Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03408


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Full Text

NNO DE 1M8. TERfA FEIRA.
10 DE ABRIL: Nt 8K
i...... i
' idfr."
PERN. tYP. db M. F. nr PARIA.
1838.
OIA8 DA 8BMAMA
% ea-nnda t, Demetrio B. Audiencia do Juis do
rime He Urde se, da T. P. La che.a as 11 t.
e 47 mi.da tarde
10 Terca S. Esequiel prof- Re, de m. e aud. do
J dos Orf- de tarde. _
11 Uu.ri. de Trevas Leao Io papa (nao ha
12dnide Fnduenc,as t do meio dia ate aparecer
Aliluia S. Victor,
13 ir*.* da Paixo S Hemenelgido proc. a noite
do Enterro em varias igr.
14 Saliadn de Alinlui. S. TIburcio.
15 Domingo de Pascoa Basilissa.
siare' chela para o -lia 10 da Abril
as 6 hora e 30 ui. da ui. 6 h. 54 m. da tard.
Tildo agora depende de ne mesmos da nossa
prudencia, moderacSo, e energia : continuemos
como principiamos, e seremos apontados com admi.
acao erntre as Nacoes mais cu tas.
Proclamadlo d'Assemblea Geral do nfail.
Subsereve*e a 1,000 res mencaes pagos adiantados
nesta Tipografa, ra das Cruses o. 3, e na Praga
da independencia I). 37 e 38. ondease recebem or
responilencias legalisadas, e annuncios i inserindo-se
estes gratis seno dos proprios assignantes, e viudo.
assignados.
CAMBIOS.
Abril 9.
aulOndrei.SI l|iaW Ds-St. poi 1000 ced nominal
(boa 65 por <>|o premio, por metal, Hom.
Franca 310 a #5 Rs. por franoo
Rio de Jan. 6 p. c- de desc.
Moedas de 6,400 13,800 as velha, nova 13,400
4.000 7.400 7.500
Pelo Colimare :.590 a 1600
litto Mexicanos 1,590
Patacoes Brasileiros ,590 a 1600
Premio das lettras. por mea i i|l por oie
Cobra a par da Sdala
i
PARTIDA DOS CORHEIOI.
Ol Ada Todo o dia ao meio da.
Ooiana, Albandra, Parafba, Filia 4o CoDtfe, Ma<
Pilmw II ..( A Q t..mn U-.i.. J Ara
Natal
C'dada
-wa*wiVaiH r mai m /i(|iniaia, jea *# wmut DOVO
raoatr Cascavel, Canind, Qraaja, laiaeratrta
Bernardo, 8. Joio do Principe, Sobral, Novada
Klltev, lc, 8. Matheu, Raeho dosangae, &
Antonio do Jardn, Queicramohim. a ParnaMba
"" Segundas e Seita letra o meio da por va da
Paralba. Santo aullo- Todas as quintas fe"
meio dia. Garanhuns, a Bonitouos das 10 a4
le rada mes ao meio la. Floresno da l *o
cada mea ao maio dia- Celio,Serinlieem, Rio *0'"
mma, a Porto Calvo- ao da l, 11, a SI de cada
mea. _______ --
PARTE 0FFIG1AL.
PERNAMBUCO.
COMmAHDO DAS ARMAS.
Quartel do Comtmndo das Armas de Per-
iumbuoo 5 de Marco de i838.
Ordem addiconal.
Teodo fimlisado o tempo porque forio
obiigadis servir em vi'tude da Le, as
pragas de GuardseNacionaes dos differen-
tea Municipios, que compSe o Corpa des-
tacado o Commaudaole dita Armas de
conformidade rom as ordena, queseaba
ds> recebar do Ex no. Sor. Presdante, de-
termina que eeloQorpo seja amaobi dia-
eolvido.
O Commandanie das Armas lera sa-
tiofaco il' observar qaa este Cor po du-
rante o tempo que servio dcbaixo de su-
es orderiB, Usando o servico da guarni-
lo e da Polica, se fas oolavel pela aua
prontidio, e armona e que o seu co-
naodante o Sor. M-jor Jlo Palo Per*
reir to zloio, quinto activo no desera-
penho de seui deveres, ajudado dos ae-
nhores ofliciaes que sioberio conser-
var aquella digoidade, que Ibas ora da vi
do, giingeou com Usa por asta forma
estima de eus superiores, e subordina-
ndo palo que em oome do Governo Pro-
vincial a todos dirige os seui louvores e
agradecimeoioa.
O mesmo Senbor Major mandin' ho
ie mesmo org*nisar un prst geral pelo
quel se tirara' amaobf do Thosouro oa
vencimenlos da todas as pracas at boje,
.Tencimentos, qoo serio destribuidos an-
te* da disaoIuca6 conjunctamente com o
ajo mea antecedente, inclusivo a gratifi
ocio dos voluntarios, que anda a nio
*aava6 lecebido; devendo o Sr. (Viajar co-
municar ao Commandante d*s Armas
com tempo a hora destinada para a uliima
iormotut a, a fim de que elle presenta pos-
aa User a todas as preces aa sues despe-
adas.
O Snr. Major Ferrrira farV recolher
ao Araeoal de Guerra os objectos do mes-
mo recibidos para uso e serventa do
Gorpo, quo doixa de Cnmmandar, e or-
ganisira' isUc5as oominaas por Munici-
pios dis pracas q'nio dispedidas,-com deca*
safio dos veucimento que se Ibe abonaras
e outras occorreocias notavais, que serao
depois d'asslgnadia enviadas a Saeretaria
militar, para Ibes dar o conveniente des-
tino.
O Governo tem despintado igoalmen-
t o deatacamento composto das dos 05-
paubi^ ajo Muuiotpio da Oliada addid|
ao mesmo Coi po ai quaes depois de
pagas cenformameute ar-guiraS a apre-
senlar-se ao respectivo Commandinta a-
graderendo ios Snra. OE ies destxa mes-
mas Companhias a rengiiaoiS que lisa
rao de seus vancitnentos em beneficio da
Psenla, como urna prova do seu Pa-
triotismo.
Ode>ticamanto d'Apipueone pora'ho-
ja raasmo em marcha para ali, a reunir-
se ao seu corpo.
O Seuhor Sebssti6 LopeiGumiraens
pastara' d'eraanbi em diente a comman-
iar O contigente {"(Ue se denominara'
C'impmbia) do quinto B-tlhio da Guar
la Nacional ; que sa acha recolbdo ao
Guartel do Hospicio, e hira' recebeodo
as pracas. que Ibe forera sendo enviadas j
o Sor. Alfeies Jos Gregorio de Jess hi
r' nesta Compaobia servir ao Snr. Ci
rurgaS AjuJinie Jacinto Uornellas R-
beiro Pessoa hira' escercer suas func-
ce no Corpe de Eugijidoi da Fortaleza
do Biuuj.
Antonio Pedro de S Barretto.
Expediente do da 5 de Abril de i838.
OlTicio o Exm. Prendante, re.
meitende-lhe e ioformando favoraval-
menteo reqaermeutodo segundo Sargen-
to Antonio Carlos da Silva, que aS
M. o Imperador aupplicav sua reforma,
em reaiuneraca da 3a anoos de serviao
dosquaea i2 em campioha e por sea-
chircm urna idadeavaucada.
DitoAo Comman-iauta Superior da
Guarda Nacional do Municipio, nvian-
do Ihapsia sao conbeciment o detalhe
da Grande Parada do dia j d'Abril Anni-
versario da AccIamaceS do Snr. D. Pedro
Segundo.
Dito ao Inspector do Thesouro, re-
quisilando a f d't-ffioio do Coronal Re-
formado Antonio Rodrigues d'Almeida
para em pie enea deila informar com pre-
cisti o eo requerimento pelo que pedia
ao Governo ImptrUI, milboramento de
sold-
Dito Ao Capita Commandante do
Corpo destacado em Apipucos, ordenan
do- Ibe msndasse apresentar aoinli ss 7
hor urna forca que tinba o'ali parnoitar e
faser no dia 7 a guarnido da Prafa.
DIVKRSAS REPARTigOINS.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS;
A pauta ha a misma do n. 78.
OBRAS PUBLICAS.
Pela InspeccaS das Obi as Publicas tem
de ser arrematados alguos trabalhos q'
he msler faaer na estrada de Giqaia' para
completar a sna cooitrucea5, oa qaaea es-
lo a valida em reis 4:77^^79 ^' ^'
citantes saS convidados a comparecer nos
das i9, ai, e a3 do. crreme em que
tora' lugar a arrematacio na caa da lu
pec|io a onde podero ver o oreameoto
em todos os dias uteisaa horas do expe-
diente.
Inspeccio das Obras Publicas 5 d'A-
bril de 1838.
Moraes Ancora.
Pela Admiaistraca Fiscal das Obras
Publicas se hade comprar em hasta pu-
blica as mideiraa seguintes ; 7 madres de
32 e 14 polegadaH em qaadro ao nbas
de 45 e 12 polegadis em quadro l5 va-
ras de 42 e 9 polegdas em quadro, ao
esteios de 36 a 7 por 8 de gro>ao, I71 es-
tivas de 32 com a mesma groasura: se
pessoss que quiserem vender dita madeira
podem comparecer na Sala da sobredio
Admiatraca5 Fiscal nos dias 18, i9, e
ao do crrante wn ao meio dia para tra-
taremdoseo ajaste, e nesta mesma occa-
zia se declarar as qualdades.
Amaro Francisco de Moora.
Administrador Fiscal.
PREFEII'RA.
Parte rio da* 7 de Abril de (838.
Illm. e Exm. Sr. ForaS preso* hoo-
tem a minba ordem ,e livera o corape-
tanta destino : Paulo pelo escravo
da Manuel d'Audrade pelo Capataz
ds Sessa5 dos Canoarros do Porto da Lin-
guete por supol-o fugilo ; Jos Fran-
cisco e Pepe Hamos brencos marojos,
sle Hsspanhol, e aquelie Poitugoex, pe-
le 1. Potrulha do Dstricto do Corpo S.
0 i. por Ibe ter sido approbendida pelas
9 hora da noile com urna thesouia e o
a. por se ter opposto a piisa6 do 1. ;
Timotheo Gomes da Crus pardo ,
por ter deixado fugr o preio Jos Alves ,
1 eme ti ido pelo Sub-Piefeilo da Fregueaia
de Ipo)uca.
N .6 consta que baja occorrido mais
novidade.
Des Guarde a V. Exc. Prefeitnra da
Comarca do Recite 7 de Abril de
1838. etc. _^^
EDITAL.
O Coronel Joaquim Bernardo da Figae-
redo Juia de Paz da Freguesia do SS.
Sacrameoto do Biirro de Santo Anto-
nio do Recua em virtnde de Le &c.
|ifoiib soi Stukores Eleiterea di
actual Legi-latora que oompoem o Col-:
iegio eletoral deste Dstricto pare a EUi-
oa6 do novo Regente do Imperio na con-
formidade da Carta da Lei de i2 de A-
goato de i834, que s conforme me par-
ticipa a Cmara respectiva os das Fregu*?
sias de S. Fr. Pedro Goocalvea, SS. Sa-
cramento do Bairro da 5. Antonio, e
Boa vista Nossa Senbora do Rosario da
Mubeci.e da extincta Freguasi da
Var.ea Santo Amero de Jaboata6,eN.
S. da Saude do Poso di Pane lia q' de-
vem comparecer para o dito fim no dia
aa do oorrente palas 9 horas da manbe
na casa dos Jurados desta C'idade. Para
constar mandai passar o presente que sa
efiliara' nos lugarea do cosame e se
publicara' pela imprensa.
Biiro de S. Antonio do Recife 9 da
Abril de 1858. Eu Inaocencio da Co-
tilla Goianna Eioriva5 o esorevi.
Joaquim Bernardo de Figueredo
PROVINCIA DO CEARA'. _
Augustos a Dignsimos Senhores Repra*i
presentantes da NaeaO.
Os habitantes da Freguesa e Munic-i
po da Cidadeda Fortalesa abiixo asigna-
dos nao podendo mais suportar em si-
lencio os despostamos e arbitral eda-
des que tem comeltido e consentido que
se cometaS seus agentas o Presidente
deala Provincia o Senador Padre Josa
Msriinano de Aleocar: temando a tirana
""ti
eminente ou a aoarchia e guerra civil, q
procedimentos anlogos aos dette Presi-
dente Um feito aparecer em ouiraa Pro-
vincias como por efieito de algum plano
combinado para no meio das ruinas do
Brssil aersepultsda a Con-t>tuis5 a o
Tbrono do Snr. D. Pedro a. 'em Sn-
plieantss perantevs na5 representir con-
tra as infracoeus da Lsi da Constituid
c5 em que ja sa tem inveterado o mes-
mo Presidente mas implorar pronto re-
medio que sectele o tffeito perigoso e
funesto dse escravisar o Brasil em aome
da Cooelluica5, Uaendo-se nometr De>
putados que sejaS antea humildes servoe
do Poder, do que Representanlea de um
Povo livre, inlrodo;i-ido-ee para isso a
forca as A.sembleas Parocbes afiaa1 da
que sendo Eleitorea so' oienarii do Go-
verno aleges&em Deputados aqnelles, o
ao' iquelle que o maimo Governo Ibas
indic.se. N.6 be Sra. neohuma idea ex-
travagante nao he umsonhoa que ac*
ba5 de referir os Soplcantei. Reapan-
da6o quequiaerem os nossos oppoiitores;'
attril us como Ibes parecer a motivos
i
TILADO


*> y
w
^
W.
i-

I a t I O *> B JU- KIAMBPCO
=
*

pas>s, a nona franca declirioa. Voi
como prudentes desoobrireii aperver*ida-
de do plano debaile do veo cora que de-
bld procurad eoeobllo ; imple
exposicad que pa-samo* a faeer vos minis-
trar dados bstanle* para faserdes uro*
perfeita dea do carcter dostranoae do
planos execraeit -lom que perteodem
destruir a Menarcbia Con*titociooil,
ou. palo trunos dateatboliiar o Brasil, e
riaoar da Cn*titufad e dot Cod'goe o q
tem de mais garantidor da Liberdade.
Muito anlea da poca das eleipoene o
plano estira concertado p i1 piando
oa esecucid para urna La i Provincial
anti Cooi{ituieional, qna dep; ao'Pclien-
te a atribuiad da encolar oa Juiees da
Pi todo o rnais foi fcil conseguir,
porque as Metas das Atsembleas raro-
chites com postas da pessoas pro pos tas
palos Juises de Paes esoolbidos do Presi-
dente, todo dicediriad coma aconte'
ceo conforme o caprixo, interesse do pir-
tido, ou antea a veotade do dominador
qae aenhum meio de aeduead de amea-
ca e de terror deixou de empregar para
conseguir aeo perverso fim. Aproximon-
ae o lempo daa Eleisoens e logo urna cha-
pa para Eleitoret ( aiim denomina*s5 01
da Mesa as listas, que te apreseaiarad )
organisada em Palacio composta de 3a
Empreados Pblicos, de onse Cidadfo
por outro respeitos dependentes, tendo
no priroeiro lagar o nome do Presiden-
te foi levada por diversos agentes e al-
go di Officiaes de Patente, a casa de ca-
da Cidada5 a quero se disia que se na6
votaste por aquel le moda I lo (icaria debat-
i das vistas do Go*erno, seria demilido
do Emprgo varia seos filbos recrots-
dos e seriad foretdos atrabtlbar as O
bras Publicas &c. e para que fossera rnis
acreditados ol miseraveis mas terriveia
agentes do Presidenta o tivessem argu-
mentos Com qno convmres-em, qnando
ahia6 para diversos pontos a des tridos
rscaromendidos aos Juises de Par quit
Da dar orna prora da verdade das pila-
vras dos aaus emistarios, e pars itso re-
moveo dimittio immediatamante diver-
so Empregidos a Ollicues da Guarda N.
queja ae tinhid pronunciado contra tad
violento ataque, qae se fasia ao direito da
libordarte da votici.
Tendo o Presidente assim dsposto os
negocios, e presumindo que todas as a-
meicis. e tanto terror que tioha espa-
Ihado fossem eaptiei de ftser que nao a-
parecetse ama so" palavra contra aua ton
tada epre*entou-se na Matriz no dia iS
da Novembro que linha mareado para es-
carnecer da Sobartnia Nacional tendo
not Qtarteis a Tropa debtuo de imn,
ebem mencionada a penes a maioria
dos Cidad*ds que tinhtd concorrido de-
taprovoii por actlaroacad apropoata de a
Escrutadora* ret rou se uo mesm > mo-
mento o Presidente, e epsrceo toda a
sodidts lando a fente eu Comman-
dsate e bridando que tomtssem assento na
Meaa os meamos prnpostos do facto at-
sim aconlaceo porque debalde forad todas
i reeltmafoent, todos os argumento* que
oposerad mnitos dos Suplicante a q' lot-
eo admittiJa a Tropa de I. Linha a se-
melbante votacad o O Ju< de Pat que
se erapenhava por corresponder a Con-
fime e bem enmprir as ordeos do Pre-
sidente e combinasen com o Padre
Cario* Augusto Peixoto de Alee, r p< i -
Uo de Presidente oseo candidato a Dapu-
taca acceden aos votos dos Soldados e
deo logar de Escrutadores aos que linha
proposto. He sabido Srs. quea Torea ko'
poroutra pode ser repellida, mtsosSup-
plicantes ospraocotos de que tutt recia-
maeoens fossera laucadas na acia, como
Ibes premetera o Jmx de Pa* para serern
levados a Vosss AugeM Prsenes renun-
ciado as via de facto, o continnarad a es-
sitlir nad j a urna Assemblea deCidadi-
os livrea, mas a reuuiad speetadora da
violacad impone dos *eus mais sagrados
direitos, pots que por tima Mesa consa-
grou o principio de que Hepoit da organi-
zada ella na nhom da A-emblea poda
rais fallir, a enlad es*e mesmo de aba-
fo de palana fai negado ios Soplicantes.
Organizada assim a Mesa militarmente ,
deo-te principio a recepca das listas e
eparecendo notamente o soldadesca de
novo te fiteraO re^lamaeoeni costra a
idoneida tes se sussitaiab ; mi* a P'irocbo toman*
do a pitarra respondep aos Suplicantes,
que quaodo cstie^en3^rft cirria fitetsara
o imamo. EntaS a tAhai que Ja te acha.
va reveHtid.i de poder deeedir difinitiva-
mente as qnestoens resoleo, que se
recebestero as listas dos soldados contra
o voto de um ds SecretirrlJi, fe na5 tal -
tarad entib listitainda dos que esta5 a
mnitos lempos destacados no inefW dt
Provincia e al dos que uj iuuS Bif*
cbirao para o Para' .'
Ae arimiiavel com effatto o sobre roa-
neira louravel o zelo r)e tae< CidadCos
\ soldad*c8 aprerca8 que tomaraC da
deixar sus listas asignadas por outros a
seo rog<> ; mas oad obsladte todas as sot-
peitss de faicidade que nobre ellas re-
c.buo ; oad obstante notar-ss a circuns
'.anc* de darse em todos a idade de i5
aonos as listas sa rcceheri porque e A-
-judante de ordena intirino o Presidente
i espndil, a todas as objeeoens cora pa-
lavra* que preci*5 ser o Evingelbo pa-
ra os Membros da Mesa todos Emprea-
dos Publi -os e u tu de lies Oili ial cretaria do Presidente.
Lto so' Snrs. seria bi-tinte para se
)n!g>r dequanta violeoc'ia se lansou m5
pira vencer-se e do estado de opoticad
em que se acha este Po*o desgrasado.
Parece quenada raai podeiia ocoorrer a
o espirito niaia dominado do de>ejo de
trinmphar parece que se tiohaS e-gota-
do quintos raeios pode -ugfrir o esputo,
o di-sejo eo menoscabo das Leis, e das
garantas sociars : mas nos-os opresores,
considerando que aioda assim n>5 alean
Qii'iiS a victoria lancarad ma6 do pla-
no que pela experiencia do qae te tem
pa sa'io em ootras muitas Fregunias e
outras Provincias parece ter sido combi-
nado para todo o Brasil, e ira virtude
delle por delibric*5 da Masa for5 rasga-
das mi quatro centis e trinta e seis li-tas
deCidada5s, por todos os rrspaitot as
circunstan. tas de Votar'k'o me.mo lempo
digo ao mesmo passo que se recolberao a
nm 1 listas da asignatura* inteinnamen-
le desnonhecidas de filbos familias de
raendigo<< e i\ de urna celebre compa-
nhia de trabalhadores cujas pracas tendo
o onic vencimento de 32o nos dia* Dtels
bem claramente s eonbece qnenaft tem
o rendimento liquido de cem mil rs. mn-
sees. Assim se conclmo a ileiga Son.,
nefi deixiodo de 8U> Eleitor m so' dos
proposios na chamada chapa do Gover-
no deliberando por fim a Mesa, que
mi) Hu so' radamacad fosse et'crita na
Acta, nemmesmoa deliberaci6 lomada
por illa de se nad permittir a pal nombro algom da A-s-aib'ea Parocbiil ,'
depois de nomeada, e instaiiada a Me-
sa.
Eis aqu como a forca dicidio do acto
pan qii te requer e para que a Gons-
ttuieao' decretou a mais ampia liherda-
de. Eisaqui ometliodo porque ura Se*
nador do Imperio Kmpreg|d<> como A-
geute do Governo, e dos waispiedilectos
julgoa acertado ingarii-ta cas eleicoens
para fiser recibir a raciona dos votos
em Candidato* da snt particular cenfiau-
ca dos quaee a ruaior parta estad ja de
muito lampo habituados a lser ciliar a
conciencia diaate das Leis da ceg obedi-
en< ia. '
Augustos e Dienissimos Senhorls Be*
presentantes da Nacad ot Suplicantes
lodo o Povo Sea ansa abarloa de seram
lestemunlias da mineira mar escandalosa,
e nnmoril porque o actual Presidente se
intrometeo as eleicoens horrorizados de
aerem pralioadas no acto da votacao' vi-
olencias ds quaee nem sombra apare-
ceo ja mais nos t nipos era que ot mesmos
e'evado* boje ao Poder pregavtd a dou-
trina de resistencia e de oposicao* iem
limites a toda a qualquer engareocia q'
o (iuveoi eriiebti-e ter as eleicoens po-
pulares reeiosoados pirigos a males q'
necasai iamente se sdguirao'das futuras e-
leieoens sa prevalacir o principio di for-
9a neatas adoptado e de quera esliv> r
de cim poder por em pritca todo o ge-
nero de violencia* ; por i-so recofrem e
P. P. a Voe Augurse Oignissimot Sis.
Repraseiitiatesda Nacao', qae Tomando
em consideradlo' quaiito tem os Supli-
cantes expedido, vea digosit adoptir urna
medida qae posse- remediar tao' grande
mal e pievinir', qde para o futuro poa-
sao' apareee saniias sdmelhantes. E. R.
Me Saguiad se dtenlas e tantas aisi-
enataras.
1 i
LISBOA 11 DE JANEIRO.
Representacfdtos Duques, Ylareehal Sal-
danlia e Conselheiro Mousinbo d'AI-
bnquerq"ue apresentsda na Sescf o de
2 de corren te.
Srs. Depatados ao Congresso Portoguex.
t*^*r. --Vi -eejr
Chegando ao conhecimanto dos Pnf'ta-
guer.es abaixd assignados a ju-ta resolucfo
lomada pela inaion dos Mambros do Con-
gresso pieseatementa reunido em Lisboa ,
de referir decisie d'uma segunda axsem-
btd* legislativa r determinacfo do modo
de constituir a Cmara do* Senadores -de-
oslo esta, qU" s pode nascer do si rica ro
desejo de consultar sobre tio importante
objecto ama expreasio da vontade naci
nal mais clara e rtfleclidamente repren-
tada do que o pila pre-ente assemblea,
eleita em momentos d'efferveacencia : os
abaixo assiguados virad aborta por este
facto urna concorrentia livre as oi>imdes
obre o estado prc-ente easoite futura
d Portogal; e julgarad dn seu dev-r a-
p.iasestar ao meimo Congresso e Naci
as suas opinides os seos senmentos e
bem aisint os aaus recaios peln sub-equen
te deslino doTlirono e da patria cora a
inciicaci d s roeios que no seo pensar
podem renfuier os mesmos recaios e
consolidar a Monarchia ea libardade ge-
ni.
Se as rises que os abaixo as ignidos
passad a expender poderem promover a
ndopco d'uma linha de conducta qde el-
los julgad iodispansavel para apr dada, epata a completa sitisficad de
juihoa e moral publica alies tai lo con-
seguido o seu nico objecto; se porem a*
referidas rasds na6 fmeih apreciadas ;' se
os principios vrdadeiros que' Io a ex-1
p forem despreciado*, restar ao* a
baixo asignados a satisfacio de ter roo'
parado quinto nellet coube para o bem
geral, derempenliando siim o sed dev'r
IsCidadfs, e o compromisso que Ihe
imposerad oa teot nunca violados jura-
ment*, e o presente leqnerimenlo que
os ab.uxo issignados rfirig- m aoCongr. s-
80, equo publicad por malo da imprensa
ncara no cunhecimento ds Na;fo como s
xpressio franca e positiva dos seus senti-
inetilo* e como frrli appell*co ao senso
ret lo dos P01 taguezes e s liedes futuras
da experiencia."
t) Tu 10110 da S. M. e as liberdides de
Portugal esravad firmadas na Carta Cons
liluciouil da Vlooar Sr, D. Pedro IV ,' gloriosa memoria ,
em 1826, no acto d* sua abdicado acto
em que declarou chamad* a Ofcupar o
Tbrono portuguez a Angosta Pesso d-
S. M. a Rainha e a tua dinasta Le
lundamental acceita e jurada pela Naci
poilugueza no mesmo atino d 18-6, e
por ella leconquistada e sellada com o seu
saogue e seus sacrificios na sempre memo
ratel e gloriosa lucia da restaurado e
que por tanto era ?imultanra-ncnte a obra
espontanea da Throno e da Nado Con-
dices aingulares jamis leunidn por ou
Ira alguma Constitnielo. '
Esta le toodamental fielmente ober-
Vad* pelo Tbrono e NaSo, regeo a M >-
narchia al ao dia 9 de S-iembi o de 1836,
tem que em todo ette lempo hovvise a
menor tentaliv* de paite do Throno para
coaiclar e liberdadea Cnstitucionaes ,
riera squearr o manor indicio de leiideo-
cii a semilhante tentativa : e sem que ie-
ciprocaraente se apreoeritasta <*a paitado
povo a mnima di-pr.sici > a ultra pastar o*
limites de berdade Coii-titaciooal : nem
O menor siroptoma de que su*s necetsi-
dades e o* aeue intereses exigis^em psra
desenvtlver-sO nma somma de libanlede
uperior aquella que pela Caita Constitu-
cional te aebava consagrad*.
Tres Veas se reunj o corpo legislativo
em redor do Throno e apenar das cats-
trofes inesperadas que netle periodo se -
reseulrad tres veras os poderes legis-
lativo e executiro se occupua d'accordo
de desenvolver a Carta prla confecdo da
leis orgnicas, confx met ao seu espirito,
sera que contra- a referida Carta se ele-
vassem difliculdadas e se algum h*via
que neata le f-jndamental de^ejasse altara-
cas parciaes ou modificacad todos vo
nella indicado o meio legal da consegu-
la*, sem expor a Naci s ncalculaves
consequencias d'uma revoluead.
Todas as agitagdas, todas as invectivas
da* opposicd s mais ou menos violentas,
que tiente perodo e apreseutrad forad^
exclusiramente dirigidas contia os actos e
sistemas das diversas aJminittracdea por
coj -s mios passou neste lapto de tempo a
gerencia WrrregucorpubHaoj, e ueohu.
mas contra a lei que demareava e cir-
curascrevia os direilos e prerogativao do
caa um dos poderes polticos do estado.
D,e ain la notar-se, que entre asmis
violentas arcusaedes dirigida* contra os
Ministros, a aenhum leinbroa imputara
intencfo de atacar a liberdada Conslila-
cinnal ; e com efleito ap-sar do uso illimi-
fado e talvex clmente aboso que foi feilo
da liberdade do imprensa contra a Auttio
ndtle naquella poca nenbura Ministe-
rio prociirou coartar pita liberdade e a*
pazar das crises assasladoras que se mi.
nifestaia5, nunca foi propost a uspen-
Sio temporaria da menor sequer da* ga-
rant.s da liberdade individual e pela
pnmeira vet appareeerad em Portugal
'desde a restauracad- medidas excepcionaes
je o'pftr>8*iva* depois que a revolufad- de
Setembro destruioo rgimen da Carta*
l)..qo se i qun a Naci pmtuguesa at
o dia gda SeteibHro d* l836 posiuia nm
Govemo repr. seolativo noqul tjdo*
os inleretsea Naiionaes podiad serliviee
publicamente discutidas, e Oujas formas
ecundiedes podiad ser rigalarmente alta*
redas aaceoinrfdaira aOS'dictames da ex-
periencia eao progretso das necessidades
pbldicas : Governo este que nid fora ja-
mis atacado antes fielmente re*peilado
por pn te do Tbrono. Ora seasdouti-
nas as mais liberaes o popnUree do* noatot
das justificad a insui ruci e a declarad
com diieito para epellir ae aggreisdes do
poder contra a liberdade como os impos-
to* nad consentidos de Callos I em Ingla-
terra ou a* rdenaocis oppetnvasde Car-
los X era Franca-: e para obler modifica-
edea guvern*tivas e essenpiaes que nad.
podem ser conseguidas por viislegaes,
como em outro lempo acouleceu aos can-'
Ides Hslv.ticos, e miis recenleroaate s:
colonias fli ilannicas boje Estados Uni-
dos d'Amenca ; estas mismas doulrinas
n.-d po >em legitimar a iuturreido ah a*
fude nd exi-nu igressio alguma do po-
der contra o pacto social eslabelecido e
onde este pacto conlinba em ai oa rueos
efrmaa legaes para todos os melbora-
menlo* e inodilicadas que nelle fosse u-
t"l ilroriueir. Nada juslifica poi* pi io-
ri o movimento insur. e. conai 10 occoiri-
do em Lisboa no da 9 de Setembro de
i836 dirigido como loi a deriiar a Car-
la Constitucional da Monaicbia.
Mas se eila iusurreigo nad pode ser
justificada e legitimada i priori pelas cir-
cuut- causas que a motivarlo ; lie pouco oe
illa piiori pela aunueitcia dat provin-
cias do Reino. Em parle alguma da mo-
naiclua se apre-eoliad insurieifles con-
cortitaute* < om a insurreico que leve lu-
gar em Lisboi; ocra anda eppaiecerad
laes iriAarieicdes qnando as provinciiS
foi conhecido o oocoriido oa Capital, io-
do o Reino etparou em .itencio as deler-
minicde* do Tnrooo e r debaixo do
noraa de S. M. a Rainha forad impedidas
e execut.das as 01 deoa pela quaei os po-
vo pao carao cotiformir se om is dispo-
sices da espe.ie de dictadura Ministerial
que substitoiu o regiment da Ca ta un
pi iiueiioi lempos -(ue se seguirad iu*ur-
itic 1 de Seiemliro.
Nad existi di pirte da Naci demoos--
tracao ilguma sctiva de aouuencio in-
surieido occorrida em Litboa e des-
tiuicio da Carla Constitucional. Mani-
feaiou-se tio smeute ama submissio pas-
siva asrdeos expedidas pelo goveruo da
facto, lempre em nome de S. M. a Rai-
nha ; apreientou se simpleMnente a re-
signaoad da mel a aul>melter-*a incita
mame a um aoontecimealo, a que thro-
no pareca lar sido igualmente obrigade
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unmettsr-te s as-ira poda ser imp-r-
eialmente interpretada nomeaca5 de de*
potados ao novo congrego faita na e-
pocss pela mmeira e oom na condicoes
decretada* pela podar dictatorial do mi-
nKerio diquell poca.
Sa ama obediem-ia puramente pasiva ,
e uma resigoafio destituida da expresan
positiva p >dass ser interpretada como
urna annueucia formal e solemne legi-
iiiti'loia da ara fscio pea tica do', neohum
direito leria5 o povos que nao preserevea-
te pela influencia temporaria 'le fosea on
US surprez nenhuma nvasio de podar
seria Ilegitima at ao momento de ser der
rabada e aquelles meamos, que lio re*
eeutemeote deti airad em Portugal urna
usurpac.5 dehaixo da qual a generalidad
d*> uscaG te oonservou silenciosa por es-
pago de cinco anuos teri*S de.truido
um'goveruo legitimado ,- e tro Tez de res-
tauradores de dio rgimen legal leiia6
sido (.ornete rebeldes afortunados, i
Sepois o movimento insurreccionarlo
de o deSeteuibro exeoutado por urna
pequea fracciodo povo da capital nao
foi confirmado pela exprsalo el na e po-
sitiva da vontade geral da naci segue-
ta que ete ruovimento ru foi legitimado
a po-terioi i por ett vontade assim como
o n < foi a priori pMos motivos e cir-
cunstancias que o produziia5.
D'qui proveio que rama parte uso pe-
quena do* poituguoses repugnou em m-
por-se pelos corjUciirentoH de Setembio
desligada dos seus juramentos anteriores
e ern recotihecer-ee por elles obrigada a
con si Jera-Ios como direito em si e au so-
is coosequeacias. Em vei de olhsr a
iiisuueigso cun a expressio d vontade
Nacional os hornera deate pensar virio
tio rnente oella a obra de hura partido,
movido por conoide racSeg do Pacto social
que derribara a estraobis iuteiramente
as nececessidades, e os verdadeiro* inte*
ressl nacional ; viiso a confua" vo-
luntarias, a capciosa sssociacio dos bo-
mens oom as cousas, das pessoas cura as
inatituicSes; nio obstante a clsia evi-
dente independencia destes olij ctos. Par
eJM a raaioria da cmara dos parea do
Raino, e a maior parte dos deputados .
que eleitos, segundo a Carta, deviso se-
gundo ella representar os povos a come
car a discutir omnn intereses nos das
emmediatos a aquella em que reboitou a
mssu< reicio protestaro solemnemente
contras anesma iosurreigio e auas eon
s.quencias. Porisso um gntfle utn.ro
de luccionaiios de todas as elassea raen
suo prestar o novo juramento que se
Ihe exigi e que no sea coaceito era um
prejutio; eslguus dos individuos nomea-
dos deputadjsao noto Congresso e jul-
gario inhibidos de accsiUr imunpro-
curac6<'s e recusaiio tomar nelle assanlo.
p, lisio finalmente amitos Porlogueies ,
nio podeudo considerar a revolucio de
p*Saterabro se oso como obia da forca au
" xilisda, pela apslbia temporaria do povo,
pertetiderio oppor fec.s forca e res-
restaurar por meio dalla o ulico p^to :
ro varai*o is os PKtuictsnnss aun
convinegio permaneceu invuiavel.
L) i lalt.i pois da oaua legitimadora no
movimsrito intu tecciooario de 9 de Se
t*m< ro de 18J6, da falta de-< e-xpiessio
clara e ps,ti* da vont-de geial d> Na-
Co a eica daste nv> virnento auas erase-
inencias, naacea eotie os amantes e ds-
fensoies d> monarqua leprear-ntativa e
entre a univercidade do* cidadio* portu-
gueses a divergencia de opiuiooa o <*
pililo departido, as discordia* ja 00-
cultas ja ma-oifestas, e p< este mallas
o rec-i", dese-raangas : instabelidade,
o enfisqucciineuio da aco governativa
dentro do.reino, a dirainuiciu da coni-
dersgio exleri' r, era sama todos aquel
lea inconvenientes das ie*olui5-s nio ne-
ce-sitada, e intempestivas, qu<> tendera
a con luiir e> estados a sus ruina pela
vac Ja desastrosa da confasaio adamar-
chia.
aVC.'ts cooslitucional era um pacto
intimamente e ts . throno de S. M. a ftaiiiba 11ra pacto
aanotionndo pe 1 nac,o porluguexs nos
innumaiavcis e geoeroaos extorco pra-
ticados para reconquila-lo. A, Europa
iuteirs linbateiterauohso enes exforsos,
e 01 Governos e 01 povos m*is intima-
mente ligados om.Portugal tinhio alta-
mente sympathisado com, o seu triunfo.
Rerordases do m>ior inters* e da nu-
il alta importancia ligavio a este pacto i-
deas de patriotismo e de gloria que ofu
podiio deixar de unir oom elle a maior
parte da Naci, e para que elle se tor .
nasse o vinculo geral indispensavel de
todos os Portugaest-s baatava somonte
que acabado de extinguir o espirito de
reaccio, qneiafe^rnente a compsohou
01 pnmeiros tempos da restauracio,
se captasae a ella a vontade dealguo re-
to da dissidantes que tnna teguido at '
o fim o partido detribado, o qus cedo
tria conseguido um goTorno jasto, a to-
lerante.
A Carta constitucional, suecassivamrn*
te desenvolvida palas les, emendada e
amplicada se necesario foase pelos roeios
regulares e prudentes na masma piaicri-
ptos taris dado a anciedade portugue-
sa um carcter de seriedade e permanen-
cia asombrado qual podara cresesr em
prosperidade ; eo povo portugus, mo-
trsndo so mundo um K-tsdo de pai in-
terna a de malhoramento regular, teria
p'ovmlo, que depois de reconquistar ero-
icamente os seus direitos sabia d sputar e
possuir urna justa liberdada, impon lo as-
sim silencio aos iqimigos tanto internos
como externos desta inesma liberdade, a
tirando toda a espersnes sque'les que
podessem auspirsr aiuda pelo absolutis*
1110.
Mas sesa vir pelo contrario a nsurrei-
ca5 na5 jostifada de urna pequen* fraceio
dos habitantes da oapital excitada evi-
denteaiante pelo de-cont^ntsment" de um
partido, derribar o edificio social exis-
tente, e snbstiluir-lhe outro do qual era
huma expressij clara da vonlsda gaal
aaiicciona a existencia, bem diverso ser
o aspecttrulo a bem dislinctat as infe-
rencia".
A'li onde aa fneces podam todo, onde
dispoera da surte de ara povo inteiro, to-
da a esperance de e t chimenea: all nao polo exilie aem
ronlianra da pane dos gove nados nem
lores as authoridades essencialmente pre-
carias; a o rebultado de tal exi-teocia *
de tal desordem de cousa e ideas, ser
inevitavelmente a miseria e a ana Porem rio estada actual da Portugal
a de toda a Peniimla rlvspanhoU as con
aqueucias podam aer anda n>si* imrae-
diatas. Urna ve/, demonstrado pelo faci
que o simples descenteniaiuento de um
pitido e b<>aate para derribar a Consti*
tuica do Estado, o partido cuja exis-
tencia innegaval, que chora anda a
queda do absolutismo pode animtr-se e
ensaiar urna tentativa e te os poro* can-
eados de n6 adiar na liberdade a paz e a
estabiliJade da que sob'amanpia carecem
se lanc'arem o que nao difiVil em u-
raa vereda que Ihcs do a e peraooa de ob-
ts-las que ser da AJoaarcbia representa-
tiva quesera das liberdades a diieitoi
dos Portugueses?
Toda ahstoiia, tanto ant'ga coma
moderna prora ncontestavelmeute que a
sticcessa rpida de revolucea, a aminda
da variac das institme-s relaxa sneces*-
sivarneote o vinculo social e caneando a
paciencia dos povos, Unto pelea soffri-
mentos cro pelas esperaogaa Iludida* ,
acaba por dcsg ta los da liberdade, e f
tedios retrogradar para o despotismo ; a
i vista (ie-l,>3 considerac6cs nao podem
o. abaixo assignadea deixar de conreber
os mais tristes recems pela sorte futura
que ameaga a su* patria.
Se o verdadeiro amor do bem publico ,
insaparavel em uosia opiuiao da idea fun-
damental do juato e da fidelidada ao Thro-
no assim como Nacad anima como
dsvetnoHsuppor a maioria dos Mamb os
doCongrasso Portuguez esperamos qae
elles rtl-ctiiio maduramente sobra, o que
acabamos de expender ; eque convenci-
dos como ni, de que a insurreiea de
Saterabio a suas consaqoencias utS fu re 5
nem podia ser a o5 equivoca e rafleotida
xpreasa5 da vontade nacional, oam a
vos sincera e desapaixonada das nscassida-
dea publicas, n5 querarf iiopor, definj-
tivameate Naga um pacto social extra-
oboa esta vontade e que us saljsfaea ple-
uamvute astas necetiidadei; e qua aotas
por tantojde ser dado nova ConstitnicaC
o carcter de Lei Fundamental oa Mein-
bros do Congresso, de acord com o
Throno, provocarlo urna expressio cla-
ra, positiva e incoiitettavelmente livre
dos Votos pblicos, 00 fee'ia por meio de
registna abortos as (rsguesias para a ac-
ceitaca5 individual; ou seja por meio da
urna Asternb a de Representantes tran
quilla hvre e desapaizonadameuta con -
voradi.
nasumindo pois, os inl'ra asiignadot
entendem ser justo e pedem que antes
de ser dat lirada Lei Constitutiva do pait
a ltimamente votada a Naci iuteira se-
je consultada por urna raansira livie pa-
ra que possi ezpicasar franca, tranquil-
la e desapaisonadamente a sus vontade,
a para que a Constituiq& qualquer que
posas ser adoptada tenha o carcter de
nacionalidade e de legitiraidade que pos-
saio in uega ve I mente a Carta contitutjio-
nal, noqoal caslos ab'ixo assinadosc-mo
todos os Pnrtiiguezt-s no seu entender nu-
merosos. <(' o acp 'iiha em sua opinio,
na5 podailo con-cieneioeamente racUsar-
se a abraca la. Parif al de Uezem-
bro da l837. Duque de Palmella.
Duqoe da Terceira. M*rquo/- de Sal-
danha. Luis da Silva Mousinho d'Al-
bijqocqua.
(C'orraio de Lisboa.)
(Da V teta da Liberdade.)
AVIZOS DIVR-R808.
fy Rogi-se os Sra. Sub-Piefeitos ,
iles'a e m*-is Comarca*, e Authoridadei
Policiaas pessoas paiticulares, que sou-
berem ou virera nm moleque de nome
Valentim, naci Costa de idade 17 a 18
anuos e com os s ta, corpo secco altura proporcionada a
idade cabrea o ourelhas pequeas,
olhos abrAgalhadcs meios veHgoa naris
mais afilado do que chato, boca abicu-
dada pe coco romprid 1 paito ouvados
mise ps pioporcional peinas finas,
levuU vestido aeroula de algodio intransa-
do a aqueta da escAciiuho supe-s-o
estar forlado o qualdeapareceu era 10
de Aknl.doanno de l87, o mande pren-
der e levar aira/, da Motriz da Boa vista
segunda casa a entregar a Manuel Elias
de Moura ou noengenbo Conceicio da
Maiia termo da Serinbaem n Antonio
Joaquim de Moura, que gratificar seu
trabalho cora cineoeuta rail reii, alam
da desposa daconducio.
Jr l)R*p:-racau no da 6 do cr-
rante as 7 huase uieia da uoit um me
nio prtto de nomaMinocl idade de 4 an
ikS com cami.a de 1 isfado verde a des-
j botada, da mangas crtase o taino re-
dondo; olhos abuj;slhados, naiis chato,
tem sobre urna mici uma marca bas'an-
te fulla a immitacio de pannoa, as so-
bianceilbas grandes, e un >a* quati urna
a mitra : roga-ie a pe oa que o tiver re-
colhidu em su caaa da annunciar ou
diiijt-sea ra Direita na casa terrea I).
jS terceira casa antes de < hogar o beoo do*
peccados moitaea que ae Ihe ser eterna-
mente agradecido ; o meo 1 no he forro.
yy O abaixo assignado avisas qual-
quer pessoa ou alguma authoi idade en*
carregada as rondas da polica e p-inci-
psluiente ao Sub-Prefeito de S. Amaro
Jabotstio que eocoutrando um prero de
nome Beuedicto estatura b.iza b>s-
tente grosso.do corpo com bastante bar
ha, cajo escravo foi do Si. Ama Coalbo e agora he do abaixo aasignado ,
e foi se valer do Sr. Gsraldo de tsl m >ra -
doremS. Amaro Jabo.tio a o abaixo
assignado pedindo-lhe quj quando elle
foase saber a respasta ou se o tinba em ca-
sa que fitesse o favor de Ihe o trazar que
Ihe pagina toda a despeina, e alie re*pon-
deo que nio podio ser traidor em o pagar;
assim rog< a todas as aulhoridades que o
encqnliaado o fasio prender o levar ao
aliaizo aaaignado morador na praciuha do
Livrameuto, que pagar toda ja despeza*
lleculaue Jos de Freitas.
fJ*JF* Quera precisar da uma ama de
casa dirija-se a ruado mundo novo De-
cimaSy
faja. Precisa-se da hum Feitor capas
para hura citio perto da prapa que d fi-
anos do aun conducta,* entenda de plan
tases, penca da uimaes, e traettmeuto
de arvorsis :-na ra dos Quaits) D". 1
-> A'lugio sa duas grandes casas no-*
vas na estrada da ioio de Barros mul-
to parto da Soledade, com cmodos par
grandu lanssfia boro, pintada* e auvi-
dracadis, cosinha :'fora grande cacimba
de exceilent* agoa He beber, grande quiu
tal com alguns ai vnre tio pura o svrvico das ditas Qiem aa
pretender procure na rna do Rsngel es-i
quina do heco doCarcereiro D. '5, qua
achara! om quem tratar.
A quem iheconvirr empenhar Um 6s-
cravo, ou escrava de meia idade para
cima, por i5",ooo rs. por seis metes, ota
mais ; n'eata Typografia sebera quem fax
asta negocio.
flT- A luga-se uma casa terrea, no Bs-
irro de Santo Antonio, que nio excada
da o aluguer a oito mil res a se prome-
te dar Oous a quatro meses adimtados,
*e tambara da se luvns a quem trapalear
aa chavts de alguma casa : annuocia Ota
dirjanse a esta Typngrafia,
JUP J s Lupas d'Albuquerqua m-
pelliso pur fui va de um conturaat estado
valetudinario, que j mais tem aqu podi-
do vencer apexar don estreos qae para
isso tem empiegado p-s-o.s deraconhaci-
da capucidade am Medicina a verdadeiro
intereaie por seu restabelecido, ao quo
sempre ser grato ; tem tesolvido, quati
como nico recorso fater orna viageata
Poitugal no 1 navio que mais commodo
Ihe olle-eesr.
Por ettaratio, faz triante ao retpeita-
trel Publico, e em particular a todos os
Srs. rom quem tem cootas ; qae, suaca*>
za lica no oirimo p, tanto n'csta Praea
corno na da Paraiba do Norte; decbando
aqu por te-.H b>stantes Procuiadoi es, em
1.* lugif (,i na qtislidsde de Administran
dur) o Sr. Manoel Lopes Machado : em a.J
" Sr. Antonio da Cunha Sosres Guima-
"ies ; o ern 3.* o Sr. Ago-tuih hVnriqua
d* Silva. Todos, e em particular o 1%
ii a6 revestidos de plenos podares para
representaren sua pessoa como se pre-
sente aqu esvere continuando na Pra-
91 da Paraiba, a Socieiade 10b a Firma
de Alhuquerques Irmoi e comoGeren
te d'e'la seu Socio e I mo o Sr. Antonio
Jos* Lopes de Albuquerqiie.
r^jr Desapareceo da praia am frente ia
Convento de S. Franeisco huma canoa em
b uto com 6> palmos de romp imentoe
4 da boca ; e tem de s:gual huma falta de
madsire qua Ihe forma huma cava por fu-
ra do l-jo d parte direita .\ quem della
soabar queira dirigir-sa a ra do Padra
Floriano D. 7 que sei recompensado.
A p"-soa que annunciou no Diaiid
N. 75 morava perto detta Cirlade e qua
se incumba de acripturaca6, drija-te a
esta Typ. 1 q<>* se Ihe ii com quem sa
deve entender.
^s> A p-ssoa que tntinneian querer
saber da morailia de Bernardo Ferntodel
Gama quai-a annunciar a sua morada
pai a ser procarsdo, por que o dito Gama
he morador no Montero Freguer.ii do
Poco d Panella Municipio de lioda.
mW Na padaria ds rita Direita D. 34
precisa-se de um trabalbador de mssseira
forro ou captivo.
VXJP Precita-tede nm pequeo para,
Caxeiro anda mesmo aem pratica e q.
seja Portugue : na Praca da Boa vnta
venda D. 1.
/y Quem preciaar d uma inulher
para ama seca he boa coaturera a to,f
gomadeira tanto para casa como para.
loja Francesa : dirija-te era Fora de Por-
tas no caes do Mazado em uma oasinb
encarnada.
rjr Quem precisar de uma parda ps-4
ra todo o ser-ico deportase dentro, de
hornera solteiro pu que tenrta pouca fa-
milia : dirija-se por detrs da S. Pedro!
primeira casi.
tjry- Roga-se aos Srl. Sb -Presito
desta a mais Comarcas ; a Authoridadaa*
Policiset a pessoas particulares, que su*.
berera on virem uma negra 4a Oostay
do nome Cathariua j idsa, alta I^
gara tanto aeca e fula q'undo aod.
deita o paitos para dianta, quebrada d am*
has as verilbas % eostuma intifular-ta poe
forra ; supo* se estar acirada, on vend-!
da ; a mande pender e lavar a seu SrJ
na Boa-vista roa do Arago D. Zj tpt
tatitfar todt a despexa.


D I 1 I I O
I P ft 1 N ? M C O:
l
l>
Desejs-se sabor da moradia da Sr.
Antonio Joaquiaa Rodrigues a fim de ae
.tratar certo. negocia com mesmo Sr. ,
por isso qira anounciar a aoa morada.
W* Offarece-se um rapaz solteiro pa-
ra caixtiro de arraaaem ou outro qual-
quer negocio quem o preoisar, dirja-
le a ra do Livrameoto loja D. 20 que
bi so dir a posso.
V&* O Sr. Manool Antonio que tem
correspondencia para a liba de b. M com
BentoJoaquim de Menezes. dirija-se a
ruado fogo D. i2 para recebar urna
carta, que fo tirada do correio por enga-
o de nome.
W A peasoa que annunciou no Di-
ario de 9 do corrente quoier trocar um
"bonito moleque por ama neg a engota-
xnadeira sendo que queira vender o di-
to moleque pode dirigir- e a ra estrei-
la do Rosario sobrado de dois andares on-
de lam por baixo lenta de bai beiro.
f/JI* Precisa-se do ama ama que sirva
pira comprar e cosiabar a ama casa de
milito pouca familia : nesta Typografia.
VfT* Perdeo-se ama five'Ia de sapatos
coberta de oaro na Procisio que no
alia 8 sabio da Igreja do Paraso : quem
tiverechado, ea quser resttair. pode
dirigir-te a M.idre de DeOS a una dos cu.
oiculos do lado do norte da Igrej que
terd boa recompensa.
issa Troce-se a moradia de ni casa
cita no principie do atierro doi iffogulos
que paga de luguel 8$ oo por outra
tois pequea e sai o..tro qualquer lu-
gar do BairrodeS. Ant to e qoe oseu
luguel oio exceda da 5$ jdo rs. ; quem
quiser Tazar este negocio aunuoce.
fcT^ Qaalquer Senhor Sacerdote que
pretendo bir para o Sertio e qu ira n-
oumbir-sade piroibiar a Igrje Matriz de
Cimbras, cojo randimenio un na o miis
de do cont da res, annuncie aua mo-
rada para ser procurada.
- Precisa-se do um Senhora ja de
idade para servir a um homaro, viuvo ,
tem familia o que esta aja capaz de de-
sem pechar todo arranjo da urna casa de
portaa para dentro, eaodode boa condu-
cta e dando fiador e conhecimento de
eui pes3oa po le dirigir-'se ao atierro da
fioa-vista por baixo de casa da Seuliore
D. Mara Maviguier ou annuncie a sui
moradia pira ser procurada.
9* Perdau-se na ooite de Sahbad? 7
do crrante desda a ra do Livrameoto,
at a i ua larga de S. Pedro e desia al
o theatro pela mesan roa do Liv lamen-
to, Queiuiado e Cruzes um trame-
un de cabello sendo Lodo es e de p*lmo
em palmo eo'astoado, e coui co'xetes de
ouro : a pestoa que o tiver adiado que-
rendo entregar dsr-ae- em gratificacio
o valor do mesmo na i ua Augusta ( ou-
Ir'ora palaceite) casa terrea junto ao lam-
pilo, ooannuncie para ser procurado.
ej"J>* Eoo casado Amonio Jo- de A*
cnorim na ra da Craz n. a2 se vend ra
g> princesa vindo pelo Biigue Com mur-
cio a 4$ooo i** a libra e a diuheiro a vis-
ta.
tjCg** Offerecc-se para ensioar di tante
desta Gidade as piimeiras letras, gram-
matice lati* e poitugueza e filosofa em
portoguez um hom-ra de bons coi>tumea;
quam o precisar annuncie.
VI* Precisa-se de um preto para a!u-
gar por auno ou pelo lempo que con-
vier, queseja oomaraeiro pata temar
conta de ama rede, aquella pessoa que
otiver, e quiser fszer este ajaste, diii-
J~-i a ra do Cabug loja de miadvzas ,
). 4 i oaanouocie.
fjfj"* Lavae engamma-se roupacom
todo asseio e preco co-umodo : na baco
do aerapatel casa de duas portas e urna ja-
sella D. 19.
NAVIOS A CARGA.
Para o Rio de Janeiro
joP* Segae visgaem o Brigaa Parnarn-
ouesno de primei a marcha, e forrado de
icobro j quem oo mesmo quiser carregar
a bir de passagem dirije-se a Manoel
ponaalvu Pereira Limi.
Para Cabo verde
gota ai cal ii por Dinguelli, a An-
gola o Brigne Portugus 11 de Marco ;
quem nelle quiser carregar, oo bir de
psssagem para oque tem os melhores com-
modos possiveis drijfo-ae a tratar com
Jaeome Falippa Torres, ou e Ildefonso
Ignacio de Menezes ua praca do Commr-
cio des ie horas por diente.
Para o Aracaty
Vy Sabii empretarivelmente al ib*
do oorrente o maito veleiro Patacho Mi
ria Luisa Capitio Manoel Pereira de S,
por lar a seu bordo dois tercos de sua car
ga, qaem ti ver a carregar, ou hir de psssa-
gem para o que tem excedentes comino-
dos, dirijio-seao oiituio Capillo, ou a
Antea.o Joaquim de Sousa Ribeiro.
COMPRAS.
Ipa Um moleque, que teja bastante
ladino : ua ra estrella do Rosario sobra-
do de dois andares onde* tam por baixo
tenta de barb-.ro.
ajty Duas podras de soleira para porta
de raa e telba boa ; quem tiver qual-
quer destes objectsdesde a ponte da Boa-
v sta at o maoguinbo, annunncie ou
dirija ae a solidado no sobrado de um in-
dar a mirante por cima : no memo so-
brado se continua a vender 5o p.lmoi do
terreno at 8o de frente e d-- fuodos 6jo
pouco maisou menos com bastantes ar-
vores a com fruclos e bem aturrado ,
pioprio para se edificar cases ; assim co-
mo <>m bilanquim em muilo bom oso.
1 Cno de ca reir propria para fa-
milia, dando ae em troca outia msis ti-
zada ou mesmo aera essa troea ; quem
a tver levea ao telhoiros do Figueiedo,
atrat dos Mrtirios e para tratar ra
da Cruz n. 57.
VENDAS.
f> Um prelo de 18 a ao ennos de
idade, ab>l para todo servico de campo,
sabe carrear tirar leite e propiiopara
andar com carroca em O inda na ra do
Varadoaro no armasern de diversos g-
neros, por baixo do obrado o. 18 que
fica de quina e com os fundos para den-
tro do l'antano.
jrJT Urna c^ixa de lavar cora outra pe-
qa<*n>< contundo varios preparo* para bar
I,.' tud<> de muito bom gosto e apan Diada
de pr^ta : na ra nova armaaem de trasto
do S. rilioi VillS-a.
tj Urna negra do gento de Angola ,
sabendQ l diario de urna casa e vende toda quali-
dade de venda : na ra do aragio D. 37.
I3T IJmi bu retina e um coi rame de
lustro paraG. N. ; na roa de Aguas ver-
des o. 4.
W9" Da se por 22 <#)ooo re. utos esora-
va idede il laum uaco muc,ambjque
e peifira marisoadeira Uva muilo b m
de sabio e de varrrlla sabe comprar e
faz todo o serv ;o de urna casa e cozinha
epiopioparao servics de campo, por
ler bom corpo : quem o pretender dirija-
se a venda quefoi do Mecido Jo da Pe-
nda qu-' \i li quem a vende.
XV Urna e-crava do gento de angui-
la a qual s*b; connhar com toda n par-
l'eiyo lavadesabaoo de rarralll en-
gomma muito bem, fas doces de toda as
qualidade* refina assucar o tambero f.is
pao dc-l tem principio de costura e
mesmo propria para casa que tivr fami-
lia : quem a pretender dirija-se a ra do
Aragio casa n. 184.
jejav* Um sobrado de 3 andares com
ohs5s proprios no bairro do Recife ou
ttooa-se por casaa terreas : quem o preten-
der dinja-ae a ra do Crespo U. 7 lidfl
do sul.
\*^T Urna obra de Filangieri ioda no-
va e por preco coramodo : aa ra do
Cabug loja da quina antes da Matriz.
WT Um cavalle ruaso de marca peque-
a e bonita figura, dirija-se a ra da
Cruz o. 2a em casa de Aotoaio Jos de
Amorim.
?jQF Tres quartios muilo novos e bons
carregadores baixo, e um esquipador.
por preco commodo : quem oa pretender
dirija-se a ra do Peixoto no ultimo sobra-
do a pida ria de Joto Lopes de Lim ou
na venda da quina no principio do atierro
queabi achara com quem tratar.
WW -' forte piano por preco com-
modo e duas podras da refriar agoa :
Olinda ra do Coxo n. 7 um fiteiro en-
vidrasado com rodas em baixo para me-
ver ae proprio para estsnta ou miudezas
na tnesroa casa.
t9> Duas pastas do sitien para o 5.
anuo acadmico : Olinda ladsira do Va-
radouro venda da garapa
t^> Um bicudo maito cantador toa-
do bastante lempo de gaiolla : em Olinda
rita do Coxo n. 7.
tTJP" Urna escrava maito sedie e deli-
gente para o trafico de urna casa de fami-
lia por sabor bem tratar de meninos, e
cozinha o diario da urna asa, e saber bem
engemmir e vende muito bem na ra ,
pois tem disso muita pratica e na mes-
raa loja tem alguna quadroa, e estam-
pas de maito bom gosto por preco cm-
modo : na rus nova D. a6 loja de trastea.
WaV Urna negra de bonita figura que
serve para arranjo de urna casa no so-
brado de fronte do telheiro do porto das
Canoas, na quina primeiro andar, de por-
tas amaradas.
IfW Um relogio de oaro de repitile .
por proco commodo : nesta Ty ?. se dir
quem o vende.
VW Um preto de naci idade 3o an-
uos pouco maia m menos maito sadio
e robusto e ama marquisa muito bem
ita de augico, e ama cmoda e duas
banquiuha-.: quem a quizar pode dirijir-
se a ra da Penha aobrado D. 7 no segun-
do andar ou na ma do Vigario armaaem
de assuoar de Prea & Companhia;
W Um cobertor branco lavrado e da
franja urna sobrecasaca cor de rap,
urna mesa de jaotar 4 um coco do cobro ,
e am ferro de eogommar com duas lgaas:
no pr ncipio do atierro dos affogados na
cssa terrea junto a do Sr. Gonet.
rr Xaropes de Grotethss e orgeat do
superior qualidado : ai ra nova Decima
% eai.
Urna marquesa o urna cama de
cendor embebidos, um berco tambera
do conduru com armaeo e embotido,
um siioi com arao* em meio vzo urna
lanterna roagic*com divercas vistas, va-
riaiobras da oaro, pial* e diamantes lu-
do em conta : no bocudo Rosario sobrado
D. a5.
t^ U na escrava idede pouco mais
ou meuor 3o aonoa cozinha o diario de
casa, a fas doces do diversas qoaldadcs,
e juntamente lava de varrella, e em sabaa
quem a pretender dirija-se as cinco Pon-
tas casa D. 23.
tfff Moendas borisontaes e veiticaes
tmto de agoa como de animal e um gran-
de sortimento de taixas de ferro batido e
luodido de todos os tamsohos, um jogo
de taixas de cobre mui bem feitas. Igu-
almente se espea por todo este mes ma-
quinas de vapor com saaa competentes
moendas da diifereutes tamanhos e forcea :
. em casa de Fox Y Slodait, ra da San-
zalla nova n, 1.
W Paiuba de mandioca maito sopo-
rior em saccas viada do Rio de Janeiro
prximamente por preco commodo: ni
ra da rasimba a. 109 oa na ra do Viga-
rio n. 18.
%f Ricas bandas de reros muito fi-
no, baatante largas, de malha muito
miada com btcalhu do ultimo gosto ,
etiegadas ltimamente : na toja de Frsn>>
cisco Augusto de Azevedo e Silva, oa raa
do Gabog.
t&> 3 taixas de ferro proprias para de-
posito de aceite, ou olheo; na barca
granJedo Snr. Cardoio ; 1 foglo Ame-
ncauo, com seus pertonoes huma Ba-
liaira e huau bote ; no Estoleiro do Coa-
lo, ao armasern do Sal; e para tratar oa
roa da G uz u. 57.'
W Urna morada de casas torreas, no
lugar dos Affogadoa ra da S. Miguel,
de pedra ec.l : quam a proa tender va'a
raa dos Martirios D. 16.
WK Capia: de plante bom ; os leixes
grande quanto possa um prelo carregar
a 3ao reis : dirija-se a esa Porto casa
oo le morou o defunto Manoel Beoto ir-
ros do defaoto Francisco gimbongo as-
sim como cargas a 640 reis tanto pessa
oarregar.
Wt Uminegr dtaoaaaoi boa so-
sioheica lava e engoma: na roa R6*
casa a onde se faa Carrinhos.
a> Huma orioola de dado de quaren.
taaonos, pouco mais, oa mecos, muo
capaz, boa eoaiobeira e dooeira, %
boa lavideira, be muito carinbosa pan
tratar meninos ; os pretndanles dirija.
sa atrar do Rosario, cata O. a3 que se di,
ri o motivo por que se vende.
ESCRAVOS FGIDOS.
Dois esonvos de nome Antonio naci Cassnge am de 17 ennos de le.
de, meio gig" priocipilraeote quando qnec
fallar de pressa, sem barba, ou com (muita
pouca; outro do mesmo nomo e da mei-
ma na^io com urna sicatris na garganta de
urna vos que quis de gollar-se uax krnui-
tabatbt mas be muito bruto folla mu
to pial a lingua Portugueza : quem os pe.
gar d D. 1 segundo andar.
(HP No dia 3o de Marco p. p. as 10
horas e meia da noile da roa da Florenti-
na em urna das casas do finado Joo Zur-
re] ue con (ron te a casa D. i3 fugio urna
esdrava raolata chamada Iguss que re-
presenta ter aa annos de idade estatura
mediana cabello cortado porem eres*
cido cera larga e descorada olhos
pretos tests grande dentes mu lima-
dos ps e mos pequeoos falla mu
baixo est magra excepto 01 bracos,
que sio groasos qualqaer pesaoa que
dalla eouher queira lava-la casa ja dita
que aera generosamente recompensado,
ea Senhora protesta uzir de todo o rigor
da lei contra quem a liver acuitada.
*JQ^ Em das do mez de Janeiro, fugio
do fot no da cal, hura escravo de nomo Ca-
etano, uaco mocambique, que tem bu
ma sorra desde a testa at a punta do na-
ris, eignal de sua trra; he cheio do Cor-
po estatura regular, e falla que bem se
percebe.
t^a> Em 15 de Desambro do anuo da
11135, fugio do mesmo lugar bom es-
cravo de nomo Damifo, alio, magro, bem
preto, algum tanto destentado e cam-
bado das pernas ; esto preto ja esteva
preso na Cideia do Bonito, e quando ora
coodusid ha coma de quatro meses
para casa de seu senhor, fugio do camiabo
perte do mesmo lugar do Bonito : qaem os
aprehender, leve os ao mesmo Foruo da
Cal em Olinda, ou a ra da Cruz nume-
ro 57.
*W A 8*de Janeiro fugio do bonito
huma escrava crioula por nome Anua Ma-
ra a qual representa ter 4 annos, e j
piala de branco ; cara bes^o zato hum dente tira.do da paite de cima,
sabe fazer louea he muilo regrata tem
hum p que nao ausenta bem oo chfo ;
levou duaisaias de chita azul huras va-
ina com fl >res amarellas, a mais nova com
flore* encarnadas, e bom laneol de psnno
da costa j velbo : qaem della t>ouber ou
tiver notieia poder aprehende-la a le-
va-la a ra do Nogueira N. 7io, que ss-
l bam recompensado do seu trabalho.
\
MOVIMENTO DO PORTO.
ftavLs Saludos no dia 5
P0RT03 DO NORTE; Paquete Nacio-
nal Brasilia, Commandanle o I." T-
enlo Augusto Cesar de Castro Mene-
zes ; pasaageiros Jt^ Loureuyo de Cas-
tro o Silva com saa familia e dois escra-
vos para o Cear.
Entrados no da 6
RIO REAL j 6 das Hiate Nacional E<-
peculaddr, VI. Domingos Antonio de
Asevodo (carga aenocar : ao Mes tro ,
passageiros os Brasileiroa Jos de Olive-
ra Mello, Jo- Goosalves Ferreire ,
Antonio Josquim e Miguel dos Ao-
jos.
Sahidono dia 6.
LIVERPOOL } Brigue Iogles Cybele, M.
Ilm A. cerga assucar e algodio.
MACEI'; Biigae Ingles Livooie Mi
GeoigeRosse, carga assucar.
?Si n Ki 5 !i h ?* ?**i 4


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