Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03473


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Full Text
Anno XXVIII
Segunda feira 9
DIARIO
deAgoslode 1852.
N. 176.
DU DI llKlIft ADDIKTCl 4g.
nr.yo a inBOBivplo.
P.OIKIHTO ADUNtiDO.
.'dr trimestre ............4/000
Por ieineitre............. 8/000
Por anuo........-.....15/U00
PlOOOlHTlO DUTI1HF.9TKI.
Por quartel.............4/T.00
VOTIOIAIDOIMPBRIO
Par. .. de Jnlliii Min.il... >6 iVlIain I
Miranhao. 21 re dito S.Paulo Ii de Jnllio
Ccar- .. 19 dedlto R.deJ.. i- de Julho I> tloin II Assunip-I
Parahlba 16 Je Julho llahia... .'(de Agosto fn.'aSs. V. JTe
0 Si|t. S Ronio.
10 Tere. .; S> Lou-,
renco.
11 QiiartS. i iimi. ni. ;i.
'' nuil.i S Clara.
13 att. 8|. ll... 111.> .i.
c Casslano.
USab. S. Euifblo. 4.
Jaita da- OrpAla
e5. s 10 horai.
1. para 4ocivil*
e 6. ao meio-dla.
falinda.
e6. a 10 boraa.
2. vara do civel.
eiabadoaao melod.
N, l*Ci\o.
rfis e .-.hartos.
raaiilaii.
Crescemte i 22, ai 3 horaa e 4S minuto i da in,
Chela a 29 aoi 48 minutos da Urde.
Mingme 8, a os 3-2 minutos da m.
Kova 16, aos 2l minutos da tarde.
IBIABAIBI arOJ
PEMAMBICO.
VAKTIBAI BO OOB1IIOI.
MOTIOIAi IITHlBoriBl.
Oolaan e Parahlba, s leguarias e extas-
e! ra.
RIo-Grande-do-Borte e Victoria! qu'*'|,"?. "
lelras
Prlmelra s lo horas e 54 minutos da manh
Segundis ti horas e ih minutos da tarde.
8 de dito
Jelgica... 5 de dito
.Italia.... 1 dedlto
|onlto,Caruarn,e Garanhuni no l'e IS decada|Meraanha. I de dito
rassia ... J dedlto
Ourlcurj.Eiu e Boa-Vista 13 e 28 (Dinamarca 30 de Malo
. lodosos das. Iltussia... 28 de dito
Todos os Correios partemaomelo-dla. Turqua. 26dedito
i mar.
Florea,Ou
S- 'blinda, to
Portugal l&dr Junho Austria SdeJunbo
Hespaaba 8dedito Isuisia.... I dedlto.
mi" i.i. 25 de Malo
Inglaterra 8 de Jnnho
E.-Un!dos23de Malo.
Mlico... 9 de dito
hb
California I dedlto
Cbill. 10 de Abril
Huenos-A. de Julho
Montevideo 5de dito
OBMBIOS DI 7 DB
Sobre Londres, a 27 V, 27 ']
Pars, 345
Lisboa, 100 por canto.
IT.ll.
Ouro.Oncas hetpanbolas...
atoadas de o/40t> reinas
a de b#400 oras
a de 4/000.......
Prata.Patacdeabraslleirot..
Pesos columnarloa..*
Ditos metio-noe. ...
AGOSTO
i por d. i/00
2!'/noo
IttM
II.iii'
0/WK)
1/920
1/92(1
1/S00
PAUTE OFFIC1AL.
SUPEUO TRIBUNAL DE JUSTICA. ()
Seiiao em2 de julho de 1852.
I'i e-i Ji'iici i do titn. Sr. couselbeiro
Pereira Uuarte.
A's 10 horas abiio-sn a sossilo com os
Kima. Sr. conselheirosi tabuco, Piolo. Ca-
calina, Perligii Mallieims, Altneida S qufltra Lima, Vejga, Franga, Ponce do Lelo,
Castro Mascamihas, Miando com causa
8 Eams. S'S. Verneck, Brrelo l'edroiu,
Sio.mira, Mullos e Caraeiru.
Fui lila e sprova.l* a acta da enteco lente.
KXPEDIENTE.
Julgnmentoi.
N. Tiii. Ili'liiinr o Eim. Sr. consellieirn
Serqueira, recrranlas Joaqun l'e.Iroso da
Silva e oulros nerdRiroi de Manoal da Silva
I Costa, e reconido Angelo liento Pereira :
fui negada a revista.
I N. 4679.Relator o Exm. Sr. consellieiro
Serqueira, racorrnnl a (azenta nacional, <
riii' .r i los I '-i' Mu i-i Correa Viatina e uu-
tros : i.n por desempate negada a revista.
Fecbou-se a sesso depois de urna hora.
GOVERNODV PROVINO A.
EXPEDIENTE DU DA 29 DE JULHO.
lilcio Ao eliminando das armas, tntoi-
Pela ocelaria deTalado "d'oa tingo-ios la (rando-o dehaver cotice .ido os 30 das .le l-
c->nea de favor, que soltcilou o cmela
Je policia, Severino Ramos de
joalirja foi commuiiica lo lerem tomado pos-
se e entrado em exerc.cio dos se..s lug .rea
na relacA.i do MarauhSo os desembargad..res
An|.iino Jnaquim de Albuqueriuo e Mello, e
Manuel Jemnymo Cuides Alcanfb-ailo.
Receheo ae desses mes.iios desembarga
do'es eerii liles de su .a possi's. (Is hacha-
n-la Vi jalo Banleira Duane, JoSo Valnt.no
Dantas Pii'g eFrancisroda Serr Caneiro,
I .r i ii- |i ii i ter lo nado poste e mirado e.n
cxercirioi o rimniro da comarca de Itapicu-
iu Mirla na provincia d Mar i iiiif. i. i.. on-
de fui remiviili; o segundo, ua do Ass ; e o
le..' ir... da d.i llraganca na i n.viiii ia do
do c rpo
Qieiroi.
Dito.Ao mesmo, (Hiendo, era resnosta ao
seu illi i. de hontem, que reiuisitou do
Etm Sr. presi lente do Riu Grande do aula
re nessa da guia do Citiuln Maiioel Jos da
Solidado Oliiciou-S'! noste sentido ao mes-
mo |. e-l I -n1.
DitoAo inspeclor da Ihcsoururia da fa-
zenda, devolvaiido co n o ullicio lo marechal
c.imniainliinlod.s artnis do 16 de juuho til
liui.i o plano e orcnnietilo de urna .. >va ci-
c. uba no quintal do qua.tel do llospiciu,
Pal*. Mandou-se avet bar to las esaia .-erli-. P"r" foriieci.not i do ag.a potavol a. mes-
dOe* nos respectivos hvros de niaincula. NSo ae niandou averhar a cnrlidflo do juiz I "rematacilo dessa obra, ua forma do estylo.
de d.redo da comarca de S. Francisco, Fran-i0 noceda ao c mralo para a sua conslruc-
cisco Mondes da Costa Correa, por tillo vir tl1u. culendcn lo-se, se for preciso, com o
jglluj, l (tlajor rncarregslo das obras militan-a --l'l-
KtclamacSes. irain-so a reapeilo as necossarias commu-
Os |U".i lentes das provincias do liio -i.r.i n
dedo Norte, Ceara e .MaruihSo, O prnneno
cid ollicii. .ie |-2 do mez xi ni .i.i.-s. lo. o segundo ein 31 demarco,
e o ultimo em ollicio de 21 de miio, ace i.-a-
ram o recebimemo e entrega aos'juizes de
ilne I respectivos das i.o.tarias que por
seu intermedio Iritis foram enleressalas.
Mandou-s guardar para deuo.s se junlaretn
aos autos
(I presidente da provincia do Goyaz, na
q.ialidale de juii de direito, reapondeo a
reclaniar;lo de An.li Bastos de Olireir;
J".i.i Paulo de Mitanda de J i Anlo.io
de Vasconccllos, de Venaneio Jo- Lt-lioa,
* iln Antonio Concalves Mirtina, Sobro a
de Manoel hibano Pereira do Castro resrjb.i
derain os juizes de diroilo Francisco Ella
do llego Dantas, Jos vieira Rodriguei de
Carvalho e Silva, o Claudio Manuel do Cas
tro, Miguel Joaquim Ayre do N .seimenlu
sobre as de J.ulo Fernand -s de air.is, Fran-
cisco de P-niI < Negreiroa SaySo Lobato. An-
tonio Leopoldinode Aranjo cuates sobrea de
.1 ,i I iii.i o n i-ue- .le Souza c II u. iqueJorge
llabel.u, esleacompaoliandoa su.i res,iosl
rom documento enviado! dentro do praso
legal de 15 dias.liesnoii ram -obro a de Jos
Candido de Pontea Vlfgnelro.CaodioMeooel
de Ca^lrooLouren^oJo o da Silva Sanliagok
llespoo leu mais sob o > do juiz de direito
Andr Bastos de OllVeira, lodo Valentino
llantas Pin.g ; e sobre a de Antonio Thn-
maz de Godo;., JuSo Ferliandes de lia.ros
Tendosi lo apresentada ao irtbonil a ro-
Clanaco do bacbarel F. li Peixolo de tiri-
to e Moli, leve por despscuu que provaase
ter eslado fon do imperio no praro marca-
do no art. 10 do regulatnento de 29 do julho
do 1819.
Furam conclus.s aos Eims. juizes rr-lalo-
ros as reclamages dos juizes do di relio An-
g-i'o Moni/ da >.lva Fer.az, Francisc. Dio-
K> Pereira de Vasconccllos, Bernardo de
}-ouza Francn, Antonio Carlos do Bullnles,
.os Florencio de Aranjo Soar s, Antonio
Bapii-t. G.lirana e Antonio Jos M. !... In,
que foram mandadas ouYir.
Expodiram-.se 91 porliriag aos jinzes do
direito coni quetn enntendo o feclamanle
Atitotiit. Gonrjalves .Man.lis para responde-
r m dentro do prnzo de 15 das a esse pro-
cesto.
Foram ouvidos tamben! lotos os juizes
de .lucilo inleressados na rccUmacflo de
nicacOes.
Dito. -- Ao mesmo, communicando, llm
I i i faca constar ao inspeclor da alfan-
.; -, que, por portarla l"-l. dala concedeu
30 lias do lice.ica, m forma .la le, ao fetor
conforenle da me-ina alfandega, hacharel
Pedro i. ni li no de llalis e Silva, que deve-
ra entrar no gozo del;., no prazo de tres
das.
Dito.Ao mesmo.--II ^vo'ven.lo S. S. os
req.ierimcnlns, que v cra.n com o son bl-
elo de23 lo crrenle, de Antonio Pereira de
Parase Manoel Camello Pessoa, pretenden-
tes da ooncessSu do aforamenlo de um ter-
reno do narinmi na ra luperial do atierro
los Afogad.s, lonho a d.zer-lne, que esse
tsreno nunca loi do lo r.inio do referido
Parias, por ser .le marinha, e amia todo co-
berlo de agua dondo se-seguo, que indivi la-
.nenie se ctiiimnu senhor a a o aforar, n io
lendolugira preferencia, quo agora allega
em soo fav.ir, pois sealgum dirrlto de pre-
codaneia jamis lim asaistio, elle o cedea
desdo quo du seu molo proprio eco"n o suo-
puslo titulo de senhor, passou a o it'O es-
sa marinha, o qual i un. ... o Iransferio a
Manoel Can lio Pcs-oa avista delle Anlunio
Pereira de Parta, que ate interveio com seu
expresso consent ment des le 18t4. Por-
I ni... 'i sen) duvila fundada en jusliija a
pretencilo do mesmo P.-Ssoa para selhe pal
sr titulo, co.n as (orinal, .ades do eslylo,
Ocsndo sem eReito o despacio de 19 do ps-
Sadoexarado na peticao le P-roira de Paria
como obtido co.n InneXaCtis prome>sas, pois
nem era senhor nem posstildor do terreno
de mariniia como allegou.
Dito.--Ao juiz relator da junta de juslica,
transmillindo, para ser relatado em sessflo
da mostna junta, o processo verbal feto ao
corneta do batalliSo 10 de infamara, Ger-
mano .Manoel Jacuilho,Commnnicou-se ao
cominando das arin-s.
Hilo. Ao coimnan.lante doprosidi do
pama declarando, que as licencia conced"
das a .nversus particulares, para exporta-
ren! gneros para o presidio de Fernando,
devem sor entendidas, sendo' baja lugar pa-
ra lodos no barco sob seu cotntuando, ob-
aervada a devida regulandade.
Dito. Ao procura lor flseal da fazenda
provincial.- Em resposta ao seu oHicio de ...
do c irrente, tenho a oizer-lhe, que, as cau-
sas de inventario e paailhas, que nSo esti-
verein d.-li.ntiwi.iienl ule jillgad.s. Com-
pre, que ellas se facam da sorle que os her-
deiros paguem o sello a d.nheiro, na con-
im o.i.la I- do alvara de 17 de junlin de 1809.
visto ti3o poder vigO'ar o quinbilo fiito a fa-
zenda en bens, atienta a disposicSn do ar-
tigo 33 6. da le provincial n. 300, quan-
lo a ua fruclo deixado por heranca ou le-
gado ; para se arrecadar o sedo, nlo ha ou-
Iro ineio mais seguro, do quo o.lo regola-
.neo i i de 28 do abril de 1842, n 156, por se
fundar na obrigaco, em que e-la o i.er lei-
roou legatario usufruclurrio de pagar esse
imposto em virtude da lei, que o lancou so-
bro as licrancas e legados sem excepeflo, n
para no ter lugar o sello das herancas o le-
gados do usufructo serta preciso, que os
berdeirosn legatarios nlo tirassam vaota-
geus dessas dolas; bypothese, que he con-
trariada pelo Tacto de as aco.larem. Seja
D110..-A0 presidente do conselhogeral de simo transito a santa igreja solemnisa an- litsima mu extraordinariamente brilha-
salulni la ie publica, aecusaodo recebidn O nualmente no dia 15 de agosto com o fim ram. Imitemos e.-te prodigio exe~mpla .
resumo dos trabalhos daquelle consel'io du- de nos excitar a melliflua contetnplacSo da quanto nos seja possivel, suppl.cando-lhe
ranie o segundo trimestre do correnle an- q-aria principal festividade do anno. insi- se digne des-ffeieoar nosso coracito dos des-
lio, e inteirando-o, de quo a presidencia pro- nuando-nos as virtudes, que nesta precia- ordenados aflectos, que o n.aculam, infi-
vidnnciar, com oque esliver ao seu alean- risiima fjlha do AUissimo resplandecern) j conam e contaminam. Diligenciemos avi-
ce, para auxiliar o mesmo conselho em em grao mais eminente, que as de lodosos
seus li a lia I luis, tendentes a remover as cau- predilectos servo* de Daos, motivo 1 or que
Sas que possam influir contra a salub.i lado tulas as geracOeg com a maior juslica a
publica. iclamauaccumula la de gloria superior a de
11.1.1 Ao commandante do patacho Pira- odosos espi.itos bemaventurados, admira-
Sores da subliuiidade d sua lignidade sem
templo, exaltndoos relevautissimosprivt-
>egtoj e tsenefles singulares, somente con-
cedidas aquella ponssima creatura, cujos
elogios n'.o pu I11111 ser dignamente pronun-
ca los, anda que lodos os memb'os do
corpo humano se cooverlesseai em linguas,
como diz um santo padre.
Determinados a snlemnisar por meio de
temos bymnos, e suaves cnticos d'accdas
de grabas ao incomprehensivel triumpho
da benigna protectora do genero humano,
concebida na monte divina ...es da exis-
tencia dos abysmos, nSo desanimemos,
no desfallecamos na recordacSo de;nos-a
ii.ferior.e hiiIk; i., convencidos de quo, se
os cultos, veoeraces o espeilos, que, com
plena salisfacSoe rego-ijo, a frgil cicatura
tributa a .un. do Creador, silo insullicien
tes; todavi', jamis deixarSo de Ihe ser -
gratos os ol.-equios, que sius fl.is servos
ingeuuainele Ihe presiam etn honrar ni-
randecer e anuoure.'er o maravilboso mis-
terio deste 11I11.11 da.
Para preoncher este nobre designio, pro-
pomos ni. nosso animo assislir a i.in mag-
uilici s .le 1.111.la.le na igreja do recollit-
mento de Mossa Seuhora da Gloria, no h n
da una. ( depois de ilnuieuar solemne-
mente o povo eliri-i;in em neme de sua
qual for a maneira de se realisar o pagamen- ssnlidaJe, como se elle presente fosse J
lodo sello, ou em baa ou em dinh-iro,. conceder indulgoncia pleuaria de todos os
sempre o procurador liscal dove ser ouvido| peccados, na forma platicada pela igreja
nos inventarios e partiihas, alienta o inte- calbolica, aos que ve dsdeirameute eou-
res-c da fa/..'iula ; eos autos que se proces- trelo.-, recorrerSo ao S.cramenlo da peiii-
sarem sem sua audiencia sgo uullos;e nos tsucia. e se relizeram comasacratJssi.ua
lugares em que nao houver procurador lis- eucharistia, rogando a Doos pelo feliz esta -
cal, intervira o agente da fazon.la, que ah a do do romano po..tilico, do prelado dioce-
representar, como se v dos arl.gos 23. 27. seno e da santa igreja.
32 e 33 do rogulamento de 14 de Janeiro de Em consequeucu desta disjosQ.1o, e
1832 ; e lio regra gural e impretertvel, que considerando nos sufllcieuleaiente instrui-
eui lodos os processos de interesse da fazon- dos os uossos diocesanos pela leitura dos
da deve inlwrvir o seu procu.a lor, ou quen livros, e de nossas exuortac.-s, e ex-ir-a-
suas vezas faca, i) -ello il s i.er.ine.s e le- s.V'.s, respectivas as assombrosa.s prerogati.
gados de usulructo sempie se sr.ocalou, e a vas e inauditos predicados, quo caiacteri-
maueiia pralica de sua arrecad'C.ln estabe- sin a iminacula ia titila de Dos l'ad lenla do citado regulamento de 18(2, lie innocente inAi .1 Dos lilho, a candida es-
u.i.a .'.. i.|iil..e.in de disposicdes a iiiiTiun's posa do Espirito Santo, o pu. issimo te.ii,.lo
deriva las d. le do sello, e da naluroza des- da Saiil.ssinia Tr111I.de, cuuvoutenle, ( a-
sas herancas o lega lo-, sendo que sua ob- gradavel a mesn Virg.1.11 Saiilissim nos
servancia lio, demalS provcilosa as partes, parece, que doi.que.nos uuia parle di pre-
ea fa/enda, poique le 11 aul regras litas, e seule allociiQJo a p.**ocjflu dj sincero
se livraiii do rbn 10 c v.rie iade da pausar arrejendimeolo, com quo .levem rocotier a
dos juizes e agontos da fazenda. al.su. v:...io, os que lein de pui'.Hcar suas
Duo. A' ,. iniiin-lii.e.io do patrimonio cansciaiicias por intervengo do acto pei-
diis orphSos. -- llecobi o ollicio qje V.n.s, leueiai, recouieudado aos que se p o,.e.n
me dirigirn em data de 22 do crrante, a lucraras graij.s, qui sua terna mu Ibes
'lando cunta da concordata que lizeraincom offe ece, intetiUiiio CJtist.iii.-los apios, e
us procurado-es do Exm. bispti de Mariana idjneos para exercerem os ollie os do per-
e de N. O. Uieber 01 Compauhia para o pa- ranos linios, e servos da r.inna dos Ceos, e
gameulo da quanlia que Ihes deve o patr- soberana do universo. Este o nico meio,
monio dos ... pin'...-, o em resposta se me que nos assegura a recepefij dos Cultos,
ni!.- roe d/..T-li.es, que nesse negocio a a I- que Ihe tribuamos, o pt.i.o de nossos pac-
minlstrarjlo deu teslemunb.) do seu zelo cados, e a sua poderosa e v-liosa Hlenos-
pelos urphtOS, cojos bens Vmcs. adminis- ago, durante nossa existencia, e particu-
11;. .1, concillando a obriga^ilo de satisfa- larmente ua hora de nosso xito final, fun-
zoi-so o eiupenliodo palriuiouin, reconha- damenladss ua divina unseraco, quo con-
damente ir presenciar o brilhanlismo da
Rloria, que Ine he devida, na qual a bea-
tissima Trin lado se enmpraz.
Em quanto porem somos detidos em nos-
sa pi r.grinacflo, agitados pela impetuosa
torrente dos escndalos, que.nos ceream.
imploreuioa o aao-efeaz smmIio, para que
oe fap cessar. Supeliquemos sua inelTa
vel prolecQflo, por meio da qual nos faca
p nliii antes dos hndanlos favores, e co-
piosas mercs, nnexas aos celestes Iheson-
ros condados a sua dest.ihuiclo. Solicite-
mos o seo .g.egio nalrocinio, por interme-
dio do qual nos deferida dos astuciosos en-
gaos, e sagazes assaltos da venenosa ser-
pente, cuja cabera ella esmagou por divina
disposicao, manifestada no mine i.1 d
c eacSo do mundo N-ste toassignaladi.
dia, em que cousideriiuos a dignissima 11.Di
10 i; na lor, inclinla a prodig 'lisar 8ua-J
',' n,',is tquelles, que invocain sua beiieti-
coucia, diligeuci.'inos sua attenco aos nos-
sos rozos, iara que so digno escuta-Ios
O vexado com a Hllli.i i, o perseguido pu-
la 1.1 :.ui.i...i ., o acossado pelos tralialho-
inseparaveis da piescnt) vida, e o oppriiin-
do pela lenice 10, icioii.i a n.iseicor.lta d"
M.na, certo de que imploran los .a benig-
na assistencia, achara accelera.lo aunilio ;
reclamando seu po leroso soccorro, encon-
trara iivm iv. 1 asilo 111.|" I r.ni I., sua 11111
recoiiheclda piedade sera acol.erladu com o
preclaro manto de sua manir cleu.e..cia
,\ao oiniltanios a recordado dos dons
gratuitos, qna temos recebi.io da diviua
Hiierali Lid., pela int-rvenco de loo heno-
vola betnfeitora Coiiven>;amo-nos de sua
'.ie.li rio pwlicular no sedipie memorave
cnnlece a espeito da disIrbuicS" que at)
agora se tem fe.to pelas provincias do im-
perio desse pesidissimo imposto que a na-
cilo reclama de todos nos para mauler-sa e
su-tentsr-se.
Sr. presidente, se he certo que tanto na
1I1-I1 iIhiii.-.o) do pen... en 1 o 111 do Castigo
deve lu.ve- inleira igualdade, se he exarto e
justo o principio cnn-titucional de quo cada
.i ia.13o deve concorrer para as despezas do
Estado na proporco da sua fortuna, urna
tal igual lade que se exige a reapeilo da-
qoillo que achame prop iament fortuna,
com mainria de razDo se deve exigir ob-
servar a reapeilo desae imposto, qu, por
pesado e doloroso, se chama de sangue.
(Apnlados.) Creio qu, lm da vida, o ci-
lili > brazileiro nada tem de mais precioso
que pnssa offencer e dar nac.lo, e he por
laso que eu desejo que este grande sacrifi-
cio nlo recata cun todo o seu peso especial-
mente sobre celtas e determinadas provin-
cias ...
OSr. Safio Loino : Dira mais exacta-
mente, sobie ce. tos e determinados in-
dividuos.
O Sr, l'erreira de Aguiar : Perdde-me
o honrado dpputado ; quandoeu digo so-
bro celtas e determina las provincias, he
poique, assim como estas cuncoirem para
as desuezas geraes do Estado na i rop telo
da sua renda, assim laii.li.-in devem todas
coneorrer para esse imposto de sangue na
lopoie.lo da sua pop..laceo. (Apoiadoi.)
Creio que isto no 1.1 liicniu. rebensivel.
O Sr. Aprigio : Entilo tambnu devem
dar suas qimtas d>' impostos.
O .Sr. terreira de Aguiar : E nSo as
13o?
U Sr. .iprigio : Quetas, nSo.
OSr h'errtira de Aginar : Aqui nlo se
trata du q.i.das de impo tos pecuniarios ;
porm, quan lo esta fosse, a quest.lo, ainda
s>im alii isla o pr..j(iC.oconj.titiicional quo
da 2 de fevere.ro, 110 qual foinos hvres da Idetermiua que cad- individuo concorra pa-
ingente calamila.e, i,uu nos collocju na Ira as desperas do Estado na proporcSo do
na amara angustia.
Palacio da Soledade6 lo agosto do 1852.
Joo, hispo de !' 111 nlllue ..
JNTERIOR.
seos lo.veies; e sendo as provincias com-
ponas de individuos, coi.curen, aquellas
para a unio na propo ciio dos haver.s de
seus me ohi..-, e por conseguinle com essa
quola de que acaba do fallar o nobre depu-
tado que me neo o apaila
Sr. presidente, tem-ae procurado enven-
cer-nos de que nao he possivel fazrr-so
una jusla distrihuicSu do n-crutaniento pe-
las provincias, 10.que estas no e.-Uo pro-
pori-ioual.nenie repr sentadas, e porque ale
..... UM se ni., conhere co.n excti .So as dil-
lerenles populacO-s de cada urna dellas ;po-
rm, senhores, esta razflo no ide proce-
der, nem pode ser valiosa, poique, se por
tunenleconhecido, e e s meus sungos,!ve"lur" .* 'epresenlacSo de IsOn.aa pro-
m qoaro ha tantos a......- .....- lIMf O
RIO DB JANEIRO.
CMARA DOSSENHOUES DF.PUTADOS
Diaruaso do.Sr Da. >< \ Josa'Ierreisa tE
ACUIAH, DEeUTADO PUK PERSAMBUCO NA III'-
CASIAO 1A DISCl'SsArt D 1 i1 AMENTO.
O Sr. Ferrara de Aguiar : Sr. presiden
te, se .. meo credo poltico nao (iVa bustan-
ilii
nfio es-
ido e julgado por sentetna, com a iteccssi- liamos obter por aquella mes.na, cuja baile-
da.le imperiosa do occirrer as dspezas da licencia nos lein accumulado de colinuos
subsistencia dos orpbaos, eos procurado- bauelicios, o por quem esperamos ser bea-
res dos exequoutes lainliem sJo dignos da tilicados.assiin como lomos remidos.
gralido dusorplios por terom prompla-. iNUo so pie duvldar que a oraco 00
Fernando.Coa o seu ollicio dea do cor-|me||ltJ annuj,l0 a essa cjiuposisio ; o que jejura, ( sigoillcalivo de todo o geuero de
rente recib os dous exetnplares do realo- Vl|R.s ,|1M fra0 constar por parla desie go -, peuileiicu ) um e outro proceilo, mimo
riosemos.raldocslalodesse presiiio, ere- ver|ll)#. I recomeudaJO polo evaugeliiu, para a con-
melti um dalles aogovemo imperial. ,Ul,...y cmara municipal do Brejo, di-secussao da pieJastinacilo, sio in lispes.-
Cei todas suas boas inloucoes acerca 1I0 2eil,,, qUB ,,resid'n:ia tilo pode dar a I veis a todo u vivnit. quo quor so. protegido
me, li o.ii.ieoM desse eslah-i-ciineulo, 'rei*,ri)lr.ai, provisoria, que aquella cmara pela u.fli dos all.ibuladosc afiLcios, su.h-
ausiltando assuas ululas econmicas ere- ^ a) uo>luras j 8u niuuicipio. visto cita oa> so inlertssar na observancia da
gulatnenlares, con tuiias as medidas que os- ^^ elUs s, 10 submeliilas ao conbeci-. doulrin promulga la por s-u unignito fi-
vim-i.s he iufeiioi* a ana populacao, tam-
il vesseui cerlos de meu peiisamento a rg*.beni oonus do sangue que subr ellas pesa
peno ni aclual 11.nem de cusas, por osito h- >us' 1U ""'" n,"nor' vi-loquehe me-
eu n.iu lom.ii. parte n-sla diseu-sflo de--' "or 5'u "uz0 e ua imiiorlaiicia em rela-
fendeulo urna emenda que se aoha soi,ri. iilo ao numoio de sua representacSo Se-
mesa o quo j lu impugnada pelo uol.re.' "l,oresi eu.,stu 13o rofundamente con-
ministro da gu r. a vencido da justica e procedencia .leste priu-
PortVrn, estando peraua lido de que, qit.il- ri"'"-'!"Ju'K nao e poder vantojosamen-
quer que seja o 111. u voto, nao prejuiica lecon.bale-lo.
miuha reliziao poltica, vou apresentar a Se se quiz.-r bem apreciar a injusl|?a que
'resolta da manetra ate agora alopiada na
ilistriuicflo .10 recrutameuto pelas proviu-
catnara as raz.Vs em que me fun .0 para;
prestir meu acquiescimento idea do que!
o recrut* ment pese sulne l Idas as pov.n
_;Clas, basla laucar os olilos para o mesmo
.na, .... qu o iiolue ministro di guerra lia
pouco a'-re-eniou, Baoqnalaa referi em
'seu discurso, o delle ve.emos que sa s pro-
vincias que lie. 111 de Sergipe para o Sul de-
raoi, desde l4l a 1851 ou 1852, doze mil e
lautos recluas, sendo esSas provincias em
11,11 tu maior numero contando mais popu-
pulacao do que as mil as....
O Sr. Ministro da Guerra : Ha as pro-
vincias do itio lelil ie do Norte, Espirito
liverem ao meu a canee.
Quaiiloas requisicfles po" Vmc. I'eilas, j
Ihe counnuniquei, que as tinln- enviado a
lliesouraria para salisfazer-se o que for mais
XKffi^ necessano. e co,,.., o patacho le.n de fazer
de.STKVIieenti- ""ira viagem nollinde agosto, ou princi-
pio de leu,ni o, ira entilo o quo agora --
se poder re neller.
D1U1.--A0 mesmo, aul uisando-o, avista
ment da nsembla legislativa pro'iucial,
ciii(i 11.Jo, que a d.la cmara aguarde a de-
Itbcracao da uiesma assembla.
sa .ia asseml.la pruvincial de Sirgype
tra o presidente da mesma provincia. Teve
por despacho : Recunhetjam-se asassigna-
luras.
Kxposirdi.
Expostos os processos ns. 473* e 471*,
passou-se aos
(*) A rogo de alguns do nossos subscrip-
tor s, desia e ma.s provincias do nurte da-
mos cimeco bojea publicarlo dos traba-! peza a fazercou. o calamento da pac
de sua informarlo, a fazer regrssar para as
prisOesdesta cidade o preso poltico Anto-
nio llorges da Ponsec
Dito. Ao n.ajor encarragado das obras
tmliiares para orga.ns.r. e remaller a se-
cretirta da presi leticia, o ..remenlo da des-
de
lbos do supremo tribunal dajusl!c<, e nel-
la conlinuaremos regularmente, principia 1-
do do mez ultimo por ser o comerjo do atino
lina..ceno.
FOLHETIM.
()CO\DEl)EC..I{fl,ir,\ LiO
l'.l.l MOLE .,1 M I l.lli 111M I .
PRIME1RA PARTE.
III.
0 liomtm dr piuma ctrncllia.
armas, e do interior dos q..arlis da forta-
leza do llru.n, he.n como eom a pintura das
portase po tulas dos d.los qua. t'is.--Com-
municou so ao cn.n.nan .0 das armaa.
aaajM
srgurai-i
oulra extre
i ia ....mil., certo, creu avistar ua
n 1 ole da ni 1 duas persouageus,
nina das qiiaes, de estatura elevada e ligura
marcial Hulla eiaclainente a pluma e a gorra
fataes, objecloa de seu resenliincoio. bramante
deu u 1. grito de alegra e dobrou o passo para
no PISPADO DE PEIINAVIIIUCO.
D. Juiio da Purilicagao Marines Perdigad.
i-mego regrante de Santo Ag.is'.iuho, por
graga de Dos, e da sania s apostlica,
hispo de Pcrnambuco,' do cousallio de
S M. I etc. ele.
A lodos os nossos diocesanos ssu.le, paz
e beiiuo, em iiomedo Jess Cnrislo.
I.emorados estaris, dilectos lilhos, d
exposic3o e exiionacOos, que nos anuos
transados vos dirigimos, relativas ao .or-
lentoso misterio da melTavel assum,ic3o do
.Mara Saulissi.na, elevada para a celeste Je-
rosalem e n e o- o e .1111 1. i-iij.i 11 ilimii -
MB>taaaaaBBBBBBaaBMaaia1MMSBBBr>!
nu-lhe P. on.oio-, que ueste momento ebe-
juntu delle?
(ua
gav m
i.ipn.i 1 11 r- iinin.i-, dase o soldado, vos
tendes ouvido fallar do houiein que cotoinaada
as tropas da raiotia Juaona de aples.
Al J Uve a honra de o couibaler, he
loo. Equeoccaslao mais Opporluna para a
justilicacao d'alma, que o fasuva dia 15 de
agosto.
Ser conveniente que esperomos o tempo
qua.esmal para nossintilicarmos, qumdo
ignoramos se este tompo nos comprebenda-
ra ? llavera coventencia em dilatar -para
supposla ppportumda le a contric3o da
quolidiana traosgressao dos preceilos di-
vinos e humanos? (Juem uosple pro.net-
ler prolongada exisleucii ?
Predilectos diocenos, lisongeemo-nos de
gosar a posstbilidada da saulifcar nossis
almas para glorificar a mili de Heos no da
de sua mais assigualala victoria, no qual
foi r irona de s.ogul.rissima gloria, em
cujo acto a infiiiU omnipotencia mamfes-
li.u seu maio poder. AfTeicuemos nossos
coracOes s virtu lea, que Ht n.issi ao abi-
li.a -
certilicarse, protislaodo, sefasseohoineiiiquei coodottleri Francesco Sloria, lilao de Glacoin-
_____ _____..__________'*_ _____' latfn sasa sa a i 1 .tiln !> iisaaiiinm .liiino l_
(nucut.iv.i, deixar escapar a occasiao que
un .u.hiii.i > I li'. .jii mi" iin'>|ici .1.1 Ihe 111-
\.iw, mas mi inun.etilo em que la fallar-lhe,
vio com grande 8or|ireaa sua, <|uc o iitdivlduo
que acoinpauliava o dcsconbecido nao era ou-
tro que Krlcciu.
Ocapltu ticsitou emo e po*-se a aegui-lus
arnbuB esperando que feneci deixasse o joven
fidulgo para poder chegar-se a elle elaxer-IIie
seu compriiiieulo. O palacio ducal eslava per-
Lo, Ifrainanic pensou que elles se separarian
abi, puU sabia que o palacio de Visconli uo
eslava aberlo seno par os curle ofTiciaes mais cunhegidos ; mas vendo o joven
lidalgo entrar com Brcelo, iicou esiupefact e
~ S'lll'l il IH
com
Dissenios queBramanie, indignado da imper-
tinencia que u joven lidalgo da pluma venne-
Iha moslrra u occasiao da passagem de Car-
inagnola pela praca grande, protestara com si- nolou com dobrada sorpresa que o *ecrt
go pr-sc eiu procura do lueimo para pedir- llie ceda o passo, e marchara alias delle
Ihe satisfacao do que rile conslderava como un um ar de humildade perfeita.
grave iiiSuito feitu a seu amo, Com elVeiio, aua-
bada a ceremonia, ellft comecou apercorrera! Dar-sc-ha caso que este mancebo seja algu-
cidade em todos os sentidos, procurando por raa g> ande perouagem .' tal foi a perguulu que
toda a parle rom osolhos a gorra preta ea plu- 'ocpllofcr a si mesmo ineulalmeole. Klle en-
ma vennelha que linlu-m -Ur-tndo sua alien- trou aira dellcs nu palacio, c segul-os de Ion-
cao ; mas depois de ter de balde percorrido as geatraveidas galleras, na esperanca de que
ras, os beccos, os passelos publiioa e as igre- alguma circumstiucia fortuita podena esclare-
ias, recouheceu eintiin aeuorine dilliculdade de c-lo sobre este ludividuo mysienoso, e sobre
encontrar o culpado; eiito'leinbrou*se que era o laco nao menos mysienoso que parecia eais-
esderado em casa de mestre l'eraldi c, obrlga- lir entre ellee o secretaiio do duque
- .1_________ J^ ..la... f^l... .
doaicnuDciar a vlngaoca do ultrage felto a
Carmagnola, lomnu a dirceco queconduilaa
csulagem do B/ond Phabut.
I'un i habituado a comprimir suas paiies,
bramante marchava com uiu passo precipitado
e desordenado, empurrando a quem enconlra-
va, epragufjaindoem voz alta contra a sorle,
contra o humem da pluma vennelha e contra
si mesmo, quando ao levantar os olhos para as-
( J Vide Diario a. 174.
iii.'.i) e seu coinpaubeiro pararam porta
do gabinete de Viscouli oudc vigiaran, conti-
guamente seie a oltosoldados. Depois d. algu-
iii.is palavras trocadas em val balsa com a seii-
uti. II.i, entrarain ambos, Indo sempre o man-
cebo da pluma vennelha adiante do secretario.
Por santo Hilarin, meu padroclro vene-
rado, eiclamou um dos soldados, quando a por-
ta do gabioete se fecbou, eu au u creria ae nio
o llvesse fisto com meus proprlos olhos
Eqtte fiste tu de Uo axiraordinarlo, per-
iiiii.'D >l.ir i. e seja dito de passagem, digno ri-
Hi-i de seu pal, nao temo declara-lo.. .. Depois
de Carmaffiola, he o inais bab capito da
llalla .
.Nunca o vistes?
Nunca, euiuitas veses tenho desejado co-
nhec-lo.
Pois beui, capilao, podis couhec-lo
agora.
Que! esclamou Bramante, esse pluma ver-
inelba que acaba de entrar ah com Ercelo ?
He o coadoiliei i Francesco Spona.
Usas bein ceno do quedisea?
Servi coui elle dura ule oito inezes.
Por Jpiter, murmurou Bramante com ar
carrancudo e com osolhos tos no chao, so he
eslrauho.....
Com rili'iio, repticou o soldado, un capi-
lao inimigo, e um capito tal como Fraocesco
Sfurza, em casa Jo duque Vucunll! Que diabo
veui elle aqui fazer? Que necessidade tem o
duque de seus servicos, acbando-se frente de
seu escrcito o lliustre Carmagnola? Que dUeis
a isso, capilao Ura liiamaule, eiu vez de responder pergunla
do soldado, voliou-lbe seoslas c apartou-se
rpidamente.
Alguns instantes depois elle entrava no pala-
cio de Carmagnola, ao qual foi lugo apresen-
Udo.
General, Ihe disse elle, levantain-vos ar-
cos de iiiumpbo, da lacio, encbem-voi de louvores e de favores,_e
no momento uiesmo em que euganado por to
brilbanlesapparenclas goiais sem desconan-
ca de todas estas manlfcstacdes gloriosas, coos-
(ii .un a vosia perda.
_ A miuha perda t repello trauquillamenle
Carmagnola hundo no capilao sena olhos pre-
los e profuudos; e qnein te disse isso
inante ?
lNlogueui m'o disse, eu o vi..... Um bi-
iiirm acaba de entrar mysieiiosamenie em ca-
sa de Vhconti, couduido por Erk'cio, v.i,- mi-
tnlgo, c este bomem, be i-ranccseo Sforsa.
Carmaguula, recebendo esta noticia, nao
delxou transpirar nada da emociio que devi
experimentar. Seu rosto conservou nina calea
imperlubavel, era urna dessas almas frlemen-
le temperada que sibem coocenlrar com um
poder igual os arrebatamentos do pracer, e os
soVimeolos da dor>
Eu esperava alguma cousa como isso da
parte de Viscouti, is>e elle scni que sua taz
revelasse erunla nem amargura, mas nao a es-
perava to cedo: tu lena razo, charo Bra au-
te.ba a miaba perda que se conspira, e nao te-
nbo precuao de g-aude esfoico de genio para
comprebeuder que Francesco sforiafol chama-
do para substiluir-me ; mas que dia se lein ti-
zado para uiinha deograca ? ber daqui a um
mez que se levantar a mascara, seranianha ?
Que meio p etendem empregar para desemba-
racjire'ti-se de miin ? As aiteuces ou a violen-
cia? eiilloouo punbal? bis, charo Braman-
te, o que iguoramos.
Quando se trata de um hoincm tal como
Viscouti, respundeu bramante, a supposicoa
mais razoavet be esta: manhaa e o puuhal.
ivi.i mmh.i parle, s tenbi um conselho a dar-'
vos, he que vos retiris para o nielo do exerci-
to, do qual fitcls o que quizerdes, pois uao cu-
ohece seusio a vos. Dabi coiuuiuuicareis ao du-
que as suipelas que sui couducla vos da direi-
tu de cooceber, pedir -Ihe-heis urna garanlia
qualquer que vos aasegure urna posico dlgua
de vjt, e que vos sirva de salva-guarda coulra
todo o perigo -t obtido isso, eligiris a retirada
de Sfona, a manutencao de vosso titulo de ge-
neralissiino dos exercitos lombardos, e pode-
rels cntiio, se me nao engao, f.zer tanto caso
de Vlsconti quanto de urna balaba vatia.
Carmagnola refectlo por alguns Instantes;
depoia disse como tom de um bomeui que tem
bein pelado sua determinaco :
cas na razflo de SUiS 11ffnr. ules fYpruscnla-
>;es.
Conhago, Sr. pre^ideiit", que o metho lo
pt'lo qu.l s- faz entre nos O rncrutaaiento
he defdit io0 sujeilo a mu i tiravo abusos
Miconvr-nioul'*si e por isso serla de desejar
quefusse n.eihorado; pii a mintia ac'iuii.i la intelligeocia na ltu.,i
il-sse fnou deiejo, n;.o m i sufe'gere ella urna
me lida quo possa reine liar o mal que p -i i. senli) quo por esla razflo concordo Santo, 8*Ota ()>*tl) m que continiiH o systorna ato .-i i->i a,ioi- O *r. terreira de Aguiar :- t*i-rJ-me o
la io, ootivenoidu do que seo ello nunca nobre ministro ; eu alou di/eudn qoe sn
poder urna iih^o, em nossis circumsl.n- por venluia se quizer dhr todo o valor que
cas, ri i !-' v.ii um al^fCito imhuii-iii.' merec o mappa ;i|uti- m i,i in por V \.\ ,
Ku furmarin fervorosos votos para que coonecerae>ha com evldeocia que a distri-
entre nos sn esUlieleces-sO, so prraigsgsa o 1'UnAo do recrulatnenlo tem silo emineiiti1-
eng^jamenio, parque .lalu resultara qu-*, nn-nte injusto e pesadiasima p^ra as provin-
n8 Domenflubr* CUjs Voutadet DeOliUiOa coa- M"e II* muilo maior popula^flo da provin-
qIo p saria, porcm lio ia ten a mea a certe- ca de Seigipe p^ra o Sul do imperio do que
za do qu.) as armas da ncelo orain confiadas d* AlagaS pra o i\oit-'Je entretanto V.
a infida tanto mai* seguras quautoeram ga- Ktc mesmo confssou que Jurante esse pe-
ranti l-s e abonadas pelOtootiaiBGtO da vo- nodo, de II anuos, recrular.m-9e deSergi-
luutanedade, Mas vendo eu dos relatnos P para o ut I2.00U e tamos individuos, 8
que cuustintemmilo sao apresontados ne#- 4U das Alogoas para u iNorlo recutaram-
ta casa, e tnesmo pela experiencia, quo um e I3.UH0 e t-nlos. Ora, lefldo a represen-
Oielhantesyste ao menos bo dilllcultosissimo, nao tenho tant>s deputa ios,e a dostas outros ua ralfio
remedio sem,o deixar subsistir o recruta- de 40 e tantos, he claro que desapuarece l-
menla /oreado, ceden io por esta forma a teiramente o razoavel principio da propor-
im enosa le da necessidade. ?ao.
Se estou, pois, do accordo com o projecto emais, o grande mal n3o existe smen-
quanlo a mane ra ptica porque s deve to na desproporeao das provincias co sido-
reaiisiir o racru lamento, o it o tapio nao a- ra iaj|j*m globo como aecoosi roao no-
Irei ainauha casa de Viaeoatf, como ni ceno, di-ae Uramaue, que uesse da eu
pi ..m.-Ki nao previa que apellara a mo ao maior capi-
LNi fagis tal! exclamou llrainante, por lo da Italia.
ventura queris fazer assassinir v Assa-.sio.r-me. uo da posterior ao do tri- um ligeuo tom de melancholia, qual ser da-
umpho lo magnifico COo asa que me ie- <,ui na alguns anuos o mciidrsiiiio?-Elou nes-
ram boje! responden Cinnagmila. quando .Mi- le momeiiiu na posicao do vn*j uiie que sobe
l"to lodo iiileirooccupa-sc de miuha pe'.soa e de una inonlaniia lugreine; chegado ao meio, el-
ininli is victorias 1 quando o i-xercito ensober- le nfio pode parar, cumpre qu.: ande e que che-
beciilo com as honras que acaba de receber na gue ao cume, uu que caa e se despedace ..o p
pessoa de seu chi-fe, repele meu nome com da inonlanha.
entbusiaamo e couta com o prestigio dese no- j Depois, levautando-sc sbitamente, disse ao
me para vo^r a novas victorias! Nao. Visconil jcapitao, a pos um uiomeutu de silencio:
be de unta familia que emende bein depolili-j Adeos, ineu charo Bramante, al ainanhaa.
ca, elle nao comoietler pois urna tal falla, nao t'aze por achar-te no palacio ducal s duas bo-
iin i. i una til imprudencia..... Nao..... uo
lenlio nada que temer para amauhia. Irei ter
com elle, depois l< go que sabir de sru palacio,
deiarti Milao, c uaovollarei senao pissados oi-
to dias,
Urna auseucla de oito dias! quando um
inimigo, um mviI lerrivel
lleporlssu que nao devo perder uin so
minuio, he por Isso que cumpre que eu parta
aiuauliiia. Conher^o a Viscootlt desconcertado
por esa parlida subila, cuja causa uao podera
suspeilar, elle temer algum laco, c cuidar
ames em prevcnir-se do que em aiacar-me.
lie possivel, dlssc Brama te, sois mais hbil
que eu, e nao tenho a p:rteucaodeen^iuar v
como ilrvr :. goveniar-vus. 'I udo o que puss
dlzcr-vo., he que se algum dia vossa vida e.n-
ver em perigo, vcr-e*ha entao o que be atacar
os amigos do capilao Bramante.
Vivaiueule cumuiovido pelo tom de energa
com que esias palavras foram pronunciadas,
Carmagnola pegou da rafia de Bramante, c aper-
tou-acom forca, dueudo-lhe:
Siui, eu sel que tenho biu ti um amigo
sincero e dedicado, e estou ceno que tambem
nao duvidas quesou, como lu, fiel ao juramen-
to de amisade que tiseotos reciprocamente na
eslalagem de Blond l'haOai, quando estavamps
louge de suspeilar os aconteclineutosprovideii-
ciaes que deviam reuoir-uos lo cedo e ligar-
nos lao forteraente um ao outro.
ii-, nos sabiremos d la jumos, e eu te dare
algumas lustruc^es para o lempo que durar a
miuha ausencia. Sobre ludo ningueui aqu sus-
peite que eu sel da ebegada de M > u a Milao.
INiuguem uo inuudo o sa*ber.
He i^despensavel para miuha seguraoca
que Visconii me crea sempre entregue a mais
cega coiiHanfa
Comp.ebcndo isso, contal com a miuha
discreco.
Braniaule a>segurou novamentc aGarinagno-
la que se adiara no outro dia ou palacio ducal,
e que para mais segmauca, tena o cuidado de
levar com siga alguus coiupaubeircs bravos c
dedicados. .
E agora que a amisade nao me reclama
mais. disae elle, logo que chegnu ra, vamos
para o Hi>nd l'/iMTmi, unde uiiuba pouca sohei-
lude deve causar espaalo; mas >M acresceuluu
elie a mudo de reflexio pbilouophica, a uiulner
quanto mais espea.ruais captiva rica.
E arregacando cavalleiramente os bigodes, o
que era uelle o iudicio de urna alta satisfacao
de si mesmo, dirigio-sc com ar de venceder,
para a cstalagem do slmplorio e crdulo i'i-
raldi.
(Continuar-sc-ha.,
f


J'

bre ministro da guerra ; he necesario que
ge not que das Aligo is par* o Norte recru
laram se em 11 aunos treze mil e Unto
individuos, mas he que carias provincias
rarregaram com uro maior numero do que
.leviim...
O Sr. Ministro da Quena : A provincia d<
Pernambuco em doua annus deu apenas SO ou
60 ri-rinl .-.
OSr. Ferreira de Aguiar: Maa houve auno
tambem em que deu oliocentoa e (auto* ; e m
viata do mappa a que me refiro, deu durante
aae periodo de II anuos ,9U0 rrcrutas; entre-
tanto que a provincia de Minos que teiu 20 de-
putados n.-.i casa, e 10 leadores na cmara
vitalicia, deu uo decurso desse mrsiiio periodo
amentc 301 rrcruias! Ora, tenha V. Eso. a
ii.iii.1 ..Ir do diier-me : pode haver proporcao
possivel no imposto de aangue a '
buido?
A Babia deu....
O Sr. Aprigio: Deu mais, e nos nao grita-
OSr. Ferreira de Afanar' A n.hla nao deu
mais ; e eu erlnu emUiiiido a miaba opiulao, c
defendendo um> Ideia uue julgo justa, nao cs-
tou gritando.
O Sr. /ii'igio: Est-ae qucliando.
O Sr. Ferreira de Aguiar : Kslon-me quri-
xando, slm, poique enleudo que devo quedar-
me, c cilou em ineu dirello elevando a vn* con-
tra aquilloque reputo Injusto, asstiii como eu-
tendo que estas refleies sao de lodo o nteres-
se para o imperio, para a uulo e para o gover-
no. (Apoiados)
O ir. Aprigio : Pelo contrario, eatas idelas
asslin disul-
muito co.npasiado e multo brando em propor- lato um grande trrico o Imperio, um grande
cao do da tropa de linba. e por conaequencla servico aothrono. ( Mullo bem I mullo fem).
2
55
mm
nao se pode dlser com raaio que eaa aervlco
compeuse o ouiro, e anda menos a falta de
concurrencia proporcional para aa fileiras do
exerclto- .
Sr. presidente, nlo posso concjrdar com o
nobre deputado a quein me refiro a respeito
da proposlco que avancou, de que ae por ven-
tura o recriilainento tivetae de ser dsirlbuido
nroporclonalmente pelas provincias, tambem
cuiiifria que se tlvesse em allencSo aquellas
que mais produilsaem e que mais concorres-
scui para aa despesas do-estado. Senhores.be
... i ii i i altender que urna cousa mo depen-
de da outra. Todas as proviocias do imperio
concorrem proporclonalmenle para as despeaas
do eatado, embora urna entre com 10,000:0001
cou ra com 200,1100:000/; o Rio de Janeiro,
por escuiplo, pode entrar com um valor mullo
subido para as rcudas geraes, e Sauta Catharl-
na, lllo Grande do uorte e outras provincias
entraren! com muito pouca cousa, mas nein
poi isso deixain de entrar na mesma proporcao,
por isso que concorrem segundo seus rendiuien-
los, e ests sujeitas as mesillas iinposices, nao
ibes podeudu ser imputada esta falla porque
nascr, nao He sua vontade, e slm de sua pobre-
za. He preciso porm attender-se que se por
ventura ellas concurreiu coai pequeas quotas
para a renda geral, da inesma mapelra sao re-
presentadas i.| ii proporcionalraente por um ou
dous deputados, quando as outras o sao por
mullos
O Sr. Sayao' Lobato: Nao se seguc lito; o
Cear be representado por oilo deputados, e
nao d a renda correspondente, lie levar a
quealo a um pouto em que nao deve estar.
CORRESPONDENCIAS "O DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
Parahiba i de agosto de I8S.
Em hora ailaga tomel eu pela prlmelra ve
a peona para escrever epstolas cbronloaa des-
la provincia. Talve que alguroa ave agourel-
ra aacu lisae por cima deale ineu pobre alver-
eue suas azas negras no muinenlo em que co-
uiecei a rabiicar a prlmelra mlsslva! So s-
sim poderel coinpreheoder a ma alna que me
persegu desde aquelle momento, o au ge-
nio que dlaperlou contra inim a saoba de al-
ouns escrlptores, que esquecendo a aluvao
Sos que os pertrbalo no aeu dominio exclu-
sivo de jornallstas, correspondentes ariijuis-
i,ii Iraductore, ritoctrdoes. esnsorsr, saporfe-
ro!, so comigo ee occupaui, 6 contra mlin
se exasperan!, a a tnlin mimosean... He un
continuo lidar Apre !
Calla-se o -4rjos coineca o correspondente
da Unia'o, calla-se esle principia o Joao da
Malta, eiumudece anda este, sou de novo
ameacado por um tal correspondente da corle,
que promette multo breve oceupar-ae comi-
go f pobre de miui!). com esle pobre de espi-
rito, e de tudo, que bem quisera passar de.a-
percebido como o Innocente Incto pelo p de
menino traveseo.
Porte diabrura Levanto-me aqu prcclpl-
tam-ine acola, arraslo-me paraali, capaiobain-
me d'ali. este arenga aquelle e eu felto joguele dol
taes meua seohorc, que quereut laier comigl-
.ni cuutranaa unlo.
OSr. Ferreira de Aguiar: Emendo que a O r. ferretea de Aguiar: Devo suppor que a mesioa conlradanca, que na eslalagem
inaueira que lia de suslentar-ae a uniao, essa a represeutacoesl na raijo da sua populacao, jKr|.MM| ,o pobre Paoca a dansar por mera
un i ni porque eu faco lanos volos, he estsbrle- entra para a represenlacao com o numero pro- j,cra
cendo um systema de Igualdade. (Apoiados.) Iporclonal. Este argumento das reudas nao p- He multa deshumanldade, he barbarldade
O Sr. Aprigio : A Igualdade lie sobre Indi- j de prevalecer para a quratao de que se trata, melln0- tu ;> sei luda quacs o tractos, que
vulii-... I que liequeslo de rccrutanienlo. Em todo o reserva aquelle ineu seuhor correipooden-
O Sr. Ferreira de Aguiar; -- Igualdade sobre caso, senhorea, he necessario que eu diga que mas, como Jlrido de outroa, clamo antes
> __ a___I .!..., _*__ nilaa Ana .. .___>__ <*' ,..iij nina i i, i 1 i i -.: i- ,i i i i i.....-i i i\ i __ S ^.l_
mu ppello para todt matutada desla fre-
gunia, e i-siuu diaposlo a provar o que digo
com documento* irrefragavea, e anda alo
digo tudo quaolo sai, porque nSo quero me
constituir odioso, a sim nollcisdor: appli-
eo a U'iiao asnntonca moral que eltei no
tpico dcstaacorreapoudencia, par* que ella
aiba qnal le em que deve vivor.
Pretendo continuar ao Vine., senhor re-
dictor, mequier acceitar, para assim a se-
nhor* D. 'nido morder-se, imitarlo dos
doenles d* gola.
Comqjinlo baja ordem aperlada para se
rec- utar s vadios (un que muilo concordo),
e tenham os commandntcs de destacamen-
tos felto al -'ii-iiin prisOes, nem por isso dei-
xm os delegados de estar soltando aos re-
futados, porque oque nos bota a perder
he a influencia que querem ter alguns ma-
tulos com fu macas de ricos.a pontos desem
a menor ceremonia, irem pelir as autori-
dades o que querem; porm o nosso ex-
cummandante Vasconcellos mangou com
elles como pude, da sorto a quasi nSo ai-
ii'inl< seus pedidos. Adeos, contlouarei.
Seu criado,
O Casozinha.
PERNAMBUCO
ca. Antonio Rangel de Torres Bandeira,
delegado.
DEM DO DA 5.
Illm. e Exm. 8r.Cumpre-me levar ao co-
nhecimunto de V Exc, quedas partes hoje
rnciiliidsi nesta reparticHo, relativas ao da
de hontem, apnaa consta que foram presos ;
ordem do subdelegado da.frAguezii de S.
Jos, Maria Heluvirges de Vellois e Ray-
munda Nonata das Chagas, por deaordem.
Dos guarde a V. tic. Delegad* da poli-
ca do primeiro dstricto deste termos de
*gostode i852.--Illm. a Exm. Sr. Dr. Fran-
cisco Antonio Riheiro, presidente da provin-
cia. Antonio Rangel de Torres llandeira,
delegado.
DEM DO DA 6.
Illm. e Exm. Sr. Das partes recebidas
consta somente lerem sido hontem presos ;
a ordem do delega lo do primeiro districto
deste termo requerimento da respectiva
seuhora, osesrravos Joiquim e Victoriano
Dos guarde a V. Exc. Secretaria da noti-
cia de Pernambuco 6 de agosto de|18S.--
Illm. e Exin.Sr. Dr. Francisco Antonio Ri-
Weiro, presidente desla provincia. Jos Ni-
colao Itiguoira Costa, ebefede polica inte-
rino
em diversas provini laso recrutamenlo. Eu nao deludo, que peco a lieos que, ao meaos em- f"m bnlbaule cneso a querer entender-ae
admiti esla razio, porque emendo que o re- qoaulo eu vivo l'Or, a uuiao uaodcixe de eiia- coul U1I1 cslufido do orle, a uo ser o desejo de
cruiauiento,se se nao fas naquellas provincias he nr..... i esiuaga-lo crfln a pona do p como a um rep-
porque o governo nao applica os ncccssarlos y sr. Sii)-iio' Lobato : ~ Por isso he que nao t,| queroso, ou nocivo? Porque rasao bai-
inelua,COnvin couferir direilos as provincias como a xar(a ue sua gloria o eximio escripior para eu-
recruias com mais facilidade as que esto lia- um todo parte. carar no abismo da nullldadc um iiiesiiulubo
bituadas a da-loa..... O Sr. Ferreira de Aguiar : Perdoe-me ; he Km0hq ? Ser para surrlr-ae com elle, e con
OSr Vaula SapUsla: lato he que he urna justamente pur esta razau, be porque faco CJJe 10rr|so protector colloca-lo em posico
vrrdade. lervorosos volos para que permaueca este todo luenu, humilde f Certo que nao be provavel ;
O Sr. Ferreira de Aguiar;.... porque seas ligado, que eu desejo que se arredem quacs- ,lorue uol niado quando eticar o meaqu'
autoridades de Pernambuco, da Itahia, do Cea- quer motivos de dcsconlentamenlos (apoiados); nno be para eamaga-lo com as plantas, ou co
r, do tUmohi>, podem faxer euVcuvas as or- |,e por issuquc desejo que se siga o syuema da sorriso do despreso,
dens do governo a rrspeilo do recruiaiucnlo. igualdade o ui.ils que fr pnssivel ua distribui- Seis como for...... Eu lenho o selvagem or
. ..,.,. .i,. -.. 1...>>>>^ nnais i.... i : i.. r O .1 .1..- *.->:>> .1... .-i ...... ,1,,a nniao 0 H..a -
luexeq
viudas, flem veiinam uizer-mcqur o ictiuu- n -,,. .s,iy, i t > u. : r.m i. i i; m aos mol- ___ de,n%__.
nriito se ra.eude mais para o norte, por isio vlduos... como peiiua formiga a avaniejada plaula
nesmoque a populacao all lie menos laborio- joSi.Ptrretr* Jt Aguiarx Quero em relelo do .,0l|rruI anlui-l, que a eimaga. S no
aa, senos lodustriuaa, s provincia) desejo que pioporcloual.....lite tch 0 veneno da vbora, poique esse boje
Seiiliors, vai-se formando nina opimao de lodtngoxeiu do* iiiesuios beneficios {apiados), M.tt\ma. certas pennas, que me aguilboaiu
juc .1 populacao do noria lie occiosa e pouco poique he cate o nielo de mauer a uuio, de
urcesaidade de f^zer sentir a lodas as provincias quea sua con- ..
tenha
porque
do governo a repello ao recriuamcuio. igual jade o iii.us que lor poaaivci ua uistriuui- Seis como for...... Eu tenho o selvagem or-
ejo que rasiio alguiua possa justificar a 0.-o dos premios c dos castigos, dos onus e dos un,0, que caratherlsa o homein Independeu-
luibilnladedrssas ordens em ouiras pro- 0zos. f .Muiloi apoiados.) 'fiada temo e sei bem retribuir despreso
is. Nem veiihamdizer-mequeo recruta- ti a,-. Saua Lobalo : Em rela(.1o aos iudl- CU,"depreio, irona com irona, e morder
uno a pequea formiga a avaniejada plaula
1 poderoso aiiim.l, que a eimaga. S nJo
nhu o veneno da vbora, poique esse boje
lltlaua certas pennas, que me aguilboain.
Esperemos pols pelo resultado, cin vista do
laboriosa, que eu me vejo na uecessidade de |',zrr sentir a todas as provincias quea sua coa- qUa| ,berel como me beide haver. I'rasa aos
proteilar alta e solemnemenie contra ella [mu- Ve::iencia, que a sua vaulagem, que o seu fulu- eus (.ue 0 cu|dado daquelle Iliterato s t '
tos apoMo), como protesto com lodosas forjas. ru est na permanencia dessa uuio. [Apoiados) a* corriglr-me de alguuias I.lias, po
Scniores, a populacao do uoi te he lao laboro- K>!e he o meio que poje calar uo espirito bu- oto ludo ser em ineu proieito.
aa como a do sul; he necessario porm que a lllauu.
:. 1 11,111.1 ...... 5.... ^ MM.km.M' r- i-- usauvi OUlro q.ialquer vilenla, c uingueiu
aaibam dirigir; esta he a primeira uecessidade quer er Violentado. He necessario dar alten- lra' .eguranca Individual.
le he occiosa, revulucioosria, como aqu j se
dlsse? Sao porveulura as revoluces que teta
bavlilo no norlc?
Urna Vo:; u de 7 de abril nao fol fcito por
ella.
OSr. Ferreira de Aguiar: t-.iu 1883 nao bou-
ve u ni i sedicao em .Ulnas .' Seriam os vadios do
norte que liicram .' Em 1842 corren, e correo
Nada tero occorrldo oeste.* ltimos diaa con-
.ra a segnranca Indivilual. Conlinuaiu a ap-
da adminisiracao. (lpouipe-
0 Sr.Apiigio: Oslados? : carios que possa ser mal interpretado, e priu- r-j04 n!>r mdividuos das lamilias despojadas ;
O Sr. ttrreira de Aguiar: Quacs sao os fac- cl|ialineiile em desfaior e drpreciameuto... mas aiiida nao lem sido descobertos aeus auc-
tos que podan provar que a populacao do or. j (j$r. aya l.obilo : Queni depiecia ? lorcs e |iem llle,mo os objeclos fuados.
O SrFerreirade Aguiar: Algumas palavras Xodos elles lem sido facilitados pelo descui-
aqui lanjadas, provaveliuenteoo com esla in- ,ju e _a recado com que taes objectos es-
i.ii. ..i, mais (jue |..i.t.ni ser muito bem com- ,ayam
meulndas. e que o ho de ser... Tainbein ainda nao fol descoberto o assassi-
U Sr: Arnu/'s tima :-A depreciado esta na n0da rutila preta, de q ie em minha ultima
le, resulta deila oeccasariameoic. |nc de uutic|ai ,,,ezar da* deligencias da po-
USr. v'erreiradc Aguiar : la\io conveniente, |jc|a e de e,lariM prezos dous individuos ao-
portauto, que o oobic miuislro da guerra acei- b acs recahtm grave suspeitas.
muilo saugue em San Faulo e atinas, c seria a |C a emenda nao tal qual ella acacha, iiiaacoma ^ poicos das falleceu una mendiga, que
nao ouviiuos. qualiiuer
O Sr. Ferreira de Aguiar: Eu nao digo que lirre...
nao seja, nao contesto islo ; mas o que lenno i $,.t Sayao Lobato : Mas o numero da rc-
em vista e o que pretendo lio reslabrlecer em preseulacu nao significa exac
sua purea una nidada que se quer negar, e cande cada provincia,
que se quer substituir pur una ideia
punco uobre, islo he
despejou no esiuu
vlciu
lempo fol
da un ig.iurucia cbllilica. Nos Uespo-
i numero dar- "J,"aaqU,.|la iuiellz loram enconlradoa cenlo
unieiiic a popu- J. uulu, un res em mueda, fructo de luis
economas sobre a candade dos liis. E di-
luir pur oma Ideia multo Sr. Ferreira de Aguiar : Eniao se urnas aul que 0 mendigar nao deisa chelpa / Seria
, que se recrula no norlc ;e>i0 mais represeutidas do que outras, nesle flluio conveniente que os seobores pharma-
na segunda discusso, um nobre deputado dis-
se que se o recruiamenlo se fazia com mal* for-
ja em algumas provincias he porque baviamui-
la gente all do seu natural mais ambulante, e
de quein se poda diaer que com urna viola o
um. faca de poma eslava com o seu ireni.conia
sua bagagem falta, lito nao he caacto.
O Sr. Amo/o Lima : Islo lie um romance.
O Sr. Suyo' Lobat) Jnior : Esla proposi-
to nao f.,i apphcada pupulafio du norte.
O Sr. Apiigio: -- Lia o periodo lodo do dis-
curso.
O Sr. Ferreira de Aguiar: lie): Se ella fos-
sc adoptada e posta em execuco, a nada me-
nos tenderla do que por o governo as maioies
diiliculdades, seuiu em impossibilidadc de po-
der ler o eaercito preeucliido, porquanlo des-
de que os recrutavcls souberam i|uc em tal ou
tal provincia liiiliam um asylo ceno que os pu-
lida acoiierio do recnilamciilo, sendo, como ja
liz vez, esses individuos pela maior parle va-
dios, sem oceupacao certa e recouncclda, gente
de seu natural ambulante, de quem se pode di-
zer que com urna laca de poma e urna viola
lem su.i bagagcui leila p>ra se pi a caiuiuliu....'
OSr. Aprijio: Provou mullo bem urna liy
jiolheae.
0 Sr: Ferreira de Aguiar (continuando a ler) :
>i Assiin. por exemplo, com inuia facilidade os
individuos recruiavris no Cear, passamlo a
Ironteira em urna hora de viagem, cbcgavaui a
provincia do Rio Grande do aorta, e ahi acha-
\ un asylo seguro; com a mesilla facilidade de
l'eruaiiibuco pira a Parabyba ou para o Piau-
liy, eic, ele.
Eu estou persuadido de que o nobre deputa-
do que proferto estas palavras n:io quiz refe-
rlr-se ao norlc; porm outros vero no fim des-
se periodo urna applicac.io, e, a ser assiin, seria
a mais flagrante iujuslica.
lie liini que nao se ailribua a urna populacao
qualquer um vicio de espirito, quaudo multa*
vezes islo qne se lem como tal he proveniente
e deylilo ao carcter, ou ao clima. Se porven-
tura aquelle pensamenlo do nobre depulido a
quem me refiro pudesse ser apphcavel aos In-
dividuos de qualquer parle do Imperio, esses
individuos ficaiiamaballos, e por consequen-
cl> depieclarlam a populacao.
Dlsse esse inesuiu nobre deputado <|uc a guar-
da nacional, por exemplo, de Minas c Kio Gran-
de, carregava com todos os mu do servico mi-
litar, e que por consequencla, uo daado a pro-
vincia de Minas lautos rccrutas|quanlos dava a
de r.ru iiiilin. o ou outra qualquer, licava dea-
la manelra restabelecida a proporcao. Mas nao
ve o nobre deputado que ba mulla diilereuca
enlre o servico moderado prestado pela guarda
naconal, e o obrlgaloiio c violnilo que he
prestado pela tropa de Hulla Nao ve o nobre
deputado que o homciu que se alista na tropa
de lu:..i le.ii deveres muilo mais ngofoios, su-
jelta-se a multo maioresprivaees do que o ci-
dadqquebe muitas vezes couvidado al com
i,i,iii t brandura para fazer um servir,,, de or-
dinario brando e de pouco*das? Quer compa-
rar o servlfoque presia a guarda nacional dea-
la ou daquella provincia com aqutlle que pres-
i un miliiaros de individuos foruecidps pelas
provincias ao exercilo? Nao sao nada os perl-
gos a que se eipoem os hoinens que se alisiam
na tropa de linh ? Nao sao nada as marchas e
as prvateles que se Impe no cuuipi'imeolo des-
te penoso dever? Porventura be chamada a
guarda nacional, quando faz esses pequeos
sn vico* de guaruicao e de destacamento, para
sahir fura de seu domicilio? Abandonam caaes
guardas suasoecupaces, deixam stias familias?
O Sr. Sayao' Lobato Jnior: Slm, ilciaiu.
O Sr. Ferreira de Aguiar: Em um ou ou-
tro caso, quando a salvacio publica o exige, e
en! i:, todos iiim pegamos em anuas, e foroece-
mos o nosso coniiugeotc.
O Sr. S>v que sem o coucurao da guarda nacional do Rio
Grande do sul ..s qoesles do rio da Prala nao
teiiain o rpido e feliz desfecho que liveram.
I'.sta he que be a verdade.
OSr. Ferreira de Aguiar : O facto he que a
guarda nacional presta um servico muito lento,
peso, e que estabelcce urna desigualdade iolini- pareceu um rapagao de boa marca, e bstanle
la, h* que certa* provloolu eslejara nesta casa a|roJOt chegou-lhe tiiialmcoie o lempo doar-
coinuin numerodcreprescntanies multo maior repCndiiiieulo.
do que periniita a (ua populacao, a sem ceno* Vivemos no dia 31 do p. um beneficio thea-
onus, euirelaulo que outras, nao aciiaudo-se traj em faVor do Sr. Jorge, que ne*se dia
devidameiilc represeolada, soll'ram o peso do dr,e,npenliou muito bem. Fol a scena o t?r-
recruiameiiio na escala que deviam auppurtar, mj|a>0 a ,,rro He Cintra, peca bem conbecida
as queaeaobamjinall representada.. (Apoiados.) ue llierecla0 credilo.
Seiihoies, cu nao quero crear diiliculdades ao Xivenos a farca, de que a muito Iba, falei,-
governo, desejo que o governo seja o primeiro 0 caiameulo oo mallo composico do Sr.
a irilhar este calumbo que acho juslo, conve- j0u pau|0, discpulo de Vulcano.
nieule, polilico : he ncccssaiio arredar cssas roau5 os acloies em geral desrinpeuharam
emente* da deaconteniamenlo, he preciio u- bein e ,0 acnPi ua,i un,- fria a lleairix, que
lamento do imperio uo seria o Sul que per-
desse mais...
U.Sr.aAayaij Lobato: Nao -lis.- islo...'
O Sr." ferreira de Aguiar: Dase...
O Sr. ."os-a Lobato : Disse que perda o
Sul, mas que perda mais o Norte.
U Sr. Verreira de Agutar%: sr. presidente, eu
sou o primeiro a couf.ssar que uo devenios
admittir discusso alguuia a respeilo da possi-
bilipade do ii ir.:..i-i un ii o do impeiio, porque,
como ja dlsse a uitegiidadc do imperio be prin-
cipio eir.le.il. deve ser sustentado como um
verdadeirodogmacoiislilucion.il; mas se por
falilidadc elle se viesse a fraccionar, cumpre
reconliecer que a parte do Sul nao be que per-
da mais...
O Sr. SayaS Lobalo : He un i verdade,
OSr. ferreira de Aguiar : Nao duvido, mas
o que Jr.i j ni i era que uem o nobre .'-pulido
livesse aventado inesuio esta idea... I
O Sr. So^i Lobalo : Eu uo avente! seiue-
Ihauto idea ; esl ha muilo tempo aventada,
mi 11 mi i as ras.
U Sr. Ferreira de Aguiar : .... porque, senho-
res, com o fracclonamento do imperio todos
us perdemos. (Apoiados.) N> tupponha o
nobre dcpulado que era s o Norte que soffria.
porque emliin poderlamos dizer : Alhenas vi-
vera com a sua opulencia, com a sua riqueza ;
Esparla com a sua pobreza e com as suas glo-
rias / apoiados ) ; mas para que islo ? Pom seria
uem li mili o seuielbante idea...
O Sr. S.-i/ii Lobato : Vein muito ao caso
para combaier esse iulcnto damuado, se por
ventura existe.
O Sr. Ferreira de Aguiar : Esse intento dam-
uado deve ser coinoaiido pela marcha Ilustrada
do governo {apoiados); pelas medidas Juslas que
houverinos de lomar aqui (apoiador); toda a
vez que o governo distribuir com mo escru-
pulosa jusiica a lodas as i oviueias, toda a vez
que n. eocarartnos|de.balio do verdadeiropon
lo de vista o lotera*** geral da unio...
O Sr. Saya Lobato : Como temos felto at
aqui. Nao tcmoi lomado medida ncuhuiiia em
favor s do Sul ou s do Norte.
O sr teneira de Aguiai : He verdade. Mas,
dizia cu, toda a vez que caiuluharmos desla ina-
ueira, a unio nao lem cousa alguma a le-
iiui nos seremusos primeiros delensores da
uuio. .
f/Sr. Saj-rtu Lobato : -- E devein ser.
O Sr. Ferreira de Aguiar : E porque somos
os primeiros defeusures da uuio he que dese-
j un .s que o governo e a cmara adoptem urna
medida de igualdade. ( .Yluif i bem muilo bem l)
He por isso, e nao poique leiiaiuos em vista
alagar esse Ci'ume, que ao menos pela iiituha
parte declaro sempre procurei sobcar, do que
teuho dado multa* pravas, quer nesta casa,
quer na impensa, quer particularmente ; be
por isso, digo crepito, que n5o desejo que Isso
tudo se dissolra em retailios, o que seria para
losa maior cal*|dade. Talvezo nobre minis-
tro da guerra, com a aclividade de que he dota-
do, com a perspicacia que o caracleris, possa
realisar o pcosainentocontldaua emenda.pona
ao menos em lempo ordinario approxluiar-se
realisaco da proporclooalldade desse tributo
de sangue a todas al provincias. Estou persua-
dido de que S. Eso., aceilaodo esta emenda e
empeuliandn-se em sua realisaco, far com
goado
prximo*, um dos mais difuces mandaioen-
tos do Redemptor, a nao poder ser adocado
pela obra de misericordia castigar os que
crraiu.
i./orii (Jo Coi/ai 8 de naoifo de I85.
.Vio ha no mundo signal
mais seguru de un espi-
rito*pequeuO e fraco de
que a desrttencSo
< Chesterflel i.
Assim sa expressou aquella fabio, que
samare patenteou ao mundo ialern, urna
doutnna sania i islo n3o digo, senhor re-
dactor, sem motivo, Agora, digo cono os
probadores .du Evangelho, escute-me quo
principio; porm deoois que lile dar as no-
ticias do cuslume.
Estimo* salisfeitos com o novo comman-
dante, pes*r do haver quem sa moslrasse
sentido de ter eu dito que *goirv* ml su*
polica ; maseu isti ii.li disse para offender
ao mesoio co nmsinlaiite, porm por ser
elle de i l-il a vaneada e nilu servir para li-
dar comnosco Cmalutos; que fazomos das
utorida les, umemorullu o deseuibruliio
de todas as materias (romo dizia I). Zinga-
. o), a qii lili, -a rn nicles, u seloddsetem-
lii n nos bate porta, tudas as mais fregue-
ziaseslSo com seus votantes (se me nao en-
gao) promplos, s esta da Gloria do foit,
lem sido mais infeliz.; po'm he porque a
comaia do Po-d'Alho (como lho disse na
imiiiia primeira) tem do alguma sorle con
corrido para islo, porquo du contrario esla-
riam os juizes da oaz multados, sam remis-
so nam aggravo. As cnuvaslem escaciado
a puni do estar ja nos causando daiouos e
partas.
As febres eslo diminuindo coosideravel-
mente,r.un que se lem mostra.lu muilo sa-
tisfeitos os habitantes de Duarle ias
A '..-i.iu, em seu o. t59 de 7 do Tinado
me/, de juiiii), dignou-se lousar-me por me
ter lornido seu corr-'Suondenle nesta po-
voasSo, e al dizendo, que eu rae iranstor-
nei em instrumento dos constituinles, dei-
x iii.I-.i-ii.e Soduzir por suas lamurias, tra-
taudo-me ao masmo lempo de correspon-
denteimprovisado
Eu aqui escravb sem alten(to a partidos
(qu.10* uo couhego), porque sou um po-
bre malulo, carregado de familia, e alera
disto, planlador de jereununs; aupponhu
que o redactor da I. ma me quera par* seu
correspondeule,e que, como eu Ihe nao pro-
curasse por ser sua fulha pouco lida, e s.m
procurei a redaojSu do seu Diario de Pir-
nambncu, por sera mea ver, e de muitos, a
folli* mais conceiluada de nossa provincia,
RECIFE 7 DE AGOSTO DE 1859.
AS 6 iini'.A.s da riiini:.
Helrotpcctu Semanal.
O vapor Pernnnitucana, queenlrou do nor-
le no dia daixou tolas as provincias en
plan* paz, esem uovidade alguma de im-
portancia. No Para, MaranhSo, a Cosr co-
inojiva com ardor O fervet opus cleiloral.
Ali, oiTerecia a guarda nacional urna baze
segura para os calculus e operacOe* ds cer-
tos candidatos ; aqui uni3o-se ns partidos
(chimangos e equilihrisias) para dsputa-
rem a victoria aos alliados sinceros do go-
vorno.
No da 6chognu do sul o vapor Bahians,
a nada havia igualmente occorrido por a-
quelle lado que IIresse recejar pela tranqul-
lidade publica, a exceptu de urna pequea
insurreifo, que rebentsra no engenho do
Peixe, municipio de Macei, mas que logo
fui sufocada pelos habitantes do lugar, que
acussuam os insurgidos, e os obngaram a
acoutarem-se as malas de Jucra, onlede-
vem ter sido aniquilados pe* tropa que pa-
ra ali marchou a persegui-los. Os cscravos,
quasi tolos luir es, em aeu furor selvtico,
praticaram algumas morles e incendios de
propriedales, mas no primeiro recontro que
tiveram cim os que os perseguirm, soffrn-
ram alguma perda, aqual os obrigou a po
rm-seem luga para a ditas matas.
As cmaras legislativas proseguiam em
seus traballus, deslltuidos pela maior par-
te de grande interesse. Entre aa med las
votadas na cmara temporaria sobresalte
urna emenda proposta ao ornamento do im-
perio pola respectiva commisso, a qu*l di-
minue um por cenlo no imposto de nxoor-
lie:in, e aulorisa o governo a diminuir mais
um, depois de umannn, e d'ahi por dianta
progressivameole, al extincsSo do referi-
do imposto, senSo houvarcom isso desfal-
que nos recursos para as despezas decreta-
das. Esla medida que dizem, ler sido ins-
pirada pelo Sr. ministro da fazenda, he cor-
tamente de um gi'n le favor para a nossa
agricultura, que tanta prolecfSo reclama
dos nussos legisladores, e Dos permita que
ella se possa realisar no lodo.
Fallava-se na corte na nomea(So de novos
funecionarios pblicos de ella ealhegu ia
bem como dos Srs. deputados, Wanderley
para presideoie da Rahia, e Taques para
ciiefo do polica d'esta provincia; porm n
.la havia de certo a esse respeilo, sendo com
tu lo provavol,segundo certo corrospou len-
te, o despacho do primeiro, mas nSo o do
segundo, que diz ler recusado o ulfereci-
in. .Id que Ihe foi feto.
Ja niuguem enire os nossos leitores igno-
rar os deploraveis iucidoulos que tiveram
lugar entre alguns Srs. deputados, e no re-
ciniu da cmara. Nao quereremos, pois avi-
var seinilhanles scenas, que tanlo dezar a-
carrelam nossa polidez e illustrafSq, bas-
ta que ellas tenham sido o Ihoma das con-
ve saedes do dia, e que de certu, nHi lora
sido pouco liberaes lias censuias inlligidas
A assoriacjilo commercial dos logislas de
fazendas d'esti cila in fez ha tem os, um
convenio enire us seus socios, para n3ocom-
praren! estes prazo menor de 12 mezes, e
o seu accordo foi elTeclivamente Sancciona-
do pelas casas commerciaes de grosso lrto;
mas no flm do mez passadu resolveram es-
tas enlre si no vetiilerem a praso maiurde
8 me/.es e em consequencia d'esta nova re-
soluto, nenhuma venda de fazenlas se tem
feito desde o Io do correnle, poisquo os lu-
gislasquerem comprar i 12 muzos, e os com
merciantes vender a 8 Veremos quem de-
siste do seu proposito, e por este meio q al
aparte mais forte.
Acompanhia porluguea de vapores, cu-
jos anoun;ios havemus publicado,lem rece-
bido u'esta cidade um acolhimeuto salisfac-
lorio. San o menor esforz, lem a pessoa
encarregada de recober as assignaturas ob-
tido comprado es 4-29ac;as, e eremos que
ja mui iioui-1.-, if-iaui a veuleieiu-se. A vis-
ta pois, de um la I succossu pude-sa dar co-
mo realisado este pro/clo, e brevemente te-
remos de ver a compauhia funecionar, ndo
hivendoem tudo isso couaa alguma qui-
nao fosse conforme com a nossa expectati-
va. Desle modo, por tanto teremos de re
cober ossaluures beneficios da concurren-
cia, e os vapores inglezes, contra os qnaes
se lem lev ver->i -hao obrigados a modillcarem as suas
coudictjes.e sobre lo)-io a milnorarem o lr-
t iin 'iitu dos passageiros, n.io sendo j os
nicos a satisfazem as necessidades de um i
rpida communicafo com a Europa.
Um i Alexandre cuulinua a dar sitas re-
presuts(es de mgica no llieatro de S.
Isabel, econsta-nos que tem feilo progres-
sos em suas brilnaturas nigromnticas. 0
respeilavel publico, conduzdo sagazmente
de monos paia o mais, vai deviJamentc ap-
preciaudo o ment do insigne arlisla, e j
mu.ios elogios Ihe temos ouvido prodiali-
zar.
Eniraram durante a semana 12 embarca-
foes e sahiram outras tantas.
Rendooa alfaudega 3l:85,7i8 r*.
Falleceram 31 pdssois: 4 homeus, 13 mu-
Iheres e 8 prvulos livres; 4 hmense 2 pr-
vulos escravua.
Correspoiuientua.
Sr. Redactor.Sou pontee muito pobre
de instrucco : porm Dos me concoleu um
coradlo sincero, patrio!co, e a giadecido,
que subo admirar, e confessar nos outros
homenssuas virtudes, talentos e intelligen-
cia para bem cumprirem seus deveres, e co-
mo emprega los pblicos, e bons pas de fa-
milia : confessando minha msillirima
peco ao respeilavel publico indulge icia.
Vou fallar.Sr. Re lactor, do Illm. Sr. com-
mandador Vicente Thomaz Pires de Figue-
radoGamargo, desse prestimozo cidadSo,
desvellado pai da familia, e dignissimo di-
rector do collegio dos orphSos. Sita, Sr. Re-
dactor, leudo eu 2 infelizes sobrinnos, or-
phSos de pai e m.ii n'aquelle collegio, di-
rigi-me no dia 31 de julh ) prximo passado
ao diio collegio para me inform tamento e cooducta d'elios : aii Uve de a li-
iiiii ir a lim.esa, e aceio, o'dem e econimia
d'aquello uiil e cari loso e.ilabeleciment e
seu divino director dignou-si mostrarme
toda aquella grande casa, os compridos cor-
redores, siles, quaitos e cosinna, mui
bem lavados e esfregados ; o dormitorio rom
as competentes camas taitas, cuborlas, len-
i.-iies, a frunhas, bem lavados, e em boa or-
dem ; ainler.narii iguilmenle aceiad", ;
e sem um doonle a dous mazas/ tudo emlim
me foi mostrado e ex lirado s alterugos
e mudanzas para luelbor, follas pelo digno
actual director. Na auia de primenas letras
cominillo ,60 educandos, reinava o maiur
silencio, os metimos regularmente calcados,
trajavam oma tnica de ganga azul, todos
ocupados em escrever e ler. Ao eutrar-mos
o Sr. director bstendo duas palmas mis m3os
lo los se levantaram, e ficaram formapos por
alturas em duas lillas lateraos do sa.l.lo-
Senli, Sr. Redactor, n'esse momento meu
coaflo delatar-sa da prazer, e um u.iu sei
que de le nura, que comigo dizia esta casa
leve tantos direclures, cujs nomes inda
respeilo ; nenhum por n souhe mellior do
que esle cumpnr com os deveres de pai de
ido numerosa familia I Sahi d'iquea
ei a casa eheio de contenUrneuio, e bem di-
zendo o nome do Exm. Sr. Souza Ramos,
pelos mullos beneficios que fez a esta des-
dilosa proviucia em sua sabia a prudente
presidencia, 'Os enlre os mullos beneficios
legou aos infelizes orphSos na pessoa de seu
director, um segundo pai desvellado pela
boa educacao du seus filiaos.
Praza aus cos quo o nosso tetual presi-
dente se compenetra ua necossidade de bons
ampiegados, e que escrupuloso na eseolua
faija boas nom.eac.e*, cuino fez o I'aui. Sr.
Souza Ramos de s.uooza u,emoria.
Aceite pois o Illm. Sr. caminen lador Vi-
ente Tliomaz Pires de Figueiiedo Camargo,
pola paite que me loca, mus agrad< ci'nen-
ise sinceros votos, pela sua conservarlo
e bem estar de sua numerosa familia, ouui-
ra Sr. Itedactjr do- publicidad a esta* mal
tracadas lionas, para cousolacSo de algumas
mais, que tem seus lillios n'aquelle collegio,
pelo que muilo obrigara ao seu amigo e as-
signanle.
joaquim Elias dn Moura.
Sitio das Rozeiras 2 de agosto de 1852.
COMMERCIO.'
Vlnbos O* de Lisboa tinto marcas su-
periores de I5f/ a ISb/ por
pipa, e maros bailas de 1 rif
a 12o/; e o branco de J. de
Brlio la/.
Discontoa O banco dlscontou de a 8 por
ceoto ao anno. e oa particula-
res de 8 a > per dito.
Ficaram no porto 48 embarcaces, seodo I
uieri an i, i austraca, 32 brasllelras, 3 france-
sas, I hanoverlanna,2 heapanholas, 4 ioglezas,
3 portugnexas e I sarda.
Movimento do porto.
navio entrado no dia 7.
Baltimore -- 45 dia* barca araerioaoa El-
dorado, de 182 tonelada*, capilBo James
llatrhberger, cquipsgera II, carga familia
de trigo e mais genero* ; Deane Youle
cV '.mu 'anilla
Navios sahdoi no tnesmo dia.
Liverpbol pela Parahiba brigue inglez Ha-
ii llounsell, ca.iitao Daniel Le Page, car-
ga assucar.
Ilailimore por Macei -- barca belga Hara
Kuy, capilSo Vandesteene, em lastro.
.Vino entrado nn dia 8.
Liverpool 58 das, barca ingl^za Bealrice,
de 280 toneladas, capilSo I). Bruwo, equ-
pgc n 13, carga carvo de pedra ; a Dea-
no Youlle & Companhia.
iVttvi'oi laidos no memo dia.
Rio de Janeiro patacho brasileiro Valenle,
capilSo Francisco Nicolao de Araujo, car-
ga assucar e mais gneros IPassageiro,
Joaquim Baptisla dos Santos, e 18 es-
cravos.
Para e porlos intermedios vapor braslloi-
ro Bahiaua, commandante o capilSo l-
ente Jus Segundino de'Gonensoro. Le-
va a seu bordo, desla provincia. Bonoaiy
Power, Dr. Kasilio Quarasma TorreSo ,
Chrislofer Acull, Henry VV. Oviden, ar-
iii.iiio Francisco deOliveira, M. l-iru lar I,
com sua Siiuhnra e 3 (Unos.
g*aeg "
EDITAES.
i.cparticao da polica.
DIA 4 DE AGOSTO.
Illm. e Exm. SrOumpre-ma lovar ao co
nhecimento de V. xc que das partes boje
recebidas nesta reparlicSo relativas ao da
de hontem, consta que foram presos ; mi-
nira ordora, o preto Joo, escravo de Amaro
Goncalves dos Santos, a requisicilo do pro-
prio senhor, Jos Vicente Mandes, pur sus-
peito ; a ordem do subdelegado da f'eguo-
zia de Santo Antonio, SebasuSo Jos da l'-ii-
xo, porsuspeilo ; ordem do sublelegado
da freguezia du S. Jos, Luiz Juaquim da
Silva, para averigua(Oes policiaes, enhari-
na Maria de Jess, por desorden,:; e a ordem
do subdelegado da freguezia da Boa-Vista,
Maria Joaquina da Conceigdo, a requisifao
de seu senhor.
Dos guarde a V. Exc. Delegaoi* de poli-
ALFA.MIEUA.
Kendimento de 1 6 ,
dem do dia 7......
24:979.701
6.846,044
31:825,748
Oescarregam hoje 9 o1* agosto.
Birca franceza tlavre mercidorias.
Barca ameficana Edorado farinha de
irigo.
Barca rraneza Deane vinhos.
Palaclio brasileiro -- Santa Cruz -- gneros
do paiz.
CONSULADOGERAL.
Itendimentu de 1 *6. 4 335,100
dem do dia 7........ 19,339
4:354.439
DIVERSAS PROVINCIAS.
Itondimentode 1 6.....
idemdo di* 7 ......
602,314
15,573
617,887
RECEBED0RIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAJIRUCO.
Rendimento dodia7..... 815,486
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do di* 7.....1:079,336
pela imparci.lidade com que eaereve, por cia do primeiro districto deste termo, 4 dei
isso desaV.ieJad.mente me morde, irrogin-l gesto de 1852.--lllm. e Exm. Sr. ()r. Fran-vinagre Ideu. d tAf a lO por pipa do
PRACV DO RECIFE 7 DE AGOSTO DE 185 2
AS 3 HORAS DA TARDE.
feoista semanal.
Cambios- Fizeram-se diversas transac-
cesa27 l|2d. por I/.
Algodao- Sollreuquebra, regulando as
vendas da semana a .n In do
de primeira sorle, c a o/do de
segunda.
Assucar -"- Tem entrado mui pouco, e es-
te meaiiio de qualidade ordi-
naria. O braucu suslentuu os
preces de 2J a ajl400 por arro-
ba ; o maicavado porm sof-
freu diuunuiyo, e smente
Oblara de I#4o0 a i/^OU por ar-
roba. ___ ,_
Azeiic-docc Vendeu-sc a 1/800 por galao
do de Portugal.
Bacalhio Itet.lhou-se de I?/ a 131por
barrica, e llcaram em ser d.ZOU
quinta**.
Carne secca Oconsu.no foi regular, e o de-
posito licou hoje redundo a
16.000 arrobas do Rio Graude,
e 3,000 da de Buenos Ayres, em
cousequencia do que ha espe-
ranzas de subir: vendeu-se de
2/UO a 3j por arroba da prl-
melra c de 24400 a 2/bOO da se-
gunda.
Far. de Irigo Continuaran! as vendas de
15/500 a I9f por bar lea.
Manteca Venden e d franceza condu-
zida pela galera Havre a 400
n. por libra.
Queijot dem a I|i50 por cida um do*
flaineogos
laso iiuatt^icisusuioiou m,u u.wi..^, ,>- o-------- -- ~ --
do-me a injuria de ser eu noliciadof falso: \ cisco Antonio Ribeiro, presdeme da rrovin-
de Portugal.
O tenente coronel Antonio Carnoiro Macha-
do Ros, juiz de paz do primeiro anuo
do primeiro deslrito da freguezia do San-
tissimo Sacramento do bairro da Boa Vis-
ta, termo da cidade dn Recife de Pernam-
buco, em viru lo da le, etc.
Faco saber, que achando-se designado o
dia 7daselenii.ro prximo futuro, para a
rl.'irfu de juizes de paz dos destnctos des-
ta freguezia, e deveriadores deste munici-
pio, segundo as ordens que me foram com-
municadas pela cmara municipal em cili-
cio de 6 dd mez correnle, e em cumpti-
menlo do dispusto no artigo 92 da lei nu-
mero 387 de 19 de agosto de 1816, deveni
os eleitores e supplentes desla freguezia,
nella residen!'X, comparecer na igreja ma-
triz no supradito di*, as 9 horas da manhSs,
nliin do sr organisar a mesa rarocliial,
licaiido os que deixarem de comparreer ,
sem motivo legitimo, sugeitos a multa com-
ni i na.11 no artigo i -'(i <', j." u. 2 da cilada loi,
cujos nomes se seguem :
Eleilores.
Dr. Antonio Pengrino Maciel Monteiro ,
lln.'ui do Cipiharib teoente coronel Anlo-
iini Carlos de Pinho llorgAs, Jos Marques da
Cosa Soares, Augusto Frederico de liveira.
Amaro de Barros Corris, Francisco Ignacio
deAlhsyde, Vicente Anionio do Espirito
s mi i, l.uiz Anloqio Rodrigues de Almei la,
Deseinliargador Jeioiymo Murtiniano Fi-
gueira de Mello, lente coronel Joo do lle-
go Barros FalcSo. Jos Antonio dos Santos e
Silva, Caelano Mandes da Cunda Aovedo ,
padre Albino de Carvalho Lessa, Francisco
de Baos Crrela, Marcellino los Lopes,
Simplicio Jos do Mallo, Francisco Antonio
Cavalcmle Coussi'iio, padre Francisco Al-
ves do branles, Jos Conc-lves da Silva ,
Bento dos Santos Ramos, Joaquim Jos Fer-
reira da Pcnlia, loso Mariano de Albuquer-
>].ie, Dr. Jos Quiutino le C-stro LeSo, Jos
Joaquim Antunes. Jos Mara Freiru Gamei-
ro, Antonio Jos de Oliveira Miranda, Ruli-
no JosC irreia du Alineida, Anacalo Jus
de M -o lonc*. Pedro Jos Cardo/.., Maximia-
no Francisco Duarle, Theulonio Tibuitino
Couro d'Anla, Jorge Vctor Ferreira Lopes ,
e Joii i l'inlo de Lemos Jnior.
Supplentes.
Dr Alexaudie Beruaiiliiiu dos iteiseSiivs,
Bernardo Jos Marlins Pereira, Ignacio Joso
li'Assiini; c d, Antonio Pereira de Souza, Mi-
guel Ribeiro do ,\niar.il, llanto de Barios
Falco de Liceida, JoJo Policarpo dos Sal-
tos Campos, Francisco Jorge de Souza, Pe-
dro Alfonso Rigueira, tencnle coronel Anto-
nio le mano Garateante de Albuquerque ,
Antouio LouesGuimarJes, Mathias Jos da
Lapa, Manoel CseUnoltarboza, Francisco de
Lemos Duarle, Fnncisco Lopes Vianna, Jos
de Barros Correia Selt--, Antoiio Pires Cal-
vSo, Alexanlie dos Sanios Barros, Aleiio
Soares l'orcira, Joaquim Jos de Sanl'Anna,
loflo Francisco da Lapa, Antonio Bernardino
dos Res, Joaquim Mileto Mariz, Jos Tho-
maz da Silva, Zacaras dos Santos Barros,
Jo3o Miguel Teixeira Lima, Jos Xavier
Faustino llamos, Luiz da Veiga Pessoa, The-
moteo Piolo Leal Jnior, Antonio Augusto
di Cmara BodriguesSette.Thnmaz Antonio
Maciel Monteiro, CuillierminodeAlbuquer-
luuilartins Pereir, Jos Ignicio Sores de
Uacedo, Caetano Auraliauo de Carvalho
Coulo, e Antonio Macuado Pereira Vianna.
Assim tambem convoco todos os cidadaos .
qualilicados votantes nesta f-egui-zia, cujos
nomes for*m inscriptos na lista allixada na
referida matriz, para pessoalmente compa-
recerem a dar seus votos na fr na do arti-
go 100 da mesma lei; observando-ihes, que
no soro admclti Jas as sodulas dos votan-
tes que nSo comparecerem pessoalmente ,
b'em como as que contiverem nomes risca-
dos, alterados, ou substituidos por outros,
como heespresso no artigo 50 desla lei, e
que fleam sugeitos a multa de 10,000 rs., na
lr ra do artigo 126 7., os quo fallarem
sem motivo legal.
E para quea todos conste, mndei lazar
o pres nte que sea aulxado nos lugares
pblicos dest* froguezi* e publicado peii
impreusa.
I'iimoirodestricto da freguezia da Boi Ma-
la 31 de julho de 1852. Eu Francisco do
Barros Correia, escrivJo o escrevi.'
Autonio Garociro Macha lo Rios
O lenle Jos Camelo do Reg Barros, iuii
do paz mais vutado do 1 d.slrielo il* ""
guezi* do Pocu d Panolla, em virtude da
lei itc.
Favo sabor que achando-se designado ro-
la Iaidul9 de agosto de 1816, o da 7 de so-
tembro prximo futuro para a eleico uo
juizes] de paz e veria lores, o liavendo para
este llm o Exm. Sr. presidenle da Pron""'
expelido as necessarias ordens que m
ram transmellidas pela cmar. S,,!^!
lo Recife ,em oflicio de 6 d-ju ho ul imo ,
em observancia doarl.9t, dae.Wd* le co
voco aos oleilores e supileotes -;;
freguezia ^^^^ oJ^.
rem.no njenciuna to-u ,s 9 ho-
z. parochial par. re* .-!
f.JSS. 'irt S"'53' '"i1 oa r
eix.rcm ^ comparecer sem motivo.leu 1-
timo U. mes na forma convoco todos o.
eiJaiitM qu.lillcados volantes P",t,rs'0rm '
minie eoiiiparecerem na mesma irutriz.alim
?a d.?amX volos na ferm. do art. 100 da
dfta loi, e os que o nlo fUerero serSo mu-


tidos ni qiianli* do 10,000 rs., na forma do
citido art. 126, 7:
Eleilores.
Antonio Lins <:l las, Francisco da Paula
do Reno Barros, francisco Jos A Ivs (.a mi,
JoSo Francisco 'lo llego Mala, SebasliSo An-
tonio do llego Marres, Jos Ignacio Pereira
da Mocha. Jos Francisco Carnt-iro Montei-
ro, Jos Titeo-Joro do Sena, Florencio Jos
Carneiro Monteiro.Pedro JoaCarneiro Mon
ir 11o JuSo l.oiteltodavalho,Jos Kranoisco do
Reg Barros :
Snpplentes.
JoSu Severino do Kego Barro*, Miguel
Joaquim do Reg Barro, SebasliSo Jos lo
Reg Rarreto, Jos Lopes Gutmar3es, Joa-
qoim Jos de Amorim, Joaquim Tavares Ro-
dovalho, Joaquim do Albuquerque Fernan-
UesOnma, Francisco Cezano no Mello, An-
tonio Flix Maciel, Manuel Joaquina do Reg
lia i ros, Joaquim Jos Cavalcanti," Joaqoun
Tiborcio Ferreira, Jos Feliciano l'or-
tella.
E para que cheguc ao conhrciiiento de
todos iiiiin !! fazer o presente quo sera fl-
xado nos Jugares mais pblicos desta fre-
guezia, e publicarlo pela imprensa.
Freguazia do Poco da Panella 7 do agosto
de 1852 f;n Jernimo Freir de Faria Pe-
droso, escrrvo o escrevi.
Jos Camello dn Rogo Barros.
-- Olllm.Sr. inspector fazenda manda fazer publico que, em cun-
pnmenlo da ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia, tem de ir praca peranle a
mesma Ihesouraria, para ser arrematada a
quem por menos lizer, nos idas 3, 6 o 10
de agosto prjimo futuro a obra da abertu-
ra de urna cacimba no quart-l do Hospicio,
para fornecinienlo d'agua po'avel ao mes-
moquartel, segundo o plano e orcamento
que serio francos nesta secretaria a quem
osquizer examinar: as pessoas, portanto,
que pretenderen! licitar, cumparecam s II
lioras da mantisa dos referidos dias, compe-
tentemente habilitadas.
Secretaria" da Ihesouraria dn fazenda de
Pernambuco, em 30 dejulho de 1852.
O oflicial-maior interino,
Emilio Xavior Sobreira de Mello.
resoluto, ou o latoeiro escondido entre um
jardim de ores.
Us precos iflo os ja nnunciados.
Principiara as 8 horas empunto.
I'ublicacoes Iliterarias.
Acha-se a venda na livraria da ra do Col-
Ingio n. 20, o cdigo penal brasileiro, com
observacOes sobrealguns do S"us arligos pe-
lo doutor Mnoel Mentes da Cunha Azeve-
do, por 5,000 rs. cada exemplar em brochu-
r i, e encadernado 6,000 rs.
ELEMENTOS.

f
DE
HOMEOPATHIAJ
8AII10 A IUZ A 3.' E ULTIMA PARTE i
desta obra composla pelo professor de 2
homnpathiaGoSset llimont Gustara
5/000 a obra inteira at 30 de junho, J
5/000
dia em que ficna encerrada a assig- _
natura. Esta obra he til, tanto para
Deca rayes
Banco de Pernambuco.
O conselho de dtreccao declara que os
descont* >la semana que rlecnrre re 9 a 14
do crrente agosto, continuam a ser os de 6
P n cenlu ao non para os Liras a vencer a-
t o fim de uululiro, e rio 8 por cenlo al S
mezes, sendo o expediente paia us meamos
mos descontos todos os dias uieis, -.......v
cepr;3o de algum, desde as 11 horas da ma-
nli.Vi as iIims da tarde, U mesmo conselho
resulveo, e faz certo aossenhores accionis-
las, que a ultima prestaco de 25 pur ceuto
com quedo conformidade com os respecti-
vos estatuios leve iam entrar de 15 a 31 do
conenle, para a es xa do Banco, lica 11 11 -
ferida para occajiao oppurluna, quo ser
devidamente anuuiiciada por este mesnio
Diario.
Vice-consulado Pontificio em Pernam-
buco.
Necessita-so saber se existe nesta cidade e
provincia o subdito romano de nome Jos,
que nos anuos de 1831 e!835 embarcou em
Civiti Vccchia com destino a esto imperio,
o qusl he lllho de Rosa Ferrari, viuva de
Runchi do caslello de S Pedro em Bologne-
se, o casulo com Adelaide Bonagal. A exis-
tir o ditosenhor nesta provincia, lede-se-
llic para co npareccr ueste vice-consuladu,
na ra do Sol n. 1, a negocio de seu inters-
se ; o o n 1--..II i favor se roga a qualquer
pessoa que delle i i ver noticia ou ucnuheces-
se, polo que se Ihe (ic-na agradecido.
ii arsenal de marinha compra 800 varas
de panno de algodio, fabricado na llahia,
proprius para saceos ; 60 travs de cicupira
ii.erun, ten lo Jo comprimenlo 40 palmos de
largura por o:ua faCe,8polegadas, e por nu-
tra 9 ditas ; 30 ditas de 50 palmos de 0001-
primuiit'ie 9 pulegadas em quadru; 1."o :i -
tas re 40 palmos de roiuprimeiilo, tendo de
largura por urna lace 8 polegadas, e por uu-
tra9, sen lo a madeira de embirtba, sapu-
caia, rnacaranduba, ou corar3o de u-gro;
30 ditas de 46 a 50 palmos de cumpriineuto,
9 pulegadas em quadro das mesillas qualt-
dades cima rlius, ludas estas madeiras .. u-
nunciadas deveo aerada primeira quali la-
dc, oseiu dufeito algn: As pessoas que
taes objeclos tiverem, aprescolarilo as suas
propostas, em cartas fechadas, no da 12 do
corrente.
e ordem do 111.n. Sr. director goral
da instrucc3o publica, Taco saber a quem
convier, que S. Exc. o sanhor presidente da
provincia, houve por bem designar o dia 4
deoutubro vindouro para concurso as ca-
denas de inslrucr-ao primaria da Serra-Ta-
lli na o >ia Fazenda-Graudc.
~ De ordem do lllm. Sr. direclor geral da
in-.li orean publicafacosabera quem convier
queS. Ex", o Sr. presidente da provincia de
coutormidade comoart, 4. do reguluinenlo
de 12 do maio do anuo p. p. houve por bem
do crear urna radeira do instrucco prima-
ria do sexo masculino na fregoe2a da lsca-
da;eupraso para esto concurso sera al a
da 27 de solembru prximo. Directorio
geial 28 de juluo oe 1852 O amanuense
archivista Candido Eustaquio Cezar de
Mello.
os mdicos que so dedicarem au es- _
tu lo da nova medicina, como para *
todas as pessoas de boa vontade que 9
quizerem convencer-se por expolien-
cias da venale Josta doutrina, por 0
ser ella muito clara,e a intelligencia *
aj) de todos, J
*P No consultorio homopatbico rus *
g) dasCruzes n.28. V
rf}$ai.tkPrSS<8 #*)$*99**><9A99
M .....rr "----------*
Avisos martimos.
-- Para o Rio de Janeiro parle no da 12
do corrente a veleira escuna Galante Mara,
s nente recebe eseravosa frele e passagai-
ros. para oque offerece as melhores cum-
mo lidades.
Para a Babia
Sahe com a presteza do c istume a velei
ra oj bem conhecida escuna brasileira Ade-
laile: quem nella quizer carregar, queira
dirigir-sea ra da Cadeia do Recife n. 23,
ou a do Trapiche Novo n. 16, segundo an-
dar.
l\ira o RO de Janein).
-- No dia primeiro do corrente rugirn)
do cngenlio Guerra da Ipojuca doua negros;
um cnamado Flix, creoulo, alto, bem pre-
to, multo barbado, suissas grandes, cara
descarnada, nariz grande,e loma muito ta-
bacu; fot do serillo do Ceara,levou bastante
roupa, um capote de patela verde.cbapo de
palha novo, nunca larga.o ccete da m.io, o
qual be de quiri lodd cheio do e ilalhos eTu-
ra lo, era o feitor deste engenho ; o nutro
chamase Jo.- Muniz, creoulo, baixo, aver-
melhado, pouea barba, muito fallante, tem
cicatrizea de feridas as pernas e as nade-
gas,lo sorra, fui do senhor Joto dos Santos
Nunes deOliveira do Pao-d'Alho, consta que
esle fugio para o Recife : quem os pegar le-
ve-os ao ni sino engonbo a Manuel Gamillo
Pires Falro.
- u "baiio assignado faz ver ao publico
que tem contratado com o senhor Cladtno
Paulo de Lira Flores, comprar-lhe sua loja
de calcados da ra Direita n. 50, o so houver
alguem com diieitos a dita loja, baja de li-
quidar nei.li s tres dias a contar da data des-
te, que do contrario o abaixo assignado n3o
se responsabilisa por qualquer divida que
uossa apparec r. Jesuino .Nunes Vianna.
Quem quizer ven 1er urna escrava que
saiba cosiii iar o diario de urna casa, pelo
nern de 400,000 rs., dirija-se a esta typo-
graphia que se dir quem dola precisa.
* -?#*
a> Francisco Gonjalves do Moraes, duu- 4
tor em medicina, avisa ao respeitavel 9
i pul.hi .i desta cidade, que ji se acha <)
0 nesta provincia, oide contina ex- 9
a> ercer a sua prolissSo ;as pessoas que a)
della se quizerem utilisar, podem o .
procurar na ra da Cadeia Velha n. Ja)
r 59, primeiro anlar. 0
*#****?#* *,*******#*
Perdeu-se na madrugad-i do
dia 7 do corrcnle, uina inania de cavallo, de
panno rio azul com belra prela, deade a ra
de II ii i. pateo do Carino, Camboa do mesmo,
ra das Fio es, do SI, ponte da lio-Vi-i i, Al-
torro, i ii i do Aragao, pateo da Saota Cruz, ra
I Magdalena : pede-se a quem a achou a bondade
de entregar neata lypographla, que ae graiili-
car.
Rnga-se au Sr. r. Man i -I Mamede da
Silva VmsIh, de ir a ra du Livramento n. 4,
acabar com o negocio que no ignora.
George Paln, com sua senhora, retira-
se para Inglaterra.
Antonio Ricardo do Reg embarca pa-
ra o Rio de Janeiro, os seus escravos, Yicon-
te, e Joiquim.
--Offereco-se urna mulher tnorji, para ama
5
Avisos diversos.
lili VI50
TERCA FCIRA IO DE A-
GOSTODE 1832.
QUITA KEPRESENTaCaO
DE
MGICA APPARENTE
DE
IIEKH ALEXAMIER.
Her" Alcxamler agradecendo ao II-
Instrado publico de Pernambuco, pola boa
rerepQo o pela numerosa concurrencia
com que tem sida honrado as suas repre-
sentarles, para ludo qua cstiver em seu al-
canse, offerece au publico una noite bem di-
vertida e inleressaiate, para cujo lim e-.ro-
Iheu at mais adniirsveta eupenencias.
Entre as sones de hoje, se distinguirflo
particularmente as seguinles :
Ascartasg'lvamcas, que obedocem aoar-
o'rrestigio o *3a ."Ciencia de um objecto
desfavoravel.
NSo necessila-se oceulos, o que mais olha
menos v.
A luva obediente
F.iperiencia de um florista.
A velha discreta, ou o segredo descoberto,
rata admiravel sortecausou sempre a mator
sorpresa, quandu foi exculada na real pre-
senta de Suas Augustas Magestades Impe-
riaes do Brasil.
Concluii a experiencia com i mui extra-
ordinaria sorte que tem por titulo -Tilune s.nhar : no aterro da Boa-Vtsta, lo,a n. 58.
-- Maria Joaquina do Sacramento, Viuva
do alfares de I*, linha Jos Hara Marques,
faz sciente acl senliores logilas que nio se
responsabiliza por qualquer fazenda qua
em seu nome tomar o seu lllho menor Jos
Maria Marques, como tem felo por diver-
sas vezes, e tem aannunciante pago, para
u no se chamem a ignorancia faz o pre-
sente
-- Precisa-sede alugar urna mulhor de-
seuifiedirla para atua de urna casi de pouca
familia, que saiba engommar e cosinliar
na ra du Crespo n. 10.
-- Precisa-se de urna ama para cosinliar
em urna c sa de Pasto no pateo da |>enlia,dc-
fronle da praca da fartnlia n. 9.
M i la ni Malhieu, criada que foi de ma-
d me llicber, t-mahunra de prevenir ao
inadaoiisrno pornanibueaiio, que veio esta-
belccer se na ra 'la Guia n. 5,com u fim de
encarrogar-so em fater manl'lejes,vestidos,
mantilhas, e mais arligos de moda ; tambem
eocarrega-se de oulras quaesquer costuras.
e eS| e'a por sua i>rompti>lfiu e bom gosto a
concurrencia das pessoas que Ine quuerem
honrar,
ti ab^ixo issinido pede as pessoas que
Ihe (80 llovedoras de coiitasanligs, de vi-
rem 1)0 seu armazein, na roa da Cruz n. 6,
Satisfazerem seos dbitos at o dia 31 do
corrente du contrario ver-se-ha obrtgado a
promover a cobranza ju licialiiie.nto.
William ttauch.
Ha Interesse de se tratar um uogocio
com o s-nhor Antonio da Sa Cavalcanli Lins,
a br-nellcio do dito senhor ; por isso ruga-so
declarar sua morada, o sendo que seja lora
ra prar;a tarnb-iui se p le tratar Com seu
procurador bastante ou correspon lento nes-
ta prar;a, ,iue podorio declarar sua mrala
para seren procurados.
-- No dia 10, a porta do senhor Jos Pires
Ferreira, quaito supplente do juiz do au-
sentes, no aterro da Boa-vista, as 4 horas
la tarde.se ha do arrematar u melado daca-
O lirierue escuna Qlinda, segu
.1 u. ,; la .-.....I,,. .1 rio casa re pouca familia, ou de liomem sol-
era pouco* das, amia recebe al lfljro nar^ dSillt AlBiri,f sobradod-
giima carga miuda e escravos alrc-l viuva Misquita.
te: trata-se com os consignatiriosj Em consequencia de se ler
.Viichado c*i Pinlieiro; na ra do I fechad) a botica do Sr. Jos Ma-
Vigario n 19, segundo andar, oujria Goncalves Hamos, mudou-se o
com o capitlo Ha M. Ferreira, na I deposito da salsa de Uristol, para
praca. ja botica ingle/. na ra da Madre
de Dos n. 1.
Aluga-se o tercoiro andar, da casa da
ra do Qneimado n 9 : a tratar na loja.
0 Sr. ('arlos Eduardo Muller, procure
urna carta, que Ine foi dirigida do Rio Gran-
de do Norte : na ra Nova n. 41, segn lo
andar.
-- Procisa-se de uina ama, para casa de
pouca familia, e que esta tenna bons OOStu-
rnea : no pateo do Paraso, venda 11. 16, se
dir.
Na ra do Crespo n. 10, preetsa-se a-
lugar urna preta captiva,que saiba cosinhar
e engommar.
() t uiii'list 1 Salustiano de A-
qtiiuo Ferreira avisa ao respeita-
vel publico, que loram vendidos os
premios seguinles, da primeira lo-
tera a benelicio da irmandade do
Santissimo Sacrameuto da cidade
de M 1 cet, na
dencia n. i3 e
do do Aronles, e na ra da Ca-
deia do Hecife n. 4fi, loja de miu-
deas de Jos PorluaatO dos San-
tos Porto. Em quartos 3298 ,
ao.000,000 ders ;4^'9 1:000,000
de rs.; 1880, 200.000 rs.; 497 >
100,000 rs. i836, 100,000 rs.
2353, 200,000rs.; 3172, Too,000
rs. ; i<>7'o, 100,000 rs ; i3o6 ,
200,000 rs. ; 3798, 200,000 rs- ;
4629, 100,000 rs.; 23tG, 200,000
rs..- em oitavos 5491a 100,000 rs.;
4475, 100,000 rs.; 4629,100,000
rs.: em vigsimos 549i, 100,000
rs-; 349 4'0,000 rs ; 3722,
200,000 rs. as lojas cima men-
Desejs- se saber da morada do sanhor
Antonio Jos da Fonseca; atindncie para ser
procurado, ou dirija-se a ra da Cadeia do
Recife, casa n. 59, a fallar com Jos Dias da
Silva.
-- Desappareoeu nn dia i4 dejulho um
moleque de nae.no cosa, por nome Domin-
gos; ro vestido de camisa e cil;a de algo
rilo a>ul; tem os signaes seguinles : caberja
comprla, ulhoa pequenez, nariz Chalo, sig-
naos de sua nielo no tost, he jogador ean-
da muito apreasado, e consta que costuma
a vagar no Mondego e beceo do Pocinho : a
pessoa que o pegar leve-o a tus do Aragflo,
sobrado n. 26, que ser gratificado.
A venda da ra das Aguas-Verdes n. 48,
pertencenle a Luiz Aulobio Annes Jacoore,
desta dula em diante perlence a Domingos
de Souza de Azevedo Pires, por a ter com-
prado.
Jos Saporiti mu. I mi oaeu eseriplorio
da ra do Trapiche Novo, para a ra da Cruz
u. 18, primeiru andar,
-- Hoga-so ao senhor Jo.' Ignacio Rodr-
gaos que na ja de ir na ra Direita n. 70, re-
ceber urna encornmenda vioda-ln Cear.
Esta justa e contracta.la a venda da
casa terrea, sita na rua dos Pescadores n.
35, que foi da fallecida Mana Joaquina rios
Sanios, e hojo de sua filha, e unics herdeira
Josopha Mana dos Samo*: quem se juigar
com direitu a ella, ou ttver ulguma duvua,
naja de annunciar por esto jornal, no prazu
le aeis dias, a tim de prevenir questOes nu
(Oro.
Precisa- se de urna ama de laite que no
seja captiva ; quem estiver nestis circums-
taiicias, dirija-se a esta typographia que se
Ihe dtra quem precisa.
DSn-se 50f000 de grtilicac3o
Do engenho Sanios Mondes, de Laurenti-
no Cuntes da Cunha Pereira BeltrSn, noJ
dia 13 re junho passarlo se ausentou a es-
crava Maria, creoula, de 28 annos, fula, re
boa '.iira o bom cur^o, pos carnudos,
cabellos nu queixu bei<;os grussos ; levou
sabia de chita encarnada, o.h. r;o de Cas-
sa, e chales de la rocho, m.s po le tor
mu lado de trages ; piza duru e dosfarsala,
tendo os denles perfeitus. Fot vista na ri-
beira de Pao de Albo, e prosume-se que
osteja acuitada por alguem, o que vorili
cando-se protesta-se exigir os das de
mov,; 1 na razio de 800 rs. diarios : roga-
se a apprchens3o da dita escrava, e a entre-
ga no referido eng-nho, ou nesta cidade,
lo'iei do cummercio n. 6 a Manuel Ignacio
d'Oliveira.
U aliaixo assignado tem tra-
tado a compra da taberna, sita na
rua dos Pescadores n. 38, de Jos
Di is da Costa; portanto pede aos
credores do mesmo, que apresen-
tem suas contas no praso de 3 dias
ao abaixoassignado,(indos ofiquaes
nao se responsabelisa por debito
algiiin i|iie ;ip|iarec,i. Recife 6 de
agosto de i852. Joao Baptista
de Ba ros Machado.
4X^* Recebem-sa escravos de commissSo,
i-o,.uir mi-s e ven lem--", lauto para dentro
da provincia, como para lora : na rua das
Larangairas n. 14, segundo andar.
J ..o Nepomuceno Barrdzo acham!o-sn
ubstabelecidu como procurador do Jo-e
Lourenen, e Joaquim Jos, subditos portu-
guezes, nicos e universaes herdeiros du
fallecido Anlnnio los Goimarlea ( do Tim-
batiba ) faz publico que estes herdeiros a-
cham-se tratando de suas habilitarles pe-
ranle o juizo dos orpliSos o ausentes, escri-
vo Vasconcellos.
Passa portes.
Tiram-se passaporlcs para dentro e fora
do imperio, despaciam-se escravos e tiram-
se ttulos de residencia: para este fim, pro-
cura-se na rua do uueimado n. 25, luja de
miudezas do Sr. Joaquim Monteiro da Croz.
-- Anna Ferreira da Silva, autorisada por
provisdo do Exm Sr. presidente, Dr. Fran
cisco Antonio Rlbelro.de 29 de julho do Br-
rente anno, tem aberto na casa de sua re.-i-
tencia, na rua das Trincheiris n. 50, urna
aula de instruceflo primaria do primeiro
grao, pura oaexu feminino : os pais de fa-
milia quedella quizerem confiar suas lilhas,
ooilerSo dirigir-se a meneionada casa, a
qualquer hoia du da, eertoa de que a an-
nuiciante empregai todos os aaus deivelus
em nSo desmerecer do seu conceito.
Na rua do Brum, arrenda-se o quarto
anlar da casa de A. F. da Cunha, edificada
i moderna, e com asseio, tendo excedentes
commodos para urna familia: tracta-se na
rua do Vigario n. II, no eseriplorio do mes-
mo.
Publicac5es llomeopathicas.
A 25 DE AGOSTO sahira luz a continua-
do da laihogenesia homeopathca,oompos-
ta do 12 medicamentos europb a, trrduzda
dn manual do Hit JaHR, e a de 12 medica-
menlos bbasileiros extrahida da obra inti-
tuladaDoutrina da Escola Homcopatliicailo
RIU DE JANfclllU, pelo DR. MURE. Este vo-
lunte sera augmentado da Theoria da appli-
cac8o das dozes pelo Dr. Mure, lacuna ini-
porlantissima detxada por llahnemam ao
Cuidado dos seus discpulos. Recebem-se
assignaturas a 3,000 rs. pagos na occastSo
da entrega, nu consultorio do prof, bomeo-
palha Gusset Bimuui, rua das Cruzes n 28.
fe #!>: ?#*
9 Hudanca do estabelerimento.
% Jos Luiz Guaiaco tem a honra de fa- a)
i) zer sciemeao respeitavel publico, if
>> em particular aoa seus benignos fre- 9
aj guezes.que transferio a fabrica e 1 -j- J>
sa terrea n. 8,sila na rua la Cambija do Gar-
ino, pertencenle a heranca ja.enlo da flnada clonadas sao pagos em continente
llosa Maria das Noves. 0j p,cmios di refiliia luteri.i.
-- Offerece-se urna ama, para sorvicu de
portas a dentro, para casa de horneo! soltci-
1.1, ou de pouca familia, a qual sabe bem en-
gommar e cosinhar: no pateo do Carao
n. 10.
Anda conlinuam por alugar os qua-
t o annazens grandes na rua Impe ial do at-
ierro dos Affugados, e no correr do sobrado
de Antonio CusmSo, e junto ao sobrado do
escrivao Campelo, quem os pretender en-
leod r-se com u abaixo assignado na loja de
ferragous n. 59,rua da Cadeia Velba, na me--
1 }. i.nh.m viMidn lima porfo de re-
sina ue augico, lixa de pene, o tuuu y
Ilirigo-se para a provincia do Cear no
tingue escuna nacional Laura, Jos Colbu
Barbixa Porfirio, natural de Pernambuo.
Um cosinheiro viudo (ft Europa, dse-
la arranjar-se em qualquer casa estrangeira;
quem de seu prestimo so quizer utiltsar.di-
rija-se ao Hospicio na vend da quina ao pe
do elefai.le.
abaixo assignado gratifica generosa-
mente 1 quem Ihe aprehender o lovar a rua
do Vigario n. 4, oscrlptorio de Silva Ai Gril-
lo, um moleque de nome Jos, que no dia
4 auvvtavntvf :..j- or,r carne na ri-
beira da Bua-Vista se ausentou,levan.tu ves-
tido calca prela com presilhaa no cs du-
bruadas de fita encarnada, camisa de algo-
ilflii.-inho branro, mais bastante suj deco-
siuha : este moleque representa ter 20 a 22
annos de Idade, do figura regular, e a cor
bastante prela ; tem o au lar un tanto va-
garoso.Jos Luiz Ferreira da Silva.
Beceb do senhor Francisco Malinas
Pereira da Costa, o escravu de noma JoS.i.de
na cao, que aiiniiiii 1011 nn dia 4 to corrente
ser pertencenle a nieu palmillo o senho-
padre Joii Mauricio da Conceicfio, vigario
la freguezia de S. .Miguel de Ipojuca, sen)
que com dito receb:.....tilo do esoravo lizes-
ee despejas, por quantu o dito seimor Ma-
thias, nada quiz recebar de cotnedorias nem
des, esas de nnuncio etc.
Manoel Jos Mauricio le Senna.
Na padaria n. 30, na rua las Cruzes.prn-
cisa-se de um padeiro perito para eucarre-
gar-so da adn.inistrac5oe trabalho da m s-
ma dando-so interesso, oj coinu melhor se
Bouranclonar-j quem eativer no caso e qui-
zer dirija-se alli, que achara cotn quem tra-
tar.
Gompanhia lusitana pira navega-
cao a vapor.
Restando mui pequono numero de acefles
desta comp mbia, couvi la-se as pessoas que
para ella quizere n subscrever, que smente
se-Jn adniiltiJas al o dia 12 do corrento,
Ocando neate dia lchala a assignalura.
Contina a subscrever-se na rua do Trapi-
che n. 26
"Prgciaa-ae de um capellSo para celebrar
na igreja de Nosaa Senhora dos Aflictos : a
tratar na casa junto a mesma capella.
Precisa-se de urna ama que saiba co
praca da Indepen- ~ Precisa-se alugar urna prela, que seja
I '. hoa quitandetra, o nilo leona vicius: na rua
l5, loja de calca- ua c0nceic.ao da Boa Vistan. 4. '
Segunda feira 9 do correte, tem de te
arrematar pur venda, a parte do silio, na
estrada que vai para as duas Cruzes das Al-
mas, avallado em 5:000,000 rs., em cujo si-
lio toeou a fazenda provincial a quantia de
631,585 rs, para pagamento desello de he
ranea, sendo que a arremataeflo se tem de
fazer por esta quanlia, que dever ler lugar
na porta do Sr. juiz dos O'phSos, ua rua de
lluitas, as 4 horas da tarde do dito dia, lio
du invenlanu dos bens de Francisco Carlos
Teixeira : quem quizer arrematar, compa-
rece a hora indicada.
Peideu-se urna almofada de carro des-
de o tneatro de Santa Isabel, at Passagem
da Magdalena, na imito de lerca-feira 3 du
corrente: quem a achou, querendn reslitui-
la polo entrega-la na rui do Trapiche n. 19,
ou em Bemfica na residencia de A. V. da
Silva Barruca, e quo sera gralificadu.
Ruga-so pessoa que por engao, ou
malicia, lirou uina carta do correiu, vinda
em do Corrento pelo vapor Peritarubucana,
para Manoel Jaques da Silva, e que se acha
na lisia sobo n. 156, o favor de o mandar
entregar ua rua do Vigario casa, n. 7, pii-
meiro andar.
-. Russell Mellors r Compaas, George
Konworlhy & Gompanhia e mais credores,
da firma sucial Aiidraie & IrmSo, declarara
a todos os devedures da mesma firma, que
havendo sido esta julgada fallida como
coosla da sentcnca, quejulgou aberta a fal-
lencia e fot publicada nisla fulha, e tendo
conseguintemente passarlo para os credures
da mesma firma a adminislrar3o da massa
fallida, nSo paguem aus representantes des-
te debito algum, de qualquer naturezaque
na nnis mi" mi na ii'lRjn receber os cu-
radores liscaes e depositarios, o ludo quan-
1 rejos commodOJ.--Jos Das da Silva.
Nu dia 2 do enrenlo pelas II horas da
mamila, na coxeira da Iravessa da rua Bel-
la 11 2, apparec-M um pardo claro, trajando
ralea decazemira azul delislra.jaquela bran-
ca, chapr o de palha amarallo, grvala de se-
da verdo, sapatos do lustro linos estatura
regular, cabellos bem aparades, falta de um
ou dous denles na frente, dtzia ello cha-
mar-so Jos Sevenuo, e que morava na rua
do Vigario. Ao qual alugou um cavallo cas-
tanliu, cun urna pequma etrcll 1 na testa,
achaca iu de ainbasus lilaos, a direita .inda
mais sachada, cuino quarto direilo cobeito
coai
me 1
t 52, confronte a cocheira do s-nhor -a>
t Adolpho, para a mesma rua n. 4,jon- 4
i- lo a loja do senhor A. Colombiez, on- |
tf de estar sempre 1 rompi a fazer tu- 4
dos os 1 -lor !,() para bem servir a 4
- quem sudignar de o honrarcom a sua a)
f} i- ni Ii .ora, etC. %
9999*4 >*4)S*Sa$M94)*>
Ueos Dispde.
Acaba dechegar do Rio de Janeiro, tradu-
zido em purtuguez, o excollente romance de
Alexandre Humas,que tem por titulo, D-os
llispOe, vende-se na livraria da prarja da lo-
do.enrlencia n. 6e8, a 8,000 rs constando
de 6 volumes.
U biicbarel formado Anto-
nio Alaria je Paria iNeves advo-
gi no civel e no crme : na rua da
CadeiideS. Antonio, casan, 31.
As dentes.
J. Jam dentista, noticia ao publico que
r.intuid 1 a por denlos arlificiaes de porce-
lana iocorrupliveis; oaonunciautoenciierta
de um ou lodos sefr preciso, asseveran lo
atodasas pessoas que se quizerem ulilisar do
seu prestimu, que n3u exige paga alguma
n3o licamlo os dentes 1.01 he n culloca los
que nao su possa dilTereni;ar dos proprios
uaturaes,poilendo-se mastigar qualquer cu-
m'da s "ni sentir a menor our nem receio
de os quebrar, tmbem calsa os denles na-
luraes furados da Caria cun ouru ou prala,
prevenimlo assim a cuntinuagao da carta e
dores e mesmo evitando pur essa forma de
passar a caria dus denles furadus para os
outros s3os, como bem.alimpa os denles em
geral, tiran lo as carias ou podras que tanlo
os damnifica e cuupera para o mao alito da
bocea nSo sendo lirado ; ha del anuos quo
u anuuncinnlo e&orco sua prola*3o nesta
ci'dade, eos tnuilus exemplus que tem dado
nesso longo lempo ser q-iauto hasta para
garantir sua residencia na rua Nuva n. 19,
primeiro andar.
99999 QV'WtolUQMm&^to
9 rutilo ualjrnoiix oeottata,
;*, le volti a cstii ciilodc, poile
9 ser |>rocurnilo a qualquer -t
9 hora cni nainn : na roa 9
9 I iir;r: lo Kosuilo II. '.id, St- +
.-,-. gunilo mular. 91
99^9^9'^999S99S99&9
gregacao n. 37 A; c na praca da
independencia, loja nova de cal-
cados n. 37 e 39, de Porto & Gom-
panhia, as quaes se recebe eui
pagamento billictes e catitclasprc-
miados de qualquer loteria do Bio
de Janeiro, nu desla provincia. O
abaixo assignado declara, que os
seus bilhetes e cautelas, vio rubri-
cadas pelo mesmo, e logo que che-
guetn as listas, sao uagos imtne-
Jiatamente as mesmas lojas os
seus respectivos premios, sem dis-
conto algum. Antonio Jos Ro-
drigues de Souza Jnior.
Bilhetes inteiros 22,000
M<-ios bilheles 11,000
Quartis 5,5oo
itavos a,800
Vigsimos i,3oo
O cautelista Salustiano de
\i|iini) Ferreira avisa ao respeita-
vel publico, que as suas mui afor-
tunadas cautelas e bilhetes da d-
cima quinta lotera das casas de
Garidade, e da decima quarta lote-
ria do hospital da Santa Gasa de
Misericordia, eslo a venda na
11 rae-i da Independencia n. i3 e
15, loja de calcado do Arantes, e
na rua da Cadeia do Recife, luja de
miudezas de Jos Fortunato dos
Santos Porto. A decima quinta lo-
tera das casas de Caridade corren
no dia 38 dejulho do corrente an-
uo, e as rodas da dcima quartj lo-
tera do hospital da Sonta ('asa da
Misericordia andaram no dia 7 de
agosto ; esperam-se as listas de
ambas as loteras no di a 19 deste
met, pelo v.ipor da comp mhia bra-
silcir.i, e no tlia ao pelo vapor in-
glez Teviit ; s5o pagos em conti-
nente sem descont algum, todos c
quaesquer premios vendidos as
lojas cima mencionadas.
Alcins bilheles 11,000
Qti irlos 5,5oo
Uituvos a,800
Vicsimos i,3oo
Vende-se um sitio ua Varzoa do*- ae'
Inores que alli ha ; tem casa com">aa P,rg
familia, cocheira, estribarla, iranjns para
oscravos e criados.o torren-' chega ate o no,
tem baixa para cap", arvores do fructu,
larangeiras, jaqueas, mangueiraa, u cafe-
zeirus, novaa e v Ibas etc.; alem disto mut-
tu tena dosooeupada, quecunvenientemen-
le pode ser apruveitada; trala-se na rua oe
Santa Ritan 37.
-- Felino misturado, e de qualldadps se-
paradas, de muito boa quali lade, chegado
agora do Pono.lo : vende-se no caes do Ha-
mos, na liarcaqa Amizade, em porc,3oear-
relalno, por commodo preco.
Compras.
tlompra-se urna canua em bum esta.lo,
que carregue dous a lies mil lijlos; um
carru que carregu pipas Por bailo : na rua
de S. Krauciscu, casa ; 1 p.. 1 1; .1,1.
Con.pra-sr', istanlo em bom estado,
uina rotula para porta de II a 12 palmos
de altura e 5 de largura, urna dita para ja-
nella, de altura 7 palmus, largura n meio
rlitirs e at se co npra a rutula de porta,
caso mo baja para janella i a (tutar na
rua da Setualla Velha, ven 'a n 15.
Compram-sc duas escravas, creoulas,
de li a -2 anuo-1, e um moleque do 14 a 19
annos; ten ,u boas figuras pagsm-so bom:
na rua (Nova n. 16.
Compra-se uina armac9o que tivesse
servido em luja franceza ou de alfaiale, que
Si'ji de calilho ; na praga da 41oa-Vista
n. 17.
Gompra-se para urna en-
t'.iiiiiiietnl.i una prcta de bonita fi-
gura, e umi preta, 011 parda tam-
bem de bonita figura, que tenham
algtimas habiiidddes, eque tenbaui
de iG a 18 annos de idade, agra-
dando nao se olha~a preco : no es-
eriplorio de Novaesd Gompanhia,
na rua do Trapiche n. '\.
Na 'ua daSenzalla Velha, defronto do
Sr. Martina, pintor, compram-sc todas as
ualidades de ferros velhos e metaes do lo-
_as as qualtdades, assim como ourelos re
pannos linos, casimiras e tolas as qualt-
dades de mulambos, que sorvirem para fa-
zer papel; assim como cabos velhos, lu-
nas, cct.
Compram-se escravos de ambos os s.i-
1 ferraduras, cujo cavallo anda bem ae! por menoa preco, do que ern oulra qualquer
o a esquipar, solado e enfreialo, para parle na rua da Gloria n. 65.
hir a Oapunga e como nao ton lia appareci-
do Ihe o piesunte : roga-se as autoridades
policiaca a apprehuugao desse -la.lrBo para
aliviu da humanide, quom u pegar leve a
coxeira teitna que sera recompensado.
Jardim das Damas.
Sabio a luz o 7. numero deste peridico
ta pagarem aos representantes da menciona-
da firma, sera considerado como uaopigo,
e poleraser repelido.
-- l'erdeu-se honlem a noute, da rua da
rendo reslitui lo, leve-o a casa deFraiict^co
Antonio oe iiveira, na rua da Aurora n. 26,
que ser bem recompensa lo.
Fernando Jo-e da lincha Pinto embarca
paia o Itio de Janeiro, os seus escravos, A-
pollinano, menor, creoulo; Cusma, Filippe,
Maria, e Uelpliina, menor, pardos.
Lava-se e enguu>ma-se, cun 1 r. h o;.o,
tanlo para a prnvnicia comu para fra, par
gam-se bem : na rua da Cacimba n. II, on
Je morou u finado vigario do Hecife.
romeo lo, como lodos os outros, materias
de nstruccSo e do recreio. Acumpanha-o
urna linda schotischa con.poita para pianno
por Mr.Camilln l.eTellier o pubjicado reeen-
lemente em Patria pelo peridico Conceiller
des Dames. As>igna-iepara oJardim das Da-
mas na rua larga do Rozarlo n. 35, primeiro
andar a razBo de 2/000 por serie do seis uu-
merus( pagos adtantado ); as sories avul-
saa vendern-se a 3,00l) rs., e cada numero
a 610 rs.
Aluga-so um muleque, de II annos de
idade: na rua do Livramento n. I. Na mis-
ma casa lava-so e engomma-se, por preco
commodo.
-- Exportam-se para o Itio de Janoiro, os
pretos creuulos, Jos, dolannos, eTheo-
doru, de 10 annos, escravos de Joo Antonio
Alves de Unto.
HOTEL DA BARRA-
RUA DO TRAPICHE N. 3.
Gom a entrada pela rua dos
Taaoeiros.
Havendo esto eslabelecimento dillinitiva-
menle paasado a novo propnetario no dia
primeiro do corrente, assegura-se nao t-
aos senhores antigus aasignanles que se dig-
naran! continuar, como aquelles que de no-
vo o hourarein d'ora em dlante, quo ser3e
empregadoBoa possiveis esforr;os afim de
que ah se encoutrem asseio, perfeic,3o, e
sufciencia; continuando os procos ja e-la-
tielecidas para provimentos tanto no hotel
como para fora; bem como aaiiatencia em
sallas ou quartos, etc.
i CiU'.a.
laOteria do io de Janeiro.
aos ao; 000,000 de rs.
Na loja de miudezas da praca da
Independencia n. 4 vendem-sc
bilheles inteiros, meios quaitos,
oitavos e vigsimos da decima
quarta loteria do hospital da San-
ta Gasa da Misericordia : vem a
li-ta no primeiro vapor que chc-
gar do Rio de Janeiro.
Vende-se a verdadeira salsa
patrulla deSands: na botica in-
t;leza, da rua da Madre de Dos
n. i.
Vendem-se dous alambiques
Je carapuca por metade do seu
valor : na rua Nova, luja de Jos
Baptista Draga.
- Vende-se a casa lerrea n. ti, da rua da
Calcada, em chaos proprios : trata-se com
J. U. & da Silva, na rua da ConceicSo da
Boa Vista, casa n. 58.
~ Vende-se um ferro de fazer hostias ,
novo om folha, por prec,o commodo: no Pas-
seio Publico, loja n II-
-- Vende-se urna taberna na rua do Hos-
picio n. I : a tratar no aterro da Una Vista
n. 86 ; a qual se vende porque o dono tem
de se retirar; advorte-se que a casa tem com-
modo-! p Vende-se urna casa no Jogo da Bola
n. 21 : a tratar na rua do Hurtas n. 102.
S. Flix.
Chegaram os verdadeiros charutos deS.
Kelix. e vendom-so na rua do Queiroado, lo-
ja n. 9.
.- Venle-se urna prela moca, som vicio
adiim, que sabe lavar e engommar bem, o
cosinha suffrivel na Iravessa da Trempe
11.8.
.- Vende-so umaesrrav do bna conduc-
ta, cosinha o diario de u.r a casa, propria pa-
ra todo servico e ganha na rua ; na rua do
Gullegio n. 3.
ticos es tojos para fazer barba.
Vendem-so ricos eslojos com espelho, pa-
ra fazer barba, a 2,000 rs. Cada um ; cartts
francezas para voltarete, a 5.700 rs. a du-
zia, e o baralho a *80 rs ; a ellas que se es-
tar) acabando : lia rua do t', Ii i:;a u. 3.
Ven le-so um terreno de marinha n.
226, silo na rua Imp-rial do bairro do Santo
Antonio, om frente au rio Capibanbe, o qual
sa acha ja beneficiado, eem parte oceupa-
do Com aterro, alguns coqueiros e duns pe-
queas casas terroas, com 76 brecas de fren-
te, contadas no alinhamento da sobredita
rua Imperial, e de fundo 113 bracas e4l|2
palmos : trata-se na rua da Cruz n. 51, com
E. Bol I i, procurador bastante do dono au-
.'- Vendem-se stecadaa de granito e da
pedra, ombreiras, vergas de pedra para por-
tas e j mellas, depositadas na estrada Nova
re Santo Amaro, de fronte da Inri lierlo dos
senhores C Star & Gompanhia: a tratar com
E. Bull, na rua da Cruz n. 51.
.. Vendem-se folhasde papel3ro|fluo, To-
radas do mu lado, propriaa para cartao do
theatro, ou caixinhas para clcheles : no
armazem da rua da Cruz n 51.
Vendem-se dous molecOes, manos, um
de 18 annos, e oulro de 20 annos, ambos
O abaixo assignado faz cen-
te ao respeitavel publico, que aca-
ba de receber pelo vapor llahia
na, um esplendido sortunento de
bilheles, meios bilhetes, q.uirlos,
oitavos e vigsimos da tlecima quin-
ta loteria o itio de Janeiro, a be-
neficio das casas de Garidade, eda
decima quarta do hospital da Mi-
sericordia, cujas lisias clugam pe-
lo primeiro vapor do dia 19 a ai
do corrente mez, por terem corri-
do as rodas da primeira a a8 do
mez pissaJo, e da segundas 7 do
presente, e eslao expostos a ven-_
da. nelos commodos precos abaixo, i bons canoeiros, e um entende de pedreiro,
_ .. I; ,1. i-,-', i,,.- us na na dn ; n)"U habis para todo o servico : na praca
em sua leja de lerrageus, na rua do, |a ,ndepenje^cia n. 6e8. ou na ruado
Queimado, junto ao becco da Gon- crespo n. 17.
f


*r
w-

4
Moinhos de vento
com bomba de repuxo pin regrar hortas
A baixasdecsplm na fundicBode l>. \V. Itow-
maii: un rua do llrum ns.6, 8 e 10.
ARADOS AMERICANOS.
0 Vendem-se arados ame-
ay i canos, chegados dos Esta- (?
<) dos Unidos, pelo barato pre- <
J ?o de 4<>)Ooors. cadaur: na
#j ra do Trapiche n. 8.
Depositle cal e potassa.
No armaiem da ra da Cadeia
\riD.\DKDK PARS.
doltecife n. n, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
.iim como potassa chegada ltima-
mente, a p/ecos muilo rasoaveis.
A no rs. o covado.
Na ra doQueimido, defronte
do becco do Peixe Frito, loja n. 3,
vende-se riscadinho azul, com a
largura de tres palmos, pelo bara-
tsimo preco de seis vintens o co-
pado; esta fazeoda he milito recom-
mendavel aos senhores chefes de
familia; d-se as amostras com
penhor.
I'otassa americana.
No antigo deposito da cadeia vellia, n.
II existe lima pequea porgan de potassa
americana, chegada recentemente que por
superior melisa com adaftussia: vende-
se por preco razoavel.
Agencia de Edwin Maw.
Na ra de Apollo n. 6, aruia/ein de Uc.Cal-
ruonlSt Companliia, acha-ae conaianlenienle
liona oiiiiiiri'ii" de taiaa de ferro coadoe
Dalido, tanto rasa como Tundas, moendas in-
citas todas de ferro para animaes, agoa, etc ,
litas para armar em inadeira de todos os ta-
maitos e inadellos o mais moderno, machina
tiurisonlal para vapor, com torca de 4 caval-
loa, clicos, passadeiras de ferro cstanhado
para casa de pulgar, por menoa prego que os
de cobre, escovens para navios, ferro rnglez
tautoem barrascomo em trcosfolbas,eludo
por barato Dreco.
AGENCIA
da fundicao Low-Moor.
HUA RA SENZALLA NOVA N. 42
Neste estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das'para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
. Ven Idiii -m' os verdadeiros selins in-
giezes, oatente, de molla e sem ella : na
ra da Sen*, II, Novi n-4)
Vendem.se relogios de ou-
ro eprsta, patento ingiei: na ra
da Senzalla Nova n. 49.
Arados de ferro.
NafuodigSoda Aurora, em S. Amaro,
endem-se arados de ferrode di versos mo-
lilos.
Deposito de panno de algodao da
febrica Todos os Santos da Ba-
nhia.
Vende-se por preco commodo
o bem conhecido panno de algo-
do desa fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador-* no escrip-
torio de Novaes& Companhia, na
ra do Trapiche n. 34.
~ Vendem-se asseguinteg gementes:
nabos,ldanos,ralmnetes encarnados ebran-
cos, sebola, couvu trinxuda alface ala-
nia, lepulliuda,chicoria, senoulas, f ij.hi
ca'rapato de tres qualidades, ervilha loria e
diroila, fava, coentro de touceira, salea, to-
mates grandes, repolho, couve lombarda,
sabois, e montaron : na ra da Cruz 11. 46,
defrome do Sr. doutor Cosme.
Taixas para em/enhos
Na fundicao de ferro de D.
W. Bowmah na ra do Brum,
1 .ss,unid o chafariz contina a
haver um completo sortimento
de taixas de ferro fundido e ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bocea ,
as quaes acham-se a venda por
preco commodo e com prompti-
dao, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com-
prador.
Vendem-se amarras de ferro: na 'na da
Senzalla Nota n. 42.
^tfffvfv^fWvf^VfV Vt
farinha de mandioca <;
^ Vende-se, por preco rasoavel, la- *
'.j. rinba de S. Matheus, a mais nova ,
^ que exisle ueste mercado : na ra m
'j. da Cruz n. 34, delronte da I ingoeta. 3
Veudem-se lonas, brinzo, biins, e
meias lonas da Russia ; no aruiazem de N.
O- BiahT AL Compiahn, ,... ru, til'UZ
n.4.
Algodo para roupa de escravos
Vende-se algo d5o multo encorpado, pro-
prio para roupa do escravos, com pequeo
toque do aaria a 146 rs. a jarda; dito
liiupo a 180 rs. : na ra do Crespo n. 5.
Sortimentos de panos linos e case-
miras de todas as qualidades.
Na ra do Crespo loja da esquina que vol-
ta para a cadeia,veode-se panos finos pretos
8,800, 3,200, 3,500, 4,000, 5,000 rs., e fran-
cez ion 110 auperiur a 6,000 rs., o covado, di-
to verde a 2,800 rs. diioa.ul a 2,880.3,500,
4,000 o covado, corles de Caifa de casernira
pela ementado a 5,000 e6,000 rs.,dita irau-
ceza elstica a 8,000, 9,000 e 10,000 o corte,
e nutras mailas fazendas por prego com-
modo.
Munida", superiores*.
Na fundirlo de C. StarriS Companhia,
em S.-Amaro, acbam-sea venda moendas
de canna, todas deferro, e um modeloe
construccSomuitosuperioi.
Cortes de brim de puro linho.
Na ra do Crespo loja da esquina que vol-
ts para a cadeia, eooe-se corles de caiga de
brim de quadros, e lislras de puro linho a
,280 e 2,000 rs.,ditoioteiro pardo a 1.280 e
2,000 rs. o corte, Macado de liobo de lisira
a 720 is. o corte.
Chita para coberta, cor fixe a
2oo reis covado.
Na roa do Crespo,loja da esquina que vol-
ta para a Cadeia, vende-se chita para cober-
ta de novos padrOes e cor lixe a 200 ri., O
corado.
Hua do Loilrgio n. 4
J. Falqoe, dono da fabrica cima mencio-
nada, psrlicipa an respeitavel publico de
Pernambuco, e principalmente a seus fre-
guezes, que elle recebeu pelos ltimos na-
vios, viudos da Franca, um grande e rico
sortimento dos molhores chapeos de sol de
seda, quetem vinrto a esta praga, proprios
?ara a'estaglo dn invern, e para senhores
de engenho, por serem muilo fortes ; Sor-
timento dr eliapi o- de sol de seda dn dille-
rentes qualidades de 5,000 rs. pa'ra cima,
lindo sorlimenlo de chapeos de sol de seda
para senhora*, de lodos os feitios e tama-
nhos, que vende muito em conta ; o i los .le
panno para meninos de 1,500 a 3,000 rs.; di-
tos para homem de ferro e de balea dn
2,000 rs. para cima ditos de junco de 1,500
rs. para cima; grande e escolhulo sortimen-
to de chamelotes, sedase pannos empega,
para cohrir armagoes servidas, baleias de
todas as larguras e tamanhos, para vestidos
eespartilhos parasenhora; fszem-se um-
bellas para Igreja; concerta-se toda e qual-
quer qualidade de chapeos de sol, ludo por
muilo menos preco do que em outra qual-
quer parte. Vende-se em porfo e a leta-
Iho. No mismo estabeleeimento acha-se
um bonito sortimeiilo de bengalas. ,
Fazenda da moda.
Vendem-se superiores cortes de cambraia
de salpico. hrancos de cOr, pelo diminuto
preco de 3,500 rs.: na ra do Crespo, loja
n. 6.
Vendem-se barris de breu, em lotes, a
contento do comprador : a fallar com Ma-
thi-us Auslin & Companhia, na ra do Tra-
piche n. 36.
l'iensas para farinha.
Na lunditao ta Aurora em San-
to Amato, e no depozito da mesma
na entrada d ra do Brum a-
cham-se venda machinas para
imprensar larinha de mandioca, e
outras para espress3o do oleo de
mamona, de urna invenco intei-
ramente nova. Os annunciantes
naohesitam em publicar, que es-
tas machinas de sua invent;3o sao
superiores a ludo, quanto at aqui
tem apparecido ne.ste genero, re-
ii ni mo agrande frca de presso
a maior .simplicidade de construc-
cao, e facilidade na operacao, o
que faz com que difTicilmcnte se
possam desarraujar.
S.4LSA PARRILHA
DE
As numerosas experiencias feitas como
uso da salsa parrilha em todasasenfermi-
dades,originadas pela impureza doaangoe,
o o lioni xito oblidn na corte pelo lllm.
Sr. Hr. Sgaud, presidente da ac tema i ni
penal de medicina,
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No l'asseio Publico loja n. 11.
I Vendem-se challes de IS emitando a IB
e seda muito grandes a 2,000 rs., ditos de
Suadro a 1,440 r., lencos de rambraia hor-
ados para mRosde snnhora e meninas a
200 rs., dito de chitas finos emitando a le-
da 320 rs., challes do 13 e seda a 4,000, e
5 000 r. fazenda superior, casernira de al-
goito a 320 rs. o covado, eambraias lizas
de 10 varas a 1,800 rs., cortes decassa chitas
a 1,200 rs., risesdos francezesa 240 rs. o co-
vado, pannos finos do todas as cores de 4,000
at 6,000 rs,,csemiras pretas superior 2,800
res merino prelo superior a 3,000, 3,400,
e 3,800 rs. o covado, setim maeau o corlea
3.H00 rs., corles de vestido de sedas a 12,000
e 15,000 rs. o corte, hrjm de cores de puro
linho a 1,500, 1,200, e 1,000 rs. a vara, cor-
tes de coletes de fu-loes de cores a 640 rs.,
medapoles entrefinos a 3,000 3,500, e 3,800
Vende-se vinho de champa.
nhe legitimo e de superior quali.
dade : em casa de J. Keller ,v
CompanLv'i na ra da Cruz n.
55.
A'i6o rs. cada um.
Defronte do becco do Peixe Fri-
to, loja n. 3, vendem-se lencinhos
de cambraia pintados para m3o
de meninas e senboras, de muito
bonitos desenhos, pelo baratissi-
mo preco de rneia patac cada um
dar-se-ha amostra com o compe-
tente penhor.
ru a dinheiroa vista e ureeos que agrada-
rlo aos compradores.
Vendem-se mantas de ISa e seda, para
o--1!?
*5tStra a,
^irgill|!|^i|iwila
9 O S =. 2. 2 9
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55;
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9 3 o : *B JB g ff S 5 a 5 -
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-a o S.O o.
rs., e nutras inuilas fazendasque se vende- l'anno prelo, lino, li ancez, a 0,000
rs. o covado.
Vende-se panno preto fino,
senhora, a 2,000 rs.: na ra do Crespo, lo-[rancez 3 000 r9. 0 covado : na
ja ai JO "* ,M
Lotera de Nossa Senhora do Rozario. | loja de Flores 6k S, na ra di Ga-
Na casa di1 fortuna, ra Dreila n. 7. e na deia do Becife n. A7. iNa mesma
praQa da Indeuendeucia, loja do Sr. hirlu-
nato, estao a venda bilhetes e cautelas dea- 'OJ1 vende-se 11.n rodape novo de
la lotera, cujas rodas breve ter oseu in-1 Ubvrintho, por preco muito com-
fallivel indamento. J, 'I 1 r
modo.
Manual eleitoral.
Vende-se este excellente manual conten-
do a lei regularoentar das oieieii -s, e o> de-
cretos do governo sobre a me,un, C)>n no-
Bilhales
.Mimos
Quanos
Decimos
Vicsimos
8,000
4.C0
2,200
1,000
500
': e,^m;80,,d!nhelr0,SaCC" C nnha,a 2.000 rs.;caixas com as melh.nes praca da Independencia, livraria n. 6 e8.
velas de carnauba, viudas do Cear, a 10,000. .. Vende se urna prela moci. que cosi-
rs. a arroba ; caixas para rape, que parecem nh,# ,iVa 0 veil(|e. ru8 ., u0 Rl)zan
detarlaiuga; esleirs muilo grandes ; urna j0ja n 35^ '
S U, n
5"S =-2>^"5 or3l-o-ni
"s^-.-sr3 = ; c. < 3s-J, SO
' = i2i3,5;-i.9jo;'oci.LJ

e
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2: -a 3 '
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boa marca de 600 meios de sola, muito gros- -
sa, para fechar conlas : na ra da Cruz do I iTITTT. ^ika < ^l*
Itccife n. 33 armazem de Luiz Jos de s S^an'ois I ai.het ck Companhia^
Araujo. iff Continua-se a vender no deposito*
Vende-se urna rica rede de palha toda;*? 8er' da ra da Cruz n. 52* o excel-g
feta de renda, com f-rojas de panno e S '"'ntee bem conceituado rap areiaw
fabiicada no l'ar : quem a pretender diii- j P'eta da fabrica deCanlois l'ailhel Aiif
ja-se ra da l'riia de S. Bita Nova, sobra-1 Companhia da Baha, em grandes ej
Ido da quina que olhi par mesma rasa se vendein dous relojios de pra- ^ lecido.
ta a moderna e por pr?ro commodo. SIJtWO'rt.'ttKfti-rsSWBI %
I Vende-se urna mobilia corhi *" Vendem-se loalhaa de labyrintho mu
. j j I "as e grandes, de bretanha,com bico ao re-
algom USO, para casa de grande do-, obra muilo boa; lencns de labyrinlhos,
familia OU em pecas separadas a ',lrt b/elanha, e rendas na ra da Cadeia do
1 ', -Beciron. 49, secundo andar.
vontade do comprador, consista-. N, rua l)0 oUegio n 7_ ,caba de ,brir.
do em cadeirrs, bancis desala e'snum pequeo, .as mimosamente sonido,
'm ('-.!< mitim ramn ilp'i nl.r nm '"enl Je '""? do Porto, de difTerenles
mesas, a.ssim como ue jantar, nm,cor(se delicadosgostos: e veode-se por me-
grande espelho com tremo e um nns do que em outra qualquer parle; a elle
ber?o com coberta, sof ra..i.'P""qw''""'ji*i
das e marquezas, hequasi tudo del
aneico e Jacaranda: na rua da Ca-i
1 1 p j 1 j c Nodia
ilii j do li ni 10 de >. Antonio, se-
gundo andar da casa n. a5.
Escravos futidos.
' a o
j z 1 1
2
Ml-1
5'
Vctide-se a expeliente typo-
graphia do Diario iNovo estindo
bem montada, tanto debonspre-
los, como de lypos : quem a pre-
:| tender, dirija-te a rua da Praia | omi de n
As pechinchas acabam-se.
Vendem-se chitas finas a ISO, 140, 160,
180, e 200 rs. o cov.ido, p va> 'e ditis a
5,000. 5,500' 6 500e 7,000 rs., chitas para
coberia de eor lia a 200 >s superiores cor-
I
di
eos
as virtu les clliea/cs da
< I I < 1 1' 111 r 11 11 1 mais superior que ha no mercado, por preco
SslLj-SSt rARIXlUaA commodo.e em I .les a vont-de doscompra-
!'! dores: na pscriplorio de tlalheus Auslin &
Coinpaiihia, na rua do Trapiche 11. 36.
Farinha de mandioca a 1,600 rs. a
sacca.
No armazem do J. J. Tasso Jnior : na rua
do a iii.ii un n. 35.
Vendem-se novas cassas chitas de lin-
dos gostos a 2,240 rs. o corle, cassa de qua-
dros fina a 280 rs. a vara: na rua do Crespo,
loja da esquina que volt 1 para a Cadeia.
y?^.le?e-MP.?m!),rri".'.chf?d0 "'"I Oeposito rta fubricu Minios 11 n ISnliia.
Vendo-se.em casa deN. U.Bieber&C.,
na rua da Cruz 11. 4, aIgodSo transado a
'incln rain ica,miiilopmprio para saerosdo
assucar eroupa deescraos,porprer;ocoaa-
amlar, escriptorio de T. de Aquino Konseca i......,
&iV*%P im"zem det,im ,ran^ado de ',uro linh0'3ao
A 5,ooo rs. rs- covado
Superiores chapeos de sol de seda ingle-i ,, I!8J'"',d'v(:re8polloJ' d* eS(|.uin' T vo'-
. i.h....i....i.,..ii_________:_. ...B.: I t para cada vende-se hrin trancado par-
Nota. Cada garrafa conlem duas libras
de liquido, e a salsa parrilha de llnslol he
garaniida, purainenle vegetal sem mercu-
rio, iodo, potas.sium.
Vende-sua 5/000 rs. o vidro na botica do
Sr. Jos Mara Cop^alvos Bamos : rua dos
ijniifleis penada ao uu^rlcl .le polica.
GessO
timainente : em casa, de I. Uvller & Compa-I
11I1111, na rua da Cruz n. 55.
Cal virgem.
Vende-se cal de Lisboa a mais nova do
mereado : na rua do Vigario n. 19, prime-
zes chegados pelos ltimos navios, pelo di
'inulo preco de 5,000 rs. cada urna: na
rua do Ctllegio n. 4.
Novo sorlimenlo de fazendas na.
loja da tua do Crespo n. 6.
Superiores corles de cassa-chita.de novos
desenhos, a 2,240 e 2,500 ; cambraus Iran-
cezs de cores a 440 a vara; chita para co-
berta, de tintas seguras, a 200 rs. o corado;
cassas Isvradas a 2,400 a (er;a ; dita de flo-
res, com 8e 1/2 varas, propria para corli-
do de linho puro a 320 rs. o covado.
Vendem-se saccas coin fa-
relos : na rua da Madre de Dos ,
armazem n. 20.
Iiiiin e barato.
Na rua do Passeio Publico, loja n.9, de
Albino Jos l.eile, veml i u--e ricos chales
de lila e seda a 3,200 rs.; ditos de Ua a
1,500 rs. ; dilos braiicos a 1,000rs.; chapaos
do sol a 1,000 rs.; ditos a 1,400; sargehm
nado de cama, a 3.500 a peca; cimhraia de delods as cor. s a 200 rs. o covado; panal-
salpicos, Unto brancos como decores, a nho cor da rosa, azul e prelo a 200 rs. o co-
4,500 a peca; lencos de cambraia de linho vado; grvalas de setim de lo las as cores,
oo eco ,...,.....!.. uuiias eseuras a o,ooa.r iiIihim o^^i". <,..>.-., hm ^___._ .
corles de brim de listias, depuro linho, a] i.000 rs.; ditas de cassa a 100 rs., lencos de
2,000 o corle ; dito liso a 1,440 e 1800; ris- vapor os mais bonitos que tero apparecido a
cado de linho a 180 o covado; dido de algo-I 200 rs ; linhos zues e de cores para ja.)ue-
d3o, proprio para escravos, a 160 e 180 o tis a 320 rs. o covado ; castores proprios pa-
- Na iua das Cruzes n. 22, segundo an-,
dar, vende-se urna mnlatinlia de 13 anuos,! nos' Puco ;nls O" menos, e tem os signaos
com principios de costura ; urna creoula de gKu">l,'S :baixo.o peilo um tanto meltido
16 annos, rom as mesmas hat'ilidades;! I"r" dentro, cabello carapinhado e at o
.urna negrinha do 9 a 10. muito Mina ; urna ""da test., e falla de vagar. Este escravo
ll.o.d^qXri;^l,,'d, de 30a""8' comlolasash-hiiid.-1;"'" os das vender lelt no Itecfe,
aquellas pessoas coja udehe IJ^'" duas prelas. um de Angola, que-d''7'''0 .^"'"'^. perlencente a
ada Piescrevem-iiuT^os se, ''g"ni.a, cozinha e lava, e oulra creuula ,,0,nn *"" duj t,i". de ium foiescra-
s,do lodo o service. !vo: quem o apprehender e levara rua da
Vende-seum bonito moleque de 18 an--Se"Zblla Veln*> defronle o n. 144, segundo
nos, bom coznlieirn s^m vicios; dous i D'"> recebera a gralihcaco cima,
prelos, bonspara todo oaervico; m dilo 50,000 rs. de grali.-acJo.
de meia idado, bom alfaiate; e um dilo' "" engenho Santos Mendes, no dia 13 de
proprio para o servieo de sitio ; urna rela,' unl,. ausenlou-so a escrava Mana.de 25
mop.a, sem habilidades: na rua da Cicim-! ,"n,s- creoula, fula.de boa estatura, o bom
ba n. 11. I corpn, os ps carnudos, tem alguos cabellos
___ Vpnilein-sp / roilas ranuaalaa "'"o, bem ladina, com desembaraco na
t rouas lerradas, fllMa. lr,j0S_ SH> de ,..,. .,.,., ciD0.
covado; p nnu prplo a 3,000 e 4000 o cova-
do : e niuitas uulras fazendas, por piego
commodo.
Na rua Nova n. 26
Vendem-se sapatoes de couro de lustro
pelo diminuto pre(o iie 2,500 rs. o par, di-
tos virados a 1,600 rs.; a ellos antes que a*
ac bem.
Aviso aospais de familias.
Na rua do Collegio n. 7, acha-se um sorti-
mento de lo .1,(1 do Porto de diversas quali-
dades branca e de cores, a qual se vende por
prego muilo ba ralo e serve para quem tem
pouco dinheiro; a ella antes que se acabe
porque he pechincha, e depois uSa val nada
ose eu.soubera -vamos, vamos fregu
zes. Na mesma loja se venden) treza caixas
vazias em quo velo a lou(a.
C3~ Palitos Feitos. _r>
Na rua Nova n. 26, tem para venderse pa-
litos de panno verde e pre.lo,muilo bem fel-
los.o mais barato do que em oulra qualquer
parte; a el es antes queseacabem.
Cera de carnaubi e aebore-
finado.
No armazemjdeo, R. AnJrado o. Compa-
nhia, veoje-se cera de carnauba deprimei-
ra sort; sebo rehnado, o mais superior que
nanomeicado; assim como, sola e peles
de cabra, tudo por commodo prego.
-- Vende-so uro.'roqueta rico e urna toa-
Iha toda de renda, muiio em conta: na rua
da Cadeia do Itecife n. 3,
ra caigas a 200 rs. : conos de cassa chita
com srlevarasa 2,000; cilesde coleta de
fuslSo a 640; ditos do 13 e aeda a 600 rs. ;
leucos de tico a 320 e 400 rs.; chitas finas
de todas as qualidades e cores (xas a 160,
200 e 240 rs.; e oulras muilas fazendas por
commodo prego.
Com toque de mofo.
Na rua do Crespo loja da esquina que vo|.
ta para a cadeia,vende-se chitas escuras com
pequeo toque de mofo a 5.500 rs. apega,eo
covado a 160 rs
Taixas de ferro coado.
Vendem-se taixis deero coado, de su-
perior qualidade e por prego commodo : na
rua da Cadeia Velba n. 37, esa de Ricardo
llovi,
- Vende-se urna mulata, de 30 et-nlos
annos: na rua do Livrameuto, sobrado n. I.
(Jortes de cambraia de salpico
brancos e de cores, a 3,5oo rs., o
corte.
Na rua do Crespo, loja da esquina, quB
volla para a Cadeia, vendem-se cortes de
vcsiidos do cambraia de salpico brancos e
de cores, pelo diminuto prego de 3,500 rs.,
o coi te ; meias muilo linas, para homem \
com pequeo defeilo, a 2,400 rs. a duza.
Cliegoeiii rapasiads.
Vendem-se dous lengos de caubaia rica-
mente bordados de marca, por prego muito
diminuto: quem liver bom gosto, dirija-se
a praga da Independencia, loja n. 34.
4,000 rs e mudo fino a 5.200 rs., pegas de
algodSo l'nne ido proprio p^ra escravos e
toalhas a 3,600 rs pegas de cassa paia bi-
badosa 2,400 is.,o outrs inuita fazeu ms,
por i ri'1,11. exrraorlini lamente baratos : na
ioja da estrella da rua do (jueimado n. 7,
confronto ao beco do Peise Frito.
Vendem-se botijas, e ll.ndes vasios, de
varios tamanhos e por to lo prego: na rua
do Rozario larga n. 36.
Ancoras para navios.
Vendem s. em casa de Ricardo Royle, na
rua da Cadeia Velha n. 37, ancoras de supe-
rior qualidade, e por coinniodo prego.
Chocolate du 5 De lolas as substncias alimentares, que,
sendo em seu principio consideradas como
couzs deluxo.tornam-se pelo t ni (iadan-
te de un u/o geral, ochucolale p lo, sem
eonlraiicgao, oceupar o primeiro lugar.
UITecli va mente, quantas pes-ois nlo vemos
nos preferir boje ao uzi do queme Caffe o
do chocolate, e Disto seguir a opiniBo
dos mdicos maiscelehics.que.de commum
acord sobre soas preciosas qualidades,
i lid lea m com
temticos q
hil, e delicada t ivescrevoiti-no "nos seus
doenies, aconselliSo-no aos velhos, e o ie-
oiii-iien iinii as mais de familia para leus
filhos. Em urna palavra, o consumo verda-
deirainente exlraordinario que lod>s as
classes da sociedade fa/em .:c-l alimento
he o mais bello elogio que nos Ihe poden,os
lazer : acaba, de cnegar um novo sorlimenlo
d-slo chocolate ja bem cjuhecido no^ta pro-
vincia, por mullas pessoas que lerq feito uso
delle Constauteiuenle : se vende na tavorna
da rua da Cadeia do Reciten. 9.1 H-rr.......
Para viohos fr.cos.
A verdadeira agoardeule de vinho, viuda
da Europa, a nica recuinineii lada para
comporos unsmos queeatajam airuina.los,
e licarein supe iores com urna pequea de*.
peza; assim como para div.-rsos rom. dios
ooe sem olla seu.io poderi^,,, Um, ou en-
lo nao produzriam o effeitu desejjdo; ven-
ue-se uuicamenie em casada B,ur;u o.Ma-
cedo, na rua ireita n. 17.
Vepde-se umcavalio muito forie, que
apenas comeca a segunda muda, e baiam
nnu leni o menor achaque ou m-iiha:ua
Eslancia, defrome do sitio do lenbur Car-
doao Ayres.
Ueveres dos homens.
Vende-se esto compendio ap,irov..d pa-
ra as aulas primarias, linpresso en h iras
inaiusculas: na livraria da praga da luje-
peudeucia n. 6 e8.
-- Vende-a^ um casal de escravos, tiaba-
iuadores de eucuada. na rua do Pires n. 28
- Veude-so umescr-vo de uagao Aiiifula'
de idade30 anuos, ollltiai dealf.ile; que,,!
quizer unija-se a rua Augusta n.34, las 6
as 8 horas da omnbaa, e das 2 as 6 ua tarde.
Na casa n. 36 na rua do Cilio, vondo-
se urna Canoa .ecarreira, nova, bem cons-
truid., propria para oavegar.por prego com-
modo ; a quai se aclia uo podo da ru Nova
- Vende-ae um moieque, creoulo, de 13
anuos, o qual lem bonita lisura : na rua da
Cadeia do Recite, loja u. lis.
Cheguem a.peobiucha.
Chales mpeme, do cores muito lio nas
padrOes adamscalos proprios para senho-
ia andar em casa, pe.o Dar.tigjimu precu
de 1/280 cada um : na rua do uoimado.
a. 8, luja defroute da botica.
3 do crranle degappareceu um
prelo de nome Manoel de nagSo rebolo ida-
de 35 annos com os signaee segumtes i bai-
Vende-se farinha de mandioca de boa (*" .ibr rullai brn pouca e debaiio do
qualidade vind.i de Santa Catharina, em queixo, panos no roslo pezgr.ndes um si-
porgoes grandes e pequems, medida a vis- : ul de frula no peito do p : leou caiga da
ta do comprador, e vende-s de umalquei-'i!i* Prei". camisa de algod3ozmho nova
ro at urna quarla : na mi do Vigario n. | chapeo de mola preto j* usado, desapparo-
9., armazem d Carneno & llamos. ceu. "^ **** u" 8eu nhor, na barra i'ejan-
Vendem-se catecismos romanos, con- ("da eronsiater seguido ocaminhode ci-
rorme o decreto do concilio tndentino, man- mt procur.ndo seus anligos senhores na
dado publicar pelo SS. Padre S.Pio V.,ever- blrr de Una, Antonio Puntes, o em Massan-
tidoem lingoa vulg.r, pelo reverendo Do- gana Manuel Leito Crrela do Jezus : quem
mingos Lopes da Costa e Cruz: na loja da Pegar o leve ao Becife casa do Sr. I.ou-
rua do Crespo n. 23, de Joaqiiim Ferreira ,e" J"se d,s fevesj ou na Boa-Vista a
Ramos, e na rua do Encantamento, arma- seu Sr. Manoel Tavareg de Aquino.
zem n. II ; adverle-so que o prego dos en- ; W'sappareceu do euiitnho .Novo doCa-
cadernados he de 2,500 rs., edos do brochu- lio. nm prelo chimado Anibrozio. e outro
ra 2,000 rs. Simflo, o primeiro le i ladede-JIannos, has-
A tlencSo* '*",e f""1''' e lem n ,. ', ... 'de lado 50 annos, principiando a pintar:
Bicos aparelhos de metal lino o bom gos- qur.m 0s aprehender dirija-so a rua do Coi-
to para serTico decba, de 6 pegas princi- |Pg, n. 13, quesera beni recompensado,
pnes por prego commodo : na loja de ferra-1 .. esP,areceu do engenho Velho. hon-
r.gens de Anlnmo Joaquim Vidal : na ru- tem, 3 escravos ; um le no.ne Alexandre de
da Cadeia do Becie u. 56-A.- idad, de 30 ,nnoj> gros80 du ^ outro
i de nome Domingos, de idade de 25 annos,
/igua filtrada. imiro, cor prela, o outro de nome Jos,
Pias do pn.lra proprias para lillrar agua, 'mualo.idade 50 annos, cor fula, g-osso com
muito bem fritas por preco commodo na lo- alguna cabellos brancos.ecom a barba bran-
ja de ferragens de Antonio Joaquim Vidal :: ca : quem os pegar dinja-sn ao lugar cima
na rua da Cadeia do Recife n. 56,-A.- jiudicado, que sera bem recompensado.
., .. -- ^a madrugada do dia 4 do corrento, de-
usinlia com limpesa. .sapparecnu da casa de seu senhor, o escra-
Todos os noressnrios para COlinga. tanto! vo oe "nme Jos, da qago, j velho, com
de rerro, estunlimio, eforrado de porcelana, fs l"rns arquiadas e pucha por urna del-
e multas oulras pessas, que so o bom co- '""item os IO'r"sel"s dospscom umci-
si.ihei osabodarvalor: na loja de ferragens I r"c"' ein ",n do8 bracos tem um ca'ogoquo
: na rua da Ca- P"rece lohiiilio, e he quebrado das verilhas,
le Antonio Joaquim Vidal
deia do Recife n. 56,-A.-
Iticrts formas.
Formas para oaslelns e pudins assim co-
mo pem-iras de metal hranro p opri.is para
peneirar a massa eo mais preciso, assim co-
mo cobertas para pratos, ue rame e de mc-
M tudo uor baralissjaio preco : na loja do
Ferragens de Antonio Joaquim Vidal : na
rua da Cadeia do lleeife n. 56,-A.-
fugio com um cavallo pequeo, caslanho
rozilho rabilo, com bastantes lerros no
quaito, capado, levando tambem um surr3o
dn couro deearneiro: quemo pprenender,
I ole leva-lo no Ciqui, einc-sa deseuse-
nlior Jos Estoves Moreira da Costa, que se-
ra recompenstdo.
100,000 rs. d gratificaciio.
Desapparecen nodia 7 de maio prximo
pa.ssado, o pardo Leonardo, de i lad 18 an-
coni eixos (I li>v""< |-aao |i u'v"u ue caiga,"chale de 13a roiixo, ple niu-
cnirenho : no aterro da Joa Vista ! "-- i duro, e he deslargada, denles perfeilos, foi
" ** j vista na ribeira de Po-l'Alho: roga se a
Vendem-se dircionaiios da lingoa por-1 apprehengSo da mosma e.-crav ., sua entre-
lii.:n .' i. por Constancio, de oplima impres- i ga no dilo engenho, ou nesta ei lade na pra-
so o encadernarjJo, por i reg commodo .- ga do Commercio n. 6, a Manoel Ignacio de
na rua do Sol n. I, casa de Elias baplisti di I Olivt-ir.
5il*"- .jo,ooo rs.
i.r.iiili.M-.se com 50,000 rs. a quem appre-
hender um moieque, cieoulo, por nome MI-
Pregeles.
0 feijilo fradinho esl-soacabandoporque
vende-sn muilo barato, quem mo com- guel, de idade do 15 a 16 annos, fgido des-
piara um alqueire de feijilo por 5,000 rs., '
quan lo o inolatiiiho esta por 18,000, e
2n,00r ra son!l,) comprla, quem-nSo lizcr
economia, he na taberna da rua da Senzalla
Velha n.-IOt, que faz esquina para o beco
Largo.
Vendem-se accoes da extinc-
ta companhia de l'ernamhuco e
l'arahyba uo cscriptorio de Au-
gusto G. de A bren : na rua da C'a-
deia n. ,'| >. jiiitos de borracha.
Vendem-a superiores sjalos de borracha
vindos ltimamente pelo vapor Vernambuca-
na do Paia na rua da C uz confronte a I.in-
goeta n. 36.
Tachas de ferro.
Na fundig3o da Aurora em Santo Amaro,
e tambem no deposito na rua do llrum logo
r.a entrada, e deironle do arsenal de mari-
nha ha semprn um grande sorlime ,io de
lachas tanto de lubrica nacional como ea-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
queuas, razas efundas; e om ambos os lu-
gares exislem guindastes,para carregarea-
noasou carros, livres de despeza : os pregos
sao os iiijis cuinniodos.
de seita-feila, 28 do inaio p uximo passn lo,
d-gancho o pescogo, si-cco do corpo, cor
bem preta, bcigo inferior grossn, com mar-
cas deciente pelas Costas, vestido de ca-
misa de algodSn brancocom mangas curtas,
digas dealgoiaosinho de lislras zoes ; ha
bastante ladino, tem falla de Cabellos na ca-
liera porter an lado venden lo finetas, man-
dioca, macaxeirn pela rua; eate moieque
quan lo Ihe fallam esta semprecom os olhos
inquietos, fazendo ilumnenlos com os de-
dos das mos. Pola ser que so intitule de
forro, e que d outro nome como ja lirasso
o gancho do pescogo que linha quan lo fu-
gio de casa : porlanlo roga-sea indas as au-
toridades polieiaes, capilrs de coinpo, o
mais pessoas, que fagam l.idas as diligencias
de capturar o.le moieque e i amla-lu en-
tregar a seu senhor Jos Saporni, morador
no principio da eatiada nos AlUirlos ou no
Recife, rua daCiuz n. 18, primeiro andar,
das 9 lio-as da m>iiliJ as 3 da tarde, quese-
rSo recompensados com a quintia cima
oromeltnla, como protesta lamhem contra
quem o liver occullo, e o u3o queira enlie-
gar, obrigaodo a pagar-lhe os oas de servi-
go des le n primeiro dia da fugi la, o fazer-
iheaolfer as penas que a le marca a este
respeito.
PBRN. : Typ. DE M. F. dk FaRU. 1852


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