Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03416


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Full Text
<4m
V
i
i
ANNO DE 18383 SEGUNDA FEIRA
[23 DE ABRIL: N: 89.
BiJimi e FEmsiAiasu
PERN. -* TYP. on M. F. di PARIA.
1838.
X
DAS DA SKMANA-
$3 %tennrt N. 3. dos Praseres f no Bairro do
Recife. Aud do Juis do crirae de t. scs. da T. P
54 Terca 8. Fiel de sigma. Re. de m. e aud. do
J. dos Orf- de t. Lna N- as 4 h. e 42 min. da m.
55 Uuarta S. Marcos Ev. Sessao da Thesouraria
mb.
36 Quinta S. Pedro de Rates. RellaCtio de onanha
do J. dos orf. de t.
87 Sexia S. Tertuliano b. Aud. do Juiz de oireito de
ni. etc
S8 Sal.adn S. Vita! M. Relacao de man. e and.
do V. G. em Olinda.
29 Domingo I'iiriI de N. S.
Mare"cliea para odia 23 de Aliril
it 5 liora e 18 ni. da m. 5 li- 42 m. da tard.
Tudo agror depende de nos metmos da nossa
prudencia, modcracao, e,energa t continuemos
como principiamos, e seremos apontados com admi.
acao entre as Naques mais cu tas.
ProclamacSo d'Agscmblea Geral do Brasil.
rubscrevese a 1,000 reis mencaes pagos adiantados
nesta Tipografa, ra .das Cruses d. 3, e na Praca
da independencia D. 37 e 38, onde se receben) cr.
respondencias legali nadas, e annuncios ; inserindo-se
estes gratis sendo doa proprios asignantes, e vindo
assignados.
, CAMBIOS.
Abril 20.
LiOndreiSl \\1 Da. St. poi 1000 ced nominal
Lisboa 65 oro|0 premio, por metal. No.
Franca 310 a SI* Rs. por franco
Rio de Jan. 6 p. c- de desc.
Moedat de 6.400 I4,li)0 as velhaa, aovas 13,800
4.000 :.5D0 7.600
Petos Colunares '..590 a 1600
ditti*Mexicanos ,59<>
PatacOes Brasileiros i,590 a 1600
Premio das lettras, por mas i i|i por 0|
Cobra a par das aedula
PARTIDA DOS CORRIIOI.
Olinda fc.Todm o dlai ao malo da.
Qoiana, Albandra, Paraiba, Pillado Cond, Ha*
maaguap*, Pilar, Real de 8. Jlo, Brejo "rea
llainha, Pombal, Nova de Soma, Cidade do Natal
Vidas de Goianninha, a Nova da Prioeesa, Cidada
' Portaleaa, Villas do Aquiraa, Monta mor noo
Aracaty Catcavel, Canind, Granja, Imparatrie
8. Bernardo, 8. Joiodo Principe, Sobral, Novada
KlRey, Ico, 8. Matheoi. Reacho dosangne, 8
Antonio do Jardim, Queieramobiai. a Parnahiba
Segundas e Sextas feiras o meio dia por via da
Paraiba. Santo AntloTodas as quii, feiras
meloda. Qaranbnns, a Bonitono* dii 10 r 24
de cada mea aoineio da. Ploresno dta 17 do
I cada mea ao meio di Cabo.Seriohacm, Rio Por-
moto, a Porto Cairo- no das I, 11, a I de cada
PARTE OFF1G1 AL.

PERNAMBUCO.
ASSEMBLEA LEGISLATIVA PRO-
VINCIAL.
Acia a9. Sassa ordinaria da Asaem-
blea Provincial de Pernambuco aoa 18
da Abril de i83B.
Yice-Presidencia do Sor. Paula Caval-
canti. '
Feita a chamada aohariov-se presen -
tas 19 Sara. Deputados, faltandocom pr-
tecipacio os Srs. iVlaeiel Monten o, Padro
Cavalcanti, Poso de Mello, Maiioel Ca-
va Irn ti, Coailio Cintra, Rafael, Pereira
de Brito, Mesquita, Machado Ros, Coe-
)ho da Silva, e Sabuco da Araojo.
O Sr. Vce Presdante declarou aber-
ta Sessio, alida a Acia da antecedente,
oi approvada.
Sor. 1.* Secretario, dando oonta do
expedienta leo hum oficio do Secreta-
rio da Presidencia enviando huma ra-
presentaclo dos Teoentes Coronis do 5.
e 6. BatalhSea deste Muoicipio para aefa-
ser extensiva, os mesmos Batalliai a dis-
posieio da Lai de 9 da Jo.uno de 1837 ;
relttiva aoa Cornetas: Cotnmisso de
Oreameoto.
Outro remetiendo duas collecOea doa
Decretos, e Leu Gerae., para sarem ar-
chivados.
Hum requeriroento da Salvador Henri-
que ds Albuqoerque pedindo approvaeio
dos Compendios da Grammatica Nacio-
nal, Geometra Pratica, Ooutrina Cristi,
e Arimethica, que foraS apresentados a
esta Assemblea em i85t : foi remettido a
Commisso de Iostruccie.
Outro da ftlanoel- Paulo Quintella of-
ficial Maior da Secretaria p-unido pro-
videncia sobre o defarintento da aeui ie
queruuentas pelo Governo Provincial
relativamente a divisad dos emolumentos
da Secretaria} foi a Commis>fo da Peii-
c6es.
Oalro do Major Flore asi o Jos Carnet-
roMonteiro, Commandante do Esqua-
drao de Cavalaria da Guarda Nacional
deste Municipio pedindo providencias so-
bre a repagoancia dos pagamentos das lor-
ragens, e compra de douscaTallos, e seus
pertoaces para os clarius do Corpo ; a
CemmissaS ds orgamento e Fasenda. "
Paiseu se a primeira parto da Ordena
do dia. Tave lagar a lai tura da Indica -
o 4o Snr. Mello que tiuha ficado so-
bre s mesa ; foi a CommissaS de Poliaia.
A Commisss5 de Cenitituicefi e p-
deles deo o ssa parecer, sobre o Diploma
do Snr. Deputado Joi Francisco Ca-
valcanti de Albuquerque, e sendo este
admiltido com as formalidades do costu-
me. prestou juramento, e tomou asseato.
Pasaou-se a segunda parta da ordena do
dia com a contiouaeso da discussio do
Projecto numero i7 e Torio aprovados os
itigoa 14. 15, 16, e 17, e regeitada a
seguiote emenda do Sor. Lopes Gama
C Capital percabera' l:ooo^ooo de orde-
nado.
O Sor. Mello mandod mesa esta o-
manda Com hum Juis de Direiro do
(Jirel, e orfios na Cidade de Olinda e
em cada huma das Vilaa que nio .-o Ca-
llejas de Comarcas os quaes ficio crea-
dos msncando-lhas o Presidente os or-
denados, e resta belaccndo oa Cartorios e
Escrivies ds raesmas Vill*s, e Cidade
10:000^000 e sendo apoisds o Snr.
Peixoto de Brito fes o seguinte requer-
mente Requero que se decida pielirai-
narmente, se aosso a doctrina da emen-
da que eati' Sobre a mesa, pode ser tra-
a da nesta Sessao segundo o artigo i3t
do Regiment da Cat>a, e decidindo-se que
nie foi regeitada a emenda. Os artigos
18, e i9 forio approvadoa com a emenda
do Snr. Reg Dantas Depois da pala-
vra Comarcas diga-se Peiteocendo aos
officiaes das Secretarias os emolumentos
dos passaportes, que serio divididos com
igualdade.
O Artigo ao. foi approvado coma e-
menda do Snr. Peixoto de Brito- Com
a Foi ca Policial sendo elevadas cavalga-
duras daCompanbia montada a i4 mil
rais maanes, o meimo quantitativo.
O Artigo ai foi approvado, o prejadi-
cedo o artigo Sa com a emenda substitu-
tiva do Sur. Biserra Cavalcanti de Albu-
querque, que foi aprovada Com a Guirda
Nacional de toda a Provincia, pagando se
pela Fasenda Provincial um Corneta por
cada Companhia dos Corpon de Iofantaiia
e bum Trombeta para cada companhia
dos Esquadr6ss de Cavalaria, entrando
oesta qusntia adespesa com a compra dos
instrumentos, e Bandeiras ; e pegando
os officiaes suas patentas oa Sootelaria do
Goperno na forma do artigo 17 da Leide
8 de Junho de 1836 a6;ooo^ooo.
O Sor. Lopea Gama mandn a mesa 1
seguinto emenda Offereco como artigo
additivo ao artigo aa o meu Projecto re-
lativo aos officiaes da Guarda Nsoional;
foi apoiado.
O Snr. Meira offerecen esta emenda
substitutiva ao projecto do Sor. Lopes
Gima Artigo 1. Osoffioiaes da G. N.
que voluntariamente pedirem a sua da-
missio.ou se mudsrem de urna para ootra
Comarca perderlo a Patente, e as honras
nberantes a ella. Arlige 9* Aquellos pe-
rem que depois de a5 annos de servido,
por desastre, idsde, ou molestia legalcen-
te verificadas se tornaren) iorapases da
servir serio reformados, e com a pa-
tente de reforma continuarlo a gosar das
mesmas honras, e privilegios, de que go
sava5 estando am effactividada: foi apoiada
e juntamente a snb emenda do menino
Snr. Meira, crecente se ouqueforom
condemnados por ssntenca ; a pondo se
em diacussio aa emendas reoebidss o Sr.
Tiburtino fes o segninte requertmento
Raquero o addtamento do Projecto n.
16 offereeido como art. additivo ao art.
aa do Projecto n. 17 para nio entrar
nesta Li; foi apoiado e tioaimeote regei-
tada ; continuando a discussio forio a-
provados o artigo 1. do Projecto do Sor.
Lopes Gama e o a, da emenda Sub>tU
tutiva do Snr. Meira, regeitada a Bub-
emenda. Os artigos a3, e a4 forio ap-
provados com a emenda do Snr. Lopes
Gams Acrescente-se Mais 3oo$ooo
para Festa, e Procis-o do Corpo do Da-
os na mesma Catbedral.
Ao artigo a5 mandou o Snr. Chsgas
aaeguiutaemeuda Depeis da pala vra
Parochos, diga-se inolasive o da nova Fre-
gnesia da Se na Talhada; ficando elevadas
a 4uo#ooo rs. e cora os Coadjutores de
toda Provincia a3:5oo$ooo rs. sendo
apoiada foi apurovada com o artigo.
O Snr. Lopes Gama offereceu este artigo
additivo ao a5 Ao Vigario Geral....
6o#ooo ; nio foi approvado ; o artigo
26 foi approvado.
O Snr. Vice Presidente dsu pars ordem
do dia Pareceres deComissdei e leitura
do Projeclos ; continucsS da a. discus-
sio do projeOto numero i7, e segunda
de numero 4, 9, i4, deste auno, e 37
da i836;l." de numero 16 deste anno,
en. 21, Posturas da Cmara do Recife
na parte addiada, e Jevanton-se a Sessio
dopois das dusa horas da tarde.
Francisco de Paula Cavalcanti de Albu-
querque.
Vics-Presidenle.
Joi5 Evangelista Leal Periquito.
I. Secretario;
Tiburtino Pinto de Almeida.
a. Secretario.
GOVERNO Da. PROVINCIA.
Expediente do dia 9 de Abril de
1838.
Oficio Ao Reverendo Cabido da Se'
de Olinda reeoviando-lhe es Estatutos
d'aquella Catbedral, que haviaS sido exi-
gi.daa pela Assemblea Legiilalifa Propia-
cial.
Dito ao Commandante das Armas, con-
cedsndo ao Major Jos da Costa Rsbello
Reg Mooteiro um anuo da licenea com
vencimeoto de tempo e meio sold, na
forms da Le i; a fim de iractar do sena
negocios n'eita Provincia, e na das Alago-.
as.
Dito Ao Commandante Superior da
Guarda Nacional do Recife, para man-
dar urna Guarda da honra aeompaubar
a ProciasaS de Entono da Ir mandada de
S. Jos, ua acata feira da Paixa6.
Dito Ao Coronel Chafe da Legia de
as a re th preveniuda-w de que no far-
necimento que se Ibe mandn faser,
das 9oo granadeiras, como ja se Ihe par-
u'cipou sa inoiue tau bem o competen-
te corrame.
Dito Ao Tenente Coronel Comman-
dante do BatalhaS do Pao do A.ho par-
ticipando-lbe que fica5 apressntadas ai
43 pr9as que fes marchar em virtu-.
de dss ordena ds Presidencia ; exegiudo
as 7 quefaltaraO para completar o nu-
mero de 5o que Ihe foi marcado.
Dito Ao mesmo participando-lhe ,
que pode mandar raceber no Arsenal de
Gaerra a Baodeira, que raquisitou para
o seu BatalhaS com todos OS seas par-
ten ce otes.
Dito Ao mesmo, participando-lhe a
Nomeaca do Tenente Ajudante do Bata-
lli. da seo Commaodo Francisco Gar-
ca deSousa Ramos, para Instructor do
mesmo I5at llia ; a fim de o faaer entrar
logo no da vi do exetcicio.
Dito Ao Inspector da Thssoursria ,
oommnicando-lbe a Nomeija do Instru-
ctor, de que trata o offioie precente ; a
fim da Ihe mandar abrir os necesarios
asientos;
Dito Ao mssmo psra mandar pa-
gar ao Desembargador Jos Lbano da Soa-
sa a quantia de i:43a064o rea dispen-
dida no Te Deum mandado celebrar em
aeca de Grecas pela Reslaarasa5 da Ci-
dade da Bahia; ficando na intalligencia
de que ao Exm. Ministro da Fasenda sa
passa a faser a devida participaea6, oa
conformidade do artigo 48 da Le de 4 da
Outubro de iS51.
Dito Ao mesmo ; instando pela re-
mesas da Coota da divida psssiva militar
posterior ao anno de 1826 que Ihe foi
exigida em cilicio de 4 de Novembro do
anno p> p. para ser transmitida a So,
crelaiia de Estado dos Negocios da Guar
Dito Ao mesmo; commonioanda-
Ihe a licenea concedida ao Majar Jos da
Costa Rebello Reg Monteiro.
Dito Ao mesmo, commooicandoJ
Ihe a dimissaS do Amanuense da Prafsitu-
ra da Comarca do Rio Formoso, Joa6 Pi-
obtiro Cilele', e a NemesfaS de Maaoel


J
* 1
l'nifWii P I ft H A M B e
Vv
asa
Jos* di Sousa Luna para o substituir.
Dito Ao Prefeito Intirino da sobre-
dita Comarca fasendo-lbe igual partici-
pc5.
Dito Ao mesmo mandando soltar a
os Soldados Joaquina Jos de Santa An-
ua, e Antonio Goncalve da Macado,
presos pela faga do recruta Pedro Fer-
reira ; por iso que a vista da represeate-
cad erigida por aqudta Pr vor d'elles, a Presidencia oijulga punidos
com a pris'5 que tem sofrido cerno Ibe
faoolta o att. 5- do Desreto de 2 de No-
vembio de i835.
Dito Ao Curonsl Luis Eiler res-
pondcndo-'lhe, que entregue ao Prefaito
que o Tai substituir ou a quem saa ve-
tes lixer o armamento, oartuxame e
algemas com sedeados que ezistam mi
seo poder-
Dito Ao Ademioistrador de Corrto^
mandando crear um Estafeta. que con-
dusse correspddoncia official de Pejau de
Flora para Tacaratu'; a fin de que a*
Ordens para ali derigidas sajad pronta-
mente entregaa. e executada* como
con re m eo ser vico Publico.
Dito Ao Presidente otirino da Rel-
lacaS, remellen Jo lhe ama CollucaS
dos Decretos Leis Geraes ltimamente,
promulgadas^
Iguacs ao Commandante das Armas,
e ao Inspector da Thesourara.
Dito Do Secretario Ao da Asiem-
blaa, renoettando-lbe duas Col lecoens de
Decretos e Leis, de que fisam menead
os cilicios precedentes para seren ar-
chivadas na Secretaria da mesma As'seui-
ble..
Dito do dito Aomevmo, para faser |
presente a Asseoibles que S. Etc. o Sr.
Presidente tem marcado o da de nmanbia
a orne bora da tarde pira recebar a Depu-
ta ya 5 que deve presentar asuaSanccad
as Leis decretadas ate* o presente.
Ditodo dito Ao mesmo, respoa-
dendo-lhe que nao exiatern na Secreta-
ria da Provincia as representacoens -dos
"Vigarios das Freguesiss do Altinho, e
Garanhaos lobre as duvidas movidas na
divisa das dita* Freguesia*.
Portara Ao Tenente Ajudante do
Batalhadde G. N. do Pao do Aldo ,
Francisco Garcia de Soasa Ramos, no-
meando Instructor do mesmo Batalho.
Dita Dimittiodo a Joa5 Pinheiro Ca
toj do Emprego de Amanuense da Pre-
feitura do Rio Formse.
Dita Mandando passar ProvUaS a
Manuel Jos de Sousa Luna para o sobre
dito Emprego.
Dita Camm ndaute Geral do Corpo
de Polica mandando proceder contra, o
Soldado engajado da Seccad Companbia
doLimoeiro, Manoel da Costa Biserra ,
pelo ci me constante da parte do respecti-
vo Commandante.
Dita Ao Director da Arsenal de G.
mandando fornecer ao Commandante do
BalalbaS de Guardas Naciooaes do Mu-
nicipio do Pao do Albo urna Bandeira
com todos o seus pertencos.
Dita Ao mesmo para mandar con-
certar as armas arruinadas que lhe fo-
rem remettidas pelo Coronel Cbefe da
Lagia da Nasaretb e entrega-las, lo-
go qae estiverem prontas.
Dita Sirvindo dePatsaporteao Fur-
riel Antonio Brandad Tavares, que se-
gu viagem para a Villa de Goianna,
condasindo armamento para a Guarda
Nacional d'aquelle Municipio.
Manoel Cavalcante d'AWtiqliertj,ieorn-
municando-lho que o Guarda Racional
J, J. da C. mencionado no seo olficio de
7 i depois de trreofrido ama priaa5 de
3 dias passou a fa.tr parte do Destaca-
mento qae por isso o devia contar
no su das pracas que tinhe a. dar.
Dito Ao Director do Arsenal de Guer-
ra procurarlo saber, se tiuha aido ja satis
feito o pedido de Commandante da Fort.1
de Tamandare' dn io de Outubro de
1855], mui principalmente as guaritas
contidasno mesmo pedido.
Dito Ao Commind*Qta do Forte da
Gaibu' suthorisaado a engajar um Sol-
dado em lugar do Invalido A. J. de S.
Teixeira que A mandado recolber ao
Corpo d'Artilheria. ./ .
Dito Ao Commandante do Corpo
deatado, mandando exclair o Guarda A.
J. (jue d'ordeiu do Esrn. Sor. Presi-
dente* foi mandado para a Priraeira Li-
nha polas culpa que cosnmetteo.
I Dito Ao Commandante intirino do
4. Corpo d'Artilheria comm tinican-
do lhe a partida do Capita5 Manoel Ig-
nacio de Carvalho Mendonca, para a
Corte, a tomar ausento na AssembleaGa-
ral.
madres de 48*,'wn* linha de 52 6 di-
tas de 5o, 9 ditas de 46, ao ditas de 45
7 ditas de \\ 7o dita ide 35 urna dita
da a5, 3a vasas de 45 174 estivas de
46, ooditai de 4* 3"o ditas de 36, 3oo
ditas de 32 116 di tas da 26; no acto da
arremataras se declarar,a' as grossuris,
qualidade, e eondijoens do contracto.
Os licitantes podem comparecer na Salla
da Admini"traQa5 Fiscal no subredito da
ai do.crrante ao meio da.
Amaro Francisco de Moura.
Administrador Fisoal.
DIVERSAS RiiPARTIC0ltr*S.
COHMAhDO DA8 ARMAS.
Expediente do din 9 de Abril de i838.
Oficio Ao Extn. Presidente com-
mauicando-lhe que na tarde do dia lo
do p. p* met, depois de um forte a-
goaceiro eatalou e veio abiixo um cai-
bro do telhado da Ca pella da Fortalesa de
Tamandare', deixande um grande arr-
bamento pelo qual as agoas se langaved
sobre aitiboasdo como, o que unido
ruina de outros caibros da Sacrista ,
qae emeafavaS queda prxima em bre-
ve feria de vir o tacto da Capella abaixo ,
so com tempo se nao prscedesse os pre-
ciso reparos,
Dte Ao Gerosil Cbefe &t tegi-5
ALFANDEGA DAS FAZENDAS.
EDI TAL."
Perante o Inspector d'Alfandega se ha-
de arrematar no dia 25 do correte, ena
porta da mesma pelas 11 hora* da raa-
nbia um.caixa com livroa imprecas e-
baixo declarados impugnados palo Ama-
nuense Gonzalo Jos da Co-la e S Juni-
oior no Despacho de Francisco Aianu'
de 20 do crrante.
Alfandega ai de Abril de 1838.
Manoel Z fi nio dos Santo?.
Ordenacdes do Reyno 3 volamet Re-
portorio as Ordenacoens 4 To'- Labio
direito Emnhitentico 3 ditos, Silva Lis-
boa principios de direito mercantil 1 vol.
Montesqnieu espirito das leia 5 ditos,
Bernardo Jos de Carvalho tratado aobra
demaressoans 1 vol., Alberto Carlos pra-
tica dos J.iiaes Divisorios a Demarcacoens
2 Vol., Manoel Fer'naades Tbomax Re-
portorio ds leis Extravagantes 2 dito ,
Juse Pereira deCarval'10 prim.eiras linhis
do Processo Orlan o lgico 1 dita, Filia-
I-i Elysio 1 r volumes Mirabiao Discur-
sos 3 vol., Malth-is tratado s^bre a popo-
lc 4 ditos j Silvestre Pinheiro direito
Pab'ico 2 ditos Burlamaqui direito na-
tural 5 volumes Goaveia Pinto tratado
de applicaeoana 1 dito i Damoud crgsni-
9aca Judicial ia 1 dito Piiffaudorfio de-
v-resdo hornera 2 dito, Putbier ob ces peisoaes 2 ditos, Parnaso Lusitano 6
ditos Systems da nataresa 2 ditos Caba-
nn Fsico e Moral do homem 3 ditos,
Ricardo Economa Pulitica 1 dito, Rasi
Direito Penal 1 dito.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS:
' A pauta ha a mesms do n. 87.
OBRAS PUBLICAS.
Pela InvpeccaS das Obras Publioss tem
de sar arrematado o acabtmento da por-
ca6 da nova estrada de Pao d'Alho des-
de o largo da Magdalena at atiavessa
para a pasnagern do Cordeiro a valiado
em Rs. 4.978^7a5. Os Licitaotes saS
.convidados a cdparacerem noe dins 26 28
3o do correte em qae ter lugar a arre-
m est patenta o Oresmeftto todas os dias u-
leis aa hoias do expediente.
Iospecc- daa Obras Publicas 11 d'A-
brilde i838*
Moraes Ancora.
Por ae ns5 ter elfectnado a compra das
madeiras no dia 20 da crrenla fui adi-
ada esta arrciualaea para o alia a4 do cor-.
teate ajas nudairaa spou isgtiates 5
PREFETURA.
Parte do dia 20 de Abril de |838.
Ilim.e Exm. Snr. O Sub-Prefeito
da Fitguesia da Boa-vista pai ncipa me
hoj* que tendo o Gommissario de Po-
lica do Districto do Man^ainio, acompa-
uhado de doia Soldados do Co al ido hontem ao Ingar da Estancia pa-
ra capturar o preto f.u-ro Vicente Ferre-
ra (|ae se schava alli armado de faca de
ponta era companbia de outros pretus bem armados do mesmo instrumento,
e insuliaado a diversas pessoai aconto-
cea que em qoanto alguna d'eiles iu
v.sti.i ao dito Comrassario o a um dos
Soldados, que o companharaS o r. IH
jTid.o preto Vicente Ferreira se Uncu ao
acidado Jos de Maltos procurando as-
*as8inal-o o qae obrigoa ao mesmo Sol-
dado a d por sua ai roa para luctar
braoalmeiile com o mencionado preto ,
em cuja oc> i-ia um dos compnriheiros
do preto, pertendendo feri'r ao Soldado,
com quem elle luctava errou o golpe ,
e ferio moitalmente com um punhal ao
mesmo preto de que logo expi'ou ,eq'
de todo se procedeo nos competeote tm-
m".
. Das outras partes recehidas tambem bo-
je const< que locad picos a minha or-
dera ; Maiia do Carino preta escrave
de L1111 Ignacio Pessoa da Mello, pelo
Sub Prefeito de Santo Antonio por in-
sultar as familias; rina Hilaria da l".n-
earnacaS parda escura pelo Comman-
dante da Guarda da Cadaia por ter fo-
ndo a um pardo ; e Jos Joaquim de S.
Anna; e Antonio Francisco, tambem
pardos este pelo Sub-Prefeito de S. Pe-
dro Marlyr por ser encontiado em orna
quadrilna de ladroens, e aquelle peloSuh
Prefeito da Se per lhe ter sido aprehendida
urna porcaS de toupa furtada a huma
preta escrava.
Dos Guardes V. Eje. Prefeitura da
Comarca do Recifa 20 de Abril de
1838. Src.
l
Parte do dia 21.
Illa, e Exm. Sur. Das partes boje
recebidas consta que fora prasoa a mi
nha ordem paia terem destino os in-
dividuos seguales : Malinas Josa Al ves ,
Jos varia de Sousa brancos Manoel
Nunes, pardo a Luis Heoriqua preto
forro pelo Sub Prefeito da Freguesia do
Recife o r. e 2. por terem dado es-
cpula am sua casa a a marujoa da Su-
maos Amor da Patria que ar>5 perse-
srgoidos pelo mesmo Sub Prefeito, por
baveiem arido a insultado ao Mvstieds
dits Suoiaca ; o 3. por ser ocioso 5 a
o 4> por ser encontrado adormir so-
bre as caixas d'assacar que xistam no
lugar da Lingaeta e faser ae suspeiio de
qaerer fartar assucar d'ellas ; Joa6 Pedro
tambem preto eicravo de Joa6 Virssi-
mo, pela 1. patrolha da Districto do Car-
mo por estar fgido ; a Joaft tambem
preto e eacravo de Francisco Gimes pe-
lo Sub Prefeito da Freguesia da Boa vista,
por o ter encontrado cm ama pea, com
a qual coufassou querer dar em ume pre-
ta-
N*5 oncorreo mss novidade.
Daos Guarde a V. Exc. Prefeitura
a Comarca de Recife 2i de Abril de
1838, &c.
DIARIO DE PERTAMBUCO.
Si& defers iaaitoi o Cididfo kimar,
e ser til Patria. Somos obrigsdoh em
consaqueocia destes deveres a prestsr-lbe
todo quaoto estiver em noso aleance ; e
que gloria nao cabera em paitilha aquel.
les, qaa se acha collecados na feliz pusi.
C5 de poder cumprindo o que Ibes h
prescripto j bar os motores da prospai ida-
de ordem, e melhoramento da Patria?
Sim Sis. E'eitorss, vos sois os deposita.
rios da confianc* de vossos Concidadioi,
e deveis por bum acto por termo as dis
seoces, qae por desgrapa tanto tem giai-
sado em nosso paiz.
Tocasteis o dia 22 da Abril mas bQ
boje o em que tendr de decidir 01 desti-
nos dantaa Palii por huiu acto que vae
terminar o mandatw que recebasteis de
vossos concidados. Es abi tium vat,o
cipo abptto paia q' sejas c<>bertos de*glo-
ria. Vos idee eleger hum Regente qua
govare durante a menoiidade do Augus-
to Orfio que a Providencia divina con-
oedeo aos Brasilairos para foimar sua ij-
licidade e que tem de anniquillar as fie-
<;5s, qae tantos pass< s tem dado para
por em execuco o infernaes planos da
extirpacad da Monarchia constitucional.
Sis. Eleitores, \ seris merecedoras
da gloria qae vos aguarda, la vossos
sufragios recahirem em o C'dado dotado
da saber, eneigia, firmtza de carcter ,
affeirio s instituicdes que nos regern 1 n-
dependencia, e mparcialidade. Aa con<
trario deveis seguramente contar com o
desagrado te levados de vans psrsuades
conferirdea os vossos sufragios huma
pessoa, que posto tenha saber todava sa-
ja apatbica 011 egosta.
Ns temos designado as qualidades que
deveis procurar, bem certos que conhe-
reis asss onde as podis encontrar : o ms<
tito nad se esconde anda que a modestia
adorne o virtuoso. Em 6m Sis. Elsito-
r'S *i como mandatarios da voBSos con*
oidadios sois religiosamente obligados a
oumprira missio. t-legendo hum Regente
que melhor.e os, inurecsis da Patiia, a
reputacad do Imperio, que sustente a
constituido, que gaveroe empailidos,
qua aeja resoluto tm aar precipitado,
que ame a gloria sem tai ambiuad.
COMMNICADO.
Se grande tem sido e devera ser, o
rrgosijo publico de Pernanibuco pelo .ti i*
unto, queaa aimas da Legalidade acabsa
dealcancar contra a ficco demaggica,
que appareceo na Capital da Provincia
da,Baha; nio deve elle >ariamente oc-
cupar uiigos da ConstituicSo, do Imperador ,
e da Ititegri-lade da Grande lafsMpeiifl Bra-
zilaia, que por outra paite nao teobad
cabida os sempie dignos, epreciosoa ?an-
tjmentoade humanidade. Sim em qu*u.
to os featejo pblicos, e paiticulaies
patntelo ao mundo qe muito sabemos
apreciar a pac a ordem, e a manuten-
jio da Lei ; em qu te Povo heroico, ebrioso se derrama por
todas as parte*, proveniente de to justo
motivo 5 quintas lagrimas ver tem incoa
bolaveis Iguaoos Familias, a quemotrir
unfo da Li'galidada custoaa p'eciose vida
de hum Pai, de hum esporo, &c. &c.
JVesta lastimosa circunstancia se ada a
pesarosa viuvado moi digno* do mui Jiou-
rado, do mai corajoso Teleota Francisco
Antonio da Silveira. Esto benemrito
Prnarobano assentou prapa em 1818, e
foi da Bilibante escolla milita; d Ge-
neral Luis do Reg. -Foi promovido a
Alferesem Goianna. Ero todaaas pocas
tumultuosas, a revolucionarias, porque
lera passado esta -Provincia cooservou-
ae sempre obediente a seus superiores.
Fsx a guerra do Paoellas; e ultima aneo te
nomeado para a tzpedicao da Babia, nio
se ajudou de pretextos para evadirse ,
antea maichou promplameute. Ali por-
tou-se eom grande, coragem, cerno cons-
ta da parta ofluial do sou Tenente Coio-
nelCommandante, omukdi^no Joe Joa-
quim Coelho j mai mortalmenle feido
neCombite, termioou saus Jias: ue Ba-
ha, serviodo a Patria, obedeceudo a Le
e deixando em total,desamparo e que-
rida Esposa, e oito innocentes filhiutios,
ciros peuhores da sn'alma.
E defo*-' abysmar;se na miseria, o nos


r^
iiAiia Bipfitf

c o;
* %
5
horrores que acompaohio a pobre fami-
lia de hum militar, da um Cdaatio Bra-
lilcii'o qaa aacrifioou a propria vida pe-
lo Imperador, pala Constituir, ,o pelo
que os Braileirojt tem de mais sagrado ?
Mendigarlo por portas a amirgurado pi5
a virtuosa viuva, o-* tenros filbiuhos do
Tt nenia Silveira ? Eu me herrn .o t
de o imaginar.
Nt6, Pernambucsnos; coracSes gene*
rosos, como os vo.aos, nfo podem con-ei.tir
am ta feia ingrlidio eco huma indife-
renca t6 criminosa. A beneBcencia ba
sempre boma virtude, e em caaos taca ha
hum n'goroso dever. Abra-sepois huma
subscribi tm favor dsssa misera Fa-
milia ; d cada hom o que poder e se-
gundo Ibe dictarein os impuros de seu
coracad humano, religioso, e patriota ;
na5 permita o Cao, <{l.a vejaS a horri-
vel catadura da ome, e damiseiia a
efpo-a unocent.'s fjlinhos de hum Per-
nembucano bom pii, bom esposo, e sol-
dado, que derramou o seu sangue, |a>
piruu glorioso sob os Estandartes, da Le-
galidade.
IUms. Sars. do Corpo do Commerci" ,
o vos principalmente, que fa,iej jsies com
um la5 brilhante e sumptuoso Baile a
gloriosa Re>taurai5 da Baha seris ia-
seosiveis doc so lucio no prurito e
ao desamparo des'a familia liouesta boje
desvalida e ameatadi dos. honores da
niu ji ud" ? Ah Tal se ai5 deve es-
perar de ta distiuctos de ta honrados ,
de 1*5 generosos Cidadios. As actoens
da grande pompa a de appaialo da oos
olhos do Publico, grangea api.usos e
nomeida a teus furtores : mas benifi-
cancia anda, quando a maQ eiquerda
ignora o qua doo a direila ba a piimei-
ra das virtudes, he o caracterstica dos
corajes bam formados he o que nos a-
prosima Divindade.
Pernambucanos,Senbores do Commer-
cio IlluUres Socios do Baille a misara
Familia d> corajoso mariyr da Patria
do Teuaute Sil vena sua lacrimosa espo-
sa seus lenros filhinhos vos cxtandam
asmada, pediado-vos soccorro. Ouso
afirmar quasuas suplicas n- ,era de-
aalfeodidas; econbecero moado que
as familias dos bravos que perdem a
vida no campo da honra defmdendo
Imperador, e a Con-tilui'ca naS fica
o desamparo; porque os PernamSuea-
nos honrados o virtuosos ]he* servem
de pas. L G.
Crises do Brasil. Meios de governo.
A poltica he huma soiancia eoroplica-
dissime : tendo por ohjo tu o ente oais
*aiiavel da natureza ell nao pode pres-
cebdir de urna rigorosa observarlo de to-
dos os faltos um todas as incliiiaces,
crtiiaase capricho qi.ese sgglameraS as
sociedades humanas. Nao estadar as no
ce>sidaHs de um p.iz ter era pouea con-
ta os accoatecimeuto do pasaado a indo-
Udo lia hitantes, beus usos sua il lusl i *-
a, e do gabinete e s do gallineta trcr
regias aos g-> vemos, apostar Iba seus
rosioj de obrar ha sobra absurda intil a
imniofitn taiefa.
A epilu das utopias j l vae bem re-
mota hoje quersa alguma coi>a mais
positiva o espirito de sume n5 perpas-
sa Uveme-te asqua.tSes, elle s aprofuu-
da, e quando ltiei .-ouheca o vazio des-
prez*-as e passa adiante.
Nao he de a poueo que alguns jornaes
da corte, entraubaado se pelas generali-
dades pintad o estado do paiz com as
miis negras iei; a crel-os nao lia
esperance eleaJvclo, o Brasil estaos
paroxismos da exiitensio debalde eri;ue
os ceua mus olhos moribundos, .-o raio
di vngauca celeste pende sobre sua cbe-
os.
Taremos aeaao chegado a todos os horr
roces de hum epocha critica irremeia-
el, que t pode ter por destecho a anni-
quilaga social ? Na5 tei o paiz atra-
vessado crista de maior momento, sem
todava haver desesperado ? a, Compre es-
tar albeioa todos os grande* factus da his-
toria patria contempornea ha oecessa-
rio nao medir o alance dos mais impor-
tantes successos, deaoonhecer-lhes im-
flueucia ptra aisencar to xtiaabsi,
quauto abiurdas proposicfies.
Tendo da lutar oom a metropo'e para
conquistar a independencia ; nos vimos
o paiz. expoito a maiores calamidades,
nm todas as provincias ajadar5 os gane-
rosos esfoicos do llio de Janeiro nem to
das ellas respoodara sobrado da gloria
soltado nos campos da Pnatininga pelo
Fundador do imperio ; um partido furuii-
davel dependente da me tro pola ergueu-se,
empunhau as armas, legies for* man-
dadas o'alsm d > Atlntico pare bater os
bravos da independencia a o sangue cor-
ren.....Eis urna grande crise ujo des-
lecho, retalhando o paiz, poda ser fu-
nestisaimoi
Aiuda se ouviao o derraJeiros ochos
da tempestado que sa deafizeraS quando
hum alternado enorme contra as liberda-
des d<> poro deu nastimeuto celebrri-
ma Repblica do Equador. Oatra
crise.
Esse attentado porem gerou novos, o
chele do poder hav ia alheado de si as sym-
pathias popul iros ; a oppo-ica era vehe-
mentsima por toda a paite resistencias,
em todos os logares conflictos o presti-
gio imperial li'iln sido e-pedaoado pe
mo ouzada do tiibuuo odia 7 de abril
du'poutou cheio de gloria e de esperan-
ca e l foi morrer na Europa aquelle
(iiena tinba podido viver na America !
Outra crine.
fi e.-sa foi perigosa porque acarretou,
resultado da maior impoitancia nao foi/
huma comoead parcial, em todas as pro-
vincia lavrava a cmtelha que tova explo-
sio na heroica cidade- do Hio de Janeiro.
(Joisa celebie rm ter noticia dos accon^
tecirneuto dairta, a Baha Irilhavaa
ma-ina vereda. Til era a coofl-gr.'(;a5
dos espirito Hum exercito aguerrido
qua havia rontribuido paia a ravoluuo
quiz com a bay meta am punhe decidir dos
destinos do paiz ; os i lufas da revolu-
c.'O tinhad lavado as coisas muito admite ,
para que podessem sbito reconstruir o
estado em seus devidos fundamentos-, e o
Rio de Janeiro (o o theatro de ouccessi-
vas commocSes; o espirito de ordena su-
plantou n anarqua i;u* su-pira va por mu-
danca no principios do governo. A vic-
toria porem hia custaodo caro que ella
nos hia valeodo huma terrivei compeosa-
ca5, as cousequeui ias de 3o dejullio ti
elle se lealisasse. Outra crise.
Accrescautamo a esta breve exp scio
dos factos, que foi no meio dos ltimos
iuccs-sos que reformas intrressaotos ee
dis-utia ra imprensa a na tribuna ; q- o partido oppostoionista eslava -ysteuiati-
-ado, tendo representantes em todas as
provincias, ahefes iub is, a huma ideia
pregressist que servia de estaudarte a
seus immeusos proslytos ; a > asii te-
smos huma idaia do qje soff rio das comnjoc,S8 iuteatinas por que
passoo : a do amor de ordem que oaracta-
risa nosso povo.
Como diremos pois que buje quando
toda a questio de poder e n, 6 de lil>er-
dade, hoje que e maioria da nac 5 na5
anhela reformas no pacto fundamental do
estado que estamos a bracos com a mais
horrorosa das crise?
Mas nao a iuxuoralidade lavra por to-
do o imperio, na5 ha religiosidad* nem
bons eostumes ; a falta de illuttrac5 he
espantosa etc. 'etc. Concordaremos de ba-
rato com todas easas exagerarle* -, ms a
ninguem be dado negtir qua nossas insti-
tuices com o tempo mais s ai reigai,
que os eostumes melhora5-se todos os das,
a civiaacab oresce rpidamente. Apezar
d: todos os devaneos dasface extie-
mas o paie piogride a corte do impe-
rio srgueu-se mai. fl irescenin que nunca ,
e o uiaiOo tem arcoutscido por quasi to-
da estemao do paie.
N'6 ha quem pre-te a ultima demfo as
craafeidos hmeos mxime as iustitui-
ees sooiaes sinio o lempo ; e quaoto te-
mos vivido depois de nossa regeoeraca
poltica ? i A oslituig6 d?s guardas na-
eionaes acarretou coutri si ai mais inaudi-
tas blasphsmas foi costoso plntala no
pis ; e boje ella produz os mait esperan-
cosos frucios. O masrao accoutecai coui
as daraaisr
NaS lancemos O sarcasmo da gnoMnri
sobra a trra o* nos viu nsicer ; filhos
degenerados nao deipmparemoi o deu-
es de nossa patria para nos irmos pros-
trar humildes ote os dolos do exiran-
gsroi !
Longe de nos n asseverar que estamos
CODslituidos em boma epocha orgnica ;
iUa5, os embrreos com que luame
sao extraordinarios ; mas a lembranfa de
quesahimoa victorioios de otros a i da
mais extraordinarios he huma esperauca
de mais he hum couso'o o bunio de lm -
na expeiiencia qua nao hada uem pode
ser desprtsado.
O que puiem mais admira da parle de
quem to horrendo pinta o estado do paiz.
M us meios de governar qus aprsenla
considerar;a5 do publico. Joven ainda
na5lernoa fi'sucia de quarermos dirigir
o miniateiio, jornalisias da uupuxicao
transacta nos halemos qaanto julimnos
pernicioso ao paiz, porque t-sl ai alcan-
ce de maior numero saber-se o que ge tem
faito mau do que o bom que compre l-
ser. Nu emtsrito nao de*conhecemus q'
podtm haver inlelligencias preciosas ru-
jas portentosas conceptes nao podsm ser
entendidas por capacidades mnequinh' e
aoanbadas-. Devenios purem ao publico
a axposica de nossas ideias e w ha ou-
tro meio sioa pateotearmos a mesqui-
uhez de uotsas concepfdes.
1 Importante hf sem duvi la a iufluancia
exeicida pela penalidada sobre os'prourss-
sos material e moral das tocieda<>es hu-
manas. Restringindo as proposiges per-
niciosas do egosmo amoldando as as ex
igencias sociaes pela absorpca do indivi-
duo na sociedade a penalidada as.-egura
quellcs o gozo de seus draitos deiem na
e^phera de sua entidade n cuns te
inratio subjeita a forca ; a ju tica cria
a ordem. A penalidada porem ua5 exis-
te por si t carece de b*-e em que Urs-
canee, e esta base he a educas A pe-
nalidad* pois nad obra sob hina como hum complemento da educa-
c. .' Ora, si nao tdmilti este princi-
pio lauQae no meio de huma associarjaS
lio terrivei, to vil, to baix Hio as-
querosa tio infame, como supponde s
nossa, o mais b gos, elle ser inexequivel ninguem o-
ib'ipara essa auomilia social; todos o
doprrsarad. Si oad mandardas vir huma
aleada do exlraiii>eiro quem O exeeutar,
siun tMses masm>s magistrados que roec-
cad-j.'6 a just9n/*
(L)u Ciirouista de a7 de Jaueiro.)
AVIZOS DIVERSOS.
J^ Rsverpritomeote agradecido aos
S s. GiJraj K uw-Mthy & C. J rge
Biocklshorut rS: C. p. p. de Russell Met-
loissc'. iS.n qi Beroi'j W. O. Biabar
&C. ,'John Holiands, Bolli e Chavan-
nes, Lenoir Bisu< het fi Pcget, pelo
anuncio in-erlo no Diario de Sabido 11
da Ab' il N.88, repon de-I bes o abiixo
aasigoado, que desnecessaria se torna a
lide, ou lides judiciaes que es mesmos Se-
uhores perterirtem a dociara naquelle o-
nui'io eulaboleirar para deslazer-se a
compra que fiz ao Si. Tiiomaz da r\quo<>
Pinto Bamieira da luja da ra d < Ciespo
s dividas da mt-sma ; por qu*uto o annuu-
cianie de>de j dsclara a estes seuhiiies
que tal risgtcio desde en annuuc > se
cha dasfeiio a como se ontic existisse;
por isio quo nem o anunciante mais se
(jiier sugailar a trabalbar parta da sua vi-
da para aatisfaca e embole-i desses Se-
nbores, nem o roesmo Si. Thomai de A-
(jiiimi por es-e rnesmo respeito quer per
mitlir o prejuizo e deligencias p .uro pre-
sada do arinoui ante
Miguel d Fonceca Siares Silva.
jqa- P acia-se de bum pad-iro, e
dase bom ordenado : uas 5 Ponas pada.-
na 2o 'adodireito.
VW H ima Senhora azada, e caza
muito capaz acha-se ancarrega-ii p'ara to-
mar huma criarte a quem q n'aer dar
para aer riada ero sua caz por haver
nella quem tenha miiiio leila e boa* ama
para Oita creacio por ser moca sadia ,
e prinica barriga muito cuidadosa a
pgil ; a dona da caz* responsabdisa-se pe-
lo tratamenio tet* ecb'da'do pela eri-
auc ., pois eif acostumada a tra-
tar e lidac com alias : yuto qoizer uti-
.., i
litar.se dests offerteimento',", oforme-s
nesta Typ. que st Iha dir qusl a pessoa,
que a alose propoem.
.WT Pede-se a Authcridade encarraga,
* da venda da farinha qne por cenia do
Tuesooro t-emaudou vo rja se lembre
dos habitaules de Onda mandando ali
vender alloma ; a venha assim melliorar
a '.-re d.-iquelles, que por n*5 pedetem
papar cano* e perder di-s de ir b.llo ,
eslso cjusumindo-a na rasio de 2o p.la-
Cas pela n fav O b'ixo .'ssigna lo faz acienta ao
Craloies de Joio Doiuella que alie en-
ca-i'ii lia pelo Juno da seguoda Vara do
C'vel R-crivio Cuuha atajo da Ir-be.Ij
aonlraaste, no qual Ibe pede a quantia
de -j65^544u r,*s roveniaole da venHa
de huma s.-isra que o anuunciado fes;
ao abiixo assigasdu, cuj esc.rava forj
pies tai Cidade pieZa pelos C pitaes de Cam-
po eerttreguvs asna le; tima seuhora
Catharua Rita Pdieira Viauna contra
quem o abaixo assi;uado propos Libello
de reveodica a leve remenea contra por
esta provarser legitim.1 senhora da escra-
va vendida pslo a'niueciado ; e por que
pode ser que os Ciedorea do annunci-cio
f'a a~-ii!n*do t. sent anuuucio para quo
fiquem de ntelligancia.
Domingo-- Gcucalvesda Cruz.
i- Prec7a-se de bum homem forro
para ser e np'egado em hum sitio pac-
torar vcai, e mugir leile: i quem coa-
ce diriji-se Peca da Independencia
loja de (Jurives N. iG.
fCg* (lara Zacma Cazar, atiza no
Pubeoqu*- ninguem faca uegoci* de qua-
l'dade alguna i Om sou roarido l\L noel
Fonceca d* Me'eirrs, vislo ett do do aen Diioroio oom o dito san mari-
do e por isii.i ludo e qualqutc negocio
que e fuer com o dito Se. tin data Utsto
em liante he uull i. Ciar Z.tirina Ce-
zar.
J^a* Na Chancellara o Consulado do
Fraupa existe hum chapeo de so de evda ,
que h i icixado por aiquecimrntQ. ^
Huma miilber b-anca piopOii-ae
a ser ama de caaa de homem soteiro ou
d'' pouca familia eugorai lava co-
-inlia, f-i lo as : na ra da Lapa segundo andar do
primeiro sobrado a etquerda biado da
Madre de IJo.
t^ Taudo o .-.baijro assignado perdi-
do na noile do i'ia a4 do mea prximo
p. om meio bilh: te de uumnro ao7a da
da s*guada parte segunda Lotera a lavoc
das obras da lirfa do LivrameotO avi>a
ao le-spcciivo T:ifsoi.e-io nao paque ss
nao ao abax > aaaiguado, qn>lqner (Uta
que por venluia t-altir posad a dito meio
bilhete.
Jos< Ant.nio Goofolve^de Mallo.
%& a viova e tiltiis du Ljureiro pr>-
poem-se a ensmir meninas, a ler, escre-
ver, contar, gramtica portuguesa, 'ra-u-
sir frarrcez, bordar d\>uro anuo,
e fa or floies; as p-i-oas que a >su pre-
tenderjm dirjtS-sea ra do Rosaiiu s-
Ireita quem vai par n Caimo, ludo di-
reiio no ultimo sobrado i.* andar.
1x9* Compra-se ou troca-se por bum.t
cas* terrea na ra do Pogo unisd-raiiu do
um aniar inda merno com sotad seodo
as iu*s do Rosario Orlas Triosei^rtS
fi-ii( !, a.cas verdes, Cruses, Camboa
d" 1,'armo o i oulra qualquer roa p> rio
do centro de Santo Antonio : quem esl<*
negoi io quiser la-ir procuie m tus das
Plores D. ia do meio da at as 3 horas
e tambem se tinca por urna casa Ierras
ins mrsmas roas mas que teoba quatro
quai tos quintal o cusinha.
VaV* (Jiiam'piecisar d* um PorlugutZ
para tomar canta dea'gum vtinia poi ba-
Unco o qual da G-d-r a sua couducta :
anauncie.
W5#* |l) ahaixo assignado avisa aosSrs.'
pais de de famiba que oontaut a mci-: .
nar Prim^iras Letras Graaiaiica Portu-
guesa v Francesa : em Fra de Foi tas
uade S. Amaro casa D. 3 lado direi-
lo.
Joaqun Jo^e de Santa Anna Barros;
*X9* A pessoa qua annunciou querer
faser cobrancas para ematto : dirija-ae a
tsta Typgrafi-.
V Sur. Jo e Permita da Silva baja
aosuciar a sua moridi para rtgocio i*
stuiotersdte.



* V
*--------r- -

i-
I4IIO fl 1 1 M Vto)
'I
-
-.
t.
N< ru das ag as-verdes casa ter-
rea de ucdi porte dns janelias que fi-
es do lado da Igceja de N. S. do Tarco ,
precisa-se de uno mulher que saiba fa-
ser o serviqo da urna casa de pouca fa
milia.
f Da-so ura cont de rais a promlo,
quetn os pretender dirija-se a roa do Ro-
xario botica D. io, quo dir quom os d.
t? A pessoa que quisar dar OQ conio
de rais por 5 metes com bypolheca era 5
escravos ou inda mais innunni.
ff/> No dia 18 do crreme foi ter a
casa da nev oa ra da cadeia do recifa
um rooleque que dis chamar-so Luz ,
para que o compraste distado ser es-'
e-raro do Sr. Jo- Camelo Pesaba de Arau-
jo, do engeuho Maturi: avisa-se por
tanto a este Sr. ou a quero suas vetes to-
ser nasla praca quaira hir tomar conta du
dito moleque, pretestando dtade ja o pro-
prietario da dita casa da uo responder
por oada nem mesrao pela aazaacia sa
o sapradito moleque da li fugir.
Sjjp> Roga-se a pessoa que levou da
casa de nave da roa da cadeia do recita os
Diarios da praca do Rio de Janeiro, 09
queira mandar entregar o mais breve que
Iba for possivel.
2 Aluga-se 0 1.0 2. andar do sobra
do da ra da cadeia velha vende-.e 11
eadeirasdu*s bancase um camap am mo
uzo qaem pretender dirija-se a loja do
mesmo.
fJoP* Troca-sa ioo^ioo rs. de moeda
de cobre puncado por 1 "4u'J" 8'u adu-
las : na praca da Independencia n. 39.
/ja Precisa-se do um menino poitu-
guez ou brasileiro para caixsiio de urna
?anda, e que d fiador a sua conducta :
na ra do Riugel D. 4o.
fjr"""* Acbando-se na cadeia do bonito
um escravo ja dealguma ida do cujo ts -
cravo diz ser de um Jos Antonio cojo he
morador no Bairro de S. Antonio nego-
ciante e dono da fonda ; que a se achar
com direito a ee escravo, qaera diri-
gir-se a ra do Queimado I j de Firmi-
aao Jos Rodiigaes Farreir para melhor
o informar.
fjrjjp* A pessoa que qoer comprar urnas
andilbas, dirija-se a soldale no entrar
da trempe lado esquordo casa n. 436.
XfJT Pieci.sa-.se de um pequeo portu-
gus para caixairo de venda inda mes-
ino aampratica : na Boa-vista venda jun-
to & butica de Ignacio Jos do Couto.
Arrenda-ia um sitio em S. Ama-
S. om ohapeo de masaa j com estas letras
no forro J. R. C. qaerendo restituir.
dirija-se a ra da Cruz n. 6.
a/y A pessoa que quiser comprar va-
rio passaros cantadores, todos am boas
guilas, annuncie para asr procurado,
ou dirija-se a ra da Alegra oa quinta ca-
sa lado squerda bindo pelo beco da rus
reina.
jrjjr A pessoa que annaacion precisar
de um caizeiro braailoiro de idade de i4
annos para loja francez, ou do fazendas,
e memo para cobranca pois tem prati-
ca aoouncia a sua morada para ser pro-
curada.
A pessoa que troza do Rio de Ja-
neiro cartas para entregar a Amaro
Gonialves dos Santos, procure na pra-
cinba do Livramento loja de fazendas
t Arrenda-se um sitio na estrada
que rai para S. Auna com da ai casas, urna
de vivenda e outra para negocio, com
bastantes arvores de frutas e baiza para
capim ; quemo pretender dirija-sa a ra
Oireita sobrado I). 1 segundo andar.
jrjB" Oo sitio dos herdeiros do finido
Regadas no dia segunda feira 9 do cor-
rele ai 3 horas da tarde por um negro
vellido de cala de estopa ja routa do jo-#
albo para baizn camisa de algo dio fino,
por cima da calsa, o qual furtou por oro*-
a janela um relogio de patente com
caixa de prata ( sabonete ) lavrada na
b ira em reli-vo do qual heaothor Ribirt
Roscow n. 9ll8, feito em Liverpool o
mismo ralogio hia prazo em urna chave
de uro, e junto a outra chaveniuba de uro
estojo : ofterece-se urna generosa recom-
pensa a pvsioa que apprehender e que o
liver a innadevertida.rnente comprado, e
sendo que qaeira restituir pode dirigir-se
a ra da sauzalla D. i ou annuncie pa-
ra str procurodo.
NAVIOS A CARGA.
P.-ra o Rio de Janeiro
ro ou estrada de Melera Rosarinbo,
e Joio de Barros que tenlia bastante ar-
voredos, e alguma larra da plantacio ,
e casa de vivenda j qaem o ti ver para ar-
rendar, annaucia, ou falla com Silves-
tre Antonia de Laage no sitio no beco do
eipinheiro.
a) Continua -se alugar psetos ou
molequea, na ra de lloitas L). 65 pa-
gando se i2$ooo por raez.
tjrsjp Quem precisar de urna ama pira
casa dirija-ia a ra de Hurtas D. 6j.
"jYJjJr* Qucm litare quiser alugar duas
eacravas qua saibo van ter azeite de car-
ra pato pagando-sa 4 jo rs. por caada e
da-sa meia garrafa para quehns j quom
este negocio Ihe contier, di ija se a ra
do Cotuvalo a fallar com Celestino, e o
raesmoem casa vande o azeite a caada
ajfco e a reta1 lio a a$56o.
*Jt> O Sr. Jos Pereira da Sila haja
de aununt iar a sua motada para negocio
de seu intertsse.
UP* Quem precisar de um caixairo
para loja de faZandas, miudesas, ou mes-
sno venda dirija-se a venda da quina por
datrax de N. S. do Terfo que achar com
quem tratar.
fjfjj** Oa-ae a juros 5oo$ooo rs. sendo
coro boas firmas oa liypothecas : na ra
do Cabug loja D. a, na mesma vende-se
sima banetina aparelhada para G. N.
fjvjjp> Urna mulher forra or captiva,
que quisar cotinhar e engommir em
urna casa de pouca 1 milia dirija-ae o
sobrada de Aatooio A anea coja entrada
fica pelo lado da riba ra.
fJJP* Precia-se de um rapaz brasilei-
ro oa portuguez par trabalbar em aa> fa-
brica de ctixas do tapaos quem estivor
nestss circunstancias, dirija sa ao beco
do calabouce D. i7.
jnj? A pessoa que no dia da Sexta fei-
ra da Pajxfo levou da lacrestia do Carpe
Segu riagera com toda brevi-
dadeo muito veleiro BrigueEscuna Ami-
sade ltimamente forrado e pregado de
cobre, pode anda receber alguma carg
e pissageiros para o que tern ezcelleu-
tes commodos n se garante o melhor tra -
lamento: oa pretendentes, diiijao-se a
ra da cadeia aiiuasem n. 59.
Para Lisboa.
JTJJF* Sahir al 9 deMaio a B Rita Capillo Alexaudre Jos Alves re-
cabe caizas e barricas com a-suca rato ele da
3oo rs. por arroba e sacos a 160 tam
axcellentes commodos para pissageiros ;
quem ue la quiser carrepar ou hir do pas-
xagem fal'e com Jos |A'itomo Gomes
Juoior ou com o dito Capitn.
COMPRAS.
jef)* Urna canoa d'agoa e que leve
ao manos ao pipas : na ra do Livramen-
to D. 18:
WW Urna Cartilha do Abbade Sala,
monde aiada mesma sendo osada : 00
atierro da Boa-vista D. i4>
VENDAS.
= Dois bois mantos do carrosa em
Bebiribe debaixo no sitio pertenoeoteao
Si. M >jor Job CarlosTaizoira.
- Dois escravos de boa figura e ca-
noeiro : no pateo de S. Cruz obrado da
dois andares, que fica defronte da torre
dalgraji.
IQP* Um negra de nielo angieo e
ofilcial de tanoeiro compra na ra, co*
zmha o diario de urna caa muito Gol, e
de idade de ai : no porto das canoas em
casa de Joa Faireita Bistoda Silva.
t^ Umaescrara de obqo babel pa-
ra qualquer serrico de ama ossa : na roa
do Padre Flarianna venda da quina quo
Tira para a roa dosassoguiobos.
tjqp> TJma casa nova na Cidade de O
linda Pauso Castiliano n. Ja, con quintal
grande, praco commodo i a iejar toa
ru di Croz u, u
ayap Tjoja legoa do trra em coadro
no lugar serra do carrapato pouoo distan-
te da Villa do Limoairo muito boa de
plaotacoaipor ser mui frtil da aguara
tratar as 5 ponas venda D. 17 na quina
do beco do marisco a fallar com o seu proi
priatario Jos Maria de Amorin Jnior.
sjSa>> Um negro com officiode serrador:
na ra nova loja de ferragom D' lo.
ajrajr Urna cabra bixo mui boa deleite:
no pateo de S. Jos casa O. 7.
sjrcjp Pila ra do Qaeimado loja D. 7
vende-se maias de lindo, ourtas para be-
meui
a/JB" Urna porcio de estrame de gado *
na ra de Domiogos Pires D. 5.
a/y Um escraro para fora da provin-
cia d bonita figura e de idade de ao an-
uos : ao pateo da S. Pedro no primeiro
andtr do sobrado D. 26, defroote do
consistorio.
arjr Um bilbar novo com todos os per
tences e por preco commodo e tam-
bera se vendo a praso ; em Olinda a fal-
lar com o dono na ra Jdo Passo Casti-
liano por detras da Guarda.
ajrjr 36caadas de mal de enpenho :
na loja D. a4 defionledo oitio do L;rra-
manto.
Urna casa de pedra e cal de um an-
dar lojase quintal, sita na Cidade de O-
linda, ra de S. Bento n. 45 edifio8,
em z05 prop ios, livree desembarassada
.viratar na ra da Cruz n. 22, casa de
Antonio Joa de Amorim.
jrjjjf Hi-toria galante do Joven Cecili-
ano, o Diabo coizo : oa ra do Livr*
manto loja da loueaD. 3.
ajrjm* Um vestido de montara de Se-
nhora de duraque verde obra muito bem
faita e quaze) nova : na ra do Livra-
mento sobrado de um andar D. lo.
ejrjja Urna mulata que sabe engom-
mar, e tratir do ser vico de ama casa,
quem a quizer comprar dirija-se ao en-
trar do atierro da Boa-vista a esquerda o
terceiro andar<
#> Urna porcio decoelhos brancos :
na rii> nova D. 5 confronte ao Caldeireiro.
tjrjJJ** Qaem quizer comprar 36 cana-
das de mol de Bogenbo dirija-se a loja D.
a4 de fronte do oito do Livrsmento.
a/ja* Um ralogio de ouro de repiticfo ,
e bom regulador por prego commodo :
insta Typografia.
ajry Fariuha de mandioca muito supe-
rior em saccas vinda do Rio de Janeiro
prximamente por praco commodo : na
ra da casimba n. 109 oa na ra do Viga-
rio n. 18.
WW O Eogenbo canavieira moente
e crrante, muito bom de cana, e mais
agriculturas pertencentes ao mesmo eoge-
nbo tem este raizeide cana 3o anuos nio
ha vendo aerea que des ti ua por ser jun-
to ao rio de serig tem 8 casas e he
bam cercado, tem bous eamiahos pare o
trapiche de Goianna fica distante de
N-izareth 3 legoas: a tratar na rui da ca-
deia velha passando o heco largo ua loja
de cambio que ah so dir quem o rende
ESCRAVOS FGIDOS.
jta*" Fugio ou fartarfo da casa de bii -
xo de Hoapital da ordem tercena de S.
Francisco, que fas frente para a ra de
S. Francisco e quina da roa do Muod >
oovo no dia 13 do correte um mulatmho
da idade de 7 para 8 anuos rheio do
corpo com r Iguana* faitea do dentos da
frente por os Oitar mudando, olb>s gran-
des o dado medio da mi direila com um
pequeo do foilo na ultima erticalacfo ,
peruas am pouco tortas pricipalmonte a
direita : qnalquer pessoa que o acbar e o
levar a seu Senbor ni casa a cima mencio-
nada ser bem recompensado omula-
tinho chama- se Severo e sabio da easa
do seu Sanhor n.
#3" No dia 18 do correte fugio urna
escrava de obqo rebollo por oorae Joa-
quina a qual representa ter 5o annos,
levou vestido de obila azul, tem o breca
direito cortado e far te Iba am dente na
frente o muito prosilla: os apprehea-
dedores a poderlo lavar atrs de Corpo
S'nto D. 67 que serlo bam recompensa-
do!.
averna Em 1818 fugio di provincia do
Maraahfo um negro por cama Antonio ,
que dizia ser filbo desta provincia alfa-
iate, ecooheiro, idada a assa lempo
mais da 3o annos, estatura ordinaria,
pouco retinto era seco do corpo, cbe-
lo rallo e quando fugio perteocia ao ca-
sal de O. Thereza Maria Rooba Galvlo :
em i8a9 fugio da mesma provincia do
Maranbio ootro negro por noma Antonio^
naci casange, porm parece erioullo do
Sertl o pelo sulaque da falta, bastante U,
dio, retinto, corpoleoto bastante es-
padaudo corpo lizo, pernas am pouca
arqaiadas barrigas das pernas finas p
sseco i egrande denles alvos, bastante
barbas cabefa pequen* cabello bastan-
te e muito agarrado ao casco e de 4o .<.
nos da idade foi comprado em 1826 a
LuizThom Rodrigues, rindo do dar,
e depois mudou-se para a Granja d' on-
de por questSes judiciaas se aozentoa it
para esta provincia sabe com certeza ,
quo o negro fugio para o poder desta Ro-
drigues e quando se retirou o trou-
se emaua eompaobia; em Setembre do
anno passado, fugio tarobem da dita pro-
vincia do Maranhio um multtopor 00.
me Jacinto bastante secco do corpo,
cara liza, feiofies miudas idade i3 an-
nos cabello trocido e rallo, minio
vivo, edesioqueto, porem a toleimad
orelhas o ps grandes, tem umaquei-
madura de baixo da barba e urna sica.
tris em um dos joelhos : be Gibo da dita
provincia do Maranbio e tena a may vi-
va em Alcntara ; os escravos menciona-
dos sao parteuqantes a Jos Maria Faria de
Mattos, o conta acbarern-ee nesta provin-
cia : quem os apprehender os podei en-
tragai a Jos Maria da Crin e a Joaqun
Pere>"ra Penna, que se acha authon.ados
para os podar raceber e gratificar.
a/y Joio negro mariohoiro de na-
ci mucambiqae idade 3o annos pouco
mais ou menos, eiUtura regular, cor
fulla i com ama sseratris em um dos lados
do rosto tem falta de um dente ua fren-
te fugio em 17 do correute do Brigue
Amparo levando camisa e cala de brin-
de relia este negro foi escravo de Jos
Luiz Paredes*: os apprabeodedores levem*
no em casa da Santos Braga ra da Ma-
dre deDeoa n. i4>>
ajrjj** No dia 18 de Abril dezspareceur
um escravo naci congo por nome Joa-
quina levou vestido camisa e seroula de
elgudlo, estatura proporcionada gros-
so do corpo cara a msasada tem no re-
geito de orna perna u catris, brn ristrel: roga-se a qualquer
aathoridade policial e mais pessoas que o
pagar dirija se airas dea Martirios casa
ue portas verdes que ser gratificado.
8K> -Em a5 do mas de Norambro do
anno pissado fugio um negro de idada
de 18annos, de nomo Francisco offici-
al de sapateiro que foi 00mprado ao Se-?
nhor Jlo Ribeiro do Coito que se ca/.ou
com a Senhora O. Roza que mora no at-
ierro doa A IFogados cujo escravo tem os
signaes seguiotes de boa estatura, cor
maia falla eco do corpo, cara compri-
da naris 'grande tem a huudaaempi-
nada os ps a ptpagalbados: quem o
trooer dirija-se a ra de Hartas sobrado
D' 33 seu Sanhor ,he Francisco Jor Uuar*
te que ter do seu trabalho 5o$ 100 ni
VsJ** Fogio no dia a5 do mes passsdo '
do sitio de Carlos Saundres no Mondega
um preto com os signaes seguiotes Joio
altura regular magro; idade 4 anuos
paramis, naci mur .imbique tem no
rosto urnas marcas de ferro, entra ellas
urna bastante granda na testa de fer-
radura de cirallo: os apprebendedo-
res qasirio dirijir-sa no mesmo sitio
a cima oa na roa da Cadeia do Re-
cifeeacaia de M. Calmont, que serio
generosamente recompensados.
sjrjjjf" Roga-ae aos Srs. Snb -Prasito
desta maia Comarcas ; a Authoridsdss
Policiaes a pessoas particulares, que sou-
berem ou virem urna negra da Costa ,
de nome Catharina ja ideta alta al-
gara tanto secca e fula quando anda
deita os paitos para diante, quebrada d'am
bes as veril has costuma intitular-so por
farra ; supa se estar acoitada, oo vendi-
da t a manda prender, elevar sen Sr.
na Boa-vista raja do Aragf D. 37 u
saliifar teda a despesa.


Full Text
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