Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03396


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Full Text
C/vTcJ
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7
m*e
kmio XXVHI
MAM O
*ur*r"
ra.zi/o ata sonou.iieoAO.
htlMIlTO ADUWTiD.
,.,tilincslre...........
POI"0 pj'JuiHt.o gullMUTII,
DI- DA IIHIIN
de oiernrro de 185?.
N 216.
PGMAMBVCO.
AUDIZMOIA.
H
lJI '<" oTICIADUiMrIllO
i... 31 oe Agosto Minas... H de Agosto
Wararibo
4/000 20 Ser. S. Eulaqui
8/OU "
19/090
4/S00
i juii.wlr Orpaa.
|, e5. as lOhorai.
1. vara doeivel.
leara.-.
Parahiba
8 deSelbr. S.Paulo.
I! de dilo R. de J..
17 ,c dilo llahia...
7 de dilo
'4 de -etbr.
18 Je dilo
2i Tere. >jj S.
theus Ap,
32Quart. S. Maurlc o. 3. e 6. ao mcio-dia.
23 o ii i n i 1.1 ni i Patenia.
1* 4el. Njii S. .Ijs j. e 6. as 10 lloraf.
Mcrces 2. vara do civel.
2.Sab. S. Jiisiin.-/ U, eaabadoaao melod
ililinm. 17. Clelfaa;| Milfi:
S. I ormino. / .Tercas e sbado.
Cresce.te i 2o, a i hora e i miauto da tarde.
Cbelaa28, aa 4 horas6 mlnutoa da tn,
Mingo.DteB, .alboras 16 u.lr.uto da larde,
ova 13, aa a boraa e 21 inluuloa da urde.
Prlmelras a horaaf 6 inlnutosda tarde.
Segunda as 2 horas e 80 mlnutoa da uianbfia. Todos os Correloa partera ao melo-dia.
arAsviiBAa *ui ooaaiiui,
Uolaana e r.rahlb, siegu.daa c iextaa-
(elraa.
aio-Graude-do-I telrai
Bonito,Caruarn,e O.ranhuBS no ie I decid*
miz.
Fiores.Ourlcurr.Ciu e Boa-Vlata 13 28
Ollnda, todoa oa da
OTicxAi iiaiwoiinii.
Portugal itde Agoatouatrla .. 3 deAgosto
lleapanha 8de dito Sulaaa.... de dito.
Pranca.. Sdedito Suecia... 3o de Julbo
Blgica... 5 de dito Inglaterra o de Agosto
talla..'.. dedito E.-Unidos 24 de Julho
Alem.nha. 3.le dito (Mxico... 3 de dito
Prussia ...3dedlto California lt>de Jnlho
Dinamarca 31 de Jnlho ChlU. 0 de Malo.
Ruaala... Jo de dito Puenos-A. de Julho
Turqua. 29 de dito Montevideo 5de dito
cambio, m a* Bat iitchbbo
SobreAondrea. 27 '/ por i/uoo d.
Paria, 39
Lisboa,lOOpor canto.
ITlEI.
Ouro.Onf.a heapanholaa........... EJ/OOO
Hordas de 6/400 relhaa......../16/n00
. de6*400nov........118/000
a de4/000...............' a/"0
Pr.t.Pnt.cfle. hraallelros.........! 1/""'
Peaos columnarlos...........1 MES
Dilomejicanos.............j 1/800
MgTE OFnCIAL.
COVERNO DA- PROVINCIA.
OPBDIBSTB DO DA 16 DE SETESIBKO Dli
IBAS*
Olcio. Ao Exm- presidente nome.do
nara a provincia du Para, I)r. Jos Joaquim
a, cunlia. aecusan lo rorohido o ollicio, em
Ub's Esc cumniuuica huver no da 20 de
.tosi ultimo tomad* posse da administra-
cJo daquella provine, e respondeodo-lhe
comas cortesas do e-fc-lo.
[lito -ao Esm presidente da Parahibi,
acensando recebido % dous cxemplares,
uVoS ESO' remellen, oSeoileeQtO dos actos
ifUlilifOI d.quell. prSjoola, promulga-
do* na silo ordinaria dBcorrento anuo.
llilo --V thesourari, aclarando, que a
lieenca conce.liJa ao priinWrqauanueiise
da iMreUria da polica, AntoiTtt /.,-e oe
Frntas, loi rara o ti.esmo tratar de sua
Dito.A' mesma, transmit indo o aviso do
urna Mira na importancia de 266,800 rs.,
saccada pela thesouraria de fazenlada pro-
vincia do llio Grande do norlo sobro a des-
ta e I fa'or do Juaquim ItomSo Seabra de
Mello.- Parlicipou se ao Exm. presidente
daquella provincia.
Uil.--AO jui relator d junta de juslic,
remllenlo, paia aerea) relaudos em seaaflo
da misma junte, os processs vertoos M
netamente fabricar assircsr n,H depurajo
ilgema.
suciedado agrilcola de Guidelupa reconhe
ceu-lhequalidbdfs iiteiratvente notaveis.
Ahi vai tHXtt.Knenie a acta que se l.vrou Quanto ao producto iquijO,0$tnnw-
em consequenlcla das expe.ienciasdo que a- tantea venrii-aramsero peso da ma'edes-
ebamos do fJllar pejada as formas de 523 kilogrammase 75
Courrier du Havre.) i centigrammas, que do,'Os da purgado dove
marcar qual seja o producto real,
te feilo o Sr. governador pe- j Os circunstantes oulrosim reconti
Por con
lo Sr. W, Se
n un e C ,
ile ver H)
de que ha
padu o Sr.
governador
i'ni:iM..n mo
ros dos div
mu tamben
li.iiiilit nlis a
novo systenn
que al aqu
M',arr portou-se con
ond, gerontn da socie.iade l'h.! r.m que a Uquidaeco furcaiia do W*>
ra ir o sitio de Monrepos. alien ; de omDeblco deve ler occaiionado a parta
-er-se assucar | elo novo modo 'le urna certa quanl.dade ..e ass^ucar ..ega-
pusaesta parte .aa tem necu- do as ultimas rodellas do c.nna, e queso
nd.e aulorisanloodiloSr. com considerar, is despezas em comliusli-
... dia por elle iixa lu levar re podor ser perfeilamonte cjr.trahi.lo, por
pruprjela- l"o que observaran! que as ro Jellej qu i s-
nonia, cu- biam coniinham um liqui lo que anda mar-
r.iiiiineslc,va Jaiios no aremetro de lleaunic.
po
mero de
da co
ras scienliflcasicva 3giaos-------
vanlag.ms.lo As pessoas prnsenles lamben, julgam
lo apuarelho que em una experiencia isolada, o princi-
palmente feta sobre urna quanlidade insig-
nilicante de materi-s.os rasos que "
para exlrar;3a .10 caldo, COIDO "
app
gento de
ite, trans-
Terna.lor ,
accedendu ao pedido uoSr. Second com v...eiam, oajjanos, cal
qella solicitude que mostra em ludo que lio pregnados de uina q
toda eotpailbla Iixa de creadores do II10
Criada do norte, e a Joo (Japistrano da Sil-
va soldado do meio batalbu du Cear.--
I'a'rticipou-so nos Exms. presidentes das
rnesmas provincias
Hito.Ao Chole do polica, transmillindo,
porcepia, o aviso da icparlicSo do imperio
de 18 do agosto ulti no, eo ollicio, que
elle se refere, do ministro do Brasil residen-
loem Portugal, versando sobro a descoberta
de urna fabrica em Aldeia Gallega, em que
secummellia a mais escandalosa falsilicacSu
nainanufaclina dos paius e chourlcas, nn-
Iramlo na sua compusi(;So carne de toda a
especie de animaes.
Dilo.Ao juiz municipal do termo do Li-
niCiru, duendo, em re-posta o ollicio, em
qu"Smc. participa haver fallecido nessa vil-
la o nlferes da quaila classn do esercilo,
Francisco Marques da Silva, doliendo tres
libios menores du seu consorcio, que dous
deasea menores podem ser edmlllldoa a con-
rrnienle educaco, un no cullexio dos or-
phios,eoutro nacum,anhia deaprcndizes
do arsenal de guerra, cun lano que lanham
a ila.le marcada nos respectivos re,iulanicn-
los, a saber no du opllegio de 7 12 anuos
c no .iiii,|-.
I. to --Ao |uiz municipal do termo da Bol
Vala, duendo, que, segundo consta do ar-
ilnvu da secretaria da presidencia, Jo.1o
(iualberlo da Silva, a que se refero a sua in-
fo.iiiatao Je Ude agosto uDimo, fui prvido
porcarla imperial de 3 .le junlio .le 1831 DO
lugar do segundo tabelbao | ulilic i do judi-
cial o notas, e esoriviln du crijirj civol e or-
philsda villa de G.r.ilihuns, o que Jos l'ei-
lolo de Barros ol p'Orido uo lugar du es-
crivfio .lo ciiiiic, civel o orphflos do julgado
de i ibrub por pruvisao provincial de 12 de
ignslu de 1837.
Dilo.-A' ailminisiracao dos oslabelcci-
rnrnios de ciridade, recommeiidando a ex-
pe'b(ode suasordens, para que seja rece-
bida noiios.ilil dos lazaros, logo quo |.ara
lili frtr man lada pelo cbofe de polica, a me-
nor Miomiia, qui padec de elephanliase
Communicou-se ao dito cli< fe il polica.
Purlaria.Au director do arsenal de guer-
ra, ia>a foriiercr no lliesoureiro regedor
do aliar do Soulior Bou) Jess dos Paasos na
ordem Terceira do (.arn.o, mediante a com-
itente indemnistcBo, I20cartuxos de mus
que pode ler imporlanou
nela.
Igualmente finou dentn
novo modo de exlracj.lo produ
pouco maia ou mer.us da mesma gri
que se oblen, pela presta da moeda.iai,
marcando II graoa.
As pessoas presentes pensart que no
estado actual o apparelho nao pode ser con-
siderado como'urna machina fabiil, porem
, so ao mes.no lempo .lo paree i. que u. le-
Sioio.i Kubin, proprielario no municipio do ra aspirar a es es foros rneiianlo simple
d*e ulilidaje colonia), a 7 de malo de 1852,
ao sitio de Monrepos, municipio de Gansler-
ro, levando eji sua companhia os S s. com-
missano, director da adminisliacao interna
e thesoureiro geral da eclooia, e ja adiando
ili reunidus os Srs. II. Terrail, morador o
liropiielano em Gaieslurre, cavalheiro da
LeglSode-Hoonra e maire do dislricto Age-
nor do llcauvallo.., morador e proprielano
em Ilasse-Torioexliamuros), discpulo do
losa Juaquim Francisco deOliveira, teen-1 ioslituln nacional agrnomo deCrinou ; Ch.
seuss-ntos r-aullados H-cebamVV. Rv.nas.
os humildes proiestos de sogurauca, da
consideracSo e eslima que consagro as pes-
soas de VV.Kvmas. a quetn leos guarle por
minios annos. Villa das Barras da comarca
de Campo-Maior 22 de Julho do 1851.
-llviii.H. Srs. Fre Apnllonio de Mulinetlo
e Frei LourecjO do Monte Liona, misiona-
rios apuslolicos.- t'rncitco Xavier Cerqueira,
juiz de dicoito da comarca de Gampo
Jlaior.
Wubivador Mtirniihnse',
PERMAMBUCO.
PltOCE)E-SE aELEICAO' .MU.MCII'AL Un
TBRaM DO HltEJO IM MADRE DE ES
NU ni.\ 7 DE SElEMIHtO.E s.\llll!,\M t.l.t.l-
TOS \ '
^ Vcriadora. '
t) vigario Pedro Marmho FalcSt>V
Major Caetano de Uliveira He.lo.
rhomaz Alves Macel Jnior.
I'nomaz de Arauju e Albuquerque,
| Flix Gavalcand de Albuquerque.
\nloiiio Joaquim de Mello,
's da Silva Auiaral.
de paz do primeiro dislricto di Villa.
"'aucisco Kocliael Pereirade Unto
Francisco Berunguer Gjsr Jnior.
Fen ... alcinta de Albuquerqu
J.i.n M -i mili h"aic.iu".
Juise de paz do dislriclo da Taboca.
Alteres Manuel Joaquim do Souza.
le benfica'das dis'ussO's da m.irens. .
Sinceramente, be uina cousa que las-
timo !
Lastimo tanto mais, quanto ja cometa n
faleeor-me a paciencia e a vontade, para dis-
cutir cousas que nos esconegain para o
clio quatido tentamos suhmelle-las ana-
lyse I
Nsstaes r.ibiseas etgaratuja'las do aCorreroa
do 20 du crrente fui o peccador de mim
cbamado riovameiiln discussilo, e Cumigu
um facto cuja memoria e Ira ligio pensara
eu que ja buuvesso apo.lreei.lq na c*bc*
dos mous adversarios, visto como esse facto
j nSo oceupa o dominio da controversia,
ja ha muito qim fui eslorcido e csmagalu
as ni "ios il.-i lgica !
Mas onganei-ino ; curtomens i *0|n me-
moria de serpenle./qual jamis esquece a
rictima que urrif vo/_ ferio !
Essn faclp o de Candas CrUlct, pi-
lones r\ -
Encarta do Sr. M.irnr que |.'i apparecP
bVisso he o mais sublime uilcf-Ctu do em-
busto e d'aleirosia E nada sijr '' ende
lauto eo n ver que esses m-'us ^amaradas,
qu fazem deservente a niou icspeil.), ao
pa-si que procuram dar to lo o lo' ao te
temunnu de Jluroro. ao mr
reli.iixain, o ridiciilari-am nonio
com o lurpesenfl.i asis* -*
quo se leni sua Blippo
duvi Ir
Capeslerre: L. Cliauvel, morador e proprio- appe. r-ic.oamenlos uiecanicos. I Gapitao Benlo Kodrigues da Costa.
" !*?"-*?* Florenc.u Ca.alc.nl, de Albuquerque
tario no municipio des Abymes ; B. Lahaie,
engenheiro mecnico e fabricante de assurar
noongnho Zovallos, municipio deMoule;
e E. Uarbollin, i barmaceulico chimico om
Pointe-a-Pilre.
Em presenrja das pessoas ocim referi-
das piim ipiararn as experiencias, Asdez ho-
ras e meia da m iiinJa Deitou-se enl3o u-
ina porfo do caimas ( que o Sr. Leo lluusca-
ren, a.l niuistrador do estabeleciniento, nos
dlfse seiem das primeiras plauUces, cun
14 mezes de i lado, e que se vorilicou lerem
o peso de 3.067 kilogrammasj om uina cr-
renle continua que as ia fazeudo subirem
para una especie de podSo
Este inslruineulo corlou-as em rodol-
lis, ruja grossura variava de I millimelro a
2, sendo esses pedacos levados em uina ca-
uoura para o primeiro elemento do appare-
lho de eniDebico, que ja se achava cneio
d'agua elevada ao gru de ebui elo.
_ Monrepos, 9 le maio de
\uel.-B. Lahaie. li. Batbollin.Uabin.
Ag. de lieanmUon.Terruil.
Jorncl do l'.nmmercio
INTERlORs
JoSo Ai,l.'-,|u:l,'iii l'ereir.i.
Oiilriclo da Poco.
', Jos Ignacio Ja Silva Gainciro.
Jo'g^da Silva Goitinho.
Jo.io Baptisla UuOil FalcJo.
Antonio Jos da Fonseca.
fistriclo de Carrapatoi
foi o pomo da discordia, e o que rnotirou
separaco de sua mulher. bem q JO em
lalio ll separaeSo ou divorcio fosse juatiu-
cado nelo ostensivo pretexto de sii'ici-s
oo'ras causas, apenas existentes na Vontad
de quera a sua mull r diriga e/acons
lliav.i : (
Inculcaste nesto tpico de rossaj corre
nondencia, Sr. Itamos, que eu, dejspeila
pela ilissuluC'lo da nossa sucieda.lej e aiu
mais pelo fado de llevantes estjbeleei
urna botica nflo longe de mim, acAnselh"
o ilirigira iuiiiIki irinSa oara promAver coi
Ira vos urna acclo do divorcio 1 Sbis roui1
injusto, fazendo-me urna imoutalQflo q.
tanto tem de odiosa, quanto du f*jsa e a
de inverosmil; e porlaniu permilti d|ue r
explique ao publico os f ctos que o-"
narain a nossa asso.ciarjflo, oa mol
sua i|issolui;ao, o as cousequencis den
l>eis mou eaxeiro o ganhxvels o tem
urilnnado do 150/000 rs. por anno, quand
em 1832 pediste om casamento minha ir
nfli: oppuz-me cmodeva a tal casamon
to, alten.leudo a quo a exigtiidade de vos
sos lucros nSo vos .i'ormiuis tomar um e-
Inldemque vos fallbciam meio* de nv
ler-vus com decencia. .Mas inslanc
"lempo o meu Mlecido pal ced, viudo a gra
bre mim a onerosa condicSo de da
leresss em minha botica, para a
t'aveis eponas com Oo/OOO rs.
eoonomia dos t'abalhu de mii
. Fost"S meu socio .1
1832 ate 2'- de
erde-
HAKANHAO.
A religiao, a quem pertenes mandar qual
rainlu que impera ; nunei deve ella de*C r
u na- ra conllcSo da um reo, quo sejusu- Jos Baplisla l'ereira.
Mea, por que a sua jusliliear;3o faz antes Francisco deSalei Tenocio Juuior.
ul.iii.i- os impos dos nn-s is das |ii ni o Antonio Juaquim da Cusa.
v-se feilo o objeclo do un. refutacio ju- Manoel Juaquim l'erroira.
blica o solemne; pelo que sea semore
melhor paraconsolac,ao dos bons, e confu- nlrielo da lurema.
s3o dos inaos faer conbecer os mag- Major Francisco Cur.leiro l.ima Fal:3j.
nilcos e siluli.-u- elToilus quo ella proJuz Joaqun. FranciscaCo'deiro Wauderley.
por meio de s:us dogmas, o ministros. Eis Beruardino I cito Gaivao.
puis i. raza i quo n.e in luz a fazerapparc- Francisco IslJoro Calado.
ceruannexo ollicio, o qual pilenleaii lo ao
Do primeiro olemonlo ( primeira caldeira ) publico a forija, e a benelie.-neia loiigiosa o ---------------------.
foraul as rodellas successivumeule paaSan- civil da "divina palavra, lar licuar, as tre-
do para o segundo, o aasini pi r dianto atojvis do nbysmo, do ule saluu, a corrosin- UepartlCo CID po.licin.
S'xlo o ultimo ; senJo depois despejadas em j dencia quo por excessu do raiva inveja e DIA 21 DESETEMUKO.
um plano inclinado dentro do urna carrel- j o irreliglBo mninlaraiu reimprimir certos Ulm. o Exm. Sr.--I)is partea boje rec
Iba subre cairis de Ierro, em que foram judeus das... com seu Syimelerio, autores das'nest r.>,,arliclo, consta lerem si lu pro-
IransporladaS para fiada labiiea. Ueste j uella com o ira de pintar odiosas as sanias loi a ordem .lo subdelegada da freguezia
anoiiieulo en, .liante, leudo a ouer-Qo che- mssis, o deslustrar a con lucia de quem JoS. F.ei Cedro Goncalres, Kosi Mana da
gado ao s.u estado normal, veiilicaram os I com m.ior fervor lh'as pregn sem temer Cunceijao, Itay.nun ia dos Aojos, lluliua
Orcumstantea que o grao do caldo extrabi- cousa alguma que u humem Ihos podessa Maria .ios Prazeres, lanuaria alaria da Gon-
fazer, pon.'.o em Dos a sua esperanc a elle ceiclo, Joanna Emiliana Lupos do Auiaral, mais un pouco de amor para c-im
nHO delXari 0 Justo n'uma ct-rna agitacilo, Antonio Barboza dos Pasaos a l.icurg i dos
pois no que tralulln o soll're proiuelteu co- p.ssos, por desorden! ; oulem du subdelo-
ruae gloria! gado da freguezia de S. Jos, o cmela do
Fr.--/\ .W. C. s-tgundo bstalliSo de fuzleiros, Joaquim Gu-
a lleverenlissimos senhores.lie to ro- mes dos Santos, pur ebrio e Manoel, escra-
conlieodn o iiesisluresse, il u-lr..ea.i e ca- vo do llemelcrio Maciel, por ospancamoiitns ;
su..-. .
lia mental, ou na falleucia absoluta di lu.._
a quo os no-sos maiures cliam ivam b-iu e vero
pundonor! N3o, osenhorMoror nao fazia duracAo lu.
itarbu de una infamia ; e corito lauto com a i As cuntas que
jlexibilidade .le sua alma, que a nao escru- evidencia a ex.
vUlisar de encoinnio la-lo, poraeiluque me Orinar] e vos o n<>
ello daria una 5.'ca ta em uiinba defeza, e se quizesseis lucar a es_
om refutic da que publicou o Crrelo. dencia, o que nio suppunlni, a ,
Asssim Ih'a pe hsseeu ; mas ua.i a que.u es- na a cusa de vossa honra; pui
lou saiisfeilissimo com a i rimeira declara* lembrar-vus que as colitis respectivas, as-
r,au doex-subdelegadodo Panellas ; ludo o signadas por vosso puulio, param em meu
mais tem o valor duse'gundo depoimento do podor.
sollado Martius, quan.lo pur milagros de Alm disto linheis o auxilio de 600/dOOrs.
patriota J. G., luciUpou-mo na morlo do que ou vos dava para alimeulardes duus oi-
Curdeiro. xeiros da vussa mesa, o devois confessui
Cus bem; falsa ou ver.ladoir* o carta do quenaoea isso u ni grande prejuizu para
Sr. Mu-or, pouco me i ni noria a mim ; o quo vos ; sendo que tambem no primeiro anno
porm n3o puteen durida hn quo o ducu- do vos.o consorcio as vussis despozas foram
ment que aliaixu tanscrevu he vcr.la leiro, ass.s mdicas ( 165/020 porque meu pai,
:ducumenloque, visto a onveni.'iito luz,mo cojas ciuzas silocreduras do vosso respailo
p.ie deixsr de palonleiar a ma foo desleal' para com sua lillia, nao cunsenliu que dis-
dade com que o escriptur do Corrio ligu- peudess'-ls com casa neni uli i-eiito.
rou-me involvido'em urucessos crimus Mas v<, compreueiid n lo mal os vossos
lio ser-se muio liviano .' interesaos. foles arrelando da masa coui-
Lea, pols, onobre Chrooiall semanario o muin lodos os luc os quu se realisayam, o
ducumenlu a que me rcliro, o veja sonao te- isso era lauto mais prejudicial a suciiidade.
libo direito a eaparai ilo seu cavalleiri-mo
Ulm. 0 Exm. Sr. Dis partea boje recebi- um Justo de>aggrara da uir-lsa ou nolun
que irioguii ao meu carcter i1
Que lacililade cin iujjri >r os oulros !
Ado isso Ido mesquinlio e lio pouco ge-
do un p-Inicuo 'eleni -ntu { caldeira) era 10
graos, 25 do aremetro de Beaum, na tem-
peralura du nr a r.bianlo. Tirado o caldo
ueste poni fui levado dir -clmente e sem
a menor depuiaofln pira om i caldeira aquo-
cida a vipur,unde fui concentrado ate o pon-
to de cozinnar. Cbegado que foi a e-t i pon-
i, despejou-so om vasos proprios para es-
friar; passando-se depois di-to a deila-lo as
formas.
A opcracSo foi ioterrompila pela
noite.
< Naquelle momeulo todas as canoas pe-
salas li.viain sido crtalas cmrudellis, o
s.Tioiilo ficou o caldo no aiiparelhoal odia
seguinlo pelas 8 horas da manlia, poca em
que (ornou-sc a come(ar a evaporetjfio que
continuou-se ateo ponto no cosinhar.
Os i-i .- ii.st.it te- v i li r.i ni que depois
das rolellas de canna lerem purcorrido os
diversos demonios du apju-rellio, nao del-
quelena pata as salvas da Testa do mesmo :xani|1 m)ls j,, que um residuo ligos ) 'ba
Senlior.
qu.nlo o quo liravcis era m especie quo
Cada anno .liminuia 0Capital productivo;
a pro orofiu que eu o augmeiitava con os
uieiis lucros o v. beueliciu da suciedade, li-
.,in lo apenas o quo eri uocessario para mi-
nha parca subsistencia,
eures maisci.ridado cun o prximo,1 Bem veles que eu derla sentir o resulla-
ro- do .lesses desfalques dooapitul, que cada
prla dignidade! diaaggrafara a minha situacJJoj e quando
RedfeSi de selembro de 1852 ,em 1812 letlrasles io.5Jj7Ju rs. ou resolvi
Joaquim Pintod Campo, dissolrer a so^ieda ic, s nao o lu poiquo
DOCUUE.NTU : iniulia irma, que Vos cuuhecn mellior do
lllm. oltvm. Sr. Joaqoui Cinto de Cam- que eu, suppliciu-me quo suuslivesse lies-a
pos. Itespundendo a osla sua caria, data la 'losolucilo em alienlo a olla, que passa-ia
1UIIUV.VI i v^arf, v **j**j ...->-. .- i i p ii i i .iiii su 'i i i i | '' vj|.jii-jiiiviii'h | tHa. Bi';puiiina>iiisu a > ,i i i i. i wu 1.1* ridade verda leirameute ctirislS, quo tem a ordem do subdelegado da Ireguozia da Boa ,|0 honle.n.leuno de di/.oi-lhe, que entrndola ser victima de um tralamoulo menos dig-
euen uiaiodo 11M8 no exercJcio dasfunc-lno, urna vez quo o estimulo do luleresso
cOos dojuiz de direitu criminal da oomaica Olo vos furcasso ao comoJiinenlo, anda
respitosamente a VV. ilvmas. toda a exten-
sJo domis sinceros, o puros reconheci men-
t pela exliuccao os odios que ISo eucarni-
ca la ment tem plantado entro seus prin-
cipaes habitantes a mal entendida poltica,
go) inleiramo'nte inspido, o que toda a mas quo drbellada com o denodo, pruden
VV. Ilvmas desenvolvido tiesta ominares, Vista, Jos Gomes lavares, por ebrio, o Ma-
nilo s durante o exercicio de seus sagrados noel, escravo, sem declaracau do motivo.
ministerios aposlnlicus, cuino por ludo o Dos guarde a V. Etc. Secretaria da noli-
lempo que pur felicidad.! de sous coioar- cia de Cornambuco 21 des-lembro de 1852.
cadus tem VV llviins. babiladu entre elles ; --Ulm. o Exm.Sr. Dr. Francisco Antonio lli-
que eu fallarla ao levur du grali IDo se na keiro, presidente desta provincia.Jos Ni-
,iiah ia.le .le ,ti nena ..oi rula le eivil del- colu Itiguoira Costa, chefu de policia inle-
la aao apruveilas-o esto momout'i em quo rio.
VV. Ilvni.s. so v.lo ausentar para manilestir
EXTERIOR.
substan.-ia sacharina bavia sido absorvid
pela agua, que a diisolvra inloiraincnlo :
.._ cjicluin lo elles daqui que a canna pela
ROVO PK0CE880 CARA A EXNMCA DO cmbebicSo ceda inleiramente agua a sua
CALIii) DA CANNA DE A8SUCAR. materia sichsrina.
Horre 9 de iunho de 1852. Os circumslantes oulrosim so conven-
.'Expeiieucias bastante cuncln.l. lile, fruc- cram de que a pureza da dissoluc.lo que sa-
losde longo- e continuados-eatudos, ac- |he do apparelho lu
bsni de ser feilas em Guadelupo sobre a ex
tratan du cal lo da canna. O novo syslema,
poso tem pralica no engenlio de Monrepos,
mugido pelo.Sr. W. Second, apresmlou re-
kltiuos completamente satisfactorios, Este
prucesso consiste na exlraco do cal.lo da
cima pur embebn3.>, e produz consi Icravel sida.
la eflervescencia Ha nit i sobo como o cal-
do que se ol.tem por mein da prcisilo, o que
nein 1.1o pouco faz e cenlraolo pela evaporadlo basta para dar
tima cal.la da bella quali lado o susceptivel
o cristalliscao, sondo suficientemente cj-
cia, Jjoudade.e sabedoria, que tanto cainc-
terisam os actos pratic idos purVV. Ilvmaas,
no ompenlio e desvelo q'ie empregam na
cultura da vinlia du Senlior, tem-seesvae-
cido somellianca dus ampollus, appar:- f
Coi facto digno do nolir-sc, e.qe
comprovado, demonstra qjie o ssucsr pro- t"'10'
quniquer corpo---------------
estado de puroza por isso que urna aoluclo jedilic
sacharina, que nao chegava a marcar 3 graus
no areomelro do Beaum, tondu si lo aban-
donada a si mesma desde o dia 7 a nuite
at o dia seguiule pelas 8 horas .la manna,
nilo deixou o menor vestigio de acido eqi
um papel lorncsol quo su Ihe melle n den-
tro. Desle faci deve-se concluir que peli
simples c va pote (lio da diseolUOlO Sacharina
provenienlu do novo ipparellie pole-s
mi*
ll-
--
dilFurcnca.
lie una cmplela revolucao industrial pr
ra as nossas colonias. Ite provayel quo se
uo paro na i umita experiencia publica
(cuja acia abaixo transcrevemus, assiguada
/pelos memliros de urna commissaj cs,.ecial
icoin,ilenle) e que assim so no* babili-
|o a publicar o final resultado desta lenta-
iva.
Enlrelanln lique-se desdo agora sal indo
'que j seextrahe da canna tola a materia
scliararina, ubtendo-se um cilio de pureza
fct aqu nunca vista. O fabrico de assucar
lomase per este meio promplu e fcil, o a
FOLHETI1W.
' CONDE HGABIAGNOLIH
(POB UOLK 0ENT1LUOME.)
SEGU-NDA PAUTE.
v aTs,-ErTrs>y^ f\ ^
X.
A vo/la do hcic.
Patricios, burgiifzcs c povo, todos em Vene-
SVSSX iV^^l^oMATo^o aVt. C.mo a, l,,drr ... ...astro.
toMr"' Sa'scnS.ri todo aeu esplendor.1 do navio. O e.t.ndar.c *2?^g
ERRATA.
No jury publicado ne-te jornal de lionteiu,
91 do crenle, na terceira columna da pa-
gina segunda, linios 91Fon lugar de n-
grinha, leia-so visinlta.
Correspondencias.
Senhores lleiiaclores.Deu-s cousa mais
cen lo urna concilacilu lo la chcia de'd'ucu- desenehshida e rudo do qu > essas qambulhai
ra, osporancas para lodos qil-> liverarn a ou gregntint mourhros, que all se pliblic.m
fortuna do ouvirom a palavra de Dos an- sob o Ululo do correin da provincia ?
ti un-..i la pur V. Ilvmas. cum todo o fervur | Nunca so vio nada l.lu insipidu, nem tilo
e dodicar;3oevangelica, convencendo-Tio por deponente !
isso. que mediante a graca doTudu Poderoso Ha asss doloroso que ne.-la boa Ierra de
esoleremos de saborear esse, e oulrosim- l'ernamhuco, onde fulguran! OS ralos di el-
mensos beneficios,q.ieiiostruuxoram as san- vilisaQSo a par do mais apura lo gosto em
tas rnissos, cabendoaVV. Ilvmas a subida materia de se encas o artes, ainda se digam
Ihnnra, osumma coiisularao de so retirarem ese escevam as mis'rias quo pur ahi cor-
foifda comarc do ^Carnao Maior deixanlo a 'rom na imprensa peridica .'
os os ?eus habitantes 1-^l.O.ajruojii ffa-l Naohesa grammoiica o o bom
i sonso que
cnien\'o7.7an7i'c.rpnrIsrenovVpVocso Uerna I. posto que penetrados das mais vivas so escorchados nossas p.oluccoes nor.ii-
livre dequalquercurpoestranhoe no maior [saudades pela ausencia do VV Itvmas., cujas\d.sj a verd.de be por fia de regra s.c.lll-
vi ludes ser8o sem. re por todos cada o
a liaba que l se julgasse hourado cliaman-
do-u seu Igual,
Btia iiiuin i.ni n.io mostrara mais nenhum.
inqiilotaco, nclla nau se observava mais essa
nrcuccupacao .oi.ibria c fatal que algum lempo
antes vimos pesar sobre a cidade dos doges,
quando ahi se delibrrava sobre a paz ou sobre
a guerra e quando a sorte da repblica ia ser
enliegue aos riscos dos combates. Pelo contra-
ri reinava urna alrgria inijei.ua e chela de con-
Hinca, vlain-.e rusios risonhos, ouvia.n-se cla-
mores alegres c obicrvavain-sc dausaa c folga-
rca sobre o porto. Aa gndolas sulcavam o guipe
e o canal cu. lodos o. sentidos.
O praier, o orgull.o e a esperanca radiavain
de todas as parles. Nao havia una en.barcaco
que nocslivesse empavesada, ulna casa que
nao osienlais orgulhosauenie em sua tiente
o estandarte con. as cores veoezlaiias. un. pea-
cador, um inailnhciro que nao tiouse.se em
seu bonuet una bella fila verde, encarnada ou
azul, e aleunias veies todas tres juntas lluctua-
us timbrados, com ad iiirarjSo o com o'ral ex
ieucias do-'momento, e a mo-
,u mais cruel fiage|lac3o A mo-
mais projuu lu respeito o acalauet.to
Craza aos ceusquo o guverno de S M. olm
perador c seu digno delegad.) tiesta provincia
Se compenetren, da utilidad.) da continua-
.;lo da cultura do campo evangelio 13o ne-
cessaiia anida em lo lusos nussos munici-
pios mesmo is mais civilisnlos, onde por
S'.n .luvida be nioilii ..ibis aai-.-eada om
ral, que prescrevendo o respeito e o decoro
para com us depositarios do pud.T pulilicu,
v constantemente Iludidas senao recalca-
das todas as suasleis! A moral, que,ensi-
llando a acataros my-ltrios da vid. mima
do humem, veos devastados a oda mu-
iii t.lo, o mais ain i a a insolencia subsliluir
cort zia las formas, desnaturando a lll tu-
se lena cTi seren Ijiscjs que .aliavaui dc'barqe Uo l'rllt tr.uuipiiadr, o qual derla des-
un volco. cer uo navio que o tratla a Veiieaa para entrar
De repente a mullidao prccipilou-ae para a na gondula do doge e ser condusido assiui oo
ponte de lllillu aflu de seguir com avista uina meio da mais b.illiaule escolla ale a principal
gndola de llancos dourados e de cortinas de *"
seda que fcnd.a vag irosa, nente as onda, ese
diriga para a embocadura di grande canal.
Sentado em um uiagnilico lauboreie de veludo
escarale c acou.p.iuhadu de ii... grande nume-
ro de senadores que to la vi.i deixavam cutre si
c.-lli- urna distancia reij eitosa, o doge Foacari,
s uo inelo da alegra universal, m.islrava um
rosto grave e preocupado. Os senadores, pelo
contrario, couversavan cnlrc-sl e alguna ate
parcclam ilr e brincar com a melhor le pos-
aivel. *
Alguna pasaos distante do doge, e garantida
dos raios ardente* do sol por um pallio de da-
masco azul decorado de uuia rtc.i franja de ou-
ro, nina douzelli Duba os ollios liberto sobre
o c.p.co que se descnrolava dlanle della, como
se livesse esperado ver cmliui um objeclo lia
muilo lempo e ardcnic.neutc deicjado. Toda a
alegra que enctiia Veuea, era ua.la em eo.n-
paraco da l.lu l.iflr inefavcl c sem iiome que
adiava na fronte da bella menina. He porque
.o he,oe cojo braco poderoso icabava de l.u-1 *^^^^^^SS "d."".T." de par. ella nao .,. o vencedor d. duqueM.
(*) VideDiario o. 2l5.
sol que sobre ellas pairava fogos que de longe
fachada do palacio ducal
Nao he smenle Venesa que esta de testa,
ob.ervou um mancebo, o qual pelo seu Irage
Ju Bonito, suulio ligo, quo V. S. se achn
pronunriadu em un piocssu crime, instau-
rado peloaubdelegado de l'aneiias, o sendo
a pruuuueia suslonlada pelo juiz municipal,
foi depois, o j. ou meu lempo, refornii.l
quo l:-n:lll il.i lo.
Mas em 1811 ou n3o quiz por mais lempo
sn'rer os prejurzos a que me con lemnava a
mil.lia con les.en.lo .co ; Uissoivi a gooie-
dado; o oniao levanlaslos a quanlia quo
pelo mesmo oriiciinsequenea do recurso por nienc'onasles na citada correspondenci
V. S. interposl paran juizo de.lireuo, C'r-,mas eSqUecestes-vns de dizer quo no decur-
go, quo 00,10 eu oCCdpafa, quando lito,'su do II anuos ,e 8 mezes quo durou a s-i-
prucesso Ibe fui cunelusu para olio proferir ,. (.,|, i ijuheU recebido em lucro res
agua ultima decisloem sustentaotloou 'e-130 o*J730, o que birlen applicado essa
(urina da .lila pronuncia, o cn.no della nSo
quantia 011 parle della ao descont do lel-
tres ; o quo ch-gava o meu conliecimenlo
pur mais clandestinamente que o lizesseis.
Al.....siiissulvida a sucio la le escroosle
a minha Irmll o vossa mulher, que enlSo
se achuva na cidade de i-,.im a tratando do
sua san le, declarando qua Ihe suspendis
a avallada mesado do 30/UOO rs. quo Ihe ra-
ziis, em cousequencii do naverem cessa lo
os vossos lucos pela dssolucao da socie-
dade.
Iluuve, prtenlo, um ani.chronlsmo na
vossa narrac.lo; pois nao foi. depois dadis-
solucilo da sociedad.) quo livesles do fazor
.supprimento a minha irmll na sua estada
. 'em Cuanna mas nnt.s delh dl-sulver-
,----------------------- |s^ e qUdo ainda oblinheis r.s lucrusj do
III.. Sr. Jos Mari. Oonca.ves Hamos- -- ^U^- -r^m^rT^
Eendo um. correspon lencia, publicada nos- raq, por oerto WJ^^MJ^
lo jornal n. 211 do correte anno, 0 dando\plJUt mesada a qu.
pur c.i'IO qu OS faCtOS neila exarados fu-
nouvessoo respetivo promotor roer, 1 lo 110
termo legal, passou 0.11 julgado, lien lo as-
sim V. S. livio du crin,o, que se Ihe inipu-
tuu. Continua sin .a pur algum lempo a
servir 111 lluuilo, o nuuc ouvi dizer, o nem
me OonstuU, que, al 11 do prucesso, .lo que
Cima ja faliei, liuuvesse otilro contia V. S.,
pois sebouvesse. eu deveria saber da exis-
tencia dello. 1'ioV. S. fazer o oso, que
bem Ihe parecer desta minha resposla, dada
a sua carta.
D V. S.
Compadre inuiti 1 liento o obligado.
' Bernardo llebcllo da Silva l'ereira.
rim por vos coa.inuuicad.is a quem a redi-
gio, delerininoi escrovor-vus esla com o du-
plo proposito de resta belecer averiado de
faC.us que su achain a lull.Tados p la vossa
narraeflo, o arrelar de mim urna insina-
cilo tu.ligua que ine ilirasl-i.
A dissuluc.au da sooied.de, dissestos
vos, e o estabeleciiiiatito da botica poslu
por Jos Mua, ligo longe do -eu ex-soeio,
nos que temer aeua estrago.. U mean.o uai se
pule duer daquellcs pira quem a bcll 1 V.n.i
lece comas e quei.na cuceuso: Ah .' be isso
...ais perigi.su du que se pensa.
E o mendigo se poz a rir cun um riso surdo
e .olrcado.
Como, disse vivamente o joven hurgues,
que o nubre conde de
modesto, porm de u.uaceio.rreprchen.,vcl,cra venc.iana, cutan pensis que o uoore oouuc ue
fa.ril de reconliecer-se pelo liliio de algn, rt- Uarniagoola....
co negc'ianl" parece que o proprio eco ,e leu, Nao pens nada, inierrompeo o lime...
ornado par. colber o' glorio.o conde de Car- do. Lapos, Pensar he muipei.go.o a,,,.,. ......
...agnoia. Une lempa adigiravel! que perolas bru-.nc .ou.eute di ceos hroe, ao. quaes
de ouro ola ornar en. auaJ ondas deade a. na- Venesa devia ludo c que ella recompenso..
ntlj4> com o exilio, coui a pr.sao ou can.
Essa emergencia forc..u minha irmSa a
deixar aquello lugar, o.idn buscava or.a-
Ubelerimento do sua s.ude, o ch gando a
uns tiu 11. estada do J.ulo de Barros vos
lumasles um carro e fosUe at aquella pa
ragem ; masem vez de fazerd-s a vossa mu-
lher o aculhimento que exiga.uo so 0_am.11
conjugal mais anda o dec'O oleisdaur-
bauldade, vos Ibe proligalisastes em pro-
fU-Do asqu-rus.s iii]iinas, o apenas
as icce-
-H-.
..
,V...os|...r..cio. rale na. ra. ...ai. pobre, da
ridade. Car.uagnola acabara de lomar lugar
* ,1,, doge. cuja ...ao tocando dalla, -
.remcce.a com u... tremor Involuntario, ea
iondol. depol. de ter Virad, de bordo, vn lava
atravesdaagoaazul das lagoaa pasa O palacio
ducal >lo nc pa.a o po-at. doude Imita pani-
no I' cunde loi vivamente coiiiinovido por es-
ses mil lesicu.uul.os de aUrlcio e ayu.patlna
uue toinavain aos aeus oll.os, meUida que
elle peiieirava na cioade. a. farias mais origi-
naai e mais .arlada.. Urna vez era uu.a chuva
de llore, que cabla da. .uos de alguma bell.
.Ignora inu.llerei.ieiueule .poiada "obreava-
e-.e de face huma- Nao son de honte.n, oh' .cobo valo tula que j^^ b,~e|,loo, por toda a parle
na collocada por Ira/, daquelle -aue acabava de
fallar mas desde amanl.aa taiiiueit o sul aspi-
ra a agoa da. lagoas e as nuvejs eomecam a
formar-,e. A leuipeslade nao pdee.lar longe.
O maucebn lanfou 01 olnos sobre aeu Inter-
locutor, era un. mendigo do. mus u.iseravel.
e 1 inmundos, o qual leudo urna pero. ai> cur-
ia que aoutra ausieutava-sc sobre moletas.
.ou desconliado.
Keliz.oei.u-, replicou o mancebo, cujo op-
timismo liona rcq.usia para lu.o, feliu.eule
11 ni eslauos nesses lempos, c o uobre conde dt
Caruiagola na.la leu. na cou.ciencia que Ihe
possa fazer temer uu.a tal .orle. Vcueza o
saudou en. sua parlida con. seui votos ...ais
s.uceros, e eu a veju aleg.e e ornada para Jar-
la volta.
ouial, meu brava, disse-llic elle, aqui es-Ibe o sculo .
tuu.meio Uuiim, o qual talve. vo. faca ver -- lie preCaniente uo u.ct. o1 que esta o pe-
o fuluro com cores menos sombras c-.n.a., rlfO, 1nu.mu.0u.0 coso, guando Ve, eza ab.a-
iranquilis..|oras. Sab. is que u... aguaoeiro ,'ca seu. amigos, fa-lo alyuu.as vcaes de lao bo.u
ueste moiiieoto seria co'usa Ue.11 desagrad.vel! |coracao que o. audoca.
Se uaoliouve.se sei.ao um aguacciro.que Dos. accl.in.cao lonuiuqua e prolongada
lamer, dita, a mendigo, acia pouco. geme airahe iotas as cahecas na direccao do usar,
se euiugarla ao sol c tuo serla acabado. fuma populado nova e compacta appa.eeeu un
Une teodesenlo que temer de mais i' jallu de lodos os cdinc.os que f.siam trente pa-
tila: vos.... nada aUsolulanieute, meu jo- rao Adrlitlco, miltiarcs de lene i. Iluciua. ain
ven seuhor, o ralo nao fere seuo as altura, e I as va/aulas o o mesmo noine ia rciumliar, co-
vus e cu, estando collocados mui baixo, uio te-11.10 a un. sigual dado, sobre todas as praca, em
f
eia uina 11
ia banda de msica qui-
lico, pi
.ulliuo de numen, de nuilnerea e
meu.uos que nau., caulavau. e **fi*"
una ha.!oia e um enlevo ve.dadel
,.,avilb..sos. Ce.l..ue.,tc nao saltaM fUto
r
un ai- nada d,
igual desde o dia eo. que dous
eculo, ante., ol.ovo cl.c.o de urna aleg-la_.U-
da lomada de yi..c.a da subm.s.ao do iiu-
,U:u.o^loctX;ou aloda inaisprolundanieute
. ,|ma do cirfde lo. e.sa delicada alleuiao que
,, luiic linrfad olle.ccer-llie iminedialauen e
sa queild. Michaella. Nao era ella
lo toila a cau a de sua generosa auibi-
o nico alvo de suavi.la? Tornando a
,'c-ia, elle le.nbrou-.e com orgull.o de ludo o
que liona feilo por ella c pen.ou com coll.u-
VlsU
come
c o nico alvo
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO MUTILADO


*.. *

r
os,., (lina., deix.iirlo.i.nio quando e.ta p-ram.durecer Apena. diNMiwUrtro .pre.cripcao da divida ic.lv.
..-.i. .lo mil n.,.nirfl'colhemiplaiH fem. do c.nbtmo, eifre- e piulva da nacBo.....
bestoi no carro vo
em luu com a viole .ci. do mal queolTrl..be,.- *,, d M ,.
maullo que llie d.spens.stei ""-"
l......ntn que Irte desle nmquajito |-er-
neceu em vosia eompaaliia? *-
.. isj horre!!
Ahi oslSo os autos de dirorcio; oque
iiellrs su provou aliona pouco a vossa con-
dola para com mlnhl infeliz irmSa, e nao
sere eu que entregue ao doaiiuio do publi-
co felos de lana gravidadn ; porque nHo
be mii,,, proposito ouvergonhr-vos.
Agnra dtzei-tne: orno ous.stes animar
que ja dissoliico da nossi socied.de e o
vossol ostaboleci ment contiguo ao nn'U
foran* o pomo di di-coidia lanr-ndo entre
vos V' vn i mulher ?
I' i\i ni faz-r cier a alguem quo eu ach-
va vatitagom na conlinusello da sociedad?,
de moljo que fiemo despeitado com vosco
porqueta ella se dissolresse? Se nssi n fosse
seriis! vos queiu proioaveria a dittoloalo ;
as mo se u3o poda dar, porque eu en o
irejudijcailo, e ntlo estiva em vossos inte-
es.es (seprar-vs de mim. Eis a rulo
orquol quiltliquei vossa imputar-So defal-
ta e inv)erosiinil.
Eli i ne tamboril odiosa, pois preten-lcs-
tes aiireijeutnr-mo ao publico como um in-
dividuo in i invejuso quo nSo poda lolorar
a vossa competencia, t-sUbidi-ceiido-vos na
mesi lM ra. Mas tuto nSo pas, de um eni-
te mi 9 r;iv I, pois devela lemliriir-vos
..10 vos arredei a mintia amrzade om-
..iltf respeilaslus a minha irui.1i.
Sabei porm, Sr. Ka'iios, que nSo he
tria deu. novo meio .le conservar o pei.e fres- de 1811, com referencia ao pimo 20 do rc-
coekvalV a remota, parles, se... que. e dan.- 'guamelo da f.zenda, a re.pc.lo da divida
..,,'". i pmiva eacllva, opera a completa dezonera-
Yei-sc observado que os pel.es quando cao da fazenda nacional do pagamento d divl-
faz fcio a.loriiiecem. Mullos .lelle. ergucm a da que Incoric na in-snia prescripcao.
cabeca de.l d'agoa, e co, o pese co l?va..l-| Ar.. 2. E.ta p.e.c.lneao eomprehende :
u^sTcose van. e. I. posicao'emquanlo dura' I. O direilo que algue... pretenda ea ae-
, e.t.c do 1,1o. Sugera i.lo a idcls de en- declarado credor do e.l.do, aob qualquer tltur
biir a lirlvs, ao lira-lo d'agoa, coi umacapa lo que sej..
Se gieda branca .atura.la co.n .al e agoa. .. O direlto que algurn MmIM
P.cnarado deilasorta Cbega o palie vivo, -inda gaineulo de urna divida-ja rcco.itieci.ia, qual-
uuc a vlaeem srja densa e inellido n'uina quer que eja a n.lureza della. _____
rleveira, e uo cabo de algn, meara ealar lio! 3." Todos aquelle., que pretenderen.
renta contos de ris, minda o lllm. Sr.n>" i
pector convidar as pessois que quiiereU
comprar eates saques, para que Ihe presen-
ten] soas proposlas, al o da 35 do correte,
om caria fechada. Secretaria da thesoura-
ria de fazenda de Perna.nhuco, 10de lolem-
bro de 1852.-0 ofTIciil-maior interino,
EmilioXsvierSobreiradeMello.
-- Pelo consulado argentino se faz publi-
co ao commercio do aviso, cujo tneor he o]
segunlo : a Ministerio das relacOes exte-
riores da confederaco argonlina, 13 de
agosto de 1852. Se previne a todos os con-
signatarios e capiles de navios do ultra-
mar, que, havendo-so notado a innceSo
que se faz das leis vigentes da repblica,
que ordenam que os navios tragan, todos
seus papis visados por os cnsules da con-
fdilersclo argentina no lug.r do sen despa-
cho ; o governo ha ordenado as medidas
necessarias para cortar este abuso, ordenan-
do, que drntro de seis mezes, a contar des-
de aquella dats.najj so admiltam nos por-
L
O bem coil
naI;aelia, fi
segu .
Iiia por ja
prompta : para
iHIA.
-ido hiate nacio-
irimeira marcha ,
t dios pira a 13a-
parte da carga
i resto, trala-se
com ovaes & L mpanhii, na ra
do Trapiche n. 3: ou com o mes-
tre a bordo.
-- Sogue nasles di.s ira a Rahia a Caro
pcira Livra^flo, de muiti hoa marchn : para
o resto da carga, trata-s -om o consignata-
rio Domingos Alvcs Matlu fS|na ra da Cruz
n. 52, primeiro andar. f
I'aro a Ballia
Saheeni poucosdias o vyieiro hiato Ca-
prichoso, o qual lain a maiojr parte df carga
proinpla ; para o reslo delhi, e p.ssageiios
para o que oifcreco boni co. ..modos
A FEIRA DF. I.EH'SIDK,
O seguinlcheo aitracloda una carta acerca
da frira de Lrip.ickem 1850:
Dar-lhe-hei alguina. parlicularidade.acer-
ea da fcira de Lelpslek no meio da agitacao e
movimenio que n-lla reina.
Nao s como objecio ile alia importancia,
na. lamben, cuino interesante espectculo do
animo c Oo. itB'.'doSi nada pode coiuparar-.e
com o qqte ollerece neste u.omcnlo o lhea.ro
rico, 1,11,1.1,1 e faiisliruso da. ras e pracas de
l.cipiick.l alculava-se no* das p.ssado. (Junho
de I8S.'), segundo dado. oOt'.. Cl MMMW o
uinrro de olrangrlius que bavla,l> o ES&^XTESr* ?." P0i mor. do costum
te nr"?Hcar.-iPre.cripto. f.vorda fawnda pollos do Sul: para pesssgelros, fala-soem
nacional todo o dlrelto que liverein. casa da agencia na ra doTrapn
Art. i. lodo, aquellea que depois de llave- v0 n, 42.
ren. os seus despacuo. crrenles para o paga-, JancO de l'emambuCO.
iiientu tiveren. fello o asscntaineut, ou e.n- aami.v "" *
"eren, laucados r.a folha, nao requererem que Os descontos do 20 a 25 do crrente, sSo
elleclivaineiilc se Ihe pague o que Ihc. tur de-, de 6 por cenlo ale 0 flm de oulubro, e de
vido dentro dos i auno., perdero o'dlrelto 8 por cenlo 16 6 mezes. Ocous-lho decla-
esse nagamenioeiii virlude da pre.cr/lpfiio a fa- fl> que ,. ,, |M ;, 0 yentle letras Sobre o Itio de
rordau.enda,Ciclonal, / Janeiro, do qualquerquantia e a prasos ra-
Ait. 6. Quahdo o pagamento q ie >f nouve, .( BlllC0 je pCrnambuco 18 de solem-
de faier ao. (redores for devidido por praac
de inezea. (rluieslres, siincstrr., ou annos, e si
USO entro os Br-sileiros entregar ao aban-j |0 ,Vlra ,,urcll ulti.o domingo augmrn-
dono urna irmaa desvalida, e quo no me',uliee nu.-i.cro at 85.000 con. a. peo-.que der a ;,egligcncia da parte dos mes.no. credo-
era licito consagrar vo aniizado eniquai.toj,:|1P){.,liii a. povoace. luiuiedlatai de i ou Kt,apreaorlpeloae Ira verlfloando a rc.pciic
alrozmsntd ulir^iaveis orna posaos que mal-Joi. -o.n din volta. Accrescenie-sea esta un-
Batuta estre.tjmonle ligada pelos vnculos .a Ouctuadte a povoaciio ordinaria de Leiptick,
-:pa5sa d.-14,000 almas, e achar-.e-l.a o uu-
O secretario^ H. I. de Oli-
-- Para maior commodida'
ry Christophers mudoua 1110
sa de campo, p>ra a ra d
do Recfo, onde morou '
legirio l.udgvr" "*' '
mesma, for lo
no sabbaio pf
horas da mai
consiste em
quali.tade.c
lavatorio
Onze mezes gem encerrado em urna
oriso, processado por criineque oulro conV
metteu, e que roo a mais inqualtflcavel ca-
lumnia mo fui imputado por alguem que le*
vado por espirito do vertigem diablica con-
dbeu o nefando projrcto de perder-rno e
eommigo porder minha innocente familia,
ferindo-me naquillo que o homom, mus quo
1 vida presa, a boa reputacao, a honra.
O.izo mezes de padecimentos cruei, de du-
ras privaces I preso quando menos eu pn-
sava, quando com minha consciencia bem
tranquilla rrpousava tos bar;os de minha
familia, nao sent tanto est. inaudita vio-
lencia, quantosuppeslo o motivo que a olla
deu lugar.
No uieod.) minhas crueis rffliceoes sem
recursos, baldo de meios p.ra mntrr-me
naprUSo, eu tivo amigos que invidaram
seus esforr;os paraadocam rigor da minha
infausta surto ; uns fnzondo-mo espont-
neos e volunUrios emprcslimos oulro
dando passos pura o triutnplio da minha in-
nocencia brbaramente perseguida por fac-
i quo nunca pensei, ao monos praticar.
i.uiiv esles numerosos amigos a quom
cordialmente agradi'to sous grandes e con-
tinuados favores, merece especial moncSo
um hornera generoso e desintoressado, un
luu..om que cunseto da jusliga da minha
causa, contra a espectaliva dos malvados
que se enYpenliavaui na minha perda espa-
ntando boatos aterradores, o mesmo, sngun-
0 Sr. lien-1 j0 consta, amracas, se propz defender-n o
da sua oa 8em oulro interesse mais do que livrar a In
piche Novo nCeiicta da horrorosa perseguirSo que
r. Sabino O- |ne fazia. Esto hnmem m o lllm. Sr. Dr
' o letlSodi [,-r8ci5co liarlos llrandSo, Ctljo nomodevia
uto Oliveita, ger grayado em letras de ouro.
rre'nle, asl0( nu(g veres comparec peranto o tribunal
quo a mesnia j0 jury: hotnens respeitavei<, honradissi-
de diderentes ma pais ae familia chelos do consciencia,
s, coomodas, subeiam pesar a falta do provas, de que se
jH.r. ,0 e ou- rOTOlvir,Pto'rooesio, o ahsolveain-nie :,du^
aparador, qua- Vezes lamhem o Sr. r. nra.iao'cotn a eh.
I
3
"e fraternidado Velatei em seos interea-
embora si-jam opposlos aos vossos, c
ag vossas iiisinu,,!,'''. un demoverflo
iropos.to.
lauto sou com o maior rospoilo
Vosso vcnoraJor o creado
ai aeletnbro do I8j.
"~ncisco de Sum.
q
mero r.lra Tdluarlo de 130.000 pe.soas, eu. in-
cesante laclo ninas con. ai outras, todas
impelli'' activo aguilhao do lucro, e en-
tre"- pecic de ft-bre mercantil, de
q roi1.111erclaldosgraudc.es-
is dar apeua. uina curlr
icac5o Iliteraria.
Saino a lu.
28 MJA DtSCIlUZES 28
A continuaco da materia mo lica homeo-
,...uos por
|TM/8I1
1:771*882
o.\l06*878
tu:322f82t
5:530/331
30:619/730
dn-
,se da 600/000
, dezemhro 10.
Lucros que elle leve
del/3 1:111/817
1835 dem 10.
Lacros que ello tevo
de 1/3
1838 julliu l:l
Lucro que ello tovo
de 1/J
1812 fevereiro 18.
Lucros que elle lovn
de 3/8
1811 miio 2-2.
Lucros que elle levo
de 3/8 2:178/206
Valor do 8:139/000 de
dividas que repar-
tirn) pelos socios,
tocando a olio 3/8
que receben 3:052#I25
O mesmu Sr. dove.
1833iiezembro 10.
H'iili '<<< que lirn 165/020
1835 dem 10.
Dinheiro que ttruu 916/071
ISIS j ,!'! 1 13.
Dinheiro quo tirn 4:631/394
1842 lev.-re.ru 18.
ninhenoquoltrou 10:503/730
1844 nxi,i 22.
Ilinheiroquo ttr.iu 0:587/790
1814 jolln 10.
I'inli 1 o quo tirou,
como assegurao
detrato. 1:000/000
Abate em 17:493/324
em dividas que me
deixou aeui sor
qunlla somnis de
8:139/000 quo di-
vidimos 793/505
Dioheiro de 3/8 so-
8:I39|000 que le-
TOU 3:05/I25
Barlholumeu Francisco de Souza.
.......o .,,ac Aliema-
11I1.1 reunida, entra ueste calculo com 5.700,000
Ihalen; o de Franca com o de 4.81.0,0011 ditos.
(jsa.tiH'.s que obliveram mclliur venda foraui
jj challes bordados, e as ciula. de seda de
Leao. .... ,
(Diario do (invern de Lisboa.)
d'aquclle ou d'aquelles pagamentos parclae.,
que ae forem coinprclicndendendo, na lapso
dos 5 anuos, de sorie que por se ter perdido
direito a uut pagamento inensal, trimestral, '
me.lral ouannual, nao e perde o direito
seguinte. a respeilo do. quic. ainda nai
corrido o lempo da prescripco.
Arl. 6. Os S anuo. par. a pre.crlpc. palhica augmentada da Iheoria das dozes pe-
, para a. dividas reconhe -- |)r. Muie.li cuna imporlanlissima deixada
'^"'ITaarnirl'idhldM por ll.hnemanu ao cuida lo dos seus disci-
.c tou'dVp-bUPAt ".os. Es.e volme eontcm a pathogenez..
,,os ou orden delinitiva, para'o pagamento, de ma.s 12 mo licameiilos Europeos, o "s
Arl 7 Os 5 anuos n;io corren, para a pres- 12 principaea medicamentos BRA8ILBIROS,
crl.,t0i' experiiiiMitadospelosaluinnus da escola 110-
l.a Contra aquclles que denlro d'ellei, nao roeopathica do (lio de Janeiro,
poderem requercr iiem por a. iiem por ou- 1 Para as pessoas que j compra-
ireui: taes sao os licuores, os1 desaisado9, e /ram os e|,.monlos de homeo-
COMMERCIO
PIUCA "O HECIKE 24 DE sETEMRRO, AS
3 HORAS DA TARDE.
i.u-r .1,-i'ik.-. 111 rii iu s.
Descont de letras do 3|) das 6 por cont ao
anuo.
ALFANDB0A.
Rondimonto do 1 a 23. .195:689,605
dem dodia 24. .......8:671,177
201:360,782
\Ueiearrega hojt 25 j/ stlembro.\
Rrlgue brasileirt /liim-goneros do paiz.
CONSULADOGERAL.
importa cmA.
Brigne hrasilriro Animo, vin lo do Rio de
laneiro, eoiisjgnadii a Manuel Jos de Sa A-
Vaujo, ninnif.siou us-goiiito :
Scalas faen las, I dita retro/, 8 cai*fls
Chapso) 5 bamcaso I oaixfto 111 rcadorias
liversas, 9110 caixas sabilo, 180 rolos fumo,
I hirriquinln o 343 saccasCaf, -20 dilas fa-
riuh), 10 m-i.s harneas poiassa, ( CalXfO
gK, I dito o 4 cai.\as rap, 1 b.rrica ipeca-
couili 1, 86 hariis o 20 cs.-s toucinh >, i
candes e 84 caixas cha, I barrica Vldrot, 1
caixBo livros, I mosn ; a or.iem.
Reiidimenlo do 1 a 23.....13:517,845
dem dodia 24........1:203,827
14:781,672
DIVERSAS PROVINCIAS
Rondimontodo 1 a 23.....1:181,630
Idomdo diaM,........ 91,622
1 273,232
VARIEDADES.
MEIO DE EVITAR A KtLSIFIcIAClU' DO PA-
PEL W II.11 \.
He uotorio*que em coniei|uencia de recentes
de.cobrlmento. se tinha consegnidn estampar,
sem au.ilio de gravador, copia de quanlo. e-
cmplare. eram necearlos, bem manuscriptos
c impre.aoa. Este invens de que se lm un
aproveftado o. falsificadores, e que chegra a
e-labelecer en. Inglaterra um sysiema comple-
to da reprodcelo do papel-mueda, e.ta eon-
trarfado por oulro descobtrto por ir Caaten-
dik, com o qual se torna impo.sivel a eslun, 1,
mediante urna preparaban cbymica misturad <
na pasta de que se form 1 o papel. Esta piepa-
' ira., posta eu. contacto com o. agentes chy-
ulc a que -o euipregain para a estampa, causa
11 ile.truicao doorigiml. Ksle impoiiante In-
vento, que oblcvc em Inglaterra o privilegio
delusivo por la anuo, presta incalculavel ser-
vico ao commercio, c aos bancos.
MODO DE PRESERVAR Di) CORGULIIO OS
CEHE\Es ARMAZENAI'OS.
Tem-.e^publicado varios remedios parase
obter estelioi, de que se nao loo. alcancado o
resultado que te esperava, porque nao baila
alia-lar o gorgulho do celeiro; he necesario
evitar que elle volte. o que parece se tem fi-
nalmeule conseguido com a planta do cauha-
.':-m) incao.
liio tirando do Sil pelos pollos interme-
lio, sumaca nacional Santo Antonio Ven-
cedor, do 123 lonola las, ronduzto o seguin-
te :__1,761 alqueires de sal.
,.,,.,! Lisb-a, patacho poitugui-z Rpido, condu-
iu.magijuizj(j o se^ujnta:1 ,21 saceos o 30 barricas
com 9,315 rrobas e 20 libras de assucar, 15
barricas com 421 Minas do cavo giroflo-
RBCEBEDOItIA DE RENDAS INTERNAS CE-
KAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento dodia 4.....824,169
CONSULADO PROVINCIAL
Rdi.iliino.it" do da 24 3:657,234
Movimento do porto.
PARTE UO REGS 1110.
D.a 24.
NSo entrou, nem sabio embarcicito.
f,iwiw ^^-e.-CT-
EDITAES.
.ia.mu em lodo p quo Ihe res'av 1 a l'ier. #Soa
tarefa eslava lunge de ser completa,... mas po-
dia elle por ventura asiustar-.e com -so? Pa-
ra naocrer inai.no boiu exiio de sua empre/a,
teria .ido pieciio que duvlda.se do amor de MI-
ohaclla e e.ta uuica duvida Ihe teria parecido o
mala odio.o, o mais Implo dos sacrilegios.
Rramaole nao cabla em si de alegra. Em p
em urna izandula que segua de peno a de Car-
tnagnoU e na qual iam os individuos de sua co-
mitiva, elle 1,111.va com um olho protector e sa-
tlsieito par* cssa muliido que enchia as raran-
,l.i. quo ,1 iv.1 vivas e baila palmas. Qnandn
se elle,11.. u o de.embarqiie, todo. o. sino, re-
picaran! e a affluencia fui tal que custou mul-
mslino de.embaracar as escaaa. do palacio.
O bravo capit.io nadava na-alegria de .ua alma.
Sua felieldade tena sido lalfet mal. completa
ainda, .e iorprehendendo na pas.agem alguma
patarra equivoca aventurada por algum indivi-
duo, cuja apparencia Ihe tivesae parecido de.a-
gradavet, podea.e puchar prl* eip.nl.' para vln-
gar sea amo e ajuutar .ii..|U ao esplendor de
>Ua eiilr id 1 iruiuipl. .1 O ep.,,,,1!,, a.S ruin i-
ne.co de um olho forado ou. .Ull inleocao e de
um pello traspassadoeui sua ln.nr...
O.....lagoico banquete estar preparado em
casa do doge. O conde de Carinagola e su. es-
posa, necuparam ah n. don. lugare) de honra.
A' in.ile pumpos i.illiimiuariiL-s hrillKirau. na
torra do campanario, na. varanda. de Idda. a.
o.i,.a rica, e na proa di. gndola.. Deftjio
da. arcada. d> San Marco, nao cenaran! a>
dansa. e o. risos. \
Bramante aabia que .eu amo eslava segur
O lllm. Sr. contador da thesourari. pro.
\ ifioiil no impedimento do inspector da mes-
ma Ihesour.na, co. cumprlmenlu do arl. 82
do regulaii.ei.lo de 3 de agosto do corrrnlc ao-
iiu, manda fit-r publico, que do I" de julho
dcsieai.i.oprincipiou a correr o prato da pres-
cripeo d. divida activa c passiva da faieuda
provincial na coul'.,rmi lade da legislaco vi-
gente, art. 50 da leda 30de novembro de 181I,
explicado pelo decreto n. 8i7 .le II de novem-
bro do anuo pa.sadoqnc vai transcripta para
lonhecimentodaquelle. a qucui po.s. Inte-
ressar.
Decreto n. 8"7 de 13 de novembro de I8jl.
glpllca o arl. 1 da lei de 30 de^novembro
por laso |Ulgou que era clicgado o uioineoto de
pensar nin pouco em .1. Elle tinha que des-
cansar c di.trahir.se de ana longa estada nos
campos. Os thesouro. de ternura de que luc-
ra provisto, comrcavain j a gastar-sc em u.-
piro. langiiidose em olharrs a.sa.slno., quan-
do de repente, ao voltar urna esquina, avistou
a mala casquilba c bolla forma que e pode
imaginar. De dou. pulo, elle achoi-se Junio
da siguorinha, cojo andar c lalhe acabavam de
produiir .obre leu coraco t viva impre.sao
Acostumadn a atacar de promplo, elle poi .0-
bre es.e objeclo provocador uu.a ino ousada e
allongouu pe.coco para ver se o rosto eslava
eu. harmona con. o resto....
.. I .''.lu.! e.clamou elle interdicto.
Olil sois >di/ inliell lugrat.il dl.ie a ra-
pariga cruiando ambas a. ino. com indigna-
cao. Que Un. levaite. depoi.do dia
-- Lu que vo. del.cl .em me despedir, bal-
buciou o capilao mu mortllicado desle encon-
tr, vislo que nao tinha iiuiii.uiu desejo de re-
novar conheclmeulu com ene anginbo deta-
bldo
-- Sim.... que leudes felto ? malvolo, con-
llnuou Ugollua, liiigio lo .ulTocar um aoluco
lembro-me como >s lo.ie boje, vos vo. Iinhri.
compromeilldo: e v. me havle. prornellldo.
Queqnereisl di.se Urainante, os homen.
de guerra ao snjauo. a essas de.apparicdc. u-
bita.l Urna ordem fiirinal.., nina partida pre-
cipitad..... Eu nao me desped ue n.ngucn, Ju-
rero..... ma. hoje el.-nic de volla, frc.co, bem
jispolo, e prompta para proinettrr-vos anda,
ae i..o be de vo.io agrado...
quae. quel oiitros que privados d'adu.iuislra- o f ,h a95jKaram esta
eiiodcuaspcssoa, Ce,.., eslao .uje.io. a tu- -g (};ara as utr.s que S qu.l
lela 011 curadora.
i,O Quando a demora for occaiionada por
faci do the.ouro, the.ourarias, ou reparli(6es
a que pertcnca fater a liquidacao e reconbeci-
iiiulo da. divida, e cll'ccluar o pagamento.
Art. 8. A prcscrlpcao dos S anuo, lie exten-
siva as letra, dn lliezouro em virlude da di.po-
sic'.o da lei de 30 do novcmbiode 1811, e do
art. 443 do cdigo cou.iuercial, couicssando a
correr o. Sannos da dalla do venciinento.
Prc.cripfo de 4o annos.
Art. 9.
og
a dita obra.
1 que so qutzerem
3, /Para os assignaotes o mais
3 S .(pessoas que j compra-
S o a \"m os o'enientos de ho-
? g- Imeopathta
u o S.-r )P*ra asoulras pessoas que
u. 2 Jii quizerem a dila obra e
S !li carteira.
a V
THEATitO
2^000
3/000
12,000
14,000
. A prescripeode 4o anno. posta ein ^ a
vigor pelo citado an 2o da lei de.3n.le noven.- Ruga-se aos s?nhores assignantes, o favor
bro de 18I1 com referencia ao capitulo atO do mandar receber seus exemplares na bo-
das C'UZ-S it. 28.
sor ti ment
oz para as
pre.cripcao de mancira que paasauos os -iu ou- |-.-.-.. h*-;
nos, nao pode haver conira elle penbora, exe- homeopalhia.
cuc'.o, ou oulro qualqocrconstrai.giinento.
Arl. II). os w, .11111.1. |, 11. .1 pre.cripco da
divida activa buiejam aorrer, para a. divi-
da, coutrahidas ateo ultimo de dezembro de
I8U, do da primeiro de Janeiro de 1813, e pa-
ra os posteriores, denle o ultimo dia do praio
stabolecido para o pagaineulo pur lei, rrgula-
nenlo 011 contracto, una veque p.iise.n con-
tinuada e seguida.neiile sem inlerrupcao,
Arl. II. O curso dos 40 annos interrompe-se
impedindo a prescripco:
l. Pela cltacao. penbora, ou sequestro fci-
lo aos devedores' para se haver o pagamento.
Por qualquer oulro procediinento Jo
diclal n adminisirativo havido contra elle, pa-
ra o mesmo lita.
3 o l'ela concesso de espafo ao. devedores
admillindo-os pagar por prrslafes.
Art. IS. aquello que quizerem segurar o
scu direilo obstando que corra para a prc7
cripcao o lempo consumido por demora e em-
baiaco. da. reparlices, podero requerer, esc
Ihc dar um certificado de apprezeulafo do
requeriinenlo c documeirtos com expeciRcada
declaracao do da, mez e anno.Joaqulm Josi!
Rodrigues Tunes, do mcu couiell.o, senador
do Imperio, ministro e ecrelario de ciado dos
negocios da faienda, e presidente do Iribunil
do thesouro nacional, assim o tenha entendido,
faa cxecular
Palacio do Rio de Janeiro em r2 de novembro
de 18JI, trigsimo da independencia c do im-
perio. Com a lubrica de II, o Imperador.-
Juaalffl Joie odrijur. I'uirei.
t para cuoslar se iiiandoii atinar o pre.entc
c publicar pelo Diario. Secretaria da Ihesou-
raria provincial de Pernambuco 13 dc.elcmbro
de lojl. O secretarlo.
^nlonio t'trreira a Annunciaco.
Deca raides
-- O secretario da provincia convida ao
senhor Jo3o Antonio Felis de Carvalno, a
compsrecirna secr.-tsria do gove no, para
receber urna cria vinda do Rio de Janeiro ;
a hetn ssim ao S'nhor Manuel Gomes Kei-^
NONA RECITA DA ASSIGNATURA.
Sdbbado a5 de setembro de
i85a.
Depois de urna escolhl ls ouvertnra, subi-
r a scena, o muito applaudido drsmn,
i SESTBSP&
ou
O Tribunal do Jury.
Etn seguida a senhora I). C-irmala, e o Sr.
Monteiro, canlarao o duelo
As trombetinhas.
Remalar o espectculo con o muitosp-
plaudi.lo duelo
O meirinho e a pobre,
cantado pela senhora I). Mari Amalia e o
Sr. Costn.
Principiar as8 horas.
9*
Avisos martimos.
la Cruz alo ...- --
passageiros pars os quies tem excellenles
commoJo. : t.at<-so com Francisco A da
Gunh. & Companhia, na ra do \1gar10
n. M.
para o Rio de Janeiro, seguir com a
maior brevidade, o brtgue P.quele de Per
TSssaars jaS
os pretndenos, dirijm-so o escriplorto
que quizerem licitar compar,. --raute
a m.'sma thi-souraria com^lelamaiiv habi-
litadas, no dia : hora mencionados. Secre-
taria da luesouran. de fazenda de Pernam-
buco, 21 de SetembfO de 185-2. O olllcial-
mator interino, .....
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
nambuco de saccar
provincia da Parahyba ale a quanlta do vin-
lo cornos de ris, e sobre adoCear ale qua-
^.^-..-/a jsm.i' i1"' ..''m'-.aiil'JL'j^ **
Oh I he mui larde, interroinpeu Ugollna
abaixaudo pudic.uncnle os olho. Sou calada.
Casad I exclamou bramante rrcgalaudo
o. olho.. ,
Sim.... csala con. um lininem honrado a
quem nao quizera engaar por lodo a ouro do
mondo.
llin homen. honrado, dis.e o capilao com
um gruuhido ignlfiV-allvo... a quem nao que-
ris enganarl. .. .h\ Ugolin., vo. increctel.
bem ana tal fclicididc, e tendel n-uita raiao
deprattear alidehd.de conjugan He inna tan
bella virlude, lia rara obre ludo I na. sede
tranquilla, sois ,!elcoada vo.sos devere.....
11.11 son 1 cu -At procure perturbar a pai de
urna boa familia. Bu me couterel e como mi-
nha. visita, fmderisui compromelter-vos, In.-
por-me bel a dura lei de nao por Jamal. os pes
em voss. ca.a.
Oh' nao he i.so o que quero dizer, algnor
bramante. Tenho conllaoca e.n vos.a prol.l-
dade, e meu marido alm dls.o nao me faz a
Injuria de ser cio.o de mim.
-. Elle he multo tolo, murmorou Bramante.
As.ln, eonilnuou Ugollna aem ter ouvido
o auarie, quando quierde, o mai. cedo poi-
vei; bem entendido, poden apre.entar-vo, ca-
niiad-, ceno de que erei. scinpre bem recebl-
10.... *'b como sou.loucal e.quecia.me de
dlzer-voi onde inoro....
_ Ah! sim.... onde moraes,'
Aqu peno, dl..e ella. Estae. vendo o pa-
lacio do doge?
Dar-.e-ha caio que moris por conla de
ua .enborla :'
do Manoel CuncM
_ Juslameie, por inlellcidade ato no. c.-
loca.am na parte mal. alegre do edlltcio. Lo-
nhecris a ponte dos Suspiro. 7
_ De villa ; poli, gracas a Deo., nunc. por
elU ps. ^ f|ia comlnun,ca do pa|acio du-
cal 4. prl.de. r
.- Por ouvirdlier.
_ Pois bem, Gambara he o guarda de urna
da. ponas da pnsan de otado.
_ Quem he esse Gambara '
_. Meu inaiido/
_ Ah! mullo bem.....ent3o elle he carce-
rclro f ,
fc- Oh! nao precisamente carcerelro, ma.....
Ma. c.erce ua. funcedes. Nao procuris
delfender di.so ao vouo marido, bella Ugolina,
uSo ha emprego que eja deshonroso, e um
carcerelro Idin ua importancia na graciola re-
publica de Veneza. .
_ i'.uiliiii, seuhor fugitivo, vai ou nao val.'
^ Relia perguula !
_ Tenho mulls couia qae contar-Ule, ais-
le Ugollna suspirando. Se .oube.se !
_ O que ? .
_ Lciobra-se bem de mcu irmao !
De seu Irmao Oh I lembre-.e minha en-
cantadora Ugolina. que eu nunca me enebn-
irel com elle.. Se elle live.se sabido de nimbas
as.idoa. vislla.,.endo lo vlrluo.o, lao delica-
do sobre o pooto.de honra, o que nao teria pen-
ado a eu respeilo? Kntretanlo o co no. he
lesiemunba... .
Heju.lo. Voil nSo o conbece; pois bem
saibaqueo perd.
pao, coi
uros, facas e gatfos, lour;s, hvros im; ressos quencia qU( \u. hj cunh'Ci la, com .1 forc
em dilTercnU'S i liornas, iilgumas obras de ,, uialeclica do direilo pode dislruir tuda
prala, um violDo de chav-'S, urna cana de qUani contra mim disse o aecuador pu-
lartaruga pira rap de delicido lavor as- glloo.
sim como de tres espingardas do dous ca- Sou p0|)re Uos Dcns ,|a fortuna ni-..
nos, pistolas do un. c seis dito*, cavallo, se- sou rco e gri|idilo; esle Ihesouro nico
litis para montara do senhor e de homem, qU0 pUSSU0, peitence tolo ao Sr. Dr ilrsn-
uoi piano om meio uso, proprip lra um dflo quando aprouver a Vrovi lenciaDui-
principianlo aprender, e mulls oulrosarll- na terminar rrous das, deixarci 1 meta fi-
gos de valor e utilidadi^^^^^^^^^^^ Ihos, por nica heranga, o dever de rpj'ici
a*aaBBaaaiBBBaaapaaBBBaBaaa^BaBiW esquecerem aquello homem generoso qus
AVISOS UJVerS08. por um rasgo ulo vulgar de summa bonda-
de salvuu vida de seus pais, e desigravoo
Gonsagrei anilzidc a um enlc inizeravel, que sua honra dos ultrages que Ibes lizeram
com a mascara de hypncrisia, coufessava ser qs bomeni BlOa, Recifd 21 do selnmbro Je
amigo verdadeirn; poreiu nao pudendo por .gal_joaJ GoncalveS da 811.
,ai, tempo iu.ie.itar ..... ^.tMU .. Altsol vi lo do crtme queso mo imnu.
ciencia, tirou cuto a mascara dcixando ver- rente, Sollo por alvaia de 23, Serta eu a
se o que exislia occulio, cun effeito vi, e hor- mais ingrato de lodo-i os hompus, IIUM
roriscl-mc, pur ver um oulro carcter pro- agradecesse a mu digna olliciiliJada do
Corpu do policia, onde estivo preso, no espi-
fo do onze mezes, o bom Iratameiito qns
, al.1 recebi de todos, principalmente dos dig.
imfame ha OT Gaf'"Z\ZJitZpl- "" comn.aod.11le eroijor.
jaSW-*!fc^^ "eb.m, pots.todos os senhore, cilicio,
como lainbem as de meu. paes, brasouaudo os votos sinceros de meu cordial reconhe-
de rico, por que suppuuha ser es.e o meio cimento. Com particularidad-, agradccoio
mais fcil de desfiuciar a. uilgalba. do pobre, |||ni_ Sr. Dr. J. I. do Souza, ciru.giao-mor
coi.trahio cin miiiha casa unta divida de ba^bbO j0 nl,.Mno corpo, o qual fui incansavel etn
res, uella e hospedava todas as veits, que vi- lra,,r.,Iie a penosa u.oleslia que Soirn.sem
rorisui-iii-, |.. ------------- --
nenso para todos o.crinics, e nrlle estampado
a intriga, a calumnia, a Iraico, ingrati.lao,
intauii, e'finalmente a ladrocira ? Esse billrc
chegou'cinlim scu paf Halando da embarca-lo pi 50 licenca sos senhdrcs olllciaes para
para Babia, rls que se apioiimou o dia da via- dirigir igualmente mi-us agr leciiileltlnsaos
geni, c eu que decididunenle va, que meus uneia0s inerioros, e mais ,racis, pelo res-
pac perdiam seu dinheiro, c lanibcui a iiiiuba (0 e S|gna03 ,|0 ai, izado qUd semnro me
roupa. que elle linhae....cupo^der e unan- llo,0,lslraat. llccife, 21 da setetnl.ro da
nel de ouro, c ludo, os mcu. Iivros de latiiu,
francei, nacional, .!,/,1 lo-mo que era i-ara
comprar a sua estante, puls qui os se... bavia
vendido para sua, eilravaganciai, prolcsiaudo.-
me volta-los depoll que seu pai |ia>iassc .1 tal
revista, apressei-me lo^o em ir recebar de I
seu pai a conla, c exegir delle o que perten- Ci(ira lo ornis s-is ioilgeo, troca-so com
cia-u.e, levantou-sc esse infame, duendo, e||M conforme a volitado do comprador :
que cuquo.ii. roubar. a qa 1nadadla-me, pretender polo dirigtr-se a ra dd
que e^eraumwdjictor.e^qaeiemprajra- Cc)||eKJn ,fWdi.
-- Pele-so ao lllm. Sr. Dr. Jos Cantillo
1852.Jos Co,iclviis da Silva
Q.iom quizor trocar timorato'io, obra
muilo .ica, clu'gida i.litinatni'iile do Porto,
o qual s 1 troca "or ja uilo existir a p.-s.-oi
I para quera rol incominen-iado, tem u crus-
cu era um seductor, c .,..v ......... -. .. .
c'onsclliava para o mal, e que algu.nas acedes L
i., que praiicara craui causad u por mim,
he isso sem duvida a maior das Infamias,
e que 11.11 humen, pode prallcar. O Sr.
Antonio l'eriira de Azevcdo de accordo
com seu iilliu dcspcdioinc de sua nasa di-
rigindo-me Insultos: be pois esse o crdito, a
honra, c probt.lade do seuhor Aulonio Percira
de Atcve.lo? nao Ihe tinha ditto eu, que meu
pai ten carias de scu lilbo pc.lii.do dinheiro
de empreatluio i lalbl mais o senhor A.eve.lo,
que tenho teslcniuiihas quaiilassej.111 necesa-
rias p*ra justilicar a pes.nua conducta de cu
Blbo, c roobos fcilos por elle, dos quae te-
nho uago alguna, pois como tinha auiisadc,
nao quera vc-lo desacreditado. Vos Srs. ta-
ldame, do culleg.o do Sr. Dr. Me.ra compa-
uheiros que fuste de Guillie.me, publica! por.
cale jornal a. ladroeiras desse 1.1090,0 d.i,
se he vc.dadc elle ler roubado do, Sr. Guede.
um rosa.io de ouro, c 11:11 tranielfa de cabil-
lo, c mandado vender no llccife, de cujo rosa-
rio ainda ciislc um pedacinlio emprimado por
cinco m.I rei na ra do Qucimado venda do
Sr. Oliveira j c vos Sra. Joao Jos de Mcdei-
ro Co.reia Jnior dizel, se he ceno elle ti-
rar o leu relogio, e vir empenhar no Recile
por \"# res, por cuja causa v. quiseslcs bta-
lo na eadeia, I que sabeudo cu disso dci-Rie o
del mil re!, para elle resgatar o seu relogio, e
vos taiubcm Sr. Jul.o diici quaula camisas,
calcas, chapeo de sol elle surrupiou, e quem
mais d'enire vos llcou sem bolas, e sen. di-
nheiro, que dando para elle trocar no llccife,
e outro. para receber de scu. corresponden-
tes, elle chuebava todo esse dinheiro.....
ba.ta, que se vai lomando eufadonlia aos
icltores a minha narracto. Ao se persuada o
Sr. .Vicvcdo, que aqu se liodan.-as Irapaiia
:_-eu lillio, pois anida lia fcilo. por elle pra-
licado.'iiuc se for preciso, eu coulinuarei.
Recil'cva di,'elciiibro de 18M.
//ermegene* Gumrr dot Santos,
Candila Mana da Paix.au llocuu pro-
fessora particular, ipprovada,pel0 governo,
coutti a a leceber menioas, a quein ens
uara as materiil proprlil da educicto pti-
tneiradas scnboras, o resi le natua do Vi-
gario, segundo andar do sobrado n. 14.
-- Arrenda-so um tiplimositio, com mui-
lo boa casa para grande ramilla, na estrada
do Monlotro, sendo dito airen lamento por
fsla,*ou aiinual nenio : 1 tralar nu mis-
mo sitio, ou na ra ova n. 52 terceiro
andar.
Freir, ou a familia to molino senhor, para
negocio do seu iutoresse, que -nnunciepor
os;e jornal a Sua residencia em Pernambuco.
PiCCtsa-sO alugsr um pr.lo para andar
com utn tabtiletro da faienllS na ra. e
tambem so precisa de unta preta quo saiba
cjsniar 11 engommar ; paga-se bom agra-
dando : na ra do Pilar D. 145 em Fura ds
Pollas, pnmelra V'-n la junio au arsenal, Si
dir quem precisa.
Joaquin Jos Lorenco da Costa, tenia
encontrado oulro de igual nome, e pan evi-
lat duvi las, de boje om distilo su assignara
por Joaqulm Jos Louretico Ca.taxo.
No dia 28 do correle, as 10 horas da
tninhfls, na sala das audiencias, depois quo
(Indar a do senhor doutor juudos faltodi
faziMili, irremitir-ie-hi em praca por ; ls
presi-li I8,u:na eicrava com 5 anuos do ida-
le, avalla la em 1U0.0OU rs., 0 uina mobilu
do sala em lioui esla lo, ili de inadi-in
culi loru', ludo no valor de 107.000 rs., e ps-
tit orada a .Manoel Nnnes de Mello, 30 pane-
las do louca branca do uso de botica, por
15,000 rs., A Leticia .Mana da ConceicJo, a
arinactlo da loja n. 35 di praca da Indepen-
denct i, por 100,000 rs., a Joo da Silva Dra-
ga : a quem cunvu-r os b.-us declarados,
comparec no lugar e hora indicada, ole.
Oh I que destaca E de que niorrcu es-
se honrado mancebo ?
De una ind.grstoo, creio, responden Ugo-
lina con. 10111 pictosoipoisdevo dizer-vosque
elle frequentava as nielliores casas de Veneza, c
tiue quando se achava lili alguin dca.es banque-
tea c|ilendl.loa que se dio em ca.a do. iidal-
,.,, comia alguma. vc.es de sobre posse. hs-
r era seu muco deffello. Imagine, que urna
noilc em casa do principe Pisanl...
Ah I .el, sinii !" Vos eslaveis la disse Ugolina com um vi-
vo inovimeuto de curinsidade, entao podis
dar-ine alguma Inrorinacdes... pms nada sou-
be limall de bem positivo a cite reapeilo. Oh I
eu n'< frcqueniava como elle essa bella soeie-
dade c muguen pide diier-uie juslanieuie;...
Ol I meu Deo., disse o cap.lo, eu nada
vi que lodo nao pudessein ver lo bem quan-
lo eu. Urna ...orle repentina...
Fulminante, accrcscentou Ugolina,
__ i;,, pena, disse o capilao com mu icilo de
Helo : morrer lo moco I maa r juslica de Oeo
he grande, e 01 decretos do co sao impenelra-
vei. I Tamben, para que fui elle caa do prlo-
ctpe Plsaii, quem o obrlgou a comer tan 10 f
I.io prova.ignorina, que u urgu'hu no. con-
du.ao abyi.no, e que a glotoucrla he um pec-
cadomorial. A oulra vista, ilgnorlna.
Vosi toge de .nuil I diise Ugollna coin
um lom de exprobacu.
Oh! nao posso deinorar-ine mais lempo
lenho que iralar ceno negocio a essa hora.
izcudu l.io, bramaute tuinou d.relta
00,000 rs,
Dcsippareccu no di 23 do correte, o
holel Francisco, um 1 reto le nome B-nlo.
crooulo, de idldc 32 omos pouco mais uu
menos, altura regular.barbiwfechada, di-sa|.-
pareeeu com ella rapad y; o qual he cos-
nhefro, e iniltula-se forro, f-iia um poucq
lescancado, fui comprado ruj-td mez ao se-
nhor Joaquim Aurelio, enlior do '"'""I
Massanga-ia : ruga-se a tol-s s utondaj
des policlaea c raninos d- campo que o pe-i
guem e levcm-o no dito taolel.quc recebara^
a gralilic (ilu cima.
Krancisc 1 Jlalhiis Pereira da Costo ex-
polia ;.ra o Rio de Janeiro, os seus <>cra-l
vos, /..cartas, de 25 annos ; AJiiam, do itt
annos, e Cosmo, do 10 anuos, tolos cro-
uu'os. .
,.,,... ^^^.j,,,, a. -n:-. ,w* I
Ugolina iparton-ae da lado Bppo.to ; ma. pJ
rando e yollando-sc de repente, disse :
__ Capilao bramante.
_ ll.ui.l
Posso cantar cotnvoico r
Pnis nao, minha bella amiga.
-- Nao esqueca perguntir por Gambara,
Quem lio ose Gambara ?
J nao Ihc di.se... lie mili marido
Ah sim... a quem soi. fiel.
Teamente .... he elle quem
entrar. -*
Est entendido. At ctitra vis
dora Ugolina.
Al logo, vIho ruim.
Ucsia vezcmllin ella se decidlo a partir
ion lu-lbo com o geslo o mais aiuigavel e
ductor. Adeos.
O capilao rrspondeu-lhe por uina caranlonli
que alinal de contas podia passar Por "'",.-
rito depoi tendo-a visto desapparrerr c
u.n canto de ra, murmurou entre ;''"';
Mil raios me partam. madama O
ealguin dia eu for reque.iar-vos e
siio ainda I
vos la'1
encama*
,li-
culllvar em pai
Heais, "di..e.le.-nie que
un.
MI I
rnii.a p"'
errl
sao ainua 1 "''"i '---------" -t, e 0-
liell A virlude be una planta delicada
berba !.... Sede tranquilla.... eu vo-la d"
( Col"'r-",,,
que acu amo eil.va aegurj-, e na --------- ------------ |~T"| _. /-
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO MUTILADO


. --''r ,
'.
di irnim l.i l.i de S.
, rl< segunda vez convida
jS para compaiecerem nodja
,i-< polis 9 horas do dii, am do
r a eleicSo para a nova o es > : o
uncareci'lamenle que i reunio se-
indicaila, em virtule. do ter-se
i bnnc.lo do l!om Parlo polas 3
le.
o de urna ama pas o stvco
e pouca familia : na Ira vcssa
i, 28 do corrente, se ha do
a ultima pra;a, as rendas
o, "sita em S. i. >u neo da
144,0110 lf. annual,a qud
silo do S.S. Sacramento
. pelo juiz ila primi'ira
neelloi.
0,000 rs. din lo-se de
quo entendo porfei-
nacSo : qiiem pie-
aununcie. ou dirija
i n. 98.
vradecn ao sonhor
timarles, as ma-
tou a sea filfio
te o lempo que
tiente na occa-
ni a sepultu-
io faltou em
Ivar a vida,.
familia ja-
Deos nos I
dados do
osario.
lotena a
lenco ao
_. b-
iiiis perla
,..,.o e Sa.
m Hda vmvi do Jos Joiquim de Mesq
pila Ignez, lillia da africana Ime .Mi
fallec la.
AIo,-le u'n s,y eom rasi.e q
lancotiiiodoa para'gr" lo familia, o ta
emdiv.rsas rvores d.-: fructo.plantacao de
Miiim. O'iiuito porto da praca por sor pouco
diinli! da fabrica do sabSo.na ra Imperial:
Irata-se na ra Direita n. 82, priim iro an-
"- Fernando Jos da Itocha Pinto, remrtte
pin u llio i'o Jamio os leus oscravos par-
dos de nomo Damiilo c Gandido.
H>ajif*^tTfl> '***t?*
" () micinalante do imposto
j1 de so |or cento do consum- 3
no de agoardenle do munici' J
io do Kecife, li setenio aos
Precisa-so de om menino, de 10 s 12. --Precisa-se alugar uma escravs par t-
ennos, doschegidos ha pouco do Porto, pa- 'do oaervico; pga-sebem: das Cinco Pon
ra caixoiro de urna venda : no atorro da t*s n. 98. .. _
Boa Vista n.70. #>!?*?-"''
Precisa-se de um rapaz, que tenha bas-'g O consultorio Immcepaliiico da roa 0
tanle pratica de Inja ile miuderas, para to- ) do Trapiche Novo nuraoro 15, dirigido #
morcoota de una lo)a por balando, prefe-i pelo Dr.Piros llamos Jnior, fui traiis-p
rindo-se um que entre com alguns fuios,! feridopara ra da Cadoia do 11 e.-1 f.>
para se Ihe dar sociedade : quem quizar, 59 n. 41, no segundo andar, por cima da *
8
*
nnuncie
Quem precisar do urna ama secca, pa-
ra casa do portas a dentro de muito boa
conducta : dirija-so a rui das Flores, ca-
ga n. 29.
O Hospital de Cari lado, precisa do um
enferuieiro : quem ostiver nestes circums-
tancias, dirija-se ao regonto do mesmo los
pital.
Pracisa-se d i urna ama para cosinhir
o diario de uma casa : na travessa do Cor-
pn Santo n. 29.
Aluga-so uma casa de sobrado, primei-
ro ou segundo audar, ca qualquor ra do
bairro de Santo Antonio, pelo proco do dozo
mil ris.
Quem quizor uma ama para cosinhir,
procure otra do quaitel de polica por cima
do bilhar.
- Piecisa-se do um pequeo chrgado l-
timamente : no atoiro da lloa-Visla n. 24,
so dir .i>i -ii precisa.
Aluita-seosegundo andar da casa n. 9,
da ra da Moeda, com commodos para gran-
de familia; a tratar no armazem do Luiz
Vieira & Companhia.
Avino
Aiil",.
Philippa Jo*epha prazoros dos Santos.pro-
fossora particular provisiona.la, participi
aos iiais do suas alumnas e ao resi eiiavel
publico, quo mudou sua aula da ra da
Unido, pina prica da Boa-Vista n. 17, e
nontini receber meninas externas e pen-
sionistas, pira cluca.las em grainmatica
portugueza, doulnia chrisli, contar as 4
pecios, liom como soiumar complexo, ju-
i ondo ji fol o consultorio do Sr. Dr. $
/) Sabino, ahi se encontrai caiteiras 4
j com medicamentos homocepalhicos, av
;sj tubos avulcos, tinturas de qualquor ...
5 iliuaiiiiai;.'i", e tambein so ro.fazem -}
jl aquellos queestiverem deteriorados, $t
3 Propagandas homooopattiicas do lllm. e
t Sr. Dr. Sabino, po'o preco do 1,000 rs. ti
J cnla.cxemplar. Batea medicamentos (.
j silo preparados com todo cuidado,
e ja experimentados polo Sr. Dr. Sabi- e>
? no na mu longa clnica, sen 'o orre- (>
.5 sultadosos niaisfelizes; todas as car- (
vf teiras quosslli'cm dosto consultorio )
3 levarflo a firma do Sr. Dr. Sabino. As *>
> cousultas silo das 8 huras do dia at >
9 as 3 da tarde; doi 4 o pdenlo procurar na ra da Cruz *
* do Itecife n. 50, segundo audar &
S8?<**!'vV-'>-iT!* >@$*'
No da 29 do corrento jo meio da, as-
pla da audiencia do senhur doutor juiz
monicipal di segunda vara, na casa da mes-
ma audiencia, se hi doirremalar por sor a
ultima oraca, a casa Icirea da ra do Sebo
n. t5, outr.< dita na na da ConceicSoln 29,
e nutra dita emarniazem no boceo doTain-
iiSo (leanr!o os denles trio bem collocslos cobonh-se do commlasllo, tanto isrs a jiro
que nao si'possa difTerencar dos proprios vincXa, como para fra ib lia: na ruados
uatiiraas,pndendo-se mastigar qualquor co- -Qu i'riois n. 31, segundo andar.

AO PUBLICO.
Em mu crescido numero contsvaa
mdicos ato agora molestia incur
r >mpra-so um lilheiro de telhaa ser- !conlra ,s qii#M ~ eff p rmui,lo I0 ,
soltnT um mil <
ncas do poder lber
m'd i seni sentir a monnr iinr nem roceio
le os quebrar, tambero calsa os denlos na- vidas;'quem livor annnncie, ou dinja-sea::Te reslenirs0*nra'ilTr
turaes furados ila caria com oum ou prata, ra da l'r.ail do Sama Hila, delronte da li- "u nflo liavfa esna nr
proviiiindoossim a conllnuas-lo da cria e beira do pw.xe, casa n. t ; o ao mdico philanlropiro .'dr da
dores o mesmo evitando por sal forma de Comjnn.tia uma casa terrea em qu.l- los do scus ,me|han{,llt victima^d
passar a caria dos denles furados para os quer ra do ha irro de Santo Antonio : que i
outros saos, como bon,olm,>a os denlos om tiver dirija so b ra do Quoiinado n. 6, loja,
geral, tirando as carias on podras qu Innlo que se dir q \ooi compra,
os daninilira o coopera para o meo alilo da -- Coiipra-soVinia canoa quo condu/o pe-
bocea nlo sendo lirado; ha dez anuos que lo menos um mnllieiro do lijlos de alvena-
o annuncianto cxnrca sua prollssllo nesla ria : que
cidade, eos inuitos esem. los que tam dado -- Comp
nesso longo lempo ser quanlo basta para fugo, quo s.
gil ntir sua residencia ni rui Nov n. 19,; quem tiver
inuuncio.
' mas do (abnas de re-
-soalho ordinaiio ;
primoirii
No oscrpi
lia ra do Trap
ciavs do ambos
12 a 20 anuos do ib
Compra-se un
gnmmar ecosinhar, .
nem achaques : na ru
i,iCompram-se duas c
quor ra desta cidade :
Cruz n. 3*.
-S& Companhia,
impnm-se os-
lo pardos, do
saiba on-
nha virios,
i i. n. 25.
.reasom qual
tratar na ra da
V endas.
Ida II.
' t; todos ua lloa-Visu, por
.a Ferrein COatn os
i "ll-i r i Coutinl
"ngfla
ros
vSo
de l.uizComc
do Praxodea di.
Sanios.
Villa de l?rankl!
Sabio a luz a vida do douto.
I".anklin, escripia por ello mesmo, .
nuaoa e concluida por seu amigo odouli..
Bil'.ietes do Bio de Janeiro.
aos ao:ooo,ooo de rs. .
[a oja de miodetaada pra^a da
um
ili-
ros romuanl.ia, rer.i de tres, costura c .8, Studar.traduzida do insloz por um pe nam- [,rCa pdt1
i, iuiu|nii n i___,...,_ < u ..,. i'i j. i ano n na ivnna n, Um mi. ,
DAVID WII.I.IAM I1DWMAN enganhoi-
ro machinisla e fundidor de ferro mui
rospeilosamente annuncia aos senhores
proprictanos deengenhos, fazendeiros, e
ao respeitavel publico, quo o seu eslabele-
cimento de ferro movido por machina.-de
vapor, na ra do Brum, passando o.enafa-
rir, contina em efTectivo exercicio, ese
aclis completamente montado eom spp-
relhos da primeira qualidade para a per-
feila confi
chinisino.
Habilitado1 par ivnfiprehender ,,'iaes-
quer obras da sija arle, David William
'lownian, dof.eja mais par'' alarmen t
chamara aftencilu publir ara as se-
guinles ,yfor ler ilella, grande sorti-
inenlo jySpromptas, coi deposito na mesma
<"< as naos construidas em sua fa- n-lIHrln
polir com as fabricadas inis^ti
feia confocc5odas maiorcs,ipec.Bs do ma Independencia n. 4, vendem-se
billiete.s inteiros, meios qitartos,
oitavose vigsimo*, alicueficiodas
lab icas de vidros de S.Roop- eda
fnn l
I"'
aj senlioies que esto collectd- -
? dos, queopraso marcado no ^
rcgulamenlo de n dejunho *.J
dei4r), cap.3. art. itie 17,
% fuida-.se em 3o do corrente 4
(eo rcccliimento lie na ra |
das Lirangeiras n. 18 4
\luga-se uma casa para pou-
ca familia, em qualquer logar do
cimpo, preferindo-se a margem
dorio: na rua doTrapiclie 11. 4\
se lar o ajuste.
- Alfredo de Mornny, empresario da es-
Irada de [erro que se tem d construir na
povinc j de penianihuoii, convida as p"S-
ioasiiuior ventura deaojarem obler ac
o>s di icspeclira anmpinhia, a se dirigi-
r 1. n im empresario al o dia 18 111
ineid' nuil) o prximo futuro, o 11 caa
i \\ ns Itulha -s llidoulac, na roa do
Tiajneho 11.12, no ilic.fe, em carta na forma
iliaiSii i's.ccilicida.
Sr. Alfre lo de Unmif.
Tcndo-so de construir um caminho de
Ierro que pin indo da cidade do R'Oife .
1 passando peina diltrictoa mais aasuea-
Kiros da proviecia do Pernambuco vi
larminar na villa o'Agoa Preta confor-
me as eaiipulacajM do contrato celebra lo
entre o governo imperial e V. e appro-
'i.opeln |i 1 'cr legislativo dlrijo-ma a
V. para o lim de obler ( ) iccO'S 'o va-
Ijr ile 211 libras esterlinas ( no cimbio ac-
Iwl I7H,|50 rs. cada urna ) ; e esperan-
ila quo V. Ijo sirva transmillir a presen-
directora da coiipanlua
encurpiirar pa'a realisar n rc-
cum|irc-mc siguilicar-lhn ,
quo lie 1 expOSlO a intoncSo
de aceitar o numero i!e ac-
I_", ''"' i"" weiitma houvc" de cabr-ine
-a (fvT r",),orsPJa d"0 oue a mxima aci-
'"un. Il,ir es(a occasi8t> tciiho oul^o
"ir-ID que me otngo a pagar
1 que por
1 respectiva!
nodo
iiepi
enlen li,|
fliiu |o u
les que iivi
fia revartai
Nomo pui
Dala, .
Uoridia.
Prulissii i.
prejlaeOi'S no lempo e ido
1 'L "nlirecturia hoiiver do determi-
nar ; o nao q
"ide notificado, (ici desde j
,in cossara todo o meu direilo
efles cumo tambo n as presla-
rem sido pagas, cuj im; orlan
om provoilo da companhia.
inleir
ao do iH)j\
ompanhia secretario dt
mliores accio
'n eleitao
ardidos, marcar do ludas as quulidades o
Dyrintho.
-- Na rua da Cadeia n. 60, escriplorio, so
a qujm precisa do um copoiro activo.
- I'ara passar festa, um bonito cabrio-
usado, muito seguro e mode.no, por
000 rs,, com todos os.seos aparolnos
novos ; a lallar 110 atterro da Boa- Vis-
ta n. 22, loja do enapOOl deso. Nadita
luja ha lim fin um pequeo globo moder-
no, para alumiar uma sala eleg.nte.
Aluga-se uma boa casa lia l'isaagom da
Magdalena, traves-a dos Remedios, p'rten-
ciiloaosherdoiios do finado Queiroz Fon-
soca, leni excellcntos commodiis, tres salas,
nove quaitos, cosinha fra, cocheira, casa
pan pretos,estribarla para inco cavailos,
arvoie lo de fruclo, e um pequeo vivoiro :
quem prvtenito-la, di'ija-se a travessa da
Madre de Daos, armazem de rouros salga-
dos,a fallar com Francisco de Piula Quojroz
Fonseca.
Segunda-feira, 27 do corrente, as 4 ho-
ras da lar.ie, na rua de lionas, na prr,a do
doutor juiz de orph8os, se ha do arrematar
o proto Antonio, penhora.ln por Francisco
Pedio Ferreira, a Viuva ei Flhos de Canuto
Jos Velloso daSilveira.
bue.n.rv^^ t"i? emrln^ F" a.goito,qt.ee
6 c8 da priicn .la Independencia. 'como om qualidao? do malenas prmiase (|o cojr,inte e ven
VVVVfVVVVVVVfrVff jmflod'pbra.asaber: cons-Ynrimcin, vapor que che
l'aulo Gaignoux, deiitita. ^ 1
de fiar e tecer al^od-''
da quinta lotera ^ PAdeferproearailo a qnal* \ que i- lioru em sua cusa 1111 J. rua laigiido Kozui'lo 11. 3, <1 lodos osla
.-> s( L-iiii s do canna para engenhos de
amanhos, movidas a vapor por
wiii'hiuIo imi'ie vj'aK'Hs ou animaos.
SSiffi"****AMijrsJ''^' moinh08 de venloe
zom da ruado Irapi- serraj ___n-,
njir, | Manejos indcpendentos para cavallos.
Modas dentadas.
AguilhOos, bronzos e chumaceiras.
CavilhOes eparafusos de todos os ta-
maiihos.
T.iixas, paros, crivos o boceas ac lor-
naliiH. .
Moinhos de mandioca, movidos a mao
, e arma-so bandejas com ou por animaes, e prensas para a dita,
gusto o perMelo. por menos prepo Chapas do fogao o tornos de f"'''"-
Canos de ferro torneiras de ferro e
de bronze.
Bombas para cacimba e de repucho,
movidas a mao. por animaes ou vento.
Guindastes, guinchos e macacos.
Pronsas hydraulicas e de parafuso.
Ferragens para navios, carros e obras,,
publicas.
Columnas, varandas, grades e portos.
% HOMEOPATHICA.
AIUga-S0 O mili
che Novo n.lt, a tratar no p'imeiro
)) Alugam-Mi e vendem-se bixasna tf)
* praea da Independencia n 10, con- |
fronte a rua das Cr'uzos. i>
99feaa>> '*..)'*?***;"
Na rua d'S Agoas Veides, sobrado de
um andar n. W, da-so bulos de vundagem a
80 rs.
muito ,.
do quo em oulra qualquer parto : na mes
ma rasa vonilem-.se tres bairis de botar
aZ''ito de earrapato
Lotera da matriz da Boa-Vista.
Jos Teixeira Basto actual the-
soureiro desla lotera, avisa ao res-
peitavel publico, que a mesma cor-
re imprelerivelmente no da aC de
ontubro do crrente auno, 110 con-
sistorio da dii.i matiiz, e se cou-
ildo
, vi-
e fiar
no dia
a no
lo
de Janeiro.
"i 30:000,000 do rs.
Saloj de Fortn
Companhia. na ,.. o. andepe.
dencia n. 37 e 3g, eslo exposlos
a venda um soi tmenlo de billie-
les, meios bilhetes, quartos, oita-
vos e vigsimos, da quinta loteria
das fabricas de vidros e algodo
do Kio de Joneiro, e silo pagos to-
do e qualquer premio sem ganan-
cia, logo que cheguem as listas.
Ieiidi.w.se fnslisado a di.-cus-
irojcV -- de estatuios da
un.'- M 1 linios ,
niao, convida aos
as, a comparece-
a mesa c dos direc-
tores, nVunlormidade do artigo
4o, no dia segunda feia 17, as 11
horas da nunlia, na sala das ses-
soes do baiico de Pernambuco, na
rua do Trapiche.
-- A mesa regedora da irmandide da San-
ta casa da misericordia do Olin li.novamcn-
te convida a to los os llovedores da mesma
Santa casa, a vlrom solver es scus" dbitos
dmlro de 30 lias desta data; paseados os
quacs sem nrnhuin resultado, COOBOaconte-
cea com o 1 rimoiro anuuncio este anuo re-
petidas ve/es publicado, si r.1o ain la pela
lorceia ves, o por oslo incsino ra.al, cha-
mados ditos deyodores pelos leus nomos,
com declaiacfio' dssquanlias devilasedo
tompo, que he desde um al com anuos ; a
em seguida (a fechar anda esto ultimo re-
curso) se proceder pelos meios joditiaes. A
mesa eclul osla Da lirme rosolucSo de em-
I regar lodos os osforcos ao seu alcaance, pa-
ra evitar, que, depoisde ter nil>lil 11 10 to
po 1 si a I-, iecimento para sulfsfazer aos lilis
de sui iii-1.1 ni,' "i, di '.-abe o proprio e Iilicio,
que ameaca ruina; o ;ois no cumprimento
de seus sagrados devtres espora eui Dos,
que 11S0 acorrer om criminosas condes-
cendencias. Para os devedoros do fra da
provincia, ou mesmo dos lugares miia lon-
ginquos dista ; o praso do ultimo ippello
ios meios de branuuia, sei de 90 diis.
Jos Eustaquio alaciel Montairo, escrirfiodi
sinta casa.
t> A pesaos que snnurciou querer com-
prir una canoa de n il lijlos, qorrenio
urna d mil e tresentos : diriji-se a rua da
Concordia n. 17.
-- tu abano assignado, aviso que o se-
28 ItllA DAS CKOZBS S8,
Dirigitlapor um p/mrmactutico *-*
V. appriivailo.
EstccslaBeJecimento possuc iodos ^
os medlesmantos at agora oxpen- J
menlibios, tjpito ni Cilio; a c uno no ]
BrasilV- paridos pelas machinas
da iiifV yUO do Dr. Muro. .i
Cirleiras deis tubos at 180, por '.
* presos vanavois, conformo quali- *ft
> dado das c.ixas, a quanlidado dos ro- "*s
* medios o suasdynaniisacOos, *" Tubos avulsos (cada um) 1/000^
j? Tinturas de todos os medicamen- ^
\ tos om frascos de l|2 onca 2f000 .i
C AVIAM-SE CliATIJITAMKME ^
[. pira os pobros, todas as receit isiiue ^g
C piraali man lar qualquer profesabr, s
USUAL 00 DI. MU
IIIAZIDO EM POKTUCUi-.a.
16,000 rs. de assignatura.
Sabio a luz o primeiro volunie desla ob
a melhordn todas em seo genero : o uniet,
vonliideir 1 livr, por onde se podo estudar a
praticar a homoopsthia. Esta unidamente
iir.pri'sstjem excollenlo pipel, com lodos os
signaos dueconlm o original para denotar
a differenca do valor dos symploiias.
Contina 1 assignatura no consultorio ho-
moi.| aihico do Ur. Hosooso, onde os senho-
res assiguanles pdem mandar roceber os
scus exemplares
No mesmo consultorio ha todosxjs medica-
mentos no ncopalhicos VEHIIAEIROS ; as-
sim como ricas cailoiras, e i>formam-so
quaesquer boticas, cujos medicamentos se-
jam falsos, 011 (oledorados
Na la do Trapiche n. 5, prcclsa-se de
um bom cosinheiro nacional ou eslrangelro,
e at mesmo oscravo; p omelte-so bom or-
denado.
Jos Saponte, como administrador la
mas-a lalli la do Leopoldo Jos da CosU A-
Ta.ij.>, noviJi jig cedores/ilesii-.Dara que
Iho ap-csenleifc0siilii|os/ile s,is'!i,vi as,
alim de quo, srVn o verilicados, se pro^da_ a
cia--i!ie.ii;,"io i|il |le ,|n|. rniiiiia pelo cdi-
go coinmeicial
Gabinete pirluguez de leilnra .
Porordcm dii m,,,, sr. presi lento da di-
rectora, so conVoc* o consi-lho di-liherativo
para so reunir ew,, SCsslo extraordinaria, no
da 26 do correrst0| pelas 11 horas da ma-
nhiia.
-- Precisa-so/ alugar por lempos, urna
preta escrava, (i sajba lorfeilam. uto co-
sinhar o diario (|ou,na casa, o compilas os
respectivos arrafj<|. da-so, alm do susten-
*5 linuar a influencia do.s comprado-
31 res correa no dia > do nsesmo
!' cnez. Os bilhetes acbam-se a ven-
da nos lugares j annuncodos.
-- O abalxo sslgnado, chogado lia pon-
eos das da Europa, tem satiafacSo dein-
iiiinei r 110 es icilavol publico, o a Bous an-
tis 03 freguezes, que irouxe ricos deso ihoa
do obras do marcineria, assnn como nlgu-
mas machinas para meihor desempenho da
sua aiti. O annoiicianlo julga desnece-sa-
riu fallar de novamente sobro as suas habi-
lidades, porquanto (lias ja so asss co-
nlccidas nesta provincia, e boje mais que
nunca, no prclendcndo offeiiilDr n nenhu.n
de seus collegas; osla mais habilitado que
e-tos-obro 0 modernismo, Visto que o an-
nunclinle lendo-se au-enlado d'aqui a mais
do um mino, oirpregou todo esse lempo
em fzor im estudo pirlioular sobro os no-
vosgosloi de obras de inarcineria apresen
lados na oxposicilo universal de Londres,
Prensas de copiar carias e sellar.
Camas, carros do mil o e arados de fer-
ros, le etc.
Alm da superioridade das suas obras,ja
geralmente roconliocida David Williiim
BOWman garante a mais exacta coiiforiin-
dade com os moldes e dozeohos remetlidos
pelos senhores que se dignaren) de fazer-
Ihc oncomineudas apioveilando a occa-
siSo para agradecer aos seus numero-
sos amigos o fregueses^a preferencia com
que tem sido por ellos honrado, e asse-
gura-lhos que nlo pon para osforcos o di-
ligencias para continuar a merecer a sua.
conflanca.
Bilhetes
Meios
Quartos
Oitavos
Vigsimos
31,000
11,000
5,5oo
3,8oo
i,3oo
lmprovi/.o (io gato per lebre
:^'-.
V***
irNDiiCAtt]
'aurora
N fi.ndicao da iim-.r 1
temont' um completo
aeii -se conattn-
rtimenlo de ma-
r;r: Saivrr :s:,t;:
ante
do modellos os mais appruva-
jesooVse por.ou. Avista, pois, do ex- fi ^|ltPS,com ,oem decostume afllin-
pend.do. o aba.xoassi|!nado espera mere- h'^'1-. oser,s,n.
03rdo rospeiia.ol publico a sua protecco j P p0r qualquer dofeito, que nellas
qucrenooisamio honr.irem do alguma au- :", ','* ,pn?eeqr ,,uqrante a pnmei-a safra,
command.; .., Cfff^Jg^ LWS de vapor construidas ueste
I estabelecimento
lOlilIfCilO.
Conslsndo-ine que a uimlii escrava de
tem estado em constante
12 e ule 16 an-
e M,"5 l^XXXXfcilka insignne-n.
s al nenhuns absolu-
do quo o consumo do
comhusti'vel he mui incoiisideravol. Os se-
nhores de engenho, pois, contras quaes-
quer pessoas, que precisaren de macninis-
mo, sao respeilosameiit" convidniosa viS-
Mr o oslabolocmento em Santo Amaro.
Desappareceu a 10 de maid deste anuo,
a negra Joaquina,de nagfio Cacante, que re-
presenta ter de 35 a 40 alios, chai a do cor-
po, altura regular, cor fula, ullloa peojuonus,
e com cirne sobro elles; tem uma costura
do um i.a'iho 111 cara do I (do esquirdo, p-
rm anliga quo mal sa percebe ; nariz chato,
f.-lla-Hio alguns denles da frente sendo da
um enutra lado, ellolCia'; leneuaa rio..01.
ge em todo o roslo qu ) parece ser uexigas ;
pellos muito pequeos e mrenos; temal-
gumas cicatriaes do relho as cosas ; leni
s naaegis Idvantadas para tr.z que mais
musir quanlo andajquando fugio linha um
,, p mais grosso ; levou diversa roiipa quo so
- Desoja-so fallir com o sonhor Manuel ^ ^^ de ^^ UJ(ir>. ||e bem faUnU) ,,Ui.
anuos, cOr muito preta, ulhos grandes pi, n". P"\"^
emns pequenus, estatura ba.x, disdenla- j' ""P"'*>* ''"^
da ni frente do lado de,eima, a paito de ^SSS^^S^SS
pombo : so enicaminuara ha quasi dous me-
zes pirro engenho de fragoso, aonde a di-
la escrava Gerlrudes dizia ter uma comadre
prela ) ^050 ao Sr. do dito engenho que
por favor, im caso d'olla Ihe aparecer no seu
engenho ; quo 01a mando pegar a remellar-
me, a casd do "im1 "i residencia na rua da
Aurora n. 52, pagando ou, as necessarias
tfAuozas, do ciijo favor Iho fleare obrigado.
Advere-se que a'dlc.'veta foi escrava do
linado Joaquim da Liugoela, a'cuupradi em
leillo publico quj m ndaram razona her-
dein silo mesmo Joaquim da Liugoela pelo
corretor, oSr. Olveira, e dizem que se tem
visto tambein a refer la escrava, na cidade
do Ulinda, e no mesmo lugar nos Arrumba-
dos em Cerli casa que sera logo corrida e
o I idrao sofrea as penas Ja le.Francis-
co 1 se llarboza.
to, do veslir o
vessa da Casa Fi ,ie j0 Arraial, no sitio que
foi do senbor 1
Na rua do Co
se a vender as
0,000 rs. meiisacs : na tra-
iil.ii'i.
\o publico.
legio, liolica n. 18,continua-
.idadeiras e bem conceilua-
tas pillas p n nabas, cnfol seceos e do-
res venreas pbr mus aniigas que sejam,
cujos bonselTekt09Conrossa, iodos quedcl-
las te:n loiio UsV, que al o presen^ ani-
da nilo lalliaianl ; he preparacAo do falleci-
do pbarmaceulidwsebasliflo Jos deOliveira
Macodo, eso so vei.\je nicamente ne-te lu-
gar ; londo lambona exisiem duss'obris do
Almeida para vender, sendo um Iralado de
inflammacOes, o inodicina operatoria.
I.ai-se o 1 iigiifcinin-se, coui limita | nr-
feico e isseio : ooUiitoo di Itibeira do S.
Jos n. 15.
l'recisa-se de
rua dasTriocheiras
andares.
Aluga-
commud
na rua I
una ama de leita : na
*2, sobrado de dous
o uma casa torrea com
pa a gruido familia,
penal ao p da fundi-
cao do senhorLeal, tVm grande terreno pa-
r plantar, e o dono oniproinette-se a cer-
cado, logo que nrlict alugador para casa,
lambem tem om gruido viveiio, que s ihe
fall port d'agoa.eT que lambem o dono
nhor 5eBoe7VerM0do Itbeiro, nixou de.mandir por: iraut\ na rui doCroapo n.
sermeucixeiro. Adle Poirson. 16, loja da esquina
Antonio Crrela de Queiroz, ou possoa que
faca as suas vezes ; consta-ma que esle se-
nbor leui um mana que niorou ou moia na
rua do Apollo ; osle s-nhor IJueiroZ em 1818
morou em Uaralihuns: quera delle soubor
dar noticia, dirija-se a ruadas Larangoiras
n. 14, segundo andar, que se Ule licaia obri-
gado.
Aluga-so um sitio, que tonha casa regu-
lar, e quo srja perto da praca : quem tiver ,
aun inicie.
-- Auna Ferreira da Silva, mlorisadi por
proviso do Exir. Sr. presidente, doutor
Francisco Antonio Itbeiro, de 29 de j u I lio
do coi rento auno, tem alieno na casa do sua
residencia, a rua das Trincheiras n. 50,
uma aula de instrucco primaria d> primei-
0 grao, para o sexo feminino : os psis de
familias que dalla quizeiem conliar suisfi-
ihlii poderilo dirigir-se mencionada caca,
1 qualquer hora Uo dia, corto de que a an
nunciiute empregar todos os seus desvelos
em nSo desmerecer do seu conceito.-
Precisa-se fallar com o sonhor Jos tien-
des da Silva, ou com alguma pessoa quo fi-
ca as suas vezes, a negocio de inloresse : na
rua das l.aiaug iras n. 14, segundo andar.
AOS DEM ES.
J. A.S.Jane dentista,nolicii ao publico que
conliiii a pr denles aniliciaes de porce-
lana incorrupiiveis; oannuncianteenenerta
de um ou todos sefr preciso, asseverando
todasas pessuiisque seqiuzereiii ulilisar do
aeu ptestimo, que nSo exige paga alguma
parece ser creoula ; ltimamente estove 00-
cupada.no servido decosinha.o tem por cos-
lume andar suja ; quandu logo coslurua an-
dar pelos arrebaldes desta oraca quilandan-
do, lavando, oll'oiccendo-so paia ama, o in-
titulando-se forra ; qualquer possoa que es-
toja servindo-so com ella na boa f.queira
denuncia!-se, o do contrallo se usara dos
meios quo loa faculta a lei : roga-so as au-
lori lades polciuos, capiUes decampo, ou
qualquer pessua, que a prendam ou facam
prender, e levar ao seu sonhor Domingos da
SilvaCampos, ni rua das Cruzas n. 40, que
sera geoerosauenle recompensado.
Do engenho Sania Cruz (mais conhoci -
do por CBbeci de Porco), silo na freguezia
de Cua, desappareceu no dia 16 de agosto, o ,
escravo Nicolao, creoulo, do idido 30 1 35
anuos, illurs regulir, grosso, um pouco p.-
xolla, e laIIa i.m pouco aporluguezada. NSo
se sibeonde auda, mas suppoe-so andar no
Kecife, onde ja d'oulri fgida foi preso, e
lem parcelros aprenles n'uin sitio na es-
trada dos AIDiclos, e n'oulro no Itemedio :
quem delle der noticias, ou leva-lo ao mes-
mo engenho a eulregar ao a tiuiiiislridor,ou
aqu im Itecife a sou senbor, no alerro da
lloi-Vista n, 12, primeiro andar, ou no Man-
guinho, sitio que foi do Francisco Manoel
oa Silva Tavares, que sera gralilicado.
O lilulo com que se annuncia esta nionn,
provom de peruncera letra a comedia.ii.li-
tulada Cato por lehre.compoaico doSr.JoiIo
Josleal. Esln modinha he urna daqu'llas
obras chamadas de cunhn, 01. por ouira iim
daqui los pensan.oiitos folizes, que 6003n-
taml- airbala 1 a quem Um a ventura de
osspreciar. Amnnle como somos da bella
arlo no mu/ica, cabe-nos aqu recommen-
daraoa ai.aixonailos leste ramo da bellas
artes, a uteres-aniissima modinha que bu-
je publicamos. Com justica nosro;.f-ssamoS
admiradores le seu autor, oSr.l I'achinctti,
e o Ilustrado publico de Perna .buco, por
corto ha .1-,-p ociar tSo bollo polaco de
msica, ao seu autor cbn a gloria de ter
conhecido Uobrilhante pensameiilo musi-
cal, otod-licanicnte aiiropnado a 1, ira :
vendo se na rua Bolla n. 28. Para piano .s
senhores assiguanles 1,000 rs., avulso 2,000
rs.,0 para violno 1,000 rs.
Vende-seTiro oscravo moco e do bonita
tieuri : iia ru> do Brum n. 28.
.- VendnmVcouios do Cabra, chogados
proxiniamenie do Aricaty, no armazem de
Domingos llodtignes de Andrado, ni rua da
CiUS : a tratar 111 rua da Cade.a, loja de
ferragons n. *4, de Thomaz Fernanjes da
Cunha. ,,,
A barateza sen igualdade.
A nova taberna da rua da Praia do Santa
Rila n. 43, teodo una porcflo de vinho tinto
velho.ede boro paladar, o desojando roia-
Iba-lo com a maior brevida le, vende om ca-
ada do mesmo, a 1,200 is.,e om gtrrafa, a
180 rs.; aellosiihoresda boa pinga
-. vendem-se alguna escravos do ambes
OhSSXOS de diferentes dados, com batuli-
dades e sem ollas ; entro estos ha 11111 lia lo
moleciio do ptima conduela, e muito bom,
copoiro: na rua das Larangoi.-as n. r, se-1
BU"",airurestro.a.loItosr/0|n. 33, ven-
fle-sa um pianquun preparado de novo.pur
25,000 rs. ,11
1-Vonde-se urna pequea porcodo vinho
do Rheno, muito superior: ni rua da Cruz,
armazem n. 48.
__Vcndi'in -e 2 molecotes do ida le 1.1 a Ib
nnos, I escrava boa ongonmadeiro, cosi-
nheira.o faz doce de todas as qualidade'.ou-
tra dita boa costureira o marca bo n do li-
niia,6 eacravos mocos ptimos paralo losai
V0O, o 1 boa parla do muito boa
na rua Diretla n. 3. .
Bilhuies do matriz da IMa-Vista.
Aos 10000,000 e 5-abo,000.
Acbam-se a venda ni ruadaU,adeia do Ite-
cife, luja do cambio n. 2V, bilheles e meios
bilhetes, pe" preco seguiuto :
Bilnetes 10,000
Meios 5.3on
Vonde-so um sobrado de um andar,
silo na rua do Livramciilo : a tratar no alar-
roda Boa-Vista n. 10, sobrado; lambem se
vende uma n-gra boa quilandeira.
Vendo-se por600,000 rs urna escrava
quo sabe cosinhir o diario, eugomma liso, e
s,be mais alguma cousa propna do serico
de casa ; vende-se eom prtCltDO : quom
pretender dinja-se a loja de Manoel Pereira
de Carvalho, na ru do Crespo,
contadas do alinhamenlo obliquo do caes
projecliiO, leudo do fundo pelo lado do nor-
iD 15 bracas o 4 p'lmos, o pelo lado do sol
15 bracas o 9 palmos, no qual so pOleelili-
cr de 8 a 9 1110 a las do casas : os proieu-
midades, contra as quaes se decli
ptenle, podando apenas lament
quera da intelligencia humana. M
aos nrogressos da medicina, grasi
le hoiiions incansaveis, que, nSo
rando da perfeclbilidade da sci
toem dedicado investigacn da
qoe possam allivlar bumanidado
nales que a afilgem, u numero 1
lias reputadaa ncuraveis vai de
diininuiiilo. Asaim, achar dep
gos li.il albos, de profunda
reiteradas oiperiencias, ni
nos roslitiiam o uso dos d
tantas senil ios de que he a
quando estos ja se achavar
lado de iiicurabiiidide o
Sidos, he por certo um i"
cosquosopodli preitiri
o queesiiva reservado i 1
tropo di ciiade de lira
cuja sciencia, cujo amol-
les se teeo feito goralmi
remedios que ora offore
ufi.i iMiii-.rm na clisso d'a
0 OUSB lo ch irlalallisiiii;
COS e 'leaenmp.ji|i|l,3 I
dulo vulgo poriguoranc
e sem diaoernlmento, ac
ludido; ter, porm, di
ti' co lugar entre os
maiores benelicios p-
ooiisiam olios da dissi
tractos de plantas me
mui leconheci las e
uso, as continuadas
a que por toda a pait
meitidos, sem que ui
doem seas bous ell'i
esporancas quo sol'
" seu inventor, Iho
tiutes e repetidos o
e respeiteveis me'1
como na Amor
proclama ni
na. Um de
baler as uto
"jnal virtud
suaa tuntas.
cer em sua naiui
do esta estivor
Comanlo, porm.
ah-oluti Com deSb gi
no menos ulil o onergn
ase'tralas, doslruiras novoas, eur.
todehellar qualqui-r iilliinmacAo ou ver
melbidSo dos idus. Kilo causa dO.', nem
MSlimulo na parto
Outro liquido lostituo a faculdade da ou-
vir os sons aoouvido lalo desurden, an-
da que inveterada, uma vez que o mal nSo
seja de nascunca, sem causar em lempo al-
g'iui o ni.-. 01 inr un>nlulo 110 iloonte, o sam
priva-lo do cuidar om sous negocios.
INsTItUCgO'ES PRA OUS US
RF.MKDIOS.
O dos n/hm tmpregi-s: to modo sejumte.
O doonte pela ni'aiitiila, em jajum, um-
liora puuco mais ou mus depots que ora
guer-so no leilo, tomara sobre a palma da
inflo pequea porcia d'.iquella agua; o com
ella moltura bem os ulhos, lazando quo al-
gonras gotlascaia o sobre o globo oceular :
s 'in os Im,car, os conservara moldados al
que n iluralinenle enxuguem :"a d ntar-se
a noite pislii'.i a o niesino : dorante o lem-
po que 11-11 do rimadlo evitara o oslar, a
[arelo ti'i.ici o o vento; r-r abstinen-
cia de comidas salgadas, atadas, o aduba-
das c mi nspeciariis.
O remedio dos ouvidos ser af/plicod no modo
oue se iijin :
O doenlo pela mantilla, uma hora pouco
mais ou menos, deputs do orguar-so, linda
em jejum, far derramar dentro dos oui-
dos quatro 011 cinco golas do liguido, ta-
pando-os lepois com algolSo 0(11 lama ; i
iiinleao di ilar-sc repetir a mesma opera-
cSo. Duiniilo o uso do remedio evitara
expor-se, os ouvidos principalmonto, 1 ic-
CflO 00 calor o do vento, alim do evitar
grande iranspiracflo, Inven 1" cui lado em
mo uiolhar os ps cui agua fria ; linilinnn-
le dave ahater-se de comidas silgadas, azo-
das O adnalas.
listos remedios estilo venda na botica de
Bartholoai' u Francisco do Souza, ni rua
1 o :a do Bozrio 11. 36, nico deposito em
Pernambuco, pelo preco de 2,240 ris cada
vidro.
Vonde-se um ocule do alcanse, por pre-
50 mui coiimo lo : na rui do Pilar n, 72 ,
lerceiro andar.
~ Vendo-se uma mulata, com habilida-
des, c com uma cria de 2 annos : na rua do
(.iiiciiiiailn, casa de Moraes n. 39. *
Vendem-se opelhruwom mol-
duras douradas, A& u,ais r,cos Vxe
teemapparecidd) no mercado : na
rua di Un! o lletile n. 49 ar-
de L. Schuler ck Com-
mazem
panlii !
/
Fanos.
ll luct I
Compras.
~.Tc7mpraln^sTes7ra7a7oeven'dem s^rT deSato Antonio, cun 36 braca
denles, drijam-se a rua do Collegio n. afi ^rul n. 10
que acbariio com q
t-rceno andar
tratar.
.- Vendo-se o terroiio alagado ilo/Slan-
nba n. 204, sito na rua dos Pascad/fes em
continuaijao da rua de Santa llti.lin bairro
'e frente,
Brunn Praeger & Companhia ,
r jceberam os mais modernos pa
i/os, de excellentes vozes, que es-
lao n venda, emsua casa, na rua
da Cruz n. 10.
Obras de ouro.
\f mais lindas que teetn vino a
esta praca, e de todas as qualida-
les: vendem-se em casa de Brunn
l'iaeger fk Companhia, na rua da
Cniz n. 10.
Vende-se na loja de Jos Joaquim
Slore'nack (ompanba, na rua
N'nva n. 8.
I.indaa serpentinas do bronsa douradas
de 4 luzca, linternas do vidroc.m ps lapi-
dados de to los oa tamaitos o do vanos pro-
cos, (lilas com ps hronsoadas a 8,000 rs. o
par, linlas espolias brancas paia noiva ,
meias de soda brancas o prviasde peso pira
senhura, sapatosdo setim brancas recehidas
pelo ultimo navio do franca, luvas da to-
das as qualb'a les a de lodos os precos, di-
tas prelas e de pelica para meninas de qual-
quer dea, chapeosinhos de seda para bao-
llsadns a 5,000 ra*. bons de palha di llalla
pin homem a #000 rs., bicos do blonda
preos e brincos, filas riquissimas lavradaa
e lisas, ludo por precos que 0S0 designdl-
! an. aos compra lores.
Instrumentos de msica.
Tato piraoi^hestrs, como pa-
ra a militar, vendem-se mui-
tr m conta : em casa de Brunn
raeger & Companhia, na rua da
Charutos de Havana.
Ol melhoresqoo toem vindo a este mer-
cado vendem-se continuadamente, em ca-
sa de Brunn Praoger & Companhia, ni rua
da Cruz n. 10.
1
*m MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
MUTILADO


<
qlsa de Sand
iua larga do llosa
rio i!. 5(>.
a vrnda beu-se pelo navio Barre, ul,"de chVpVo'g de mmente da Europa.
ste icmedio acha-se a yenda ,.-r.,lc,( uiri ovo lortimenu ra ,lomens *. n,,n(,.s ,!< castor branco.
.'., H* K.rihnlnm^.. I'r.m- sol de sed. e .le P.nnlnho.L. ...rinr.I Cc^"UV se "enJer chapeo, de castor mantea dcsle jogo concorrcrcm a dar ex-
: I branco, boa f.zenda.e por comtnudo preco : t"Cc3o aos b,lh,tes.
ca de Birlholomeu Fr.m- sol de seda e Simia nn luirr cima in- 8cnl,or*. dos ltimos gosir.bos do cana/e'
i oouza, no lugar acuna ni Ch,PRos de sol de soda com vn(i0 osta --------, --.-.
: o mesmo garante a quem outros dos n.elhores que \\ouier por mo- l(,i ,do obrado amarello, nos quairo^
. -D -..,la,ra Ralla

r ser a vei'dadeira & Isa de {^ 0 que em outr, P,rle' Vendo-so urna negra creoul. do malo,'
. atento
U Jotcria, rujas rodas o llicsourelro espera
ifrzov correr no dia 30 do correnle. so oa
nos pieco q
A 5.
dem-ss qunrenta e tantos volumes Superiores chai
'as obras de direito, pela quarta zes chega-ios pe'
seu justo valor, por estre com ^n|0 proco
i : no beeco das llarrciras, casa ru, ju Colleg1
dous porlOi s, \
a da ra do (\espo
n. 9.
legointes fazendas :-atoa- t,nlos ,
eco de 1,400.dito de 6 l|)
a 800 rs dito de 3 l|8, a
ra, corles de camhraia de
fazenda, a 5,000 rs., da-
> seda inglo-
-- Venden
moseladas,
em conta 1
Vem'
moca, e propria para qualquer servido : na
ra da Cadeia Velha D. 2, primeiro andar.
Palitos boratos.
Ililhi'tea
loios
QUattos
Definios
Vigecimos
8.0C0
4,000
2,200
1,000
500
Pannos para cima de mesa.
Billietes do io de Janeiro.
AOS 20:000,000 0:000,000, 4.000,000,
2:OUO.O0O e 1:000,000 de rs.
A o bom
Na ra da Cadeia Velha .
der, pecas de inuito bomaiB.
com 50 varas, pelo diminuto p>
mil rs.
Vende-se vinho de
nhe legitimo e de super
dade : em casa de J
CoapanaV n na ra
55.
Moendas pal
Acabam do cliegar moer
das de varios taamnhos i'
) EddeMornny ira casa d'
ra do Trapicho n. 12
' achar arabos de ferro
ment, luja das m
Vende-so un
rorro, nos Coelhoi
o 1
-orio no becco doFer., a nie|hor sl ilUdo que ippece, ven-
nt5 v*l???[rl 'de se em Larris do cinco em pipa : na ra
.KTA fud>C.r0.!o"i w.':' """ V""" escri(,lrl de AUgU3"
con.7 Befe o* de largara, iir;rumi peque./e cas. : a(r?lar
to C. de Abrou.
"oj
1 Nova.
moda o fazendas fran-
10, por o dono querer
onvier oslo negocio,
na loja para tratar.
a enyeitttos.
le Ierro de .
/
N.
ta pai
-- N>
nha & l
ha uina
ra do Brum, ca; tahe
Alo. t. freguezos pollo.. a, ,s U-- segun,|0 ,n-
Que. sao ci.eg.Jos, r .Seir'Va, perif*en-
Cobtrtores de algodSo ',1ar, 1ende oi |mQt, -cM, t
Muitoencorpados. goinmedeira. u eu
Muja da esquina que vol- (la.am de sabio a fallona Oe
600 rs. cada um. 13 annos, propria ?" a 4ef I "
e Fivicisoo A. da Cu- prelascrooulas, cher *ynft om j
n,i roa o,. Vigm-ici m 11, gumas habilidales.cai. astemum
.e lina fa'inha dn maniJ-; lilho molcque de t a 3 i. ...jilo lindos ;
las para
----- 0 ------------------------------>--------- (----- -- -- ^--.. .. 11 1111 j <- > -.i.iu >i iinoia un iiii dadtt delllindn, noslqoalro cai.tm, casa do .ccresccnlada com a nolicia resumida das to Amaro, f
sonor JoflodoSacramontoUimasii: o lha-| ndulaenci.s que lucr.m os sous Conrados, no ,i,
soorteiro roga aos manes deste jogo, que um offerccimonto e moJitc6es dos seus ter-1 c"lrdu'
s
cunBrram a comprar t>s bilheus para loro cobres: onso do Santo Antonio, modo de |cham-se
dovidd) andamento das rodas no dia 30 do, visitar a igreja em dia de jubilen, ou de in- imnrpno
corroale, sem o que nSo podero' andar no dulgencia, eoracSo par. alcmc.r a pureza : 1
re/eriu/o dia.
Ve^ndem-se asseguinte8 semeuies:
Dabos,r)abano's,rab.neles encarnados e brin-
cos,
moa
carr.
di ro
matt
saboi
defr
ir
riz continua a bar
eto sortimeuto gas
ndido c La- g
1/ 1 las
e bocea,,
ida, por con-
de pinho ; um ancoreV^ i umo creoula dd 16 inQOJJ juas j
e 20 libras ; arco paral lodo servico da praj decampo.
mainoisj 5 ver-J ~ VeiU''il-s duas negras, sendo un
da, o mais ob- :<;os.,", de bonila figura, e outra creou
.irro d
ibas
ia soleira; dois
1 do l'oito lavrad
i ludo so vendo por prejos >>
/ hom''-
Moinhoo
u carregam-
despezas ao
.aperlores.
_-.v.o do C. Strr! Companhia,
ouiS. Amaro, acham-soavenda moendaa
le canna, todas do Ierro, e um modelo e
cuiistrucQo muilosuperior. ,
Arados de trro.
mi la
la de
'" '12 a 14 anuos do idade, boas pecase Com ha-
I bilida les : na roa da Cadeia do Recite n 66.
-- Vende-so um rico piano, de mesa de
1 marrar hortas 'Jacaranda, o mais excdlonlo cm vozea e
.dnli W |ioW.ieonslruccSo, que ple naver e por coinmo-
6 8e 0 !doPreco : miua di Plore, ca.-an.2l.
mns.6,8010. _> vende-se urna duzia d^ cadeiras de
i'a/.iMida. (I 1 moda. 1 bom goslo, una cama de armacllo, nova,
Vendem-so superiores corles de cambr.ia com culsos : na ra das Flores, casa n. 21.
de salpicos hrancos do cor, polo diminuto r y a praca (ja lndepeil-
..........1.. 1 unir. na nm An (Irnano. loia I ^J"" tr
dencia n. JO.
.inmiJti-'" oaix.sdecaplm ., 1 mnlien
'' miu:na ra do liru
preco do 3,500 rs.: na ra do Crespo, loja
o. 6.
Cal virgehi.
Vende-so'cal do Lisboa a mais nova do
mercado: na ra do Vigario n. 19, primei-
an lar, escriptorio de T. de Aquino Komrc
t Filho, ouna ra do Trapiche, imazem de
Na fuudicSo da AU/_j;j;ie<>,,,/l^-ilAf.r^.|Antonio Augusto da Fonseca.
Vende-se urna morada de
V
taiidem-so ridos de ferro de divorsos
mololoa.
i'otassa ameiicana.
No antigo deposito da cadeia velha, n.
II existo urna pequea porcao depotassa
.inericana.chegadarocentemente que por
suporiorrivalisacom adaltussia: vende-
so porpreco razoavel.
Agencia de Edwin Juaw.
Karua le Apollo n., armazem de Mc.Cal-
uioutSitJoiiipanbia.acha-aecouataiUeiiiente
bous aortiineutos de Uixa de ferro coado e
batido.tanto rasa como fuudas.inocudasln-
cias todaa e ferro para aoiiiiaca, agoa,tc.
ditas para armar em madeira de todos os ta-
inaatioae madelloa o mais mdenlo,machina
horisontal para vapor.com lor(a de 4 caval-4
lo.,coucos,passadeirasdc ferro esianhado'
pan caa de pulgar,por menos precoqueo
de cobre, cscoveus par. navios, ferro ingle,
lauto cm barrascoiuoem .rcosfolhas.etudo
por barato un- o.
Deposito de cal e potassa.
No armuzem da ra da Cadeia
dollecife n. ia,ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedia ,
asiim como potasaa chegada l-
timamente a precos muito ra-
soaveis.
Vendem-se a 1,200
Gigos com batatas muito novas, das ulti-
masctiega las das linas, a preso do 1,900 rs.
a arroba, os gigos s3o de uiirerentes tena-
nnos : no Caes da allaudega, armazem -da
esquina, e 11. travessa da Madre de Ueos.ar-
inazem n 16.
Carnauba de primeira sorte.
Vende-so em porcao o a relolho, 110 dopo-
sitodeD. II Aiidraoe Companhia, na 1 ui
da Cruz, confronto o chaluriz 11. 19.
^ Vendcm-ae relogio de ou-
ro eprartAj^natcute inglez: na ra
da Senzalla N'Ovvan. 43*
Vende-so um dos|s''g"iiitps i 1.-. 1 >-. i.-
permuta-so por alguin engv^ibo perlo
prac
ro
B
cifo n. 32, o o silio da l'assagem daVsiag la
lena, ouie mora o o senhor Fnton,\iudos
em cllSos proprios: a fallar na ra do vra
piohe Novo n. 14, primeiro andar.
AGENCIA
da fuudicao Low-Moor.
KA UAbEiNZALLA NOVAN. 42.
Ncste estabeleeimento conti-
na a liavcr un completo sorti-
meuto du moendas o mcas mo-
endas para engenho machinas
de vapor, c taixas de ferro bati-
do ecoado de todos os lma-
nnos, para dito.
lugar ho bom, c o aluguel he baralo
Vende-so a anuario da loja da praija da
lloi-Vifl 1, inulto p opri. para sapatos, cha
rulos, etc. etc. quom prelen ter, dinja-se
a loja de sapatos do uina ports,junto a mo-
ma que so veude, que ucliaia com quem
tratar.
Vende-se urna mulata de
bonita figura parida de pouco
tempo, com bastante (cito, e pro-
pria para criar, boa co inheira ,
co.tureira e en^ommadeira, sem
vicio, nem acliacjuX, aexcepraodo
deleito em um dos qu rtos, o cjual
a. nao prohibe de fdzeviodo o str-
"50, alm de no ser dV riscoaj-
-- veinie-so um uos|si'goiiiis preoios.ou
permuta-so por aiguin engv^nbo perto na
prac,', urry casa onde mora o\|||ui JSr. Ba-
rflo de Capiharibc n, 28, juntVa batica da
loa-Vista, urna dita na ru. da Griz|do Be-
Ocautclisla da c respellivel publico, que "as s ias cautelas
80 di lotera da Matriz da Boa Vista, cujas
rodas aodarflo no dia 26 do prximo outu-
bro, dcste auno.
Preco dis cautelas.
Quartos -',600
liecimos 1,100
Casas, feita a moderna, com lijlo e vigsimos eoo
cal, sita na ra do Motocolomb,' aos ioooos e 5:ooos de rs.
porpreco muito em conta: a tra () cautella Salustiano de A-
tar na ra Imperial n. 3i. quino Fcrreira avisa ao repeita-
Aloalhados de linho, ; Vel publico, que a lotera da ma-
Na loja do sobrado amarello, nos quatro t_jz ja |0_, Vista corre imprete-
cantos da ruado Uuoimado n. 29, tem para -,,ti,L_-
vender um rico so.timento do .toaih.dosriveln.ente no da af) <'e outuhro
ailamascados. do puro linbo.consislttido em fo COrieiltC anuo, C eslao expostas
ttStiSSZFXEgSll** ob seus afortunado, b.lhe-
guardanapds da mesma fazenda, o ludo so tes C cautelas da mesina lolcria ,
venda por prego de agradar ao comprador. a dQ Independencia 11. 4 ,
-Vende-se a excellentdtypo- I miu(lf zas ({e Fortunato l'e-
graph.a do Diario Novo estando ^ d ^^ ^^ p l3 e
>em montada, lano debonspre- de calcado do Arantes;
los como de lypos : quem a pre- I 3 Je m| ^ (,e ,,or.
tender, dinja-se a ra daJW ^ ^ fM dft Ga_
n 55,a tratarcoma Vn.va Boma. K f ^ (le
Vendem-se os vtrdsdeiros selius in- uc,a u" "c ,,
glezes, patente, do moll.e sem ella : na dezas de Jos fortnalo dos dantos
ru da Sinzalla Nov n. 42. l'ortO.
Na ra do Crespo, loja n. 6.
Vendem-se superiores cortes de camhraia ,
desalpicos, com 6 l[2 e 7 varas, a 3,500 e 1
4,000 rs.; cortes de cassa chita, de novos
gustos, a 3,240 e 2,500 is.; cassu franceza a ,
440 rs. a vara ; corles de brim trancado es- I
euros e metclldol, a 2,000 rs. ; pauno lino
inelo,a3,000e 4,000 rs. lencm de camhraia
de linho, a 480 rs.; dilos de cassa grandes,,
i ICO rs.; riscado ( linho a 180 rs. o covado
e minias outros fazendas em conta.
*% Urna encoiiuneiida decobertores,
Qoe por aeren, poucos
Nao podeni cliegar
A lodos os compradores, "
a 1,600 rs. cada um : ua ra do Crespo, lo-
ja n. 6.
Bilbetcs
Mcios
Quartos
Quintos
Decimos
io,6oo
5,3oo
a,fioo
2,100
1,100
Vigsimos 6oo
Vende-se um bonito moloque do 14 an-
: nos, creoulo.propru para embarque,pagem,
ou oliicio : na ra larga do llosano n. 35,
loja.
Cal virgem re Lisboa.
i Vende-se superior cal virgem,
chegada ltimamente de Lisboa, e
Vendem-soam.rrasdeferro: na "ia di or preco muito em conta: no ai-
SeDZ"" So me'.o de panno. aem 'do Caes da Alfandeg. n.
Na ru. daCaileia-ioBecife, loja n 50, 7, ou a tratar no escriptorio de
vendem-se superiores pannos prelos a 4,000, fiovaes & Companhia, ni lUado
4,500, 5,000, 5,500, 6,000 e 7.000 rs. o co- m l o,
vado ; dito atul e veido a 4,500 e 5.000 rs. ; irapicbe n. CSq.
assim como pannos n.esciados, dos nielho-l fabrica de chapeos de M>r, no auT-
resgotos que ha nesle genero, por 3,500 f0 dfl yoa.V,Pta n. 23.
VuomVo iln fabrica le Todos og O dono dste estabeleeimento cima men-
OepSlienaiiu.i.iiu,. cioI1,j0 ,em a honra do participar ao res-
assucar eroi^pa deescravos.porprecocom-. *^ ,, Sf,lhlllo Mr|imnl0 de
moilu.
gura
na ra da Cadeia do bair-
ro de 8. Antonio n. -x5, segundo
andar. s'
~ Vend.-so om c.V.llo, ensina. ara
carro de 2 e rodas : na ra do Vig. ,
armazem 11. 7, se diri onde soaciia.
Vende-se urna cano, de carreira, ja
prompia, por baralo pre{o: no armazem ue
madeira, no porto da ra INova.
--Vcidem-M) dous bonitos mulecotes,viu-
dos do Apud, de idade 18a 20 unos: 11.
ra do Araglu n. 19, a fallar com Domingos
Velbo Bar/eto.
Vende-se superior cal e potassa, das as qualidades de cancerlns ; todo o ob-
j. _. ____jeclo cima mencionado, vende-se em gros-
por preSo commodo : no arma-;oea reia,h0ip0rp,ecocommodo,que.gr..
zem do caes da Alfaudega n. 7. tda aofreguezavist. d. fazenda.
Gomma de engommar. 1 Loteria da Matriz da Boa Vista.
Vpndcm-se saccas com gomma, muito al-! Aos 10:000,000 e 5:ooo,000 ..1: rs.
va, dropna paia engommar e fazer bolinhos, N, |ua ,ie nnudezas da praca da In lepen-
por o ser secca ao fogo: na ra do Quei- ; ec, Di |# Vendom-sn bilhetes iuleiroa c
mado n. J. meios, a beneficio da Matriz da Boa Vista ,
V"Tidc-se ferro illglez em quo corro impreUrivclaiento no dia 26 de
barra, en, porrees grandes, ou pe-!"""^^inteir0j 10000
queuas, e a escolber a vontade do1 uoios bilhetes 5,000
comprador, a 4.5oors. o quintal,! Cal de Li^lloa.
e de 20 quintaes para cima a 4,800 Vende-se superior c..i deUiboi: na ru.
" 'do Vivario 11.7, armazem do llego & Com-
rs., o quintal em porcoes mais fiui,f,
pequeas: na ra do Trapiche nu- Algodao para roupa de escravos.
'Vende-sealgo d3o multo encorpado, pro-
prio para roupa deescravos. com pequeo
toque de averia, a 140 rs. a jarda; dito
limpo a 180 rs.: ua ra doCrespo n 5.
ris, de bouito. paunos mesclados oprelo; Vende-se multo boa c.l nova de Lis-
boa, recentemenle chegada, na ra da Mu-
da n. 15, por monos preto do que em outra
qualquer parle.
Sebo retinado.
Na ra Oireita 11. 59, vende-se sebo reli-
nado, por proco comuioJo.
Vende-so um rico realejo, com 5 celin-
dros, com campas e zabumba, composto de
a.ui variadas muziets escoluidas, e tan,bom
perniut.-so por um piano : na ra das Flo-
res, casa do Sr. Tresse, organista, ou na ra
da Cruz u. 31.'
Vende-so um prulo do 30 anuos de ida-
de, pouco mais, ou inenus,cusinheiro o cti
ador: na-ra de S. Francisco, casa a
(aja, li as 9 horas.
la, coiivo trinxuda alfaco
liuda, chicoria, aemj-'iag fetjio
'> ires qualidades, rrv,|ba loria e
, .vauuu uu wuceira*, s.lpa, tu-
'S, repolho, couve lombarda,
tarda : na ra d. Cruz n 46,
. ar. doutor Cosme.
"'".(.osito de panno de algodSo da
fabrica de Todos os hantos da
Kala.
Vende-se o bem conhecido pan-
no de algodSo da Babia, proprio
para saceos e roupa de escravos,
a vontade do comprador.' no es-
criptorio de Novaes fk Compa-
nhia, na ra do Trapiche n. 3'|.
Vendcni-so. os encllenles quejos do
manteiga do Sc'rid : no beccu da Bomba
numero 4.
Potassa da Russia, e c.l virgem.
Ao armazem da rua'do Trapiche n. 17, de
na flvraril n. 6 e 8 da praca da lnder?lUen.
|cia.
Gesso,
Vende-se gesso embarricas, chegado l-
timamente : em casa de I. Keller& Compa-
quia, na roa da Cruz n. 55.
* Deposito de tecidos da fabri-*?
a>- ca de Todos os Santos,
> naBahiav .\
. j- Vende-se em casa do Domingos M-<
^ ves Matheus, na ra da Cruz do li-1*
5*" cifen.52, primeiro andar, algodSo*^,
W transadodaquellafabrica, muitopro-'S
g prio para saceos e roupa de cscra-2
C, vos, assim como lio proprio para re-^
^f. des de pescar o pavios para veilas,^
> pur prego muito commodo. i
lilAftfcAAAAAAfliftAfcA.li**
L>a ra Nova n. 8, loja de Jos
Joaquim Moreira &c Compa-
nhia.
Vi'tnl!--( chapeos de sol de seda pretos
par. nomem pelo baralissinio preco de 4.000
a ,o id rs., a elles antes que .-o arabem ;
outras
mamn
ramen!
lldd llI'M -
tas machinas
superiores a ludo, ^....
tem apparecido neste genero, re-
unindo agrande frc de presso
a maior simplicidade de construc-
co, e facilidade na'opera cao, o
que faz com que diflicilmente se
possam dcsarranjar.
Vinho de champagne.
Vende-se o verd.deiro vinho de cham-
pagne, do eicollonto qualidalo, ao prec.ii
de 25,000 rs.; assim como de quali la lo in-
ferior, muito em conta : no armazem de
Bruun l'raeger i\ Compauhia, ni ra da
Cruz u. Id.
Escravos fgidos.
- Desapparecou no dia 2 do correnle as 6
horas da larde um prelo pertencente i Vi-
^^'''"^'^"^'^"^"roi douradoide porcelana para (lores a
po las-a da I juina, chegada bl poucos dase. 4i00o 5,000 rs. o par, chapeos 'r.ncezes de cenlfl Ferr(.lri da Cou m*rtdot n, ru, do
cal virgem da mais nova que ha no morcado. bi qualidaJo a 6,500 rs lu.as -le pelic. |]o.-picio com armazem o oscri,toro na ra
Burros. I ponto in^lez para senhora a 1,500 rs luvas t M|ro ,,0 D,,0J llo nc,fe, cor preta, bai-
Vendem-io burros mancos o gordos, e al- de soda pespuntadas para sonhora com seu xo> gri)SSOi com f,n, dgui dente na fren-
guns muito p.sseiros: na ra do Quennado,. loHue de mofo a 1,000 rs, o par, ditas do fio; le_ a|Kuroa cefusa c.mb.do d.s pernas, pes
loja do ferragens n. 14. da escocia para homem a 320 rs., brancaa chatos e bicudos, parece ser creou'.o, o re.
-- Vcndem-se lonas, brinzo, biins, e m rs.,chapeos de casfor brancos sem pel-
meias lonas da Russia ; no armazem de N. '" P'd? diminuto pre^o de 4,500 rs e ou-
O. Uieber & Companhia, na ra da Cruz lrs muitas fazendas que so vcnderJo por
- I liar- l.d^> ... vonnd ....... I...I. ..... aalaaftai
baratissimps pn eos com dinheiro vista.
SALSA IMIIHILIIA
DE
l&2W0.1b
Farinha de mandioca a i,6oo rs. a
sacca.
No ar na /.om de J. J. Tasso Jnior : na roa
o dAmoriai n. 35.
Vendem-se sacess com fa-
rdos : na ra da .Madre de Dos as numerosas experiencias Taitas como
armazem n. to. .uso da salsa parrilha om todasisenfermi-
,. ,___.. .... ___'dades,originadas pela impureza dosanguo,
--Itemod.o especial para boubns o cravos b' b d pelo lllm.
deOliveiraMaeodo Antonio joso Peixolo em sr- cli-ca, eem
lNa rita do ( respo, loja a- sua afamada casa do saude i. iboa, pe-
marel a n. o vendem-se cortesi'o lllm. sr. i)r. Saturnino de oiivoin, me-
j_______;_________;__ __i_ j:_: I dico do excrcito o por varios outros mdi-
cos, pennitlem boje de proclamaraltamente
as virtudes elDciies da
de casimira superior, pelo dimi-
nuto prc;o de 3,5oo, 4,*>oo e 5,ooo
rs.; panno mesclado para palitos ,
por 3,000 c a,5oo rs., o covado ;
cambraias linas de cores, por 6oo
rs. avara: ainda existem algumas
pecas de cambraia de salpicos, das
j annunciadas, por 3,ooo rs., e
outras iiiiiil.H l'azcn las de gosto
modernos, que se ven em por me-
nos pre9o, Uo que em outra qual-
quer parte.
Vende-so urna escrava creoula, boa i
gommadeira, cosinheira c coslureira : 'na
rua.lica n. 1C.
Nova fabfica.
Em a nova fabricado chocolate de siudc
homeopaltiico, npprovado e applirado ,:elos
senhoris doutoios da homeopatlna, na ra
das Trinchoiras u. 8, soeucontra iiiaisose-
guinto : o grande chocolata liiu^' amargo,
para r> galo,cliocolalo entro fino temperado,
tainli'Mii para regalo, dito de inu-^o eslandi-
go, dito ferrfginoso pira quem padece do
i'li-ln.ri;"io, dito de canela peiloral, dilo pa-
ta o diarlo, cha da India, dito prelo horneo-
palhico, farinlia do Mih.iiiIi.m, ca/ puro
muido, cafivde revada, dilo en grSo, cha-
rutos dn Baha superiores, o mais gneros,e
vende-se um torrador de c^f novo.
-- Vcndum-so quatro escr..vos, a saber :
urna bonila cahri,.ha, propria para unir un-
ba, por tur 14 annos, saber cozer, o rio ter
vicios; duas pretil boas cosinheiras, Inv
SALSA PARRILHA
DE
M.aBaV.3atral'JI 'TPaT lar
Nota. Cada garrafa conlem duas libras
de liquido, e a salsa parrilha do llrislol he
garantida, puramente vegetal som mercu-
rio, iodo, potassium.
Em cdnsequencia de se ter fechado a bo-
tic do Sr. Jos Mara, mudou-so o dopo-
s1 lasalsi parrilha do llrislol para a bo-
t ngleza ra da Madre Dos n 1, vende-
5/000 rs. o vidro.
barateiro do l'as.-eio Publico,
loja n. i.
Vendem-se superiores pannos finos de
todas rs corcs.de 3,500,3,800,1, 5 o,m u rs.
o covado. easomiras pretil superiores,
2,500 e 2,800 rs,, setim preto macau, a 3,600
rs, e de coros, a 2,800 o r't, sarja prel.
hespanhola, a 2,600 rs., cortes do vestidos
de sargeliims de so la, a 15,000 rs., dilos de
sedas lutados, a 12,000 rs., cuites de chi-
tas cassas; a 2,000 e 2,500 rs., gorgures de
seda para coleles, a 1,000 rs tafetas de co-
ros, a 480 rs., setim cor de ios, a 6*0 rs.,
rassas pic'as, a 400 rs., casinetas de lila pu-
ra para calca!, 700 rs casemiras de algo-
l i,., a 320 rs chitas fi.iiiee/. s largas, a 210
rs., riscado. francezes, a 160 c 240 rs., cha-
les de l.ia e soda, a 4 o 5,000 rs., ditos de toa
einilaodo aseda, a2,0i0rs., ditos de qua-
dtos, a 1,440, lencos de seda, a 1,600 e
2,000 rs dilos de chita finos, a 320 rs., len-
tos dsca|;ra.,^)ord8dos "ra mu..
presoula ter 24 annos de Idade, tem alguna
sgnaos as cost.sde nacSo, falla bom e dos-
caneado ; levou caifa e camisa de liscado
azul o chapeo de pallia ; este preto fui com-
prado na l'ar.hyb. : roga-se a todas as auto-
ridades policiaes, capiUes do campo, ou
qualquer outra pessoa, a captura dcste pre-
to, pelo que ser gratificado.
II. um o vi, pouco mais ou menos, de-
sappareceu um preto por nomeManoel,cre-
oulo,o ollicial do alfaide, bastante conhe-
cido uesla praca,por j haver Irab.lhado em
muitas lojas, o qual p-rtenco ao ahais,i is-
sign.do, e tem os signaos seguintos :bal-
so, quebrado das virilhas, um loucogrosso
docorpo, cor p ola, olhos grandes, loro tres
cicatrices no i raro e mSo direila de urna
operacSo que havii solTrido ha peuco no
hospital ; he de presumir que ando por csti
cidade, visto ser delta natural, ter algn,
prenles : roga-se as auloridades policiaes e
a toda e qualquer pessoa, a captura do mes-
mo, e o favur do o mandar entregar nesla
cidade em casa do senhor subdelegado da
Uoa-Vista Bufino Jos Correia de Almeido;
e na cidade do Bio-Formoso a Francisca
i.hr i-iina Luis, que sei generosamente re-
compensado : o mesino abaixo assignado
protesta rom lodo o rigor da lei, contra a-
quella pessoa, quem quer que seja.que o li-
vor occullado.Francisco Caldas Um.
-- Pelas"7 horas da tardo de 22 deste mez
de setembro, desapparecou da Passagem da
Magdalena, da casa de Jos Antonio bastos,
um escravo pardo, claro, do idade 22 annos,
sem barba, cabello pouco torc lo.encrespa-
do, cheiodo corpo, altura regular, era bu-
lieiro, saliio calcado com a|t0es, loro "^
ps grandes, chama-sn M'iioe* he natur i
.le Igmrassu' : quem o negar .do leva-lo
casa do seu senhor dito lloslo.na P.ssagea
d. Magd.lena.ou no Becifo no escriptorio d
m o i-, na ra da i. hi\.i- Desuppareceu a 21 do cnrrjnle urna es-
clava, creoula, do idade 14 ani.os, de nonie
Josnna, rosto compndo, nariz (halo, olhos
fundos, cor lula, peilos pequenis, secca do
corpo, milos o ps grandes ; I vuu vestido
ncarnado desbotado, com babados grandes
por baixo ; a mes na nSo sabe c cura o engonho Uom-Fica de l,iojuea, donde
fui quem soubtr ou pega-la, levo na ra
Augusta, junto do sobrado amarello n. 4,
que so gratificar gen;rosame.nte.
Hc-iipi'iirereu no dia if do corrente
nina preta, creoula, do iinroi l.uzia, Je iJa-
de 18 anuos, pouco mais ou/nenos, a qual
que, ludf-barato qn he para liquidar: na
LfUAl/rga du Itosario n. 35.
o 3.
Palitos a parisiense
Vendem-so palitos, ultima moda do Pa-
nnnXt ,1 ral f notassa Su" .e Pn'nho-!lu,e.c".'J',f ?^'n^"T --"vSde'-se urna pedr. de m.rmore, que
Deposita iU-JVal-eJJfllSSa^. i,,^^. tTnJ,ir .rmacAo servida, ;fz-se lo- da um., excllenle mesa : quem a pretender
dirij.-so a ra da Cruz do K^cifen. 20, no
escriptorio dos senhores Aviiaes, que ah
achara com quem tratar.
Verniz de gomma copal contina a
vender-se na botica da. ra do Itangel, a
1,280 rs a garr.fa.
Oleo especifico para cur.r a caiipa.con-
tina a ven.ier-se na ru. do Bangel, a 610
rs. cada frasco.
Kua do Crespo n. g
Vendem-se riscadinhos francezes,pelo ba-
ralissiino pro da seda para algibeira, a 610 rs., casemira
prela de superior qualid.de, a 2,400 rs. o
covado, corles do brim francez de gustos
modernos, a 3,000 e 3,200 rs.
Veude-so por menos de seu valor, um
terreno com a (rente para a ru. de lo,i Fer-
ii ,ii.:es \ieini,i|ue val da Soledado para o
Manguind, o da os tundes para a estrada
nova que fez o senhor llerculano Alves da
Silva que tambam val para o Manguinho,
cuju terreno tem 58 palmos de fiante, e 194U
de fundos, sondo os 58 palmos de fronte e
856 de l'uoJus do priucipio da estrada do
Jo.'.o Femaudes Vieira, foreiros a innanda-
de 'iv .\os-a Senhora daSolciade; e dos
mesmos i-almos de lionto da oulra estrada
nova do senhor lleicuiauo, o 590 de fuios
proprius, com casa nu centro de pedra ecal,
cacimlia do muito boa agoa do beber, todo
r i'.iJ.i, e com n.uilos arvorejos de fructos,
etc. etc. : quem o pretender dirij-.so a ra'
do Crespo n. 15, que se dir quem vende.
Vende-se urna negra coro uina c.ia de
dous anuos, cun Imn ledo,o em abundan-
cia, e i,o.lo-ni so troca, por uina oulra lic-
a ra da Cadeia do liento, loja n. 50, por
menos prego do que em outras partes.
A 5,ooo rs o barril.
Vende-se cal virgem em pedra,
da mais nova que tem vinijo a es-
te mercado, pelo brigue Nov Ven-
cedor,"a preco de 5,ooo rs. o b
-il : no armazem do Teixeira, no
Caes da Alfandega, ou no arma-
zem de Joaquim Pi.iheiro Jacome,
na travessa da Madre du Dos nu-
9\
Dbor.,4 200 rs.\ft*J5Jaiasllisas'lransp.-
deirasequitandeiras, onm honii".motuue, rel"?? a 1,600 rs. 10 varas, i a vara, a 160
de 13 annos par JVgem, olcio ou enbr-,rs-> Dl'm l,r" caigas, do cores, do 1,000 rs.
a 1,300, 1,400 o 1,500 rs., nni-lapolo de lgr
3,200. 3,500, 3,801), 4:400, 5,00 rs., o supe-
rior, 5,500, algodosiuho, chitas, o oulra.
muilas fazendas, manteletes/ o capotiubos,
Chales de Irla pretos, hretaqtias de puro li-
nho e muito lina, chapeos de uiass. franc.-z
a 6,000 rs., e mais fazendas quo se vndenlo
baratis vista da moeda.
Salsa parrilha de Sarids.
Viav-nle JOld do ilrilo, i.-nir i agente em
l'ernambuco de II. i. I). Sknda, clnniico
americano, faz publico quo lom chegado a
esta piar;. urna grande porreo do frascos de
salsa parrilha do Sands, que) sSo verdadei-
r a mente falsificados e preparando* no Itio de
Janeiro, pelo quo se devomj acaulelar os
consuundores do tao precioso; talismn de
caliir nestrt engao, teniendo as funestas
consequenclas que sempre cosumam traze
os medicamentos falsificados ,'.e elaborados
pela milo d'aquclles que anteirtom seus in-
t-Tcsses aos males e estragos,^, huu anida-
do, furtanlo, para que o pdidico se possa
livr.r de-ia fmde e desliuga a verdadera
salsa parrilha do Sands u)a falsificada e re-
cntenteme aqu chegada, o aununc.nte
f.z ver que a vordadeira te vende nicamen-
te em sua bolic. na ma da Concedo do
llecife n. 61, e, alm do recoiluario que
acompaohi cada frasco, tem abaixo da pri-
meira pagina seu numo iinpie.su; se achara
sua firma em manuscriito sol.ro o involto-
torio impresso do mesiuu frasco.
Tachas de ferro.
Na fundivo da Aurora em Santo Amaro,
o lambern no deposito n. ru. do Mrum logo
r.a entrada, e defron.to ilo arsenal de mari-
no, ha aempre um grande sortimeuto do
tachas lano do fabrica nacional corno es-
tr.ngeir, batidas, fundidas, grandes, pe-
queu.a, r.zaa eliiud.s ; o Bin ambos os lu-
iriguos i
uo pre- |
jo lita
-so as"
dem af
eca- gr.quesej. mog, e que saiba veuder n. g.resexistem guiudeales, pira carreirar el
p.la- ra, embora n3o lenlu habilidades : na ru. no.s uu crios, livres Uo deipaia oa uraco.
I Direit. d. 5, segundo andar. | sao os mais coinmod os V S
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO MUTILADO
sa'i'.r. O.ra -, com jI0 de vendas, i
levo 'vesUdo rouxo "<> J" c"sla ""
com mulantes ; adve u"e osl* cscr,v
loi de l'anellas de Mil ." cimprada ne?
ta praea no dii 27 dt slo prximo pa.-
sado, aos s-nhores llasl- Guunaraes.coi
venda nooitao do Livrai n,o: re0.n]err-''
da-se as autoridades policiaes ecapitilesde
campo, a sua apprehenrlo ; quem a pegar,
leve-a a ra Augusta n. 22, que ser recom-
pensado.
-- Desappareceu no dia 15 do corrente, as
7 horas da noite, do Hotel llecife, o pardo
Exequiel que foi do senhor I.uiz llodrigues
Selle, e como polas circum coderam a essa ruga presumn-se quo
procuro n todo cusi cadir-so, roga-st .
autoridades pulici.es quo o recommendem
seus inspectoresn pessoas de muli .iica,iliui
de ser descobcrlo e capturado: o pardo he
htixo, do i lado 35 anuos, rneio corpo, sem-
blante carreg.do, tendo urna pequea rici-
t'iz na face, anda calcado i fuma : levou
chapeo de seda preto, e and. com urna ben-
gala lina ou junco, e inculca-se por forro;
anda Irorjieiitmenlo no bairro d. Boa-VlS-
la aonde sempre he oncontr.do: quem o
pegar leve-oa ra do Trapiche n..lque ser
recompensado.
loo.oio rs. de gralilicacao.
Dcsapp.receratn de bordo do patacho na-
cional Paquete Ventura, fund.do' junto a
ponte do lenlo, dous escravos, pretos, por
iioini-g Benlo e Samuel; o primeiro em 16,
he natural do Ceara, e tem os signae.se-
guinles:alto e bonila figura, fulo, pouc.
barba, o custuma trazar rapada, faliam-lba
os deutos da frente, e tem uir.a cicatriz no
rosto, representa tor 24 anuos de id.de ; o
seguodo em 21 tambera do Crrenlo, parece
tor 20 annos, fafla inlelligivel o descanca-
da, sem barba, rosto redoudo, beie.us" gro"-
sos, trajav. cale. branca, Camila azul e Ca-
rapuca de panno : quem os pegar, quena
couduz-lus a ra du Cadeia do Itec.fo u 12
aim.zem deU.ltbare: Uliver., que recebe'
rl gr.tificailu cima.
J 1'hR.v.j Tri'. ua M. 7. ou Faku. 1852.
~M


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