Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03410


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Full Text
%
ANNO DE 1838.' QlNf A'FEIU
12 DE ABRIL. N. 83.
.......*.....i
ees


PERN. ** TYP. di M. F. n* FARIA. 1838.
1
DAS DA SEMANA-
*9 9ernda S. Demetrio B. Audiencia do Jnis do
crime de tarfle scs. da T. 1. La che.a as 11 h.'
e 47 min. da tarde .
10 Terca S. Esequicl prof- Re. de m. e aud. do
J. dos Orf- de tarde.
11 Uuarts de Trevas s- Leo I papa (nao ha
despachos
13 (tunta de Knduencas f do meio dia ate aparecer
Aliluia S. Vctor.
ISSmtada Paixao .* Heraenelgido proc. a noite
do Enterro em varias igr. ,
14 Sbado de Alinlui*. S. Tiburcio.
15 Domingo de Pascoa s. Basilissa.
Mare'cbeiii pura odia I de Abril *
as 8 hora e 6 m. da m. > 8 h- 30 m. da tard. .
Tildo agora depende de nos mesmos da nossa
prudencia, moderacao, e energa continuemos
como principiamos, e seremos apootados com admi.
acuo erutre as Naq oes mais cutas.
:.
Proclauaco d'Assemblca Geral do Brasil. ,
SuWreve-s a 1,000 reismenc,aes pagos adiantadog
nesta-TipbgraH, rita das Cnises i>. 8, e na Prac.i
da independencia I). 37 e 38. onde se recebem cr
respondrtelas legalizadas, e annuncigs i inserlodo-se,
estes gratis sendo tfos proprios assignants, e Vindo
assiguados.
l ---------------------- i i' II
' CAMBIOS.
Abril 11.
LiOndrei.il I|2a39 Ds- 9t. pot 1000 ced nominal
Lisboa 65 pormo premio, por meta!, Non.
Franca 310 a 495 It". por franco
Rio de Jan. 6 p. c- de desc.
Moedas de 6.400 13,800 as velhas, oorai 13,400
4.000 T-400 T.500
Peso Colunares :.:>!)() a 1600
ditto Mexicanos '.,590
Patacdes Brasileiros ,590 a 1600
Premio das letira, por mea i i|i por <
Cobre a par da sedulai
PARTIDA DOS CORRIIOI.
Olinda-Todos o din ao sano di*.
Guian., Albaodra, Paraiba, Pilla do Coa.,, *J,.
matguap*, Pilar, Real deS. Joio, firejo rea
Ranilla. Pomhal, Nova de Soasa, Cidade do Natal
Villas de Qoianniuha, Nova da Priaveta, Cidada
la Fortaleza, Filias do Aquirs, Moot* mor noto
Aracat Cascarel, Caniud, Granja, Imperalria-
Bernardo, 8. Joio do Principe, Sobra], Nora da
KlKey, Ico, 8. Matbens, Reaehodosangue, 8
Antonio do Jardim, Quexeramohim. Parnahiba
Segundas e Sextas eiras ao meio da por "
Paraiba. Santo antaoTodas as quintas feiras a*
meloda. Oaranbnus, Bonito-nus oas 10 e 34
Je cada mes ao meio <*i*. Flores-no dia ti i*
cada mea *<> meio da- Cabo.Seriahaem, Rio *ot'
moto, e Porto Caito- ao* dia* I. II, 31 de cada
mea. _______^_^__
PARTE OFFiClL.
PERNAMRUCO.
-ASSEMBLEA LEGISLATIVA PRO-
V1NCIAL.
Acia da 0.7. SessaS ordioaria da Assem-
blea Piovincial de Pernamboo aos 9
da Abril de i83B.
Presidencia do Sr. Maciel Monteiro.
Feita a chamada _, achario-se presen-
tes 20 Sara. Deputados, hilando com pr-
tecipaco oa Sra. Pedro Cavalcanti, Peo
soa de Mello, Viaira de Mello. Reg
Moni airo. Carvalh Mandones, Rafael,
Mello Cavalcanti, Mundo Ros, (Joe-
Iho Cintra INeves Manoal Fianoisco,
Coelho da Silv.
O Senbor Presidente declarou ber-
ta a Sea>io a lid* a Acta da antecedente,
foi approvada.
O Sr. 1." Secretario, dando pouta do
expedienta menciono!! d'ous ofncio dos
Seiiuores Deputados Vieira de Moli, 0
Reg Monteiro em que davfo parte a As-
(emola que nio continuavao por terem
de embarcar para a Corta do Rio : ficoa
ialeiiwda,
Outro do Secretario do Gorarno ecom-
paubado dos ollicioj dos Preieios da San-
to Auta, Limoeiro, Rio Formoso, Bo-
nito, Brejo, e Reoife, declamando, qae
quantias >a poderia5 despender coro o
aubtanto dos presos pobres, condcelo
destes ; fot a CoinmitsaO de desposas Pro-
viuciaes.
Hum raqaerimento da Irmandade de
Rosario da Matria da Muiib.ci padindo
coatiiuug' do eu comproroisso j a com-
"misad e Negocios Ecclekiitticos.
Outro de Joad Baptnta de Carvalbo of.
ficial de Justica pedindo ordenado 5 a
commissid de ordenado.
Viudo a mesa os Diplomas dos Snrs.
Deputados Suplentes Doutor Jos Thomiz
ISabuco de Ataojo e Antonio Alonso
1'11 tira ; ora6 a CommissaS, qae osa-
citando legues, foraS os mesmos Snrs.
Deputados intreduridos comas foimalida-
dea do costume e prestando juramento,
tomira asiento.
Leo se outro requerimento dos Snrs.
Cernen o Le. 5, e Paula Cavalcanti, Mem-
broada Comissao de Contas, orcameo-
1o das Cs ruaras Muuicipas pm pedir-se
por intermedio do Eim. Seuhor Prn-
dente da Piovincia a Cmara Municipal
ueota cidade, e a de Olinda a explicaco
dos quesitosseguintes;
1. Quinto produz anualmente cada
biXm os ramos da hu Rcete traieudo
notada a le postura, oa auctorisacio
para arrecidacfo dos mesmos ramos.
a. Quaoto existe em divida activa em
cada hum dos ramos 5 a que anno per-
la nes, e a razio porque se nio tam feito
effectiva a arieoadaco^ e quaoto existe
em coffre.
3. Que despesas ordinarias fax no an-
no liuuneeiio e quaes ai extraordinarias,
que tam da fuer, especificando separada-
mente os objectos de cada huma dai des-
pesas.
4. Finalmente o numero doa seus era-
pregados, o ordenado que cada hum des-
tes peroabe, que lei oscreou, e ibes deo
os mesmos ordenados : foi approvado.
. Passou-se a primeira parte da onlem do
dia. Leu se o projecto apreseatado pela
Commisso da Legisla^ioAssembleaLe-
gislativa Provincial losolve. Artigo r.
A contadoria e Tliesouraria Provinci-
al creada pela Lei de to de Junho de i836
fica ellevada a Tbesouraria das Rendas
Prpvinciaes.
Artigo 3. A Thesoararia das Rendas
Provinoiaes tara' alem dos empregados
ja existentes mais hum Inspector, e hum
Procurador Fiscal, que lerao as altribui-
gSes marcadas na lei de4deOutubro de
1831 no que Ihe for a plica val.
A-itigo 3. O Inspector tera' o ordena-
do de i:4oo$ooo, e o Procurador Fiscal
l:ooc$.
Artigo 4. A L.pgislscio Geral da Fasen-
da em vigor regulara a adrainistnco e
arrecadaco das Rendas Ptovinciaes na.
quilo em que no tenhiS disposto o
contrario as Leis Proviaciaei.
Artigo Os Feitoi, e ExscucSes di
Fisenda Provincial teji quaes forein as
quautiaa poique procedi fio<5 lora da
competencia dos Junes de Pag.
Artigo 6. A divida activa Provincial a-
t ultimo de Juubo de i836 podera' ser
reufuzida a presticio na cout'oimdade dos
Arligos a. e 3. da Carta de Lei de 13 de
Novembrqde 1827.
Aitigo7. Ficio revogidaa todas as dis-
poMces em contrario.
Paco da Assemhlea Legislativa Provin-
cial de Pernambuco 9de Abril de i838.
Outro ipiesentido pelo Sor. Siqueira
Cavalcanti Assemblaa Legislativa de
Perntmbuo resolver
Artigo nico. Fioa creada na Comir-
ca doRoiile huma terceira Vara do cri-
me, providenriindo o Goveroo sobre o
Fscriva5 respectivo. Ficio revogadas as
Dipo.ifei em contririo.
Paso da Asamblea Legislativa da Per-
nambucoao. 'J de Abril de i838. Siquei-
ra Cavalcanti,
I. Leu-se a Redaccio da Lei da Fort Po-
licial quo f^ pprovada pira aiBc a |
Sanecio.
Outra da Lei que fas algimi alteraciS
na Lei da 14 de Abril de i836 na parta
Judicial a ; teve o tuaamo destino. O Sr.
Mello mandn a mesa o seguate reque-
rimento Requeiro que se decida, se ha
absurdo, ou mconherencia em o dis-
posto na ConstiluicaS nos artigos 10, e
11 desta Projecto de redaccio. e sendo
apoiada, nao fui approvado. O metmo
Sur. Mello fez a seguiute deelarago
Decidi que votei contra redaefio dos
artigos 10, a l do Projecto.
Passou-se a segunda parte da ordem do
dia com a aegunda discussio do Projecto
da Lei do Orcamento e auscitando-se a
dovida; se deveris entrar logo em a. ,
ou soffier a primeira decidio-se na forma
do regiment interno e continuando a
discussad o Sor. Peixoto deBrito man-
dou a Mesa o requerimeuto leguiate que
foi apoiado e approvado-Fique adJisdo
o artigo 1. at coocluir-se a discusi6 de
toda a dispesa. O Artigo a. fisou addii-
do pela hora com o requerimeoto do Sor.
Mello Adiara seja redusids a 4v9'00-
O mesmo Senbor Mello fez a deolaraca5
seguiole Declaro que votei que a lei do
orcamaoto deve ter primeira discussa5.
O Sor. Presidente deu para ordem do
dia Pareceres de Comissei e leitura
de Projectos ; continuacio di a. dis-
russo do numero 17,.de te auno a. "
do numero l4, 4, e 9 lamhem deste au-
no e do numero 3") de i836 ; Postu-
ras da Cmara do Recife na parte addia-
di, e levantou-se a Sessio as duss horas
da tarde.
Thomaz Antonio Maciel Monteiro.
Presidente.
J016 Evangelista Leal Periquito.
1. Secictarioi
Tiburtiuo Pinto de Almaida.
2. Secretario.
EXPEDIENTE DA ASSEMBLEA.
IHm. SenhorAssembea Legislativa
Proviucial tem deliberado anviir ao
Esra. Sur. Presidenta da Provincia umi
D'putiead a quil deve a presentir as Leis
para serem sincciooadss; oquecommu*
nioo V. S. para levar o coohacimento
do mearno Ezm. Sir. a fim de designar
o dia, hora, e lugar onde deve seneco-
bida a dita Deput>ci.
Deo- Guarde a V. S. Secretaria da As
i'rabla Legislativa Provincial deParnam-
buoo 10 da Abril de i838. Illm. Snr.
Jernimo Martiniano Figueira de Mello ,
Secretario d Provincia. -- Joio Evan-
gelista Leal Pi quito, i Secretario.
lativa Provincial 1 esolvido, qne fossem
chamados com urgencia mais dous Mem-
bros Suplentes para completar o numero,
manda paitccipar a V. S. a referida reV
soluca, para levar ao conbicimeato do
Ezm. Snr. Presidente da Provincia, afim
d expedir n Uecessana ordem a Cmara,
Municipil desta Cidade.
Dos Guarde a V. S. Secretaria da Af
sembl* Legislativa Provincial da PernaaH
buco 10 de Abril de i838. _lllm Sur,
Jernimo Martiniano Figueira de Mello,
Secretario da Provincia. Jofo Evan^
i/elista Leai Piriuuito I." Secretario.
IlIm.Snr. A Assemblsa Legislativa
Provincial tendo approvado o requeri-
mentos da Commissao de contas e orca-
mentos das Cmaras Municipaes resolveu
que se padisse por intermedio rio Exm.
Snr. Presdante da Provincia, as Cmaras
ulunicipaes desti Cidade, e de Olinda
a explicicaS des seguales quesito 1.
Quinto prodoz annoatmeote cada uizt
durimos da sus receita trasendo no-
tada a Lar, Posturf, ou uctorisaco pa-
ra a arrecadaca dos mesmos ramos ; a.'
Ouanio existe em divida activa em cada
um dos ramos, a quo anuo pe tenca, a
risi porque se ru tem feito effectiva
a irreca IdC', e quMito existe em co-
fre ; 3. Que despesi ordinaria faz no anno'
lii,Micelio, e quaes as extraordinarias, quo
tem de fa-er, especificando sepsradmen-
te es objecin de cada huma'das deppe-
iai ; 4. tiuilmente o numero de seus
Empregsdos, o ordenado que cada hum
delle percebe, que Lei os creou e Ibas dea
os mesmos Ordenados.
Su ti sa pois V. 3. levar a o conhci-
meoto do Exm. Sr. Presidente da Provin-
cia^ a referida esoluci a fim de espe-
dir as convenientes ordens a respeito-
Daus Guarde a Y. S. Secretarla da As-
samblea .Legislativa Provincial de Pernam-.
buco 10 de Abril de i838. Illm. Snr.'
Jernimo Martiniano Figueira de Mello-
Secretario da Piovincia.'Jlo Evan-
gelista Leal Piriquito, i. Secretaria.
sr
DIVERSAS REPART1COINS.
THEZOURARIA DA PROVINCIA.
EDITAL.
O Illm. Snr. Iaspretor da Tlieioofar ia
da Fasandamanda f<-ser publico que as
arrematacoens das Rtndas Pioviotiats an-
nun iadas pieos Diarios do mes de Favo*
reiro e Msrc Pro*'010 fiodo para oe di-
as ni 11 o corralo mes fora w ana-'
feridas pira OS llilS 28 a) 3o 4o OUSJBjD
meia
m


"T
BUHO ii pisHamb-co
T
..'-'
i
*
As pessoas quete proaosersm a llaa
eotnparecad na Salla das Sessoens da raea-
ma Thesooraria noi das indicados ma*
nido* de hedoridneos.
Contadoria e Thesouraria Provincial
de Pernambuoo 11 le Abiil de i838.
O Contador.
Joa Baplista Pereira Loba J unin
MEZA DAS DIVERSAS PENDAS;
A pauta ha a magma do a. 78.
OBRAS PUBLICAS.
Pela Inspecca das Obras Panucas tem
de ser an amatados alguna trbslhos q'
be mister faaar na estrada de Giqnia' para nagas as
completar a sua conitrucea, es quass es- % que n
1. Os Li- riis d >
lio aralidaa 10 reia 4:7"J^790'
citantes ga6 convidados a comparecar nos
das 19 i e a3 do corrale em que
tara' lugar a arremataos* o na casa da los
pecflo a onda podero Ter o orcameoto
em lodos oa das uteis as horas do exce-
diente.
Iosaeccfo das Obras Publicas 4 d'A-
bril de 1838.
Morses Ancers.
Pela Iaspecca das Obras Publicas tem
da sar arrematado o acabamento da por-
ca6 da ora estrada de Pao d'Alho das-
de o largo da Magdalena at atraveesa
para a passsgem do Cordairo a reliado
em Rs. 4.978^7a5. Os Licitantes sa6
coofidadoa a cparecerem nos dina 26, a8
3o do crreme em que ter lugar a arre-
mata ta5 na Casa da Inspeecad a onda
est palete o Ornamento todas os das li-
tis aa hoias do expediente.
latpeccad das Obras Publicas 11 d'A-
brildei838.
Moraes Ancora.
Pela Admioiatraca Fiscal daa Obras
Publicas se hade comprar em hasta pu-
blica es madeiras seguales ; 7 madres de
32 ei4 polegada em quadro ao nhag
de 45 en polegadas em quadro, i5va-
ras de i% a 9 polegadas em quadro ao
eateiocda 36 ay por 8 do grosso, I71 es-
tTas de 32 com a mesma grossura: sa
pessoas que quiserem Tender dita madaira
podem comparecer na Sata da aobredita
Admiostraca Fiscal nos dias 18, |Q, e
ao do or ante mes ao meio dia para tra-
taramdoseo ajaste, e ne.ta masaia ocoa-
zitfl se declarar aa qualidades.
Amaro Francisco de Moura.
Administrador Fiscal.
beca, por enppol-o desertor de Marinha.
N6 consta que baja oceurrido mais
oovidade.
Dos Guarde a V. Ere. Prefeitura da
Comarca do Recifa iO de Abril de
i838. #c.
O lllm. Senhor Prafeito dests Comar-
ca manda Tasar publico qiieellese acba
encarregado por S. Es. o Sr. Presdante
da Provincia de faser Tender ao pvo
a4u sacas cerr. fir.hs de ras'r:d:ocs ,
mandadas Tir do Rio da Janeiro pelo mes-
mo Exm. Sm. e por cunta da Fasenda
Publica para abastecer o mercado, e che-
gadas abordo dos Bergantina Olinda e
Lirooia; e q', continua a Teoda|de cinco-
anta sicas de foraha por dia a rasa 5 da
3$joo reia o alqueire medida nova;
preco porque ficon depois de pagas s
agas as desposas de fieles e carretas ,
ry5 se vender'a cada portador
que maio alqueire por cada vez,
prefferindo se as pessoas poores e ind
gentes.
Reeifa O da Abril do i838.
Francisco de Barros Falcad Cavslcaule
d'Albuqui rque Secretario.
PREFEITURA.
Parta do dia iO de Abril de (838.
ICIsa. a Exm. Snr. FeraS presos bou-
tem a miaba ordena e tiverap destino :
Joaquim de Paira branco merujo,
da Escuna Victoria pelo respectivo Com-
mandante a requisito do Promotor Pu-
blico por estar pronunciados pii-a, e
livramento j Mtncel Tararea marojo
do Brigue Constancia, a Jos Maris da
Escuna Victoria tambera braacos pela
1. patrulba de Fora de Portas este por
Ibe ter sido apprehendido um caivete
com poota e aquello urna faca da masa
tamben com poota; Luia, preto forro
por outra 1. patrulba do Corpo Santo ,
por ter Cortado una pies a urna prata ;
Antonio Francisco, lambem preto pela
mesma patrulba por suspeta de ser elle
q' costuma a Cuitar astuc. das ca xas no lu-
gar da Liogoeta; Paulo, preto, eacraro de
Jos Alexandra d'Araujo > Lua Janua-
rio, pardo, palo Sa'-Prafeito de Santo
Antonio esta por ter entrado em casa
de urna preta eespancando-a estando ar-
mado de urna faca com pauta e aquel-
lea requisieaS desea Senhor, por de-
sobediencia ; Elias Monge Geraldo tam
bem pardo pelo Sub Prafeito da Boa.
vista, por estar insultando a um tsber-
neiro, e ter resistido a patrulba a que
foi entregue ; Domingos Leandro, tam
bem pardo pelo Sub-Prefeto de Muri-
RIO DE JANEIRO.
Illm. e Fxm. Sr. Eseminamos a
Nota falsa de 50$ reia do doto padraS ,
conforme a deUrminacaS de V. Exc. ;
sigeos* dlffrencas encontramos as
quaes em forca de vaidada nad podem
salvar o Publico da ser Iludido j sa5 el
las as aeguintes ;
O 5 da quantia 5o que se
acba do ceotro da Nota na rerdadeira
une quasi ao emblema e oa falsa sepa-
rase nui., a deixa um espapo eo branco
multo rneior ; ns falsa a liaba superi-
or do 5 be nmito mais curra do que
na rerdadeira; a quantia 5o que
se acba uoa quslro cantoa, na tal-
an he incis pequea do que na rerdadei-
ra, aonssombiado p ato dente* algalia-
mos na rerdadeira be muitu nuior do
que na falsa o que faz huma d i fiaren-
e baatanta notarel. A tarja margem
onde se l a quantia C ncoenia mil res
em letra bordada na rerdadeira he
maior do que na falsa e tanto que so-
bre posta urna outra se conhece o
quinto na falsa esta legenda se acha c-
primida. Na rerdadeira as duascstiel-
las brancas que esiaS na.extremidade di-
leita descancsS inteirameute sob>e o
oirculo, e oa falsa nao; ellas esta5 des-
tacadas. Eug.uioii-se .o Jornal do Cora-
merco* em diser que o campo era ungi-
do cora riscos, e ru 1 iabao a repeliese
das patarras cncoenta mil res tem e
ts5 claro e perceptiral ou mais do que
a verdedeira. Tem tambem marca a'a-
gua 00 papel, p*to que se aoba moito
apagada.
A nica diCToreaca bastante salanle e
que mais pode cLegar ao conhecimen
to do Poro he a cor do papel, a sua
quulidade ; ha muito mais trigueiro do
que o papel das vordadeiras, a antiido
na sua manufactura maior quautidade de
algode tornou-o nuis ma< o.
Se nos fosse permittido o emittir a nos-
sa humilde opimafi diiiamos que a pro-
videncia mais segara, seria e faser rtco-
Ihtrrja toda a ciaste de 5# reis, em-
bora ucease por um poucoaustadoo troco
das Notas de oj^ooo res para
cima as quaes gosa5 de couceilo ainda .
no gira do Commercio,|e agora de certo
goaara da mais do que mesmo as do
novo padreo.
11' quanto podemos informar a V. Ei.
que mandara' o que for justo-
Dos Guarde a V. Ex, Rio de Janeiro
7 de Faverero de i838. I ides Huno-
rio da Silva dos Santos Pereira. Pealo
dos Santos Ferreira Suato. Msnoel R0-
diigaee de Almeida. Francisco da Pau-
la Vieira daAsersdo. Lua Affunso d
Moraes Torna.
( De um Imprcsso ns Typ. Nacional. "
DIARIO DE PEUNAMBCO.
O tesieuiunho dos Filsofos hs a tois
gloriosa apotheosis da Religilo Christan.
O author doipirjtodss Leis di.se aseo
respeito que o Erangallio foi o mais bel-
lo presente que Daos tez eos bjmens; R.oa<
esa confesse do Ersogelho que ella tam
hum carcter de Vardade grande, cridan-
te iimitarel l Que lesna Christo nsS
pode ser meramentt- Uomera, e que a sua
vida e a sua mor te sao de hum Dos
Arista de taes tegteraur>hos .-o verifica
o que est escripto : Qae os Impos
!ori6esr!5 o S**nhor. Examineittos
pois a Doutriria do Legislador Divino.
.. JEZS CHRISTO
O BIODELLO DOS LEGISLADORES.
,, Os argnmeatos dos filsofos assim
como os discursos do* rhetoricos ns5 sa6
mais (jue letras' oi tas ao mesmo lempo
que a doutriu* de J. C. imprime lium oa-
racter que regenera a alma oque torna
hum bomein novo. He o roelltor freio
para reprimir as p.txes o melhor agen,
te para nos separar de n* meamos ele-
tsndc ao Ceo o que se acba em dos de
immoital.
OChriitfo chsio das mximas do Eran-
gelbo he o nico no meio doUnirerso,
que pode aiser com verdade, que eua
aliencia ha a da salracad que suas ac-
ames sao meritorias ; que seos desejos sa
Qocrn eternidade, o nico que conver-
sa com Dos, o nico quecom Ella se po-
de commouicar pela mediacio de J. C.
sem a qual todo n commercio entre o
Ci-o e a trra be abtolulameute interrom-
pido.
E o que n > adurirou menos na doutri-
ns do Homem Dos, foi que posto ema-
ne da santidade elU he doce e compodeci-
da para com os peccadores : examioemo
la pelo raiudo.
L-se desde o principio da Evangelho
que J. C. cheio de docure declara qua
qualquer que *e encolerisar con ti a sau ir-
mi maiecer ser condarnnado por st-n-
teuca ; que te dere ru tuoenta amar os
inimigoa mas fazerlhes bem ; que se
ru dereju'gar alguam para n<5 ser jul
gado; que se nos pedeiu o nosso vestido
daremos dar a no-sa capa.
Jezus Christo di em oatr parte be a
misericordia que eu ame e nad o sacrifi-
cio porque ea nao riin chamar os jus-
tos mas sim os peccadoaes. Nao facaos
aos bomens diz Elle se nao o que que-
ris que elle ros facad ; de gratuitamen-
te o que tendea recebido gratuitamente.
Se se quer formar urna justa idea das
mximas erangelicas e conliecer al que
ponto ellas sa6 doces e tolerantes, -basta
con ellas como ellas se nos offe ecun.
O filbo do bomein ve>o salrar o que es-
lava perdido. Aquelle que ri-rom tra-
balbar as onaa horaa do dia rerebeiio tan-
to cumo aqualles que rierad primeira ;
nao he bastante pardoar at sete ree^s ,
be preciso (ase-lo al aeteuta retes sete ,
isto he de boma snerieira illiroitsda ; o
jugo do Seahor he suave ligeiro; tofos
aquellos que esli oppriraidos pela peso
dos saus males oi> de seus p> ccsiIoh sao
convidados por J. C. mesmo e El>e os
alliriai. Ele declara s re-US Discpulos
que os aoria como ovetlus entre os lobos ,
Elle Ihes ordene quo sacudan a pueira de
seas ps sem murmuiscdes, que dei-
Xsm as cidades aonde os naqaizerem re-
cebar. Elle Ihes 1 tcoinmenila que uno
apaguen a macha que anda fumega, e
que ua5acabem da partir o carneo j que-
brado. Humas rezes Eilaoonta a p-rabo-
la do filbo prodigo pera inducir os bo-
mens a perdoar outra coodumiia y
dwredor infiel que deitava a mso ao pes-
coco de hum 1 redor para se fazer psgti.
Elle nao quer que e repreh.-m'.a publica-
mente aquella (up s peccou huma r-t :
Elle diz que barer mais alegra 110 Ceo
pO< hum peccador que se couverie do
que por oiletita e nove justos que aso
p racial o de penitencia : junta a hum pas-
tor biudo buscar a orelba desganara, a
traseodo-a sobre saus hombros. Ainiun
ca se por doce e humilde de curava.
Perdoar, amar o aeu prximo, feaer
bata, suppuitar os defeitoa de oatrem ,
n'5 julgsr uinguem, sucaorier os pobres,
visitar os prezos, retribuir o mal como
bem, orar por aquellos oue nos perse-
guem, a q'noa calamoio, estimar ou-
tros couter-se a si mesmo por nada ,
tiabslhar sem cesssr olhaodo-so por hum
serr intil, aborrecer a menor mentira,'*^
servir-se das cousas da vida sem a ellas
ter algum apago, presarrar sa da cor-
rupto doseculo, vivec na esperance dos
bens futuros, conservar a paz com todo
o mundo, evitar o escndalo como o ma.
ordos males; tal he o resumo do E van-
galbo, a certmente se na5 achara tiestas
mximas oem ete zelo amargo nem esta
intolerancia que o fanatismo quereriaS
honrar, e que a incredulidad iqjuiU-
inetiie exproba (mas em vio) ao Christia-
IISIII o !
N' se deveerer que a caridade lison-
geie sempre ella tem seus agubdas di
S. Jernimo, mas sio embotados de ma-
neira qne corrigem em lugar deiriit que o sigtial que daixa annuncia menos
huma le ida que hum balsamo consola-
dor.
Hesegundo esta divina moral que a
dos pagios nsda tem que se Ibe posas
comparar, qua o rerdadeiro Christio ae
toruou nterioi mente homem de bem co-
mo o paresia pelo exterior -, qu.- os im-
pos usnaos tem sido abrigados a contes-
tar ainda combateado os dogmas da R giio que sua moral era divina ; que se
trn viste nos campos mais luz as cida-
dea mais unio, sobre os throuo* nuis lm-
(uauidade; que as guerras tem sido men<>s
fequsnies, e mais ju.tas ; que aeUmas
de pariticacsS tem praralecido nos g*bi-
netes doa Prncipes que mil boas obras
tem preconieado a resto ea virtud*; qae
os vicies aperar da coi rupen dos seclos
e da lirannia dos bomens poderosos nada
tam perdido de sua d< f grandeza sa tem abatido diento do pobre,
reconhecendo q' ni somos todos i^uaes;
que te tem vistosa boas obras cotisagra-
des em todos os ligares por monumeotos
puhlitos; que a anarqua tem parecido u
cuma dos males ; que o egosmo tem sido '
posto em cena para se Ibe aplicar hunu
nota de infamia ; que em6m os desejos se
tem purificado a*ion como as accoens.
Oh se Escriptotes to inconsiderados
como licenciosos tem ousado desnatura
Usar atn eua lirros os principios da mo-
ral cbnstsn a iudignae5 publica se tem
tornado a sua salrtguarda : se out'OS
tejando entre o j da iocredolidade tem
ousado contestar a diviudade do H^roedo
Evangelboa incoherencia a dspt'avacio
os tam tornado despresireis. ,,
O f-rulismo nso tem inaior nmigo do
que a dourrins da Jetus Christo : a iucre-
dulidade, os impos o terio por seu Ju-
iz! Quetetrivel, que funesto confli-
cto .' Quem se pao hum Daos podrrii
estabalecer huma doutrina toda fundada
iu caridade que assomelba todos os lio
meas qae ella fosse abracada por todas
as Natoes porque he prepria para todoi
os governos qae fosse seguida e segai-
ds sem tergirersSes pelos grandes, pelos
poderosos da trra .' O seguidores do E-
verigelho s se destinguom pela paciencia,
peladocura, pola 1116 excepga de el-
gnein pela espertoca da salvaca pe-
la conoiseraca pira com todos : na5 deve
conheeer o odio nem a prevencio. Ha-
tiens, benigna, omnia eufferl, omoit
sustinet. ,, (irada/ido)
rUsta pois que nos atibamos prevalecer
de tio bsnecos principios; he preciso ua5
abusar, ua desvairar da Vcroedeir.t acuda
do Evangelho condados na bdadr, na ca-
lidad* infinita do seu Fundador ; lemhre
mu-nos que Elle como justo nad pode ser
indiferente prevariceca6 roluntaiia, e
que o devenios ter algum da ( qufo de
prasta este chega !) orno ousso Juiz li-
la d-re ser a primeira de todas a nosa-s
conuideraces : a tete re.peito todas as
bieaaeVas s.>6 delirios. S<-jamos pois rer-
duieiru chiistos.
EXTERIOR.
R< pt eaeut.ica da asoeap5 commarcal
do Porto.
Sfirs. d. puados : A associacaS com-
mercial do furto congregada em assem-
b'-4 gatal ao norn do leb^le que iroou no cougiesso na infausta sesso
ale 16 do crtenle mea eutendeo que to-
dos oa coi pos do estado aa atsocisces pu-
blicas todas as aulboiididee ptr:ona-
s.
-


t!?5
I A I llFIINAMt f!0!
san, todos os Cidadios tern o imperio.
so dever (fe desafrontar a honra anin*!
quari lo lia essencalmente ultrajada un-
nirnemente desaprova aquella infernal i.
d de banca-rota r e protesta coutia lio
iniquo e depravado projtcto :
l.' Porque olTa-niu o probo e honrado
carcter portugus, quando o suppoem
ti iid raoial e impudente como o deve ser
qu m coucab ; e a poja huma tal d >.
2 Poique aoniquilla todos 09 e>tahele-
cimento cominei cuas pai ticulares e
Iju'illi'O.s.
3 Porque he etlentatorio contra a
propnedade.
4- Porque desproha a naca no abys-
uiu daaiMiquia 1 sepulta oa voragern
da e)isolucaO social.
Finalmente porque be impio .'
Nio pi>de a asbembla gwrul deizar de
xpress ueste momento est afluiudo huma cor-
lida espantosa os bancos a socar dinhei-
10 O'ida ii parar a roda da desgraca
publica ...!
An! A assemb'a guivl da associacafi
rommercial pronuncia com toda a vehe-
mencia hum oto de execrarlo contra us
authereae c.II* doradores de lio htdioudos
e bi'i-riTuis projectos !
A associaco cooimercial s na da pan a meditando profundamente
aubre ub nuios de a stltar concorda, 9
mauiesta que no estado .dual deauaafi-
naneas quaiquer ai bit 110 que se propooba
para baver numerario para occorre
ueitpez* uigenlinsima ser hum beneficio
tu luiiru, cuja chammi poaoo pode du-
r.>r e depois de exlincta deixsi o go-
verno tm inaiur escurdio e maia enreda-
do.
Quahaver "gara dinheiro da cltsse co-
mercial he unpossivel porque ninguam
d o que uiu leni pois o commercio nao
t teiu sido muito cerreado, mas e*se
lueamoque he p'Ssivel f*zer-se, achate
de tal modo tributudo e espezinriado pelos
M'usexicians pblicos, que ter talvez
de ser abandonado.
Que liare I por emprstito de capita-
listas uacio'uaes ou e^trangeiro*, he huma
concepc<5 risivel. Quem acredtala hum
gove nu que lio nial (em andado un coas
(nangas, e n'buma poca ein queappa-
ece iu assemblcM legislativa huma nuci
paia canonisar buma banca rota !
Todava a asoriaca6 enieude e o ma -
nife:U, que o crdito publico re-
iiascei que volvoi5 patria dias fe-
lizes un iu Jo a justiea e a pa/. e derero o
sculo, coustiluindo toda a familia p.ir-
lugueza em imciocom p-lna, lancindo.
te o anaihama civil *o* uoine* e taj so-
monte dos iioiikh dos compendio* mo-
dernos de leis ou piin ipios fnudamon-
IH'i deiogtudo-se todas quillas moli-
das que tm -iuo empregada* pira susten-
tar ievoluces, e corneivinJo aquellas
que lm sido e sao por amor da patria a
em olisi|uio ao hem publico nacional.
He um i'ssii io rtfurmar con milito slo
o pesio*l do* e.tkbeleciineutos pblicos ,
ri'iuduatiia, iuslruicio publica d'aduii-
111. trjQa e fizenda.
Cumpioaobie ludo appellar para a re-
l'g'io em ordem a corragr a moral pu-
blica e adornar o llirono coni o esplen-
dor que Ibe he proprio para mantee o
equilibrio da ordem soci I.
Eutio ijoand.) o univeri-o vr que a na-
ci j'i luj ue/. cura de seu* interesses ver-
uadei'O* que huma as-am'ila aariouej
ac oceupa r e essencialraeote a u reformar
suaa finanzas, uTUiviao o* bellos dias
em que s capitalistas pi'rlaria confir
tena linheiios aogoverno anta* quepo*
particulares.
Ei* ajupplica, a representlo, eo
protesto que a aesemb't geral da associj-
v* commercial do P01 to leva a preaeusa
do eoogitsso bem peisindida de que .>
liu se podeaakar a patria.
Porto em assemblt geral 22 de Janiro
de i838. (A'sigiudo por if mambros
da as-o< 1 'V' i'oni'Oerrial do Podo.)
(Do Peridico dos Pobres de ng d; Ja-
nano.)
A nupieusa franoesa e a poltica do
Coode de Mole'.
Na Q loliiiuuiie te encootraui is se
guiri lea reflexosjns sobre a poltica de M.
Mul.
Se M. Mole' publicar as anas memo-
rias o capitulo das snas aegocis^oeni
cecupara' ahi um lugar mais considera-
vel aioda que o de suas variantes politi-
ces ; porque, dnHoss crdito ao Presi-
dente do Conselho M. Mole' negoceia
muito ou antes n. fas senaS is-o.
Gracia a este pretexto de negociaeoens
continuas, responde a ludo, aplana to-
das aa diQiruldadea, resolvo todas as
questoens. A politice, o genio de M.
Mole' se reduza estas duaes palaviascom
vanante En negoceio, ou nos negoci
amos ,, daqui nao ba que aair : elle te
agarra e se xfurca ; poram he imposiv. I
obter-ee dalle outras palavra. Vos aois
rediculari-ados publicameote em maia de
orna capital do Norte ; vossos Embaixa-
doies sa5 olhadosa tractados como ver-
dadeiros parios ; en negoceio. Mas di-
sem que sois de familia haxa.....Ni
negorianoos : vos jurasteis que a Polonia
sublvada perdida porvi... Eu ne-
goceio>E* vos prohibido enviar um Cn-
sul a Crarovia Nos negoiimos Na6
vos atieviis com Indo a enviar um anteo
hornera, a vossa Rainha Cbristiua porq'...
Eu negoceio Mae ein fim qual he o
votso -ystima, qoaes os vosos projeetos ?
Caluda ri negociamos Quando
crssareis pota de negociai ? Negociar-e-
moa ssmpre. ., Es o aegredo o fundo da t
poltica de M. Mole' ; te se que de u-
ina giaude aimplicidade. Mae ba pesso-
as que perlendem que a poltica detta
bomein de atado aioda mais simples ;
e um par disia terminando a sessa ,, Co-
n-eco a acieJitar que M. Mole, negoceia
em todo. *,
FRANCA.
P*rii6de Janeiro. Sobre os neg
coa do CanaoV'. O que se passa neste
momento no Canad no parece ser a
prova de um vicio fundamental na Cons-
tliiica Inglesa qoe com algumaa me
dificacoens depois rege aa colonias e
bem as.im a metropole. O g'varno do
Canad' comffeito, calculado como o
da Gran B.etanba. All o Governador
r.-prtsanta a Raiuha, e unu assemblea
legislativa el preenche as funceaSes da
cmara dos communs. O consen-
limento desta aastmblca be necessario pa
ia1que os imposlos possam sor percebdos-
para que todas ai leis ahi se tornera e-
xecutoiiae. Ora gn acontece entaS ,
quando a Cooa escolhe um governador ,
que na6 tem confiaoea da Colonia ? A
ssemblea regeita oa proje tos de lei que
t.ad propostos por He : recu a mosnio vo-
t.ir a Bodget. Nos tercos da carta asta'
perfeitamente noaeu direito, mnguem
podura' legalmente obrig-la a votar sub
sidios contra sua consoiencia.
Do outro lado a Rainha da Inglaterra
esta' tambern no seu direito ruantendoo
governardor e os ministros que mais Ibe
agradau. A prudencia pode aconselha-
la a substitui-los quando estad em hostli-
dade com a assemhlea dos lepretentan-
ts ; mas a consiituiead nunca a poderia
obrigar.
Es pois o poder real e o poder po-
pular em presenga armados rada um de
oiieitos iguas n6 tendo entre si au-
rtoiidade algunia boberana para julgar
soa* cont tacotn-.
As cousa* tem chegado a este ponto ,
a sociedade se acha ficsMim ripta em om
eipago, de que ha ah-olotamenta impos-
sivel air por maio d--s lei* se as duas
potencias rivaes se obaiiuarn a usar da sua
p 1 rogativa.
O imposto recusado palos representan
le os contiibuinteajiaS querem pagai;
como se torna necessario que a adrui-
nistrapa do --lado camiohe acontece q'
o* collector68 ds t*xa* rtcorrem a lorca
\r as ; mais o coiitiibuiutes vepeUetn n
violencia com a forca e fasendo-o as
aira ebla no sea direito Alem dtSM ,
lias obedecem a um dever : fasem o
mesmo que fi.erniu os patriotas que se-
opposeram as ordens arbitrarias de Carlos
t. ; eoa'i:ue daqullci que perecer
oenta Iu;ta meiecesar rt-p-do emu o
de Hatnpden.
Tal exictamaule a tnsrcha qqa 01 a.
contteimentos tern seguido ha aeteannos
o Canad*. A eoroa de Inglaterra seo-
bslina a enviar admini tradores que a
colonia naS quar acceitar.' A assambloa
representativa, de seu lado, recusa *>a
feubsidoN e os habitantes peiram em ar-
mas. Eis oque ba verdaderamente fu-
nesto, e o que con.lusiu a esta teirivel
neceaaidade pelas runsequenciss lgicas e
rigorosas da constituicao que os rege. Po-
de dier se q' a Rainha tei ia feto inelhor
se cedesse ao > votos dos seus ubditoa e
igualmente que os cidadios do Canad fa-
riam bem em consentir em algamas con-
cessoens entretanto somos obrigados a
< onvir qae ambas as partes tem obra-
do, sanad com sabedor ia ao menoi
coristitucionalmante ; e se ha falta ou er-
ro dve aer imputado squelles que redi-
gindoa carta se esqueceram que a eoroa
ou povo deveria de6' pbar em enso de conlflicto.
Elle* devnara tr marcado a queni per-
tensa a soberani*. Por esta falta alies dei-
xsram no teo pretendido governo repre
sentativo um germen da guerra civil q'
deve tarde ou cedo deaenvolvtr-se, e
que causa os males de que nossa antiga co-
lonia da S- l.ouietico est soffraudo actu-
almente. ( Le N 'tional. )
(Do Nacinil de Lisboa. )
LOTERA DO LIVRAMENTO.
En conseqiieocia de achar-se muito
adiantado a vende dos respectivos bilbetes,
e restar apenas pomo mais de un qua-
tro centoa bilbetes ; palo presente se fas
certo que as rodas andarlo mu brevemen-
te e se ateo dia a3 do crrante mes se
extrahirem como he de esperar o sobio*
dito reato de Bilbetes asseguia se que al
rodas aodario enfalivelmente nesse da,
AVIZOS DIVERSOS.
/, Precisa--o de um cont e quitro
cantbs mil res a um e meio por cent e
porespaeode a asnos, bypothecando-se
para esta quantia urna propiiedade livra
e desembarassada ; a qoem Ibe ronvier
este negocio dirja-se a botica D. 11 no
p'teo do Livrameoto ou aununcie pira
ser procurado,
tpsa Psrdeu-sa no dia 3 do correute
um ci zinho de ia co roais de um palmo de altura; cor de
tabaco, meia caboa, paito pe*coco e
miu-s brancas e gosta muito de andar
por cimo de \cadaiias, cbama-se Roi-
xnho; a pessoa que dola raonber e qui
eer enliegar o pode mandara roa da
cadeia do Racfe da parte do nasrente nu-
mero 4. segando andar, que recsbei de
adiado 4$3oa rs.
jrjT O BrigueEsouna Brasileiro A-ni-
aade annuucia Jo par* o Rio de Jauei>o ,
com escala pela Baha segu em diieitura
aquella porto at o dia a8 do coi ron te,
deixando de fiiar a mencionada escalla ,
por assim se tur conVancionado com os
carregadore* : pode anda recebar algutna
carga, e passageiros para q' temos rnelho-
rescoramodos aseafanca ptimo tra-
tamento ; 01 pretendent^s dirijio-se a roa
da cadeiaarmasem B. 59.
sjCfjr Quem precisar da um caixeiro
portugus para venda do que tem bas-
tante pralica dirija-se-a ra da Concei-
ci da Boa-vista D. 5.
#9 Alugio-se duas grandes casas no-
vas na estrada da Joio de Danos mui
to porto da Soledad', com cmodos para
gr*udo familia, bem pintadas e en*i-
dracadas, cos-nha fora grande cacimba
de excellente agua de beber, grande quiu-
tal com Iguns ai vorodos de fruto, epoi-
tio para o servico das ditas : Qiem as
pretender procure na ra do Rangel es-
quina do heco doCarceioiro D. a5, que
achara' coin quem tratar.
jr^* A pessoa que annuncion querer
comprar urna venda com o fundo de
5oo a 4oo$ rs. : dirija se a ra do A-
1 ig -5 lo ja de mindesas.
SJT Alluga-so urna preta para o ser-
vico interno de urna casa, e que saba
l-ar, engomar liso; quem 1 tirer an
iiuoci.
Quem precisar da um Portuguu*
para tornar conta dea'gum-venda poi ba-
lango o qual da fidor a sua conducta :
aoiiuneie.
tW A Barca Gofden Fleece recebe a
mala para Liverpool hoja quinta lena
l2 do (oriente as quatro horas d*
tarde em casa dosaeus Consignatarios Rus-
sel Meilors 6c Companhia : na ra da C-
dea n. 18.
TaT Qu-ra precisar de urna parda pa-
ra todo o ser vis o de portas a dentro, de
homem sdlteiro ou que tenha pnuca fa-
milia : dinJH-se por detras de S. Pedro
prmeira casa,
V&* Piecisa-se saber a moradia do
Sur. Joc6 Ribeira da Vasconcallos Pesio.
WW Na padaria da ra Dreita D. 34
preclsa-ae de uai trabalbador de masaeira
forro ou captivo.
V9> A pessoa que precisar de om me*
yiino Nacional de idade de i2 annos sa-
T>e ler, escrever, e contar com alguma
pratica de venda para Caxeiro de luja
de faaeuda ou venda dando algnue rae-es
defogo morto e fiador a sua condiuts:
dirijae a luja do Sur. Msquita na la
do Graspo.
vP9> Prdera6-se 110 dia 10 do cor-
rete uns documentos sobre a conducta da
viuva Joauna Mara da Conoci para
poder obter subscripto dos caridoaos pa-
ra a sua subsistencia : quem os tiver echa-
do os poder entr- gar n'asta Tyu., para
lhe seren restituidos.
jCc?" Robario do pescoce do duas me-
ninas no dia quarta feira 11 de Abril um
trancem com vara e meia e um cord >
groyo com vara e quarta em liados em a
nioeda de dois mil rs. na ra da Cadeia
do Reeifa ao sabir da escolla : quem disto
souberoufor oferecido pode tomar e le-
var a ra do Vigario u. I7, da-se 10$ rs.
de gratificacio.
Quaiquer pasca que pretender
mandar concertar chapeos de Sold ho-
mem e de San hora, ou at macees em aa
quaea faltarcm araroea mollas, garfos
de ferro, engastes defolba, o outros de
lati para se renovaren* com sida ou
finalmente alguna p sdos meamos cha-
peos que tatej' quebrados para seren e-
rnendadus com segursnpa ; paos envsrni-
sados do preto com as suas competantes
mollas bons para chapeos de sol para ho-
mem, grades tenidas de rame pareas
portas de viveiroi de peixe ratueiras de
rame de ferro pira apanbar ratos grandes
a pequeos, toiradeiras de araras de fer-
ro pira torrar po para oselrnocos, bosa
para botequtus a cacas particulares; cor.
rentes surtidas de rame para prender pa-
pag.'ioi, e outros tiicbinh.es ; Fivellas do
ts'inho para suspensorios* palhetas do
estunhopara as Missas para capella do
mato c cazas particulares ; e bem aasiili
vaiias galantanas de estando propries pe-
ra os meninos bem educados se entr-eterem
em suas cazas com seus Oratorios} solda-
dos a p, e a cavallo, ludo de estariho .*,
drija5-sea ra da Ordem 3. de S. Frao-,
cis-oN. 445.
*3S> Roga- a ao* Snrs. Sub-Preftitos
desta einais ('ornares, e Autboridades
Policiaes, e pessoas particulaies (juesuu-
bercm, 011 viem hnm negro da Costa ja
ladino de mutos annos, de nome Goncalo,
que representa a idade de 3o a 4o anuos
podante, de todo o wrvico, aadio seco
spadaudo, pernas finas p* curapridos^
altura regular um tanto vagaroso no en-*
dar rosto enmprido rajado de ambas
as fices pouca bai ba denles largos fal-
tando alguns ; fez no ultimo de Marco l5
diss, que leudo-so de Oliadu mandado ao
Engerido S. Bniholomeo, prximo a
Muriheca na6 aparecido, levando ves-
tido camisa de estoupa j suje caifa do
fusteo aaul atol claro em meio uao u'"
peosoriosde fita de algodao pintado ja ve-,
Ihoa, chapa de palha, e hum saoo vatio
do mesmo panno da camisa inda novo,
sendo ota a primeira fgida pa' .1UB
aupoem-se estar acollado em cata particu-
lar : quem delle ouber, ou tiver noti-
cias, o mande prender, a lavajo ueata
Pra?a ao Negociante Manoel Jos Goe>fal-
vea Braga jento ao Areo de Santo Antonio
que gratificar rasoavelroeotej. O dito es^
cravo era icoatuinadn a o4*r ganbando
ni armaaem da eacadinha da Alfandeg*,
e em reas com outrroj,
i


i a M e d i pit ha nri o eol
s
i i
V&* QdvBt f"Vsf uma ranoa berta que
pegue 600 lijlos t mi! a queira alo*
gar roensaluieuie, auauncie para ser pro-
carado.
^r* Quero precisar de uma parda for-
ra para ama de csa tanto do algum S^.
como de Senbora dirija-so airas do S.
Jos na casa juoto da quina 0. a.
-vS* Quem precisar do 400$JO r8a
juros, dando segurante a contento, di
xija-se a fora de portas venda a. 2a do-
fronte do beco largo.
||P O abiixo assigoodo leudo com-
prado a loj da ruado crespo D. 5 a seo
grasados era ouro enm sous requintas ; a
pessoa que oa tiver adiado qutrendo res-
tituir leve na iua da S. Cruz easa i7
defronte da ribeira que se lbe dar 4$
li'j de gratiicaco.
W^ A pessoa que quiser eusinar a ea-
gomaur a uma preta anouocie a toa mo-
rada para ser procurada e se tratar do
seu ajaste.
-: Precsa-se alugar uo hornera for-
ro, ou escrava e que tmtouda do bervi-
co de padaria ou pelo menos de [masseira :
na ra do fagundes D. 3.
Arrenda-se um sitio perto desta
j -mu w i^j W* iuuw vic.|/u i_/. .# m DCH i ^.^p ailCIIUI'Ot U Ul ilUU UCI W UC3I
"otigo dono Thomas de A quino Pinto | praca, que teuha ba cava para murar fa
lUnJ.,.....i^ -... j..;j____.:___ a. _:i:_ ...__________j:j.j__________...

JJandeira assim rouio aa divids aclivaa da
mesma loja avis aos deveJores da ml-
>zna bajo de vir satisfazer ao annonci.u-
te quautos antes, valo oa seu debitoa
sarem bastantes antigua, e nao opera tizar
da meios judiciaas. Miguel da Foosecn
Soaras Silva.
> O Sr. Padre Manoel Gonsalvee
nnoncie a sua morada.
tj-i>' Arrenda-se um sitio no Gequi,
com boa casa de vivanda e uma grande
stribaria para cavados e duaa casas em
frente do si lio, com ama porco de p
de ooquero* e niais fi ucleiras e um vi-
veiro : a tratar na ra do Queitnado De-
cima 17.
WV* Roga-se aos Srs. Sab-Prefeitoi
desta a mais Comarcas, a ulhoridades
Policiaes, pessoas pai ticulares e Cepi-
tfes da campo que viiem, ou souberem
daom oabiinba de nome Angelo de ida-
de de l5a i6annos se Teis no fizco, cabec bem redonda, olhos
activos, e he summamenie esperto, no
tena officio embora se enculque como
ja o tem feito : esta ascravo foi do sertio
doAti, eja tam sido pegado em luga
para diversos sertSes e outeas v.>zes ie-
ugiado em angeohos a 3 para 4 mezas
que aada.de novo fgido ; isto supplica o
Sr. do referido ascravo Fraocisoo Ferrei-
r de Mallo morador ueste Recife em a
ra do Vigario n. ai segundo andar e
promete recompensar ao apprebandedor,
esando esta pessoa, que se nao sogeite a
>oebcj-le pagar todas as despeis qua a
respeito oover faito.
t^ Quem precisar de ama ama de
casa para todo o servieo dirija se atraz
do calabouce no sotiradinhode um andar.
WW Arrenda-se annualmen'e uma
morada de asa terrea sito no principio da
estrada dos AflLclos dolronte da casa da
Senbora D. Laoriana no manguinho,
com 4 quartos bom quintal, e estribara
para dois .cavallos : os pretndeme* en-
fiendlo-.e com o escrivio Almeida que
sti munido de poderes para fazer M
rreodamento.
, .**^ QU8qais9rcomprirapunsi do
Jeite puro, dirij.-.e as5 peritas ni c*ia da
pureza, que achara poro coa nev, e
claro cerno agoa e grosso como aorvate.
. O fieguea ingamdo.
V9* Fica extinta a venda do leie us
5 ponas ara casa de Francisca Jos dos
raseras Camboim.
fjqr* Me. Calu.oot&C. tam a honra
de informar aos Srs. Negociantes pro-
pietarios de casis ea quera maiscoovier
mesta Cidade, que eto plenamente en-
bomadoi pala Companhia Aliene a cf-
ieclaar aegoros de logos sobre e.iifioios de
lijlos e pedra cobertos de tenas e
igualmente sobre os enjertos que contive-
xemosraesmos Edificio-, quar consisti
mmobiha, oa era hnedas de todo a
jaalidade.
Os premios slo os segrate* : l/jnjrc
ao aouo 1/3 por c. po. 6 mezes, 1/4
por c. por 3 meza* por riscos ordinarias -
alguraa cousa nui, por 3COS m%\nreu
*T*?- Precisa-se de um feitor que Cn
tenda de Jardineiro ,iUe d fiador a
sua conducta ; dir.ja-se ao atierro da Boi-
vista terceiro sobrado a dir.itrt da Fran-
cisco Antonio de liveira & Filho.
=-a Urna Senbora da bous costantes ,
prop5e-se a ensinar fora da praaa a l*r ,
screver, contar, e cosrr : os pas de fal
milia quedo seu preatimo precisar diri-
jio-aa a ra augusta lado do poente caa
confronte a ama casa que inda no se ac-
fbou.
99* Periau-se na manhf do da 9 do
Vorrentt da roa da Glo.ia at a Matrii do
Miaste 5*9 P,a;*Jta ai corajes io-
riilia e com commodidades para susUo-
lardua* 4,racc<8 de leite, baiza pan
plantar capirn e arvoras de fiadas &c. ;
quera o tiver e quiser arrendar por 3 an-
uos ou animalmente entender-se ba
oom Joaquina G. V. Guimarfes na praca (
da Irfdapenceocia n. 2i e aa que se di-
r quem o pretende. .
WW Alugaae um preto possanta para
carregar tabuleiro de fazeodas, quem o
tiver aonuncie sua morada para se tratar
do ajuste.
COMPRAS.
Vaccss paridas de pouco tempe
e boas de Ieit annuocie.
t/9* Uma banca de meio de sala que
seja de coodui oo Jacaranda ; aaauncie.
VENDAS.
50n.46do ECHO da Religio
e do Imperio : m praca da Independen-
cia n. 37 a 38
*W Um negro canoeiro, e pe timo
ofh -.al de calafate : na pisca da Boa vista
botica O. 3, se dir quem rende.
9W Unii morada de casa tarrea de
tijolo sita na ra do Molocolornb : a
tiatar 11a ra do LiTramento D. 7.
VW Urna escrava crioula de idade de
2o auuos muilo sadia sem vicio algum,
engomma perfettamente lava de sabio ,
oozioba e lem principio de coser e
faier renda e muilo abel para todo o
servieo de casa : uo atierro dos affogados
uo piraciro andar do sobrado, que fica
confronte ao Coelhe das 6 as 8 horas do
di*.
YW Taboas para tarapas e fuios de
barricas e arces pira as mesmas bar-
ra cora pregos cizaas a ripiis : no arma-
s m deSauto Briga ra da Moeda na
mero 141.
----- j troca se una mulata que rose,
engommalzo, e coainba o diario de urna
casa por negra 011 nvgro : na ra de
H01 las sobrado O. 33 por preso comrao-
do.
9TJP locadeiraade pao araarelto e
uma marqneza de condui nova no lar-
go do Tergo D. 8 se dii quera vende.
W Uma dasmelbores vendas na qui-
na do b-co do m*/isi-o D. 17n Pontas qua lera de fundo i:aoo$ooo rs.
e lera muito bom commodapara uma fa-
milia e vende-se a desobliga do que se
deve a piaca e o restaute a vista quem
a pretender dirija-se a raesmr que acbai
cora quem tratar.
ITJe Um Magnuo Lexicn urna So-
luta latina, uraTito Livio um Horacio
tildo por prego commodo : na ra Oirei-
ta O. a7 primeiro andar.
a*^> Juas otarias, casa de vvenla,
sauzala estribara, cacimba tuiu a defi-
cadoem terrea* proprias a > lacraros, 3
canoas, 6quaitios, um vajea touiiua ,
6 carros de mo aparelbados de ferro,
baixa cora capim e todos os mais uten-
silios par* andamento da mesma olaria>:
tam barro pata Ud a qualidade de obra e
muito perto de la praga : a quem eomvi-
er aonuncie para ser procuiado.
KP Gazimira enlestada de vaii da mui superior qualidade enssimeomo
miao preto propriopara calsa e sobreca-
zaca sarjas de diferantes Ja vi ores e velu-
do preti o diferentes lavrores proprio pa-
ra culeies lavas cuitas de seda, bertas e
fecbedas dedivercas qualidades para Se-
nhora fazeuda preti de stda e lan preta
psia vestido de Senboia, grvalas de asria
de diferentes modelos gravatas de lustro
mui boa para G. N. copos de vidros a 1 ao
iv ni ra nova lado da Matriz D. V H 2a,
irj*" X>ropede Groselhas e Orgeate ,
de sopeuor qualidade : na ra nova Dci-
ma 8 e -ai.
fjry A tros de casca em sacas a 6$ rs
na venda da quina do beso da pol da par-
te dos quartei>.
-Uida escrava eabra idade l8a|ao
anuos, cozinba lava cose, e eogorn-
ma a vista d<* comprador se dir o mo-
tivo da venda : na ra da Cadeia velba
o. 5.
WW* Os vos seguintes urna Fatula
de Pbodro ura Diccionario Magnuo Le-
xicn um dito de Morsas da quarta e
diegio, todo por prego commodo: em
Oliuda ra de Matias Fe reir casa do
Desti itiuidor do Diario.
9W Um raoleque de oacio angolla ,
com 16 aunes de idade bastante ladino ,
sem vicio bonita "figura quemo preten-
der dirija ae a ra do Colegio casa D. 9
primairo segando, andar, que acha-
ra com quam tratar.
VW Ag'-a de Seitz : na roa da Cadeia
o. 17a
t^Na loja de livros ne pateo de S. Pe-
dro vende-se os livros seguales, pria -
cipios geraes de lingoa Fraooeza Medicina
Corativa de Le-roy Breviarios Mistis,
Arte da Brilhantea yernizes obras de
Filiuto Elizio livros em brauro Mari
lia daUrceu, Gamoeos e outros mui-
tos
|Tjr Urna escrava muito sadia a dili-
gente pora o trafico de ama casajda familia
por saber muito bem eniaboar, e lavar de
varrella eooeiuha o diario de uma caca
do familia e tratar de meninos e vende
muito bem aa ra e compra pois tem dis-
to muita pratica na mesma loja ha psra
vender uma porefo de milhairoa de rijo*
los de alveuaria de muito boa qualidade e
algaos quadros e estampas do muito bom
gusto, e tudo por prego commodo: na
ra aova D. a6 loja de trastes,
Mr* Uma negra de angolla, possante ,
cose faz renda cozinba sofivel, e mui-
to carinbora para meninos, do que tem
maita pratica : na roa do Ranqel lado es-
querdo viudo da Riboira D. 21, segun-
do andar.
WP Rap princeza de 1/sboa muito
fresco do que cnegou ltimamente : na
prega do Independencia n. 39.
tjrjp Urna morada de casa terreas: na
ra de Manoel coco, a quem pretender di-
rija-sea ra de S.Jos casa D. 14*
rtr* Uma negra da costa de 2o annos ,
boa eugeramadeira e lavadeira moito
sadia e vistosa : na traveasa da Gloria 011
quina da ra da Alegra casas do Senhor
Pessoa.
jrjjr Na 1 na da Madre de Dos venda
D. a3 pertencente a Domingos Fernandas
Viana tera presamos de calda muito Dt
chegadua prximamente de L;sboa a 32o
rs. a libra.
VW Vinhos tintos do Porto desoperi-
or qualidade em pipas o banis por
prev commodo: na roa nova n. io3.
vKe> Huma ct ioula de idade de quaren-
ta auuos, pouco mais, oa menos, muito
capaz, boa ozioheira docaira e
boa lavadeira, he muito carinbosa para
tatar meninos : os pretndanles dirijan*.
se atraz Jo Rotario caza D. a3 que se di-
lo motivo por qute vende.
**?" Urna preta de idade pouco ma-
is ou manos 3j annos sabe bem cosi-
nbar e lav*r de bar relia, e faz doces de di-
versas quahdades : quem apretender di-
iija-se uf 5 Ponas casa D, a3.
*>~ Uma morada de casas torreas, no
log*r doa Affogados ra de S. Miguel,
de pedia e el: quem pren'.euder v'a'
ua dos Martirios D. 16.
ESCRAVOS FGIDOS.
NodiaaSde Marco, fugio raa
preta crionlla da neme Therez* repre-
zeuta aa a a4 annos, cor preta, alta, se-
ca olhos grandes e pouco claros deotes
abertos leudo ara dos do queixo de ri-
ma do lado esquerdo sobre Os outros le-
voo vestido de xita verde ja desbotado e
paaoo da casta azul e branca ; o appre-
beadedores lveme sua Senbora Joaquina
Umbilina dos Paisos ra de Agoa-ver-
desD. 18I que serio geuirvzirnenta rs-
t ompeuiadoi.
jrjjjr Fugio no dia a5 do mes paaaado,
do aitiode Carlos Saaadres no Moodegj
um preto com os signaes seguales, Juiu
altura regalar magro idade 4U anno
"paramis, afio mucambiqua tem no
rosto urnas marcas de ferro, entre ellas
uma bastante grande na testa de feo
radura de cavallo; os apprehendedo-
res queirio dirijir.se no mesmo sitio
a1 cima ou na ra da Cadeia do Re-
cife em casa de M. Galmodt, que serio
generosamente recompensados.
WWT Qualquer presoa que encontrar
um cabra dapouca idade q.-e represea,
ter 16 annos, bsixo e de meio corpo ca.
ra grande dentes a limados, a mo es-
querda com os dedos da dita eucaiUgue.
jados do lado da cabeca com uma mar-
ca de ama postema os p"s largos o ra.
lados pode o penar que eat fgido das-
de segunda feira 2 de Abril do corrente.
eleva.lo no paleo da Igreja de N. S. d
Terco sobrado ). 5 ou em'Olioda ca-
sa de fronte da Igreja de N. Guado Lupe:
que seiio bem i.ecompensados.
9- Fugiriohavei trinta di.,, dois
prtoa raoueiros com os signaes seguintes:
Antonio Miange idade 28 annos, bem
porporcionado muito ladino uma orelha
fuiadana qual costuma trazerargol'as da
oro levou veslida calsa bar oca de brim
e camisa fina de madapolio e chapeo do
palba linio de preto Jos Mulomigo ar-
oullo foi de Porlo Calvo baixo peitos Ur-
gos rosto comprido, bem preto l.von
calsa de panno de iinbo muito fino ea*
misa de |raadapolo tarabem mmto fmv
chapeo da pal lia : qu.ai os appiebendef
podar entregallos ua ra do Gramo D.
II, a sea proprietario Joje Joaquim de
Mesqula, que (gratificar com genero-
zidade.
frjjr Fugio ao dia 19 de Marco de
836 um negro criuuUo por rime Joa-
quira que reprezenta ter 3o anuos de
idade com os (signaes seguintes ; altura
regular, pamas finas, pea pequeos,
cara redonda cor fula pouca barba
corpo fregular elle muito ladino falla'
muito bem e dezembaracado tem paren-
tes e mesmo Seobores mogos que ja forfo
delle por estas malas e Sertio e tarakem
ter irmo oqnese julga estar acoilado,
quando fugio foi vi^to em ora conboio qua
bia paraPajaude flores, da hi poda ter
turnado outro rumo as pessoas que delle
saober ou tiver noticia e dando paite lem
5o#ooois. equem o pegar e trocar tem
lOcJgioo rs. de gratifioacio : na praci-
nha do Liviamento loja de la.-en lai I). 9.
^ Era i3 de Deserabro do armo da
1835, fugij do mesmo lugar hura es-
cravo de nome Damio, alto, magro, bem
prete, algum tanto destentado e cam-
bado das peruas este pelo ja esteva
preso na Cadeia do Bonito, e quando era
condusido ba cuota de quatro meses
para casa de seu senhor, fugio do caminho
perte do meemo lugar do Bonito : quem os
aprehender, leve fas ao mesmo Forno da
Cal em Olinda, ou a ra da Cruz nume-
ro 57.
lrj|r* Era das do mez de Janeiro, fugio
do foio da cal, b.ra escravo de nome Ca-
elaiio, uacio rnocambiqoe, que tara hu-
ma serra desde a testa at a pona do na-
riz, signal de su* trra; he cheio do Cor-
po estatura regular, e falla que bem se
percebe.
Jk* A 8 de Janeiro fugio do bonito
boma eicrjtva cnc-Li'rt por nome Anoa Ma-
na ,'a qn.l rejieseiit* tar 4 Bnn3 > e j
pinta de brauco ; c*ra bexigoaa nariz
tito hum dente tirado da pai te de cima,
sabe fszer louca he muito regriata lem
hum p que n*S asenta bam ao chao ;
levou duasaaias de chita azul huma ve-
Iba com fljres amarellas, a mais nova com
flores encarnadas, e hum lancol de panno
da costa jvelho : quera della souber ou
tiver notieia podera aprehende-la e le-
va-la a ra do Nogueira N. 7io, que se-
r bem recompensado do aeu trabaIho
=3 Em 2 do Crrenle fugiiio a pre-
tes mucambiques de nome Jacinto e Feli-
pe vestidos carniza de baeta encarnada ,
golaTerde, serollas de algodio, e cha.
pcode paiha : quem os apprebender lve-
os a ra da Aurora u. 9 que ser bem re-
compensada.
Pm, m lifi m a, i. vjxu *?**%

atnaai
j


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