Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03432


This item is only available as the following downloads:


Full Text
ANNO DE IU8. SEGUNDA FEIRA:
'14 E MMO. N; 10.
M&mt m% wmmAwmw,
PERW. ka TYP. oe *T. F. d FARIA.
das oa skmana.
It let-iinda S. Gil Abade- Judien, do Jais do
crime 15 Ti-rq.-i 8. Jsidoro. Re. de ni. e aud. do J.
dos rf. de t.
16 Uuarta >. Joiio Nepomoceno- Sessao da Th.
pul. Quartos ming as 7 h. e 30 m. da t
17 Unint* Pascoal iiailao. Rellacao de manha do
J. dos orf. de t.
18 Sexia S. Venaucio M. Aud. do Juiz de irrito de
m. etc
19 baliado S. Pedro Celestino- RelacSo de m.
e aud-do V. G. cm Olioda.
So Domingo S. Bernardino de sena.
Mare' cbeia para (|ia 14 de Maio
as lo hora e 54 ni. da ni- 11 h- 18 m. da tard.
Tudo agora depende de nos meamos da nossa
prudencia, moderarlo, e energia' continuemos
como principiamos, e seremos apoutados com aduii-
a Proclamado d'Assemblea Geral do Brasil.
Subscreve-ae 1,000 reii menc,aes pagos adiantados
nesta Tipografla, ra das Cruses d. 3, e na Pmca
da independencia I). 37 e 38. onde se recebem cor
respomlencias legalisads, e annuncios i inserindo-se
estes gratis sendo dos proprios assignantes, e viudo
assignados.
7
1838.
A MUIOS.
Maio 12.
LiOndre 31 D- St. poi 1000 eed cffecvo
Lisboa 75 por o|o premio., por metal, Nom.
Franca 310 a 315 11. por Tranco
Rio de Jan. 6 p, c- de deae.
Moeda de 6.4"0 14,700 as relh, o ora 14 400
'4.000 7.5DO a 1.6)0
Pe o Colimare 1.600 a 1620
drtto Mexicanos .,59
Patacoeg Brasileiros 1,620 a 1600
Premio das lettras,. por mea i 1,4 por oa
Cobre pai da* sedulas
PARTIDA D08 CORRRIOI.
Olinda Todoa oa diaa ao meio dia.
Goiana, Albaudra, Paraiba, Filia do Conde, |fi*
unaaguape, Pilar, Rea de S. Joao, flrejo rf'Area
Kamba, Poml.al, Nora de Soua. Cidade do tala,
rilli.t. fl..____.-.... ___ n -. .
' "'* Ooiaiininba, e Nova da Priueesa, Cidade
la Fortaleza, Villas do Aauirs, Monte mor novo
tracal Cacvel, Canind, Granja, Imperalri
' Hernardo, S. Joodo Principe, Sobral, Nora de
'He, (c, S. Malbeus, lteacho doaangue, S
Antonio do Jardim, Queieramobim. |>ari-ali'ba
"Segundase Sextas feira ao nieio dia por ia da
Paraiba, Santo AntioTodas ai quintas feira ae
me'- "-
l
cana anea ao nieio ma- \.un,c>eriiiiiarin, avio -
niniip, Porto Calvo nos das I, 11, e 11 de cada
mee-
*"mu* c (.i iiii..- N,i n.tiu uor va **
Paraiba. Santo Antio Todas as quintas feira ae
'iie i o dia. Qaraul'uii*, e Uonitouos das 10 t 34
le < da mes ao ineio dia. Ploresno dia 17 do
:ada uei ao meio dia- Cabo.Seriiibarm, Hlo For-
m..-n D..**.. r.i,._ nn. Jl* i ii ji a. e-rkdm
PARTE OFFIG IAL.
PERNAMBUCO,
OOVERNO DA PROVINCIA;
Sendo de grande utilidade o conber-er le
moralidade de qnalquar Poro, a fim de
que o Governo posss aplicar os.necessa-
rios rtnn dios para o seu apar feigoa manto;
o sendo bum do* ruis seguros rucios de
ob)6r-seese fim, a organissejo da huma
exacta estatist ca Criminal Judiciaria o
Presidente da Provincia ordena o seguin-
te.
Artigo 1. O* Juises de Direito, no fim
daajada sesio dos Jurados, remetterfo a
Secretaria do Governo l.vs mappas rela-
tivos, o pnmeiio aos oriuiiuoso* que el
le ju'gsiio, o segundo eos que Lirio sub-
meltidos ao Jury da aecusa^io e a Urceiro
eos que torio augeitos ao dejnlg'cio ou
8enteo<;i; tado conforme es raodellos,
que esta acompanbio asignado pela
Societario da Pioviuca.
Artigo a. S.n )o du -s as reunios dos
Juiados as Comarcas, no tm da ultima
os Juises de Direito orgauisaria tres map
psgarat8 de sua Comarca e os reme-
te, lo al o ultimo de D sembr a Se-
cietaria do Governo a fim de que pssa
o.gaaisar o mappa Geral da Provincia,
que deve ser aprasent^do a Assemblea
Provincial no i. de Margo.
Artigo i. Nio standoem proporcad o
numero dos criminosos pronunciados pa-
los Juiss de Diraito com as parles dos
Prefeitos dis Comarcas, os meamos Juises
declararlo a quantidde a qotlidade dos
ciirnas, emqua deila.o de pronunciar,
quer por n5 aeretn ceohecidus os saos
autho es, quer por nio h, T9r pro vas con
tra elles, qu r por outr0 qaalquer mo-
tivo.
A i ligo 4. O' Juises de Direito as ab-
at vaces qnefiarem aperen do segn-
lo e i'-rceiro M-pp.i daverfo emitir o
aeu juiso quantos reos ausentes deixa-
liodesar submettidos ao Jary por serem
inbafiaur;avais os seus deudos.
Artigo 5. Os Jui-es de Direito declara-
ro igualmetite nissuas obse v.cj j so-
bre os Mappas a quadade e qu.ntidade
dus ciimes qua forio omtntttidos em
qualqner dos anuos anteriores, e quesa
jtilgados por ellas, pelo i. ou pelo 2. ju-
ty no anuo crrante.
Palacio do Governo de Peroambaco
m 9 de Maio da 1838.
DIVERSAS REPARTICOINS.
Francisco do Reg Barros.
TRIBUNAL DA RELLAQAO'.
SessS de i2 de Maio de i838.
Na Cms de appellaca Cival da i'
Varado Civel desta Cidade, appelltnta
Frm seo X>ver do Socorro, eappella-
do Antonio Alves Parreira, EscrivaS Cha.
ves ; se julgou pela ocnfirmaa5 da eeu-
tenoa appaHada.
Na appellaa"5 Civel do Juio de Direito
do Civel da 3. Vara dasta tyidade appel-
lante a Fasenda Publica a appellado
Joi5 da Costa Villar, EscrivaS Pu-lbum..;
foi julgido pela oonfirm-'9a da sentenoa
appallada.
Na aiipellaca Civel do Juiso de Direi-
to >ln 2. Vara desta Cidade appellante
Joa6 J"* de Moura e appalLdo Gai-
Iherme Wrwsy EscrivaS Rabeiro foi
coGrmada a seoteoca appallada.
Nos embargos de Domingos Rodrigues
do P.'CO contra os Admini trariores da
casa de S'neth Leneaslar; Eicriva Far-
reir na cau-a df appvllica que p"Dde ,
do Juio de Diiaito do Civel deifs Cidade
se julgou pelo despreso dos raesmos am-
baraos.
a Revista Crima entre paitas Recor-
rentn Manual Paes de A te ve do e appalla-
da D. Anna Francisva de Mendonsa Ej-
nrivaS Chaves ; foi jolgado aullo lodo o
Proces*o por ser hateado em u de diliito menos legal.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS{
- A pauta ha a m.sma do n. i03.
CORREIO.
A Barca Porlogaesa Bella Pernambo-
cana sai para o Porto, no dia a4 do
corrale.
PREFEITURA.
Parte do dia n de Maio de (838,
Jllm. e Exm. Snr. ForaS presos hon-
tem a minba ordem a n'vara difieren-
tes destinos : Joa, preta esoravo d
Jos Ignacio pelo Sub-Prefvito da fie-
guesia do Recita por (er sido encontra-
do no logar do caes da Alfandega a sol-
licitar que o levassem para alguma ambar-
caea que tivesse a sair d'este Porto:
Manuel Joaqnim de Mello pardo pelo
mtjio Sao-Prtftit, por ter faludo o
respeito ao Commisiario da Polica, a
patrulba que assistiaS a venda da larinha
e pe tender entrar a f irta no armnsem ,
onde ella existe ; Antonio Jos da Costa ,
tambem pardo remettido por ter sido
encontrado em horas de silencio em socia
de toques, com encommodo do publico;
Antonio Lourenco Cabial, preto e
Fianciseo Pedro paido, pelo Sub-Pre-
feito da Fregaesia da Santa Antonio este
por ser encontrado tarde a faser-sa sus-
peito e aquella por ter ferido na eabuoa
a urna mulher; J se Francisco de Agu-
ar pardo, e Stbisfiad Fernandes b *
eo Heipanbol pela a* patrulba do
distiicto da Ribeira por se fa.-erem *us-
peiles; Domingos, preto, e.cravo de
Manoel Cardoso pelo Commtndaote da
Guardado mes a. o distrieto por briga ;
Manoel tambm pretj escravo que foi
da f.lleoid* preta J sefa Mara Furtada ,
pala i. pstiulha do reffeiido distiicto,
por e tar fgido j Joaqnim Ferraira de
Moma pardo por outra i. patrulba da
S'nia C' u/. por ter fcito insultos fora de
boraa a hama lamilia am sua casa ; e Jo-
a Jos ri'Andrade tambem pardo, pelo
Sub-Prefeito da'Meraagaape, por ser va-
dio desorieiro e inconagivel.
E'o que consta das partes boje recebidas
n'esta Secetaria.
Dees Guarde a V. Exe. Prefeitura da
Comarca do llecile n de Maio de
1838. ye.
Parte do dia ia.
Jury de Sentones.
. Recurso viuda do Juico do Rio Form-
lo a req jerimento do rao Autoui Custo-
dio de Magalhaens Bastos oondemnado
por oritna de introdusir couhscimentos
talgos; foi roademuado em 14 meses de
gales na liba de Fernando.
Jury da Aocusaea.
Denuncia de Rita Mara de Mella con-
tra a preta Ano- por roobo ; o Ju y uso
acbou materia para accusaeaS.
Tribunal doa Jurados da Comarca de S.
A ali.
Rellaea dos Raoa que fora condemna-
dos, a I. vrs pelo Jury desta Comar-
ca no mes de Abril a Maio de i838.
Illm. e Exm. Snr. Das partes loje ra-
je receidas n'esia Secretaria consta ape-
nas que fora presos hontam Jua5 Jos
Gregorio preto pela 1. patrulba do Cor-
po Santo por ser 'ese- tor da Escuna Vi-
ctoria ,e Miiioel taoabem preto escra-
vo de Jos Joaquim Theotouio da Mello
pe|j Sub-Prefeito da Freguesia de S. An-
tonio por estar fgido cojos presos ti-
ver5 o campenlo destino.
Dtoa Gu.ide a V. Exa Prefeitura
da Comarca do Ileufe i2 de Maio da
1838, &c.
TRIBUNAL DOS JURADOS.
Seasa do dia 11 de Maio de i838.
Jury de Accus^ca8.
Denuncia do Luis Francisco Corris
Gomes cootra Josa Joaqnim Cortea a ou-
tros por tentativa de morte ; o Jary a-
cbou materia para aorusaca.
Dita de Jos Fr*n<'isco da Costa preto
forro contra Joa5 Luis Machado Brandad
por farmeotos ; o Jury achon materia
jtira ccusscfl.
Joce Brrelo crioulo forro proejada
por crime da fui to condemnedo em 2
annos a quatro m- sos de pri-a.
Joa5 Perraira, pardo casado, procedido
por ciime de mora coadamnado em j
annos de primad,
Manoal Rodrigaea dos Santos pardo,
casado processado por crime de morte
fji coniieinna lo em 7 *nnos.
Sevarino Bjrges pa-do solt>iro procos-
sado por crime de iffamas lisies, conj
demuadoem 6 msese 15 das de ni-'
za5.
Silvctre Jos de Santa Anna pardo ;"-'
ovo process'do por crime de morte co-
demnado a gales peuas,
Antonio Francisco Batano prtto casa-
do piocessado por crime de furto, con*i
demnado em 4 auoos e 8 ru s de pti-
s.".
Lino Francisco pardo casada procaisa*
do por crime defurto condemnado em 4
aunse 8 mesas de prisa5.
Lourenco Alves procesiado palo ari
me de furto copdemnido em 4 annos
e 8 meses de prisa5.
Joaquim Buerrs da Vaseon ellos brsn>'
co casado procesaado por crime de fue
to condemnado lu 4 annos e 8 meses
de pr8>5.
Jvaquim Jase de Santa Anna parda ra-
sado proressado par crime da morte c5-
demnadoa galea perpetuas.
Francisco Ign.cio d'Olivirs prdo
procesado por crime de mort.', cod a -i
nado a ga^t paipeiuas.
Miguel Antonio Ferias branco cacado,
proerssado por crime de morte condem-
nado eml4*nnotde prisad.
Jo-e Antonio da Silva pardo viuvo ,
procesado por irima de cff.nsas li>icss *
foi sbsolvido.
Jos Antonio Dias pardo casado pro-:
ce?sado per crios de furto fui absolvi-j
do.


I A II llfllAMlOC
Jos Carlos de Arede branro casado por
crime de fermentos perempla a acc'5
por falta de ni6 ter comparecido o acusa-
dor.
Jos Ferreira Lima pardo procesado
por ci irae de farto foi eerempta acga
por falta de beo aecasador.
Estevab Rodrgaos Duro brinco soltei-
ro processado por crime de farto 1 >
permpte a acet por falta de sio acusa-
dor.
Msaricio Josa dos Msrtirioa braneo ca-
sado por crina da ferimeotos, ficou
pereinptaa acca por falta da seo aou-
zidor.
Relap dos Juicas de Fado q' for5 miis
asiduos na Sess%5 que leve principio,
a a3 d* Abril da .83.
O Segaiote Senhorss. ,
Homem Bom Soaras da Meudonca.
Felippe Gomes Santiago.
Ji*e Severino Cavalcanti da Albuquer-
que.
Francisoo Aolonio de C wvalho.
AlexanJre Josa Simoena.
Falidpa Ssntiago da Sena.
Jos Francisco Coelho de Got.
Pedro Kan aira tle S e Luna.
Loiz P--reir Vianna.
Joa Cavalcante Campello.
Antonio Esechiel doa Praseres.
Jone Rodrigues da Costa.
Antonio Joa6 Baptiste..
Martinbo de Mello Cavelcnle.
Maoooi Cama)lo Cataleanti de Albuquar
que.
Josa M noel Ferreira.
Joaquim Rodrigue* Campell".
Manoel de Oiiveira Lins.
Juse de Medeiros de Santa Arma.
Jua5 Pereira d'Albuqoerque.
Manuel Francisco de Caivalho.
Ignacio Francisco da Penlja.
Antonio Soaras da Fintas-
Antonio Josa de Sousa Campos.
Jos Jernimo Fernsndes Goelbo.
Vicente Severino Brba.
Manoel Gomes da Paixe&.
Joaquim Josa B*ndeirade Moura.
Bernardo Rodriga* de Sousa.
Ju Nepomuceuo Pae da Lira.
lNrcolauo Sim5 da Silva B.aga.
lgmcio da Silva C.'it nhu.
Jur Francisco dd Cunta Fe rao Castal-
ia Blanco.
Jaa5 Francisoo d'Araujo.
Maooel Peiro de Sonsa.
Jtnaui da Silva Coitiubo Jnior.
Jjso Ignacio Cabral.
Jjse Mauricio do Barro Lia Wanderley.
J -se Marcelino ds Silva Braj>.
Jnse Tilomas Guucalves do Rosario.
Venancio Josa Francisco Ped oso.
AfiU/fiio Jo. 0 de Lima.
Luciano Ro-a daLiu-.
Josa Bicerra Cavalcairi.
Antonio d'Olauda Cavalcanti.
Rellaca dos Juicas de Facto que f raS
multados na Se-s 6 ordinaria que teve
ptiucipio a a3 d'Alinl de i838.
O. keguinte Sen.
Joa Fernande* da Silva 4 <$>
Joad Correia 4 &
Vngiri'O Carneiro Lea 4V*B)
Mauoel Gome da Fonceca 4< 0
J'-a Antonio d'Oiivcira 4' $
Joaqu.m Franca d'Olivaira eSilva 4r)
Francisco d'Abreo e Silva 4r #
Antooio de Bairos 4"<2>
Maacel Gomes da Oveira 4'.><8)
Manoel Peoa das Moniaohas 4uv3>
Mauoel Cm-Ios da Silva Fiagoso 4$
Antonio Mauoel da Fonceca A Vi
Jv5 Joan de S .u-a 4 $
Jos uarquas d'Almeida Jnior 4 &
Jo5 Freciaco de Lima 4"
J .o Lajs WanderUy 4o^JJ
Jos Jo quim da Silva ^-'v5
Josa Htitulaho 4,r&
Roque Fenera d Costa *<*S)
Mauoel Cflelano u'Ama 4:&
Jo-eClasjdlo Cavalcanti do Aibu-
qonq-9 '"%&
Pedro cta C'rba Ca*lcanl 4 $
Ju,.5 P*h Baireti de 1.cerda 4 J)
Venancio Fianusi/o Ped oso 4^
Antonio Rodrigie da Suva 4' &
Joaquim Bodiiguas dos Santos 4oty
li'OsjVajty
Transporte i:q4o$
Antonio Francisco Ferreira da Cos-
ta 5o2)
Antonio Alvea da Silva 3 $
Manoel Antonio da F^ucjce 3 %
Antouio Jote dos Santaa 9%)^
riM..
>:iSo^
VotscaS para Regante ; pela Provincia das
Alagues.
Snliores Votos
Pedro de Araujo Lima 376
Hullaada Cavalcanti ai3
Dita pela Capital da Babia
Araujo Lima 135
Hdlanda 10
Dita pala Cipitaf^a Parabiba.
Araujo Lima 39
Hollanda ifi
Dita pela Capital do Rio Grande de
Norte.
Araujo Lima
Hollanda
46
16
4
INTERIOR. .
ISTRCfA6 Pl'BLIOA.
Uoiversidades. Cazas de asylo.
I'.ni falta de qaestSes publicas, qua dis-
cuta a impreasa actual, nu.rau aquella
que deveria adiar mais alimentos por sus-
tentar candidatura regencia do impe-
rio move-se 11'um circulo eo damasia
circunscripto de queixa, loavoies eren-
auras, ap us i-ma ou outra ideia da Uti
lidnde avenia-ia: como n>5encontra
impugnodures que a discuta nao encoa-
lie partidistas q' a adoptara, aquclles mes-
moa que primviros a apresenwra Vando
que n.' leconheco o publi.o as vanlagen^
*>or ellas ostentada como qua descoui 6
de si *e a i bi resultar ? E' que a impronsa que se tem
itjnsrrado ua vida poltica do Brasil pode-
rosa alavsoca de destruicio ella qua lem
dairocado tantoa ministerios abtido
tantas inlluenri -s por fnlt* de concor-
dancia por falla de constancia e de ax-
f.-rcos ntm una iasti(uica5 vantajosa tem
motivado. K u amianto actividad'e o<5
falta em uosso jorualittas : que -fazer lia
de bobra e>n noaia larra, iottitoiOes la-
mosque orgauitar, obra otis qufe dei-
iamos posteridade, para que de nnw.11
mi'.-s rfc-.bi s tiente legado de inlsli-
cidades e da perdico para que the com-
pansem osinnumeio prajuncoa que Ihe
tinos causado.
Futra esifls idaias uteis que tem sido a-
vamada, tem primeiro o mui distinto
lugar a craacio de ama Unversidade no
Brasil. Varios ptriodicos por ai ou por
seus coirtspondentee lem fallado nesaa
creato inculcando acorn indispeniavi>l.
Mal combinados porm seus exfercos a
moguem convancam nu polo menos uin-
guem se mostea convencido; de modo tpie
1 unversidade por ventura chegarmos a
tersei ella devida ao fjanio creador de
algum ministro uunea imprensa ; a
atmnia a poaicio da neaSO govemos liern
podei -e-ia duvidar que por muitos annos,
lalve* 8-eolo fique-mob som cssa insti-
tuicaj sim q -e a imprenta eisa primei
r inlerp ele das uecenidades publica
11 a < m qoeii'Jo empr#g acvo aobre o espirito publico em piovcito
E no tntanio a quadra exrellento : de
una lado cantados os pintos da perigo*
sai chinitias da federnedea que por muito
lampo tem >ido, (a <>xl quemd tan lia 5
do ser anda por muito lem jo) armas po-
daros >a uos partidos polticos ,, sio dorni-
nados por uma l\rca de reacelo que de-
re ser aprnveitada laconhecem a neces-
sida Je da lecunstiuir foi tilica udo o podar
cauraj, u ii*6 fogam do uoma de nentr.
li-adoi t.-. Ora destruir u que t-at frito
paia eubstituir-lha cautas novas sempre
perigoaissimo, reformar as lafurmas 6 ab-
tardo rltu de impoltico: codo ih vrr-
dade p.ivar as provincias das prerogativas
que em 1834 I be fora dada* ? como vea-
car 88 suaa rasisteociaa am deleusio disso
que legiiimacaeie adquirirs : embota se
Ibes mustia qua sioua& necassario para,
termos imperio e auas vantageos, par
desarmar lacenas, para ob>tar i resulta-
dos desci'ganuadores, ellas nao cedaiio*
asm lata sem recorrer ultima ratio doe
podaroaos as armai que dacidaS o plei-
to. Epoisei neceasario oentralisar, ai
nao possivel desusar o que est feito
oonvem qua ae proeure un meio termo ,
que concille ambas essaa necassidadas.
Aates da proclamaflo das reformas
constituicio do imperio o poder central
ara fraco e ephemero ella exiatia d'di-
rito mas io de facto ; facamos pois nos
espi 11 tos obra tal qua agora oom as refor-
mas exista na6 de direito mas de facto po-
derosa cehtralisaefo. Sara isto impossi-
vel ? pensamos qua na&.
Bem sustentadas se aohaS as reformas a
a fedoraefo da facto por varios incidentes
que podam desappareoer. A immensa
xtenbio do torriloiio do imperio a falta
de facis cominunicat}6es interproviociaas
obslaS a accio Forte e rpida do catro e
tomad de faato uacessaria a federacaS : a-
psgae-a do cdigo do nossaa leis fuuda-
tneutaes e ella sempre subsistir : al q'
o vapor o sea mais poderoso auxiliar ve-
nba approXimar as distancias, concbtgar
as provincias e dar rpidos e velooidada
as 01 den do poder central.
A divarsidade da costumes, de civili-
sacio, da idaias que se encontrad uaa di-
versas familias do povo braaileiro devida
tadbem am mxima parla a extens'S do
imperio, ea falta da rpidas commuui-
cac5es igualmente um dos poderosos e-
lemenlos da federaga6 de ficto. Preciso
i pois que etsa divarsidade desapparesa ,
o ella desapparecer si conseguir mos tor-
nar homognea a eduoa9 5 da no sa moci-
dado, dar as principaba familias brasiloi-
raa ossasquo, por sua posicaO e fu-
tuna tem da influir em suaa provincias ,
e de organisa-lss a mesma niuralidade ,
os meamos oonbecimentos. Oa fupda-
cao de una unversidade na coi te do im-
perio, e roo ella a piofamlgafaO do leis
reguladora do direito deeosiuar, pare
cem-nos em g>ando parte dar-nos es-e ia.
sul'ado. Aeducaco, e o vapor serio os
mai faites reutralisadores do Bra-l.
Convem pois, em quatilo lempo,
meller mos a tbra ; conten approveitar
a feliz disposicaS d >s espirilo, a a op-
porluuidade da quadra hrlUal. Nossos
corsos de direito u*finba5 na cidadea ds
O in da e S. Paulo faltos de lentes, fallos
de estudanles, tratando de igual para i-
gual 1 ora o goverib da provincia e crean-
do 1 lie xriioa mbaracos. Nossa I".culta.
de de Medicina precisa de ser rrorganisa-
da j o Brssii leclama a fund'co da um
curso de sciaucias naturse, todas esius
cnrpoiacSes de eosino caiecem de sutbo-
ridade qua tiie aoa ianles ess< ouinip >-
(anria da que polom abuar. E-Sa auliio-
ridade na6 p le astar n mos do minis-
to do nipe*io que lem muito muito
mais de que se oocupe, alem ds qua at-
ienta as distancias que o separad desaes
cursos na6 s na6 poie elle liem vigia la-,
como iiie-mu lin podar vencer e-sa es-
pirito da rekistancia, qua psisce haver
ido o leite de creapaS do Bi asileiros q'
nos individuos fraco mas 110 corpna
coleiti v.is prsenta-e eneigico. Coo-
vem pois que s remova p/ia o Rio de
Janeiro, onde liquem dabaixo das vistas
imuiadi inspacefio essas academia*, con Tem que
se ci em cima dallas aulboridadss regu-
ladoras, que Ibes sii v.<5 t io para coiu o governo e que ao raesmo
lempo conimunique a iodos o diversos
ramos de Misino poltico direcci'> seme-
lli'Ota igual actividade.
Em caminho dtasa institiiicio j anda-
mos muito cora a creaea5 do coll-gio de
Pedro a o uiais anda com a idsia que
ba Irer annos se p Rio do Janeiro O curso ) 1* idico da S. Pau-
lo : idsia que tantas vete lem io aiira-
seotada e nunca combatida em uosso
joi riaiuiuo.
M., fundido o collegio croada a
mesma Unversidade, tara curuphdo o
giverno coua lodos os devoies pira com
al. 1
a educaca brasileira tara a mprsnsa
caneado a esse reipeito todo o seu desite-
ra tum serio a instruoclo superior o a
secundaria as nicas qua dava merecer
destellos ? a instruccio primaria, sei ej-,
sa abandonada ? na6, de certo qae na6 :
a ostruecfo primaria a que se extendo
a mxima parta da aoaaa populaca5, de- ,
varsa-ia mesmo extender toda ella em
quinto que a iastraccf o superior e secun-
daria poucos aproveita: si for viciosas
educaf6 primaria, a aocedade toda re-
seulir-se-ba j 6 continuar, como existe,
sasteataudo-ae com grandes gastos alga,
masimproficuas escolas ds primei ras le-
tras em qua se easiua ou pelo meaos de-
ve ensinr-se soriiete a 1er eserivsr e
contar, s'sm trsetar da erfucacao moral do
alamao sem p re mu ni fe p*ara a vida de
bomem com ossoacorros da intelligeocia ,
da religia e dos' bons costumes, tere-
mos com grande casto alcdavedo bam mas.
q liabas utilidades finio oiesmo peiigosas
contingencias. Cumpre pois quess con-
sidere attenta'mente nasseassompte, que
se ventile qual o gran de instruccio qual |
a sduca;a5 qua de ve a sociedade as olas-
ses menos abastadas, e pobres oa6 s para
bem desaas mesmas, sina6 iguilm'enle pa-
ra seu proprio bem.
bjactar-se nos -ha talvet que 0 goysr-
nogeral tiao tem direitO de iuspeccio,
nem o da reforma sobre as ascol-s pri-
marias, as quaes palo acto addicional es-
to sob a vigilancia dos preaidsntes dn
provincias e assembldas provincises, sa-
cressendo que rnesmo para as escolas do
municipio neutro u&da pod o gov'srno fs-
xer, porque o by.tema do eu-1110 que
devem seguir e as materias que tem de
ser eulina las, aeham so j presciiptas por
urna lei, queso pelo poder legislativo po-
de ser alterada Recunhsceinos a forca da
objecfo e rnesmo por vutude dells
que assentamos que convem deixar as
escolas primarias publicas no estado em
qae ae aohaS creando a par deltas estabe-
lecimantos mais vastos da educaipaS pruna,
ra que Ihes corrija os deleites o d'on-
de saia o alumno munido de todos aquel-
les conliei imautos, ciijauti.ida.de imma-
diata hade aier-se-lhe sentida logo que ti-
vor de viver no mundo e da lirar do que
hodvar ettudado a necessaria subsistencia ;
e cuja moralidade esteiada nos solijos
fundamentos de bons exemplos dadoa-
trinas religiosas e boas praticas sirva de
? ffianear a sociedade seu bom compoiu-
n.ento futuro.
E'das casas do asylo que queremos fal-
lar : aa6 ae esta a primeira ve* que Is-
nharaos noCnronisla preconisado sem-
Ihanie iostluica, daaejando sus iotro-
ducgaSam noso Brasil} couvocidos qoe,
couslanca de eaforcos vence todas as v-
sislancias inesmo a da indiifeienga na6
cessaivmos de mostrar as vantageiis deesas
casas d educac5 de mostrsr quanto 6
ellas reclamadas pelo estado de nossa so< is-
dade. Em prximo numere desenvolve-
remos o sy-tbema am que ellas se ap-
poiaeotn urna serie da aitigos demons-
tratemos a facilidades qua ha para se.
rem ella eslabalecidas oro nosia tera.
(Do Chronists de i5 de Marco.)
___J_ '__________
CORRESPONDENCIAS.
Srs. Redactores. Haveiido sido man-
1 bada a uiinba reputacio pela mpiud-ri-
cia do S Administrador Fiscal das obra,
publica, que com c pretexto de huma,,
carta annima me atril>io o furto de l>"*
ru-> taboas qua (ora6 aXiraviade dos ar-
maren das obras publicas, de seu itioiu
proprio, siem mais avnguicio ra -ndou
arraeadar oulras lbos de minba pro-
piiedade, e que estevad d aniiuam de Domingos Joi- Rodrigues
d'Atevedo e Jos Marques Vianua r
collie-las aos ditos ai maten, por dizsr
que era5 as propriasexiraviadas em vr
tu le do qua appareceo no Uiano N. "-
de 5 ds Uesemiiro do Seno p. p- l,ual
Oflico do Exm. Sr. Presidenta da Pro-
vincia remellando o Promotor Publico,.
o offi io do inosmo Fiscal am que me
ecusa de malvei-atia, justo he que por
amor de minba repuiacio e crdito, ea,
fa?a publico, que por haver eu justinca-
do pch Girtorio do Essuto Alcpnforado,


^r
DA to i i FlklMlCd:
o
A
icom i

audiencia do Procurador Fiscal q'
"8 laboas i8m aprehendidas erad de mi-
cha propiiedade poil que os propi ios
"Vendedores jurnrad sobre este fado so-
bre a dimenao lamnho da* ditas ta-
bota, t qaa liobaS sido reoolbidaa sos
mencionados nmitiui antoriormenlo ao
extravio qua honre nos rmaseos pbli-
cos proyaodo-ee por tacto evidenteman-
ta a fdlsidade de tal carta annima, man-
dou o Eim. Sr. Presidenta da Provincia
por despacho de 26 de Marco p. p. me
lossem ellas entregues visto que eu havia
prvido seren da minba propriedade, e
ter precedido infot 101910 do Inspector Ge-
'Tal das obras publicas. Est pea desmas-
carada e confundida a calumnie que quiz
denegrir a miaba reputacio aempro tla
bada puis qua sampre fo mea timbre
proeeder bem o merecer a eslima pu-
blica 5 a minha inooceocia trionfou o
Jabeo que se quiz ettiabir racahir sem
duvida sobra o calumniador e por- ulti-
mo nao posso deixar de notar a facilidade
com que o Sr. Administrador Fiscal aere-
ditou esta calumnia esam maia exime,
nem proceder aos meios logats, aa deci-
di a atribuir-me a infamia de ladrfo
arrecadar o que ora meo ; aproveitando-
se da miaba ausencia, pois que eotlo es'-
tiva empregado no orcamemo da Matriz
de Tejueupapo, como pedrero que ara
dis obras publicas,, d'onde pal dito Sr.
fui despedido debaixo da pretexto de ter
eouaeutide malversares! Nioguem po-
der descobecer que oeste negocio ea-
dou odio particular, ma a me contento
de ha ver mostrado a ro u lia innoceacia e
impedido a calumnia.
Como este Diario pnbliaon o offiaio j
rele >io, rogo-Ibas Sea. Redactores, q'
publiquis a minha innocencia pira que
'so dlsfaqa qualquer juio desfavotavel, q'
elguera possa ter contra nano concebido.
Son ssu atiento vaaaradoc
Ignacio Francisco dos Santas,
Snra. Redactores uTinfia promottido
ni fallar mais no objecto em que*-
to, inserido no cobceituoso diario de
n do crrenle a respeito ae bum Fra-
ile h, ou Dio Cidadio por que as ma-
terias mui batidas, muitas v*ses se tor-
oo fastidiosa bem como aconteceo cun
a queelo da roorlalhaa porem co-
mo me cunvidio acampo amt.ua ultima
resposta equi me tem aos aaui pea coto
noves reflexdes, perseverando ainda ca-
da vea mais em minha duvida. Diseco
V. Ms. q* Frade he ci Jadi pessivu
na prime ira resposta meu anuuncio con-
fessario ser o Frada Cidadio iutairo e
completo Uto be activo, agora na ae-
guud* confasilo ser cidadio psssiro e
nio ha nada asilo Vms. lutado dos
! Vades, Veibos Latinos que os meninos
mu dio da activa para a passiva. Perm-
lo-uoe que eu llia applique o seguinte:
iiat voluntas ve>tra. Uilatio ma9 suasi-
deies em diserque- o Clrigo portar
jurado o projecto, e ser cidadio, podtria
lamben* *er bum Commaqdaole de Ar-
mas, o que bum Coronel uaj meninas iir-
canslanrJAs podoiia ter huma Pn banda
E que duvida havera7 neaia proposi-
to ? Por ventura hum Coronel, sendo
bolieiro, nio poder*' ser Conego ? Fof
ventura bum Clrigo, s-udo Regente,
nao poder*'*er Comuiatidaota de Armas ?
pode o Clrigo ser 13upo, Senador, De-
putado, e Presidente, nao podara' ser
Miui tro? A mesma Cooalit. do Impeiio
nao decietou para as Coritos Formado
podeiem ascender as Varas brancas ? Po-
de o Clrigo sar empreado em toda* He-
parl>ve eclesisticas, ciris e Mihta-
ias, e nao poder*' ser guarda a Alleude-
ga ? R'sum taueatit ainici 1 De serlo
nio O he, porque parece indecoroso a un
Sacerdote, pelo seu ca av ter, ser guarda
de tiuoua All'judegi. Pacemos a esponja
uo exporto, e vamos ao ponto saliente
da que-tioein rigor. Seo tigres Redacto-
las, diapio se de toda peixad, nad a-
perlera lauto a Lei, c.mcordem hum da
, cod mi^o, pa9o llies por caridade, que
iue tiiem deste duvida : Hum Frade pode
ser guarda Nacin vendar, e comprar bens de raise* ? 11 mi
Fiada poda berdtr 1 Inserida de sea p*ie
por norte dalles P Mi. Ora, se um Fra-
de os poda ser guarda nacional, por que
so'oha, o que he CidadaS. Se bum Frade
nao poda comprar, e vender, esta' claro
qaa nad eeU7 no goso dos seus diieitoi. Se
hum Frade na5 pode bardar a fasanda dos
beus'pais, que de heiauaa Ihe pertence,
como podera' bordar, em qualidade de
Cidadio os empregoa da Sociedade, o os
beneficias dadoi palo Govaroo ? Senho-
res Redactores, este argumento nao tem
resposta, esta' prorado a toda a loi. Fi-
naliso ainda prorando, que o Frade pe-
lo sea reto, na5 pode ter empregos, be-
neficios grendass, titulo*, o conde-
corares porque o voto o prohibe, e es-
te so o pode relaxar o Papa. Com tudo
Seaboras Redaeteres, ou amigo dos Se-
nhores Religiasoa, raspeito suas instm-
c5as e virtudes, msia nio posso convir
que elle aejio Cidadaos, par q' ellea s se
devsm conformar com o Texto do E-
vangelho mitis sum ot homila corde.
Eu o traduio para o povo. Sou pobre,
e humilde de eorapfo, A daos, Seaboras
Redactores, tomo o'Ceo por testemunha
de nio fallar mais 0111 semelhante materia.
Agradeco iofeaitameote seus favores, o
confesco ser com respeito e amistde. l-
tenla Venerador e abrigado
Hum sou assignante.
He para lamentar que o nosso Assi-
gnante fisesse o seu voto lo Ceo psra naS
coiitMiuar a bter a a materia em ques-
t*5 de ser ou nao hum. Frsde CidadaS
Brasileiro passivo. Tama o verbo co-
mo rtflexivo e nio se assuste.
O i.ojso Assignante na5 pode apresen-
tar boma frase em aessa ooacisa resposta
no Diario 11. 9i por onde Se depreheu-
da que julgamos o Religiosos no goso
ampio dasdireitos polticos que he o q'
quu diser eom os remoques de inteiro
o completo. Nessa occasiaS ( permita
o Asigna rite que Ihe record), tractou-
se dos sugeitos e nad dos predicados; por
qua S. S. duvida va qua bum Frada fosse
eidadaS Brasileiro : respondemos ihe com
a ConstituicaSna mo que alia es reco-
nhecia Cidadios pela nataralidade; que
aos casos em que ella dematuralisa nio
sio incluidos os qua se recolhem ao claus-
tro; logo aquillo qaa nio est expresso na
Lei dave ser julgido favoravalmente lie
axioma de deito. Pelo expendido se evi-
dencia q' o Sr. Assignante na5 nos pilhou
em contradicho como pensa; anles nos
( se nos da' liceo-a ) liria-mos mais forte
motivo para admirar a especia de tetra-
ctacio que fes nesta. sua ultima corres-
pondencia duendo qu he amigo dos
Senhores Religiosos, que reipeita suas
lusas e virtudes; quando em a sua outra
correspondencia no Diario n. 99 \t< oferio
nthegoricarnente., que se hum Padre li-
oha atropellado o Brasil na qualidade de
Regente, o que faria hom Fraile 1....
C porque ?... Porque todos os Frades sao
roaos. Etea' de quem retpeita, huma
arevoncio lio gratuita ? Tornemos ao
nos-o objecto.
O nosso Aisigosnlo prvsi.-tn em sua o-
pinito, enio cura de distruir us argu-
mentos contrarios : sua segunda corrte-
pondeocia am substancia nio he mais do
qua huma contieuacio da primeira, -
balar ass;m qualquer materia da ceito
que infastia Hum Frade nio pode ser
Regente, hum Frada nio pode ser G. N.
hum Fiado na6 jura o projecio, ergo m
he Cidada5. Mas o nosso Aasignante eiz
nesta sua correspondeoria, que hum co-
ronel sendo salieiro poie ser hom cooego,
bum Des5, &c. : tambem poda ser Fra-
de e como ja tiveae jurado o tal Proje-
uto, ergo esse Frade ho Cidadio ; *e es-
te Frade conse va a qualid'de da Cida-
da p->r que antas da ser tonsurado, an-
tes de abnegar por seus votoa o rouudo e a
sociedade lioha juiado o projecto to-
dos OS oulios o sao, porque antes de pro-
fessarem ers5 (e routiuua a sai), Cida-
das palo uasonuetito. O que he galan-
te ceitmente, he o uo.so acaignaute
querer imbulir-nos, que hum Marechal
por ex. sendo tolleiro pode obler huma
Prebenda, isto he, que pode ser, sacerdo-
te siuj, masdeixaiiJ de ser Manchal.
C>=e pore-n uo he ocaso da noasa prOpo-
.ico : o que disociaos iei litafio getal pn todo qut o nosso i3*
guante cstabslece a favor de quem jtirs o
Projecto, he que nem por isso hum mi-
litar podia possuir promiicoamento a o
beneficio cannica, e a patente; nem
o sacerdote ter direito ahorna pateo- I
tente militar : noto o Seobor assinanto
que fallamos em regra de dirailo se
laboramos em erro, eotlo S. S. lembre
ao Coverno Provincial, que em vsz de no-
mear capelliaa para Femando confira
a patente de Cspell6Commandante
por que ent.5 nio ser preciso hir
aoa Claustros engajar, Cspellies, contra os
qaaes nao se alega intompeteacia civil* Es-
ta tmbela parees-nos a ni que
be orna daquellas de tarracba, e psra o sor
ainda mais he preciso, responder com hu-
ma mxima Evangelice outra que S. S.
applica aos Frades : O meo Reino nao
be deste mundo. Disse Jess Christo
nao aos F-ades que n*5 os havia mas
aos Apostlos e a todos os Christios...
Outra piopusicVo do nosso asignante
be tambem magistral! ---Hum sacerdote
pode aer Regente, hura Regente domi-
na sobre as armas, logo bom Padre pode
sar Commaadante das Armas !! O' San-
ta Coostiluieio Tu' s Imperas ; tu s
s Santa, tu mandas, tus das, tiras,
e... o Uireito Ecclesiastico os sagrados
caones, sio alcaides qae nio tem estracio
Veste aeculo das reformas Qua importa
que oa canoues prohibi ao Clrigo de
impuabar as armas, so tu Santa lei da
Constituica abriste huma lacuoaem que
, isto he possivel na qualidade de Guarda
Nacional? Deixsra' de ser constituido-
nal, que hum Padre acabsndo de cele-
brar, v montar a sua guarda na Principal
em uuifjniT de ser viso com o seu bri-
viario dentro da patrona por que tam-
bem nao dava perder o offiaio Divino as
horas vagas de seutinella ? Re-ponda o
nosso aasignante quando jalgar qua po-
de precindir do seu protesto, c continu-
ar a bater na materia.
Sus'pedanmoa a qui toda a resposta que
muito mais esplicia podia sar se nio te-
esse-moa azadar ao nosso Assinante; mas
em ultima estancia para lbe fundamentar
em lei a nossa opinia de saram os Relig.
CidadaSs pssaivos, nda rogamos a S, S. ee
lembre que naa leis provinciaes para o in -
gresso dos Religiosos exipa o Legislador
porcoudieaexpresas Qaeseja Cida-
daos Brasileiros.
Ora nssta disposico legislativa, que
deve merecer veoia do Aristaroho dos
Frades j orcorreurna circunstancia mui-
to, e muito altandival, ehe, que alai
raconhace por Cidadios Brasileiros aquel-
le que tanto ou bdms do que os Frades es-
lio inhibidos dos direitos ci vi e politices,
tses sao os de menor idada e filhos fa-
milias ; estes pela mor parle sa5 os que se
dedicad ao CU u. tro (salva a rarissima ex-
ceptad de algum coiua<*.', ou Jaia de Di-
reito do Crime Sacerdote que renoocie
e mundo). Ora se a lei determina positiva-
mente que para ser Religioso no Brasil
hepieciso que seja Cidadad, porque ra-
sad parece impoSsivel ao nosso Assignan-
te, que o Regioao conservo es quali la-
de em que exarca os predicados ? Hum
Sacerdote ausperi.o das ordena deixa de
aer sacerdote ? S. S.* sedigoar-se illustrar
a nossa ignorancia queira comesar a sua
resposta pelo fim da nossa como agora
praliquemoscoin a sua. Queremos ar-
gumentos, e nao proposiye-.
ltimamente Sr. Assignante queira di-
ter-nos tambem s hum Frade pode oa
nad exurcer suas ordena no i-ecolo ; se po-
da ou nad pracadendo lieenca do seu Pre-
lado, aoadjuvar as luaccdes ecclesinsti-
cas, posto que nad pon* adquiir benefi-
cios cannicos, se os Concilios os Ca-
nos, as Negras Monsticas ioliibird, a
que hom Frade (precedida a lirones) pos-
sa sar engajado pelo eu Governo para
qualquer coinmissad religiosa v. g. hu-
ma oapellaiiia de presidio, da hum coc-
po militar, tic. etc. ele, : vamos, clie-
guerao-uoa ao caso da quest'd que se
ios e logo proposto talvez sojolgasse bem
occiosa a questad batida sobre a qua
lidade de Cidadad.
LOTERA DO LIVRAMEtTO.
qp; As rodas da signada parte d se
gunda Lotera a favor das Obras da IgrcjeJ
do Livramento ansia mpreterivelraeni
teo dia ai de crrante, pois em poder
do Tbestorairo nio existe mais hom bi-
Ihete por isso os fregueses poden ojbc rer as lojas que es rendem, oade acba-
r o es restantes.
AVIZOS DIVERSOS.
Rhdes Artista Alveitsr 'obagado
a pouco de Fraoea prop5o-se ao curativa
dos animaea do mjatica, e tem estbale*
odo urna loja de ferrador tanto a moda
fraucez. como Ingiera a portugueta; aquel
las pessoas que se qoiserem utilisar do son
t preslimo dirijfio a roa do Araglo Doci-
.ma 16. .
KRJT Precisa-seda 1-.400^000 a pre-
mio de nm e msio por ceato ao mes pagos
os juros mensalmsnte, e por espafo de a
annos, e que para garantir esta quantia
se hypotheca um propriedade siesta Cida-
do, e em muita boa ra ; quem este ne-
gocio quisar faser, dirija-Be m botica da
ra do Livramento D. 11, que ahi se di-i
r quem pretende ou acnuncia.
trr^ l'rateude-.e um ou dois anares*
de obrado que tsnhlocommoos, prin-.
cipalmante salles | que sirvao para d'ellas
se eosinar meninos as principaes ras
do Bairro de S. | Antonio 5 quem o ti ver ,
dirija-se ao a.* andar do sobrado D. 11 da
fronte do tThoatro onde achara quem
offerece bom prejo e ate diubeiro. adi-
antado-
1 Quem quisar mandar criar algua
ma criauee j desmamada em casa particu-
lar com todo mino anuuncio a aua mo-
rada para ser procurada.
jgp Aluga-sauma casa terrea na ra
do Padre Flwriaoo, oom bastante com-
modos e oom um grande quintal; quem
a pretender dirija-se a ra do Cabug lo-.
ja O. 2.
#-j Preoisa-aede urna preta forro pn-:
ra ama de ama pessoa sem lamilla uu do
a seu cargo o serviQO interno a externo*
00 beco da Bomba D. 3.
/fcT1 Roga-se aoa Sra. Sub -Prsfeito
deata a mais Comsrcas ; a Authoridsdss
Policiaca e pessoas particulares, que sou-
berem ou virem urna negra da Costa ,'
de nome Calbarioa ja idesa alta al-
gum tanto secca e fula quando anda
deita os paitos psra diante, quebradc d'am*
baa as ver i I has, eostuma iutitular-se por
forra ; supda-se estar acoitada, ou vendi-
da ; a mande preuder, elevar a sea Sr.
na Boa-vista ra do Aragao D. i- q 10
tufar toda a despeza.
O Sr. que no Diaria da 12 do cor*
rente annunoiou pie-isar de hum Lomera
oapat para so enoarragar das plantacdes
do hum sitio faxeodo-as de meias etc.,
diaija-sc a esta Typ., que se Iba dir a
pessoa que a isso e propoem.
-r Em sasa de Jos Pereira da Cunha
roa da Cadeia do Recife existe urna car-
ta viada da Lisboa, para a Seuhora Mi. -
lia Victoria d'Assumpcad aonde a pode
mandar procurar a qualquer hora, pois
ignora-se a sua moreia.
b"G> Rog'se ao Illm.Sr. Doutor Jais
do Civel dests Cidade, que quando pro-,
ver as cootas de recoita e despasa da
Irmandade da Matriz de Santa Antonio
d Recifa baja de exigir oelivro de re-
coita os trinta mil rea, que da todos es
annos o Tbosoure para guisamente da
niasma Matrit, visto a mais do quaronta
annos, que nad entra eatedinheiro fa-
zeado-o recolher todo aquella que e
tem recebido. Este favor agradecer.
Hum Irmad do SS. Sacramento.
3 A peasoa que annunciou querer
comprar travs de 33 a 34 palmos da oom-
pndo e palmo quadrado quina viva de
madeira de qualidade ; dirija-ee a de>
Hospicio uo ultimo aitio que volta para
o Pornbel que ebi achara' com quem
tractar.
X9T A pessoa, que deseja aaber quem
he o euctor do aununcio inserido oa Dia-
aio de 9 do crrante relativamente a
um pi ete qua *o aeha no eogeaho Ser-
rarla qoeira dirigr-,se a ease, D. 6 da ra
do Rosario larga a fallar com o Sur. An-
tonio Rodrigues Smico, que la dain'
form'foeai a respeiio.


d.
I 1 A I I IIMlNAUflMo!
ad
no O qual foi eslavo de Ji.- R |,,.
Coha ja tallecido eh je perteneente sos
as herdoeiroa : qualquer pus >a que o
apreh-ndjr levemo n i'raj da Boa-viste
botica D. 10 que se Ibo dar s grt.
ficacio 5o$:oo.
^ Pedro Alexnu'riuo Rodrigues
Lina avisa aos S s. Logalsa c >m qnem
tem ti do coritas q' oto rigem bita las Ig,,
maemseu iiom-; peta Romma, p ,r
estadeiX'rde sor sue eaeraVa par e ter
librtalo no di. i-a lo corrate.
A pcs-o* que ennnactat prertear
dalo* a 3uo,ooo <*. 'Onuucita aua mora-
da pira ser procura la.
jaj/ A i9 de \bil d aaparecau umi
cabra bixo do sitio de A t n.a Lin4ro,
n'aijo Cria com o i,. -. .,_.>,.-i...,. *.
maralla rom ruaia- bi mcae, e m per.
aa esquerda oh d'r.< i. a-i ir..., ,n Xl)
a junta i que.i. n i r m do .ni.,-.a
ao maamo 8 DMja-e i Il.r a.. r. Joa3 da
%y Q .era anuuaciou ter un relogio
da oiro da sabeneitt, ocio chav dirija
' ac a praca da ludependeucie n. 37 a 38.
%P Fraci-a-M; do ura cozinbeiro as-
an vo a en vicio para uno humera aollei-
ro embora uto anteada de meases, a
' doces; quemo quisir vendar; annuucie
para ser piocurado.
eada Aluga-se un sit o na entrada do
poao dapineda, por preco comelo,
tom baixa de rapiui, e v.rios arvoredos,
-c'oui boa esa de viniaa quem o qniser
alug*r dmja-ie i ms estrella do Rozaiio
obrado D. 23.
= Nos das i4e ij do coi nota pelas
4 boias da tarde, na porta do >. Jas de
i), da segunda vera do Civel se ha de ar-
rematar ura rooleqae ciioolo da uorhe
Geraldo de bonita figura e da multa
-boas qualidadas, e para que ospietendeft-
tas compareci te f* o presante.
. Roga-se eos lllms. Sr. Preeiiome
Snb Preeitoi desta e mais comarcas, < -
maodanta do Registe Authoridades Po-
licas i o pessoas particulares que soube-
rem ou virem um negro contra de no-
me Joaquira Novo estatura rogular, re-
preseut ter 18 a ao anuos da idade, falta
he um danta na frente, be cozinheiio ,
trabalba de tanu<-iroen levautar barricas,
toma tabaco, e fuma charuto, buil-
dioo que parece ciionio por ter viudo
papuano, levou caUa branca jaquel*
- azul, era Domingos a das S.nlos cos-
turna arriar multo as->ia lo ti visto
vender cap i ai na Boa-vi ta, ultimaraen
- te nos moca tubos da capuaga onde disse
que hia para esirtio o man le piende.'o
IcVar ao eu Sr. Jos Aat.mio Gouiss J-
nior morador ni ra da Cruz n. la ,
quealam de pagar qualquer despeza e
gratifi^c 6 ibe ticu uiuito ohrigado.
IV Da-sa 200,000 a premio de duis
por ceuto ao mes aobre pinhoies de cu-
re, ou firmas a contento a pes-o- que os
quiser dirija-ee a ni de hoi tas lado do
poento D. 4a.
sK*> Precisa se de loo.ooo a premio,
por lempa de 4 mzes, e da-se rma a
conteulo ; quera os qoiser d.r annaacie a
aua morada para ser pio 9P9> Ura boraeai braaco de boa con-
ducta civil e iir-r-.', com 56 annos de
idlde livre o ricsembira a too zeloso Jiuipo ti activo, se vfiVrooa
para ser guarda i o >: ou criado g .ve
de qualquer Sr. de -coniecida dislBGO,
Diputado gei al Pr>. idanle de qiulquer
provincia, inda u ts-ro da neg can te
estraugeiro ou bra!i!e r.er utilsar de seu prestio aauancie a
aua morada! ,
*U^ Comida-s dasllhss psra trabai-.rem em po sitio,
a ra larga do Ruz' iu luja do S Maia,
fl^ Roga-se aos y3. Sub Pnfetoa e
mais Authoridadss Futira's, e aoi epre-
bendedures de eierarofl fagidoa queirlo
prender um cabr* de nome IM-.uoel Loiz
ffiial daserrador o qu <1 inm os ignara
aagniotas: alto e le oorpo r t^uiar, pou
ca barba um tanto eio doi. deutes da
frente tiradas, oom nnu sicst. \r. u* leta
ejue os cabellos cbreme outra em um*
dascoixas na parte inferior cora 5 > n-
eos deidade ponco man ou merjut, fu do anuo de i8j8 e o na Praia de Luceua viv>o lo de peSraiia
e queiem vindo a est praca aeu O'p.i-
Co t Lima Jnior do atierro da Boi-
viaia no a. b<-ado do Coronel Braderoda.
WbT> Alaga-te a casa terrea D. 2 da
na do rotu vello parto dos 4 cautos : ua
rus do Rozario D. la.
Quem tiver urna casa da sobrado
da um andar cu casa terrea sendo no
bairrodeS. Antonio e querendo alugtr
anuuncie a sua morada para ser procura-
da.
-s Oabaixo assiguado fa aciente a
quem convier qua todas ascontas con-
tiabitai desde o da piimeiro de Mareo
p. p. com aua venda n, 7 em fora de
po> tas, ( a elle devero procurar na
mesma pois que he o responsavel pelos
pagamentos havdos a por haver ; por is-
so que boje he o nico propriatario da
dita venda por se ter dissolvido a eocie-
dade, quatioba coin Maooel Gonsalvas
da Cruz o qual fiaa de onerao de todo,
qua'quer pagamento. Cyori^no Anto-
nio* Rodrigues. ***
tsTjjT" Na ra do Fagundes abre-se urna
aula de mininas para se i ruinar ler acra
ver, contar, coser, e boidar pelo preco
de mil res meusal a anouuciaote p o-
melte ampielar todos ot meios paia o
adiaiitamentj de suas alumnas.
tr* Precisa ae de alugar um sobradi-
nho ou andar de sobrado wesmo que ta-
nha pouoo commodo puis qua be paya
duas pe-soas em qualquer ra no sendo
beco ; quem o tiver anuuncie.
^5* i&luga-so urna casa terrea ssndo
em b<> ra, para pequea fmilia e que
ssu aluguel uo ezceda de 8,ooo ; quem o
tiver annuoiie.
*
COMPfiAS.
Umalraagemda Concei;a6 urna
dita de S. Antonio e urna dita da Santa
Auna de Cumprimeoto de um palmo ,
ainda que taja tizadas quer-se s que
sej'6 p-rfeit-s ir* pr.ca Ua udepaudeu-
cia n. 3 "u annuiicie.
! U na casa terrea com quintil, as
roas da Guia, samad, ou poito das <-
n as : na praea du Corpo Santo o. 69 ,
ou annuncie-
9Jf O segundo volume da vida do ca-
vItitii. o da iii.bljs, o 4 tomo dos Lances
da ven tu i as ambos novos ou mesmo
uza los 5 quedo Oe tiver anuuncie.
a.45"* U'ri pinino i gl^x utado e que
seja por preco (.iiumidu : no beco du Ve-
ras suba 'o novo ou niniuiicier
rjr" Travea de 35 a 54 palmos de
comprido, e palmo quadiado quina vi
va, A- iii-deia e qualidade : quem ti-
ver an innoie p*r ser p'Ocur. *ap* U a canoa uta la que caregue
600 a 800 tijollos e tainbem se troca por
nutra mais pequea, oitando se oque
cuivier : ua ra da C^ciiLba arraazem
u'asiocar caza v, 5. *
VEN0A8.
Y3f A obra de Tlieoljgio Moral do
PadieMano>l do Monte Rodrigues de i,-
raujo, era brotare a 6$oo, mea eu-
oaderaada a 7$aoo a euca iernaeao iu-
tcira a 8;2J) >oo e para .s Srs. Subicrito-
res maooa md reis em cada uraa : no
Recila I ji de ivrus do arco da Cimeigo
da p..rile, e e a S. Antonio na pr*c "a
lndjppii leacia loj de hvio-) n. 37 e 38 ,
emOia i r.ia da Matbias Fern.ua su-
ba lo pintado de amarello.
Uraa boa morada de casa terrea ,
com eba6l propriea sita na Boa visia ,
ra do Pues : a tratar no siauulo andir
do sohiedo D. 11 d ra do Livramento.
U^> Urna ncgiinha oriottla da idaile de
i4oos, ibuitoapartaaafUpara toda
osertic quea quiaer apticari narm d-?
vS. Pnaraaa L). 27 ni rn^imi aa vende
um quar'u.
Cjv U;na m. r..da de osa tarrea sita
ni ra das alsidas : a tmtar na 1 ua de
Ja l). 14. 3'
* Uos^llira francaz, pronto coa,
t idoa a^u. pi tenees, e por p(#u coui
nioi. ; quem a prwtmjer anuncie.
*W bra Mimorias his'ori-as do
Ri> de Janei oe mais provraoia anoexas
nm 10 volnmeeam broxura por piCo
e o nodo ; quem a pretender anauncie.
Ura. cmame completo, para
G. N. do EsquidrEo.de cavallaria ; quem
o pretender aunuucie.
jry Batatas Ioglezaa e quaijos londri-
nosebegados ltimamente : na ra da al-
faodega velha n. 3.
K5 Ps da coqueroa para mudar,' a
3a<> rs. oa maiores e os menores a Soo rs.
u> liba de Joanna Bazerra.
jCp* V1 nlio de Champan he o ser veja de
superior qualidade em gigos de um duzia
em porces grandes e pequeuas: na ra
da Cruz n. 5.
Um negro moco, p*ra fora da pro-
vincia cu para algaai ugeabo: no pa-
teo de S. Pedro no primeiro andar do so-
brado D. 26 dafronte do consistorio.
tjrjp* (Jim cabra bicho: 00 maogui-
nho antes de cbagir a ponte do lado es-
qaerdo,
P^ Duas negras mogas que cozinha
o diario de urna caso engorama e mu
deligentes para todo o serviso um mole-
quede naci, deidadede 16 annos bom
cozinheiro do diario de ama casa sem
vicio algn pois foi de ama pessoa qua
se ratirou desta provincia : no pateo
da S. Pedro no primeiro andar do sobrado
D. 26 defronte do consistorio.
tW Chapaos do ebile de todas as qia-
lidas, copa a muderua, dito de abas lar-
ga e tem da varios preces, qua a vista
s f'a ver ao comprador : na luja de Jo-
s Antonio da Silva ua pirca da Indepen-
dencia n. 7 e 8.
W* Urna loja de courof sita n'a ra
do Livramento por bailo do sobrado de
Joaquira Jo Ferreira oietade a dinbei-
roe metade a praso : trata-se na ra de
agoas verdes venda D. 8 quinna das Boas
eapaiaotai,
19* Ura violad com cajxa de boas
v07.es, por preco cmodo : neita Typ.
%W Tijolloa de alvenaria groca uaO-
laria em Guidelupe ua Cidada de Olinda :
<>u mauda-be lavar obra conforma a
distancia, eorjuste, quesera por piu-
co cmodo.
WW Barricas octn Stoeas de Trigo ,
chegtdo da Ainerioa : na caza de Joio Ma-
theus & C. ra da Cruz n. 56.
WP* Huma das melhoi es vendas as 5
Pontas quina do beoo do marisco, com
d.--,o 11 g Praca do que a m imi deve,
e o restante prazo aobre boas firmas:
quem quiser fazar esta negoco, dirija e
a mesua.
VfP Huma legoa de trra oa Serra do
C palo, muito parlo da Villa do Li-
111 k iro baalanta frtil d'agoa, sendo por
iiso ptimo para todas ai Untaces: os
pe< ti-ridentes dirija5-se sa 5 Pont a fal-
lar com o seo proprietario Jm Mara de
Araoiim Jnior.
ESCRA VOS FGIDOS.
No da 3o do p. p. me desapare-
cen una negra de n^me Aseria da Con-
oeiffo cun os signaas svguiutes : altura
regalar urna marca de queiraadura oa
rabera do ldo esquerdo que desee at a
taita lab-os g-.ossoa, algmna cou-e bar-
riguda querepreenta prunbes os pi
grosos e levou vestido camisa nove de
algodioetabo f.ia branca ja uiad*, e pa-
o da costa, u osa orelbao uni c >ra:'e e 1-
carnadoi n *-ti los -m ouro ; rogase
por tanto a-s Srs. Suli-Prefu'tos e mais
authuridadea, ouaqu,|.,u-r pessoa par
ticnlar que euounirar tenbo abwn-
dade d-* a nandar capturar e cunduzir a
iu 1 vrlba casa n. 3i.
#> Joio negro Marinbeiro da oaclo
mu^ambiqae ida ie 3o annos pouco mais
ou menos etttuta regular cor fulla
cora urna s;catiisem uru dos lados do ros-
to tem talla de u*s dente -na f e.-jte fu
g'o en 17 d > oorrete do BrigueAnparo ,
lavando camisa e calta da burn da velia
e-t uegro fui eaorato de Jos Loiz Pera
des os appretioudedores levem-no era
casa de Santos Braga : oa ra da Moeda
u. 4 Va*" N da 3o de Abril fugio um ne-
gro de D.iUd Manuel eslatura (.guiar ,
n.ea an >,.la levos vestido camisa de es-
topa a cal** do mesmo ja suja e ura
ferro ao pascoso por ser ja acohtumado a
fugir e puchi um tanto por urna perna
por a ter quebrado a ierap.J8 ; qnem o ap.
legio D. 6 no a.* andar, que ler'bs
pago do seu trabalho.
/y* Romana crioula fugio ao da 93
de Satarabro do auno p. p. caai os signan
seguintes : ja velha baixa com milita,
falta de dan tes, foi captiva de Joaquira
da Fonseca Soores da Figueiredo qUe
te ve ola ria do montuno tm cujo Juga,
se dasconfia andar a dita preta por \t
se ter visto a tempes; quem a pegar pt.
dar entregar a seo Sr. no atierro da U01.
vista D. i7,aquase Ibe dai 2 $000 d
gratifiracau.
tJr* Dwia esciavoi ladinos fugidoi na
maoh do dia i5 de Janeiro desta.presen.
te anno do eogeubo saco termo do Seri.
nbaem os quaes aio portaricantesa ?$.
droda Mello a Silva lendeiro do eng.
nho dito suppeepstareran'esta ciih.
da, por ura d'el les ler sito comprados
Joaquim Ferreira da Peuba morador n
meama ha a dito escravo da naca an-
gola, de nome Jofquim lia cjzioheiro
altura proporcionada, grosso do coi p >
pernas finas, algum tanto carcunda, vas*|i
go dos olbos pouca barba, a aom a5 aa-t'
nos do idade e outra por nome J0S0
cora os eignaesseguintes : tamben de an!
^gola idade de 17 a 18 anuos estatura
"baixa, secco do corpo, paroas finas, p<
apalhetados, e tem g.sto tisonho ; quen
dos ditos souber, ca pi ende los dirjase
a oasa de Joio Mauricio de Barros Wan-
derleis na ra Direita sobrado dafronte
da botica de Ignacio Neri da Fonseea, ou.
00 engenlio o cima dito, qua sera reconv
pausado do seu trabalho.
*F Nodia4deSetambro de i837,
fugio um preto por nomo Matheus n,
ca6 loanda com os sigaaes segralas: pro-
porcional grosso do corpo, ps grandes
fallante a marinheiro a barbado os ap-
prehendedores qua o pegir levem ao atar
ro da Boa-rista loja de Joaquim de Olivsi-
ra e Souza que recebei ioc^fooo; as-
aira como outro por nome Felipe com os
escrotos inxados e urna negra ja velha
por nome Maria puxe por uma perua ,
quem os prgir leccber 4a5iooo porcada
um.
VXaP** Da-se 5o$ooo a quem appreben*
dr un escravo de oome Matheos alto
e seoco do corpo com faltas da dances na
frente, e tem uma viuda em ura olbos
falla mu espeviudo, o toca mui bem
viola e ha crioulo e anda a titulo de for-
ro foi vi-to dia de pascoa no engenho
cordeiro e na casa forte e est acouUdo
no lugar do Lucas em Um d< s mucambos-
quem o pegar levem ao seu Sr as 5 pon,
las Jos Maria de Amorim Jnior que im-
mediatamente recebei a dita 'quantia ;
assim com protesta contra quem o tiver
em seu poder seja a titulo da qualquec
pretexto que seja.
W Fu^io co dit a5 Jo mez pagjado ,'
do sitie da Carlos Sacudios no Moodego,
um preto com os signaes aeguiotes,
Joio altara regular, magro, idade 4'
annos para mais naci mugambique ,
lera no rost > amas marcas de ferro en-
tre alias urna bastante grande na testa de
ferradura de cava I lo : os apprehendedo-
ras queirio dirijir-se no mesmo sitio ci-
ma ou na ra da Cideia do Recife en
cae de M. Calraonte qua serio gaoero-
samente recompensados.
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios Sahidos no dia 9.
CUTINDIBA ; Suraiea Brasileira Iade-
pendencia, flj. Antonio Jos Bita 000-
urt, carga bacalhaue cama.
ERRATAS.
A Correspondencia inserta no diario
numero i04 conten as seguintes inexa-
ctidoens a pag. 2. col. 3. fallou menci-
onar o nome do Senhor Joaquim Jos de
Oliveira rom 93 votoa antes do Sur. Josa
Miria Idelfonso Jacome da Veiga Pessoa.
Na raesraa columna 3 liohas 9 se
acha mil em lugar de 10 mil e a linba
a3 5oo em logar de 5:ooo.
p,eheu'dtr pode o tulragat; m u? ty go? P^ a T|f, ??0| P jmFKxm mi


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EBYY4BCAG_Z43AZM INGEST_TIME 2013-03-29T16:03:42Z PACKAGE AA00011611_03432
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES