Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03467


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Full Text
Anuo XXVIII
Segunda feira 2
DIARIO
de Agosto de 1852.
N. 170.
P lili \ i UBICO.
rn r.oo SOBOI*9lO
PiosMariTo Aduwtado,
jttrimestte...........
frir semestre............
fot inoo '
Paoodintio Doritii>.
I'.ir quartcl
SIASDA lOIlM AUDIENCIA-,
47000 2Seg.N.S.dos A. Jallod Orphao
8/000 UTerc. S. Invcncio J, e 5. as 10 horas.
l.'./il-io. d0, c rteS. Katerao I, tarailocivtl.
I 4 QuartS. Domingos 3. c 6. 10 melo-dia.
4/>00 .'iui.i. S Ulasvo. : Pateada.
OTioiAiDOliircBlO. i ext. Transfigura-s, eg. a( jo hora.
,ri.-.. 3de Julho Minaa... JO deMaio I cao do Sr. no m. T. 2. aro do ci'nt.
,, !,.,'. i,le Jilo S.Paulo 18 de Jnulio fSab. S. Caalano. 4. esabadosao melod,
erar...- 1.1 de dito K.deJ.. Ii de Julho 8 Doin. iO.. tyriaco Kelaeie.
p*rahiha ai; le Julho Haba... I de J11II10 iac. jTercase sitados.
Creaceate 52, as 3 horas t4 minuto d n.
Chela a 20 101 48 minuto* da Urde.
M incoan te loi 32 minuto da ni.
Nova i lo, aos 21 minutoi da larde.
Prlmeira risorase i- minutos da manha.
Segunda as .') horas c '2 minutos da tarde.
rARTIDAa 0 OOBBIIOI.
Oolaana e Parahlba, s segundas seitaa-
felras.
ttio-Grande-do-Horte e Victoria as quinta
felras
Bonito,Caruarn, e Garanhuns no l'e 15 dcada
Mi
Flores,Ourlcuiy.Exti c Boa-Vista 13 e 28.
Olinda, lodosos das.
Todos os Corrrios parteni ao meio-dia.
BTOTIOIAI BTBAWOEIBAa.
Portugal lide Junho Austria .. 2deJunho
Hespanha SdedUo Sulssa----- I de dito.
Franca.. 8 de dHo Suecia... 35 de Malo
Blgica... 3 tle dito luglaterra SdeJnnho
Italia.... I de dito E.-Unidos 23de Malo.
Alemania. 5 de dito ;Mexlco... 9 de lito
Prnssia ... J de dito California I de dito
Dinamarca ande Malo Chill. 10 de A Dril
Russia... 28rtedito Huenoa-A. de Julho
Turqua. 26 dp dito iMontevidrn 5de dito
CAMBIO! II 31 JCWO
Sobre Londres, a 27
Pars, 34S
Lisboa, lOOpor cento.
META.
Ouro. Oncasbespanholas..;
Moedas de 6>40t> velhas
. de 6J400 novas
de 4/000.......
Prata.Pataeesbrasllelros..
Pesos columiiarlns....
pitos mexicanos......
27'|, por d. i/i>o
20/00
16/0111'
tjoe
1/900
1/9"
l/ii
I/8H1
PAUTE OFFICIAL
(Jonimando das armas.
Onarlelgeneral na cidndedo Recifi 31 deiulho
de 1852
. 11.111." Dt) l'it H, 117.
Determina 0 Sr. manchal de campo com-
iihii lanledas armas, Antonio Corroa S!ra,
une sus coritos do cxeicilo etn guarncAo
nesta provincia, e a de polica so passeo-
visla de 010*1 n im os seus respectivos quar-
teis n iranliSa do dia 2 do vindouru agosto
pela nianeira scguinlo : ...
0 baUllian n. de artilhai ia a D. as 6 ho-
ras : a companhta do aittflces as 7 ; a com-
paobiO Jecavallari s 7 i|3, o corpo
tle i'Olieia pelo respectivo ompregado as 8;
o hilalhAO n. 9 de int'antari s 81|3 JO ba-
talhJo o 10 da mesma arma, e os recruj-
as em deposito no quarlcl 00 Hospicio
as 9.
Candido leal lerreira,
Ajudantc de ordens encarrceado do detalhe.
EXTERIOR.
I)K PKR-
Ulltlir.SPONDf.NCIA 1)0 DIARIO
NaMBUCO.
Lisboa 30 de junho de 1852.
fotitintia a mesma frieza entre as cmaras, e
n novenio. De um dia para o oulro espera-se
vet que.-rar o lenuissiino lio que prende an-
da estes dous vigorosos poderes.
1) acto addiciunal J passou na cmara dos
1 .oes ; mas coni una emenda, litniatido a ab-
llelo da pen* de inorte aos criinej polticos que
Iojsciii delrriiiinados por lei, A cmara dos de-
puuiloscottcordou nesta llieracaO, que todava
j.t ni" 1 recusado quando ati a propusera Elias
da Cuulia ; porm agora cohonestou esta re-
coisidcracao. allegando que j esiste essa clas-
sjflcaeao no projecto apresentado pelo ministro
da justica.
Reala discussiio distinguirain-se contra a
adopeo doacto oddie.onal os pares cabalistas
viscoudes de Algs c Laborim, e Procuca, c
latnbcm oraratn coui distincvii a favor, o du-
que de Saldanha, Garrcll e conde da l'aipa, vo-
lando anual inulto poucos contra ; nao obstan-
te acbar-se ali grande parte dos sustentculos
do conde de Tliomar e feltura dellc. cm cer-
10 be o ditsdn (Hhos que lulo ere., COI afilo
que nao sent
.%a cmara dos deputados concluio-se o pro-
jecto das Se(/e Lasa.', que segundodiieiu os en-
tendedores, apelar de nao lijar tal como deve-
ra, ha de ser inulto ventajoso para o abasleci-
niento da capital, cuja populaco cresce de dia
paia da.
Quando se tratar da discusso dos actos da
dictadura, entre os quacs figura com desagra
; pelo infaligavclzrlo do vercador da cmara mu
nicipal AyresdeS.
Fui o primeiro ensalo, e por isso anda nao
multo iuteressante, einquanto ao numero
qualidade dos semui'cnlcs apresentados inspec-
I cao e exame tu respeitavcl publico !
No dia rio Sagrado Ooracao dr Jess, inaugu
roti-se o novo passeio, em rente do tnostelro
chamado da Estrella ; passeio fclto principal-
mente coni o donativo do rico capitalista^Dra-
sllclro.aqui conhecido pelo Ululo de llarao de
Loures, e que acaba de chegar a esta capital,
viudo no ultimo paquete, ilouvc nesse dia um
concurso iminensoumitas bandas de msica
esposicao de bellas c raras flores Assistiram
Sttas Magestades e altezasEtn sutnina foi una
fuocco brilhanle.
Acaba de chegar secretaria de estado dos
negocios estrangeiros una eondecoracao e
1_-:,L .. ._______-H*____ I .... .n..a- ^ .......
nha afiiKrnt4do do nossn porto alguns pasia- |cvllos, carroagens, sobre M alcooN, ilha de ser provavelmente o perdo concf
geiros que demandam as vantageus do solo que jnilmenl uini tala s >bre os pspeisecar
Dos nos concedeu como quetn d nozes
quem nao tcm denles,
Foi escrlpturada uina coropanhia francesa
por tret annos para o novo Iheatro de D. Fer-
nando desta capital, o que muito deve aprazer
aos estrangeiros que concorrem a Lisboa cada
ves em inaiornumero. A nova companhia pa-
ra o Iheatro italiano lambem se espera que se-
ja para a nova estaco, deque era director An-
looio Porto, mestre de canto de Stiaa Mages-
tades.
Paris, 20 de Junho de 1852.
Um facto extraordinario leve lugar no
priticipin da quinzen, e anda nesln mo-
mento elle he objecto do tojas as conser-
brllhautes que otran-Turco manda ao condelvaQOes polticas Vmc. sabe que pela nova
de 'l'hoinar a qual Ihe-foi logo reinettida para 1 |e| qe regu)a a fMrprtinsa, o governo tcm
Fornos de Algodrea, onde agora se acha o ck-, |0 ,|fej(0 de suspendrr e mesmu de Suppri-
iniotstro. j;., j, ,a\, |mir um peridico cuja publicaco lito pa-
U,m, 13 d,,Mo de i8oS. recesso pergosa. Antes de recorrer a estas
Comeen, no da dous a lio esperada dscus- medidas extremas, elle devi advertir pu:
sao dos actos da dictadura, que abrange o de-1 "lirainante 0 peridico recalcitrante, eso
creto da capitaliano de 3de dezembfo, ecsia-ldepos de duas a lvertncii9 assim fcilas
nos boje a 13 seui e ter resolvldoem que fica-|he que a siispenso ou suppressaO podem
r este importante negocio; Detodss as cama-
ras conbeclilas, iiculiunm se tem arrastrado to
pi eguicosameole como esta, que de malta mais
mili 1 s suas costas todos os encargos com que
ser prononciailas
At boje os ministros o lo lioham usado
deste poder exo hilinlii scno contra as
silo notoriamente hostia
j vemos que os Srs. depulados voltario para principo liros.de.ro Mu .tos orgns da op.-
casa com a carga, cujo frete a naeao pagou, "180 Ingitlmista ou sootaliat tinham silo
julgandoque faiia bom negocio..... advertidas nflo s em Paris senSo tsmbem
O deputado lloltreinan foi queni.abrio odc-'nos deparla tientos. Poretn hojs duasad-
.1. ii.te. laicndo severas aecusacesao governo,' venencias acibam deser fetassnceessva-
c rejeitando a maior parle dos decretos pro- mele ao unieo jornal imporlanteque de-
mulgados dorante dictadura, por itiulcls^ou fm, em r,,r< e como o publt-
dispendiosos Sobre o de .! de dc/.etnbro dis- (,,,,,.../ 1 ii,in Vine
correu mal, votando conlra a copilalisaco das '<"' JolBuevmc
ouatro ieinesires ,ecdoS. c propot.do urna co 3 'ico" mirafilhido vendo O goforiio
ainorlisaco sem cmisso de novas inscrlpces. attrar sobre suas prop llts trop.S lodavia 0
O ministro l'jllou largamente a favor da sua governo no era injusto, porque o Cotul'la-
obra, declarntido que a({uet tencia s a elle ministro da fazenda. mas lodo o amigo i'oprilicipe, o comprometli da ms-
minislcrio. inclusive os novos mini-tros, que rjeira a mala pergosa para com a Ruropa, e nSoesla acabado eque a cada novt appro
acquieseeram a este nielo de salisfascr pontual- ,,ri urr,ente reprimir os seus orros. Eis- '
mente aos encargos diarios poucas palavras a curiosa htstolia
fio dia seguinle ao discurso do mililitro da 1 p -
fazenda, Casal Rlbi'lro. por parle da couimis- "S5~J,e?',
.Oes. Este projecto foi mal roe bido pe
asscmbla e os commissarms nomcados pa-
ra a examinar, pronunciaram-s.' por urna
grande maioria pela rejeicSo da lei, O
presidente quo deseja qt.oa sessSo termine
sem tempestades o sm revezes, resolveu-
sea retirar a le. lie por men de urna Carta
dirigida pelo ministro de estado ao presi
denle da assemblea que elle fez conhecer
a cu resolucio.
J disse a Vmc. que o governo tinli ele
vado um r.mtlirio por esos dos bens da c
sa do Orleahs. os quses os herdeiros de Lofl
Pnilippe revindieavam parante 0 tribunal do
Sena. Oelfeito do conflicto eraohrigsr im
mediatamente aquMIe Iribuoal a n'o trata
dese negocio, ale que o cons'lho de esla
do tivesse ulgado sob ranariionto a questSo
de competencia. Anda que os membros do
consellio fossem oomeados pelo presidente,
os amigos da casa de Orleans 11S0 desespe-
ravam de obler um sentenca favoravel, e
com elTeit'i sti falln mn voto para que elles
ohiivessem ganho do causa. 0 negocio foi
levado a 15 tiesto mez assemblea geral do
conselho de ostado onde ella foi solemne-
mente advogada. A ducisilo quo segoiu-se
s issOes, leve lu?a. com as portss fecha-
da* como he costume, mas cunosidade
publica eslava tilo vivamente excitada quo
OS segredosdas ou.nies fura ni lugo deprea-
sa conliecidos. Soub-se que entre us de-
sasis conselheiros de que le compuoha a
assemblea geral, oito rr.itn contrarios aos
decretos qu'i coniiscam os bens di familia
do Orloans, e olio BtDeutO approvam BStei
decretos. O voto do presidente do conse-
lho da estado, Mr. Baroehn veto derulir as
opinO's: elle proounciou se a favor dos
d'crctostle conllsco. Assmi fot qun termi-
nou o conflicto : mas creto que o negocio
lid
aum sssassino
lia na cmara dos communs um louco que
so chama Feargus O" Conner, o quil foi por
nuito lompo ebefe do paittdo cliartista.
Muitos annos ha que esto pobre diabo se as-
signalav por todas as eslravagancias im-
ginaveis; ttnha entre nulrss manas bisar-
ras a de entrar nos armazens e abracar as
mulheres. luitas vezes foi Invado parante
o magistrado de polica que o loorehendia
vivamente o o condemnava multa.
Na cmara los communs, a sua loucura
era ao principio manifeatada pela abundan-
cia de murros que elle dsv por hem ou por
mal em seus collegas ; mas ltimamente al
le tornou-se mais brutal. Um dia olio d'ti
s-m ratflO, sem proloxto, um grande murro
00 ventr doum dos seus yisinhos. FinaI-
menlo ne.-t.'S ltimos dita desaforou-se ao
ponto de dar otna b ifetsdl em um de seus
collegas, Mr. Ilemiou. Por qu-ixa dcst-, e
a requiaicSo do ministro do temo, Mr NVi-
pole, a cunara imiundiatameiite ol'damnou
qun .Mr. O'conuer fosea posto sob vigilan-
cia do sirgento d'aroiaa. Esta orden) foi
MteuUda, 0 pobre louco quo se lu ha es-
capado, foi loguaganailu pelo., olliciaes da
causara e prezo. Taudti-o reclamado sua fa-
milia o provada a sua elienaclu ment>l, el-
le foi levado para urna casa de doudos.
Alleman/ia. O imperador da Aust'ia aca-
ba tic fazer umi visita a ri.la,ln ilc l'rsgi, ca
de miin, lint ato sidu a causa disto, privando
o nieu governo do lempo necessario prepa-
radlo das Iris que vos tlevlam ser submetida.
a A consrqueticia natural deste estado tf
cousas r\ i|M um .1 era a aecumuiaciio do* tra-
balhos no iiim da sesso. Todava a primei
ra prova dauunslilutco, de orlgem toda fran-
cesa, devem < nvencer-vos que pnssniaiuos as
condiedes de um governo lorie elivre. O po-
der nao he maiso hm imiiiovelcontra o qual as
diversas oppioldes dirigiam impunemente os
seus tiros. Elle pode resistir aos seus ataquen
e seguir de hoje c 0 diante utn systema, sem
ter i ecorrido ao arbitrario ou astucia. De ou-
lro lado o esaine das asseuiblas he serio, por
que a discuiso he livrc, e o voto do imposto
decisivo.
Quaulo s imperfeicd''S quo a expcrianci.i
liver lello conhecer, o HOMO amor commum
do betn publico procurara coiisteulciucule di-
minuir os inconveoienlrs at que o seuado le-
nha decretado.
No iticrvallo da sesso etuprcgarei todo*
os meus disvetos em indagar us uccessidades
do paiz a em preparar projectos que permi-
lam diminuir os gravamos do estado sem nada
comprotiietler tos servidos pblicos. Na ses-
o fntuia eu feral conhecer o resultado de nos-
s trabalhos e o estado geral des negocios pe-
la meusdgem que a cousliluicao me obriga .1
dirigir-vus lodos os aunus.
Iletiraudo-vos para os vossos deparlanicu-
tos sede os cebos deis do bciiiIiiicuIo que reina
aqui : a conAanca na conatltuieio c t,a paz.
Dizei aos vossos cooimilleules que em Pars,
nesle cotaco da Franca, ncatfl ceolro revolu-
cionario que derrama altcruadamanta sobre o
mundo a luz ou o iuceudio, vistes um povo
piltlda Bohemia e ah teve a recec" mas ,"""'u- "" u u ''"010 vi.tes um poyo
r ,. ,,.,;,..,,. .. I iiniiienso app icando-sc em fazer desapareeei
entliusiastici. .vallH.tcli dos habilanlo .a I ,ul* revoluS6e< e eutrcg.odo-.c
Bohemia para rom o sou soberano lio mut-iMM -rJaer ao irabalho, com seguraaca no
lo anliga O muito experimentada a O novo |uluri,. Uin povo que otur ora i-m seu dilrio,
leslemunho que deramdotla nada tem deluo iglerava nenhum ireio, vdso vlsiai sauda
extraordinario, mas o que admira muito com acluiitacao a volca di- uussas aguias, sym-
so de fazenda, declarou que esta nao concor
O Constilulionel pulilicoo nos primeiros
henso, os prncipos de Orleans co necar3o
outra vez o procaSfO. alim de entreter o
msis que for possive a desabra lavel i oa-
pressSo que estes decretos prolozirtm no
d.va na emisso das inscripedes proposta no de- dias tiesta mez, debaixo da assignalura de pu'ilico
creto de 3 de dezembro setn se discutir o orea Mr. Cranier de Cassgnac, dous.artigos so- t Apezar deste desagradav^l incidente, a
menloda receita e dsspeza do estado, c ver se bu u Blgica. Estes artigo se resuman, rondines to paiz no principe. I.uiz NapoleSo
o gabinete aceitan alguinas reducedes que a Jesle modo: cumpre que a Blgica ponha se inainfesta por meio designaos 03o eq o t-
eommissao indicava. Ksia prupuaU icou para um lBr||, esses laques iiijoricsos que Vocos todos os valores sohl'am, e o mi-
ser discutida conjunciatnente com o parecer ge- seus J()r|les dirigem contra o principe Lutz I lustro da lazenda acaba de ibliar por um
ral da commissao. ......ii. _. ..... ,Nipt)le,3o, do cotitinrio a Eran? juslamen-, decrelo recente, os juros dosapolices lo
mS?^W&h^. te olleod.d. de .... ...aolenc.aa. recu,-:a ihesou-o, os qu.es de boje e di.nla gyra-
conclulndo por apresentar urna subslituicao renovar o (ralado de commorcio o qual rio no comitiercio a rasan de 3el|i por
para levantar una quautia bastante a eslabe- abre Os seus Pilero los aos productos belgas. Canto ao anuo, no mais longo praso A til -
lecer um fundo de auiorttsaco para pagar os (> uuetor do artigo insiouava mu clara- d lia todava entre os opranos alguns res-
juros em divida. Drpois ricsia proposia, a com- mente que o gabinete actual do Bruxellas tos de maos senil metilos c pretenc .__j que c*ia i
A propostaque o governo fez, na conformi
dade da calla, para cobraros luapoaio do
oais, 0 que lie Utn s) intima oicellente, he
que u imperador leudo ido visitar depois
Capital da Hungra, a ctdade .te Iluda, fot
r cebido pelos hngaros con. as daaionalra
'S tle juliilo o nais vivo. Tolos os jur
uacs que nos cbogam da Allemanll i uflo Ml-
lant seno das deinonslraciies rlenlos do
grandes e do povo de Hungra eui honra di
bisuelo de Mana l'hereza.
A queslAo d tcitovacSo do Zollwnzein
oceupa s mpro mulo os gabinetes da Alia
ni a ii Ii i qui se dividen! caja vaimaia sobre
eata ponto. A Aualrll grupa etn indor di; si,
Saxe, Bavira, Wrlemberg, os dous Resss,
Bid e Nassau : O lliuuvre, Oldembuigo, e
as cid idea banseaticas se ligam ao ayatema
da prusaia.
Ilel'jici As eleifis acab*m de ter lugar
na Blgica para .eimvar, couUiinie a cois-
liluico, a un lado da cunara dos dOputidOS.
A lula lu viva. Oparlilo catiiolico Cotiso-
g.iiu f zer pass.r minios novos ca.,iiilios,
mas lo l.ivia, o patlido libralo miuislerii
leu. a nidioiia as cmaras.
IDEal* DE JIILI10 DE is.,2
A aesso do corpo lesjisalivo lermiDou no
...rqi.aniooqueeliequer he nao appllcar a. he ao partido conservador e catl.olico. I ollicinas e reclaman! um augmento d
reoeiu correuteiie.-ao ao, -ncrgo. .uccess.- Ezpondo eslas nielas, Mr. Cramer do llus. O governo obra para com elles con du w do lllf7 _,,,, ...J, grll0,e ffert ipo- bs mares. Para livrar nossas duas inatores
ric julho em dlanle, foi contestada nao s pela vos, lanto dos oidenados, como dos juros, hs- Cassa^nac eslava em seu diretlo, poro ti ; multa moderar,!) e prudencia ; esforfK-se /,a c depols de tres mezas de duracao. Sea
diieia, mas lanibeui poi alguns deputados da to as cousas nesle estado, havendo inultos ir- cis.|i 0 i u: elle l'allou as conveniencias e n leva-Ios ao traballio por meio de bonsl ma|or parta deU sei
resolutos, porem a malaria propensa a adoptar r governo : no seu segundo artigo, cnuselhos, mas sem sa mostrar covarde. i e pouco linulncativ
cte nielo, com o qual se nao ira depreciaras ,. a
alio de dar mais autoridad as suas pla- II i na v^rdade, alguina poltica nestas agi-
3 dedetetn- vras e "'*'s oi"Cs as suas ameaQas, o escrip- lardes industnaes, porque o deparlstneiilo' to o pode s.
o foi pouco uiieressante
coi desforra a ultima
semana lu muito laboriosa e to animada quau
iblea iju nao
por alguns eputaaos ua tao as cousas nesic- ninuu, ,* c-........*..- (jli-aqul
1.... I..... Ba.la. .H.IlUU MMMMI i I I 1 i 1
maioria, e com razao.
O orcameuto que deve ser apresentado no
comee-} do auno, appareceu mullo tarde, e inscripcoes, o que succed
anda se nao Pri,^u,lo.. a|d,scut,r, e estamos no j cmlssao d^laa^MldteMW de---~; ,,; kl c,ara,li;illv3Vber que e'lle ex.irimia de'l, l.uire he um'daquelles onde ,s dou-1 """. a que nao co......nica
,,7.TaV.r.'ag..hc.d..1c.q.. tnven- pa^Jo e,reVo,,ni,t, .i,/e a cainara, a, o pensameuto do principe presiieuie com ; trinas .0Cl.li.tas leu. feito mais caira-1^^t??SZ2?S?J&%
rival, de gove.nar coiisiiiiicionaliiieuie ueste corles ser..o adiadas novanieiitc ate bus de agos- o qual pretendo ter relaces pessoaes. i gOS. I rain toda a sua vivaeidade
paiz, por mais regeneracoes que sa lacam. Se I lo prximo, para se confluir a qUeUO Unan- ||a ,lo eoinpreiiendet Vni. que ama tal Acaba-so lie publicar ltimamente o CCtl-, Todava he evidente t.ai us homeu
---demnisaces do 1 iliaco, e a dota- reve|acao, Vdrdadeira ou f ilsa, prodoziu a! so da populacao da Franca
ico, ni
publico
for-
i menos houvesse juslie.a e ecconoinia na g
vcruanfa.o mal seria loleravcl mas se actual-
mente uo ha concusses, ha multo compadrio,
eeccoiioinlas s projecladas '. Veste ponto to-
das as censuras que ao gabinete Saldanha la-
zenioscabralislas, sao justas. E nao s debat-
w du ponto de vista eco uomico, lambeui em
cerlos caprichus iniuistcrlacs o aclual gabinete
niioie distingue minio do presidido pelo conde de
I Homar, lia pouco ucraui ononisiro ea raiuara,
um documento (ruante de (|iie j se nao lior-
rurizam de ve- inlrigir as leti, de que i""" "'-
cusavain o conde, ti general Ferreira sabio
rlcilo deputado pelo Porto, c como era com
iiii nliii de ferro.
mais viva sensaefio no niun lo poltico. O lem lugar tojos os cinco atinse a cumpa
Todava he evidente pa,a os houieus que es-
ESlO traliallio (n j, ir (|, poltica que se turma to seio do
Jtt^lXTT^VVf"^^^^'^ Peoipotanc..rlo da Blgica orn| o feiis con. o ultimo oeriodci ,,u,nque-
provincia do Alenitejo para entrar em llespa-. I''W l"""u .mino iialanieute urna explica- ,| prova que a popul.cao da Franca nao
corpo legislativo uoia opposicao contra o pro
sidetile, opposlfo us qual se reniiem os ami-
gos legiiionstas, os orleaiiislas luanles
bolos de auloridade c de gloria.
Ncsse espelaeuto magesloso, no t|tiat a rt -
ligISo consagravacutii suas beii'ios una grau-
de-feata nacional, observaslcs sua aiutude rea-
peiiusa. Viste este escrcilo lo orgulltoso, o
qual saivou o paiz, elevar-se aioda ua estima
dos liumcii, doliraudo o joelho com recolbi
menta diante da linsgeiu de Dcos, aprescutad..
110 alto do altar.
lsto quer dizci que ha cui t ranea um go
vcriiu .uni ..lu da fe c do amor do betn, o qual
repousa no povo, fonlc de lodo opuritr, no en-
eran, fontc de torta a loica, na rcligo fonlt:
de toda a justica.
i Ueccbei a scguraina de nicus seiiiiinetitos.
Assiguado Luis Napideo.
Ella uiciisagcm fot lidaao corpo legislativo
pelo presidente desta assemblea : os applansus
interromperaui l'rcqucuiemenlc a sua leilura .
a qual termlnou com as aclainaces uiiannni
de yira Xapotco. Antes de dallar Pars, o
deputados rcuuirain- nica saade que ae fea fui do principe.
A sesso que ha pouco tiudoii bem que nao
lisesse sido activa seno durante os ultimo:,
dias, ludavia produslo cxcellemes multados
Duas novas linlias de camiutio de ferio foraoi
creadas, una de Paris aCbcrburgo, aoulra di.
Ilardcos a Ccttc. O porto mais imporlante d.i
organisacao municipal foi regulado por unta
medida que d aogoveruo o direito de unnie.it
cidades do coulauo dos hoiuens perigosos,
uina le letn aulorisado o governo a prohibo
aos mendigos, aos vagabundos, .ios condcuioa-
los dejusltea a red icncia de l'a is e de Lvio.
Fiualnienic dorante estes tres mezes de seasao,
ocorpo legislativo volou 2j pr.'jeclos de lei dt
interesse geral e de tnleressc local.
Durante estes iraOalbos legislativos, a trau-
(|uilldade publica foi profundaco paiz nio st
cunuil mus da cmara como se ella nao ux-
Istisse. Ha lodavia uina raa iucorregiyel dt.
conspiradores que ufio descaticaui j ititais nici. -
1110 quando a Franra nao a>,.ira seuoa calma
co Iralialho fonte de loda a prosperidade, l)
nica, laboa de salvaco para esta lio facundo,' j i.tuloravel no seu lime, nao hesiluu em o'duus* Pelo novo censo upoado em 1851,
mas tan mal governado paiz. |tlar sHislacao a Mi Fumn llugter, ministro esta cifra he de 35 nnllies 780,28- Betn
......I'oiadoeleito tosa .olio, cuja inconoa- puWICif DO U,ulear a retrata- Vmc que o aimu -nlu lie llISlgllillCant .
S'lWril de'Li'li'egr: ea". V-. P-enud/ir.. du .'t.gO do LontlUulionel. \ observaeo ..guiar de ,aze,-se, he
' quo a cifra das tnulllures BtCdde de muito
lli em Franc ls inillides
367,170 muilieras e amontd 17 inilh s,
tltalioncl, Mr. Veron, que n9u lu to cor- 33,016 boinens.
louco pensamento de lutar
loria assiin tor.n.ujdo, e Mr.
dato, leve o
Corpo a corpo co. o presidente. Dejois de
te. inserido a nota du Momteur, deelaruu
em seu jornal, que esta nota nao .odia virdo
presidente, por quu ella Hulla a cutela de
que Mr. Crmor nada lilil i dito que nao
eslivesse autotisadu pata dize-lo por i.uiz
Napoleo. Julgue Vine, se urna tal alliiuta-
naiidante das arma daquella cidade.devia oni- mar tornou-o a excluir, o que de,, grande es-i O negocio le.... aSSIU. MHMVa lir. que a W| d
lar ou pela cadeira, ou pelo comniando. O go- | cndalo ao partido cabraltsta, vendo que a par Cranier do (> issagnac sollrido mulloibera | a dus hotnens
vetno, porcui, contra o disposio naieitleilor.il, e no uicsino dia desia exeluso se Hulla con-eata relralafilo : mas 0 director du Con
pedio que reuniste eslas duas qualilitaces, sentido na accuoiulaco do general l'errclra,
couservando-o uo coiumando sem deixar vaga deputado e comiiiaiiiaine das armas uo Porto
a cadeira!? (como cima refer), Ineompatlbilidade lo
Ueslas fricas cuslumava faier o conde de Ihgraote como de Costa Lobo, por ser clavlou-
Tbouiar .' A cmara percebeu islo, mas vendo larlo do contrato do tabaco,
queaespad daquellc generalera preciss as i O da s foi aqui mu dia de grande fesla nacio-
proviucias do norte, uao teve coragem para nal. O principe real foi ao palacio das corles
legar o pedido do governo ; e assiin volou por prestar o Juramento a carta constitucional, por
una das mais imporianlcs incompatibilidades ter cliegaUo tdade em qu- deve lomar assen-
que u proprio duque de Saldanha decretara p.v lo ..acamara dos dignos pares. O acto celebrou
a as cleieoet da aclual legislatura. Eslos e ou- se na sala decantara dos deputados, para o qucl,,.-^ ,,.-) jevM pro luzr rSCall lulo, por esla
iras condescendencias, ou connivencias, lem l'uram suspensos r.s trabalhos parlamentares jraZJiu gUVerno desaliado por Mr. Veron,
auoullado o partido progressisla, cujas princi- durante tres dias: A tropa da Ruarmcaoeosj { ma|Mjou joimoiiaUmeiilO
paes capacidades se acbam hoje na cmara dos enrpos naajionaes lizerain alas desilc o pac-
deputados. Dci-xa-los : foi mais un. deseuga- neccssidadesalao das cortes! A's onze horas
no. Pode ser que aliual dcsla serie de iliuse ebegou o real cortejo a S. liento, viudo S. ,M
sida o.bom conselho. que nos livre deste couti. rainha,el-rei c as jovensinlantas D. Mana Anua
nuo vaive.n de revolufcs e crises uiiuistc- e Antonia, em um coche; e o principe real,
ihes] e os luante duque do Porto e duque de llej
Foi apresentado na cmara pelo dcpuudo com o vtsconde daCarreira, seu alo, em oulro
Mata um projecto para a aboheo do inonopo- escollados pelos lanceiros e guarda moni-
llo do sabo, Julga-se que sera adoptado, pois cipal. As duas cmaras eslavatn reunidas ten-
todos reconbecein o vexame de lolher o livre do sua lenle o inle.il palriarcha presi-
fabrico de um genero indispensavel ; n'um denle da dos dignos pires. O corpo diploman-
paiz pobre, c nao multo propenso para a li.n- co oceupava a sua tribuna, e lodosos mais lo
ipcid. gire eslavatn chelos de damas e cavalheiros
Os queixumes contra a eiuigiaco assoldada das principacs fainilias. A ralnha sentada no
I para o Brasil repelem-c aqu cada vei uiait Ibrono, leudo o principe jsuadiieita proferio
claiuoiosos. O modo porque sao aluciado os um discurso de apreseniaco ao corpo legisla-
colonos as illias c no M.ubo, be veigonhoso e nvo, lindo o qual levantou-se o principe, e rol
Itraicoeiro! Todos esperam que cedo se ponha prestar o juiaoucnto cana constitucional
I um lertiio a esle todlgno trafico com a miseria c sendo-lhe lido o proprio autographo que veio
[ignorancia fara este lim apresentou ha dias o do Hlo de Jaueiro, e se acha na Torre do Tom-
Ideputado Corra Caldeira um projecto de lei, Do; juraudo as maos do cardeal palriarcha, e
Inoe fot logo tcmetlido a competente sec9o, de sobre unas horas mauuscnplas que loraui de
[cujo leor nao posso dar-lbe couhcciineiilo, el-rei Mauuel. Depon, lauto o presidente da
[porque aiuda se nao imprimi. Uxal que al- cinara dos pares, como dado, deputados, pro-
[gtima resolucosc tome para icuiover esle prc- I.Tiram um discurso de agradeciincolo, com o
[k'Xlo con, que muitos alimentan! as rivalidades que lerm.uoucsia pompla ceremonia. O prs-
eme ha entre dous novos, que lano se deviam tttosaliio do palacio das corles, e dirlglo-se a
| estimar e felicitar muluameute s, assisliudo ao Te-Ueum ; e dli voltou para o
1 t) vlscoudc de Almrida Garren foi ultima- paco mide houve beijamao Para completar o
mente objeelo de um ataque violento por parte festejo, uoile deram US. HM. un. espleud.do
lo deputado Antonio da Cunta Soiiionujor, baile uo palacio de uelein, oude, pela prluici-
cni conscqucocia de e havci espalbado que ra vez, Uaucaiam as jovens .ufanas,
lora agraciado com a dlgnldadc de Hallo de Este feslejo csteve para ser enluctado com o
Leca, da orden de Malla. O nobre ministro perigode vida emquese acbou a priuceza Amc-
conlessou ter receb.do aquella rneic. dizeudo lia no da chegaudo os mdicos a desesperar
que Ihe fra conferida etn rcinuoeraco dos do seu reslabcleciinculo, que feliiineuie lem
servico que preatara leliglo Kisuinte- eotii.i.uado ; cslando-sedispoiidopara partir pa-
nenj !: A-tul esleve de passagetn o atchi-du- ra a'ilba da Madelra, cincompanbla de ua au-
\ttsi, M .lineo do imperador c herdelro gusla mil aSra. duquezade U.agauca. A prln-
.i 1 ni.en a cl-iel,caoprincipes. ..
via sido convidado a Jamar por S. S. M. M. e ce. publica pelas na, minora, e lem .ido
enes.aocca.iao servio u magnifico ylatea* de geral o seoliincnlo, por ser dtgn. filba da vtr-
uhas alie- tuosa tuipcratriz viuva.
Ftualiuente val darse uina nova direccao ao
ouroiuasiico, adornado de cslaluasl
corleas, do inesmo metal, e de exquisito lavor
uina da inelore precuuddade do lheouro rgimen da. quarentenas, sobre que t''"" os
re.l. e que raras ve.t. apparece. O marque, de ye.e. que chrg. o (.pr do lira.il se <"*"
Vallada deu, no da 10, un. inagulfie baile, a bem fundado, quet.ume. Aleudeunja lo
queas.islio o principe au.lrlaco. Di.e.n que cacao leita en. corte, pelo Bantado Caldeira,
lestejava o anol.er.ai.o do eu casamento, .loa o negociantes del praca que '" Irar""- ecos.d.du do por as nossas lltiaucss otn
K.c.se.cbeonlenii..lmoemconequeuclade 5oe. leen com o llra.il Meraaauna De'" ""Lquilibriu, Unli apiesenudo um projecto
su. ,.p..( Binado duque ue Lales) e.iar de cr.pia.P'""'"*" "1'^^ le. soore a creaeo de uorus impostos,
zs^AtpffSXssA tx;:<^z:;,v::rwe\, lau o..,,.. Xn sobreo-.
a Coattilutioiiel a pnineira adverleue.a por
ter publicado uina nova calumnia. Um
oulro que nSu losse, Mr. Veou se tena li-
mitado a islo, mas u doulor h irascivel e
sua vaidade eslava finda; pubiicou por
lauto novo artigo para persistir mais quo
nunca eui sua .im-lai ai;.in e p.ra pruva da
soiidanedade que elle atlribu.a ao presi
denle, cilou esle fado ; que o chele du ga
bnete du principe, Imna feito apprehen
der com exemplares do attlgo de Mr. Gra
nier. Luiz NapoleSo au lor esle novo arli
gu licou bastante irrita lo; cm utn mo-
mento quiz suspender o CO"sltutionel por
tres mezes, mas ao leuibrar-se dos ser'icos
que este jornal Ihe lem feito, etalvez tam-
bera etn razo de seus numerosos assignau-
les, liuiilou-se e u inflinglr-se pelo minis-
tro da polica urna segutiua e ultima adver-
tencia, cumo leudo persistido ua alirraacSo
do urna calumnia. Ii -m vez o doulur ve-
ron calou se: nao qu.z continuar, sua
cusa, a guerra du pulo de Dao contra o
ote de Ierro, e desde eiilo reCollieu-S:
a un. nugasloso silencio. O Conslilulionel
do qual o doulor lie u SDOhOr absoluto no
de.fdi.de mais o governo, mas no u alaca
Cabr.ula como o seu director. O publico
pplaude todus osles incidentes, o a derrua
du duutor Veron nao piovoca, de sua parle,
uenhuuia syiupall.ia.
Mudo se lotii oceupado duranlo a quin/.e-
na do corpo legislativo que entrelaulu co-
ni-.; i a dar que fallar um poucu de si. Urna
pequea o/pusic3o nianifesloa-se em seu
-seio, e dlzeui que a coinuiissAu du or-
cameuto piopOe numerusas r.-duces que
nao sao aCdllas pelo cuiiselh i du esta-
do. Logo baveii.us de ver o que lia de vor-
dadeiro uestiis lio. io-, por que o Ii n da ses-
sSo osla ptoxitno e cuuiproque se oceupem
do vou. do orcameuto. I'oiavia ets-aqui
um l. lija peil'oitatneiilJ cotine.-iJO e que
altest u.na cena .lesii.r.no.ii entro os
dous po.le.es. O governo pieoocupadu da
de mullo espieito e alguias vezes muito elo-!quc preparava... e cnch.aui de plvora lubo..
queme, alr. de MouMeiiiberl, e leen sobre ue chumbo c lineo, destinado paia operai
seus collegas napoU'ouieos a vaiit.igeui de co- morilleras explosoes. Etn conscqucucU desta
nhecer u.elhoi- ijuc elles tudas as aladas que deseoerta e d..s pesquisas feit.s nos paietr-
se pode armar ao poder, porque quasi lodos desles individuos, diversos mandados foraui
loiuarain assento as amigas a-semblcas. deslrlbtildos p.l.i |n-in. i i aspiisoesse elcvam.
Precisamente poique el.es leeiu a espeheu- nesle muinento, 3. Nao se saDe anda to-
cia dos negocios. Ibes foi fcil lazerem-se no- das as particularidades deste negocio porqueu.
mear memoro, das comunsses encarregadas proeessose instaura en un proiundosegredoa
de examinar os projectos de le. importa..es, mas parece cario que os refugiados da i.ondrei
Ellas tiunauia grande maiona na COinmlsio sao os inslgadoresdesla abom.navel enprcia
,l,i iii^aiiieiito, e he sobre o terrcuo tas linan- a ricial devin ce lamente chegai a una ienla-
cas pata onde elles levaran, a guerra. Ja d.s- tiv-i deassassinato coutra o presidente, ti go-
so a Vine, que as emendas aos p.ojelos do go- yerno que nao lem querido atenoiisaro pu-
r aprezciuadds en sesso blico, se esfifa em alenuar as proporcei.
Inglaterra. Tu lo so prepara para as elei-
ces em l-.iu lies o nos lies reinos as duas
cmaras queesporaio por una proXimi dia-
solticilo, ndo se oceupatn de negocios se-
rios, e as suas ses-es se passun, na dos
communs principalmente, em ii.S'usses ^S^JS^S^S^Sam^rt^^ de.te ue.oolo.'eheprovavel quo alia se ha d
frivolas sobre a igreja ou cu intorpolaco s. .....jk| aueai,rainliiavame rejeilaram delim- luuiiar en. procederjudicialmenlecontraos m
I um queslao vell.a que se psssuu em Flo-
leiil Sido subrrtudo o Olijeclo das
bre
a
nir jyyor
o jarete
das, elU'reduza as despezas de cerca de 3S|meniaa conliaiia no futuro. Eis-aqu os
mill.es, mas o conselho de estado nao qu./.' convenientes dos governos repuolicanos,
admillir estas ccououiias que leriain levado a quando inesmo a tranquilidade presente esla
desorden nos servteos pblicos: aceitn segura, o futuro nao hejatna.s certo, porque
mente alguoias reducoes uisigulllcaiiles c no- todas as garantas desappareccni com a vida de
nlicou a commissao que as ounas propostas um boiucui.
cram Inadmlaslvela. Pela COMUtulfo, quan-1 Inqlatcna. A sesso do parlamento Ingle',
do o eouselho de estado se tem assiin piouuu- foi encerrada no primeiro de julho pela ranada
ciado, nao se pode mais subo.clter a deci/.o i en pessoa, e no inesmo da a Gatetade Londres
o do seus agentes do corpo legislilivo as emendas que elle nao publicou o decreto que d.ssolve a cmara do
utlr.iiirlaa uo 'en. aceilo, mas a comm.ss..o do orcaineito cuiumutis e Cania os cleilores para que no-
sausiaciunas sepa ll>llo Clll j,.,eilv|V,-r en seu relalorio o'I niccm um novo parlamento. No discurso de
asreclauacoes em ,llu,1Vo de lodas as economas que ella propu-jencer'aineuto, depuis de ter passado en rese-
missoes que as axainluavam e rejeilaram deliui ......._. _.
iiilivaiiieuie, ou antes propuulian ao conselho dtviduos presos como criminosos de labricoUe.
ranea, lem sido subrrtudo o objeelo das u,, dado que as adoptasse. A commissao do armas do guerra. Nao se quer que o pal creta
oisCUSSes parlamentares. Um joven iuglez, orcamenlo teve deste mudo de fazer uelle gran- que a vida do presidente estere exposla a um
Mr. Malller, acianrio-sena ra lio inumen- de numero de emendas, e ellas loram quasi perigoserlo.porquese provocaran! destemodo
to em que p.ssava um regimeiilo austraco todas adoptadas. Com o auxilio dcslis neo- recelos que, prupagaiido-sc. alacariaiiiiuorlt
linha encontroado com um oOJcial iuo o
repelliu grosseiramente e ioi cihir
um uulro ullical que o esbofetia
desgrana que .Mr. tlatt.er ulvez tiv
lunianainenle procurado, porque os
zes em paiz eslrangeiro, tem uina airo-
gancia iitsuppo.tavel, esleve pun'O do vir
a sor a causa tle um conflicto poltico. A
Inglaterra por ii.lermeJio
em riuieuca, teclamoj s
racOos. Ella Tez as mesmas
Vionn, e n3o quena nada menusque a de- nha, eesta inlraco dale, constitucional ouil- uha osac.osda sesso e dado a conhecer as sui
iinsso do ollic.al que t.ulla esuofoteado a KOU 0 presidente a lazer dar-lbe unta severa boas relac-cs com as potencias e.lr.ngeiras, a
.Mr. Malher A Austria nada concedeu, mas advertencia por cu ministro de estado. I raiolia se exprime deste modoa respeto da dis-
o governo tosca no mais fraco o mais fcil F;tas particularidades as quaes sou obriga- soluco: lie miaba Inteneio dissolver sem
de ser Co.giJo, llSo quz So malquistar com do a entrar, lendcui omeuie a fazer compre-' demora o parlamento actual, e o incu voto o
o gabinete de l.on Iros por esto negocio A hender Vmc. que os descomentes de K>ra mal rdante **">2^^?^m
teem ja una certa acvao uo corpo legislativo, ces que couforinc a nossa uonstilu.cao, vao set
c que se esforcatn cm preparar de anteuiao mu devolvidas aos diversos corpos cletoraes, cate
conlllcto entre o presdeme e a aasemblca. l'a- possam, gracas s iosplracfles de nina pronden-
ra este anuo etica no podiaui conseguir. Ape- cia chela de saDcdoria, escolhcr iepreseiitante;.,
zar dos csl'oryoi da OjiposleO, o orcameuto foi cujas luzca e patriotismo me coa ijuvem cm
acbou a cifra da ludO'.nn'SJcao insultante o adoptado assnn como toda's as outras leis, t.tes meus esl'orcos .uce.saii.es para sustentar a bou-
derisurta. Lord tlalmesbury estove bstanle'quaes o guvemoas propunha. Ala pronun- ra e a digo.dade da miuha coioi, "a'11,:r a*
embaracado; desculpuu-so cuino agente in- ci use um ceno numero de discursos bastau- lustiiuic.. es protestantes do pai c a libertarle
glezeinFloret.ca,opru;iielte.u|abrirtiovasiie-'iesho,tis, e Mr. de lioolaleinbert principal- civil c religiosa que be a aua caosaquancla na-
,7i.e,-,a IV.li,-,-.liann.saoi!ovein,ilii- nienle alacou o governo com uina violencia tuial, luguie.itir e inellioiar a aduoaelo ua-
goci.coes. I cdn-s. -ha po.sao j,uv..iiio tos- dlsfarcada. Veremos na auno vindouro, olooal, desenvolver c animar a .ndustr.a, as ar-
c.nu urna soinma ma.or de dinne ro, a qual [e eaUi ,emZnle <.c oppos.co Ue.u germina- tes e a sc.enc.a, elevar acundico inrale so-
elle ha de conceder mu. pruvavelinomo, e jo. Lutretaolo o principe Lua Napoleao, apoi- eial e promover deste modo > pro.pendade c a
Mr. Millier se da.'a por salisluuu. ando-e cm sua iinmcnsa popularidade tem lelleldade de meu potro.
Uro OUiro negClO do OieamO gonero OC- ,, i.,.,,-.;,. l. > faCdinenia da todas as intrigase Nao sei se a Providencia otivira os votos da
cupa tanibein o pailaiueillo iuglez, he a do elle fea cooslar sen sucesso pela menaagera ralnha Victoria, mas se ella der loglalerr. un
individuo Chamado Murray que acaba de que dirigi assemblea uo momento em que p.rlamrnto como deseja Ma graciosa ranina,
sercuiidemnalu.elus lribun.es le 11} ui ella la scpirar-se:
como leudo to nado parle durante a revo
lucilo em mais de t.iula assissinalus cjmo
tidos em Ai.c
seraveleia su
paira dures do pa lam oil-i si |>o.eraiu en nidos, o arraslrainento do espirito decorp., e prole lantes fez p
quosUolui Hlala tliplomalicamente e o
resultad., lu u ali mi a Mr. Malller de un i
iiideinnisucao do 50 libras esterlinas. A op-
|ii-i.;.i i lieni furiosa com o resultado, ella
momento em .,
Todo o partidos se
Senbbre, no momento cm que ral encer- prometala a victoria, c ho de en nbaler com
rar-se a sesso venho agr leccr-vns o vosso encaruic.ainenlo para oblc-ls. ll.na queito
.is de tunta assissinalus cjmo- cuncurJSO c ,,,, ,ulo ql me destes em vos- deve representar ut.fgrandc papel, ni ques-
e.iiii escubno-SO que osle mi- als ovas |D,uiuees. Soubestes resisiir ao to religiosa. ltimamente > gabinete UerDv
lublilti inglez e logo todos Oi ,,ue ha de mais pengas* entre os humis ret- de.ejaodo ai.egurar-se do concuMo dos logosos
lo pulan. o.t i si ponraiu 0 u nidos, o airaitrameuio do ci.urito decorp., e protelatile tez publicar pela ralnlia un | o
im.clo, a qual dseme,., de angoa esialu-
, -hu de prohibir ios caf.ohco a.proci-
-- me. uta poderla orar >. n.aosceiio.
Juila SIS procla.naco a qual lera nao
campo alim de inleiessar u puvo inglez na salva toda susccpiib.lidede
sua sorle e pata forcar o ministerio a carre- dos graudes (ulereases da p
gsr sobre o gove no romano at que cal i ti- prenendealea que o tciopu ..os
una |OstjAlr..Miirraj-eiii libordade, apatr ?a.l X2!!.*" ******
dos c.itu. s, p.ovados por Ires seolencas. O
gabinete Ujiby deveu ceder paiase nao mos-
trar monos pan tola que lur.l Pslmeretou, e
Su llenn Uulwer fui eiicrrO(ado do nego-
ciar esta vergouhos questlo junto de sua ,
Sanclidade. Eu direi a Vmc. u resulladu quo l minba solicilude em chaniar-vos para o redor | pon teve lugir uina coius.iosanguinoiem,
vos oceupiste
, i irijue eoill
llseoesos aj
e que o dos ue
godos era che; ido
. A applicacao de um novu sjstema eneon-
tia seuiprc d. ...eoldade, VOS dosle liarte del
le. S- p.recen I litar'.rab,Un, as vo..as pu-
aalras se0 de abreviar a duracao de iii.uha dictadura e i texto alim tle insultar seo culto
iioetuo.lozio esta pru<;irav ;----
. eonvlccao doscalUoUcosaenao lamben os
principio do rerdadclros Hneraas. O povo
l
Diutal
eir
o que as cidade inauulaclu
Inglaterra pertcgue hostilmente os
lsto para pr*-
e em Stock-
ILEGIVEL


'|ual as Igrrjaa e ai habilacoes particulares fo-
r mi desunidas e boin ouuiero de individuos
I;
1 '
Repartirlo da polica.
DA 29 DE JULHO.
oVcXlloo. .5o furioso,, e orno o .cu nu- "'. Exm. Sr -Cumprc-me levar ao
mero he conalderavel, ha lugar para crer que conheciment de V. Exc. que, das parte
elle rxercerlo una iuflucucla nivea decisiva hoje recebldil, relativas ao da da hontem,
no resultado das eleledes : por loda a parte mi- consta ten-ni ido presos : i ordem do llr.
de riles nao poderem faier paaiar um cathollco, juiz municipal da primeira vara, Joaqun
darlo o aeu voto a um candidato, partidario da t silva c usmilo, aentenciado ; ordem do
liberdade religiosa. He deste modo que mu- subdelegado da freguezia do Recite, o preto
ja mal. ministro, nao llie perdoam o seu bil Luiz Costa Cabral, pare averiguagfjes poli-
uontra os lilspos catholicos que tem sido como ciaes; o or Jem do subdelegado da fregu-
o ponto de partida das perstguljcs dirigidas guezia Ja Koa-Vista, o loglez Jorge Wavieu,
contra os Ingleies unidos Igreja romana. Pa- a requisiclo do lespeclivo cnsul,
rece que, nao obstante a oppoiico que encon- Ueos gUrde a y. EXC. Delegada do pri-
Ira. lord John Itusjel ser nomeado pela cida- meir0 distrcto d0 Becire, 29 de julllo de
de. graca. ao .polo do, liberan,, omnipotente. |||m e gf Francisco Anlo.
naoclieaou a Paris no momento em que escre- tomo Raiigel de Torrea Bandeila, delegado,
vo, mas que Ibe lia de vii direciamcnte de l.ln. O EXCfl. SrCumpre-me levar ao
Londres, porque be hoje mesnio que a queslo conhecimento de V. Exc que", das partea
se ha de decidir. Oque lie certo, he, que o no- hoje recebidas, relativas ao da de hontem,
bre lord uto ser bein uccedido seoao com o tfeMS consU lerem sido presos : ordem
auiilie. de urna dessas transares t.o flequen- d subdelegado da freguezia de Santo An.
,4-_______lataaH a- ................... ,1 ;iil il n>
iib
aassasMaaaaMMMasalassamaiiaaasi
milysir, como teem felto, o ectos do mee-
ni". Luiz Napolelo pcnsnu poder deste mo-
do fazer callar e imprensa iogleza, mas os
individuos imeagidos respondern! como
honens livres, desprezan lo taes ameagas,
e coatniiiiran no seu uinprego.
Ne Argelia os rabes ee levanlaram em
um dos dislrictos da provincia de Cooslsn-
tina, mas depois de varios conflictos, nos
qties os Francozs tiveram alguna homens
feidos, a insuneigo foi supprimila com
gran le perda dos insu gentes.
Corriam em Pars boatos de mudangas no
ministerio. Dizia-se que a pasta dos uego-
cios estrangeiro tlnha si lo offerecida a Mr.
Diouyn d Lhuys, que Mr. 11 r < 'i passa-
ria nutra vez para a pista do interior, eque
Mr. r'oul toreara a entrar para a reparti-
rlo da fazen la,
Italia e tilias Jonictu.
No.Pieraonle a cmara dos diputados oceu-
pava-se com um projecto sobre casameotus cl-
vis, o qual tem encontrado grande opposico,
mas, isso no obstante, inultos dos seus art'gos
llnliam j sido approvados.
O Corriert UercanMe de Genova, referindo-
e a cartas de Turln. annuncia que o principe
2
aoir o previlegio de vira ser cidadSos er isto,repetimos; pedioLioa vista, foi-lhe esta
pro prieta rios do solo entre nos dove aer re-1 concedida, articulou aiuacootestagSo, mu
peludo do mesmo espirito que tem apagado a nada se moveu o julz, e despresmdo-i,
em nossos cdigos as leis sobre oa estran-i mandou entrar e levar dentro de 3 das, o
geiroa esobre a sedicSo. ( Men and Sedi-I prego da arrematigllo ao deposito com pena
ion Lates). [ de captura i E que til ? !
i !i (i congresio ooi vlrtudcdiconstituig.to Neste apuro Vendo-ae Lina proales su-
mi tem neohum poder e Intervengo nem bir e trepar os degraoa da cadeia, app -llon
de inspeccSo as instltuigdes esptciaes dos desse desordenado procedimento, mandou-
diversos estados; os ditos estados sSo os u- se escrever a sus aopellag.lo, disseran) as
nicos juizes de tudo o que diz re.speito sos parte* sobre os effeitos, e subiram os autos
seus propnos negocios, excepo as retrigdes no dia 5 do correte julbo para ser recebida
fliaJas pela constituigSo; lodos os esfor- a mesma appellagJo.
(os i-mis pelos abolicionistas ou por nutro Estando assim os autos oa concluso, eo
afim de levar o congresso a intervir as juiz ligado pelo recurso para nada innovar
quesUes, do escravidSo, ou a tomar a ini- em obsequio a lei Ord. L. 3 tit. 73 p. ; eis
cialiva neste assuoipto? sSo de oaturesa que [ que urna no menor dosordem leve lugar,
podem produsir as mais assustadoras e pe- 'e foi mandar o mesmo referido juiz sup-
rigosas cunsaqueucias ; todos os esforgos: pente da segunda vara arresta' os bens ar-
ileste genero teem urna tendencia inevilavel. rematados, feixar as portas & botid, o por
para diminuir felicidaddopovn e compro-jem deposito as chaves, o que leve lugar no
melter a estebililade ea permanencia da U-|dia 28 do eorrenle julho, dia em que em au
ni.*M) ; elles nSo devem pois ser anulados dieucia recebeu a appallagilo interposta no
por nenhum amigo de nossas ostiluigdes
iro .
secundario, Ainda se fallou as ultima, srs- carreiro por cima do p de um preto.
soeado parlamento dss reciajnaofjea de^Mr. Ma- Dos guarde a V. Exc. Delegada do pri-
do-se a diplomacia ingiera iudilcrente a Jaso.
ii atornilla; .hronieti publica a seguate cana
clamaces da Inglaterra a rcspello de Mr. Ma-
ther, equanto asir Murray que as orgoclacoea |T|Y ni* UPf'IFr1'
coulinuamaioda. JUt\l U\J nuiti u.......
AUmxnhi. O imperador da Austria contl- %,t SESSAO' ORDINARIA Eli 28 DE JULHO
passtlo triumphal no mel das popula- OE ig52
m
mas pela noite as cbaramas brilbaram aem que
a sentiuella, que provavelmenle eatava adonne<
cida, tivesse dado signa! de alarma.
Logo que se leve noticia do facto, as tropas
mar ch n .un para o lugar do Incendio ; ao prin
la. A, loucur.s demaggicas de Kossuth nao fllve. u ,. ,narnl_ fogo f.lla-se de incendiarios, os partidarios do
tem contribuido pouco cin ap.essar o arrepen- A s onze horas ila manha, IWIIIU' g0BverD0accusain os radicaes, estes laZem ou-
dimeutodos nobres Hngaro, nu1ehni'^n,Iuef-; '-^h^"sJ,,'r",eJl,-e? f !"s J t>'> taolo aos seu, adversarios; porui nada jus-
tifica nenhuma destas supposijdes
i un ter de commum com um tal honiem. O
joven imperador Francisco Jos facilita por
iiicin de sua clemencia esta vulla para mellio-
res seutimentos. tile acaba de conceder per-
dio pleno e inteiro a cincuenta preso, poiiticos,
i- altamente dn que suas medida, de clemencia
au licarao all, e que he chegida boje, ja que
jjusiifa est satnreil i, a hora da recouciliacao.
He ii'ii.i exielleulc polinca.
A cierna conlesiaio cnlrc a Prnssia e a a.us-
irla a resueilodo Zslwereln entra eni uhib no-
va pbasc. U gallineta de llerlim propoi ao de
Vleuna Ulna ueguciai "> no lim de lixar auteu- I
padamenle as relaeei da ,vu,uia com a confe-
deracio das alfandegas, a qual seria restabelc-
id. no aatige pe. II ratflea para crer que cs-
iu ui-gociaco lia de ser aceita.
U reoto da Kuropa nada presenta de nteres-
..lite, e apenas importa mencionar urna re. la
.igincao naSuissa, onde os conservadores es-
lao em viva lula coulra os radicaes, c olguiuas
dCDordeus ba.laiucs graves na Grecia onde um
.noiiijc fantico subleva contra o goveruo do
re Uiou cas pupulacei iguoraulcs das ihod-
liolleiiin d.i Bolsa. Os 1 e liS por ccnlo frao-
cetes subiram a lOi francos c 20 cntimos ;
desceraiiia9 francos c 8j cntimos e licuratu a
101 francos c 5 cntimos.
Os tres por ceoto subiraiu a 71 Ir. e tu c.,
dcsccraiu a 70 fr- c 05 c, licaraiu a 70 Ir. e 75
ceu'.iuios. _
C'ousolidados ingleses, subiram a 101 c l|8
desceraina 91) e 7(8.

OSr. Vrcsideiitc abre sessSo.
Sorteia-seo conselho que tem do julgar
ao reo Jos Ferreira dos Santos, aecusado
pelo cimii de ferimentoa.
Prestado o juramento do estylo
O Sr Presidente faz ao reo o seguinle
INTERROGATORIO.
Jalla : Como se chama ?
Reo Jos Ferreira dos Santos.
lula -- Que Idade tem?
nV<> : -- 23 anuos.
luis : Oual hu a sua piolisso t
llo : Ourives.
vis Sabe 1er?
Reo-: Sim, senlinr.
luiz : Donde be natural .'
RO : DO Porto.
Jiii; : S,ho porque he aecusado ?
Ksttlos-ljnidos.
Todos os espiritos nesse paiz achau-ie ac-
tuaimtnte preoecupados com aprosima elei(o
presidencial.
A convenco nacional wblg reunida em Ral-
limore escolbeu para seu candidato presiden-
cia da Uolo ao general Wlnlield Scolt. com-
maudaiite do exercito dos Kstados-Uuidos, e
para can idata vicc-presidencia a Mr. Grabam
da Carolina do Norte.
Esta escolba foi recebida em umitas parles
da I ni.m com fiicza, porin eui outras foi eo-
thusiaslicainenle ratificada.
Em Wa8ibinglii os wbiga reuniram-se ein a
noite de22 de juoho e forain cuinpriuientar cin
suas casas lamo ao general Scott como a Mr.
Gragaui, a Mr" Manguu, e a Mr. Webster, os
quasi lodos, de suas varaadas, pronunciarain
i-..r mr.lnmnia nue. me levan- breves discursos agiadeceudo a seusconcida-
. I or urna calumnia que me h.van fllo| ( boa ialio de||e, falam. tm casa
laram; disseram que eu Unha dado com
PERNAMBUC9
RECIPE 31 DE JULHO DE 1852.
AS <> HORAS OA TARDE.
liclrotpeclo Semanal.
Lua ooitedeterca-foira 27 do corrente,
dou llerr AloXaudrea sua primeira repre-
senlaqJo do mngica, no tlieatro de Santa
fzabel, ao qual concurreu um grande in-
clieiilodo espectadores. Dizem-iios que o
,irii:li trabalhou 11 tu ^amento oui algumas
pollolieaa, que fez, mas qu o resp-ilavel
publico eSiierava inaio.us couzas, e scenas
,11 ais duraduuras.
No dia 99, en quo ...un !n as melliorcs
presuiapc/tes devia .i expectativa, do publico
ser satisfeita, um surcesso opcorreu, pelo
mil deiiotl de ter tugara representarlo, e
rjiie poderia ter tido *s desgragadas conse-
quenciaa de urna verdaleira calastroiihc, se
por ventura ja huuvcsse ella comegado.
Por um dlSCUIdO. ou desaso do eucarre-
gado do lustre du tlieatro u'essa tioile, o
qual se nao soubu haver com o inacliinismo
do mOSIDO, precipilou-se osle sobre os han-
cis da platea, qu-brando-se quasi lotos os
vnlr.is, e fleaodo mesmo arruinadas algu-
mas pegas do hron/.e.
Ain la ninguuiii lluvia felizmente na pla-
tea, o poudo por tuilo 0 luslre espalifar-sc
cjmmodameate, aem offender a nioguem,
excepto os bancos sobre os quacs cabio.
(iranio deve ter sido por essa OCOasiAo o
nli i.ii.ii il ll"i c An'\ ni lie, que transfor-
mando ii podra em pin, e a a^ua em sabo-
reos licores, s com o auxilio da varinha
ue cndilo, com que o presenleou o ,:."(
du jiio hilidaJe de poJer immedialameule concer-
tar o lustr, aem sur preciso para islo Uans-
loruai as leis da natiircza .'
[o dia 29 foi inlerrompida a sessSo do ju-
ry d*esla ei lade, em consecuencia de um
. in-.i ie, de que foi a commettido o S'. juiz
prcsi lente do tribunal, pelas nove horas da
noite, c quando tralava do examiolr as ivs-
posli.s liadas pelo coosjlho aos leu) quezi-
tos. S. Siinhoria vollou a si logo depuis de
alguns sjecorros, e pou le anda lavrar a
-nlcuca; dando porin parto de doente, foi
chamado para o substituir o juiz munici-
pal de Oiiuda, sob Cjja presidencia devein
i i-> i -> os dous ou troclas desessdes que
falta m.
O vapor inglez Teviol, chegado hoje da
Luropa, uflo nos trouxe noticias de grande
impoitancias, e as que vieran! achaiSo os
Icilores em outra parle d'este Diario. Nelle
veio de passagem oSr. concolheiro Sabas-
tiSo do Reg Barros, encarrega Jo pelo go-
laram ; disseram que eu upna u.ou com di ra, ScM duis vel<1, farain p05U1 oa
umfeiro deengommarem Jos Mana no- vttiaaa a pedido do povo, urna direlia, ou-
gueira. ira esquerda do general para que este podes-
Ju's : ~ Quem fez esses f^rimentos ? se ser melhor visto.
Reo : Eu n3o sel porquo nessa noite es- Entretanto que os whlgs assim procediam, a
lava na ra do Apollo. couvencao nacional democrtica de Baltimore
Mi:-A que horas leve lugar o feri- loma as aegulotes resolucdes :
"eo0:'- NSo sei dir, porque fui para a o/ugOes da eonoen^ nacional d,s dem-
tre,as9 e Pme!a *' ? *"" '" "** "'" convengSo7.cion..18r"olveu que a de-
if-. ni, u. furma eslava vestido nos- mocracia americana faga consistir a sua M-
J,.-De que lorma eslava vestido nes ^ ^ nlelhgenciit no p.triotismoe
Re" :-De jaqueta de riscadinho e caiga no^entimeoto de instiga do povo ameri-
T?; Esteve ness noite com alguem ? ".""(jueolhemos este ponto como _um_dos
Reo : Eslive com 7 OU 8 pessoas, das
quaesse acliam no tribunal.
Ju; : 0 que raziara alli ?
to : Eslavainus arrematando uns
queijis.
Juis: Qaem foi que se qucixou do se-
nbor ?
Reo : -- Foi o palro do ferido que anda-
va entrigado comigo por causa de urnas cu-
tragos caractersticos de nossa f poltica, a
qual somos orgulhosos de maoter peante o
mundo comoo grande elemento moral de
uma forma de governo que procede e se
sustenta pela voniade popular; e u apresen-
tamos as vistas da fe dos hbitos do feu-
dalismo qualquer queseja sau oome, ou
sua forma, o qual procura fazer parar a
vontade do poder cooslituiole e que nao er
em nenhuma Impostura bastante mons-
vernodo ingajamento de tropas eslrangei-
ras, cuja tarefa coucluiu.
O Teviot foi portador da DOtieia da mu-
danga do viagem do vapor Cleopalra, per-
loncentea novacompanhia anglo-brazilsira,
o qual ia fazer uma viagem a Australia, em
buseadoouro. Dizem que aquella compa-
nhia recebera n3o pequea sornma da exis-
tente para abandonar a empreza, cuja con-
currencia llie devia ser prejudicial, e esta
uoticia parece nSo sur inteiramente dosli-
tui la de probabilidade, aliento o repente
d'esse accordo, quando com tanto afinco
se dava como certa a viagem para os nos-
sos pnrtos, e a pouca consistencia ou inve-
rosimilhanga do moti/o que llie lio a-sig-
nado.
Hoje li;i Ion n'esta ciJade o Jubileo con-
cedido por S. Santidade, Pi IX, aos seus
subditos espiriluaes, e que por desigimgSo
do Bxm. prelado diocezado, teveeomcgn no
t.o do expirante julbo. Foi numeroso o con-
cresso das p*oas, que duranlo ello con-
correramao Sacramento da penitencia, e
vizila de igrejss indicadas porS. Ex. em sua
carta pastoral de 9 dp passado, econsla-nos
que algumas esmolas foram dadas para a
obra da propagagSo da f.
Entiaram durante a semana 10 embarca-
i res o sahiram II.
Rendeoa alfandega *:o0*,i79 rs.
Falleceram 22 pessoas : 8 homens, 3 mu-
Hieres e meninos livres; 3 mul'ieres e 4
iiKiiinn." escravos.
'"Vmfi^'conhece as lestemunlus do pro- IruosVp.r. a creduhd.de popular.
cosso ?
I'.co : Conhego, sim, senil.ir.
Jui's : He inimigodellas.
Reo : SSo mintias iuimigss, porqueju-
raram o que n3o viram.
Juij : Tulla
dido ?
Reo : NSo, senhor.
luiz : Onde era a lenda do senhor?
Reo : -- Na ra da Sen/alla.
Juiz : E a venda do ofl'endido ?
Reo : -- Na ra da Cruz.
Li las as pegas do processo e finda a dis-
cussSo.
O Sr. Presidente faz o relatorio da causa e
entrega ao conselho os qucsitos, e avista das
resposlas deste :
Absolvo o reo.
DIARIO DE PERFIL.
Que peoelrado destas opinies, o par-
tido democrtico dest uniSo, pelo orgo de
seus delegados convocados em convengJo
geral, reunindo-se em um espirito de con-
cordia, de dedicagSo s doutrinas e f de
a enm r. olfen- um governo livre representativo, e toman-
1 do poi testemunhas a seus concidadSos da
reclidodesuas intenges, renova e outra
vez ailinn.i parante o povo americano as de-
claragOvs dos principios proclamados po
elle as couvengdes geraes, as quaes elle
precedentemente apresentou os seus candi-
datos ao suttragio popular :
a 1. 0 governo federal he uro governo
que nSo tem lando poleres limitados que
llie JaaconstituigSo, e asattribuicesquo
ella inipOe devem ser estrictamente obser-
vadas por todos os departamentos e por to-
dos os agentes do governo : he intil e pe-
rigoso exercer poderes cuja coostitucioaa-
idade pode ser duvidosa.
2. A constitoigSo nSo d ao governo
geral o poder de principiar nem deixsr de
proseguir um systema geral de melhora-
mentos internos.
3. a coostituigSo nSo autorisa o gover
noleleral directa c indirectamente a lo-
mar sobre si as dividas dos diversos esta-
dos conlrahidas para melhoramenlos lo-
caes ou internos, ou para qualquer outro
objecio que interesse especialmente ao es-
tado: assumir uma igual allribuig&o nSo
fra justo nem vanlajoso
4. A jusligaeuma sSt poltica prohi-
bemjfue o governo federal proteja um ra-
m^ff^^lusli ia em preju zu de um outro,
:# Bfavorega os inleresses de uma por-
gSoenlrletrimeiito de uma outra porgSo de
s,in. nossa patria commum; cada cidadSo e cada
m in- secgSo do paiz tem o direilo de pedir exi-
gir uma igualdadede direilosede previle-
gios, assim como uma plena e completa pro-
tecgSo das pessoas e das propriedades con-
tra tola a violencia no interiore toda ag-
gressSo estrangeira.
S. He do deverde tolos os ramos do
governo dar forga e pralicar a mala rigoro-
sa economa na adminstragSo dos negocios
pblicos, e nSo sedeve arrecadar renda al-
guma que nSo seja estrictamente necessaria
para as despexas do governo e para ex-
tinccSo gradual mais certa da divida pu-
blica.
6. 0 congresso nSo tem o po 1er do con-
ceder uma c.rta a um banco nscional; ere-
mos que uma instituigSo deste governo he
morlalmente hostil aos verdadeiros interes-
sesdopaiz, pengosa para as nossas insli-
tuigOes republicanas e para as liberdades
do povo, e destinada a collocar os negocios
do puiz sob a inspecgSo de um podar lioan-
ceiro concentrado em algumas mSos e ci-
ma das leis e da vontade do povo. Os re-
sullados da legislagSo democrtica a este
espeito, assim como sobre todas as outras
medidas finsneeiras quo dividiam os dous
partidos politices do paiz, teem demonstra-
do os homens sinceros e prallcos de todos
os partidos a sua verdade, segurangae in-
fluencia salutar em todos os gneros de ne-
RECIFE 1 DE AGOSTO DE 1832.
Pelo vapor Teviot chegado hontem de Sou-
thampton, via Lisboa,Maleira.Teneriffe e S.
Viceule recebemos as carias de nossos cor-
respondentes de Lisboa e Pars, que licam
transcriptas em oulio lugar desta folha, e
bem assim varias gaxetas francezss e ingle-
ias, alcangando todas a 8 dejulno p. pas-
ssdo.
Inglaterra c suas passesses.
O paramento i'igl-i foi dissolvid pela
rainha Victoria no 1 de julho p. passsdo, e
um novo foi na inesma dala convocado para
20 de agoslo. No dia 6 do julbo comegaram
em londres as operagoes eleitorses, sr:"
do reeleitos naquella cidsde os mesmos
dividuos que a representiram no parlamen
lo dissolvido. lie para nolar-se porem que
lord John flussell, o qual em 1847 obleve
7,137 votos, tivesse na recule eleigJo mais
5,406,0 o barSo Rolhschid.que leve 6,792, so
alcangasse agora 4,677.
O fimes de 8 de julbo, dando coala das e-
elgOesde que tinha conhecimenlo, diz que
neuhum partido tinha ra.silo para ufanar-se,
pois nenhum conlava ainda uma tnaioria
considera vel.
As desordens occorridas em Stockport li-
nhain sido suppiimidas e os babilanles, in-
glezese Irlaude/es, pareciam tranquillos.
Em Londres os consolidados licaram de
100 l|l a 100 3|4 ; os fundos brasileiros, de
101 l|2 a 101 3|8;os cinco por cento rossos a
118; os 5 por cento sardos,94 l|8 a 94, l|2;
os cinco por cont dinamarquezes a 105 1|4;
os qualro por cento lollandezes a 63 1(4
os tres por ceulo hespanboes a 49 1|4 o os
iioatro por cento portugueees a 38 7|8
No Cabo da boa esporanga coulinuava
liada a guerra com os indgenas e nSo
baria esperangas de que se acabasse tSo
cedo.
Na India a guerra com os Birmans esta-
va suspensa por causa da estagSo inver-
nosa.
FRANCA E ARGELIA.
Pelas cartas do nosso correspondente de
Paris torso visto os leitores o estado em que
se acha a Franga, todava sompre accres-
ceutaremos que continuara ainda as resig-
nagOos de empregos por nSo quererem
aquelles quo osoecupam, prostar juramento
de fidelidsde a Luiz NapoleSo.
O governo franciz, inquieto com o que
em Londres se publica a seu respeilo, amea-
gou os correspoudenles dos peridicos in-
glezes deexpelli-los do territorio da Fran-
ge, se aquelles peridicos continuassem a
gocios. .
7. A separagSo das rendas do governo
das instituigOes do banco baindispensavel
seguranga dos fundos do governo e aos di-
reitos do povo.
8 Os principios liberaos formulados
por JelTerson na decUragSo de independen-
cia e sanecionados na constiluIgSo que faz
do nosso paiz a patria da liberdade e o asy-
lo dos opprimidos de tolas as nagOes, tem
sido sempreos principiosoardeaes da r de-
mocrtica ; e todi a tent.tiva para dimi-
politicas.
Resolveu-se que a proposla que precede
envolve e tem por objecto toda a questSo
da agitagSo da escravidSo no congresso ;
por conseguinte o partido democrtico da
UniSo, entriucheirado oeste reducto nacio-
nal, sustentara e adoptar, na li l execugSo
dos actos conheci los debaixo do nome de
medidas do compromisso adoptadas pelo
congresso, o acto para a reclamagSo dos es
cravos, (imprelieu.ii lo os fgidos. Este ac
to cujo lim be por em execugSo u na clau-
sula expressa da CoostiluigSo.nSo pode,sem
se deixar de ser fiel a conslituigSo, ser re-
pellido nem moJiQcaJo de modo que des
trua ou dimiuua a sua eRlcacia.
Que o partido democrtico se oppor a
todas as tentativas que possam sor fetas
para renovar no congresso ou fora delle a
agitagSo da questSo da escravidSo, debaixo
de qualquer forma o pretextos que se apr-
sentelo estas tentativas.
a Que nos temos formalmente opposto a
que se tire ao presidente o poder de voto
qualilicado, o qual o habilita, mediante
restriegues e uma responsabilidade ampia-
mente Milli'leiiles para proteger o interesse
publico, a responder a adopgSo do um bil
culos mritos nSo po lem exigir a approva-
i,-.ni dos dous lergos do senado e da cmara
dos representantes, at quoojuizo do po-
vo possa ser oblido; voto que salvou o po-
vo americano do dominio corrupto e tyran-
nico do banco dos Esta tos-Unidos e do sys-
tema corruptor dos melhoramentos internos
e geraes
Que o partido democrtico seguir fiel-
mente esustentar os principios eslabeleci-
dos em 1798 as resolugOes da Virgiuia e do
Kentucky, enorelatorio de Mr. Madison na
legislatura da Virginia em 1799; que ello
adopta estes priucioios como consiituindo
um dos principaes fundamentos de sua f
poltica e que resolveu applica-los em toda
a sua extcnsSo.
.. Que a guerra com o Mxico, por todos
os principios de patriotismo e pelas leis das
nages, era uma guerra Justa e necessaria
da nossa parte, na qual todo cidadSo ame-
ricano loria devido tomar o partido de seu
paiz, e nSo dar nem moral nem material-
mente, por palavras ou por obras, auxilio
e soccorro ao ininugo.
Que nos rigozijamos com o restabeleci-
mento das religues amigaveis com a nossa
irmSa a repblica do Mxico, e que desoja-
mos v i viim-iiie pars ella todas as bengSos e
prosperidade de qoe gritamos sob nossas
instituigOes republicanas; e felicitamos o
poro americano pelos resultados desta guer
ra, que tSo manifoslamente justificaran] a
conducta c a poltica do partido democrti-
co e assegurado aos Estados-Unidos in-
demnisagSo para o passado e seguranga para
o futuro.
/(e.Mic.'U filialmente que, visto O estado
actual das iostiluiges populares no velho
mundo, esta devolvido, com uma dupla res-
ponsabilidade, ao part lo democrtico des-
te paiz como o partido do povo, o deverres-
peitavel e sagrado de manter e defender os
direitns de ca la Estado, e por conseguinte
a uniSo dos Estados, e de sustentar e fazer
progredir entro nos a liberdade constitucio-
nal, continuando a repellir todos os mono-
polios e toda a legislagao exclusiva para o
proveito do pequeo numero I cusa das
massas, por uma adhesSo vigilante e cons-
tante aos principios e aos compromissos da
c nisi inin: *in, os quaes sflo bstanlo vastos e
bastante fortes para abragar o manter a
uniSo-tal qual ella tem sido, ho e ha de ser
na plena expansSo da energa e do poder des
le grande povo.
Esta convengSo composta de representan-
tes de tolos os Estsdns da uniSo teroiinou
suas operagdes designando por 282 votos,
sendo 288 o numero total, a Mr. Franklm
Plerce do New Hampshire para candidato i
pre-i leucni dos EstadosUnidos, e a Mr. It.
King, presidente do senado para candidato
a vice presidencia.
A noticia desti eleigSo, propagada pelo
lelegrapho, foi accolhida com entnusiasmo
em lodos os Estados da UniSo. Os candida-
tos desprezados, mostrando o mais patri-
tico desinleresse felicitaran! a convengJo
pela escoliia queacabava de fazer.
Correspondencia.
Senhor Redactor. NSo posso deixar de
fazer gemer os seus prlos com a impressSo
de um facto acontecido no dia 28 deste cor-
rente julho ; facto que lodos deve ser
communicado, se nSo para sentirem, por-
que noje nnguem se importa com o mal
alheio, pelo menos para queso aeautelem,
visto o proverbio Quem v arder as bar-
bas rio seu visinho deita as suas demo-
Iho
Jos dos Santos Souza Lins na qualidad e
de credor de Jos Mara tonsalves Ramos
fez penhoraros bens do casal de seu deve-
dor, ntreos quaes se conlava um, botica
bem acreditada, e loJos os seus pertences,
o no acto da praga nSo concorrendo licitan-
tes, pedio Lins licenga to juiz municipal
supplente da segunda vera a langar para seu
pagamento, e sendo-lhe concedida essa li-
cenga, arrematou para seu pagamento a
botica ; todos os seus pertences e drogas,
foi-lhe entregue o ramo, lavrou-se o aoto
respectivo, que assignou o juiz, o porteiru,
e o arrematante; pagm a siza, psssou-se-
Iheasua carta do arrematagSo, e tomou
posse, sendo ludo isto presente Maria
Francisca por seu bastante procurador, o
qual se nlooppoz.e nem pelo menos pro-
testou, se i taes bens se supunha com al-
gum direito. .
Dorma Lins a soaiuo sollo su abrigo aa
le, e d f do juizo tendo o seu auto, a sua
carta de arrematagio firmada pelo juiz sup-
plente da segunda vara municipal, quando
o veio acordar Maria Francisca, mulher do
seu devedor executado trasendo em mo um
despacho do juiz supplente pelo qual je
mandava, que Lins enlrasse com o prego da
srremtagSo da botica e mais objectos, para
o deposito sob pena de captura! 1 !
Para contestar essa couimlnagSo, para
mostrar a arbitrariedade desse despacho,
pois tendo sido a arrem.tagJo feita para seu
pagamento, nSo teodo Lios promettido en-
trar com o prego, no podi I isso ser cons-
trangido enSo por sentenga em tocSo, que
annullasse a arrematagSo, porque o juizo
merece soriedade, e no se presume irmer
espirrelis losliligintes, para mostrar tudo
effeito devolutivo para assim consumar o
maior de todos os sacrilicios Lins sem os
bens arrematados, e m cadeia se nSo entrar
para o deposito com a bagatella dej res
9:319,560. Quem llavera, que tendo uma
dracma de senso se anime I ir arrematar em
prag.?
E quem, nos perguntir o pi leltor,
quem pode lento conseguir ? Para tanto ob-
ter tinha valor Maria Francisca ? NSo, se-
nhor, lli respondemos, ella faz apenas de
ceg instrumento para alguem vingar-se
de olllcial do seu ollkio ... '
Para se dar todo o pezo ao facto assim
praticado he precito saber-se, que Mara
Francisca he mulher de Jos Maria Gr,osal
ves |Ramos, devedor de Lins, que a mu-
lher casada por carta de metade he soeia u-
niversal, e como tal paga as dividas con-
lrahidas pelo marido cueree administrador
do cazal, uma vez que ella deltas tire inic-
io e commodo o que tudo he 13o sabido, ISo
comesinho e tSo crrente, que nos dispen-
sa a domonstragSo; mas Marii Francisca
quer sallar sobre todo o systema de nossa
legislagSo, e sem sentenga, que a julgue de-
sobrigado de pagar as dividas de seu cazal,
quer sahircoma sua meagSosem onus al-
gum, e nSos isto como ainda mais quer
ella, e he que os credores nSo possam ha-
vero seu pagamento nem anda pela mea-
gSo do seu mariJo devedor, e por isso re-
quer seja preso o credor que arrematou a
botica pertencente a seu mando,e dada om
meagSo, e o juiz supplente assim Iho deli-
rio !
Suponllamos porra, para que se nSo diga
quo aportamos muilo com os amigos, supo-
nhainos, que Maria Francisca que requereu
arresto na botica, era credora de seu marido
executado por Lins, que ella tinha, como
diz, execugSo, mas porque nSo fez ella co-
mo llie cumpria.pinhora, ou pelo menos nSo
proteslou antes da arrematagSo para quo o
prego desta fosse levado ao deposito fim de
sobre elle dispula,r com o credor Lins pre-
ferencia, ou rateio '! NSo he esta a disposi-
gSo da Ord. L. 4 tit. 6 ? NSo he esta a pra-
tica constantemente seguida no foro '
Mais.
Se a lei ainda oeste caso Ihe conceda re-
medio, qual, o tratar a preferencia por io-
g3o ordinaria, porque destes remedosle-
gaes mu uzou Mana Francisca e os a bando-
lino para vir juizo por meios tortuosos fa-
zer com escndalo da justiga, offensa da ei*
viiisar.iu e do bom senso publico, fazendo
gala do seu poJerio, arrestar a propriedade
alheia, e arranca-la do seu legitimo pos-
Mii.liir.' E poderia, perguntamos anda, o
juiz que sancciouou o acto despensar a Ma-
ria Francisca o que a le nao dispensa ainda
aos mais favorecidos e prevegiados credo-
res, como sao os menores e fazenia nacio-
nal i
Se o jui?. supplente da aegunda vara mu-
nicipal, e nem outro qualquer, pode des-
pensar na lei, senSo pode preterir as formu-
las do processo, que s.io a mais furto ga-
ranta do cidadSo, como ompuriemenlo fa-
ze-lo, sendo que outra cousa nSo importa
mandar arrestar a propriedade alheia s
porquo en um requerininiu assim Ihe re-
quereu Mana Francisca '.'
Que direilo, que previlegio t-ni Mara
Francisca para requerer arresto nos bens
arrematados pelo credor Lins, bens de quo
eslava de posan judicial, e de mais a mais
requerer a sua prisSo, tudo llie ser deferi-
do ? Que temos no paiz a Tabre amarella,
que tem os vmitos pretos para nos levar
sabemos e sentimos nos; em companhia
porom des*es hospedes ; vera para nos re-
ger o coligo Argelino ?
A ponna, senhor redactor, a ponna em-
perra ; n.io quer escrever, como que olla
;;.. ,u... n;lo lie iusensivel tanta violencia ;
fagamos-lho a vontade, nSo se agiste ella
Himnos o, pois que dola temos ainda de
meiecer, cscreva a historia do bom e bonito,
que prmnetleaios ao publico em nossa pri-
meira correspondencia ; e o promettido he
dtoidv.
*
COMMERGIO.
ALFA MU.(..>..
Kendimentn do dia I a 30.
dem do dia 31......
.263:118,469
. 1:974,829
m
2115:093,298
Dtscarregam hoje 2 de agoslo.
Brigue belga Uary Rey mercailorias.
Brigue porluguez Novo Vencedor idem
RENDIMENTO NO MEZ HE JULHO DE 1852.
Rcndimenlo total '"o5:093.298
Holline, oes /
liis 205:093,298
Hirilos de consumo 256:718,450
Dito de 1 por ceoto de reexporta-
do para os portos do imperio 22.3U0
Dito dito de baldeacao 54,330
Eipcdientc de 5 por cento dos g-
neros com carta de guia 254,1178
Dito de Ii2por ccnlo dos gneros
do pait 207,020
Dito de l 1)2 por cento dos gene-
ros livres 2,M0
Armazenagens de 1 por cento dat
mercaduras 4:157.'! I o
Dita dita da plvora 395,370
Premio de Ij2 p. c. dos assiguados 2. > ::i
Mullas calculadas nos despachos 74,787
Ditas diversas 112.395
Sello fito 7b,48i)
Patentes dos despachantes geraes 150,000
Feitio dos ttulos dos mesmos, dos
caiteiroa despachantes cajudautet
dos despachantes 24,000
Emolumentos de certiddcs I I,5l0
1852. O e.crlvlo Interino, Francisco de Pm
la tloHctlvts d Silva.
liii|iorlH(,'iu>.
Brigue portuguex Novo Vencedor, vindr,
de Lisboa, consignidoa Thomaz deAqui00
Fonseca & Filho, manifestou o seguinte
25 pipas e 175 birris viulio, 33 pipis
birria vinagre, 50 birria cirne enssccida
18 barricas cera em grume, 30 harris azai I
de Olveira, e 43 3|5 raoios de sal ; aos con-
signatarios.
100 m nastras batatss, e 8 barris carne en-
saccada ; a Luiz Jos da Costa Amorini.
10 sacras orva doce; a .Novaos Com
panhia.
6 pipas e 4 mmas ditas vinagre, 15 barrlil
vinho, e 32 barris toucinho ; a Minoel I
Reg Lima.
I barril vinho ; a Francisco Jos de Hi.l
guillos Bastos.
n cu vis rapo ; .1 Joo Jos de Carvalnol
Moraes.
13 birrias cora em grumo ; Machado M
Pinheiro.
50 harris vinho; a Viuva 1.indino ,v Filho.l
4caixas e 1 caixote livros impressos; il
Miguel Jos Alves
85 barris toucinho ; a Francisco Snverii.l
no Hall -II 1 & Filho.
4 fardos, 3 rosas e 2 barricas especie*!
medicinaes e drogas diversas ; a Moroiri 6:1
Fragoso.
1 mu mcela; a Vicente Jos de Hrito. I
I faido II iros de sabuguelro ; s J. Souo! I
6 barricas e 5 gamelas cera; a Jos Pe-1
reir da Cunha.
10 pipas vinho ; a Jos do Abreu.
12 caixas cera e:n velas, 15 pipis vinbo; I
1 Olivein IrmSns & Compsnhia-
10 harris vinho ; a Manoel (lardosa, di
Fonseca.
80 canastras batatas; 1 Jos Francisco di
Silva.
7 caixotfs bolacha ; a Lino Jos de Cistro
Araujo.
1 dito chapeos; a Manoel Anlouio alun-
teirodos Santos.
60 canastras batatas. 6 ditas e lOcaixn
ceblas; a Francisco Gongtlves Guimaraes.
40 canastras batatas ; a Marcelino Jo.
ongalves oa Fonte.
19 barris azeita de Olveira, 30 ditos tou-
cinho, 8 barricas alpisla, 12 ditas cevada, 1
caixSo bolachinhas ; a Miguel Joaquina di
Costa.
1 pacote peneiras, I garrafSo acido murii-
tico ; a Domingos Alves da Costa.
67 ciixas ceblas ; aocapilSo.
2 barris, I caixa o 4 fardos especies mel-
cunes o drogas diversas, 3 caixas garrafas
vanase vidros ; a JoSo da ConceigSoBravo.
6 fardos e 2 barris especies melicinaes; 1
Antonio Pedro das Neves.
1 calite objectos de sirguoiro ; a Fran.
cisco JoSo de Barros.
20 Inn is carne ensaccada, 20 ditos touci-
oho; a Manoel Joaquim Ramos e Silva.
1 dito loocinho, 1 dito carne ensaccadi ;
a Elias Baptista da Silva.
4 pipas, 2 moias ditas e 20 barris vinho,
6 metas pipas vinagre, 22 baris carne en-
saccada ; a Antonio Joaquim de Souza Ri-
beiro.
2 barris carne ensaccada, 1 dito toucinbo,
2 ditos vinho ; a Manoel Ignacio de 0-
liveira.
Fon do minifesto.
5 barris vinho, 2 sacros dinheiro, 1 paco-
te livros; aos consignatarios.
5 barris vinbo ; a Manoel Cardoso di Fon-
seca.
I birriquinha frutas seccas, 2 saceos di-
nheiro; a Manoel Ignacio de Olveira.
1 pacote miudezas ; a Feliciano Josc
Gomes.
1 dito ditas ; a J. Maria Cordeiro Lima.
1 caixote doce ; a Joaquim C. do Seseada
Reg.
1 lata sementes, I pacote papel; 1 ordem.
1 dilo ignori-se ; a Lisboa & Panasco.
1 sacco dinheiro ; a Domingos Francisco
Tavares.
3caixas plantas; aj. J. Tasso Jnior.
1 pnrcu de ceblas granel; ao capilSu.
Vapor inglez Teviot, viudo dos portos di
Europa, consignado a agencia, manifestou
o seguinte :
1 embrulho relogios ; a II. Gibson.
I caixa joias, 2 embrulhos amostras ; 1
Kalkmanii Brothers o roinpanhia.
J c .1 vis joias; a J. Kellur 0. Companliia.
I embrulho impressos ; a J. Mausloy.
I dito ditos ; a D. W. Bowmann.
1 dilo lomaos ; a Schafhcitlin i Tobler.
2 ditos amostras ; a Russell Mellos ,-,
Companhia.
I dito ditas; a J. Crablree & Companhia.
1 dito ditas ; a R. Rnyle o Companhia.
vl caixa com tros coelhos ; a J. Soum.
I barril errne salgada ; ao Dr. May.
1 caixa dinheiro ; a Feliciano Jos Gomos.
Barca belga Mary Key, viuda de Antuer-
pia, consignada a Me. Calmont ei Compa-
nhia, niauilestuu o seguinte :
30 caixas espingardas ; a Manoel Joaquim
Ramoso Silva.
I caixa vestidos, 150 ditas vidros para vi-
dragas, 2 ditas teci los de algoJSo, 1 embru-
lho livros ; a J. Keller & Companhia.
I caixa alunles, 20J barris prego-, 33
caixas espingardas, 36 ditas papel, I em-
brulho amostras ; a ordem.
60 barris pregos ; a N. O. Bieber ot Com-
panhia.
1 caixa livros ; a Avrial Frres.
4 ditas tapetes, 66 barris pregos ; a Bran-
der a Brandis.
CONSULADOGERAL.
Rendimentodo dia 1 a 30.. .33.926,16*
Idemdodia 3I.,.j..m...... 219,997
34:146.162
MESA DO CNSUL MK)
NO MEZ DE JULHO l
RENDWENTO DA
DESTA CIDADE
Consulado de 7 por cento 3l:SD5,9b"
A in"i m ge ni para fra do
imperio 1:080,600
Ditosde5por cento 145,00o
Espediente das capataiias 642,070
Selos 686.925
Emolumento de cerlides 15,600
Restitulcaofcitacomo constado L.
respectivo a II. 1
2: sao, 1'*
34:Mti,i'
23,335
34:1-22,827
as seguinles especies.
Dinheiro 10:010,>69
Asslgoados l2:0S2,739
Depsitos.
Embalanco no ultimo
dejunho
Entrados no correute
mei
365:091,298
21:567,182
2:816,925
Sahldos
24:384,J07
14H.567
Ris 22:972,610
Eiistentea
Nos seguinles especies.
Dinheiro <.og
Leltra. 22:97M38
Alfandega de Pernambuoo, 31 de julho de
Dioersas provincias.
Diznio do algodao do Rio
Grande do norte 5.90b
Dito dito da Parahiba 241,695
Dito doassucarda dita 135,511
Dito do dito das Alagoal 1:257,911
l:6ii,0.>
35:763,89"
Depsitos sabidos
Ditos esistentca
550,412
1:315,350
Mesa do consulado de Pernambuco, 31 d'
julho de 1852. O escrivo, Jacomi (ierardo -
ra Lumachi de Afelio.
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimentodo dia 1 a 30
dem do dil 31. .1 ,.j ..
1:641,063
1:641,063
l.\|iml:irao
Lisbos, brigue portuguez Laia, cnmlu/.m
o seguinte :--9ciixas,2,680saccase 64barri-
cas eom 14,452 arrobase 21 ibradeassucsr,
59 siccis com 315 irrobas e 19 libras de ai-


5 nnncliflKS de cedro, 0 ditoi de di-
r<,,'qualid.des, 8>/taboas de costado a-
I 1, 7 barris de mal. 1 barrica f.rlnh.
V" 'a, I c.ixote coro 119 libras de
trT\ embribo com 38dit.s dedHo,6 bar-
, ,'m vi tros aliebrado.
SSSSdmu de rendas internas ge-
0 KAES DE PERNAMBUCO.
-d^ONSLA,D3P,ROV.C-.A-L. 96M,
DE
3:754,320
lili'
li:844,847
7:iB9,4l
..IS.(.!ll
9l:779,0fi
i:l07,689
264,103
4.700,000
685,018
ii,.ndimntodndia 31. .
" KENDIMENTO NO HEZ
"" DE 1852.
DIMllM de 3 por "'
nlrritos de 5 por cenlo
ap3l.de3-20r..poraaceadeal-
necm.Vdoi predios urbanos
ei, .iia de escravof
x'lsevelhosdirclio,
1,10, por escravos despachados
S,Mo de beranca. e legados
Lniolumenlos de pas.aportea de po-
iSmp** d0 cun,umo d'sua-
Jnos'o sobre casa de Tender bi-
lletes de lotera de outras pro-
taSTa por cento sobre diver-
sos cslabclecimenlos
Multas
Juros
5JM35.628
Mesa do consulado provincial, 3l de julho
at 1852.--0 escrivio da prlmeira seceo
Joo' Ignacio do llego.
7,800
2:068,400
100,000
693,540
7,183
39,778
LISBOA, 13 DE JUDIO DE 1853.
Pricos eorrmlu dos generoi do Bralil.
Por baldcacao'.
Por Precos.
Alfoilao de Pernambuco 11b. 110 115
DUo do Maranho llO
Dito dita de machina 90 100
Dito dito da Baha ,, 10 110
Dito dilodo Para ,, 100
Cacao Arrob. 1,400
Caf do Rio. I.'aorle. 2,400
Dito dito segunda dita ,i
Dito dito (erceira dita
Dito dito escolba boa ,*
Dito da Dahia
Cuurossec. ein cbelo 28a 3' lib.
Ditos ditos 24 a 27 ,,
Ditos ditos 18 a 13 ,,
Ditos ditos espichados ,,
Ditos ditos de Minas ,,
Ditossalg.Hahla e Par 28 a32
DliodltoditoifialO
DiloPernainb cCear a32 ,,
Dito dito dito 26a 20
Dtiosalg. doMaranhao28a32,,
Dito dito dito 26 a 20
3
imii r V AS 3 HORAS DA TARDE.
Revista remanal.
i nublos- Nao houveram saques.
t'iiucar Os precos forain os inesmos da
semana anterior.
Mcodo- As noticias que recebemos da
l.'u opa p'l i Cevi ut desanima-
rain 1.11, pouco os compradores,
cm cousequencia do que as ul-
timas vendas se clectuaraui
de 5(500 a 5|GU0 por arroba do
deprimeira sorte, e ba supo-
sicoes que anda teni de balsar.
,jol|roJ.....Venderam-ae a 103 rs. por li-
bra dos seceos salgados.
\iiifndoas- dem a 5400 por arroba.
\,eitc-docc dem a 1/650 por galao do do
Medlterradeo.
Bacal ho------lletalhou-se de 11/ "3por
barrica, e Hcaram em ser 4,000
lalo......Vend'eu-sc de 4*300 a l/i90
por arroba.
i.aruc secca Idcm de 2/500 a 3/ por arroba
do Rio Grande, c de 2*400 a
-2*600 da de Buenos-Avres: a
eiittente monta a 28,000 ar-
robas.
lar. de trigo Sem alieracJo de preco, fioan
do em ser 5,000 barricas.
Maa>---------- Venderam-se a 4/ a arroba.
Oleo de buhara- dem a IJ550 por galio.
Papel ----- Mein a 8u0 rs. a resina do par
do para cmbrulbo.
Vanos dem de IPftf a 107/ por pipa
do tinto de Cette.
r'rctes- Fcz-se uin fretamento para al-
godo de Macelo a Liverpool a
5|8e9|IO.
Discontos De 6 a 10 por cenlo conforme o
tempode vencimento de letras.
!; ,Liin no porto 47 cmbarcaccs, sendo I
iuitriac, i belga, I bremense, 3J brasilcir.s, I
Iraucesa, i hanoveriana, 6 ingieras, 2 portu-
Liuexas e l sarda.
lib.
arrob. 9,6)0
7,000
1,400
1,400
1,350
1,10o
950
2.000
1,700
1,250
1,000
117
112
107
M
na
67
67
72
72
72
72
50o
120 200
2,3002,500f.
800 I.OOO
185 190
2.5S0
2,200
1,908
1,400
2,200
112
107
102
100
120
77
?7
77
77
77
io,60O
8,000
1,700
1.5n
1,500
1,200
1,200
Pauta
dos presos correnlesdo assucart algodo, c
muis tjeneros do puiz, que se despac/tam na
'tusa do consulado de l'ernambuco, na se-
mana de 31 deJiilhoa 7 de Agosto de 1852.
Assucar ein c. branco I. qual. Arroba
mase.
bar. e sac. I.iauco
.. mase
- retinado.....
lgl)d.o em pluma de
Uno.........:
Dito...........
Dito cu caroc...........
i..; i il" dcuiMX. aiiltnlu.
Igo'ardeale raxuca ,
Dita (le caima.....
Hila .estila.!,.......
Gtnelua.......
Dita.........
Licor..........
Dito.........
Airoi pilado2 airabas
Dito cm casca......
zeite de mamona ....
i), lo de mcndohini .
Una de pcise ....
'icail..........
\.aras ........ .
llgalos........
1* qual.
2.
Canad
, Cannda
. Botija
. Lanada
. Garrafa
un Alqueire
li.ilaclias..........
Il.iroilos .........
Cafe liom.........
Dittirastolho.......
Uilo com casca.......
Olio muido..........
(.'ai ne secca........
Cocos com casca......
Charutos bons ... .
Ditos ordinarios .
Hilo icgalia e primor
Cera de Carnauba ....
Iiii ,ciii \elas.......
'ol.rc uovo naaod'obr.....
Caarai de Moi salgados .
I'.to espigados.......
Oilodconca........
Ililode de cabra corlidos- .
Ooces de calda......
Hilo de Guiaba .......
Oilu aecco.........
leleia.............
Kiiopa nacional......
bita estrangeira mo de obra
hspanadores grandes.....
Ditos pequeos......
I ariuha de mandioca ....
Dita de millio.......
Dita de aramia......
Peijao........-:
Fumo bom..........
Dito ordinario........
Dito em folln bom ....
Dito ordinario. ,.....,
Dito lastolbo ... ,
l|, acnnlia.........
' MU',,., ,.........
GtDglbr*.........
lei.ha de acbas ......
Ditas de loros ........
"ranchas de amar, de2 cnjta.ls. Uro
Ditas ilc louro......... a
Lunado de amarcllo de So a 40
p. de c. 2'/, a 3 del.....
Dito dito usuacs........ a
1'.". .di.ibo de dito........
salhodedito ,........
Forro de dito ... ....
i'ostado de louro.......
Coitadinbo de dilo......
Soalho de dilo......... a
Uno de dilo.......
Ditos de cedro.........
loros de talajuba
Vaias de parreira.....,
Ditas de aKuiibadas .
Hilas de quiris........
Kodis le,,, mm,, para carros
tilos de ditas para ditos .
'laco
Canad
Arroba
I ...a
tm
Arroba
Cenlo
Arroba
Libra
Libra
i ni
Libra
Arroba
i.
Un
Alqueiro
Arroba

. Alqueire
Arroba
Alqueire
Arroba
, Cenlo
Quinlol
Duiia
Par
Me
Milb .
Pedr de amolar
Ditas de filtrar .
Dilas de rebolo .
''cutas ilc boi .
Pausaba .....
Sois ou vaqueta. .
Silo em rama. .
jules de earnciro
!L"ia parnlha .
'"P'oca.....
Inhudeboi .
Canad
Alqueire
I ...
. Ceuto
Mlho
. Meio
Arroba
. Urna
. Arroba
. Canto
2,10
l,7o
1,400
2.2.K0
1,550
2,5io
5.600
5,300
4."0
l,4oo
480
300
3l0
300
400
ISO
400
180
4,0.0
1,100
64o
1,200
1,350
.,,!....
10,000
3,0110
3,500
5,0.10
4,300
2,H'0
3,200
6,400
2,6li0
3 000
1,400
600
2,500
8,500
8,000
160
J0I
lio
15,000
100
240
2oo
41.0
480
1,1.110
1,000
3,000
I .11,,11
1,000
2,000
2,660
O.O.'O
5,000
2,000
O.Oi.O
5,000
2,600
j5,ooo
2,00
2,000
1,61.0
9,000
12,000
7,000
20,000
10,000
7,,..,..
6,000
3.600
6,000
5.200
3,700
2,200
2,000
1,201,
1,280
1,600
960
40.000
18 000
,140
1,200
040
6,000
800
1,260
820
1,900
4,000
C ravo girofe
Dito do MaranhSo ,,
Gomma copal arrob.
picacuanba
Ouruc
Salsa panilba mediana
lim il.i !. Inferior ,,
Captivos de diriilos
Assucar de Pern. branco arrob.
Dito do Rio ,,
Dito da Dahia
Ditodo Par bruto
Dilo inascavado ,,
Dtspachados.
Auil Db. 600 1,200
Arroz de Santos ,, Nao ha.
Dito do Maranhao e Para ord. 5,200 5,60o
Dilodllo melhor 5,800 6,000
Dito dilo superior ., 6,200 6,400
Farinha de po arrob. 550 700
Tapioca arrob. 1,400 1,800
frefo rorreis dos asneros di Portugal.
Capti'os dedireilo.
Amendoa cm milo doce do
Algarve arrob, 3,100 3,200
Amendoa cm casca couca alq. 1,000 1,100
Cera nacional branca lib. 300 320
Dila dita amarella 285 288
Presuntos 2>800
Despachados.
Alpista alq.
Feijao branco das ilhas alq.
Dilo dilo do Porto cFiguelra
Dito rajado
Dito fradinho ,,
Grao de bico ii
l'assas da ierra arrob.
Sarro de vmho liulo
Dilo dito branco
Vinbo muscalcl de Sctubal caisa
A burdo
Ago'ardcntc de 30 g. cucase, pipa 76,000
Atelte alm. 7,200
Laranja doce cala 6.40(
Limo
Sal grosso
Dito redondo >
Dito fino para consumo
Dito triguciro grosso ,,
i,.i ii. iii 1 de ires lmannos
de grossura propria para
rolbas Q-
Dila n. 2 de Ires lamanbol ,,
Dita n. 3 dila
Dita u, 4 para pescarla ,,
Dila dila dita para fabricar
Vinho superior
750
600
560
400
420 4
5n0 7
.Yioln.
1,400
2,000
5,760
Sllll
ro, sendo ISsmenle para fsta proin-
cia, a gabrar : -- Mr. Eveillard, com su a ae
iilinra, 9 filhos e I fllh-i, Mr. Ovendon, Mr
Poingdeslre, Mr. Berossconi, Mr. Falque ,
Cunha, con sua senh.irs, 1 irma e 1
criasica
Psrahiba -- 10 diss Diste brasileiro Tres
lr.ii.1os, de 80 toneladas, meslre Jos Du
artednSouza, equiparen) 5, carga toros
de mengue; a Joaquim Duarte de Aze-
vedo.
dem 7 dias, hiele brasileiro Piquete, do
33 toneladas, mestre JoBo Pereira da Sil-
va, quipagem 5, carga toros de mangue;
a Justino da Silva Ba Vista.
Navios sahidos no mesmo da.
Ilio de Janeiro patacho brasilero Bella
aiii.ii i, capilSo M.iiin.'l Jos de Sena Mar-
tina carga carvSo de podra. Conduz 9
cscravos.
Uin de Fernando de Noronha--patacho bra-
sileiro Pirapama, cnmmsn.lanle o piloto
Camello de l.rlles Fonseca. Leva a seu
bordo, o alferesManoel Sabino de Mello, 1
soldado da compaulua do arliQces, Mi-
guel Alexandrino da Fonseca CalvSo, Ma-
noel Huilln/ dos Santos, Roberto Josquim
de Brito e 1 Qlhn menor, Manoel llibeiro
da Paz, Jos Capilulino da Ciinlin Albu-
querque, e8 sentenciados.
Bahia e Rio de Janeiro vapor inglez Te-
viot, comniandsute Charlus II. Unslow.
Leva desla provincia, Jos Antonio da Sil-
va e Mello, Eduardo Pindalnba de Matos,
e William Gueld.
.'Vni-io sahido no dia 1
Lisboa brigue portuguez Laia, cipitilo
Jos de Al,r, ii, carga assucar, algoddo e
mals gneros. I'assageiros, Jos Antonio
Lopes, e Antonio Jos MachadoGalBirlM
Juuior.
Ooiertiafa.
O brigue hespanhol Leponlo, que linda
sabido para Buenos Ayres a 28 do prximo
passado, rnlrou hoje arribado com o mas-
tareo do gavia rendido.
i___ --- i--------ssss^&maf^m*
.DITAES.
de cresr urna radelra de instrneco prima-
rla do sexo masculino na freguezia da Esca-
da ; e o praso para este concurso ser al a
dia 27 de setembro prjimo. Directorio
geral 28 de julho de 1852 O amanuense
archivista Candido Euslaqujo Cezar de
Mello.
Associaco rommeicial de Fer-
ii.i mi.uro.
A direcf So da associa^So commerclal des-
la pra^a, de coufurmidade com os arligos
20 e SI, capitulo 3. dos estatutos quo a re-
gem ; convida a todos ossenhores socios
para a ussomhla geral quo divo ler lugar
no dia 3 de agosto du coi rento anno, pelu
meio dia, na sala desuassessfles.Pcrnam-
buco, S6 de julho do 18S2Bernardojde
Oliveira Millo, secrtlario.
i mu ,o
molo
6,400
i.i.'m
1,000
1,300
1,150
2,300
1,200
1,100
1,400
l ,200
Dito ordinario
Vinagre
Trigo do Reino rijo
Dilo dito mole
Dilo das ilbas
Cevada do Reino
Dita das Ilhas
Milhodo Reino
Dito das libas
O lllm. Sr. inspector da thesouria de
fazenda em cumprimento da ordem do
F.im. Sr. presidente da provincia manda
fazer publico, que os propietarios, absixo
mencionados, de casas sitas no bairro do
Hecife.ecujos fundos deitam para a ra no-
va do caes do Apollo, devem-se presentar
solicitar seus ttulos do aforamenlo das
tnarinhas fronteiral s suas casas, dentro do
praso de 15 dias, sob pena de seren aforo-
das quem as requerer, com a condigfiu .le
aproveitar a marinha, quo for correspon-
dente n cada urna, fazendo o caes cunjunc-
tamente com a parte perlencente ao go-
veroo.
Antonio Pedro das Neves.
Jos Gonfalves Torres.
Ilerdeiros do Dr. Antonio Joaquim Ferreira
de Sampaio.
. Candila Senhorinlia Vieira Lasserro.
Manuel Luiz Gunrjalves.
D. Josepha Joaquina Lupes.
Manoel Jos Chalsssa.
Jos Ail'uiis.i Moreira.
Secrelana da tbesouraria de fazenda de
Pernambuco em 31 de julho de 1852. -- O
. oflicial maior interino, Emilio XavierSobrei-
"l- ?50 S ra de Mello.
-- Acamara municipal do Recife faz pu-
blico que, attendendoas prnpostas quelhe
lizeram os vareadores Mmele, Barrse Ft-
gueiredo, tem resolv lo suprimir os segun-
dos estrictos de paz das frenuezias de S.
Froi Pelro Gonc^lves, Pojo da Panella e Var-
zea, e o lerceiro da Boa Vista ; continusno
a ficar o priniciro deslriclo desta com a mes-
.-se eectuado vendas para ma ,)vjsj0 a fuj|S u segundo cuniprehen-
sidoin.is procurado o supe-1 ilcloda a exlen?ai) que ,e,lencia ao ter-
7,200
6.000
4,500
i, 2,400 -
1,800
pipa 40,000 42,100
,. 36,000 38,K)0
20.000 2>,OoO
360
42o
36d
200
200
280
200
200
450
520
420
210
300
220
210
C'euteio do Reino
ESTADO DO MERCADO.
Algodao. Poucaa vendas para o consumo.
Assucar. Tem-
o consumo, tendo
rior.
%&S&XSt.:r.X$VcoU\ B P.r qu.Ch.gue ao conhecimento de
para consumo, e para embarque ful procurado, todos, man.luu publicar o pi osento.
oaual sse dei\ar de vender por pretende- Paco da cmara municin.il do Rccile em
remos possuidores mais altos prejas. Sess3o de 28 do j'jlllO do 1852-JosoCamel-
Couros. Venderam-se para o consumo dos j0 do Reg Barros. |ro-presidente. Ma-
salgados do Maraohao, e para rcesporlar dos noe| Kerreira Accioly, secretario interino.
espichados d<-Minas. o lllm. Sr. Inspector da tbesouraria da
Gomma copal. Vcndeu-se toda a que da- {ucBl3 provincial, em virtudc da resoluco do
via, c he de supor que se venda bem a primei- lrlbllnal adniinisiralivo de 15 do coi rente, man
TER^A FEIftA 3 OE
AGOSTO DE 18S2.
Ilcrr Alexnntlcr tendo de partir pira
a F.uropa, no vapor de 2S Jo corronte mez ,
lem fixido os das torcas, quintas esabha-
dos de cada semana pareas suas represen-
taedes, .lin de poder dar o nurnero das que
julgou necessarias para serem bem apre-
ciadas.
Ilcrr Alcxamlcr approvoita lodas as
in'ca-iO -. que se lhe olTerecerem, para ma-
nifestar ao iliu.-ir i.l.i publico dests capital
os senlimenlos mais c.irdiaes de sua grati-
dSo, pelos iucessanles obsequios que delle
tem recebi lo.
Os pi rin- dus Tullid i1- de camarotes, ca-
deiras, platea, ole, serSn cunsorva los da
mili,'ira snguinte :
Camarotes de primeira ordem 10,000
Ditos de segunda dila 12,000
Ditos de terceira dita 8,000
Ditos Je quai ta dita 4,000
Cadeiras o galcias 2,000
Platea 1,000
Os espectculos prlncl.iarj as 8 horas da
noite, oepoll da chegada do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia.

ra que cliegar, por ser inulto procurada
Oleo de copabiba. Falla completamente c
he procurado. ,
Ourucu. ~ Fol bastante procurado o de boa
qualldade, c liieramsc aigumas vcudas para
embarque. ...
Salsa parrilha. -Falla a qualldade superior,
que he superior. ....
Navios Anilos do Brasil.
Junho 13
lao J'. A. Uapllsta, QO raa em s u., usas ,a{jo 0Hereciincnlo leilo i
rios gneros. Goncalvcs da Purcluncula, de dous pur cenlo.
dem 18 barca porlugucia Isabel, capliau Aj arri.lliaialocs serao leilas na forma dos
A. P. Vlanna Jnior. jarliajoj 24 e 21 da Ici provincial n, 2i de i7 de
dem -- patacho portuguezTarujo II, capilao ioltc ,s^i, e sobre as clausulas especiaes j
J. Faneca, da Baha em 54 das, com assucar-
da faier publico, que as sesscsse,;Ulntes do
inclina lribuu-1 que sao as quinias-fciras con-
i mu ii .... as pracas dos contractos de obras pu-
blicas abaixo declaradas.
Conclu ao da parle da casa de detencao,
cooilaule do raio do uorle, casa central da ins-
peccao geral c casa da aduiiuistiacao, avallada
' cm lOiOuO/i'OO. ,. ,
Ponte da Passagcm da .Magdalena, avallada em
- patacho portuguez Rpido, cap-. ,4.g8|,.g|0 r5 tomaudo-se por base d'arrema-
plisla, do Pai em 4j das, com va- -o J olierecii>iciito feito pelo licitante Jos
e couros. -, -
dem 19 -- barca porlugueza Llgeira, capitao
A. J. Rodrigues, de Pernambuco em 44 dias,
com assucar e madeira
dem galera porlugueza Plora, capilao A. J.
F. de Oliveira, do Rio de Janeiro em 57 dias,
com varios gneros.
dem patacho porlilguez Cesar, capito M.
A. da Costa, da Uabia em 54 dias, com assucar e
mais gneros.
Id,... 22 lilil portugus Voador do Mou
lego, inestre U. Ilenriques, de Pernambuco em
55 dias, com assucar.
dem 23 -- brigue portugus Lonceicao de
Alaria, capilao P. O. Cbambica, de Pernambuco
em 48 diasllcom assucar.
dem brigue portugus Encantador, capi-
lao A. Lopes, da Dahia era 38 dias, comassu
car e tabaco.
dem 25 patacho portuguez Absotea, ca-
pilao L. dos Sanios, do Para ... 40 dias, com
varios gneros.
dem 29 brigue brasileiro Urbana, capi-
to F. J. dos Sanios, do Maranhao em 31 dias,
com varios .gneros.
dem biigue portuguez Tarujo III, capi-
to F. A. de Almcida, do Rio de Janeiro em 58
dias, com varios gneros.
Julho 2--barca porlugueza Activa, capilao
Ii. B. Pamplona, do ilio ale Janeiro em 53 dias,
com varios gneros.
dem brigue portugus Intrpido, capilao
A. F. das Dores, de Macelo em 46 das, com as-
sucar e mais gneros.
dem 10--galera porlugueza Flor do Porto,
capilao M. dos Sanios, do Rio de Janeiro cm 5o
dias. com assucar, couros e inadeiras.
dem galera braslleira Sopbia, capilao M.
J. Correia, do Rio de Janeiro com 68 dias, com
varios gneros.
dem 11 vapor inglez Tay paquete do Brasil.
Navios carya.
Para o Rio de Janeiro a barca porlugueza Isa-
bel, capilao A. P. Vianna Jnior.
dem o brigue portugus Progresan, capi-
to P- A. da Rocha.
dem a barca porlugueza Mara Jos, ca-
pilao J. F. Leasa.
dem o patacho portugus Cezar, capilao
M A. da Costa.
dem o brigue brasileiro Sara, capito J.
J. Marlios.
dem o brigue oldeinburguez Josua, cap-
lio F. H. Tooken.
dem a barca sueca Cobden, capito H.
Hedquist.
Para o Para o patacho Caulella, capito 1. F.
Vadean.
Para o Maranbo a barca braslleira Lusitana,
capito A. F. da Rosa
dem o brigue brasileiro Urbana.
Para Pernambuco o patacho porluguez Rapi
do, capilao 1. d'Almelda.
t anuuuciadas.
E para conslar se mandou afflsar o presente,
e publicar pelo Diario.
Secretarla da thesouraria da fazenda provin-
cial de Pcrnaui udo, 16 de julho de 1852.
O secretarlo,
Amonio t-'errcirss d'Knnunriacao.
(1 lllm. sr in>peclorda lliesouraua da
fazenda manda f.izcr publico que, em cu-n-
pnmenlo da ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia, lem de ir praca peranle a
mesma thesouraria, para ser arrematada a
Avisos martimos.
Para a Parahyba sahe por tola esta se-
mana o hiato brasilero Paquete, por ler a
maor parte da carga eugajada ; para o res-
to trala-so com o meslro Jo3o Pereira da Sil-
va, ou na travessa do Vigario n 3.
-- Y.'ii l.'-s a barca denominada Segun-
da Feliz Ventura, do lule de 41 cstxas, tem
pouco uso, bem conslruila de boas madei-
ras, vela, enserados e S ancoretss, tudo no-
vo; faz-se negocio a ditiheiro a visla, nestes
3 diss, do contrario freta-se para os purtos
diiSul at Macei : rara examinar nucaes
do Ramos, epata tratar na ra da Prai
serrana do Cardial n. 15.
-- A compatihia dus vapores Angln-Brazi-
li iros avisain ao publico que resolveu .di-
ferir partida aiinunciada do vapor l'.leo-
. aira at que se reslise o fabrico dos outros
vap.i.i'-da ni,.- na Imli., para eslabelecer
com regularidadc logo una caneira nien-
sal, por isso a mesma embareaolo empre-
garse ha no intervallo em urna viagem pa-
ra Australia.
~ Para Aracsty sahe imprelerivelmenle
no .lia 10 dn ag)loa escuta Tentadora ; pa-
ra alguma carg c passageirns trala-se na
ra da Cadi-ia do Recite n. 49, segundo an-
dar.
Paa o Aracsly,
segu imnrcteriv'lmrnte, no dia 10 de agos-
to, o lii.it nacional Ltgeiro, por ter seu
carregstnento qu> si completo ; para o resto
e passagolros, Iri ta-so na i na do Vigario
n. S.
' Para o Ilio de Janeiro.
Em poueoa dias, a veleira escuna Galante
Mana, por ler parto da carga engija.la : pa-
ra o resto, escnivos a frete e passigeiros ,
pira o que tem liuns commodos, lrala-se na
ra do Vigario n. 4.
Ubrigue nacional Ilio Ave ,
SCgue impieterivelinente para o
Rio de Janeiro, no dia 3 de agos-
to pioxiiuo 1.11 ii .o : para eacr.ivos
a frete e passageiros, trata-se com
Retrato de dagtien eotypo.
No atierro da Boa-Vista n 10, sobrado,
tira-se retratos por daguerreotypo, com lo-
da a pcrfeicfio conheelda at agora. O ar-
tista tendo, pois, de se demorar poucos
lias nesta cidade, avisa ts pessoaa que de
seu prestimo si quizerem ulilisar, para que
0 procurem das nove horas da manhSa s
quatro da larde.
-- Arrenda-se um engenho distante des-
ta praca 4 i 5 leguas, moente e correte,
com maquina de vapor, 13 escravos e SO
boia mancos, com a venda da safra penden-
te ou sem ella, medanlo a desohriga do que
1 'v : o arrendante. O ongenhn tem muilo
boas proporcoes para fazer grandes safras e
criar gado: quem pretender, entenda-se
com liiiiih ii.inioii Fraucisco de Souza, na
rila larga do Kozario n. 36.
A ausixo assignada, declara que tem
revogado a procuracSo quo passra, ha mais
iln tres nuil, s, ao sr. Paulino da Silva Min-
iado; e previne ao respeilavel publico que
ninguein contrate com elle cousa alguma,
em vi, rii.it- da referida picar -r.i .. que de
liujeem diante fica da nenhum elTeito. Re-
cite 30 de julho de 1852.Uisula Alaria das
Virgens.
-- Ollerece-sc um moco de 17 a 18 annos.
natural do CearA,de onde chegou ha poucos
das, para caixoiio de qualqucr rslabelcci-
mcnto.o que lem alguma pratica de taberna.
D Dador a sua conducta : quem precisar
ailliull :'.
Ao commercio.
Um muco a quem sobram algumas horas
no da, alem d regailo,desrja emprega-las em qualquerou
ta escrita a quem convior, de rada nesta lypographia, em carte feichada
a A. II. C.
-- Oabaixo assignado faz ver aq respei-
lavol publico que deitoode sor caixeiro da
luja de chapeo* do Sr. Antonio de Souza Ma -
11 slica des le o da 31 de julqo p. p, e vala-se
da occasiSo para agradecer ao mesn sonhor
e aos seus Ilustres freguozos o crdito que
lhe coi.fiaram durante o lempo que leve a
honra de ter transaces de negocios com os
aiesims senhures e em qualquer psrle que
a soilo o disline ohTereceo seu diminuto
prestimo para o que po ler prestar. Boa-
Ventura Jos de Casiro Azevedo.
Avisa-se a pessoa quo annunciuu que-
rer saber noticias de Joaquim Antonio Fer-
nandas Lima, natural .la villa d'Arouca,
reino de Porlugal, que o mesmo reside na
cidade do Rio Forniuso, na ra do Comuier-
cio n. 5.
Pede-se ao Sr. Jo5o Joaquim da Silva
Limeira o fsvor do dirigirle, a ra do Quei-
mado, luja n. 18, para receber urna carta.
Quem. annunciou querer vender urna
porfSo de portas, portadas e madeira: di-
rija-se a praca da Roa Vista n 14.
Altiga-s.i um m.ileque. de 11 annos de
idade: na tua do Livramento n. 1. Na mes-
mo i'.-a lava-se e engomma-se, por proco
commodo.
Na ra Imperial n. 165, precisa-se de *
olllciaes de charuleiros.
Lotera do Rio de Janeiro.
O cautelista Salustiano de A-
quino Pendra avisa ao respeila-
vel publico, que os seus bilheles e
cuutellasda primeira lotera, a be-
neficio do Santissimo bacramento
di cidade de Macei eslo ex-
postos a vrna, na praca da Inde-
pendencia ti. i3 e i5, loja de cal-
culo do Arantes, e na ra da (';i-
ifeia ii |<>, loja de miudezas de
Jos Fortunato dos Santos Porto-
A. dita lotera corieu no dia 17 do
corrente mez, e no dia 4 de agosto
espera-.se a lista da ihcmih pelo
vapor da coinpanlna brasileira, e
sao imniediatamente pagos sem des-
cont nlgum, todos e quaesquer
premios que raliirem nos billietes
as luas cima de-
e caulelas ,
claradas,
illc i os
Q liarlos
Oitavos
Vigsimo
u|,i
11,00o
5,5oo
na ra do Trapicbe n. .' i.
O patacho nacin.I Valente,
segu com mulla brcvidade para o
Rio de Janeiro, por ter o seu car-
111,.-ni, .,,*,;, .-, a -- -------- 1
quem por uienus fizer, nos .Has 3, 6 e lo regamento quasi completo : para
de agosto prximo futuro a obra da abertu-
ra de urna cac.mba no quarlel do Hospicio,
para forneciinenio d'agua po'.avel ao mes-
mo quarlel, segundo o plano o orcamrnto
a,800
1,3oo
- Tendo na tarde de-J do enrrente, voa-
1I0 do sobrado do dous andares, da ra das
Flores, para a niesma ra, urna C.raima
muitu mansa, o iiHu se achando apesar de
ter sido procura,la inmediatamente, pede-
0 capilao, na praca, ou com os con-1 a quaal, apanhou, ou a quem fr oirere-
sienatarios Novaes &C Oompanllia, eide |.ara comprar, que a leve a menciona-
saaaa, M ,! : l >. A filil KHl
que serao fiancus nesla secretaria a quem
usquizer examiuar: as pessoas, porlnnio,
que pretenderem licitar, comparecem s 11
i.oras da manhSa dos referidos das, compe-
tentemente habilitadas.
Secretaria da thesouraria de fazenda de
Pernambuco, em 30 de julho de 1852.
II ollicial-maior interino,
Emilio Xavior Sobreira de Helio.
g-l1paag I ni
Movimento do porto.
Navios entrados no dia 31.
":" ,7'2l e s- Vicente vapor inglez Teviot, de
5,40 iii toneladas, commandante Charles II.
Onslow, equipagem93. Traz 63 passagei-
VlO
O vapor brasiliie Pernannbucana com-
mandante J. II. Otlen, ^eve cmegar dos Por-
tos do Norte em de agoslo prximo ; o
sahira para Maceio Bahia e. Um de Janeiro,
no dia seguinte ao de sua entrada.
-- O capilao do porto desta provincia com-
petentemente autorisado por S. F.xc. o se-
nhnr presidente, engaja tres mariuhoirns de
classe superior, dous primeiro ditos, e um
segundo dito, para servirem no briguees-
cuna Olinda ; os pretendentes apresentem-
se com a maior brevidado possivol ao mesmo
.: i nlt.io do porlO.
O lllm. Sr inspector da thesouraria do
fazenda manda fazer publico que, em cum-
primento de ordem do lllm. o Kvn. Sr pre-
sidente da provincia, uo praca peranle a
mesma thesouraria nos dias 31 do correte,
i" e 2o do prximo futuro mez de agosto,
para seren arrematados a quem por menos
fizer os concertos precisos no quarlel da
companhia de arlilices, cujo orcamento e
condices serSo francos nesta secretaria A
quemosquizer examinar, as pessoas por
tanto que quizerem licitar comparecen) mis
mencionados diis as 11 horas da manhSa
competentemente habilitados.
Secretaria da thesouraria de fazen la de
Pernambuco 29 de julho de 1852.
O olllcial maior interino.
EmilicioXavier Sobreira de Mello.
o resto, escravos a frete e passagei-
ros trata-se com os consignata-
rios Novaes 6c Companhia, na ma
do Trapichen. 3q.
+
Ccar, Maranhao e l'ar,
Destina-se a aquelles porlos^ o
brigue escuna nacional Graciosa :
quem no mesmo quizer carregar ,
ou ir de passagetn, dirija-se ao
consignatario J. Ba du Fonseca J-
nior, na ra do Vigario n. s3, o
ao capitn Jos Mara da Silva
Porto, na praca.______________
JLeilao.
Em consequencii da chegada do vapor,
lie,ni transferido o leilo de mobilia quo ra-
zia Miguel Oarneiro, nosou aruiazom, para
boje, 2 do agosto.______________^^^^
Avisos diversos.
O abaixo assignado roga
ao Sr., que annunciou nos Diarios de 29 c 30
do prximo passado, petalado a polica a
ca plura do seu escravo Elias, que vagava pe-
la ra da Concordia, e tendo o abaixo assig-
nado no dia 30 do passado lhe mandado en-
tregar pelo guarda nacional Romualdo Cor-
reia de Brito, e vendo a repelido do st-
nuncio no da 31, o abaixo assignado dirge-
se ao mencionado senhor, que lhe respon la
se foi, ou nao entregue o escravo, em viriu-
de do dito brito at o presente nao lhe ter
apreseutado o recibo como lhe foi ordena-
do. Freguezia de S. Antonio 1.* de agosto
de 1852. Caetano Jos alendes, inspector.
bacharel Vicente Ferreira Comes m
til mudou seu escriptorio de advogacia
De ordeo dolllm.Sr. director geral da *> para o largo doCollegio, casan. 6
instruccao nublicafacosabera quem convier primeiro andir.
que 8. fcf.oSr. presidente da provincia de 'lat****'
cowtorndadecomoart. A.'do regulamenlo Preciaa-se de urna ama para cosintr:
de II de maio do anno p. p. ouve por bem- na ra da Lingoeta n. 6
Sentido! 3(> A he ao p do Bozaziu
de Santo Antonio.
Quem te mandou este doce.' Perguntava
em Moia mesa um hospede a seu amigo; de
tantos amigos, anda nenhum mo mandou,
que se compare com este, lhe tornoo o ami-
go, em abono da verdade que so anda o sa-
borie igual a este, comprado ao J. J. Mon-
des da Silva n. 39 A da ra estreita do Ro-
zarlo ; amigo, sat.sfszei o appetile que este
l foi comprado j tambem por me o tercio
informado. Carssimos leitores.sendoo hos-
pede meu amigo,commiioicou-mo o que re-
lato cima, e eu para que o respeilavel pu-
blico possa apreciar a boa qualldade edar
credilo a sinceridade com que lhe fallo, os
convido a que venham antes que se acabe,
juntamente a muilo acreditada hulacbini a
de luiiriila.lnnuiliilms,fallas, o .miras mul-
ls quali i ules, como sejam ainemio'S con-
fesadas na Ierra,bnlinhos francozeseamen-
doas finas de cores, tu 10 por commodo pre-
Co, como he de coslume no 39 A.
Arham-se nomea Ins e contratados para
lecclonarem no collegio, Saolo AQbnso,os
senhores dnotores Tnnocencio Serfico de
Assls Carvalho,professor de rbetorieadoool-
legio das artes, as cadeiras de geogrephia
e rhetorica ; o Antonio Pedro dn Figueiredo,
professor de lingoa nacionel do lyceu, as
de inglez, pnilosophia e geometra : as pes-
-..,-. que se quizerom matricular em qual-
quer destas aulaa,podem dirigir-se aodirec-
lor respectivo no mencionado collegio, por
quanlo lem cessido nestas materias, o nu-
sino particular daquelles dous professores
em suas casas.
1'111)11 carnes I lomeopa tilicas.
A 25 DE AGOSTO sahirt i lux a continua-
ran da palhugenesia homsopathica,compos-
ta de 12 medicamentos Buaopaos, trrduzda
do manual do HR. JaIIIi, e a de 12 medica-
mentos ih.A-.ii.naos exirahida da ubra ioti-
tuladaDoutrina da Escola llnmcopalhica do
RIO DE JANEIRO, pelo Dll. MURE. Este VO-
lumoser augmentado da Tntoria da appli-
r.c.'m das dozes pelo Dr. Mure, lacuna im-
porlantissima deixada por llahiiematn ao
cuidado dos seus discpulos. Recebem-se
assignaluras a 3,000 rs. pagos na occasiSo
da entrega, no consultorio do prof. bomeo-
palha Gosset Bimoui, ra das Cruzes n. 28.
HOTIila DA BARHA.
RA DU TR APICHU R. 9.
Com a entrada pola ra dos Tauoeiros.
Este estabelecimento, cujo asseio e excel-
lenle cosinheiro, tem-no tornado recom-
mendavel sob a direcc^o do seu propieta-
rio, o Sr. P. Cnida, tera de passar no dia
1.a de agosto prximo a novo proprieta-
rio, sob a denominaco de -- HOTEL DA
BARRA e silianca-se, que se empregarflo
as precisas diligencias, alim de que as pes-
soas quo o honrarum ,-i'jaiii completamente
bem servidas : aos senhores assignantes ,
que lencionarem continuar, roga-se-lhes a
boudade de o coinmuiucar, na ra da Cruz,
,u ma/mu n. 13, ateo da 31 do corrente.
Cavallo fgido.
Sal.bailo, 17 do corrente, desappareceu do
sitio do abaixo assignado, na Punte de U-
ehu i, um cavallo russo pedrez, facca, e bas-
tante selado, com urna belide u'um olno
quem o liver adiado queira entrega-lo no
mesmo sitio, ou oo Recite, na ra do Amo-
rim n. 35.J. J. Tasso Jnior.
-- Os abaixo assigoados fazem scieote ,
que ninguem podera contratar negocio com
a m. i.it.iu m .-a-i ti. 15, da ra da Gloria,
sem que se enteodam r m os abaixo as-
signados. Bernardinode Almeida Ferrei-
ra, Grlgorio da Costa Monteiro, Jorge da
Costa Monteiro, Joaquim Suteno do Farias,
e Sabino llenrique Litis.
Recebem-se de commissSo, compran)-
sa o vendom-so escravos : na ra das La-
rangeiras n. 11, segundo andar.
Aluga-se um prelo tilinto l'orte,quo ser-
ve para todo servio : na ra das Laraugei-
ras n. U, segundo ai) lar.
Ollerece-sc um liomem para criado,
ou para feilor: na ruadasAgoas Verdes n.3.
tJompras.
-- Compra-se pata urna cncommonda, pa-
ra fura da provincia, um moleque de boni-
ta, iigura, e urna pela, ou parda tambem
de lioinia figura; ambos com algumas ha-
bilidades, eque tenham uo 18 a 18 annos de
idade ; no escriptorio de Novaes & Compa-
nhia, na ra do Trapiche n. 31.
-- Compra-se, para urna encommenda,
acedes da companhia de Rebiribe, a 49,000;
na na do Crespo n. 3, ao lado do arco de
Sanio Antonio.
- Compram-se duas'escravas creoulas ou
pai Jal de 191 20 annos. tendo boas figuras
pagain-se bem : na ra Nova n. 18.
Compra-se urna csrroca de cavallo ,
em bom uso : na ra do Trapiche n. 8.
Na ra daSenzalla Velha, defronte do
Sr. Martios, piotor, compram-se todas as
qualidados deferros vellios e metaos do to-
da casa, quo sera recompensado gonerosa- Jas us qUi,iida mente
Desappsroceu no dia 5 do julho, da Pas-
sagetn da Magdalena, um mulaliulio, de li-
me Ca'tano, de 14 annos do idade pouco
mais, ou menos, toudo os siguaes seglo-
tes : cabellos estirados, rosto redondo e
com algumas sardas, inos o ns bastantes
pequeos : recommenda-se a polica o a
qualquer particular, que dclle tivur noli-
C a, da dligir-e a ra do Vigario n 31.
-- Na ra do Seve, cssa terrea e solio ,
que lica defronlo oo theatro publico, pre-
cisa-se de urna ama de leilo, que nSo icnha
filhos
-- Roga-so ao Sr. Raymundo Jos doA-
raujo, de apparecer na luja da ra do Cres-
po n. 16, que se lhe deseja fallar.
Dos Dispdc.
Acaba de chegar do Ilio de Janeiro, tradn-
zido em portuguez, o excellente romaoce de
Alexandre Ouoias.que tem por titulo. Daos
DispOe, vende-se na livrariada praca da In-
dependencia n. 6e8, a 8,000 rs. constando
de 6 vulumes.
A 64o rs.
Lencos de seda para grvala: o comprador
no creia que este preco to diminuto seja
pela ma qualldade da fazonda, a visla faz f,
vciitiam a loja de miudezas do Csrdeal junto
a botica do Sr. Barlolomoo.
l'enies de tartaruga
para coco a 3,500 rs., ditos como no ha mc-
llior a 5,000 rs,, d-se n amostra : na loja
de miudezas da ra larga do Rozario, junto
a botica do Sr. Bartholoraeo, do Cardeal.
Antonio Jos Duarte Coimbra, vai ao
MaranhSo.
Lotera de Nossa Senhora do L{o-
zario da Boa Vista.
N0o sendo possivel ao lliosoureiro poder
fazer corrers rodas desta luteria,hoje2udo
correule, por anda haver b|lietes,que exce-
deos a porcenlagem da irmandade, e esta
nSo podeudo arriscar maisdo que lhe porteo-
ce; por sso o respectivo ihesoureiro v-se na
obrigaco de espsgar o andamento das ro-
das ; porm assevera ao respeilavel publico
que, eu n qualquer venda que se fizer, mar-
car o dia imprelerivel, o qual nao ser es-
pagado : o resto dos bilbeles esto venda
nos lugares do costume.
-- Aluga-so o lerceiro andar do sobrado
da prafa da Boa Vista, muito fresco, excel-
lenles vistas e grandes commodos para qual-
quer familia i no armazem da ra Nova
n. 67.
pannos unos, casimiras e todas asquali-
dades de mulambos, que servirem para fa-
zer papel; assim como cabos volos, lo-
nas, ecl.
Comprim-se escravos de ambosossa-
xos, de bonitas figuras, de 10 a 25 annos,
lano para a provincia como para fura, pa-
gam-se bom : na ra da Cacimba n. 11, ou
de morou o finado vigario do Motile.
V enUas.
-- Ven de-so um escravo de oac3o, com
ollicio de serrador e canoeiro : na ra da
Praia, serrana de Silva Cardial.
Vendo-se um escravo, creoulo, de ida-
de 50 anuos, canoeiro, por preco commolo.
os pretendenles dinjam-se a ra Imperial,
taberna de Joaquim JosTavares.
Pechincha.
Vende-se ou trocase por um molojue um
escravo bom olllcial de oaldeirelro, proprio
para senhor de engenho, por estar hbil pa-
ra fazer tojo e qualquer concert em cal-
deiras de alambiques, e mais ulencls de
cobre, e tambem servir para lavoura : quem
o pretender dirija-se a ra do Brom n. 98"
Vendo-se um escravo, bom naba ma-
dor do ciliada : quem o pretender, dirja-
se ra ds Larangeiras n. 5.
Vende-se a loja de miudezas da praca
da Independencia n 5, muilo propria para
qualquer moco qua se quizer eslabelecer,
pur estar muito afreguezada e bem sortida,
com poucos fundos : a tratar na ra estrel-
la do Rozario, loja do miudezas n. 9 A.
Na ruado Rangel n 42, acbam-se toa-
Ihas de labyrintonas ponas de mais de pal-
mo de la-gura sem bico, 3,500 rs. com bi-
cos a 4,000 rs e fronbas igualmente de la-
yrinlo mui lindas e alguns pares alem dos
desenhos de flores com a palavra Amor, o
par a 4,000 rs, Do-se por estes preco para
feicbar conta.
Vende-se urna taberna na ra Nova o.
71, bem afreguezada para aterra e para o
mallo, independente de alca.desi quem pre-
tender d.raja-se a mesma que achara com
quem tratar.
_ Vende-se urna escrava, pro-
pria para servico de casa, e ainda
melhor para vender na ra por
ter j disso pratiea ; por prego
commodo: na loja do aterro da
Boa-Viata n. \6.
I '
ILEGIVEL
MUTILADO


^^
I
....
11

I
m

Moinhos de vento
com bombas de repuli pin regnr horlag;
e baixasdeciplm n fundicodc D. W. Row-:
minina rua daBruninii.6,8el0.
ARADOS AMERICANOS. I
Vendem-se arados ame- SI
a ricanos, chegados dos Esta- 9
dos Unidos, pelo barato pre- <| |
? 90 de qfjOoors. cada 11 ni: na
na do Trapiche n. 8. f|
Uiin do Collegio n. 4
i. Pilque, Hnnod fibiici icim mencio-
n.w.citndo r..it f> 1 li!t inida, piirlicipi o respeilovel publico de
IIOPOSIIO (le C8I t lOI^Porn;;n;hCo,e principalmente a seus fro-
No trmn7--iii da ra da Cadeia Iguezes, que elle recebeu pelos ultimo na-
vios, vindo daFianca, um grando e rico
-ni 1 ment dos molhores chapeos de sol de
seda, quetem tlndo a esla praca, proprios
pa'a a eslacio do invern, e para scnhnrcs
deengenho, por serem muilo fortes ; or-
timento de chapeos de sol de seda de difi-
ranles quilidarim de 5,000 rs. pan cima,
lindo sorlimenlo de chapeos de sol de seda
para senhoras, de lodos os feilios etimi-
nhos, que vende mnilo emeonta ; ditos de
panno para meninos de 1,500 a 3,000 rs.; di-
tos para homem de ferro e de balea de.
2,000 rs. para cima ; ditos de junco do 1,500
rs. para cima; grande eescolhido sortimen-
to de chamilotes, sedse pannos empec,
para cobrir armacOes servidas, baleiaade
todas as lirguras e lmannos, para voslidos
eesprtilhos parasenhora; fazem-se um-
bellas para Igreja; concerta-6e toda e qual-
querqualidadede chapeos de sol, ludo por
muito menos preco do que em outra quil-
quer parte. Veode-se em por?So e a teti-
Iho. No mesmo eslabelecimento acha-se
um bonito sortimento de hengalas.
l>< -imi-i 1 la fabrica le Todos os
Sanios na Babia.
Vende-se.enicasa defi. O.Bieber& C,
na ra da Cruz n. 4,algodo transado a-
qnellarabrira,mui topropno para saceos de
assncar eroupa deescrivos.porprecocom-
010.10.
Cortes de brim de puro linlio.
Na rua do Crespo loja da esquino que vol-
ta para a cadeia, vende-se corles de caiga ele
brim de qundros.e listras de puro linhoa
,280e2,000 rs.,dilo inteiro pardoa 1.280e
do Reciten, ia, lia muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa cliegada ltima-
mente, a precos muito rasoaveis.
Armazem de vinhos.
Na ra da Senzalla Velha n. 48,
vendem-se vinhos de Lisboa e F-
gueira, dos maissuperiori-s que ha
no mercado pelo diminuto preco
de aoo c-xlyo rs.a garrafa, e i,5oo
a 1,800 rs. a caada : para confir-
mar d-se a provar, e para ver da-
se a beber ; he barutinho, a elle
Treguezes que he bom vinho.
Deposito de cal virgem.
Cunta & Amorim, na ruada Cadeiado
Itecite, n. 50, vende-se barris com supe-
rior cal em pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos preco do que
ern outra qualquer parte.
l'otassa americana.
No antigo deposito dacadeia velha, n.
12 existe urna pequea porcSo de potassa
americana, chegada recootemente que por
superior rivalisa com adaKussia: vende-
se por preco razoavel.
Agencia de Edwin 3ia\v.
cua de Apollo n. 6, arinazein de Me.
Piarua i
.Cal-
montSi Companhla. acha-sc conatantcineote
boas sorllmentoa de uixa de forro Opado e
batido, lauto rasa como fundas, moenda in-
elraa-lodasde Ierro para animaea, agoa, ele,
dita para armar cni madeira maitos c madellos o mais moderno, machina
bol isiiiit.i i para vapor, com for9a de i caval-
lui, coucoa, pasaadeiras de ferro estanhado
pira caa de pulgar, por menos preco que oa
de cobre, cacovens para navios, ferro ingle*
luiicwrn barrascomo em arcosfolhas,eludo
por barato preco.
AGENCIA
da fundico Low-Moor.
RUA DA SENZALLA NOVA N. 42.
Noste estabeleeimento conti-
na a ha ver um completo sorti-
mento de monidas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, c taixas de ferro batido e
ruado, de todos os tamaitos, pa-
ra dito.
Vendem-se os verdadeiros sellos in-
glozcs, patonte, do molla e sem ella : na
ra daS malla Nova n. 19.
-- Vende-se marmelada nova, viuda l-
timamente de Lisboa : na ra da Cruz n.
46, defronte do Sr. r. Cosme.
Vendcm-sc relogios de ou-
ro epr&ta, patente inglez : na ra
da Senzalla Nova n. \-i-
Arados de Ierro.
Na(undi(Soda Aurora, em S. Amaro,
vendem-se aradosde.ferrode diversos mo-
delos.
Deposito de panno de algodo da
febrita Todos os Santos da Ba-
nhia.
Vende-se por preco commodo
o bem conhecido panno de algo-
A no rs. ocovado.
Na ra do Queimado, defronte
do becco do Peix? Frito, loja n. 3,
vende-se riscadinho azul, com a
largura de tres palmos, pelo bara-
lissimo preco de seis vintens o co-
i-.ii'n; esta fazenda he muito recom-
mcndavel sos senhores chefes de
familia; d-se as amostras com
penhor.
A 5,ooo rs.
Superiores chapeos do sol de seda ingle-
zes chegados pelos ltimos navios, polo di-
n-inulo preco de 5,000 rs. cada urna: na
ra do Collegio n. 4.
Novo sortimento de fazendas na
loja da ra do Crespo n.,G.
Superiores cortes do cassa-chita,de novos
desenhos, a 2,240e 2,500 ; cambraiis Iran-
cczns de cores a 440 a vara ; cinta pan 00
berta, do tintas seguras, a 200 rs. o covado;
cassas lavradas a 2,400 a peca ; dita de flo-
res, com 8 el/2 varas, propria para corti-
nado de cama, a 3,500 a peca ; cambraia de
salpicos, tanto braucos como de cores, a
4,500 a peca ; lencos de cambraia de linho
a 480 e 560 ; pecas de chitas escuras a 5,000
cortes de brim de listias, depuro linho, a
2,000 ip corte ; ditolisu a 1,440 e 1800; ris-
c.pIo de linho 180 o covado; didu de algo-
dSo, proprio para escravos, a 160 o 180 o
covado; panno preto a .1,000 u 4000 o cova-
do : o muitas outras fazendas, por preco
commodo.
Igual pechincha nunca se vio a
14o rs. o covado .'
Vendem-se chitas escarales muito finas
de ramagens para cobortas a HOrs. cada
um covado: na ra do Crespo n. 14, loja
de Jos francisco Dias.
Panno preto fino a a,5oo rs.
o covado.
Vende-se panno preto fino, a
2,5oo rs. o covado : na loja de
Flores & S, na ra da Cadeia do
Recit.
2,000 rs. o corle, riscado de linho de lislra. Calcados a 4oo, -700, 80O e 1,600
a 720 rs. o corte. .i j. xt \,
Joeiidna superiores. rs. o pnr, no aterro da oa Vis-
Na fundicSodeC. Starrt Companhia,; la, defronte da bmeca n. |4.
em S.-Amaro, acham-sevenda moendas
Farelln de arroz. i, Jarros e flores, tudo de cera.
Esta ja t.ln cnnhe.-ida substancia alimen- [ Vendem-sl jarros e flores tudo de
taria para cavallos, recenmmentn chegada j era.pelo diminuto preco de 1,0C0 n. o par:
vende-se no armazem do Sr. Antonio An- I na loja de miudezas da ra do Collegio n. I.
nes, na cscadinha da alfandega, a proco, Vendemrse 3 molecotei, creoolos de
commoi'o. ifiannos; 4 escravos mocos, do aervico de
Bom o barato. [campo: na ra Direita 11. 3
Na roa do Passeio Publico, loja n. 9, de --Os berdoiros e netos da fallec la P.
Albino Jos l.eit>-, vendem-se ricos chales Conslancia Leal de Andrado, viuva que foi
da 13a e seda a 3,200 rs.; ditos de 19a a lo tallecido Joo Dias da Costa, vendern 011
1,500 rs. ; ditos br,mco a t,000rs. charuos 1 trocam por bens qua'.'Squer que sejam a
le sol a 1,000 rs ; ditos a 1,400; sarglim propriedadcou fazenta denominada Sapos,
iHtos
de lodas as cores 200 rs. o covado ; panni-
nho cor de rosa, azul e preto a 200 rs. o 00
vado; grvalas de setim de todas as cores,
ultimo goslo, a 1,500 rs. ; ditas de seda a
1.000 rs. ditasde eassa n 100 rs., lencos ile
vapor os inais bonitos que lem apparecido a
200 rs ; linhnsazues c de cores para jaque-
tas a 320 rs. o covado ; castores proprios pa-
ra calcas a 200 rs. : corles de OIHI chita
com sele varas a 2,000; cortes de colete ,te
fuslSo a 640 ; ditos de 13a e seda a 800 rs. ;
lencos de Incoa 320 e 400 rs ; chitas final
de todas as qualidades e cores fixas a 160,
200e240rs.; e outras muitas fazendas por
commodo preco.
Na ra estrella do llozario, travessa pa-
ra oQueimalo, deposito n. 39 A, vomlc-se
superior chocolate de Lisboa, e o muilo re-
commendavel chocolate de canelli. he til
para quem soffre do nervoso, sendo este um
dos remedios mais applicados, e que lem
obtido mais vantagens.
Caixinhas a 1,000 rs.
Na ra estrella do Rozario, travessi para
o Queimado, deposito n. 39 A : vendem-se
ricas caixinhas de amenJoas confeitadas ,
e urna parle na proprie.lada liria, ambas
propiedades de criar gado na ribeira de
Crumata, serillo coherlo de muilos bons
pnslos, muito perlo desta praca, contando
na proprieda.le Sapos urna boa casa de vi-
venda perlo'icenle aos ditos berdoiros :
quem pretender dirija-sea esla prac,ruado
Vigario n. 20,segundo audar.
Grande abatimento empreco de
livros, na livraria do pateo do
Collegio n. 6, de Joao da Costa
Dourado.
Uoislc-, diccionario geral da lingoa fran-
ceza, um grande volume.por 6,000 rs.; obras
completas de Vctor Co:isw, tres grandes vo
lomes, a 10,000rs.; Bentham obras com-
pletas, tres volumes, a 5,000 rs.; Comte tra-
tado da legislacjlo, um volume, por 3,000
rs.; Segur histoiia universal moderna, dez
voluntes eucadernailos, por 12,000 rs.; La-
martine obras completas, um grande volu-
me, pnr 5,000 rs.; os Evangeltios de S. Ma-
theus. um grande v.ilume com ricas estam-
pas, 5,000 rs.; I. II. Say obras completas,
um grande volume, por 4,000 rs.; Guizot
por tao diminuto proco, quesos perfeicao .historia moderna, 4,000 rs.; Valin comen-
dos figulinos vale o importe.
Taixas de ferro coado.
Vendem-ae taixas de forro coado, de su-
perior qualidade e por proco cummodo : na
ra da Cadeia Velha n. 37, casa de Ricardo
Koyle,
o Passeio Publico n, 17
tario das ordenare? de marinba, 4,000 rs
Chovellier anathomia discriliva, dousvoiu-
mes, por 10,000 rs.; Chevellier direilo com-
mercial, 3,000 rs. ; Mangim tratado des ac-
COes publicas, 4,000rs.; Duvivior gramma-
licasdasgrammalicas, um grande volume,
' por 4,000 rs.; Andral curso de palbologia,
por 3,000 rs.; Hoslon medicina chimica.por
Vendem-se asaeguintes obras por precos 4000'rs Fe'rdam pi.amacopa universal,
commodo*; o primeiro numero da Semana im fs M v BaVdUX dous Volu
jornal Iliterario o instructivo, lena potica, m 4 fl0 rg
as Luzades de CamOos, resumo da historia J fBndm.s,, dozc cadoiras do palhinha,
do Brasil, secretario porluguez, exame ana-com uSQ r 30 000 rs u.nhem se vendo
H.coe parallelo ao poema onontn com a duzia como ja se tem enge.tado;
luzada de CamOO), grammatlCI poituguozi; armario, dous bahus de sol.
....... 11 .. iiii.i irinhii un 11 1 ili.iil.i I iilllUV &
e ingleza, goographia pelo atibad.) (iaullier
priiueiro volume, fables de Lafontaine re
sumo da historia sagrada.
Vende-se um molecoto, dn'ISaiinos
do tres palmos: na ra do AragJo n. 12
Attcnco.
Vende-so urna taberna em um bom local,
do desta fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador: no escrip-
toriode Novaes& (,'ompanhia, na
ra do Trapichen. 34-
Vendem-se as seguintea semenics:
nabos,rbanos,raba netos encarnados ebran-
cos, sobla, eouve trinxuda alface ala-
ma, repulhuda,chicoria, senoulas, fp-ijao
carrapato de tres qualidades, ervilha torta e
direita, fava, coentro de touceira, salea, to-
mates grandes, repolho, couve lombarda,
ssboia, o mostarda : na ra da Cruz n. 46,
defronte do Sr. dotor Cosme.
Com toque de mofo.
Na ra do Crespo loja da esquina que vol-
ta para a cadeia,vende-se chitas escuras com
pequeo toque de mofo a 5.500 rs. a pega,co
covado a 160 rs.
Taixas para engenlws
Na fundico de trro de D.
W. Bovvman na ra do Brum,
pssando o chafariz contina a
haver um completo sortimento
de taixas de ferro fundido c ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bocea ,
as quaes acham-se a venda por
preco commodo e com prompti-
dao, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com-
prador.
Veodem-seamarrssdeferro: na aj da
Senzalla Nova n. 42.
a ra do Crespo, loja n. 5, vendem-
se cortes de meia-casimira de pura 13a, e
gostos muito bonitos, pelo mdico preco de
2,560 rs o corte; brim pardo de linho, su-
perior fazenda, a 640 rs. a vara.
y 'fff ffvWf'fVVf f v"t'V Vf
* farinha de mandioca <
de caima, todas deferro, e um modeloe
conslruccSo muitosuperior.
Instrumentos de muzica.
Vende-se toda a qualidide de instrumen-
tos do muzica, para muzica militar, por ba-
rato prefo e para liquidar contas : cm casa
de Brunn Praeger & Companhia, na ra da
Cruz n. 10.
Farinha de mandioca a 1,60o rs. a
sacca.
No armazem de J. J. Tasso Jnior na ra
do Amorim n. 35.
Toda attencSoao baiateim !
Ra do Crespo n. i4, loja de Jos
Francisco Dias.
Existe um delicado snrlimen'o da finissi-
simaschitas decores com silpieos, os majs
lindos gostos que lem vindo ao mercado'a
240 rs. o covailo, ditas cores de vinho e caf,
muito miudinhasde novos desenhos c cores
muito fixas a 200 rs. o covado, ditas de dif-
ferentes qualidades a 160 rs. o covado, fins-
simas alpakas de todas as cores a 640 rs o
covado, ditas rom (ios de seda e de novas
cores a 1,000 rs., ditas prelas com llores
imitando eliamaloto ile seda 1,100 rs o
covado, cortes de casemiras de 13a e algodlo
de lindes gostos a 1,600 rs. o cilc, Os mais
superiores brinsde-puro linho ederiquis-
simas cores a 1,280 rs a vara, brins de puro
linho Troca-se os mais superiores sapalos de
como do lustre, francezes c de Lisboa, para .
senhora, a 1,600 rs. ; ditos de cordavSoal
800 rs; ditos para meninos, a 400 rs ; sa- de20annos de i lado, por 750,000 rs.; urna
patfies do Arscaly, para homem c meninos | dita muito forte esadia, boa para carregar
a 700 rs.
por no ter bonita figura, por 460,000 rs. ;.na lloa-Vista, com os fuios a vontade do
umdilo bomcarreiro ; um dito ptimo pe- comprador; a'ivite-se que este negocio he
Ca, para quem tiver animo de dr 750,000' de grande vantagom para o compra lo-, e i
rs ; uma reta cum todas II habilidades e
Vi loj i das seis portas
Mantas de seda,o challes a 8,000 rs., gran-
des, e do muito boa seda, camisinhas o:
pescocinhos para senhora 1,000 rs.
Na loj.* das seis portas ,
troca-se chita escura seis, sete vintons,
meta pataca e dous lustdes, ocovado; cassa
de babado a dous tnslOes a vara ; cassa prc-
ta para luto asis vintes, ocovado; cortes
de cassa chita, a dous mil ris; lencos bran-
cos com flores as ponas, a dous tuslfles,
proprios para mo de senhora e pan me
ninas; lencos pequeos par* meninos
q
'i
lita casa tem commndos para familia :
lar no Ierro da Boa-Vi-ta n 88.
Vende-se um sobrado do dous andares,
com muitos commodos, e em boa ra
quem o pralemler plirija-se a ra do Colle-
gio n. 13, segundo ailar.
As pechinchas acabam-se.
Vendem-se chitas finas a 120, 140, 160,
180, e 200 rs. o covado, pee J ditas a
5,000, 5,500' 6.500 e 7,000 rs., chitas para
cubera de cor lixa a 200 rs superiores cor-
les de casnmira de ISa pura a 5,500, e ditos
mais superior que ha no merclo, por preco
cnmmodo,e em liles a vonttde dus compra-
dores : na escriptoiio de Matheus Austin &
Cunipanhia, na ra do Trapiche n. 36.
Na rtia Nova n 26
Vendem-se sapatOes de couro de lustro
pelo diminuto preco de 2,500 rs. o par, di-
tos virados a 1,600 rs.; a el les antes que se
ac bem.
Vende se um ptimo piano
algum tabol"irocom fazendas, por 360,000
rs. : na ra das l.arangeiras n. II, segundo
andar
Vendem-se corles de 13a de cores lisas,
goslo moderno, com 15 covados, fazemla
esta mais barata que chita, a 4,000 rs. ; na
ra ilo Crespo, loja amarella n. 4, de Anto-
nio Francisco Pereira.
A 20 000 rs.
Vendem-se palitos e sobre-casacas de I Je mrt c,gem|,a iambem do 13a a3,000 rs.,
panno preto francez, muito fino, torrados ;corte, ,je c,|ca j g,mbreSo a 1,800 rs., di-
de seda, da ultima moda, vinda da Franca ;, los ,, brjm il00 rs. c 1,200, chitas Iran-
na ra ilo Crespo, loja amarella n. 4, de An-1 cezM |arias 2g0 rs. a vara, madapnlOes l-
tonio Francisco Pereira. nos ,20j ,60i |go, 200, 220, e240rs., a
a vara ; pegas de mada-
800, 3,000, 3,400, 3,600 e
fino a 5,200 rs., pecas de
...pp i.ip truncado proprio para escravos o
para cali a de ferroestanhado.e por diminuto prego : na ba los a 2,400 rs,, u outras muila fazendas,
ni 1 da Cadeia do Recifo n. 64. por precos exrraor lim iamenle baratos : na
Vende-se quatro moloques iIt 15 an-;ija da estrella da ra do Queimado n. 7,
nos a 18, bonitas figuras, um inolatinholiom confronle ao heco do Peixe Frito.
para pagem por ser bonita figura, e ser bo- | Vendoin-se trinla travs de boas qua-
lieiro, e lem o oflicio de alMato, um mulo- |jdades,iendo to las de quarenta palmos pa-
qua de 20 anuos tambem com o oflicio de al-, ra cima, e dous embonos de sedro para bar-
faiale, um mulato serrador co 1 boa coudu- caca: a tratar n< ra Direita n 4.
ta, um dito de bonita figura com ollicio de ', /!^WpJrtafjStij|f||l*l>.1(ili!StS38t
ropnua par anvn Bonuvra o pan me- ionio rranciSCO l'ereira. nos a on 160 la
inas; lencos pequeos pnr meninos a l__i>...'. >-.! ,
uatr vintes, o outras muitas fazendas, que AparelllOS de metal e machinas pa- mottO lino IS70 rl.
uerreilu-irasedulas ra caffe. *.0.'>i> s.omuitofi
- Vende-se cha hysson iu.,ito novo o o Vende-so apareihos de "metal e maqu as ,|gll ,j0 'trancado
Vende-se grammatica p0r(u.
;uea stima ediccio pelo pro.
essor publico Salvador HenriqUf
de Albuquerque : na livraria do
pateo do Collegio n. 6, de Jo5o da
Costa Dourado.
Vende-se papel de music
muito bom, a ioo rs a folhit d0
de uma so face, a 4o rs. a filh,,
na livraria do pateo do Gollerio Bi
6, de Joao da Costa Dourado.
Vendem-se carteiras deal-1
gibeira, a 160 rs. : na livraria do
pateo do Collegio n. 6, de Joao da
Costa Dourado.
Vende-se um deposito deassucar, I** I
afreguezado, ou di-se socie la le a algura,
pessoa capaz, que entre com fumlos etom
coma da casa, porque o dono adiase j0.
ente : a tratar na ra da Concordia n I.
Na estrada dos Aflictos em umt cisi
que est por acabar.que tem.tres portas,vn.
de-so quantidade de inxertos dn laranja ,ie
umbigoa, quanti tadede sapuiis, limaa umbigo, coraco da India, ps de jabutica-1
bes, pea de cidras, o ps de allicu'-ap.
Vendo-so urna prati do idade, prapni
pan o servico de campo : na roa Direita nu-
mero 52
-- Vende-se ou troca-se por uma bircir-i I
ou escravos, urna das meltmres casas di ci-
dade do Coianna, citas na rua do Meio, n,
23, sendo de pedra e cal, duas salas na fren,
le, 2 corredores, 6 cimarinhas, duas ti|as
de detraz, cozinha puxada fra, quintil
grande e cacimba de boa agoa : quero a pre.
tender dirija-se ao seu proprietaiio mi;..
cifo rua do Vigario n. 20, segundo andar.
- Vendem-se velas de carnauba, as m;.
Ihnros que le tem visto, ji pela boa lu;. qu,
d&, romo por no romnlarein ; o nico d(.
posilo he na rua da Cruz do lleeife n.3t,
defronte do becco da Lingoela.primeiroin!
dar : preco em arroba 9,600 e a rolalhoi
320 rs. a libra ; pouca dilTercnia fizara tu \
velas das de espermacele.
Attenco.
Vende-se a loja nova de calcados da rm I
Direita o. .pii.ii o in palanquim em muito bota I
estado : a tratar na mesma loja, ou meim
rua n. 4, segundo andar ; vende-se por mu.
tivo do dono retirar-se pira fra.
Vende-se superiores figos de com^it- |
madre a 200 rs. a libra, passas'a 160 ri. a I
lira, bolaxioha ingleza nova a 240 rs. man- I
leiga ingleza e franceza de superior quili.
dade,e superiores queijos; e tuilo pnr din,
noto preco nos qualro cantos da Ilua-Visu,
quina de S. Confalo, venda do sobralu
n. 1.
-- Vendc-se uma loja de calcado narm I
Direita n. 13, pertencente a Miguel da Costa |
.Nogueira.
Vende-so no bilhar francez di rua No-
va, um bonito moleque, sem vicio, rom
chaqus.
Arados da fabrica dos Srs. lanos-
me e May
Proprios pan plantar ealimpar camin
lifferentosmodollose feitos na miisacrcJi. |
da fabrica na Inglaterra ; sendo muito su-
periores a qualquer quetem vindo a es;, 1
mercado,n proprio para plantaren!quilqufr
terreno e do qualquer largura, pnr tr um I
arranjo proprio para abrir o fechar a lina,
O bico, aiveca e sola dosles arados pissnt
por um processo que da-lhe a consisteno.
p|i'.ii;i temperado da maneira que aUndr
mnita duracAo, alm de que lem bicos di |
sobrc-excellente : na rua do Trapiche n
.tanoeiro, duas mulatas comalgumas habi- ,,li(;a_..: |>i,;||,ot8 ('umnanliiaij
palitsa320 rs. o covado, as verdaderas! de Jacaranda, de autor multo acre- lidades e lindas figuras e urna do multo boa ;gul
Vende-se, por preco rasoavel, la-
;>
T que existe nesto mrcalo : na rua
j. da Cruz n. 31, detronte da I ingoeta.
Vendem-se lonas, brinzao, biius, e
meias lonas da Russia ; no armazem de N.
O. Biebor & Companhia, na rua da Cruz
ii.*.
Algodo para roupa de escravos.
Vende-se algo dio muilo encorpado, pro-
prio para roopa de escravos, com pequeo
toque deatiria, HOrs. a jarda; dito
limpo a 180 rs. : na rua do Crespo o. 5.
Sortimentos de panos finos e case-
miras de todas as qualidades.
Na rua do Crespo loja da esquina que vel-
tl para a cadeia,veude-se pinos finos pretos
a 2,800, 3,200, 3,500, 4,000, 5,000 rs., e fran-
cez tnuiio superior a 6,000 rs., o covado, di-
to verde a 2,800 rs. diloa.ul a 2,880,3,500,
4,000 o covado, cortea do cilci de casemir*
prela entestado a 5,000 e 6,000 rs., dita fran-
ceza elstica a 8,000, 9,000 e 10,000 o corte,
e outraa muitas fazendn por preco com-
modo.
breaiihis de rolo do 10 viras a 1,800 rs.a
peca, dem do 5 varas, fa/.end muilo ooenr-
pada a 1,000 rs. a peca, assim como muitas
outras fazendas queso vndenlo por muito
menos preco do que em outra qualquer
Vendcm-sc novas cassas chitas pie hn-,1 ta razao disperta a attenco das
dos gostos a 2,940 rs. o corle, caisi de qua- pessoas ,, deseiarem pos'suir um
dros fina a 280 rs. a vara : na mu do Crespo, l ,. J
loja da esquina que. volu para a Cadeia. to lindo, como importante lastra*
Vende-se a excellent: typo-j ment : dirijam se a rua da Cruz,
graphia do Diario Novo estando i armazem n. 48 : r.o mesmo tam-
bem montada, lanto de bons pre- bem \m algumns muzicas pira
los, como de typos : quem a pre- pianos dos melhores autores.
tender, dirija-be a rua da Praial Vendo-seun a muala, de 30 e tantos
-. .' n___n._. anuos: ni rua do l.ivramento, sobrado n. I.
n. 5^, a tr..tar com a \ luva liorna. .. Ven lem-se duas pretil de n icBo, uma
Ancoras para navios. engomma, eos, cosinln, lava e fax o mais
Vendem-se em Dita de Ricardo lloyle, na! servico de casa, e a outra cOSinlM, lava e he
ruada Cadeia Velha 11. 37, ancoras de supe-i vendcdcira de rua : na rua larga do Roz
rio, loj n. 35.
ditado, muito bem acabado, por Conducta.podendo tomarconta de uma casa,' ^ 0"11""'-
. '.. por ter disso bastante pralica, urna negra X ,Beri a ru
ter Sido de encommenda, O mol- boa quiianilcira.ede boa figura : na ruado f l"nteebem
vo da venrla he tcrnllecidoa pes-
soa a quem era destinado, pores-
Ri'z irio larga n. 22
Cortes do casiniras do cores, moderna
1 4,000 e 5,000 rs.; ditos de l'usWes do co-
res, llcoxoados, do moderno goslo, a 1,600;
rs, fazemla que scinpro so vendou a 2,100
rs; ditos de gorgurlo e casimiras a t,000o
Conlinua-se a vender no depsitos
a da Cruz n. 52, o cxcel-g
m conceituado np areiav
prcta da rahiica de Cuitis l'ailhet ;'<
Companhia di llahia, cm grandes eR
Hi peqoelai porfOei pelo preco estabe-J
3 lecido.
Vende se um i equeno sobrado de dous
3,500 rs.; chapeos prelos l'raucezes, d" se- andares, silo no principio da rua do Calde-
da e castor, a 5,000 rs.; pecas de bretinhl, Ireiro, CO'illgUI a de Santa Thereza,em chSos
de 6 varas, de puro li ,bo, ii.uilo linas, a | p'oprios, e faz parle do mesmo sobrado duas
4,500 e 2,100 rs.; chitas largas, frinCezn, casas i:o fundo, e umi coeheiri, o que ludo
deramigens, para cobertl, a 200 rs. o CO-1 rende mensalmente 55,000 rs., o mais ren-
vado : na rua ilo Crespo, loja amarella II. 4, riera jorque a cocheira tem slito e estriba-
de Antonio l'rancisco Pereira. ra, e no osli sngala em proporco do seu
Alerta amantes da boa pitada. I valor Ksu propriednie se veodo por com-
Cegou pe,a barc, l,rn,ez. d.dciRIO\SeSiS^tSSS^AXi
da Janeiro o rap -OVO i^W|WHr. |(,r ,, jslo' u|jces de rncoen., por
Esto rape ne latineado com todo o esmero, ^|ncM'u ^rji,^,. ollll por qu.ren-
Jconse-va su for eiroroi alo o lim tobo- t,,a n)enos tra .se n, rM & s>nta
te, promovendoadislilaeilosem causar ver-
,; ligeos neni fe ir o nariz, acha-se a ven la na ; r,a,,,10 om ,.
Escravos futidos.
-- Vende-se feifo fradinho, em porcSo e
rior qualidade, e por commodo preco.
.- Vendem-se superior champagne.vinhos; Vendem-se toallias de labyrintho O'Ui, |( rf
finos engarrafados de diversas qualidades,; fins e grandes, de bretanha.com bleo ao ro- ':,*'' g' '' """" retelho muilo propio pan escravos e
n.,.,ii.j miiitn iinciiriM la e tiii'ni'iiinelia de dor, obra moito boa i lencos do llbTrinthO, mesmo para rancho de navios, he pechincha
ijuSlSr Mai^paiT^iiSiSiHia ijiJllmimto da| vSwtoBl. a i^adMi ni rua da fj.deia d Calcado, troca-se por 7oo rs. o em rizndeomuiatinho estar multo caro
Lisboa, por commodos precos : na rua do. "ecifl! n- 49. segundo andar. par por se ,|esenr liquidar,
Vicario 11. 19, primeiro andar. Aviso aos pas de farn'i
no aterro da Roa Vista, def'OOte da honeca
Na rui do Collegio .1 7, acha-se um sor i- fc ,,. d |t dos me.
ment de lo;ta do Porto de diversas quali- hor^ s,pa(0l,s> que Iem vi'n(lo d Araca-
zes. Tva mestna loja se vendem treze OilXll
vazias em que veio a louca.
\a loja das seis portas.
l im trancado de puro linho a 320
rs. o covado.
Na rui do Crespo loja da esquina que vol-
ti para cada veode-se brin trincado par-
do de linho puro a 320 rs. o covado.
Chita para coberta, cor fixe a
2oo reis covado.
Na rua do Crespo.loja da esquina que vol-> 5,000 rs., e outras muias fazendas por pre- .
ta para a Cadeia, vende-se chita para cober- c,os que laz conU trocar por sedulas.
meninas, tudo por preso muito commodo,
ni de sh prar dinheiio.
-- Ricds o modernos manteletes prelos e
Vende-se pao fino de to ias as cores, a de cores,1-" 15,000 18,000 rs. ; nu rua do
2,000 rs., proprio para pililos vestidos pa- Crespo, loj! amarilla n, 4. de Antonio Prio-
ra senhoras andarem a cavallo.boo'ls de ve-, cisco PereiT8- \^
ludilho a 320 rs., proprios para estar em ca- ligtuta.s de Xisboa.
ua rua da Senzilla Velha n. 104 que faz es-
quina para o Becco Largo.
Vendem-se botijas, e flmdqMrisios, de
varios taminhos e por todo preco: na rua
do Rozrio larga n. 36.
Salitre relinado vende-se
na botica da rua do Rangel n. 64 ,
por menos preco do que em outra
qualquer parte.
Vendem-se saccas om fa-
rdos : na rua da Madre de Dos,
armazem n. 20.
Vende-se a moda a vista,
ta de novos padres c cor fixe a 200 rs, o
covado.
Veodem-se barris do brou.em lotes, a
contento do comprador : a rallar com Ma-
theus Austin i Companhia, na rua do Tra-
piche n. 36.
Fazenda da moda.
Vendem-se superiores corles de cambraia
de salpicos brincos do cor, pelo diminulo
preco de 3,500 rs. : na rua do Crespo, loja
O. 6.
Vende se um ptimo escavo creoulo,
de 25annus de idade, e alliansa-se a con-
ducta : na rua da Santa Cruz n. 70.
Sedas.
Muilo superiores sedas, de cores e pelas,
pin vestidos de senhora e meninas, por
preco muito commo; no aterro da Boa Vis-
ta, loja de calcado n. 14.
Sa rua do Collegio n. 7, acaba de abrir-
se um pequeo, mas mimoaimente sorlido,
irmizem de louea do Porto, de differentes
cores e delicados gostos: e veode-se por me-
nos do que em outra quilquer pirte; elle
pois que be pechincha.
Vendem-se duas mulis ( tiestas mua-
rs) muito boas, vindss do Rio de Janeiro ,
umi dellis ja ensillada pin Cirro: ni rua
do Hospicio n. 4, at 9 bons da manhfli.
-- Veodem-se cortea de chitas cissii, pro-
prios pira quem gosta do banlo, a preco
de 1,200 rs.; cimbriin lilis de 10 viral,
1,800 rs. 1 pe{a e vira a 800 rg. 1 no pn-
seio Publico, loja n. 11.
saa rresca ; chapeos de nissa frincp-zes i ; Von(1(,m.SP batatas tiovls de Lisboa, pelo o muito COnbecido engenho Saco
1 nnn m ni,iilms muiins fazenilns nnr nrn. .. ,:>_.____... >
diminoioprccide so i*s. a nbn em poroso de i.,0|Uca de excellentes trras:
de oito libras pira cimja; na rua do Colle- 1 J .
igion. 1. ^- quem ao mesmo pertender, an-
da Cadeia do Hecife ,
a fallar com Joao da
Cunha Magalhies, ou ir no mes-
Alpacas mescladas. ja-se a rua
Vendem-se alpacis mcscla las, do todas asi |0ia n 5t !
i3~ Palitos Feitos. _^i
Na rua Nova 11. 26, tem para vender-se pi-
lilos de pinno verde e preto.muilo bem fei- I
tos.c mis barato do que em outra qualquer
parte; .el,esinlesqi,ese,cabemq \^r^c^o : na pr.c di
I^Baffl.!^^
tas que ainda se venplem na mesma venda uvas de rielica p ira montana
do lleeife que volta para a padarla quo ou- ) Vendem-se luvas de pelica para montana
grattheacao.
pelo dimitiu-
Iro lempo s venda.
Cera de carnaubi e sebore-
nado.
No irmizem de I). R. Andrido & Compa-ide 20,000'e 25,000 rs.
nina, vende-se cera de carnaubi de primei-
r,i surte; sebo relinado, o mais superior que
ha 110 mercado; assim como, sola e poies
de cabra, tudo por commodo preco,
Padaria he uma pechincha.
Vende-se a dinheiro ou praso a padaria
do largo das Cinco Ponas n. 154, assim co-
mo se di o necessario su primelo defari-
pelo diminuto proco de 320 rs o par ; na lo-
j de nliudozas di rua do Collegio n. 1.
Sedas prelas e de cores, com um pe-
queo toque de mufo, pelo diminuto preco
de 20,000 e 25,000 rs., sedas que seinpre
cuslaram 40,000 e 45,000 rs. : na rua do
Crespo, loja amarella n. 4, de Antonio fran-
cisco Pereira.
Cortes de cambraia de salpico
brancos e de cores, a 3,5oo rs., o
corte.
Na rua do Crespo, loja da esquina, que
oja
ribas so o comprador der a necessaria ga- volti pan a Cadeia, vendem-se corles do
nntia. Tambem se irrenli a tratar com i. vestidos de cambraia de salpico brincos o
J. Tasso Jnior : ua rua do Amorim n. 35. de cores, pelo diminuto preco de 3,500 rs. ,
Vendem-se queijos de Minas, muito o corte ; meias muilo linas, para homem,
freieaes, vindos pelo ultimo vapor, por pre- com pequeno deleito, a 2,400 rs. a duzia.
So commodo; caixinhas com dez libras de! Ricos enfeites para tlieatro em touca-
gos de comidre lamben superiores : ni dos, turbantes, r^silhis, flores ele e cami-
rui da Cruz n. 46, defronte do senhor dou- sinhas di tnodi actual; em casa de madama
tr Cosme de S Perira. Millochau atierro da Roa V:sti n. 1.
Ricos tapetes avelludados, para sala, i Vende-se uma casa om linda, na rua
10,000 rs.: nirui do Crespo, loj imi- do Jogoda Bola n. 2|: trati-se na rua de
relia n. 4, de Antonio Francisco Pereira. lllorlas, loja n. 102.
mo engenho, a tratar com o pro-
pietario.
Chocolate de 5aude.
De todas as substancias alimentaros, que,
sendo em seu principio consideradis como
couzas de luxo,tornam-se pelo temuoidian-
te de um uzo geni, o chocolite pode, sem
conlri'liccSo, oceupar o primeiro lugar.
Efleclivainento, quanlas pessoas nao vemos
nos preferir hoje so uzo do queme calTe o
do chocolate, e nisto seguir opiniSo
dos mdicos miis celebres, que.de commum
acord sobre suis preciosis qualidades, o
ni In-a ni como um dos nossos iih-Iiio, s es-
tomticos aquellas pessoas cuja saude he d-
lo1, o delicada Prescrevem-no aos seus
doenles, aconselhao-uo aos velhus, o o re-
commen lam as in.lis de familia para seus
BIhol. Cm un,a palavra, o consumo verJa-
deirainenlo extraordinario que todas as
classes da sociedade faze.n de.t alimento, autor,dailei, u qu.|qUer pesso
?.VOrmrahn.e."d0e^egg.rq:m t'^TZ ?"' "^V
d-stn chocolate ja hem conhecido nosla pro-I
vincia, por muitas pessoas que tem feito uso i
dclle constantemente: se vende ua tavarnal
da rua da Cadeia do Recife o. 25 defronte do!
Becco Largo.
-- Desappireceu no dia 21 do coi renle.'li I
cisa do abaixo assignado, o seu escravo por |
nome Martinlio. vestido com camisa dml-
godSosinho trancado, brinco, o calca Ji I
mesma fazetiila porm azul. rop>esei|ia tur |
de idade 35 a 40 annos, oquando anda pu-
cha por uma :erm ; quem o pegar e levar 1
10 escriplorio do mesmo, na rua da Crun. |
60, ou ni rua da Aurora, ultima casa, que|
sera hem recompensado.
Jos CandiJo de Barros.
Iie-am aroeeii no da 24 do correte um I
moleque da Cosli, por nomo Domingos;(oi
veatidocom camisa n calca -lo algod i-i a;..
tem os signaos seguintes: cabec compn-
da, olhos paqueos, nariz chralo, signaes d-1
sua nacSo no rosto ; he j igador, amia mi-
to apsessado : a pessoa que o pegar plele- I
va-lo na rua do Arago, sobrado n. 26, <]u
se i a gratificado.
100,000 rs. d
Desappireceu no dia 7 do maio proiin
passado, o pardo Leonardo, de iJaJe 18 an-
nos, ponen mais ou menos, o tem os siga"'
seguintes :baixo.o peito um tanto oietlil
para dentro, cabello carai'inbado e al o I
meio da testa, e falla de vagar. Este escura
vinha todos os dias vender leite no Recite, |
de um sitio da Buaviagcm, pertenccatei
Joinna Mara dos Passos, de quom foiescra-1
vo : quem o apprehender e levar a rua
Sen/Hila Velha, defronte on. 141, segundo |
ailar, receben 1 ;;ralilie.iein cima.
- 50,000 rs. de gralificacAo-
Do engenho Santos Mendes, no dia 13 il
junho, ausenlou-se a escrava Mana, d-' -1
nnos, creoula, fula, de boa estatura, e bol
corpo, os ps carnudos, tem alguus cabellos
nu buco, bem ladina, com desembarace m
falla ; trajos, sai de chita encarnad!,cabe-
Cflo de caasa, chil de I3i rouxo, pode m-
dar os trajos; o andar da dita negra ho pisar |
duro, e he desfajada, dentes perfeitos, foi
vista na ribeira de Pao-d'Alho : roga sei I
ippreheoco da mesma osera va, e sua entre-
ga no dito engenho, ou nesta cidade ni pra-
ea do Commercio n. 6, a Manoel Ignacio J |
oliveira.
Da fabrica docildereiro da rua do Brum
n.28ausenlarani-se, no dia 10 du piMa*i
o preto Antonio de nacSoCabiuda, estiton
regular, cabellos um pouco brancos, cheio
do corpo e muito cabello lo nos peitos, ros-
to carregado; c.osluma cm suas fgida* 'e-
quentar i Solidade, Manquinho e Afug-
dos, eemsui ulti'tia fgida Implado "
engenho Cuca districto 'lo Rio Korinosa:'
no dia 13 docorrenteo preto Alejandre, i'
iiaean s. i iiiim.'-, >ito, corpo reforftdOi'
alegre, e j foi escravo do Sr. Bolly e lo
francez Melequer, morador no Rio Drtee, lu-
gar que o mesunoescravo cosluma frequen-
lar as diversas fgidas que ha feilo-
roga-seas autoridades policiaes o i que"1
quer que delles der noticias, dirijilo-se'
mesma fibrica quesera recompensado.
- Do engenho Ronlo Velho, em S aat*
fugio no da 26 de julho do correte ann' j
o mulato Joaquim, de cara bexigosa, olln
fundos e incovados, xeio do corpo, pe
grandes e limpos, com uma pequea bii-
xa |em uma orelha ; escravo do Dr. Peor*
bezerra Pereira do Ariujo Boltrio, qu *
comprou nesta praca a Antonio Ricardo '
llego : levou uma pgi em -im.p o uma cor-
rete em outro; ssbe-se que esta occullo"'
lugir do birro, entre Peres e Ciquii. lio?"'
-- Ja
I"
ovo que o encontrar ou dene souoer
i lam e conduzm rui do AragSo n. I, *'
I guudo andar, ou a seu senhor no referid-'
I engenho que ser divi lmente gratm-
cado. _,
I'ebh. : Tip. pg M. F. vr. Fahia. ,,ii,\
MUTILADO
ILEGIVEL


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