Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03476


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Full Text

Anuo IXVI
Quinta feira 12
DIARIO M m PEKMMBICO.
recio stA suBoniB-oio.
Piomsnro Anu.inrxi.
jdi trimestre............4/000
for semestre '........ 8/00
Por ano........-.....15/000 i
PlOODBNTBO DUTIIUBSTII.
Por quartel............. 4/500
MfOTIOIS DO lMFEnlO.
Pari... I de Julbo Minai... il de Julho !
Marinhao. 21 de dito 'S.Paulo. 17 de Jolho
Ceari.... aodedito fl.deJ.. 2? de Julho
Parahiba 2 Je Agosto Habla ... ode Agosto
DI*.. DA IBHAaTA. AUDIIKCl As .
OSeg. S. Romo.
10 Tere. S. Lou-
renco.
11 QuartS. Tlburcio,
i 'Mu,i i Clara.
Jm'iod Orpk&o
I, e ,'i. as lOborai.
I. tara incivil.
3. e 6. ao melo-dia.
Faltada.
(* aezt. S|, ll\ mliio 3. r 6. s 10 boras.
c Cassiano. 2. vara do civil.
1 ISab. S. Euscbio. I. csabadosao melod.
10 Dora n Assump-1 nVUi-iui.
c.'o da Sa. V. Tercas e sib.dos.
iraaialiri
Cresce te i 22, ai 3 bar e 48 minuto i di m
Cheiaa29, aoi 48 mlnutoi da urde.
Mtngoantca, aos 32 minuto* da m.
nova 16, aos 21 minutos da tarde.
riuiiBDi oj
Primelra i 1 hora e 18 minutos da tarde.
Segunda i hora e 12 minutos damanha.
de Agosto de 1852.
1N. 179.
vaktibai oa ooannoi
na e Parahiba, s seguidas c leitas-
,, felras.
Uo-Grande-do-Korte e Victoria as qulata
lelral
Bonito,Caiii.n-ii, e Oaranhuns no l't 15 decada
i triez.
[flores.Ouricury.Eju e Boa-Vista 13 e28.
Slnda, lodosos das,
dos os Corrriospartemao melo-dia.
MOTICIAS IITDiNOrlBII.
Portugal
Hespanha
Ufanea ..
Blgica., i
Italia..:.
Alemanba
'i ir. -n ..
Oinamsrct
Russia...
Turqua.
11 ilc- Julho
l de dito
8 de dito
3 de dito
3 de dito
. 2 de dito
,2dedito
i 35 de Junho
29 de dito
20 de dito
Austria .. a de Julbo
Sulssa.... 3 de dito.
Suecla... 36 de Juobo
Inglaterra 8 de Jolho
E.-Unldos 21) de Junho
McbIco... 3 de dito
California de dito
Chili. 8 de Malo.
Hucnos-A. de Julho
Montevideo 5de dito
OAMBioe DS II BB
Sobre Londres, a 2? 7, u27'|,
Plrls, 345
Lisboa, 100por cento,
BSETAlia.
Ouro. Oncas hespanbolas...
Hoedas dr 6/400 velhaa.
. de 6JMO0 oras.
. Ai- -1/111111........
Prata.Pataedesbrasilelros...
Pesos columnarlos.....
Ditos raeiicanoB.......
AGOSTO
por d. i/OOO
2O/000
l/Otll
16Y000
9/1-00
1/120
l/20
1/800
PARTE OFFICIAL.
-.....,. i .
MINISTI'.niO 1)A MAMNHA.
l)iri.'in n, 644, de n de julho de 1852.
Permltie que os ofliciaes V armada nacional,
e do extincto corpo d* artillarla da inari-
nli i. que forem demittidos dos poslos a pe-
dido seu, continuein a contribuir para o
monte pi,
lii-i por ln-tii sanecionar, e mandar que se
excrute a seguate resolucao da assembla
geral legislativa.
Art. Os offlclacs da armada nacional e do
estincto corpo d' entibarla de marlnha, que
forem detniuldos dos postos a pedido seu,
poderam continuar a contribuir para o monte
po ; e era tal caso suas viuvas e familias
terio dircito a pensao coocedlda no plauo de
rinte e tres de septe'mbro de mil setecenlos e
noventa e cinco.
A presente resoluco comprehendera tam-
bemos demittidos antes da sua promulgaco
urna vea que paguein todas as prestaedes
deridas.
Art. a Ficao rerogadas as dlsposifes ero
contrario.
/.icarias de Gei e Vasconcelh, do meu
conceibo ministro c secretarlo de estado dos
negocios da marlnha, o tenha assim entendi-
do, e faca csecular com os despachos neces-
sarlos. Palacio do Rio de Jaoriro, em quinte
de Julho de mil oilo ceios clncornta e dois,
trigsimo primeiro da independeucia e do
Imperio. = Com a rubrica de Sua M.gcstadc
o Imperador. Zaeariai de Gei t Vasconcelloi.
MINISTERIO DA JUSTICA.
Ariso de Jt de julho de IB5i ao reverendo
Bispo de S. Paulo, declarando-lhe que nao se
jnlga conveniente preterir o ineio regular
marcado no alv-ir de 11 de abril de 1781
para a nomeaco e apresentacao dos bene-
ficios e dignidades ccclrslislicas.
Ministerio dos negocios da justlci. Rio de
Janeiro em 21 de julho de 181,2.
Em. e Rui. Sr. F>i presente a S. M. o
Imperador o ofHclo de V. Ex. de 15 d.....ez
p. p em que, participando achar-se vaga ba
trez annos urna cadelra de conego da S desse
bispado, pi-upeni independenleiiiente de con-
curso, o padre Jos Carlos da Ciui Paula c
pede a approvaco e apresentacao d' elle na
mesma cadeira; e respondendo dlrei a V.
b., que com quanto pela conslitulcao, e leis
e especialmente pelo alvar de |4 de abril de
l*8i, compita ao inesuio Augusto Senhor a no-
meaco c apresentacao de l"dos n beneficios
e dignidades ecclesiasticai de quilquer gerar-
chla, independenleineiiie Je consullas e pro-
postas, oSo julga todava conveniente, que
se pretil.i o nielo regular to concurso c pro-
posta, nos termos do citado alvar boje em
rigoroso observancia nos bispados dojmperio;
por quanto, dada a hypolhese de nao merc-
cerein aceilacao no prelado os concurrentes,
lica-lhc sempre salva a faculdade de Interpor
o seu parecer sobre o mrito, ou demerito
de cada um dclles, ou de t dos, na infor-
maran, n aUestado, que de sen obiclo di
cm reservado, como esia expressamente OiB-
posto ero provIcS-, de R0de atfosi '';
Hrandn assim "0 50 tranquilla a sua consci-
''"". mas tambera habilitado w*
, governo imperial na oplni** ac"c.a ao3 P"
pr.iloies, para resolver j que fr justa. Ac-
'rescc que para rcconhccer-se, e luar-se u
numero dos concu'renU-s, nao he certamen-
te inio llgiliiim. nem rasoavel, a sunples-
nolicia anticipada, alada niesino por d cla-
raees particulares, que se bajiio de reecber
de alguns dos perlendentes, pis que s por
tal se pode e deve couslderar o termo ilc op-
posco que cada um delles deve assignar
depols da competente publicacao dosedilaes,
c dentro da dllajao n' ellos marcada : pi,deu-
do por unto, no caso contrario, ser frauda-
dos cm seus direitos. e injustameolc excluidos
do concurso, aquellcs secerdotes que, dispos-
tos a entrar n' elle, e confiados ui obseiv-m-
cla da le, hajao lodavia guardado reserva no
sea proposito para o manifestaren) cm tempo
opportuuo e legal, islo lie, ilepois de aberto
o concurso Deus guarde a V. E. Jos Il-
defonso de 3outa Ramos Sr. bispo de S.
Paulo.___________^^^^
Conimaniio tliis armas.
uartcl general ni cidailcilo Hecife 10 iea.joi-
l-i de 1852.
(iiiiiim Dn DI 120.
Omarechsl dn campo' cummaniian'c ilns
arman, em vista das couaiuniaafOes, que
Iho foram dirigidas pela presidencia de*U
provincia na data de 9 do correle, faz ceno
para conheciaeuto da guarotco e devido
cuello.
l.o Que por aviso circular do ministerio
da gueria de 26 dejunlm do correnle anuo
no Intuito de evitar duvidis, que se podes-
som MiM-iUr sobre os vencimentos dos olli-
ciaes do corpo de ssude do ex^rcito, qun-
doempregados em liospitaes. ou enferma-
ras militares ; roandou S. M.olnperador
declarar, quo, quando os Jilos ollcies ser-
virem commulstiva:nenie om corpos e hos-
pitaes, ou enfermaras miliUres, tfro di-
ri'iiu, nlriii i!--- vanlagens estabelecidas nos
artigos 24 e 25 do regulamento de 2-2 de fe-
vereirode 1851, isque auleriormenle si a-
onavam poresleservico.
"FOLHETIM.
0 CONDE OE CARMAGXOLA. C*)
(POR MOLE GENT1LHOMME.)
PRIMEIIU PARTE.
Vil.
Francisco Sforza.
Tres personagens esUvam reunidas ein iiiiu
sala do palacio ducal, o du<|ue Viscouti, ,Kran-
cesco Sfuria e o srcreljriu brtei io.
Este ultimo acabava Je eacrever. dictando
Visconli, uuia ca la diiigida por esle ao dnge
de Vneta.
Fraucesco Sforia com sua estatura elevada e
Jaeui proporcionada, com seu rosto de feices
varonis e regulares, com seu trajar elegante,
cuja rlqueac bom gostnrealvavain aimla mais
auas vantageos pessoaes, formava um nutavcl
contraste coin o duque e eeu secreUrlo, um re-
voltante de fesldade, o outro de baixeza, am-
bos vestidos de u.....iodo srdido.
_ Signor .Sforia, disse Visconli ao joven ca-
pitao, tratando em vssa presenca de mcus ne-
gocios mars secretos e mais importantes, quu
provar-vos alta estima era que vos lenho, e o
apreco particular que faco de vossa pessoa.
Reparel nisso, principe, c mullo vos agra-
( ? ) Vide Diario n. 178.
2 o (juo por aviso do referido ipioisterio
de 19 do julho ulliino, liouvo por bem o
mes no Augusto Senhor conceder licencsao
primeiro tonente doquarlo balalho de r-
tilharia a p o Sr. Jos6 Antonio da Fonseca
Lossa para continuar estiiJar na escula mi-
litar, lim de concluir o curso geral da mes-
ma escola.
3. Pinal nent-, qua por deliberQSo da
presidencia so dispensados do servido, em
que se achaca empregados nos corpos e hos-
pital os Srs. douloresem medicina Francis-
co Antonio Vital doOliveirae JosJoaquim
Dins Ferreira, que dovem considerar nesta
dala por findos os contratos, pelos quaes se
obrigsram a semelbaolo sorvigo.
Antonio Corra Sera.
INTERIOR.
RIO DBJANEIRO.
CMARA DOS SENHOI1ES DEPTADOS.
Presidencia do Sr. Msciel Monteiro.
Seuno' em 10 de julho i I 452.
Summabio. Expediente. Discurso do Sr.
Brrelo vedroso. EleicOes le S. Paulo
Discruso do Sr. Pacheco Ornamento da
jiiiiicn. Discursos dos Sr. Sonsa IVnwos.c
Mello Franco. I'oncao'.
A's lo hora, feila a chamada, estilo pr-
senles o< Srs. Maciel Moninini, l'aula Can-
di lo, Pjm Brrelo, Baha, Araujo Lima, "e-
Ireira, Paula Fonseoa, Cosls l'its Vieira
do Mallos Ajuiar, Silva Cuinaraes, I). Jos,
Oli-
Iss commissOes de mtrinha e guerra, e peo
sfles ordenados.
A assemblc-a geral legislativa resalvo :
a Artigo nico. Manoel Ignacio da Sin
veira, Onga-Iuiro ref.irmido da exlincta se-
gunda Imli stoiii direit a pirceber, confor-
me a disposiclo do > ligo terceiro da le de
21 de setembro .lo 1829, o sold munsal de
45,000 contado da data em quu foi refor-
mado ; rerogadas as disposifO>s em con-
trario.
ii Paco da cmara dos deputados 9 de ju-
lho de 1852"" Antonio Nunes de Aguiar.--
J. J. de Lima e Silva Sobrioho. J. J. des
Olivoira. *
A assembla geral legislativa resol :
< Artigo unleo I). Victoria Carlota da Sil-
vi tJm direito ao monte-pio do seu fallecido
pal, o tenenle-coronel Francisco Jos Igna
ci da Silva, segundo o art. *, do plano ap
provado pela resolucao de 23 de setembro
de 1795 ; rerogadas as disposi(0 s cm con-
trario.
n Paco da cmara dos doputados, 9 de ju-
lho de 1852. A. Nun s do Aguiar. -- J. J.
de Lima e Silva SOhriuho. !. i- de Oli-
veir.
A assembla geral legislativa resolve :
Artigo nico. Fica approvada a pen-
sSo nnusl canee lida pelo decieto de 23 de
marco ultimo ao imaerul miriiihoiro Fran
cisco Baptista, equivalente ao sollo que
percebis.
Sala das cdirmiss --A. F. Perelli. -- Gomes llibeiro.--J. E.
N. S. Lobato.
O Sr. Carneiro da Cnnha : para um pe-
dido a mesa; : Sr. prosidonle, no princi-
de materia crime, de legislacao, cuja nter-1 Nilo consideremos a quesillo nem em re-
um peh provincia do Rio Gran lo do bul e
outro pela da l'arahyba, aprcs'itiram um
proj-iclo tornando crime public o furto de
animaes; mas lal tem sido o destino desse
projeclo, quitem i lo urnas poucas de ye-
zes a commissau e al hoja nao lem sido
discutido. Mo sei se V. Ksc. ja o conteui-
plou na or.lein do da ; nas, como esta con-
lm mutos objeclos a tratir, esse projeclo
lo ni licado scni discussSo.
Portadlo, po?o a V lixc. que o colloque
em um dos primeiros lugares, por isso que
tiecessidade, ao
Mello I-raneo, Aln.cida Alhtiquorquo, "- .".-../ -..,.--
veira, Nahucu, Nunea de Aguiar, Firmioo, I pi desla legislatura dous nobres dcpuUdos,
Res, e Silva, .Mullos l'ereira, Rocha. Fer-
nandes Vieira. Joaq lim Vlllela, Wanderley,
Assis Rocha. Das de Carvalno, Carneiro do
Campos, llarros Vasconceilos, Perelli, Po-
dro Chaves, Carneiro da Cuaba, NebiaS,
GOesSIqueirs, Jtrdim, Teiieirsde Souzs,
Mchalo, vigario Silva, Ssyilo l.obilo, Au-
gusto Chaves, Siyao Lobalo Jnior, Leitilo
da Cunha, llomigues Silva, Andr Bastos,
Jlendes de AlmeiJa,Corroa Lima, Beisano,
l'ach-co, e l.ivratnento.
Compaiccem depois da cliatnada os Srs.
Brrelo Pe Iroso, Paula Baptista, Mendonca,
Cunha Figuoiredo, conego AITunso, Vctor,
Apngio, Secco, Azamhuja, santos o Almet-
da.Vasconcellos.Anlonio Pago, Lisboa, Sou-
za Frjoco, Baepeody e itezenie.
Depois do iberia a scssSo os Srs. Angelo
llamos, Souln, Amaral, Monlciio de Barros,
Augusto do Uliveira, I .una o Silva, Paula
Santos, Pereira da Silva, Clvet, Silveira da
Molta, Ji.se Malinas, Itamalho, Peieira Jor-
ge, Pacoa, Fernande da Silveira, Julio de
Miranda, llarliuss Jo AlmeiJa, Igocio Bar-
bosa, Gomes II iheiro, EUseDio, Taques,Cruz
UaCtlado, Miranda, Figueira de Mello,.
I--;.'! ,in com causa participada os Srs. Ma-
nalhiles c.siro, V inina, i. >ui i, Ma'Colliuo
de Bnlo, Alves Kibi iro, Jos Mstiool, e llan-
deira de, M lio.
E sem causa os Sr<. I'imonla MagalhSrs,
JosP ii;o, Moraes S rmento, llemique', Ti-
lara, Peaa, l.eilo rlarbosa.
Sr. Primeiro Secretario la contt do se-
guidle expediento :
Um ollieio do Sr. ministro do imperio
iransiiiiltinJo, com o ollieio da presidencia
JeGoyaz, urna repreaeniaeflo dosnuiprega-
Jos da secretiria do govi-rno da trferida pio-
vincia, pedindo seren considerados empre-
ados geraes, o, como Ihcs pagos os seus
vunciitieiilos. A'couimissao do peuses e
ordenados.
pretacflu he do absoluta necessidade. SJo
easos apresenlados no supremo tribunal d
Justica, e sobre os quaes Um apparecido
oos tribunaes do paz differenles opinides,
resultando dahi no haver certeza de direi-
to que regule a matoria.
Apontarei primeirsmenle um sobre o mo-
do porque s-i deve entender as amnistas.
Tem-se entendido, Sr. presidenln, que a
mnialia nSoscomprehendeoesqu<'Cmea-
lo do delietn n da pena que se Ibe deve ap-
plir-ir, como tambem o direito de conser-
var-seo amnistiado na posse e gozo dos di-
iiln- ros pblicos q-je na oce.asiao da perpre
lagao do crime pdJe lia ver.
Apresentando-ae no supremo tribunal de
Justica urna quesillo a esse resoeito, o su-
premo tribunal foi de opiuiSo aue a amnis-
ta no tinlia urna ppliracao t.ln lata, e nis-
to se confurmou, segundo minlia lembran-
cs, con um parecer do conselho de estado;
foi porm esta deciso remettida A relsco
do Rio de Janeiro, e ahi prevaleceu a opi-
niSo contraria, Aqu tomos, Sr. presiden-
te, um ponto de direito de muita importan-
cia que conv n que seja deci lido.
Apontarei agora um oulro exemplo em
msteria criminal.
Tem-se entend lo que os delictos com-
rneltidos pela mprens ddvem ser julgados
seguuJo o codigo.isto he. que a competen-
cia do tribunal deve ser qualilica la segundo
a graviiiaile da pena : esta ha a intelligen-
cia qua se lem dado aqu na corte nos juizos
de primeira instancia. Entretanto, vndo
da rela(9o do M nuuli-ln urna causa a seme-
Ihanle respeito...
O Sr. {'residente : Pane '-me que o no-
bre deputado pr lenda apreseniar algu n re-
querimento; mis devo advertir que isso
nao p le ter lugar, porque laidos de tratar
l- ii i'ins quoj foram apreseutados.
O Sr. Brrelo Pedroso : Como me nilo
he permillido continuar a apresentir o meu
requer me ito, que V. Exc diz n3o p le ser
ldo boje, rcsi-rvo-me para ouira oocasiBo.
Negicioi da provincia de S. Pauto.
Continua a disCusso do requarimento do
Sr. Pacheco pedin Jo iiiformiicOes ao gover-
no acerca dss ultimas oletcOes para senado-
res na provincii do S. Paulo.
cssa medi Ja he de grande
menos pelo que diz respeito a minha pro- O Sr. PncAeco : Desde que o Sr. prest-
vincia, onde h* urna tspecie do sociedade dente do S. Paulo, deputa lo pela provincia
entre Vdios qua s vivom de furtir an-
maes ; ealti, sendo os producios conduzi-
dos as mais das vezes de parles longiquas,
lie preciso bons cavallos para os carreg-
rem, os quaes custam nada menos de li'Of
cada um. O nosso cdigo esqueeeu-se de
qualidcar como crime publico o fuitode
animaes, ssim como oda escravos; mas
esle ja foi qualificado como crime publico,
o he iifcessario quo o ruesmo se disponba a
resp ito do outro.
O Sr. llarreto Vedroso : Sr. presidente,
a loidelSdoset-mbrode 1828, que creou
o supremo tribunal do juslic", impzao
mesino tribunal a obrigafSo de remeiter ao
governo informacflns acerca dss heunas, vi-
cios o defeilos quo onconlrssse na legisla-
cao, para que essas lacunas, defeilos ou vi-
cios fosseui trazidus ao coriio legislativo
.iliiii de providenciar-se a respeito.
Foi certametilo esta dispositilo lilha de
muita sabeboris, porque muito convm ao
de Pernambuco, confessousor sua a fimosa
circular qua tive a honra de ler e sojeilar
e msi i i si;.ln da casa ; desde que elle, n5o
s julgou o acto licito e consenlaneo com o
sysiema que nos rege, como al lave a cora-
gea de dir enlon ler que praticara urna
ac$3o brillunle e heroica, eu entend quo a
queslao ontre mim e ello havia terminado ;
S. Exc. lavrou a senteuca de sua propna
condemnacao; nSo podo deixsr, na niinlH
opinlao, de ser ti lo como reo confesso de
crime de lesa niico.
O Sr. tabuco : Ora essa !
O .Sr. PacAteo : A quesulo n5o he mais
comigo, he lira entres. Exc. o o govern,
a quem competa tomar cont'S desla seu
prucediinento; heentreo gnvernoeo paz,
que ni .i o m dia ha de tambem t ornar coutas
u julgar ao governo ; comlu lo entendo qua
os homens verdaleros amigos do sysiema
representativo n.l i devam deixar de protes-
tar conUa a doutrna que o Sr. presidenta
lar ; autos he do de-
palique as disposices de dircito seiam ide S. Paulo ousa propa
termiant s, positivas e claras; dahi resul-vcr de lo ios os que prezam a verdade do
ta quo asparles, saliendo bom o direito que .sysiema combalor o orro onde quer que
regula qualquer questoem quetenbam de elle seache. e poisseja-me permitlido usar
entrar, marcliaiti cOin ceiteza no procali- anda da pslavra, o esfon;ar-me por prolil-
monloque devo i ter ; e tambem resulta'gar principio inconstitucional, errneo,
lacSo ao governo que aoabou, nem ao ac-
tual, nem em relcelo ao pensamento poli
tico dominante : cncaremo-la em geral,
combinemo-la com a constitui^ilo, com o
cdigo, como espirito do sysiema repra-
sanlalivo admittdo as socie-ladea moder-
nas, e havemos concluir que ella he contra-
ria a constituiQao, que he punida no cdigo
criminal, e reprovada em geral pela scien-
cia.
AJmittida a intervengo, qualquer part-
do, qifulq ii '' faccao que urna vez empolgu
o poder, p le perpetuar-se uelle al que.ou
por um milagre da Providencia seja expel-
Inio do poslo usurpado, ou al quo a nae,o
desesperad! se levante e reaja tambem uor
meiu da inga, e ahi temos a desordem, a
revolucSo.e a anarchia.
E pde-se canonisar um principio que
traz 13o desastrosas consuquencas ? Mais
digno de louvor se mostrara S. Ex. se em
vez de so ostentar pertinaz, imponllente pe-
raule o pai/, coofessasse o seu erro, pedisse
perdo delle, se dcsculpasse de qualquer
oulro modo, do que vir aqui defender urna
doutrna contraria ao paci fundamental,
pengosa, e fonta perenne da mais vasta cor-
rupcao urna doulrin, enifim que condu-
zin io a autor lade publica ao cam jo da lu-
la para pleitea-M corpo a corpo, a sujoita a
todos os zares a que se snjoilam os conten-
dores, e que em consoquencia faz perder to-
da a forja moni da adminisirardio p iblica,
relaxando os lacos lo respeito o oboliencia
entre ella e seos subo'dinalos.
Allega se que alguns dos nossos estadis-
tas lem querido sustentar o principio da in-
lerveocflo da aulondade nas eloicOes ; po-
rm com abusos nSo se devo argu uonlar.
Cumpra cada um o seu dever; be lempo de
proscrevermos esle melhodo, s p'oprio de
criminosos vulgires, de descolpirmos nos-
s ,s defeilos com o que oulros lizeram ou
sustentaran pela necessi lada de allenua-
rem fados reprovulosqu i por ventura com-
diRttessem em corlas circuinstancias.
Este systema no he bom ; niio po la ser-
as pocas eietones a msiora se pronnn-
ciasso per quem eslava no poder ; a venta-
de nacional no poda mai.fer.tsr-se com
lo la a liberdade, n soltando quo nunca fos-
sem chamados gerencia dos negocios os
homens sinceros e moderados da opposicao,
ouan quando a revolur,3o pastava ts ras e
j era tarde.
Mise crea porm que a ntervencSo pro-
clamada e pralrcada na Krmca sej essa que
agora se quer naluralisar entre nos. All a
opposir,3o sempre foi representada, embora
em minora, nenlre nos, se passar em jul-
gado este bello principio, nSo vira a cmara
um s opposiclonsla.
Eu faria um insulto, urna injuria alia ca-
pacidad*) do Sr. Gmtotse julgasse que a in-
tervenclio por elle admiltida e executada,
quando minisiro, tivesse semelhmca com a
que o Sr. presidente de S. Paulo formulou
na sua celebre circular : n:"o ; aquello esta-
dista no era capaz de esciever urna circu*
lar como esta. O que elle disse foi, que o
governo n.l o devia deixar o campo entregue
as ms p.-iixiVs; que devia inspeccionar,
explicar sua posic,,to, combinar com seus a-
migos os meios I ;;so- do triumpho nas elei-
efles; o que he muito dillerente do que so
prado, ii em S. Paulo.
Eu nan adopto esse principio ; entendo
que anda assim se soplusnia ; mas emfim
he um sysiema loleravel em relno.ln un quo
so quer pralicar entre nos.
Disse S. Exc. que a circular n.lo fra um
recurso eleiloral ; tivera outro alcinoe ; o
s-'u Irii principal fra distinguir, explicar,
dilinir as posiijes, pola nao era indifferente
que o partido qu-i suslenlsva o governo fos-
sa guiado por um homem amigo ou inimi-
go, c quo aoli iniln-ino eu combinado com a
opposicilo, lio se vira na necessidade de
manifestar esta circunstancia ao corpo elei-
loral.
Isto faz rir. Quem he que nSo osla ennho-
CendO disto urna coarclada pouco digda de
S Ex., multo ahaixo mesmo dos seus co-
nhecimenlos? Se o Sr. presdanle de S.
Paulo no liuha em vista seuSo fazer deli-
vir de defesa a ninguem na consciencia es- nir as posir0es, basta dizer ao corpo eleilo-
clareada do paz. Osimples pelidoda nu-1 ral que no se enganasse com o individuo
toridade, m-s no S01 anu-aoa, ja he um qua ora tem a honra de csiar fallmdo ; bas-
iiia I ; quando e;la pede quasi que ohrgn ; i lava ilizoro individuo quo solicita os vos-
uin pendo da aulondade he quasi urna or-; sos S"ffragios,j no perienca vossa coiu-
dem, senhores ; isto foi sempre assim em ', muuliSo, lem commeitido laes e laes lactot,
todos os lempos, em to la a parte ; he o que esta om lim ligado oaposicao.
se colhe da licao dos bons autores... Se 1180 era um recurso intoiramento elei-
O Sr. Kabuco : -IJual he o principio que se toral, senhores, no bastara qua o Sr. pre-
acha nos autores ? sidente de S. Paulse limilasse na sua cir-
O Sr. Pacheco :Quando a auloiidado pe- loulsr a explicar e definir a posico ?
de a seus subordinados, pde-se dizer quo] Esta claro que o lim verdadeiro f-ii coa-
ordena ; porque se no be atted la. rea gir ; o mais foi um accessono paro metler a
xa-se o heo da subordinando, a mondado sizania o conseguir melhor o fim, S. Ex.
se desmoralisa, perde a energa, e mil vai nao so lmilou a esse elcaiico quetndicou ;
a causa publica. Mas de ordinario o pedido pelo conlrano foi mais longe, e disse : to-
obriga, porque os subordinados sabem que na i sentido, so votirdes no Dr. J. J. Pachc-
da recosa Ibes ha da provir desagrado. 'co, snreis considerados ininiigos do gover-
DesJe as escolas os honens estilo acos- no.'
lumados a ouvir o seguidle principio : Non NSo seria melhor quo S, Ex. confessassn
solum pololas si entitat, sed el si sollicilul, antes aqu a sua culpa, que nao conlinuasse
cogit. E 8. Ex., quaddo fez o seu pedido, a mo.strar-se iripenitenlo peraule a camtra,
bein sabii elisio. pranle o paiz i A coaiclada queS. Ex. d
O verdadeiio principio lio aquollo que be por ventura digna do um homem que so
quer qua a aulondade se colloque no seu-ocha em sua potieflo? A cmara que res-
pesto do honra, co.iser/aiiJn urna alia im- ponda.
,-arcialiJade na occasiSo das eleic's; o seu Urna vez admittido o principio da ioter-
liin devo sera inantcnQ-i do voto para tolos, vancSo do governo, urna vez mattido este
a proleccSo da lib rlade a tolos os pirl- na lula, forga he executa-lo com todos os
dos. Quando ello se arreda deste poslo, seus defeilos, com todas as suas consequen-
qtiaiiducnnf-ssa quo sene em cticumstati- cas ; o resollado no Uesapparecer o governo
cas de elle mesoio pessoilmena pleitear com sua alta moral jdade a licar o homem de
acius do snus proteg ios, he un lente quo paitido em sua poquenhuz : foi o qje anda
esto gov.-rno ndo lem syupitnias, nao Icen ueste caso succedeu.
Que uecessidsiie tinba S. F.X., para ira
Mil
sa
do. .
possuir baos de raz ate o valor do
A' eominisssao da fazeuda.
uto de Lima Campos o C, reclaman lo
conlra a classiliocilo de casa de modas que
se deu a sua fabrica de fnzer llores. A'
prmeira cummissao de orcamenlo.
lleudo o approvado sem dbale o parecer
da commissSo de marinha e guerra, pedin-
do informacOos mais circumstanci las an
leuieJ i ios pelo poler competente.
Ora, posso alan;ar cmara qua o tribu-
nal supremo de juslics tem cumprido com
oxiiod i.'ni esse preceilo da loi; tem remet-
tido por varias vezes represiirlaci3:s ao go-
verno sobre semelhante materia ; lem soli-
citado a iuterprelacSo de varias disjosic,0as
de direito, a respailo das quaes ha difiero
do paiz.
O Sr. Pacheco : As illuilragdos do paiz
no po li-in sustentar tamanho atientado.
Ndo ha publicista algtim de domeada, nSo
ha pessoa seria que baja sideertmenla pro-
fundado o direiio publico constitucional,
que possa com vantagem sustanlar que he
de direito a intervonijilo da autoiiJsde nas
Mas creio, Sr. prestdenle.nSo eleifle, do modo porque se acna essa tn-
Silo julgadas objeclo de delibcracSo e vSo
a imprimir para entrar na ordem dos tralla-
os as seguidles resolocOes olTerecidas pe-
inceitas.
A cmara me permillir que aprsenlo
dous exemplos.um -Je materia civcl e out'0
deco ii ni lal sigual de conhanca, responden
Sforiainchnando-se com urna deferencia que
nao dissiniiilav.i luleiramenle a altivez natural
de seu carcter mas visto que vos acho to fa-
voravelmente disposto a mi respeito, haveis
de periii'tiir-nie que vos faya observar que ig-
noro aluda porque titulo goio deisa considera-
cao. Vos me inaiidastcs chamar prometindo-
me uina iii-i, i digna do nome que teubo,
luivali-nte pelo menos que occopo junto da
ralnbi Joanna de Mapolea j suhrc esta simples
promessa vini, mas baveis de compreheiider
que cu deseje conhecer cinlim a proposta que
lendesquc laicr-ine.
Ileu-.ui justo, respondeu Visconli; mas ad-
miro que nao leuhais adevinha-lo esla propos-
la. Sois oillusire filho de Glaccomuzzo Sfursa,
c leudes adquirido no servicoda raluba Joinna
o rcnonie de um grande capil.io. Que posso eu um lom severo, disse-lbe :
por-vos seno o cominaudo do meu eier- Signor Encelo, esla he a primeira ves que
pura? Iiii-i, signor, serla este o vosso pro-
ceder ?
Nao, cerlamenle, senbor, nao seria este o
procedimenlode neuhunihumcn sensato.
Ah disse o duque, conde de Carmag-
nola he inuilo feliz de ter que haver-se comigo;
outros em meu lugar, nao leriam sido lo es-
crupulosos sobre os meios de por obstculos a
sua populjridade.
lia um contra o qual ncnbuina influencia
pode prevalecer, disse Ercelo lem levantar os
iillins de cima do papel.
Ah! disse \ m- .'un, c qual lie !
punhal, signor.
Um assassiualo I exclamou Sforza com um
accento de tndigiiaco lao violento que o duque
cstremeceu.
llouve um momento de silencio, depois Vis-
conli ton ni a iiio, e dirlgindo-sca Ercelo com
propo
lito ?
O commando do vosso-exercilo! ciclamou
Sforzi, e.....o conde de f.arinagnola?.....
_ Nguor fona, disse Pbllippe Mara, de-
ougo mu lal cousellio sahlr de vossa bocea, e
espero que seja a ultima.
Principe, ualbuciou o secretarlo com um
ar conluso, posto que soubesse perfeliameoie
cuto de slleuclo, se fosseis o sentido que liuha a pretendida ausleridade de
principe c livesseis por capilo um homem que >u amo, ciedc bem que uiulia inleucao nao
noiessc lodos os seus cuidados em fazer relum- era. ... ___
bar rome no e.lei.or. em eslabe.ecer no Esta bem, signor. interrompeu o duque
loie.ior.sua influencia sobre o e.ercilo, c sua Philippe. de sernos isso. r.e a conduela actual
popolaridade na mullidio, de sorte que os es- do conde de Carraagnola rae delerm.ua a lirar-
su csercio e vsso povo Ibe una aulondade que creio perlgosa em suas
quaslque nao se lembrassem de vosso nome ; maos, nao Icoho esquecido por is.o os aervi-
lancadoperlidameote no olvido por esse lio- eos euiiucu es que me lem feilo. O ei lo para
-n... longe de.Milao com os meios uecessanos para
susieniar bonrosaincnte o uome que lem, he a
medida que teubo rcsotvldo lomar a scures-
proprios cslaossenao a sombra desse hroe,
hbil em esplorar um pouco de gloria adqui-
lidaem vosso seivico, que partido turnareis,
disei-uic, signor Sfurr. ? Conlentar-vos-hleis
com esse papel mlseravel, esperando paciente-
ltente que aprouvesse a esse hornera acha-lo
alguin da anda mullo elevado, e arraucar-vos
ate esse ultimo Irapo de voiso manto de pur-
peuo.
Mullo bem, observou gravemente Mona,
ella ne digna de um Visconli.
Um sornso de animal ferot se deslisou pelos
labios linos e murebos de Ercelo.
de-las clcio's ; sem ella nao lio possivel
que se possa dar o governo da maioria, que
f.clmente ST doM'artec imp irr.ida.
aceitare oBerecImento gbnloto que vos dig-
nis fazei-uie, permitli-me una observado, e
tende a bondade de nao ollender-vos de minha
franquaia.
Fallai sem temor, Signor Sforza, sou lio-
m, ni que sabe ouvir a verdade.
Eu nao me nimio sobre o meu proprio
mrito, sigoor duque ; o conde de armagno-
la he ura hroe que nao leuho a preleneau de
igualar .... Todava pode acontecer que a Bor-
le das armas me seja favoravel como a elle ;
pode acontecer anda que o eiercilo habituado
a vencer debaiso de miuhas ordena, se tm.li i
de enihusiasino por miiii, como se cncheu por
elle, e nao he impossivel que eu lenha na cor-
le alguin prfido iniuiigo, que me impu:ea
orluie junio deV. alteza fados de que esieja
pnli liinouii- ionocenic. Nao adiinllis, sig-
nor, que ludo isso he possivel.'
Tildo isso be possivel, com cllcito.
Enlao haveis de adiar natural, signor du-
que que cuide em preveuir-me contra os la-
cas que para o futuro inc poderao ser armados.
Aera duvida, disse o duque com algum
embaraco ; c que garanta queris ?
A nica que posso cousi-lcrar comosolida
e real, signor duque, a inao da princesa idanca
Visconli.
A esle pedido, Ericciode ordinario lo senhor
de si mesmo, esireineceu de repeuleesua pal-
Inle/. tomou urna cor caJaverica ; elle laucou
um olhar rpido sobre o duque de Milao, mas
nada pode distinguir sobre seu rusto. Nao obs-
tme o golpe ser lao Imprcvisio, o duque per-
inaneceu Inlelramente seuhor de sua euioco.
Creio, signor duque, accresceutou Sforza
com uui dignidade um pouco altiva, creio
que um Sfoiza, faieudo um pedido desla natu*
rea a um Visconli, nao pode ser lachado de Ic-
meridade.
E sou lao cooiplelameute de vosso pare-
cer sobre ene ponto, respondeu Philippe Ma-
Siguor duque, repllcou Sforsa, antes de ra, que vosterlaja felto por niiiii mesmo es-
relo que os levoua essa ingerencia; mas curasso un homem quedeiuirasse o emnro-
nrgo que a inUivencSo fosseessa qui vom go. O que queio dizer Tle queaposico
inculcada na circular, nobre presidente de prosidenta olio o autori.sava a laucar
deS. Paulo, se quizer, podo tambemsoccor- qualquer e.sttgma sobre nnm sem quo pn-
rer-se com os estadistas da Frn(a, o nem ineiru se informssse da verdade.
por isso licara absolv Jo. Parece que o lim que o levou a S. Paulo,
lleopioiSu miiitia que o principio da n- segundo mesmo su palavras rovelam, foi
lervencSo proclamado na Frauca no reinado guorrear-me, esmagar-me, e quelles que
do rei i.uiz l'hilippe trouxe o desgracalo es- lem a dosgraca de tno honn
talo em que se aclis hoja aquello paiz; di-
go desgrava Jo, porque o seu estajo ndo po-
do sor sendo de i .ni-io.io ; ndo he um osla-
do normal.
A intervedcSo, sonhores perpetuou nopo-
amiza le. Fique, porem, o governo saben-
do qua isto be uina imprudencia, que sua
mi-.--.iii ndo devo ser esmagar as influancias
locaes, e si ni iiiiiiiioa-iii-, i-ii-'iiiiiii io ilni -
Ihes a veruedeira tendencia, se por ventura
derums partido em lodo o lempo daquel- ha alguma exsgeracSo di parta dolas.
le reinado, porque ella f.zia que em tod.s O governo. cmi os moios da aulondade,
_______________I || IBIIISSBSSBI BBBBT~1I BMsSBBBBBBBBBjBBSrBBIBBBBSB>l-BSSVlBBSSS^
ta proposia, se nao uvesse julg
nicnie esperar que ella viesse de vo.sa parle.
Ercelo abaixou se inielrainenie sobre o pa-
pel e pz-se a escrever cora ardor para flocul-
ar o senliniento de odio e de viuganca que
Ihc briloava nos olhos
Signor duque, disse Sloria, vos prehen-
cheis ueste noiiiento o mais charo de weus vo-
tos ; de boje por diaiili contal com a nimba
dedicaco como com a de mu Ribo.
Kulo nos deuais, signoi .'
Kcliro-ine para nao anusar de um tempo
lao precioso paravossos vassallos.
sahio com o roslo radi-
Sforza iuclinou-se e
amo de feheidade.
tiuque c osecretario, licindo sos, liveram
una Inoga conferencia, cuja concluso o lei-
lor podea ver du seguiuic passo que na mes-
illa iioile deu Ericcio.
Logo que escureceu, o secretario snhio do
palacio c dingio-sc para una d.s ras mais
iminundas c esircilas de Milao ; elle bateu tres
pancadas na parla de urna casa uc Uo triste
aspecto que nao era fcil crer-se que era ha-
bitada. A pona abri-se e elle achou-e face
a face cora um individuo, cuja apparencia mes-
quinha c vestidos cstarrapados eslavaui em
mi liii.i harmona cora a especie de pardiciro
que Ibe sevia de covil. Esle individuo uo era
outro que Gabrino.
O signor Ericcio em minha casa I exclamou
Gabrioo ao aspecto do secretario de Visconli.
Isso te espanta, nao be ? disc Ercelo. Aca-
so nao su.pellas o molivo que pode trazer-me
aqui? .
Oh! tenho alguma idcia dlssi
G.briuo com um sorrisii inaireiro
bcoiuo noie sab-lo /
Por vos iiicsmo, sigoor, pois visto que vos
dignis moslrar-vos boje com o roslo descobcr-
i, posso confessar-vos que vos reconbeci per-
fe taraenle quando rae tallaste um desses dla-
ado mais convc- passados, oflo ubsiamc os prucau^as que io-
inastes para occullar-vos.
Precau9de necessaiiis, pois conversava-
iii.i. na estrada publica, onde se poderia cstra-
nbar que cstiveaseinos juntos.
Pois Ihiii, sigoor, u-i/.i i-nie acaso boa no-
ticia? lie j ebegado o momento de obrar ?
Elle nao lardar. Conheces o palacio de
Carmagnola?
I'erleitainenle, signor.
Irs todos os das luforuiar-U destrmen-
le se elle j voltou ; logo que se recolher, iis
participar-inc, e no oulro dia.....
Que, siguor?
No uuiiti dia la vinganca ser satisfeita, o
la I i um i segura.
O evo vos oupa, signor, pois tenho necessi-
dade do soccorro da geule de bem, e raeus ne-
gocios eslo om missiavel estado.
Ericcio sabio, acouipaullado al rus porGa-
briao, ao qual disse todava que enirasse quan-
lo antes, leuieodo ser visto em companhia de
um tal boincm. Gabrioo obedecen, mas nao lao
depressaque esespasse s vistas de um indivi-
dua que alravessava a ra, e cojo roslo expri-
mi o inesino lempo a sorpresa e a inquieta-
do ao aspecto du secretario.
_ Por Jpiter! ciclamou esla pcrsonagcni
quaudo se vio s na ra, nao me cogauei, he
com eU'ciio esse d.iuoulo eucarnado ue Ercelo !
Brcelo .' o secretario de Visconli sahindo da ca-
sa de Gabrlno, esse condemnado morlc I bra-
uiaoie, meu auiigo, isso merece relleso e re-
quer esclareciiueulo; maa que fazer ? abl per
Uacco! v.umis ao ,mil l'/iu)6iii 1 A encantadora
Oeppa me servrs com que desenvolver as
idcias. ... duas garrafas de bom vinbo de Cblo
nao serio de mais para tratar um negocio lio
(tVmii/iuar-ie-Aa.)
respondeu


~i i r
r-do temporariamente conseguir o mu fim, grosaeru e arrogancl, (b) e permitti-mo
..rier u odios, saciar sou orgulho, V. S. que proceda agora do mesmo modo
mis o futuro he quo ha de justificar o ;em defosi minha, c da coropanlua, cujos in-
nuanlo andou elle errado, o quanlo mal;, lerasses aqui represento.
,., Constituido o presidente da pro- Primeiramente dire a V. S., que so nao
vmcia em partido, fez o que os partidos qe usei entilo da clvilidade e delicadeza que V.
nao lom confunca omj suas torcas costu-lS. desejaria.e de que faz oslentacio, cerU-
mam fazer, escreveu que eu eslava ligadoj mente que uBo rallo a nenhuma convenien-
com o opposicio. N5o mo deshonrara qual- ca que devease a V. S e que se dcve guar-
2
quer ligacio com ella. Mas nSo he verda-
deira cssa assercio.
A mmha pusicio na occasiio das\iltimas
oleicOes na provincia do S. Paulo nio era
desconliecida doinnguem, polsella primei
ro o ora na cmara dos depulados. A mluha
posicio nSo carecin ser definida, cu mcsino
exuliquei n'uma circular. Kiuguem pois
seenganiria comigo.
Al a lpoca em que se pleilcou a cleicio
i.; mi un para os dous leador en nSo li-
ve a mais pequea combin icio com os ho-
mons do partido da opposicio; nao llics
del auxilio algum; ignoran quo mo des-
sem seus voius. Se tivesso lido iccordo,
crea o Sr. presidento do 8. Paulo que eu
nSosou hotnem de Tuzer dous papis, acre-
dite que eu teria a romgein para o dzer;
mas nSo, eu apenas havia adoptado urna
posicSo de iudepenencaem relaciloaogu-
verno do paiz; parecia-me que o governo
nao marchsva beo, eslava persuad loque
elle nSo qneria que o parlamento parlici-
passo da influencia governativa, que des-
osperava de governar com a couslituicio
quo mostrava-se pertinaz contra o progres-
so lento e regular, e pois a loptei a posicio
de independencia desdo 1850.
K esta posicio francamente expuz ao cor-
po elritoral de S. Paulo. Sr. presidente, mo
sabe que ou diigi urna circular ao corpo
elritoral ? Por ventura pcculte cousa al-
guna ? Nio disseque linha votado contra a
lef marcial, econtra outros actos? E quem
pratica assim mo sora por ventura homem
franco, que nio gosla de Iludir? I'ouco
lempo ul8 da eleicfio de senador em S.
Paulo, tralou-se da assemblea provincial;
eu nSo enlroi uessa combinado ; asscnlou-
sa que nella na eulrasseni juizes de-di-
reilo, e coaio eu en mu dellcs, nao fui
contemplado neill combinarlo.
Mas por ciicumstancias julguei conve-
niente ver se ainda mereca a confianca
dos rncus amigos; nscrevi-llies que quera
ser oleilo, apezarde nio estar na listafi-
quei Io suppleute.E tive eu por ventura o
mais peque-uo auxilio, din s voto do par-
tido da opposicio? NSo j eu rilo linha
comella combinacio alguma, ho um rnga-
no do S. Ex. O que occorreu penal loi
o que vou dizer. DepOls das eleices pri-
manas a opposicio, vendo que Dio vencer
oque lunilla posicio nio eia extrema, que
ou era guerreado, bosltlisado pelo goveruo,
leliberuu, lem que eu soliCiti>se,>screver
aos seos amigos expondo as circuoistan-
cl il, e deixauuo-llics llbardl le do vol-ivm
L- ni ni i ni se quizasMm labiado tora da
lista.
Ora, ho sabido que eu lenlio amigos no
part lo da opposicao; meu nome nio Ibes
era aiitipatliico, o foiacelo; nao tive to-
do*, mas a maior pane, lie natural que
'lepois desto faci nos enlendessemos me-
llior, e aqu estamos tolos coinbalen.lo o
iuimigo c imnium. O proeedimento da o -
pusiciu soliicuiaucira me enliorou. Qual-
quer que tosso o motivo que a impellisse,
quando mesmo folie apenas por lile pare-
COI que o meu nome na OOCOSlSo era o que
oflceca mais probabilidado de entrar na
lista dos seis, eslou convencido que el
que lom a sua frente bornea! islosos di
honra da provincia, n5o dara csso auxilio
se visse quo o muu nome deshourava a pro-
vincia.
Aproveiti, pois, esta occasISo para slg-
niliearltie o meu agradeciineiito, assim co-
nloaos unios amigos do nartidodominante,
que, a dospeilo da circulare do que mais
houve na provincia, coutnuuram a deposi-
tar em mim conliauca.
Iiisse o Sr. presi lente de S. Paulo susten-
tando a sua circular, que ella podia-se
considerar como una carta particular, em
que so diz -Sou sou criado, ele --l'arece-
ino islo urna zombiriaio boin sonso da c-
mara. Suppoulia-Si) que O Sr. D'.Nabuco
nSo era presidente, o apenas um hooieui
particular, como escreveria S. Ex. a um
.-.eu amigo, ou a um seu deve lor ? Iiizia :
Peco-vol vulus, e se os nao derdes, corisi-
deo-vos iuiuugos, o mandare citar-vos ?
Anida nSo vi que um particular prote-
desse desta maneira ; e se o lizesse, ca
criminoso polo cdigo, s particulares
USam de mais delicadeza em suas caitas
do que o Sr. I'resi lente de 8. Paulo usou
na circular para com o eorpo elciloral, que
loi lr.laio como una aggregac,3o de ho-
inciisque nenliuiiia silencio niereciam. Se
Sr. picsidenlo o respeitasso, nao havia
dar para com o publico, e n3o me capacitan
do qoe houvesse offendido o seu melindre,
mu acceito as insinuarles que V. S. me II-
beralisou hoje, em seu liana, e seas nSo
devolvo, ho porque nao desejo usar de ra>
presalias (C) tanto mais, quanto eu estarei
prompto a provar as minhas asserces com
documentos; isto he :1. que a companliia
dos vap-res brasileiros, lem sido sempre
P nriipia a fazer sabir os seus vapores do Rio
de Janeiro, nos termos marcados no contra-
to entre ella o o governo imperial, oque as
transferencias de suas sabidas, sio occasio-
nadas pelo mesmo govorno, porque o pole
fazer. -- 2 quo nao lie verdadriro o tocto
asseverado por V. S. do os vapores regeila-
rem olijeclos de rite, podondo-os conduzir
convenientemente, e neslo proposito pas-
so a ai-mu pan ii.i r a V. S. no seu artigo de
noje.
Nao posso remover a tenaz insistencia de
V. S. para o fazer persuadir quo as irregula-
ridades das saludas dos vapores do Rio, n3o
teipsido motivadas pela companhia, o sim,
pelas conveniencias do governo, porquoes-
les documentos existem no Rio de Janeiro,
onde be oassentoda companhia ; todava,
uotarci a conlradiccio em que V. S. cabio
dizendo que ndo consta que o Varaense, con-
duzissc pussageiroi do governo ou outroi objec-
los de considerarais perlencenle ao mesmo, pe-
los quaet esperaste dous das O govo no, pa-
ra trausferir a sabida de um vapor, alo pre-
cisa motivar a companhia a sua ordem ; mas
V. S. ignora cortamente a circunstancia de
ter o Varaense couduzido nosla mesma via-
gem o s gundo batalb3o de artilbaria para
a Rabia, a qual justifica o prova a conveni-
encia, se n3n alliiigc, a verdadeira causada
translerencia de 10 para 12. (l <
.Nota V. S. o acontecido ao naufragado va-
por 6' Sebastifti, pretendendo com esso a-
conleciinento ja sabido o publicado, justifi-
car a ma vonlade que algumn possa nutrir
cintra os vapores da companhia brasileira.
II i Instantes .linos que a companhia navega
os seus vapores, e V. S. n3o quer admillir
una arribada, um sinistro ou um transtor-
no, dos muitos quo aceideiiialmento ap^a-
recein na navegacSo E tanto mais V. S. se
mostrou desanasoa lo, quanto he inju.-to e
escrever mais duas linkni no llvro da carga ;|e
disto conclue V. S. que he competeute para
aseverar que os paquetes andam quast sem-
pre vastas lendo em seu poder" oa despachos e
aa decliracOes dos queixosoa a quem tein
ouvido Uno encommodo pode dar o es-
crever-se mais duas linbaa nolivro da car-
ga em um escriptorio onde se trabalha
conatantemente a todas as horas, e aem ex-
ceptu de domingos e diaa Santos ? Por isto
lieni so ve n Traqueza do argumeuto de V.
8., e se V. S. pode obter na alfandega d'aqul,
os despachos da carga destinada a este por-
to, a mesma facilidad,- nSo encontrara quan-
to a que he remetlida para a Rabia, Macci,
Parabilia, Ceara, MaranliSoeParl : quanto
s declarares dos qucixoso9, V. S. nSo
Ihe parece que devem elles ser averbados de
suspeitos? quantas injusticas nSo leja sof-
iii.I-i V. S. por taes queixosos e impertinen-
tes, a quem nao tora agradado tal ou tal pu-
blicarlo ou nSo publicicao l'-ia no seu
Diario ? (f)
Se no entender de V. S. s3o os tapores
obrigados a recebar toda a carga que fo.- o-
lerecida sem attencSo ao pouco espico de
quo dispOem, pequea demora que ha nos
portos e aclividade que bo preciso desen-
volver em tfio curto espaco de lempo, devo
dizer-lhe que esta em erro, oque prescinde,
nao S do que rasoaval mente se poda exi-
gir, como do que dispoem os regulamentos
do governo e instruccOes da companhia pe-
las quaes mo lenbo dirigido ; n.'io sendo ra-
soavel lazer censuras desta ordem sem fac-
tos justificados o s pelo desejo de censu-
rar! (:;|
I\8o sei em que mais deva acompanhar a
V. S. no aeu artigo de hoje, porque s e mu.
to mal, sei exprimir-me em termos precisos
e claros sem divagac.0 '8 e banalidades, que
nao se casam com a ininha boa vonlade de
defender anda mais esta vez a companhia
brasileira dos paquetes de vapor, em abono
da qual devo pugnar, o o taco com iucontea-
lavel rasSo.
Espero que V. S., revestido-de imparcia-
1 ida le o sustntenlo o carcter de recti 13o,
na i so preste a ouvir queixas infundadas,
que n.lo devam por isso mesmo ser acolhi-
das por um jornal como o de V. S., que pe-
la sua posicao dever bap certificar-so da
verdade dos factos, para sensurar entJo.
Em apoio das minhas asseveia(OjS, e da
pane que devo tomar ora defeza da coaspa
nina dos vapores, chamo em meu favor o
carcter ollicial doSr. ministro do imperio,
que em seu ultimo relaioiio disse a respei-
to da companhia pnranto a assemblca geral
o seguiolo : l'assando a tratar dos pi-
tora de proposito, de fazer responsavon portqueles do vapor perleucenUs a compannia
taes sinislros os directores da compan'ila |com quem esta contratada a conducco das
quo eslo no Rio de Janeiro, e os agentes J malas, cunipre-uie intormar-vos que con-
que rrsiiicra n-s provincias, por descui los e1 nnua a faiei-se aqcelle servido com a mainr
umissdes, as quaes n3o se deu ao trabalho '. rcgularidade, enaseSSo da cmara dos
de designar; acuiil-cimeutos ess;s que sflo srs. deputados, de 6 do crrenlo mez, o
devi ios l'.irca inaior, e inseparaveis da na-
vegaC/lo 1 (ej
(juantii ao quo V. S. diz de n3o quererora
no Rio de Janeiro receber cousa alguma pa-
iii --mu Sr. ministro pronunciou-se por tal
i,o in-i era seu discurso que eu por mo lestia
deixo de mencionar aqu as suas pjavras;
IBo ellas um documento vivo e poderoso
ra o 'araensc, n.lo sei que cxpressSo dova contra to las as invectivas dos quenosos e
erapregar, quo n3u desagrade a V. s p mi .(..m-inilenl-'S, a quera n3o he possivel sa-
ib dizer, que he menos exacto, avista do Usfazer. (hj
fado de liavur o vapor conduzido um bata- | im .luiente, a preferencia que V. S. nota
.iiiin para a Rabia com suas bagagens e al-
guns objeclos de carga o encouunendas pa-
ra uiversos particulares dequasi tolas as
provincias da sua escala, o lindando repeli-
rei o quo disse a V. S. DI entrevista particu-
lar queme coucedeu, dizoudo que n.lo he
possivel ad mltir-se no pequeo espato que
os vapores tein destinado para carga, tolos
os volumes, alm de mu.tas cucoiniiiendas
cujas remessaa inte essam a quasi lo lo o
commercio e mais pessoas das pregas aoude
o vapor lem de tocar; lano mais quo, os
: actuara vapores s3o de pequ -na dunoiislo e
capacidade, para coiiiporlaroin toda a carga
quecoubesse nos desejos dos pretendemos :
lie claro pois, que be esto o motivo pelo qual
multas vezes uo so podo satisfazer as pre-
tencOea de quem quer canegar nos vapores,
sen lo destituida do fundamento a tllegac3o
de V. S., quanlo disse que, laes volumes n3o
eram admittidOS por danto tal ou tal en-
commodo aos ernpregudos, ou porque he preciso
fl>) Pretende o Sr. agente ccr produzldo em
sua prlmelra correapuudeiicla plausivels argu-
uienlus, sem adornos sim. mas eom franqueza,
qua nao poda ser talada de ai rogaueia ou gros-
seria, ao pasio ijue, como adame se vcra.quc-
xa-se aiiiargainenic do nosso arligu, no qual
enclieigou niuitas.iiisiuuacoea iliguas de repre-
salias! NlalO hio vemos nos COUM alguma i|ue
nao leja multo natural, porque eiuliul, l du o
poetae com ludo o fundaineiilo.
De cond^ao humana lie niio ver travs
^os nossos proprios nlbos i us albeios
Arestas leves us paiccem gravea,
Quanlo aos plausivcii argumentoa do Sr. agen-
ii Sr. preSIdeniO O respeiiasso, lino uaviHite, julgamoa le-los apreciado devid.menle ; c
punis de unir ao seu pedido nein promesas, Iqoaoto a arrngaoila egrosaerla, eonieniamo-
neiii aineaca "os co1" pergunlar ao boin senso de .S S., se ha
n -ir vl,i,'m final f..l a amraca "'uila pohdet e conveniencia eui dizer-se a rc-
U Sr. Publico -- ual loi a ameaca | f (le u|n orlla, cu paginas se procu-
USr. Vacheco : Portanto, n.lo foi umajr||i. ^ y. nio he compeienti para diner ou al-
iarla particular, e quanlo loase, S l'.X. ul-1 Qrmar (a| cousa; a sua assercao n.io pode luc-
trapassou a pratica, o coslum,;, as raas da recerraaoavel dcsculpa. Se isto para o Sr.
moderaeao que soem usar os bomens poli-
dar-se aos vapores inglezes, be naturalmen-
te explicada, n3o pelo que diz V. S, mas
pelo precio menor das passagens, viagena
mais rabilas, consequencia de aua maior
frca, o pelas uo contingencias a que es-
t i sujeilos os vapores da companhia brasi-
leira, que tom maiores escellas e podem sor
demorados polo governo em qualquer por-
to, e s a opini3o contraria de V. S. poda
enchergar outras razes. (i)
Postoque V. S. me tratasso de um modo
acerbo e desse a entender que dra lugar
mis paginas do seu Diario minba prime--
ra carta, para ter uceasiSo de assignalar a
arrogancia o grossoria que V. S. com toja
a urbanidado qoiz emprestar-me, todava
|to agradeco o uo haver-me rccusido este
mcio de detoza, e espero que o mesmo pra-
tiquo com esta carta, que ser a ultima,
urna voz que nSo se trata de urna quesillo
pessoal, mas do crdito de urna companhia
importante, que fol injustamente aggredi-
da em um jornal da ordum do de V. S.
Sr, como digo, V. S. deve acceitar os
mnus agrdecimenlos consenlindo noslas pu-
blicacOjs, devo declarar-lhe que, igual-
mente Ihe son recinhecido pela sua gene-
rosidlde, posto que convenha saberse que
meiifTereci a pagar a V. S o trabalho da
impress3o deslas minhas cartas.
Sou de V. 8. atiento venerador e criado
Recito 36dejulho de 1852
Thamas de Faria.
i nSo haveriam discusioca (obre os theoremai
pbiloiophlcoa, asiim como nio podem haver
obre o valor dos Irea ngulos de um triangulo
nem sobre a solidez de urna espbera.
O mesmo acontece as tenencias chamadas
sociaes e poltica*; nellaa lamben) a falla de
lingos exacta, de presides cabalmente defe-
nidas, he a causa de todas ai divergencias. A
verdade he urna s; e ae o contendores tlve-
rem boa J e lgica, o termo de qualquer dls-
rusio revila que o adversarlos rain em sen-
da da mesma oplniao, mas davain t mesmai
palavras urna signilicacao diOerente.
Por romno'o do mullirm i dos bmi emendo
eu, e comigo, se me na'o engao, amatoria dos le-
tons, um estado social em que ninguem poderia
pnttuir u*> objecto, sem que outro quatquir tivssi
o direilo de Ih o tomar ; e ai mulhere icriam re-
putadas object-1 di que cada qual te podero unir
todas as vms que quizase.
Sr., ella monstruosa utopia, que justamen
te hoirorlsa ao publico, e, segundo me parece
dmeute ae pode encontrar na repblica dt P/u-
ta'o, fol .iiiiiinii i.i aos socialistas moderos
pelos abiolutislaie outrui, a despeito dos pro-
testos vehementes desse apostlos do progres-
io e como na voasadefea, eu acbaise repro-
duilda esta calumnia, julguei do meu dtver
nao s protestar, como anda hoje proteito con-
tra toinmerecida imputaco, seoodesanar-vus
a que me apreientasaels um texto socialista
que apregoasse seuiclbante momlruosldade.
Ilein saba eu que vos nao era poislvcl acbar
ene texto nal obras dos eacriplore, actual-
mente conbecidos sob a dcnomlnaco genri-
ca de socialistas, e por isso julgava que me el-
lasseis o divino Plato, com quem os socialis-
ta! nao t,-ni nem querem ter tolldariedade al-
guma. Mas nunca pensei que ampliasseis
sentido do vocabulo commuubo, a ponto de
cbainardea comnunhao' d?t bent a propriedade col-
lectiva de cirios objictos, e communna'o das tnuthe-
rei eise sitado em qai a mulhir Itm trato carnal
eom varios por que, com icinelhaule deflai-
nlcio, em vei de provardei a odioia Imputaco
feila aos socialistas, lmente daveis lugar a
3ue se dissesae que a counnunho dos bens e
as mulberei. como definales, existe em mul-
los casos na locledade actual.
Eulretanlo fui eise o vosso procedimeuto,
pois da analyse da vossa resposta resulta o ie-
guintc:
l. .Muitas descomposturas aos socialistas,
asslguadas por Proudhon, as quacs lmente
provam que Proudbon tambem reproduca as
calumnias irrogados ao aocialismo pelos abso-
lutistas e jesutas; ainda que em outras obras,
o mesmo Proudhon se teoha apresculado como
campean da democracia lociabsta.
2.' Um trecho de fourler, o qual mostra que
dadas certas condices, o dito Fourlcr aduill-
lia para o futuro que le poderia conceder s
inulheres a independencia de que boje gosa
o nosso sexo.
3.* Um trecho de Cabet, do qual deduzis-
tesa cominunhao das mulberes a pretexto de
lgica e a despeito dospiotestos do mesmo Ca-
bet; Luniuii.il ad a ilrst'ai u- as niodlicaces que
cerlos socialistas aduiiltein para o futuro no
casamento iudissollvcl e ouiras instituiccs
que buje servem de base familia com a com-
munho das umliieres ou promiscuidade ani-
mal, que uiuguem quer.
Portanto, benhor, parece-ine que a vossa ar-
gumentacao nada tem de irresislivcl, porque
nada provaslcs em abono da vossa irrellectida
assercao. Assim, podia cu parar aqui, aguar-
dando citaces mais coucludeutes. Entretanto
como tenho certeza de que uo podereis acha-
las, aproveito a occaiio para dar uina deli-
nifo genulna desse mesmo socialismo que
piolastes aoi leiloresda Vniao", romo cifrndose
na communhao' dos bens eda mulhere.
Osncialisiuo nao heuiua doutiiua, ainda nao
passa de tima aspiraco; mas esta aspiracolen-
de a reformar o est ido social actual em prol do
inelhorainento moral e material de todos
tnembroida sociedade. Para este fin cada es-
chola socialista oDercce lucios dilferentes, mas
nao ha urna aequer, cujas intencoes deiicm de
ser puras e generosas, cujo idcial nao seja a
rcaliaco na trra dos principios de libcrdade
e fraternidade.
A. P. de Figuciredo.
7 de agosto de 185?.
(abelecimentos bancaeso juro d
ilinlieiro nesti pr&9a he de 8 por
ojo aoauno no banco e de i2nos
outros estabelecimentos e nos par-
ticulares.
AI.KAMIKIIA.
Rendfmento de 1 10. .
dem do.da il......
49:105,385
9:473,566
58:578,951
Descarregam hoje 12 de agotto.
Rarca americana -- Etdorado -- fsrinha de
(I) Ncite trecho o Sr. agente quer justificar a
recusa do Pnraense, em nao querer receber car-
ga alguma no Rio, com a viuda do halalho pa-
1a a baha; e embaracado com a verdade, diz
ao niesino lempo que a nossa assercao fol me-
nos exacta: Nao sabemos, portauto, por onde
devenios responder a S. S., que alia, fez limito
pouco caso dos documentos que dissemos ter
ni mo para prova do nosso dito.
He justamente por nao sabermos que encom-
modo pdc dar o escrever duas ludias no llvro
da carga, que estranharaos rejeitarem maltas
dos qu.iiido seajuigem, nao so a amigos,
como a Huangos.
O Sr. tiabuco : Agr leco o lic3o.
(Continuar se ha )
l-^aajiaaijiaaHL-ll.aMl|ii-8U-'!!-.J! nii.iiMH
Correspondencias.
Illm. Sr. redactor (a).--Yolto anda hoje,
mas por li"jo smente,para no proprio jornal
d- V. S. responder aoarligo por V.S. hojo pu-
blicado sobre a carta, quo em 22 do corren-
te Ihe dirig, o quo ucsta data ful publi-
cada.
Parece-me que em facode uroa argucao
ma! cabida o injusta, publicada em um jor-
nal, como lio 0 lliarin da V. S., o contra urna
com.-anb i que lia ir.ais de 10 anuos esta es-
talieircda neslo imperio, sempre bem con-
coituala do publico, o com especaiidade do
corpo do coninorcio do tolas as pravas do
Brasil, era do meu dorar na qualidade no
agente dola, d svsnecer no animo do pu-
blico esclarecido, a desfavoravol impress.lo
quo pod-riain produzir as puucas linlias que
Y. S. inserio no seu Diario lu 22 do corren-
ii-:,-.--> s pitucas ludias quo a maliguidade
poda reveiter e.m descrdito da companhia
dos vapores brasileiros, so licasso sera ros-
posta, c que V. S. agora epelida de leve
C -n.iirafnram hoje agravadas no aitigo da
redacr;o de V. S. a que eu mo propunho res-
ponder.
Sea ras3o, como V. S. diz, n3o deve andar
ao par da arroganca e grosserii, tal ceoso-
n me nfio cabe, pnrqiniu em ininha pri-
mera carta produzi plausir, s argumentos,
tem n.lu mis, ho verdade, mas eom fran-
queza, queuSo pode jamis ser laxada de
agente be franqueza, para neis lie mais alguma vcr.es os vapores objeclos do mais pequeo vo-
cousa, que agur.-i uos abitemos de qualificar. lume, allegando tal motivo, como acconteccu
(c) Ai represalias do Sr. agente siriaiii tanto ; com alguem ucsta cidade, que pretenda man
mais iuadiiiissiveis, quanlo o dircito de as pra-
tiear mi compete eertauente aS. S., que loi o
prinieiro a molestar-nos com suas cxpresses
grosseiras, do (|ue alias ainda se uo euicndou,
lalvezquc sem se senlir ; porquanlo drpois de
diier que us facemos ostealaco de cinlidadc c
delicadeza, avanca que nao falluu a neubuuia
conveniencia que nos fosse devida! Ignorar
acaso o Sr. agcnlc que a ostentaco anda das
naiore virtudes he um vicio > K como pode,
pois, imputar-nos gratuitamenle una tal qua-
lidide, que a san moral reprova, e que de co-
ta,ao detestamos ?
(ity Alfirina o Sr. agente que cahimos em con-
n ..li. i;a.i, quando dissemos que nao conslava
queoParae-iie tivesse esperado no Rio por pal
sageiros, ou outros objeclos de cousideraco.
pertcnceutei ao governo. Cremos porin que,
nem com o auxilio do mais operfeicoado mi-
croscopio, se poder enchergar tal conlradiccao
de nossa parle ; ese u>, dissesse-nos o Si*, a-
genle qual a nutra prupotico nossa, que le op-
pe aquella. l>n S. S. que o referido vapor con
dar um pequeo IIindre com una carta de ba-
charel para o Maranho, c que Ihe fol rejellada
por esse inesino motivo!
(g) Perdoe-uos o Sr. agente: S, S. cabe em
una grande inexaclido quando afriua ter-
mos dito que os vapores eram obrigados a re-
cc-erem toda carga que Ihes for olleiecida sem
allenco a uiats nada. Recorra nosso artigo, e
ver que dissemos toda a carga que pode-
rem comportar; eS. S. bem pdc coinprehen-
der a sigiilricaco desta palavra. De que lado
csi a vista dalo, o desarrasoaiucnto. e a m
vonlade?
(h) Vo cremos que o Sr. agente suppronlia
os governos infallivcis as suasasseveraces ;
e nem os engaos c deccpccs em que muitas
vetes cahem dependem dclles sineute.. (Juan-
tas coasas nao ignoram elles e quaulas infor-
maces,' a que nao podem dexar de recorrer,
Ibes chegam adulteradas !
(\) iiuii aqui ha um equivoco da parte do
Sr. agente, que parece uo ter lido bem o nosso
artigo. Diz 3. S. que a preferencia dada pelos
luzio^o segundo liaiaih.ih de ariilhana para a passageiros aos vapores inglezes nSo he moli-
Ualiia: mas isto (juando multo sei ve para mus- | vada pelo que disscuus ; e ao mesmo lempo re-
ja) Pol-noseulrcguc esta correspondencia no
dia -1 do coircnle, e pela afluencia de materias
de maior Interesse s boje a pudemos publicar.
IVella procura ainda o Sr. agente da companhia
de vapores brasileiros defender os seua com-
iniltentei, e insiilc ein laxar de injusta e drsar-
rasoada a censura que aos dilos vapores li/.e-
inos; vendo porin que o seu liabalho nos dis-
pensa de Ulna resposta formad, por isso que nao
conloi materia nova capaz de destruir o fac-
tos c rases aprsenla J is en) nosso artigo de 2G
do passado, e de limd nncn.ir a sua graciosa
defeza, liiullaino-uos a fazer-lhe algumai notas
nos lugares que nos pareceram nao deviam
pissar inteiramenle inclumes c sem rellcxao
alguma, bem persuadidos de que com aquelle
nosso artigo temos .uu*icenicinenle Jusliricado
pcranlc o publico a censura que lizcmos.
trar que iguoravamos essa circuiusiaucia, a
qual todava, nole-se bem, nao he dada por S.
S. como a verdadeira causa da demora. Pode-
mos, portauto, catar em conlradiccao como Sr.
agente, mas com nosco, uo, tenlia passiencia ;
a menos que quira S. S. dar como nassas suas
asierces, ou toiiiar o termo -- coulradico
como Byuonimo de engao, erro etc., o que de
certo seria a menor falta em 3, S.
(e) K desta maueira pretende o Sr. agente
juslilicar os vapores biasilelros! iSs apona-
nlos dous lacios: lo da encalhacao do Sau
Sebattiao' na illia de Sanio Aleuo. em noite de
bello luar, porque opillo, que r-itao liuh.i
direceo .da barca, iv.ni.ni de abandona-la,
para eulrcgar-se aos seus przeres seusuacs,
como leateiiiuntiai.iiii os passageiros; c a arri-
bada de outro, que leudo d'aqul partido para o
uto, voliou no lim de Ires dias por falla de car-
vo, leudo escala pela uahia, o que nao pdc
ser atinbuido seuo a iiiiprevideucia e descuido
do comuiandanle ou ento do Sr. agente. A des
peilo poriu dearguiedes lu positivas e de fac-
tos que se nao podem coutestar, eulende o Sr.
agente que nos s queremos 'dar desabafo a m
vonlade de alguem conlra os vapores brasilei-
ros, e que os iloisuos dcstes sao todos insepa-
raveis da navegacao, e lilbos de forc maior!
Parece-nos que S. S. nao comprebendeu bem
esta ultima phrasc que emprogou, e seuao, fa-
ca-nos o lavor de dizer, se he causa de forca
maijr a que deu lugar a cucalhacao referida, e
se he causa justificativa para urna arribada a
falta de carvao no caso dado, qu indo se podia
fazer a provisao sullicicute para ebegar a Ba-
1.1a.
pete coinuosco que, o nao estaiem estes vapo-
res sujeilos as contingencias e demoras dos
brasileos he una das verdadeiras causas de
tal preferencia
O ar. agente falla alm disto no menor preco
das passageus, c na rapidez das viagens ; mas
atienda que nos uo demos aquella primeira
causa como exclusiva, porra talvez como a
mais poderosa ; c certaincute seconsiderarmoi
o risco que ha em embarcar nos vapores ingle-
tes, os quaes s recebem os paisageiros lora da
barra, e os inconvenientes que se cuconiraiu
em lidar com estraugeiros de diU'ereule lingoa
e coslumes diversos, couvencer-noi-lienios qoe
eingueiu se sujeilaria isso a troca do mus
barato lio lmente, ou de tres ouquatrodias
de viagem de menos. O que ha de ponderavel
e decisivo he a certeza c regularidade das via-
neus, e a vigilancia dos einpregados no lervifo
dos vapores. Ura, quanlo a rcgularidade, o
Sr. agente confessa-se vencido, s urna dille-
renca existe cutre nos eS. S.,e vein a ser que,
nos aluriuauos ser ella devida em parle ao go-
verno, e em parle (maior) a companhia, ao pas-
soqueS.S. lanca smenlea carga sobre aquel-
le para alllviar no todo os seus cominillenlei.
Sr. Di: Pedro Autran da Malla c Albuqutrqui'.
O iilu-.li e autor.do Ensaio sobre oenlindi-
ment humano__, o celebre Locke, disse ou-
tr'ora, c com ra-rao, que todas as discusses phl-
losophicas uo pasiavain de logomacblas, e que
se para taes materias houvesse unta liugoaexac-
ta, como existe a algebra para as matbematicas, *
TAFATRO nF. K1MT* ISARFI
A nova companhia dramtica,
SSo incontestaveis as vantagens quo o
theatro proporciona, o as niodlicaces quo
imprime na vida do um povo. Contrjbue po-
derosamente para o desanvolvimenlo da li-
teratura a apeireicoamonto das lngoas : he
urna circunstancia favoravel paraaappari-
1,1 i do gran les laleutqs ; e entro varias na-
?es modernaa tem-se visto o gosto do dra-
ma confundir-se cora oda glorii e da libcr-
dade.
Hoje | nSo ha quem repute o theatro um
lugar somento on le so vai beber, lic-s de
morali lado, ou urna cachola do vicios. 0
bom senso da civilisacSo despresou essas
pretcncoos systmaticas, e o theatro he con-
siderado um lugar em que o horneo), do-
pois das l i 11.-1- do dis, vai passar rpidas
lloras de innocente recreio; e-n q ic a imagi-
nario se corapraz em todas as IradicO-is po
polares ; em que o espirito se alimenta com
einuces nacionaes, c so engrandece a vista
das imagens dos nussos aulepassados.
Ora, ha quasi dous mezes que a popula-
cho desta cidadoseachava privada desse ho-
nesto passatompo. e das vantagens do outra
ordem que delle resultam. Entretanto cons-
ta-nos que o actual emprezario n3o ha pou-
pado estorcos era sacilicios para organisar
urna companhia digna do publico desta
grande capital.
Esta companhia se aclia definitivamente
constituida, e encerra om seu gremio bellos
talentos, ja propularisados em to lo o Brazil.
ntreos nomes que a compOem ve-se o
da Sra. Mara Leopoldina. Todoa conhecera
esse dislincto talento, cuja habolidade se
apodera de tal surte dos papis que Ihe ca-
li-m, ques vezes o seu nome iica nsepara
el do titulo da peca.
0 Sr. Costa he dolado de urna habeliJade
variavel, de um talento multplice; e um
dos mais dislinctos caracteres artsticos flu-
miiieiiM's, nSo vem fazer entre us o tero-
cnio de actor. Na corle do Rio de Janeiro,
theatro das glorias do Sr. JoSo Caetauo, o
Sr. Costa gosa de brilhante repulacSo, o lo-
mos para nos que esse illustro artista que
ora esmalta a companhia do S. Izabel o ven-
llca-a com as cbammas do seu bello talento
na de sitisfazer as exigencias dos amadores
di secna pernambucana.
A Sra. Mana Amalia, os Srs. GuimarSes,
Monteiro, Seuna, Amoedo, Rizerra, etc.,
ele, s3o nomrs bom conbecidos entre nos;
tolos go/am de sympatinas, e coulain mui-
tas dedlcacOos.
Assim, visto j so achir organisada a
companhia, rogamos ao digno empresario
que abra o theatro, a lim do termos um lu-
gar em que passeraus algumss horas de dis-
trajo.
Publtcagoa a
pedido.
Extracto de urna carta da Babia
dactada no I, de agosto de 185a
O prazo desta prac.il he de oaze
mezes, conta as-ignada, com a de-
claraco de 8 por ojo ao anuo na
falta de pagamento, ou 8 ,>or o|o de
abatimenlo por prompto pagamen-
to, e alguma lazenda ha, ou casa
mais precisada que ahito de 9a 10
poi n|o : note que coila assignada
uo he o mesmo que letra; pois
que aquella nao he transmissivel,
aem to vexatoria, visto ai\o poder
ser descontada em neultum dos es-] tras"; ad'iveraos.
trigo.
Patacho americano Loper -- dem.
Patacho brasilelro Snnlo Cruz merca-
dorias.
ll-ipilll 111,11".
Birca rranerza Havre, vinda do Havre,
consignada a J. P.. Lasserre & C, manifes-
tou o seguate :
3 ciixas tecidos diversos, 1 dila caixinhas
ue msica, 1 dita silhas de 13a, t dita mar-
cearla e quinquilhanas, 1 dita couros, pre-
gos e amostras ; a I.. Schuler & C.
b caixas tecidos de soda, i ditas ditos de
algodio, I djtaquinquilhtrias, ditas pan-
nos de lia, 1 quartola e 1 volme vmho ;
a J Koller & C.
4 caixas tecidos diversos, 3 ditas obras de
cobre, alabastro, pipelio, etc., t dila quin-
quilharias, i ditas fructis, a ditas drogai,
1 dita espelhos, I dita calfado, 3 ditas emi-
res preparados, l dita tecidos de seda, 20
cestos Champagne, 50 harria e 25 meios di-
los mantriga ; a ordem.
5 canas conservas alimentares, I dita
fructas, 5dltaa tecidos do algodio, 2 ditas
lencos decaoibraia do linho, 1 dita chapeos,
2ditas tecidos de seda ; Schaffeitlin6t lo-
bler.
1 caan tecidos de seda, 2 ditas couros
preparados; a L. Straws.
3 caixas cou.os preparados; a Didier Ai-
a&C
30 caisas queijos, 40 barris manteiga ; a
F. Riebor.
1 caixa com um piano ; a J. Vignes Ainc.
1 caixa loncos de seda, 1 dita merinos, I
dita chapeos, 1 dita camisas, 2 ditas sedas
e modas, 1 dita panno do linho, t uita ins-
trumentos do pharmacia, 6 ditas vlnho, 4
ditas pe-tomara o honetos, 1 dita linternas
para carros; a I.. Antonio Siquena.
1 cuxa bijouteria ; al. O Woifiiopp.
80 barris e (0 meios ditos manteiga ; a A.
It. Isaac.
80 barris e 40 meios ditos manteiga, 25
cestos Champagne; a A. de Almeida Rodri-
gues & ll Ilion.
2 caixas tecidos do 1.11 e ilgndio, 1 dita
ditos de algodSo i a J. II. (ausley.
2 camas conservas, 4 ditas couros prepa-
rados, 2 ditas filas da seda, 500 barris e 172
meios ditos manteiga, 3 caixas meias cur-
tas, 2 ditas merinos, 2 ditas chapeos de sol;
a N. O. Bieber & C.
100 caixas velas, 1 dita tecidos de algolio
eseda ; a C. J. Astley & Coupanhia.
327 barricas, 306 meios ditos e 5 caixas
manleiga, 100 barricas fannha de trigo, 6
quartulas viulio, 30 ditas vinagie, 8 barri-
cas farinba decenteio, 3 caixas ferragens e
pertences para carro, I caixa velas, 1 dita
objeclos de selleiro, 1 dita cjuros prepara-
dos; aos consignatarios.
I caixa bijouteria falsa ; a Itothe & lli-
doulac.
1 caixa livros, 2 ditas chapeos, 2 ditas di-
tos deso, 1 dita litas do sedi; a Croco &
r.nmnanhia.
2 caixas perl'uma: 1:1, I dita espelhos, 1 01
ta bocetas para rape ; a C. Krugcr.
1 caixu velas, l dila sulphalo doquinino,
1 dita frascos vasios ; a J. Crablree & com-
panhia.
2 quartolas vlnho, 12 cestos massa mine-
ral, 1 caiaa vidros para lampeOes, a Meuron
& Companhia.
4 caixissedase mais pertences para cha-
peos de Sol ; a J. Falque.
40 barris e 40 meios ditos manteiga ; a Sil-
va 10 ciixas queijos ; a Mnnnier.
3 caixas loados diversos, 8 ditas dilas di-
tos de seda, 1 dita cassas, 6 ditas tecidos de
algodSo, 1 dita lencos de seda, 7 ditas cha-
les de algodio ; a Kalkmjiiu & Inn.los.
1 ciixa com msica ; a J. Saporiti.
i barrica queijjs ; a 0, Bellonot.
20 barris tinta, I dito agoa-raz, 3 caixas,
1 fardo e 2 barris drogas ; a J. Soum.
t caixa meijs de algodio, lilas, tecidos, e
rarias de seda ; a L. Bruguire.
1 caixa culi um barmetro, urna espin-
garda o perlencos ; ao Dr. Aquino.
3 caixas velassleariuas ; a Miguel Joaquina-
Ramos e Silva.
2 caixas tecidos de lia, I dita meias de-
aliiodio, 1 dila bonets, 1 dila urna burra de
ferro, 1 dita esporas c chapeos, 1 dita calca-
do, I dita livros, 2 lilas randieiros do com-
posicSo, 8 ditas couros preparados, 2 ditas
conservas, 1 dita massa para chapos, 6 di-
tas mercearia e perfumara, 6 dilas papel
para imprimir, 4 ditas dito para escrever, 1
dita dito de vi Iro, 1 caixa chapeos de sol e
bengalas, 1 dita instrumentos de musics, 1
dita ciffeteiras de tolha, 2 ditas loucs.
8 caixas vidros, 7 ditas chapeos I dita ar-
cOes para aelins, 1 dila tecidoa de iinho;a
Avrial Irmios.
1 csixa teci los de seda, 1 dita chapeos pa-
ra minoras, 2 ditas ditos para homem, 1 di-
ta ditos de sol, 120 barris e 60 meios ditos
manteiga; a Cals Irmios.
2 fardos tecidos do linho, 1 dito chapeos
depalhajaE. Ilolli.
2 caixas vidros, 1 dita porcelana e leroy, 1
dita chapeos, 1 dita flores, peonas, papel
pinta lo, etc., 1 dita lampees de cobre e de
tolha ; a A. Roberl.
1 caixa vidros; a C. Carnier & Compa-
nhia.
I caixa pannos, 4 ditas obras do folhas e
vidros, I dita bijouteria falsa, 4 ditas cha-
peos, I dila litas, 1 dita tecidos diversos de
lia, 1 dita chapeos dn sol, 1 dita objeclos de
sell-iro, 1 dita gelina, I dita caixas para ra-
p, 3 ditas calcados, 2 ditas quinquilleras;
a J. P. Adour v. Companhia.
I caixa tecidos de sa la, I dita brinquedos
para criangas, 1 dita pelucia ; a J. P. Adour
4 caixa vidros, 3 ditas quinquilleras, 1
dita pannos, 1 dita selins, 1 dti modas, bi-
jouteria etc., 5 ditas chpeos, 1 dita lam-
pees de cobre, 1 dita instrumento de m-
sica, I dita papel para msica, 1 dita pisto-
as, 1 dita stores; a F. Sauvage & Compa-
nhia.
II volumes drogas diversas, 1 dilos gar-
rafas vasias; a Barlholomeu Francisco de
Souzs.
1 oixa contando urna pedra marmore, 2
barricas cimento ; a Viuva Lasserre.
7 caixas camas de torro, fivelase vidros,
20 ditas mercearia, pertences para escripto-
rio, modas, perlumaria, etc.; a FeidelPin-
to & Companhia.
150 barris e 150 meios dilos manteiga ; a
Le Bretn Schramm & Companhia.
1 caita pertomana, 1 dita mercearia odro-
s, I dila p. ules de cinire e lampees de
cobro ole; a J. II. Uouker.
F'a do manifest.
I aacco, 1 caixinha e I embrulho imos-
CONSULADO GERAL.
Rendimentode 1 10. .[8:038.878
dem do dia II........ 733,180
8:772,058
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimentode 1 10.....1:067,923
Morado da 11. .,.,-,,... ,332
1:068,255
Expoitaco.
Patacho francoz Aspiran!, de 120 tonela-
das, comluzoo -egiiinic : goosaccas com
4,500 arrobas do assucar, 4911 couros salga-
dos seceos com 143,522 libras, 3 barris com
4 arrobas e 27 libras calT com casca.
Aracity, escuna brasileira Tentadora, de
116 toneladas, condiizio o seguinte : 91
volurae 1 i/en lu-, 169 barris l'erngens, 16
pipas vinho o vinagre, 35 barris manteiga,
4 saccas pimonta, 2 ditas emola, 1 dita ro-
liias, 2 emhrulhos chapeos do sol, 1 caixa
ditos docilite, 8 ditas miudezas. 10 barril
vinho, 4 ditaa vinagre, 4 caixas papel, 4 di-
tas drogas, 2 fardoa salea, 1 barrica salitre, 4
.1 ne o i- tas azeitonas, 2 barril a/.rite doce, 20
barricas licor e genebra, ti ditas assucir,
153 caixas doce de goiaba, I sacco laraojas,
1 Tardo salea parrilha,25 barricas familia du
trigo, 6gigos louca.
Para, Marinhio e Ceara, brigue escuna
Liuri, conduzlo o seguinte : I moenda
de torro, 100 garrafas da agoardente, 1,000
cocos secos, 16 paos de jangada, 10 birria
potassa, 5 caixas rap, 1 caixio charutos, 16
t-rivns e 2 travessaa de 1-rrn, 11 ;{-> barriqui-
ohas com 4858 arrobas e 23 libras de assu-
car, 50 caixas vellas, 16 caixas vidros, I cai-
xa fazendas, 1 dito chapeoa, 1 dito sola, 1
embrulho courinhos, 1 lata smenles, 1 cai-
xa verdete, 10caixas cha, 109 caixis diver-
sas mercaderas,40 barricas ferragens edi-
tas, 11 ombrolhos Tazn las, 5 pipis vinagre,
10 laucos de verandas de torro, 2 pipas vi-
nho, 6 amarrados com taxas de cobre, 1 a-
marrado terguinba de torro, 2 canaatraa a-
Ihoa, i sicco rolhas, I bah lazendas, 8
raascinetas de chumbo, 1 gigo Iouqs, 24
barril minleiga, 4 duzas de paz de torro,
40 libras de rame, 1 barrii chouricas, 2 a-
marrados papelio 2 fardos fazendas, 1 ci-
brilha, 8 barris de mel, 1 barril espirito, 1
barrica podras de togo, 12 barricas coi 81
arroba o 26 libras de assucar, 1 lata oleo de
recio.
RrCCKBtllORIA DERENDAS INTERNAS GE-
IlAES DE PERNAMBUCO.
Rondimento dodiill..... 598.620
Movimeuto do porto.
[Savio entrado no dia II.
Rio de Janeiro--17 das, brigue hrasileiro
Recito, de 226 toneladas, capitio Manuel
Jos llibeiro, equipagom 12, cirga varios
goneros; a I). Maria Florinda de Castro
Carrito Traz I passageiro.
Navio saido no mesmo dia.
Rio Grande do Sul brigue brasilairo Feliz
Destino, capitio Anlouio Marllns Diis,
carga assucar.
&D1TAES.
O De. Jos Raymundoda Costa Menezes, juiz
municipal sup; lente da segn la vara em
exercicio nesle tormo do Recito, por Sua
Magestade o Imperador, que lieos gusrde.
Fico saber, quo pelo Dr. Francisco Ro-
drigues Selle, juiz de direilo intoriuo da
primeira vara criminal, me toi participado
ter convocado para o da 23 do correte, pe-
las 10 lloras da mulla 1, a quarta st-ssio or-
dinaria deste termo, cujo sortearaento tevo
hoje lugar, e para a qual sahiram sorteados
os 48 Juli" do r-oio, ., -,0 seguem :
inagulmTavarea Rolovalho.
los Jeronymo Crrela Lima.
Pedro de Carvallm Soares Brandio.
Dr. Jnsc Antonio de trigueiredo
los Baptisla da Fonsec.
Malinas Mondes lio Irigues Compeli.
Joio Francisco Regis dos Anjos.
Joaquim Trasudor.) Pereira deliveira.
Jos i.oucalves dos Santos Ferreira Lima.
Jos Goncalves de Albuquorque.
Antonio Martins Itiheiro.
Francisco de Souza Travasso.
Antonio de Moura Rolim.
Dr. Jos Goncalves da Silva.
Antonio Francisco Peroiri.
Joio da Silva Loureiro.
Francisco Antonio de Aguiar Montarroio.
Joaquioi Jos Moreira.
Miguel Serafim de Castro Nunes.
Fraucisco Josc da Silva Araujo.
Manoel Joaquim do Reg Albuquerque.
Major Filippe Dusrte Pereira.
Antonio lomea I ves Poieira Lima.
Jos Alves Guerra.
Joaquim Carduzo Ayres.
Antonio Carlos da Silva Fragozo.
Manoel Joaquim Paes Rarreto.
Jo3o Ferreira dos Santos.
Dr. Jos Coelho de Oliveira.
Pedro Jos Carneiro Monteiro.
Jos Lopes Rosa,
Luiz Marques da Silva.
Francisco Jos da Costa Campello.
Joio Francisco Pontes.
Joio Vieira Lima.
Jeronymo Jos Tavares.
Manoel Antonio Monteiro de Andrade.
Maximiauo Francisco Duarto.
Luiz Candido Ferreira.
Manoel Francisco Marques.
Manoel Joaquim .0 Miranda.
Joio dos Santos Porto Jnior.
Joaquim Jos de Souza.
Manoel de Luna Freir.
Francisco de Lemos Duaite-
Francisco Jos de Mello.
Gustavo Jos do Reg.
Jos Francisco Marques.
Os quacs hio de sei vir durante a referida
sessio, para o que sio pelo presente convi-
dados, devendo comparecer, assim como
os inleressadoi, no dia ehora designado!,
sob as penas da lei.
E para quo chegue a noticia de todos ,
mandei passar o presente que snri publica-
do pela impronsa e allixado nos lugares mais
pblicos desto termo.
Dado o passado nesta cidade do Recito aos
9 de agosto de 1852.-- Eu Joaquim Francis-
co de Paula Estoves (.lmenle, escrivio pri-
vativo do jury, o escre.vi.
Jos Rayinuiido da Costa Menezes.
Olllm. senhor ollicial-maior, servindo
de inspecror da lliesouraria da fazenda pro-
vincial, em cumprimento da ordem do Exm.
sonhor presidente da provincia, de 7 do cor-
ronte, manda fazer publico quo nos dias 31
do mesmo, 1 o 2 de setembro prximo vin-
douro ira a praca para ser arrematado, pe-
ranteo tribunal administrativo da mesma
thosourana, a quem por menos fizer a ob'a
da conclusSo da ponte sobre o lio Pirapa-
ma, avallada era 11:467,882 rs.
A arrenialacaosera felli na frma dos ar-
tigos 24 e 27 da lei provincial n. 286 de 17 de
maiodel85l, o sob as clausulas especiaes
abaixo copiadas.
AS pessoas qua se propozerem a esta ar-
arremalacio comparecam na sala das ses-
sodo mesmo tribunal, nos das acimi in-
dicados, pelo meio dia, coinpeleulemente
habilitadas.
E para constar se mandou iflixar o presen-
te e publicar pelo diario. Secretaria da llie-
souraria da fazenda provincial de Pt-rnam-
buco, 9 de agosto de 1852.-0 aecretano,
Antonio Ferreira da Anuunciac,io.
'
\


p
Clausulas eapeciees pira a arrematarlo.
1.a Esta obra aeri exocutida de conformi-
dade com o ornamento nesta data aprsen-
la lii i approvaco doExm. senhor presiden-
te da provincia na importancia de 14:467882
ria.
3.a Estas obras serSn principiadas no pra-
so de 30 (lias, e conclu los no praso de 15
inc/i's, coatados de conformidade com o ar-
tigo 31 da lei provincial n. 286.
3.a A importancia ilesta ar.-emalaro ser
paga em qualio orestaciOesde conformidade
com o artigo 39 da mesma lei.
4.a Para tudo mais que no esliver deler-
minado as presantes clausulas, seguir-se-
lia o que determina a lei provincial n. 286
do 17 de maio de 1851. -Conforme.O se-
cretario Aniiiniii Ferreira da Annunciasiio.
O lllm. senhor ollicial-maior, servindo
de inspector da thesouraria da fazenda pro-
vincial,em cumprimenlo da ordom do Exm.
senhor presidente da provincia, de 6 do cor-
rente, manda la/, t publico quo nos das 17,
18 e 19 do meslo iia a prac,a para ser arre
matado perante o tribunal administrativo
da meso thesouraria, a quem por menos
fizer a obra da pintura de alCBlrSo oloona
ponte do Caxang, avaliala em 385,000 rs.
A arrematacDo ser feita na forma dos ar-
tlgos 24 e 27 da lai provincial n. 286 de 17
de maio de 1851,e sob as clausulas especiaos
abaixo copiadas.
As pessoas que so propozerem a esta arre-
matado eo tupo rega na sala dassessOes do
mesmo tribunal, nos dias cima indicados,
pelo meio dia, competentemente habilita-
das.
E para constarse mandou afiliar o pre-
sente e publicar pelo diario. Secretaria da
tiiesourarla da fazenda provincial de Per-
nambuco, 9 de agosto de 1852.0 secretario
Antonio Ferreira da AnnunciacSo.
Clausulas especiaos da arrematado.
1.* A pintura da poote do Caxanga snr
feita de conformidade com o orcamento nes-
ta data apresentado a approvacSo do Eim.
senhor presidonto da provincia, na impor-
tancia de 385,000 rs.
2.a O arrematante dever dar principio a
estas pintaras no praso de 30 dias, e con-
cluir mi praso de 2 mezes, contados estes
prasos como determina o artigo 31 da lei
provincial n. 286.
3.a A importancia desta arramtac3o ser
paga em urna s prestadlo quando estiver
concluida toda a pintura.
4.a Para tudo mais que nSo estiver deter-
minado as prsenlos clausulas, e no orca-
meot ', segoir-se-ha o que determina a res-
I eio a le provincial n. 286 re 17 do maio
de 1851.Conforme.O secretario,
Antonio Kerreira da Aiinunciacflo.
MMaan
co inexplicavel, esiueffcito produzirma
maior sorpreza.
A troca ma ou o cambio entre as mos
do espectador.
Ahortencia dojarJim do Alerdin, oua flor
do feiticeiro.
0 chapeo de sol, que nSo serve para o sol,
ero para a chuv Cinco vezes escondido.
A representacSo^e conclue com a sorte da
cadeira eletrica, ou o asaistenle horroriaado.
Esta esperiencia he a mais divertida e bur-
lesca, que llerr Alexander tem execu-
tado at o presente, e causar seguramente
a maior alegra, o o riso em geral dos es-
pectadores.
Us precos sSo os ja annunciados.
Principiar as 8 horas em ponto.
3
-- Ainda se acha fgida a preta Verdiaoa,! Para vlnhos fricoj.
com 24 annos de dade, cor fula, cabellos! Averdadeira agoardente de vinho, vinda
grandes e repartidas, corpo secco, peiioslda Europa, a nica recommendada para
grandes, estatura baixa, olhos pretos e vi- Icompor oa mesmos que estejam arruinados,
voa, phlsionomia cirranouda ; a qual fui es-le licarem so pe lores com urna pequea des-
Publicaccies Iliterarias.
I ELEMENTOS. ;
iHOxMEOPATHIAf
SAIUO A LUZ A 3.a E ULTIMA PARTE 1
5 desta obra composla pelo professor de _
homopathiaCosset liimont Cuslar J
5/000 a obra inteira ate 30 de junho, J
da em que licar encerrada a assig- 2
Si natura. Esta obra he til, tanto para !
os mdicos que se dodicarem ao es- 5
90 lulo da nova medicina, como para *
ff< todas as pessoas de boa vontade que
9 quizerem convoncer-se porexperien-
f> cias da verdade desta doutrina, por
(} ser ella mnilo clara, e a intelligencia j?

0 No consultorio homopathico ra
ft dasCruzesn.28. __
Avisos martimos.
D(iciarai;es
-- Para o Itio Grande do Sul seguir bre-
ve o brigue Social por ter parte do seu car-
regamento prompto, o qual pode recebar
alguma carga a frele, o quem pretender
podo tratar com Amorim Irmlos : na ra
da Gru n. 3.
Paro a Baha.
A escuna Adelaide, va sabir em
poneos (lias S para o resto da pou-
ca carga, que Ihe falta, trata-se na
ra da Cadcia do Kecil'c n^ a3, ou
na do Trapiche Novo n. G, nose-
gunrlo andar.
Para o Itio de Janeiro parte no dia 12
do corrente a veleira escuna Calante Mara,
smente recebe escravos a frete e passagei-
ros, para oque offerece as melhores com-
modidades.
l'ara o Rio de Janeiro.
O brigue escuna (Unida, segu
em poucos dias, ainda recebe al-
O arsenal de mamitis compra 800 varas
de panno de algodJo, fabricado na Bahia,
proprios para saceos ; 60 travs de cicupira
n.en m. leu lo Je comprmanlo 40 palmos de
largura por urna face,8 poleadas, e por ou-
I'i '.i dilas ; 30 ditas de 50 palmos de com-
primoiitoe 9 polegadas em quadro; 150 di-
tas de 40 palmos (le.romprinienlo, tendo de I ~ "t V _-_.,., f.
largura por urna face 8 polegadas,e por ou- Sam* carSa m,U,la e escrdvos a '.' e
tra 9, sendo a madeira do embiribi, sapu- te: trata-se com os consignatarios
caia, macaranduha, ou coracao de negro; M,rl.a(l0 Pinheiro: na ra do
30ditasde46a 50 palmos de com jrimenlo,i lacnaao ex x inutiru, na iu. uu
9 polegadas em quadro das mesmas quah- Vigano n. 19, segundo andar, ou
dades cima ditas, todas estas madeirasan- -0 caota0 M. 31. Ferreira, na
nunciadas devem ser de primeira qualida- '
pra$a.
primeira q
de, o sem defeito algum : As pessoas que
laes objeclos tiverem, aprescntarSo as suas
propostas, em cartas fechadas, no da 12 do
corrento.
meo de Pernambuco.
O conselho de direccSo declara que os
Leilao.
Miguel Caruoiro farioilao do da sex-
ta-feira, 13 do Correte, as 11 horas da rta-
"' lo
1 'iie.'io de al.mu, desde as II horas da ma-
nilla as duas da tarde, O mesmo conselho
resalveo, c faz certo aossenhores accionis-
tas, que a ultima prostac5o do 25 porcenlo
com que db conformidade cuinos respecti-
vos ostatutos Jeveriem entrar de 15 a 31 do
correle, para ac,sj do llanco, lica trans-
ferida para occasiJo oppoiluna, que ser
devidamento annuouada por este mesmo
Diario,
Do ordem do lllm. Sr. director geral
da iustruccSo publica, Tafo saber a quem
convier, que S. Exc. o senhor presidente da
provincia, houve por bem designar o dia 4
leoutubro vindouro para concursos ca-
deiras'de inslruccao primaria da Serra-Ta
Ihadii e da Fazenda Crand".
Avisos diversos.
ProcissSo da Boa Slorle.
Os religiosos do convento de N. S. do Car-
ino desta cidado, havidos de apresentar em
solemne procissao a Si1, da Bna-Morle, teem
resolvido levara effeito o seu vehemente a -
nhelo, ajudailos da piedosa beneficencia dos
liis, no dia 14 do corrente pelas 3 horas da
tarde, tendo de rorconer, ao sabir da igre-
ja, as ras de llortas, Martirios, Augusta,
Beccodo Peixoto, Terco, Direita, l.ivramen-
to, Becco da Congregacilo Collegio, Ca Jeia,
crava do Sr, Francisco de Carvalho, e do Sr.
negociante Vianns : quem a encontrar leve
ao sau senhor Jo3o Valentim Villela, mora-
dor na rui larga do Rozario segundo andar
da casa n. 28, que ser generosamente re-
compensado.
-- Sahindo a vender na segunda-feira 9
do corrento o mulequo africano de nome
Antonio, at o presente no aparece, elle
he bem conheciJo por andar sempre ven-
dendo tapiocas vende em um taboleiro
gra ni' de pos e uvero is i dos de encamado, e
com urna bandeja grande embaixo : levou
camisa de cnita azul do manga caria, assim
como calca de riscadinho roxo j desbotado,
e rola na fronte : quom o pegar leve-o a
Soli lade n. 42, que ser recompensado.
Manoel Mamede da Silva Costa, respon-
dendo ao annuncio de quem quer que Ihe
deseja fallar na ra do Livramento n. 4, faz
ver que nSo tendo contrahido obrigacHo < l-
guma com essa pessoa, ser mais prudente
procura-Io.
Acha-sa justo e contratado com os se-
nhores Francisco de Paula Pimenlel, Jo3o
Pinto de Vasconcellos, e JoSo de Paula, a
compra de urna casa terrea pequea, sila na
ladeira do Varadouro em Olinda ; quom pois
sejulgar com direito a mesma por alguma
hy,.i.llieca mi outroqualquer embaraco.heja
de declarar por espaco do tres dias, para em
tompo no allegar ignorancia, por isso se
faz a presente declaraco.
O abaixo asslgnado uni agente em
Pernambuco de II. J. O. Sands, chimico
americano faz publica que o deposito cons-
tituido por seu autor, lio em sua botica na
ra da CaJeia Velha, n. 61, e para evitar
qualquer engao, se achara a assigaatura
do abaixo assignado em manuscripto, so-
bre o involtorio impresso do mesmo frasco,
fcenle Jos de Brito.
Offereco-se orna una, para o servico de
portas a dentro de casa de um lio wm
solteiro, a qual engomma, lavaecozinha
I1...11 : na ra do i'adie Flonano, o. 6.
- Ueseja-se fallar com o Sr. Maooel Jos
Vfeira de Araujo : declare sua morada para
ser procurado.
Fernn lo Jos da Rocha Pinto remelle
para o Rio de Janeiro os seus escravos
erioulos de nome< Felis, de idade 10 an-
nos, Tbeodoro 20 e Tobas 22.
Perdeu-se na madrugada do
da 7 do corrente, urna maula de cavallo, de
panno lino aiul com beira prcla, desde a ra
de Hurlas, palco do Carino, Camhoa do mesmo,
ra .ia- Flores, do Sul, ponle da lloo-Visla, At-
ierro, 1 na do Arago, pateo da Santa Cruz, iua
lo Sebo, rm segumento ate a passagem da
Magdalena : pede-se a quem a aclioii a bondade
de eutregar nesta lypographia, que ae gratifi-
car.
Loteria de Nossa Senhora do
Rosario.
No dia 36 do corrente, andam
impreterivelmeute as rodas desta
loteria, o resto dos bilhetes estao
a venda nos lugares docostume.
O Dr. Antonio Vicente do
Nascimento Fe tosa mudou o seu
escriptorio, para a ra estreita do
(osario n. 22, onde, a excepcao
da noite durante a qual nao falla
ninguem o acbaro prompto
prestar o seu mister como adva-
gado.
Prccisa-se alugar dous pretos, para o
servigo do campo, anda mesmo que no se-
jam mocos, que he para trabalhsr em um
sitio pe lo da .((.n,a : quem os liver, dirja-
se a ra Oireila n. 09.
Um rapaz portuguez, chegado ha pou-
co, o que ja tem alguma pralica do vanda,
se offerece para caixeiro : no paleo da San-
ta Cruz n. 106.
l;u .'.(-> a pessoa, que tirou urna carta
do correio, vinda do Sul em 6 do corrente ,
pelo vapor Bibiana, para Antonio Joaquim
Ferreira, e que se acha na lista sob o n. 205,
o favor de a mandar entiegar, na ra da Ma-
dre Dos, loja n. 34.
A requeriniento do depositario da mas-
sa fallida de Leopoldo Jos da Costa Arau-
jo, ouvm lo o curador fiscal respectivo, se
tara leilao por ordem do senhor doutor juiz
segunda vara doci-
pea ; assim como para diversos remedios
que sem ella sendo poderiam fazer, ou en-
tilo nfln produziriam o effeito desejado; ven-
do-se nicamente em casa de Bairao o Ma-
cado, na ra Direita n. 17.
Na padaria n. 30, na ra das Cruzes.pro-
cisa-se de um padeiro perito para encane-
gar-se da admjnislracdoe trabalho da mes-
ma, dando-te iuteresse, ou como melhor se
couvciiciiin.tr; quom estiver no caso o qui-
zer dirija-se all, que achara com quem tra-
tar.
O abaixo assignado faz ver ao publico
que tem contratado com o senhor Claudino
Paulo do Lira Flores, comprar-lhe sua loja
de calcados da ra Direita n. 50, e se houver
alguem com dlreitos a dita loja, baja de li-
quidar oestes tres dias a contar da data des-
te, que do contrario o abaixo assignado no
se responsabilisa por qualquer divida que
possa appareoer. Jesuino Nuues Vianna.
Jos Saporiti mudou oseu escriptorio
da ra do Trapiche Novo, para a ra da Cruz
n. te, primeiro andar,
- Precisa- se do urna ama de leite que no
seja captiva; quem estiver neslas circums-
tancias, dirija-se a esta typograplna que se
Ihe dir qaem precisa.
t~^ Recebem-se escravos do commissSo,
couipram-se e vendem-so, tanto para dentro
da provincia, como para fra na ra das
Larangeiras n. 14, segundo andar. -
Passaportes.
Tiram-se passkportes para dentro e fra
do un .crin, despacham-se escravos e tiram-
se ttulos de residencia: para este lim, pro-
cura-se oa ra do yueimado n.25, loja de
miudezas do.Sr. Joaquim Monteiro da Cruz.
Russell Mellors & Companhia, Ceorge
Kenworthy & Companbia e mais credores,
da (Irma social Andradc & Ir111.au, dcclaram
a lodos Os devedores da mesma lirma, que
bavendo sido esta julgada fallida como
consta da sentenca, qoejulgou aberta a fal-
lencia e l'm publicada nesta falla, e tendo
conseguintemente passado para os credores
da mesma firma a adminislraclo da massa
fallida, nao paguem aos representantes des-
le debito algum, de qualquer naturezaque
seja, pois que sesplcm recebor os cu-
radores fiscaese depositarios, e ludo quan-
ta pagarem aos representantes da menciona-
da firma, ser considerado como uo pago,
e poder ser repelido.
Sexta-feira, 13 do corrente,logo que se
lindar a audiencia do senhor doutor juiz dos
feilos da fazenda, perante ello tem de arro-
.nalai -.-c os seguales lien.-, penhorados pola
fazenda nacional a seus devedores, a saber :
a Jos Joaquim de Almeida Cueles, a casa
assobradada, sita nos Quatro Cantos em t-
mida, em cliSos proprios, avahada em 700/
rs ,e um resto do movis todos por 9,000 rs.;
a Antonio Jos de Albuqiierque, um terreno
na praia do Caldeireiro cujo fundo alravessa
a ra da Palma e faz frento com a da Con-
cordia conteodo dez palmos de largo e 469
decomprido por 1:400/rs. ; a Antonio Jo^
Pereira de Mendonca, urna prensa de algo-
Sinctorum, erecreacOis philosophcas pelo
padre Theodozio de Almeida; na ra do
Queimado, segunda loja n. 18,ou annuncio
Compra-se urna mulata recolhida de
16 a 20 annos, da bonita figura,que seja per-
l'eita costureira e engommadeia, agradindo
d-se de 800 at 1:000,000 rs.: na ra Nova
n. 34, casa da modista brasileira
- Compra-se urna canoa de carreira que
nSo seja nimio pequea; no armazn! da ra
Nova n. 67.
Vendas.
- Cruzes Queimado, llozario estreita,Trinxei- municipal supplente da >
-ras Nova Flores, Camhoa, e recoiher-se, de- velo do commetcio, e por intervencSo do
' .________. .._..:Jn .aln I .k.m.a <\ltatra il.ktf Itrifl
HE4L COMPAMIlA HE PAQUETES I.NCLEZES 0 oue mu
A VAPOR. 1. Q0e
^y^. *
Onslow, o qual depois da de-
mora do Coatumcseguir para aEuropa: pa-
ra pessageiros trata-so em casa da agen-
cia, na ra do Trapiche Novo 11. 42.
Vice-consulado Pontificio em Tornam-
buco.
Nccessila-sc saberse existe nesta cidadae
provincia o subdito romano de nome Jos,
que nos annos de 1831 el835 embarcou em
Civita Vecchia com destino a esta iifiperio,
o qual he fllho de Rosa Ferrari, viuva de
Ronchi do castello de S. Pedro em Bologne-
se, e casado com AdeUide Bonagal. A exis-
tir o dito senhor nesta provincia, icde-se-
Ihe para comparecer nesle vice-consulado,
na ra do Sol n. 1, a negocio de seu inleres-
se; e o mesmo favor so roga a qualquer
pessoa que delle (i ver noticia ou u conheces-
so, pelo que se Ihe lena agradecido.
THMTIIO
vendo as mesmas c.-tar com o devido aceio,1 agente Oliveira, dos brigues nacionaes d-
lo se recommenda. non-nados Destino, ero, e Paquete de Por-
m annunciuu ter um negocio, a nambuco, com lodos os seus apparelhos
Nodia 20destemez, ospera-, tralar'com Antonio deSa Cavalcante l.ins, perlences, taes quaes se acham ancorados
se doSul, o bem conhecido; j fallecido, pode dirigir-se a ra de S. lien- nesle porto, onde os pretendenles podem
vapor Teviot, cominandante |0, em Olinda, a fallar com Jos Francisco do oxamina-los com anticipado, pertencentes
Albuquer Cavalcante Lins. a referida massi : segunda-feira, 16 d cor-
-- Dase dinhciro apremio em pequeas rente, as II horas da manlia em ponto, a
quanlias, sobre penhores doouro, ou prata: polta da associacilo commercial desta prac.i.
na ra Nova 11. 18, se dir quem da. (J cailtelista SalustianO de A-
Precisa-s,e de um caixeiro, quelenha Kprrcir avila nn rpsnniln
pratica de venda, dando fiador a sua con- quino ferreira avisa ao respcita-
ducta : no largo do Terco 11. 7. vel publico, que loram vendidos 09
Aluga-se urna sala para homern soltei- c 09 seguntes, da primeira lo-
ro, por baixo da socretana de polica, do I" o 1
lado da mar : na ra do Crespo n 10. tena a henellClO ua 11 maiulailc do
-- OSr. Mjnoel Ferreira Chaves queira Santjssjm0 Sacramento da cidade
apparecer: na ra do Crespo n. 16, que se ,, ,
Ihe desja fallar. de Maceio, na praca da Indepen-
Companbia de Cebiribe. denca n. i3 e i5, loja de calca-
A BdminislrHcao da companhia do do Arantes-, e na ra da Ca-
de Bebiribe, marcou o da 17 do deia do Hecife n. 4t, loja de miu-
rnrrente, para elfectuar o contrae- dezas de .los Fortunato dos San-
to da arrecadacao da laxa de 20 rs. tos I'orto. Em quarlos ^298 ,
por balde d'agoa : us pessoas que 20:000,000 ders ;6ig, 1.-000,000
se propozerem a contratar, diri- de rs.; 1880, 200,000 rs.; 4897
jam-se ao escriptorio da compa- 100,000 rs. y i836, 100,000 rs.
nina, no referido da, pelas 4 2353, 200,000 rs.; 3'ija, 100 000
ras da tarde. rs. ; 1670, 100,000 rs. ; i3o6 ,
Aluga-sc una casa de dous 200,000 rs. ; 37q8, 200,000 rs
andares, ou de um andar e sotSo 4629, 100,000 rs.; 2386, 200,000
com commodos stificientes para rs.: em oitavos 54yi, 100,000 rs.;
grande familia, nos bairros de S. 447^5 100,000 rs.; 4629, too,000
\ntonio, 011 Boa Vista : a tratar rs.: em vigsimos 5491 100,000
na Soledade, sitio dos l.eoes, a rs.; 3449 > 4")000 rs. ; 3722
qualquer hora do dia. '200,000 rs. as lojas cima men-
--lilm.Sr Dr. AfTonso Arthur de Almci- cionadas sao pagos em continente
da o Alliunueruue, doutor juiz de direito 1 r :, 1 .
.1. capital da provincia do (rao-Para.- e- os premios da referida lotera.
cebi a carta de V. S a com data de 8 de fove- Oflereco-ae urna mulhermoca, para ama
reiro de 1851, e no mczde julhodo do an- de cosa do pouca familia, ou de homern sol-
no escrevi-lhe a primeira carta, no da 5 de toiro : na ra de Sadlo Amaro, sobrado da
dezombro do dito auno escrevi-lhoa segon- Viuva Misquila.
da carta, e como no tenha lido resposla he, O abaixo assignado pede as pessos quea
desupprque V.S. nao as tenha recebido, Ihe sao devedoras de coalas antigs, de vi-
por c.le motivo dirijo-me ao Diaiio, alim rom no seu armazem, na ra da Cruz n. 5,
deobler do V. S. a resposla, do que tenbo satisfa njuita percisSo. Dos guarde a V. S. por corrente ; do contrario ver-se-lia obrigado a
mullos annos. Comarca do Cabo lOdeagos- promover a cobranea judicialmente.
lo de 1852.-Antonio Jos Vaz Salgado. William Bauch.
Josalreira Lopes retira-se para lora Precisa-se de ama ama que saiba co-
do Imperio, a tratar de sua saude. sinhar : no aterro da Boa-Vista, loja 11. 58.
Precisa-93 de um caixeiro portoguez, --Dirige-se para a provincia do Cear no
para venda, de 10 a 12 annos : na ra Nova brigue escuna nacional Laura, Jos Coelho
n. 55. i Barbosa Porfirio, natural da Pernambuco.
Aluga-se o primeiro andar da casa da -- Aluga-se um moleque, deliaunosde
ruada Senzalla Velha D. 36, comsalas, l1 idade: na ra do Livramunto n. 1. Na mes-
alcova, 3 quarlos ecosinha : a tratar oa ra] ma casa lava-se e eogomma-se, por prego
do Queimado, loja o. 9. tcouimodo.
0 cautelista Salustiano de
Aquioo Ferreira avisa ao respeita-
vel publico, que as suas mui afor-
tunadas cautelas e bilhetes da de-
cima quinta lotera das casas de
Caridade, e da decima quarla lote-
ria do hospital da Santa Casa de
Misericordia, eslo a venda na
praca da Independencia n. i3 e
i5, loja de calcado do Arantes, e
na ra da ('adeia do Recife, loja de
miudezas de Jos Fortunato dos
Santos l'orlo. A decima quinta lo-
teria das casas de Caridade corren
no dia 28 de julho do corrente an-
no, eas rodas da decima quarta lo-
teria do hospital da Santa Casa da
Misericordia andaram no dia 7 de
agosto ; esperam-se as listas de
ambas as loteras no dii 19 deste
mez, pelo vapor da companhia bra-
sileira, e no dia 20 pelo vapor iif-
glez Teviot; sao pagos em conti-
nente sem descont algum, todos e
(uaesqm-r premios vendidos as
lojas cima mencionadas.
Meios bilhetes 11,000
Q turtos 5,5oo
Oitavos a,800
Vigetimoa i,3oo
Lotera do Rio de Janeiro.
aos 20:000,000 de rs.
Na loja de miudezas da praca da
Independencia n. 4 vendem-se
bilhetes inicuos, meios quarlos,
oitavos e vigsimos da dcima
|ii 1111 lotera do hospital da San-
ta Casa da Misericordia : vem a
ista no primeiro vapor que che-
gar do Rio de Janeiro.
Vendem-se apparelhos de metal para
[TI CU O V *B lUt-iluuiivui 11111 ;-i'ii.--itj'.iiri-!- ,, <
,19o com balance e pesos tudo por54,000 "s.; I0'1"'. d<> ""' V'"*.1" molellos. pelo
a Jos Claudino Lelte, urna escrava, crcoula -inunulo preco do 20 000 rs. telhas de vi-
dro. caudieirus de latSo, caixas com folhas
de (landres sorlidas, ditas com vidros de to-
das as marcas e inulto bem acondicionadas,
o por diminuto prec;o ; na ra da Cadeia do
Recife, loja 11. 6*.
lidalos pira salas.
No aterro da Boa-Vista, loj i n. 73,
vendem-se por mdicos precos os seguintea
retratos, tanto em formato grande como em
uequeno : retratos do duque de Braganca I).
Pedro I, ditos D. Pedro II, Almeida Carreto,
Cesar de Vasconcellos, Vasco da Caoia, Con-
de das Antas, Marocha I Cueles, Danto de Sa-
brosa, Ceneral Povoas, Jos B. da S Calr I.
S da llandeir.1, Ceneral espartero. Duques
de Plmela c Terceira, coieceOes intelras e
avulso do reinado do Portugal desde O. Af-
fonso llcuriquesa seguir al o actual, ditas
dos amores de I). Ignez do Castro, tendo ca-
da col lcc.;.io seis estampas em formato grin-
de, vistas iU revoloco da patulea, ditas de
alguna edificios imt ivois do Portugal ; alem
destes retratos existem outros mullos do di-
versas personageus, assim como muito ri-
cas estampas do Santos.
-- Vende-so um escravo alfaiaU, moco, e
afiianQa-so a sua boa conducta : na loja de
Manoel Antonio Concalves, na ra do Cabu-
ga II 3.
- No trapichado Ferreira, na ra do A-
pollo, vendem-se barris com superior cal
virgom de Lisboa a 3,500 rs.
Vende-se a loja de ourives do aterro da
Boa-Vista n. 61: a fallar ca mesma loja.
Sedas.
Vendem-se multo superiores sodas do co-
cosinheira, por 300,000 rs. ; oulra dita do
doutor i,ilumina por 150,000 r ; un escra-
vo idoso com olllcio de canoeiro, dos hor-
deiros de Francisco Joaquim Pereira de Car-
valho por 250,000 rs.; um carro do quatro
rodas por 150,000 rs. de Frederico llansem;
um resto de movis de Ignacio liento de
Loiola por 15.000 rs.; e outros de Inocen-
cio da Cunha Coianna por 8,000 rs. : quem
laes objeclos pretender compareca no lugar
e|hora do coslume.
eseja-se fallar ao senhor Jos da Silva
Correia Collares ; na ra Nova n. 26.
Aluga-se um negro mensalniente pan
o servico do urna casa, que seja liol e nflo so
embriague : na casa do sachrislSo da ordem
terceira de S- Francisco.
Precisa-se de urna ama forra, boa la-
vadeira, engnmmadeira para servico de
nina casa ingleza : na ra da Aurora casa
do Sr. Liias Btptista da Silva.
-- Aluga-se o i.aceito andar, da casa da
ra do Queimado n. 9 : a tratar na lua.
-- Fernando Jos da Bocha Pinto remelle
para o Bio de Janeiro seus escravos Luiz,
creoulo,de II anuos, Justino, pardo, de 13
annos, Manoel, creoulo, do 15 annos, Jos,
pardo, de 17 annos, Damiao, creoulo, de 18
annos, e Filippa, crcoula, do 25 annos.
Companhia lusitana de paquetes a
vapor.
31anoel Duarte Rodrigues en-
carregado do recebimento das as-
signaturas, para a companhia su-
pra, la?, publico que acceta qual-
, res e prctas, para vestidos de senhora e nic-
quer numero de assignantes, para, nina, por pieeo milito commoJo; noalerro
a referida companhia, at odia i 2 ?,? Uoa-Visia. loja de calcados n 1*.
1________.. i______1 j... r lroca-s
de corrente, no qual se deve fe-
char a relac-So; as pessoas que qui-
zerem subscrever, dirij .in-se a sua
casa, na ra do Trapiche n. 26.
a iiiprmi.
QUINTA FEItlA 14DEA-
GOSTOOE 1832.
SEXTA KEPBESE.NTAgA
DE
MGICA APPARENTE
DE
III lili ALEXitn.
Ilti-r Alcxanaicr annunciando hojea
sexta represe ti 1 acSo, promette ao .Ilustrado
publico, que tanto o tem honrado com seus
la veres, urna coleccSo de suas mais divert
da e interessantes experiencias.
A Mirle e\i culada 110 hiniesta re|irei"nl i-
cSo, por suas circunstancias eeffeitos bur-
lescos, deiiara o publico em a maior alegra
e pode Herr Alexander com tuda a se-
guranza piometler, que esta representaco
exceder! as anteriores, e as pessoas que se
dignarem assislir a ella se retinro com a
na or solifacio.
As provas principaes sSo :
Procurar e acbar, ou encontrar o perdido.
As no/es mgicas. Se urna sorte merece
nona' extraordinario, he esta, sua combina-^
Compram-so dous mulatos de 12 a 16
annos do dade, que sitvam para pagens: a
tratar con Lliiz Comes Foireira, noMon-
degO.
Comora-seum lavatorio que seja bom
e'.-io esle;a em muilo uso: ua ra larga do
llozario n 28 loja.
Com,>ra-se urna canoa em bom estado,
que carregje dous a tres mil lijlos; um
carro que (arrogue pipas por baixo : no ra
de S. Framisco, casa apalacida.
Comp-am-se duas escravas, creoulas,
de 12 a 20 annos, e um moleque do Ha lg
annos; teodo boas figuras pagam-se bem:
na ra Nova n. 16.
Compra-se para urna en-
commenca urna preta de bonita fi-
gura, e urna preta, ou parda tam-
ln'iii de banita figura, que tenliam
algumas kabilidades, eque tenliam
de G a 18 annos de idade, agra-
dando nao se olha a preco : no es-
criptorio Je Novacsc Companhia,
na ra di Trapicbe n S\.
- Na ra da Senzalla Velha, defronte do
Sr. Maitins pintor, compram-so todas as
qualidadesdeferros vellios e metaos de to-
das as qualidades, assim como ourelos de
pannos fins, casiuiiras o todas asquali-
ijadcs de mulambos, que servirom para fa-
zer papel; assim cumo cabos velbos, lo-
nas, ect.
-- Compiaoi-se escravos de ambos os sj-
xos, de bonitas figuras, de 10 a 25 annos,
lano para a provincia como para fra, p-
garo-se bem : na ra da Cacimba n. II, on
je morou o finado vigario do Itecife.
Cuinpraiii-.se garrafas e bo-
tijas vastas, pagam-se bem : no
aterro da Boa Vista, venda n. ^5,
junto a fibrica de charutos, no cor-
rer da matriz.
Comfram-se os seguintes livros;-Flos
se calcado por 700 rs. o par
por se querer liquidar.
No aterro da Boa-Vista, defronte da bone-
ca 11. 14, acha-se um grande deposito dos
melhores sapatos que tem vindo do Araca-
ly, para todos os tmannos, lauto para ho-
inens como para meninos; assim como um
rovo o completo sortimento do calcados
fraucezesao todas as quali lades, tanto para
homom, como para senhora, meninos e me-
ninas, lujo por preco muilocommodo, alim
de se apurar dinheiro.
Calcados a 400, 700, 800 e 1,60o
rs. o par, no aterro da Boa-Vis-
ta, defronte da boneca n. 14.
Trocam-se os mais superiores sapatos de
courode lustro f'ancezes e de Lisboa para
senhora a 1,600 rs., ditos da cordavSo a 800
rs., ditos para meninos a *( 0 rs., sspaloe
do Aracaly para liomcns e meninos a 700 rs.
m Veudem-se Ircs livros coi brancopor pre-
(0 cominud : du paleo do Terco n. 18.
Vende-se urna preta, creuula, de exem-
plar conduela, cliegadu do Itio-Formoso pa-
ra pagamento, a qual faz duco de tojas as
quahdades, cosiuha muito bem, e bu ven-
de.leu i de ra; urna outra que cosinha, la-
va, n he veudedeira ; um prelo, creoulo do
prolissao; na ra larga do llozario n. 35,
loja.
Ven le se um preto moco, de bonila fi-
gura, proprio para qualquer servico ; na ra
do Cres.io n. 16.
j. Para ni Hitares a
^i Vendem-se luvas de retroz preto, bo- )
g-ji tOes lisusdouraios, ditos de Pedro II, -J
fl ga!3o de ouro largo e estreito, e es- v
f p.idas prsliadasde boa qualidade; tu- i
ir do por commodo prego: na praca da >
t Indopendoucia n. 17. a
#tV**4laV4|*V
Vcnde-sc oleo de linhaca ,
muito superior, chegedo da llol-
lauda, un botijoes de 20 libras ,
por 5,ooo rs., cada botijSo; na ra
larga do Bosario, bolita n. 36, de
Bartholomeu francisco de otiza.
Fumo de Garanhuns.
Vende-se superior fumo de Caranbuns ,
chegado ltimamente, por preco commodo:
na ra Oireila n. 76, esquina do becco dos' e meninos,sapalos de lustro, selim e corda-
Peccados Mortaes. vSo para senhora : no attorro da Boa-Vista.
.-Vende-so por manos do seu valor umt loja n, 58, junto ao selleiro.
terreno com a frente para l roa deJoSo
Fernandos Vieira que vai da Soledade para
o Hanguinbo, e da fundos para a estrada
nova que fez o Sr. Ilerculano Alves da Silva,
que tambem vai para o Manguinho, cujo
terreno tem de frente 58 palmos, ede fun-
dos 916, sendo os 58 palmos de frente e
556 de fundos do principio da estrada de
Jo8o lernan les Vieira foreiros a irmanda-
de de N. S. da Soledado ; e os mesmos pal-
mos de frente da oulra estrada nova do Sr.
Ilerculano, e 390 do fundos em chfios pro-
prios, com casa no centro de pedra e cal.
cacimba de muito boa agua de beber, todo
cercado, ecum muilos arvorelos de fruc-
tos etc. : quem o pretender dirija-ae a ra
do Crespo, loja n. 15 que se dir quem
vende.
Banhciros de xoque.
Ven !em >' ii.'inheii'.s de xoque, pelo di-
minuto preco de 40,000 rs. : na ra da Ca-
deia do lid ic o 64.
Lotera do Rio de Janeiro.
AOS 20:000,000 DIRS.
Na casa feliz,
dos quatro cantos da ra do Queimado o. 20,
ven lem-se os milito felizes bilhelos, meio?,
quarlos, oitavos e vigsimos, da decima
quinta loteria da Caridade, e da decima
quarta loteria da Misericordia, cujas lisias
chegtm ate o da 20 ; a ellos que estilo no
resto.
Brins brancos entrancados, pa-
tentes.
Na loja da ra do Crespo n, 5 que faz es-
quina para a ra do Collegio. vendem-so ri-
cos brins entrancados, muito finos, pelo di-
minuto preco de 1,500 rs. a vara, garnte-
se ecr puro lindo, e dam-se amostras aos
compradores para poderem ver a boa qua-
lidade; assim como brins entrancados bran-
cos, francezes, pelo barato preco de 960 rg.
a vara, e parlo Intitulado entorta prego ,
muito encorpado e puro linho, a640rs. a
vara.
A 1. 1 1 o i.s., cada covado.
Na ra do Crespo n. 5, que far esquina pa-
ra a ra do Collegio, vondom-so neos da-
mascos com 7 palmos de largura, e de mui-
to bonitos padres. rom tOdil as cores, pe,
lo diminuto preco de 1,410 rs. o covado; ca-
la fazeuda be muito propria para pannos de
mesa o pianos : na mesma luja ha um b nu-
lo sortimento de chapeos pretos, para cabe-
C, chegados pela barca franceza Havre, en-
trada lecentemente nesle porto; assegura-
seserem muito superiores o da ultima mo-
da, os quaes se vndenlo por preco com-
modo.
Na loja n. 5, que faz esquina
para a ra do Collegio, de CuimarSesot llen-
riques, vendem-se chitas acelinadas cor do
roza, com pannos muito fortes, pelo barato
preco de 1 ans, o covado ; assim como se
vende chitas muito finas e de muito bonitos
padrees, por muito barato preco, assim como
outr..s umitas fazendas que sSo patentes aos
compradores.
Na loja das seis portas.
Vndese paeno fino de todas as cores, a
2,000 rs., proprios para palitos e vestidos ,
para montara, pur ser muito leve ; chapeo!
ae massa f'ance'cs, a 5,000 rs. ; cirapucas
de velludilho, a 1 ;n rs o muitas nutras fa-
zendas, que convi lam a trocar por sedlas.
Ma loja das seis portas.
Vendem-se manteletes do fil preto a
quatro mil ris ; chales e mantas de seda ,
grandas, aoilo mil ris; chitas escuras a
seis vintens, sete e meia pataca ; cassa pre-
la, a rento o violo rs. o covado ; cassa para
India.lo, a doos tostOes a vara, e mais fina, a
pataca ; lencos para mo- do senhora e me-
ninas, a dous lusiOes; Icuc/is para meninos,
a quatro vintens, e lencos de life, para hom-
bros desenliara, a deis tustOes
Vende se urna cadeirinha de arruar,do
goslo moderno, ricamente dourada, com
Iresvidrose tambem grades.de correas, he
do marroquim deuruadas de amarello,librea
para os pretos, a cadeira tum o seu compe-
icuie caixSo para a guardar: quema pre-
tender dirija se ao aleiruda Roa-Viata 11. 9,
primeiro andar, que ahi se dir quem vende.
Vende-so una oscrava mofa, de bonita
figura, ba engommadeira, c nsinli-ira, e
que faz todo o servico de urna casa : na ra
do Arago n. 40.
Vende-se porque seu senhor se retira,
um preto de nacSo, muito fiel, o sem vicios,
perfeito c<>sinheiro de casa estrangeira : na
ra larga do llozario, loja n. 35.
Hicw estojo.s para fazer barba.
Vendem-so ricos estojos com espolio, pa-
ra fazer barba, a 2,000 rs. cada um ; cartas
iranec/a. para voltarete, a 5.700 rs. a du-
zia, e o baralho a 480 rs ; a ellas que so os-
lo acabando : na roa do Cabaga n. 3.
Chegaratn em fim as muito
de e ula- machinas de presso pa-
ra cristeis : na ra Nova n. 38 ,
defronte da ConceicSo, aonde se
vendem pelo diminuto preco de
4,oo rs. cada urna ; assim como
um completo sortimento de trena-
de cosinba, lomo para assar pe-
runs e galinhas; candieiros de la-
ian de dous bicos, para lojas, ou
vendas; ditos de esludantes, muito
baratos; pratos, chicras e pires, tu-
llo muito bom e barato.
Vendem-se caixas com vi-
drosa 8,000 rs cada urna ; ditas
com l'ulha de (landres, surtid is a
i9,5oo r. : na ra Nova, loja de
funlciro defronte da Conceic3o
n. 38.
Perfumaras.
Agoa de lavande, colonia, patchouly, ba-
nha de varias quali lades, sabonetcs das se-
nhoras, pos para denles, pomadas o outras
inuilas poifumarias, por preco rasoavel :
no atierro da Bua-Visla loja n. 58, junto ao
selleiro.
As pechinchas acabam-se.
Vendem-se chitas finas a 120, 140, 160,
180, e 200 rs. o covado, pegas de ditas a
5,000, 5,500, 6.500 e 7,000 rs., chitas para
coberta de corfixa a 200 rs suuenores cor-
tes de casemira de lila pura a 5,500, o ditos
de meia casemira tambem de 13a a 3,000 rs.,
corles de cl?a de gambreo a 1,800 rs., di-
tos de brim a 1,000 rs. e 1,200, chitas Iran-
cezas largas a 280 rs. avara, madapolOes fi-
nos a 120, 160, 180,200,220, e210rs., o
muito lino a 280 rs. a vara ; pegas de mada-
polSo a 2,200,2,800,3,000.3,400, 3,600 e
4,000 rs e muito lino a 5,200 rs., pecas de
algudSo trancado proprio para escravos e
toalhas a 3,600 rs pecas de casas para hi-
badosa 2,400 rs., e outras muita fazendas,
por precos extraorlinriamente baratos : na
loja da estrella da ra do Queimado n. 7,
confronte ao becco do Peixe Frito.
Calcado.
Sapatoes de lustro e bizerro para homeos,
'


Aloinhos de vento
rom bombas de repuxo para regrar borlas
o bsixaadecaplm nafundigflodoD. W. ISuw-
man:na ra do llrum ns.6,8 e 10.
r-t ARADOS AMERICANOS.
|J Vendem-se arados ame- 9
H ricanos, chegados dos Esta- 9
i dos Unidos, pelo baralo pre- |
fe* 90 de 4oj00ors- cada un: na
',,!. ra do Trapiche n. 8. *
,)**#> .)}.*<****
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
do Recife n. 13, ha inuito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chcgada ltima-
mente, a precos muito rasoaveis.
A 1 ao rs. o covado.
Na na do Queimido, defronte
do hecco do l'eix'. Frito, loja n. 3,
vende-se riscadinho azul, com a
largura de tres palmos, pelo bara-
tsimo preco de seis vintens o co-
vado; esta fazendahe muito recom-
mendavel aos senliores chefes de
familia; d-se as amostras com
pcnhor.
l'otassa americana.
No antigo deposito da cadea velh, n.
ia existe urna pequea porgSo de potassa
americana, chegada recentemente que por
.superior nvalisa com adaltussia: vende-
so por preco razoavel.
Agencia de Ldwin Waw.
Naruadc Apollo n. 6, rraaiem deMc.Cal-
montb Conipanhla, acha-ae coialantemente
nona aortimenlos de taia de ferro coado e
balido, taoto rasa como fundas, moendas in-
dia toda de ferro para animaes, agoa, etc ,
ditas para armar em inadeira de lodos os ta-
annos c inadellua o mais moderno, inacbina
btirisoulal para vapor, com torca de 4 caval-
los, coucos, passadeiras de ferro estanliado
para casa de pulgar, por menos preco que 01
decobre, eacovens para navios, ferro inglcz
tantoem barrascomoem trcosfolhas,eludo
Pur barato preco.
AGENCIA
da fundicao iaOW-Moor.
RA DA SENZALLA NOVA N. 42
Neste eslabeleeimenlo conti-
uua a haver um completo sorti-
Utento de moendas o meias moen-
as para engenho, machinas de
vapor, e laixas de ferro batido e
roado, de todos os tamaitos, pa-
ra dito.
Vondem-sc os verdadeiros selins in-
glezes, patento, de molla e -sem ella ua
ra da Senzalla .Nova ti. 42.
Vendem-se relogios de ou-
r-> c pr&ta, patente inglcz : na ra
da Senzalla Nova n. \ j.
Arados de ferro.
Na fuudigio da Aurora, em S. Amaro,
T.mdom-se aradosde ferrode diversos m-
dulos.
Deposito de panno de algodSo da
febrita Todos os Santos da Ba-
nhia.
Vende-se por preco commodo
Lein conhecido panno de algo-
XCIDADEDEPAIIN.
dao desla fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador: no escrip-
torio de Novaes & Companhia, na
ra do Trapiche n. 34-
Vendem-se as seguintes gementes:
niibos.rakanos.rabanetcs encarnados ebran-
cos, sebula, couve trinxuda alface.ala-
uia, repulhuda, chicoria, senoulas, feijlo
rurrapato de tres qualidades, ervilha torta o
uiteita, favo, coentro de touceira, salea, to-
mates grandes, repolho, couve lombarda,
siboia, e mustarda : na ra da Cruz n, 46,
urii nuil) do Sr. doulor Cosme.
Tu xas para en (/en los
Na fundicao de ferro de D.
VA', fiowman na ra do Brum.
pasando o cltafariz, contini a
liaver um completo sortimenlo
de taixas de ferro fundido e ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bocea,
a: quaes acham-se a venda por
preco commodo e com prompti-
dao, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com-
prador.
Vendem-seamarrasdefcrro: na 'ua da
Sonzalla ftova n. 42.
*> rariona de mandioca 4t
g Vende-se, por preco rasoavel, la- ^
i. i i nba de S. Malheus a mais nova ^
". que existo neste mercado : na ra 3
h da Cruz n. 34, delronte da I ingoeta. ^
h&bMMi&k 4kkit&b
Vendem-se lonas, briozSo, biins, e
rocas lonas da Russia ; no armazem de N.
O. Bieber & Companhia, na ra da Cruz
n.4.
/Ugodo |'ara roupa de escravos.
Vende-se algo d3o muito encorpado, pro-
uiio para roupa de escravos, com pequeo
toque de avaria a 146 rs. a jarda; dito
liiupo a 18U rs. : na ra do Crespo n.5.
Sortimentos de panos finos e case-
miras de todas as qualidades.
Na ra do Crespo luja da esquina que vol-
ts para a cadeia.vende-se panos linos pretos
a 2 800, 3,200, 3,5(10,4,000, 5,000 rs., e ran-
Cel inuiio superior a 6,000 rs., o covado, di-
to vordo a 2,800 rs. diloa.ul a 2,880, 3,500,
c, 000 o covado, cortes de cuica de casemira
lela entestado a 5,000 e 6,000 rs., dita fran-
ceza elstica a 8,000, 9,000 e 10,000 O corte,
o outras muitas fazendas por preco com-
IUU.
Moendas superiores.
Na fundigSo deC. Starr& Companhia,
um S.-Amaro,acbam-seavenda moendas
uo canna, todas deferro, e um modeloe
oonsirucgao muilosuperior.
Cortes de bnm de puro linho.
Na ra do Crespo loja da esqu na que vol-
ts para a cadeia, vende-se corles de calca de
lirim de quadros, e Ultras de puro iinhoa
i 280 e 2,000 rs.,ditoioteiro pardo a 1.280e
u'ooo ra. o corte, nscado de linbo de listra
720 rs. o corte.
Chita para coberta, cor fixe a
2oo reis covado.
Na ra do Crespo,loja da esquina que vol-
ts para a Cadeia, vende-se chita para cober-
ta de novoe psdres e cor Gxe 200 rs., o
covado.
iua do Lollegio n. 4
1. Falque, dono da fabrica cima mencio-
nada, piirlicipa ao respeitavel publico de
Pernambuco, e principalmente a seus fre-
guezes, que elle recebeu pelos ltimos na-
vios, vindos da Franca, um grande e rico
-ni.......nto dos molliores chapeos de sol di'
seda, quetem vindo a esta praga, pioprios
paraneslacSo do invern, e para senliores
de engenho, por serem muito fortes ; or-
timento de chapeos de sol do seda dediffc-
rentes qualidades de 5,000 rs. para cima,
lindo sortimenlo de chapeos de sol de seda
para senhoras, de lodos os feilios e lma-
nnos, quo vende muito em conta ; ditos de
panno para meninos de 1,500 a 3,000 rs.; di-
tos para homem de ferro e de balea de
2,000 rs. para cima ; ditos do junco de 1,500
rs. para cima; grande c cscolhido sortimen-
lo de chamelote, sedise pannos em pee,
para cohrir armagOis servidas, halcissde
todas as larguras e lamanhos, para vestidos
e esparlilhos para senhora ; fazem-se um-
bellas para Igreja; concerla-se toda e qual-
quer qualidade de chapeos de sol, ludo por
muito menos preco do que em outra qual-
quer parte. Vende-se em porcllo e a reti-
Iho. No mesmo eslabeleeimenlo acba-se
um bonito sortimenlo de bengalas.
Fazenda da moda.
Vendem-se superiores cortes de cimbris
de salpicos hrancos de cor, pelo diminuto
preco de 3,500 rs.: na ra do Crespo, loja
n. 6.
Cal virgem.
Vende-se cal de Lisboa a mais nova do
mercado: na ra do Vigario n. 19, primei-
andar, escriptorio de T. de Aquino Fonseca
& Filho, ouna ra do Trapiche, amazem de
Antonio Augusto da Fonseca.
A 5,ooo rs.
Superiores chapeos de sol de seda ingle-
zcs chegados pelos ltimos navios, pelo di-
tiiuIo prego de 5,000 rs. cada urna : na
ra do Collegio n. 4.
Novo mu lmenlo de fazendas na
loja da i ua do Crespo n. 6.
Superiores cortos de cassa-chila.de novos
desenos, a 2,240 e 2,500 ; eambraiis fran-
cezas de cores a 4)0 a vara ; chita para co-
berta, de tintas seguras, a 200 rs. 0 covado;
cassas lavradas a 2,400 a \ ce* ; diU de flo-
res, OOm 8o1/2vnras, propria para corti-
nado de cama, a 3,500 a pega ; cimhraia de
salpicos, tanto brancos como de cores, a
4,500 a peca; I. uro decaoibraia de linho
a 480 e 560; pecas de chitas escuras a 5,000
cortes de I i un de Iistra3, depuro linho, a
2,000 o corle; dito liso a 1,440 e 1800; ns-
cado de linho a 180 o covado; didu de algo-
lif", proprio para escravos, a 160 e 18o o
covado; panno preto a 3,000 e 4000o cova-
do : e muitas outras fazendas, por pre;o
commodo.
Aviso aos pais de familias.
Na ra do Collegio n. 7, acha-se um sorti-
menlo de louca do Porto de diversas quali-
dades branca e de cores, a qual se vende por
prego muilo barato o serve para quem lem
pouco dinheiro; aellaaules que se acabe
porque he pechincha, odepois nSo val nada
oso eu souliera vamos, vamos fregu-
zes. Na mesma loja se veinleui treze caixas
vazias em que veio a louca.
i^- Falitos Feitos. .?
Na ra Nova D. 26, tem para vender-so pa-
Jito'a de panno verde e prclo.muilo bem fcl-
los.o mis barato do que em outra qualquer
parte; a elles antes que se acabem.
Vende-so um roquete rico e umatoa-
Iha toda de renda, muilo em conta : na ra
da Cadeia du Hccii'e n. 3.
Vende-seu cxcellent; typo-
graphia lio Diario iNovo estando
bem montada, tanto ue bons pre-
los, como de lypoS : quem a pre-
tender, dirija-se a ra da Praia
n 55, a tratar com a Vinva l'.oma.
Farinha de mandioca a i,6oo rs. a
sacca.
No armazem do J. J. Tssso Junior : na ra
do Amorim n. 35.
Vendem-se novas cassss chitas de lin-
dos gustos a 2,240 rs. o corle, cassa de qua-
drus fina a 280 rs. a vara: na ra do Crespo,
loja da esquina quo voita paia n Cadeia.
Lx-posllo iln fiibricit Minios un Huilla.
Vcndc-se,em casa deN. O. Hicber& C-,
na rus da Cruz n. 4,algi>d3o transado a-
qiinlla fabrica, muitoproprio para saccosde
assucar eroupa deescravos.porprecocom-
modo.
Brim trancado de puro linho a 320
rs. o covado
Na ra do Crespo loja da esquina que vol-
ts para cadea vende-se brin trancado par-
do de linho puro a 320 rs. ocovaao.
Vendem-se saccas com fa-
relos : na ra da Madre de Dos ,
armazem n. 20.
Bom e barato.
Na ra do Passeio Publico, loja o. 9, de
Albino Jos l.eite, vendem-se ricos Chalos
1,500 rs. ; ditos brancos a 1,000 rs.; chapaos
deso a 1,000 rs.; dilus a 1,400; sargvlim
de todas as corrs a 200 rs. o covado ; panni-
nlio cor de rosa, azul o preto a 200 rs. o cu-
vado; grvalas de setim de lo las as cores,
ultimo gosto, a 1,500 rs. ; ditas de seda a
1,000 rs.; ditas do cassa a 100 rs., lencos de
v 11111 r os mais bonitos que lem apparecido a
200 rs ; lindos azuese de cores para jaque-
tas a 320 rs. o covado ; castores proprius pa-
ra calcas a 200 rs.: corles de cassa chita
com sete varas a 2,000; curtes de coleto Ue
fuslSu a 640 ; ditos de ISa e seda a 800 rs. ;
lencos de bico a 320 e 400 rs.; chitas linas
de todas as qualidades e cores Iixasal60,
200 e 240 rs.; e outras mullas fazendas por
commudo prego.
(Jortesde cambraia de salpico
brancos e de cores, a 3,5oo rs., o
corte.
Na ra do Crespo, loja da esquina, que
volta para a Cadeia, vendem-se cortes de
vestidos de cambraia de salpico brancos e
de cores, pelo diminuto precu de 3,500 rs. ,
o corte ; meias muilo linas, para homem,
cun pequeo defeito, a 2,400 rs. a duzia.
l'alils feitos.
Vendem-se palitos Mos, de panno muito
lino, prelo e de cores, por prego muito em
conta: na ra do Queimado, loja do sobra-
do amareilo n, 29.
Taixas de ferro coado.
Vendem-se taixas de (erro coado, de su-
perior qualidade e por prego commodo : na
ra da Cadeia Velba n, 37, casa de Ricardo
Hoyle,
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_ j 5 S Va = gg-| ." o- BOJ3 '
re t
O abaixo assignado faiacien-| Vende-se a verdadeira salsa
te ao respeitavel publico, que ac-^arrilha de Sands; na botica in-
ba de receber pelo vapor 13ahia-gleza, da ra da Mdre de Dos
na, um esplendido sortimento de.n. 1.
bilhetes, meios bilhetes, quartos, Vendem-sedous alambiques
oitavos e vigsimos da decima quin- Je carapuca por metade do seu
ta lotera do Hio d Janeiro, a be-
neficio das casas de Caridade, e da
dcima qttarta do hospital da Mi-
sericordia, cujas lisias chrgom pe-
lo primeiro vapor do da 19 a ai
do corrente mez, por tercm corri-
do as rodas da primeira a 28 do
mez psssado, e da segunda a 7 do
valor : na ra Nova, loja de Jos
Baptista Braga.
Vendem-sofolhasdepapelSo Uno, for-
radas do um lado, proprias pira entilo do
theatro, ou caixinhaa para clcheles : 110
armszem da ra da Cruz n 51.
l'recos que parecem impossiveis
160. 200, 240.
Madapoles Je listras ou riscados proprios
para camisas ou vestidos pelo diminuto
ifS-rSts"^
_._. reqq- w c W 4 a
!fii.iiiii4s| -S-?. fti-e-g 3 S !S-2 fas f = 5-3 g o
nresenle, e eslao expostos a ven- prego de I60rs. o covado, as muito scredi-
11 1 _.-. ..l,^;. !tads chitas cahoclas muilo llxas a 200 rs.
da, pelos commodos pre90S ubaixo,|o cova,,o; as m,s finas chitas com no-
vos desenhos fazenla do ultimo gosto o
cores muilo fizas pelo birstissimo prego
de 240 rs. o covado ; o afamado atoalhado
adlmascado de puro lioho com oito palmos
de largura a 1600 rs. a vari; finissimas al-
pacas de cores a 610 rs. o covado ; ditas
com fio-i da se la a 800 rs.*; ditas pretas a-
clmnalola las muito linas a 880 rs. ; meri-
nos pretos de superiores qualidades a 1,800,
2,500, .' 2,800, 3,200 rs. o covado ; pegas de
bertaoha de puro liuho com cinco varas
fazenda muito fina a 2,800 a paga ; ditas de
algudSo com dez varas a 1,800, dem com
cinco varas fazenda muilo encorpada a
960 ; cambraias francezas muito linas e pa-
drOes inteiramente modernos a 610 a vara ;
lirios da linho mesclado proprios para pa-
litos a 320 o covado, cobertores de algodSo
brancos e decores proprios par* escravos a
1000 cada um ; issnn como uro grande
sortimento de muitas out'as fazendaa que
te vendern por menos prego do que em
outra qualquer prrle: na loja da ruado
Crespo, n. 14 de Jos francisco Diss.
Vende-se umesersvo demcSo, mogo,
padeiro, e tom capacidado para entregar p3o
s em qualquer freguezia, e o motivo da
venda se dir ao comprador: na ra di Sen-
zalla Noya n. 4.
-- Vende-se um palanquim novo : na roa
Imperial n. 171.
Vende-su urna negra, creouls, moga,
sem achaques, e propria pira qualquer ser-
vigo : na ra da Cadeia do Recife n. 24, pri-
em mii loja de lerragens, na ra do
Queimado, junto ao becco da Con-
gregado n. 37 A, e na praca da
Independencia, loja nova de cal-
cados n. 37 e 39, de Porto & Com-
panhia, us quaes se recebe em
pagamento bilhetes e cautelas pre-
miados de qualquer loteria do Rio
de Janeiro, ou desta provincia,
abaixo assignado declara, que os
seus bilhetes e cautelas, vao rubri-
cadas pelo mesmo, e logo que che-
guem as listas, sao pagos imme-
diatamente as mesmas lojas os
seus respectivos premios, sem dis-
conto algum. Antonio Jos Ro-
drigues de Souza Junior.
Bilhetes inleiros as,000
Mtios lili lides 11,000
Quart s 5,5oo
Oitavos 2,800
Vigsimos i,3oo
Vende-se um engenho so norte da ci-
dadede Macii sete legoas, beira-mar me-
nos de urna logoa, tem o embarque menos
S-aallog^SifOirS
Sl2"ll3S.>3o =
i a ponto de nun- Vende-so urna escrava nova c ae norma
cea que seja a esta-' figura, que sabe lavar e cosinhar o diario de
j.sendo as obras do urna casa, parida de qualro mozes. c lea
isto do miiilas var- muilo >om leito; propria para criar algu-
.= S
^sI.|i-5.fS!lfsfg-5
I 1 j Z 1
I o
1 5"
Ancoras para navios.
Vendem se em casa de Ricardo Royle, na
ra da Cadeia Velha n. 37, ancoras de supe-
rior qualidade, e por commodo prego.
1 Vendem-se botijas, e (lindes vasios, de
varios tamanhos e por todo prego : na ra
do Hir/aim larga n. 36.
- Vende-so urna mulata, de 30 c lanos
annos: na ra do Livramo: to, sobrado n. 1.
-- Vende-se um escravo de ng3o Angula,
de idadeSO annos, offltial dealfaitc: quem
quizer dirija-se avua Augusta n. 34, das 6
as 8 horas da nninhOa, e las 2 as 6 da tarde.
Cheguem a prchiucha.
Chales imperitas de cores muito hona-:,
padres aJamoseados proprios para senlio-
ra andar em casa, pelo birat ssimo prego
de 1/280 rail i um : na ra do (Jueimado,
n. 8, luja dcfronle da botica.
iVi l'asscio l'ublico loj i n. 11.
Vendem-se challes do lil emitando a lit
e seils muilo grandes a 2,000 rs., ditos de
iquailro a 1,440 rs., lengos do ramluaia hor-
Idados para mosdc smihora e meninas n
200 rs., ditos de chitas linos emitando a se-
.ila a 320 rs., challes do 13 e seda a 4,000,
5 000 rs. fazenda superior, casemira de al-
:: l.'n i :\m i'-, o covado, cambraias lizas
de 10 varas a 1,800 rs., cuites decassa chitas
a 1,200 rs., riscados francezes a 240 rs. o co-
vado, pannos linos de todas as cores de 4,000
at 6,000 rscisemiras prelas superior 2,800
res merino preto superior a 3,000, 3,400,
e 3,800 rs. o covado, setim maeau o corle a
3,800 rs,, cortes de vestido de sedas a 12,000
'o 15,000 rs. o corte, briol de core* do puro
linho a 1,500, 1,200, o 1,000 rs. a vara, cor-
tes de coletes de fu>tes de cores i 640 rs.,
madapoles entrelios a 3,000 3,540, e 3,800
rs., e outras muitas fazendas que se vende-
r,1o a dinheiro a vista e pregos qus agrada-
rSo aos compradores.
Lotera de Nossa Senhora do Rozsrio.
Na casa da Foituna, ra Direila n. 7, e ni
praga da Independencia, loja do Sr. Forlu-
' nato, eslfio a venda bilhetes e cllelas des-
la loteria, cujas rodas breve lera oseuin-
fallivcl in lamento.
Bilhetes 8,0Wi '
Meios 4,((,o
Quartos 2,200
Decimos 1,000
Vigsimos 500
; -- Vendem-se, a dinheiro, sacos com fa-
jrinha, a 2,000 rs.; caixas com ai melhores
velas de carnauba, vindas do i.e ..a, a 10,000
rs. a arroba ; caixas para rap, qie parecem
de tartaruga; esleirs muito graides ; urna
ba marca de600 meios dusula, muto gros-
sa, para fechar ronlas : na ra da Cruz do
Recife n. 33 armazem de Luiz Jos de S
Araujo.
iitlencSo'
Ricos sparelhos de metal linoo bom gos-
to paia seivigu de cha, de 6 pii;as princi-
para por pregu commodu : na loja do ferra-
ragens de Antonio Joaquim Vidii : na ru-
da Cadeia do Recife n. 56-A -
-' mi a filtrada.
Pias de pedra proprias para lilrar agua,
muilo bem feilas por preco cumnodo na lo-
ja de le ragens de Anlouiu Juaqiim Vidal :
na.rua da Cadeia do Recife n. 56,-A -
Cusinha com limpeta.
i idus os necessorius para cosinga, lano
de ferro, estsnhauo, elorradu de porcelana,
r inuit s outras pessas, que s j bnmco-
si-iheiiosabe dar valor: na loja de ferragens
de Antonio Joaquim Vidal: amada Ca-
deia do Recifu n. 56,-A.-
liics furmas.
Formas para paslelO-.'S o pudiasassim cu-
mopeneirasde molal brauco p oprias para
peneirar a massa eo mais preciso, assim co
nio coberlas para pratos, de rame e de me-
tal ludo por baralissimo prego : na loja de
Ferragens de Antonio Joaquim Vidal : na
ra da Cadeia do Recife o. 56,-A.-
-- Vendem-se chapeos do Cnily, bons, por
prego commodo : na i ua do Trspiche n. 8.
Sapatos de borracha.
Vendem-e superiores sapatos de borracha
vindos ltimamente pelo vapor Vernambuca-
na do l'ar na ra da Cruz confronte a Lin-
guete n. 36.
Yendem-se accoes da extnc-
ta companhia de Pernambuco e
I'.i rali vli.i no escriptorio de Au-
gusto G- de Abreu : na ra da Ca-
deia n. 48.
A 16o rs. cada um.
Defronte do becco do l'eixe Fri-
to, loja n. 3, vendem-se lencinhos
de cambraia pintados para mi
'le meninas e senlioras, de muilo
bonitos descnbos, pelo baratsi-
mo preco de rr.eia pataca (!- um;
dar-se-ha amostra com o compe-
tente peuhor.
I'.uni preto, fino, iVanccz, a 3,ooo
rs. o covado.
Vende-se panno pelo lino,
Irancez, a 3,ooo rs. o covado : na
loja de flores 6k S, na ra di Ci-
dea do Recife n. 47- ^a mesma
loja vende-se u;n rodap novo de
labyrintho, por preco muito com-
modo.
Manual eleitoral.
Vende-se este excellente manual conten-
do a le regulamentar das eleigO <, e os de-
cretos do governo sobre a mo-una, cim no-
tas explicativas, pelo prego de 1600: na
praga da Independencia, livraria n 6 u 8.
Na ra do Collegio n. 7, acaba do abrir-
se um pequeo, mas mimosamonte surtido,
armazem de louga do Porto, do difTerentes
cores e delicados gustos: e vende-se por me-
nos do que em outra qualquer parle; a elle
poisque he pechincha.
-- vendem-se toalhas de labyrintho mu
finas e grandes, de bretanha.com bico ao re-
dor, obra muilo boa ; lengos de labyriothos,
de brelanha, e rendas : na ra da C dem du
Recife n. 49, segundo andar.
Vende-se um sitio ni Varzea dos me-
Ihoros que alli ha ; lem c isa commoda para
familia, cocheira, estribara, arranjos para
escravos e criados,o terreno chen'a al u rio,
lem baixa para_ capim, arvores do fiueto,
larangeiras, jaqueiras, mangueiras, u cafe-
zeiros, novas e v -llias etc. ; al n di-io mul-
to Ierra desoceupada, que co ivpniontenieu-
to pede ser apmveilada ; trata-se na roa de
Sania Rita n. 37.
Vende-se um ferro de fazer hostias ,
novo em folha, por prego commodo: no l'as-
seio Publico, lojan II-
Vende-se urna moada de
casas, feita a moderna, com tijolo e
cal, sita na ra do Motocolomb,
por preco muilo em corita : a tra-
tar na ra Imperial n. 3i.
Vende-so a loja da praga da Indepen-
nencia n. 5, com miudczas, uu soin ellas, a
vontade du comprador : trata-se na mesma
Coja.
Vende-se para as feslas um bonito ca-
briolel usadu, porin moderno, e com to ios
os seus apparelhus quasi novos, dar-se-ha
em cunta ; a fallar no alono da Uoa-Vista,
loja de cnapeos deso n. 22. Na mesma loja
lia um globo moderno, mui pequeo e bo-
nito traste para alumiar urna sala elegante
Nova fabrica de tamancos.
Na ra larga do Rozariu n. 16, vendem-se
tamancos para senhoras e meninos a 200 rs.
cada par, por estarem com algum mOu e
amarrutados.
de meia, tanto que um carro bota Ires caixas meiro an lar.
por d,a, muilo bom d'agoa, a ponto de nun-1 Vende-se urna escrava nova c de bonit:
ca Ihe filiar por mais secca i
r;io do anno.bom cercado,!
mesmo de palha, composto
zes excedentes de cana, t, ndo na praia-lous; ma crianga: na ra do Vigario n. 22, ter-
curraes de peixe. os quaes se acliam presen- cciro andar. .
temeiitc de novo levantados, e muito abun- liolachinlia de Lisboa
danta de peixe : quom pretender dirija-se a j|0t0 fina, chega la recentemente, ven le-se
ruado Liviamento n 28, sobrado de um em atas de 10 libras, por prego commudo :
andar, onde achara com quem Iratsr, ou em na ru, j, Cruz n 34, primeiro andar,
cisa do senhor Manoel Congalves di Silva,', .. yen |e.S6 uma taberna na estrada nova
que bellamente informara as vanlagens des- j, g0ledade para o Mangumbu, c iro peque-
la pronnedade, que se vende com a safra ou I nos fundos : a tratar com J J Tasso Junior.
sem ella. i .^_m_-hi^-^hb
~ Vende-se uma bonita escrava que en-
gomma, coze e cosinha, uma iie^rinha do
13 annos que coze bem, uma preta de moia
idade mais muito forte e sadia por 320,000
rs-, tres moleeotes, um preto do 25 annos
bou cosinheiro, e mais algunsescravos: na
ra das Larangeiras numero 14, segundo
an lar.
Vendem-se onze escravos, sen lo urna
linda negrinha, creoula, reoilhlda, do idade
Escravos fgidos.
-- Desappareceu do engenho Velho, hon-
tem, 3 escravos ; um le nome Alexandre do
idadn de 30 annos, grosso do corpo, oatro
de nome Domingos, do Idade de 25 annos,
ma;ro, cor prela, o nutro de nome Jos,
mulato.idade 50annos, cor fuls, g-osso com
alguns cabellos brancos.ecom a barba bran-
rija-se ao lugar cima
! 15'ann'o!; cozYbem ; um moleque' de idade c : quem os pegar oinja-se -o ,ugar ai
! 6 annos'com principio de cosinh, ; um di- .ud.c.doque sera bem recompensado.
to de idade 15 annos, ambos creoulos; seis
i escrivos de lo lo servigu ; tres escravas quo
cosinhani.lavam, e s3o quitandeiras ; na i o.
! Direila n. 3.
-- Vende-se a terga parto do engenho Aj-
to de JoOo Fornandes, situado na freguezia
de Seriuhaem : quem preten ler dirija-so a
Futri no dia 6 do cor-
rente, um escravo mulato, de
nome Marcolino, de iC a 18 an-
nos de idade, de bonita figura ,
bem fallante, com os signaes se-
iherdeira D. Luiza Joaquina Itangel em sua guintes : estatura lni.v.,1, rostr-
[propriedadeCuiera, na freguezia ^Igua-l 01 ;I0S pardos, sobra.i-
rassu'. "I ii i l i
Vende-so uma cama de amareilo cim celdas bem pretas, sem barbe-, ca-
enxerg'S para; mesma, por muilo dinn-
i nulo prego ; na ra das Trinc'neiras n. 34,
loja de marcinciro.
-- Vende-se um escravo, creoulo, com 18
ra lisa, cor bem alva, ps bastan-
te grandes, levou vestido calca de
casimira azul escura, com listra ,
camisa branca e chapeo preto, c
em mangas de camisa, porm he
de sunnor, leona mu Jado para o
sseiro,destes qui vicrain ui- traje branco, e ande calcado; este
Montevideo; no armazem da mu|at0 tem principios de sapatei-
ro, e be provavel se intitule por
forro, lia noticias de que elle an-
da nesta cidade e seus arrebldcs,
e tem casa aonde se occoi'ti, pelo
para 19 annos do i lade, sem vicios nem a-
: chaqus: na ru) do Collegio n. 19, prioiei-
. ro andar.
Vende-se ou Iroca-se por lijlos de al-
I venara um burro muito novo e bonito, ja
' domestico e pa
I timamenle de
I ra Nova n. 67.
Nova fabrica de tamancos.
1 Na ra larga do Rozario n. 16, vendom-se
tamancos a retalhu e em porgao, pelo proco
ornis em conta pnssivel, c obra mu bem
, acabada, n3o sendo inferiores aos de fura, e
niuniun) ai tan dunuu nnvi iwa f*i m,u.w. f ^ p .
leudo a vantagem para os sonhores compra- que se protestl usar do meiOS da
dores de obterem o sortimento, conforme!,1. '_______ ^.,lio^. nuam
lhe convier, e o prcemho n.io h. de de-, le, contra quemo occultar. quem
sacradar. como se poderlo cerlificir, diri- 0 ueiar
ginlo-sc a mencionada fabrica.
Vende-sc um escravo muito moga, do
leve-o seu senhor, ni
ra da Cadeia do Recife, loja n
Vende-sc um escravo minio mog, uo ua "a *-"'";
i bonita figura, e ptimo cosinheiro ; etam-,31, quesera reconipensaao..
bem se permuta por outro que tenba de 10 i Desappareceu do ensenho Novo do ta-
la 20 annos de idade : na ruada Penha n. 5,'bo.um prelo chamado Ambroiio, e outro
! segundo andar. SimSo, o primeiro de i iadede24annos, has-
- Acaba de chegar do Rio de Janeiro uma (,|e prelo, e tem denles alvos; o segn lo
! modinha em msica para Piano, a qual lem de idade 50 annos, principiando a pintar :
por titulo i quem os aprehender dirija-se a ra do Col-
Eu tenho no peito legio n. 13, quesera bem recompensado.
O mal da paiJo, I joo.ooo M. de gratificacao.
vrnle-se oor 320 rs. na praca da lodepcn-' iuu,uuw ,. v ,
'i.!il.i r s Desappareceu no da 7 de maio prximo
dencia livraria n. 6, e 8. p888,dS, o Prdo Leonardo, de idade 18 an-
5,000 rs. nos, pouco mais ou menos, e tem os signaos
Ricos capolinhos de cambraia transparen- seguintes:baixo.o peto um tanto meltido
in l.nniii.iii' '"" """i" r-''i"i 'i"- '" ";i" para dentro, cabello carapinbado e ale o
! ver de seda aproveito a occasio, e prego de meio da testa, o falla de vagar. Este escravo
i 5,000,quenopaga o trnbalbo; sSoeconomi- vinha lo los os diaa vender leite no Recife,
' eos porque se lav3o,e graves por que ajo de- de um sitio da Boaviagem, pertencente a
cenes: no ra do Crespo loja de 4 porlas Joanna Maria dos Pasaos, de quem fjiescra-
|n,12. vo : quem o apprehender e levara ra da
' Vendem-se oito caixilbos envidragados Senzella Velha, defronte o n. 144, segundo
: proprios para qualquer armago a 2000 rs andar, recebera a gralificaga'o^cima.
uma porta envi tragada com qualro palmos 5o,000 rs.
de largura e nove de comiirimcnto por Gralirica.secom 50,000rs. a quem appre-
15000 rs: na ra du Passeio Publico, loja hcnuer um m0|cque> c,ooulo. por nome Mi-
nurero9. cuel, do ida-le do 15 a 16 anuos, fgido des-
; Vende-se um escravo, de todo acrvigo, *e seU,.fel,8 28 de maio proxi.no passado,
por prego commodo : na ra de nolis, de- de g,||C|l0 80 pBSCogo, secco do corpo, gr
' pusitn,geral n. 140. Dem pretar heigo inferior grosso, com msr-
l'alitS a 12,000 rs. 'cas de cnicoto pelas costas, vestilo de ca-
Vcndem-so palitos d panno mesclado, do misa de algodSo branco com mangas curtas,
' varias cores, pelo diminuto prego de 12,000 c.lg> s de algodSosinllo de listras azuos ; lie
frs.: na lo|i do sobrado amareilo, na ra do bastante ladino, lem falla de cabellos na ca-
Queimado n. 29. liega pur ter andado vndenlo fructas, man-
-- Vendem-se saccadas de granito o de dioca, macaxeira pela ra; este moleque
podra, ombreiras, vergas de pedra para por- quanio lhe [allam esta semprecom osolhus
tas e janeiias, depositadas na estrada Nova iiiquielus, fazeudo muvimentos com os de-
I de Sanio Amaro, deroite da fundieo dos dos das nisos. I'le ser que so intitule de
! senliores C Stir & Companhia: *Uralarcom forro, e que d oulro nome como ja tirasso
E. Rnhi. na ra da Cruz n. 51. o gancho do pescogo que linha quin lo lu-
- Ven le-se um terreno de marinlia n. giodec-sa; porlanto roga-sea lodasasau-
226, sito na ra Imperial do bairro doSanio londades policiaes, capitSes de compo, o
Antonio, om frente ao rio Capiharibe, o qual mais pessoas, que lagam lo las as diligencias
se acha ia beneficiado, e em parle uceupa- de capturar fisto moleque e uanda-lo en-
palmus: trata-se na ra di Cruz n. 51, com rSo recompensados co n a quanti
E. Uolli, procurador bstanlo do dono au- prumellids, Como prolosU lambern contra
sonte. quem o liver occullo, e o no queira outre-
(Iravata* de setim gr. obrigaodoa pagar-lhe os uias de seivi-
i.ravatas ae seum. b e5lle'0prilIieru ,na da fgida, o fazer-
Cravatas de setim de bonitos padroes. di- fh ,-,. 88 penas que a le mirca a "*
tas pretas das melhures a 4,500 rs o leoco : '",Ilpi,n
no altorro da Boa-Vista n. 58, junto ao sol- rE'-----------
Iciro. 1 P"- : T"- DE M- DB

este
FaRa. 1852.


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