
mas auloridades do paiz. Eu tenho uma I ve um Africano se quer desses que se tem
grando li.-la do comm.-ndadores conlraban-Idisuibuido. nunca live relances com ossa
distas que pas-e-m i nponem uto as povoa-jgonte, n3o Ibes devo nada; portan'o,
cOes e nesta coi le, entreunto quo a respei-
lo de algo m quo nSo si acha collucado em
tSo bOas cirruinsUncias a espada da justica
a ,. so'un;u mesmo tem chegdo.
O Sr. Saijio Lobato :-- SnJo a sua lista
seria maior.
O Sr. Mello Franco : He verdade, eu
aqu a tenho; se o Sr. ministroquizer pos-
so I lie dar....
Im sr. deputado : Por que nSn a l.
O Sr Mello Franco : Pois qucia que cu
nm rapOSOSSa a declinar nomes ? Nessa n3u
caio, por que os ng eiros tem ai i: la mili-
ta po ecr.'.o o ,i,il ion. ,i resultante das
enormes riquezas crimiiiosaroenti aecumu-
ladas pur ueio desse commercio Htame ;
o tanto isto be exaclo, que as pessuas alta-
mente collocadas temem-os : nao fajo eu
Uo pouco em denuncia los sem referir os
nomrs que Has devein ser bem condecidos
0a polica, por quo ninguem ignora aqu
quem elles sejam.
O nobre ex-ninislro da justica o anno
tHaiadO nos declamo aqu qun amnistiava
a Indos os envjlvi.ios ueste cii.ne; ante-
nrmente a lei novissima de 1850, reconha-
cen lo que alguns cidadSos, que se haviam
entregue a esse commercio infame, estavam
uiinlia posicSo u3o pdc ser outra sen3o de
pedir severa cxecucSu de justica. Eu cha-
mei a alteoffio des. Exc sobre esle facto,
nicamente pur estar convencido da parcia-
lidado com que be perseguido ocidadlode
quem fallo.
O Sr. Azambuja :No lia parcialidade al-
guma, uein esle cidad3o be correligionario
lo nobre deputadu.
O Sr. Mello Franco tito he meu correli-
ja estuu causado de ver o paiz victima de
quaiitos insultos opraz o eitrangeno fazer-
Ine, e cumpro acabar, sejacomu lr, com es-
so commercio infame ; entretanto nolarei
que, se existe o que geralraente por ah se
diz, n3o cuu em tentativa como S. Ex. su-
pe...
O Sr Vaula Candido : Vamos votar os
800:000,0u0 para perseguir o trafico.
O Sr. .Ue//o Franco : Logo discutiremos
isso.
Sr. presi lonle,[eu devia tocar em muitos
oulros fados que tem chegado ao meu co-
iiliecimento a respeilo do tratego, para mos-
trar a p.-irci.iii l.i.lu i-iini que se tem marcha-
do nesta nniucir>.,irff/.lt''0esl"r f"nveu
cursos sua dlsjosvu, ueVj"!tar mais
bem informado do que eu. NSo desojando,
pnrlaiitu, l.izi-r censuras a quem ja n.lu esl
no poder, nem querendo dirigi-las a S. Ex.,
que apenas entra para o gabinete, e acnan-
do-sea hora to adiaotada, quero resumir-
me o mais que fur possivel.
Pergunlarei a S. Ex.seolo entente con-
veniente preencher os logarps da magistra-
tura com os juizes de direito que se acham
avuls is. Desejava que S. Ex. tivesse a bon-
dade uo dizer-uos quaulos so acham nesle
caso, o se elles s3o to mal vistos da admi-
nist'a^So que inerefam licar em permanente
olvido. Eu sei quo se tem nomeado de pre-
ferencia para os lugares vagos a juizas mu-
nicipaes; sem altendor aos magistrados que
se acham avulsos ha muito lempo. Cllare
mesmo um exe nplo.
A lei das entrelas marcou o praso mni-
mo para quo podessem ser nomea los os jui-
zes do direito do urnas comm tras, creio que esle praso lio do quatro an-
uos : entretanto o ministerio da justica no-
ineou oSr. Teixoira do Gouvoi para juiz de
Jireilo dacommarCddo II,o da. Mirles, da
I (iiinha provincia !
O Sr. Saga*) Lobato : Era juiz de direito
da ni marca do Sapucahy antes da lei das
entrelas
OSr Mello Franco : Foi nomeado lam-
bem o Sr. Alexandre Joaquim de Siqueira,
que alias so achava demiltido da magistra-
tura a reqoo nn.'iil o seu I
O Sr. hutebio : Koi restituido sua com-
merca.
O Sr. Mello Franco : Mas elle eslava f-
ra da magistratura por assim haver re-
querido e dovia o ministerio resucitar
a lei.
0 Sr. Ensebio: O Sr. Siqueira era juiz
de direito da commarca do Vassauras, e a o
posir/o sustentou aqu que devia-se enten-
der assim com os juizes que eslivessem ues-
te caso.
O Sr. 7W/o Franco: E isso agradou mui-
to a v. Ex. nesle caso j se sabe ( Alia-
da. )
OSr. Euiebio: Eu entend quo assim do-
[ vi cumnrlr.
OSr. Sajio Lobato : Oesde muitos an-
uos quo o Sr. Siqueira ear juiz de di-
reito.
OSr. Mello Franco : Ha outro tacto, Sr.
presidente, a respeilo do qual tomo igual-
mente s liberdade de peguntara opiniSo
le. S. Ex o sr. ministro da juslica Era ees-
turne antigo contar se autiguidade dos ma-
gistrados da data das posses pelo monos.
Em consequencis disto, hnuve urna labeila
que n1 .nava as antiguidades. llimamon-
te se tem c .t-odido que a intiguilade nao
l o le mt conta lcsen3o pelo tempo de servi-
eo ell'ectivo. A le novissima estabeleceu
que um magistrrdo podesse ter em um tric-
so talvez aprsenle epstola exceda as raas qucllo padre eram, e ain la silo, nSo ser cha-
qu tenho marcado, o que nei rigorosameu- malo para solcinuidade neohuma ds ma-
te respeilado as que Ihe lenho dirigido. trz, nu em que intervum o mea reverondis-
Principiaroi cum o Sr. AssumpcSo de Na- simo cura.
tuba, porque quero ler com elle a curtezia A procisslo esleve boa, mas deu-se nella
da preferencia, anida que pelas suas manei- um escndalo, que bem deuola o pouco res-
ras alguma cuusa bruscas, e impulidas o nSo pollo, o grosseiro trato do cortos indivi-
meicra. dos Au Chegar a ladi-ir das podras lgu-
Esquecido aquello senhor, ou talvez ig- mas irmandades scguiram pelo becco da
norando, queeujaouvi roncar militas ca- Misericordia, secundo o cosluin-, mas cer-
i./ii.H-i./-i. em Itabaiana, no tempo de miuha tos individuos li/.eram suspender asoutras,
milicia, o principalmente que nSo tenho ne- e com. caram uun discussSo bstanic calo-
gucios que me levem a tiotubu, e finalmente, rosa se dovia continuar, ou S'guirpara o
que as pessoas da familia apenas podem che- Vanulouro. Uma boi inoia hora gaslarain
gar a Campo Grande, com loda a arrogancia parados nessa diiCUSSSo, na qual n.lu poucos
militar me emprazi, por miuha honra, para gritos appareceram, al quo por fim saguio
mk4h,'v nuem me transmitido a h.iSW.'ja rfamela'dc pela' ruada BaxYVVecoVer a
mens armados, que osperavam alguem para no Rozario, mido tornou a sabir na i*
escolts-lojiouco a.liante de llabai.na, c que esperar aparto dissidonte nu pateo do
quartel.
QuestOea taes, exige a derencia, devem
ser decididas em scsso seaela, ant~s da s-
uma correspondencia por elle assignada 0: hid. da pracisso, o nunca na ocOasISo, por-
inserta no Argos l'arahibano n. 100. tu bem que o publico nSo esla para lasistir a aes
podera escusar-me de dar qualquer respos-I ,clns, que nunca sito assistidos pula n.udov
laaoSr. AssumpcSo, que ao passo que se I ca. Ho urna verdadeira impertinencia levar
inosira co-ivencido de quo a historia me fui -
referida por alguem, e me pode que Ihe de-
nuncie esse alguem, tem a b ni.I ido do mi -
iiiosear-ino com os poli los ejittotos de vi'f
calumniador, i ufa no intrigante, detractor da
honra e repulacSo alheia, lingoa viperina, o
Kondimento de 1 12.
dem do da 13 .:.
refer na miuha epstola inserta em o n. 130
do seu Diario, historia que o ditosonhor diz
que ho fal(a, falcissima, e calumniosa, em
9:478,168
744,447
10.222,615
DIVERSAS PROVINCIAS.
Kendimontode 1 12.....1:116,019
Idemdo dia 13......... 42,561
1:158,580
I. \pin lucilo.
P.irnhyln, lliate brazileiro Dous IrmSos,
de 31 toneladas coaluzu o soguinle :
1,000 arrobas de cirne, 4 barricas assucir,
2 mi"<> arroz. I lila calle, 30 caixas sabio,
150 barricas farinha de trigo, 10 barricas
manloga, 4pipasvinho, 2.ditas vingrelo
barra vinho; 400 soblas, 40 resmas de pa-
pel, 2 canastras batatas, 40 barricas baca-
Ihao
RECEBEDOKIA DE RENDAS INTERNAS GE-
KAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento dodia 13.....1:072,812
. r.(l\SIII.A|l(> PKIlVIMf'.IAL
Bendimeuto do da 13.....1:640.939
_jMovicnento do porto.
em quanto as mas da od ida balxa estivo'-
rom no estado em que cslo, uma proci isSo
ali, "imprudencia pouco proveilosi, porque
quasl lodat as familias d'aquella pari cos-
luimm em taes .lias vir para casa de seus
cochecillos na ci lado alta, doixando aouel-
oulrasque ecioditaui sua longa pralica de i le lugai de birrucas, e mallo.
larmba.e per/esto conhecimenlo da materia. Ten lo sahido p.ocissSo tarde, e com o
mas, pelo respeilo que devn ao publico, vou lourde pramenvte que lomou, levo de reco-
respondor-lhe, e pela ultima vez. |norM as seto e meia com onco.nmo lo do
U laclo, tal qual o refer foi-me conta.Iu madamismo, queja tiniia oceupado lugar
giuuanol Entilo eu venho aqui pugnar |nio seis mezes de lie-oca por motivo de
pela justica de parcialidades! Senhures, Idoenca.
soeu n3o estivsse persuadido de que se 1'erguntoaS. Ex. se um magistrado den-
i-.-m perseguido esse individuo, se me con- tro do e-paco do seis annos se aproveita da
vencesse de que He linda si lo contrallan-1 faculdade de poder gosar dessa ticanc,a em
lista, anda ueste caso devia chamar a at-1 cada trienio sem perder anuguidade, e ou-
teucSo do paiz cootra o escndalo com que t tro no mesmo tempo, porm smente no so-
sa perseguem uns o so deixam oulros usu-jgundo trienio, precisa por molestia de um>
fruir em yaz as riquezas provenientes desse licenca de oilo ou nove mezes, ficar o prl-
coinmercu, que be a ongem principal do [metro na tabelia com maior antiguidade, do
trazo em quo nos adiamos, e da immura- qie o segundo ? finiendo que seria isto u-
li lado que todos couheceinos. Saiba, por-,ma injuslica, poique o prnneiro veio a tor
tanto, o nobre deputado que ouvi com mui- seis mezes em cada trienio, o que faz um
por mais de uaia pessoa do lugar, o to las de
crdito o honra, tanto que mo deixarSo por
muito lempo o Sr. AssumpcSo Sdm resposta,
e sam as provas quo pode; pelo menos assim
o pens. Fra eu muita gente o s .be nesta
cidado ; purlanto nSo fui cu quem o argui,
o nem, para in lispo-lo como publico, tiuha
eu necessidade de imputar-lne um fado
mo, porque o publico, como en, sabe do to-
dos os buns ou maos, que o Sr. Assumpflo
ha feito, pois elles slo 13o pblicos como
o sol meridiano.
Podera dizer qu es as pessoas quo me re-
firiram, e nem ellas mo pediram segrodo, o
menos temem os vinle e tantos armados da fa-
milia ; mas tendo eu al hojo guarjado um
completo incgnito, e a declrag3u dessas
pessoas importando uma descob-rta da nn-
nha, .i., digo, e ollas so|declarar3o se qui-
zerem ; e nSo o digo sm me imporlarem as
meaets, e insultos do Sr. Assompejlo, que
deixo intactos como proprledade sua, do quo
o nao quero espoliar.
Se me tosso proprio entrar em discussSo
com oSr. Assu opcao dir-lhe-hia mullas ou-
(ras cousas, que elle nSo ignora, e enISo
"e mesmo se mostrara vencido pela forca
da verdnde.
Felizmente elle nSo nega, que vieram os
vinto e lanos da familia armados espera-lo
em Campo Crande, collamente poquo nSo
pode ver, quo a necessidade do andar ro-
deado de semelhanle escolla nSo acredita
muito a quem a tem, e nada depon em abo-
no de sua mansi 13o e honostidade.
Entre ludo quanto diz aquello sonhnr o
mais ridiculo lio a justificado de sua lortuo-
sidade. Oual outro Nelson perdeu, oudesar-
raojuu, um membro combatiendo pelo seu
mouarcha, o polo seu partido I
Assim foi, mas quando o desarranjou nSo
eslava ligado corpu o alma ao partido, que
actualmente o dumina ; e muilo me admira
que aquella mmha obsorvacSo, que tanto o
magoou, Ine n.io lembrasse,que us inimigos
lo monarcha, que o desliguraram, sSu boje
osmesmus com quera se unto paia Qagelar
os smigosdo mouarcha, que enISo o r.-ce-
hri.im de bracos aberlos, e que cumbilte-
ram a seu lado cuntra a constituinto o seus
sectarios.
Sinto nS> poder satisfazer-lhe a vontade,
que iiiinifesta em veno, de conbecor-me;
mas cuna -iu -, que se me podesse conhecer
n.lo encoutraria as linhasde meu rosto
aquellas com quo Mr. Cali in ligita o perver-
so, sanguinaria, detractor e sem carcter.
Untan saben i qud tenhu um carcter in
na igreja, cada qual com mdj je nSo en-
contrar espaco.
Ao reeolher da prociss3o pregou o padre
II uira, o infulizmeiite leve para cunslran-
".-lo uma ureta doula, que collocou-sc-llie
defronto do pulpito, e con s las mtmic safiava a hilan lade do auditorio, a puutu do
perturbar o orador.
NSo pude bem apreciar o sermSo, que me
parecen um pouco metafisico, e cheiu do
lugares communs.
Depoisdo sormlo houve o Te Itcuin, no
qual desauou a contento uma rabfCa, quo
Ja se havia nolabilisado as novenas pelos
desiiumanus arranhdes, que nos deu nos ou-
viuos; tambera nSo estere muito ortodoxo
um clarloeio, que don alguns vagidos : A
lora isso tu lu o mus esteva soffrivel.
N3u tivemos outros logus alem dos diab-
licos do ar, quo mo pozera n om cmlinuos
sustos pelo r. torno, pois nSo tenho muitos
desejos de expeiimenlir o phenumeno da
reproduccSoda giavidade pela velocidad
a cusa da penetra hilidade do meu crneo.
A falta de fogo foi bem suprida pela agoa
quo sugoriu ao acto, cconlinuou quasl por
loda a noitc.
Assim flndou, um pouco prosaica, a fosti-
vidade de nosa pad'oeira, t uito aununcia-
da pela tuba da fama.
rVavioa entrados nu dia 13.
Parahih.. I2dias, hiate brasileiro Santa
Cruz, de 36 toneladas, mstre Vicente Fer-
reira Lopes, equijagoms, carga trosdo
mangue ; ao mestre.
Rio Grande do Sul e Santa Catharina -26
das, patacho brai|e,ro Paquete Ventura
do 189 tuueladas mostr Jos AntonnJ
l'oreira. equipagem 13, carga carne soo-
ca ; a Ralltiar c Olivoira. P.ssageiros
Juao (luinuo Vinhas, a seu nlho Pedro
Lobo Vinhas.
Assu' 17 dias, patacho brasileiro AmitVia
lo 147 toneladas, mestre Joilo Dsamaceno
de Araujo, cquipag-'m 10, carga sal. Pas-
s-geiro para esla provlnoia, JoSo Ferreira
da Cosa Sampaio. Veio la(gar o pralico
o segu liara Macei 6 Rabia.
Aracaly pelo Assu' 20 dias, hiato brasi-
leiro Anglica de 82 toneladas, mestre
Joaquim Alves da Silva, equipagem 8,car-
gasal e mais gneros; a Theulfi Seve (i
Cumpanhia. I'assageiros, Manuel Jos do
Rozario Cilu, JoSu rerreua Leite, Anlunio
Joaquim Amando, Vicencia Mana da Coa-
cei$3o e 6 escravos a entregar.
Navio saido no mesmo dia.
Parahyba -- hiate brasiloi.o Tres IrmSos,
mestre Jos Duarte de Souza, carga varios
general. Pas>ageiro, Jus Ribeiro da
8
Costa.
?"
4D1TAEN.
Existo por a |ui no goso de perfelta sale
o Dr. Francisco Jotlo Cirneiro da Cunha, de
qu^m por ah disseram, que se havia stnci
dado, segundo sou informado.
Nao sou pliisiouoinisla, mas paroee-me,
que elle gosta mais de um prato de baba de
moca, do quo de, um copo de arsenio. Por
esso lado nss'guro Ihe a vi la Born poucos
por cantos sob'o o valordi mercadura.
Disponha dequo-n muito Ibo deseja, e na-
da Dio po le fazer ; o tenh i baslant- dinhei-
ro, pois sem elle omunlo lio um vale de
privacOes.
PEHAMBCQ
lo prazer a declaracSo de que nSo lio meu > anno na hypolliese suppusla, e o segundo dependente, firme, o precisa coragem para
correligionario poltico o individuo quasup-j veiu a ler smenlo oilo ou nove mezes emjdosprezar os mais venenosos reptil assim
ponli.i victima da mais ioiqua peiseguieSo :, seis anuos. como castigar com as armas da lass, e re-
dir-lhe-hei ainda que, se o nobre deputado Parece-me que he uma hypotliesa que se diculo, sim, senhor, rediculo, aos maos.
dizque esse cidadSo nao poda ser victima \ polo dar,: que deve merecer a allenc.au do. Jamis arga quem quer que tosso amo- J
Ueparticao da polica.
DIA ti' DEACOsTO.
Illm. oExm. Sr.--Das panes hontjm e bo-
je recebidas nesla repartiefio, consta loreni
sido o .sos ; ordein do subdelegado da
freguezia do S. Fre Podro Concalves do Re-
cite, Tliom, escravo, por estar fugidu; a
ordem do suh lelogado da freguezia de San-
to Antonio, JoSo, e-cravo, pelomesmu mo-
tivo, eCrvazio. escravo, para correccSo ;
a ordem do subdalagado da freguezia de S
Pela in-, ec ni i.i da alfandega so faz
pubiicu, que exislindo nos armazeos da
miisma ns volumes abaixo de-c iptos alera
do tempo maicado pelo regulamento, sSq
pelo presente avisados os respectivos donos
para os despachar no prazo de 30 dias con-
tados desta .1 na,lin lo o qul serSn arroma-
lados em basta publica, na forma du art.
274 do mesmo regulameulo, sem que em
lempo algum se possa reclamar contra o ef-
feito desta venda ; a saber:
Armazem n. 4.
PO 5 gigos, viudos na galera ingleza
Lloda, em dozembro de 1851; a Fux Bro-
theis & C.
Armazem n. 6;
TV. I caixa, vin la na barca portugunza
l.igeira, em 10 de novembro du 1851 ; a Ma-
noel .l.i i nuil Ramos o Silva.
M.1 caixa, viuda na escuna Laura, em
17 de novembro de 1851 ; a ordem.
AI'I'-.MFK.6 barricas, vindas na barca
francozi Pernambuco, em 3 de dezembro
lo 1851 ; a Avrial Frere.
A.6 banicas, viudas na barca belga Lui-
se, em 6 de dezembro do 1851 ; C. J. As-
tley & C.
CAR.50 gigo, vindos na barca france-
za Havre, em 26 do Janeiro de 1852 ; a C. A.
Rordorf.
Z com travocSo.121 barricas, vindas na
barca austraca Cra-appony, em 7 de feve-
reiro do 1852; a Rolde & Bidoulac.
Armazem n. 7.
Letreiro.I embrulho vindo na barca
francesa Cont Roger, em 8 de junlio de
1850; a Kulkmann Frere.
I dito, vindo no patacho sueco
Sultana, om 25 dejunho de 1850; a Kalk-
mann Frere.
I caixa, vinda na escuna nacio-
Jos, ItomSo Antonio ferreira, por infracto' nal Laura, em 26 d; julno de I8S; a Joo
du posturas municipaes ; S ordem do sub- climaco Lobato.
delegado da freguezia dus Afogados, Ro- Sen marca. I pacata, vindo na escuna
mualdo Jos dos Sanios, Jos Caetano de nacional Emilia, em 27 do iniio le 1850 ; a
Mello, Justino Alves iguia, Aulunio, Bene- ordem.
i >
-
MUTILADO


Armarem n. 8.
si;. caixas, vindas no brigue portu-
guez Mari* Feliz, em 22 de agosto de 1851;
a Antonio Valentim da Silva Barroca.
li cora IravecSo. 1 dita, vinda lio mes-
iiii> brigue; ao meamo Barroca.
AI'II.3 ditis, viudas oo mesmo brigue;
a Aolouio Jotquim de Souzi Rlbeiio.
C com diamante.2 ditas, vindas no mn.i-
mo brigue; a Cosme Jos dos Santos Gal-
lado.
WB coro diamante eP.5 barricas, vin-
das pelo brigue mglez Ayrshuo Lasso, em
ISdeoulubro de 1851; a Adamson llowie
bC
R & II. 3 caixas, vindas na escuna ingle-
za llenry & Margare!, em 4 de uovomhro de
1851, altothe e Bidoulac.
AF.M.24 barricas, vindas na galera inile-
za Linda, em t de dnzembro de 1851; a An-
tonio Francisco de Moraes.
Letreiro.t lina, vinda nos sobro-salcn-
tes da galera ingleza Sw.irdfich, om 3 de Ja-
neiro de 1852; ao c pililo
Sem marca. i molhos de louro, vindos
na barca portogueza Santa Cruz, em 3 Uo
fevereiro de 1852; a Joaquim Martins.
T.-t boceti, vinda na barca portuguez
Margarids, em 8 de marc.0 do 1852; ao ca-
pillo.
CT& S.S caixas, vindas na mesma bar-
ca, em 8 demaifo de 1852; a JoSo Jos de
Csrvaltio Moraes.
Sob marca.-1 sacco, vindo no brigue
portuguez Maria Feliz, en: 10 du marco de
1852; a Joaquim Antuncs.
CW.1 bail vasio, vindo no mesmo
brigue; a Francisco a I ves da Cunta & C.
S & J.1 pipa vasla, vinda no brigue por-
tuguez Novo Vencedor, em 20 de abril de
1852; a Manoel Joaquim Ramos e Silva.
ST.-2 caixas, vindas no mesmo brigue ;
a Jos dos Santos Pereiit Jaruim.
Armaz-m n. 9.
LA.1 barrica, vinda na barca ingleza
Mary-Quen-of Scott, cm 10 de Miembro de
1851; a Deaue Youle & C.
Triangulo.8 barnca.s, vindas na turca
portugueza Boa Viagem, em II de dezeiu-
bro de 1851 ; a Cuimaiiles & C.
J com triangulo.17 caixs, vindas na
mesma barca ; a Antonio Valentn) da Silva
Bar'oca.
Bl.5 ditas, vindas na mesma barca; a
Antonio Jo q 11 ii dos Santos Aorado.
HPcom tr.vessao.1 barrica e 9 cunti-
les, viii los na mesma barca ; a Anlomo
Valenlim da Silva Barroca.
IMC.-l caix>, viuda na mesma barca; a
Joaquim Monleimda Cruz Jnior.
AW -19 cestos, vindos na galera ingleza I
Kicnder, cm 21 do Janeiro de 1852; a Dea-;
ne Youle & c.
JP C 4 barris vasios, vin los na gale- '
ra ingleza Seraptiina, em 12 du fevereiro de
1832 ; a J. Paler & C.
G.1 dilo, vinJo na mesma galera; aJ
Ciliiinge.
HfV com diamanto II. -19 g'gos, vindos!
na galera ingleza Bella, coi 12 do marco de.
1832 ; a Deaue Youlo & C.
OH com diamante. 18 ditos, vindo naj
mesma galera ; ao mesmo.
CHJOcom diamante.1 barril vasio, fiado
na ba
de 1
AL
1852. O inspector interino, Benlo Josa]
Remandes Barros.
O l)r. Jos llaymundo da Costa Menczcs
juiz municipal supplente do segunda vara
do civel e do commo'tio desta oidade do
Recife de Pernambuco, por S. M. I. e C.
&c.
Fago sabor aos que o presento cdilal vi-
rem, que i.o da 18 da mez de agosto prxi-
mo futuro se lia de arrematar ior venda a
quem mais dar, depuis da audiencia desta
juizi), na casa das audiencias, duas casis
Banco de Pernambuco.
O consellio de direccSo declara que os
desconlos da semana que decorro de 9 a 14
do crrenle agosto, continuam a ser os de 6
por cento ao anno para as letras a vencer a-
t o lini de oulubro, e de 8 por cenlo at t
mezes, sendo o expediente para os mesmos
mus descontos todos os diss uteis, sem ex-
cepcdlo de algum, desde as ll horas da ma-
ntisa as duas da larde, O mesmo eonselho
resolveo, e faz curio aosjsenhores accionis-
tas, que a ultima prostafgo de 25 por cento
com que do conformidade cornos respecti-
vos estatutos deveiiam entrar do 15 a 31 do
rmenle, para a caixa do Banco, lie trans-
ferida para occasiSo opporluna, que ser
devidamonla annunciada por osle mesmo
Diario.
Da ordem do lllm. Sr. director geral
da instrucfo publica, faco saber a quem
convier, que S. Exc. o se.nhor presidente, da
provincia, houve por bem designar o dia 4
O brigue escuna Olinda, se-
gu para o Hio de Janeiro no dia
15 do corrente, os senhores que
no mesmo tem de embarcar escra-
vos, sao rogados a po-los a bordo
at as 10 horas da manhaa do re-
ferido dia.
Para o Hio de Janeiro sahe
at o dia a5 do corrente, o brigue
nacinil Recife, o qual j tem a
naior parte da carga prompta, e
para o resto, passag'-iros ou escra-
vos a (rete, para o que tem muito
bom commodo, trata-se na ra do
C'ollegio n. 17, segundo andar, ou
com o capito Manoel Jos Ri-
3
r
Vice-consulado Pontificio em Pernam-
buco.
Nccessita-so saber se existe nesta cidade o
deoutubro vindouro para concurso as ca-:.
diras de inslruccflo primaria da Serra-Ta-- DeiiO.
Ihada e da Fazenda-Grande. Para o Rio Grande do Sul seguir bre-
REALCOMPA.MIIA lE PAQUETES I.NGLEZES vo o briguo Social por ter parte do seu car-
A VAPOR. regamento prompto, o qual podereceber
Noilia 20destemez, esp.jra-'alguma carga a frete, e quem pretender
se do Sul, o bem contiendo pode tratar com Amo ^01 IrmSo : na ra
vapor Teviot, comm unante da Crin n. 3.
Onslow, o qual depois da de- Para a Baha.
moradocostun,eseguirparaaEuropa:pa- Adelaide sezue OCS-
ra pessageiros. trala-so em casa da agen- A escuna AOelaiae, segu ne*
ca, na rus do Trapiche Novo n. 42. tes 8 dias: para o resto da carga,
que Un' falta, trata-se na ra da
Cadeia do Recife numero a3, ou
provincia o subdito romano de oomeJos, na J0 Trapiche Novo n. 16, no se-
que nos annos de 1831 a 1835 embaroou em
Civita Vecchia com uestiiioa este imperio, gunfiO anuar. ^^^^^
o qual he flllio de Rosa Ferrari, viuva de f,Mn n. n 1 n n. .ni 1 **
Ronctii do castello de S Pedro em Bologne- JLel3,0#
se, o casado com Adelaida Bonaga. Aexis-'^_____________
t,r o dilo senhor nesta Provincia, *- __ Fr Seoriano R.hcllo & Filho,
^W^tsSS! f"9" II5... pnr intervengSe do agente F.
na ra do Sol n. 1, a negocio d MtM P risc ,,
se; o o mesmo favor se roga a ualquer de 0 pifas de vinho da gueira,
PMM9dll?,,"nl'c',X,!1ln oP9 barris de presuntos: terca-feira, 17 do
se, pelo que s* Iba licara agradec.do. correnle, as /, horM dl .n.nMa. no largo
.""" da Alfandega.
Fublicices litterarias. A requerimento do deposi-
^^r??,***9 ,arida massa f,ilida de Lep|do
ELElEHiUS.
I DE
sHOMEOPATHIA
i
i
Francisoo, pardo, de idade de 18 annos;
Fernando, pardo, de lannos; Jeronymo,
creoulo, de 20 annos; Ignacio, creoulo, do
18annos; Roberto, creoulo, de 35 annos
Prccisa-se de um houiem que saiba
manejar o arado o applica-io, com especia-
lidade cultura da cana ; quem estiver rn-s-
tas ciiciimsiancias, querendo ir psra um
engontio oerio da pra^s, dirijs-sn i ra da
'Cruz n. 53, 10ime.ro ou segundo andar,
onde mora o Dr. Cosme de sa Pereira, que
echai com quem traiar.
Constando ao abaixo assignado, que
lendo sido vendilo oesiabeleciaiento, sito
no attrerro da Roa-Visla n. 86, previne ao
coopiador di mesmo quo est otiriga lo a
pagar ao jnesmo abaixo assignado, a quan-
tia de73,9s0, proveniente do gencroi para
0 mesmo, ou do contrario nao faga nego-
cio algum. Recife 13 do agosto de 1852.
Candido Alberto S. da Molla.
Trasjassa-se o arrendamento do um
sitio, na estrada nova do Rnmmlio, com nina
boa casa, e terreno com bstanlos propor-
oOes para plantar ou criar; a tratar na inos-
ma estrada, sitio em que estove M r
bira, ou na ra da Cadeia do Recife, sobra-
do, n. 1.
-- No dia 12 do corrente, pelas sois lio-
ras da tarde, fogio o osca'O Viccnt", de
'(.o Angola, que representa ter de idade
27 annos, altura monos quo regular, rosto
redondo, com Falta de um dente na frente,
cor preta i levou vostnlo camisa de algodflo
azul e calcas de riscaJo do mesmo, levando
urna caneca em que ia ca regar agua; foi
escravo do Hanool FalcSo Encrrabo vedo, .i.l o na comarca do Itio-Formo-
so : quem o apprehender, o podera levar
rira do Collogio n. 3, que ser recompensa
do do seu trabalho.
Avisa-se ao respeitavcl pu-
blico, que se arln aberto, na rita
do Trapiche-Noyo 11. i4, o Bazar
para compra e venda de fazendss
01 011I10 qualquer objecto me-
diante urna mdica commissao ,
cujo estabelecimentoser adminis-
trado par Joao Covvie, cuja firma
ser vulida para qualquer transac-
cao>
Retr. No atteiro da Boa Vista n. 10, sobrado ti-
ra-se retrato por Diguoireotypo com toda 1
perfei5flo conhecida at agora O artista,
leudo pnis de so demorar puucos dias nesl.i
de
Jos de Oastro Araujo, ouvindoo
curador fiscal respectivo, se for
leilao por ordem do 5r. Dr. juiz
municipal supplente da segunda
_ vara do civel e do commcrcio e
SA1UQA ILZ A 3.' E ULTIMA PARTE "
W desta obra composta pelo professor de
j liomopathiaCossel Rimont CuslarS
5/000 a olira inteira al 30 dejunlio,
dia em quo licara encerrada a assig-
9) natura. Esta obra he til, tanto pura
1 os mdicos que se dedicares ao cs-
(B lulo da nova medicina, como para _______r-----
! todas as pessoas de boa voniade que fe1 seus apparelhos e pertences, taes je de um dos ps trepa.
9 quizerem convencer-se pnrexperion- auaes cias da verdade desta doutrina, por *
sor ell.i ni in.'i clara,e a intolligoncia
de todos,
No consultorio homcopathico ra
cidala, avisa as pessoas, quo de seu pres
por intervenrao do agente .\ntu-tjmo SP q .izer-m utilism- para nes. a quem COllbc por destribui- rom d3 9 horas la manhi as 4 da larde
_','.. j I Desappareceu no da 31 do mez passa-
cao, dos brigues nacionaes Ueno-[(|o_ j c.sa()eseu senhor o abaixo assigna-
minados Ueslino, Neto, e Paqu'e-'.io, a eseravs Tbereza, do o annos, estatu-
,, _.___ ..m i.j,. i ra reuular, cabellos brancos, nadec.sgran.
te de ParnambuCO, C.m todos OS :uaes/ump'UUCoomp,.das.ter,.odeilogran-
do por cima dooul'o,
S cusas at quasi o
isto do lado esquerdo; tem mais

arca portuguesa Oiimpia.om 14 do maio ^ d;;;'c;; """"
^Kn^bcol de?go.to deff^5f
zV traduccao do manual de medi-
cina homeopjthica dp doutor
Jarhr.
G.ooo re. de assignalura.
i pescui;o.
porto, onde os pretemientes po-l0m ,has as maos os dous dedos menores
demexamina-los cotn ante :ipaco; encoiiu ios lavou sala cor de caf e vestido
.... :de bauta verdo (novo); sua occupc3oie
perlencentes a relerula massa: se- |avar roUpSUli|0e-se andar ,.or Boi.eribe
ganda l'eira iC do corrente, as 11
horas da mauhaa em ponto, a por-
ta da associaejio cotnmercial desta
praca.
querimentodo depositario da mas- t0 preta, olhos grandes, pes e inilos peque-
ou outro iU){ar onde hajam lava leiras: quem
a pegar levo-a a ru.i Imperial n 64, casado
111.mi- Antonio da Silva Cumiantes, quo sera
generosamontu reco npeusado.
Desapparecu a preta Gertrudes.de ida-
de pouco 111..1S ou menos 26 anuos, cor mui-
sa l'iliula de Leopoldo Jos da Costa Aran-
nos, estatura baixa, disdenla la na frente
do ido de cima, e peilo de pombo ; disan-
parecida na quasi dous mezes : quem a pe-
gar leve-a a ra da Aurora n. 52, quo ser
bem ivi'oin ."Misado. Adverte-sc que essa
prela fui escrava de Joaquim, chamado da
THMTHO
vjsua vel pulilico, que loram vendidos os
premioi seguintes, da primeira lo-
tera a beneficio da irmaudade do
Santissimo Sacramento da cid.vle
'de Macei, na praca da Indepen-
Acha-se quasi prompto oprimir vol- jo, ouvindo o curador fiscal respectivo, so
me da tradcelo desIS olira, a piimcira c a f.ra letlfiO por orden do senhor doutor juiz
mais iaiporlanln no son genero: he prova- municipal supplente da segunda vara do ci-
vel que se possa entregar este volumcalo vel e do coinmerri), o por intervencSo do
dia 15 de agosto : e liesra abeilaa assigna- agente Oliveira. dos brigues nacion.es do-
lora at o da 30 de selembro para commo- no ni nados Destino, ero, e Paquete de Per- Lingoela, e dizem quo se tem visto a dita
rroa's, una siti na ra das Cruzes o. 50, ,|ida lo das pessoas de nutras provincias, ou na^buco, com todos os snus apparelhos n ; pro:, por otinda.
avaliadaem 1:000*000 ris, e oulra sita na [ m,.sm0 dcsls quc ,,eiram pr-tar SUS as- pertenc-s, taes quaos si acliim ancorados; .. naphael Lucci, com sua senhora Man
ruadaSoledade 0.8, avaliala e .11 800/000 sjgniura pa< a terem o verdadeir.) co i;on-neste porlo, onde os prclendentes podem Grima Lucci, vao ale Lisboa,
ris. penhoradas por Luiz Manuel Rodrigues ;jlooe m.dicna hnmcopatliica, ntidamente examina-los com anlicip^cao, perteucenles
Valenca contra Joaquim C-rneiroLeal o sua ,n!,r,.sso. a,sgn,.se nn consultorio hoim o-, a referida massa : segunda-leira, 16 do cor- UcauteilSta &:ilustiail0 de A-
mulher, D. Mana Senhorinha do Almei ia. palliic do traductor o doutor Mososo, na rente, as II horas da mmtiIU em ponto, a qiln0 4?erreira avisa ao resneita-
Leal: e para quo chegue a noticia de lodos ru, do collegio 11. 25, primoiro andar. | polla da associac.3o commercial desta prac.. T .
niandei passar editaes que serilo publ cados
pelos jomaos e alixados na prace do Gom-j
mercio e casa das audiencias.
Dadoe pastado nesta eidade do Recife ans,
29de jullio Je 1852. En Manoel Josc da Mol-1
la, escrivAo, o subscrevi.Jos R,iymundo:
da Costa M ni -i' -
Pcrante a thesouraria de fazenda lem
do ser contratada, nu dia 17 do corrente,
com quem por menos Oler, a raiacSo do
inierior da piafa d'a>mas e quarteis da for-
taleza '!0 Bruai e pintora das ponas o or-
ladas dos uitsmos quarleis, tu 10 conforme
o plano aballo transcripto: os pretenden-,
tesconieaiecam na s>la da*ses>0es da mes- SABBADO 14 PE AUOS"
na lliosouraria, ts II e { horas do refer- __ _- ,- t)
dodis. competentemente habilitados. **** *
Secrelaria da thesouraria de f.zenda de STIMA F. PENLTIMA ItEPItESENTACAO
Pernambuco 12 de agosto de 1852.Oofll-j
cial-maior, Emilio Xavier Sobreira de Mello. I
Plano o orcamento para o ciiamcnto Ja pra-
tel da fortaleza do Brum, e paia a pintu-
ra des portas o portadas do mesmo quar-
tel. I
Caiar-se-hSo com as domis quo forem .---- -r-
tenor dos quarleis, elcando-se o reboque, mais arrebatadora eextraordinana de lien
onde for fle n.ister, afim de que este lra-1 Alcxniuu 1.
baldo Oque bem hilo. As sortea princ.paes s3o :
Piular se-hflo a oleo, com isdcmais que Ly" do Apollo,
forem precisss. ecomascr.s daescolh! O exereicio novo, ouo recruta bom disei-
i^irn-s! 1;=^
das do mesmo quaHel. repondo-se *lA^.!~***!!^*2!S^l3!!!?
dros que esliverem fiacturados.
MGICA APPARENTE
DE
IIERR ALEXWER.
Lsip. stima reprcsentagilo, que compre-
Tendo a irmand ide do glo-
rioso S. Jos d' gonia, erecta no
convento de Nossa Senhora do j,jenca n. ,3 e 'i5,'loja de ca'lca-
Carmo, de acompanhar a procis- jdo ,i frontes, e na ra da Oa-
sao de Mossa Senhora da B.ia Mor-J^jg j0 itecifc n. 46, loja de miu-
te, lioje i\ do corrente, as 3ho- ,,|eias e Jos Fortunato dos Stn-
ras da tarde, o thesoureiro da mes- tos i>ort0. Em quartos 3-198 ,
mi pede a todos os irmos, pora |ao.ooo,ooo ders \^6ig, 1:000,000
que compareco, e aquelles que!,jers>. 1880, aoo.000 rs ; 4897-
nao poderem comparecer e que te-
11 ii.1111 copas em seu poder, ter a
100,000 rs. y i83G, 100,000 rs. ;
a353, 200,000 rs.- 3172, 100 000
bondade de as mandar entregar ao rs 1G70 100,000 rs 5 i3oG,
dilo thesoureuo. 1200,000 rs. 3?q8, 200,000 rs-
No dia I* do corrente, se ha doarro-;,/. o^r-
rialar em praca publica do Dr. juiz muni-. 42f>> 100,000 rs., 2J8O, 200,ouo
- rs..- em oitavos 5491, 100,000 rs.^
4475, 100,000 rs.; 469, 100,000
rs.: em vigsimos 549i) 100,000
rs.; 349 4o,ooo rs. ; 3712 ,
200,000 rs. as lojas cima men-
cijal supliente da seguoda vara, uma casa
do sobrado de andares, no pateo do Ter-
co, por execuQo do llenry Forster & Com-
uanhia, contra Francisco Martins Ferreirae
sua o ii'Iht.
Aluga-so um segundo andar, por 13,000
rs., com bastantes commo los, na ra da
'primeira vez cmsou numerosos applausos.
Recife 8 de agosto de 1852.Jos Josquim
Rodrigues Lopes, major do coipo deenge-
nheiios. ^_____^__^.^^_
Pela inspectoria da altndola contrata-
se com qui m por menos fizero fornerimen-
to da escuna Lindoya : as pessoas que qui-
zerem encarregar se do dito fnrnecimento
appresenlarSo as suas proposlas em carta
fechada at o dia 20 do correle, declarando
os precos porque se obngam a lornec ir dia-
riamente, pur tempo do Ires mezes, os gene-
ros abaixo declarados : RacOes diarias pa-
ra 30 pracas. pes 30, assucar 25|8 nbra,
caff muido 1 l|Hibrn, larniha 5 1|2 sala-
mins, carne verde 22 3(4 libra, fcijilo iim
qusrts, tpucinbo 1 12 libra, b-cslhao 11|9
ditas, vinagre 2 qumillios, azeito doce 1|l
deqosrlillio, sgoardeme 5 1|t oe dilo.achas
de lenha 49, sal, algodao em lio, azeite para
luzes, velas de carnauba, ditas de sperma-
cete, carne secca, e bolacha. AlfanJega de
Pernambuco II de agosto de 1852. O ins-
pector interino, Benlo Jos Fernandos
Barros. ,
O illrn. Sr. inspector do srsenal de
marinha manda fazor publico quo admitle
no mesmo arsenal, para as obias do me-
llioranento do porto, srvenlos livios com
o jornal de 640 rs., assim como canteiros
ou cnteos para asdilas obras : Os indivi-
duos que esliverem nesta ciicumslancias
comparecam nesta secretaria para trataren)
com o mesmo lllm. Sr. inspector.
Secretaria da ins.ieccao do arsenal de
marinha de Pernambuco, 13 do agosto de
de 1852.
100 impedimento do socretario.
Manoel Ambrosio da Cuiiceifao Palilha.
A agoa de cuco transformada eii um lenco.
O molnlio mgico ou o moleiro obe-
d lente.
A corrento chineza.
Conelue-so a ropresentscSo com a celebre
sorle liuiiulada -- O MiliiRre Ue Hindostn,
ou o moi,'o suspenso no ar.
Qui-.ndo pela primeira vez seexecutou es-
ta experiencia extraordinaria na Europa,
dcsperlou toda a atiencHo B ciusou admira-
(So aos sabios e amigos da arte.
A Revista do Lima de 4 deabril do anno
prximo pssido,dr/, j em um numero ao-
leriur deslo perio lico, descrevemos os por-
menores testa grande esnerioiicia, mas nSo
leudo fcil fazer-S'! urna cireumstanciada
rclico dos seus interessanlissimos detn-
Ines nao he 1 o-sivel pela simples leilura, fa-
/ r-seuina cxacia apreciagao de tal mara-
vilrtn s-m v-la por-sa em pralica. Este ver-
ladeirn prodigio na arte, mgica arrrbata "
publico em lo ia a eslencSo da palavra.
Os presos silo os ja annunciados.
Prinoipian a- 8 Imras em punto.
Avisos martimos.
-p.
Via-
.r.TS Lisboa o brigue. portuguez
jante, capiulo Manoel dosSuntos, pretendo
soguir viagem no dia 30 .o corrente 1 quem
no mesmo quizer carregsr ou ir do psssb-
gem, diriji-se aos co signatarios T. d A-
quino Fonceca & Filho. na ra do Mgano
n' 19, 1. andar ou ao capito na praca.
-- Para Lisboa o brigue portugus Novo
Vencedor pietepde seguir viogein por todo
o correnle mez : quem nelle quiter ra.re-
gar ou ir de passagem entenda-se com os
seus eonsignalanos T. d'Aquino Fonceca &
Fllho, na rus do Vigario, n. 19, 1. andar, ou
com o espitao BorgfS Pestaosa prace.
Sonzalla Velha u. 42, eduas casas terreas, clonadas sao pagos em continente
novas, defronte do oitao do Pilar n. I e 3, a > pm: .1, .f^-ii, l^tprU
9,000 rs cada uma: quem as quizer alu-, OS premios Ha lelerua lotera,
ar, dinja-se ao seu prop iolario, na ra iia : O abaixo assicnsdu pede as pessos quea
Cruz do llocifo n. 12, que he J0S0 l.eite Pita ;lhe sSo llovedoras de conlasaniigs, de vi-
Offerece-se nm mo^o brasi-
leiro, para lezer a escritura5o em
qualquer estabelecimento nesta ,
ou em oulra praca ; tambem para
caixeiro de cobrancas, administrar
engenhos, 011 casas de negocio no
mato, promeltemio tudo desem-
penhar da melhor forma, por isso
que tem bastante pratica dando
fiador a sua conducta : na ra do
K.in :i'l n. 36, segundo andar.
Precisa-se alugar dous pretos, rara o
servico do campo, anda mesmo que nSo se-
|am mocos, que he para trabalhar em um
sitio uertoda (iraca 1 quem os liver, dirijs-
se a ra Direila n. 69.
> #^#*<8 <*> W
9 l'uulo nlgiioiiv Icnlistii,
M de voltn a esfa elilade, pode ?
ser procnriKlo n qualquer
9 iioiv. fin -n.1 i'asii : na 111:1 *
l:n-a-i do in!ii lo 11. 3(, se-
Sil mi o 11 mi ir. *
HlttMMtfHMntli
Dos llispe.
Acaba dechegardo Rinde Janeiro, tradu-
/iio em portuguez, o excellenle romaoco de
Alexandr Dumas,que tem por titulo, Dens
DispOe, vende se na livraria da prafa da In-
dependencia ii.Ge s, a 8,000 rs. constando
de 8 volumes.
!?*'*'*#l!>!ff'tt!
(>? Francisco Goncalves do Moraes, duu-
if lor em meilicins, avisa aoresiieitavel 1
publico desta cidaile, quo ja se acha 4
nesla provincia, o ..lo contina a ex- 9
^. ereorasua profisSlO ; as pessoas que <
9 della se quizerem utilisar, potem o )
procurar na ra da Cadeia Velha n.
C' 59. primeiro an lar. 9
? #*i-S##-S ***->
Aos denles.
J. Jam dentista, noticia ao publico que
contina a r denlos arliliciaes do porce-
lana iiicorruiiiiveis; oannunciaiiloencnerta
de um ou todos sefr preciso, asseneran lo
atodas as pessoas quo se quizerem ulilisar do
sou pre-timo, que no exige paga al^uma
n.lo lican 10 os denles 13o bem colloca loa
que 11."io so possa diHerenc,ar dos proprios
naiiiraes.poiicndo-se mastigar qualquer co-
iii'.l.i sem sentir s menor oor iiem receio
do os quebrar, Imbem calsa os denles na-
luraei Turados da caria com ou-o mi pata,
preveninlo assim a continuado da cana a
dores e'mesmo evitando por essa forma de
passar o caria dos denlos Turados para os
oulros silos, como be n,alimpa os denles em
geral, tirando as carias 00 pedr.is qu.i tanto
os daniuilira e coopera para o mo alito da
bocea no sendo tiraoo ; ha dez anuos qii"
o annuncianle exarca sua proBssSo nesta
ci lade, eos minios exem los qoe l -ai dado
nesso lonijo lempo ser quanto basla para
Korantir Jsua residencia na ra Nuva n. 19,
primeiro andar.
Para vinhos fr-cos.
A verdadeira agoardenle de vinlio, vinda
da Europa, a nica recommendada para
comiioros mesmos quoestejain airuinalos,
o licarem supe iores com uma pequen* dos-
peza ; ssim como para diversos remedios
que sem ella senio poderiam taier, ou en-
ISo no produzriam o effeito desojado; ven-
do-se nicamente ero casado Burilo o.Ma
cedo, na ra Direila n. 17.
-- Precisa-se do orna ama Je leite que no
soja captiva quem eslivcr nestas circuns-
tancias, dirija-so a esla lypogiaplna quo se
Ibe dir quem precisa.
f^ liecebem-ss escravos do commissao,
co.iipr 1111-se o ven lemo, lano para dentro
da provincia, como are. lora : na ra das
Larangoiras u. 14, segundo andar.
Passaporl
Tiram-se passaporlcs ; dentro e fra
do m ierio, despacham-se escravos c tiram-
se lilulos do residencia: para esto fim, pro-
cura-so na ra do yueimailo 11. 25, luja de
miudi'zas do Sr. Joaquim Monteiro da Cruz.
-- Aluga-se um negro mensalment" para
o servido de urna cas-, que soja fiel e nao so
embriague : na casa do sac'iristao da ordem
torceira do S- Francisco.
Precisa -se de urna ama forra, boa \n
vadeira, engommsdeira para servico de
uma casa ingl-za : na ra da Aurora casa
do Sr. Elias Baplista da Silva.
-- Acha-se justo e contratado com os se-
nhores Francisco de Paula Pimentel, Joao
-- Preclsa-se de ums ama de nvia idade,
mas que seja capaz, psra cozinhar e fazer o
mais arranjo de urna casa de duis (cssuss;.
na ruada Roda n. 52.
Quem precisar de um caixeiro para co-
branza, ou mesmo para venda, do que tem
bastante pratica : dirija-ae a ra larga do
Rozario, junto ao quaitel de pollcia n. 1T.
O juiz municipal ede orphos, do ter-
mo de Olinda, chama por este annunoio o
M'iilior Joaquim de Mello Canloso.para roce-
ber o seu requerimento e documentos anoe-
m>-, com que inslruio sua petigo a 8. M. I.
dirigila, pedindo o lugar vago deescrivao
de crimo, civol, labelio do judioial.e notas,
o lembra-llie que se habiliie na forma do
eilii.il, que fui publicado pelo Diario de 10
lo mez prximo passado.em virtud do pre-
cilo d 1 decreto do 30 de agoslo do anno
prximo lindo.
Precisa-se de um caixeiro, que lenha
pratica de venda, danto lia lor a ana con-
ducta : no largo do Terc,o n. 7.
Aluga-se o primea o andar, da casa da
ra da Senzalla Velha n 22 : a tratar na ra
do Ai olio, armazom de assurar de Jos Ma-
ra Tliomaz da Silva. _________
umoras.
Comprase para uma encom-
incii -la de fra da provincia, uma
escrava parda, ou preta, 11109a e
de bonita figura, que saiba bem
coser, engommar e vestir uma se-
nhora, nao se olha a preco, sendo
que agrade : na ra do Vigario n.
19, segundo andar, cscriptorio de
Machado & Pmheiro.
-- Compra-se urna escrava cosinheira e
engommadeira, o um moleque de 18 a 30
anuos d% Ida Je, que lenha principios de ro-
sinli-iro, nagam-se bem : na roa do Vigario
n. 19, segundo andar
Comp'a-su para una ene .minenda, ac-
edes da c impaiilii i de Bebinbe, a 49,000 rs.:
ia loja n. 3, ila ra do Crespo, so lado do
arco de Sanio Antonio.
Compra-se
uma cnlxa de damasco oncirnado ; nesta
typographia, ou aiiuuncie.
-- Compra-se uma escrava, moca ou de
meia idade, s-ndo ptima coziulioira paga-
se bem : na ra Nova n. 34.
Comprain-se duas escravas, creoulss,
do 12 a 20 anuos, e um n oleque do 14 a 19
annos; ten o boas figuras pagam-so bem:
na ra >ova 11. 16.
Na ra da Sonzalla Velha, defronte do
Sr. Martins, pintor, compram-so todas as
qualidades de ferros velnos e metaesdo lo-
uas asqualidades, sssim como ourelos de
paunus unos, casimiras e todas as quali-
dades de mulambos, quo servirem paia fa-
zer papel; assim como cabos voltios, lo-
nas, ecl.
Compram-se oscravos do ainhosos se-
xos, do bonitas figuras, de 10 a 25 annos,
tamo para a provincia como para fra, pa-
gam-se bem : na ra da Cacimba 11. II, oo
do morou o finado vigario do Itecife.
Com,ira-so urna mulata reculhida do
16 a 20 anuos, da bonita ligura.quo soja per-
reila costureira o ongoinuiad. iia, agradando
da-se do 800 l 1:000,000 rs. 1 na ra Nova
11. 34, casa da modista brasileira
V eudas.
Ortigueira
- Roga-se. a quem competir, que olhn pa-
ra o 11 mora i quo tem na ra Direila, porque
ai le.10 assim he ve goulia do Pernambu-
co, que digno da lo lo o reparo qualquer lu-
gar deslo Recife, pela sua formusura e ma-
ge.-tade, e especialmente quando he uma
ra publica ede commercio, como a ra |
Direila.
rem no seu armazem, na ra da Cruz n. 5.
satisfazerem seus dbitos al o oia 31 do
corrente ; do contrario ver-so-ha obriga lo a
promover a cobrauca ju liciatmonte.
William Bauch.
Lotera de Rusta Senhora do
Rosario,
No dia a6 do corrente, andam
extinta lujado mesmo finado : rogamaos
mesmos dovedores de no piaso do 15 das
pagarem seus dbitos, para cujo lim >o de-
v-r 10 dinjir a segunda loja n 18, da ra do
Uueimado, sob pona de serem eX'Culados,
nao pagando seus dobilos no praso mar-
cado.
Precisa-sede um fetor, para um sitio, ; 1 m_,. BS r0(i., desta
e que seja bom Iraballiador, prefere-se por-i mpruenveimenie as roa-s aesia
luguez : noPasseioPublico, loja u. 11. jloterii, o resto dos bilhetes estao
-- Machado & Plnneiro remettom para vena no8 |UKare.s docostume.
o Rij de Janeiro, o escravo rancisco, de ,. D. ..
naci Anguila, par. ser all entregue .0 seu "s horneros de Jos Joaquim de^M
propnelario JullflO Jos do Araujo. I"". em consequenca da difl cuidada que
-- O abaixo assignado faz publico aos do- ''
vndores de sua taberna, da ra estreita do
Rozario, na esquina da ra das Trincbeirus,
que tendo seu caixeiro Jos Joaquim da Cu-
nta, sahi lo do sua osa, domingo 8 do cor-
r.'ine mez, nada paguen) an mesmo Cunts,
e veuliaoi salinfazer seus dbitos ao abaixo
assignado proprietario da mesma taberna,
igualmente parliel.a a seus c odores, quo
nilo se rosponsabelisa por compra alguma,
lauto nos trapiches, como no commercio, da
referida dala em diante. Manoel Jos da
Costa.Olivcira.
O capitlo do briguo escuna Olinda,
Manuel Maiiano Ferreira segu para o Rio
uu Janeiro e leva en sua enmpanhia para
sou servido as suas escravas,Aulonia, creou-
la, 22 annos c Maria,parda,27 annos.
-- l'ier i-s' ssbor,se existe nesta provin-
cia, Remigio S-rro, natural da liba da Ma-
leira, vindo para esta oi lade em caso alllr-
malivo : queira dinjir-sn o mandar a ra do
Trapiche, esa n 6, ara negocio do seu par-
ticular inleressd.
Fernando Jos da Rocha Pinto, remel-
le pira o Rio de Janeiro os seus escravos
Vendo-se um palanquin novo: na rus
mperial n 171.
Ven le-se, ou troca-so urna escava cro-
oula, por oulra quo seja boa quilandeira : a
traiar no nlerrii ila Boa Visia n. 6, lercoiro
andar, ou anuuncie por osle Diario.
Veode-se um negro, do 30 annos de
idade, pouco maisou menos, com ollicio do
serrador: a Irntar no aterro da Boa Vista n.
6 lercoiro andar, das 6 os 9 horas do da.
Vendo-se o deposito da ra do Rangel
n 46, muito bem surtido e bastante afre-
guezado, ousaarm-r.i"o o caixOes : trata-
se na ra Suva, vonda n. 40.
vende-so uma escrava peca, com ha-
bilidades I no paleo do S. Pedro 11 18.
Vende-so uma escrava crooula, do bo-
nita lignia, ptima cosinlieira, engomma-
deira, e tambem Taz doces, bulse paos: na
ra da Cruz 11 43.
Vende-se urna escrava creoula e una
cria, com habilidades, Cosinha, engomma,
>... s .i o 1 e no boa uuilandoira: a Irat-i com
Pinto da Vuscoucelios, o Jo.lo de Paula. a,Mw.,,,0j^ rda na esquina
comer de urna casa torrea pequea, sita na Ur*n''%,,.'*
ladeira do V-radouro em Olinda ; quem pois da ra do l.auuga.
sejulgar com dir.oto a mesma por algn Na ru 1 do respo, loja U- O.
hypullieca ou oulro qualquer embaraco.haja' Vendem-sosuporioies corles decambraia
de declarar por espado de tres dias, para o ni dslpicos, com 6 l|2 e 7 varas, a 3,500 e
lempo no allegar ignorancia, por isso so 4,000 rs ; coites de cassa chita, do novos
faz a presente drclarafOo. gostos, a 2,210 e 2,5110 rs.; cassu franceza a
O abaixo assignado nico agente em 440 rs. avara coitos de b'im trancado es-
Per, lamliuco de It. J. D. SanJs, chimico euros e mosclmlos, a 2,000 rs. ; panno lino
americano faz publicu que o deposito cous- piei0, a 3,000 o 4,000 rs ; lencos de C'mbraia
lituido por seu autor, lio om sua botica nt de linhO, a 480 rs.; ditos do cassa grandes,
ra da caleia Volna, n. 61, e para evitar a 160 rs ; ns -ado de lintio a ISO rs. o covado
qualquer encano, si chara a assiguatura e muitas ontras l'azen las em conla.
do abaixo assignado om manuscripto. so- __ Vendem-se lesouras para
breoinvollorio imaresso do mosuio frasco. mniln finas- aa.
Vicente Jos do Br.to. unhas e costura, muito linas, as-
OITe.-i'C0-se uma ama para o servico de sm como Cilliveles para peanas C
portas a dentro de casa ne um lio ;,em iuas A. uaiba superiores ;
solteiro, a qual engomma, lava e cjzinha nav.uiids uc uuiuo "y j
bem : na ru doi'adie Fionano, n. 6. incids para meninos e meninas:
-eseja-se fall.r com o sr. Manoel Jos rua d0 Gabug, lou de miude-
Vleirado Araojoi declaro sua morada para ,U4U"U b *. .
ser procurado. zas n. I C de Cuimiraes.
Ro*a-sea pessoa, que tirou uma caria ___ Ouem quizer pOSSllir UIDa
docorroio, vinla doSul em 6 do corrente ,.,,. ...,.-
pelo vapor B.niana, para Antonio Joaquim negrinha de lo annos, e que se po-
Ferroira, e que se acha na lista sob o n 205, de c(,amar linda pe9^, appareca na
ofvordeam.ud.ront.eg.r,n.ru.daMa- rua ^ Larangeiril9 ,4, se(?Un-
Q O liacharol Viconie Ferreira Comes 4
t-i mudou seu escriplorio desdvogacia, }
i/} psra o largo do Collogio, cosan. 6, it
i,. primeiro andsr. 4
O Dr. Antonio Vicente do
Nascimento l'eitosa mudou o seu
escriplorio, para a rua estreita do
ilusorio n. aa, onde, a excepeo
da noite durante a qual nao falla
dre Dos, loja 11. 34.
__ Us senhores dos bairros de do andar, com Ojo,oo'> rs.
S. Pedro Goncalves, Santo Anto-' Salsa parrillia de Sands.
..;, o < 1. nio e S. Jos, que nao assignaiam perli(iml)UC0 de ,,. j. Sands, chimico
a collcta do imposto de aoporcen- aner|0(Oo faz publico que tem chegaioa
to, sobre ns .go'.rdento, queiram J^ft^ToW^rtS Wd"
ir assignar at o lim do mez cor- ramen|C falsificados, a proparados no Rio do
lente, na rua das Gaiangelras n.Janeiro.peioquesedvemacautdar^
18, para que nao se chamen! ao
depois 11 ignorancia.
-- OSr. Joaquim Pereira da Costa Laran-
goira, queira apparecer na rua da Cadeia
Velha, loja n.38, a negocio.
Aluga-so por 10,000 rs. mensaes, um
niulalinho do idaie do 14 annos, multo es-
perto e fiel, faz algum servico do cosinha e
serve para mauda.los, e tem ontres habili-
dades, que se diruo aos preloiidonies : ns
rua do Hospicio 11. 46.
Lava-so oengomma-se, com muita per-
feicflo e asseio : uo pateo da Ribeira do S.
Jos n 15.
Acha-se justa e contratada a compra da
casa terrea sua na rua Bella n 27, porien-
ceme ao Sr. Jos Fernandas Eiras : quem a-
cllr-seCom algum direito a dita casa an-
niincio da data .lesle a 3 dis. ___
6, O senhor Maioelino HSnriques Perel- m
i ra, queira ier a bondade ue vir p.gar 4
na ?ua do Vigario n. 9 a quautia de 9
rs 177,500 que h dove lor a perto
ninguem, o acharo prompto > 5 de qoaro ...nos, do ^<'l''''i0;i
o 1 j I 1 de ver lodos os das por esieuiario,
prestar o seu misler como adva- g esl8,00UllC10.
gado.
ZsSSSS0S *Jr#>#*#
su nidoies de to precioso Talismn, do ca-
hlr neste engao, toman lo as funestas con-
sequencias que sempro costu nam trazar os
medicamentos falsificados o elaborados pela
mo daquelles quo anlo^oein seus inleros-
aesaos males e estragos da humanidade.
Porlanto pede para q' o lublico se possa II-
vrar desta fraudo e distingm a verdadeira
salsa pamlha deSandsds falsificada erocen-
teinenle aqui chogada;o annuncianle taz ver
que a verdadeira sevei.de unicamen e em
sua botica na rua da ConceicSo do Recie
n 61 ; e.alm do rfC-Uono que acompa-
nha a cada frasco tem emb.ixo da primeira
osaina seu nome imi.resso, e se achara sua
firma em manuscripto sobre o invollono
impresso do mesmo Irasco.
J Vende-se uma parellia de cavsllos, efl-
sinados para carro de lauca, e trabalbam
tambem em carro de varas ; psra ter e tra-
tar, na rua da Aurora, ultima casa da mes-
ma rua
Havre.
Vendem-se chapeos francezes dos mais
modernos, chegados pela barca Havre; luvas
dsela para homem, muito linas; grvalas
de selim e pretaa ; c.lsdo p.ra homem e
senhora : no aterro da Boa-Vista, loja n.58,
junto ao seleiro.
* .7-


-i*. -I ...


AloinhoB de vento
com bombas de repuxo pera regrarhortai
ebaixasdecaplm nafundigaodeD. W. Bow-
iiuu:n> rua do Brumos.6,8el0.
Fazenda da moda.
Vendem-so superiores cortes de cambraia
Jo salpicos hrancos do cor, pelo diminuto
prego de 3,500 rs.: n ru do Crespo, toja
n. 6.
Cal virgem.
Vende-se cal de Lisboa a mais nova do
mercado: na ra do Vicario n. 19, primei-
iin lar, esoriptorio de T. de Aquino Fonseca
& Filho, ouna ra do Trapiche, amazem de
Antonio Augusto da Fonseca.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da rua da Cadeia
dollecife D. 13, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
:iim como potassa chegada ultima-
Diente, a precos muito rasoaveis.
A no rs. o covado.
Na rua do Queimado, defronte
do becco do Peixe Frito, loja n. 3,
vende-se riscadinho azul, com a
largura de tres palmos, pelo bara-
tsimo preco de seis vintens o co-
vado; esta fazenda he m uito recom-
mendavel bos senhores chefes de
familia; d-se as amostras com
penhor.
I'otassa americana.
No tntigo deposito da cadea velha.n.
12 existe urna pequea porgSo de potassa
americana, chegada reccnlcmcnte que por
superior rivalisa com adaltussia: vende-
se por preco razoavel.
Agencia de Edwin Waw.
Rarua lc.Cal-
moni Companhia, acha-ac consianleinente
l.ous forlimentos de taixa de ferro coado e
balido, lano raaa como fundas, moendas in-
eltaalodasde ferro para animae, agoa, ele,
dius para armar em inadeira de todoa oa; ta-
111.11.11"-. e madelloa o maia moderno, machina
h.iiisi.iit.il para vapor, com torca de 4caval-
loa, couco, paaaarieiraa de ferro caianiado
Sara caaa de pulgar, por menos preco queoa
ccobre, eicovens para navios, ferro inglez
laotoem barraacoiuo cin ircosfolhas.etudo
por barato preco.
AGENCIA
da ftindicao Low-Moor.
RUA DA SENZAIXA NOVA M. 42.
Neste estabeleeimento conti-
na a ha ver um completo sorti-
mento de moendas o mcias moen-
das para engenho, machinas de
?apor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamaitos, pa-
ra dito.
Vendem-se os verdadeiros solins in-
glczes, patente, de molla e sem ella : na
rua da Scnzalla Nova n. 42.
Vendem-se relogios de ou-
ro epr&ta, patente inglez: na rua
da Scnzalla Nova n. !\i.
Arados de ferro.
Na fundigSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se aradosde ferrode diversos mo-
delos.
Deposito de panno de algodao da
febrica Todos os Santos da Ba-
nbia.
Vende-se por preco commodo
o bem conltecido panno de algo-
A 5,ooo rs.
Superiores chapeos de sol de seda ingle-
zea chegados pelos ultimo navios, pelo di
rrinuto preco de 5,000 rs. cada ama : n
rua do Collegio n. *. <
Aviso aos pais de familias.
Na rua do Collegio n. 7, acha-se um sort-
mento de louga do Porto de diversas quali-
dades branca e de cores, a qual se vende por
preco muilo baralo e serve para quem lem
poucodinheiro; a ella antes que se acabe
porque he pechincha, e depois iiBo val nada
o so eu souberavamos, vamos fregu-
zes. Na mesma loja se vendem treze caixas
vazias em que veio a louga.
^-y Falitos Feitos. &?>
Na rua Nova n. 26, tem para vender-se pa-
litos de panno verde e preto.muito bem fei-
tos,o mais barato do que em oulra qualquer
parte; a ellea antes que searaliem.
Vende-se a excellente typo-
graphia rio Diario Novo estando
bem montado, tanto de bons pre-
los, como de tvpus : quem a pre-
tender, dirija-se a rua da Praia
n. 55, a tratar com a Viuva Roma.
Farinha de mandioca a i,6oo rs. a
saces.
No armazem de J. J. Tasso Jnior : na rua
do Amorim n. 35.
----- --' 4
Vende-se urna morada de
casas, feita a moderna, com tijoloe
cal, sita na rua do Motocolomb,
por preco muito em conta : a tra-
tar na ru Imperial n. 3i.
O aballo assignado fazscien-
te ao respeitavel publico, que aca-
ba de receber pelo vapor Baha
na, um esplendido sortunentp de
bilhetes, meios bilhetes, qu.rtos,
oitavos e vigsimos da decima quin-
ta lotera do Rio de Janeiro, a be-
neficio das casas de Cardade, eda
decima quarta do hospital da Mi-
sericordia, cujas listas chegatn pe-
lo primeiro vapor do dia 19 a 11
do corrente mez, por terem corri-
do as rodas da primeira a q8 do
mez passado, e da segunda a 7 do
presente, e eslao expostos n ven-
da, peloscommodos precos baixo,
em mi 1 loja de lerragens, na rua do
Queimado, junto ao becco da Con-
gregado n. 37 A, e na praca da
Vendem-se novas cassas chitas de lin- Independencia, loja nova de cal-
dos gostos a 2,240 rs. o corte, cassa de qu.. ^.^ ^ ^ ^ ^ ^ ^^ & Com_
dros fina a 280 rs. a vara: na rua do Crespo,
loja da esquina que volta para a Cadeia.
11. pii-iio dn rubrica de Tollosos
Santos na Italiin.
Vende-se,orneas deN. U.ieber& C,
panha, mis quaes se recebe em
pagamento bilhetes e cautelas pre-
miados de qualquer lotera do Mi
oa rua da Cruz n. 4, algodSo transado a- Je Jane,0 ,,u desta provincia. O
auellBrabrica.muilopropriopara saccosde 1
2ssucareroupadeescravos.porPrecocom- abaixo ass.gnodo declara, que os
modu. seus bilhetes e cautelas, vao rubri-
Brim trancado de puro Itabo a 320 ca(las pe|0 mesmo, e logo que che-
rs. o covado guem as listas, sao pagos imme
tJ^JSSlSl&tffSSjt diatamente na. mesmas loja. O-
do de linho puro a 320 rs. o covado. seus respectivos premios, sem dis-
Vendem-se saccas con fa- conj0 algum. Antonio Jos Ro-
relos : na rua da Aladre de Dos, drgUes de Souza Junior.
armazem n. 30.
Cortes de cambraia de salpico
brancos e de cores, a 3,5oo rs., o
corte.
Na rua do Crespo, loja da esquina, que
volta para a Ca.ici, vendem-se cortes de
veslidos do cambraia desiilpico brancos e
de cores, pelo diminuto prego de 3,500 rs.,
ocoite ; meias muilo linas, para bomem ,
com pequeo defeilo, 2,4u0 rs. a iluzia.
Falitos feitos.
Bilhetes inteiros
Mt-ios bilhetes
Qu.-irt s
Oitavos
2,roo
11,000
5,5oo
a,800
Vigsimos i,3oo
Vende-se urna boniti escrava que en-
gomla, coze e cosinha, urna negriiiha do
13 minos que ceze bem, urna prela de moia
I idade mais muito forte e sadia por 320,000
;rs, tres molecotes, um prelo do 25 anuos
booi cosinheiro, e mais alguns.eseravus: na
Vendem-se palitos Mos, do panno muilo rua das Larangeiras numero 14, segundo
dito des'.a fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador : no escrip-
torio de JNovaesik Companhia, na
rua do Trapiciie n. 34 .
Vendem-se asseguintes semenles:
nabos,rllanos,rahntes encarnados* hran-
cos, sebola, couvo trinxuds alface ala-
mos, repulhuda, chicoria, senoulas, feijflo
car rpalo de tres qualidades, ervilha torta e
direita, fav, coentro de touceira, salea, to-
mates grandes, repolho, couve lombarda,
saboia, e muslarda : na rua da Cruz n. 46,
delimite do Sr. doutor Cosme.
Taixas para engenhos
Na fundico de ferro de D.
VV. Bowman na rua do Brum,
passando o chafariz, contina a
haver um completo sortimento
de taixas de ferro fundido e ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bocea ,
as quaes acham-sc a venda por
preco commodo e com prompti-
dao, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com-
prador.
Vendem-se amarras deferro: na "ia da
Sonzalia Nova n.42.
%WW%%WmWW*$V9 Vv'V'y1 Vf
tarn ha de mandioca *
?t Vende-se, por prego rasoavel, la- ^
',-. rinha de S. Malheus a mais nova ^
que existe neste mercado : na rua ^. da Cruz n. 34, delronte da I ingoeta. ^
AAAAAAAA4* AAAAAAAAAA*
Vendem-se lonas, brinzSo, brins, e
meias lonas da Russia ; do armazem de N.
O. Bieber & Companhia, na rua da Cruz
n*.
Algodao para loupa de escravos.
Vende-sealgodSo muito encorpado, pro-
prio para roupa de escravos. com pequeo
toque de avaria, a 140 rs. a jarda; dito
hinpii a 180 rs.: na rua do Crespo n. 5
Sortimentos de panos linos e case-
miras de todas as qualidades.
Na rua do Crespo loja da esquina que vol-
ta para a cdeia,vende-se panos linos prelos
a 2,800, 3,200, 3,500, 4,000, 5,000 rs., e fran-
cez ujuiio superior a 6,000 rs., o covado, di-
to verdea 2,800 rs. ditoa.ul a 2,880,3,500,
4 000 o covado, cortes de calpa de casemira
prela enfealado a 5,000 e 6,000 rs., dita fran-
ceza elstica a 8,000, ,000 el 0,000 o corte,
e outras muilas fazeudag por preco com-
modo.
Moendas superiores.
Na fuodicao deC. Starrot Companhia,
em S.-Amaro,acbam-seavenda moendas
de canna, todas deferro, e um modeloe
nonstruccSo muilosuperioi.
Cortes de brim de puro linho.
Na rua do Crespo loja da esquina que vol-
ta para a cadeia, venue-se corles de caiga de
brim de quadros, a listras de puro linho a
1,280 e 2,000 rs.,ditu inteiro pardo a 1.280 e
2^000 rs. o corle, nscado de llnbo de lislra
a 720 ra. o corte.
Taixas de ferro coado.
Vendem-se taixas de (erro coado, de su-
perior qualidade e por prego commodo : na
rua da (adela Velba n. 37, casa de Ricardc-
Hoyle,
fino, preto o de cores, po> preco muito om
conla : na rua do Queimado, loja do sobra-
do amsrello n. 29.
Ancoras para navios.
Vendem-se em casa de Ricardo Royle, na
rua da Cadeia Velha 11. 37, ancoras de. supe-
rior qualidade, e por commodo prego.
Chita para coberta, cor fixe a
2oo reis covado.
Na rua do Crespo.loja da esquina que vol-
antlar.
Vende-se ou Iroca-se por lijlos de al-
venari um burro muito novo e bonilo, j
domestico e passeiro, destes quevieram ul-
Loteria do Rio de Janeiro.
AOS :20:000,000 DIRS.
Na casa feliz,
dos quatro cantos da rua do Queimado n. 20
vendem-se os muito felizes bilhetes, meios,
quintos, oitavos e vigsimos, da decima
quinta lotera da Candado, e da decima
quarta lotera da Misericordia, cujas listas
chegam at o da 20 ; a elles que estilo no
resto.
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Ji!
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r.
O cautelista Salu.stiano de
Aquino Ferreira avisa ao respeita-
vel publico, que as suas mu afor-
tunadas emtelas e bilhetes da de-
cima quinta lotera das casas de
Ca titule, e da decima quarta lote-
ra do hospital da Santa Casa de
Misericordia, eslao a venda na
praca da Independencia n i3 e
i5, loja de calcado do Arantes, e
na rua da Cadeia dollecife, loja de
miuleza de Jos Fortunato dos
> utos Porto. A decima quinta lo-
tera das cusas de Caridade corren
DO dia 28 de julho do corrente an-
io, eas rn.lus da decima quarta lo-
tera do hospital da Santa Casa da
Misericor lia andaram no dia de
agosto ; esperam-se as listas de
ambas as loteras no di 1 19 deste
mez, pelo vapor da compinhia bra-
silera, e no dia 30 pelo vapor in-
glez Tevint; sao pagos em conti-
nente sem descont algum, todos e
quaesquer premios vendidos as
lejas cima mencionadas.
Meios bilhetes 11,000
Ou 11 tos 5,5oo
Oitavos a,3oo
Vif"'eimos i,3oo
Lotera do iio de Janeiro.
aos 30:000,000 de rs.
Na loja de miadezasda praca da
Independencia n. 4 vendem-se
bilhetes inteiros, meios qttartos,
oitavos e vicsimos da decima
quarta lotera do hoipiUl da San- lo ec He( de bizerro de lus-
S.S='gltaCasa da Misericordia : vem -
* ees
"^ x "
fl T
o a o
> o o
i. a;5Sii
005 a =S = g
a.oShi6lS
< 2 3-3 = 5= = s- .-
S625-S2S.SS-5B S
Na loja das seis portas.
Ventte-se panno lino de todas as cores, a
2,0fl0 rs., prop'ios pira palils e vcstMos ,
para montara, por ser milito leve ; chapeos
do massa francezes, a 5,000 rs. ; carapuens
de velltidilho, 320 rs e umitas nutras la-
zendas, que eoii'i.lam a trocar por sedulas.
Na loja das seis poitas.
Vendem-se mantel
qiiain. mil ris ; cha
grandes, a oilo mil
J.5 I lista no primeiro vapor que che-
gar do Rio de Janeiro.
A 11 lilil; DE PARS.
Fabrica de chapeos de sol, na rua
do Collegio n. 4-.
Alm do sortimento j annunciado, rece-
beu-se pelo navio Havre, ultimo vindo de
Franca, um novo sortimento de chapeos do
sol de seda e de panninho, para homens e
senhoras, dos ltimos gostos; superiores
chapeos da sol do seda com cabos de cana,e
.nitros dos melliores que tem vindo a esta
pro..-a, que se continuam vonder por me-
nos preco que om outra qualquer parte.
-Vend-sea taberna da rua do Collegio
n. 17 com poucos fundos : a tratar na
mesma.
Vende-se na loja de Jos Joaquim
Morera k Companhia, na rua
Nnva n. 8.
Lindas serpentinas de bronse dnuradas
de 4 luzes, lanternas de vidro com ps lapi-
dados de to los os tamanhos e de varios pre-
sos, ditas com ps bronseadas a 8,000 rs. o
par, lilas capellas brancas para noiva ,
meias de seda brancas e prelas de peso para
senhora, sapatos de setim brancas recebidas
pelo ultimo navio de (1anc.11, luvas de to-
das as qualidades e de todos os presos, di-
tas prelas e de pelica para meninas de qual-
quer idea, chapeosinhos de seda para bao-
lisados a 5,000 rs. bons de pslha da Italia
para homem a 2.000 rs., bicos do blondo
prelos e brancos, lilas riquissimas lavradas
e lisas, tu o por precos que nSo desagrada-
rlo aos compraJores.
Vendem-sn queijos frescaes de Minas,
vindos pelo ultimo vapor, e caixas com 10
libras de gos de comadre, superiores : na
rua da Cruz, venda o. 48 defronle do Sr.
111-. S Pereira.
Acabam-sehoje.
Vendem-se sapalOes de couro de lustre, a
2,000 rs. o par; ditos virados a 1,280 rs. 1 na
rua Nova n. 26.
I'.ira os senhores olliciaes de sapa-
teiro, que qizerem ganhar di-
nheiro.
Vendem-se, por muito diminu-
to
' tre, he boa fazenda, e quem duvi-
llar, dirija-se ao aterro da Boa Vis-
Sj Para militares 4
m Von.lem-se luvas de r.droz preto, bo- ( tiles lisos doura los, ditos de Pedro II, 4
i: ga!!lo de oiiro larco e eslreilo, e es- 4
C- padas praliadas de boa qualidade; tu- 4
Independencia n. 17. #
>.->* >**?*<> S S*>+S>0
Vende-se oleo de linhaca
muito superior, chegedo da llol-
>
>
>
letes do fil prelo a landa, em botijes de 20 libras ,
les e mantas de se la, p0r 5,000 rs., cada botijao; na rua
res; chitas escuras a { ... -\r_ _
eia pataca; cassa pro- larga do Itosano, botica n. 36, de
a
tima mente d Montevideo; 110 armazem da seis vnt'es7ste e meia pataca ; cassa pro- largado liosano, lioiica n. OO, oe
rua Novan. 67. ta, a cento c viole, rs. o covado ; cassa para |{ur tliolomeil Francisco de Souza.
-- Acaba de chegar do Rio de Janeiro urna babado, a dous lustes a vara, e mais lina, a Sedas-
modinha cm msica para Piano, a qual tem pitaca |encos para maos de senhora e me- \ "- n.
por Ululo : ninas, a dous lustOes; leneos Para meninos, ; Vcndem-se muito super.ores sedas deco-, re a o urna MlttJII rua V.gario n.
Ku tenl.o no peito j quatro vintens, lenrjos de tife, para hom- res e prelas, para vestidos de senhora e me-, 9., armazem do t.arnei, o & llamos.
0 ta nara a Cadeia. vend'e-se chita para'cober-vciile-so por 320 rs. na praca da lndepen-1 .. Vende-se urna escrava moca, de bonita \ da Boa-Vista, loja de calgados n 14. Vende-se loda a qualidade de instrumen-
'- ra, C'.nsinheira, 01 Vende-se por manos do sen valor u~
ta, loja de calcado n. 58.
fv,vWV1PW??fVfv,?y
Deposito de tecidos da fabri-*
ca de Todos os Santos, -ag
na Baha.
Vende-se om casa de Domingos AI-<3
ves Matheus, na rua da Cruz do Re-^
- cifen.52, primeiro andar, algod3ojB
* transadodaquellafabrica, muilopro-lg
^ prio para saceos e roupa de escra-
gj. vos, assim como lio proprio para rc-^g
\.. des de pescar e pavios para vellas.^i
9- por prego milito commodo. *<
Aftft*i \.. ^/;-ti5, fs ft*ft.4*(9i
Vende-se :,m ln de man linca de boa
qualidade vind 1 de Santa Catharina, em
i porgues grandes e pequeas, medida a vis-
1 la do comprador, e vende-si de um alquei -
cor lixea 200 rs., o
ta do novos psdrOes c
covado.
- Vende-se urna muala, de 30 e tantos
annos: na rua do Livramet to, sobrado n. 1.
Vendem-se, a dinheiro, saccas com fa-
rinha, a 2,000 rs,; caixas rom as melliores
velas de carnauba, viudas do Ceara, a 10,000
rs. a arroba ; caixas para rap, que parecem
de tartaruga; esleirs muito grandes ; urna
boa marca de 600 meios do sola, muilo gros-
sa, pala fechar conlas : na rua da Cruz do
llecife n. 33 armazem de Luiz Jos de Si
Araujo.
Vendem-se chapeos do Chily, bons, por
prego commodo : na iu do Trapiche n. 8.
Sapalos de borracha.
Vendem-so superiores sapatos de borracha
vindos ltimamente pelo vapor Pwnomtira-
na do Para na rua da Cruzco
goela n. 36.
figura, boa engommadeira, c.nsinheira, ajj venue-se por manos uo sen vaiorum t tos de muzjcai para muzica militar, por ba-
que faz todo o servico de uma casa : na rua terreno com a Irente para a rua de Joo 1 ra|0 prr.,,n e ,ra liquidar cotilas : em casa
... \ ...-, n un l'ernandes Vieira que val da Solei lade para ,1,, Hrinm IVirmir A riomnmiiiia na roa da
.VEBXSZ&tt sehorseretira,o M.ng.inho. e 5, fundo, ., -.estrada c "tf"
dencia livraria n. 6, e 8.
5,000 rs.
-se porque seu senhor se retira. : o Manguinho, e d fui
1 naci, muito fiel, e sem vicios, nova que Tez o Sr. llercu
. -___ in.,1 lnmli.im v-ii vi-ii-i 1
le bordados com multo gusto, quem nao 11- y "^"-jr,,; """ vicios nova que fez o Sr. Ilerculano AJvMda Silva,,
ver de seda n.uove.lc.occ-staoe prego de um p ef. ^ "<. meU,cl0;aee;lrea;m,rT,ICIna que lamben, vai para o Manguinho, eujo
S.OOO.quenopaga o trrbalho; saoeconomi- P'l^;*,n,^,.rr.B,,alftcIV; e,'Jrn"8c,r' Torren., lem de (rente 58 palmos, e de fut-
se lavilo.e graves por que -3o de- rua larga do Rozario, loja n. 35.
Escravos fgidos.
mniln'dos 916, sen lo os 58 palmos de frente e
mimo ... ._ ._. .^__i__,_._ ... Jl..,i- i
eos porqu
cenes : r
n. 12.
Palils a 12,000 rs.
Vendem-se palitos de panno mesclado, do
varias cores, pelo diminuto pr.-go de 12,000 delronte d
rs.: nBloiadosobradoamarello.naruado venem pc|o diminuto piCCO de PHos, COBl casa no c^nlro de pedra,c Cal. bellos brancos.ccom a barha bran-
Queimado n. 29. cacimba de muito boa agua de beber, todo
-- Vende-se um terreno de marinha n.j 4,000 rs. ca.la urna ; assim como
226, sito na rua Imperial do hairro de Santo um completo sortimento de trem
Antonio, cmfre-.teao rio Capiharibe. o qual ^ ^^ forno para pe.
no rua do C~respo loja ue porlas Ghegaram em fim hs u.u.io 556 d9 fun)os do princip,0 d, estrada de i.
desejnda-. machinas de pressao pa- Joo Keroan les Vieira fureiros a irmanda-
racristeis: na rua Nova ^ ^J^t^^^^^^
3'JO de fundos em chaos pro-
- llesappareceu do engenho Velho, hon-
m, 3 esrravos ; um le mime Alexandre Aa
, *," idado de 30 anno<, crosso do corpo, ootro
de deN.s.d, Soledades eoimesato pal- d8noinel)oinIIgni>deidl,le d-
,mos de Irente da oulra estrada nova do sr. B olllrn ,,.
Conceico, aonde sefHei'*-"- *
iculano, e
annos,
nome Jos,
to.i.lade 50 annos, cor fula, g-osso rom
alinba>; candeiros de la-
_ Vendem-se aeces da extinc- f^XSS no'.inhimVnto""; d.*| le ~dou> bicos, para lojas, ou
r 1 ernamoma- se al.|,a ja beneficiado, e em parte oceupa- u
nli unte a Lin- ido cum l|err0j alguna coqueiros eduis pe-' runs e ga
quenas casas lerreas, com 76 bragas de fren-
te, contadas no alinlnmento da sobredita.
ta romnanliia de l'ernambuco e !rua Imp'-'ial, e de fundoin bragas e* i|2 vendas; ditos de eslmlanles, muito
., I palmos: trati-se na rui da Cruz n. 51, rom
rarabyba "O cscriptorio de A ti- e. b0h( procurador bastante dodonoau-
gusto C de Ahreu : na rua da ta- ente.
dea o. 48. iSalt-ii parrilha de sanas.
A 160 rs. cada um. Vende-se a verdadeira salsa
Defronte do becco do Feixe Fri-! parrilba de Sands: na botica in-
to, loja n. 3, vendem-se lencinhos ^leza, da rua da Madre de Dos
de cambraia pintados para mao n. 1.
bonitos desenbos, pelo baratissi- Je carapuca por metade do seu
mo preco de meia pataca cada um; valor : na rua CNova, loja de Jos
dar-se-ba amostra com o compe- Baptista Braga
ca : quem os pecar dirija-se ao lugar cima
como oercjo.eom mullos "oreJos de ftuc-, djH ^ llem> recomp(Mfs,.
los etc. : quem o Prender dinja-M m .. nes.ppareceu do eo2f nho Novo do Ca
do Crespo, loja n. la que se dir quem ,im ^ chMn3(J Amhro?io, c 011,.ro
v^n'J8, Simflo, o primeiro de i iadede2annos, has-
l'roca-se calcado por 700 rs. O par Unte prelo, e tcmdanlra alvos ; o segundo
por se querer liquidar. ida l.lade 50 annos, principiando a pintar:
.*..",.. 1'. .11 quem os aprehender dirija-se a rua do Col-
,No sierro da Uoa-Vista, di-fronte da bo:;c-1?._, .. ______ .__ ______......1.
ramio deposito dos
baratos-, ratos, cieras e pires, tu- ca l4- aclia;s U(n ,
! melliores sapallos que ten, vin.lo do Araca -
ly, para lodosos lmannos, tanto para lio-
niens como para meninos; assim como um
novo e comulelo sortimento do calgados
francezes le todas as quali 'a.lo, tanto para
homom.conio para senhora, meninose me-
ninas, ludo por prego muilo commodo, alim
de se apurar dinheiro.
do muilo bom e baritto.
Vendem-se caixas com vi-
drosa H,ooors cada urna ; ditas
com lolha de (landres, sorlida's a
ig,5oo rs. : na rua Nova, loja de
funilero defronte da (Jonceicao
n. 38.
legio n. 13, que sera lietn recompensado.
100,000 rs. d gratificacio.
llesappareceu no dia 7 de mato prximo
pass.tdo, o pardo Leonardo, de i laHe 18 an-
uos, pouco mais ou menos, e tem os signaes
ingointei: baixo.o peito um lauto meltido
para dentro, cabello carapinhado e at o
mel Ja testa, falla de vpar. Este cscravo
vinha tolos os dias vender leite no Recife,
1 11 -ti sitio da Boaviagcm, pertencente a
C aleados a 400, 700, 000 e 1,00o ; ia,n Mara dos Passos, de quom f,,i escra-
rs. O par, no aterro da Boa-Vis--vo: quem oapprehenler c levara rua da
, 1'f ,11 / Senzella Velha, defronlo o n. 1*1, segundo
ta. delronte da boneca n. 14. ,Ddar, recebera a gratificado cima,
"rocam-se os mais superiores sapalos re' ,-_ __. r
Troc
Vende-se panno preto fino ,
rancez, a 3,000 rs. o covado : na
loja de Flores & S, na rua da Ca-
deia do Recife n. 47- Na,mesma
loja vende-se iim rodap novo de
labyrintbo, por preco muito com-
modo.
Manual eletoral.
Vende-so esle excelente manual conten-
do a le regulamentar das eleigo 'S, e os de-
cretos do governo sobre a mesma, cim no-
tas explicativas, pelo prego de 1600: na
praga da Independencia, livraria n. 6 e 8.
Na rua do Collegio n. 7, acaba de abrir-
se um pequeo, mas mimosamente sorlido,
armazem de louga do Porto, de dillerenles
cores e delicados gostos: e vende-se por me-
nos do que em outra qualquer parte; a elle
pois que he pechinrha.
- Vendem-se loalhas de labyrintho mu
finas e grandes, de brctanba,con, bico ao re-
dor, obra muito boa ; lengos de labyrinlhos,
de bretanha, e rendas : na rua da Cadeia do
Recife n. 4, segundo andar.
Vende-se um sitio na Varzea dos me-
lhores que all ha; lem casa commoda para algodao com dez varas a 1,800, dem com | full80 Henriques a seguir aleo aclual, ditas
- 'cinco varas fazenda muilo encorpada a, ,)os a,0res de I). Iguez de Ca.stro, leudo ca-
960 ; cambraias fr-mcezas muito finas e pa-l l)a co||CCgao seis eslampasem formato grin-
drOes inleiiamcule modernos a 610 a vara jPj( vistas da revolugSo da patulea, ditas de
As pechinchas acabam-se.
Vendem-se chitas linas a 120, 140, 160,;
180, e 200 rs. o covado, p-gas de ditas a ;eourude lustro francezes c de Lisboa para [ J ''"" .
5,000. 5,500, 6.500 6 7,000 rs., chitas para s,,nll0r, a l,600 rs.. ditos de cordavSo a 800* L Cralifica-se com 50,000 rs. a quem appre-
tentp nrnbor I Vendem-sc folhasde papelSo fino, or- Cerla ,, r ,c -i ifa,l8S ,)0 um la '"' P'opr'is lra ca IDO do: tPS de casemira de 10a pura a 5,500, e ditos !,, Aracatv p.ra homens e meninos a 700 rs.|uel e ,dal" ',0 ,5 B l6. 'na0*> ru8ldo des-
l'anno preto, lino, IranCCZ, a J,000 t|u.atr,,, ou caixinhas para clcheles: no de meia casemira lamben, de 10a a 3,000 rs Venne se uma prcta creoula, de exem-i,le sexta-feita, 28 de mato prximo passado,
rs. O Covado. armazem da rua da Cruz n. 51. cortes de caiga de gamhreSo a 1,800 rs., di- r conducta, chegada do Rio-lormoso pa- d" (5nc'o ao pescogo, secco do corpo, cor
- Vende-se um escravo deuagSo, mogo. I lo8 de brim a 1,00 rs. e 1,300, chitas Irn- J. aB8menlo a oual faz doce de tolas hs nom Pr'l"> beigo inenor grosso, com mar-
padeiro.etemcapacidadoiara entregar p3o cezas largas a 280 rs. avara, madapolOos li- 0U,|ldB,.s cnsinha muito bom, e he ven- cas dedicte pelas costas, vestido de ca-
s em qualquer freguizia, e o motivo da nos a 120, 160, 180,200,220, 210 rs., e de,l,.r, de rua; uma outra que cosinha, |a.i misa de algodao branco com mangas curtas,
venda se dir ao comprador: na rua da Sen- ( muito fino a 280 rs. a vara ; pegas de rr.ada- : v ,, he Vcndedeira; um prelo cosinheiro de de algodOosinllo de listras azues ; ha
zalla Nova n. *. polflo a 2,200, 2,800, 3,000. 3,400. 3,600 e prBrto ,,a rua ,rg, do Rozario n 35, i bastante ladino lem falta de cabellos na ca-
.- Vendse uma negra, creoula, moga,, 4,000 rs e muito fino a 5,200 rs., pegas de bega por ter andado venden lo fructas, man-
som achaques, epropria para qualquer ser-1 algodSo trangado proprio para escravos e .-'Ven le-se uma lalha grande do folha : dl0C": ""caxeira pela rua; esle moleque
vigo: na rua da Cadeia do llecife n. 24, pri- toalhas a 3,600 rs pegas dccassapaia ba- na .... .,., ,i0 Roz,r., n 29 quando Ihe tallan, esta seropre com osolhos
metro andar. badosa 2,400 rs., o outras muila fazenJas,' .. M u(na MCrifi, ,,ar,la, de i lade inquielos, fazeiido m..v.menlos 0001 (M do-
por pregos extraer linriamente bir-tos : na 30 ,,, COl, l0.ias a3 habilidades necess- 'los d,s mtM- Po ser ,ue 'n" nf
loja da estrella da rua do Queimado n. 7, r7 p,,,^,,,, c.s, ie UmiU : oa rua da furro' 1U nulro no',m" "Tn,
confronte ao becco do Peixe Frito. i ,9 I o gancho do poseneo que linha quan lo fu-
- Vende-se um escravo flfaial, mogo, e,' ii;olri. W-J. gio de c^sa : porlanio roga-sea todasas au-
afilanga-se a sua boa conducta : na loja de Historia ..agrana. toridades policiacs, capitaes de compo,
Manuel Antonio Cungalves, na rua do Cabu- Esl" a eoncluir-so a impressao desla obi
, 3 de N .. de Rayaumont, currecl
Hetratos p ira salas.
\o aterro da Boa-Vista, loj 111. 73,
l'recos que parecem impostneis
160. 200, 24o.
MadapolOes le listras ou riscadosnroprios
psra camisas ou vestidos pelo diminuto
prego de 160 rs. o covado, as muito acredi-
tadas chitas caboclas muitofixasa 200 rs.
o cova-Jo; as mais finas chitas'com no-
vos .le-enli i.- fazenda do ultimo gosto e
cores muilo lisas pelo baralissimo prego
mais pessnas, que fagam tolas as diligencias
de capturar este moleque e tnanda-lo en-
tregar a seu senhor Jos Saporili, morador
no principio da estrada dos Afilelos ou 00
de 240 rs. o covado; o afamado atoalhado j yendem-se por mo licoi pregos osseguintes
adamascado de puro linho Com oilo palmos reinlos, lano em formato grande como cm
de largura a 1600 rs. a vari; finissimas al-j |iequono retralos do duque de Braganca II.
pacas de cftres a 640 rs. o covado ; ditas pei|ro ,, dilos D. Pedro II, Almei la Carrete,
com lios de seda a 800 rs. ; ditas prelas a-1 Ce6tr de Vasconrollos, Vasco da Gama, Con- 1
ehamaloladas muilo finas a 880 rs. ; meri- de dis Antas, Mareehal Cue les, llanto de Sa-
nos prelos do superiores qualidades a 1,800, Drosa C-neral Pmas, Jos B. da S Cabra I,
2,500, 2,860, 3,2(0 rs. o covado; pegas de Sa ,la |tandeira, General Espartero, Duques
berlanha de puro linho com cinco varas de p,|me|, e Terceira, coliecges inleiras e
fazen-ia muito lina a 2,800 a pega ; ditas de, ,vu|so do reinado de Portugal dosde I). Af-
familia, cocheira, estribara, arranjos para
escravos o cnados.o terreno chega at o rio,
lem baixa para capim, arvores do fructo,
larangeiras, jaqueiras, mangueiras, o cafe-
zeiros, novas e Velha etc. ; aliu dislo mui-
to trra desoecupada, que convenientemen-
te pde ser aprovtijUida; trata-se na rua de
Santa Ritan. 37.,, ,
liolachnha de Lisboa
Muito fina, chegada recenlemente, vende-se
em latas de 10 libras, por prego commodo :
na rua da Cruz 11. 34, primeiro andar.
Ven le-se uiun-taWeriia na estrada nova
da Soledade para flKguinbo, com peque-
uos fundos: a IralaTcorn J. J. Tasso Jnior, ;
Vendem-se saccadas de granito o de
pedra, ombreiras, vergas de pedra para por-
las e ianellas, depositadas na estrada ova
de Saulo Amaro, defronle da fuodigSo dos
senhores C Star & Companhia: 1 tratar com
E. Bull, na rua da Cruz n. 51.
luios de linho mesclado propriospara pa-! a|guns edificios notaveis de Poitugal ; alem
lil a 320 o covado, cobertores de algodlo desies retratos existen, oulros mullos de di-
I
brancos o decores proprios para escravos a
1000 cada um ; assim como um grande
sortimento de multas outras fazendas que
se venderOn por menos prego do que em
outra qualquer prrte : na loj da rua do
Crespo, 11. 14 de Jos francisco Dias.
Vende-se uma escrava nova e de bonila
figura, que sabe lavar e cosiuhar o diario de
urna casa, parida de quatro mezes, e lem
muilo ion, leite ; propna para criar lign-
ina changa : na rua do Vigario n. 22, Ier-
ren n audar.
Gesso.
Vende-se gesso em barricas, 1:hegad 11 l-
timamente :em caja de I. Kellerik Compa-
nhia, na rua da i'-uz. n. 55.
des
versas personagens, assim como muilo ri-
cas estampas de Santos.
-. No trapiche do Ferreira, na rua do A-
pollo, vendem-se harris com superior cal
virgein de Lisboa a 3,500 rs.
Vendem-se apparelhos de melal para
cha, de bonitos e difierentes modellos, pelo
diminuto prego de 20,000 rs. lelhas de vi-
dro. candeiros de latao, caixas com f.dhas
de flandres sorlidas, ditas con, vidros de to-
das as marcas e uiuitu bem acondicionadas,
e por diminuto prego; na rua da Cadeia do
Recife, loja n. 64.
Venoe-se um preto mogo, de bonita fi-
gura,proprio para qualquer servigo ; na rua
do Crespo n. 16.
nll.-ra-
da. Vendo-so na livraria da rua du Collo-
gio n. 20, on-lo se receben) assignaturas a
5,000 risrada exemplar em broxura, e en- Recife, riia da Cruz n. 18, primeiro andar,
cadernnda 6,000 lis. i das 9 horas da niinlifla as 3 da tarde, quese-
Vende-se uma (averna, na rua Nova n. rao recompensados com a quantia cima
71 ; os pretendeutes dirijam-se mesma, 1 promeltnla, como protesta tambem contra
quo ah ciiaro com quem tratar. I quem o tiver occullo, e o uto quoira culrc-
Ven le-se doce do goiaba, do muito su 1 gar, obrigando a pagar-lhe os mas de servi-
porior qualidade, a 7,000 ris a arroba, em'go desde o primeiro da da fgida, o fazer-
calxOes de 4 libras cada um ; na venda da j Ihe soffor as penas que a lu marca a eslo
rua Direita n. 106. respeito.
iNa rua Nova n. 8, loia de J is Ainda se ada fgida a preti Verdiana.
1 ai i, r"m, com 24 annos do idade, cor fula, cabellos
Joaquim Morara 66 Uompa- gIandts e repar,idos, corpo secco, pellos
nhia. grandes, estatura baixa, ulhos prelus e vi-
Vende-se chapeos de sol do soda prelos!1". plusiononiia carrancuda ; a qual foi es-
para nomem pelo baralissimo prego do 4,000 I cr'va do Sr. francisco de Carvalho, e do Sr.
a 5,000 rs., a elles antes que se acaben! ; negociante Vianna quem a encoutrar leve
jarros dounidos de porcelana para llores a ao seu senhor JoOo Valcntim Villelt, mora-
4,000 e 5,000 rs. o par, chapeos 'raucozes de
boa qualidade a 6,500 rs., luvas oe pelica
ponto inglez par senhora a 1,500 rs luvas
de soda pespuntad'* para senhora cum seu
toque de mofo a 1,000 rs, o par, ditas de lio
da escocia para homem a 320 rs brancas
a 400 rs .chapeos de casfor brancos sem pel-
lo pelo diminuto pr.igo de 4,500 rs.,e ou-
tras muilas fazendas que se venderlo por
baratissimos pregos com dinheiro a vista.
Vende n-se 4 escravos, sendo 3 prelos
de 25 a 30 aunus, proprios para tu lo o s ,- -
vigo, e urna prela de meia 1 lade, boa cosi-
nheira e lavadeira : na rua do Collegio n. 3.
Vendem-sc cen espanadores sorlidos,
bem feitos: quem os pretender, annuocie.
dor na rua larga do Rozara segundu andar
da casa n. 28, que sera generosamente re-
compensado.
-; llesappareceu no dia 10 do corrente a
escrava humana, de 40 annos do idade, na-
tural do serto do Ir, eslatura regular, de
cor fula, discarnada uo rosto, sem os .lentes
da Frente, lem um carogo no pescogo que
sempre Iraz occullo com o panno da costa;
descoufia-se ter sido seduzida roga-se as
autoridades policiaes desta cidadeedo ma-
lo, e capilSes de campo, que a capturen) e
entreguen! a seu senhor, 111 rua eslreita do
Rozario n. 23, que gratificar.
PERN. : Trp. DE H. F. OH FaKM, 1852.


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