Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03450


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Full Text
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V
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ANNO DE 1838. QUINTA FEIRiV

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f]
7 DE JUNI10. N. 123.
DAS DA SEMANA.
. JPrancisco Cara-
s- d| Tl>.
4 Seronda primeira oitava
cioli ..
5 Terca t segunda oit. S. Macianno m.
ti Quarta S. Temp jejum Noberto B. Ses
7 Uuinta S. Roberto Abad Rellacao de inanlia e do
J. dos orf. de t.
8 Sexta T. jejum 8. Salustano. Aud. do J. de Dir. de
m. etc. LnipCheia ai 2 h. e 80 min. da m.
0 Sbado Temp (JeJum) s- Primo ielacao de m.
e aud. do V. G- em Olinda.
lo Uouiiogo Santissima Ttiudadc.
Mare'chela para odia 6 de Jnnho
as 4 hora e SO m. da m- 4 h- 54 ni. da tard.
Tudo agora depende de nos mesmos da nossa
prudencia, moderacao, e energa continuemos
como principiamos, e seremos apontados com adini.
aC/Ioerntre as Nucoes mais cu tas.
Proclanurcaod'Assemblea'Geral do Brasil.
8nb9crevese a 1,000 reii mencaes paros adianUdos
nesta Tipografa, ra das Cruses d. 3, e na Proca
da independencia D. 37 e 38. onde se receben cor
responileucias legnlisadas, e annuncios ; inserindo-se
estes gratis sendo dos proprioi assiguantes, e viudo
CAMBIOS.
Junhb 2.
-LiOsdret 30 U2 Ds- 8t. poi 1000 ctd effectivo
Lisboa 75 por mo premio, por metal, No*.
Franca 315 a 325 Rs. por franco
Rio de Jan. ao par
MoeHa 4,000 7.500 a 7.608
Pesos Colimare 1.690 a 1030 ,
ditto Mexicanos 1,610
PaMfeOts Brasileiros 1,620 a 1630
Premio i lettras., por ma i 1|4 por 0|S>
Core a par das edulas
fARTIDA DO CORHilOa.
Ohnda Todos os das ao me/o dia.
Qoina, Alhandra, Paruilia, Villa do Conde, Ma<
maagaape, Pilar, Rea deS.Joao, Brejo o"A rea
Haiufia, Porabal, Non de Sousa, Cidade do Nata
Villa* de Qoianninba, Nora da Prineesa, Cidade
-la -Fortalesa, Filias do Anuirs, Monte mor novo
Araoat Cascavel, Canind, tirunja, Imperatrisr
3- Bernardo, 8. Joao do Principe, Sobrar; Novado
Hile*, Ico, 8. Matbens, lleac hodo angue. 8
Antonio do Jardim, Quexeramohim. Parnah'ba
-Segundase Sextas (eirat, o meio dia por va do
Parailia. Santo antio- Todas as quintas fe'rasat
meio da. flaranbnn. Uoiiilo nos das 10 24
de cada me ao-meio di. Florea-no dra 17 *
cada mes ao meio dia- Cabo.Seriuhaem, Rio r01*
moa o, a Porto Calvo-nos das I, 11, e 21 de cada
______________"
I
PARTE OPFIGIAL.
RIO DE JANEIRO.
CMARA DOS DEPTDOS.
Seuio 11 em de maio.
Presidencia doSar. Araujo Visoria.
Palas dez hora e rucia Ja manhi,
procede-ae a chamada, eaebando-ee pre-
sunta o.- legal doi Snrs. deputados, sbie'-se
sessio e le se e approva-ae a aota
da antecedente.
O Snr. primeiro Secretario d conta
do expediente.
Julga-se objecto de deliberado, para
r a iuiprimii, orna resolusio presenta-
da pela eommissio de jusliea civil para
queseautou'se o governo a conceder ao
c-nsclheiro Francisco Alberto Teixeira de
Aragio, mecabredo supremo tribunal de
j estica, aleua doi seis metes marcados na
lei da ai de outubro de i83,Artigo 93, o
mais lempo que Ihe ju'gac nacessaiio pa-
ra tratar do reitabelecimento da aua sa-
o de.
O Sor. Paoia Csniido pede a di-pens*
de impresbo desta rcselucio, e prspSe
urgencia para que se discuta ja, a au do
iadivduo da que ella trata posta tirar al-
guma vautsgem da sua dtci.io.
- A urgem-ia apoijda e depois de dis-
cutida he approvada..
Eutia em diacuisio a leoluq?, e\da>
pcis daoppo.iyio, que lhe .aseraf os" Src.
Monlcauma eLimpo de Abrao apoi-
da urna emtn.li do Sr. Honr'qua de
itaseade que diz : a autorisa o gover-
n j a conseder por dout anuos a liceci9a pe-
dida.
A (ii-.c j-- > (fa-t.i mtteria. fiea idiiada
para se pissai a
ordein do dia.
Continua a diicusso da .e-pasti a falla
do trooo.
O Sor. Hcnrique de Roseada cora li-
cauea da careara rtltra a aua emeadi
de supprc oo do primeiro paiagr. plio da
respobtas
epoii dos 9p4. Paula Candido e Ot-
totii discorrarem Isrgamente sobre a ma-
teria em discu s.', eaa interrompitia,
em eoastrqueocia de se annunci.ir a cbar-
ae oa salla immediata o Sur. ministro
e sacretario de estado dos uegocius esMdi-
geiros, que c in'.rcduti lo com as fus%a-
l'd'dis do estilo toma siselo no lugar
competante, e depois de fspftr leitura
do rl .lorio da rjpirticio a sau cargo reli-
coi adixttsuiai foraialidadts wm
O nlatorio remanido a oommissio
respectiva.
Continua a dsousfo em qoe toma
parta os Surs. Encarnacle a Silfaj Nu-
nrs Machado, Martim Francibco, Bandei-
ra da Mello, Penlo da Aleocar, e Alva-
res Machado, e a dcusafo fca addieda
pela hora.
O Sur. presidente d para ordem do
dia a mesla da boje.
Letana a seasio as duaa boraa da tar-
de.
Da Relatorio do Exm. Ministro da fa>
senda extraemos oaeguinte artigo por
nos partear roa a interessante.
DIVIDA PBLICi;
1. Externa fundada.
Como se acha desenvolvida do respeeti-
voqoadrot inserto no orcamaolo esta
divida 1 bra 5 a3i;700 valor nominal ,
equivalente ao de rs. 29 064,999^990 ao
cambio de 43 1|5. A despesa com araor-
tiaicl e juros della (sanio for diminuida
pelo pagamente da amortisacfo em atraao
do ampraatimo poi tugues cargo do Bra-
sil ) ier ooanno da 1889 1840 do li-
bra 369;99<>, igual i de rs. a.055.499^999
ao dito cambio.
a. ? Externa fluctuaote;
QoqipSe te esta divida 1, da amor-
t'sacMa atrasada do eropreslirnos Bra- iU-i-
ro*' cuja mportmcia delibras 581.685,
igual de ra 3.a3i.586$i n; e 2. dos
juros em atraso do euipreatimo portugus
daade o 1. same tre de-i8a8 at ol,3
da 1835 qaef* lorio p^go polo go ver no
'!e Portugal, na importancia da libras
487.500, alora a des pea de coramiS'Sea j
taris da amortHacio. em atraso do dito
empreslimo, durante o referida lempo ,
na importancia calculada de libras 300 000
das qtlaea consta que goveruo portugus
j pagara o valor de libras 138450 em
plices ; e a>?9 o resto de libras
600.000, que nos obligamos a pagar
coi oa porlugueza* pela convenci adrJicio-
na| ao tratado de'2g de agosto de 18a5,
na imp.i tinci de librat 350.000. De to-
tal porem das quatiss p*ga pela governe,
da Poitug.-.l por couta doa referidos jaros
e amortisse) e da que anda devemos
ao uiesm* govemo era vitode d'aqualla
euvaoca deveiu ser descoritadas as
soturnas, que oJ3 asil despender por con-
ta do govemo fideliss'mo durante a qnes-
tio p<>r(uguexa. O saldo pois de liquida
vio Gual das comas entre o imperio e
squelle reino, e mais a so tama que for
. %
neceasen para completar a amor (jacio
atrasada do emgrestimo portugus cons-
tituir esta S. parte da divida externa
lutuante.
E cabe aqu; senhores ; informar-vos,
que essa liqaidasio ja teve lugaf ; sendo
st nma eoovencio de ajuste de contas en-
tre o nosso e o governo portoguri cele-
brida em Londres e astignada no dia 1O
de Junhodo anno pastado por commisia-
rios d'amboa os gavarnos, munidos de
plenos poderes. Do processo da maima
liqudaafo consta que segundo aa reeja-
macjOesde Portugal por aonta do tratado e
convenci addicional de a9 de agosto de
ria-lhe o Brazil a sotnuia de libras
i,7l7.95i( e segando as reoIamacSea do
Briril por- conta de varias despetas,
esuprimentos feitos devia-lhe Portugal
asemilla de libras 8O9.378. Mas por ef-
feitoda convenci de ajuste f. i a priraei-
ra redonda a de libras ^87,344 *a segun
da da libra 498,933;donda resultou um
toldo a favor do governo portaguvx de
libra 498,4in j cojo pagamento foi es-
tipulado etn a plices de divida circula-
vais em Lorldras, omittidas a 85 por can-
to com juro de cineo por oento e amor-
tisaveis em 16 airaos por annuidades igaa
es : condiccSes que nes obrigariaft a au-
gmentar o vaIot nomina! da .divida exter-
na com mais libras 574,600 em apolices,
e'aremotler annualmoate libras 59,a45
para o 1 espedvo pagamento. Cbegada
potem esto convenci* ao Rio de. Ja-
neiro em agosto do dito auno ufo pode
o ministerio de eolio approva-la, e apre-
seiit.il a a esta angosta cmara at o dia
19 de setembio d'ahi nio sendo tambera
possivd a admiuistracio formada n'aqusl
le dia Issit oaxamo, que devia proceder
ao aoto da approvaco o apraastitic*5
mesmacmara, al odia do sau eneer-
ramento emoulubro seguinte ; resultou
que expiaise no dia 10 de Fsverairo del-
ta anno o prazo de 8 mesas, marcado pa-
ra a troca das ratilicces, e por con.e-
quenoia se invalidsse a mesma conven-
c5. Julgando -se com direito a condipSes
mais fVura vom, mrmente qaando ao mo-
do do pigamento, que, com fora estipula-
do, augraentaria a nossa divida em Lon-
dres, a por consequenna a remansa an-
nual de fundos p.*re o estrangeire; con-
difio que urna dolorosa experiencia tem
mostrado ser p'iejadiciafosiat- o gover-
no veo oceupar-se dos meios de lavar a
effsitd um novo ajuste, qoe em lempo se-
ra' submottido a vossa consideradlo.
* Cotnffaito, Senhores, a uecetsioSde de
remet*-moa anoualmente pira a Ingle-
trra a enorme somma de libras 369,000
sem Contar com es fondos que tdfo demais
oecasaarios para a despea diplomtica
e -essHr
ras 'Jhsj fanemos env p*ises'eslranhos,
tilvez o maior obstculo que tenha-i
mea a vencer, para o desejado melhoia-
mento do nosso meio circulante ; sendo
certo que a flqctuacio, ou antea a baixa
do cambio, ocoasionada por lio avolta-
da remessus, infiue poderosamente ni
depreciafio da nossa moeda correato E
por isbo o governo etleadendo ae vantai
gem econmicas, e mesmo polticas, que
devem resultar da diminuido das referi-
das remtssiB, nio duvidaia' submetter
ao visto exime, urna propoita para a
lenta conversad- da nosse divida externe
am epolioes da interna operafaS, coja
utilidade sera' demonstrada oa eiposicai}
que proceder mesma proposta.
Continua.
PERLNAMBUCO.
# GOVERNO DA PROVINCIA;
Fxpedieute do dia a9 de Maio do
1838.
Offirio Ao Inspector da Thesoura-
rie enviando lhe 3 reajuiifoeo9 vindas
da liba de Fernando de Noronbo afim
da as tasar apromptar cora a necetstria an-
tecedencia na parte que for possivel,e
lemettal-as na 1. GrabarcaauS que pattir
pera aquella liba.
Dito Ao mesmo, communcando ,'
que havenio o Commatidaut* Coral do
Cirpo de Polica 'paitacipado que aa a
boraa e meia da mtnha do dia 28 do cor-
rente eslava apagada qua,i toda a illumi*
nca5 de*ta Cidade ordena ihe que ad-
virta o respectivo Arramatante por se-
melhantelalta davendo lomar quaasquac
outraa providencias quo julg^r oenvi-
nhaveis para que elle compra exacta-
mente aa condieces do contracta.
Poetara Ao a>et>mo pare informar
ouvndo a Procuradsr F1so.1I, acerca do
ollicio que se Iba enva do Teneote Gow
roual Comrasndanle da-JIba de Fernan-
do acompanhade de ama letra de de F
2874,,88 e de Vatios documentos relati-
vpaao Brigoe Barca Ftan.a/. dtnomini..
do Boogainiilie, que naufiagou u r-tt.
Ilha. *
Officio Ao Ptereilo da Comarca, en-
viendo-lha o Procesao Sumario, que na
liba de Fernando mandeu pioreder
respectivo Comraaudante pela, mor te pac*
pateada na pessoa do Rea sentenciado
Mi noel Rodriguea doa Santos contra oa
Reos lambem senlenoiatioa Mauoel Soarov
Barbalbo 9 Severino da Silva 1* a cabra
livre Justina Mara Argelira n: 1 tt di>a da
mencionada Ilha afim de quo Irtsj d o
dss'mu Irgal.
D.to A Cimera Municipal de Sinto
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1

litio di Mi S i 68 5
A
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'AotEo; remettendo-lhe um officio do
3niz de Vi da Fregaseis da mesrua Villa
afim de iulbrmsr sobre o kq con leudo.
Dito Ao Director do Arsenal de Guer-
ra conivudo em que o despejo do Quar-
tel do Hospicio saja eito par tneio decu
boj de madeira postoi mi Companbias ,
visto sar intil o concert da respectiva
Litrina.
Dito Sjf A Cmara Municipal desta Ci-
dodecommuuieando-lhe que a alia com-
pete o promovar dantro do seo termo o
xnelhormanto daa actuaos estradas, nber-
lura das novas e o**naS consentir de ma-
neira algoma qua oa Propietarios dos Pro
dios nsurprm tapera estreitera, ou
juodem a sao arbitrio aa mu mu estradatA
como ha expresso no art. 36 da Le i de
io da Junbo d i835 e 4i do da Lei do
1. deOutubrode 182S ; e remetindo-
me um officio do Prefeito da Comarca a-
. oompaohado da outro do Sub-PreLito
da Freguasia da Jaboata6, afim d que to-
me aa necebsarias providencias sobre a
representacaS que fas o mesmo SubPre-
fiito contra o Administrador do Engenho
Caxito por hivor empedido o transito
publico pala antiga estrada que se dirige
a Santo Antad abrindo ontra que na of-
fsrece os mesmos Commodos.
Dito A mesma engindo para a Pro -
sidenoia resolver sobro o seu offiuio de 35
do correuta, que declara se o terreno q'
pretenda a forar he oa nao propiio da
mesma Cmara e quses os motivos, e
vantagens de aforamanto desejado remet-
taado ao mesmo tampo a descripced tho-
pographioa carne determina o art. 42 da
Lai do 1. deOutubro de i8a8.
Eipedieote do da 3a.
Officio Ao Inspector da Thesouraria
para mandar pagar ao Prcfeito oiariuo
ala Comarca da Florea ou a pessoa por
elle auctorisada, a importancia daa despe-
zaa constantes dos documentos que k Ibe
enva faites pelo mesmo Preteito com
alguns racrutss, qaa rameiteo para eita
Cidada.
Dito A o Profeito interino de Comar-
ca de Flores communiasudo-lbe a pe-
di? da ordem su pro.
Dito Au Prefeito Interino da Co-
marca de Limoeiro coratnuninsudo-
Ibe q'foi remedido ao Inspector da The-
aouraria o sao cilicio de ai do correte em -|
que exiga o pagamento das despesss fritas
com trez pre.os da Comarca do Brejo e
kvu Qo vivares fornecids: z Forss da Po-
lica que regreisou da aua Comarca para
esta Capital, a fim de patfeser ditas des
pasee depeis d examinadas.
Dito Ao Preteito da Comarca do Rio
Farmoso respoudendo-lhe que o Pro-
motor Publico de Pajsu7 da Flores o Ba-
charel Luiz Duarle Pereira foi removido
para o ana Comarca onde se dever apre-
eentar brevemente i<6m de entrar em
xerccio; e q' entre lauto pode continu-
ar a servir intir inamenle o Advogado no-
maado pelo seu antecessor se tiver deseco-
ptnhadu exactamente s sues obrigacoeoa
orneando no caso contrario outro Cid*-
daS na forma do ait. g. da Lei Provin-
cial de i da Abril de 1836.
Dito Ao Inspector Gara I das Obras
Publicas, spprovando a arrematsca dos
trabalhos que restad faser na nova astro da
do Pao do Albo desde atravessa da pass-
gemdo Calderairo atea levada do Doutor
ieita por SibistiaS Antonio de Mello llego
conforme partecipou em seo officio de 29
doeorrentaae qOol acompanhou o res-
pectivo termo por copia.
Dito Ao uk'scdo, respondando'Ihe ,
que pode mandar forrar de taboas ni
aomente os dous pilares do er masera da
lamecci do AlgodaS conformo Ibe foi
ordenado como igualmente a lodosos 00-
tros que nsce-sitarara os mesmos reparos.
Dito Ao Director do Arsenal de Guer-
ra respondtado-lbe, que visto naftappa-
ricer vistigio algura de arrorabamenlo nos
oaixoeos e W foraS condusdes o eor-
rtitf pquipamento viodoa do Rio de
Janeiro palo Brigaa Eugenia e todavi*
haveralgumas fallas, que pode pagar ao
Mostea do dito Bfigue o frote q.ie exige ,
obrigfmdo-oa respoosabelisar-se pelas Ll-
,tapparecidas urna Ver que eo verifique
a prTram ellas da engao ou en o no
Arsenal de Guerra na Corte por qaento
o mesmo Mostr se responsabelisou no co-
tiheciniento pala fial entrega do couteudo
uoa ealxoens sobredltOB.
Portara Ao mesmo, ordenando qua
mande a prontar os objectos constantes
da rea es 5 qua se Iba remette a fim de
sarem enviados ao Exm. Presidente da
Ceara' que os requisita dando parta lugo
que e*tja prouptos.
DIVERSAS HEPARTICOINS.
THEZOURARIA DA PROVINCIA.
DITAES. ^
Perante Theiourarie de Fasenda dei-
tta Provineia sa ha de por em hasta pa-
blioa.n^s das 8, 11, o i5, da Junbo pr-
ximo vindouro, para sar arrematada a
quem m'aior proco offerecar a renda do
sitio' denominado dosCoelhos, por tempo
de um triennie financero*
As ppssoas, que sa propuserem esta
arremataga5 deverS ooraparacarera noa
referidos das na Salla dsaSessoeni da mes-
ma Thesour aria habilitadas na formado
Decreto de 3 de Agosto de i79o.
Secretaria da Tesouraria de Feraana-
'buco 3o de Maio de i838.

Joaquim Francisco Bastos.
Oflicial Maior.
Parante a Thesoarara da Faanda dea-
ta Provincia sa hade vender am basta pu-
blica a quem maior proco offerecar no
da 8 do correnle mex duaa mil e tan
tas arrobas de sisal la de cobre exi.tenle
netta repsiticio.
As petsoas, que se preposerem a o ta
arrematacs6 deveraS comparecer no re-
ferido dia na dita Thcsonraria a horas do
ssu expediente.
Secretaria da Thasouraria de Peruana-
queo i. de Junbo de i.838.
Joaqnim Francisoo Uasius.
Official Maior.
MGZA DAS DIVERSAS IlENDASi
ej A pauta ha a mesma do a. io5
ii as 1
CORREIO*
O Brigue Novo Entrepida recebe a
mala para a Babia buje 7 as 4 horas da
tarde.
OBRAS PUBLICAS.
Em obiervancia i ordena da Presiden-
cia da Provineia pde-se novameute em
prafa e obra da Capella-mor da I;rj' Ma-
triz d Villa do Cabo pelo prego de 4 000$
de reis. Os Licitantes s5 convidados a
coinparecerem na Caza da Inspeccio des
Obras Publicas em os das 8 9 o 11 do
crrante em que tere lugar a arremata-
ffo da dica obra. IoapoccSo das Obras
Publicas 1.* de Junbo de i838.
Morsas Ancora
O Sr. Joaquim de Jetas Pinta, Enoar-
regado nomeado para as obras do atierro
e ponte do B casa da Inspeccio ds Oliras Publicas a
fim de receber rdens relativas sua Cora
rn eso. I upecca das Obras Publicas 1.
de Junbo de 1838.
Moraes Anoora.
Pela AdministracaS Fiscal das Obras
Publicas se avisa'a todos os Senhures q'.
tiverera madairas, pedrs de can I iris ,
lagea de Lisboa canoas novaa e velba4
e qualquer litros objectos ua praia co
Collegto no espace de terreno compre-
hendido entre a casa da Guarda ,. e caea
da Repai'tickS desde a' aixa mar at
de Lome da casa do Correio ; que quanto
antes o facaS remover d'afnello lugar ,
afim dse poderali ari untar todus.as ai-
dtiras da sobredi! 1 RepaitifaS, por asiim
o hsver ordenado o lllm e Exm. Sur. Vi
ce Presidente da Provincia j ficando teBos
na inteligencia de que d'ora em iliuile fi
ca prohibido aqualquer particolararromar
objectos saos na distancia asuma declara-
da } asaim como a todos os Canosirfs a
balceiros da ali smarrarem snas canoas a
baleas ; o mesmo as eanoas d'agoay (
Amaro Ftaneisop de Moura.
Administrador Fisoel.
i
PREFEITURA.
Parts do dja 3 de Junbo de i838.
Illro. e Exm. Snr. Das partea hoje
reeehidss siesta Secretaria consta rnente
qqe foraS presos houtem a minha ordem
Manoel Djuiiiigues braoco maruje da
Encuna Brasileira Joriua pelo Sub-Pre-
feito da Freguasia do Recife por suspeita de
ter furtado a seu respectivo Contra mes-
tre seteota e tautos mil rei-; Joa6 da Cos-
ta Palma, preto, pelo Offic. de Estado do
Corpo Policial por Ihe ter constado as.-
tsr elle ebrio, o com um arxote aceso, que-
rendo com elle Isncnr fogo a urna casa ; e
Francisco tsmbem preto/ escravo' de
Francisco da Cunha pola 1. patruiha do
Diatrieto da Santa Cruz, por estar fgido;
cu jo preso-tivera o competente desti-
no.
Deo Guardo a V. Exc. Prefectura
da Comarca do Recife 3 de Junbo de
1838. lllm. e Exm. Snr. Francisco de
Paula Calvalcanti d'Abuquerqua Vice Pr-
ndente da Provineia. Francisco Antonio
de S' Brrelo Prefeito da Comarca.
Parte do dia 4.
Ilm. e Exm. Sr. ForaS presos hon-
tem n minba ordem o tiverad destino :
Jo e Mara brinco e Bento Josa Pereira,
pardo pela 1. Patruiha do Districto do
Qorpo Santo, por estarem ebrios, e a
insultar com termos ojuiie-sos a qaem
encontr vio } Juse Costo 4io Al ves tam
bom pardo por um Sargotrto do Corpo
Policial, por ebrio a briga com outro e
tsr desobedecido a insultado aos soldados,
que o' condusLo \ Jos, preto, eteravo
de Joaquim d'Araoiim por ura soldado
do dito Corpo por lhe ter apprebeodi-
do um esloque fino ou faradur ; Josa ,
tnmbem preto escravo de Antonio Mes-
quila pala 1. patruiha do atteiro dos Af-
fogados, por Ibe ter sido apprehsndido
um grande puohel; e Joa6, tambem pre-
to escravo de Caetano Pereira Gopcalves
ds Cunha pela 1. patrulladas 6 Pontas
por o ter encontrado ebrio, e tarde.
E' o que consta das paites boje reco-
cida n'e*ta Seoretsria.
Dos Guarde a V. Exe. Prcfeitura
da Comarca do Recife 4 de Junho de
^838.
Parle do dia 5.
lllm. o Exm. Snr. Partecipp a V.
Exc. que das partas boje receladas cons-
ta que ni5 hoove novidade.
Dos Guarde a V. Exc. Pi afeito da Co-
marca do Recife 5 de Junho de i83i ate.
CMARA MUNICIPAL DA CIDADE
DO RECIFE.
2.a Seisp. de i3 de Marco de i838.
Presidencia do Snr. Figueiredo.
Comparecers os'Srs. R'Os, Pessoa ,
Sousa, e Chaves ; faltando com causa
os mais Senhures.
A berta a S ss5, o lida a acta anteceden-
te foi approvada.
O Secretario dando conta do expedi-
ente meacionou es seguintes officio^.
Um do Fiscal deste Bono partecipabdo
qne para dar a cordiac em urna casa de
Joaquim Juta de Souza Biiia5 ua ra q'
vai tora ponte da Magdalena fisra-ae pro-
ciso que esta Cmara mandasse exami-
nar por urna Commisss5 qual deva ser a-
direga do novo predio ; a CommissaSdos
Senhores Rios, e Chaves.
Outro do memo Fiscal pedndo a qusn-
lia de 3 Jt & 'S- para oa reparos do assogue
qtieaaa-cha concluidos e ojtimos paga-
mentos que ura a usar ; que se pacas.se'
msndado.
Requerimento do Sr. VeriaJor Cha
vea. Tcndo varios proprictarios edlfi.
cado aa nova ra entitulada Algrj, Cqj0s
fundos deita para a Praca da Ribaira da
Boa-viita e servinde-se da pereda da
mesma Prafa para nella encoatarem o
seos muros e ficar a parede servindo da
fundo dos mesmea quintaes sem que pa.
ra isso houveasem de oontrnctr com esta
Cmara para assin ofaserem ; requeito
que esta Illnstre Camera tome esta obje.
cto em con.'idelu^a, cujo requerimento
ficou addiado porque o Sr: Veiiioof
Pessoa deo se par suspeito por ser hum
dos proprietaribs e nao ter maioria par
haver casa.
Despicharas -so alguns requerimentoi
e por ser dada a hora levantou-se a Se*ia6
o mandara5 faser a presente em que j.-i.
gnara. Eu Fulgencio Infante d'Alliu-
querque e Mello Secretorio a escrevi,
Figueiredo Presidente. Rios Pessoa
SoUIS o Chaves.
PARA'.
DidtWso recitado pela DeputacaS en \ n s
da Assemblca Provincial do Para, so
Exm. Marecbal Francisoo Jos de Ssu.
za Soares da Audia, Presidente e C-
mandaute das Armas da Provincia, no
dia 5 de Marco de 1838 em re.p >5ta 1
. Falla eom que S. Exo. abri a primeira
Sesiri da mosma Asiembla no dia a do
mesmo mcz.
lllm. a Exm. Sr. A AssermYa Pro-
vincial do Para intimamente convencida
do dnvello com que d Genio a valor ro-
busto de V; Exc. tam desenvolvido 01
meios de salvar da anarchia esta Provin-
cia e de a felicitar; manda por et.ta De-
putacaS signficar a V. Exc. o jubilo, o
satifaca, cora que ouvio a Falla, qu-
V. Exc. lhe dirigiu na sua instcLco ; pro-
testando a V. Exc. comeear os sens tcaba-
Ihoe pelos Tpicos, que V. Exc. tem in>
dicado.
Emb.'ra Exm. Sr. o espirito desorga-
nisador itordido palos gritos da inveja ,
etquerido taS depressa de Ter o reato de
tantos bomens trocida dos a Ierro, e a fo-
go ; esquecido de ver a Cidada seos lli-
01, e Campos reJuzidof a hum Theatro
da ferocidada dos rebeldes que lvari a
morte e o roubo al ob lina dessas Car-
tSes tente oscurecer 01 Faites e Servi-
gob relevantes com que V. Exo. tirou a
Provincia das ruines faxendo por isso e-
teroo o seu noma a todo o Brasil: Os De-
putados P.rovinciaes do Pai vendo a sus
Piovincia restaurada osocego, e tian-
quillidade Publica lastabelecidas; os meioj
de orna ln com a Sciancia Industria,
Cultura, Commercio Polica e de pos-,
auir huma Tropa regular o bsm disci-
plinada, indicados j por V. Exc. ; d-ia
sampre hum Teitemuuho Publico da uj
gratidio desejiodo, que esle sej p-
tente n todo o Brasil e n todo o Muutto ,
pelo roconhecimento de sor V. Exc. o seu
digno Restaurador ; e que o Grao P#ra a
ombra do sabio e-eneigicu Guverno de
V. Exc. fnr em poueo lempo a mveja das
mais Provincias do Biaail.
A Asamblea Pnraense mnito se lisongei
e est 'as paranendn de que V. Exc. a 00-
adjuvarnas Empreaas mais arduas de
seus trabalhos.
(Assignados)
O Cura da b Francisco Pinto Moraira.
O Dutor LonrangoJoa de Silva b*n'
tiago.
Marcelino Manoel Perdigfo.
Resumo da respasta que dora S. Exc;;
lc.tedo na Assemba, pela neanaUe
puta<;aS.
S. Ex^. respondeo que muito agrade-
ca o o.tmprimeuto a boctt conoeilo qaa
Xsaemhla fax da sus conducta ua adJM
nist.a?B da Provincia ; por isso que -
pera a sua coadjuvaca, tendo-se
oaaco de (oda a responaabilidade prcci
JK a ssIvacaB da mesma.
* (De bom avulse.;
CORRDSPONDENCIAS.
Srs. Redactores. Al aqui oo5 <



/
iSffkHSBSrSHBBHBaBJ
buho de PiHljwib
t o
T
aoaasaal
tido vag,r da responder a huma insulsa al-
ravia que appireceo no Diario n. 86
e 19 de Abril sobro a illuminaea de O-
nda ; a qual era verdade mais mereca o
aprezo do qae outra'coisa; porom para
fnkie o Sr. Hum dos que attostou ru
te$ persuada que mettee huma linca em
infrie agora queque acho de pachorra ,
b-tarare direi alguma corsa a respeito. Co-
Ulasanndo de lor a tal algaravia que prin-
cipia deste modo Coa? eu fotso hum
os quo atteitasse ato., etc. ; uella t ,
qtoe o Sr. Har dos qua attestou indirecta-
manta deseja saber sa fiz aquella pe gua-
la no Diario n, 82 a respeito da exactidiu
a llnuiraaga da Olioda como Sub Pre-
fdto, ou como Miguel Jos Teixeira ;
ciaofesso-lbe, queseado eu, como son.
flaco, raceei alguma Quixotada a nao
gejptei da graca porque parecco me hu-
mea especie de desafio 1
Proaeguiodo era lar a tal a/enga t
na i9, que muito se doestara o Sr. Hum,
poique eu na miaba pargunta ufe i das
psjUvres pessoas aliaa reputareis af-
nrrnando elle, que o mimosiai com modo
irnico j ora Sre. Redactores, eu 'jue
nao aou hornera de letras, e que naS eu -
tando deRhetorica, oem He outras coi-
sis samslliniites ; eis-me novameafe as-
atado por imaginar, quetinha Irava-
otas cora algum dos rabioi da Grecia!
i pergunlano eu a algunas paasosa, ee
na eraalgum bicho, oucousa leia ,
e offsndesse slguem dusera-me que
6 era -bicho sim hura modo de fallar,
lo qui-l ae significa o coutrario do que
diz ; iijuei enta com a mioha cotia-
ocia socegada porque quando disse
urnas pessoas respeitaveis disse oque
lmeute senta, aoaSquiz sigoifiear o
ntrario pois que seudo huma boa pir-
dos qua attestar5 j pessoaa de gra-
act e qua merecem reapeito disse
beio, quatido disse __ pasioas respeita-
is sssim como fallando com qualquer
perior, digo a respeitavel ordem o
speitavel despacho de V. S., e lambom
goo respeitavel Publico, sem que baja
irona; mas como oSr. Hum dos qua at-
r
3.
stou toraou a coisa entre dantea
leo-me com a irona, faca l o qua qui-
ser qua par'alma Ibe preate.
Na tugando periodo da t.-I algaravia diz
* Sr. Hum deba maneira ha pois na-
Ihoc confessar que o actual administra-
dor tsm algura invejoso do logarziobo ,
de quem taivezssja padrinhos, ou pro-
actores os que falta da illuminaea ; ou
em alguma ioimisade ate., o que qual-
quec huma destas bypothesea sa5 faoiliraas
de se verificar (NB. qualquer huma sao a-
cilims ) nalismdo o parilo com hum
quita que por amor da Patria i 1 ais-ma,
!'S 8. Redactores, temi escapado da iro-
na, tarceira ves: mettido era trabslhos
i oom o exquisito e ex Jruxulo quic Lem.
: iii'fli.ma mmediatamonte de qni?* man pe-
lia pouca distancia que vai de huma a ou-
tra palavra que pela oorrupcaS do lem-
po (icaria por ventura em quic; mas re-
flectiodo, que quic-man he vocibulo A-
li icario e que na6 podi vir ao caso lin-
hoagom da preto passai a informar-raeo
que sai ia quic ; dissera-me, qua era
hom adverbio da lingos Portuguesa, en
ta6 conclu com bsstante probabildado ser
espressfo da algura Fidalgodo autgo Rei-
no de Poitugal nada mi i -.
Ao tercriro pe iodo da sua algaravia na-
da resta a diser por ser resumidameuta
boma repetido dos dais antecedentes. Ca
b-rae agora perguntsr, sa o Sr. Hum be
espiaiou palo campo das bypotheaes sup
pon lo hsver algura invejoso do lugarzi-
nbo do administrador, do qual invejoso
queira ser psdiinhos os qae falla da 1
luranseo ; ou alguma iniraisade, ato.,
nao terei eu o meamo direita de fanti-ir,
e dizerom sentido opposto, que talvez
queira ser padrnhoj a protectores do ad-
ministrador os qua aitestafl fivor da il-
lumiuaci ? Criiin, que nugitera me cou-
U-star hura t5 igual direit >!
At aqui, Srs. Redactores paroligera,
e nisJ parolagein punas ein reatfosts
minha pergunta dase o Sr. Hura no. prin-
cipio da sus algaravia que o administra-
dor lem apreseDtsdo smpre mu limpus os
lampies, a aceso a torapo e a horas, e
js'.u por ser tcittmaaha o.uUi priacipil-
uioule m rus em que moraj
O Respeitsvel Publico] (NB. respeitavel
sem ironis que be pslavra com que em-
birra o Sr. Hum) baja da avaliar a exaot-
da5 da resposta em ralafio miaba per*
ganta no Diario o. 8a; Sa versando dita
pergudfa aobro bum facto qua para ser
attestado com a devids veracidade e ex-
actidio, demanda huma obiervagi oc*
cular oo decurso das noites al ao ama-
nheeer ; tamoSr. Hum respondido ca-
balmanfe, tcomdizer, que os lara-
pees se acon4era a lempo, e a horas prio
cipslmeatan saa rus ? Seguir-te-hi ne-
cesiariamente por se acenderem o hm-
paes a lampo, a a horas na ra do Sr.
Hum que a illuminaca5 vai regular o ex-
acta naa outras difierentes ruas>(m que
alie naS mora) at ao amanbeeer ? Deci-
da5 os iinparciaas.
Era Hu, Sr. Hum, ru vejo na sua al.
gararia mus que palavrorioa o vontade
de ae inculcar por pessoa respeitavel (em
irona bem eutandido) a maita raais von-
tada deeicrerar para a iraprensa ambora
appareoa a boa concordancia hum dos
que attostou hum dos que attestatse _
qualqasr huma si faeiliicas com tanto
que apparacassq oesdruxulo quic; oem
surnmacharlatanera, emais cbarlatane-
lia : o que tu do Ihe perdo ; e a Daos at
a primeira.
Miguel Jos Teixeira..
Srs. Redactores Estoa rerto, que a
liberdadedemprensa ha hum forte sus-
tentculo das instituices livres de hum
Estado; mas tsmbam aitou certo qua
todo cidadia deve ser hum atleta eontra os
abusos deste diraito n5 consentindo ,
que ella sirva de monosesbar deprimir
o crdito e honradez daquallas pessoss ,
que por sais virtqdos se fa7.em credorts da
e>tima e oonsideraga de uem concida-
dios.
Eu me rtfiro o correspondencia inserida
no sen Diario N. 116 assiguada palo _
Constante Leitor contra o honrado, o
digno administrador da Meza das diversas
rendas, o Senhor Monteiro.
Este empregada tora dado aobejas pro-
vas, o autenticas testamunhsa da sua in-
tegridade no exereicio do seu emprego .* a
sua afrtbilidade, a prudencia pira oom as
pirtas a o ten xelo, e sollicitude no des-
empacho do eu emprego : a sua probida-
de tudo he conhecido pelo Publico das-
ta Provincia de sorte que se pJe sem li-
sonja dser, que o Sr. Manteiro he hum
dos errpregados bem oonceituados neita
Provincia e ro no falo para o Respaila-
vel Publico, eu appello para ojuizo, qua
o raeatno faz deste Sr.
He pois precisa maita aleivosia, e mal-
dada he preciso ter-se hum genio mala-
Gco, e huma lingos mordaz, para se es-
crever cintra a honra de hum eroprega-
do, imputando ihe factos nioi; poram
tndo aeriamarite emiri nrovas qiu o
jasti6quem e eu at a vanen qua lie pre-
cisa crassa ignorancia para se proceder
deba maneira pois ge o Sr. Constante
Leiior auctor darpiella correspondencia,
iefl.ctis-e bem se havit leoibrar que a
calumnia sempre reverte contra o oslara-
nitdor cujs condiga s torna mais odio-
sa, o dcvpra re quando 9lle calumnia
algum cdadio honrado, e nao prova a
sua asserca ao mismo tempoque o calum-
niado ganha novo triumpho.
Para mostrar ao Respeitavel Publico
como aquella correspondencia foiprodu-
cio da cegueira do capricho e da mal-
dada, entrarei naandyse de hum lelo,
de que eslou atsaz ssiente.
Disse o auctor daquella oneipondcncia,
que n* presente sifra so aprehendern lo,
t>u i2 eeiasai ra usejotv de Joaqum da
Silva Lopes e nbrindo-sa huma sa co-
oheceo dolo, a se mandando abrir as ou-
tras, acharad se todas viciadas, e que a
despeito di-lo no din saguinle fora entre-
gues a sen dono.
Pelo Tegulaoiento respectivo os inspec-
tores sao os que Fuera estss apreheuves,
oda cada huma se lavra bum termo. Lo-
go be l'icil prono sa a apreuensio da-
quallas de/. ou 'lose caixaa de Joequim
da Silva Lopes, juotanda-se a certidio do
termods aprehens. >Vlas onde est lio
term quo n Sr. Coaataote Leitor ru
appteaantaii ? Qi&m fto inspector, qu
fez tqualli sflroftsiif8i? I", t poif fisto .
que tal aprehonslo ni houve ; e por con-
segrante menos pods harer ordem do Sr.
administrador, para serem entregues a-
qullss eaixas ao seu dono e so hou.ve tal
ordem, apparecaalia por esoripta ou
pessos que vssem o Sr. administrador a
dar bocalmente. At que ponto chrga o
audacia e malicia do Sr. correspoudeute
Constante Leitor, que como na8 poda
imputar ao Sr. Administrador huma or-
dem criminosa, para seren entregues *
eaixas ao sau dono sem na verdade ter
precedido aprehensarj naquelles objectos ,
nao hesitou mentir', levantando hum fac
lo, que na6 existi qual a aprehensfo,
DemaiS aquellas caixaa nao podia ar
vendidas, e ambareadas como fora,
sem priaaa|a serem inspeetadas, para eo-
lio serem vendidas segundo sua peoslo.
Se ellas eslava viciadas, como fora ins-
peetadas ? Em tal caso ha preciso suppor
toda felsidade da paite do inspector,. que
maliciosamenteoceultou a verdade, e mo
da parte do administrador qna em tal
caso hade necesariamente ser illudido pelo
juizo do inspector.
Coas o raciocinio pois se v que a ac-
cusacaA do Sr. Constaato Leitor, se fosse
verdadeira s poda justamente reeahir
sahra os inspectores, a nao sobre o admi-
nistrador, e oom o mesmo raciocinio se
co.i.oTa que be buma aoousaca infun-
dada aeria e injusta qua s denota
ou muito desejo de calumuiarj ou crassa
) gCbranoia em seu auctor.
Se o Sr. administrador (em faltas es-
tas sao de,nao transigir qpm maus empe-
gados e com os inspectoras ,'que descan-
sados em mas casas se farta ao compr-
mante dos aeus devoras a sa5 remisaos,
cido Ibes cbamou ju-lamente o meimoSr.
administrador, como se ez publico* no
Diario N. 113 ; mas asta qualidada que
o Sr. Consiente Leitor acba m a qua
talvez fosseo principal motivo, que o iu-
duzo a vociferar e diser tantas estulti-
ces em saa cojreapondencia he humadas
qualidades hrilbantea, que orna a pes-
soa do Si. administrador a o torna anda
raais digno dos respeitos, ealtenca dos
bou cidadios.
Desengane-se o Sr. Constante Laitor; a
fique certo de que as suas imputaees con-
tra o Sr. administrador produsera o mes-
mo affeito, q'ua.o ci quando*ladra ala :
fique certo de queqaalro, ou cinco linhas
suas inseridis no Diario, nao podem a-
hdar o crdito, e eonoeito bem mereci-
do, deqoegosa o Sr. administrador, e
finalmente saiba queoSr. administrador
he hum cidadia ornado de virtudes, que
be hura dos empregados Pblicos dignos
da Patria, eoapaz de exercer mais eleva-
dos cargos do Futido. Oala que o Po-
vo sempre se lembraase de cidadios orna-
dos dasqnalidadoa do Sr. administrador ,
que cotao dasapparaceodo o iuierss38 pea-
sos! esta fente de todas as desgracas dos
Estados prevalecera o inieresse Publi-
co o liberalismo e amor a Patria e se
promnlgaiia lis ju.tas, boas, o uteis
Soeiedade.
Tenho aidi> extenso a sei que os tenho
importunado; porem Srs. Redacaores,
tenba paciencia cora o seu attencioso
Imparcial.
LOTERA DO LIVRAMENTO.
11 ratem prinoipion-se a pagar os Bilbc-
tes premiad" da 3. parte da a. Lotera a
favor das Obras da Igreja de N; S. do Li-
vramento cujo pagamento continua a fa-
zer-sa em casa do Thesoureiio da mesma
Lotera das o futras do dia at as a da tar-
de. J
AVIZOS DIVERSOS.
Pelo Juizo do Civel e Orlaos da
tercaira vara, Escrivio Francisco Joaqum
Paieira de Ca valho se ha da arrematar
em basta publica a quem raais dar nm si-
tio pequeo a plantado de boas laran-
joiras, boa casa de sobrado estribara ,
tioa cacimba e tanque, terreno pruprio,.
que tudo raudo 6oo$9o eoouaes per
(cnconte ao ranal da tallecida D. Mariina
Victoria da Pidadc, na estrada que vai
' da Solidadc pora o Msoguiiho depon
do dis 9 de Junho prximo vindonro lera*
legar a dita arremataco tendo fiadado oa
diai. da le.
S/GT Alugn-se o teiciio andar da casa
da ra da Cruz r. 43 com bastante otara-
modos; quem o quiser alagav ^dirijs-sc a
mesma casa i." andar.
vjqpj INa roa c'agoss-verdes casa tar-
rea qu tem una ports e duas jauallaa,
0 que tiea de fronte do sobrado D. 16, pre-
cita sa de uin* mulber para servico nter*
no da uraa casa de pouca familia.
sx-y Troca>se urna casa ten oa na ra
do Jatdim por ontra raaior em boa ra
voltaudo-se o resto ; quam tal negocio Ihe
conriar anonuncie.
' sjufr Perdcu--eou furtaio um par da
Jjculo* de miles de ac coberlu de casqui-
nha de piala daotro de uraa eaixa de
marroquira encarnado a usado ; quem os
firer leve o ao vigaro de S. Autonio ,
na ra do Ringel D. a5 que recaber da
gratificaeio 4^5100 rs.
yy A pessoa que annuncou ter urna
ama cora leita seudo que nio lenha sido
alugado aseja s sem lho, dirija-se a
toa Direita D. 3o.
tsjrsjr* Urna Seuhora de bons costumes
prof e-sa a ensinsr meninas a ler escre-
ver e contar coser clii bardar da sus-
to cacuodeii, a la varalos : as pessoas
que se quiserem utilisar do seu preslimo
pode divigir-so a ra Direita tenda de mar-
cineiro de Jote Francisco de Oveira.
ejCfr Na ra de Hortas sobrado) D. 47
ae recebe alguma crisnea j' desmamada
para so acabar da criar com toda mimo a
amor ; assim como precisa de alug-r ura
sobrado ou casa terrea.
if&> No dia 3 i do Maio perdeu-se, ou
fartaraS do pescoeo de urna menina quo
anda na escola do Sr. Barros na Baa-visU
urna volta grande de trancelira da ouro ,
nio fino quem dar noticia na praca da
Boa-vista om caa da Francisco Ignacio do
Atahida ser recompensado cara gene-
rosida.de.
^s O estraugeiro que nnnuuciou que-
rer S9r criado ou outro qualquer quo es-
tiver nestas circunstancias, querenro acora
panhar urna pessoa paiafora da Provin-
cia di'ij se a ra da Penha D. 7 no .
andar : na mesma casa-e vendauma por-
cio de t'astes e uma boa escrava;
e/sja* Arreada-se o priraeiro andar da
casa n. 3 na ra do figuodear a tratar uo
segando andar do mesma.
.t Quem precisar do uraa pessea de
bons oostumes para o servigo de lavar, ecf-
grmiraar e cozinhar o diario do uma ca-
sa por mdico proco dirija-ss a rila da
larangeira oasa em que raora afgamas
pessoaa pobres.
Um citio de laviador em terr.ns do
Engenhodo Brum, com casa de vi venda
nova, com porpoces para tr?balbar vin-
te a trinta escravos ; a quem convier pro-
cure a Bernardo Antonio de Miranda no
cifo ra do Torres, ou no meimo enge-
nh i do Brum.
e/ejr* Ofiereoa-se para paga ou para
criado de hervir um hornero de Naci
Hsspanhol : e pessoa que precisar anun-
cie.
ej*e Quem precisar da ura raulber
para todo o servico de casa a de ra tan
topara cosinhsr, como comprar, lavar
e tratar de meninos : nobeco do Mim-
ar casa n. 1.
/a" Precisase saber, q era ha nasta
Cidade o correspondente d o Manosl An-
dr Coelho Negociante na Cidade da
Bihia : quem querq jo seja annuncic, ou
dirija-se a ra do Colegio Botica de Cy
primo Luis da Paz.
JCJT* Quera precisar de huma orioiih
forra a qual se offerece para criada do lo
do o servir : na ra das Laiangeiras I).
7 no 1. andar.
e/y Precisa-se de orna neta lerro.i Jen
tro do Rerife 011 andar e raesoio uraa
sala quo he para um hornero sOiteiro,*qua
vo ol
para o alugoel : na praca da oa-vista D.
'ia ou nununcie.
i N tarde d jeguud fn'ra 4 o
crrante, purdeu-sc o Mi tris de Santa
Antonio do Recifv, ni ccaso do Cbrismr
hura alfinete de dnaiante -rpiutn g u.;i j
querendo realilui-lo dirija-te a r.ua dj
1 respe I). 7- lado do sul, qi( jera 1
1 {iCD'ild''.
MUTILADO
OH


*
.
s
*
.
ii
al

U i
r-,

i

i i
lili
"i*jiiH!a
T

ato
*J53^ O abaixo assi^nulo socio e cai-
x. do contrato di imposto p dois mil rs.
. or c b <,a do gadi vacrum consumido
nos l>Jio! ipioj do Recife; e Cid)di de
O.'nd-, si ach competente r.ente auoto-
ri a.lo pa vender o dito imposto na lii-
enuo ra n'itntiro de Julbo de i838 ao
ult'mc le laoho d 18'u parque fora
arremal* o: asiheras i' .'guesias seguin
t-J?, S. A :<*co le J boti>5 *flog*dos ou-
ti'cra da Varzea menos amatauoa da po-
vo.icaS <'a dita freguesM; 8. L'imeuco,
Maranguape Po:o de paoilU incluid)
ac polla Cur?d de Ri?bi- ibe e de Olio
da is!o he amai nc> q'ie ora existe a qu I
romprvbcn lo as Fu gueia ) da > o So
1'e.ivoMntir : qaora pivten er, dirija se
no di 6 .l.i crrenle crri <*iarle ''ai if
horas da manh atis dua na urde ao seu
senptorio da ra do V i g 11 o casi D. i5
acompauh.tdos da seus fiadores. __ Gaspar
de Menczes Vaseoncellos de Drumm and.
;; Alu^a-se casis com oommodos pa-
ra grande familias, c sitios, uro com
cipitn por anua, en pr festa a por
fasta so nenie casas na capunga, com os
mes'iios commodos; a fall r con o Ma-
jar Jos Carlos Teixeira no arsenal de
guerra das 9 huras da manhi as 4 da Ur-
de.
|C^ Antonio Rodrigues Samico, acta*
al arieantante do imposto de ao por cento
sob'e o con uno ds agoas-ardintcs de
produca* brasileira fatcertoaos Colle-
ctados quo no prcsaUa .ve/, da Juaho
principia a cobranca do dit > iunpj to na
es: da sua residencia na ra la ga do R>
zaaio !). 26 ; relativo ao 2." seme tre do
arrete anuo fimneiro e que lindo o
dito mez procedei contra os q le deixa-
rcm da saptisfazer : o para que chegue ao -I
eunhecioiento de todos maudsi publicar o
presente.
&&* Na ra do CcHego na botica do
Sr. Cypriino Luis da Paz se diiquem
nr.c:sa ^2 u,n cralo para servir a urna
casa, a que I llie fat I ui inleresse, e tem
pouco se vico fuer.'
y No dia 2a de .ib il perdeu se da
ra do Fagund.s at o altio do Lifi man-
to un collar da. lila ri com 6 pilmas
pouco mais ou menos, e bistmle grosso;
quem o acbou quoren'io restituir leva a
ca:.i de.Jos A'sxa-jJrc '""er-eiru que ee
g 'leros.uaante rec.cmp nsa'o.
s Precisa-sede 1.10 $000 a premio
por lempo d om anno, com bensa hypo*
beca ou firma segwra pira garantir : na
ra do oiespo hinJo da pintea terceira to-
ja de Paseadas do lad j do sul, on annuu-
cie. .
&>* Alaga aepr<.tos, en rao'equcs la-
dinos e fien para vendern na ra : na
roa di II >i t h sab'-.-do IX 63 e pjga e
lajjjoo-j por mez.
4^ Destaja-se s>br a moradia do?
Reverendos Srs. S'lv^dor da Rocha Oli-
vrira o Fiaacisco X-vier de Lim.1 pa-
ra negocio do ipleies
LEIL\0
WP Que faz Ecoy^lio Joi Pertira
Guana, quinta feira 7 do carraota pa-
las 10 horas da manhi no armassm de
Manool Jos Mirtina da Co.-t 1 u\ ra da
oadeia relha por coat de quam pietn-
cer dos objectosse^iiintes : Cruzas dou-
radas de diversas qualidades, esporas de
ferro estanbado ai golas douraias e rti-
das bult'S para camisas, maeil toU'
rados j cornalinas falsas, sarjas j tafetn,
faeai e g gar?a.
- Que se faz no armazem da rui no-
va D. 54 sexta feira 8 do correnta j de
boos escravos, una rico pianno ioglea ,
00 jogo de tocadores grandes para s-
la dua- coleccei da qiadros mui 1 icos ,
um grande louceiio urna rica caixi de
lavar com o seu competente esloujo e
outros muito* objecttsquo e vista dos pre-
teudeotes serio patalas.
0OMFRA9.
tS> Um preto at 5o annos de idade
eom t'iJio qu saiba fiJar com animaes e
mugir lai.ij : na praca da i idepcndencia
1 1 do ot' ir; n. t8.
tr Cnaoudu-so g'in'irsjde engola
ou crioulas ,'que tenhfo 10 e i2 annos :
na ra estreita do Rosario no lerceiio an-
dar do sobrado D. 29.
VENDAS.
O Numero 33 do Cakapucf.iiio : na
praca da Independencia loja de livros n-
meros 37 e 38.
*Ju^ Litas da segunda parle da segun-
da Lotera do Livcametito : na praca da
independencia loja de livros 11. 37 e 38.
tur* Um pelo da na^o angola da
boa Ggura e proprio para todo seivig :
ni ra -U Guia casa terrea D. a? fallar
com Ignacio Antonio Borgee.
C^> Feriaba de trigo Ama/ifano ebe-
, .1 ta a 8dias : na ra da suitaila velln
u. 1 orsa de Henrique Fomler.
VW Um terreno pira se fazer una
boa asa com mais de ruetade murado a
portas feitas no lug*r da capuoga ; no
mesmo lugar casas no vas apouco acabadas :
na praca da independencia a. 37 e 38 se
dir quem vende<
*r3J" Na ra Direita padaria D. 33 ven-
de-se a negros de angolla serradores e pa-
deiros, a razio por que se vende se dn
ao c -mprador.
H3>" Por prefo commodo urna balanga
cora o seu competente brego que^s^ve
para pesar couros salgados, ou cuta qual
quercoiis; na ra de Aguas-verdes casa
terrea que tem urna porta e duai ja%eHtet'
e que fice de fronte do sobrado O. 16.
a>aS Urna eserrva ssm vicios n^-ra acha-
ques cozirilu cose engomraa e la-
va de sabio e varrella muito fi. I e tam
bera vende na ra, quem a pertender pro*
cure na ra da Alegra casa terree do ledo
eeqlerdo q^etn ontre do beoo] da ra velba
para a dita ra que echar com quem tra-
tar e mesmo se dir o motive por que se
vinde.
U3P" Por preco commodo 3 libras de
prata velba muito boe para desmanchar
em obras, quem pertender dirija -se e pra-
ca da 13ji vista casa D. 6 pota achara com
q'iem tratar.
f9* s seguintcs novellai Cellestina
fliirriqueta de Orlleans Viagens de Gul-
liverCastelIo de Grasvelle Gil liras O I-
lando Amoroso Sant Ciair Segredo revel-
lado Cdigo* Comercial portugus Arte de
furtar ou seelho drEngaos Filis Inda-
pendente e um Diccionario de Sinnimos
Porluguezes tudo em bom uzo : na .ra
Oireita da fronte do beco da Panba D. 8.
/y* Um muleqoe bonita figura de
idade lanuos pouco mais ou menos, sa-
dio sem vicio algum ,* quem n pretender
diiija-se a ra largado Rozario que volta
para estreita sobrado de quina piimeiro
indar D. i5 que ahi achara com quem
tratar e dir o motivo por qu* o vende.
C" J* Cento e tantas canudas de eteite de
carrapato a 7 p.ticas : na ra da Roda
D. i3.
WJT Ou alugio-so 5 eicravos 4 corn
baheli lades e urna boa quitan leira to-
d .) mocas e sem vicios nem achaques da
me ma forma um negro de idade porcm
baslinta f-rte para qualquer son ico mis
colases com requififes de Inm ouro pa-
ra menino vara e quarta de coidio fin
do porto, e um rico par de espora de
muito boa prata, e 3 volta< de cor dio com
vernica : no bebo da Pozado sobrado
Dcima a5.
."Tfr Terrenos para se edificar casas no
sitio da Pas.agera de Magdalena ab-ma
da oslrada com 185 pilmo de f indo ou
9a e meio pelo lado da cambia da ponte-
zinha e pelo centro com 2oo ou 100
palmos de fundos, conforme o goto e
circunstancias dos pretndante* a viita
da planta que se afora pe< pituamcnt : a f- llar como seu
proprietaiio na traversa para a Igreja de
S. Jos uos-dias uteis das 7 at as 9 horas
da manhi e das duaaas 4 da tarde.
JosJoaquim Beserra Cavalcante.
MUrna esciava de nagfo cozioha o
diario de urna cisa lava roups, e la todo o
mais servicio de urna casa e sendo
para
quitanduit melhor em razao de der 48>
por dia o motivo da venda he por nao
querer servir a sua Seohora : na la de
llort'S -.o'nado D. 47-
YW Um negro proprio para (odo o
servido oa ra do crespo D. ia.
; Um negro de nacafi, de boa idade, ^der cntrrgir a seo Sr no a (trro da Do.
e um moleque de 16 annos, criolita, e .vista l). i7, quo se Ihe dai 2'.$000 d
com principio de cilicio de tanueiro : a gratifiracao.
fallar com o M>jor Jos Carlos Teixeira ,
das 9 horas da miuhi as A da Urde no ar-
senal de gueira, 00 em oatra qnalower
hora em sua cas* no atierro da Bea vista.
^r^ llum negro com ao ann mt4ou menos oflicial de Alfiate osara
vicio, nem achiques ; na ra de Cadeia
do Re. le N. 3 4o.
- Urna aimaco de loja na 1 ua direita
D, a.; quem a pretender procure a Frau-
cisco iibeiio PdvaS no atierro do Aflo-
gado ou nu'frera.
^Pf Q'lio le renos cada um com 3j
p Irnos de frente a de fnn los 3oo pouco
proprios ; na
111 ws < u rueo e ihios
Solidade sobrado de um andar oom m'
anta, estrada que vae para o man-
guinbo
'.W Urna venda na ru de Oitas,
vende diariamente ia a \\fy ; na mesma
ou na ra do Caldereiro a6 casa que
faz freute com o fondo da Jgrej dos
Martirios. I
t^> Traques da India em eaistj do 4o
cartas cada urna ; na ra da Senzalla velha
casa n. 1.
p" Rap de Lisboa de superior qua-
lidade em libra e oitava e algalias da di-
versas gt cisuras, tudo por prego comino-
do : na loja de Antonio da Silva Gusma
ua quina do beoo da Congregafad.
I3>* Muito bais perillas de escrever j
botoens de mardapeola brancos e ilo ti-
rados do ultimo gosto para Cimisa latas
cora sortimenlo de agulbas caninfas e das
cuites facas de me a com o cabo da mar-
fim grandes e pequeas, ditas de asso fi-
as 4 papel de peso fino, caitas de jogar ,
Portuguesase Fianceses, rape da Bahia
de rea preta dito de Lisboa guarn^pos
de pao de linho peutes d ali-
sar de marfim dito de tartaruga, ditos
demarrafas, camisas de mtia ; na Praca
da Independencia n. 39.
tW* Umi venda com pouecs fundos na
praca da Boa-viita ao entrar na ra do A-
rapa, pelo dono pertender retirasse des-
ta Provincia, e como esteja aproximndo-
se a sua retirada abata no pequeo compi-
to que somar o balaneo ; na mesma,
ESCRAVOS FGIDOS.
8^^ Ju.-tiniano naga5 da costa com
os iigoaes seguintcs: estatura regular,
bem parecido idade de 3o annos pouco
mais ou menos, tem um ignal da sua
tena, quem vem a ser ura grauda lallio
desde o meio do naris at o rosto do lado
direito ; os apprehendedores p Hein le-
va-lo a si uS'\ no Recfe por cima da casi
da prac* do Commerciosegn lo a teic i-
ro and r aonde le.ebero a recompensa do
eeu trabilho.
----- Rogo a qualquer Authoridide cons-
tituida desta e mais proviuci s do Iupciio
que por dasempenho de seus authori-ados
cargos e favor a mim presiona lo lo auxilio
ao po tador deste pira aprehender o {eom
eicravo de nomo J o que fugio em 24 de
Novflir.bro de i836 o qual tem os signaes
seguidles ; pardo acaborolado baixo ,
grosso, espadando, pouca buba, re-
prsenla ler ao annos de id de, be ma-
riabeiro e pescador, lein urna peq 01
kiostrii ni b xeia juoto ao cauto da boca
e por iste me obrgo a pagara quem o ap-
prehender a quautia de lnoj^o) li .
Jx Pedro Velozo di Silveir.i
ejCp> J .ao negro Marinheiro da rm.io
mucambique idade 3o anuos pouco mais
ou roen s dilua regular cor fulla ,
coai urna s cali is em um dos lid is do ros-
to tem falta de un dente na fente fu-
gio em |7 da Abril do Brigua Amparo ,
levando camisa e calsa de brim de valla ,
e U negro fui escravo de Jos Luiz Pera-
das os apprebondedoies levem-no em
casa de Santos Braga : na ra da Moeda
o. 1411 que ser bom itcompensado.
tpp^ hormni crioula f Jgio no dia a3
de Setambro do anno p. p. co ji os signaes
seguintes : ja Vtlha baixa com muita
falta de denles foi captiva de Joaquina
da Fonsaca Sooies da Figueiredo que
leve olaria no monleiro em cujo lugar
se desconfia and'T a dit preta por la
se ler tisto a tempss; q'era a ppgar po-
| t^ No dia 14 de Fevereiro fugi
casa de Jos Al. xa m. o Ferreira orna n
era va parda de tioaie .'vlaiia, e com
signaes seguintes : olhc- grandes e neo
vados, c. bellos sollo; beca grande, dea
les agudos oiribros sungados e o pesco
co enterrado entre os ombros, sobre v
peito juulo ao oascoco urna iicatriz e ni
mo esquerda ddi> taino?, entro os deJti
grandes que chegio >t amuuluca e mj.
gra bem fallante fogio prenha poiem
ja de Ve estar parida ; ro^a-e a tedas ai
authoiijades pjli .eso capilies "de caai<
po de appreherider e levara cas do dito
na roa do figuodes D. 7 queaei recuuj.
pensado.
t^3T" Roga-se aos Srs. Sub-Prefoilo
dcsla e mais Comarcas ; a Authoridad
Poiiciacs ,. pessoas paiticulaies, qua sou.
berem ou virem uma^negia da Gosti,
do nome Calbarina ja idosa alta al.
gum lauto secca e fula quando inda
diita os pcitos pira diante, quebrada d'aro.
bas/as verbas, cotuma intilular-se pi
farra ; supase estar acoitada, ou vend
da ; a mande prender e lavar a seu $17
na BJa-vista ruado Aragio [D. 37, qu
ali-.far toda a drspeza.
w'j'- No dia 3 do crtente Julho fugin
um escravo do goutio de angolla por no-
un. Cipriano com Jada ile 2a annoi
pouco mais ou menos ehtalurs regular ,
pouco baibado meio barrgudoj p
apalbetados, tendo .tras da oielba ua
s'gn.l de queimedura aojo negro foi v.
cravo do Senhur Fonceca empregado na
inspeccio da lf levou veitido de 1 i c dj
a calsa % chapeos de palba novos: o
appreheudedores o podeiio Uvar na rus
da Santalla velha n. 1.
ycpp Nos primeiros dias do moz de
Maio protimo passado fugio' hum .nnle-
quede 17 para 18 annos ele idade baixo,
a de grossura bem proporcionada, ao
corpo, bem preto cara redonda e bem
parecido, he do gento de angola mtU
veto pequeo, filia muito bem com artU
enlacio a portuguesada; levou qumdt
fugio camisa de brim branco e calsa de
casemira branca ja suja ; foi viitoem la-
ra de portas nos primeiros dias de saa
fgida com camisa de tscado ; qualquec
pessoa que o aprehender levem no a ra
do atierro da Boa vista casa D. 6 lado di.
reito indo da Ponte que a bi sra' re-
compensado.
yy Gonsalo r-aca de angola, cToi-
al de serrador fugio em dias de Ablde
1836 com oa signaes seguintes : altura
ordinaria olaos vermelhos, pouca bar-
ba com urna marca d* urna fstula que
tevoemum dos lados do rosto, e que-
brado de urna das verilbas. Ni'colnu de
nsQo da angoh fgido em dias de ,Se-
tembro da i837 allma ordinaria cara
redonda bstanla barbado; pernas linas,
e com'algumas mareas de cotiladas ua ca-
bec* eemuma das orelhas ,. lauto asa
conaoaquelle quera os apprehenderem le-
ve a Anloni > Germano Regueira Piulo de
Souza piopiirtnia do eogeuho Rozaio
fre^uizia de Siiiobaem qua lie eu Sr. ,
oua Maiiocl de Azevado Mois no aerro
da Boi-visl'. D. 19.
AIOVIMNTO DO PORTO.
Navios Sahidos no dia 5.
RIO DE JANEIRO ; 1 das, Tingue E>
cuna Bra>ileiro L. Capitad Lu z Fra
reir da Silva SanLis caiga fariub : ao
CapitaS, pas-ageiros o Americio
Warnes Strectclaud e John Welliao,
e 4 escravof.
HAMBURGO; 57|dias, Grieta Holn-
deze Hendrnha M. H. K. Sclrema ,
carga vaiios gneros : aSchramm.
Ob ervaces
Fes-se de veRa Baici Inglrza ea Esi:""
na Brasileira que estav.5 fondiadas no
lameirs. a _
J\U. O isouiau U.. Si. Jcs ijjOei'*
Boiges, transcripto no Diario enti nda- e qu' he '- publirapaS pediio^
Penal, na llf, ua f. ob FiHi4r^!v'
I '
.1


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