Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03469


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Full Text
Anuo XXVIII
Quarta feira 4
PtStMIHTO AOlUITDO.
ir trimestre............ t^?2S
roricineitre............. .?'"??
Por nao........1..... IVoOO
P-.uunNno DuriiHBIT.
P II quartl I............. V-''11
VOTIOIAI SO 1M Ptn IO
Para .. JdeJulbo Minas... :6 de Malo j
daranbao. 0 de Jilo S.Piulo IB de Junlio
(.'car*;.... l3dedito a. de J.. II de Jullio
Parahiba SU Je Julho liahla... JO de Julho
ui da tiHim. AVBinroiAg.
2SeE.N. S los A. I Iniltit OrpM
3 Tere. Si Inveiiroj, e6.il lOborai.
doiC dcS. EsicvioJ I. taniocivil-
i OuartS Domingos 3. e 6. ao meio-dia.
SOulut. S Olajvo. j fannda.
o Seat. Transfigura-J. e 6. as 10 hor.it.
fin ili> Sr no ui. T. 2. rara do civcl.
7Sab. S. Oaalano. 4. e sbados ao mclod
g l)nin. lo a. Cjrrlaco Riimti.
niac. jTerfa*. e stbsdos.
Creiceale a 23, ai .1 lloras e 4smlnuto da m
nielas. 2'.), aoi 48 miemos da tarde.
Mir.goanleiS, aos 32 miuuios daru.
Nova I, aos -i minutos da tarde.
raumnDi uOJ
Primeira s o 1 oai r ,, vuluutns da manbaa.
Segunda as horal c i -' minutos da m.:. .
de Ago8lodeI852.
N. 172.
PEMAMBl
sr.T*ar*TCv.'S'
tiaTIDtS l>OI COBBKIOI.
a e Parahiba, s leguada e leitai-
Vlctoiiaai quiatai
Oola
fei
Rio-Orande-do-Horte ,
feirai
Bonito,Garuara, e Garanhuns no l'f 15 decada
un.
Florea,Ourcuiy.F.xu c Boa-Vlita 13 e28.
Olnila. todos ot das.
To'oa os Crrelo! parlen, ao meio-dia.
IfOTIOIAl iTlVaiOEIBAi,
Suecla..
Portugal l,de Junho Austrli
Heapaoha 8de dito Sonsa.
Frauca.. 8 de dito
Itelgica... de dito
Italia.... > dedito
Alrnii.nl.a. Jde dllo
Prussla .-.1 dedito
Dinamarca 3n de Malo Chlll
Russia... 88 de dito luenos-A.
Turqua. 26 le dllo Montcvlde
2 l de diio.
ai de Malo
luglaterra SdeJnnlio
R.-Unidos 23de Malo.
Mxico... 9 de dllo
California l de dito
10 de Abril
a,!,. Julho
i 0 de dito
CAMBIO DE 3 SX AGOSTO
Sobre Londres, a 2* '/, u 27 '|, por d. i/"00
Pars, 345
Lisboa, 100 por canto,
IETAEI,
Ouro.Otifag bespanholas........
Hoedas de 6/4 vclhss.....
de 6*400 novaa. ...<
. de 4/000............
Pnta. Pataoirsbrasileiroi.......
Pesos colu.nuarlis........
Ditos uicilcanni..........
2:r/W()
l/ixo
16/010
O/iOO
1/20
I/'J20
1/800
PERNAMBUCQ
nceteles.
E. Kcntun.
-I .....M.-: Is--1. _
C. C. .lonlulon
Tribunal do coinmercio.
De orden do tribunal do comiucrcio da pro- Anlonic Marques de Amorto),
viuda de Pernambuco, se fas publico a relacao Cerorge l'altchcl.
aballo transcripta dos Iciloeiros e embarcarles _-
brasilciras que se jinatricularau. ulliiuaiiienie
no incsino.
No Impedimento do secretario.
Joflo1 gmelo de Ucdeiros Reg.
Couamunicado.
Honestos, independentes c derenlcrecados,
MI.M 0 l. III. O S>r. Joao hpwin Robarls, 10,f Uc iiicntocs.es'se.ihores,quesobocaractcrpoliico
25 anuos, cidadao ingle, domiciliarlo nesta el- nJo ,oubcralll e seJa lionestldade,
dade. fui matriculado .gente de lelles para i,,,.,.,,,,,,,,..^ e biiegapo!
servir denlro do dulricto d > mesuio tribunal. i 0urindo-os, sem preceder inquerllo acerca
N. 87. patacho nacional Hrrinina, de 18. d(, |iia T(dj c mj|.ngrrl| de ser lldos por
toneladas, de que be proprlelarlo Manuel Al- j unf ,slllarrjP,i p0r ,inceros amlRos da pros-
ees Guerra Junior, cidadao brasllciro, douiici- perljade ,,,,r>i!.-.-. por sirstrntaculas denoda-
Itado nen cidade, enessa quilldade fot admll- ,|0J ja honra e gloria do pala ; mas cm passan-
tido a matricula. | do-se s provaa, velo-hcis taes quaes sao na
i 68. Obrigue uacional Amonio de ''b '"": I rrnlidade lillios da espcculacao no campo
rieladas, da que he propietario Francisco Jo si. uaJ ,,, ua Uberdade dessa liberdade
Rodrigues Sacavern, cidadao brasileiro, Uomi-. e||(.s |imlcilalI1 com um culto inpuro e abj-
clllado na cidade de Macelo, provincia das AU- p,|,,e|
Vrriam da Klruria esses novos hisliies'
goas, ueasa quilidade foi ajinittiloa matricula
Secretaria do tribunal do comincrcio da pro
viucia de Pornambuco 1 de agosto de 185J.
I .1 .i couforrne.
Joao' Silveirn de Sottia,
(>!l|. Ml-in ii.n .
THESOURAJtU DA FAZENDA l'ROVINCIAI,.
Dtmonslrat'io do laido exilenle na caixn de
depolilos em 31 de ulhi de 1852.
Saldo cin 30 de junho
p. p.
iieceita uo curenle ni.
I)espea uo crrente ni.
Liles tudo pudem ser, menos amigas da pa-
tiia !
Ellcs sern tudo, inrnos liomens que com-
prehendain os designios diviuos da cirilisafiol
Sao borneas, he verdade mas homens que
nao teem da raca coininuui, se nao os odios
que os dcscccaui ; se nrio o despello que Ihei-
i mOV penna; se nao a colera que os encruece ;
'se nao > foTu raldade em que foram rerldns
com a repulsa iiini juliciosa, que de sem ner-
fidoi coosrllius lisera o benemrito adminis-
I Ira.lor da provincia, cuja Icaldade aos seus de-
[vares conde.....ava iodo o genero de alliauca,
coiiiproinisso c ligaf.'io com um grupo, qu.
i ni i-iir.i- .i vencer eui
1853 a 1854 135:709/000
1 ni letras a vencer em
18 i a 1855 29:782/000
_________| f,5: IU 1,00'!
O tliesoureiro,
/'huma-, lote da Silva Giiimo Jnior.
O escrivao da receila,
.Inliwiio Cnrdoio di Queirot Fonieca.
Dciiionitnnao do saldo existente na eaixa do
ejercicio de 1851 a 1852 em 31 de julho de
1852
Saldo mi 30 de juuho
p. p.
Ileceita no correte m.
Despeta no.....rente ni.
Saldo (ih lettras em >
de jiriihi p. p.
Rcccita nocorrreule na.
I2:i*3/S56
59:378/320
15S.K42/i8v
06:380/482
Saldo
i
8:t5.V250
B.-665/'60
Despasa no correte inca 7:655/260
Km cubre
Piolas
Letras a unen ciu sc-
tcmbio
11 i/700
89:311/1100
1:00"000
89:402/700
1:000*000
90:455/700
00:452/108
O lliesoureiro,
rkaatal iaii da Silva mmiio Jriirior.
O escirSo da roceila,
i4n/omo Cardozo deljueiroz l'onseca.
tnnoiistrvno do saldo existente na caixa di*
exercicio de 1852 a (853 cm 31 de julho de
1851.
Ileceita no correte ni. 68.901*824
Despeja no correte met24:7b0/309 ,,,,
1 --------------44; 14 li jj
lUceila cm letras no
crreme me/.
I .p. /1 dem
bm eobrr
Notas
Letras a vencer ttn sc-
i. iiitii -
lilcm em oulubro
Mu cm deituibro
dem ero Janeiro
dem em marco
dem em abril
dem em juuho
dem em julho
O lliesoureiro.
homai Joii da Silva (uimo Junior.
O escrivao da receila,
Antonio Cardoso de OtuitllftiMeM.
HABI DI PBNUBCO.
ItECIKF. 3 DF. AGOSTO DE 1852
258-715,000
29:001/1100
--------------287:719^)00 ,,rcr ,urll. ,|as mstiltlIcOel! I- d'ahi todo o
I22:J'8|008 rurar- t ido o desandainenlo, c lorias as eaplo-
--------------- s|,4 jc b|c5 conlra 0 huuiem honesto, des-
Saldo |6549I/U00 (riLsuitior nnp.irei.il da jrulica. cujos diclaincs
couslitucm o segrclo, c u dogma de seu go-
verno /
h o que rrpreseutain esses senhores na pro-
vincia? r.eprcseiilam una faeco iiigilicaulis-
lima da parle menos esclarecida d.i pupuU-
cao. O seu numero, a sua lea, e o seu lo
preeouisado ascciidente oonslstom na l'aluidi-
de, na inulta audacia n'aggrcsso, e n'unia es-
pecie de malevolencia sem qualilicac'O .
EsarttOesiei iillios da tn ventura, que ho
de laxar a lelleldade da naco brasileira ?
Que respnndaui as suas nadices .'
i Mi.- reapondam os seus actos do dia
Se qulsessemos lr|i^lrar nn paginas desla
fulhl lodos os (loeuuicnios de loueuia, e de in-
solencia que diai ianienle nos l'urneeciu o foli-
cularios desse giu|io inipacienle c anebalado,
por sem .i.i\ ii.i nos acharinlianius bem acaba-
raeados! Cunleular-noi-hcriios, por tanlo, cm
fazcrdellesa uieusao que merecem, chamando
a eurlosidada publica para os desleuipeius
inauditos qne vaaam as columnas desses luci-
mos lohcularios, onde gyra eui sua maior hi-
diomls o virus pecuubeulo da calumnia con-
tra os aelus niais vulgares d'jdininislraco pro-
vincial !
Nessas coluiunaii verdarleiroi patbulos da
verdade, puilcm os no-sos ieiloirs, menos su-
geilos n iiis.'.i, ver CSsaa lot acabados, em
.pie os li.ilicis pintles lelralam-sc a si, fjue-
endo copiar a. feicdcs alhcias :
At'.i paitain .,dmiairi- a g'ao de impudencia,
e dolavaiueniu a que se teem elevado os prc-
lendlilos apostlos da nioralidade estrame, os
Inlmigui de toda acorrupeio, os preciosos mo-
delos, pelos quaes, fortuna lora, i|ue podrs-
seni luudir-se lodas as pevas da iiiachina so-
cial 1
All podem esluda a pudicicia das Lucrecias,
o valor dasJudllhs, o horror alvrania dus Ca-
les, a abnrgacno dos Grates, a lulleiibilidade
dos Brutoii a inleiresa dos Alutides, as con-
viccrlrs dos Scrates, os virtudes dos Fa-
brleios !
Ali podem ver o que s all se encuntra, is
lo be, n racilldada de all'roular as l(ls da ur-
baniladc ; de postergar os dictaines da juslicaj
dcavillar o nobre sacerdocio da irnpienso, cuu-
vericiido em asqueroso pugilato a arma mail
preciosa da libeidade lateado do dlrellu da
eonimunicico do ponssmento o vehieulo ra
llcenca, da injuria, a da destruieio de lodoa
os laYos que ligaiu os homens em sociedade !
All podem ver a lucti mala eacarnlcede en-
tre a virdade, ea menlira. entre a lai.o eo
delirio, entre a oonra c o ultrage, entre a mo-
destia c o de.calamento, entre a ambicio eo
desiuteresse !
AH poueiu ver como anarchistas diilarcados
proeuiain, por embustes c suunlesas iniscra-
vcls, lomar odioso peranle o paii. o mime do
pieslautc cidadao que nos governa, e que l.o
bern nos governa, quesuubc em lempo jocirar
o trigo do jlo, ligando-sc a lodosos honicns
bciu intencionados da provincia uo peiilamcil-
tode eleva-la ao grao de prosperidade deque
ella he digna, peusamento que mo poda del-
sar de ser inal acaoibido por aquclles, que, a
maneira dus abulies, prciendcm cavar al o
fiinrlo a rulua desie lorian, que o dedo de Dos
nos asslgualoii como patria!
t; ni eir.ito
Caluuiiiiar-se, cobiir-sc de balilOes um go-
veruo por que agrada aos bins cldadios, c
reprime os execsius da turbulencia, sem Ja-
mis eccdcr-sc no emprego ds reprcsso .
__ I-,' urna vergonha r|uc nos rebalsa aos
ulhus do cstrangeiro '.
__ |>/ um cscaudalu que uos avilta aos ulhos
da hiiiiiiniiiladc *
Quaodo foi erlwa punir o ciiinc?
ij.i,ni.lo f.,i defeilo admiuisirar justica
(guando foi nuvidade ouvirein-se os con-
centos dos amigos verd ideirosr1
i in i.l.i f ii .i..; ni digna de censuia evitar
o eontacto dos tuoi f
S se v ludo Isto m iinprcnsa conililuutc!
Siui; esse esetudalo deve-se a uus poneos de
volatins que entendern! ganhar celchridade,
callumniaudo o mrito, c incntindo sem rrs-
Iriecn, para desl'arte agralaicm aquellas,
aquein o aspecto da desordem social lisonjria,
deleita e enlliusUsma '
Km que poca nos foi dado vlver ?!
Sacrificados furia hydrophobica de refor-
madores sem un. .i, que evangelisam ras
ahoiiiiuavcis Iheorlai preco de fai-os, ini-
quamente lancados sobre um governo juslis-
cclro a honesto; pirco de cililninlai bru-
ties, verti Jas conlra os deeusores das insll-
tuifef monarcblcas, c dos cnleresses gerac"
em que repousaui essis mesillas inslitulcdel!
Iji aqui, vindoiros, o ijni.li < lauentavel
i|u.- nos ah ott'ereoe essa crinad m dellrlu.
qiie se tem organisad-i conlra os podares cons-
tituidos do palx, c cuntra lodosos borneas que
conjuran! o le'lcinololio dasidis ioscnsalas,
como figelos da sociedade moderna.
I el.....i ule, porem. a sabia Providencia co-
locou entre este povo. e os mentecaptos revo-
lucionarios, iini muro de bronze uo patritico
governo, que leaos, cuja sollicilude niio
escapar urna s idea de mclhoramciilo e de
beneficio em f>var do mesmo povo. O que
cuinprc este, por sua proprla utilidade, he
cenar os ouridos aos Impostores da poca,
olhando com ladigoacia e mofi para os seus
ardis, eiueujis lajus ba por veses cabido a
parte menos avisada. O governo quer a ordem.
Quem presa aordeni, ama ao trabalho quein
aun o trabalho, nao pode dallar de lar amigo
do povo, cuja feccididc est as occupaaoei
licitas, asombrada pata do sucgo publico.
O le... do Capitolio.
ieu pieslinioso Jornal c somos veneradores elp co <|ue lica para acerca quo aciuiiluionle
criados. 'enstn uo sitio do autor, coTiprolieinlo o
Por Ail.iiii.nn Uowle Si G. I JohaCiUs, (lio a mesnia quadevn ter o aulor, c su as
Agentes da realcouipanbii de vapores.1 jm jQ r0,sl, ,-, sc poderia ettlc:i Inr qu il
I.eclfe2 de agosto de 184!. j o srnti lo em que estn msrcadns os limit >
_________________ j lesses sitios sugundoo quo so v das escrip-
turas referidas.
S*nhores K'daclur^s. Sahm ludo', lie; Conciderando que alcoi d'aulhnri la.les
Y pela mestria spitenco embargada, que man-
130:730/000
/
---------------136:730/000
24/455
14.117/1100
;W;027/250
25/J50
J1-927/2S0
4/250
33,9i7/2TiO
255/250
34:ll6/s0O
06JOOO
180:871/444
80:87i/44S
Hoja piocedeu-sa a clei?3o da direcrjio di
assoriafjaocommercial desla praei, e salit-
ritn elotlus osSrs. :
Mainel Ignacio do Oliveira, prostdonlo.
Joflo Pialo de Lsrooa Jnior, vicl-pr.Mdent-.
Bernardo de oliveira Melio, sccicuno.
Alberto V. r)ami)u.j';HSiii_ir iro. rr.-ri
FOLHTIM.
0C0SDDKCJ.BIAGS11LA.O
(POR HOLGESTILIIOMME.)
PRIMEIRA PARTE.
SXX Z'X XXk e^ *>
II.
ti priiictza manca.
As accIamacO ssda inultidao retumbando ale
ao estrado do dij que tinhaui excitado ah senli-
inentns diversos, poisseoconde de Carmi,giio-
a coi lava numerosos amigos na corte, linha guanlo ao que era antes de entrar no eserci
umbrintuimig r.ncorosos, seg,.....o o cur- to.dliem-nieque guardado a .te respeito
fdin.rio d Jousas que quer que o genio o Minelo o mala absoluto, e que vosea a lesa se
.1 co" o un. imn fatal. ,. ..dio e a in-! conteoira com saber que se chamara Uberli
Crresptm Srs. rcdaclores, Declaro solemncmenle e
com a ranqiiei i que me caraclcrisa, que dei-
xei de eserever para o (iciiodica Uiu'a por mo-
tivos mili dillercnirs daquelles, i|uc refere a
Imprenta de hnje, c nlra cujas asseicrs sou
forcado a proles ar.
Itascs de conveniencia poltica determina-
ram-iiie a escicver para oulro jornal quo se
publica nesta capital, resolucao que de ne-
n'iiiin.i lorie deu lugar essa supposla divergen-
cia enlic inim c a redactan la qucllc peri-
dico.
Isto be um faci de eterna verdade. Pouco
me importa iiilin que as paiics polilicas o|
dtfstigurcui, no meiquluba Inlereaae oc dar vul- j
loa desiulelligencias iui.iginari.is uis lilelras do '
partido da ordem, eiijis principios Immulavelsl
o Dos, que he a ordem supiema do uni- j
oiiblieo a da manir notario la le a questu j tessis escriplurns vem em abono di que
ju licial qno coni'g<) leu sosleolali. o S'. [ | & j|o o quo ilepozeram as toslemunlias
J:>mil i Elisb.lo, po' ciua de um portSo! jr) aUthor c mesino as lo reo, sendo que a-
lUiisliSr. qui por um copricli > cons'ir- qP||as njgQ foraoi eonteltadas no potito
vr abirto cm seu sitio da ira ve-so do lio ; ma,s ippiiiunt-i, qnanlo ssscvernm o reco-
inorlio n. 23; cnntigu i ao do minba pro-l nhe.einiontn que o r i prolou a reclamic,nn
irieilndo n. SI, equo por tetruno deale d-|,|0 auihor tranaorlplo itoi leumentoa II 88;
vi sslii le ; por Unto s-iib.m todos; llque, n50 sendo almissivel que o mesmo ronflo
tsmbim publico, o o torne o mais nulario! luesso opposlo q inlquer raailii a ern rocl-
poAvel. que essi ouc-lSo tocn o seu ler- ,,, (, ,, s'fundado tXl'*nr*mdt>--rt*>aa isAawaMaao abniso .edecUra --Ma.lin.aiio
mu final, eqnaoSr. Jacinlho Elisb3o, naofue>, "ocha llasl.M-o Antonio Ignacio fle A -
uh-t'iil'! a lenacidada com que preleniliaj Goiisiderjndo que o silencio Jo reo n'csta zoxelo. Gos as-270/39J rs
P -
lo sa compra, e paguo 0 embsrganta b
cusa. Iti-ciT al7 I Oulubro de 1851Gus-
to lio Msnoel da Silva GutniarSes.
Julijamenlo do tribunal da relajo em grande
tpftlUuflo,
Accordo em lolacflo ole. Que cnnlir-
mam a S"ntenca appollada poralguns dos
seus fundamentos, vistos o autos, e O ap-
pell inte o-ll f m n:t til ll s fislas
Heoife 3 do abril de 1852. izevciio, pre-
sidente-- B*stos-Le9o SouzaRabello-
Luna Kreirc.
Sentenca civo! de appcIhcSo que no su-
perior trihniul d relagilo d Pernambuco
a seu favor alcancou o appellaio Gaelano
Pinto de Veraa, para no juiz etn frontu se
executar contra o ippellanta Jacint'io F.les-
Ustentor u na caiist injllltl e caprichos i, I p,rle s,.,n pegar a osialoncia da carta o da
respo.ts, que havii dad i oel furnia qu-'ju-
rim as If.stemunliaS de fl. 51, 11. 58, 11. 61, e
fl. 75, combinado eom o quo >c Un do-
monalradoa vista deuaa ascripturaa inlltie
po te-osimenta para que se reoooboija aie-
gili'tiiiia l<) do pedido dj ai.thur sen. que
,io.-sa a rsle orojuJlcar a dafeza do reo lir-
inoda em sua cotilla iedade folbas, DI es-
Cliutura 11 33, p lis que sstido fsClO ave-
riguado e provadu que ci.i 25 de Bilembroj
foi de vencid
Grneas a just'Ca c impoicialiilailo citn
que julgiu a cauta o muito digno o integor.
runo juiz do diraito olllm.sr. I).. Cuto-
.lio Muioi'l da Silva Gtiimariles, gra^aa nos
inui di-tincloao juslieeiros llln.s. Srs. de-
somborgulores da ralaflo, que Julgaram o
mesuia causa eai sesunda uistuicia. As
senlenr^ts o acordam-ns qua abaixo v3o
tranicriptol provam qoanti fica dito.
Apocar da victoria qui nosaa qu stn. u
Im.Iio alcanzado, fundada no ntolli irdireito
e n m*ia reconhecnla justica, oonvm d
clarrra convicQIo iiilitiia qua nitro de que
a alo seren leive as perii ins inainuaoei
de que le vio rodiado o Sr. Jacmllio ; a mo
seren Ulve as Og8t0a de in Uvi :u is que
por sem dU' ida nllSiram de sua bt) 10 p ilesta arte sevarem inesquinbss vingancas
s propt ios de homens quo tem eneaii ct lo
na cbicana e na lrspas-a cortamente, o
Sr. Jucnllio ionio farl COntumail em pro-
seguir com tauti afa.i u'uoia qu'sllo que
de S'il CO0I0C8 elle lio po lia duisar do re-
Donhrear' queliavia perder.
Publiquem, senhores re lactorcs, eom es-
las puncas linlias as seiitenrjas o accordSo
a que ni retiro, cun que mu lo obn^a-
ro ao seu
Amigo e assigtnnle.
Caelano i'inlo da toras.
SKATESgA.
Tislos ila aulos po le o autor otn
cu it
nuaiile, grande capilao beni como ue conde de
(..iiiii.i.iii'iii, isto he pela vootada ouiulpoleute
de vosa aitea.
Anda l. auda l, disse o duque com um
sorii .'omo t porque rar.au bel de querer mal
a um l.omeui que nunca vi em mhiha vidai*
replicou o secretarlo ooin um lom malo agro,
mel doce.
Tudo o que sci a seu respeito he que um dia
uo ceico de Moma apreseiitsram a vossa ailcia
um soldado que salvara a vida a um dos raos
de vossa alela, morto depois, c que p ir Isso
vossa allea o hiera capillo.
Seis meies depois, em um gyro dentro dos
seus estados, VOias allc/.a o encuntrou em| Pla-
cencia, cahi, mar vilhado de seus altos feitos,
n ooincou general em chele dos seus excrcilos
c conde de Carmagnol., iiic, segundo me dit-
srram, be o i onie do lugar en. que elle nal-
cira.
altraia a i
vela- masqualquer que fosse para o hcie do] Uepon disso, elle se te
dia .'admlracAo de uns e o odio dus omos, lo- de
das as palsd ae callaram e com
ilriilrmriite ak* (tue o duque ll
mi por um slgnlossciiliuicn- (qualipicr leiia feilo o inesuui ei
com. _
verso, coiislilueni por sua ndole um lato de ,
usoluvel uniao entic os seu. meuibros, po- bello II. I3seja co ndemna O u re-) a caudal
laicamente fallando. o portlo para o luil I i do Sou silio ou Vt'l-o
Ulapreao Igualmente as diluidos da fasnrstMa!tapir a sua cu>t), e nos piejuizoi perlas c
accica dos mata que diitcr cu causado, duran-, damnos que 8) liquidar lili visto cotilo ti'OdO
te ai dual ultimas leb.llics, as dierentei 0 sitii) do ro as lliesnas COillroit:aC.S que
comal cas por ande andei.
(in-1 folie a minba couducti uessa coiijunc-
delle es
odu ulor vhtt dus titulo! fullia* o fo
fli is, e sendo po este logo qno do seu sillo
mudinca do por-
...|Uillo ii.i iniulia couieieucia, na qual, gr^-' leu oo lugir cm quo si ella a fin do rocor-
jas aos ecos, nao c.islcui abysmos cavados pelo IreraCirOl 00 fjtno culiOSp-JII lente 10 do
remarco. sitio do reo este n3o vorilioi Jila muanla
Coniluuarel, pili, no meo posto de honra.I i p../ar Jo bav:r prometli lo, dinJo assim
tendo em multa consnleratoo as i.le i "
tuia.csiou que u paita nao iguo.a, delle es- -"<: "' -o
pero toda a juslla ; asoiiu como me acho mu. l0 "0J poS'O re^iama la i
tranquillo na miiiha couieieucia, na qual, gr.-' Uo do lugir eni quo si ac
fas aos caa, nao c.islcui abysmus cavados pelo | rer c ::Ci lio fut 10 Corr
remare. .sitio do reo este n3o veril
Continuare!, p ds, no incu posto de honra. | i p../ar Jo bavir prometli
tendoem mulla considera(lo as Ideis; ppjrquc; |ugJr a ue0 ,sia,, autor linlii al boje
Iiunl.-.-i pCMnaa ...lasjieaiivs "-'ac.-.-' .. \l: : ," *m "O nn ...
SaZ^X^^^^'^^r^1 k-rl ,I,"J' '""ili";' 5
MCTolucSesWoproprUlda iiuubilidade das P""lio qnu no lugar cm quo SO ncu i au
comas litiiuauas-
Dnio mal do jul* de fia i Ulve; porcia o (juc
llca uilo u.iu lie lilho do eslurfo, ucui du ard-
Hclo.
.I ;, i. -. Pinto tic CaiH'IOS.
Rt:clclde agoiodc )>2.
pe
Sr. redictn". {) Ko iarit de luje dcbaixn
.It pplgr.ipl.c -- HctUW cian ll apparece u-u
par.igraplio a rMptfllQ da cuiupaulila anglo-
hiasileirj, na qml se diz |uc oorlil que a real
companbia dos vapoiei Unn pigo prtmelro,
lima qilnalla cuunderavcl, lim de se retirar
da DpiH>l^Oi
PeruiUu-noi observar quo eremoi que ni
boio n.io be exacto, pois iiriihuin dus ;ii
claei do TtviOt tinha, nein OI iiipsiiios UlttOl
Inlonuac e* reapt*Uo( e indagaiulo dos senho-
ros (Uo. Galinon v *. ;*j;ciiici rta eoiapanhil an
glo-brtallelrt| Megurinaoi quo looge de t iransaccao, as cari is di cmiip iiihia recebidas
i'fti'/, di ni que ais lu que csiiverem
oinpleUdososdoui vapores |uc lallain, priu-
elpi-irao a liona, ilcspacliaiid> mu vapor por
ni i regularmente.
RogouHM a inscraao dciUs poueu linhas no
(f) le triodo o lioato que nos chegra aos
DUVldol acerca da caus* da inMdanea da vlagem
do vapor Cteo/ialra, e acre.^centanib <[uc nao
parela elle ser inteirameute destituido de pro-
babililade, atteitio o repente do novo accordo
un 11 ., e a Inoontunela do motivo que Ihc
era assigna lo c que ura vem exposlo na corres-
pondencia cima, nada afirmamos de positivo..
ncni tivemos o Intento de pnjudiear a verdade;
e sc o uoaso jalao sob e a probabildade de
urna iransaccao alias mullo natural, he infun-
dado, s o lempo o mostrar, visto que os se-
nsores agentes d real companhia de vapores,
longc de pruvarem cousa nlgum, nao zerain
mais do que opporem asna opiniao nosn.
" '.remos que tal boato nao be ciaclo > discn
>S, SS ; c noslinhainus dllo que nos pireola o
contrario ue damno irrrparavcl pude d'abi
provir :ios Inicresfadisi*
os nn.
I___L Ul
qu.uito ao seu Bja>
fiair- a>j iLi II j__ i iTi.
die Phllippe Mari
nu
__ \\\\ iguor, disse por sua vea Gaiubuzi,
que grande mrito ba em vencer, quaudo se
tem por si o terror quo inspira s o nouic de
ViiCOiiti ?
He ccrli, coulbiuou Ercelo, que o nonio
d i votaa aitea espalbando o urrui e o dcsniti-
ni as filelrai loliulgaa, concorre multo para
a victoria, e que com um auxiliar Lio pode.ro-
jo, qualqucr pude adquirir o louoinc de gran-
de oapilioa
-- K voa*a ;llei mesmo, acorescentou Gun-
1jii/'i aunado pe > silencio do duque, nao se
encarregou de dar a Italia a prova desla verda-
de, esculbendo para caeffl de -mi- exercilos um
condotllerli ub! que digo? um cuudoltieri!
mo, um ex guardador de porcos! pois se deve-
mus orer em cerlos botto, c*Ia fui outr'oraa
eoinl i ,<> do uiirccoudc do t^armagnoU.
Ue veras!.... exelamou Brcelo eom urna
vhaeldade que npartava de ui prudencia
ordinaria, e accrescenluu com sigo: Ouc sus-
nella '.....mas uao, nao, he Impossivel!
11 i -. teniendo ler sido pcrcebido, pergun-
(ou ciin ar iudilUicute :
. Quein he que diz tal ?
I :n do seus soldados racconliou isso, res
7' utro, lo! e Vo .. .Je.de ; le.n corrido de cidade en, D- de seus soldado econliou ..so, res-
nprirniram Pru- leidade, le, mantillo ocs.aiid.i.lodc vossa alte- pondeu Cambuait. M^WM-aMM lu.
livesse rereado laallo Brrae: este era o seu d.ver, oulm; levar-lbeeni Lodi una meosage... da parle de
seo lugar, e sua alten o que me le
aclur singular, con
i petulancia
-blm, repllcs .u Eiicciocon. unta voz nsi-
(J Vide Dtari o o. 168.
I, pois, lie um gv
|o conde deGarmagnola queiu paisa!
Eu Ibe del o titulo que tem, i.e verdade,
de uu. in.seravcl pastor pimoste*, |ue sao de-
vidas as conquistas destes ltimos anuos.
aulor perdido terreno do sj i sitio
o lode ottic-s' eon i eonira'ieJada ll
21, dize.-ido quo u potlo n"u. esta ll i con-
froittsgilo do siti i do autoi.e.in su a:ha
situado em sou terreno com a frente tifio
;..... '.--i do sillo do atlillor, llli-i p la .
estraia pirlicolar qio o liriga a povoicAo
do lio oe lio, sen lo quo por isto neohumdi-
icitn tem u autor do piel nder essa inu-
d mea u'na vez quea mais de i annoa exil-
io o porto no lugar indicado lom que os
autci'csiores do autor bouveaie mus le
va reclu.atIo, o q m tu lo visto o u mais
dos autos : considerando que das OSCitplu-
rasdofl. 18, 11. 81,e n.t, s' tiustii qua
os sities .le quo ella SO Oecip.nn tem as
menmai ooaioutnOja dividilo si cun
um pelos in stios pontos u'elia Hidl.'ados
Certifico lor vin lo lionloin a chancellara
a sentenca pelo aupplicant extrabida, en-
tra jacinlho Eiisban, ot.to licou embargada
requctimentn doste. O rof-Ti lo he ver-
Jido. Itecife. 21 du Abril de 185-Em fe dn
verdade. -Antonio Joaquiui l'eireir du
Carralho.
Accorlaai proferido enbre os umbirgon
quo oppoz o Sr. Jacinlho Klesbflo no
[analto da chancellara.
Acaordam om relieilo ele. Jue setu eni-
de ISID, o i illtoi'loniou possi do seu silio, bargo doi dn f.--quo por sua materia nao
e que diaa depuia oscroveu au reo acerca da recehem, valos os autoa, a s-'itteni,' ein-
n.-eieti ai t mu-laiiqa bavon lo esiodado roa- bargada traniito pela cbancellaria, psgaa
posta favoravel. no pode delxir do filtrar p -lo emba.gante as costas. Itrolfe, 15 di
em duvUa a Higiiioiidsde d'eaia easnplora |utiho 18>2 Atevedo, presidente ~ Baa-
H. ss faita em &i de agual de isso, ontre-tos Leo, Ormino do soma Itebeilo
lano que em toiaa aa ouiras le fulbaa Luna.
Pillias s>< vuqu'ios litni'.es il'essai proprie- Sobro aentenca eivel do appvllacilo qu 1
dales sao deaignadaa por uuu Forma quuss noaupremo tribunal da relelo di Peroam-
upo vn ao qii'i.-o conlon n'esli recento es- buco a seu Tivo-'aieiii;ou ti apuellado etn-
riiplura de fl. 33. Con*!lerendo que o ven- bargada Cuelan'. I'int-i lo Votas, uara 11
d-dor in escriptuta de 11. 21 deu a nies'tn juico confronte or executa lo contra o ap-
direecSo om quo o comorou, quii eaaa pelante embargant-iiaelnlhoEl-abSo, como
tnestno compra lor,o l'a Ir L-ssa, quatid o abaixo se diTlaiii.--Ciist.is26/736 re.llar-
ven leu ao f) o it'i) em queslo uo inno- tiniaiio da llocna BastoAntonio Ign.Cio
sou eouaa ilgumi nosaeualimite* que sao do A/evedo. Traoaiton pea chancellara
os moamoi quanlo eomorou 1 Ignacio >ery, Reeife, 22 de juono d-> 1852 --o ecrivlo
excepto as be ofeilorill ; sendo quo estis interino Francisco dos iteis NuOM Camptl-
seado podem eutenler augmento de tere- lo Jnior
no eludo isto cs'. reconlieoidu palas es- Corlilico, a vi-la dos aulos de quo lz
cri'pluraa ja menclo:mdaa, e pelo maamo metujio a peticSu retro, qu o ultimo ao.
Antonio Aire* da Konseci, 111 e*eriplura a cordial nellea proferi ios pelo tribunal da
ll 140, uilo pudendo prevalecer o que sr. relelo desla provincia, ioi atado e publi-
dolar'a nado 0.33(1] ""> > s pelo que ja ca ^o aos 15 de junho prximo passa lo,
lica .liriinnstradoson'tambom potquo d'cs- nos.a 111'sino dia foi intimado por miin ai-
s's SJ palmo*i'uinacesso, comoSadi,na Dr. Francisco Cirios Urandflo, procurador
cscripluia 11.33, n.lo consta por in-io algn do appellmlo. o quo se paSSiram o* dei li;.
que ella fos.-c Ma 5 n.io appreaent.ndo os depuia da Inumatjao aupra dita aem que poi
loeutnentoa de fl. I2', e fl. 130, que ai dei- pirte do menc oudo ap..ellante *e mlnr-
iroe.ii pil.iiescriuturas.il. ti. 21, o ll 24, pozase o recurso lo revista. O relendt.
sendo que por embaa foi trataferido > do- ho verdade e do* ludicados auto me re-
iiln o .id r.i, por os tii'-sm is II 1 i'ei seto porto.
ro-tricaoalgunia. I "octfe I. 1I3 Ulho do 1852, lngesimii
Cous'l raudo qu-i da vealorii a lis. 150 primeiro da Inlepen loncii o lo Imperio.
mSo te.su'iti prov am favor do reo co itra Escravi o aasignei em f 1- ver i.ide.Anlo-
luom u ulliei'iiles s r /oes u-tizi l.s niu Ignacio de rorrea Banieira Cumpra-
, jara o convencerein da obrigieSo de loli- *Itecife I." le Julho lo 1852. --Silva
.'('rar o forinodo luifir o n qucs>at:'in, r.o tiii tir.r.les. ftxtiflco, que lando nesti
deixando da merecer atteiigAo o quo po* ci ade do Becifa, intime! rata (enleoca
parto do lutoi ae allega a fl.i. 179 veteo laeintho Eliahflo por tolo eonteudo ni
at di. 173 a cercad 1 manalia poquoaa nioama e licou entendido, nocir- 26 do
exprimiu u perito do reo (2) que curtamente jullio de 1852. lim le de vr lu le Miguel
naid-is-iti ilecnil'i'ssar os h nites qu ver-.AIorcira do tjouia Hala, olll'ial do juizo.
dadeirameitlti ex.ste nos sitios da cniletula Recebi do Sr. J'Cititno hloabfloa quantla
oonlilu esta mestva voaioria cono pova|de 301/160 re. de custas em quefolcou-
aubaiditria o aindi onesr-dacimo conlon-ide unido, A siber 2978131 ra. de cusas da
do VOtOl sopara I s ve 1 em favor do au-i .entrica aob-aontonija quo obtuve contra
llior cono du* aoioaaamostiaeaevdaaleila, pelo juuodo civol c tubuoal da ruli
rele-, I, s allegacOeS de lis 179 a lis. 183. (ci Insta cidldo j e con letnnadoa mudar
(Jonsi lerendo llualmeote em presen ea : ni o porl'io que dav entrada o aalnda tosco
'.exoeniido e do ni.ts; dos autos que llcalaitio da travaaaa do Heme lio, frg.iezia dos
"p.uenie que o Ion 10 o.1 sitio do autor ea-1 Aflogadoi, n 23 para o ruido do mesum
ti uu mesma linha, direcijao, igu.l ladesjaitio, emvl.tudodo Ltbollo queIhepropuz
dos ruiliioa do sitio do ij 1, e que o porliio'piri so fazer a dila mu I im<, por qu 1 Mo
d-.-ti no lugar en quo esta enllocado, n.lojporlflo dav saluda o entrada por terrenos
la saluda por terreno do autor, comolque perleoeiam 00 mes no sitio dt mesma
esto do dircitii, quolit* aaaiete deltravoaia du llemedio n. 91,800 r*. que pa
com a ana CeiCI i-.m a ti'ii 1 do, ; i- 1 ao ollicial dO JuilO du civel, porloll-
so
priva
Conaideraodo que anida qoattdo se nlu po- "''''f'j Mrt ,.,,,, n9, extrema ou tu 1 lo do I mar us ditas aenteocaa a SfixD rois daa cus
deiiebem def-rii^'Unn*a*ecrip- d i||(,s'nil iuU) j0|g0 com,ollr a tea da elticfiu qua man.lct axer aoSi
turas de 11. 91, II-o, 11 KU 10, 11 IU7,
a O. lio vanoem Qu(,e a 11. 91 verso e nlitis,
aem que possa couleslar-ae que lodas essas
escripturas estao nieuciotiados os liniiloS
que d ivem conter O silio do l'iii que a villa
Vellaa ii.lo lem por cerlo oulra extra.na
que n.io seja a do sitio du nuihor, vislo quo
ambos csUo 111 tnesna liuli 1 e direccao e
foram possuidos por aquellos qie n'e.viaa
malinas escpturas espectlicarsiu os ver li-
detros li nilesnSo 10 poieu.lo por um duvi-
la que -si e.-lied 1 que oa siirvonlii aos
inursdotes pita a povoac.Ho do lie nodi 1 e
para a cimba do retiro lio a qn.i cjno pelo
fundo dosili. do red e qoe n ecantu ou es-
oppoz o Sr. Joclnthi Eleiba
Sem e.ibirg.i dos embargos lis. 192,
nao recebo por quinto i foroi de seus ar-
gumentos doduzidoi da oscriptura fls. 33
desipparcco a villa dos fundamentos que
a este rea jeito si eontom cm ascuioiifa
Ih. 176 ver*i, oju-ldadns da oofos, qu-
lornaiii Inaustentavel materis dos embar-
gos lirmados etn raides qu: se deatroem
(!) Bate perito foi o Sr. Uanool Claudio de
Queirox,
Not lio orre.-p indenle
"se este liouiem lein Gooquilfado algu- pressa da liuii.ildailc i insolench, cheje que
mas cldades calcancadoalguiiias vicloiias, con
lnuou por sua vez ririccio, que seria se nosso
valeroso pnncipc livesse cuuimaudado em pes-
soa o seu excrcilo I
Vos sabis lodos que esta era a ininlia in-
Icncfio, disse Visconii, cujas felfdei radlavam
le praxer, e tenbo mesmo detariutuado dirigir
em pesio a primeira oainpanha,
__ Ali nriuci[ie, eiclamon Cauhiuzi c >n
lodos 01 signicidj mus viva inquicla;.-io, coni-
prluic o ardor desla corageui que vos Impela
Incesantemente a capor lias l.io precilos a
lodos os vo.s .s vasiallos. Que seria da Lombar-
dia.se fuiscis achar amone em una balallia,
Uppoilcio que vosso valar toma desgrafida-
iiiente iiiui veroil.nel?
Tens razo, (iaiiihuiii, respondeu o du-
que, como que cedeudo con peiar .msargu-
iiie.n .. I., .1'...' 1 -. Ku snu o duque Visconli,
lenli em inhibas mos o destino d: um povo
Inteiro, porlauto uao sou IIVfB de seguir uii-
ubas iiiclinaces.
Visconli, cuja cobarda igual iva a fcaldade
physlca, c que asapalledecli s nenie ao aspec-
to de 11.n 1 espada 11111, goslava limito que Ihe
esallasse acoragem, por isso acornedla ridicu-
la que acabamos de dcscrever, se renovava lina.
quenlemente.
xahi que vossa allea. dase Ericcio, nao
tivesse jamis obedecido mpnlata de seu va-
lor natural! Aiuda me lembio bem do eerco de
Moma, 110 qual noli. iruniphador de boj le
ve a honra, seuhor, de atlrahir pela piiuieira
res as altei.ccs fle voisa aitea. Eu, lioiuein de
g.biueie, nao me-ichsva DCIH cerco, do con-
tralla ter-uie-tila oppasto, e lalvez que
ssa allc/.a o lein l-ilo conde, rjuem saben
de quercr limitar sua aintl ;io?
lie ecilo, accrcscenlnu 1.111 eorteilo coui-
prclicnleiido pelo silencio de VlScon |ue a des-
peiio da admlracAo que este aflfectava ter por
Carinagnola, era de boa poltica calumniar o
(Ilustre capuiio. He certu que gracas nao sei
a que manobraii o nome de Carmaguola re-
tumba hoji na Italia mais alto mesmo jue o de
Visconli.... He iiicoulestavel que este nome
tem adquirido aos oltios do povo e do exeieiio
um praallglO que Ihc da una auloridade lo 1111-
davel. r, fjue oso pretende elle lazar dessa
faina no cxl-ii ir. dessa populail*la le no in-
terior? Eis oque d materia a rrlleclir.
Ouc uso/ disse a voz insinuante fie Krle
ci, isso se adevinliasciii cusi em un lempo
em que sc v unta gente sabida das ultimas
elissis da sociedade abrir pira si .1 pona de es-
pada un. caiiiinho paia a o.uoipoienci
Uissemos que G irmagnuU tiulia amigos, na
na corle, a amlsada a u.iis sincera lie lempre
dominada pela prudeneij, e .1 deiliciv.io a mal
heroica llmlta-ae > natralldade: nenhuini
voz, pois, seergueu pira repelllr
.;0cs uialevolis de |ue era elle olijcclo.
Entretanto urna pessoa paiccia assislir abi
eom profunda iiiUiguj^.-iu a este vergonlioso
trnelo de Uxi.lao e de pcrliilias: esta pessoa
era a piiocezi Bimca. kllaconteve-ie por mul-
lo lempo, mas coon. luibiuii abrlsse a bocea
pira encarecer anda mais sobre as palana.
qua Brcelo aeabava de proouorlar, ella levan-
tla-le de repeute, c impoiidollie silencio com
prazo d quar-uta dita, vislo ler ou p go
esta quantla, cuno consta lo btlhctu Uo
Sr esCr.VlO Jos quito da Silva llego, qtlt:
ncslu d.it entrego no mes no Sr. Jacinlho
Bleabflo. neeife, 29 do julho do 1852.
lis. 3011*160.
Caet>no Pinto de Veras.
lim los mitos lo proprietario do aitio
da Iravessa do rtemeJio 11. 15, morador no
mesmo silio. responde aosennor pedinchBu
do Diaria de l'crnamliuco n. 165, que ello
julgoil mo infringir aadispiieflea dos atts.
7." do Ululo I." dai posturea muoici-
fiue elle honra eom sua mais alia coustdera^ao, a
uiiinoiiicn, cujo carcter elle esluua lano que
Ihe concede una entrada ir iuinphiiiiicem sua ca-
pital anexar das calumnias que se leu. espalha-
do a seu resoc.10. Vos vos espantis de sua po-
pularldade, fllala de tuai nnnoiiras sccrctmi
eala popularidades be o premio da gloria que
elle tem alcatifado con. risco de sua vida i es-
las manobras sao sua cor g- ni c su intciligeu-
cll que engrandecan! o p.denle seu principe,
eiiiquanto vos csiaveis aqui procurando reba-
xar seo nclito e denegrir suas mail bellas in-
coes. Uein se v que o niio coubecels, senhorjs ;
mas eu que o vi cm iMonia, para onde segu
eom iiieu pal, cu que ocneonirei oulra ves cm
l'lacrncla no lempo dcise gj 10 de tile ha pouco
f.illastes. piule Julgar de seu carcter c de su.i
alma, c posso alllrmar-vos que o asigne favo I
com que o honramos alo pude ser uielhor cul-
. locado. Qu.nto a obscuil ade de sua origcni,
que iciidtsaimpru.lciieia de csciruecer, crc-
S .le-n.c. slgnor Oiinouizi. c vo. tai.ilicni se-
iin. gesto imperativo, disse-llie com u.1,1 ene,-
gia rstr.mli ifiii urna djiisella de Vial* annos
foss lein auceesso. a esse priiiho iiioviiiu'iilo
que levou vossa allea a fizer do soldado, vale-
ios 1 lem dnvda, mas nbscuio, um capltio te- ...
.nivel e temido.... Esta gente passa mu de- ...eu pal tratar como csla.slazendoa um liouiem
apenas.
Sigu.r liinibu/.ii, e voi, slgnor i-.nceio,
lie abusar siugulaimeiile da Indulgencia de
uhor Ericcio, al.stcnde-vos de ir.lar deste ob-
lecto, pois alguem pode.i. citar-vas pessoa:,
,., quelciiiuiua origen, igualmente bai.a, c que
insina- enlodas as lias aefoei revelan, sui abjeefao
primitiva, ao passo que rile se lein elevado lun
alto que uin;ii -ni vi mal o poulo de que
parti.
K itepols de ler laucado a lace dos doui cor-
leaos alta sanguinolenta apoitiophe, a joven
piiueeia lornoii n senl.r-se, com o seio palpi-
uiiie, com as faces -rdeoles de emojao. Dous
ricos geiilis-homen, o conde Grinal.li e o se-
uhor de Ganara, cujo talento era nadar eiit..;
las aguas, e |ue, grafa a sua habilidade, li-
lil .111 adquirido una 1.-p.n .., 1 mu usuipidi
de hiipareiahdjde de independencia, inclina
rain a cabrea com 11111 arque quera diier: A
lignina l:iVne'.i lein razo. -
(Cca(i;iua/--*zi.)


-
pao, em vigor, porqunnto no primeiro ci-
so, nada mus Tez do que mandar cspaltur
uns galhos de eaplohetio peto lado Interior
do vallo, un terreno da propriedade do sitio,
e refazer o ic taote da cerca, que he tola
senhor pedinchfio, c com isto nSo edtliron,
roedilicou ou deihulio qualquer obra de pe-
dra e cal, de taipa ou de oadeira ; e no se-
gundo caso, dir-lhc-ha.quese sigue : liou
ve que usurpou a diviso da estrada ou par
Indella, loi o propietario do sitio n 21 da
mesilla Iravessa quan lo ahrio o vallo ac-
tualmente existente ; u se este vallo, orno
mu betn 6a be o senhor pedinch.lo,hc a divi-
sflo do sitio, e do da difllo paradentio nin
gUIO poder* por pscm lieonfado proprie
tario.ou entilo o governo,nos divorsos casos
do loryieo publico ; oonfolM mais o Sr. pc-
1iiii.-ei.~i i que lu precipitado guando disso
que nos havianios locorri lo na infrac'fio do
citado art. 7. titulo 7, das posturas muni-
oipaes, om vigor.
-- Pedo-sc aos dignos s'nliorei vercaJo-
ros da cmara municipal iti'Sla cidade, a
.ra,'! du indagarem do in t-l 11-; ;iLissi no lis-
cal da freguezia dos Alocados Juaauim Jo-
s Bello, se o proprietario do sitio da Ira-
vessa do Remedio n 15, requeren na forma
do titulo stimo aitigo segundo das postu
ras om vigo-, a conipetonte licenca e cor
iliaco pera fazer, ou rcedilicar a cerca que
est fazeinlo com gal'ios de espinho, e no
caso do iilli iiimi iv ce lie poda consentir
que ella se (' i; > da largura que se est l.i-
zondo i vista ilo artigo stimo e oitavo das
inesmas posturas.
(Jaolano Pinto da Veras, tundo na devida
considerarlo o annuncio do Respondi, li-
Iho do |i ii r.i'i mu do si id da ttavessa do
demedio n. 15, incerlo nos Diarios ns. 166 e
167, em rsposta a unto que cnamuva a
ailencilo ni illuslrissim cmara municipal
"lesla cidado, cuja rusposta llca cima publi-
cada, iii'in assun o annuncio a quo olla se
refeio ; nilo p le escusir se a declarar qu-
cutn a imblicaco dasentenfi eaccjriaos
cima publicados, e nsdocuincutos em se-
guida a es'", tem cabalmente respondido
an Hespoml&o ; o que faz nicam ule e o de-
I rencia ao "i i id. para quiioi appella, e
lecilaqual d'elles uzurpa ; se o proureta-
lio do sitio n.2l, que tu lo obroii lirm nin
om lii, se o propietario do sitio n. lo, pal
do liespanda, quela'rou n celebre esenp-
lura de 20 de agosto dn 1850, tambem pu-
blica la por copia no primeiro, e refutada
pelo ni rilissi o juizdo pleito, como su ve
da s bicoca cima; e que nao contente o
We'ponrf&i e lilicou urna olarm c n liconc*
e corder;;') da Mus issim camai, pelo
que loi mltalo, o que oid-nleinenti ss
i id ,i con os documentos 2 c3.
No coufessi o lle.s/Mndilc, lilho do pro
para nunca mais Ihe serem pedidos por el-
los, seus iicdc 'o, o successores, e que
tiesta conformidade ciarn contentes que o
comprador tome posse dn dilo terreno que
Agora Ihe lie cedido, o continu a estar do
que dola j eslava, tanto por aulorida Ib
piop'ia como de Justina i o qur tome, qur
nao ofles vende ores Iho ho por .ladoreal,
aciual.civil,natural, corpo'al o pessual, pola
causla constitutiva ; porque toda apossi
.ii-ii, pertenijBo, ut'l dominio, uso-fruc
lo eroiiillmeiito que no dito terruo ellos
lenh .ni o i") ii mi ter, ludo des! demitiam,
ao 11 .vani. cediam a traspassavam na pes-
101 do comprador para que ludo lo)jre o pus
sin co r o seu que be i> lica sendo por virlu-
de da presenta rscriptura contra o qual pro-
ni -lt' n se nhrigam por suas pessoas c bens
de nunca virem emjuizo, equo vimlonilo
a
mesmi cmara no sentido constante di pe- cionado requeiimenlo pira fazer cutnprir, Eicrevle auignel.-- o secretario nterin
lie.iii ii-'i-.i. o despacho de VV. SS. o qual para dar a noel Ferreira Aocloly.
O referido ha verdad, palo que pissei a competente cordiaco levantou i planta quo i N- 9~ "'" e Em. Sr. Dli Caetano Pln-
nresente nesta cidaledo rtecife aos de apresenton a VV, SS em sos-So ordiuarial10 ev5.*'1U- -"!"- -- -cu dlreito precisa
paz lo primeiro destricto da freguezia do prvido o parecer do lllm. Sr veriadorMs-
Smtissiino Sacramento do Bairro de San- noel Caetano Soares Carneiro Monteiro, foi
to Antonio da cidade do Recifa, provincia allnal aprovado a referida planta e por des-
do Pernambuco em viitude da lei ele. pachodestu lllm camirs fui deferida a poti-
CertiQco que a pelic3o, replica, despa- cSo ilosupplicaute,quea cordiaco Ihesena
i lio-, noliflcacjlo, o termo de conciliario dada depois de ser aprovada pelo Exm. Sr.
entro parles, autor, Caelano Pinto de Veras, presidente da provincia a referida planta,co-
a reo Jacintho Elosbao he do theor se- ojo ludo so ve pelas pelicdes nt, oS.quoo
guinte : stipplicante juntou aorequ-rmenlo que le-
Diz Caetano Pinto de Veras, que he pro- vouapresenca do mesmo Em. Sr. presilen-
prietario do sitio no lugardos Remedios que tequeveioa Informar a esta lllm cmara,
gueira n ser nuvidos ante's rennci-m toda i'lio entibo por heranca de sua tinada sogra pedindo-lhe a povoac'oda referida planta; e
a achilo o lireito que allegar possam, e as |l>- Joaquina Francisca de Araujo, cujo sitio constan Jo ao supplicante quo o Exm. Sr.
leis do Vcliann quo decelam a favor das sempre se devidio pela frento com o rio que presiJente tem approvado a dita planta;
muliio.es, porque de nada so querem valer, vai passir ns ponte dos Afogados, pelo fut- por isso pede a W. SS. que Inj un por bein
e smente cuuiprirem o guardaroin a pre- do por una valla denominada Caxangome de mandar que o Sr. engenheiro ordiado
sonte e-criptura cononella sedeclara, fa- por onde se esgotavamas agoas ilascbuvas di acor Jiajao que osupphcaute tem reque-
zenlo a todo o lempo firme o valio pondo ao comprador apar o a salvo de qual- zito e servidflo de todos os sitios que lia fundo, de seu sitio por tanto. Pede a VV
naquellc lugar, c cssi valla des-goava em SS. que assim o mande.E lt. M. Recifo
uim c.mtii que as ia lancar no rio, pas- 23des3tembro de 1851.Ciotano Pinlo de
sando a dita valla tolo sitio quo hora per- Veras
quer duvda que possa haver. E pelo com-
prador me foi dito peranle as mesmas toste-
munhasque elle aOMitava Htl escn^lura
cumentos que mo foram apresentados para
celebrado da mo Itecobe loria das rondas g'raes internas da
provincia de Pernambuco.Anno linan-
ceiro de 1850 a 1851.N. 72.
A folhas 9 verso do respectivo livro do re-
c-ila, lica carreaado ao Ihesuureiro Joaquim
Mara de Carvallio, l/BM res rec-bidos do
Jacintho ElesbSo, em 19 de agosto do cr-
rente a'ino, corre-pon lento si-a da com-
pra que faz de um torren > silo no ligar do
remedio, com 45 palmos de frente, o qu terreno vende Amonio Alves da Fonseca e
sii mullier, pela quanli.i do 80/000 ris.
O Ibes iiireiro, Joiiiui n liarla de Cirvalho.
O segn lo cscr turaro, Francisco Ale-
tandruio de Vasconcellos Callaca.A. Be-
tarra.
Afol ins 8.lis-ri.du'a de venda de nm
s lio no 1 igar do Reme lio, que faz Antonio
Alves da Fonseca e sua mullier a Jacintho
Elosb.lo, cmao deagOSlO do I850.Odes-
tribuidnr Freir.-N. 151. E so oscilo das annis im crines. Res 160.
Pag ou 160 res de sello Recita 20 de agos-
to de 1850. -Cmat'io.Figueiredo.
Declaram os vende-lores que os fundos do
t-rreno compr lien le sl-rgura do sino do
ro'iiprxdur CO 11 O niesmo> 45 palmos que
tem na'rente do sitio; e que o vendelor
lie Antonio Alvos da Fonseca Em f e tes-
tomunho de voida le .i-snn o iisse- u e ou-
como n'ella se declara ; a lio o teor dos do- t"nce a Jacintho Eletblo, que o houve por esse-llie a cordiac.So requer la, visto ja
compra do padre Joaquim Antonu Gonfii- ter sido approva la a planta respectiva. Pa-
vs Lessn, e este o houve por compra a Ig- (oda cmara municipal do Recife 93 de
naci Nery da Fonceca.o qutl comprou esse setembro de 1851. Uliveira presidente,
terreno sem o delicado em 8 denovembro Uamede, Ferreira, Carneiro Monteiro.
de 1851 Jos Cumes da Costa Ramos.quan- Vi.nna.
do o ogro do supplicante Joo Fereira da Orequorento far cerca no funJodeseu
Silva tambe ti comprou a trra, que hora terreno, silo 11a estrada da Iravessa do Ite-
cnmprohendoo sitio que be do suplicante, medio, tirando o tuntuniento da mesma
ao mesmo Jos Comes, e porque na exlen- cerca, pelos dous pos de coque ros, qua ll-
eno do sitio do supplicado Jacintho ElesMo caoi ao Ueste do dito terreno o pola quina do
se a ha lomada a valla e obstruida a setvi- poente Uo muro penenceut) a Jacinto Eles-
dflo ite maneira que asagoasdascliuvas nao bo, alinliamento que passa pelas marcas,
tem passagem, c escoaco; por is*o lom to- Recite 25 de setembro de 1851. corlialor.
madn a passagem e servidilo dos sitios do Antonio Feliciano Rolrigues Sello N. 8,
supplicante, e outros como est patente, e Pagou 320 rs. Recuelo de setembro de
o supplicante tem do requor seu direito ; 1851.Carvalho Flgueiredo.
por isso quer chamar o suupliCido a con- N.7,caelanoPlntodeVerasprecisaqueoIllm.
elllICtO, e requera V. S., que haja de dar Sr. aecreiarlo da cmara municipal desla cida-
iliaehor, e mandar claro supplicado de llic paase por ceriiilo ao p deste, o teor da
para comparecer pessoalmanle na primeira inforuiaco dada pela illualrisaiina cmara ao
audiencia enm a pena de ravelia. Pede a V, requericnenlo que Jacintho Ellsbao fe ao Enn.
S. Sr. juiz de paz do primeiro deslricto da Sr. presideote da provincia, queiando-sc de
fregueziado Santissimo S.cramenlo, quo ter ella approv-do a planta levantada pelo en-
k 1! J.7...I. lk. n n II l'.aUnn genhcrocordiador, no lugar da Iravcasa do Re-
baja da .lelenr-lhe. R. R. M. Ceetaoo fu tm de dar au ,u* p,lc,n,c Crdca{o
Pinto de Veras. Sou SUSpeito O que juro. que ,el requetdopara Tazer acerca que fecha
Piimeiro deslricto da freguezia do Saniis- 0 lundo it 8eu iUd na meim traveaaa n. 21,
simo Sacramento 1 i de julho do 1850. Ca- de conformidade com ai poituraiein vigor,
njell 1. Recile 23 de setembro de 185!. Caet
lllm Sr -Diz Caelano Pinlo de Veras que Pinto de Veras.
aprezentindo o reiuerimento retro ao
toigaram, pedir ni o acceitaram, o que fus-
.-"u cunn-aa. w .tc..|...-....>, 1...... wv ,"y i i',i^f|i,iui, (iciiiid'II u lt -llill ill, o t|ll' IOS-
prietaiio dosillo 11. 15, que fez ospalliar se leila esta e^cipt'J^a em mmha nota, por
-iie -r I s-nimi l.i, a qual dep-u's de I ida a
todo* issiglirain com as testemunlns pre-
s ntes, Pe ir Alexandrino Rodrigues Lins,
e Francisco Mi.inda le Ainorim, moradores
nesta eidadee pessoasdo mcu contiecunen-
10, e eu Ciiilherme Patricio Rezerra Caval-
cantn, lalielli.lo, o escrev. Antonio Alves
na dos Anjos.
lacintlio Ele-hilo.Frauci-co Moniz de A-
iiiorini, pe im Ali'xainlrjno Rodrigues Los.
lisia Conform 1 com o o 1-1,1 I vro de notas ao qul me reporto Rec fe
di- era el retro. Sulisrrevi c assignei Cum
iius lgalliosdo ) spiulios, o Ievou a elV-ito
11 iefzer acerca? Uno entuide o lirspm-
r'.'Iopi'la palivra rcz-r? Refazor-lio tor-
nara fazer o que si tinlli leilo, ou o que se
iiiiIh desfeilo logo, esta nocas) de tei
mult'du o RtspontlAo, lilho 00 proprietario
do sitio ti. 15, porque sem lieeii(a refoz ja
.-ua cerca, como pruva o documento n. ; .|. Fonseca, Isibol Fdici
i-i i> ili/eiii as posluias 110 sen Ul 7 art. 2 :
Maguen) podera adiQcar dem tllr quaii|ucr
obra de peira o cal, de taiiia ou de madeira,
que irlo seja de confor.ni lad com a plaa
ia ci lade, postun s e t-ibellas cm vi^or, pre-
nedendo liccufa da caoura, que sera gra-
tuita : os inf adores serflo multados em
20/.1OO ris. Ou'in sen, pergunto anda, o
usurpador? aquello que tudo faz liado i-a
protreBlo-Oieillaadora, ou quotn argu
ncola e confunde ossus eontrarioi com
proves nuientbicss? o documenl-i n. 5 res
poni claramente o que se 1 ronedeo para a
heitura do vallo que o lina I o padre Joa-
Iu 1111 Antonio Coni;alViS l.cssa lluvia Upa lo,
o que nao ignora o pal do ItSipondlO, e tan-
to heossim que 11:10 fez opos co alguma
para nSo ser elfectuada a sua abe lura !-
mira 0 lles/joni/ilo o que fez o proprioUrio
do sitio n.2l, para fzer acerca que fecha
1 l.i- do de se 1 sitio, que ohtendo da illos-
trissima cmara a competente licenca a cor-
daco, 1 ella so oppozca-n ns ms. Jacintho
certido lie o aeguinle
oliUqua-se por carta para comparecer ,,_ E,m Sr .. Kn|rc obri ac,
no da 18 do correntias duas horas da lar- |ei do primeiro de oulubro de 1828 impdeas
de. Primeiro deslricto de Sanio Antonio do camaraa inunicipaca, urna detlai he o cuidar
R'Cife 16 de julho de 1850. Villel. das ediUcacdes c alinhainento de aeus inunici-
Certilico que ontiliquei, par caria ao sup- pioi, e fundada neite preceito fd que cata ca
plicado Jacintho ElesbSo, para oconteulo mar, tendo concedido a licenca que ae Ihe re
na pelicSo, rt plica e desoachorolro e supra, quereu para murar 011 faier cerca no fundos
para comparecer na audiencia d'aminlula, de u,n *UI M du Remedio, c baranda
1 i.l.nte p.ir lerella approvado a plaaa levanta-
da pelo leu engenheiro curdeador, uo lugar da
travesa do Remedio, fregueiia doj Afogados
para te poder dar a corde.co que o aupplicau-
le n o ha requerido para fazer a cerca que fecha
o fundo doaeu sillo na mesma Iravessa n. 21, o
qual requerimeiKo inandou V. Bic. por deipa-
11I111 de U do crreme que a cmara informaaac.
e eila o iofonnou em dala de 23 do mesmo e o
rcinelCeu a V.Eic.: porlanlo P. a V. Etc. que
ii -.i 1 por bein mandar que se Ihe paste por ccr-
lido o dilo despacho. 1: II Me. Caetano
Piuco de Veras.
Pane. Palacio do goveruo de Pernambuoo 29
descienibro de 1851. Vctor de Oliveira.
Em cuinpriinenlo do deapacho retro, cerlili-
co ser o despacho que o supplicante pede por
cenido do teor seguinlc |
A vista da inforuiaco nao tem lugar o que
requer o su|)pllcanic. Palacio do governo de
Pernambuco 29 de iclcinbro de 18SI. .- Viclor
do Oliveira.
Eia o que pede o nipplicante. Secretarla do
governo de Pernambuco l.'dc oulubro de 18SI,
trigsimo da indi-pendencia c do imperio. l)
ollicial archivilla. Joo Valenllui Vlllela
D. 800 rs. Reccbi. Torres il.iii-l--ir.-i. --N.
35. P. ceolo e aeiienia rls. Recife IC de
oulubro de l85l. Carvalho --Serrano.
N. 10. lllm. e Bita. Sr. piesidei.u-,Hit
Caelano Piolo de Veras, propiieiario do liitu
da Iravessa do remedio a. Si, da freguciia dos
Allegados, que a bein de seu ilircilo precisa
que V. Ele. haja por in ni mandar que|o ollicial
compleme, Ihepasae por cenido ao p deste,
o (cor do despacho dlfuiivo, dado por V. Ele.
no requerinicnlo que fea a V. Etc. Fraaciscu
da Cosa llarcollar, queiando-sc da cmara
municipal deata cidade, por lerelli approvado
a pUnla levantada peto seu ongeuheiro cordia-
dor, no mesmo lugar da Iravessa do Remedio,
atim de dar-se ao supplicante a.cordiac-i que
havla requerido, para feichar o fundo de eu
dilosilio, de tniiloi un-lid, coui as poaluras em
rigor, o 'jo il requeriuieoto fui por despacho de
V. Ele. de 4 do crreme, determinado que a
cmara municipal o houvcsse de oluformar.
I' 111.iiiin, pede a V. Evc. que haja por bein
de .11,-1111 o mandar passar.E. R. MeCaetano
I'iiiih de Veraa.
rassc; Palacio do governo de Pernambuco,
21 de lovembro de lS5lViclor de Uliveira.
Em cumpriincnto du despacho relio, certi-
co ser o despacho deliuitivo que o supplicaue
pede por eerlidio du leor seguiulc :
Inilcli 1 i.hi visla da iuormacao. Palacio
do governo de Pernambuco, 25 de nnvciubro
de l85i.-*Viclor de tMivelra
N i-l 1 mais ae couliiiba em dito despacho. Se-
cretaria do governo da piovincia de Pernambu-
co, 2b' de 11 ivemili-i de 1851, trigsimo da inde-
pendencia e do impeli.1) olhcial archivista,
Joao Valcutim Vlllela.D. 800 rs.Torree llan-
delra.N.84.Pagoii 320. Ilrcife 10 de dciem-
bro de 1851.Carvalho -*Srrano.
COMMERCIO.
ALFANDEGA.
Itendimento dodis 3. .
dem do da 3......
3:881,U
5:419,208
9:300,652
Desearrega hoje t Briguoporluguez Novo Venador-, mer-
cadonas.
CUtNSULAOGERAL.
Rendimentodo da3. ,
dem do dia 3......
609,361
93,328
1:5*3,689
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimentododia2.....
dem do dia 3.......
51,186
238,789
289,975
Uxportaco.
Ro de Janeiro, brigue brasileiro Amorim
conduzio o seguinte: 170 toneladas d
c.-ii-v.'in dn pedra.
Co'K ou i-'ilmoot, omal laglez, escum<.
ingleza llebe, de 339 toneladas con-luzio o
seguinte: 282 toneladas degiano.
KECEBEUORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento dodia 3.....1:465,295
CONSULADO PROVINCIAL
Rnndimnntu do dia 3 1:272.309
Movimento do porto.
PARTE DO REGISTRO.
Da 3.
,\3o cnlrou, nem sahioembircicilo.
RDITABS*.
e 1110 rospondou quo se nchava entenJido
Recife 17 de julho de 1850 Em f da verda-
de.Joaquim da Silvs llego. ESOrivSO.
Termo de couciliac.3o. Vos 18 dnsdo inoz
'do julho de 1850, sendo neste pri nei o des-
osignaloruliricaiIcqueuso.Emtcslomunho !lricl cl8sU [">S<*e dnSsntissino Saca
lo verdade, o tabellifiq publco, Giiilhermo 1 mB,,, b"lrro Jb i^!,n'0 A'"0'"1' d" "ida.l
Patricio Rezerra Civ Icinte. Comgo, ,\la-
loel (o 1 1 111 llaplisla N. 37.liis 3z0.
Pagou 320 ris do sello. Recife 22 de Janei-
ro do 1851.Carralh.Figuerelo,
Caetano Pinto de Veras, precisa que o Sr.
secretario da cmara municipal desla cida 10
le
do R cife provincia de Pernambuco, omcisa
publica das audiencias que as partas dava
o juiz do paz do primeiro anno o major Jo3o
Valentn Vlllela, onde cu escrivSo do seu
cargo me achava nella cumpareu Caetano
to de Veras, o por elle foi dito que para os-
Irle cerliiiuo ao p deste, avistados regs- Pinto audienria vinha citado Jacinlh.iElcs!.flo
tros da mesma amara, ae Antonio Aires da 1 para o expend lo_na petiQJo retro; o quo
Fons ca ou seo fllho Jos Marcelino Alvos da
Fonseca, requeren e Obtere licenca e cor-
le 'i.-.l 1 1 ara edificar a ularia, quo est e lili-
l mili) no fsfuilo de seu sillo Aiai.ii, hoje tra-
rnaaa do Remedio, que faz frente para a
Gamboa do Tanjo ou IWiro, e faz quina
coma estrada que dt embarque e ilesim-
harquo na dita Gamboa e vein para o Iteine-
ElesbSO, Francisco da Costa Iticellar e Jo- dio, Afogados e M S Marcelino Alves da l'ons'ca ( que pelo) Recife 12 de agosto de 1851.Caelano Pin-
toJo parece ser o Respondi) o que so pro-' t0 ,|e Veras,
va pelos dnciimenlOS Je ns. 6 a 11. e que1 F.m virlu le t!e poticSo auppra, certifica
pelo documento 11. 12 vC s.' que o padre1 que dos livros de reguos de despachos da
-loiquim Antonio GoncaJvea l.essa nunca j cmara nSo consta, que Antonio Alves da
levo licentja pira edificar muro ou caes, c 1- Fonseca, nem seu lilho Jos Marcelino Alves
im) 'il Ir- 10, o que parece nilo poder c1 Hites- ,\ Foiiseci.rcquerossomeoblivessem Itcnca
l.iro l(a/i'ini/So,e pelo documento n.13vfl se;,, cordeaglo da mesma cunara para edificar
ion qudala foi Horneado o Sr. Joaquim Jos oleiia no lugar mencionado na referida pe-
lio, o que uo exercicio deste emprego nao licSo.
niollou o fina lo pairo l.e-si. O referido he ver lado, pelo que pissei a
Era mais airoso que o Wespondo, ou al-1 prsenlo nesta cidade do Recifo aos 13 do
gueni por elle, apirccesse om juio para agosto de 1851O secretario interino, Ma-
coutcs'ar o direito que assislia au proprie- noel Ferreira Accioli.N. 32Pag. 160 rs.
lario do sitio n. 21 noque requera, mas Recite 16 de oulubro de 1851.--Carvalho,
nao o flzeram, nomo prori o locumento n. serrano.
14. do que apparecor no publico allegan lo
lalsilades que o cundemnam. Caetano Pinto Do que levo dloao Sr. Rei/iondlo se pro- secretario da cmara municipal Ule passe
va que cantn elle fura do coro emquanln'p ir certidiio, alistado livro de l.-inenni ,-
illirmnu ; lalvez pela ee:. 11o 1;. com que los ile mulls do fiscal dos Afogados, o que
qulz delfender o Sr. Joaquim Jo> Bcilo,'constar do mesmo livro relativo a nulla da-
que avista do que lica i-xposlo esta na rigo-j da a Jacintho Elesblo, por estar edificando
losa obrigafSo, en desempeniio de s-us le- um muro que fexa o futido desensillo na
veres de fiscal, tuipor a mulla ao Respondi iravessa do Remoli 11, 23 sem licenca e
;a nflo apparecer aqui 1 c le 11111 o, uu mu-.'cordeac-ln, co-n declaracilu da data da mes-
10 reforjado em lugar de ces, como-sa- ma, assun como se do mesmo livro consta
bianienlepareco-mo ler dito rste fiscal' tur sido multado Antonio Alves da Fonseca,
cin urna sua informacSo, quando ae tratara lou seu lilno Jos Marcelino Aireada Fon-
de rerla obra que sa tem edificado sem i- -iva, por estar edifican lo urna olarit no
'i.i,,! rni'ii '1,-iin .1. lio tanto verda le o que I fundo de seu sitio Arac, hoje Iravessa do
diz o \lespondHo do sitio 11 15 quando usse- : Remedio, cuja olera faz frente para a t'im-
vira que na propriedale alheia s p ic en-'boa do Araujo ou Retiro, o desla forma lica
li'arqucru o dono dclla quizor, ou o gover-. no lado da estrada que da transito ao pu-
no em cerlos rasos, que o proprictaio do 'blico, que embarca e desombarca na dita
lio ti 21 iiiio quer que o seu litio sirva de 1 Gamboa do Aranjo.
campia para as vaccas e dbras de s-ns gra I Recife 12 de agosto de 1851.Caetano Pin
Millos inimigoa. Fica assun respondido ao to do Veras
Ropoadlo
N. 1.Em noine de D:os Amem. Sa-
bam quantos fsle publ co instrumento vi
1 ni, que em o abno do nasri-i etilo de N. S
Jess t'.hrislo nesia cidade do lleclle,capital da provinciade
Pernambuco, em meu entuno da ra das
i 1 ii'.i'lieiias, freguezia de Santo Antonio, ap-
1 iee.'i.iiu i' Me- pieseutes, como devo lor
Antonio Alves da Fonseca e sua mullier, I).
Isibel Feliciana dos Anjos, e con o compra-
dor Jacintho Elesbo, moradores nesta ci-
dade, todos de mi n e I s te.st 'inunnas abai-
X0 deolaiadas e ssignadas leconnocidns pe
los pro,)rios tic que dou l; e pelos ditos
vendedores me foi dilo em presenta das
inesmas lestemutilias que elles s3o senbo-
rea o possuidores de um sitio de Ierras no
lugar do Remedio, fie^uezia dos Afogados,
do qual vendem o comprador 45 palmos da
. terreno que desde ja elles hilo por desomba-
ue.i.ii, do"rofeiido seu sitio, que confina
em o to com rador, e vein a ser que os
ditos 45 palmos vecn a (Car no fundo do
ncsmosilio do comprado- Jacintiio Eles-
bi'io. a sal er : 25 palmos da patle de dentro
to muro, doaquaes ja seachavam de posse
i compia lor pela compra quo fez do seu
icio i lo sitio ao revereodo Padre Joaquim
Antonio C.-iiic ilves Lessa a quem a mili
dos vendedores poramiaade celera os refe-
ridos palmos, e 20 palmos que agora elles
vendedores cedetn ao m amo comprador Ja-
cintho Elesbao, nos quaes existe felo urna
levada para osgoto das aguas,que os ditos
45 palmos que licam annexos, e fazem um
s i-rreno, ellea venJem o comprador pe-
lo proco e quantia de 80/000 ris e n nioeda
crtenle do impeiio, que receberam au fa-
zer deata, de quo ibe dSo quitacao de paga
Km vi tude da peticao suppra, certifico
quu revendo o livro du lan;amenlosde mul-
tas do fiscal da freguezia dos Afogados,
ilelle a folhas 17, verso, consta terem sido
multados no l.'do crreme pelo r.-feriJo
fiscal, Jacintho Eleslio o Jos Marcelino Al-
ves da Fonseca, ambos por nri;v; 1 1 du art.
2." Til. 7." das posturas em vigor, em con-
sequencia de naverem feilo setn licenca as
obras indica las na pelifo relro.
Orefe'i lo he verdade, pelo que passei a
presente nesta cidade do Recife aus 14 de
agosto do 1851.Em fe de verdadeO sc-
crelarlo interino, Manuel Ferreira Accioli.-*
N. IOI.-1'ag. 160 rs.
Recife 19 le setembro de 1851. -- Carva-
lho, Figueiredo.
Caetano Pinto do Veras, precisa quo o Sr.
secretario da cmara municipal desla cida-
de Ihe certifique avista dos regislos da mes-
ma cmara, se Amonio Alves da Fonseca,
n seu lilho Jos Maiceluio Alves da Fon-
seca, requeren e oblevo na furnia do art 2.
do Til. 7." das posturas eui vigor desla lllm.'
cmara, licenca o cordcato para fazer ou
reedificar a cerca de seu sitio Araga, hoje
iravessa do Remedio n. 15, que eslrema coo
os fundos dos sitios n. 17 do Antonio Caldas
da Silva, n. 19 de Manoel Claudio tle Quei-
roz, n. 21 do aupplicanlc e 11. 23 do Jacinlno
Elesbo, como denuncia o Diario do Per-
nambuco publicado nesta data n. 165.
Recife 27 de julho do l8i2.--Caeiano Pin-
lo de Veras.
Em virlude da pelico suppra, certifico
que do livro dn registros de despacha da
municipal 11 Jo consta que Antonio
ouvido pelo dito juiz 1,1.111 lo .1 a pregoar pe-
lo porleiro do juizo Joo Janoario Sera
Grande que o fez na form?.*, estillo, e dou
f do comparecer'o supplic*. !), o Jen rjflli
lula a pe ico retro disso queso obrigava
por sua l'V.e vootade a dcmulir no paiode
40 dias a parto do muro que impede a ex-
vacuaco das agoas, e fazer na cuten;o 1 do
fundo de seu sitio um vallado pelo lado de
foia para exgo'o das agoas que o supplican-
te requer, assim como quo o supplicante
tambem so o briiza a fazjr o vallado neces-
sario para o mesmo eMgoto : e por assitn so
achirein concillados fui o supplicado con
d -nuil I,i as cusas. E para constar liz este
termo em que assignou o juiz, o supplican-
te, e o supplicado. Eu Joaquim da Silva
Regojcscrivo o cscrci.Viilela. Caetano
Pinlo de Veras. -Jacintho Elesbo.
Nada mais soconlinlia em ditapeticilo, re-
plica, despachos, nolificaglo, o t-irmo de
conciliaco aqu copia li: do proario origi-
nal que lica em meu poder o carlono, e vai
a presente sem cousa quo luvi la faca confe-
rida econcorla la na forma do estilo, e por
mim escripia o assignada. I'nm 'iro destric-
to da freguezia do Santissimo Sacramonlo
do bairro de Santo Antonio da cidade do
Recife provincia de Pernambuco aos 19 dias
lo mez do julho do anno do nascimemo de
.Nosso Senhor Jess Cbuslo de 1850. vigsi-
mo nono da fn lependencia e do Imperio do
Rrazd. Escrevi e assignei. Eco f de ve-da-
te, Jnqauim da Silva llego. Gustas 3,229
rs.Vlllela.Sello n. 41 Pagou 180 rs. Re-
cife 16 do oulubro do 1851. Carvalho.
Serrano.
N. 6.Illms. Srs. presidente, e membros
la cmara municipal.Diz Caetano Pinlo
de Veras, proprietario do sitio da Iravessa
10 R" nedio n. 31, freguezia dos Afogados,
que licitando o dito sitio os fundos para urna
estrada muitn anligo quovem da povoacjSo
do Remello para a Camboa, 011 braco do
rio, que. cerca a 1.I11 do Araujo, 011 retiro
para embarque e desembarque do publico,
e serve tambem para a servido publica dos
sitios, que ficiin de um e outro lado da
mesma estrada, o dos moradoradores da di-
ta lina do Ai unjo, e desojando murar ou fa-
zer a sua cerca na forma das posturas desla
lllm. cmara o Dalo pode fazer sem a c un -
cenle eiiiiliae.ii), f|i n do suplicante podor
a man lar edificar, pairan lo,o suoplicinte
a dospeza que for mister, sendo o mestre da
obra Jos Francisco Teixoira ; por linio
Pede a VV. SS. que assim o mande. E.
R. M. Caetano Pinlo de Veras. Pago
o sello consequenle, gardada as pasturase
pnulas respectivas. P.iQoda camir.i muni-
cipal do R-cife em 5 de agoslo de 1851. -0-
liveira, presidente.Vianoa.Mamada,Fer-
reira, Carneiro Monteiro. N. 69. Pagou
2,000 rs. Recifo 6 de agosto de 18o!.Car-
noiro. l-'igueiredo. pagou a quanlia de
7,160 rs., importancia de 353 pal 11 i-, de C:r-
ci segn lo a potie.no supra. Oun ia mu-
nicipal do Recifo 6 do agosto de 1851. -N
144.= O procuraJor, Jorge Viclor Feneira
Lopes.o impedimento do co itador Joi-
quiui Tavares Rodavalles
N- 7.Illms. Srs. presidonte e mais veria-
dorjs. Diz Caelano Pinto do Veras, pro-
prietario do sitio da Iravessa do remedio n.
21, froguezia dos allogados, q le de confor-
midade com o determinado uo art. 3. do ti-
tulo 7. das posturas desla lllm- cmara, re-
quareoa VV. SS. a competente cordiaQo
alltn do poder man lar fazer a corra que fu-
la o Iiiiiln do s -u dito sitio na lor 111 das
refer las posturas em vigor, ao qui foi Vv
S. servido 111111 lar quj esta ihe fusse dada
depois de pago o sello, o 1 n I. o supplican-
te pago 2,000 rs- de sello nacional, e 7,160
rs. importancia do 358 polmot de terreno
cmara municipal nao consia quo amonio ". un-punam n ,- >-> rlM' iduouu
Alvos da Fonseca,nem aeu lilho JusMarcel- qusdeve nelle edificara referida cerca, fez
no Alves da Fonseca obtivessatn licenca da [eutrega ao engenheiro corliador do men-
11 cordeidor, para inellior poder regular os ali-
nii mu n( i-, -ni- 11 mi 1 asna approv-cari a plan-
ta que d'aquelte lugar levantou, noiueou una
cominissu de seua ineuibros, para cooferir dita
planta cotn os terrenos que le ella refere;
feilo o que, foi resolvido a sua appiovaco ni
qual ae aclia, aem nltender a caiuara prela-
lidadea, e s tendo em mira o int.-re.se publno,
sempre preferivel ao particular, procurando
quanto enlendeu ser conveniente conciliar um
com outro, de maneira que nena a municipali-
dade, c nem 09 particulares ficassem prejudi-
cados. Entretanto quciia-se Jacintho Kllstio
na sus peuco de recurso a V. Esc. inJerecada
de.o- .1, -,ir,1.-1 11 da cmara, que dic elle, leude
a demolfr una poreo do muro do aeu silfo
taiubem existente a uicnciouada Iravessa do
Remedio, e pede que V Ene. o revogue.
Quando Exm. Sr. se levanta a planta de um
lugar qual""-', onde ja existem editicacdes,
5un '-y "iit- -,, ,,i-.,. ',u ni- 11 uu 11
1 alftnliaiu. ...os pri'jecl.ulos, cooforme a con-
veniencia de toinarein este tal ou tal dir-vrln,
e he para islo que sao as plantas, ao contrario
desnecessaria seria a sua existencia, se a cada
pul fosse pe un indo edificar como c onde Ihe
aprovesse; sendo que por cala regra leve o mil'
/ do recurrente o sorie de i/ue elle ae i/uaixa; mas
aem por isso se aegue que approvada a planta,
si-ja iiHinedialameiile demolida a parte do nni-
1 -1 e -nin 1 -i 1 iiiii'iiil' pretenda esl.i rimara, -
eslivesse cite collocado em urna posicao til,
jue pelo graude transito da estrada, obslrnisse
.1 passagem aos viaudautes, o que por ora senao
da 1 e pur couseguiule nao he de urgencia a sua
dciuolico ; e quando uiesino a cmara a pre-
1 "ni- i m- j, naila mailjjria do t/ue oppor-te a
eontlraccio de urna obra a i/ue mi precedeu a ne~
cessjria lietnc e cordeacopara sua continuacao',
sendo que pur nao o baver o recrreme reque-
rido he que diz que nao exislia planta do lugar,
porque se o luesse, como obriga o artigo se-
guuJo titulo stimo das posturas, por cuja in-
Jacttii Juimultiuio, appdiccia coiuu appareceu
a pdola levanta la pelo babil engenheiro Wau-
iiiriii, pela qual se rcgulou o actual curdeador,
no que lirou que luUmclleu a camari approva-
ciio de V. K\c. cin 9 do corrcule, e pode mere-
cer a sua lauccao. Revela aluda ponderar a V.
bxe. que o teiteinii.il) 1 do fiscal dos Afogados
'|ue em aeu favor invoca o recorrente de uada
Ihe aproveita; porquanlo esta cmara est
convencida de que esse fuoccionano quando
intcnnnu sobre esta queslu, nao sabia da csis-
leucia da planta priiniliva, da qual smente le-
ve coiibeciuieuto a meaina cmara ao tratar da
raferida questo, visto que foi ella levantada,
nao pclu engenheiro encarregado de trabalhos
inuiiicipaes, e sim pelo de trabalhos provin-
ciacs.
Deas guarde a V. Exc. Paco da cmara mu-
nicipal do Recife em sessao de 23 de setembro
de I Sol. lllm Exm. sr.Dr. Viclor de Oli-
veira, presidente da provincia. ^Francisco An-
tonio de Oliveira, presdeme. Francisco U 1-
nede de A.lincida. Manoel Caelano Soare9
darneiro Momeiro Fraucisco Luiz Maciel
Vianna. Jos Pires Ferreira.
''. 11. ul 1 111.11 s 1 -ni ti ni 1 dita informado, aqui
fielmente copiada du proprio original a que
me reporto. Vac,o da cmara municipal do Re-
cife em i.) de setembro de ISl, sub^crevi c as-
signei. O secretario, Joo Jos Ferreira de
Aguiar. n. 38. Pg. 320 rs. Recife 10 de ou-
lubro de 1851. -- Carvalho, Serrano.
N. a. Caetaoo Pialo de Veras, proprietario
do sillo da Iravessa do Remedio n, 21 da fre-
gueiia dos Afogados, preciaa qae u lllm. Sr. ae-
cretario da cmara municipal desta cidade ihe
de [)or certido ao p deste o teor da iuforina-
o dada pela cmara ao requerimenlo que
'rancisco da Costa Harcellar fez ao Exm. Sr.
presideute da provincia, queixando-se de ter
eila approvado a plauta levantada pelo aeu en-
gcuhciro eordeador 110 mesmo lugar da Iraves-
sa do Remedio, alim de poder dar-se a corde, -
cao requerida pelo supplicante, cujo requeri-
inentu por despacho do inrsmti Exm. Sr. de 1
do crreme velo a Informar a mesuia illustris-
lima cmara.
Recife 31 de oulubro de ISjl. Caetano
Pinlo de Veras,
1. 11 virlude da peticao suppra certilico que a
infurmaco pedida por cenido, que se refere
nao 1 ao requerimenlo de Fraocisco da Costa
Harcellar, como ao de Jos Marcellino Alves da
Fonseca he do leor aeguinle 1
lilil, e Exm. Sr. -- Achando-ae j reaolvi-
do e consuuimado o laclo que conatiiue a ma-
lcriadas pcives de Francisco da Coala Barcel-
111 -e I i-e' d ii-eiiin 1 itlre da Fonseca, nada
mais temos que dlzer a V. Exc, porm cabe
deferir aos peticionarlos como julgar acertado
Dos guarde a V. Etc. Paco da amara mu-
iiiup.il do Hecife etnscsso de 18 de novembro
de lil.--Ilun. e Exm Sr. I)r. Viclor de Oli-
veira, presidente da provincia.Francisco An-
tonio de Olsvelra, presidente. -- trancisco Ma-
mede de Alineida. Manoel Cactino Sun-,
Carneiro Monteiro. Joaquim Lucio Monteiro
da Prauca.Joaquim Canuto de Figueiredo.
E nada mais se coatinlia em dita un 1 m 1,; 1 1
aqu fielmente copiado do proprio ariglnal a
qae me reporto. Paco da cmara municipal do
N. II.--lllm. c Exm. Sr. presdeme.--Diz
Caetano Pinto de Veras, proprielario do sillo
da Iravessa do Remedio n. 21 da freguezia dos
Afogados, quo a bem de seu diielio precisa
que V. Etc. baja por bein mandar que o offcia!
competente, Ibe passe por certido no p deste,
o ie o do despacho detiuitivu dado por V. Ete
no requerimenlo que tez a V. Exc. Jus Mar-
c. I1111.1 Aires da Fouseca, queixaudo-se da c-
mara municipal desta cidade, e de seu enge-
nheiro cnrdiador, por ler ella approvado 8
pi.mi 1 levantada pelo seu dito engenheiro [que
o supplicado chaina projrcto 110 inesiiio lugar
da Iravessa do Remedio, alim de dar-se ao sup-
plicante a cordiaca o que havia requer-do para
feichar o fundo de seu dito sitio, tfc conformi-
dade com as suas posturas em vigor, o qual re.
loen nciii 1 1 11 por di'spaeho de V. Ene. de 2l
de -leinlii-i prximo passado, determinado
?ue a cmara municipal houvessc de o 1 si
armar,
l'.irt.uiiii, pede a V. Etc. que haja por bem
de alalia o mandar passar. E. R. MeCaela-
no Pinlo de Veras.
Passe. talado do governo de Pernambuco
2l de novembro de ISl.Vicloi de Oliveira.
Em iniipi iiiu-iii-i 1-, despacho |rclfo, ceillft-
coser o despacho difiuilivo que o supplicante
pede por certido do leor seguinte :
.1 ludeferido vista da iul'onnaco. Palacio
do governo de i',-. 111 ni!.nc, 1, 25 de novembro de
1851.Viclor de Oliveira. .
\ 1 11 mais se coutinha em dito despacho. Se-
caeiiria do goveruo da provincia de Pernam-
buco, JO de novembro de 1851. trigsimo da in-
dependencia e do Imperio.--U 0IRci.1l archivis-
ta, Joo Vileuiiiii Villela. 800.Torrea
tlandeira."M. 81.Pagou 320 rs. Recife 1" de
dczcuibro de Iljl.Carvalo. Serrano.
N. 12.-Caetano Pinlo de Veras, precisa que o
Sr. iccrc-Iario da cmara miiuicipal desta cidade,
avista dos livros de regialrus da meaina cmara,
Ihe certifique ao p deslc, se dclles consta icr o
fallecido padre Joaquim Amonio Goncalve
Lessa, do anuo de l83l ao liui do anno de'iSIS,
requerido c obtido liceuc-.i e cordiacao para
fazer um alicerce e muro, no fundo de seu si-
lio denoiiiiuadu Oaxaogaue. hoje travesa dos
Remedios n 23, foguala dos Aloga.los que bo-
je he propriedade de Jacintho Elubo. Para o
que pede ao memo Sr. secretario Ibe passe a
lele, 1 ; 1 i i I. i.i i.
Recite 29 de julho de 1851 Caetano Piulo
de Veraa.
Em virlude da peli(a, supra, cerliflco que,
revendo os livros de despachos Ja cauaca mu-
iii' ipil dos .mu -i, de 1831 a iSls, dcltea nao
consta que o padre Joaquim Amonio lioncalve
Lessa, obtivesse da mesma cmara licenca c
e-ii 0, ie'i-1 para lzer a obra do muro 110 seu si-
tio il.-u miiii id) Caxangame, de que trata esla
peticao, O rellerido he verdade, e consta dos
lennos livros que me reporto.
Paco da cmara municipal do Recife em 1 de
igusio de 1851. Escrev e assignei, cin f de
verd* e.O secreiario iule in >, Manoel Ferrei-
ra Aecioli.. 310 rs.-lluica 2/800 is.- Suuza.--
3l20rs.--N. 107.--Pagou 1(5 rs. Hecife 19 de
setembro de 1851.Carneiro.Figuelreda.
N. 13.Caelano Piulo de Veras, prccia que
o 8r. secretario da cmara municipal desta clda
de llie certifique ao p desle. visla dos livros
de registro daineaiua caraira, o da mez c au-
no em que foi noineadn fiscal da fregueiia dos
Afogados Joaquina Jos Helio, e se esie>at esla
data exerec odiio emprego. Recife 18 de se-
tembro de 1 su.
Em virlude da peticao supra, certifico, que
Joaquim Jos lieli.i, i.-ni m posse do cargo de
fiscal da freguezia dos Alugados em o dia i-'- de
setembro tic 1831, c desde ealo tem estado em
excrclcio dcste emprego al o presente. O re-
ferido fie verdade, e consta do livro de regis-
tro de deplouias iii 168 verco, queme ic-
porto.
Paco da cmara municipal do Recife, em 8
de setembro de 185l.--Subscrevi e assignei.O
secretario Interino, Manuel Ferreira Accioli.
N. ttXi. Paguu I0 rs. Recife 19 de setembro
de I8>!.--Carneiro.--Figueiredo.
_N. 14.-lllm. c Exm.Sr. presidente di rea-
ci.Du Caelano Pinlu de Vcrai, que se llie
faz preciso,que o escrivo da relaco, Pandeira,
avista dos autos de appelloj lindna, que le-
ligou o supplicauti com Jacintho Kiisn.iu Ihe
declare ao p deslc ae dos meamos autos ccusla
ter Antonio Alves da Fonseca ou seu lilho Jos
Marceiiiuo Alves da Fonseca, pedido visla nara
dizer, a que Ihe fosse a bem, ou do publico, no
que requera o supplicante conla Jacintho Etis-
bo.
Porlanto, pede a V. Exc. que assim o mande.
E. R. Me. Ou 11 t-i. Para ludo ina
Passe. Recife 2a de julho de 1852. Azevedo,, terminado naa prcaemea clausulas observar-sc-
presidente. ha o que dispde a reapeilo a lei provincial n.
Amonio Ignacio de Torres Handeira, cavallciro 286 de 17 de malo de 1 -.">!.
Conforme.
O creanlo,
Antonio Ferreira d'Antunciactto'.
-- A cmara municipal do Recife faz pu-
blico quo, attendendo as propostas que Ihe
lizeram os verea lores Mame le, Barrse Fi-
gueiredo, tem resolv lo suprimir os segun-
dos destrictos de paz das freguezias deS.
Frci Pedro Goneelrea, Poco da Panella n Vai
zea, e o (erceiro da Boa Vista ; continan lo
a (car o primeiro destricto desta com a mes-
ma livi-,i 1 ja feita, o segundo comprehen-
de toda a eitencSo que perlencia aoter-
ceiro.
E para que chegue ao conhecimenlo de
todos, mandn puhliciro presente.
., Paco da cmara municipal do Recife em
sossilo de 28 de julho de 1852.--Jos Camel-
lo do llego Barros, pro-presidente. Ma-
noel Ferreira Accioly,scretano interino.
O lllm. Sr. inspector da tliesouraria da
fazenda provincial, em virlude da rcioluco do
tribunal administrativo deis do coarrntc, man-
da fazer publico, que nal sessei seguinte! do
incMiiii 11 iI11111.1 que su as quiutas-feiraa con-
tinuaro as pracas dos coolractos de obras pu-
blicas abaixo declaradas.
'-.mil lu ni da parte da casa de Hetenco,
c< :i i.i i, i do ralo do norte, caa central da ins-
peccogeral c casa da adininiltraco, avallada
em 70:uou/i-00.
Ponte da Passagem da Magdalena, avahada em
74:S8iia/8lti rs tomando-se por base d'arrema-
11.11, o ,-iiei, 11 meiiiii feilo pelo licitante Jos
Goncalves da Porciuncula, de dous por cenlo.
Ai .11 reui ii-nne> icro feitas na forma dos
arigos v e 27 da iei piviucial n. 28i> de i? de
ni un de i.Vii, e lobre as clausulas especiaesj
annunciadas.
E para constar se mandou ailar o presente,
e publicar pelo Diario.
Secretaria da iheiourarla da fazenda provin-
cial de l'eni.un udo, lli de julho de 1852.
O lecretario,
Antonio Ferreiru d'Knnunciacio.
lllm. Sr. inspector da tnesouraria da
fazenda muida fazer publico que, em cum-
primenlo da urdein do Exm. Sr. presidente
da provincia, lem de ir praca peranle a
mesma ihesouraria, para ser arrematada a
quein por menos lizer, nos das 3, 6 o 10
de agosto |i-i)\i'in) futuro a obra da abertu-
ra de urna cacimba no quai I- I do Hospicio,
para fornecimenlo tl'agua po'.avel ao mes-
mo quarlel, segundo o plano e orcameulo
quo serio fiancos nesta secretaria a quem
osquizer examinar: as pessoas, porlanlo,
que pretenderen! li'itar, comparecam s 11
1.tires da mantilla dos referidos dias, cotnpe-
tenlemenle habilitadas.
Secielana da lliesouraria de fazenda de
Pernambuco, em 30 dejuluo do 1852.
O olticial-maior interino,
Emilio Xavior Sobreira de Mello.
O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria da fa-
zenda proviucial, em cuinprimento da ordcui
do Exm. Sr. presdeme da provincia de 8 do
correnle, manda lzer publico, que noi dias 3,
4 e 5 de agosto prximo vindouro, ir a praca
para ser arrematado, perantc o 1r1l111n.il adinir
111-ir iiivi da mesma Ihesouraria, a quem po-
ipeiios lizer as obraa abaixo declarada!.
Conclusaodo dcclmo-oitavo lanco da estrada
da Victoria avallada em 2:697/762 ra.
Dita do vigeilino-quarto lauco da mesma es-
Irada avallada em o:ti30#873
as arremataces sero teilss na forma dos ar-
ligoa 21 e 27 da lei provincial n. 288 de 17 de
malo de IS>!, c sob as clausulas especiaei abai-
xo copiadas.
Aspcss-iai que se propoiercm a esta anema-
laco comparecero na sala das seisrjes do mes-
mo tribunal, nos dias cima meucionados pelo
meio-dia, competcnleincnie h'bililados.
E para cuuslar se inaudou allisar o presente
e publicar pelo Diario.
secretaria da ihesouraria da fazenda provin-
cial de Pernambuco 13 de julbode I85J.
O lecretario,
Antonio Ferreira d'Annunciavao'.
Clausulasespeciaes para a concluso das obras
do dteimo-oitavo lanco da estrada da Vic-
toria.
Primeira. As obras da concluio deste lauco
aerao lenas de conformidade com o orcainento
nesla dala apreseulado approvaco do Etm.
Sr. presidente da provincia na importancia de
2:R97/76!.
Segunda. O arrematante dar principio a el-
las obras no praio de um mei, e concluir no
de ire mezes. principiados a contar cada um
desle prazoi da dala, em que ie effectuar a ar-
remalaco.
TelCClra. A importancia desta arreinal.ua o
ser feita em duas preslacOei iguaei; a primei-
ra quando eitiver leilo anetade d*a obra! do
eu contracto, e a segunda quando estiver con-
cluidas lodas as obras.
(Juana, l'ara ludj mais que nao cstlver de-
terminado as preientea el.111sul.1s ubservar-
ae-ha o que dispoe a reapeilo a let provincial n.
-'Si, de 17 de maio de 1851.
Clausulas especiaes para a concluslo das obras
do vigesiuio-quario lauco da estrada da Vlc-
tnria-
I 11 -lien 1. As obrai da concluso deslc In,.'
ariofelUade conformidade com o orcamenlo
nesta dala apreseulado approvaco do Etm.
Sr. presidente da,provincia na importancia de
n.ii:Ci/S73. ,
Segunda. O arrematante dar principio a ca-
las obras no prazo de um iiirz. e concluir uo
de cinco mezei, piincipladoi a contar cada um
desle praioi da dala, eui que sealfectuar a ar-
rematado.
Terceira. O pagamento delta arreuiaiacao
era feito de conformidade com o dupodo no
artiio 39 da lei provincial o. 28b.
ia que oaoeitivcr de-
da ordem de Clirisio, eicrivode appellaco e
ignavos da relacao de Pernambuco, por Sua
Magcstadc o Imperador Constitucional, que
Dos guarde, etc.
Certilico a vista dos autos que menciona a
peticao relro, que Amonio Alves da Fouseca, e
I i-ii Marcellmo Alves ala Fonseca nao intervie-
r .111 nesse processo, pedindo vista ou faiendo
oppoiico de maneira alguma. Dou f, e aoi
inesinos autos me reporto
Deca ratjfies
liiincti de l'ci-nairtbuco.
0 conaelho do direr.rjSo declara quo
Recife 2 de agosto de I8ir.-Eicrevl e aisig- diacontos da semana que dajcorre de 2 .
Hecife em leiiac de 26 denovembro de 1851. -I neiAmonio Ignacio ds forres iiandelra. de agoato.conlinuam a ser qs de 6 por cenio
MUTILADO




o anno para letns a vencer at o flm Jo ou
tubro, e de 8 por cento t 6 meies ; sendo
o expediente pira os mesmo. descont. Usa
II horas da nunhSa as dus da Ufde. O
mesmo coo.elho resolveu, e fax certo os
senhore. .cconistas, que a ultiUU presta-
co de S5 por cento com que deconformi-
d.de com oa respectivos estatutos deveriam
entrar de 15 i SI do corrente, para a caixa
do Banco, fie transferida para occasiSo op-
portuna, que sera devidameute anounciada
por este mesmo Diario.
Deordeai dolllm.Sr. director geral da
instruccJIo publica Ciro saber a quein convipr
queS. El1, o Sr. presidente da provincia de
conformid.de como art. 4.* do reglamento
de 12 de maio do anno p p. houve por hem
de crear urna cadeira do instrucco prima-
ria do sexo masculino na freguezia da Ksca-
da e o praso para este concurso ser ato a
\ di 27 de setecnbro prximo. Directorio
gei.I 8S de julho do 1853 O amanuense
rchivist. Candido Euslaquio Ceiar de
Mello.
THE Al l0
BASES DO ESTATUTO.
DA
COMPANHU LUSITANA.
!. Seu fundo polo elevar-se. 400 contos,
em aCcO'S do 100,000 rs. cada utna.
2." Seu ni qualqucr navegacSo a vapor au
torisadi por decisao da ssembla ger.l.
$.* O interesse dos accionistas he limitado
ao numero das suas aceces.
4." Os accionistas dd fra do Porta serSo,
querendo ellos, representados por seus
procuradores, e devero ter correspou-
dent que por elles responda.
5. Os fundos da compendia serSo deposita-
dos n caixa do banco commercial.
6.* A ssembla geral sera composta dos 21
iii-imi i-s accionistas por cada 50 contos do
fundo effectivo.
7.0 A directo lie eleita pela assemblcs ge-
ral.
8 O conselho fiscal do lirado sortc.
9.* A direccSo so recobo um._modic.por-
centagem dos lucros condecidos.
10. A direccBo nao tom voto na approvacSo
das suas contas.
11. I'ormsr-so-ha um fundo de roserra, do
queexcedera ISporcnntode lucio, em
quanto isso fr nccess.rio para emanci-
par a comp.mliia do pagar promios de se-
guro ; e lornar-se sua propna segura lora.
12 A durac^o d romnanhia he ni I lini la,
em quanio a assembla geral n5o a deter-
minar.
13. Os estatutos aprrovados plo gover-
no. silo :Directores,Izidoro Marques Ro-
Irlgues, Eduardo Molar.Presidente da as-
' Pede-se ao senhor Flix Cvale mli dr
Albuquerque Mello, da cidade da Victoria,
le Ir ou mandar pagar o que ere ha mais
dedpusannos na praia da Boa-Vista n. 32,
do contrario veri seu noma sempre neste
Diario.
Aloga-s>um prelo monsilraen'e para
o servido do urna casa, que srja flel e nSo so
embriague : na ra das Cruzes n. 4.
.s !># t
6 Es' ontr.tada por venda a es do f. unan lar e solflo, na ra da Guian. -1
31, que foi da fallecida D. Mariana *
f Joaquina Pnss"donia defJezus, e boje %
dos seus h-rdoirn. : quem fe julgar #
| com diroilo a dita casa porqualquer 9
f? titulo quo seja, dirija-se. mesma ra !i
0 n. 40, para assim prevenir qualquer
en duvida. ?
3
Dentista americano,
D W. Biynon, cirurgiilo dootisU, conti-
na a oxercer a sua prollssao, fazendo to-
das as oporacOesque forein precisas de qual-
quer nal ireza, tanto por fra como na sua
residencia, onde pode .ir procurado a quol-
quer hora, na ra da Cruz no llecifo n. 7,
segundo andar.
Desapparocou da ra Augusta um no-
do preto, capado : quem o pegar lovo-oa
ine.na ra, ilefronleJa casa n. 17.
Recompensa-se com 5o,ooo.
No dia 21 do miz de julho, as 2 horas da
tarde, indo entregar na ra dos Acougui-
nhos moja arroba do assuctr. dahi fugio o
VUconlo do Castro Silva.' moleque l.oiz, creoulo.cscravode Jos Frau
,. -._ 1.___! ._! ni.-nn < I imm An i i.Im 1-1 AII Rltl (HUlCl
de Barros.
PROSPECTO
QUINTA FElftA 8 DE
AGOSTO.DEI832.
TERCEIRA IIEPRESENTAQaO !>0 CELEBRE |
MGICO ALI.KMAO
III lili AIIMMIEII.
Fsta representacSo so distinguir por urna
cofiec-flo'de rncenlos lolelr.mo.te no-1 J,.^; V^^Xcon
^tZtF&EBTS* o annuciado.!tosepe,o idioma, ... O,
, de urna queda, olhos vivos e pequeos, le-
ivou camisa de litoido e caigas de listras,
lun *au 'i tv i i -------- ------------------* r ,
mnosco pelos h.bi-i lesla perseguir nos termos da lei.a quom
os principacs moli -I quer que o tenha occullo, e por isso roga u
lea que se trata ago- todas as autoridades po_lici.es e caniUesde
do Eim. Sr. pre- ra de'desenvolver, oque oller
O preco dos bilhetes se-a .. '"""-<' TOqUeOggerlr.B a idea que....
Os espectculos princ.i tarS i as 8 horas da m d a\erece dMl j.jas campo, a captura delle, levando-o o ra l)i-
noile.depois da Chegada do b.m. Sr. pre- _,___,_, plr, ambos os paize.9, que ella reita n. 76, em casa de Joaquim Anlun. da
idffntnilBrn^ovmcia ^ |.....^ mnjs preieiide ligar ente si; proporcionan- Silva, que recebera a recompensa cima.
m^^mT^^^\rZ~..;,,* do a rargas o a nassageiros meios de trans- Ama de leile
AVISOS maritllTiOS. ,c conimoj0:1 e rbidos. Na EsUncia. dtfronte do sitio do sendo'
. ------------------------------------------ para isso s-r ex quivel lio in li5pensavel C.-d.o*u Ayres, aluge-so urna ama do lene
--Freti-se para algum des por os do ie-la B 1J4((,jn ,le d,IS barco, belices, dollo qu.i nao soja esc-ava, para criar urna r.'cem-
diterraneo, ou para - (|(i 6,m 8(jn ,n,|,j,Si c con) yoloci lado nascida.
eunajiesranhola Amia da lote da 20 lone- Je ,0 tni|h)S p()r hora_ (|e sorte qne e(Tec_ .. Jos lU uclii Paranhos emliarc para
ladas ; a quem convier pode dingir-se ao i ,uajj(,m tr,j,.C| ,lo porto ,,ar, c u, c im fra da prufiocia, o S'-u cscravo creoulu, de
criptoiio de Jlo Pinto do Lemos limo .ascomi,, t ..,i8JesCj|as, na i la e volla por nomo Sovmino.
lisboa, Madeira.S. Vrenle de Cabo-verde, -- D. Mana B- Pernambuco e Bahia, dentro do p'aso de 58 Jsneiro, levando em sua compandis, i;s t.u.
si a fa/.er sahir um e.eravo*, Jos, par lo; Policarpo, Jos, Se-
Os senhorci JoSj Chinaco
Fernamles Cavalcante, A ntonio Jo-
si) (ioclho de Barros Wan.lerley,
Elias Coellio de Barro VVander-
ley : queiraai mandar a ruu larga
do jHosario pagar a quem nao
ignoram* de diversos gneros e fi-
xcnds8,lemljrando-se que essa pes-
soi nao he seu pai para llie dar
de comer e vestir.
OSr. Jos Cirilio Correia, morador no
engenho Pintos, queira mandar pagar 5,760
rs., quo dev, da tres anuos, na ra do Quei-
mado, I ijh n. II.
Precisa-se de urna ama, que no touha
menos de 50annos,o de um criado,que deem
informagOes das suas conductas : no aterro
da Boa Vista n, 49.
Tondn-sedesoiicaminhido do poder do
abaixo assignado, urna letra da quantia dr
284,OJO rs ecceita peloSr. capilSii Manoel
Antonio Fernandes Moura, morador n"j Po-
dras do Fogo : roga-se a pe.(0. quo a live
achado de a entregar ao mesmo Sr CpllSu
Manoel Antonio, ou ao abaixo assignado ,
na ra Imperial n. 31, visto j se arhar pre-
ven! lo o actual de a n.Tu pagar, caso Ido so-
ja p.ir alguom apresentida.--Izidorio Iti-
beiro Campos.
Manoel l.uiz GonQalves embarca para o
Rio de Janeiro, o seu Mer.TO par lo, de no-
me Plllppa, de 30 anuos.
uesu;ipareceu ou fjrUrnm na prei-amar
no dia 2 do correle, do caes do Cullegio,
urna canoa nova de 45 palmos de cumplido,
o 3 de largo, e o beque arrbenla io : quem
a trouxer ao abaixo essignado, no caes do
llamos ao p do aimazcm de sola, sera'bem
recoinpensaJo. -J.^ da Silva Morgira.
ra do Torres n. 14.
Para a Batva
Bebe com presteza do coslume a vclei-
la eja bem conheclda escuna brasileira Ade-
side : quem nella quizrr carregar, queira da mez, demorando-s
ra da Cadeia do Recito n. 23,
das, habilitando a emprrs
barco do Rio eoulro do Coto, urna vez c- bastUo, e Tbereai, creoulos, e
do8e9dias em asi- parda,
bos estes portos, e uos outros s o lempo Francisco Cocido di Silva relira-se pa-
preciso para receber refrescos e carvlo. rs o Rio de Janeiro, levando cm .u.com-
Ja h immenso o numero de passigeiros pauhia.os seus escravos, Constantino, An-
qun aunaluiente vSo do Porto ao Rio, a Ionio, o Roza, craoulns, oJolo, pardo,
accrcscenlando-lhes ns quo embarcan! cm --A Sr". Francisca Mana de Oiivci'ajMi-
Lisboa, ninguem laxar do immoderado o r.n la relirj-se p-ira franca levando em sua
calculo de 150 a 80 pass>geiros, por va- companiiia seu lilhode m-nor ida le.
gem ao Rio, o 60 no regresso, quando con- -- A quem fallar urna trave bastante gros-
tiuuamonles do Porto e>taosibinlo mui- s, ilirlje-.. roa larga do Rox.no padari
lasiMiibarca(;0S quo levam de 300 a 500 n. 18, q>ie dan lo os sigues cerlos loe serii
passageiros cada urna, por prec,os iguaes, e entregue,
lalvez com menos co nmodos do quo esta Percisn-so de un menino de 12a 14 an-
empresa se propOe s fazc-lo. nos que escr'va bem, dcstes chegadn ulli-
l)e certo sempre hsvera carga tanto na ida mmente do Porto uira c.ixeirn de luja de
como no regr-'SS), por issO que o premio de miude/as na ra larga do Razirio armazom
seuuro mais favoravel por embarcacues mo- d. loUC. O. 28, se dir precisa,
vidas a vapor, c a maio- rapidez dos rotor- -- os derdeiros de Jo- Joaquim de Mis-
nos, mui conveniente a Iransacces mer- quita, em consequencia da dilliciilJ.de que
--"compiihia dos vapores Anglo-Brizi-'canlis, compensara qualquer pequea maio- ha em encontrar eai casa os devedore. da
leiros avisamao publico quo nsolvcu dil- ria de Trole que se exija. eilinli lojido inesuio linado : rogm aus
fenr. partida annunciada do vapor (.leo- Fiados nestas bases, lizeram-se os se- me.iao.devodore.de no preso d- 15 das
paira at que se realise o fabrico dos ouln.s guintea ealculoa: pagaren! seusdebUo, pra cuju flm so de-
vapoiesda mesma linda, par eslabelecer Cusi de dous vapores, com capacidale verlo dirijir a segunda loja n 18, daruiuo
coin reeularidade logo uiua carreira raen- pira 15 das do carvno,3'>0 toneladas de car- Queiinado, sob pena de screm excutados,
ga; 500 passigeiros chmalos de onvez o nSo pagando seus dbitos no praso mar-
100 i assageiro do I.* o 2." cUs- ca lo.
so: Ib. 30,000 Rs. 135 000,000 -Oabaixo assignado faz oulilico quo da
dirigir-se .
ou a do Trapiche Novo n. 16, segundo an-
dar.
Para, Cear e Maranliao.
O brigueescuna nacional Lui-
r, recebe carga e passageiros :
Irata-se com o consignatario .1. B.
da Fonseca Jnior, na rna do vi-
gario n. a3, ou com o capilao na
pra?a.
Para Parahyba saho por to I. esta se-
mana o hiate brasileiro Paquete, por ter a
inaior parle da carga engajada ; para o res-
to trata-se com o mestre Joo Pereira da Sil-
va, ou na iravessa do Vigario n 3.
sal, por isso a mesma embarcarlo emprc-
garse-ha no intervallo em urna viagem pa-
ra Australia.
-- Para Aracaty labe imprelerivelmenta
no dia 10 de agosto a escuna Tentadora ; pa-
ra alguma carg e passageiros trati-se na
ra da Cadeia do Recife o. 4, segundo an-
dar.
para o Aracaty,
seguo imprelerivelmente, no dia 10 de agos-
to, o hiate nacional Ligeiro, por ter sen
carregamento qutsi completo; para o resto
o passagoiros, tmta-se na ra do Vigario
O. 5.
Cear, Maranhao e rara,
Destina-se a aquclles ,'oitos, o
lirigue escuna nacional Graciosa
quem no mesmo quizer c-irregar ,
ou ir de passagem, dirija-se ao
consignatario J. <3. da r'onseca J-
nior, na ra do Vigario n. a3, ou
ao capitSo Jos Maria da Silva
Porto, na praca.
JLeilao.
Bruno Pracger & Comp.nlna farlo le
13o por intervenclo do gente Oliveira.de
grande variedade de fazendas Ira ucezas.suis-
sas e alemSes, as mais propnasdo mer-
cado l qu.irta-leira, 4 do corrente, as 10 ho-
ras da maiih.la, no seu armazem, na ra da
Cruz. A nova Arma supra, succ^ssora do.
Sdnhores Kalkmaun Irmius, espera lo la a
henevoleiicia dos freguezes, que foram des-
t> cas*.
Miguel Cirneiro, fsr leilSo no dia
quinta-feira, ido corrente, ao maio di. em
ponto, no seu armazem na ra do Trapiche
n. 38, de urna por(lo de livros historeos,
e outros diverso, .ulero mui ioteressanles,
assim como qu.dros com esl.mp'S, sendo
de santidades, personagens, pai-agens, etc
Avisos diversos.
UITerece-se um mo90 Lrasi-
eiro, para lazera esdituracao em
bualquer estabelecimento nesta ,
ni em outra praca ; tambem para
caixeiro de cobran5as, administiar
engenhos, ou casas de negocio nu
mato, prometiendo tudo desem-
penhar da melhor forma, por isso
que tcn bastante pratica dando
Jiador a sua conducta : na ra di
Kangel n. 36, segundo andar.
Supremaca do papa.
Est cencluir-se impresslo desta im-
portante obra do aenhor I). I. Moieno, n.
typographi. rommercial, e venJe-se na li-
vr.ria da ra do Collegio n. 20, onde se re-
cebem asaignaturas 3,000 rs. cad exem-
pl.r brux*do, e eucadernado 4,000 r..
Antonio Jos Rodrigues da Cunta, faz
scienle ao re.peit.vel publico, que d. dala
deale em ianto, ...im se lie. assignando,
visto ter app.recido outro de nome Antonio
Jos Rodrigues,igual a a.signatura quedan-
tes usava.
-- Luiz Gome. Ferrein, emb.rc. para o
.lio de Janeiro o escr.vo, creoulo, de nome
,.uiz, perleuceute Jos Copes Pereir. Ba-
bia.
VelociJade de 10 milhas por hora
Computo da
RECEITA L DESPESA.
Roceita :
(150 passageiros de convez a
24,000
25 diios de re e 2.' cmara a
60,000
100 louclladas de carga a
6,000
Passageiros do Porlo a Lis-
boi, do Lisboa a Mad-ira
e todos os outros poitos
Intermedios
Excessos de bigagens o en-
couiuiendcs
Carlas a 150 rs. a on^a
o
3
o o
a (-
s ?
o -
Rs.
EncomroonJas e n iudez.1 na
viagem
.2 [40 panageiros de 3.' classe
30,000
25 ditos de 2 65,000
25 ditos del.' 120,000
300 toneladas do carga a
12,000
lis.
Despe/.a corrente.
Soldadas 639,000 por mez
Comedorias
Gastos de portos, ida e volla
Combuslivel
Agencias
Miudezas imprevistas, azoile,
cebo, ele.
Lucro de cada viagem Rs.
Portanto, fazendo cada barco
s- is viagens, s3o 12, que
produzem Rs.
Do quo te ilove abaler :
Deterlor.fBo annu'l Sporccnio
Premio de seguro 6 por cont
600,000
8:300,000
300,000
1:200,000
1:62 i,001)
3:000,000
3:600.000
18.025,000
1 278,000
3:961,000
1:2O0,000
3826,000
400,000
200 000
7:161.000
85:922,000
10:800,000
8:100,000
Mocda forle Rs. 67.022,000
ObservacOes.
O prcQO do caivo foi calculado por loda
a viagem, seni ittencSo as occasioes em
que o barco lolesse empregar o veame,
pela que se devena abater i,;i parle pelo
menos), e a razio de 27,000 rs. lunes, a to-
nelada, quando seu custo regular he do 15
a 18,000 rs
As comedorias dos passageiros sao cal-
culadas
classe 3.' 1 e 2."
Na ida 6,400 24,000 por 40 dias.
3' 2" I."
Na volta IO,O00-2t,O0O-4O 000
As embarcares tero a bordo um facul-
tativo.
As pessoas que quizerem tomar parte
nesta interessanle companbia poJciSodiri-
gii-se com a precisa brevidade o abaixo cs-
signado, na ra do Trapiche n. 26, encare-
gado pela diiecefio, para acceitar as assig-
naturas, eaonde patentear. lodos os escla-
lecimentos, e o estado de vida lisongeiro
as duas cidades de Lisboa e Porlo.
Manoel Duarle Rodrigues.
O enhor Jos Joaquim Theolonio de
Mello, senhor do engenho Souza, ou algu-
ma peh.oa pelo mesmo, quena apparecar na
ru. do Ar.gSo n. 96, negocio de intoresso.
dati deste emvantedcixou de vender es-
cravos, e ao niesnio lempo da muito agra-
docimenlo ao Sr. Ignacio dos Santos Soares
e a seuhora sua mana a IIIm *Si*. I). Mara
Sulia dos Santos Sazes Vioira, gampre a cti-
li in^a que del o fazii no Jilo negocio, o of-
3:600,000 ereco o .:u poucu preslini ) o servigos na
comniarca de Caruart'i para onde so rcli-
1:500,000 ra Antonio Jos Pereira
a margem da estada da Victoria, no lu-
1:800,000 .r Peres,lia para se vender 2 sitios um rom
casa e cocheir. de lijlo e cal, tu lo bem
construido e con suflicienles commodos ;
' tem jardlm e pomar oompo.lo de dferentes
500,000 fruleirss, como sejam laraiijeira limeiras,
Ijaqueiras, iningueirus, figueiras, fruta piles,
300,000 fapuiiseiriis.piideiras.parreiraSib.inaneiras,
* macaes 600 ps de abacaxis, muitos dos
quaes com Iructos.e outros muitos diversos
arvoredos, que >o deixam de declarar para
nao tornar esleannunciomais extenso; len-
do planta de capun e terreno para outras
plauUcOes. Outioa pouca distancia,tem ca-
sa de taips, o rancho ;ra Comhoairos, boa
planli de capim para iovorno everfio,alguns
arvoredos, e oulras plantas e arraujos que
com a vista melhor se conhecera : ambos
lee nagua o no para binho. O lugar he mui-
to sidiu e aprazivel e perto da praca : a es-
trada hepropria para qualquer negocio,alom
dos quo aln s i usam por sor a mais commer-
ci da da protinc a E>les sillos quo servem
de recreio o convenieoci i desoja-se vendar
j ni1 .,('o-.-.un muito meihnr negocio e mili-
to mais favoravel ser locomi-radoi; to lavia
senilose poler assim se re.lisar lalvez Sd re-
solva vender separado. Os prelendentes di-
rijam-se .0. referidos sitios.
Precisa-s* de un,, ama, escrava ou for-
ra, que saiba cngoinmar eozinhar, para
0 servido de pouca familia ; no paloo do
Canil i n. 10.
Precisa-., de um cslriliciio, forro, de
boa conduela ; na ra da Aorora, casi do
Sr. Elias BautUta da Silva.
Arromalaco de po'COS.
Ilojc pelas quatro horas da tarde, na ra
das Larsngeiras, seiflo ariemalailos os por-
cos a.iprchondi ;ot na f'cituezia de Santo
Antonio, pelo respectivo fiscal
Roga-se sos seniores vendedores de
bilhctes das loteras do Rio de Janeiro, de
nao fazerem Irniisaccau alguma com obi-
Ihule n 1429, da pnin ira lotera concedi-
da a lienelicio da irmandace do Sacramento
da cidade de MaC/i. raso saia o dito bilhc-
te premiado, o qu.l foi perdido na Parahy-
ba por seu dono, o reverendsimo Sr. Jos
Antonio Lopes daSilveira.
-- Desappareceram na noite do dia 2 d i
corrente os moleques Lniz, Zacaras, de
idade pouco mais ou menos do 18 anuos,
estatura legular, bem felo de corpo. O
1 ni', quando faila troca a vista e tem urna
marca de chicle as costa.; levaram um.
trouxi que continha um capote do soldado,
caifa de merm preto, urna dita ue brim
ti'.nco, chapeo preto : roga-se as autorida-
des policaes, capitles de campo ou qual-
quer pes.oa, que os prendam ou facam
prender ,e leva-las Ra Nova, na venda de
Antonio Ferreua Lima N., ou a seu seuhor,
na passagem da Magdalena, Domingos Jos
Martin-, que serao generosamente recom-
pensado.
-- ,\,i ra do Caldeieiro n. 42, foi aprecn-
dlda urna faca de meza, com o Cibodepra-
la : quem for o seu dono appsreca, que I he
ser entregue, dando o sigual crio, e s
tem de pagaras despezas do annuocio.
.Mil-Linea (le e-I abeleei ment.
J Jos Luu Guai ic i tem a honra de fa-
t^ zer scienlo ao respeilavel publico, e
benignos fre- J
K guozes.quo transferio a fabrica e I j i ,ij
@ de chapeos que tinha na ra Nova n. )
-.' 52, confronte a coedeira do senhor s)
Adolpdo, para a mesma ron n. 4,jun- $
loa loja do senhor A. f.olomhiez, on- 4
de eslara sempre ro'iinto a fazer 11- !)
dos os esforr;os pan bem servir 9
V quem se dignar do o honrr com a sua
' eollli ilie.i, ele. 4
Antonio Jos RoJngnes da Cmilia, faz
sciente. lodosos credores da llr.na do Cu-
nhi fi Marti ns, que to n apartado a SOCleda-
de que tinha na venda da Iravessa da i ua das
Cruzes n. 10, e por isso rc.poos.vol to lus
os crelores, com quem os senhores se de-
ven entender, e para constar faz o presente
annuncio.
Jos Joaquim llibeiro, morador no lu-
g Parahiba lo Norte, deve a umapossoa des-
ta praca urna letra da quantia de 202,760
is que com os juros de dous por cento
ao mez, no praso de. 18 aunes, anda di-
ta divida en 1:078,610 rs., sabe-so de certo
quo o dilo devudor so arha e n muito bom
i'-l-ilo de fortuna, eilabolecido n -i|ii II- lu-
g o transporta bstanla porces cm baleas pa-
ra esta praca. O prepiiotario da dita leltra
faz tolo e quJ | ier egocio rom quem pre
ten ler DegoCi.-l., o. pielciidenles dirijan-
se a luado Vigario, sobrado n. 20, segundo
andar.
Participa-se ao Sr. Jos Luiz do Lima
Andrade, lavrador do engenho Santa Rita,
que no da 2' do .unanle, as 6 horas da lar-
de, appareceu um |.u cscravo, de nome Za-
caras, "ii curan (i senhor para couipra-lo,
o como o dito escravo, dissesso queandava
fgido, o abaiao assignado rvcoldeu-o em
sua casn, para o dilo senhor cima o vir bus-
car em quanto antes; nao hondo oabaixo
assignado responsavel pela fuga, morte, ou
uutro qualquer acdenlo que poss. aconle-
c-r no dito escravo. Recife 26 de juilio de
1852. Francisco Mathias Pereira da Cosa
Dasej.-se saber com urgencia e certe-
za, se anda existe Rosa Mara dn Lima, ca-
sada com o porluguez Joo Francisco Feria-
do, lilba que loi da pa-da clara, llosa Mana
de JezusedoJos Velloso Monlciro, branco,
solteiro, que dando haixa desoldado appli-
cou-sc a cnsinar meninos. Teve ella um ir-
mao de no i e Florenlmo Velloso Mouteiro
Accioly lol ni de Moura da Fonseca, e foram
moiaioresem Nazaretli, Cabo de Santo A-
goslinho : quem della souber e -lor noticia
^e poder enlend-r na ra do Vigario, casa
n. 7.
Aos dentes.
J. Luu dentista, noticia ao publico que
continua a por denles aniliciaes do porce-
lana incorrupliveis; oannunciaiiteencheita
do um ou todos se fr preciso, asseverendo
alodasas pessoas que se quizerem ut i I isa r do
su prestimo, quo nao exige paga alguma
nao lien lo os deules 13o be n culluc. los
que nao so possa diireren-ar dos proprios
naturaes.podendo-se mastigar qualquer co-
m'da sem seulir a menor Sur uem receio
Jo os quebrar, l.-mbem calsa os dentes na-
turaes furalos da caria com ou-o uu prala,
prevenindo assim a eootinu.clo da caria e
drese mesmo evitando por essa lrma de
passar a caria dos denles Turados para os
outros silos, como bem,.limp. os denles em
geral, tirando as carias ou pedrasquo tanto
os damnifica e coopera para o mao aliloda
bocea nao sendo lirado; lia dez anuos que
o aiinunciaiilo exerce sua prulissno nesta
cidade, c os inultos cernidos que tem dado
nesse longo lempo ser quanto basta para
garantir sua residencia na ra Nova n. 19,
primcirn andar.
Teudo na tarde do 29 do corrente, voa-
do do sobrado de dous andares, da ruadas
Flores, para a mesma ra, urna Garana
muito mansa, e nao se echando apesar de
ter sido procurada immedialamente, peda-
je a que n a apanhou, ou a quem f.- Oere-
cida para comprar, que a leve a menciona-
da casa, que sera recompensado generosa-
mente
-Desapparoceu no dia 5 de julio, da Pas-
sagem da lag Jalona, um miilalinho, de li-
me Caetano, de 14 annos de idade pouco
mais, ou menos, lendo os sign.e. segoin-
tes: cabellos estirados, rosto redondo c
com alguma. .arda., DiH.u e ios bastante.
pequeos : rocomniJtida-se a polica c
loas Pinas de cores, tudo por commodo pre-
qo, como he do costuoie no 39 A.
Acham-.o nome. los e contratado, p.ra
I 'ccl inarem no collegio, Santo Alfonso, o-
enhores dootore. Innocencio Serfico do
\.si* Carv ilho.profe.sor de rhelodca do col-
legio da. rtes, as cedrina de geographia
a rhet irica ; e Antonio Pedro de Fgueiredo,
prufessor de lingos nacionel do lyceu, as
le inglcz, p'iilosoi'hia e geometra : ss pes-
sias quo se quizerem matricular em qual-
quer destas aulas,poJom dirigir-se ao direc-
tor respectivo no mencin do collegio, por
juanlo tem OM.do nestas materias, o en-
dino particular daquellcs dous professores
em suas casas.
11 TIL I, I) A BA.URA.
RA DO TRAPICHE N.* 2.
Com a enl'ada | ola ra dos Tanoeiros.
Este estabelecimento, cujo asseio eexccl-
lente cosinhoiro lem-no lomado recom-
mcndavel sob directo de seu ropri-ts-
no, o Sr, P Garr la, tora de passar no dia
l. de agosto prximo, a novo proprieta-
rio, sob a ilenominac,6o de -- HOTEL DA
BARRA e flianca-se, que se ernpregarao
as precisas diligencias, allm de que as pes-
soas que o honraron! sejam completamente
bem servidas : aos senhoros assignantes,
quo toncionarem continuar, roga-se-lhcs a
bondade de o cmninunicar, na ra da Cruz,
armazem n. 13, al o da 31 do c irrente.
Os abaixo assignados fazem scienlo ,
que ninguem poder, contratar negocio com
a meiafilo d. casa n. 45, da ru. da doria,
sem quo se antond.m c >m os abaixo as-
signados. -- Bernardino de Almei.la Ferrei-
r, Grigo'io d Cosa Monteiro, Jorge da
Costa Monteiro, Joaquim Suteno de Farias,
e Sabino llenrique Lins.
Recebem-se do commif.So, [compram-
sa o veudem-se escravos : na ra das La-
rangeiras n. II, segn lo an lar.
Jlo Mepomucno Barroco, adiando se
subestibelecido como procurador bastante
le lo-. lo i! euro eJonquim Jos, sublllos
poiluRoeze., nicos e unlver.ae. herleiro
do fal ecido Antonio Jos Guimaiae. ( de
Timbahuba, (az publico, qu> est-s herdeiros
se acham Intan lo de suas liihililac,des pe-
ranleo jnizo >ius orphaus e ausenles escii-
vio Vaiconeelloe.
i'rccisa-so alugnr urna preta escrav.
que suba engonimar hem: na ra do oi-
i ,1o da Matriz da Roa Vista n. 4.
lu:. .- seuhora Viuva de Joaquim
Manoel te Oliveira, quo foi em pregado lio
consulado provincial, haja a bem de sen in-
teresse mandar ao passnin Publico, loja n,
II, de Klrmiano Jos Rodrigues Ferreir.,
para cnncloir o negocio da eacrava, quelnc
foi da la om bypolbeca, cuja escr iva se aci.
anda cm poder .a mesma sendera Viuva ,
com quem ninguem a po lora negociar, por
ser o nico bem que o mesmo fallecido pos-
sua.
Al'iga-so o tereciro andar do sobrado
di pra?a l.i Boa Visla. muito f csco, excel-
entes vistas e grandes commodos para qual-
quer familia : no armazem da ra Nov
n. 67.
Ile.apparcceu no dia ai do
passado mez um cabra de nome
tntonio que representa ler 3o
annos de idade, altura regular,
bem feito do corpo, pes pequeos,
be aleijado do braco direilo ao p
da muiilieca, proveniente le leri-
nicnto d'arma de fogo, e tem todos
os costunies e (ala do mato. Ete
cabra M lurtado cm 183.*), e an-
dn pelo serlao cm varios lugares,
como fossetn iacho do bangue,
Brejo de Bananeiras e Catle at
i85s, em queveio para esta cida-
de para o poder de seu senhoro
abaixo assignado; roga-se por-
tanto as autoridades poiiciaes e ca-
pilaes de campo a captura do mes-
mo, e mandar entregar na ra dosj
Pires na Boa-Vista u. jfj, que sci
recompensar generosamente. j
Manoel Joaquim Carneiro Leal.i
-- ij i''iii iichou urna cata dirigida por M.
I. Aire, ao senhor A. J. de Oliveira,em 29 do
corrente mez de julho, o i o esle respon Ji-
egedamuitograndes. 2,000 rs., ditos de
qu.dro 1,410 rs., lenca), de r.mbr.ia bor-
dados para nios le seuhora o meninas a
200 rs., dito, de chitas linos omitando a se-
da a 320 rs., challes do 19 e seda a 4,000, o
5 000 rs. fazenda superior, casemira de al-
godao 320 rs. o covado, cambraia. liza,
de 10 vara, a 1,800 rs coi ti s decassa chitas
a 1,200r.., riscados francezes. 210 rs. o co-
lado, pannos lino, de tolas as cores de 4,000
at 6,000 I--..C-.-,.-nii .-> pretas superior 2,800
res merino preto superior a 3,000, 3,400,
a 3,800 rs. o covado, setim mucau o corte a
3,Su0 rs,, cortos de ve>tido de seda, a 12,000
a 15,000 rs. oco't", brim de cores de puro
Mullo a 1,500, 1,200, e 1,000 rs. vara, cor-
tes de coletea de fuslOes dn cores a 640 rs.,
m idapuuie rntrelinos a 3,000 3,500, e 3,800
rs., o i.l :i iiuili-- fazendas que sevendn-
rAo a diiihciroa vista e presos que agrada-
ran aos compradores.
Moflidas patente.
Acabat. da cliegar moenJa. e meia m mu
das de varios tamaitos da patente de A a
K. do Mornay em casa de Itolhe e llidoulac,
ra do Trapicho n. 12, aonde lamben) e
achara arados de forro do molelo maisap-
prova lo para a plantario da canoa. Estes
arados s3o construidos na fabrica mais ac-
credilada em Inglaterra e coutem vantagens
sbreos outros arados.taulo no seu arranjo
como na sua durnclo.
--Vendem-so 12 escravos, sendo 1 linda
negrinhs creoula, recolhula, do idade 15 au -
dos, cozo bem ; I ptimo molequi de id.de
14 nnos ; 1 dito de Hade 16 anuos, com'
principio de cu/i nba ; I dito de idade 15 an-
nos, ambos cieouln.; 6 escravos do tolo
servido ; 3 escravascozuilian e lavam silo
quilandefras : na ra Direiti n. 3.
Ven le-sc um cavallo muito forle, quo
apenas comee a segunda muda, o barato:
uo lo o o menor achaque ou unnh. : na
Estancia, defronlc do sitio do senhor Cer-
doso Ayres.
Vnnde-se um prelo, bom canoeiro -
boiteleiro, pelo prec-o do 350,000 r. : n.
praca da Independe acia u. 37 o 30.
Vendeui-S', a diuhou'o, saecas comfa-
rinhi, 2,000 rs.; caixa. com as melilotos
volas do carnauba, viudas do Cear, a 111,000
rs. a arroba ; caisns para rap, que parecern
de tartaruga; esleirs muito grande. ; una
boa marca de G00 mcios de sola, muito gros-
sa, paia I -cliar contas : na ra da Cruz do
lie u o n. 33 armazem de Luiz Jos de Sa
Araujo.
Vpnie so um roquete rico e urna los-
illa lo la de ronda, muito em tonta : na rua
da 1.1 ia do Reeife n. 3.
-- Vndese um negro inuilo ..dio, do bo-
nita lisura, c enlende do pe Ireiro : ua rua
do Livra nenio, venda n. 38.
Lot'Tia de Nossa Senhora do Rozario.
Na casa da Fortuna, rua liireita n. 7. e ul
pra^a da Independencia, loja do Sr. Fortu-
nato, Millo a venia nilhctos e cautelas des-
ta lotera, elijas rodas breve tora osetiiu-
faliivel i. n lamento.
Ri I bates 8,000
Meios 4.CC0
ilua" is 2,200
Dcimos 1,0)0
Vigsimo. 500
-- Na travesea da Madre de Hooi, arma-
zbiii n. 5, ven le-se batatas a 700 rs. a ano-
lia ; hol.rbiob.a da araruta a i,501 rs a la-
la ; farinba do mandioca a 2,000 rs. a saca.
Ven le-sc una rica redo de palha toda
feila de rcnl, com f-rnjis de panno e
fabricada no Para : quem a pretender diii-
ja-se rua da lu.ua de S. Hila Nova, sobra-
do da quina quo olln paria nheira,; ua
mesma rasa se. vendoni dous ralojios do pin-
ta a moderna t |.or prec,o coinmoJo.
Lotera da matriz da Boa-Vista.
aos io ooos e 5:ooos DEBS.
O cautelista Salustiano de A-
quino lerreira avisa ao re.-peita-
vel publico, que as suas mu afor-
tunadas cautelas da lolcria da ma-
triz da Bo Vista, estao expostas
a venda na praca da Independen-
cia n. 4) leja de miudezas de tor-
tunato Pereira da fonseca bastos;
n. i3 e
iunlcs ,
do de 'mo c (.,oni|i inliia c na
rua da Cadeia do liccife n. 4' ,
i'j, loja de cacado do A-
i. 'i-j e 3g, loja de calca-
n 4992, oum quarloden. 3787 da decima loja de miudezas de Jos l'orltllia-
quinla lotera do Rio de Janeiro a licnelicio (0 dos Santos 1'oi'tO.
las casas do cari lado, a qual loi perdida lio ,v c
mesmo da 30 pela una llorada larde, qus-1 yuartos 3,0c
Quintos
ra aiinunciar a sua moradi para ser procu-
rado, ou man lar entrega-la na casa n. 6,do-
fronle do trapicne novo ao mesmo Alves, o
qual propiamente eral (icar o adalo
Alugam-sc e vendem-so bisas im 9
praca da Independencia 11 10, con- J8
f fronte a rua das Cruzes. a)
-- Altiga-so o 1 1111 euo andar do sobrado
n. 74 da rua do Pilar : a tratar na mesma
rua, venda n. 86.
Aluga s 1 um moleque, de 11 annos de
idade: na 111a do Livramnto n I, Na mes-
ma casa lava-se e engoiniiia-se, por pre^o
commodo.
Vi rua Imperial 11. 165, precisa-se de 4
ofliciae de charuteiros.___________________
anui'ar.cjT" ~ >**^rz^z_^3_szjLjjam
--Compra-se um caxorro bom de caca
para ap.uhar lats, proas, ou outros l.ne-
3,100
Dcimo. 1,100
Vigsimos (ioo
Vende-se tuna niobilia com
algun uso, para casa de grande
l.iui i I ta 011 em pecas separadas a
vontade do comprador, con.si.slin-
'o em cadeir.18, bancas de sala c
mesas, assim como dejantar, um
grande espclho com trem e um
berco com cobert, sof comma-
das c marquezas, he quasi tudo de
angico ejacarand: na rua da Ca-
deia do bairro de S. Antonio, se-
gundo andar da casa n. a5.
-- Vonde-se a taberna da rua das Cruzes
n. I : a tratar com o seu dono Jos Pinto do
lunl s bichos ; quem o liver, e quizer ven- : Oliveira, na mesma.
der, o pode levar estrada dos alliiclu. pri-i --Vende-so urna preta moi;a, que cosi-
meiro sitio do lado direilo, a fallar coui Jo-i nha, lava e vendo; na rua larga do Rozario,
loja n. 35.
Vendem-se mantas do Ia c seda, para
senhora, a 2,000 rs. : na rua do Crespo, lo-
ja 11. 12.
-- Na rua do Amorim 11. 35, vende se su-
bo da ierra, pur proco commodo.
Veude-so um piano, cm bom oslado
so Sapurili, que Iho dii quem precisa.
Compram-se douscaixes qun sirvam
para deposito de bolacha, e urna balanca
-1 an 1 com torno do pesos: na rua das dn
co Ponas n 112, ou 00 paleo do terco, loja
de cera n. 135.
Procisa-se comprar um escravo, creou-
o, mofo e de bonita ligu'a, sem vicios nom 'e por commodo prego : na rua de llorlas
achaques, que si-ja perito ollicial de marci- o.21.
neiro paga se hem : na rua do Collegio n.4. j Rap Paulo Co'deiro, a 1,360 rs. a libra.
-- Compra-so, para una cncomitiniidn, j Vende-se na rua do i,iu -iui i 'o loja do
aeros da enuinuiclua de Rehuido, a 49,000; Joaquim l'en i'.i A''au o 1, ,1 11 1 .i 11. 51.
na rua do Crespo n. 3, o lado do arco de Mi rua la Cruz n. 51, vende-se urna es-
qualquer pirticuli-r, que delle livor noli- s,|ll() Anlon. 'crava de mcilo, moca, propria para o servi-
c a, de dliigir-ie a rua do Vigauo n. |l, _, Compram-so duasescravascrooulas ou 50 de campo, ou de rua, sem achaques, por
1 u pardas do 12 a 20 anuos, tendo boas liguras preco commoio.
Sentido! 3y A he80 pedo riozazio pagam-sobem :na rua Novan. 16. Deveres dos homens.
dcSanto Antonio. -- Comjr..*e um. erroee do cavallo Von,,e.se flsle compendio pprov.de pa-
Q^em temandou este doce. Pergunlava em bom uso : n. rua_di.Tr. 8be n.g. r. ., ,u< rimrl-s. impresso om letras
pm 'ima mesa
quera ranp.re Ta^lm^
and,, esteduce Perguntava" ""..^iu'vV, ^ f o.Uo do "' f^S^M^ de!
.'_____ ., 1,...............__:' qualldadcs de ferros velhos e mct.e.de to- ..!... ,n ranna In carre.ir.. coi
informado. Carissimos icitores.sendo o hos-
(10,l meu amigo,co:nmunicou-mo o quo ro-
alo cima, o eu para quo o respeilavel pu-
blico possa apreciar a ba qualidade e dar
crdito a sinecridade com que Iho fallo, os
convido a quo venham antes quo se acabe,
juntamente a muito acreditada bolachinla
do araruta,biscuit iiihos,fallas, e outras mul-
tas qualidades, como sejam am >n loas con -
faltad*, n. Ierra,buliiibos fnncezes a amen-
Compram-se escravos
xos, do bonitas (guras, de 10 a 25 annos,
tauto p.ra provincia como para fra, pa-
gam-se bem : naruadaCacimban.il, on
de morou o finado vigario do Itecife.
V eudas.
iNo l'asseio Publico loja ti. 11.
Vendem-.e challes de IS entilando .
II
muito possanie, pelo preco de 350,000 rs. :
alias da matriz dallo. Vista n.21, se dir
quem vende.
Vende-se urna casa de podra e cal, com
grande sitio foreiro, a casa tem duas cama-
nnlias, duas salas e cosinba, casa pai. re-
colher as vareas ; o sitio tom urna planta du
capim, que sustenta tres c iva I los todo o au-
no, epaslo par. doze v.ccas: a tralar na Pi-
r.ng. em casa de Antouio Pereir. d. Costa.


i


Moinhos de vento
don bombas de repuxo par regrar hurlas
ebiixasdreaplm oaTundicSode l>. W. Rov
man: na ra do Urum ns.6,8e 10.
ARADOS AMERICANOS.
Vendem-se arados ame- 4
ricanos, chegados dos Esta-
dos Unidos, pelo barato pre-
1 50 de 40,000 rs. cada um: na J
J| na do Trapiche n, 8. *.
*t**>9Hf>ti0i>3S&<999&9
Deposito de No armazem da ra da Cadeia
loltecife n. 12, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
an como potassa chegada ltima-
mente, a precos muito rasoaveis.
Armazcm de vinhos.
Na ra da Seuzalla Velha 11. 48,
vendem-se vinhos de Lisboa e Fl-
gueira, dos mais superiori-s que ha
no mercado pelo diminuto preco
de 200 c a4 rs- a garrafa,e i,5oo
a 1,80o rs. a caada : para confir-
mar d-se a provar, e para ver da-
se a beber ; he baralinho, a elle
freguezes quehe bom vinho.
fotassa americana.
--No antigodepositodacadeie vellu, n.
12 existe urna pequea porc3o de potassa
americana, chegada recentemente quepor
superior nvalisa com adaRussia: vnde-
se por preco reznavel.
Agencia de Edwin Blaw.
piaruade Apollo n. B, armazem de Me.Cal-
moni 8t Coinpanbia, acha-se contianien.eole
1. ni, ortimcnlos de laiaa de ferro coadoe
balido, tanto rasa como fuudas. morndaa 111-
rias toda de ferro para animaea, agua, etc ,
ditas para armar em madrira de todoe o la-
iiiauhos c madelloa o inais moderno, machina
ii,1n1.1111i.il para vapor, com torca de 4caval-
1.18, couco, pajsaileiras de ferro cuantiado
I-ara caa de pillear, por meno preco que o
lecobre, cacoveos para navios, ferro ingle
atilocm barrascomo em ircoslolhas,eludo
i'ur barato nreco.
AGENCIA
da luudico Low-Moor.
HA DA SENZAI.LA NOVA !. 2.
Neste estabeleeimenlo conti-
na a ha ver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, c taixas de ierro batido e
coado, ue todos os tamaitos, pa-
ra dito.
Ven mu se os verdadeiros selins in-
glezos, patente, de molla e sem ella : na
ra daScnzalla Nove n. 42.
Vendem-se relogios de ou-
ro c pr&ta, patente inglez : na ra
da oenulla Nova n. l^i.
Arados de Ierro.
Na fundic,So da Aurora, em S. Amaro,
vendem-sc aradosde ferrodc diverso.* mo-
lilos.
Deposito de panno de algodao da
iebrica Todos os Santos da Ba-
iilna.
Vende-se por preco commodo
0 bem conhecido panno de algo-
dao desia fabrica ; em
voutade do comprador.' no escrip-
lorio de Novaes & Comiianhia, na
na do Trapiche n. '1 j .
-- Vendem-se as soguintes sementes:
na os, raba nos.rah nc les encarna dos ebra li-
eos, -ei> l.i. couvo trinxuda 111 face ala-
moa, repultiuda,chicoria, scnoulas, feijao
arrpalo de tres qualidades, ervilha torta c
direita, fav, coontru de touccira, salc.a, to-
mates grandes, reiiolho, couve lombarda,
i-aboie, e mustarda : na ra da Cruz n. 46,
dolronm do Sr. iloutor Cosme.
Taixas para enyenlws
Na fundico de Ierro de D.
W. Dow man na ra do Drum,
p.ssandi) o Chafariz, contina a
liavcr um completo sortimenlo
de taixas de Ierro fundido c ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bocea,
as quaes ucham-sc a venda por
preco commodo e com prompti-
do, embarcam-se, ou carregam-
B6 em carros, sem despezas ao com-
prador.
-- Vendcm-seamarrasdeferro: na
Senzalla Nova 11. 42
', ICfffffWf*?ff.f fff f
a> tari ola de mandioca 3
J Vcndo-se, por preco rasoavel, la- 3
' rinbi de S. Jlitheus a mais nova ^
5J que existe tiesto mrcalo: un ra da Cruz n. 3t, dutronte da I ingoclt. ^
Vondem-se lonas, brinzSo, biins, e
meias lonas da Itussia ; no armazcm de N.
O. Rieber o Ciimpauhia, ni ra da Cruz
n. *
Al"odo para roupa de cscravos
Vende-se algo d3o multo encorpa lo, pro-
prio para roupa do escravos. com pequeo
loque do avaria, a 140 rs. a jarda; dito
hmpo a 180 rs. : na ra do Crespo n. 5.
Sortitnentos de panos linos ecasc-
miras de todas as qualidades.
Sa iua do Crespo luja da esquina que vol-
ta para a cadeia,vende-se panos linos pretos
a 2,801), 3,200, 3,500, 4,000, 5,000 rs., e fran-
i'cz uiuiio superior a 6,000 rs., o covado, di-
to verdea 2,800 rs. dito a ul a 2,880, 3,500,
4 000 o covado, cort js de calta de casemir
rala enToslado a 5,000 e 6,000 rs., dita fran-
ceza elstica a 8,000, 9,000 e 10.000 o corte,
c oulras muitas tazondas por preso com-
modo ,
jlocuilus superiores.
Na Tundido dc C. tarri Companhia,
em s.-Amaro.acham-seavenda moendas
do canna, todas de Trro, o um modeloe
ruuslrucc,So muilosuperior.
Corles de brim de puro linho.
pa ra do Crespo loja da esquina que vol-
ta para a cidea, vende-sc corles de calca de
1 1 un de quadros, e I istias do puro linho a
1 280 e 2,000 rs.,dito iuleiro pardo a l.280e
-j',000 r. o corte, riscado de llnlio de liatra
a 720 is. o corte.
Chita para coberla, cor fixe a
2oo reis covado.
i\a ra do Crespo.loja da esquina que vol-
la para a Cadeia, veude-se chita para cuber-
la de noto padrOes e cr lixe 200 rs., o
cuvad 1. i
n un co Collrgio n. I\.
1. Falque, dono da fabrica cima mencio-
nada, participa ao respeilavcl publico de
Pernarobuco, c principalmente a seus fre-
guezes, que elle recebeu lelos ltimos na-
vios, vindos da Franca, um grande e rico
sortin.enln dos mclhores chapeos de sol de
seda, quetem vin o a esta praca, proprios
para a ettacSo do invern, c parasenhores
A 5,000 rs.
t ...... ^-'--'
Alpacas mescladas. AO PUBLICO.
Superiores chapeos de sol de seda ingle- Vrndem-o alpacas msela las, dd todas as Km mui croscitlo numero contavanm os
es ch"gados pelos ltimos navios, pelo di- cores e de superior qualidade, pelo diminu- mdicos al agora molestias incuravois
imito preco de 5,000 rs. cada urna : oa lo preco, de 760 rs. o covado : na prea da contra asquaea sera iwrmiUioao picicn-
ra do Collegio 11. 4. Independencia, loja n I. ;le reaignrjSo para soffrer um mal deque
Novo sortimenlo de fazendas na' As pichinchas acabam-se. J "ohavia esparancasde poder libert-lo,
loia da .... do Crespo n. 6. j Vendem-a. Cita. na. a 120, H0, 160,' n,Blllc0 ph-ntropico a d6r deyer mu,
Supriores corles do c.ssa-ci.ita.de novo ,80' **!*.****.Jr"* <"1'8
deten
cez
ber
cautil
res
nad
tos de soiis s.-mclliantes victimas de enfer-
midades, contra as quaes te declarava m-
pvi a a dbivghu uu ravciHV. v r**"V"UWIH .'r r----, hA tr.K
dcengeiilio, por seren muito fortes ; iOr- covado; panno prelo a 3,000 e 4000 o cova-
* ." > -( .1... n nu>il>i] nitlrni i < a n al a at u<\r nraim
salpicos, tanto braiicos como iun., .., |60 ... ... ..,-
co.tes de brlm de Iilt'" daur'l"1^; I 4,000 .s e muito fin a 5.200 rs., pecas de
d3o, proprio para cscravos, a 160 e 180 o
tmenlo de chapeos de sol de seda dedilli'-
reotesqualidades de 5,000 rs. para cima,
lindo soilimento de chapeos dcsoldoaed
para genhoras, de lodos <>s feilios e lma-
nnos, que vende muito em cotila ; ditos de
panno para meninos de 1,500 a 3,000 rs.; di-
loa para liomem de ferro e do balea de
2,000 rs. para cima ; ditos de junco de 1,500
rs. 1 ara cima; grande e escolhido sorlimen-
to de chamelote?, srdise pannos em peca,
para coknr armacOes servida, baleinsde
todasas larguras o lamanhos, para vcalidos
o esparlilhns para senhora ; fazem-se om-j
bellas para lgreja; conccrla-se toda e qual-
quer qualidide de chapees de sol, ludo por!
muilo menos preco do que em outra qual-1
quer parte. Vende-so cm poi'cSo e a tet-
Iho. No mesmo eslabelecimento acha-se
um bonito sortimenlo de bongalas.
Deposito cln rubrica le Todos oh
Santos na Habla.
Vende-se,emeasa deN. O.uiebcr&C,
ni ra da Cruz n. 4, algodSo transado t-
quellarabrica.muitoproprioparasaccosde
assucir eroupadcescravos.pnrpreQocom-
niodi>.
Farinha de mandioca a 1,600 rs. a
sueca.
No armazem de J. J. Tasso Jnior : na ra
do Amorim O. 35
Tola attencaoao barateiro !
Ra do Crespo n. |4, loja de .los|
Francisco Dias
Existe um delicado surlinienio de linissi-
simas chitas do cores com stlpieos, os mais
lindos gustos que teni vindo ao mercado a
do: o muitas outras fazendas, por preco
commodo.
('airados a .',oo; 700, 800 e I 600
rs. o par, no aterro da Boa Vis-
ta, dei'ronte da bjnrca n. i4.
Tioca-so os mais superiores sapitos de
couro de lustre, francez M e de Lisboa, pin
senhora, a 1.600 rs. ; ditos de cordav8o a
800 rs ; ditos para meninos, 1 400 rs. ; sa-
palOes do Aricaty, para homcm e meninos
a 700 ra.
Na ra Nova n. 26
Vendem-se sapatOes de couro de lustro
pelo diminuto pre(o ue 2,500 rs. o par, di-
las virados a 1,600 rs.; a elles antes que ae
letham.
Aviso aot pas de familitt.
Na ra do Collegio n. 7, acha-so um sorti-
menlo de lona do Porto de diroisas quali-
dades branca e decores, a qual se vende por
prei;o muilo barato e serve para quem lem
pouco dinheiro; a elU antes que se cibe
porque he iccliincha, e depois 11S0 val nada
o so eu souhu'a vamos, va-r.os Treguo-
zes. Na mestna lnj se ven lem treze caixas
vazias em que veio a louc,.
C3T Palitos Eeitos. _T>
Na ra Nova 11. 26, lem para vender se pa-
litos de panno verde o preto,muito bem Tel-
los,c mais barato do que em outr qualquer
paite; a elles antes que se aeabeui.
Cera de carnaubi e >ebore-
finado.
No armazem de I), fl. Andralo e. Compa-
nliin, veoJC-se cea do carnauba do priniei-
que posaam alliviar ;< humanidade de slguns
males que a afllsem, o numero das moles-
tias reputadas incuraveis vai de dia em dii
diminuindo. Assim, achar depois de lon-
gos trgnalhos, de profunda meJitacSo e
toalhas a 3,600 rs pecas de'cassa para b ,ellera ,,s experiencias, modicamenUs que
badosa2,400 rt.,e oulras muii fazen las, I nos 'OStltuam o uso dos dous maisimpoi-
por precos exrraordinriamente br.tos : na I "'" sentidos de que be dotsdo o homem,
loja da estrella da ra do Queimado n. 7, i Qundo estes jisc ochav.m no supposlo es-
confronte ao heco do Peixe Frito. lauodo incurilini lade e inteiramtnle per-
Vende-se nrammatiea nnrlu-idlns- he por c^rto um dusmaiora servi-
Yencie-se grammaiica portu .jOJ quc sc podji piesl,r, nurni,niljade; eis
gUSta stima edlCCSo pelo pro- o que eslava reservado i um hornera piulan-
lessor publico Salvador Henrique Jf '." ci"do.J BraK'> J*^*!*1'
." i- 1 'cuja acicncia, cujo amor de seus semeinan-
de Albuquerque : na livrana do; es se team reitogeralmenleconherr. Os
pateo do Collegio n. 6, de JoO da Iremedioi que ora offerecamos ao publico,
. .. 1 i nuoentnm na clasan d'aquelles quo o iviuo
Losla I), lirado. r im.su !u chatlatanismo inculca com rou-
Vendem-se botijas, c fl ndesvasios, de'eos e desrompassados brailos, e que o ere-
varios Umanhus e por I0J0 preco : na rui dulo vulgo por ignorancia recebe na boa fe
do Rozarlo larga 11. 36.
Chocolde do "iiiiile.
De todas as substnciaa alimentares, que,
etom discernimento, achando-se depois il-
ludido; tcj>, porm, de oceupar mui dis-
tinclo lugtr entre os me iirimcutos que
sendo em seu principio consideradas como i maiores beneficios prestam no homem
couzas deluxo,tornim-se pelo tem.oidian-, constan) elles da dissolucSo iquosa deex-
te de mu n/.o geral, o chocolate p le, sem trac.os de plantas me.uanaes de virtudes
contra iic(3o, oceupar o primeiro lugar.mui reconhecidas e verificadas. O longo
UfTectivment, quantas pessois n3o venios uso, as continuadas e severas experiencias
nos pieferir boje io uzo do queme ciflc o 't a que por toda a pailn leem riles sido sub-
do chocolate e DittO seguir a opiniSo mcltidos, sem que urna s vez hajam falha-
dos medie is mais cclebtes,que.de commum doem seas bons cfTeilos, e desmentido as
acord sobre suas preciosas qualidades, o csperancis que sobro elles liavia fundado
indicam como um dos nossos melho'.s os- o seu inventor, Ihc toem grangeado cons-
lomallcos aquellas pessoas cuj saude he do-1 tantos e repet Jos elogios dos mais sabios
bil, edelicada!.. Prescrevem-no aosseusio respeilevois mdicos, assim na Europa,
ducales, aconselhOo-no aos velhos, e o re- como na Amoric, que unisnnos abonam c
commeudam as mais de familia para seus' proclaman! sua tCQaTo sombre certa o benig-
filhos. i:m ii'iio ; nl.ivi 1, u en S'.ino verja- na Um destes licores he destinado a com-
deirainentc extraordinario que lod'S as baler as molestias de olhos, e tem por pnn-
classes da socieJade fazem dc.-t-i alimento, 'cipil virtude restituir aus orgus da viso
lio o mais bello elogio que n) lile podamos suas functes ; reanimar e [.,/ r loappare-
fazer: acaba, de chegarum novo suitimento'ccr om sua nalural perfeii;ao avista, quni-
destccliocolaleja bem cjtihrcido no-la pro-jdo esta estiver frica ou quasi exmela ;
vincia, por muitas possoas que lem feito uso comtanto, porm, quo nao haj cegucira
delle constantemente: se v-n le na taverna ; absoluta com dcsiirganisa?ao das parles;
da ra da Cadeia do Recite n. 25 delrunte Jo no monos til o enrgico he para deslazar
'as cataratas, destruirs nevoas, e depromp-
ligus de cumadre tambem superiores
ra ilu Cruz n. 46, dclronti
tor Cosme de Si Peroira.
i h 1 ellos de arroz.
cov----
cores a 1.000 rs., ditas prelas com flores.
imltindo Chattaloto de seda 1 I.IOO rs. o| ra da Cruz ... 46, detronte do senlior dou-
covado, crtesdecasemirasde laealgodao;
de lindos goslos l,600.s. oc'tc, os mais
superiores b.insdo puro linho o do riquit- Esta ja tilo ennhecida substancia alimen-
simascoresa 1,280 is a vara, brins do puro taha para cavallos, recentemente chegada :
linho de uina 10 cor, fazenda propri para vende-se no armazem do Sr. Antonio An-
palits a 320 rs. o cuvado, as verdaderas, nes, na escadinha da alfandegs, a proco
broianbas de rolo do 10 varus a 1,800 rs. a commodo.
pega, idem de 5 varas, fazenda muilo encor-
pada a 1,000 rs. a pee, assim como r.iuilas
outras fazendas que se vndenlo por nmilo
menos preco do que em outra qualquer
paite.
Rom e barato.
Na ra do Passeio Publico, loja n. 9, de
Alb.ino Jos I eile, vendara-se ricus chales
de 13a e seda a 3,200 rs.; ditos de 13a a
'1,500 rs. ; ditos brancos a l,000rs.; chapaos
Vendcm-sc novas ossas chitas de lin- deso a 1,000 rs ; ditos a 1,400; sargelim
do lodas as con-s a 200 rs. o covado ; panni-
niio cor do rosa, azul o prelo a 200 rs. o co-
vado; grvalas de setini de to las as cores,
ultimo gosto, a 1,500 rs. ; ditas de seda a
1,000 rs. ; ditas de Mata a 100 rs., lencos de
vapur os mais bonitos que lem apparecido a
dos gostos a 2,240 rs. o corte, rassa ,le qua
dros lina a 280 rs. a vara: na ra do Crespo,
loja da esquina que volla pBra a Ca leia.
Veude-se a cxcellenl: lypo-
graphia do Diario Novo rstinlo
bem OlODtada. lano de bous pre- I 200 rs ; linbos.zuinu do curia par. j.quo-
, ___ las a 320 rs. o covado ; castores proprios pa-
os, como de lypos ; quem a f>re-j r8Ca|CBS 0o rs.: cortes de cisuehlti
nessa, a tender, dirjale a ra da rrOia com site varas a 2,000; cortes de coleta de
T 1..1.. nm r/;, Itnmi fuslflo a 640 ; ditos de 13 o seda a 800 rs. ;
n 55,a tratar coma Viuva Koma. |M0| de ^^ 99e400ri chlUi Bot
Ancoras para navios. I de todas as qualidades e cores lixas a 160,
Venden te em casa dn llicar lo Royle, na 200 e 240 rs.; outras mullas fazendas por
ra da Cadei Velha n. 3", ancoras de supe-I commodo preco.
rio- qualidide, e por commodo preco. --Na ra estreita do Rozarlo, trave.-si pa-
.- Vonilem-se superior ctiampacne.vinlio.S' ra o Oucima-Jo, deposito n 39 A, venlo-se
linos engarrafados de diversas quali,ladc.s, superior oiiuculate de Lisboa, e o muilo ie-
Ilanella muilo encorpada, c bolachincha dei commenJavcl cnoculato do canella, lio til
ptima farinha, chegada ltimamente de para quem sollYo do nervoso, sendo este um
Lisboa, por commoJos piceos : na ra do| dos remedios mais api lica lus, e quetem
Vigano n. 19, primeiro indtr. ; obltdo mais vantagens.
Cal virgem.
Vende-se cal de Lisboa a mais nova doi
mercado: na ra do Vigario ... 19, primei-
andar, escriplurin de T. do Aquino Fonseca
& Filho, ouna ra do Trapiche, emazein de
Antonio Augusto da Fonseca.
Brim trancado de puro linho a 320
rs. o covado
Go rs. : na livraria do
llegio n. 6, de Joao da
Costa Dourado.
Vendem-se velas de r.iiniilu, as me-
llnn es que se tem visto, j pela boa luz que
da, romo por t.3o remelarera ; o nico de-
posito be na ra da Cruz do Recife n 31,
defronte do hecco d Lingoita,primeiro an-
dar: pceo em arroba 9,600, e a rctalbo a
320 rs a libra ; poucadifTeren<;a fizem essas
velas das de espermicote.
ua da
Caixinbas a i ,000 rs.
Na ra nslreila do TiOzaiio, travessi para
o Queimado. deposito n. 39 A : v.-ndem-se
ricas caixinbas de amen loas cn.il'eilidas ,
por too diminuto picr;o, que su i parfeicSu
dus ligurinos vale o importe.
Taixis de Ierro coado.
Vendem-se Isixis detero cuado, de su-
Na ruado Crespo loja da esquina que vol-i penorqualidade e por preco commodo : na
ta para cadea vetido-se brin transado par-' iui da I adeia Velha n. 37, Casa de Ricjrdo
.. para
do de i-ni.o puro a 320 rs. o covado.
Vendem-se barris de breu.em lotes, a
contento do comprador : a fallar rom lis-
theus Ausltn 6 Companl.ia, na la do Tra-
picho n. 3.
l-azenda da moda.
Vendem-se superiores cortes de cambraia te, pronioveinlo a distila-Sosem causar ver-
de salpicos braucus de cor, pelu diminuto tigens nem (e ironariz, acl.a-ae a ven la na
preco de 3,500 rs.: na ra do Crespo, loja rua do Collegio n. I, aonde he o nico de-
n. 6. psito.
Sedas. Calcado, troca-sc por 700 rs. o
Muito superiores sedas, de cores e pVetlt,
para vestidos de senhora e menina^, por
prec,o minio comino: 110aterro da Roa Vis-
ta, |o| de calcado n. 14.
Na rua do Collegio n. 7, acaba de abrir-
se um pequeo, mil ininiosameutu surtido,
imizem de luuca do Porto, de dtll'erenlcs
cores c delicados gotlot: vende-se por me-
nos do que em outri qualquer parte ; a elle
pois que he pechinclia.
Ven ii'in-s mas muas ( bestas mua-
rs) mullo bas, vindas do Rio de Janeiro,
urna dellas ja ensillada para carro: na rua
do Hospicio .1. 4, al 9 oras da manliS 1.
A 120 rs. u nevado.
Na rua doQueimido, deronte
do beceo do Peisi Frito, loj 11. 3,
venile-M' riscadinlio azul, cout a
largura de tres palmos, pelo bara-j
lisMino preco de seis vileos o co-
rado; esta l'azcnda he muito recom-
mendavcl aos senliores cheles de
familia; d-se as amostras com
penhor.
Vende-se cha hysson muito novo o o
mais superior que ha 110 mercado, por preco
comino.lo,o em lotes a vo.ils compra-
dores : na escriploriud-i Malhcus Auslin &
Cotnpanhia, na rua do Trapiche ... 36.
Vendem-se toalhas ae labyrinlho mui
linas e grandes, de bretan>:a,com luco ao re
dor, obra muilo boa ; lencos de labyiinthos,
de bretanha, e rendas: na rua da Cadeia do
IteciTo n. 49, segundo anJar.
Igual pechina ha 1.....n se vio a
14o rs o covado .'
Vendem-se chitas csca.lales muilo, linas
de ramagens paia cubirlas a 110,i.i cada
umcovadu: na rua du Crespn 11, loja
de Jos Lr.-niei-co DilS.
Vende-se uiii mulata, de 30 c tantos
intius: na rua du Livramento, sobrado n. I.
Royle,
Alerta amantes da boa pitada.
Chegou pela barca Firmeza, vinda do Rio
da Janeiro, o rap r.ovo princeza s iperiur.
F.sln rap he fabricado com todo o esmero,
01:1-11 sua I.n (m e aroma t o lim do bo-
par, por se desejir liquidar,
no atorro da Boa Vista, dtf onta da buneca
... 14, cha-so um grande depnsitu dos me-1
^astw bfffi-s^
mem, como p-ra meninos ; assim como um : du a 160 rs
novo e conpleto soilimento de cilca-los1
francezns, de tolas as qualidades, tanto pa-
ra liomem, como para senhora, meninos eI nhe legitimo e de superior qu ili -
nieninat, ludo por p.eco muilo coinmolo,! 1.j. j 1 1/ u >
alimdeso.pu.krdinheiio. 'dada: cm casa de J. Kcller &
Batatas de Lisboa. Companl" i na rua da Cruz n.
lo.leleil.ii qualquer nflammacao ou ver-
iiie.'liidao dos olhos. N3o causa d', nem
stimulo na parlo
Huiro liquido lostilue a ficuldade de ou-
vir os sons ao ouvido tora lo de surdez, an-
da quo inveterada, urna vez que omalnSo
seja de nasceni;a, sem causar em lempo al-
gumomeuor incummodo ao doen(e, esem
priva-lo d 1 cuidar om se is nogocios.
INSTWJCCO'KS PARA O USO DOS
REMEDIOS.
O afoa iiUio empreya-tc do modo .scgitintt:
O duenlc pela n.anhSa, em j jum, um-
. hora pouco mais ou menos depois que era
Vende-so um oscravo de nac3o. com guf.r.se 00 |et0j lomar sobre a palmi da
olli.-io de serra lor e canoeiro : na rui 1 mno pequnna porcio il'aquclla agua ; e com
Praia, serrar. de Silva Cardi il. el|, nl0|tlar bem os olhos, fazendo que al-
l'ecliincha. gumas guitas caiam sobre o globo oceular:
Vende-se outioca-se por uminolciueum.sem 0s lin.par, os conservar roolhadus at
escravo bom oll.cial do caldcireiro, proprio quo n ituralmenlc enxuguem : ao d'itar-se
para senlior le engenho, por estar hbil pa- 0lle pr,tCar n mesmo : duranlo o lem-
ra azer lodo e qualquer concert em cal- po que U8ar j0 rorncd|0 evilaia o calor, a
detrs de alambiqu's, e mais utencis de; acQao jB furnaCa e o vento : Tara abslinen-
cobre, e lambem servir para lavoura : quem 1 cia dc 00(nijas salg.das, aiedas, e aduba-
0 pretender dirija-se a rua do llrum n. 28- j,s cln Pspeclaria,.
-- Vende-se um escravo, bom t.abalha- o rtmedia dos ouvulus iad amiUcada no mudo
dur de envida : quem o pretender, dirija- ,t,c le segu:
se I rua das Lanngeiras n.5. 1 O doenle pela nianhSa, urna bora pouco
-- Vende-se a loja de miudezas da praca mais ou menos, depois de erguer-se, anda
da Independencia n 5, muilo propria pan em jejum, far derramar dentro dos ouvi-
quilqu-r moco quo so quizer estabelecer, dos quatro ou cinco gotas do liguiJo, ta-
pnr estar muilo afreguezsda e bem aortida, pando-os oepois com algodSo em .ama ;
cum poneos fundos : a tratar na rua eslrci-' noito ao dritar-10 repetir! a mesilla opera-
la do Rozarlo, loja de miude/as 11. a A. c8o. Durante o uso do remedio evita-a
Na rua do Rangel 11 42, nchamso toi- oxpor-se, os ouviJos principalmente, a ac-
Ihss dc lahyrinton.it ponas dc mais dc pal--cSo do calor e do vento, alim do evitar
mo de largura sem bico, 3,500 rs. com bi-' grande transpirarlo, havon lo cui lado em
coa a 4,000 rs e frondas igualmente de la- n3o mulhar os [s em agua fra ; linalmen-
byrinlo mu lindas e algun paros alem dos lo devn ahster-se de comidas salgadas, aze-
desenlios do llores coma palIVri Amor, o; Jas c titubadas.
par a 4.0U0 rs. D3o-sc por ctes precns para Kstes remedios ost3o venda na bolica de
l'eichar conlu. Rarlholomeu Francisco do Suuza, na rua
-- Ven le-sc urna taberna na .ua Nova n. larga do Rozaiio n. 36, nico deposito etn
7|, li 111 afreguezada para aterra a p ara o: Pcruam.bi.co, pelo prei;o de 2,210 icis culi
mallo, indepondente dc alcanles quem pre-| vidro.
tender diraja se a mesina que adiar com Na rua das Cruzes n. 22, aeonndo an-
quem tratar. I dar, Tende-lfl uina mulata d( 30 unos, com
Vende-se urna CMnva. po tudas as habililades, euma liodacreoola
_ ______ i i 1 do 16 atinos, com algunas Pibeli lades, sen-
pr.a para servieo de casa, e anda. ,,0 esla nc,|hlda; duas pelas, ama de
melbor para vender na rua por | Angola, que engomuia.cosinhae lava, eou-
tpr i ilin nralioa nnr nraaa lr' rreoula, para lodo servido.
r.er ja disso pratita por preco Loterj, d Nosj8 Senhor, ,, ROMrio.
commodo; na loj< do aterro da Os bdlietes desta lot-ria eslo venda nos
Boa-Vista n. 46 -lugares j annunciados, o respectivo the-
Baaaa>MwlBw.^lLBili>aMtMtallHU--WSUCEajtOU-eirol roga os amantes deste jogo, que
:'*. t**'.- .- N concurra... adarcxlraco ao resto dos tu
GanlOlS l'ailnet Si CompanlliaJ Inctes, que breve marcar o di impreteii-
* Coulinua-se a vender no deposito". (vel para o andamento das rolas.
1 geral da rua da Cruz n. 52, o excel-^W Para vinhos fracns.
flotee bem conceituido rap areiaaVl A verdadeira aguldente de vinho, vinda
preta da fabrica deCanlois Pailhct&S da Europa, a nica recommendada para
Companhia da llalli, em grandes eS i compor os mesmos que eslejsm a.ruma I o-,
tt poquelis porces pelo prego estibe-'!} licarcm superiores com urna pequea des-
^ lecido. : |ie/;. ; assim como para diversos remedios
^r-4 -p- ~-*fjj) i'^i^?SS!iei'!(i|^!l!J5:'5.>:i,"ii que sem ella senAo puderiaro fazer, ou cn-
' i.io ii.mi produzriam o effeito desejado; ven-
SALSA PARRILHA
DE
Ai numorosis experiencusfeita como
uso da aalsa parrilha em todalitenformi-
dades,originadas pela impureza doaangue,
e o bom xito obtido na corte pelo lllm.
Sr. Dr. Sigaud, presidente di academia im-
perial de medicina, pelo lllustndo Sr. Dr.
Antonio Josl'eixolo em sua clnica, eom
sua afamada casa de taude na Gamboa, pe-
lo lllm. Sr. Dr. Saturnino de Oliveira, me-
dico do exordio e porvarioa outros medi-
cus.iicnnillom buje di; proclamaraltamcnlo
s virtudes cflicaies da
SALSA PARRILHA
DI
.meajrar*
Nota. -- Oda garrafa conlem duas libras
de liquido, e i salst pirrilhi de Bristol lie
garantida, puramente vegetal tem mercu-
rio, iodo, putassium.
Vende-tea 5/000 rs. o vidro na botica do
Sr. Jos alaria Gon;alvos Ramos : roa dos
Quirteis oenada ao uuarlel de policii.
O abaixo assignado vende o seu sitio
na Passagem da Magdalena com urna grande
casa em quo polem morar duas I imillas
por ter cozinlia, no primeiro e segundo an-
dar, cilios proprios ; os pretendent'--. podem
ir ve-lo, e para o ajuste no escriptono rua
do Trapiche n. 14.Manuel Altes Guerra.
Bilhetesda Lotera.
tia ireo da ConceifSu loja o. 4, anda res-
ta m alguns bilhptei e muios da primeira lo-
tera do Santtssimo Sacramento da cidade
de Mtcei, esperam-se as listas ate 5 do coi-
rente a elles antes queso acabe ...
Km casa de J. Keller & Com-
panhia, acha-se a venda vinagre
branco, superior de Nantes, cm
barris de 36 medidas.
Gesso.
Vende-se gesso embarricas, ebegado l-
timamente : em casal de I. Keller Ai Compi-
nlua, na rua da Cruz n. 55.
Escravos futidos.
Com toque de mofo.
Na rua do Crespo loja da esquina que vol-
Vendem-se batatas novas do Lisboa, pelo
diminuto preco de 50 rs. a libra em imi-eao
do oilo libras para cuna ; ua rua do Colle-
gio n. 1.
Cortes de camliraia de silpi o
brancos e de cores, a 3,5oo rs., o
corte.
Na rua do Crespo, loja da esquim, que
volt para a Cadeia. vendem-sn cortes de
vestidos de rambraia de salpico brancos e
de cores, polo diminuto prer;o do 3,500 rs. ,
o corte ; meias muilo liow, para homem ,
con. pequeo deleito, a 2,400 rs. a duza.
Vende-se papel de musicj.
muito bom, a too rs a iolli?; do
de urna so ace, a !\o rs. a i.llia :
na livraria do palco do Collegio n.
6, de Joao da Costa Dourado.
-- Vende-se um escravo, creoulo, de ida-
do 50 anuos, canoeiro, por prego conmolo:
os p.ctendentes diiijam-sii a rua
taberna de Juaquim J .s'Tavares.
Vendem-se saccas con fa-
rdos : na rua da .Madre de Dos ,
armazem n. io.
'iiivas de pelici pin montara
Vendem-se luvas de pelica para montara
Je-se nicamente em casado BatrSocSIa-
cedo, ua rua Direita u. 17.
Cognac.
Ven le-se superior cognac, vu la na barca
sarda Ballila, a 3,500 is. a caada : na rua
Vende-se vinho de champa- Direita, em casa de BlirloA Macedn 17.
-- Vond ;-so un: preta, moga, de bonita
l.-'i.r., a qual cos nh i e faz doce .- na Sen-
zalla Velha n. 14.
Vende-se metade de urna casa terrea,
, no boceo da Carvalh. ii. 3, com dous qu irlos
3J. e salas, quintal o cicimba, cm chao-; prn-
- Vende-se urna plnchela e;pr,os: lr,lse ni rua larga do Rozarlo
1 11. 32.
urna mira, instrumento malliema- -. Veode-in umi preta ereoula ddc 18
lico, proprio para eneenheirOi tu-,annoscom um" I'"" de dous mezes : quem
i r .i > i pretender di. ija-sc ao berco do l'eixolo n
do em perljito estado e de supe-- ,9> qae so ,,r;1 qiiein VCRdo
rior Qualidade : na rua do Quei- Vonde-so urna eadeiriohi de nrruar,
ninrln Inian n ; em perreilo estado, de gosto moderno, ri-
nitiuu, lujo ii 7. icamente dourada, comcaixilliosdf vidro,
~ Vende-se una cama de irinaeUo, com r-irrada de lmasej do seda ; com corrame
pouco uso : na rua Nova 11. 16. de marroqnim, farda monto, e chapeos com
- Vende-se ni do Astil, em pequeiias e Kal3o de ouro lino ludo no m-lhur estado
grandes po'cus, por mdico preco! na rua possivel : rua Veihi n. 57.
das Cinco Ponas n. Si. \ .. Vonde-se 2 peritos molequ s, sen lo
-- Vende-se um bonito muluquo creoulo, um de idado 12 anuos, o o oulro de 18 a 19,
de 12 a 14 alios, sem vicios, nem achaques;
urna njgra de 30 anuo-, do gento de Ango-
la, propria para vender na rua, ambos por
preco commodo : na rua da Cruz 11. 51, se-
gundo andar.
Vcmlem-sc vacc.it gorjas, com bizer-
rus o sem olles, por precos Do unilos : nu
Maiiguinho, litio 11. 57, 011 110 aterro Ja Roa
Impri.il, l Vista, subraito n. 17, a qualquT liu.a.
-- Na lun do Queimado n. II, ven lein-se
quatro toalhas de labyrinlho, muito ricas,
propriot para to lo o servido na : ru 1 da Con
roii,'3o da RoaVisla .1 5S.
Taclias de ferro.
Na fon lieo da Aurora em Santo Amaro,
e lambem no deposito na rua do ilrum logo
r.i entrada, e derrnnte do arsenal de mari-
ii'i.. ha semprn um grande surt.no lo de
lachas tanto de fabrica nacional como es-
Iraugeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, tazas efundas ; u cm ambos os lu
s du lauvriiiiuu
por nre.o Cdtotnodo cia mes .mi cas. de.-e-, "sexislem guindastes, para carregarca-
la-se falla, con .. Sr Jos.mIi Silva Clbral "Jasuu carros.livretdedespeza : os procos
' sao os mu- o 1.nmi. los.
Charutos de llavana.
morador na ostra la No
VenJr.-se u.u ncrt> de i lado 1I.1 :|l an-
110*, pon. 1 111 lis ou meuus, com ellimu de
so., a lu: quem o quizur dirija -so nu aler-
os nulhores quo leem viudo a este mer-
cado : vuudem-se continuadamente, em ca-
pelo diminuto preco de 320 is o pir; na lo-1 ru da Roa-Vista 11. 6, lerceiro andar, das 6 sa de llrunn l'raeger 01 Cotnaanhia,
ji de miudezas da rua du Collegio 11. 1. 1 is 9 horas di manliSa. ] la "
100,000 ti, d gratificacSo.
Desappareceu no da 7 de maio prximo
passado, o pardo LeonarJo, de idado 18 an-
uos, pouco mais ou menos, e tem os signaos
soguintes :baixo,o pi.ilo um tanto meltido
para dentro, cabello carapinbado e at o
u'cio da testa, e falla do vagar. Este escravo
vinha tolos os dial vnnder leite no Recife,
de um sitio da Boavigem, pertencente a
ioanna Mara dos Pasaos, de quem Toi escra-
vo : quem o apprebender e levar rua da
Senzella Velha, i'efronteo n. 144, segundo
andar, recebera ratifci;3o cima.
50,000 rs. de g'al.fictc3o.
Do engenho Sanios .Vendes, no dia 13 da
junho, ausentou-se a escrava Hara, de 25
anuos, ereoula, fula, de boa estatura, o bom
corpo, os ps carnudos, tem alguns cabellos
nu buco, bem ladina, com deaembaraco na
falla ; trajos, saia de chita encmala, c.ibe-
CSo;de caasa, chal de ISa rouxo, ple mu-
dar os trajos; o andar da dita negra he pisar
duro, e he desfarcada, denles perfeitos, Toi
vista na ribeira de Pto-d'Alho : roga -so a
apprebencSo da mesma escrava,o tua entre-
ga no dito engenho, ou nesta cidade na tira-
ta do Commcrcio 11. 6, a Manoel Ignacio de
oliveira.
5o,ooo rs.
Gralifica-se com 50,000 rs. a quem apre-
hender um molequu, cieoulo, por nome Mi-
guel, de idade do 15 a 16 annos, fgido des-
de sexta-feila, 28 do niaio prximo passado,
de gancho ao pesenco, aecco do corpo, cor
bem prila, beico inferior grosso, com mar-
cas de cnicote pelas c islas, vest lo de ca-
misa de algodSo branco com mangas CU.tas,
Calcas do algoilfiosinbu de lislras azues ; hn
bastante ladino, tem falta de cabellos na ca-
bera por ter andado vndenlo Truel is, '..en-
dioca, macaxeira pela rua; este mulequo
quindo Ihe la lia m esta semprecom osolhus
inquietos, fazendo muvimentos com os do-
los di. oaos, pola ser que se intitulo .lo
Turro, e que d oulro nome como ja tirassn
o gancho do pescuco que linha qu.ur Ri-
gi de esa : i .orlante roga-se a lodas as au-
toridades poiiciaos, cap tiles de enmpo, o
mais pessoas, que facam lodas as diligencias
de capturar este moleque e a.anda-lo en-
tregar a seu senhor Jos Saporiti, morador
no principio da estrada dos Afogadns, ou no
Recife, rua da Cruz n. 18, primeiro andar,
das 9 horas la mn.l.ua as 3 di tarde, quetc-
io rccoi.pensa.los roo a quantta ac.mt
Dromellnl, como piotesta tambem contri
quem o tiver oceulto, e o n3o queira entre-
gar, obrigaml > a tagar-lho os uiai do servi-
eo des lo o primeiro dia da fug la, o tizar
Ihe aoler as penas que a le marca a este
respailo.
-- Desapparecou du engenho S Paulo o
escravo Manool, de estatura regular, gros-
sura proporcional, rosto arredondado, den-
les limados, cor preta esem barba ; repre-
senta ter 20 a 25 annos de idade. Esto es-
cravo tem sido visto na matanca das Cinco
Pontas e no Ciquii : quem o tpprehender
leve-o ao mesmo engenho, quesei bem re-
compensado.
Ainda acha-se ausente a negra, escrava,
de nome Delna, que desappareceu no prin-
cipio de maio do corroule anno, 1 qual foi
comprada ao senhor Manoel Joaqun] Pas-
clioal Ramos,tem os signaos soguintes: ida-
de 50 anuos-, pouco mais ou menos, levando
um vestido de chita o oulro de riscado, he
alta, magra, e com poucos denles na frente,
lev comsgo um panno da costa ; tim de
costume aa vezes indar vendendo igoi c
tambem finetas ; rogt-e a to las as autori-
dades pul.caes e capmles de cm .o,ou qual-
quer pessoa que della tiver noticia, a man-
de apprebender e levar na rua do Apollo,cm
casa do senhor Norberto Joaquim JosGuc-
dei. Existen) suspe.las que est occullada
dita escrava ; as pessoas que Irouxercm sc-
rilo generosamente recompousadas.
- Desappareceu a 10 de maio deste anno,
a negra Joaquina.de nacSo Cacange, quo re-
presenta ter de 35 a 40 annos, chei do cor-
pu, altura icgular,crjr fula, olhos pequeos,
o com carne sobre elles; tem urna costura
do um ta'.ho na cara do lado esquirdo, po-
rm antiga que mal se percebe; nariz chato,
falta-llie alguns denles da Trente sendo du
um c outro lado, e lie (eia ; tem urna emuin-
ge em todo o rosto quo parece ser oex.gas ;
peitos muitu pequeos e mrenos; tem al-
gumas cicatriies do relho as costas ; tem
as nadegas levantadas para traz que mais
mustia qnan 1 andajquando fugio linha un
p mala grosso ; levou diversa roupa que se
...'. sabe de que usara; no bem Talante que
parece ser ereoula; ltimamente etteveoc-
cupaila no servieo de cosmha.e lem por cos-
ime andar suja ; quando fogecosluma an-
dar pelos arrebaldct dosta prica quilandan-
du, lavando, offerecendu-se para ama, e in-
litulando-se lorra ; qualquer pessoa que es-
leja servinduso cum ella oa boa f,queira
denuuciar-se, e do contrario se usara dos
mi-ios que loo faculta a lei : roga-se as an-
in la les j-oliciaes, capitSeadeCail.po, 011
qualquer pesso, que a prendim ou fcam
prender, e levar au seu senhor Domingos da
Silva Campos, na rua das Cruzet n. 40, que
,.... generosamente recornpeutado.
-/
I da Cruz n. 10.
1 Pehn. ; Typ. pe M. Y. ue Fama. 1852-
? .


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