Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03474


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Full Text
#i
Anno XX Vil I
Terca feira 10
DIARIO
mcoo sonoairqio.
PlosmtlTO AdINTIDo.
Jar trimestre............
tor semestre
Tor anno .-......->.....
PaODINTKO DUriIMBSTILB.
1' i r finarle!.............
MOTIOIASBOlMPEniO.
Para. .. l de Julbo Minas... M de Julho
Maralo. 2: de dito S.Paulo. 17 de Jnlho
Ceari. .. 39de dito R. deJ.. le de Julho
I'.inhiba 2 de Agallo Kahia ... J de Agosto
4/000
8/000
a/uoo
4/500
DiA-n haia. irainroiii.
9Seg. S. Romo.
10 Tere. # S. Lou-
renco-
11 QuartS. Tiburelo,
I! i.iuini. S Clara.
luis o di OrpnS
1, e5.s lOhuras.
I. rara r/'> rice/.
3. e 6. ao meio-dia.
Paseado.
de Agosto de 1852.
N. 177.
"""'".i
PR\4MBirC0.
*>
H Sol. S.. Hypolito a. e6. i 10 horas.
.-i i .iiiii 2. raro do civil.
USab. S.Eilieblo. i. esabadusao melod,
15 Doin II Assunip-1 Keltco.
cao di Ss. V. ITercas c sabadoa.
Cresceatei 22, ai 3 horas e 4 mi rutes da ">
Chela a 29 aol 4* minutos da tarde.
Hingoante 8, aos 32 minuto* da ra.
Nova i 16, aoa 21 minutos da larde.
suD* OJi % "'
Prime!ra as 11 horas e 41 minutes da m.inhaa.
Segunda s 0 horas e C minutos da tinte.
HBAi OI ooianoi.
aTOTIOIAl IIT11IOIIB1I,
Julho
rjeiaaaafe Parahlba. s segundas ( leitas-IPortugal ilde JuIhoAustrla a de Jull
f-if, iHe.panba I de dito Suiasa.... 3 de dito
IHo-G.wde-do-nor.e, Vctor.... ,..,.. ;;. | % ^^V'.'^o
eiras lilaila..:, 'dedil E.-Unidos 2b' de Juuho
Bonlto,Carurn,e Oaranhuns no l,e la decada|Alemanba. 2 de dito Mxico... 3 de dilo
ni. IPrussia ...' dedlto California > de dito
Flore.1Qurlcurr,Exu e Boa-Vilta 13 e28. Dlnam.rca SS de Junho Chlll. de Halo.
Diinda, todos os das. Iltussia... 29 de dilo lluenos-A. lile Julho
Todos os Correiosparlemaomeio-dla. |Turqula. 20 de dito |Montevldco 5de dilo
CAMBIO! DI 9 DE COSTO
Sobre Londrea. a 27 '/, a 27 '|, por d. i/OoU
Parla, 345
Lisboa, 'OOpor cento.
BHTAEa.
Ouro.Oncas heapanholas............20/000
Moedas de 6/400 velha.......... 16/OtO
. de lijMOn nnras.........lo/OOO
a de4/000................ A**
Pratarf-Patacaesbrasileiros...........fc 1/'20
Pesos columnarios............ 1/920
Ditos mexioano............ 1/BOO
PAUTE OFFIC1AL.
MINISTERIO DA JUST1CA.
At de 17 provincia de S- Paulo.
Detlara que, na apresentaeflo Jos recursos,
lauto ua superior, como na inferior ins-
teaeie, su nao dove contar o tonino em que
o juizo estiver impedido, o que to ppli-
caveis aos promotores pblicos as dispn-
icoes da le de 3 de deiembro de 1811,
artigos 72 at 77.
3.* Scelo. Ministerio dos negocios da
jutca.--Rio de Janeiro, om 17 do julho de
1852
lilu e Exm. Sr.--Tendo silo ouvnls a sc-
elo de justica do conseibo de estado, sobre
o conlelodo olliciodo juiz de direito da
segunda comarca dessa provincia, transmit-
irlo a ests secretsria de estado, con) ufllcio
dessa presidencia de 48 do novembro de
1849, sobn. 170, e no qual o referido juiz
de direito propozas seguinles duvidas, pa-
dindo a sua solucfln : 1.' Se havendoo ar-
tigo 77 da lei de 3 dn dciembro de 1811,
marcado lempo cerlo para a apre-onlaclo na
instancia inferior dos provimenlos proferi-
dos sobre os recursus na superior instancia,
e sendo pratica observada no foro da ci lade
de S. Paulo, ( pralica que ao mesino juii pa-
rece boa ), o considerar-se fatal esse prezo,
conlalo da publicac.floem presenen das pai-
tes ou dos seus procuradores, ou da intima-
ci quando nflosaach.m presentas na au-
diencia, dever-so-h. observar esle rigor da
lei, quando houv. r imprditi.entu do joizo,
provado cum cerlidflo do deligencia ; 2.
Sesflo appltcaveis ao promotor publico as
citadas disposiefies da lei sobre os recur-
sos : Manda S'M. o Imperador significar
a V. Exc, pra o fazer constar ao lobredito
juiz tle direito, em solufSo sua primeira
duvida, que a pralica a que elle chama boa,
seguida no foro dacidadedeS. Paulo, nSo
be mals que a estricta observancia da lei, a
qual, em termos claros e oxpressos, teni li-
x.doo lempo dentro do qual d^vem sera-
presentados os recursos, tsnlo na stipeno'
como na inferior instsucia ; mas que a lei,
prescrevendo o que era da obrigaeflo das
parles, nflo leve por lim impor-lhes um pro-
cedimenlo impossivel, como seria o de faze-
rem seguir, e apresenlar um recurso, quan-
do houvesse impedimento dojuizo. Prova-
do purm este impedimento, mo se deve le-
var em conta se nflo o lempo que. elle Uve-
durado, evitando-se assim os busos qup no
foro pudeiism mito luzir-se com o *,'m de
obter se o esp.ciincntu do lempo marca lo
pela lei, para O teguiajent e .prcscnlacflu
dos recursos, f: j 11. i t i r i segunda duvida,
riue a lei do 3 de dexoOlbro de 1841, nos ar-
ligus 74 at"77 nfli. fa/ >iilreronf a alguma so-
bre o que se dovo pralicar, quando a jusli-
(< lie ou Hilo parle ; e nilo ileteniiinaiid
essa lei, nem o cdigo do proc.'sso, diverso
procedimentoquafido os recutsos (flo inler-
postos pelas partes ou pulo promotor publi-
co, neiihuuia or^a podum ler os arguTien-
tos dos jurisconsultos que, segundnallega
o referido juiz de dtreilo, nstenlam nlo se-
rem applicsveis ao promotor publico os ci-
tados artigos da lei de 3 de dezembro de
1841.
Dos guarJe a V. Exc. Jos Ildefonso de
Souza Ramos.--Sr. vice-piesideute da pro-
vincia de S. Paulo.
a ptejU.cllodacnlastest.-vhiver tomado cnnheci nenio do recurso in- lAgosfinho Moreira Guerra a portatia que mesmos interesses a fazer valer, fie por liso
mentaras tterposlo por Antonio l.ojes Ferrcira da de- \ Ihe foirentettida. < sc"Ste,ita.r, defensores do. emigrantes d-
ciso do inspeclor da alf.ndega sobre o pa- O vtee-presidente das Alagss em olTicio ^^^S^SSiUm, dUen, elle., he de gr.n
recer dos fetores e pentos.de que trata o ar- de 41 de junho, participou ter feto cliegar dr ullilla(fe f ,lc pnlJ| e julganios que Un
ligo 6. do regulamenlo de 17 de novem- a Sea deatino as duas portaras enviadas cn,urbuido para o descnvolvlmenio da. minas
bro de 1844, se declara que n9o haveodo re- aos jofzes de direito das comarcas do Pene- cla agricultura. .Muiosdellessaonegociantese
curso algum das docizo-sdos inspeotoresd.s
alfandegas quando o exame da quesillo foi
confiado a feitores e peritos ou praticos do
commercio, co e porla'ria de 20d junhq de 1S50, salvo o
direito de queixa, g que Ihe he facultado na
segunda parte dp referido artig 8., bem
decidu nin tomaoo^onhecimento do re-
curso por n.lo-ser caso d'dle.
A niestrTa, declara-se qu pelo artigo
l ;. I. do regulamenlo de 97 de fevereiro
de 18V9, a avsria por successo de mar, ou
extrnseca, occasionada d'sde o embarque
das meraadftriasala sua desearg na alfan-
dega ou trapiche alfandegado, headaiissivel
com tanto que se observe a respeilo da re-
clama(9o o disposlo no $ l. do arligo 4.*,
primeira parle : assioi, lendo sido occasio-
nado o de que se treta, no trajelo das
3." Secc,So. Ministerio dos negocios da
Justina. -- Rio do Janeiio, 94 de juuliu de
1854 t
liiin. e Ex,m. Sr. S. M. o Imporador, a
cuja presenta levoi o oflicio n. 71 de 21 de
maio ultimo, remetiendo por copia o oflicio
que V. Exc. dirigi ao juiz municipal do ter-
mo de Cabo Fri, dessa provincia, pedindo
ser esclareci lo sodispondo u regulamenlo
das co reifOus, no arligo 2, que os testa
menteirossosujeilos a Matar sement al
45 annos ( r.1. do L. L.P'Til. 69 S 8^ deve-
ra esta disposico entenderse como urna
piescrip^ilo estabelecid? apenas a favor dj-
quelles teatameMteiros que dentro desse pra-
zo nilo tenhatn sido chamados a cotilas, e
interrumpida par aquelles que o tenham
silo, ou se um tal prazo lie pcemplorio e
fatal, nilo so para que o lesiaminleiro nQo
possa ser chamado a cuntas quandu anda o
nSo tenha silo, mas lambom para que nSo
jiossa ser con.strangidoa conlinuac3o dellas,
sea liverj enmelado, c nflo concluido, e
havendo o metalo Augusto Senhor mandado
nuvir o conselheiro procurador da cora so-
bro esto objBClO, conforman io-se com o seu
parecer,-ello ordenou que diclarasse a V.
Exc, para, sua inlellgeucia, o paia fazer
constaf. ao icferido juiz municipal, quo a _
prescrpc'So de qu-se trata estabelecida no o imprevistos que ocorrem durante a via-
citada t8do lit. 04 da Ord. I.iv. l.o, o mais ge n, e al a descarga das mercadoiiss e os
expresa e dilectamente DO$ 44 do -nesmo: seus depsitos, dos quaes Mies resulta dete-
tit .est sujeil. a tolas as'cl-usulas i!as riora^So.
presoVri^Ocs i-ni geral, sendo urna dellas ai DEM 1)0 DI\ 10
de olfrer nilerrup(iIo pela noMQeaQOO ao A lliesouraria da l'aialiyba, sobre acon-
toaftninteiro'para rrusla- contasuma vez sulla, se depois da promulgavflo do decreto
quo seja arcusada coiiipelcnlemenle, pois de 27 de junho de 1846 vigora a orden de
por esta ca uerpeiua-se a acto nos Irruios 6 da maio de 1841, so responde que a du-
do diicito. vida Sea resolvida polo aviso de 31 de de-
Dos guardo a V. Exc.Jos Ildefonso do zonibtp de 1810, declarando que os Ihesou-
Souza Rani.is.--Sr. vicc-prosidento da pro- reros das alfandegas nilo percebem venc-
viucia do Rio de Janeiro. ment do lempo que exercem runeces de
depulados provinci.es, a vista da citida or-
.i i dein de 0 de margo do 1841 e dos artigos
i1) :ii i; o do regulamenlo de 42 de junho
MINISTERIO DA EAZE.NDA. de 1836. Iliveiidoo inspector da alfandoga
KXPEDIENTR, W DA 10 DE JUU10. providenciado na lrma do arligo 45 do ci-
doe Alagii.s.
O presidente da relacSo da Babia remet-
teu copia do accordflo da dita relarjo no
proCessq de revista crime entre partes, re
correrrtes Isabel Jacintha da Silva, e recor-
rida a jusiu.'.!.
Os'juizcs de direito Joaquim Manoel Viei-
ra de Mello, Jos Ignacio Accioli de Vascon-
celos, l.niii'encu Jn.se da Silva Santiago e
Mjroel Teixeira l'eixoto respondoram a re-
clamadlo deMsnncl l.ibinio P.-roira de Cas-
tro.
Os julaes de direito Manoel Teixeira Pei-
xoto o Manoel I.ihanio Pereira de Castro res
pondera ni i de Jos Candido de Pontes Vis-
gueiro; Marcos Antonio do Macado adcJo-
Alves Caroeiro; D. Francisco B.ltlissar
da Silveira de Joflo Antonio de Vasconcel-
los; Jos Canudo Pontes Visgueiro a de
me. r i ln i is do anciradouro de desearga I llenrique Jorge Rabello e Antonio l.eopoldi-
para a porta da alfaualega, he lora de duvida no de Araujo Chaves de JoSo Eeriiaudes
a applic.cao qde tem aquella doutrina, co-
mo bem decidi a tliesuuraiia, visto que n
frase succeiios (// mar, do quo se serve o re-
gulamenlo, comprelieode-se implcitamente
de B.rros.
O juiz de direito da comarca do Alcntara,
i,'incalo da Silva Porto, enviou cortidflo de
posse daquelle lugar, que nflo pode sor aver
bada por nSo vir sellada.
HxposieOei.
Expostos os processos ni, 4650J 4656, 4734
c 4695, passou-so aos
Julgamenloi.
N. 4689.Revista civel. Relator o Exm.
Sr. conselheiro Per ligflo Mallieiros, recur-
rente a fazenla nacional, e recorrido Tho-
maz Missiter : fui concedid. a revista, e de-
sgnala pira revisfln e novo julgamcnlo a
relaeflo doM.ranno.
N 4694.Revista civel. Relator o Exm.
Sr. cooselheiro Veiga, recorrenle i.uiz Jos
de Brilo, e recorrido Joaquim da Silva Mou-
rlo : foi negada a revista.
N. 4710. Revista civel. Relator o Exm.
Sr. conselheiro Caslro Marcarenhas, recor-
rentes Joaqun Pereira Marinho &C, o re-
cocido JoSo Francisco Coulho : foi cunce-
dida a revista, e designada para revisto e
novo julgatnenlo a ivl.o; Vi de Pernamhuco.
Enviaram-so portarlas acimpanhaJ.s >le
copias da recan irlo do juiz de direito Po-
^cio de 17 de iulho de 1854, ao prctldentc da
provincia de S. Vaulo.
cidado. honradosque dispiiem ua California de
grandes capilaes. O espectculo que lem i vil-
la contribuir aliu di.so para o erramanicnto
ni Asia dos germens da liberdade e das luies
da u disi.-.io. Sua. primeira. rrlacOe. comnos-
co forain os primeiros passos para csseiniiuen*-
so commercio que boje se fax coin a China, e
com o qual multo lucra a California. Se conti-
venno. .eu. impulso, por meio de Iri. c de
reslricces cegas. eapoino-nos acausarpara nos
I uicsmu. um prrjuixu que oa se poder reparax.
em multes annos. t,
Se os mlneiro. eslao inquietos, os habitantes
de S. Francisco devem estar sallsfeiios, poli
que as chegadas do Celestial Imperio sao mais
uumerosas, c caa navio que aporta Iras enta-
ines de emigrados que mcllem immediatamen-
le hombros ao trabalho. t) resumo apresrinado
pelo lcral de S. Francisco falla mais alto do,
que fallariaoi phrases. No mei de abril ealr-
rain naqiielle porto 5,531 emigrantes, dos
quaes 4,450, isto he, mais de piciade, vicrain
la China!
A cidade de S. Francisco, que esllvcra lia
tranquilla em lodo o mes de abril, parece ter
perdido parle da sua seguranca. A Commitsao
de Vigilancia linha teapparecido. Km urna or-
dem publicada em t> de maio convida ella os
seus Miembros a reunir in se por distrlctos,
anu de ogauisarcm palrulhas noclumas. Se-
gundo Informacucs dadas pela couimissao exe-
eunva, dix essa ordem, existe anda na nossa^ci*
dade i,ni imihI i de iiialfeilorcs e deiucendiarius
que prociirarain alear o logo em dillcrcntes
ponti,.. Cumpre pois vigiar com zelo. a
Kspcrava-se qnc a preseuca das palrulhas
nocturnas seria suHiciente para afa>tar os ini-
inigos do repouso publico. No caur|io, portn,
he precisu recorrer anda aos meio. heroicos,
c osjoruaes da Calilornia nos oU'ercccm hoje
.loo. ou tres esculpios. Umdclles deve ser ci-
tado.
Um gale fgido de Sydney, por uome Tlio-
inaz George, f.ntou ciucocula oncas a Miguel
MacKevvile cniGraville Creel..|>relodc Coloma.
Prciiderain-o c liieram-o comparecer perante
um jury improvisado, que o coiidcmnon a ser
enfoicado, se dentro de meta hora nao rcsli-
luisse o ouro que furlra.
'ii.iui.ii Ccorge ucgou-sc a faicr a rcslilui-
co ; enforcaram-o iinmrdialameiile. mas n;io
odcixaraiu peudurado o lempo neccssario para
morrer. Nao era senno una espade de interro-
gatorio qaje Ihe querala fazer. Desccrain-o
pois c reaoimaram-o por meio da ,-ipplicaco da
agua Iii i c deoulros rccotifoitanles.
(guando voltou a si prolcslou de novo que
A' lliesou/aria do Espirito Santo, em lado regulamenlo, he applicavel ao escrivflo
vista do ullicio do procurador fiscal diri- da desca'ga que esta subsliluin.loo lliesou-
gido a directora do contencioso si de- reiro que tonar assento na assembla pro-
clara aneo liscal proceJeu em regra quan- vincial, a disposigo do artigo 4. do decre-
do di-'idou exigir por sua ordsm de A- lo de 97 do julho de I84G, para liavor
Irvndro Pereira da Silva, como ador quinta paite dos veucimontos do lugar que dro de Souza Marques |uel|es juizes com
Jj Jos Anlonio oe Oliveira a Silva, a ora uxerc silvo te esta quota unida aos quem o reclamante conteni, para a ella
mulla de que I rala o artigo 36 da lei do 17 sous voncimentos prefizer mais do total dos responderem dentro do praze do 15 dias.
de selembro do auno passado : 1 *, porquo vencimentos do emprego subslluiio ; de- \ Fechou-se a sessflo depois de urna hora da
nflo sendo o dito artigo declaratorio, mas volido n'esle caso abouar-se-llie aumente os tarde. ________
sim ampliativo do decreto de 5 do dezembro vencimentos d'este ultimo emprego. I -
de 1849, e nflo estn 10 comprehen lido no A do Maratibflo, sobre a dosisflo toma-
artigo 50 para ter eXMueSo desdo a pu- da sobro o recurso de Antonio Lopes For-j liommando das armas.
blica?ilo da le, nfl) poda a im'iosisSo de reir, iilerposto di deislo daalfaiidega pe- Quarlelgeniralnaciilndedollecifel.deajoito
s.-meinanlc multa ter logar,.nles do anuo (i- lo qual nomcar. 4 pri.neiros escrpturarios | de 1854.
n.OCeiro de 1852 a 1851 4., porque ello l.o paro o 0MO.0 de quo tata o arlio 40 do 0RDEM 00 Dlt u9. SiSliVt^ctoma" *
estatu, cid para coagir osvsaeloies a apro- regulan!-nto de 17 do novembro de 1814; Teudo-se apresentado nosto quirlel-ge- I jugu u Kai que o mais que enllo tinlia a
sentai os livios, cotilas e documentos da sua nflo obstante luyer numero sulliciente de neral os Srs. tenenteda comnanhia lixa ir | recelare, a alguaemexea de prisSo usaaoa ha-
goslflo, o uo deve como pessoul quo lie, le- foilo'es, por erireudor que os feitores que civ.llaria desta guarnirflo Francisco llrnri-
dos partidos que e.lao dehaixo enntarem, como
sempre foi, com a inlervencno e.lrangelra para
laier Iriuinpbar sua. pretences contra a von-
tade nacional, l.-ta velha lctica, nao lem ou-
tickrrsullado .eno torna-Ios mala aulipalhicos
ao paix.s
Se o Honilor limita a sua denegaci) even-
tualidades a que ne.le arligo ae allude, lato he
proclainaco do imperio, que Luli Kapoleao
pote apressar ou impedir aceilatno. com
go.lo.^fe lavramos termo de con.aSo dfl.ta in-
lencao, que nao ho hoje apre.entada pela pri-
meira vex. Mas ae o .en m he conleslar a exac-
tido do que dissemos acerca da conducta que
a. outras potencia, da Europa, >e dispunham a
adoptar, dado o caso de tal u.urpaco ; hepon-
lo a reapeilodo qual .u.enlamo, que o. no.sos
loeioa de iulurinaco aa> |k'Iu menos iguae. ao
do Ely.eu.
Slm, nao obstante a singular tnis.o de M. de
iieeckeren a Viennae a Herlim. e do extraordi-
nario expediente de mandar um creado despe-
dido com una missao de coociliacalo para seu
amigo amo, temos unitivos para acreditar que
o gabinete francez tem poucas rasdr. para dar-
se por salisfeito das informaces confdenciae.
que tem recehido do exterior. Nunca tratamos
de farer reviver o espectro da grande caaliso
de I8l.*>, que nao foi mais que um iimnenso c^-
forfo das nacoes e dos exerclto. da Europa pa-
ra defender sua propria independencia e para
arrancar .i Franca o poder exterior de que ella
tanto a. usara poresp.code 20 anno.. aclual
estado do mundo nao carece lelizinenle de um
scmelhante esforco.
A Europa mi tem sido assohda por invasdes
e derrotas, a Franca uo lem oblido augmento
na sua torva uatural, u emquanto ella ae con-
servar nos limites dos tratados de 1815, a re-
conslrucco da grande coalisao militar, levan-
tada contra cita, seria utn completo absurdo,
das anda que tal eslorco n.io seja necessaiio,
lomos a salisfaco de ver que a paa da Europa e
os tratados de t8l5, nunca eslao io bem defen-
didos como quando se manilesta que o poder
quepis creara est protnplo a defendc-los.
AJIudindo aos partido, cahidos para os quaes
sena fatal a Intervencio estrangelra, segundo o
dizerdo Monitor, o 'JVmesconclue as.lin:
Seria dillicil para no. dcsigjiar algum dos
parlidos cabidos, para os quae. urna tal inler-
vi in;.i., seria um golpe fatal ; c o uso que.e faz
des expressao, moslra que Luis Napoleio tem
corttianca anda no clleiio, que e5la velha phra-
sc produz na vaidade iiaclon-l.
Us rivaese adversario, da Franca, .e o. ha,
convem-lhc mais dcixa-la as maos do seu ac-
tual chefe, poiific de nenhum oulro modo a
podeiiam degradar mais, c temer menos mas
ainda assim, qualqucr que seja a sympathta c
respeilo, que seutnuos por uina ti i. ',.., que di-
rigida por oulros governos, lem sempre go.ado
dos benelicios da liberdade, e marchado aini-
gavelmente coiunosco frente da civllliaco e
Ctbr nos liadotes, a>sun como nao Ibes be primeiramenlc exiuiuaraiu as fazendasnflo qUe de Noronhi, e segundo cirurgio litera*
applicavel a priaflo, a que esto sujeilos os deviain fazer parle d'aquella commissflo;.so ao corpo de san le do excrcito Francisco
exactores; 3.*, po que ao llie-ouro e tno- declara que orno ni especii sujeita, a dif- (encalves de Moraes, que por aviso du m-
s uirari. s, o nao aojuizo dos felos, rompo- feretiQa de direilos p la divergencia na qua-; nislerio da guerra de 14 da julho prximo
te nnpor tal inulta, regulan lo sua impur- lilicaQflo exceda a 100,000 rs., cumpte que patudo foi mandado servir nesta provincia,
lanciu conformo asias s que mais ou me- nos termos do citado artigo 40, a decis5o| determina om.rechal do campo commsn-
tios doposerem contra os roaponsaveis, por fossu d ivolviJa a ous feitores e dous pori- danle das armas, que este facultativo passe
qtiatilo o dito juizo lem apenas de proceder tos, observan 10 se o proces-o marclo HOSjexercrr as respectivas func^Oes no quarlo
execulivaiiicnio pata a sua cobraoca como artigas seguinles : nSo podando o inspector | balalhfli) de arlilharia a p, e aquelle tonen-
hc expres-o no citado artigo 36. da alfandega excluir os feilores e noniear i. ;1 ,,, r ..lua enmpauli!.!.
oulros omprega los com o fundameiito de
-AO inspector da fa'ndega, dando p-O- !* t*a$"J" ESJE1*'
Tmenlo ao recurso de \"clorino Pinto ". f"!"" <<> 'o c".mon!" "p' "i
de Sa Passos, por quanlo recorren lo-se da '*'""ZS^J!EZ
.loiinir-m do .1110 aflia nejo bruto-dada consuleradotcoaiosrbllros : o porlanlo bem
del.uic.o do_quo tej pe/o brul f:rll0leu a lnMOUriirit mandando pioceier
Antonio Correa Sera.
Declara aueasdisposicoesdoatl. 10 *i l. do no artigo 3 do regulamonlo de 48 di agos-
cdigo criminal, sflo l.mbem applic.vois lo de 1849 combinado com os s 3.' Ss.' novo exame na orm d. 4-1**
aos eierevoi menores. do artigo se reconhtee coin uvulencia ;rlli!0- Cumpre a vertir "***"#*
orlo do mercurio doce encon-' d.e",uo sen,lo,0,rec""a.!.ll.?l'lna.
vista dot lermos genricos em que lio conce-
bido o art 1." da lei do lOdejunliodc 1835,
era applicavel a disposieflo do art. 10 do '.
l.'do cdigo criminal, que nflo julga ciimi-
nosos os menores de 14 anuos, a crooula
quan lo deV' ase ptevalrcar a opiuiflo de quo
a resina era lambem um envoltorio, anda
assim devor-se-lua considerar eslamerci-
doria com'.ircheiidi la as disposi(Oes do
artigo 4.0 que cslabelece a tolerancia de-
Ambrozia, de 13 para 14 anuos, qno no dial mais utn envoltorio, fazendo-se .batimento
lOde marco prximo pretrito, assassinou d,,s taras na razflo de cada utn dellosj.por
a mulher do capataz de seu senhor, Antonio tanto cumpre que o despacho das nuncio-
a r>- _nn >C VI 11 i, r 'i 1 i' i ;> i i i i >. I >.___._>_ ____luij, nflik *1A ><.kaiaa
de Ca mergo; S. M. o Imperador, a cujo cu-
uhecimento levei oslo negocio, manda res-
ponder a V. Exc, que bem resolveu essa
presidencia a duvida pro,'0 juiz municipal, quando declarou. que sendo1
as dsposictJes do art. 10 do cdigo criminal
igualmente concobtdas em termos grraes, e,
alm disso, fundadas nos principios de hu-
mai i lade, claro eslava quo eram lambem
epplicavcis aos escrav>.s. O que cumuiunico
a V. Exc, para sua inlellgeucia.
Dos guarde a V. ExcJos Ildefonso de
Souza llamos.Sr. vice-presidente da pro-
vincia do S. Paulo.
SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTICA.
Seiio em ti de julho de 1854.
Presideucia do Exm. Sr. conselheiro
Pereira Duarle.
A's 9 horas o 3/tabiio-se a sessflo rom os
nadas barricas, contundo, nao 30 arrobas
de tesina, como consta do manifest mas, Exois. Sr. conselneiros Nabuco, Pinto, Pe-
somoulo 45, involvendo 200 libras de tner- ;canha, Perdigflo Malheiros, Almetda, Siquei-
curio, seje frito na forniB do artigo 5 com- ra, Serqueira Lima, Vriga, Franca, Pqpce
binado cun o 4. I. do citado regula- de l.eflo e Castro Mascarenhas, fallando com
Atiio de 44de junho de 1851, ao vice presiden-
te da provincia do Rio de aneiro.
Declara a maneira porque deve ser observa-
do o att. 44 do regu menlo das ciirci-
-
FOLHTIJf.
OCONDEECARMGi\0LA.n
(POR MOLE ENTILI10.MME.)
PB1MF.IHA PARTE.
Xi_S-_Ur_._-_\ IV.
O rifto.
A nrinceja B ianca clava em seu quarlo, ein
l, e com os olhs filo, aobre o jardlin donde
te elevavam de quando em quaudo exhala50cs
perfumadas, eu rosto palhdo, seus grandes
olhos preto. abatidos por urna languidez secre
ta, revelavamador niy.terio.que Ihe devora-
l.iia voilou lentamente a cabeca para urna
rapariga pollada re.pello.atnenle algn, passus
atrs, e dlsse ihe:
Antonia, e.tivcsle hon '.em na praf a grande I
_ Situ, .ignora, respondeu a rapariga.
( ) Vidc WarK> d. 176.
ment.
Ao rnesmo, dando provimonto ao re-
curso de t..ni ,i ei e C. visto constar do
dos sobresoledles que foram declarados
nella os viiaJores de que trata o reeurso,
devendo todava exigir-so os respectivos
direilut caso se nonti lerem om numero su-
peiior para o trrico do navio E para evi-
tar abusos que podcui provir do lisias de
sobreselentes orgnitisadas com designado s
vagas, dover-se-lia otdcnar que se observe
rigorusaineiilc o disposlo na I. patedo art.
4. do rrgulamento de 48 de agosto de 1819.
DEM DO DA 15.
A Ihatourafia do Maranhflo, sobre nilo

causa os Exms. Srs. conselhciros Campos,
Verneck, Brrelo Pedroso, Mallos e Car-
oeiro.
Foi lida c iprovada a acia da enteco lento.
EXPEDIENTE.
Pela secretaria de estado dos negocios da
justica foi communicido que ao bacharel
Manoel Jos da Silva Vieira, juiz de direito
da comarca do Bre.jo da Madte de Daos, con-
cedau o presidente da respectiva provincia
tres mezes de licenca para tratar da sua
-audc.
O prosidenle da provincia do l'onanibu-
o parlicipou, em oflicio de 6 de junho, ter
sido devidamente entregue ao juiz de di-ei-
|-| ti "~ i il^rT~iaal^Mtaaa>f-'"--J*
Enlo viste luda a ceremonia do triuin-
pho ?
__ Siin, signora, e jamis nao assisti a um
i.i i tul I espectculo: miuha felicidade teria
sido completa se mi fasse o lncoinmodo sbi-
to que se apoderou de vossa alteza, c do qual
lui lesteiniinha.
Slm, confeso que ao ver lana genle so-
bre o pomo de ser esmagada por esse cavado
furioso, nao pude dominar o terror.
__ Ali! signora, ae tivessei. vUtn nc.se mo-[|
ment o cunde de Carinagnola, vosso susto te-
ria restado logo. Elle c.l-va lio bello de calina
c de magesladr, sobre seu cavallo fogo.o, que
ler-se-liia crido que era dotado de um poder
sobrenatural, c que o senliniciilo de que a gen-
le se seulia auimada ao seu aspecto era antes a
admirado do que o terror.
A piinceza nao respondeu, sua cabeca indi
nou-.c iuleiraiiK'iile sobre opeilo, e seu. olhos
lauguidos i ni. ii mi um.i innl ole devoradura.
Mgnora, disse Antonia depois de um longo
silencio, voss ollcia parece loda abatida esta
maubaa, para que n.i i desee ao jardiuii is.o
lalvez Ibc distraa o espirito das idclas que o
culrislccem
Poi.sim, Antonia, respondeu Itianca com
um ar di.lrabido, deseamos ao jardim.
Para ir do quarlo de Bianca escadaque con-
dona aos imuiensos jardins do palacio, era
preciso alravc.aar moa va.la .ala, que, nao aer-
viado tenao de passagciu, uao era decorada se
nflo de algn, retratos j prelos de poeira. Ao
aproximar-se dessa sala, liianca creu ouvir i
passos pesados e compassados como os de urna
scniinclla ; ella eulre-abrio ligeirainente a groa-
sa tapecarla que a empedia de ver cssehnmem,
e reconlieccii o capitao Bramante.
A princesa ia entrar, quando vio a porta que
Ihe licava em fenle, abrir-se c dar passagein a
armagnola. I otan ella parou c acenou a An-
tonia para que reprimisse ate seu alilo, c em p
contra a t.aprcaria, licou iuimovcl entregue a
uina violenta jgilacao. Que ia ella ouvir? Nin-
guein o sabia, e ella mcsina nao .c preoecupa-
va disso; mas ler-sc-hia dilo, ao ve-la escutan-
do, que esperava um .om para apoderar-. del-
le ao passar, e com eeito primeira palavra
que o conde pronunciou, o rosto de liianc se
alegrou como se ouvira o .om de unta voz
amada.
.Enlao? perguulou Carmagnola ebegan-
do.se a Bramante.
_ Eolao, nada ainda de inquietador, gene-
ral.... nao importa, nao eslou tranquilizado...
_ S tranquillo, e fia-lc na justen de men
juizo. O perigo nao he iuiniedialo.
__ Nem por isjo deixa de existir, replicou
Bramante c repilo-vos, be prudente que dei-
xeis Mdao quanlo antes, .e nao i|uereis correr
ao encontr da morte.
itianca Olivia sem coniprehender ; todava a
esla palavra um tremor Ihe peicorrcu o corpo
dtsde os ps at a cabeca.
Bramante, respondeu Carmagnola com urna
voz grave, cedendo, ha cinco anuos, a leus con-
EXTERIOR.
NOTICIAS DA CALIFORNIA.
New-York. 4 de junho de 1852.
Temos noticias da California ale ti do passi-
do. A feicao inai. caracterstica, de.la. noticias
he a hostilidade decidida que se manifeslou cin
difl'erenies pontos contra a emigraco Ciiiin,
por terrin reconhecida-os minciros que lliesse-
ria iuipossivel lular contra bomens lao pacien-
te, e lio Irngaes. U. Chin., de feito, conien-
tam-se cun um pequeo salarlo, que nao che-
ga nem para as necessidades dos bomens de
raca branca, e com o qual. |entretanto, fazem
elles ecanoinias. Sua presenta deve fazer bai-
lar os salario., perspectiva que nao agrada aos
Irabalhadores de nutra origem. r Orina-.c pois
nina especie de liga que exige sua expulsao a
Iue nao aguarda apromul^aco de uina lei que
aaulorise para leva-la a^Qeilo.
O governador Bigler fez-.e echo da. queixa.
do. minelros em tima men.agem especial diri-
gida legislatura. Pede uina le que po-
lilla restriccoes emlgracao Cliim e declara ser
ella indi.peosavel i pro.peridade e irauquillida-
de do paiz.
Queixa-.e sobretudo do. Chin, que vao para
a California ein virlude de contracto, celebra-
do, por inulto, anuo., i Es.e. homens, diz elle,
vem aqui nicamente para razer fortuna; nao
se e.labelecem; nao adoptam nenhum dos
habito, americanos, e terminado o .eu teinpo
regrcs.am ao seu paiz com os ibesnuros que
deveriam ticar no uos.o. >
Mo grado a. instancias do governador, a-
diU-.e a a.sembla no dia 4 de tnaio sem lo-
mar a menor decisao a respeilo. Comtudo nao
he llevlo isso a estar ella animada de boas dis-
po.icdes para com os c.irangeiros, pois que
inpoc a laxa de tres pesos por meza lodos os
tnlneiros e.lrangclros que nao livessem dado
os prnneiro. passos para a ua naluraliaaeo.
I.un-in!, u laiveique nao havia urgencia quauto
aoa Chin., ou talvez mesmo o$se levado por
uina repre.cnlaco dos cidadto. de S Francisco,
que uao tem os mesmos prejuizos. ou antes os
u ni i mili i r oili i i i, e i.i i i Ihe annuiiciaratn do piogrcsso ; s um D. Quixolc poderla lua-
os execeiores que desta vez cria enfoicado! ginar que a Franca acenaria por inlcrvcncao
sem remissao. tieorge i|ue, egiindo parece,! estrangelra instiluiccs por ella propria aban-
illo liaba inuita voulade de pa>sar por uuva ex- donadas.
mi i. ma, decidio-sc a revelar onde tirilla es- hala discussai, e estes docuuiciilo. produn-
condido o diiitieirn. Salisl'eilos com este roul-1 rain a vautagem de apremiar a. rclaccs das
lado, consuliaian entre si .os homens que se principar, potencias da Europa, na actualidade,
tiiiham rcuiiWo para cata*, nova applicacao da \ no .eu verdadriro ponto de vina A causa da
lei de Lynch, eresolvcraui cnliegar o ladran a paz c da libeidade nao lem nada a temer da
urprau nem do iiiy.lerlu, e uOs leino. a .alis-
ii. o de ver quo o governo fraucez tein apreti-
dipoa respeitar os direilos e a independencia
dos outio. paucs, pelo desejo de proteger os
seus.
hitantes de colonia, irritados com oa numero-
sos fu. los de que tiiiliain sid i victimas, arroni-
baraui a cad taciii que eslava preso Ueorgc, c
tirando-o de.li, bem como a um negro chamado
.Uiller, euforcam-Oi a ambos. Estiva decre-
tado pelo deslino que curge nao escaparla
corda.
s indios nao lem cessado lambem de inquie-
tar os colonos do iiiteitor. Us jomar, de S.
Francisco ciiaui numeroso, assassioaios cotn-
uieiuda Vr riles as margen" do Shasia, can-
dado de Trlnily, c em ouuas localidade. Quan
do purm .ao apanliiJos os assissiuos, ai del-
les. Nemas iniilhere. uciii as enancas siio puu
pailas. Una matauca de.ia., cuja narracao li-
lera alguuia Impressao cm S Francisco, acaba
de ser coiiiineinda ein um valle a pequea dis-
tancia do ramo septentrional do rio rrlullf.
( Courrier ( Jornal ilo Vooimcrcio. )
sello!, eu me prupuz um .lim maguilico,^ mas
herissadnde perigo. e de obstculos, e alo te-
re! utn instante de descanso ciuquaulo esse loo
uao for Raneado, ainda que cu morra na lu-
la lerrivel que tenhoemprcliendldo. Escuta.....
estamos ss.ecomo disse.leindaogoru, grande,
perigo. me amcacain. En nao quizera morrer
sem le haver aberlo incu corafo, sem le haver
dito meu pen.amento lodo inteiro I Sabe, pois,
que uina ambicio mais uobrec mais alta do que
a .te ail,|no ir o relime dc.uin glande capitao
me lancou na carreira em quaaa aortc me icio
to felizineuleajudado. Reconhccessesesta mu-
lher, acrescentou elle apuntando com o dedo
para um retrato, cujas cores paludas attesla-
\ no os cslrago. do lempo.
lima mulher! suspirou Bianca, cujo ros-
to aecobrio de urna pallidez lvida, ao passo
que eu. olho. brilliavam como s live.sem sido
con.utnidos por moa chama interior.
Pobre e .anta crcalura do eco, murmurou
Bratnaute, como a nao reconlicceria eu
Sabe, qual o .cu ultimo voto?
Sei, di.se o capitao em voz baixa, pois fui
quem vo. fex depositario delle.
Pois bem, Bramante, ou esse voto ser
ellinprldu, un esta clieea calora, exclainou o
conde pondo o dedo sobre a fioule. Se tenbo
DO T.IJIES.
A ultima nota do Monitor.
Os documentos auiheuiicus publicados re-
ccniemenle por nos, relativos corresponden-
cia entre as cortes do norte, ceica de suas fu-
turas relceles com o goveruo francez, foratn
recebida. cm toda a Europa cum una avidez
que nos o i" surprehende porque as nota, que
liveino3 de examinar e analysar, continliam os
primeiro. csclarccimcnlos ciados dados ao pu-
blico, a respeilo de uina queslao de iuleresse
universal c de una iiuuiensa importancia para
a paz geral. O imincuso alcance destas, deciara-
edes, nao lie menos seolido cm Franca que na.
ouira. partes; e em consequencia disto o or-
gao nilo i il directo do governo l'raocei reerbe-u
urdem para fallar di lie cm um paragrapho.que
julgamos dever reproduzir, porque se ainibue
apeona do propnu Luiz Napoleo :
i. Algn, juruae. eslraugciros esforcam-so
por I u.i i/.ieie.niar o boato de que as potencia,
do uorteinaprevi.o de certas evcnliiilidades,
e dispuuham a renovar a coalisao de ISIS, dc-
leillllll.llido il'ante-oi m OS limite., lua do.
quaes nao seria permiltido Franca modilicar
o .cu governo. Hste boato be fal.o; as even-
tualidades que elle d como pretexto, uao lem ..
neiiliuina probabilidade. Nao lia nada que in- uhecidas pela Europa, demonslram suficlenle-
dique a necessidade de urna inudanca qu.lquer j mente que sobre esle poulo nenhum paiz es-
las uossas inslitulcOcs A Franca goza do mais trangeiro pode inlervir contra a vontade della.
AS POTENCIAS DO NORTE E OS TRATADOS
DE I8la.
O nossus correspondentes dos dlllerenles
pontos do continente contliiuam a dar clareza
c forja sronsiderasOes que ltimamente live-
mos occasio de fazer, acerca das relacdes que
cxi.leiu entre o governo de Luiz Nap.leao e o.
oulros grandes poderes europeo.. Nao ob.tan-
le o desprezo que o chefe da Franca lem mos-
trado pela opini.lo publica Unios o goslo de ver
quea publicidade que temos piulido dar a essa
opiuiau, agrava consideravelineule o eUeilo
deas correspondeucias, cuja existencia he j
liio penivel e humiliiaiile para a sin vaidade e
amolelo ; e cinquaiito elle lenta lodos SI art-
llelo, de Intriga para obier ao menos da Euro-
pa a aci|iiisciencia lacita Itni usurpacao; o
golpe mais profundo que pode dar se no eu
poder, be palentear ao inundo sua po.ico real,
com prora, i rrfragaveis. Portn o que he cer-
lo, be que a. diligencias que fas para conse-
guir a alliaufa de alguina das grandes potencias
conlinentaes, tendo dado a todas conectivamen-
te, e separadamente a plena convieco d i lim
da sua ambicio c dos meios pouco cacrupulo-
su. que ruipregaria para la ebegar.
A questo entre os governo. 'europeos c Luiz
Napoleo he sob dill'crente forma, a niesma
queslao que em taulas parles surgi da convul-
sa.) de 1848.
Tcrao os tratados de |SI5 perdido a sua aulo-
riilade, ou devem cr mautidos e deB'andidos
como lei puldica da Europa ? Emqiianlo de lo-
dos os lados se f.iiam tentativas para quebrar c
.iiioo.l ir este. Halado. em tamo que a mes-
illa l'russia, que ibc deve urna lio graodj parle
do seu territorio, parela disposta a por de par-
le as suas disposices, neis temo, con.tanlc-
inrntc resistido a Indas as inudaucaa, pelo mo-
tivo de que qoalquer que fo.se o inovel tempo-
rario, be a Franca que em lodo ocaso llraria
pruveilo de lar. iufraeces.
Ella lem, be ven! ole, cxcrcido|um direito que
niugueiu Ihe contesta, o de mudar com propo-
sito deliberado|a lorma de seu governo interno,
e tres revoluces, ludas successsvatnente reco-
complelo repouso. Todas a. puleucias mantciu
cum ella as mais amigareis! rclajcs, c nunca
esiiveram como liojc luo longe da preteucao de
inlrometler-se no nosso rgimen interno. El-
las aabeiii, que sendo uiister a Franca faria re-
pellar .cus direilos, as.iiu como ella re.peila o.
dos oulros povo.; poicui csses direilos nem es
lo aiucacados, nem coulestados. He proprio
.,. ____~ ....-- -___; i..:_a
de todas as potencia, de miuha aliua,e ein pre-
seuca de.la santa martyrque recebe miabaspa-
lavias na manilo celeste, jmo soleir/ueinenie
nao ler jao ais ouira cs|iosa ; purm he clirga-
da a hora cm que devo acliar-uic em casa do
duque de Mil.io, mi o basamos espetar.
E rollando ambos para a pona pela qual
Carmagnola havia entrado, desapparcccrain.
Bolle nielo louca de- auciedade, com o rosto
desfigurado pelo fogo do ciutne que Ihe devo-
ravao curacao, Bianca oorrcu ao lugar que el-
le, acabavain de deixar, c laufou um olhar ar-
den (I de dc.cspcro .obre o retrato que Car-
iiijguol.1 linha designado com o dedo a llra-
tnanlc.
Este retrato era o da duqufta Ueatrix.
\lin i inai 1 exclamou a donzella passau-
do aubilaiuenle da dor a mais violenta, ao xta-
sis da felicidade. Miuha mal! culac, he a inim,
a inim que elle ama !.....c que ama a esle pon-
to.. .. Ol i meu Dcos, meu Dcos I cu nao pedia
lauta, felicidade.
V.
O Taliimnu.
Ante, de entrar em casa de Viscootl, Car-
conde pondo o dedo soure a t.oute. se tenno aoitiutrau- ---- -,:.,,".:,.,,.
adiado em ion,, forca e a li.telllgeocia oece.- magula parou um Instan e na gra de^ sala ue
sa.ias par. eleva, -me lio alio, he porque que- espera que preceda o BaDle.c e 00 laque, e ue
,o que no dia emuuea liltia de..a mulher In- a multidao dos cortezao.-eocl.ia aeinre. El c
ro que ao dia ein que a
feliz subir ao tbrono que Ibe pcrleuce, tneacbc
alias nobre, aiss grande para al, poi. atno-a
rierVa'u"l|!ar,"pelo acolhlin.nlo que Ibe fize.-
icm esses homens, se o duque liaba deii.do
alas quanlo tnaior be a falla de c.tabilldadc na
sua siluacao interior, uiaia frequente. sao as
tnudaucas do governo, e mais necessaiio beque
as sua. relacoe. eilerioie. com os outros pai-
tes se conservan! sempre inalteraveis. A paz
da Europa deve ser posta ao abrigo de uina sor-
presa, de um accidente ou de uina vaga aprc-
hen.ao; e uina ve* que Luiz Napoleo lem
transpirar alguno, cousa astulcuce. malvo-
las que uulna evideiiiemcule contra al.
O conde alo lardou em reconhecer ua olici-
tude com que o tratarain, a dismmutacao ordi
naria de Visconli. Todos os lidalgos reunido,
ahi pcrlenciam asmis nobre. casa, da Loni-
bardia, lodo, cooheciatn, e quasi tojo, desper-
sivam cerlamenle a baiieza de .ua origem, e
ludavia lodo, queriam ser o. primeiros a fal-
lar-lhc, a aperlar-lhe a mao, a lembrai-Ibecom
oaccentodamai. viva admiraco os brilban-
tes vlcloria. que acabava de alcancar. uso tul
tiara elle um eguodu iriumpho; o H iumpho da
corte depois do da praca publica, .rnenle com
adilVeieucaquede cen mil voze. que accla-
tnava.n seu noine sobre a pra9a nein urna .0
menta a sua e-ousclencia, ao passo que de du-
zctitas voze. que exall.vam eu uierilo debai-
io do teelo do palacio ducal, nao le la acbado
de que fo.sem .iacera.
Carmagnola linha o espirito mu superior,
por Isso nao podia engaar se neate poni;
mas scuorgulbo de plcbo, orgulbo grande c
legitimo, gozava com profunda sati.faci das
boinro.geui forcada. que e..e. Bdalgus rea-
,ii ,il, aoseu me i no c ao seu poder. Elle rece-
beu esta, demonslraces com urna dtguidadc
calina c serta, aeiu osienlafao e.cm falsa na-
desla, como hoiuem que se Icuibra do seu pas-
sado, e que aoc appreciar o valor que lem ad-
quirido.
Depon dcsla provacao, que a.olicilude de
.cus admiradores amca;ava de tornar demasa-
MUTILADO
r


.

-H
^sr:
II

aproveltado todas ai oeciiifle> para auegur.r correio ; mas como nSo he hom andar mal' immodl8ci deade o momento da assigna
pessoalmente, que a un pulllioa lie paeilica, com gente que tras e leva multase taria- tura do contracto.
A opiniJo comerjou a apoderar-se d'iln
'recelo, e determinou o ofTerecim.-uto da e-
. mon la refunda, que estabelecao apelllo pi-
.. >aassembl p'0incial Se eu fra legis-
^^S^2ZvH&ffi& 35>''" "'' -" S!LZ lJrin0 mo CUDt"nl,ri"com fl"g,r,nlia:
sebia ae, ihruno de .rus an.epa.sados. u.na lal de cooCiencia, que andam ellos multo ditl-
declarado au se Cas, e mala de una asscrco gentes porque sou mullo De-ii pagos,
se tem relio, por baio de inu. toiiliueuic em |>ara variar de materia, dir-lne-nei que o
coniradic(9o cun un lal coiuproiulaso. i -1 -11 lo chronista denuncia a eiisluncia de
De l .ii, ale na poucu, ualurea real das re-, Uma agitatSo revoluciunaiia no mundo ee-
-2
1
l.i,in-. do g.iveruii francei com o rcalo da En- c|8,jBiicu ; e a ser isso exacto, como nfio
ropa tem aido desfajada. O Monitor, com a lal- O(|0 ,|jxar a ser, visto que he um chro-
sldadc do Mtame, anuunciou, .apoto "'* [llsU vordadeiro quem o diz, he de crer que
dc'di7,a'n7e7"l agreo t.u lo verdadeira, principio de seu governo para reduiir o-
UODfo aqucrepre.ei.iara a luiprensa ingina, holicncia a par/rana re.voltada. Quem Slbe
applaudiidu uina inalfeiioria que acabava de
ilidadc he, que a"allitnlc
A reali
so ja foram cumeijo do recolta as occcurreii
cas que Iho refer sobre a possu do gover-
conhecrr anas verdadelras iuleu{oe.
A. pelelo lomada c conservada, sem iienliuin
furco segundo parece, pelolioperador dallus-
,,alKce.la,neuleuu.dospl.cuomcnosmasej c,)irellte e a iror
iraordlnarios desta epuca, mal na o resullado nervssaria nOl
Ua lial.il.dade cunsuiiunada c da perseverauf a vao, OU sera utcessaria r.0\
da__
deacovolvidas pela tone de San I'eiersbourg
nos qualro ltimos aono. De .aples, ondej
os grs-duquesda llunsia sao recebldus con. as
mais extraordinarias bomas, na presenta de
una forle esquadra francesa, al Beilin onde o
iinpetador e aprsenla ein pessoa fenle de
mu regiment de couraceiros prussianos, todo
o coniiiienle lie govcrna.lo. liuialineule. se
nao siinbolicamenie, por coronis con. unifor-
mes russlaunos, e aso neuhuina poca aulcilor,
eieepW talvez quaud Alexandre atravessou u
llliiu i 1814, preponderancia da Hussia ful
tio uotavel.
A piimcira causa e a mais evidente da exlen-
sAo prodigiosa, e antiualural dessa aUlori.lade,
be o (error Inspirado pela rcvoluc.io de I81S,
depieeiacao que esla rerolncio eaasou a cssas
poieoeai, c a deicooaideracao d.t Franca, e o
reapelto que se sent por um i berauo, que se
nao representa a llberdade, representa ao me-
nos um poder legal.
Pordlii peruiiua-sc-nos que a csla3 causas
junteinoi una ouna, que mais iiiiincdialaineu-
te reapelta ao nos.o paU.
O poder da Ktttsia no coiiliueuie nunca ebe-
garia a altura sem igual em que esta, se ll.-bil-
ineuie se .ivesse uuuUdo oda Inglaterra.
Dous grandes estados, a Inglaterra eallni-
aia Bcaraiii inibalaveisein preaenca da e.ineul-
siio de I8IS, cada um destes doui estados segulo
a sua poltica par a com as potencias estrangel-
ras, loelandu com es.a crise espantosa. Ore.
aullado lu nao smenle que a Inglaterra pcr-
deu, e a llussla ganbou, em todos os pontos j
dessa poltica, 'Has lainbein toruar-se o aseen-1
denle da Hussia no continente mais absoluto e |
vir com a quo tumou o seu delegado, apelar
das irreguUridas do que a arguem.
A assembla provincial foi pro ogada ate
m es cousas como
nya prorogacao, ou
lie remos sem ornamento.
He certo que hoja disse-m* pessoa bom
mi ii mal i que a ituiona, receiosa de que
nos das que restan tiBo possa concluir o
orcamento; e estando pelos cabellos mui-
tus de seus membros de fra que |.i esl3o
infesados de tao longa residencia na capi-
tal, i mu i esta noite (s3u II horas o acabo
le c inservar com um iniciado) o accordo de
discutir en globo o resto do orcamento que
osla no 5.* ai ligo da despoza, e faltara lu-
da la ii ii-.o 16, e tola a recula, e anda a
receita e duspeza especial das barreiras.
So isio sa v i ii,' i na iiiio multo mal
liscutidu, mas lie pussivel quj so conclua a
Ouqo c dizor que alii se trata do oncor-
norir u n coiupanliia para a factura do una
e.-trada para transporte, sobro tnlhos de fer-
ro, dos 11> luetos da nossa lavoura para o
porto do Santos : llebs o permita ; e a oc-
CatifiO be ptima ; porqun, se passar tal qual
o orgamonto, liea o presidente da provin-
cia autonsado para celebrar o coulr.cto,
p.iis la esla um aitigo ;o 6.)qne lli con-
dr.i u mais ampia das autonsaces de que.
leulio noticia, paia cunlracUr a l.ctura das
estra las .<-. provincia com cumpa nhias ns-
olonaea nu eitraagelraa.
Ante-lioiileni a i>ppo*it}l0 fez urna sorpre-
sa a msiucia da assembla provincial Ipre-
entando um piojelo de loi aulori-andoa
mai wlrarie llberdade publica, do que o I arrendar os ioipostos creados por le, o a
poden ser se fo.se coiitiabalaucado pela jusla j applicar o seu producto s despezas croadas
e salutar iulliieucia dos ciado con.tiiuciouaes. por l. i, emquanlo udn for promulgada a no-
E mis nao podero) Hippor que o carcter do | va |j j arfamOOttl do curenle auno llll.n-
Bdual governo da loglaierra, ueu o ttulos do |cero o | da opposiciio he miDifeato
lizaria previamente as ooiidicOaa geraea e
essenoiaes da mpreza, p>ra que os empre
sanos contsssem com urna base certa para
seu clculos. Se nSo passara parte da o-
menda que subor Una o contracto a oppro-
vacilo da isscmblt,declaro que est pro-
vincia no maior dos perigos porque tem al
o presente oassado.
Como pode ser til a quem estuda estas
materias conhecer o movimentoda llnha de
estradas quo termina na barrera do Culi.-
Iflu ; vou dar urna idea a respeito, consig-
nando o extracto que Ii/. de documentos of-
ciaes, do numero de animaes carrpgados
que pagaran, a t>xa naquella barreira no
auno finanreiro de I85U a 1851.
Quadro dot animaes que pajaram faxo na auno
de 1850 a 1851.
Jiillio 15,101, sendo carroados H,*3
Agosto 12.011 14,381
22,358
30,816
33,613
36,293
30,539
28,030
27.000
21,818
2*,23
15,100
Setembro 22,905 >
Uutubro 31,168 K
.Novembro 31,183
Dezembro 37,028 a
Janeiro 31,100 a
Fevereiro 28,722
Margo 27,517 >
Abril 22,352
Main 25,310
J Nllll > 15,507
Somma 302,935
Somma 295,923
gabinete ligles e o governo de alguos estados j projecto fol houtom approvado em primen a
alludos, mas nao letao neo. inlluencla, ueui JiscussSo.
opporiuui.iade de ealabelecer urna poltica fe-1 6dejulho.
le Indenenente, de sua lavra, as coolereu- I .
cia.oai.'ir,M,a.congu,doap.ma,queo,lra- Chegou hontem a mala do vapor que dali
teiucoui ogiao decorleila que so serve para parti a 3,'ln surt que tivemos juana, s com
occullar a ausencia de delleieucia real. ts rios de dala ; pois quo o corren aqu
Com ludo, entre o presidente da Franca, cir- chegou das 8 as 9 da maiihila : ja tillo lie pe-
couiscrlpto, e duapontuto no objrclo mais cha- .quem vantigem. N3o sei so de COftO tem-
i de sua auiblcau, e a potencias ionucis L10 a t,s[a p,i,, s mares eslo mais benig-
dessa coalisao deque o Imperador Nicolao be o| ii os v.qures andam mais: pois que
ceotru viyo. a pul.tlca aocega dad. Inglaterra | ^ fMflm nvu ^ ^.^j e,
de
fu .le mi auiuiyau, e a. pmenviaa 'v'1*"* [ |io a rsta pateos mares eslao mais benig-
lessa coalisao deque o Imperador Nicolao be o| ou os v.qures andam mais: pois que
ro VITO, a p.iliuea soeegada da oglalerra ; -|S f ,,, 1
i,- 1816 Uevem anda ser a l,,ne d.i 1,-1 publica PO'ico innis do 2i liora : ate or.mceio I}H-
quai ludi uo uouieiieiuo*, oio podmoa .ranga parecequaganbou azaadepoii quese
'cn.rna i tamb Aprecio imnlTe^U
adinitiir que o* arugoaque prninciteraiu a Bu-
ropa a ladopendeucla e a liiicrdadc poasauaar
rlacadon, iMauludoaa ao uieamo lempo os af-
;;.' de coutrarla landeool
Neiii em 1815, nem am 1*20 ce sua>|>o<. que a
lllaoca cuiuptia devcssi* cliueniar-ae pelo !-*
puLomu ii.iiii.ir universal. Ao conlratiu, a des-
Krulcdo deaie deapotlsmo fui a causa sagrada
que fe eorre a^ rmaa ceuienai de naces, c
rcuniu fui represe o tao tei no cuugreaao de
Vieuua. i\io lie de ueobum inoJu poltico da
parle dos calados quem tem relatan pelo menol
pacificas cun a repblica Iraucia, rttoriera
lima liiignageii. que m i couiu Uin cpi^ia mut
aos uuvidos de um avtriiluiciio.
Suas luteaedea detem serclaraa c disincias.
INo pode iiuiica luver coiiliauva cnire um po-
der legal c um poder falsificado* Porin quau-
du u.iciual governo da tranca liver percorrldo
a sua carreira e que o pala anda una v/ li-
la dcsperlar-se-llie o leo (I mf DIO de aeiil deve-
rea c de seu* di rollos, a resuuracfio da mooar-
t-lilt legitima seria t>iu beneficio mviduso 8 mu
trluiiipn de curia duracao, senila for acompa-
nhada do reatabelecluieoto da iiberd.de que a,
uuloridadc de Uuuap ii le dtslruio.
ste faci cunsliiue. na nossa upinao, a ver-
dadeira forca e eaperanea uacional do partido
inoiiarcliK-o em FraocBi cumu oontrapoato
anarchla da -publica e a lyraoula sem uoine
da poca actual. Nos nfio dvidamoi ae quer
que a oplnlie publica da naci fraaceaa cha
u pOUCO e punco ,i esle poni ; porem se al-
;;nni i Ltui.sa boder retardar aata otoIusSo uos
negocios da Franca, bo a apparencia de urna
ordem diclada pelas potencias csliangeira* c
um Ion de provocacfto que podeiia ser pn lexto
de reaolucdea mal! le mera nal e mais peiigosas
da paite dus boiueus desesperados.
(rrt; 'luana.)
iNTERIOR.
S. I'AUI.O.
S. Paulo, 3 d jullio 1852.
Saber que eatou probibldo de queixar-
me da Irrcgularidade do< corrcios das bar-
cas ? Nflo o quer um chronisla da Au-
rora l'.uiii-l.ina, quo fez-me u gran le in-
sulto de qualili ar de miMSOtei s niinli is
caltas, e entre outras provas Je seu JlliXO
aprsenla a frequencia con. que rs princi-
pio conUn lo historias .lo correio e *sto
atlnbuo o I. cundo escriptur a pobreza, ino-
pia, isterililudo ele. Tomara eu sab^r como
De qui se pode licar fecundo para nSo incor-
rer em semelliant'i censura; e em ultimo
caso hei de pergunta-lo ao tal chrouis(a,quc
tilo fecundo se inoslra.
Se 113o fosse o risco de comin. Iler o pec-
nado de faier julio, temerarios, eu .iirii
quo esse trecho da chronica nSo p le d.-i-
asr da irt fscripto por algum estafeta do
dau.eule longa, Caruiagnola entrou a fiual em
casa de Viscouli, dcixaudo na sala grande o seu
ii i l'.r un uiic o qual se vio logo interpelado
pelos corteios. Pbilippc Maria clava s. A'
entrada de Caruiagnola, elle se levanlau subi-
lainenle de seu assento, c iuni a todas as leis
da diquela e da civilldade, correu ao encontr
do general, o qual ui.rlgou a acutar-se em fren-
te de si. Ailcnct-s lo excessivas teriau. acaba-
do de conveucer a Larinugnola do perigo re
que eslava auieacado, se elle tivesse podido
conservar alguirta duvida a esle respeito, de-
pois do que H radiante Ihe llnha revelado.
Conde de Caruiagnola, disse-lhe o duque
com un. sorrisu helo de bondade, hontem dls-
se-vuquc quera provar-vos por una recom-
pensa rstrondosa a alia estima eu. que Icnho a
vossa pessoa; mas ir ii preco pagaraervicos
tac. como os vossos? y.ie lilui i, <| ie illguida-
de coulerir-vos qoe cstejam na altura ein que
hovels collocado vosso aomet Eern falla de li-
(ulos e de dignidades, cujo bnlho nada pode
accresceniar a vossa gloria, que favor posso eu
offerecer io conde de Cannagnola que csteja
ein barmonla coro e.se reuoiue que retumba
por toda a Italia ? Este tem sido, ineu charo
conde, o objecto de miabas rcdeies de tioo-
tciu p ii > a. e confesso-vos que ellas me abys-
iiiaui rtn uina grande |>erplexidade.
Principe, responden Caruiagnola com u:u
.i compendia.lo, os grandes sao aecusadus de
Ingratos, e inultas veie osio justamente. nan-
las gvas uo devo eu icnder a l'rovidcucu
vanla
gam; mas o qus oerUaenle nfio lude ser
apreciado be pouoa demuda iiesle correio,'
pois chegando lionlem ja boje parlo ; de
sorte quo vejo-ine forcado a alinliavar esta
Com llluita |i,.'-sa.
I'reliro sobre outros tpicos que poderia
tratar oquedi res.ieito a projertada coin-
panbia pata a factura de u.na estrada para a
roaagero, entre o porto do Sanios o os mu-
mcipios de maior prodcelo da provincia,
solre o quo mullo so falla por ca.
NAO ael por onde voio a noucia do que
ubi alguns capitalistas preparnvam-.se para
esta ein..rosa ; utas um trecho do um .In-
cuso d.i ministerio, no senado, alludiu lo
a somelhanU projecto, veioaulorisa-lo,tan-
to us.-im quo na iacossSo do ornamento na
issembii provincial ja r-e invoca a possibi-
Idadedots. impresa cuno argumunlo para
i decrotacAo ou preterido lo ulguuias pro-
videncias relalrvas atirantas.
ItiSMi-llio na ulma que ele projectoencon
lidia no O (amento as um lores lacilidades;
poiqu i ell-s cnnlero ao governo a mais am-
pia aulonsacflu qui ora pns.ivel desojar ; e
para provaro quo Ihedisso aqu traiiscrovo
n artigo t 0 .lo projecto quo so discuto.
< Art. 6." I'ica o governo autorisaJo para
contratar com qua'.quer indiviiuo ou com-
panllia nacional ou cslrangoira a emoresa
de urna ou mais liabas de estradas debaixo
do das seginntes couoi(0es :
Jjl.o Concess9o das barreiras acluae
ou cresfSo .'c novas, com cleva^So ou di-
| minuicSo da laxa actual (-200 rs. por animal
Carregado, 1,200 por carro.)
^ 2.* Iloraijao deslo privilegio pelo lem-
po necessario para indoinmss(3o dos em-
pres-rios.
3.* Desapropriico, melado por con-
ta do goveruo, iintadcporconta da empre-
sa; licuii'o o mesmo governo aulonsado
a eonliatar pelo modo miis coiivein ule aos
inlei'i-ssi-s da provincias as condnjOes relati-
vas a duracilo, largura, declive e perfei^ao
das estradas.
A comuusso da f.zen la mandou hentem
urna emenda accmsccntan.to as faculdadas
qu<- confore ao governo a concasso da ex-
ciusivoda rodagem ua cst'ada assim feila, a
favor dos empresarios, e exigindo que o
.mil H'i.i n.'i.i vigoro som a appiovacSo da
assembica. Como v, o artigo originario
enlregav a provincia o o fuluro de sua in-
dustria as mos do goveruo.qu), por orro,
ou, por qualquer oulra razSo, poda sacn-
licar ludo o.n um Contrae tu mal concebido,
e do qual nao liaviaappellar;Su,porque osdi-
reilos adquiridos pela co iioanhia licava n
m
O quadro supra mostra que a ascendente
prog.essSoda pro lucc3o e exportadlo del-
ta provincia, que tem de seroxporladae
importada as costas de bestss pela barrei-
ra do CubatSo, oceupara do ora em diante,
o termo miuimo dos dez annns mais prxi-
mos, 300 a 00,000 animaes ; e pagando ca-
da um 2i)0 rs. cada vez que passe pela bar-
reira, le ramos a renda anual de 60 80,OO0|.
Calculando a 8 analias a carna ordinaria
de uina besta, teremosque passam por es-
sa barroia de 2,400,000 a 3,200,000 arrobas
annualaienie.nSo coulando o que passa eo.
carros que, carregados com 50 a 80 arrobas,
passam mais de 1,000 poranno.
Conseguiiiiemenla urna empresa que co-
brasse pelo transporte dos gneros de a ni
inii'i.ic'in e oX|iorlar;So da provincia o termo
medio de 400 rs. por arroba (boje paga se
de 600 a 800 rs ), utilera annuilmente um
lucro de 960 a 1,280.000,000.
iN3o entra nuste calculo o incremento de
exportado permitlido pela natureza e fa-
cilidade dos transmutes ; poique be sabi-
do que actualmente mulla cousa se perde
nos celleiros do lavrador, ou ello no cura
de cultivar, porque o preco do transporte
ao mercado iguala ou excede ao valor.
I'assomos a oulra materia. O cerreio de
hontem trouxe a esperada accusa(3o do Dr.
facbeco ao Dr, Vabuco, e a defesa que este
apresentou na cmara temporaria, do que
sao ambos membros.
Conlini adiscuss3o du ornamento que
lioJH li.iii adiada uu art. 6 O projecto a-
presenlado pela opposi;3o regularisando a
receita o despea, emqanto nSu fdr promul-
gada a lei de ornamento do crrente anno
linanceiro, passou boje emseguuda discus-
sSo, e he provavel que amanhua passe oui
terceira.
.Nao me espantare! se, apenas approvado
osle projecto, deixar de haver casa pela re-
tirada dos deput-dos do interior que estSu
pelos cabellos ; mas niuguom coul stara a
nppusifO o direito do exultar por l.l mo-
tivo. ,
fCrirfa particular.)
lornal do Commeicio.)
VARIEAE.
.j ii vos den sent.lientos tao geneeoso, e priu-
ci|ialine..lc tao raro nos bouiens que uccujiau. o
posto supremo! >'ho contente de me ler feito
rer.der bomas que provam antes a grandeza de
vossa alma do que o uieu mrito, sobre o qual
niio me illudo, queris op|iriuiir-me anda con.
uovos favores, e n;io achais nciihum que lestc-
muuhe beui allaniente o vosso recoulicciuien-
lo! Ab! |inucipc, rjuania nobreza, e que dea
grar^a nao se pareccreu. con. vosco lodos os
soberanos '
Unte aules, uieu charo conde, que degra-
c.i para os soberanos nao tciem capitaes
o llustre, cumu u leal c valenlc Caruiagnola, e
quando vos lendes encarregado de fazer-llies
coioprehender esta desgraci. admirai-vos de
que eu faria ludo o que po.so para aelcoar a
mili, o mais famoso guerreiro da Italia! alas li-
gando vos a iiiiiu por algum favor insigne, peu-
so aluda mala em uieu iuleres*c dique no vos-
so; por l.so, accrcsceuloi. Viscouli con. un.
Ion. insiuuaiile e expreasivo, quiera acbar un.
que vos uns.e a iiiim de .nodo que en lica.se
Im n ceno de seuijire conservar vos lenle
de ni. o. eiercitos, quando l'uer a guerra,
I., ni.' de un n conselbo quaudo esliver em paz .
pois leudes provadoque sois tao grande polti-
co quailto hbil general. Vejamos, ineu Charo
conde, nao poderieis guiar-me? Invesligal e.n
vosso espirito a mais alta recompensa con. que
lenbaia sonbado, algoiua cuusa que poasa nao
engradecer vossa posir^o, pois sso he luipossl-
vel, mal cousolida-la, dar-lbe urna base solida
HISTORIA DAS CARTAS DE J0GAR.
Origem;indagacies dos sabios. As car-
tas ua autigoi la lo.Analoga dss caitas e
do xadrez ; -diH-renca das cores As car-
tas de Carlos VI;a reforma do vlete de
paos ; tran-for'iiarjOes necessariis; po-
pulandade das Carlas -Ojogo.
As cart is de jogsr com as quaes a infan
cia, nas horas .mus rpidas das recreace*,
construe laboriosamente frageis castalios,
ou nellas soletram a noile em urna mesa
cheia de livros estampados, e de brinque-
dos, as primeins notos dusjugus usmais
facis, limam um grande lugar na histo-
ria iin iiiiii. lo. Apesar do seu destino frivo-
lo, ellas teem si lo envolvidas nos miis gra-
vos acotilociinontos, e os signaos hierngly-
phicos iusciiplos n lia., tinham urna s'gni-
iicaea.i por mullo tempoeslu.lada e explica-
da diversamento pelos doulos O espirito
se perdera certaineute na analys .las nter
prolaces cintra Ii 'tunas colligidas pelo sa-
bio Mr. lvi.Ni .1. da academia de Dijon.
Quem desojara fulhear hoje as disaartaces
Muonlmenle engonbosas dos padres Menes-
trier, Daniel, dos abbades Rullet, Bortinel-
li c Itivp, do i mil de i.cli li i, dejansen,
de Ottley, de Signer e'de lodus esses pacien-
tes indagadores que, Se houvesseinos de
Ihe dar crdito, leriara tudo explicado pe-
las cartas e feito remontar a sua origem i
origem do mundo ?
Anda se mo tem como cousa certa qun
No tivesse salvado um baralho do cartas
ni arca durante o diluvio, e invuntxdo o
ogo do corvo nas lorigas horas da colera de
Dois. Um destes sabios, creio que o fobu-
. s'.a l'nly lulo Virgilio, nao alllrmou que
os habitantes da Lydia invenlsram asear-
las durante urna grande fome o que o jogo
conseguio distralii-los dos snus -ulIVim u -
los? I ni ouiro, Cuurt de belin, remon-
ta at os Egypcios ; att'ibue a invengo das
caltas aos sacerdotes deOsi.is. Um uutro
anda prelendeu que os signaes principaes
que se tinham perpetuado nas caitas, aira-
vez dos seculos, estavam inscriptos nos mu-
ros dos templos os mais antigos da India.
Kinaimonle, nada tem falt.do i illuslrac3o
das cartas de jogar obscuridad de origem,
n ;i_' ic"i"s dos sabios, contestares ilos sr-
cheulogos, sua influencia boa ou m, s
nhabalavel, que eslou prornpto a cuinprir o
vil-o desejo, qualquer que elle seja.
Custou limito a CarituhnoU comer os aenti-
ineiu.i. de desprezo e de indignacao que ferve-
r.ini ii. lie a.eslas |>alavras. Debaixo da au.bi-
guidadeconi que cobria sua phrase era impos-
sivel nao compichender-se o peusarnento de
Philippe Mara. Elle empelba evidentemente
Caruiagnola a solicitar sua allianca, e sso no
momento mesilla eui que a desc'aca deste, sua
niio ie talvez, estaifa resolvida em seu espirito.
Principe, respondeu Caruiagnola, tenho
preeisameiile que pedir-vos un. favor inuito
cima de meu merecimeoto, eque coosegnir
completamente o limque vos propondes, pois
lar a n.iuha posico inalacavel, poru. raides
impurtantea me obrigam a retardar por alguos
dias cale pedido, cujo resultado decidida de mi-
nba vida.
i.ii.ando vos aprouver, uieu charo conde,
di.se Viscouli, acharme-besseuipre naa mes-
illas disposcea ao vosso respeito.
lu un aparto de Mllo por algum das,
replicou Cannagnola ; quaudo voltar, vire
mais dss vezes mi sobre as palxOes do Do-
men..
Qualquer quo seja o valor das conjocturas
laboriosamente feitas depois de cinco para
seis seculos, nao se pode duviiar que as
cartas ndo venham do Oriente com o xadrez
jogo favorita dos rabes. Em Alhonas jo-
gava-se as cartas no lempo de Pericles ;
em Roma jogava-se lamben). As carias dos
itomanos eram de muilaa laminas de marfim
nas quaei estavam representadas figoras,
armas, flores e moedns.
Tcm-se feito notar com rasSo queaxis-
tiam entre as carias o o xadrez relatos que
se uo i "de attribuir ao areso. Na anti-
guidade, em urna poca que fra diflicil de-
terminar, as cartas eram urna representa-
do exacta do xadrez ; os delphins, os caval-
leiros, enroques se enconlravam nas primen
ras cartas divididas por cores ; cada jogador
tinha urna cor, e o propno jogo n3o era so-
no urna batalha, como no xadrez, no qual
se faz manobrar dous exercitos.Assim nas
antigs cartas pintadas do soculo XV nSo s
he o delphim o o roque, ou torra chamada
casadeeos, mas tambem urna carta, unor-
te, montada em utn disfigurado jumento
do a poca I y pse, o qual devla, por sua appa-
ricSo, pro luzir o resultado do xaque e mate.
ilaviam tantas cartis quautas eram as pe;as
do xadrez; depois dupli.aram-nas, e os
dous jogos, aperfeic.oados pela nveqcau bu
mana, se afTastavam de sua origem com-
iiiuni. Sem deixar co ripela mente as anti-
gs semelhanfas, as analogas desapparece-
ram ao depois; no feriratn mais os ulhos;
foi mister procura-las.
lima opiniau vulgarmente 'adtpiUida faz
datar a aveneno das cartas de jogar do an-
no 1392. Cremos com um grande numero
de eruditos que esta origem he mullo mais
antiga. Mr. Peignot cila o cy.iodo do Wcr-
cesler cm 1210, no qual os jugos deshones-
tos sSo prohibidos aos clerigus, e entre ou-
Iros o jogo do rei e da rainhn ; um manus-
crito italiano, il.ii.ulo .1.- I -J Mi, falla das car-
las chamadas naibi; estatutos monsticos
de 1137 pro mo de pagina ; linaimonte um edito do re
de Cis'.'la dalado do 1387 as colloca no
numero dos jogos prohibidosO famoso
romance anooymo do Renard filia das car-
tas oin 1328 ; elle prova que mulheres e ho-
mens jogavam as cartas em lugures quo tem
anda um non torpe; que ah se jogava
com furor para ganhar, e quo o nobre jogo
do re e da rninha se tinham vulgaris du.
I'o ler-so-hia tambem invocar o tesl.imunhu
da Chronique du pelit Je han de Sainl, cujo
lioro era pagom do rei liarlos V em 1367,
o ni qual se l : c Vs que sois jogador de
caitas e de dados, ele. .. He, |..ranlo,
quasi inconiostavcl que a invengo .las car-
tas no remonta a ma*s alto do quoao ii n
doseculoXIV, talvez aos seculos XII o XIII.
Se a dala da invencHo tem dado lugar a
conjecluras diversas o a controversias som
lio, o lugar em que esta invengo foi des-
cuberta, tem feito o assumpto de outras
tantas dissertaces numerosas.Seria por
ventura na Allemanha, na llispanha, na lia-
ba ou na l'ranca Uns querem que fosse na
Alleiiiauha em 1300; outros na Despatilla
em 1330; outros amia na lt poca anterior. Todava uiuguem contesta
que o jogo dos ceios fosse encontrado no
reinado de Carlos Vil com as cores conser-
vadas anda boje, copas, ouro, paos e ospa-
das. Estas cures dilforem nos paiz"S que
ciamos cima. Os Alio n.v s teem verde,
bulla, cascavel e o vermeloo; os llespa-
nhes espadas, mo-, ouros e copas ; os Ita-
lianos espada, paos, miro e II ir. Cada urna
deslas cor.s tinha una siguilicarjao : na Al>
om.in ni, onde asearas foram molificadas
depois, a bolota exprima a agricultura, o
cascavel a loucora, o coracao, quo foi subs-
titu lo ao vormeih i, o amor, o os paos quo
se acresceutou, a sciencia. .
Na Hespanha cada cor corresponda a una
classe, copas ao clero, espada 4 nubreza,
dinheiros aos mercaderes, paos aos agricul-
tores. A ni ii il vi.1 i se. notava na Ita-
lia. Tem-se q leri.lo explicar do mesmo
modo as cartas franeszas : uns esla expli-
. le.'ui'.e i i ci la e acha Justamente ame-
rusos contradictores. Enumeraremos ago-
ra os symbulos som numero que se tem
imaginado para dar um se'tido s cartas ;
liquomos anda um momento no dominio
Ja historia
Conserva-so no gabinete, dasestampts de
Pars 17 cartas as quaes s3h altribuidas ao
imaginario do re, (.i ing umej, e que nas
ni.ios d'Odeitede Cha.npdiverservira n mui-
Us vezes sem duviia do adormecer a lou-
cura do Carlos VI; estas cartas faziaui par-
le de un baralho que representava a dan-
sc macabre, esta allcgoria philoso;>hica da
vida humana vulgansada ni meia idade,
con o auxilio de tudas as arles. a As car-
tas pintadas e duuradas, diz o bibliuphilu
Jacob, representam u papa, o imperador, o
i iniui, o louco, o cnfnrcado, o escudeiro, o
triutuphador, os amantes, a la e os astro
logos, o sol c a parca, a ju-lioi, a fortuna,
a lemperanca, a forra, dopois a mono, o
juizo das almas, linalmento a casa de Dos !
nao he por ventura esla dansa dos morios
quo dispOc dos vivos de tola a condi(3o e
dirige essa roda immensa na qual sao levado
ns grandeseos pequeos, os feiizose os des-
granados ? Julgou-so que se tralava deste
baralho de cartas em urna conla do Carlos
Puupart, pagador do rei, para o anno de
1392: A Jcquemin Cnnguuneur, pintor,
paa trez baralbos do cartas douradas e de
diversas cores, com mullas divisas para de-
vertir o dito i-enhor (Carlos VI /. Mas os tra-
jes me parecem mais aualogos aus uzo9 du
lempo le Carlos Vil du que aos da corte de
Isabel de Bavicra, a qual tinha dado o ben-
nin ou o chapeliiiho as damas.
A esla poca puis remonta a invencn .! is
cartas francezas assim como existeui hoje,
e do jogo dos ceios que florcsceu no mun-
do inteiro. A danse macabre, esta allegoria
bisarrae lerrivel, gravis nos cabos dos
punliaes e nos copos das espadas, pintada
nas extremidades do missal, nas igrejas, nos
palacios, posta em msica pelos menestreis,
representada nos mysierios burlescos do
carnaval, desappareceu entao. As cartas vie-
rain a ser u.n jogo de guerra, e eis-aijui co-
mo as cousas se possarem__________
ian l.l illll lian lia. IJ
O rei Carlos VI, rei em quem duminava o
brio nacional, tiuhs prohibido em momento
de reflexo, sob pena de dez sidos de mul-
ta, em 1391, lodos os Jogos que impedan!
os seus vasssllos de se entregarem ao exer-
cicio das armas para a defesa do reino Nos-
sos pas, ao que parece, eram grandes ju-
gadores, aos quaes sn devia lembrar o sane
to ilever da defeza nacional, pois qus se es-
queciam no jogo das cartas pntalas de que
o duque de tlorgonha eslava s portas de
Pars e no corar3o da Fraofi com um exer
cito inglez. I'ara Iludir a ordem real, um
criado d'armas, o qual se personiflcou no
vlete de paus, e llcou deconhec lo, lom-
bruu-su iliMiiu engenhosi expediente; 11 un
formou as cutas, e com ellas sa houvo do
tal sorte que ellas vieram a sor vordadeiros
symbulos militares. Os paus forma o guarda
de urna e-mi,! i. os ouro o forro quadrado di
urna robusta flua, a espada a langa de urna
alabarda, as copas a ponti de urna I osla. Os
azes, nomo de urna moda antiga, represen
taram o dinheiro para o pigamotito das tro
pas, os quatros rois, as quttro gran les mo-
narchias judaica, grega, romana e franceza,
David, Atexandre, Casar; e Carlos Magno;
quatro damas substituirn) s qualro vir-
tudes das c.rtas pintadas, Judith em lugar
da Torca, Pui7.ii, da justica, Kachel, da for-
tuna e Argine da temperan;., os qualro v-
leles, ou variis representa va m a nobresa de
(.'ranea desde a sua puca heroica al a cs-
valleria, lector de Trota, pai ilesse fabuloso
r'rancus, quo vassava peloprimeiro re frau
co, Ugier o Dinamarqus,, um dos pares de
Carlos Magno, Sahire, o mais bravo capiL3o
de Car.-JS Vli, e o vlete de paus posto en
Cre ellas na qualidada de reformador do ba
ralno de cartas
As cartas trncelas assim determinadas
so pupularisaram, penetraram pur tola
parte, entre us ricos como entre us pobres,
nos palacios como nas chouaanas ; nas ta-
vernas, nos campos, nos saldes o lasquene-
te, trasi lo de Allemanha, o jugo dos ceios,
o triumpho.o flux, o trinta e um, o casamenta,
etc su jugaran) cm lodos us lugares, e llu-
biTi.-iliu.ii.i-. conla qu i Luiz XII jogava o
la.i- ''iin.eii acampamento a vista de seus
suldados. Transfor.naciJes successivas tive-
ram lugar cm dilferentes pocis mis prin-
cipaes personagens das cartas ; o reiQ'do de
Carlos IX trouxe vleles de caca, de nobrezn,
do paco e escudeiros para fazer cortejo* .tu-
gusio, Constantino, Salomao e Clovis'a Co-
lliides, Elisabeth, l'enthesilea e Uid ;p rei-
nado de Luiz XIV adoptuu Cesar, Ninas, Ale-
xandre e Cgrui, Vompeo, Semiramis, Itotanc
e Helena, Rogeris, RenalJo, Rollaud, etc
dem do da 9.
6i898,904
38:724,652
Descarregam'hojt 10 di agosto.
Barca americana Etdorado firinba de
trigo.
Barca franceza Deane vinhos.
Patacho brasileirn Sania Cruz gneros
do paiz.
Patacho americano Loptr faritilia de
trigo.
CONSULADO GERAL.
Rendmento de 1 7. 4:354,439
l.ioni do dia 1) .........3:747,765
7:102,204
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendmento de 1 7.....617,885
dem do da.!t .........317,837
935,722
Ii \|i(.i lai.iiu.
Rio de Janeiro, galeota brasileira SS. Trin.
dade, de 223 toneladas, conduzio o soguin-
to : 165 lonoladas ingle/as de carvSo de
podra, 100saccascom543 arrobase 10 libras
do algo in em pluma, II barris com 405ca-
adas de azeite de carrapalo, 3,000 cocos
verdes.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimetrto dodia 9..... 787,681
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendmento do dia 9.....2:342,541
U ""asssasijpaBHfjjaa
Mov ment do porto.
favio entrado no dio, 9.
Pbiladelhipa 50 dns, pstachi americano
Ii. F. Loper, capilSo E. Kenney, carga fa-
rinhadelngo e mais gneros, a Malheue
Auslin .-. Companhia.
Uncios sahidos no mesmo dia.
R io de Janeiro barca ingleza II 'al ee, ca-
p i .iu lluivn, carga a mes na qne Irouxe de
Liverpool.
Falmuut hbrigue poiluguez Despique de
Beiriz, capitao Joaquitn de Azevedo Cana
rio, c.rga mesma quo trouxe de Macei
av ia g.t-gga- au '1. -^esa^n.
H.D1TAES.
O lllm. Sr. inspector da thosouraria da
fazenda manda fazer publico que, em cum-
primeolo da urdetu doExm. Sr. presidente
da i'iovincii, tem de ir praca peranle a
mesma Ihesouraria, para ser arrematada a
Escrever-se-ia em livro, diz o bibliopkilo quem por menos fizer, nos das 3, 6 o 10
Jacob quo nos vem em auxilio nesto esladj)'1! agosto prximo fuluro a obra da abertu-
proli.ni nares, sobre as revol u^Oes das cartas'ra de urna cacimba no qaiartel do Hospicio,
t s da Repblica francozi urna onlivi- Para foniecimenlo d'agua po'avel au mes-
ubi .n -vos a proiuesaa que vos dignis Ta-
le
ler-ine
I. que cumprirei com gosto, principal-
mente se, como crea entrever, ininha fclu et-
irella quizer que vossa ambifao concorde con
una esperanca que nutro ha uiuitu tenipu;
mas avisto d.ijm a princeza Biaaca que paisea
io. j irdmi ; nao prelendeis dcipcdlr-vos delta
amo de sahir de Milao ?
i.ai ni i^uuli olbou para o duque coui aor-
prexa.
Ella se inores.ou vivamente pelos vossos
triutnphos, continuou Viscouli; como todos
aqu, admira vossos talentos e vossa bravura .
estou, pois,convencido quesera mu! seusivel a
este prucedimento.
Viscouli, ili/.'ii'in estas palavras, levantou-se.
Cannaguoja lez o inesiiio e dirigio-se para a
porla que o duque abri cm pe.soa depois de
ter renovado seus a.ieoaea.
Iliaoca eslava sentada debaixo da sombra C9-
pessa de um larlco, quaudo ella vio que Car-
uiagnola se diriga para esse lugar, uu. rubor
subui Ihe subi s faces, eo coraco'batco-lhe
vloleniariienle no pello.
=a lal,- .' murmurou ella com urna voz coin-
movida..... Oh meu Dos, que ter a difer-
me, e debaito de que pretexto pode vir fal-
lar-tne .'
Quaudo Antonia vio o conde de Cannagnola
aproxuuar-se de la ama, apartou-se discreta-
mente uin pouco.
Signora, disse Cannagnola prioceza lo
i Im o i ,-.'' respeitosaincnie dianic dclla, vou
tleixar Mil '.o.....
Vos parts! exclaniou a donzella, ceden-
do a um mu. uncu 11. v..i un i.i im.
Por alguns das .rnenle, aignora ; e o
senhur duque ViSCuuti dlguou-SC .uinu ir-ipe
lessoalmeule a que vlcasc despedir-me de vus-
a alteza.
Idos para multo looge, ilgnor conde?
sivel, em que as qualro d.mas foram subs-
tituidas por qualro vii i ii les republicana',
us qualro vlelesexpellilos por qualro re-
quisicinanos republicanos, e os quatro
res delronados por quatro philusophos :
Voltaire, Rousseau, La t'ontaine, e Moliere.
Decrelus reaes e du Cleru pruscreve.am as
cartas no., seculos XV e XVI principalmente;
mas os jugadores sSo geut'S pertinazes e
c.insoguiram sem are illu Ji-los. depuis tu-
ia o muu io ni lie' iv i a amar esws bellas
liguras as quaes eram onto ricamenu pin-
tadas e douradas, estes res de aspecto fa-
ternal, estas damas adornadas e armadas u
seu leque, estes criados do ar resoluto, que
so va pruinplos a partir para a g ierra. Os
monmus co iversavam do boa vonlade com
Laur.elot, Lahire, Ju.lilli uu Argine, os sol-
dados na b.rraca conversavam tambem com
elles, e os verdadeiros res nSo desdenhi-
vain do fazcr-lhes longa cuiiipanliia. Fiual-
meuto as c.rta na vieram a sar verdadoi-
aiiiu.ilu popularos seuao a datar de 1423,
i',i,ici que virj fi trrf.c.ii'i 11 da'gravura em
inadeira. Al mil i i as caitas eram feitas cu-
(iiu us mai'uscriplos e custuvirn muilo caro,
imi. quo Viscunte, duque do Mn.io, em 1810
paguu 1,500 moodas, de ouro a um pintor
raiiccz por um s baralho. Mas logo que a
gravura permilliu reproduzir ao infinito
urna iinpressau grosseira, os gravadores al-
lemaes iunundaram a Europa de baralbos
de cartas por barato preco, elles enviaram
para a It'lia o jiara a llcspanlia fardos dal-
las para as trocar por mernadorias, Depois
da .i--c.li ti.i da iinprousa, a roproluccflo
das artas lornou-se oais exacta, maisaper-
IVioii i la, a i i ii'.iiul ic io .0 assim me pos-
so exprimir augmeulou. Us navegantes as
l.'vai ..ni para lo lo. us lugares, o viram us
lOlioa do Mxico junar a urnn e a Iw.tle.
Ojogu do cartas se tea. conservado s-m-
pre ua frente de lodus os jugos; o xajrez
exige muita sciencia c paciencia ; as damas
nao chivo n se.io aus ven,os r.flectidus ; o
gao uu he um jugo de guarnirlo que fadiga;
o domin he un ajuntamento que onsurde-
co. As cartas s servem para todas s m3os
esuas combinaces inlinitas desaliam a to-
das as inlellihencias. O hotnom de Estado
em seu saiao, o soldado no leito de campa-
nha, o vadio nas Iravessas, o homein pol-
tico nos clubs, o menino uosjoelhos de sua
mflif tolos jogain as cartis. NSo sei que
prestigise liga a estes pequonus qu >.Irados
de papel mu grosseiramenlo pintados ; mas
n.1o ha preucupaces esulfrimentus que el-
las au pussam distrahir. Feliz seria o ho-
monj so ellas l'ossem somonte urna distra-
(3u ; porin multas vezes vem a ser urna
paixao a mais cruel e a mais furiosa, uina
paixao que embriaga, que torna cegu e sur-
do, quo arranca do curuca.i a piedada e do
espritu a ras3o. Fr um vordadeiro mar-
lyrologio a hsioria dos jugadores de todas
as elasses que as cartas tem desacreditado,
arruinado, deshonrado, assassiuado.... Mas
nao queremos fazer aqu u-m a pliisiologia
ueu drama. Basta ler c.untadu, depois de
minios ouli'.i-, simplese claramente u mais
que he possivel, a historia muilo curiosa e
mu pouco coiinccida das carias de jugar,
(f. Morel.j
(Semnine.)
COMMERCIO.
mu quarlel, segundo o plano ,e orcamento
que serao francos nesla secretaria a quem
os quizer examinar: as pessoas, portanto,
que i-l-ii iec.Mii liciUr, comparefam s 11
horas da inanhaa dos referidos dias, compe-
tentemente habilitadas.
Secretaria da thesouraria de fazenda de
l'ernambuco, em 30 dejulho de 1852.
O oili-'i il-iii.ior interino,
Emiliu Xavor Sobreira de Mello.
e<;lttrrtt;es
ALFAMIEGA.
Iteodinenlode 17.
4" '-'
31:825,748
liinco de Fernambuoo.
O constlho de direcrjao declara que os
'cennos da semana que decorre de g a 14
do currante sgusio, curitinuam a ser os de 6
por cento au anno para as letras a vencer a-
l o fio de ouluuro, c de 8 por cento at 6
nezes, sendo o expolenle para o mesmos
mos descoutos todos o. dlaa ulqis, >em ex-
cepQSo de algum, desde aa II horas da ma-
ntilla as duas da tarde, O mesmn cunselho
resolveo, e faz certo aos senhores accionis-
tas, que a ultima [uv-laclo de 25 por cenlo
com quedo couformidade com os respecli-
vos estatuios dove iam onirar de 15 a 31 do
correte, para a caixa do .Banco, lie trans-
ferida para occas3o opportuna, que ser
ilevidamente anuunciada por este mesmo
O/ario.
O rainal de marinha compra 800 varas
do panno de algodao, fabricado na Bahia,
pro.o ios para saceos ; 60 travs de cicupira
mcrim, tendo Je comprimentoto palmos de
largura por urna face,8 polegadas, e por ou-
lra 9 ditas ; 30 ditas de 50 palmus de com-
primeut'i e 9 polegadas em quadro ; 150 di-
t.s de 40 palmos de.comprimento, tendo de
largura por urna face 8 polegadas, e por ou-
lra 9, sendo a mu lena de embiriba, sipu-
caia, macarandiiha, ou curasao de negro;
30 ditas do 46 a 5o palmus de cumprim.ento,
9 pulegadas em quadro das mosmas quali-
dades acuna dilas, tudas estas inadeiras an-
nunciadas devnm ser de pi nucir qualida-
do, o sem defeitu algum: As pessoas que
taes objoetos tiverem, a presentarlo as suas
proposias, em cartas fechadas, no dia 12 do
crrenle..
- Do ordem do lllm. Sr. director geral
da i.'..inicien publica, luco saber a quem
convier, que S. Exc. o .. uiior presidente da
provincia, Im i vi. por bem designar o dia 4
de outubro vindouro para concurso s ca-
lleras de iinlriiec" primaria da Serra-Ta-
Ihada o da Fazenda-Grande.
THAf.0
TERCA FEIRA IO DE A-
GOSTOOE 1852.
QUINTA KEI'HESENTaCaO
MGICA APPARENTE
DE
ll!:il ALEXA1ER.
Ilorr A I c \ i iiili r
i^rjiler -n 1 IPJ-
IO II-
91
perguulou Hiauua esfonpaiulo-se por liiiprt.iiir
a sin \' / mu i sfguraiKpa que eslava bem Ion-
ge de seu corafo.
Vou ver o meu paiz natal, sgnora j as
moDlanhaso Pieuiome.
Itianc guardou um Instante de silencio, de-
pois dlsat? com voz ii t'iiiul i :
Cunde, us paizvs de irtontanha nao sao
seguro* ; eta viagem poJe expor-vos a algum
perigo imprevisto, e se vus a<.oule*se alguma
(It-sgraca seria isso para meu pai..... urna per-
da irreparavel.... fgoai-V'S aceitar esle aii-
nel, continuou ella tirando do dedo um aunel
de ouro cun urna pedea preciosa; fui um erinilitu
santo que m'odeu como um talismn que pos-
a virtude de coujurar os uiaiures pe-
rigos.
Caruiagnola cncarou a douzella sem respon-
der..... Considerando na causa que o deter*
niiiavn a uartir, uos projecto* que meditava e
cuja realisayodevia ler para Biauca to funes-
tos resultados, elle expcrluiculou ao tnestiio
lempo um pezar c uui reinorso de acaa- la to
boa c to compassiV'i para com sigo.
Signora, disse elle com um lom compene-
trado que fes estremecer-a bella italiana, ac-
ceito u talismn que me olfereceis, nao como
um preseivativ contra perigos que uo exis-tv.
tem, mueoiao u-nthesouro precioao que nao? CannagDolaiacllDOU-sc rcpeiloiamenlc e sa-
me deixar jamis. hio.
Biauca, com os ollios fitoi no chao, nao ou-f (0 sava mais aier uin gesto, nem abrir a bocea, ]
tamo telina ella revelar a perturbacao em que
esta va.
Signora, replicou Cannagnola com essa
voz blixa e vibrante que vem do corafo, e que
vai ao i n r i r .i i nos ignoramos lodos quaes podem
ser os decretos du deslino, mas aconleca oque
aooulecer.lquaesquerque sejam asapparencias,
Acal convencida que nao tendea no mundo um
criado mais sincero c mais Adeos, signora, sede to feliz quanto o mere-
cis, he esle o voto que faco ao deixar-vos.
Uianca tinha-sc levantado para receber este
adeus, e Caruiagnola, pegan'lo-lhe da inao, a
levou aos labios ; mas ficou espantado de sen-
tir esla mo tremer na sua, e levaotando os
ulhos para Biauca, vio-a cmpallidecer c cam-
ba lea r.
Grande Dejs! estis incomodada, signo-
ra? vou chamar quem vos soccorra.
Nao, nao, murmurou a donzella, nao
chamela nlnguem, nio siulo nada.
)cpois levantando para Cannagnola seus
grande olhos pretos, disse-lhe com urna voz
eufraquecida : ...
Adeus, signer conde, part, e sobre tudo
guarda! o meu talismn; tenho fe na vlrlude
que elle po.sue c repliu-vos, desejo inulto
cunierv-r a meu pal -um servidor tal como
MUTILADO


3
lustrado publico de Parnambuco, pela boa
recepcSo e pal numerosa concurrencia
com que lem sido honrado nat suatrepre-
aentacoes, para tudo qu* eativer em sou nl-
canae, offerece ao publico urna noite bem di-
vertida e interessante.-para cujo fim esco-
Iheu as mais almiravels experiencias.
Entre as sorles de hoja, se distinguirSo
particularmente as seguintes :
AscarUsgalvanicas, que obedecen) ao ar-
tilla.
O prestigio e vila selencia de um objecto
desftvoravel.
NSo necessitt-te oceulos, o quo mais olha
menos te.
A luva obediente
Experiencia de um florista.
A velha discreta, ou o segre.lo detcoberto,
esta adinlravel sorte caos iu sempre a maor
sorpresa, quando (oi excutada na real pre-
senta do Suas Augustas Magestades Impe-
riaes do Brasil.
Concluir a experiencia coro a mu extra-
ordinaria sorte que tem por titulo -- Taluuo
rosotuto, ou o latoiro escondido entro un
jardim de nares.
Us precos sSo os ja annunciados.
Principiara as 8 horas emponlo.
Publicac&es luteranas.
ELEMENTOS.
Z DE
|HOMEOPATHIA|
SAHIOA 1UZ A 3.'E ULTIMA PARTE
desla obra composta pelo professor de
9 hnmopalhtaCossel llimont Custari
2 5/000 a obra intuir al 30 de junho,
y di em que ficar encerrada a assig-
fj natura. Esta obra he til, tanto para
os mdicos quo se dedicaren) ao es-
U Iii 1 o da iiiiv medicina, como para
<> todas as pessoas de boa vontade que
% quizerem convencar-sc por experien-
9 cias da verdaJe desta iloutrina, por
t ser clin mu i tu clara, e a intelligencia
M de todos,
No cousullorio homoopathico ra
dasCru/es n. '28.
Avisos martimos.
>
ItEAL COMPANHIA HE PAQUETES INCfeF.ZGS
A VAl'Olt.
No dia 20 -leste mez, espera-
so doSul, o bem conlieciiio
vapor Ti'Viot Cummaniante
Onslow, o qual depoil da uo-
uiora do costunieseguir para aEurojia: pa-
ra pussageiros trali-so. em casa da agen
cia, na ra do Trapiche Novo n. 42.
Para o Rio de Janeiro pane no da t-2
do corrente a veleira escuna Galante alaria,
smente recebe escravos a frele e passagei-
ros, pra oque offerece as meihores com-
modidsdcs.
Para a Baha
Sahe com a presteza do cnstume a velei-
ra eja bem conheclda escuna brasilcira Ade-
laida : quem Bella quizer carregar, queira
dirigin-se a ra da Cadeia do Recite n. 23,
ou a do Trapiche Novo n. |6, segundo an-
dar.
Para o Rio de Janeiro.
O brigue escuna Olinila, segu
em pontos dias, ainiia recebe al-j
lida e escravos a [ve-\ >&"><*'"
Desappareceu no dia 6 do
corrente, um escravo mu ito, de
nome Alarcolino, de 16 a 18 mi-
nos de idade, de bonita figura,
bem filiante, com os signaes se-
guintes : estatura baixa, rosto
comprido, olhos pardos, sobran-
celhasbem prtas, sein barba, ca-
ra lisa, cor bem alva, pes bistan
te grandes, levou vestido calca de
casimira izul escura, com listra ,
camisa branca e chapeo preto, e
em mangos de camisa, porm he
de suppor, tenha mudado para o
traje branco, e ande calcado; este
mulato tem principios de sapatei-
ro, e he provavel se intitule por
forro, ha noticias deque elle an-
da nesta cidade e seus arrebaldes,
c tem casa aonde se oceulta, pelo
que se protesta usar dos meios da
lei, contra quem o occultar quem
o pegar, leve-o a seu senhor, na
ra da Gadeia do Recife, laja n.
22, quesera recompensado.
Companhia lusitana de paquetes a
vapor.
Manoel Duarte Rodrigues en-
carregado do recebimenlo das as-
signaturas, para a companhia a-
ora, faz publico que acceita qual-
qur numero de assignantcs, para
a referida companhia, at odia 12
de corrente, no qual se deve fe-
char a relacao: aspissoas que qui-
zerem subscrever, dirij >m-sea sua
casa, na ra do Trapiche n. aG.
Retrato da Daguerreotypo.
No atierro da Uua-Vitta n. 10, sobrado, ti-
ra-se retrato por daguerreotypo con toda a
perfeicSo c tullecida ate agora. O artista,
lento pois, de so domorar poneos Has nesta
cidade, avisa as pessoas que do tes prestimo
so quizerem ulilisar, para que o procurem
das 9 lloras da inanhSa as da tarde.
Precisa-so do urna ama forra para cosi-
nhar o eng-immur para dous homens soltei-
ros : na ra Augusta n. 31,
Urna mu -i 1 viuva se ofTorcca para ama
de casa do houiem solleiro do portas don-
lio : quem precisar dinja-se a roa da Penha
11. 13.
J O si'iihor Maiceliuo Manriques Peral- 4
<>> r, queira le" a hondada devir pagar (*)
r na ra do Vigtrio n. 9 a quantia do 4
fj rs. 177,500 que he deve lor a perto
( de quatro annos, do contrario ter **)
a. de ver todos os das por esteUiario, #
fc este annunci". '"9
+*+* v **.*> 9SSSSS 3
aos senhores deengenno.
Um homemquoa25 annos trabalha na
agricultura, com 10 a 12 escravos. tamboril
habilitados no mesmo terviCO, so oll"ereco
para administrar engcnlios, levando ost-us
escravos ; e prometa fazir grandes safras, e
No dia SO de maio do corrente anno,
diserlou um soldado do corpo de fuzileiro
nivaes e levou furtada urna cscrava de nome
Itoza, mossambique, idade piesunmel 36
annoe, baixa, retorcida, falla fina, e tem 6
dedos eui um p ale ji do signal na testa,pro-
pria de sua nacSo o toldado chama-se Ma-
noel Ferreira dus San tus, natural da Pona 111-
buco, idade 37 anuos, solteiro. altura 5 pea
pl, cabellos gremios, olhos pretos. Quem
lella dar noticia, ou a aprehender dirija-te
ao arsenal de mantilla aenlonder-se com o
inspector do mesmo que sera recompensa-
do.
No dia 37 de abril do corrente tnno,
fugio de Macsi, na provincia das Alago is,
o mulato Innucencio, pertencenle a Anto-
nio X ivier deNoronba TorrezSo, cujos sig-
naes s.1o os seguintes : inolato acabocolaiio,
alto, caballo corrido mal encarado, pouca
barba, sm denles nt frente, falla a manei-
ra do l'ar, dondo he li lio, moslra ter 30 an-
nos, pouco mais ou menos, consta ler-se
internado na provincia em companhia de
um Immem branco, e como possa passar pa-
ra esta provincia, dnr-se-ha boas alviQaras
quem o levar ao inspector do arsenal \
mar inha.
Jos Mondes do Souza brasileiro reti-
ra-se para o Rio de Janeiro a leva em sua
companhia as suas tscravas do seu servigo
Antonia parda de idade de 38 annos, Mana
('.abade 20 annos e Antonia parda menor
do II annos.
Mara Joaquina do Sacramento, Viuva
doalforesde 1". linha Jos Mara Marques,
faz scienle aos s -nluircs logiitst que nao se
responsabiliza por qualquer fazenda que
em seu nome tomar o seu I i I lio menor Jos
Maria Marques, como tem felo por diver-
sas vozes, o tem a annunciaote pago, para
que no se cliamem a ignorancia faz o pr-
senlo.
-- Madama Mathiau, criada que foi de ma-
dama llieber, t>m a honra d prevenir ao
madamismo peinambucaiio, qua veio esta-
belecer-se na ra da liuia 11. 5,com o liui de
encairoKar-si' em fazer iiianti-letr-s,vestidos,
-- Diriae-se para a provincia do Cear no, da firma, ser considerado como nSopigo,
drigue oteuna nacional Laura, Jos Coclbo le peder ter repetido.
Barbota Porfirio, uatural de Pernambucu,
Receb do tenhor Francisco Mathiat
l'ereira da Costa, o escravo de nome JoSn,de
nacSo, quo annunriou no dia 4 do corrente
ter pertencenle a meu padnnho o tonbor
padre JoDo Mauricio da CoucvicSo, vigario
la freguezia de S. Miguel de Ipojuca, sem
que com dito recabimento do escravo flzes-
ee desposas, por quanto o dito senhor Ma-
linas, naila quiz receber de comedorias nem
deseesat de nnuncio etc.
Afogados 7 de agosto de 1853.
Manoel Jos Mauricio de Senna.
Na padarla n. 30, na ra das Cruzes,pre-
cita-sa de um pideiro ponto para encarre-
gar-so da administraclloe trabalhn da m >
Desappareceu no dia ai do
passado mez um cabra de nome
\ntonio, que representa ter 3o
annos de idade, altura regular,
bem feito do corpo, ps pequeos,
he aleijado do braco direito ao pe
da mnnhaca, proveniente de feri-
mento d'arma de fogo, e tem to los
os costumes e fala do mato. Ivic
cabra foi lurtado em 1833, e an-
dou pelo serlSo em varios lugares,
mi, dando-so interesse, ou como mellior se como fossem liaclio do Saneue,
' Brejo de Rananeiras e Catle at
i85a, em que veio para esta cida-
de para o poder de seu senhoro
abaixo assignado; roga-se por-
tento as autoridades policiaes e ca-
p'itaes de campo a captura do mes-
mo, e mam! ir entregar na ra dos
l'ires na Boa-Vista n. a8, que se
recompensar generosamente.
Minoel Joaquim (Jarneiro Leal.
Lava-te e engomma-te, com muita per-
feico e aateio : no pateo da Ribeira de S.
Jos n 15.
zer dirija-se all, quo achara coui quem Ira
ttr.
abaixo assignado faz ver ao publico
quo tem contratado com o senhor Clauduio
Paulo de i.ir.i Flores, comprar-lhe sua luja
de calcados da ra Direita n. 50, o sa houver
alguem com direitos a dita loja, haja de li-
quidar nesles tres dias a contar da dala des-
te, que do contrario o abaixo assignado nao
se responsabilisa por qualquer divida que
possa apparecer. Jesuino Nunas Vianna. |
! ^ *!*
r Francisco Gon;alves de Murtes, duu- >
( tor em medicina, avisa ao respeitaval 9
0 publico desla cidade, que ji se aclia i)
(t nesta provincia, o ule contina a ex- )
*> ercertsua prulissao;as pessoas que 4
a> della se quizerem ulilisar, podem o Sf
tjy procurar na ra da Cadeia Velha n. 4
t> 59, primeiro andar. 9
Ceorite I' .ion, comsua senhora, retira-
se para Inglaterra.
Antouio Ricardo do Reg embarca pa-
ra o Rio de Janeiro, os seusescravos, Vicou-
te, e Joaquim.
OITerece-se urna mulher oiorja, para ama
de casa da pouca familia, ou dehomem sol-
manlilhas, e mais artigos de moda ; tamhem tei'o : na ra de Santo Amaro, sobrado da
encarrega-sa de oulras quaesqui-r costuras, | Viuva Misquita.
e espe'8 por sua prumptidfiu e bom gosloa -- Prncisa-se de urna ama, para nasa de
concurrencia das pessoas qua Inc qui honra.' litios: no paleo do Paraso, venda 11. ib.se
Ha IntfrWM de se tratar um negocio I dir,
com 0 senhor Antonio de Sa Cavalcanli Lint, | Na ra do Crespo n. 10, precisa-se a-
a bi-nellcio do dito senhor; por isso roga-se ; lugar urna preta captiva.quo saiba cosuihar
declarar sua morada, a sendo que seja fra eengorninar
ra praca la m bem se pode tratar com seu'
procurador bastante ou correspondente nes-
ta praca, iiue poderu declarar sua morada
para serem procurados.
Aluga-se o tercoiro andar, da casa da
ra do Queimado n. 9 : a tratar na lua.
HOTEL DA B\RRA.
nUA DO TRAPICHE N. 3.
Com a entrada pela ra dos
Ta oeiros.
ainila recebe al- hantras' militas vanlaiicns que coma vis!
guma carga m.u.ia e escravos a ,, ISSRStf^j&ir """'
le: trata-se com os consignatarios i .. v,|^rPpe-se umaama da in.ito bom lei-
M^chado & finheiro; na ra de te, eji caliiJ^'' &UJFEiu
... prelen ler din a-so a praia de sania mu
Vigurio n. 19, segundo andar, ou n t9
com o capilao M. Al. Ferreira, na "- a pessoa que pnrdcu um lenco Je seda
1 .ilealgtbHtra, na occasiSo do le-l)eum, na
Pra9a-_______________j^. ; matriz da Boa-Visu em 8 do corrente, din-
em^KO^s^^^fSfBk^ mm i. _Sfl 8Q a|err0 uoa.vista, luja de calca-
LellaO. dos do Antonio P. da'Cama, que dndoos
_---------------------------------------------- signaes ceitos Ihesea entregue.sendo pago
MigU' I Caruoiro fara IeilJu uo da sex-ia ,|09pesa desta annuocio.
la-feira, 13 do Crrenlo, as II norrs da aia-l ^ Soledade, casa n. 70 ao p do ferre
nliaa em ponto, no seu armazem na ra do|r0| ve|0 ter domingo a noite um earneiro
Trapiche n 38, de diversos ubjeclos que es- qU'ern for seu dono mande por elle, pagando
tSo demorados, os quaes serio entregues ;l jcspesa doste aviso, assim como a deslrui-
por qualquer prer;o oirorecido, vislo larom q30 q0 fez.
de ser entregues aos seus respectivos donos,
raso 11S0 seeffectuu a arreinalafSo.
Leilo.
cautelista Salustiano de ,v-
|quino Ferreira avisa ao respeita-
vel pulilico, que foram vendidos os
jpieHiios seguintes, da primeiralo-
teria a beneficio da irmandade do
Sanlissimo Sacramenlo da cidade
de Al a ce na praca da Indepen-
dencia n. i3 e i5, loja de calca-
do do Arantes, e na ra da Ua-
Havcndoesteestahelecirnento difllnitiva- (- .(: \ou ,! ;_
lente passado a novo proprielario no dia *<"a do UeClle n. 4'>, loja ac miu
rmelro do corrente, assagura-se nao so deas de Jos t ortuaato dos San-
aos senhores amigos assignanies que se dig- |iorto qartos 32o8 ,
naram continuar, como aquellos que de no- *"" 1
voo honrarem d'ora em litante, quo serio aO.'OOO,000 (le rs.; |Oig, 1.000,000
emprogadosos possiveis esforcos alim de j 1B80, 200.000 rs.: 48(17 ,
que ah sa encoutrem asseio, prfeiSao, e uc ft-_ >' '.
sulIicienciBi continundoos precos ja e helecidas para proviinentos tanto 110 hotel 353 joo.OOOrS.; 3lT2, 100 000
Xs^aS. m0 '",,ten"e''.r,..; ,67o, too.ooo rs } ,3o6 ,
Anua Ferreira da Silva, autorisada por 300,000 rs. ; 3798, 200,000 CS' ;
provislo doKxm.Sr. presidento, Dr. Fran- -iif: ion 000
r-.sc.iAiitonion.beiro!do29dejulhodocor- W*)> 100,000 rs., 2J8O, 200,000
rente anuo, tem aberto na ca>a de sua resi- rs.: cni Oltavos 5$ Compras.
Compra-se urna canoa em bom esta lo,
que carregun dous a tres mil lijlos; um
carro que carregue pipas or baiso : na ra
do S. Francisco, casa apahfida.
Compras!, rilando em bom estado,
urna rotula para porli de 11 a 12 palmus
de altura o 5 de largura, urna dita para ja-
nella, de altura 7 palmos, I rgura 4 n meio
ditos ; o al se CO npra a rotula de porta,
caso ii.ii haja para janella a (listar na
ra da Senalla Velha, ven la n. 15.
-- Compram-so duas escravas, creoulas,
do 12 a o anuos, e um inoleque du I a 19
annos; ten lo huas liguras pagam-so bem:
na ra i\ova n. IB.
Compra-so una armacSo que tivesse
servido 11 rn luja francaza ou de ail'aiate, qua
tej do caxillio ; na praca da Uoa-Vista
n. 17.
Compra-se para urna en-
commenda urna preta de bonita fi-
gura, e nnn preta, ou parda tam-
lade l)em de bonita figura, que ten ha m
algumas habilidades, eque tenham
de 16 a 18 annos de idade, agra-
dando nao se olha a preco : no 68-
criplono de Novaes (Jom|)anhia,
na ra do Trapiche n S.
-- Na ra daSenzalla Velha, defronto do
Sr. Marlins, pintor, compram-sc todas as
qualidades de ferros velhos e metaesdo to-
das as qualidades, assim como ourelos de
pannos linos, casimiras o tolas as quali-
dades de mulanihos, que sei vireol para fa-
zer papel; assim como cabos velnos, lo-
nas, ect.
-- Compram-se escravo*. do amhososea-
xos, de bonitas (guras, de 10 a 25 annos,
tamo para a provincia como para fra, pa-
..; iiu-.e bem : na ra da Cacimba u. II, on
de morn U tinado
lencia, na ra das Trincheiras n. 50, urna
aula de instrucciu primaria do primeiro
grao, para o sexo feminino: os pais de fa-
milia que della quizerem confiar suas (Hits,
podcrSo dirigir-se a memionada ci
SeXU-feira, 13 docorrente.logo que se
lindar a audiencia dosenhordoutor jui/. dos
feilos da fazenda, perante elle lem de arro-
iiiatarso os s guiles bous penhorados pela
.Qo.rL.hir.. .1 de .otlo.no .roiaiem de --^r^ionaTa'scus'd^eJores, a saber,
OI|- -- l. il^.ll. P.mlnj u f>ilI4
Avisos diversos.
na praia do Cal leireiro cujo fuil loalravess
a ra da Palm? e faz frente rom a da Con-
.cordia contendo dez palmos de largo o 469
,.-----;---------------------i--------Z7 <1 > --omprido por 1 :00^ rs. ; a Antonio Jos
Ferdeu-se na madrugada do ,,ercla Jo Meudonca, urna prensa da algo-
da 7 do crreme, uina mama de cavallo, de (|3(i com lialanca a |.esos tul i por51,000 rs.;
|ianno rioo aiul com belra prela, desde a ra a j() ciaudino Leile, urna escrava, creouia,
deHortas. paleo do ( arinu.Camlioa do nieanio, cos|||||e,r, ,,0r 300,000 rs. ; out'a dita do
ra das Flojea, JoSnl, ponie da Uo.-Vala, Al- (iur.nna por 450,0U0 rs umoscra-
Mai!dalepa:pcdc.eaquruiaacliouabundade deiros do Iraiicisco Joaquim l'ereira do Lar-
de "olregar tiesta lypograpliia, que ae giatili- vallio por 250,(100 rs. ; um carro de quatro
cara. rodts por 150,000 rs. ue Fredenco llatiseui;
Aluga-se o armazem daca-|um resto do movei de
sa da ra do Trapiche n. i i : a
tratar no primeiro andar.
Lotera de lN Rosario.
Ao dia 2(i do corrente, andam
impreterivelmentc' as rodjs desta
lotera, o resto dos bilhetes estao com funes documet
,' i vida, roga-se porta
a venda nos lugares uocostume. par, sanio pagar d
O Dr. Antonio Vicente do chim.do.jaixo-JotCroeirpd (
,. -- Ueseja-se fallar ao senhor Jos d
Nascimento teitosa mudou o seu
Loiolt por 15.000 rs.; e outros do Inocen-
cio da Cunta Coiannt por 8,000 rs. : quom
taes objectos prelcnder comprela no lugar
o hora do costume.
seuhor Joaquim dos Santos Azevelo,
como leve a eoranem do neg^r divida do
17,000 rs. impone .lo matenaes que com-
pruu na olaria dos Coellios, nio ob.lante o
tneu procurador M>uoel Anloiio Teixeira
documentos para p.ovar dita di-
nto conserve a tncsnta,
par' so "nio pagar dentro em tres dias, ser
Cunt "
escriptorio, para a ra estreita do
Rosario n. 22, onde, a excepeo
da noite durante a qual nao falla
ninguem o acharao prompto
prestar o seu mister como adva-
gado.
Precisa-si deum caixeiro portuguez ,
para ven la, de 10 a 12 annos : na ra Nuva
n. 55.
Jos Moreira Lopes relira-so pira lora
do Imperio, a tratar de sus saude.
Aluga-se o primeiro andar da casa da
ruada Senzalla Velha n. 36, com i salas, 1
alcov, 3 quartos e cosinha : a tratar na ra
iloOueiuiado, loja n. 9.
Precisa-se alugar dous pretos, para o
servi(o de campo, anda mesmo que nio se-
jam mocos, que he para Iraballiar em um
sitio peno di praca : quem os liver, dirja-
se a ra Oireila n. 69.
- Um rapaz portuguez, chegado ha pou-
co, eque ja lem alguma pralica de venda,
se offerece para caixeiro : no pateo da San-
L Cruz o. 106.
Roga-se a pessoa, que tirn urna carta
do correio, viuda oo ul em 6 do corante ,
pelo vapor Rshian, para Antonio Joaquim
Fcnoira, e que se acha na lista sob o n. 205,
o favor de a mandar entregar, na ra da Ma-
dre Dos, loja n. 34.
a Silva
Correia Collares na ra Nova n 26
- Jo.- Moreira Lopes, roa ao sinhor Vi-
cente Ferreira da Ciuz, professor de pi i met-
ras leltras da freguezia de Papacassa, o fa-
vor de I lie remetier us competentes altesta-
Jos paia poder receber na thesouraiia pro-
vincial os seus ordenados vencidos.que dou-
Iho om pagamento.
Gralilica-sc com ^0,000.
cacio das dozes pelo Dr. Mure, lacuna im-
portantissima deixuda por llahtiemam ao
cuidado ilns saus discpulos. Iteceboin-sn
assignaturas a 3,000 rs. pagos na occasio
d. entrega, no consultorio do prof. horneo-
patha Cossct 1; 11 un. ra das Cruzes n 28.
t>1^*?J>***>^*iV.""**15*
0 Mudanca de estabelecimiiuto.
Jos l.uii Cuaiaco tem a honra do fa-
K zer ocicnte ao respeitavel publico, lf
en particular aus seus benignos fre- -t
ti g.iezs,que transfeno a fabrica e loja (?)
1 de chapeo que linha na ra Nova 11. *
0 52, confronte a coclieira do senhor 4
C> Adolpho, para a inesma ra D. 4,jun- fy
fe) to a loja do senhor a. Colombia!, on- ti
fe de estara sempre prompto a faz*r t>- 4
dos os esforcos para bem servir a *)
P quemsodignar de o honrarcom a sua ()
@ iv.lili illCa. ulC
-- Desappareceu do engenho Velho, hon- .
tem, 3 escravos ; um de nutne Alexandre do
l..i.- .In 30 annos. grosso do corpo, outro
le nomo Doilliilgot, de ida le do -J". anaoa,
mi^ro, cor preta, o mitro de nome Jos,
mulato,i lade 50 aun os, cor fula, g-osso com
gunt cabellos brancos.ecom a barba bran-
ca : quem os pe^ar oinja-sa ao lugar cima
, iudicado, quesera bem recompensado.
jfi ruiilo i.iiliruoiix dentista,
A le volita a esta cidade, pode
JJ ger |i-ociii'ailo a
i|iial(|iici' '*
llora em ana casa : nti mu #
larca do Kosui-io n. 'AG, -<- *
iiiulo andar. *
Ueos Uispde.
Acaba de chegar do Rio de Janeiro, tradu-
zido em portuguez, o excellente romance de
Pcrdeu se no dia 7 do corrento um om- Alexandre l)umas,que tem por titulo, D'os
brulbO contendo dentro a quantia do 3*7 a DispOe, vende-se na lifraria da praQa da In-
350 OOlrs. em jcdnlas, cujas olas sio; urna dependencia n. 6e8, a 8,000 rs constando
de 200 e as mais de 20, 10, 5, 2 1, desde o de 6 vuluines.
aterro dn lloa-Vista al a ra da Cadeia do O abaixo assiunado pede as pessos quea
Itecife: roga-se a pessoa que o i.chou que- llie sio ilevedoras de coalas antigs, de vi-
r'endo fazer esta genetosidadc, diri,a-se a'rem no seu armazem, na roa da Cruz n. 5,
rut O. II a, loja, quesera gratiliCido. jsatisfazerem saus dbitos at o dia 31 do
-" Muga so um negro mental ment" para | corrente ; do contrario vor-se-ba obrigado a
o servico do urna CU; queseja Del o ni so:promover a cobranta judicialmente,
embriague: na esa do sacimstio da ordem WHIiam B.ucli.
erceira^de S. Francisco. I No da 10, a porta do senlior Jos Pires
Ouem precisar de um criado ou horte- Ferreira, qoarto supplente do jutz de au-
lio, dir.ja-se a Soledade, venda n. 16. entes, no aterro da lloa-Vtsta, as 4 horas
-- Desappareceu na noute do dia 8 do cor-1 da tarde, so ha do arrematar a melade da ca-
rente mez um cavallo casianho, ceceo, edo sa terrea n. 8,siia na ra da CambOa do Car-
melo, com o p iliroitocalcado.anda a pasto mo, pertencenle a heranca jacente da Imada
e gallopo ; quem o aprehender pode levar a llosa Mana das Neves.
ra da Aurora 3.andar n. 6, junto a ponte -- Precisa-se de urna ama que saibi
que ser recompensado. sinhar : no -aterro da Boa-Visti, loja n
- Precisa-se de urna ama forra, boa 11- Quom quizor vender urna escrava que
vadeira, engnmmadeira para servico do saiba cotinhar o diario de urna casa, pelo
urna casa ingleza : na ra da Aurora casa preco de 400,000 rs., dirija-so a esta ty po-
do Sr. Klias Baptista da Silva. graphit que so dir quom della precisa.
co-
58.
Jos Saporiti mudou o seu escriplorio
da ra do Trapiche Novo, para a ra da Cruz
n. 18, primeiro andar,
-- Itoga-so ao senhor Jo.- Ignacio Rodri-
gues quo haja de ir na ra Direita n. 70, re-
ceber urna encommenda viuda doCeara.
Eta justa e contracta la a Vi ma da
casa terrea, sita na ra dos Pescadores n
35, que foi di fallecida Mana Joaquina ros
Santos, e hoja de sua filln, e nica herdeirR
Josepha Maria dos Santo* : quem se juigir
com ilireilu a ella, ou liver alguma duvida,
haja de annunciar por este jornal, no prazo
do seis dias, a fim de prevenir queslocs no
loro.
- Precisa- te do urna ama de leite que nio
seja captiva; quem esliver neslas circums-
tancias, dirija-so a esta lypograplna que se
Ihc dir quom precisa.
3? Itecebom-se escravos de commissio,
co.npram-se e ven tem-se, tanto para dentro
da provincia, como para ora : na ra das
Larangeirasn. 14, segundo andar.
Passipurles.
Tiram-se passBporlos para dentro e fra
do imperio, despacliam-se escravose tiram-
se ttulos de residencia: para este fim, pro-
cura-se na ra do yueimado n. 25, luja do
miudezas doSr. Jajiquim Monteiro da Cruz.
Itussell Mellors o Companhia, Ceorge
Kenwurlhy & Companhia e mais credores,
da llrma social ui.Iim le 6 Irmio, declralo
a lodosos devedores da mesma llrma, quo
liaveu lu silo osla julgada fallida como
cousta da sontenca, quejulgou aberla a fal-
lencia e foi publicada nesta folha, a teudo
conseguinlenieiite passado para os credores
da mesma firma a aJmiuistracSo da massa
fallida, nio paguom aus representantes des-
te debito algum, de qualquer naturezaque
seja, pois quo sosplem receber os cu
radores liscaese depositarios, e ludo quan-
ta pagaren) tos representantes da mencioua-
rer ilamitr.
-- Compram-se os seguintes livros:--Flns
Saticturum, e recreaclis philosopbieas pelo
padre Thaudozo de Almeida; na ra .lo
yuenuj.io, segunda loja n. 18,ou aiinuucie.
- Compra-se urna mulata reculbiJa de
16 a 20 anuos, de bonila ligura.que seja pe.-
feta coslureira e eiigominadeia, agradando
da-se do 800 al l:0U0,000 rs. : na ra Nova
li. 34, casa da modista brasilcira
- Compra-se urna canoa de carreira que
nio s j j muito pequea; no armazem da ra
Nuva n. 67.
Vendas.
vigario do l'.ecife.
75, lOo!oo%rr"4Vao7oo,Oo| .. ^"npr.im-.ie farrafas c bo-
rs.: em vigsimos 54I, 100,009 U* "< P*gam-8e bem: no
rs.; 3449 4"0,ooo rs. 5 37 22 ,1 aterro da Boa Vista, venda ... 75,
u.Tquer hora d di., certo. de que an- 200,000 rs. as lojas cima men- iJ""' f-bnc. de cl.arntos, no cor-
niinciaiiiR etnpregai lodos os seus desvelos cionailis sao pagos em continente
em nio desm recer do seu couceito. m;u ,| r.r.rirla l,>tr-ri:i
-Na ruado Itrum, errenda-se o quarto OS piemiOS Ui leleridB lotern.
andar da casa do A. F. da Cunha, edificada -- OITerece-se urna ama, para servico de
no lerna, e com asseio, lendo excellenles portas a dentro, pira casa de homem soltei-
cotnmodos para uina familia : trcla-se na ro, ou de pouca familia, a qual sabe bem en-
rua do Vigario n. ll.no escriptoriodo mes- gommar e cusinliar : no pateo do Carmo
mo. ,0
PnklioarAiaa linmennalhira.S. --Ainda conlinuam por alugar os qua-
! ubl.cacoes nomeopainicao. t rm,zens grandes na iu< Imperial do al-
A 25 DE ACOST snhir a luz a continua- ()o, Airo|,llo3 c 0 cor,er do sobrado
Co;da laihogeucsia homeopathica.conipos- uo Alllol,j Gusmio, e junio ao sobrado do
ta de 12 medicamentos ElinoPB.is, trrduzda oscnvao tjampelo, quem os pretenderen-
do manual do Hit JAlt, c a do 12 medica- |enj;i.si. cum bajxo assignado na loja do
montos BaASiLF.iaos extrahida da obra inli- ferr,|.0llj ,1,59,ra da Cadeia Velha, ti mo<-
tulada-OoiHrita da Escola llomcopalhicado (',nl|)(,m la vende uoia po-cio de re-
ItK) DE JANEIRO, pelo DU. MURE. Lsle vo- gjn(l >e aI1|,C0> |M je peixe, o ludo por
umii .-era augmenlado da Thcorla da appu- pre_()S Conunodos. Jos Dias da Silva.
Jardim das Damas.
Sabio luz o 7 numero deste perio lico
contendo, como lodos os outros, materias
de instruccio e de recreio. Acompauha-o
urna linda schotischa curuposta pata piamio
por Mr.Camillo LeTeiliere publicado recen-
Icmente em Paris pelo peridico ConceiUer
des Dames. Assigna-separa oJardim das Da-
mas na ra larga do Itozario n 35, primeiro
andar a razio de 2/000 por serie de seis n-
meros ( pagos adiantalu ); as series avul-
sas vondem-se a 3,000 rs., o cada numero
a 640 rs.
- Aluga-se um moleque, do II annos de
idade: na la do Livramnto n. 1. Ni mes-
ma casa lava-se e eogomina-se, por preco
coa. modo*
Doseja-se saber da morada do senhor
Antonio Jos da Fonseca; annuncie para ser
prncuradu, ou dirija-se a ra da Cadeia do
llecife, casa n. 59, a fallar com Jos Dias da
O cantclisti Saln.itiano de
Aquieto Ferreira avisa ao respeita-
\ 1 nnbiiio, que es suas mu afor-
tunadas cautelas c bilbetes da de-
cima (punta lotera das casas de
Curidade, e da decima quarta lote-
ria do hospital da Santa Casa de
Misericordia, eslao a venda na
praca da Independencia n. i3 e
l5) loja de calcado do arantes, c
na na da Cadeia do Recife, loja de
miu leza.s de Jos Fortunato dos
Santos l'urlo. A decima quinta lo
teria das casas de ( aridade corren
no diA 28 dejullio do corrente an-
no, c.is rodas da decima quartt lo-
tera do hospital di Santa Casa du
Misericordia nndaram no dia de
agosto ; esperam-se as listas de
ambas as loteras no di i 19 deste
mez, pelo vapor da comp mliia bra-
sileiro, e no dia 20 pelo vapor n-
glez Tevint ; 3o pagos em conti-
nente sem descont algum, todos e
I'|--ii'-.|iht premios vendidos as
lojas cima mencionadas.
Meios bilhcles 11,000
(Juntos 5,5oo
Oitavos a,800
Vieimos i,3oo
I.olena do lio de Janeiro.
aos 20.000,000 de rs.
Na loja de miadetasda praca da
Independencia n. 4 vendem-se
billietes inteiros, meios quartos,
oitavos e vigsimos da decima
quarta lotera.do hospital da San-
ta Casa da Misericordia : vem a
li-ta no primeiro vapor que che-
gar do Rio de Janeiro.
Vende-se u*m cavallo rudado muito bo-
nito, e esta bastante carnudo, muito bom
passeiro, e anda buso, por prefjo commodo;
11 > tua do Vigaiio,armazem de assucar n.39.
-- Vende-se um escravo muito morjj.de
bon.ta figura, e ptimo cosinheiro ; e lam-
biuii so permuta por outro que tenha de 10
a 20 anuos de idade: na ra da Penna n. 5,
segundo andar.
Vende-se urna morada de
casas, feita a moderna, com tijolo e
cal, sita na ra do Motocolomb,.
:>or preco muito emeonta: a tra-
tar na-ra Imperial n. 3i.
Vende-se a loja da praca da Indepen-
poicia n. 5, com miudezas, ou sem ellas, a
vontade do comprador : trata-se ni mesma
|0jt.
Vendem-ta chapeot do Chily, bons, por
pre^o commodo : na tua doTrapiche n. 8.
~ Vende-se para as fastas um bopito ca-
briolel usado, porm moderno, e com todos
os seus apparelhos quasi novos, dar-ae-ha
em Cunta ; a fallar no aterro da Boa-Vista,
loja de c.iapeos deso n. 22 Na mesma loja
ha um globo mo lerno, mu pequeo e bo-
nito traste para alminar urna salaeleg.nte.
Vende-se um engenho ao nurle da ci-
dade de Mac.i sete legoas, beira-mar me-
os de urna legoa, tom o embarque menos
de maia, tanto que um carro bota tres caixas
por da, muilo bom d'agoa, a ponto de nun-
ca Ihe faltar por mais secca que teja a esL-
c3o do a un >,bu 111 cercado,sendo as obras do
mesmo de palha, composto de militas var-
zes excelentes de cana, t-ndo na praia dous
curraos de peixe, os quaes se acharo presen-
temente de novo levantados, e muito abun-
danto do peixe: quom pretender dirija-te a
ra do l.ivramenlo n 28, aobrado de um
andar, onde achara com quem tratar, ou em
casa do senhor Manoel Gonc*lves da Silva,
que bellamente informara as vantagens des-
la pronriedade, que se vende com 1 safra ou
tem olla.
Vende-so urna bonitl cscrava que en-
gomla, coze e cosinha, uina negriuha de
13anuos que coze bem, urna prelado moia
idade mais muito forte e sadia por 320,000
rs., tres molecoles, um preto de 25 anuos
bom cosinheiro, o mais alguna esrravos. -
Vendem-se onza escr. vos, sen lo urna
linda negriuha, creouia, reculhida.do idade
15 annos, coze bem ; um moleque da idade
16 anuos cum principio de cosinha ; um di-
to de idade 15 annos, ambos crooulus; seis
escravus da lo lo servico ; tres escravas que
cosinliaui,lavam, a sao quitandeiras ; na ra
Direita n. 3.
JNova fabrica de tamancos.
Na ra larga do Itozario n. 76, vendem-se
tamancos para sonboras e meninos a 200 ri.
cada par, por eatarum com algum mfo e
amarrotados.
Vende-se a torca parte do engonho Al-
to do Joiio Fernandes, situado na freguezia
de Serinhaem : quem prrlen ler dinja-sea
herdeira D. Lui/a Joaquina Kangel em sua
propnedade Cuieira, na freguezia de Igua-
rassu'.
Vende-so urna cama doamarello com
enxcrgoes para a uiesuia, por muito dimi-
nuto preco; na ra das Tnncneiras n. 34,
loja de marcineiro.
Vende-se um escravo, creoulo, com 18
para 19 anuos de i lade, sem vicios nem a-
chaquos; uarua do Colleglo n. 19, primei-
ro andar.
Ven le-seou troca-se por lijlos da al-
venaria um burro muito novo e bonito, ji
domestico o passeiro, destes qu-i vierain ul-
limainenla de Muntevido; nuarmazamda
ra Nuva n. 67.
Nova fabrica de tamancos.
Na ra larga do Itozario n. 76, vendom-se
tamancos a retaiho e em porefiu, pelo preco
o mais em coula possivel, e obra mu bem
acabada, no sendo inferiores aos de fra, e
leudo a vantagem para os senhores compra-
dores de obterem o sor ti ment, oonforme
Ihe conyier e o pteemho uilo ha de de-
sagradar, como ae poderlo certificar, diri-
ginlo-sc a mencionada fabrica.
Acaba do cliegar do Uto de Janeiro urna
modinna em uiu-io. para Piano, a qual tem
por titulo
fui tenho no peito
O mal da patxSo,
vende se por 320 rs. na praca da Indepen-
dencia livr.ii 11 n. 6, e8.
5,000 rs.
Iticos capotinhos de cambraia transparen-
te bordados com muito gosto, quem nao li-
vor .lo seda a .nivello a occasiao, e preco de
5,000,qiian:lopaga o trnbalno; sSoeconomi-
cos porque se lano,e graves por quo sjo de-
cantas : no ra do Cresan loja de 4 portas
n.12.
Vandem-se oito caixilhos envidracados
proprios para qualquer armafAo 2000 rg.,
urna po'ta envidracada com quatro palmos
do largura o nove de comprimento por
5000 rs : na ra do Passeio Publico, lojt
numero 9.
Vende-so um escravo, de todo servico,
por proco commodo : na ra de II.i lis, de-
posito geral n, 140.
Vende-se urna porcSo de harria com
mel, em coula, com us cascos, ou sem el-
los, e a i..rr."io a vontade dos compradores :
a tratar na ra da Cadeia Velha, loja n. 22.
Palitos a 12,000 rs.
Vendem-so palitos de panno mesclado, de
varias cores, polo diminuto proco de 12,000
rs.: na lo|a do sobrado amarello, na ra do
Uueimado n, 29.
Vendem-se saccadas de granito e de
podra, ombreiras, vergas de pedra para por-
tas e j mellas, depositadas na estrada Nova
le Santo Aaiaro, defroute da fundc3o dos
senhores C Star & Companhia: a tratar com
E. I; I i, na ra da Cruz n. 51.
lieos estojos para fazer barba.
Vondem-se ricos eslojos comespelho,.pa-
ra i.i/.o baiha, a 2,000 rs. cada um ; cartas
francezis para volUrete, a 5.700 rs. a du-
zia, e o baralho a 480 rs ; a ellas que se es-
ta i acabando : na ra do f. h ::a u. 3.
Ven le-se um terreno do marinha n.
226, sito na ra Lriperial do bairro de Santo
Anillen, em frente, ao rio Capibaribe, o qual
se a h ja beneficiado, a om parle oceupa-
do com aterro, alguna coqueiros e dU'S pe-
quenas casas terreas, cum 76 bracas de fren-
te, cuntidas no alinhimento da gobradita
ra Imperial, e do fundo 113 brabas e4 l|2
palmus : lrata-se na ra da Cruz n. 51, com
E. Ilulli, piocurador bastante du dono au-
sente.
Vende-se urna taberna na ra do Hos-
picio ola trillar no aterro da lloa Vista
(i. 86 ; a qual so vende porqup o dono tem
de se retirar;adverte-seque a casa tem com-
modos para familia.
Vendem-se folhasde papelo Mito, for-
radas do um lado, proprias para carillo de
luale.., ou caixinhas para colchetes : do
armazem da ra da Cruz n. 51.
S. Flix.
Chegaram os verdadeiros charuto! de S.
Flix, e vendem-so na ra do Queimado, lo-
ja n. 9.
Vendo-te um escravo de boa conduc-
ta, cosinha o diario deuma casa, propria pa-
ra todo servico e ganha na ra na ra do
C dlegio n. 3.
Vende-se a verdadeira salsa
parrilha deSands.- na botica in-
jjezn, da ra da Madre de Dos
n. i.
Vendem-se dous alambiques
Je carapu?a por metade do seu
valor : na ra Nova, loja de Jos
Baptista Braga.


a
wm

4


Moinlios de vento.1
com bombas de repuxo para regrar hortaa
o baixasdecaplm D>rundQ9ode I). W. Iluw-
mto:na rua do urumns.6,8el0.
ARADOS AMERICANOS.
S Vendem-se arados ame- J
(g ricanos, chegados dos Esta-
US dos Unidos, pelo baralo pre- %
*>' 90 de 4<>)000''s. cadaiim: na 5
j ra do Trapiche n. 8. p
w1^fr *******
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
doHecire n. ia, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
iiita como potassa chegada ultima-
mente, a precos muito rasoaveis.
A 120 rs. o covado.
Na ra do Queimado, defronte
do hecco do Peixe Frito, loja n. 3,
vende-se riscudinho azul, com a
largura de tres palmos, pelo bara-
tsimo preco de seis viutens o co-
vado; esta fazenda he muito recom-
mendavel aos senhores cheles de
familia; d-se as amostras com
penhor.
l'otassa americana.
No antigo deposito da cadeia vclha, n.
l existe urna pequea porcSo de polassa
americana, chegada recontemente que por
suporior rlralisa com adaliussia: vende-
se por preco razoavel.
Agencia de Edwin Waw.
Narua de Apollo n. 6, armazem de Mc.Cal-
i.i mi.v Companhia, acha-se coiiManlemenlc
lmua ortiniepto de taixa de ferro coadoe
I ..i.!.. lauto rasa como fundas, moendas lu-
cirs (odas de ferro para animaea, agua, etc ,
lillas para armar cm madeira de lodos os ta-
maitos c inadcllos o inais moderno, machina
bnrisoutal para vapor, com forja de 4caval-
luf, coucos, paaaaileiraa de ferro estanhado
para casa de pulgar, por menos prefu que os
ilr cubre, escovens para navios, ferro ingle
lauto cm liarrascomo cm ircosfolhas,eludo
liur barato preco.
AGENCIA
da fundicao Low-Moor.
ItUA DA SKNZAI.LA NOVA N. 42.
Neste estabeleeimento -conti-
na a haver um completo sorti-
laento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamaitos, pa-
ra dito.
' Vondeoi-se os verdadeiros solins in-
glozes, patente, do molla e sem ella:.na
um da S n/al la Nova n. 42.
Vendcm-se rclo^ios de ou-
ro cpr&ta, patente inglcz : na rua
da Scnzalla Nova n. !\-i.
Arudos de ierro.
Na fundc,,lo da Aurora, em S. Amaro,
v- iidom-si aradosde ferrodo diversos roo-
deloa.
Deposito de panno d algodao da
febrica Todos os Santos da Ba-
nhia.
Vende-se por preco commodo
o bem conhecido panno de algo-
dio dcsta fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador.- no escrip-
lorio de NovaesRc C'ompanhia, na
ra do Trapichen. 34 .
Vendcui-so assoguintea gementes:
nabos,rbanos,rabanctes encarnados c bran-
t:os, sobla, couvo trinxuda alface la-
mo, repulhuda,chicoria, grnoulas, feijSo
carrapalo du tres qualidades.ervilha torta e
dircita, fava, cocnlro de touceira, salea, to-
mates grandes, rcpolho, couve lombarila,
saboia, e moslarda : na ra da Cruz n. 46,
defrome do Sr. doulnr Cosme.
Taixas para engenhos
Na fundicao de ierro de D.
VV. Bowman na ra do Brum,
passando o chafa riz, contina a
haver um completo sortimento
fle taixas de ferro fundido e ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bocea ,
as quaes acham-se a venda por
preco commodo e com prompti-
dao, embarcam-se, ou ca regam-
se em carros, semdcspczas ao com-
prador.
Vendem-soamarrasdeferro: na "ija da
Senzaila ova n. 42.
Mua do Collegio n. 4
I. Falque, dono da fabrica cima mencio-
nada, participa ao respeitavel publico de
Pernambuco, e principalmenta a seus fre-
guezes, que elle recebeu pelos ltimos rra-
vios, vindos da Franca, um grande e rico
sortimento dos molhores chapeos de sol de
seda, que tem vindo a esta praca, proprios
para a estacAo do invern, e para senhores
de engenho, por serem muito fortes ; sor^
ti n.ruin de chapeos de sol de soda dedifTe-
rentesqualidades de 5,000 rs. para cima,
lindo sorlimento de chapeos de sol de seda
para senhoras, de lodos os feilios e lma-
nnos, que vendo muito em conta ; ditos de
panno para meninos de 1,500 a 3,000 rs.; di-
tos para liomem de ferro e do balea de
2,000 rs. para cima ; ditos de junco de 1,500
rs. para cima; grande eescolhido sortimen-
to de chamelotes, sedsse pannos em peca,
para cobrir armacoVs servidas, bateta da
todas as larguras e tamanhos, para vestidos
oespartilhos para senhora ; fezem-se um-
bellas para Igreja; concerta-se toda e qual-
quer qualidade de chapeos de .-ni, ludo por
mullo menos preco do que em outra qual-
quer parle. Vende-se cm porcSo e a reta-
Iho. No mesmo eslabelecimenlo acha-se
um bonito sortimento de bengalas.
Fazenda da moda.
.'alit-s feitos
Vendem-se' palitos fritos, do panno muito
fino, preto e do cor. s, por praco muito om
conta: na ruado Queimado, luja do sobra-
do a marcl! n. 29.
Taixas de ferro coado.
Vendem-ae l-ixas de forro coado, do su-
perior qualidade e por preco commodo : na
ra da Cadeia Velha n. 37, casa de Ricardo
Royle,
- Vende-se urca mulata, <|e 30 Untos
annos: na ra do Livramento, sobrado n. 1.
Cortes de cambraia de salpico
brancos e de cor, a 3,5oo rs., o
corte.
Na roa do Crespo, loja da esquina, que
volta para a Cadeia, vendem-se corles de
vestidos eeanibraia de salpico brancos o
de cores, pelo diminuto proco de 3,500 rs. ,
o corte ; meias muito linas, para liomem ,
com pequeuo defeito.a 2,400 rs. a duzia.
Cheguem rapazada.
Vendem-se dous lencos de cambraia rica-
mente bordados do marca, por preco muito
diminuto: quem liver bom gosto, dirija-so
a praca da Independencia, loja n. 34.
As pechinchas acabam-se.
Vendem-se chitas finas a 120, 140, 160,
180, e 200 rs. o covado, pecas de ditas a
5,000, 5,500' 6.500 e 7,000 rs,, chitas para
coberta de cor (xa a 200 rs., superiores cor-
tea de casemira de 19a pura a 5,500, e ditos
de mea casemira tambero de 13a a 3,000 rs.,
cortes de cale de gambroSo a 1,800 rs., di-
tos de hrtm a 1,000 rs. e 1,200, cb*las fran-
cezas largas a 280 rs. avara, roadapolOes li-
nos a 120, 160, 180,200,220, e240rs., e
muito fino a 270 rs. a vara ; pecas de ruada-
pono a 2,200, 2,800, 3,000, 3,400, 3,600 e
4,000 rs e muito flno a 5,200 rs., pecas de
algodSo tranfado. proprio para escravos e
Vendem-se accSes da eitinc-. Escravos fgidos.
cor-
AO PUBLICO
Em mui crescido numero contavavam os
mdicos at agora molestias incuravois ,
contra as quaes s era permitlido ao pacien-
tei reslgncSo para aolTrer um mil deque
j nflo lluvia espirancas de poder liberta-lo,
e ao medico pliiiautropico a dr de ver mui-
los do seus semelhanles victimas de enfer-
medades, contra as quaea aedeclsrava im-
potente, pudendo apenas lamentar n fra
quera da intelligenea humana. Mas, gracis
aos progressos da medicina, grasas ao zelo
de hiiii.....s incansaveis, que, nao desespe-
rando da perfectibilidade da sciencia, se
teem dodicado a investigacSo do remedios
que possam alliviar humanidade dealguns
males que a afligen), o numero das moles-
tias reputadas ncuraveis vai de da em dia
iStoM^T^^iSS&l Pehor |cam,sa ranea e cnapeo preto, e
reiteradas experiencias, medicamentos que | Panno preto, fino, francez, a 3,000 j em mangas de camisa, porm he
ta companhia de Pernambuco e
Parahyba no escriptorio de Au- Fugio no dia 6 do
gusto C.de Abreu : na ra da Ca- rente, um esefavo mulato, de
deia n. 48. jnomc Marcolirfb, de 16 a ian-
A 160 rs. cada um. i nos de idade, de bonita figura,
Defronte do beccodo Peixe Fri-Jbem fallante, com os signaes se-
to, loja n. 3, vendem-se lencinhos guintes t estatura b>ixar rosto
de cambraia pintados para m5o' comprido, ollios pardos, sobran-
de meninas e senhoras, "de muito,celhhs bem prelas, sem barba, ca-
bonitos desenhos, pelo baratissi-jra lisa, cor bem alva, ps bus la n-
mo preco de meia pataca cada umj.te grandes, levou vestido caifa de
dar-se-ha amostra cotn o compe- casimira azul escura, com listra ,
tente penhor. camisa branca echaf
Vendem-se superiores cortes de cambraia, toa'has a 3,600 rs pecas de cassa para ba-
. .. .1 k.Jn, n O IDA ,c mil i"i C ftlnll* ll7ii I
de salpicos brancos do cor, pelo diminuto
preco de 3,500 rs. : na ra do Crespo, loja
n. 6.
Vendcm-se barris do breu, cm toles, a
contento do comprador : a fallar com Ma-
theus Auslin & Companhia, na ra do Tra-
picho n.36.
Cal virgem.
Vende-se cal de Lisboa a mais nova do
mercado: na ra do Vigario n. 19, primei-
andar, escriptorio de T. de Aquino Fonseca
& Filho, ouna ra do Trapiche, amazem de
Antonio Adgusto da Fonseca.
A 5,ooo c>
Superiores chapeos de sol de seda ingle
zes chegados pelos ltimos navios, pelo di-
rriniilo preco de 5,000 rs. cada urna : na
ra do Collegio 11. 4.
Novo sortimento de fazendas, na
loja da ra do Crespo 11. G.
Superiores corlos do cassa-chita.de novos
desenhos, a 2,240e 2,500 ; ranibrans fran-
it/h de cores a 440 a vsra ; finia pura cu-
bados a 2,400 rs., o outras muita fazenias,
ior pregos exrraordinriamcnte baratos : na
oja da estrella da ra do Queimado n. 7,
confronte ao beco do Peixe Frito.
Vendem-se botijas, e (lindes vasios, de
varios tamanhos e por todo preco: na rui
do Rozario larga n. 36.
Ancoras para navios
Vender s" em casa de IticarJo Royle, na
ra da Cadeia Velha n. 37, ancoras de supe-
rior qualidade, e por commodo preco
Chocolate de SauJe.
De todas as sustancias alimentares, que,
t sendo em seu principio consideradas como
I couzas de luxo,lornam-se pelo tem.'oadian-
te do um uzo geral, o chocolate podo, sem
i-niiiia iii-fo, oceupar o primeiro lugar.
Ilffectivainento, quantas pessoas n3o vemos
nos preferir boje ao uzo do quonte ciffe o
do cliocnlole, e nisto seguir a opiniSo
dos mdicos niais celebres, que,de com mu m
acord sobre suas precila! qualidade, o
indieam como um dos nossos melhors es-
tomticos aquellas pessoas cuja saude he de
liil, o delicada Prescrevem-no aos seus
beita. de linlas seguras, a 200 rs. o covado: .
cassas letrada* a 2 400 peca ; dita de fio- auonU's- fConsell.So-no aos vclhos, eo re-
. ..__. 7,., "... *..:L ......r,i conimendam rs mflis de familia para seus
res, com 8el/2 varas, propria para corti-
nado de cama, a 3,500 a peca ; cambraia de
salpicos, tanto brancos DOIDO lie cores, a
4,500 a peca lencos a 480 c 560; pecas de chitas escuras a 5,000
cortes de brim de listras, de puro Mullo, a
2,000 o corte; dito liso a 1,440 e 1800; ris-
cado do 11 lio a 180 o covado; dido de algo-
d.lo, proprio para escravos, a 160 e 180 o
covado; p uno preto a 3,000 o 4001) o cova-
do ; e multas outras fazendas, por preco
commodo.
Aviso aos pas de familias.
Na ra do Collegio n. 7, acha-se um sorli-
mctilo do louca do Porlo de diversas quali-
dades branca e ilrftore*, a quol se vende por
piego muito baralo o servo para quem lem
pouco dinheiro; a ella autos que se acjbe
porque lio pechiDCba, c depois u3o val nada
oso cu soubera-vamos, vamos fregu-
zes. i\a mesma loja se venden) treze catxaa
vazias cm que veio a louca.
i^- Palitos Feitos. ^?>
tilhos. Km urna talavra, o co'isumo verda-
deiianifule extraordinario que tod>s as
classes da sociedade fazem deU alimento,
lie o ;i ii i- bello elogio que nos Ule podemos
fazer : acaba, de cliegarum novo sortimento
d-slo chocolate ja bem conhecido no-la pro-
vincia, por i-.iii 11 as possoas que tero fcilo uso
delle constantemente : so vendo ua taverna
da ra da Cadeia do Itecifoti. 25 defrontedo
Becco Largo.
Para violtos fracos.
A verdadeira agurdente de vinho, vinda
da Europa, a nica recotnmendada para
eompor os inesmos queestejam arruinados,
o licarcm supe'iores com urna pequen* des-
peza ; ussim como para diversos remedios
qae sem ella mu i i podeiiam fazer, ou en-
tflu nao produziriam o effeito desejado; ven-
de-se nicamente em casa de BsirSoeMa-
cedo, na ra ireita n. 17.
Vende-so um cavallo muito forte, que
apenas comees a segunda muda, obuato:
Cruz o. 10.
CERA E>1 VELAS.
Vende-se cera em velas
melhores fabricas de Lisboa e da
dos
de Mippor, tenha mudado para o
troje branco, e ande calcado; este
mulato tem principios de sapatei-
ro, e he provavel se intitule por
forro, ha noticias de que elle an-
da nesta cidade e seus arrebuldes,
e tem casa aonde se oceulta, pelo
que se protesta usar dos muios da
lei, contra quemo occultar: quem
o pegr, leve-o a seu senhor, na
ra da Cadeia do Becife, loja n.
i, que ser recompensado.
No dia 3 do corrente desappareceu um
preto de nome Manoel de naco rebolo ida-
de 35 annos com os signaes seguintes : bni-
xo, cor fulla, barba pouca e debaixo do
queixo, panos no rosto pez grandes um si-
ual de ferida no piulo do p : levou calca da
la pretn, camisa de algodSozinho nova
chapeo de mola preto ji usado, desapparfl-
fi'n da viste, de seu senhor, na barra de jan-
gada econsla tnr seguido o caminho de ci-
ma procurando seus antigos sonhores na
barra de lina, Antonio Pontos, een Massao-
gana Manoel l.eilo Corma de Jezus : quem
o pegar o leve ao Recife casa do Sr. Lou-
ri'iifii Jos das Nevns, ou na Roa-Visla a
aeu Sr. Manoel Tavares do Aquino.
Desappareceu do enecnbo Novo do Ca-
bo, um preto chamado Ambrorio, e outro
SimSo, o primeiro de i laded*2taonos, bas-
tante prelo, e tem denles alvos ; o segundo
do idade 50 annos, principiando a pintar:
quom os aprehender dirija-se a ra do Col-
legio n. 13, quesera bem recompensado.
100,000 rs. de gratificaco.
Desappareceu no dia 7 de maio prximo
i n3o tem o menor achaque ou mauha : na| pmilo-os lepois com algo 13o om lama ; a
_| Estancia, dcfronlc do sillo do senhor Car- noile ao d-ilar-so repetir a mesma opera-
op
Cao. Durante o uso do remedio evitara
expor-sn, os ouviJos principalmente, a ac-
Na ra Nova n. 26, tem para vender-se pa ,
lits de panno verde e prelo,muilo bem tel-l Joso Ayes.
tos,e inais bralo do que em oulra qualquer 1 levi'rcs dos liuinens ,
parle; a clles antes que se acabem. Vende-se esto compendio approvsdo pa- Sa Jo calor e do vonlo, alim do evitar
Cera de Carnauba e iCbore- ra as aulas primarias, impresso em letras grande transpirac.lo, haven lo cui ludo em
ri i maiusculas : na livraria da praca da lnde-1lliio moltiar os ps em agua fria ; finalmen-
ii ii.i ni. i pell(jcnCJM n. 6 o 8. Itfl devn abster-s^ de comidas salgadas, azc-
No armazcm.de I). R. Andrado e Compa-i Na c>Sil n, 36 na rua j0 c.0i vonH0- das e adubadas.
libia, vende-se cera de carnauba deprunei- se uu)a canoa ,iecarreir, nova, bem cons-' Estes remedios esl3o venda na botica de
ra sorte; sebo retinado, o mais superior que| \faltt prooria para navegar por preco com- Rurlholonvu Francisco do Souza, ua rua
lia nomoicado; assim como, sola e peles, niojo ; a qiial sn acti no pui'to da rua Nuva. larga do Rozario n 36, nico deposito em
de cabra, ludo por commodo prego.
Vende-so nm roquete rico e mu
Vende-se un moleqe, creoulo.de 13 Pernambuco, pelo preco de 2,210 ren c ida
"* annos, o qual tem bonita ligura: na rua da vidro.
Iha toda de renda, muito om conta : na rua (jadeia do Recife, loja n. 38.
da Cadeia do Recie n. 3. Cheguem a p, chincha. '
Vende-se a excedente typo- Chales impenaes decores muito bonitas, -*
cranhia (o Diario Novo estundo PUr'J'!S adamascados proprios para senho- ^
Y ra andar em casa, pelo bamtissimo preco ?
bem montada, tanto de bons pre- je 1/280 cadi um: na rua do Queimado, E
los, como de lypos : quem a |>re- n.8, loja defronte da buica.
tender, diiija-.sc a rua da l'raia No l'asseio Publico loja n. 11.
n 1^ a tratarcoma Viuva Huma Vendem-se challes de 13 cuitando a
n. jd, a tratar com a *iuva orna, esai)a muitograndesa 2,000 rs., ditos
Vende-se cha hysson muito novo o o qua,iro a 1,440 rs lencos da cambraia hor-
mais superior que ha no mercado, por preco dados para m.los de senhora o meninas a
nosroslituam o usu dos dous maisimpur-l rnailo
tantes sentidos de que he dotado o homem, '"' w ""''
quando estes j se achavam no suploslo es- ( Vende-SC panno preto, lino,
ladodeiucurahilidade e inteiramonte per- |rancez, a 3,000 rs. O COVBdo : na
didos, he por corto um dosmaiores seivi-. '.,. c, 1 n
Cosqese poda prestar* humanidade; eis 'ja de I' lores .V S3, na rua di t.a-
o que eslava reservado um hoinein philan- rjeia do Uccifen. T. Na mesma
tropo da cidade de Braga, oa Portugal, ,
cujascioncia, cujo amor de seus semolhan- loJa vende-se um rodape novo de
tes se teem reilo geralmente conhecer. Os labyrintho, por preco muito com-
remedius que ora olTorecemos ao publico,; nio(j0
n3o ontram na classe d'aquelles que o vido ,
e ousalo chaihtanismo inculca com rou- iiJanual eleitoral.
eos e desrompassados brados, e que o ere- Vendo-se este excellonte manual conten-
dulo vulgo por ignorancia recebe na boa f do a lei regulamontar das eleicdes, e os de-
e sem discernimento, achando-se depois il-1 relos do governo sobre a mesma, com no-
ludido; te(71, porm, de oceupar mu dis- [ IS explicativas, pelo preco de 1600: na
tinelo lugar entre os metlictmentos que, prarja da Independencia, livraria n 6e8.
maiores beneficios preslam no homem : j --Vende-se urna preta mor;i, que cosi-
constam ellesda alMOllIClO aquosa de ex-|nha, laa e vende: na rua larga do Rozario,
Irados de plantas medicinaos, de virtudes loja n. 35.
mui reconhecidas e verificadas. O longo I Vendem-se toalhss de labyrintho mui
uso, as continuadas e severas experiencias; linasegrandes, debretanha,com blcoaore-
a que por tuda a parte teem el'.es sido sub-1 dor, obra muito boa ; loncos de labyrinlhos,
1nfU1.il s, sem' que urna s vez hajnm falla- de bretanha, e rendas: na rua da Cadeia do
doemseus bons elTeilos, e desmentido as' Recife n. 49, segundo andar,
esperances quo sobre files havia fundado j. Na rua do Collegio 11. 7, acaba de abrir-
" seu inventor, Iho teem grangoado cons- se um pequeo, mas mimosameule sortido,
tantes e repetidos elogios dos mais sabios armazem de louca do Porlo, de differenles
e respeitoveis mdicos, assim na Europa, cores e delicados gostos: o vendo-so por me-
como na America, que unsonos abonam c : nos do que em outra qualquer parle; a elle
proclaman! tu acc3osempre certa e benig-' pois que he pochincba.
na. Um destes licores he destinado a com-; Instrumentos de mtuica.
e1an.ei.aS,m?ICSl",9,de0lh0S' ff ff ES: Vendo-seloda aquali.lale de instrumen-
cipalv.rtude restituir eos orgSua da visa,, ^ nj
suas funccOos; reanimar fazer reappare-, rflt0 -Jt liquidar coritas : em cas.
crea sua natural perfe.cSo a vista qu.n- de ltr'nl Pr;eger companhia, na rua da
do esla cstiver fraca 011 quasi extiucta ; (Vll, ln
comanlo, porm, quo n3o haja cegucira
absoluta com desorganisac3o d-s parles;
nao menos til o enrgico he para desfazir
as c-< la ral as, destruirs novoas, e de promp-
lodebellar qualquer inflammacSo ou ver-
melliido dosollios. N3o causa dil-, ncm Rio de Janeiro, SOrtiilientOS mu-P"ssaU0' Par.do "oeardO, de ila.lelSan-
shmuln na nartn i j nos, pouco mais ou menos, e tom os signaos
oiroliquido^cstitue. f-culdado de ou- ito vanados e a pre9os commodos : seguintes :_ba,xoo paite;um un to ettido
virossonsaoouvidotoealodesurle, ain-na ruado VlgariO n. q, segundo para dentro, cabello c
da que inveterada, urna vez que o mal nflr,'aruJa|. escriptorio de Machado &
seja do nascenQa, sem causar em tciiipu al' .,. .
gum o menor mcommodo ao doente, esem inlieiro.
priva-io di cuidar em seis negocios. Jim casa de J. Reller & Com-
.nstrucco^pjRa o uso dos ^ ^ BebBmfe a veda vinagre
Odosnlhos emprtga-se ilomoil stguinle: 1 hranCO, Superior de NanleS, Clll
0 doente pela manhila, em j jum, um- i i ), lirias
hora pouco mais ou menos depois que era Dams ue ou meinud.
guer-se do leilo, tomar sobre a palma di l\ln,>nr9 nulr-nlp
m3o pequea porcSo d'aquolla agua; o com iwoenaas patente.
ella molhar bem os olhos, fazendo que al- I Acabam de chegar moendas c meia moen-
gumasgottascaiam sobre o globo oceular : das do varios tami.nhos da patente de A e
sem os lin. jar, os conservar molhados al K- de Mornav en, casa de Rothe e Ridoulac,
que naturalmente enxuguem: ao deitar-se rua do Trapicho n. 12, aonde tambera se
noiteprilicaromosmo: durante o lem- "liara ranos uo ferro do modelo maisap-
po quo usar do remedio evitar* o Calor, a prova topara a planlc3o .la cai.na. Batea
accSo de fumaca e o vento ; f.r abslinen-; a'a^0,, Juconstruidos na fabrica mais ac-
cia de comidas salgadas, atedas. e aduba- cr'|ilda cm Inglaterra e conlem vantagoiis
das com especiaras. | 9bro os outros arados.tanlo no seu arranjo
O remtdio do, ouvidot tai appHfdo do modo corno na sua Odoente pela m.nhaTma hora pouco' Vinho de champagne.
mais ou menos, depois do erguer-se, anda Vende-se o verdadeiro vinho de cham-
pagne, "de excellento qualidade, ao preco
de 25,000 rs.; assim como de qualidade in-
ferior, muito em conta : no armazem do
iirunn Praeger & Companhia, na rua da
Cruz n. 10.
O abaixo assignado faz scien-
te ao respeitavel publico, (pie aca-
ba de receber pelo vapor Haitia-
na, um esplendido sortimento de
bilhetes, meios bilheles, quartos,
oiiavos c vigsimos da decima quin-
ta lotera do Hio de Janeiro, a be-
neficio das casas de Caridade, edo
. /"fVVm^ldec.maquartado+ospital da Mi-
Deposito de tecidos da labri-^|scricordia( cujas |is|as ci,.gam pie.
cade Todos os Santos, 3 i |0 primeiro vapor do dia 19 a 21
em jejum, far derramar dentro dosouv-
dos quatro ou cinco gotas do Iiguido, ti-
na lialna. ^ij do crtente mez, por terem corri-
Vende-sc em casa de Domingos M-4-- 1 j 1 01
do as rodas da pruneira a 28 do
M ves Matheus, na rua da Cruz do Re-'fi
commodo.e em lulos a vontade dos compra- 200 rs., ditos de chitas tinos emitan lo ase- > por preco muito commodo.
dores: na escriplono de Malheus Auslin & da a 320 rs.. challes do 13 e sed
Companhia, na rua o Trapicho n. 36. 5 000 rs. fazenda superior, casemira de al-
udes de pescar e pavios para veiias,^ ein sua loia de lerracens, na rua do
le- por preco muito commodo. 48 r\ j- .-1 1 n
1 4,000, e MM e falla de vagar. Esteescravo
vinha lo los os dias vender loito no Recife,
do um sitio da lioaviagem, pertencentea
Joanna Maria dos Passos, de quom fai escra-
vo : quem o apprehondor o levar a rua da
Senzolla Velha, defronte o n. 144, segundo
andar, recehera a ;;r.ilili-.'.ic.in cima.
50,000 rs. de -al li m;;l 1.
Do engenho Sanios Mondes, no dia 13 de
junho, ausentou-se a escrava Mara, do 25
annos, creoula, fula, de l< m estatura, e bom
corpo, os ps carnudos, tem alguus cabellos
no buco, bem ladina, com dosembaraco ua
falla ; trajos, saia de chita encarnada, cahe-
c3o de cassa, chale de 13a rouxo, ple mu-
dar os trajos; o andar da dita negra he pisar
duro, e he desfajada, denles perfeitos, fui
vista na ribeira de l'ao-l'Alho : roga-se a
apiicliem;ao da iiiesiua cscrav.e sua entre-
ga no dito engenho, ou nosla ei lado na pra-
ea do Commercio n. 6, a Manoel Ignaoio de
Oliveira.
fin.uno r8.
Cralili.-a-secom 50.000 rs. a quem appre-
hender um moleque, cieoulo, por nome Mi-
guel, de idade do 15 a 16 annos, fgido dos-
de sexta-feila, 28 de maio prximo passado,
de gancho ao pescoco, secco do corpo, cor
hem preta, beico inferiorgrosso.com mar-
ras de chicote pelas costas, vestido de ca-
misa de algodSo branco com mangas cuitas,
calcas de algodSosinho de listras azues ; he
bastante ladino, lem falla de cabellos na ca-
beca por ter andado venden lo fruetas, man-
dioca, macaxeira pela rua; este moleque
.pan o Iho fallam esta semprecom os olhos
inquietos, fazendo movimentos com os de-
dos das niSos. Pote ser que so intitule de
forro, e qjie d oulro nomo como ja lirassf
o gancho do pescoco que tinha quan ln li-
gio de casa : porlanlo roga-so a tod" as au-
toridades policiaes, capitSos < compo, e
mais pessoas, que facern '-"Js as diligencias
de capturar este mieque e o anda-lo en-
tregar a seu se"'|ur J5C Saporili, morador
nonrmeipioda eslrada dos Afllictos, ou no
Recife, 1 ua da Cruz n. 18, primeiro andar,
,1..- 9 horas da niuiiia i as 3 da larde, que se-
r3o recompensados com a quantia cima
promeltida, como protesta tamDom contra
quem o tiver occullo, e o n3o queira entre-
gar, obrigaodo a pagar-lhe os oas de servi-
fu desdo o primeiro dia da fgida, o fazer-
Iho solTer as penas que a li marca a este
i respeito.
Agua filtrada Igregacaon. J7 A, e na praca da ,%0 dia primeiro do correte fugiram
Farinha de mandioca a 1,600 rs. a godSo a 320rs. o covado, cambraias lizas Dcdrfnro priasnara 'filtrar anua i lodepen Jencia, loia nova de cal- do engenho Cierra do ipojuca dous negros;
re de 10 varas .1,800 rs., cortes decassa cintas JJ' '^XrZZJlZ^ZL ,?,'_' ..... J .. o. q' / D.., .. < um chamado Kelix, creoulo, alio, bem pre-
Na rua Jo Crespo loja da esquina quo vol-j Vendem-se saccas con Ca-
ta nara a cadeia,vende-se panos linos prelos__i_ ,__ j. ai. i j r
a2,800,3,200.3,50o, 4,ooo, s.ooo rs., e fran-;relos : na da Madre de Dos,
cez iuuiio superior a 6,000 ra., o covado, di-'armazem n. 20.
10 verde a 2,800 rs. dito a. ul a 2,880, 3,500,1 Bom o barato.
4,000 o covado, cortes de calca Be casemira Narua do Passeio Publico, loja n. 9, do
preta enfostado a 5,000 e 6,000 rs., dita fran- Albino Jos I eite, vendem-se ricos chales
cuza elstica a 8,000, 9,000 e 10,000 o corto, da 13a e seda a 3,200 rs.; ditos de 13a a
e outras muilas fazendas por preco com-: ^500 is.; dilos brancos a I.OOOrs.; chapaos
modo. I de sol a 1,000 rs.; ditosa 1,400; sargelim
Moeu4us superiores. de loifB ,s cor,,s a 20U rs 0 Cva()o ,,alllll-
Na fundicao de C. Starrt Companhia, |,0 cor de ros, azul e preto a 200 rs. o co-
um S. -Amaro, acham-seavenda moendas vado; grvalas de selim de todas as cores,
ile canna, todas deferro, e um modeloe' ultimo goslo, a l,500 ra.; ditas de seda a
uonslruccao muitosuperior. I ^ooo rs.; ditas de cassa a 100 rs., lencos de
Cortes de brim de puro Imito. vapor os mais bonitos que lem apparecido a
Na rua do Crespo loja da esquina que vol-; 20 rs li"D0S *zues e de c 11 pira a cadeia, venue-se Corles de calca de tas a 320 rs. o covado ; castores proprios pa-
lirim de quadros.e titiras de puro linhoa'" calcas a 200 rs.: corles do cassa chita
i 280 e2,000 rs.,ditointeiro pardoa 1.280e cora sele varaaa 2,000; corles de coleto do
o'ooo rs. o corle, riscado de llnho de listra f"130 64? dlt"s do }u e*ea s00/s-;
"'7 0 o corte
Chita para coberta, cor fixe a
2oo res covado.
Na rua do Crespo.loja da esquina que vol
ta para a Cadeia, vende-se chita para cober- de idade 30 annos, oiUtial doalfaite: quem
la de novos padrOes e cOr fixe a 200 rs., o quizer dirija-se a rua Augusta n. 34, das 6
covado. jas 8 horas da manbSs, o das 2 as 6 da tarde.
lencos de bico a 320 c 400 rs.; chitas finas
de todas as qualidadea e cores fixas a 160,
200 o 240 rs.; e outras muilas fazendas por
commodo preco.
Vende-se um escravo de nacSo Angola,
Todos os necessarios para cosinga, tanlo
de ferro, estanlndo, cforrado de porcelana,
e multas oulras pessas, que s o bom co-
siuheiioaabe dar valor: na loja de ferrpgens
do Antonio Joaquim Vidal: na rua da Ca-
deia do Recite n. 56,-A.-
Kicas formas.
Formas para pastelees o pudins assim co-
mo peneiras de metal branco p oprins para
ta lotera, cujas rodas breve lera oseuin-
fallivel ni lamenlo.
lilil -le- 8,000
Meios 4.CC0
Quartos 2,200
Decimos 1,000
Vigsimos 500
Vendem-se, a dinheiro, saccas com fa-
milia, a 2,000 rs.; caixas com as melhores
velas de carnauba, v indas do Coa re, a 10,000
rs.
de
bu
sa
Re
Ara .
--Vende-se urna rica rede oc palha toda O fcijo fradiuho esl-seacabandoporquc
feta de renda, com Drnjas de panno e vende-se muito baralo, quom n3o com-
fabricada no Para : quem a pretender diii- piara um alqueiro do fejo por 5,000 rs.,
ja-so rua da l'raia de S. Hila .Nova, sobra- qilando o molslinho esta por 18,000, e
do da quina que olha par-, a nbeira,; na 2t>,00r rs snSu comprar, quem n3u fizer
mesma casa se vendom dous relojios de pra- economa, ho na taberna da rua da Senzaila
Velha n. 104, quo faz esquina para o becu
Cargo.
Sa patos de borracha.
Mi-ios bilheles
Quarts
()itav.)s
Vigsimos
,000
5,5oo
2,800
la a moderna o por preco commodo.
Atlenco-
Ricos aparelbos de metal fino o bom gos-
lo para servico de cha, de 6 pocas priuci-
paes por preco commodo : na loja de ierra-
ragens de Antonio Joaquim Vidal : na ru-
da Cadeia do Recife u. 56-A -
l,3oo
- Vende-se um sitio ni Virzea dos me-
lhores que all ha ; lem c isa commoda para
familia, cocheira, estribara, arranjos para
o-cravos e criados,o terreno clie^a at o rio,
lem baixa para capim, arvores de fruelo,
iarangeiras, jaqueiras, mangueiras, o cafe-
zeiros, novas e vellias etc.; alm disto min-
io trra desoecupada, que conveniontemon-
>te podo ser apruveitada ; trata-sena rua do
'Sania Rita n 37.
Keijo misturado, c do qualidades se-
paradas, ilo muito boa qualilado, chegadi)
agora do Pcnodo : vendo-se no caes do lla-
mos, na barcaca Amizadc, em porcSo ear-
lelalho, por commodo preco.
- Vendem-se dous molocs, manos, um
de 18 annos, e oulro do 20 annos, ambos
bons canoeiros, e um enlenJe de pedreiro,
muilo habis para todo o servico : na praca
l.i Independencia n. 6 o 8, ou na ruado
Crespo ii.IV.
Vende-se um ferrodo fazer hostias,
novo em folbi, por preco commodo: no Pas-
seio Publico, loja n, II.
beira da Una-Vista se ausenlou,levando ves-
tido calca preta com presilh** no eos de-
hruadas de lila encarnada, camisa de algo-
dSosinho branco, mais bstanlo suja deco-
sinha : este moleque reprsenla ler20a 22
anuos de idade, de figura regular, o a Cor
bastante preta ; lem o antar un linio va-
garoso.Jos Luiz terreia da Silva.
l)5o-se 50|00p de graliticacao.
Do engenho Santos Mondes, de Lauronli-
no Coraos da Cunln Pereira BellrSn, no
dia 13 de junho passado se auseotou a es-
crava Mara, creoula, de 28 annos, fula, do
boa estatura c bom corpo, pos carnudos,
cabellos no quoixo beico grossos; levou
sabia de chita encarnad, cabtcDo de Cas-
sa, e chales de laa rucho, m.s pode tor
mudado do Irages ; piza duro o desarsada,
tendo os denles perfeitos. ro vala na ri-
beira de Pao do Albo, e presume-se quo
osleja acollada por alguem. o que venfi-
caudo-so prolesta-se exigir os das de
servico .na rz3o de 800 rs. diarios : roga-
se a apprehens.lo da dita oscrav., e a entre-
ga no referido engenho, ou nosla cidade,
prac do commercio n. 6 a Manoel Iguatio
d'Ulivoira.
Pbrn. : Tir. ue M. Y, de Faria. 1852-

i ILEGIVEL


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